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intestino grosso AGRO

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INTESTINO GROSSO 
Universidade Federal de Goiás 
Departamento de Morfologia 
Prof. Dra. Viviane Souza Cruz 
 
1-Funções do IG 
 Digestão microbiana (princ. espécie equina); 
 Digestão e absorção de nutrientes (exceto o carn. e homen); 
 Absorção de água e eletrólitos; 
 Síntese de vitaminas (B e K); 
 Formação do bolo fecal. 
- Produção de muco- lubrifica e 
protege a mucosa 
-Secreção do cólon- 
(bicarbonato) pH alcalino 
- Eptélio simples cilíndrico 
COMPARATIVO DO VOLUME RELATIVO DAS PORÇÕES DO DIGESTÓRIO 
Bovino Cão Equino 
Por que das grandes variações? 
Funcionalmente a junção entre o íleo e o intestino grosso 
pode ser classificada como: 
 Junção ileocecal 
 Junção cecocólica 
 Junção ileocecocólica em suínos, aves 
 e ruminantes 
 Junção ileocólica 
 Junção cecocólica 
 
 
Intestino delgado (íleo) intestino grosso (ceco) 
em equinos 
em carnívoros 
2. Ceco 
É a parte inicial, cega do int. grosso. 
cão 
suíno 
bovino 
equino 
Equino>suíno>ruminante>carnívoro 
Cerca de 10 cm no cão 
e 1,25 m no cavalo. 
Capacidade: 30 litros 
no cavalo 
Partes do ceco 
Tênias do ceco – em 
suínos e equinos – são 
faixas longitudinais 
formadas por um 
espessamento da túnica 
muscular. 
Haustros do ceco – são 
as saculações do ceco 
Pregas semilunares do 
ceco – entre os haustros 
Óstio cecocólico – abertura do 
ceco no cólon. No eq, há um 
esfíncter. 
Base 
corpo 
ápice 
Curvatura maior 
Curvatura menor 
Encontra-se no antímero direito da cavidade abdominal junto 
ao flanco (17). 
Relaciona-se com o duodeno descendente (16), íleo (18) e 
alças jejunais (23). 
Topografia do ceco 
cão 
Apêndice cecal (vermiforme) 
Homem e coelho 
2009 – bactérias- anticorpos. Alguns pássaros - uma 
bolsa ("bursa") -linfócitos do tipo B. 
 
Hoje em dia, estudos indicam que o apêndice faz 
parte do sistema imunológico, produzindo glóbulos 
brancos no período da infância (semelhante ao 
timo). 
• A base junto ao flanco direito 
• O corpo no assoalho do abdômen 
• O ápice se aloja 1 palmo caudal à cartilagem xifóide 
(esterno). 
Topografia do ceco no equino 
cólon 
Desenvolvimento do ceco do equino 
Cólon Maior (ascendente) 
ceco 
íleo 
Seta = óstio 
cecocólico 
Da mesma forma que o estômago 
dos ruminantes, o ceco se 
desenvolve com a mudança da 
deita láctea para a fibrosa. 
Ceco do equino 
O ceco apresenta grandes saculações, os haustros, separadas 
por pregas seminulares. 
Tênias do ceco (Equinos, suínos e 
humanos) – São faixas musculares 
da lâmina externa (longitudinal) 
da túnica muscular. 
Vista direita 
Função do ceco: em equino, é o local da fermentação 
microbiana. 
O equino perde muita proteína bacteriana, em relação ao 
ruminante pela local da fermentação (sobra pouco intestino 
para absorção) 
Fermentação microbiana 
 Ácidos graxos 
voláteis: Ac. 
butírico, acético 
e propiônico 
 Proteína 
bacteriana 
3. CÓLON 
É a porção do intestino que mais varia entre as espécies. 
Recebe material do ceco através do óstio cecocólico. 
O arranjo mais simples se dá no carnívoro e humano: 
Cólon esquerdo 
(descendente) 
Cólon transverso Avança do 
antímero dir. p/ o esq. Cólon direito 
(ascendente) 
ceco 
Vista lateral esquerda 
Cólon do canino 
Vista ventro-dorsal 
Vista lateral direita 
Vista ventro-dorsal 
Cólon direito 
(ascendente) 
Cólon esquerdo 
(descendente) 
Cólon 
transverso 
ceco 
Reto 
Cólon do ruminante 
a) Alça 
proximal 
 
b) Alça 
espiral 
 
c) Alça 
distal 
Giros centrípetos 
Giros centrífugos 
Flexura 
central 
Cólon 
transverso 
Cólon 
esquerdo 
ceco 
Cólon 
sigmóide 
Reto 
Vista lateral esquerda 
Vista lateral direita 
Cólon do suíno 
Ausência da alça proximal 
do cólon direito 
No RU, os giros da alça 
espiral ocorrem num mesmo 
plano, como um disco, já nos 
suínos ela ocorre como duas 
molas uma dentro da outra, 
sendo a interna fina e a 
externa grossa. 
Giros centrípetos 
a) Alça espiral 
 
