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PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO FÍGADO 
Fasciola hepática: Trematódeo hepático; Habitat: ductos biliares 
Medidas: verme 3 a 4 cm; ovos 140x80 µm 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO FÍGADO - Fasciola hepática 
Patogenia aguda: a migração do verme causa traumatismo hepático, hemorragia, 
resultando em hepatite e morte 
Patogenia crônica: anemia, perda de peso causado pelo hematofagismo; lesão 
na mucosa biliar causado pelos espinhos cuticulares resultando na queda da 
produção e condenação do fígado 
Diagnóstico: 
parasitológico de fezes com a detecção de ovos ( método de sedimentação 
espontânea) 
trematódeos encontrados nos ductos biliares ( necropsia) 
teste de Elisa (teste sorológico) 
 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO FÍGADO - Fasciola hepática 
Epidemiologia: 
 
• Disponibilidade de habitat adequados de caramujos (lama, valas e córregos de 
pequenos lagos) 
 
• Temperatura acima de 15 graus favorecem o desenvolvimento do caramujo e 
das larvas da Fasciola hapatica no caramujo. 
 
• Umidade ideal para o desenvolvimento de caramujos e de F. hepática é quando 
se atinge a saturação do ambiente ocasionado por chuvas frequentes. 
 
 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO FÍGADO - Fasciola hepática 
Controle: 
Redução de populações de caramujos 
Identificar às áreas, drenagem de habitats de caramujos e uso de molusquicidas 
(Sulfato de cobre, N-tritil-morfolina). 
 
Remover população de trematóides – Uso de anti-helmínticos 
• Reduzir a contaminação do pasto 
• Remover a população de trematóides 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO (bovino); 15mg/kg (ovinos) VO; Clorsulon, 
7mg/kg VO, Nitroxinil, 10mg/kg SC; Rafoxanida, 7,5mg/kg VO 
 
 
 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO RÚMEN 
Paramphistomum sp.: Trematódeo do rúmen; Habitat: rumen, ductos biliares 
Medidas: verme 7 a 15 mm; ovos 150x75 µm 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO RÚMEN Paramphistomum sp 
 
Patogenia aguda: os trematódeos imaturos nutrem-se de tampões de mucosa, 
causam enterite no duodeno (edema, hemorragia e ulceração), diarreia, os 
adultos não são patogênicos 
 
Diagnóstico: observação de pequenos tramatóides do duodeno, no exame pós-
morte e parasitológico de fezes com a detecção de ovos, pelo método de 
sedimentação espontânea 
 
Tratamento: Niclosamida, 25mg/kg VO; Oxiclozanida, 25mg/kg VO 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO RÚMEN Paramphistomum sp 
Epidemiologia: 
 
Coleção permanente de coleções de água (lagos e lagoas) 
 
Subsequentes produções de cercarias infestam outras áreas de pastagens por 
meio de águas vazantes. 
 
Animais adultos desenvolvem imunidade, mas são reservatórios de infecção para 
caramujos. 
 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO RÚMEN Paramphistomum sp 
Controle: 
 
Instalação de bebedouros impedindo o acesso às águas naturais 
Cercar a área infestada por molusco (identificar e impedira acesso à área) 
Aplicação de molusquicidas 
 
Tratamento: 
Aplicação de anti-helmínticos (Niclosamida, 25mg/kg VO; Oxiclozanida, 25mg/kg 
VO) 
 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO ABOMASO 
Haemonchus contortus: Nematódeo Trichostrongylideo “bastão de barbeiro” 
Medidas: verme 10 a 30 mm; ovos 80x45 µm 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO ABOMASO Haemonchus contortus 
Patogenia 
Hemoncose aguda: 
anemia hemorrágica aguda em cordeiros provocada pela hematofagia dos 
vermes, edema submandibular, perda de peso e morte. 
Hemoncose Crônica: 
Pequenas cargas de vermes associada a uma insuficiência nutricional da 
pastagem (período de seca) produz perda de peso, fraqueza, inapetência e 
anemia acentuada. 
Diagnóstico: 
parasitológico de fezes (contagem de ovos nas fezes, método de flutuação 
fecal, encontro de adultos no abomaso, na necropsia. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO ABOMASO Haemonchus contortus 
 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO (ovino); Levamisol, 5 a 8mg/kg VO 
(bovino); Doramectina, 0,2mg/kg IM ou SC; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-
on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazol, 5mg/kg VO; Taratarato de 
morantel, 9,7mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg VO; Tetramisole, 15mg/kg VO, 
não exceder a dose total 600mg, para ovinos 
Controle: 
Níveis de altos larvas - em períodos de chuva e temperatura pode-se usar anti-
helmíntico de duas a quatro semanas 
Remoção de larvas hipobióticas - No início das chuvas tratar uma vez com 
benzimidazóis ou avermectina/milbemicina 
pré-imunização (vacina está em estudo) 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO ABOMASO Ostertagia ostertagi 
Ostertagia ostertagi 
Medidas: verme 6 a 10 mm, no abomaso; ovos 80x45 µm 
Patogenia : alterações morfológicas e fisiológicas 
Os vermes emergem e destroem as glândulas gástricas, produzem hiperplasia da 
mucosa gástrica, diarreia severa, anorexia, anemia, perda de peso, e morte. 
Redução na acidez do fluido abomasal, aumento da permeabilidade abomosal 
Diagnóstico: 
Sintomatologia clínica (inapetência, perda de peso e diarreia 
 parasitológico de fezes (contagem de ovos nas fezes, método de flutuação fecal, 
dosagem de níveis plasmáticos de pepsinogênio, encontro de adultos e lesões 
nodulares no abomaso, na necropsia. Na fase de desenvolvimento das larvas não 
se observa ovos nas fezes. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO ABOMASO Ostertagia ostertagi 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Doramectina, 0,2mg/kg IM ou SC; 
Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole, 
10mg/kg VO; Taratarato de morantel, 9,7mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg VO. 
 
