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VASOS CABEÇA E PESCOÇO 2p 2009

Notas anatômicas sobre a aorta e artérias cervicais: carótida comum, carótida interna (e ramos cerebrais) e carótida externa com descrições dos ramos — tireóidea superior, lingual, facial, occipital, auricular posterior — trajetos, ramos e áreas irrigadas.

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*
*
Parte ascendente da aórta
Arco da aórta
Artéria subclávia esquerda
Artéria carótida comum
Tronco braquiocefálico
*
*
Tireóidea superior
Carótica interna
 (canal carótico)
Artéria lingual
Faríngea ascendente
Artéria facial
Artéria 
mentual
Ramo 
mentual
Labial:
Superior
Inferior 
 Artéria 
 infra-orbital
Artéria
angular
Artéria occipital
Artéria 
auricular posterior
a. maxilar
a. Temporal
 superficial
Temporal superficial 
 r. pariental
Temp. superf.
 r. frontal
Temporal 
 média
 
aa. vertebrais
a. basilar
Carótida
 interna
*
ARTÉRIA CARÓTIDA COMUM
Sobe pelo pescoço junto com o nervo vago e veia jugular interna, onde estão 
bem protegidas por músculos e pela bainha carótica (fáscia cervical). 
 
Divisão:  CARÓTIDA EXTERNA
  CARÓTIDA INTERNA
1-CARÓTIDA INTERNA
Continua o trajeto da a. carótida comum e, sem emitir ramos cervicais, penetra no 
crânio através do canal carótico.
 divisão: a. cerebral ant. ramificam para
 banhar a maior
 a. cerebral méd. parte do encéfalo
 **Anastomoses CIRCULO ARTE-
 RIAL DO CÉREBRO
*
*
ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA
Estende-se desde a sua origem na bifurcação da artéria carótida comum até o 
colo da mandíbula, em cujo nível se divide em seus ramos terminais.
1- Artéria Tireóidea Superior
Origina-se no começo da carótida externa e logo se 
encurva inferiormente para buscar a glândula tireóide 
e a laringe.
 -infra-hióideo (mm. infra-hióideos)
Ramos -esternocleidomastóideo (m. esternocleidom.)
 -glandulares (glândula tireóide) 
 -artéria laríngea superior (mm. da laringe) 
Irriga estruturas situadas inferiormente ao osso hióide
*
ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA
2- Artéria Lingual
 
Emitida ao nivel do ápice do corno maior do hióide e 
corre anteriormente seguindo o corno maior, encosta-
da na superfície medial do m. hioglosso e na lateral do
m. genioglosso e então continua, sinuosamente, até o 
ápice da língua.
 Irriga estruturas situadas superiormente ao 
 osso hióide: mm. supra-hióideos e o soalho
 da cavidade oral
*
2- Artéria Lingual
 -ramo supra-hióideo ( mm. supra-hióideos )
 -ramos dorsais da língua (raiz e corpo da língua)
ramos -artéria sublingual (m. milo-hióideo, a glândula
 sublingual e a mucosa do soalho da cavidade
 bucal)
 -artéria profunda da língua (ápice da língua)
*
artéria lingual
o. hióide
m. hioglosso
n. glossofaríngeo
n. lingual
Profunda
 da língua
ramos dorsais
 da língua
n. hipoglosso
a. sublingual
m. estiloglosso
m. palatoglosso
2- Artéria Lingual
*
n. lingual
e v.
sublingual
a. sublingual
Profunda
 da lingua
a. sublingual
v. lingual
 n. 
hipoglosso
 m. 
estiloglosso
2- Artéria Lingual
*
ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA
3- Artéria Facial
Inicia-se perto do ângulo da mandíbula, menos de 1 cm acima da origem da a. ling.
Dirige-se p/ cima e p/ frente, sulca a face post. da glând. submandibular, soltando
aí os seus ramos glandulares. Em seguida, perfura a lâmina superficial da fáscia cer-
vical, dobra-se na base da mandíbula á frente do ângulo ântero-inferior do masseter
 Ramos: -a. palatina ascendente
 -ramos glandulares
 -artéria submentoniana
 -labial inferior anatomosam
 -labial superior no plano med.
 -artéria sublabial (lab. inferior) 
 -artéria angular
 -ramos musculares(r. colater.)
*
3- Artéria Facial
Sobe obliquamente pela face, passa ao lado do âng. da boca
Acompanha o sulco nasalabial até o ângulo medial do olho
*
ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA
4- Artéria occipital
Segue profundamente o ventre posterior do digástrico , fornece ramos musculares
e termina nos planos superficiais da região occipital para irrigar o couro cabeludo.
5- Artéria auricular posterior
Dirige-se para cima e para trás sob o ventre posterior do digástrico, entre o meato
acústico externo e processo mastóideo e termina no couro cabeludo anastomosan-
do-se com ramos das artérias occipital e temporal superficial.
 
