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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS
ENGENHARIA CIVIL
AMARILDO LOPES
ANA SHINDANY
ARIETH ALMEIDA
AURÉLIO PONGO
HABIÚDE GONÇALVES
MATIAS UMBA
TCHISSOLA MAVELA
WILLIAM PAULO
ZENAIDA FRANCO
RELATÓRIO SOBRE A ANÁLISE GRANULOMETRICA DE AGREGADOS GROSSOS
NP EN 933-1-2000
LUANDA
2018
AMARILDO LOPES
ANA SHINDANY
ARIETH ALMEIDA
AURÉLIO PONGO
HABIÚDE GONÇALVES
MATIAS UMBA
TCHISSOLA MAVELA
WILLIAM PAULO
ZENAIDA FRANCO
RELATÓRIO SOBRE A ANÁLISE GRANULOMETRICA DE AGREGADOS GROSSOS
NP EN 933-1-2000
Trabalho apresentado a disciplina: Laboratório de materiais de construção civil
Instituto Politécnico de Tecnologia e Ciências
Nome do professor(a): Antónia Norma
LUANDA
2018
INDICE
 INTRODUÇÃO
 O presente relatório referente à aula prática da disciplina Materiais de Construção I, define os processos para realização do Ensaio Granulométrico em agregados grossos e finos, sendo que o ensaio de granulometria é utilizado para determinar a distribuição granulométrica dos agregados. Para a nossa prática o agregado usado foi o Gnaisse.
No ramo da engenharia civil, torna- se imprescindível o conhecimento dos tipos de materiais e suas propriedades para que possam ser escolhidos de acordo com a necessidade da obra, visando economia, trabalhabilidade, qualidade e resistência. 
2.1. Objectivos
2.1.1. Objectivo Geral
Analisar a granulometria de agregados grossos;
2.1.2. Objectivos específicos
Verificar a granulometria de agregados grossos com base ao método de peneiração;
Conhecer a distribuição granulométrica do agregado e representá-la através de uma curva. Possibilitando assim a determinação de suas características físicas.
TEÓRIA
Granulometria é o termo utilizado para medir a proporção relativa, em percentagem, dos diferentes tamanhos dos grãos que constituem o agregado. A composição granulométrica tem grande influência nas propriedades futuras das argamassas e concretos.
O ensaio de granulometria é dividido em duas partes distintas, utilizáveis de acordo com o tipo de agregado e as finalidades do ensaio para cada caso particular. São elas: análise granulométrica por peneiramento e análise granulométrica por sedimentação. Para agregados como areias e pedregulhos, possuindo pouca ou nenhuma quantidade de finos, podem ter a sua curva granulométrica inteiramente determinada utilizando-se somente o peneiramento. Em solos possuindo quantidades de finos significativas, deve-se proceder ao ensaio de granulometria conjunta, que engloba as fases de peneiramento e sedimentação. Através dos resultados obtidos desse ensaio, é possível a construção da curva de distribuição granulométrica, que possui fundamental importância na caracterização geotécnica do solo, principalmente no caso dos solos grossos.
A granulometria determina, também, o diâmetro máximo do agregado, que é a abertura da peneira em que fica retida uma percentagem igual ou imediatamente inferior a 15%. Na prática, utilizamos o método de peneiração, que consiste na separação, por meio de um conjunto de peneiros, de um material em diversas classes granulométricas de granulometria decrescente. A dimensão das aberturas e o número de peneiros selecionados de acordo com a natureza da amostra e a precisão exigida. A massa das partículas retida nos diversos peneiros é relacionada com a massa inicial do material. As percentagens cumulativas que passam em cada peneiro são apresentadas sob forma numérica e graficamente.
Trabalhamos com a gnaisse que é uma rocha metamórfica composta principalmente de quartzo e feldspato. Derivam de rochas graníticas e possuem granulometria média a grossa. São rochas de elevada resistência e apropriadas para a maioria dos propósitos da engenharia. 
Algumas utilidades da britas de acordo a dimensão:
O pó de brita, por sua maleabilidade, é muito utilizado nas usinas de asfalto, em calçadas, na fabricação de betão com textura mais fina, pré-moldados e argamassa para contrapisos. 
A brita 0 (ou pedrisco), por suas dimensões reduzidas, é bastante empregada na fabricação de vigas e vigotas, lajes pré-moldadas, tubos, blocos de concreto intertravado, jateamento em túneis e acabamentos em geral. 
Já a brita 1, que mede no máximo 16 mm, é a mais usada na construção civil, em colunas, vigas e lajes. Atualmente, essa é a brita mais encontrada em betão. 
Para betões que exigem mais resistência, assim como para a construção de fundações e pisos mais espessos, a mais indicada é a brita 2.
 A brita 3, muita grossa, é pouco usada na fabricação de concreto. Ela é ideal para aterros, lastros ferroviários e drenos. 
A brita 4, bem grande, tem aplicações bem específicas, como em fossas sépticas, sumidouros, gabiões, reforços de subleito para pistas com tráfego pesado, lastros de ferrovias e betões ciclópicos. 
	Dimensão máxima Característica do agregado (mm) 
	Tipos de brita
	≤ 4
	Pó de brita
	5 a 8
	Tipo 0 ou pedrisco
	9 a 16
	Tipo 1
	17 a 32
	Tipo 2
	33 a 63
	Tipo 3
	63 à 75
	Tipo 4
Alguns termos e definições:
Percentagem que Passa: É o peso de material que passa em cada peneira, referido ao peso seco da amostra; 
Percentagem Retida: É a percentagem retida numa determinada peneira. 
Percentagem Acumulada: É a soma dos percentuais retidos nas peneiras superiores, com o percentual retido na peneira em estudo.
Materiais utilizados
	Equipamentos
	Material consumível
	Untensílio
	Balança de precisão 0,1
	Agregado grosso
	Escova
	----------
	---------
	Colher e Pá
	Peneiros de ensaio
	---------
	Tabuleiros
	Agitadores mecânicos
	---------
	Recipiente do fundo adaptados aos peneiros
	Medidor de comprimento
	---------
	---------
	Medidor de espessuras
	---------
	--------
Procedimentos experimental para granulometria, alongamento e lamelação
Segundo observância da NP EN 933-1-2000, ilustrada abaixo:
	Dimensão máxima Característica do agregado (mm) 
	Massa mínima da amostra de ensaio (Kg) 
	≤ 4
	0,2
	5 a 8
	0,6
	9 a 16
	2,6
	17 a 32
	10,0
	33 a 63
	40,0
2.Massa mínima por amostra de ensaio 
Fizemos um teste para determinar a quantidade de agregado a se usar para o ensaio;
Nota: O teste consistiu em peneirar manualmente o agregado afim de saber onde ele ficava retido (15%), dessa forma a peneira imediatamnete superior em função da norma determinou a quantidade de agregado a ser usado na experiência, a saber 10 kg que corresponde a peneira de 32 (a peneira imediatamente superior);
Pesamos desta feita a amostra do agregado. A massa que usamos foi de 10kg e esteve em conformidade com o indicado na tabela 2 ou na norma;
Colocamos os peneiros previamente limpos em uma coluna de cima para baixo por ordem decrescente da dimensão das aberturas da malha, sendo o peneiro da base, um fundo com tampa adequada para o conjunto, Colocando a amostra(em porções ) da mesma sobre o peneiro superior do conjunto
 