Giros centrífugos 
Flexura central 
Reto 
Cólon esquerdo 
(CE) 
Cólon transverso 
(CT) 
Cólon direito (CD) 
Vista ventro-dorsal 
b) Alça distal 
Cólon do equino 
Partes do cólon maior (direito/ ascendente) (CMaior): 
a) Cólon ventral direito(1) => flexura esternal(FE) => cólon 
ventral esquerdo(2) => flexura pélvica(FP) => cólon dorsal 
esquerdo(3) => flexura diafragmática(FD) => cólon dorsal 
direito(4). 
1 
ceco 
2 
3 
4 
aorta 
reto 
Cólon transverso (CT) 
CT 
Cólon menor (esquerdo/ 
descendente)(CMenor) 
CMenor 
íleo 
FD 
FP 
CMaior 
FE 
Cólon Maior (direito/ascendente) do equino 
 
Ampola do cólon (a)– dilatação do cólon dorsal direito. (50 cm diâmetro 
(versus 9 cm da flexura pélvica) 
Constricção infundibuliforme (b)– entre a ampola do cólon e o cólon 
transverso. É um local de alta incidência de impactações e obstruções no 
IG. 
 Haustros do cólon (c)– 
em suínos e equinos 
No equino contribuem para 
 a mistura do quilo e para 
reter as fibras até que sejam 
 digeridas. 
Tênias do cólon (d) 
 (eq, su) 
 
 
a 
b 
d 
c 
Identifique as partes do 
cólon maior(ascendente) 
nas variadas posições 
Baço e ligamento lienorrenal a 
esquerda 
Vista ventro-dorsal 
Vista lateral esquerda Vista lateral direita 
Vista caudal 
Cólon da ave 
2 cecos 
cólonreto 
cloaca 
Junção 
íleocecocólica 
Urinário(U) 
Reprodutor(R) 
U 
R 
ânus 
4-RETO 
É a parte pélvica do intestino grosso. 
Armazena as fezes para defecação. 
 Ampola retal – dilatação da parte terminal do reto (exceto 
em gatos, e peq ru) 
 Mesorreto – conecta o reto à parede dorsal da pelve 
5- Canal anal 
É a porção final do canal alimentar ( 1 - 5 cm). 
Linha anocutânea – entre a mucosa retal (epit. 
simples cilíndrico) e o canal anal (Epitélio 
estratificado pavimentoso) 
Ânus – orifício terminal do canal alimentar. 
Músculos do canal anal e ânus 
. M. esfíncter anal interno – anel de musc liso involuntário. 
 
M. esfíncter anal externo – anel do músculo est. 
esquelético– controle voluntário (“guardião do ânus”). 
 
M. Retococcígeo – auxilia na defecação. Movimento da 
cauda age sobre este músculo, que move o canal anal e o 
reto caudalmente para defecação. 
. 
Músculos do canal anal e ânus 
Trajeto do alimento pelo 
intestino do canino 
Estômago 
 óstio pilórico 
 Duodeno 
 
 Jejuno 
 Íleo 
 óstio ileocólico 
 Ceco 
 óstio cecocólico 
 Cólon 
 Direito (ascendente) 
 Transverso 
 Esquerdo (descendente) 
 Reto 
 Canal anal 
 Ânus 
 
ID 
IG 
Trajeto do alimento 
pelo intestino do 
ruminante 
Estômago 
 óstio pilórico 
 Duodeno 
 Jejuno 
 Íleo 
 óstio ileocecocólico 
 Ceco 
 
 Cólon 
 Direito (ascendente) 
 alça proximal 
 alça espiral 
 giros centrípetos 
 flexura central 
 giros centrífugos 
 alça distal 
 Transverso 
 Esquerdo (descendente) 
 Sigmóide (ru e homem) 
 
 
 Reto 
 Canal anal 
 Ânus 
ID 
IG 
IG 
Trajeto do alimento pelo 
intestino do suíno 
 
Estômago 
 óstio pilórico 
 Duodeno 
 
 Jejuno 
 
 Íleo 
 óstio ileocecocólico 
 Ceco 
 
 Cólon 
 Direito (ascendente) 
 alça espiral 
 giros centrípetos 
 flex. central