 ramos: -auricular
 -parotídeo
 -estilomastóideo
a. occipital
a. Auricular posterior
6- Artéria Faríngea ascendente 
 (ramos: a. meníngea post. e ramos faríngeos)
É o menor dos ramos da artéria carótida externa. Nasce
de sua parte medial ao nível da a. lingual e sobe verti-
 calmente ao lado da faringe até a base do crâ-
 nio. Contribui p/ vascul. da farínge
*
*
ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA
7- Artéria Temporal Superficial
Inicia-se atrás do colo da mandíbula, na massa glandular da parótida. Passa entre
a ATM e o meato acústico externo cruzando o arco zigomático (superficial), junto
com o nervo auriculotemporal e a veia temporal superficial e chega à região temp.
Distribui ramos para a glândula parótida, pavilhão auricular e m. temporal.
Ramos: - artéria transversa facial
 - ramo frontal
 - ramo parietal
 -a. temporal média
 -a. zigomático-orbital
a. Temporal Superficial
Transversa facial
(ducto parotídeo e estru-
 turas adjacentes)
Ramo frontal(c. cabeludo)
Ramo parietal
(couro cabeludo)
Temporal média(m. temporal)
*
7- Artéria Temporal Superficial
*
ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA
8- Artéria Maxilar
Irriga todas as regiões profundas da face e os dentes superiores e inferiores. Surge 
da carótida externa dentro da parótida e caminha horizontalmente pela fossa infra-
temporal. Para chegar à fossa, ela contorna por trás e por dentro o colo da mandí-
bula, seguida pela veia maxilar.
Trajeto: glândula parótidapost. e medial ao colo
da mandíbulafossa infratemporal (superf. medial
ou lateral do pterigóideo lateral)tuberosidade da
maxilacruza a fissura pterigomaxilarfossa pte-
rigopalatina
Ramos: - A. meníngea média
 -A. alveolar inferior
 -A. massetérica
 -A. temporal profunda posterior
 -A. temporal profunda anterior
 -A. bucal
 -A. alveolar superior posterior 
 -A. infra-orbital
 -A. alveolar superior anterior
 -A. palatina descendente
 -A. esfenopalatina
a. auricular
 profunda
timpânica
 anterior
*
8- Artéria Maxilar
*
ARTÉRIA MAXILAR
RAMOS: no início de seu trajeto fornece rr. p/ meato acústico externo e p/ a orelha mé-
 dia.
1- Artéria Meníngea MédiaMaior ramo, atravessa o forame espinhoso para penetrar
 na cavidade do crânio. Maiores responsáveis por hemor-
 extradurais (hematomas e comprimem o cérebro)
2- Artéria Alveolar Inferior
Desce entre o ligamento esfenomandibular e
o ramo da mandíbula e penetra no forame
mandibular.
Ramo: milo-hióideopercorre o sulco milo-hi-
óideo e depois superfície do m. milo-hióideo.Trajeto intra-ósseo(canal mandibular termi-
mina no plano mediano (anastomose).
 
Ramos intra-ósseos: -ramos dentais
(forame apicalcanal da raizpolpa dental)
 -ramos peridentais
(septos interalveolares e inter-radiculares
 periodonto e parte da gengiva)
*
ARTÉRIA MAXILAR
2- Artéria Alveolar Inferior
Ramo colateralA. mentonianadeixa o interior da mandíbula pelo canal e forame
 mentoniano e irriga os tecidos moles do mento. 
*
ARTÉRIA MAXILAR
3- Ramos musculares: vascularizam os mm. da mastigação e o bucinador.
A-artéria massetérica (masséterface medial)
B-artéria temporal profunda posterior(face profunda do m. temporal)
C-ramos pterigóideos(mm. pterigóideos lateral e medial)
D-artéria temporal profunda anterior(porção + volumosa do temporal)
E-artéria bucal(bucinador e mucosa bucal)
a. massetérica
temp. profunda
 posterior
a. bucal
 Ramos 
pterigóideos
a. Temporal profunda anterior
Auricular
 profunda
Timpânica
 anterior
*
ARTÉRIA MAXILAR
4- Artéria Alveolar Superior Posterior
Destaca-se da maxilar junto à tuberosidade da maxila e divide-se em ramos que
se aplicam sobre esse osso, num percurso curto e sinuoso, até a gengiva e muco-
sa alveolar da região dos molares (ramo gengival) e ramos que penetram e se tor-
não intra-ósseo (forames alveolares superiorcanais alveolaresdentes poster.e
finas colaterais para suprir o osso e a mucosa que reveste o seio maxilar)
Ramos dentais vascularização dente, osso,
Ramos peridentais periodonto e gengiva
*
ARTÉRIA MAXILAR
4- Artéria Alveolar Superior Posterior
*
ARTÉRIA MAXILAR
5- Artéria Infra-orbital
É emitida quase junto com a artéria alveolar sup. post. e segue anteriormente
e alcança o soalho da órbita pela fissura orbital inferior.
Trajeto: fissura orbital inferiorcanal infra-orbitalforame infra-orbitalface
 e nutre tecidos moles próximos
 
 canal infra-orbitaldá origem às artérias alveolares sup. anteriores
Art. alv.sup.antcanais alvelolares(parede ant. do seio max.)ramos dentais
 e peridentais.
 
