Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

TEMA CRIANÇA – DIREITOS E DEVERES
	Criança 
 
A criança em si é um espetáculo da vida 
É renovação de espírito, 
É o anseio de nossa alma 
É a esperança contida.
Vejo no olhar de cada criança
Um misto de ternura e verdade
É um desejo que nasce no peito
De um mundo melhor, mais felicidade.
Sebastião Donizeti Eugênio
Mairiporã - SP - por correio eletrônico
 
 Desejo a todos um ótimo trabalho com o tema e as sugestões da apostila!
Fabiane Neres de Brito Moreira
3902-1011
 
	Objetivo geral:
		Articular aprendizagem e diversão através da integração entre conteúdos, jogos e 	brincadeiras previstos na matriz curricular e que fazem parte do dia a dia dos educandos.
	
	Objetivos específicos:
Aprimorar a leitura e a escrita, lendo, produzindo e revisando textos de acordo com as características dos gêneros textuais, contos fantásticos e textos informativos, reconhecendo também a finalidade dos mesmos.
Desenvolver habilidades de estruturação textual utilizando recursos como iniciais maiúsculas, pontuação e concordância verbo-nominal.
Estudar e revisar classes gramaticais e ortografia em situações contextualizadas de leitura e escrita. (conjunção; uso de se não/senão e afim/a fim; palavras com isse e ice; revisão das necessidades apresentadas pela turma em gramática e ortografia).
Ler, escrever, representar e realizar operações envolvendo números na forma fracionária e decimal em situações-problema.
Coletar, calcular e interpretar dados estatísticos.
Entender e construir a ideia de porcentagem.
Trabalhar com formas geométricas em malha quadriculada.
Familiarizar-se com o Estatuto da Criança e do Adolescente para reconhecer-se cidadão com direitos e deveres. 
Conhecer e discutir a realidade do trabalho infantil no Brasil e particularmente em Goiás.
Conhecer algumas características do bioma pantanal e o modo de vida das populações ribeirinhas e ainda, características da região sul e do bioma campos sulinos.
Estudar características da república no Brasil e seus reflexos em Goiás.
Participar de brincadeiras de ontem e de hoje. 
Conhecer e apreciar vida e obra do artista Cândido Portinari.
	Conteúdos:
Leitura, produção e revisão de textos nos gêneros informativos e contos fantásticos.
Finalidade dos gêneros informativos e contos fantásticos.
Estruturação textual: iniciais maiúsculas, pontuação e concordância verbo-nominal.
Gramática: conjunção.
Ortografia: uso de se não/senão; a fim/afim. Palavras com ice e isse.
Estatuto da Criança e do Adolescente
Trabalho infantil
República no Brasil e particularmente em Goiás (ontem e hoje).
Multiplicação e divisão de frações e números decimais
Estatística e ideia de porcentagem.
Formas geométricas em malha quadriculada.
Pantanal e população ribeirinha.
Região e sul e campos sulinos.
Brincadeiras de ontem e hoje.
Vida e obra do artista Cândido Portinari.
	Recursos didáticos:
Cartazes
Quadro/giz
Dicionário 
Material dourado
Jogos de frações e decimais
Livros didáticos e literários 
Computador
Atividades fotocopiadas
CD/Som
	Avaliação:
	Os alunos serão observados constantemente através:
De todas as atividades propostas em sala de aula.
Das estratégias utilizadas para a resolução de problemas em todas as disciplinas.
Da autonomia para realizar o que foi proposto.
Do desenvolvimento das habilidades previstas nas fichas avaliativas.
	 Ao término do trabalho com o tema os alunos deverão ter produzido: UM LIVRO COM AS LETRAS DAS MÚSICAS PREFERIDAS DA TURMA OU COM AS BRINCADEIRAS/BRINQUEDOS PREFERIDOS; OU UMA COLETÂNIA COM INFORMAÇÕES SOBRE O TRABALHO INFANTIL. 
Procedimentos metodológicos 
Motivando: Escravos de Jó
	Professor, vamos iniciar nossos trabalhos desse mês resgatando algumas brincadeiras esquecidas pela modernidade, mas que ainda encantam e divertem muita gente. Que tal brincarmos de “Escravos de Jô”? Você conhece a letra? 
	Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, põe,
Deixa ficar
	Guerreiros com guerreiros
Fazem zigue, zigue ,zá
Guerreiros com guerreiros
Fazem zigue, zigue, zá
	Você precisará de tampinhas de garrafas pet ou caixas de fósforos vazias, ou até mesmo bolinhas de papel usados para rascunho. Coloque os alunos em duplas e deixe que brinquem até familiarizarem-se com a música. Depois coloque-os em quartetos, em grupos de cinco, seis, dez, até chegar num grande círculo com a sala toda. Será um desafio! Se não conseguirem nesse dia, repitam nos dias seguintes.
Hora da leitura:
	Converse com os alunos sobre o tema que será trabalhado durante o mês, explicando-lhes que cada dia haverá uma brincadeira diferente no início das aulas (eles ficarão motivados). Em seguida apresente o texto de Ruth Rocha “Os direitos das crianças” e façam a leitura em voz alta, de maneira divertida e criativa: uma estrofe os meninos, outra estrofe as meninas; cada fila lê uma estrofe... O importante é ler com pontuação e entonação, pois se trata de um poema (pode ser um bom momento para recordar esse gênero textual: rimas, estrofes, versos, a finalidade da poesia é encantar...). Vamos lá!
	
Os Direitos das Crianças 
 Ruth Rocha
Toda criança do mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida. 
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar. 
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos têm de respeitar. 
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos. 
Mas criança também tem 
O direito de sorrir. 
Correr na beira do mar, 
Ter lápis de colorir... 
Carrinho, jogos, bonecas, 
Montar um jogo de armar, 
Amarelinha, petecas, 
E uma corda de pular.
	
Um passeio de canoa, 
Pão lambuzado de mel, 
Ficar um pouquinho à toa... 
Contar estrelas no céu... 
Ver uma estrela cadente, 
Filme que tenha robô, 
Ganhar um lindo presente, 
Ouvir histórias do avô. 
Descer do escorregador, 
Fazer bolha de sabão, 
Sorvete, se faz calor, 
Brincar de adivinhação. 
Morango com chantilly, 
Ver mágico de cartola, 
O canto do bem-te-vi, 
Bola, bola, bola, bola!
Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Festejar o aniversário, 
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos, 
Dar pulos no colchão. 
Livros com muita figura, 
Fazer viagem de trem, 
Um pouquinho de aventura... 
Alguém para querer bem... 
	