Nota: Em função da quantidade de material usado, usamos mais peneiros que o necessário, ou seja, além do superior (32), para conseguirmos fazer o ensaio do agregado de forma contínua, prevendo assim a perda de material e possíveis erros humanos.
Levamos ao agitador mecânico o conjunto de peneiros e lá ficou por 1minuto;
Nota:É de extrema importância apertar correctamente a barra do agitador,para que se evite o barulho em excesso(no caso,usar abafadores para reduzir a intensidade do som)
Após de passado 1 min,tiramos e levamos a bancada para efectuar outros procedimentos;
Retiramos os peneiros um a um, começando pelo de maior abertura e agitamos cada peneiro manualmente garantindo que não existirá perda do material;
Transferimos todo o material que passa através de cada peneiro para o peneiro seguinte da coluna;
Pesamos o material retido em cada peneiro e o que ficou no fundo.
Após feita as pesagens, fizemos a determinação do alongamento e lamelação dos agregados,em quepara lamelação trabalhamos com os agregados retidos no peneiro de 16mm e fomos passando no medidor de alongamentos e verificando nela cada particula separadamente.E para o de alongamento trabalhamos com os agregados retidos no peneiro de 8mm e executamos o mesmo procedimento que alongamento, só que no medidor de expessura.
Resultado e discussão
Granulometria
	Peneiro(mm)
	Pesos retido(g)
	Peso acumulado
	% retido acumulado
	% Passado
	31,5
	0
	0
	0
	100
	16
	4746,5
	4746,5
	47,67
	52,55
	8
	5221,5
	9968
	99,67
	0,33
	4
	31
	9999
	99,9885
	0,015
	fundo
	1,5
	10000,5
	100
	0
Indice de Alongamento
Alongamento (12,5 a 19)>28,5 Peneira de 16mm (m-45g)
Este método é baseado das partículas como alongados sempre que tenham um comprimento (maior dimensão) igual ou superior a 1,8 do seu tamanho nominal, tomando-se este tamanho como a media das dimensões das aberturas dos peneiros limite usados na determinação do tamanho da fração na qual as partículas ocorrem.
O índice de alongamento de uma amostra de agregado determina-se separadamente as partículas alongadas e expressando a respetiva massa como percentagem da massa total da amostra ensaiada. Este método não é aplicável a materiais que passam no peneiro de 6,3 mm ou ficam retidos no de 50mm.
Indice de Lamelação
Laminação (6 a 10)>14,2 Peneira de 8mm (231g)
Com este método pretende-se classificar as partículas de agregados como partículas lamelares, isto é, quando têm uma espessura menor que 0,6 do seu tamanho nominal, sendo este tamanho como a média das dimensões das aberturas dos peneiros usados para determinar o tamanho da fração no qual a partícula ocorre. O índice de lamelação de uma amostra de agregado é encontrado através da separação das partículas lamelares, e expressando a respetiva massa como percentagem da massa total da amostra ensaiada. Este ensaio não é aplicável a material que passa no peneiro de 6,3mm ou fica retido no de 50mm.
ANEXOS
 