*
ARTÉRIA MAXILAR
6- Artéria palatina descendente
Dentro da fossa pterigopalatina, a artéria maxilar dá origem
a a. palatina descend. que desce pelo canal palatino maior.
Trajeto: canal palatino maiorramos p/ cav. nasalforame palatino maior e fora-
mes palatinos menoressurge na boca e palato moleartéria palatina maior e
 artérias palatinas menores
Artéria palatina maior trajeto póstero-anterior
Supre: espalha por todo o palato duro(mucosa, glând. e a gengiva do lado palatino)
*
6- Artéria palatina descendente
a. Palatina maior e menor
*
ARTÉRIA MAXILAR
6- Artéria esfenopalatina
A artéria maxilar penetra no forame esfenopalatino e, ao passar para a cavidade
nasal, muda de nome para artéria esfenopalatina. Seus ramos se distribuem em
ampla área da cavidade nasal, sendo que um deles acompanha o septo nasal e
penetra na abertura superior do canal incisivo, para se anastomosar dentro do
canal com um ramo da artéria palatina maior 
Fissura pterigo-maxilar
Fossa esfenopalatina
Forame esfenopalatino
*
6- Artéria esfenopalatina
*
DRENAGEM
 VENOSA
Veia jugular 
 interna
Veia jugular
 externa
Veia facial
Veia retro-
mandibular
Veia temporal
superficial
Plexo pterigóideo
Confluem:v. mm. da
mastigação, cavida
de nasal, palato,vv.
meníngeas médias,
v. dos dentes e tec.
Veia maxilar
Veia facial
Veia jugular
externa
Veia
Retromandi-
bular
Veia facial 
profunda
*
Seio cavernoso
Plexo venoso
do forame
oval
Veia menín-
gea média
Veias diplóicas
Seio transverso
Seio sigmóide
Forame jugular
a. aur.post
ra
rp
v. jug. ext
vf
v. fac. comum
v. j. int.
sss
ssr
*
DRENAGEM LINFÁTICA
SISTEMA LINFÁTICO
È parte do sistema imune(linfócitos e anticorpos) e atua nos mecanismos de defe-
sa do organismo, sendo responsável pelo retorno do excesso de líquido intersticial
( LINFA ) e proteína plasmáticas na corrente circulatória. 
VASOS LINFÁTICOS: Sistema de canais que correm paralelamente ás veias, por
onde circula a linfa. Possuem válvulas(único sentido para o seu fluxo).Presente na
polpa dos dentes. Auxiliar de drenagem do sistema venoso
 