Festinha de São João, 
Com fogueira e com bombinha, 
Pé-de-moleque e rojão, 
Com quadrilha e bandeirinha. 
Andar debaixo da chuva, 
Ouvir música e dançar. 
Ver carreiro de saúva, 
Sentir o cheiro do mar. 
Pisar descalça no barro, 
Comer frutas no pomar, 
Ver casa de joão-de-barro, 
Noite de muito luar. 
Ter tempo pra fazer nada, 
Ter quem penteie os cabelos, 
Ficar um tempo calada... 
Falar pelos cotovelos. 
E quando a noite chegar, 
Um bom banho, bem quentinho, 
Sensação de bem-estar... 
De preferência um colinho. 
Embora eu não seja rei, 
Decreto, neste país, 
Que toda, toda criança
Tem direito de ser feliz! 
Bate-papo e Registro do bate-papo: 
	Após a leitura do texto conduza uma conversa informal sobre o mesmo focando aspectos que você acha importantes, pois o poema é muito rico e fala de tudo que criança gosta e que faz parte do dia a dia delas. Explore os sentimentos que o texto desperta nos alunos: festejar aniversário, direito de sorrir, banho quentinho, colinho, pisar descalça no barro, ganhar presentes, um bom cachorro-quente... Esse é um momento rico em que os alunos devem expor o que estão sentindo e pensando, o que foi despertado neles através da leitura do poema.
 Em seguida, deixe que releiam o texto e escolham uma ou duas estrofes de que mais gostaram. Eles devemregistrá-las numa folha de A4 e construir um texto dizendo por que gostaram delas. Ex:
Eu gostei dessas estrofes da poesia de Ruth Rocha porque...
		Deixe que ilustrem e montem um painel fora da sala para que toda a escola possa apreciar o trabalho. A letra deve estar bonita; ao copiar a s estrofes preferidas a estrutura do poema deve ser respeitada e os erros ortográficos devem ser revisados.
Atividade 1: Revisão gramatical – substantivos e adjetivos – em anexo
Atividade 2: Ordenando decimais- em anexo
Começamos bem: uma poesia interessante, uma revisão de conteúdos já aprendidos, brincadeiras esquecidas... Ainda temos muito que nos divertir.
Espere pra ver!
��
	Motivando: Forca 
Professor, no início de mais um dia de aula falaremos de um documento muito importante para as crianças e adolescentes do Brasil o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente. Proponha aos alunos a brincadeira da forca para que adivinhem o assunto do dia. Você poderá dividir a turma em equipes para realizar a brincadeira. Estipule as regras:
Inicia-se com par ou ímpar para ver quem começa.
Cada grupo só poderá falar uma letra de cada vez.
Os grupos devem esperar sua vez para falar.
A cada letra errada desenha-se uma parte do corpo na forca.
Combinem primeiro quantas partes do corpo serão desenhadas na forca (cabeça, tronco, braços, pernas...)
Você professor, dará as pistas sobre a palavra a ser descoberta, mas não facilite muito.
O grupo que construir o nome do documento primeiro será o vencedor.
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
	 
(Estatuto da criança e do adolescente)
	Bate-papo e Hora da leitura:
Convide a turma para assistir a um desenho animado (ECA em Tirinhas para Crianças - já em anexo) que esclarecerá muito sobre o ECA – definição, finalidade, curiosidades sobre o mesmo. O desenho não deverá ser passado todo no mesmo dia, para não ficar cansativo, pois possui 31 páginas ao todo e poderá ser assistido em dois dias. No primeiro dia assista e discuta com os alunos as seguintes partes: Eca chega à maioridade até Mamães e bebês mais tranquilos (págs. de 1 a 11). Deixe que os alunos leiam com você os textos e comentem as partes que acharem mais interessantes.
	
	Registro do bate-papo:
É hora de registrar tudo o que eles acharam mais importante do que foi assistido e discutido sobre o ECA. No caderno peça que escrevam com suas palavras o que entenderam da primeira parte do filme (não precisa ser extenso). Eles poderão fazê-lo em duplas. Não se esqueçam de um título para o texto.
Atividade: Conjunções – em anexo
Atividade: Revisando verbos – em anexo
Estamos trabalhando bem! Continuaremos com o ECA amanhã.
Até lá!
Motivando: Telefone sem fio
Professor, vamos brincar mais um pouquinho? Afinal é o mês das crianças e elas estão se esquecendo de serem crianças muito, muito rápido! Não perca a oportunidade de brincar com elas! Não é perda, mas INVESTIMENTO de tempo!
Que tal brincarmos hoje de telefone sem fio? Explique aos alunos a regra da brincadeira, pois é muito importante se comunicar bem e se fazer entender! Coloque-os em círculos, sentados no chão (isso é importante e deixa o ambiente descontraído) e comece a brincadeira explicando que as frases que vocês usarão relembrarão o tema que está sendo estudado, o ECA, até mesmo versos do poema da Ruth Rocha. Divirtam-se.
	