Controle da infestação: na pastagem, pre-imunização .: 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO ABOMASO 
Trichostrongylus axei: Nematódeo Trichostrongylideo “verme pequeno do 
estômago”; Habitat: abomaso 
Medidas: verme 4 a 8 mm; ovos 80x40 µm 
Patogenia : diarréia, desidratação, edema submandibular e perda do tecido 
muscular (emaciação) em animais estressados. 
Diagnóstico: parasitológico de fezes com a detecção de ovos não larvados, no 
método de flutuação fecal e, encontro de adultos no abomaso, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO (ovino); Doramectina, 0,2mg/kg IM ou 
SC; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; 
Fembendazol, 5mg/kg VO; Taratarato de morantel, 9,7mg/kg VO; Moxidectina, 
0,5mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem, pre-imunização . 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Nematodirus spp: Nematódeo Trichostrongylideo “verme com pescoço em 
rosca”; Habitat: abomaso 
Medidas: verme 10 a 25 mm, no abomaso; ovos N. battus 175x75 µm 
Patogenia : diarréia aguda, podendo ser fatal principalmente nos animais jovens. 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação, encontro de adultos no intestino delgado, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Levamisol, 5 a 8 mg/kg VO; 
Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole, 
10mg/kg VO; Taratarato de morantel, 9,7mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg 
VO.Prevenção: controle da infestação na pastagem, pre-imunização . 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
Pescoço em rosca 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOSE CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Strongyloides papillosus: Nematódeo Rhabditoidea 
Medidas: verme 3 a 6mm, no intestino delgado; ovos N. battus 50x22 µm 
Patogenia : em ovinos a exposição cutânea as larvas pode desenvolver podridão 
dos cascos; em animais jovens pode causar diarréia sendo possível a transmissão 
mamária. 
Diagnóstico: detecção de ovos larvados no parasitológico de fezes pelo método 
de flutuação, ou larvas rabditoides pelo método de Baerman ou Rugai. 
Tratamento: Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Trichostrongylus colubriformis: Nematódeo Trichostrongylideo “verme capilar”; 
Habitat: intestino delgado 
Medidas: verme 4 a 8 mm, no intestino delgado; ovos 85x40 µm 
Patogenia : diarréia aguda em ovinos e caprinos jovens e nos adultos diarréia 
crônica, edema submandibular e redução do crescimento . 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação, encontro de adultos no intestino delgado, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Levamisol, 5 a 8 mg/kg VO; 
Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole, 
10mg/kg VO; Taratarato de morantel, 9,7mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem, pre-imunização . 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Cooperia spp: Nematódeo Trichostrongylideo “verme capilar” 
Habitat: intestino delgado 
Medidas: verme 4 a 8 mm, no intestino delgado; ovos 77x34 µm 
Patogenia : Não são altamente patogênicos para bovinos, ovinos e caprinos; pode 
causar diarréia, anorexia e redução do crescimento . 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação, encontro de vermes adultos no intestino delgado, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Levamisol, 5 a 8 mg/kg VO; Doramectina, 
0,2g/kg SC ou IM; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg 
SC; Fembendazole, 10mg/kg VO; Taratarato de morantel, 9,7mg/kg VO; 
Moxidectina, 0,5mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem, pre-imunização . 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Bunostomum spp: Nematódeo “Ancilostomatídeo” 
Habitat: intestino delgado 
Medidas: verme 10 a 28 mm, no intestino delgado; ovos 95x50 µm 
Patogenia : Em bovinos causa anemia e diarréia em animais jovens, perda de 
peso e morte. 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação, encontro de vermes adultos no intestino delgado, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; 
Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole, 10mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg 
VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem, pré-imunização . 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Capillaria sp: Nematódeo Trichoridea 
Habitat: intestino delgado 
Medidas: verme 5 a 8 mm, no intestino delgado; ovos 50x30 µm 
Patogenia : Geralmente não são patogênicos; os ovos podem ser confudidos com 
Trichuris spp., pela semelhança. 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação. 
Tratamento: Doramectina, 0,2mg/kg; SC ou IM; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-