*
DRENAGEM LINFÁTICA
*
Capilares linfáticosvasos linfáticostronco linfáticoveias(tórax)
DRENAGEM LINFÁTICA
O maior tronco linfático ( ducto torácico)  geralmente desemboca
na junção da v. jugular interna com a v. subclávia do lado esquerdo 
*
DRENAGEM LINFÁTICA
VASOS LINFÁTICOS DA CABEÇA E DO PESCOÇO
Metade direita da cabeça: convergem para o tronco jugular direitosistema venoso
Metade esquerda da cabeça: convergem para o tronco jugular esquerdo ( curto ), e 
este para o ducto torácico  sistema venoso
*
Interpostos no trajeto dos vasos linfática existe
uma barreira a penetração nos vasos sanguíneos
ria de microorganismos, toxinas ou substâncias
estranhas LINFONODOS
DRENAGEM LINFÁTICA
As vias linfáticas constituem em um dos principais meios de disseminação 
de processos infecciosos e de tumores malígnos, além de que podem com-
verter-se em focos infecciosos ou neoplásicos ( linfoadenopatias aguda ou
crônica).
LINFONODOS forma de um feijão, posicionados
de forma a filtrar produtos tóxicos presentes na linfa
que circula pelos vasos línfáticos.
Contêm linfócitos, plasmócitos e macrófagos
*
DRENAGEM LINFÁTICA
LINFONODOS DA CABEÇA E DO PESCOÇO ( Drenagem linfática da boca e
regiões vizinhas)
Estruturas superficiais e profundas da face drenam a linfa para os linfonodos
cervicais profundos, geralmente depois de passar por linfonodos superficiais
Linfonodos superficiais: superficialmente em relação à lâmina superficial da fas-
da cabeça cia cervical.
-occipitais, mastóideos, pré-auricular, parotídeo superficiais e os da face
Linfonodos da face: inconstantes, subcutâneos e dispõem-se no trajeto de veias
 zigomáticos: região infra-orbital
 nasolabiais: próximo ao nariz
 bucinatórios: próximo ao ângulo da boca e sobre o músculo
 mandibulares: sobre a superfície da mandíbula, anteriormen-
 te ao músculo masseter.
 Drenam a pele e a mucosa da região onde se situam e em seguida drenam pa-
 ra linfonodos da face inferiormente situados
*
*
*
*
DRENAGEM LINFÁTICA
LINFONODOS DA CABEÇA E DO PESCOÇO ( Drenagem linfática da boca e
regiões vizinhas)
Linfonodos profundos da cabeça: não podem ser palpados(ex. extra-oral)
 -parotídeos profundos: drenam glândula parótida, ouvido médio e a tuba
 auditiva
 -retrofaríngeos: drenam a linfa da faringe, do palato, dos seios parana-
 nasais e da cavidade nasal
*
DRENAGEM LINFÁTICA
LINFONODOS CERVICAIS SUPERFICIAIS E PROFUNDOS
Estão relacionados com a fáscia cervical superficial ( m. esternocleidomastóideo )
e drenam as estruturas do lado em que estão situados, exceto os submentuais
que estão localizados na linha mediana, que drenam bilateralmente.
LINFONODOS CERVICAIS SUPERFICIAIS: submentuais, submandibulares, cer-
vicais laterais superficiais e cervicais anteriores superficiais
Linfonodos submentuais: drenam ambos lados do mento,do lábio inferior, o soalho
da cavidade oral, o ápice da língua, os incisivos inferiores e estruturas associadas.
 Linfondodos submentuaislinfonodos submandibularescervicais profundos
Linfonodos submandibulares: drenam a bochecha, o lábio superior, o corpo da lín-
gua, a parte anterior do palato duro, glândula submandibular e parte da glândula
os dentes superiores e inferiores e estruturas associadas, exceto os incisivos man-
dibulares e os terceiros molares maxilares. Podem atuar como secundário para os
submentuais e para os da região da face.
 *gengiva lingual inferior(incisivos)podem drenar p/ linfonodos cervicais profundos
 Linfonodos submandibulareslinfonodos cervicais profundos
*
*
DRENAGEM LINFÁTICA
LINFONODOS CERVICAIS PROFUNDOS(em relação a lâmina superficial da
fáscia cervical e ao músculo esternocleidomastóideo)
Distribuidos ao longo da veia jugular interna(grupo superior e inferior) e profun-
damente ao músculo esternocleidomastóideo. 
Linfonodo júgulodigástrico:Podem ser secundários para todos os linfonodos da
cabeça e do pescoço (exceto para os linfonodos occiptais)
 Drenam: linfa da maior parte do palato, da raiz da língua, da tonsila pala-
 tina e parte da faringe.
 Todas as tonsilas drenam para os linfonodos cervicais profundos
 superiores, principalmente o linfonodo jugulodigástrico.
Linfonodo júgulo-omohióideo: recebem linfa diretamente da língua ou indireta-
mente por meio dos linfonodos sumentonianos, submandibulares e cervicais
profundos superiores
Linfadenopatias agudas(infecção):linfonodos ficam grandes ( +linfócitos e > ) firmes, móveis e muito sensíveis. Ex.: infecção dentária
Linfonodos metastáticos: aumento volumétrico, endurecimentos(firmes) e fixa-
ção aos tecidos vizinhos, nos estágios avançados (geralmente insensíveis) 
*
*
*
DRENAGEM LINFÁTICA
Drenagem da boca e regiões vizinhaslinfa(tecidos)linfonodos regionais(ou primá-
rios)cadeias linfáticas localizadas centralmente (secundárias, terciárias, etc)
Se uma infecção não é refreada pelos linfonodos primários,ela se propagará aos se-
cundários e assim por diante.
Linfonodosretardam a propagação de um infecção ou cân-
cer e, se logo detectado, pode ser tratado com sucesso.
Estruturas superficiais e profundas da face(linfa) linfonodos
cervicais superficiaislinfonodos cervicais profundos(língua)
Linfonodos superficiaisdispõem superficialmente em rela-
ção à lâmina superficial da fáscia cervical e seus próprios
nomes indicam a região onde são encontrados. 
Ex.:
-linfonodos parotídeos superficiais
-linfonodos faciais
-linfonodos submandibulares(dentes sup e inf, partes moles..)
-linfonodos submentonianos(dentes incisivos inferiores e gen-
giva,parte média do lábio inferior)
*

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