	
Hora da leitura e bate-papo:
Vamos terminar hoje de assistir ao vídeo “Eca em tirinhas para crianças”. Proceda da mesma maneira da aula do dia anterior, assistindo e comentando o documento, deixando que as crianças façam relação da lei com o que elas realmente vivem no dia a dia: 
Que direitos vocês acham que estão mais garantidos? 
E de quais vocês mais desfrutam no dia a dia? 
Conscientize-os da real importância que eles têm para o futuro do país, pois eles são o Brasil de amanhã. Esse é um momento muito importante, pois através dele você poderá conhecer mais um pouquinho da vida de seus alunos.
	Registro do bate-papo:
Peça aos alunos que escrevam sobre o que acabaram de assistir e conversar, mas relacionando o tema à realidade da vida de cada um. O texto pode ter o título “ O ECA em minha vida”. Você, professor, pode conduzir a escrita dos alunos da seguinte forma:
Do que aprendemos sobre o ECA até agora, qual desses direitos você mais vê presente em sua vida?
Do que você mais sente falta?
O que você gostaria que mudasse?
Obs.: É importante que eles entendam que devem escrever sobre si mesmos, não generalizando para todas as crianças. É um relato pessoal.
Atividade: Trabalho infantil – em anexo (Professor, analise oralmente o texto com os alunos. Só depois faça a atividade escrita.)
Atividade: Obrigado!Obrigada! Em anexo!
Atividade: GVGO
Proponha aos alunos que pesquisem em jornais, revistas e internet, reportagens que falem sobre o trabalho infantil em sua região ou cidade. Façam cartazes e exponham para que toda a escola fique informada. Promova um momento de discussão sobre o tema, pode ser feito um GVGO (Grupo verbal e Grupo observador):
Divida a sala em dois grupos.
Um grupo forma um círculo com as carteiras no meio da sala. Este será o grupo verbal.
O outro grupo forma um círculo em volta do grupo que está no meio. Este será o grupo observador.
Durante o tempo determinado por você o grupo oral deverá falar o que achou de interessante sobre o tema “trabalho infantil”. O grupo observador deverá apenas ouvir.
Depois invertem-se os papéis: o grupo que era observador virá para o círculo do centro e falará sobre o tema. O grupo que era oral passará para o círculo de fora e apenas ouvirá.
Determine um tempo de 10 minutos para cada grupo para a atividade não ficar extensa e cansativa. Incentive a participação de todos.
Observe a clareza das ideias, a sequência de pensamento, os argumentos apresentados. Faça as intervenções que achar necessárias.
OBS.: Essa atividade poderá ser feita em outras ocasiões, em várias disciplinas, sobre muitos outros temas.
Hoje concluímos nossos estudos sobre o ECA. Vocês gostaram?
Então continuaremos nossos estudos sobre mais coisas de criança na próxima aula!
Um beijão!
��
Motivando, hora da leitura e bate papo: 
Professor, você precisará do material dourado para iniciar o conteúdo porcentagem. Lembre-se, são ideias iniciais. Leve também panfletos de lojas, aproveitando propagandas do dia das crianças para falar sobre o assunto.
Com os panfletos em mãos, peça que a turma tente identificar os números e os símbolos que os acompanham (8 x sem juros, 10 x no cartão, 10% de desconto %).
O que significa a expressão 10%?
Diga-lhes o nome do sinal % = por cento. Dê exemplos: 20%, lê-se vinte por cento...
O sinal % está relacionado a outra forma de representar frações e números decimais. Chame atenção para todas as formas possíveis de ler os números abaixo: 
	20%
	 20
100
	0,20
	5%
	 5 
100
	0,05
	50%
	 5 
100
	0,50
Os números escritos com esses sinais são chamados de porcentagens ou percentuais.
Pergunte ainda onde a turma percebe o sinal de porcentagem além dos panfletos de propaganda (gráficos, tabelas, resultados de pesquisas como o das eleições, por exemplo.
Com o material dourado:
Utilize a placa (que equivale a cem unidades).
Diga à turma que a placa representa o inteiro, ou seja, 100% do total.
Diga à turma que você retirará, por exemplo, 7 cubinhos da placa. Quantos sobrarão? 
7 cubinhos, então, nesse caso, representam 7% do total de 100 cubinhos.
Proponha situações assim até que eles tenham compreendido.
Outra sugestão:
Comente com a turma sobre a frequencia do uso de expressões que refletem acréscimos ou reduções em preços, números ou quantidades, sempre tomando por base 100 unidades. 
Alguns exemplos: A gasolina teve um aumento de 15%. Significa que em cada R$100 houve um acréscimo de R$15,00.
O clienterecebeu um desconto de 10% em todas as mercadorias. Significa que em cada R$100 foi dado um desconto de R$10,00.
Dos jogadores que jogam no Grêmio, 90% são craques. Significa que em cada 100 jogadores que jogam no Grêmio, 90 são craques.	
Proponha ainda, que a turma se divida em grupos de 10, 20 ou 30 elementos. A cada comando, eles deverão tirar a quantidade de alunos conforme a porcentagem que você indicar. Ex: 2% de um grupo de 20 alunos; 10% de um grupo de 30 alunos; 5 % de um grupo de 20 alunos...
Faça as intervenções necessárias, acompanhando o raciocínio da turma e sanando as dificuldades.
Registro do bate-papo:
Para o registro do bate-papo peça que a turma resolva a situação-problema abaixo, respondendo às questões propostas.
	 Na compra de uma bicicleta de R$ 400 para presentear seu filho no dia das crianças, uma mãe receberia 25% de desconto comprando-a à vista. Antes de sair de casa a mãe fez os seguintes cálculos para saber quantos reais receberia de desconto.
PORCENTAGEM DE R$ 400 
VALOR
100% OU 100,00 EM CADA 100,00
400,00
50% OU 50,00 EM CADA 100,00
?
25% OU 25,00 EM CADA 100,00
?
Complete a tabela.
Como você faria para calcular 10% de R$ 400 a partir dessa tabela?
Atividade: Porcentagem – em anexo
Atividade: Trabalhando com Estatística – em anexo
Gostei dessa sequência de atividades e vocês?
Quem não gosta de aprender como se estivesse brincando?
Na próxima aula teremos mais surpresas!
Até lá!
Motivando e Hora da leitura: Lendo clássicos fatiados
	Professor, toda criança adora uma bela história! Vamos brincar de montar contos fatiados? Trabalharemos com 5 contos muito conhecidos das crianças: Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e os Sete Anões, Os Três Porquinhos, Cinderela e Pinóquio. Proceda da seguinte forma:
Antes de distribuir os contos fatiados, peça que a turma reconte oralmente os contos para certificar-se de que conhecem as histórias.
Divida a sala em quatro grupos.
Fatie os contos como está sugerido abaixo.
Dê um conto fatiado para cada grupo.
Peça que tentem montar a história na ordem correta.
O grupo que conseguir montar o conto primeiro será o vencedor e deverá lê-lo para toda a turma.
	
CHAPEUZINHO VERMELHO
	Uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho foi visitar sua avó que morava distante e estava doente. Sua mãe queria notícias da velha senhora e mandou a filha fazer-lhe uma visita, levando alguns doces. Mas recomendou que não falasse com ninguém pelo caminho.
O caminho era longo e passava por uma floresta.
	Matreiro, o Lobo-Mau dizendo ser o guarda da floresta abordou a menina no caminho, fingindo ser amigo, pois sua intenção era comer a neta e a avó.
A menina esqueceu-se dos avisos da mãe e conversou com o Lobo por um longo tempo. O malvado descobriu então onde a menina estava indo e onde a vovó morava.
Após a conversa com a menina o Lobo pegou um atalho na floresta que o fez chegar primeiro à casa da vovó e devorá-la.
	Ao chegar à casa da avó Chapeuzinho Vermelho foi tomada de surpresa, pois achou-a um tanto diferente de como a conhecia. O Lobo-Mau já tinha comido a velhinha e vestido sua roupa, metendo-se em sua cama. 
Esperava para dar o bote final na menina.
	Tentou comê-la também, mas a menina começou a gritar e um caçador que passava por perto ouviu seus pedidos de socorro, matou o Lobo Mau e salvou a menina e sua avó. 
Chapeuzinho comeu os doces com sua vovó e voltou para casa, junto de sua mãe e aprendeu a lição: nunca mais conversar com estranhos.
	
BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES
	Era uma vez, uma doce princesa chamada Branca de Neve que vivia com sua madrasta, uma rainha muito malvada. A Madrasta perguntava ao seu espelho mágico: 
	- Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita que eu? O Espelho respondia:
	 - Você é a mais bonita, ó rainha!
 	Um dia, o espelho mágico respondeu para a rainha que Branca de Neve era a pessoa mais linda no reino. Furiosa a rainha ordenou que seu caçador matasse a princesa. 
	O caçador, porém, ficou com pena da bondosa Branca de neve e deixou que ela fugisse para bem longe. 
Branca de Neve correu muito e acabou chegando numa casinha muito diferente e ouviu vozes cantando ao longe. Eram sete anões que moravam na casinha e estavam voltando depois de um dia de muito trabalho na mina de diamantes. Os anões adoraram a linda princesa. Convidaram-na para jantar e aos poucos ela foi se sentindo tão segura que decidiu ficar morando ali mesmo.
	Mas logo a rainha má logo descobriu que Branca de Neve ainda estava viva. Então, ela transformou-se numa velha bruxa e ofereceu uma linda maçã vermelha e suculenta para a princesa. Mas, na verdade, a maça era envenenada. Quando os Sete Anões voltaram para casa encontraram Branca de Neve caída, imóvel no chão. Eles saíram pela floresta para capturar a bruxa. 
	Naquele instante, começou uma tempestade e um raio atingiu a malvada rainha, que despencou precipício abaixo... Era o fim de sua vida de crueldades. Os anões colocaram Branca de Neve num esquife de cristal.
Um dia, um jovem e belo príncipe apareceu na floresta. Ele ficou apaixonado quando viu Branca de Neve e deu um beijo carinhoso nela. Naquele momento, o feitiço da bruxa se desfez e Branca de Neve despertou. Ela e o príncipe partiram rumo ao reino onde viveram felizes para sempre.
	OS TRÊS PORQUINHOS
	Era uma vez três porquinhos que viviam com a sua mãe e como já eram crescidos a mãe disse-lhes que chegara a hora de cada um ir á sua vida.
Resolveram cada um construir a sua própria casa.
O mais preguiçoso construiu uma casa com palhas. Foi o mais rápido e assim pode ir brincar. O seguinte construiu uma casa com madeira e também acabou rapidamente indo juntar-se ao seu irmão. O terceiro mais voluntarioso construiu a sua casa com tijolos.
	Chegada a noite cada um foi para a sua casa e o lobo mau que andara todo o dia a observá-los estava faminto. Foi bater á porta do primeiro porquinho.
	-Truz,truz.
	-Quem é? - disse o porquinho assustado
	-Sou eu, o lobo e quero entrar, se não abrires vou soprar, soprar até a casinha voar.
	E assim o fez e a casa rapidamente voou. O porquinho fugiu para a casa do irmão seguido do lobo que bateu novamente á porta.
	-Truz truz.
	-Quem é? - perguntaram os porquinhos assustados.
	-Sou eu, o lobo, e quero entrar. Se não abrirem vou soprar, soprar até a casinha voar.
	Assim o fez , a casa voou e os porquinhos fugiram para a casa de tijolos do terceiro porquinho, seguidos do lobo.
	-Truz truz- voltou o lobo a bater cada vez mais esfomeado.
	-Quem é? - perguntou o porquinho mais velho.
	-Sou eu, o lobo e quero entrar, se não abrires vou soprar, soprar até a tua casinha voar.
	Assim o fez, mas a casinha nem um milímetro se mexeu. O lobo olhou para a chaminé e pensou que seria por ali que poderia entrar e subiu ao telhado, mas o porquinho que era muito astuto tinha um grande caldeirão com água a ferver. Quando o lobo entrou caiu diretamente dentro do caldeirão dando um salto tão grande que foi parar no meio da floresta e até hoje nunca mais se ouviu falar dele. 
	CINDERELA
	Era uma vez um homem cuja primeira esposa tinha morrido, e que tinha casado novamente com uma mulher muito arrogante. Ela tinha duas filhas que se pareciam em tudo com ela.
O homem tinha uma filha de seu primeiro casamento. Era uma moça meiga e bondosa, muito parecida com a mãe.
A nova esposa mandava a jovem fazer os serviços mais sujos da casa e dormir no sótão, enquanto as “irmãs” dormiam em quartos com chão encerado.
	Quando o serviço da casa estava terminado, a pobre moça sentava-se junto à lareira, e sua roupa ficava suja de cinzas. Por esse motivo, as malvadas irmãs zombavam dela.
O rei mandou organizar um baile para que seu filho escolhesse uma jovem para se casar, e mandou convites para todas as pessoas importantes do reino. As duas irmãs ficaram contentes e sópensavam na festa.
	Finalmente o grande dia chegou. A pobre Cinderela viu a madrasta e as irmãs saírem numa carruagem em direção ao palácio, em seguida sentou-se perto da lareira e começou a chorar.
Apareceu diante dela uma fada, que disse ser sua fada madrinha, e ao ver Cinderela chorando ajudou-a a ir ao baile, mas ordenou que voltasse antes da meia noite.
	No baile Cinderela dançou toda a noite com o príncipe e ao sair correndo do baile perdeu seu sapatinho de cristal.
O príncipe rodou todo o reino com o sapatinho procurando pela dona. Ao encontrar Cinderela, o sapatinho serviu perfeitamente. Os dois se casaram e foram felizes para sempre.
	