on”; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO DELGADO 
Moniezia benedeni: Cestódeo “Anoplocephalidae”; Habitat: intestino delgado 
Medidas: verme de 2 até 10m de comprimento; ovos 60 µm 
Patogenia : Relativamente patogênico. 
Diagnóstico: detecção de proglotes retangulares nas fezes e de ovos no 
parasitológico de fezes pelo método de flutuação, observação de cestódeos no 
intestino delgado. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Diclorofeno, 200 a 400mg/kg VO; 
Fembendazole, 10mg/kg VO; Arseniato de chumbo, 0,5ª 1,0g/50lb VO; 
Niclosamida, 50mg/lb VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITA DO INTESTINO DELGADO 
Thysanosoma actiniooides: “Cestódeo franjado” Anoplocephalidae; 
 Habitat: ducto biliar e intestino delgado 
Medidas: verme até 30cm, no intestino delgado; cápsula do ovo 100x90 µm 
Patogenia : Relativamente patogênico, redução do ganho do peso e condenação 
do fígado. 
Diagnóstico: detecção de proglotes nas fezes. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Fembendazole, 10mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO GROSSO 
Oesophagostomum columbianum: Nematódeo Strongylideo “verme nodular”; 
Habitat: intestino grosso 
Medidas: verme 14 a 22 mm, no intestino grosso; ovos 80x40 µm 
Patogenia : diarréia em bovinos e ovinos. 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação, observação de nódulos nas paredes dos intestino delgado e grosso, e 
vermes adultos no intestino grosso, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Levamisol, 5 a 8 mg/kg VO; Doramectina, 
0,2g/kg SC ou IM; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Taratarato de morantel, 
9,7mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem, pre-imunização . 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DO INTESTINO GROSSO 
Trichuris ovis: Nematódeo Trichuroidea “tricurídeo”; Habitat: intestino grosso 
Medidas: verme 35 a 80 mm, no intestino grosso; ovos 75x35 µm 
Patogenia : raramente é patogênico, infecções maciças podem causar 
hemorragias fatais no ceco. 
Diagnóstico: ovos não larvados no parasitológico de fezes pelo método de 
flutuação, observação de vermes adultos no ceco, na necropsia. 
Tratamento: Doramectina, 0,2g/kg SC ou IM; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-
on”; Fenbendazole, 5mg/kg VO; Ivermectina, 0,2mg/kg SC. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS VERMES PULMONARES 
Dictyocaulus viviparus: Nematódeo Trichostrongyloidea; Habitat: Pulmões 
Medidas: verme 3 a 8 cm, nos pulmões; ovos 390x20 µm 
Patogenia : em animais jovens, na forma aguda ocorre tosse, dispneia, cianose e 
no animais adultos, na forma crônica tosse, dispneia(dificuldade respiratória) e 
cianose (coloração azulada da pele). 
Diagnóstico: detecção de larvas pelo método de Baermann, ovos larvados no 
parasitológico de fezes pelo método de flutuação, observação de vermes adultos 
nas vias aéreas, na necropsia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Levamisol, 5 a 8 mg/kg VO; Doramectina, 
0,2g/kg SC ou IM; Eprinomectina, 0,5mg/kg “pour-on”; Ivermectina, 0,2mg/kg 
SC; Fembendazole, 10mg/kg VO; Moxidectina, 0,5mg/kg “pour-on”. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS VERMES PULMONARES 
Protostrongylus spp: Nematódeo Metastrongyloidea; Habitat: Pulmões 
Medidas: verme 10 a 20 mm, nos pulmões; ovos 390x20 µm 
Patogenia : em carneiros silvestres pode aparecer sinais respiratórios, predispor à 
pneumonia, podendo ocorrer infecção transplacentária; não é comum em 
carneiros domésticos. 
Diagnóstico: detecção de larvas nas fezes, pelométodo de Baermann, e por 
endoscopia. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole, 
10mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS VERMES PULMONARES 
Protostrongylus spp: 
Larva de Protostrongylus 
Borda apical dos pulmões com lesões por Protostrongylus 
Diferença entre larvas 1 de 
Dictyocaulus, máis oscuras y 
con gránulosa e de 
protostrongílidos máis claras e 
menores (100 x) 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS VERMES PULMONARES 
Muellerius capillaris: Nematódeo Metastrongyloidea; Habitat: Pulmões 
Medidas: verme 4 a 12 mm, nos pulmões de caprinos; ovos 300x15 µm 
Patogenia : em caprinos pode predispor à pneumonia. 
Diagnóstico: detecção de larvas nas fezes, pelo método de Baermann. 
Tratamento: Albendazol, 10mg/kg VO; Ivermectina, 0,2mg/kg SC; Fembendazole, 
10mg/kg VO. 
Prevenção: controle da infestação na pastagem. 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS 
PARASITAS VERMES PULMONARES 
Muellerius capillaris: 
Larva 1 Muellerius capillaris 
 
FIM 
PARASITAS DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS

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