 
 
 
CONCLUSÃO
A Brita, que é classificada como um agregado, é um material considerado artificial, pois é produzida a partir de uma outra fonte, que são as rochas maiores extraídas de pedreiras e fragmentadas após um processo de qualificação industrial. Ela tem várias classificações de acordo com o tamanho na qual é fragmentada, e cada um desses tamanhos é usado para um propósito específico no ramo da construção civil. Para que seja comercializada ela deve ter qualidade comprovada, seguindo as especificações de resistência.
Cada tipo de estrutura requer um ou vários tipos de brita, pois elas influenciam diretamente na qualidade do concreto, que tem a rocha como a principal matéria-prima. Em casos de casas baixas, por exemplo, usa-se um tipo e tamanho de brita, já para edifícios, grandes pavimentos, processo de fabricação dos pré-moldados e concreto à mostra, outras classificações são necessárias.
Após a conclusão podemos concluir que, os agregados possuem diversas granulometrias, facto esse que pode ser observado a olho nu e com base em ensaios como o de granulometria
Com base no ensaio feito, podemos constatar que o agregado (gnaisse) usado segundo a dimensão máxima da característica do agregado (mm) enquadra-se no tipo de brita 1, em que a malha é de 24 milímetros, é o produto mais utilizado pela construção civil, muito apropriado para fabricação de concreto para qualquer tipo de edificação de colunas, vigas e lajes assim como em diversas aplicações na construção de edificações de grande porte. 
Quanto ao ensaio de lamelação, para a quantidade de agregado que usamos, vimos que a quantidade de agregado com a característica laminar constitui 4,42 % do material usado, já com relação ao alongamento constitui 0,94 % do material.
De notar que é importante ter em conta esses ensaio pois é através deles que podemos por exemplos saber o coeficiente de curvatura fornece a ideia do formato da curva permitindo detectar descontinuidades no conjunto e também é capaz de indicar eventuais variações da qualidade de um betão.
	
BIBLIOGRAFIA
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfMQgAC/relatorio-pratico-granulometria
NP EN 933-1-2000
https://pt.slideshare.net/ezequielborges7/ensaio-de-granulometria
www.geotecnia.ufba.br/.../ensaios/Aula%20de%20Laboratorio-%20Roteiro%20-%2
www.ebah.com.br/content/ABAAAfiy4AI/ensaio-granulometria
https://www.passeidireto.com/.../relatorio-granulometria-mecanica-dos-solos---jacque
https://www.scribd.com/doc/47362315/Analise-Granulometrica-Relatorio
http://www.mapadaobra.com.br/capacitacao/conheca-os-tipos-de-brita/
http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/pedras-concreto-brita/

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