	
PINÓQUIO
	Gepeto era um carpinteiro que vivia sozinho e sonhava em ter um filho. Um dia, ele decidiu fazer um boneco de madeira, que ganhou vida graças ao seu desejo. 
- Serás o filho que eu não tive e vou chamar-te Pinóquio. 
Nessa noite, uma Fada Madrinha visitou a oficina de Gepeto e ao tocar Pinóquio com a varinha mágica disse:
- Vou te dar vida, boneco. Mas, deves ser sempre bom e honesto! 
Gepeto notou que os seus desejos tinham se tornado realidade. Mandou Pinóquio à escola, acompanhado pelo grilo cantante Pepe. Mas no caminho encontraram D. Raposa e D. Gata que convidaram Pinóquio para, se divertir no teatro de marionetes ao invés de ir para a escola.
	O Grilo Pepe tentou avisar Pinóquio de que aquilo estava errado, mas ele não deu ouvido. Foi para o teatro de marionetes e encantou o público, pois era muito trapalhão. O dono do teatro de marionetes era muito ambicioso e prometeu a Pinóquio que ele seria a estrela do espetáculo.
No final do espectáculo Pinóquio quis ir embora, mas Strombóli tinha outros planos.
- Vou prender-te nesta jaula, boneco falante. Vales muito mais do que um diamante!
Por sorte o grilo Pepe correu a avisar a Fada Madrinha, que enviou uma borboleta mágica para salvar Pinóquio.
Quando se recompôs do susto, a borboleta perguntou-lhe aonde vivia.
- Não tenho casa. - respondeu Pinóquio. 
A borboleta voltou a fazer-lhe a mesma pergunta, e ele a dar a mesma resposta. Mas, sempre que mentia, o nariz crescia-lhe mais um pouco, pelo que não conseguiu enganar a Borboleta Mágica.
- Não quero este nariz! - soluçou Pinóquio.
	- Terás que te portar bem e não mentir! Voltas para casa e vais à Escola. - disse-lhe a Borboleta Mágica.
Ao regressar a casa, Pinóquio foi recebido com muita alegria por Gepeto e passou a portar-se bem. 
Algum tempo depois, quando ia para a Escola, voltou a encontrar a Raposa, que o desafiou para companhá-la à Ilha dos Jogos.
Não resistiu e lá foi com a Raposa. Assim que entrou começaram a crescer-lhe as orelhas e a transformar-se em burro. O Grilo Pepe salvou-o desta vez
Ao chegarem em casa encontraram-na vazia. Souberam por uns marinheiros que Gepeto fora atrás de Pinóquio num bote. Como o grilo Pepe era muito esperto, ensinou Pinóquio a construir uma jangada. Dois dias mais tarde, quando navegavam já longe da terra, avistaram uma baleia.
- Essa baleia vem direita a nós! gritou Pepe.
- É melhor saltarmos para a água!
	Mas não se salvaram ... a baleia engoliu-os. 
Entretanto, descobriram que no interior da barriga da baleia estava Gepeto, que tinha naufragado durante uma tempestade. 
Depois de se terem abraçado, resolveram acender uma fogueira. A baleia espirrou e deitou-os para fora.
- Perdoa-me, papai - suplicou Pinóquio muito arrependido.
E a partir daí mostrou-se tão dedicado e bondoso que a Fada Madrinha, no dia do seu primeiro aniversário, transformou-o num menino de carne e osso, num menino de verdade. 
- Agora tenho um filho verdadeiro! - exclamou Gepeto radiante. 
	Bate-papo e Registro do bate-papo:
	Converse com a turma sobre os aspectos que tornam o texto um conto de fadas. Exemplos:
Animais falando;
Bonecos criando vida;
Fadas;
Maçãs envenenadas;
Príncipes, princesas e bruxas;
Madrastas más.
Levante esses aspectos para que possamos entrar no gênero do mês: contos fantásticos. 
	Para o registro do bate-papo, peça que a turma escreva o que conseguiu entender sobre o que são contos de fadas, destacando os pontos principais desse gênero e ilustrem.
Atividade: Ortografando – em anexo.
Atividade: Gramaticando – em anexo.
Atividade: Revisando classes gramaticais e ortografia
	Professor, para essa atividade proceda da seguinte forma:
Divida a turma em grupos de 5 alunos.
Leve para a sala um cartaz, dividido como na sugestão abaixo, com perguntas sobre as classes gramaticais e a ortografia que você deseja recordar. Cada número deve conter uma pergunta, que não deve ser vista pelos alunos.
	1
	2
	3
	4
	5
	6
	7
	8
	9
	10
	11
	12
	13
	14
	15
	16
	17
	18
	19
	20
Decidam quem vai começar o jogo. Cada grupo escolherá um número e deverá responder a pergunta referente a ele.
Faça uma tabela para marcar a pontuação.
As classes gramaticais e a ortografia devem estar inseridas dentro de textos ou situações do dia a dia da turma.
Não faça todas as perguntas no mesmo dia, para o jogo não ficar cansativo. Ou, se preferir, troque as perguntas e jogue durante toda a semana.
Seria interessante premiar o grupo que ganhasse o jogo e também os que não ganhassem, pela participação e pela tentativa de responder às questões propostas. (pirulitos para os ganhadores e balas para os outros).
VOCÊ PODE UTILIZAR COMO QUESTÕES ORTOGRÁFICAS E GRMATICIAS SUGESTÕES DE TODAS AS APOSTILAS DESDE FEVEREIRO.
Na próxima aula aprenderemos um pouco sobre contos fantásticos, de outro mundo. Coisa que criança adora!
Até lá!
��
Motivando: Estátua!
	Hoje vamos começar nossos trabalhos brincando de estátua! Professor, leve som e cd para a sala e brinque com a turma até quando for significativo. Peça que façam poses de monstros ameaçadores, de criaturas fantásticas e seres de outro mundo.
Hora da leitura e bate-papo:
	Entraremos no gênero do mês: contos fantásticos. Você sabe o que caracteriza um conto fantástico?
	
	 Conto Fantástico é uma narrativa cheia de emoções "de outro mundo", ou seja, é uma dissertação que está além da realidade, é o surrealismo e deixa à imaginação realizar os efeitos mais especiais e sentidos mais absurdos, ou pra lá da ficção. Podemos citar hoje, como um conto fantástico a série CREPÚSCULO, de grande sucesso entre crianças e adolescentes.
	
	Antes de ler o conto para a turma, crie um ambiente propício, de suspense. Diga-lhes que a história que ouvirão é de arrepiar, para que fiquem atentos a cada detalhe. Faça pausas estratégicas durante a leitura, para aumentar o suspense, perguntando: o que acontecerá agora? Então é só começar!!!
	Esta história que vou narrar aconteceu lá pras bandas de Morro do Chapéu, pacata cidade serrana do sertão baiano, onde o clima é tão frio que faria inveja aos gaúchos. Há algum tempo se falava que ali pousavam discos voadores; não sei, nunca vi nenhum e, até hoje, nenhum ET quis me abduzir, provavelmente com medo de ter que aturar minhas estórias. 
O certo, como me contaram, é que um viajante, naquela época, década de 50, chamado de “cometa”, vinha de carro por uma estrada vicinal, levando as amostras dos seus produtos para tomar os pedidos do comercio local.Ele atendia a região do São Francisco e adjacências. Chovia como Deus mandava. Ele dirigia cautelosamente, naquelas estradas de macadame, cheias de curvas e lama. Anoitecia, noite sem estrelas, assustadora. 
Súbito, ao dobrar uma curva, ele viu a garota; notou o vestido vermelho, que os faróis iluminavam. Trazia um xale na cabeça, que de nada adiantava naquela chuva torrencial. Cavalheirescamente, encostou o carro. 
-Aonde vai, senhorita?
Ela apontou para uma tapera, uns dois quilômetros adiante, onde brilhava uma luz fosca.
 -Entre aqui, levo a senhora lá; pode entrar sem susto. 
Ela entrou,sentou,tirou o chalé e uma cascata de fios louros emoldurou o seu rosto. Agradeceu com um sorriso, eramuito calada. Ele não insistiu na conversa, receoso de que ela o compreendesse mal. Chegando á porteira derrubada, perto da casa, ele ofereceu-se para deixá-la na porta do casebre; a casa parecia abandonada; não fosse a fraca luz do fifó,ele acharia que ninguém morava lá há anos. A chuva continuava pesada. 
Ele falou:
 -Moça, semana que vem terei que passar por aqui; empresto-lhe minha capa e o meu guarda-chuva, não se preocupe, apanho na volta. 
Ela sorriu, agradecida, empurrou a porta e entrou na casa. A imagem da bela garota não saiu da cabeça do viajante; ficou muito contente com a idéia de emprestar-lhe os agasalhos, assim, a veria de novo. Uma semana depois, ao passar pelo mesmo sítio, parou o carro á porta da tapera e bateu palmas. -Ò de casa! Gritou. Ninguém respondia. Com o dia claro ele pode ver a grande extensão de terra cercada de arame farpado, enferrujado pelo tempo; nenhum animal, embora houvesse grandes pastos. Bateu palmas novamente, desta vez mais forte. Nada. Cansado, sentou-se numa raiz de umburana que servia de banco, acendeu um cigarro e esperou. Alguns minutos depois, uma velha, muito velha, veio se arrastando detrás da casa; trazia uma lata com água para molhar umas cravinas, únicas plantas vivas do lugar. Assustou-se ao ver o moço; fazia tempos que nenhum vivente aparecia por ali. 
Ele adiantou-se:
 - Bom dia, senhora. Há uns oito dias atrás eu emprestei um guarda-chuva e uma capa a uma mocinha que morava aqui; deixei-a, aqui mesmo, nesta porta; ela está?
 A velha pareceu confusa, mas, falou com rudeza: 
-Aqui não mora ninguém há dez anos; desde que a família do patrão foi embora prá Jacobina. 
-Mas, amiga, eu vi a moça; deixei meus agasalhos com ela! 
-Sinhô, entre. Quer um café? 
Ele aceitou. Enquanto bebia um bom café torrado em casa contou sua estória á velha, que o ouvia calada. Quando terminou, ela apanhou uma foto na parede, amarelada pelo tempo, esmaecida pelos anos e com uma rosa vermelha murcha e quase desfeita, presa na moldura. 
-A moça era essa? A velha perguntou. 
-S-sim, era bem parecida. 
A velha falou, um tom saudoso na voz arrastada:
 -Era a filha única dos donos da casa; foi atacada por um viajante, que a pegou na estrada; era muito bonita. Com receio de voltar prá casa, esperou a noite no mato, noite tenebrosa, com muita chuva e jogou-se embaixo de um caminhão. Os pais nunca se recuperaram da dor; largaram tudo e foram embora. Fiquei apenas para regar as cravinas que ela mesma plantou... 
E, num repente: 
-Vosmicê quer ver onde ela tá enterrada? Todos os dias levo flores. 
Ao chegar ao pequeno cemitério, sob a lápide, estavam lado a lado, a capa e o guarda-chuva.
Retrieved from "http://www.artigonal.com/literatura-artigos/historias-do-outro-mundo-929592.html"
Agora é hora de conversar com a turma sobre a história:
Gostaram da história?
Imaginavam aquele final?
Já ouviram coisa parecida?
Converse sobre a riqueza de detalhes do texto: a descrição do local onde se passa a história, da estrada, da noite em questão (noite tenebrosa, de muita chuva, sem estrelas...).
Por que esse conto é caracterizado como conto fantástico?
Vocês acreditam nessas histórias? Conhecem casos parecidos?
Ressalte que os contos fantásticos não são apenas histórias de suspense, espanto e medo, mas podem ser qualquer história que fuja do real, com seres fantásticos como ETs, lobisomens, vampiros, ogros, heróis com super poderes, lugares inimagináveis...
Para registrar a conversa peça que a turma faça um desenho do conto, dando um título para o mesmo.
OBS: na pasta de sugestões estou enviado mais dois contos fantásticos para serem usados durante o mês.
Atividade: Conhecendo Portinari 
	Professor, inicie esse momento conversando com a turma sobre coisas de criança: brincadeiras, jogos, passeios, recordações, comidas preferidas... Diga-lhes que você apresentará a eles um menino muito esperto, que, sendo menino, também adorava coisas de criança. Até mesmo as retratava em suas pinturas. Esse menino chama-se Cândido Portinari. 
	Mostre inicialmente as obras de Portinari. Se a escola tiver sala de informática, melhor ainda! Indico o site PROJETO PORTINARI, que tem um espaço reservado “Portinari para crianças”. Se não, estou enviando um power point que poderá ser gravado em DVD e passado na televisão. Ficou um show!
	Ao mostrar as obras, peça que a turma tente relacionar o nome à obra, na atividade CONHECENDO CANDINHO, no final da apostila. Abaixo segue a biografia do autor e algumas de suas obras. 
OBRAS DE PORTINARI
 
 MENINOS SOLTANTO PAPAGAIOS – 1947	 MENINO COM ESTILINGUE 
 1947 ESPANTALHO – 1960
 
 MENINA SENTADA – 1943 MENINA COM LAÇO – 1955
��
 FUTEBOL – 1935
�� ��
 MENINOS PULANDO CARNIÇA – 1957 MENINAS BRINCANDO – 1955
���� �� 
CABEÇA DE MENINA – 1955 MENINA COM TRANÇA E LAÇOS AZUIS PALHACINHOS NA GANGORRA – 1957
 1956
���� 
 MENINOS SOLTANDO PIPAS – 1943 DENISE COM GATO – 1960
�� �� �� 
 MOLEQUES PULANDO CELA – 1958 MENINOS NO BALANÇO – 1960 MENINO COM CARNEIRO – 1954
BIOGRAFIA
Filho de imigrantes italianos, Cândido Portinari nasceu no dia 30 de dezembro de 1903, numa fazenda nas proximidades de Brodósqui, interior de São Paulo. Com a vocação artística florescendo logo na infância, Portinari teve uma educação deficiente, não completando sequer o ensino primário. 
Aos 14 anos de idade, uma trupe de pintores e escultores italianos que atuava na restauração de igrejas passa pela região de Brodósqui e recruta Portinari como ajudante. Seria o primeiro grande indício do talento do pintor brasileiro. Candido Portinari morreu no dia 06 de fevereiro de 1962, quando preparava uma grande exposição de cerca de 200 obras a convite da Prefeitura de Milão, vítima de intoxicação pelas tintas que utilizava. Retratava nas suas telas o povo brasileiro e a infância deliciosa vivida em Brodósqui.
 
 
	Ao término das leituras e da apreciação das obras do artista, peça que a turma escolha uma das obras e faça a releitura. Um dos conteúdos de matemática são desenhos em malha quadriculada. Segue uma sugestão de releitura abaixo, usando malha quadriculada.
 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	 
	
	
	
	
	
	 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
		
Atividade: Conhecendo Candinho – em anexo
Atividade: Quadriculando – em anexo
Portinari é o máximo! Dá vontade de ser artista também!
Até a próxima, pessoal!
��
Motivando: 
		Hoje vamos brincar de STOP! Professor, você precisará de uma folha como a sugerida abaixo para cada dupla de alunos e das letras do alfabeto (recortadas separadamente) numa caixa ou sacolinha e de um relógio para marcar o tempo.
	STOP DAS PREFERÊNCIAS 
	BRINCADEIRAS/
BRINQUEDOS
	ALIMENTOS
	MÚSICAS
	
	
	
		Primeiro explique à turma que o jogo consiste no preenchimento da ficha acima, mas as palavras deverão iniciar com a letra do alfabeto que for sorteada e no tempo determinado por vocês (combineo tempo com a turma, que não poderá ser longo, pois são apenas três itens para serem preenchidos). Encerrado o tempo você dirá STOP e todos deverão parar de escrever e levantar as mãos. Contam-se os pontos assim:
Para cada palavra escrita não repetida por outra dupla ganha-se 10 pontos.
Se a palavra for repetida, ganha-se 5 pontos.
Ganha o jogo a dupla que fizer mais pontos.
Hora da leitura, bate-papo e registro do bate-papo:
No motivando colocamos os nomes de algumas brincadeiras de nossa preferência. Será que em outros lugares do Brasil as crianças brincam das mesmas coisas? Vamos descobrir! O texto que vamos ler é uma lista das brincadeiras que as crianças da região Sul adoram! Providencie cópias para os alunos.
	BRINCADEIRA DE CRIANÇA – REGIÃO SUL
	Rio Grande do Sul
MEIA, MEIA-LUA, UM - DOIS - TRÊS
GATO E RATO
PASSADA DE GIGANTE
CARACOL
QUEIMADA OU BALEADO
GALINHO DE OSSO
CHINELINHO
BOLINHAS DE SABÃO
MACACO
BAMBÁ
CATA - VENTO
DIABOLÔ
GRULHO
FIORITO
PASSA, PASSARÂ
JOGO DA VELHA
RATINHO
FORCA
	Paraná
LÁ VEM O RATO, COBRA OU QUEBRA CANELA 
SALTAR PAUZINHO 
SOBE – ESCADA
	Santa Catarina
 GATO E RATO
PATA - CEGA
SELA
JOGO DA MORA
MALHÃO - PALETA
QUEM TEM BOLA ?
PÉ - NA - LATA (PIQUE)
MALMEQUER
PAR OU IMPAR
SORTE ENTRE PARCEIROS
O ARCO
CARACOL, AMARELINHA EM CARACOL OU JOGO DO CÉU
CORRE-ATRÁS, MATA-MATA, CORRIDINHA
PIÃO
ESCONDE-ESCONDE
PANDORGA, PIPA, ARRAIA
SALTAR ELÁSTICO OU
BARRA-MANTEIGA
MÃE DA RUA
PEMBARRA
SETRA
O BODOQUE
FUNDA
	
Professor, leve para a sala o mapa do Brasil dividido em regiões. Após a leitura do texto:
Localizem a região Sul, os estados que fazem parte dela e suas capitais. 
Conversem sobre os nomes das brincadeiras: são conhecidas? Há brincadeiras que se repetem nos três estados da região Sul? Quais. Pinte as brincadeiras que se repetem na lista com as mesmas cores. 
Elas coincidem com as brincadeiras da nossa região? Qual é mesmo a nossa região? Que estados fazem parte dela? E quais são suas capitais?
Para o registro do bate-papo, entregue uma cópia do mapa do Brasil para cada aluno e peça que pintem os estados da região Sul. Escrevam seus nomes e os nomes de suas capitais, criem uma legenda e deem um título para o mapa.
Atividade: Região Sul – em anexo (Texto para leitura na pasta Sugestões para outras aulas).
Atividade: Campos sulinos – em anexo.
Hoje aprendemos sobre mais uma região do Brasil.
Isso é interessante! Imaginar lugares tão diferentes de onde nós moramos. 
Até a próxima, com mais novidades e mais atividades.
Motivando, bate-papo e registro do bate-papo: Biomas fatiados
	Professor, para esse motivando você precisará recordar os nomes de todos os biomas já estudados durante esse ano, incluindo os desse mês: pantanal e campos sulinos. Leve-os para a sala fatiados, LETRA POR LETRA, como na sugestão abaixo.
	Coloque-os em duplas, entregue os biomas fatiados para cada dupla, uma folha onde possam colá-los e diga-lhes que eles deverão montar os nomes desses seis biomas. Não sobrarão e nem faltarão letras. Peça ainda que coloquem o título na atividade: BIOMAS BRASILEIROS.
	C
	A
	A
	T
	I
	N
	G
	A
	C
	E
	R
	R
	A
	D
	O
	F
	L
	O
	R
	E
	S
	T
	A
	A
	M
	A
	Z
	Ô
	N
	I
	C
	A
	M
	A
	T
	A
	A
	T
	L
	Â
	N
	T
	I
	C
	A
	C
	A
	M
	P
	O
	S
	S
	U
	L
	I
	N
	O
	S
	P
	A
	N
	T
	A
	N
	A
	L
	Quando terminarem de montar os nomes recordem as características mais marcantes de cada um dos biomas. Pergunte, inclusive, como eles acham que seja o Pantanal, mesmo sem tê-lo estudado ainda. Anote o que eles falarem no quadro.
Hora da leitura:
	Agora é hora de confirmar as hipóteses levantadas pelos alunos em relação ao pantanal. Leiam os textos informativos sobre o bioma pantanal e sobre população ribeirinha. Durante a leitura peça que a turma destaque os aspectos que considerarem importantes, sublinhando-os. Leve o mapa do Brasil para localizar o bioma para que a turma visualize melhor. Providencie cópias para a turma, pois o texto é muito grande para ser copiado.
	Bioma Pantanal
	Por: Denise Moraes
Mapa: Uol Educação 
Quem não conhece muito sobre esse bioma, pode pensar que se trata de uma região pantanosa, repleta de brejos. Tudo bem, os terrenos alagados são muito comuns no pantanal. Mas lá não existem somente brejos e pântanos.  
O pantanal ocupa a parte sul do estado do Mato Grosso e o noroeste do Mato Grosso do Sul. Essas são as regiões brasileiras do bioma, que somam cerca de 137 mil km2. Além da fronteira, ele continua pelo norte do Paraguai e o leste da Bolívia. 
Localizado próximo à Amazônia e ao cerrado, o pantanal guarda espécies de fauna e de flora desses outros dois biomas, além de apresentar espécies endêmicas, ou seja, que só podem ser encontradas naquela área geográfica, nativas da região.  
Por sua rica biodiversidade, o pantanal é considerado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) um Patrimônio Natural Mundial. Vamos então saber mais sobre esse tesouro. 
O Tuiuiú é a ave símbolo do Pantanal. Com as asas abertas ele chega a medir dois metros de envergadura. Asas grandes, não acha? É, mas não é só o Tuiuiú que chama atenção nos céus do pantanal. Também se destacam aves como garças, urubus, araras, papagaios, periquitos e falcões.
 Até agora já foram encontradas na região 122 espécies de mamíferos, 93 de répteis, 656 de aves e 263 de peixes.  Estes dois últimos grupos, aves e peixes, constituem os animais mais exuberantes do bioma. 
Existem mais espécies de peixes no pantanal do que nos rios de toda a Europa! Fazem parte deste grupo milhares de pintados, pacus, dourados, piauçus e jaús. Os jaús são bagres gigantes que chegam a medir um metro e meio de comprimento e pesar 120 quilos.
Dentre os mamíferos, podemos citar a onça-parda, a onça-pintada, a jaguatirica, a capivara, a ariranha, o macaco-prego e o cervo-do-pantanal. A maior parte dos mamíferos do pantanal vive nas matas de galeria, matas que acompanham a margem dos rios. 
Talvez o réptil mais conhecido do pantanal seja o jacaré. Já foram encontrados jacarés com até dois metros e meio de comprimento. São três as espécies mais vistas: o jacaré-do-Pantanal, o jacaré-comum e o jacaré-do-papo-amarelo. Você imagina o que esses jacarés comem? Calma... Acredite: a dieta desses grandes jacarés é baseada em peixes. Não são animais agressivos como vemos em muitos filmes: só atacam os homens quando se sentem ameaçados. Além dos jacarés, estão entre os répteis diferentes cobras, como a sucuri, a jararaca e a jiboia e o sinimbu, um tipo de lagarto. 
Existe ainda no pantanal uma infinidade de formigas, cupins, aranhas e mosquitos. 
A vegetação é na verdade um conjunto de diversas paisagens. Já falamos aqui que o bioma fica próximo à região amazônica e ao cerrado. Aparecem jenipapos, figueiras, ingazeiros, palmeiras e o pau-de-formiga. E aqui vai uma curiosidade: o pau-de-formiga tem esse nome, porque é uma árvore que serve de abrigo a formigas, cujas picadas ardem bastante. Quando a árvore é balançada, por exemplo, quando alguém tenta cortá-la ou encosta nela, as formigas caem e começam a picar quem está embaixo. Danadinhas essas formigas do pantanal...
Aparecem ainda tapetes de gramíneas, como por exemplo, o capim-mimoso. Em locais nunca alagados, aparecem árvores grandes, como o carandá, o buriti e os ipês, que nos meses de julho e agosto colorem o pantanal com flores rosa, lilás e roxas. Nos terrenos alagados constantemente são encontrados vegetais aquáticos flutuantes, como o aguapé e a erva-de-santa-luzia, além de vegetais fixos com folhas imersas, como a sagitária, e plantas que permanecem submersas, como a cabomba e a utriculária.
No grande ecossistema chamado pantanal, a água é um elemento que regula a vida. Estamos falando da maior planície alagável do mundo: calcula-se que cerca de 180 milhões de litros de águaentram na planície pantaneira por dia. 
Mas de onde será que vem essa água toda? 
As enchentes ocorrem nos meses de chuva. Nessa época o volume dos rios que cortam a região aumenta. Com isso, as planícies pantaneiras, que tem baixo declive, ou seja, são pouco inclinadas, retém as águas que por elas passam. Como o solo das planícies é pouco permeável, ele não consegue absorver todo o volume de água, que acaba por inundar grandes áreas. E assim são formadas lagoas, baías, pântanos e brejos que permanecem ligados através dos cursos dos rios. 
Destacam-se como importantes rios da região o Cuiabá, o São Lourenço, o Itiquira, o Correntes, o Aquidauana e o Paraguai. Todos eles fazem parte da bacia hidrográfica do Rio da Prata, que engloba grande parte do sudoeste brasileiro. 
O clima no Pantanal é classificado como tropical, caracterizado por temperaturas elevadas. A região apresenta duas estações bem definidas: o verão chuvoso, de outubro a março, quando a temperatura fica em torno de 32º C e o inverno seco, de abril a setembro, quando a média de temperatura é de 21º C.
As chuvas fortes são um fator determinante da paisagem pantaneira. Elas propiciam as cheias, que mudam a cara da vegetação e também a vida de animais e homens por alguns meses do ano.
Fontes de informação:
Ibama
MRE
WWF Brasil
LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, Fernando. Biologia Hoje - Vol 3. São Paulo: ed. Ática, 1998.
Consultoria: Vânia Rocha, bióloga / Museu da Vida (Fiocruz).
Atividade: Estudo dirigido
	Essa atividade deve ser realizada no caderno, com o apoio do texto “Bioma Pantanal”. É importante corrigir a atividade junto com a turma.
Peça que a turma encontre no texto as informações pedidas:
Que estados são cobertos pelo bioma Pantanal?
Como é a flora pantaneira?
E a fauna?
Qual é ave símbolo do pantanal?
Quais as características do clima nesse bioma?
Por que o Pantanal é considerado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) um Patrimônio Natural Mundial?
Cite pelo menos duas curiosidades sobre o bioma que mais lhe chamaram a atenção.
Atividade: Populações ribeirinhas – em anexo
	Antes da atividade escrita faça uma discussão do significado do termo populações ribeirinhas, sobre o modo de vida dessa população, das dificuldades enfrentadas por eles.
Comente aspectos como: Eles estão espalhados por todo o Brasil, à margem dos grandes rios como o Amazonas, o São Francisco, o rio Madeira, o Capibaribe. A construção de hidrelétricas é uma ameaça a essas populações.
��
Acho que terminamos... Mas só por esse mês!
Mês que vem tem mais... Muito mais!!
Até lá!!
Bibliografia
SANCHEZ, Lucília Bechara. Fazendo e compreendendo matemática – 5º ano. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
Projeto Buriti: Matemática – 5º ano. Organizadora: Editora Moderna. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2007.
Projeto Pitanguá: Matemática – 5º ano. Organizadora: Editora Moderna. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2008.
Sistema de Ensino CNEC – 4ª série – Ensino Fundamental – V. I, caderno 1. Uberaba – Minas Gerais.
Projeto Prosa – Matemática – 5º ano. 1 ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
Quem conta um conto? Literatura em minha casa – v. 02 - Contos FTD.

Mais conteúdos dessa disciplina