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Anhanguera uniderp Polos - Centro de Educação a Distância (CEAD) Tecnologia em Logistica André Luis Moreira da Silva RE:0111007273 GESTÃO E ASPECTOS SOCIAIS Hortolandia/SP 2018 ANDRÉ LUIS MOREIRA DA SILVA GESTÃO E ASPECTOS SOCIAIS Trabalho apresentado à Universidade Anhanguera Underp c omo requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas de Modelos de Gestão; Gestão de Projetos; Empreendedorism o; Homem, Cultur a e Socieda de; Legislação Social e Trabalhista . Hortolandia/SP 2018 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2 . DESENVOLVIMEN T O 4 2 .1 M ODELOS DE GESTÃO 4 2.1 .1 Modelo de gestão Burocrático 4 2.1.2 Modelo de gestão Participativa 5 2.1.1 Modelo de gestão Por resultados 5 2.2 GESTÃO DE PROJETOS 6 2.2.1 Estrutura analítica do projeto 6 2.2.2 Plano de gestão de Recursos Humanos 7 2.2.3 Matriz RACI 7 2.2.4 Plano de Riscos 8 2.3 EMPREENDEDORISM O 9 2.3.1 Cultura de Inovação 10 2.4 HOMEM , CULTURA E SOCIEDADE 10 2.5 LEGISL AÇÃO SOCIAL E TRABALHIS TA 11 2.5.1 Reforma trabalhista e o teletrabalho 11 2.5.2 Contrato de marceneiros 12 2.5.3 Contrato Intermitente 12 3. C ONC L U S ÃO 13 4. R EF E R ÊN C IAS 14 1 INTRODUÇÃO Neste trabalho, será apresentada um a no va proposta para que o projeto de expansão da empresa seja encaminhado com sucesso . O planejamento estratégico é muito importante num processo de ampliação e abertura de novas filiai s. Para que haja o desenvolvime nto amplo da empresa no que se diz respeito à complexidade de no vas filiais em um mercado desafiador e de poucas certezas, se fa z ne cessário contar com o apoio de todos, e não somente concentrar o poder de decisão somente a uma pessoa. Serão e xpostas questões acerca de empreendedorismo e dados que contribuirão também fazer uma reflexão sobre as dificuldades e ince ntivos para um empreendedor de sucesso . 2 DESENVOLVIMEN T O 2.1 MODELOS D E GES TÃ O O modo d e geri r um empree ndi me nto co m cer te za i nf l ue nci ará no se u sucesso o u fracasso . É chamado d e modelo de gestão, o co nj u nto de doutri na s e técni cas d o processo ad mi ni strati vo. Na si t uação geradora de aprendi zagem , fo i -no s ap resentado a empresa familiar “ mó vei s Heme ja n”, q ue tem na fig ura do S e nho r R ub e ns a co nce nt ração d o poder deci sóri o, já q ue o modelo de gestão aplica do no e mpree ndi me nto é o mo de lo d e ges tão b urocrá ti co. 2.1.1 Modelo d e gestão b urocráti co A própri a nomencla t ura usada para defini r esse modelo de gestão, já e xp ri me s ua i dé i a centra l. O excesso de cont rol e admi ni st rati vo e burocrá tico é centrali za ndo o pod er nas mãos de um supe ri or. O caráter for mal dessa gestão i mpede a autonomia dos colaboradores, já que o q ue di ta as ações são regras e di retri ze s e tor na e sse mode lo um mode lo de caráte r i mpessoa l. Esse modelo enge ssa i déi a s e d esmoti va colaboradores. O t rabal ho do profissi o nal é vol tado para a sati sfação do l íder, e não do c lie nte . Na e mpresa “M ÓVE IS HEMEJA N ” é pe rcept íve l q ue o modelo de gestão escolhi d o é o burocráti co . O processo d e tomada d e de ci são é conce ntrado na s mãos do D i retor geral R ube ns. Não i mporta o setor, é ele q uem bate o mar telo na hora da deci sã o final . Isso aca rreta na le ntidão pra q ue essas deci sõe s aconteçam. O di retor ge ral da empresa, Sr R ube ns , está pe nsa nd o em expa nd i r o negó ci o. C on tud o , o e mpree nd i mento p reci saria de um no vo modelo de gestão pa ra q ue o p rojeto de e xpa nsão seja um s uce sso . Pa ra q ue ha ja i no va ção nos prod utos , conq ui sta de no vos clie ntes e e nt rega ági l, fa tores q ue precisa m estar presentes nesse p roje to de cresci me nto, é ne cessário t ambém que ha ja uma reform ulação no modo de geri r a empresa. 2.1.2 Modelo d e gestão partici pa ti va Esse modelo traria a empresa um mode lo nu m forma to mais parti ci p ati vo de ge stão. E sse moderno co ncei to, q ue s urgi u b aseando -se e m i déi as democráti cas, te nta t rabal har na melhora do ambi ente orga ni za ci onal , o port uni za ndo 5 aos co la boradores a e xp ressão de s uas opi ni õ es e partici pa ção na s deci sõ es. E sse modelo de gestão é a melhor ma nei ra de uni r colabo radores com a g erênci a, até porque, da r vo z aos colaboradores e fo mentar a i déi a partici p ati va po de melhora r o níve l de mo ti va ção e a limentar inte resse pelo s ucesso do emp reend i me nto . O modelo de ge s tão partici p ati va na emp resa proposta na si t uação geradora de ap rendi zag em, res ul taria em um mai or f l u xo de co m uni ca ção e libe rdade de cria ção. Para uma emp resa q ue pe nsa na expa nsão de s ua s fi lia i s e desen vol vi me nto de no vos p rod utos , e sse modelo pod erá contribuir com o alca nce dos o bjeti vo s progra mados e ai nd a, co n tri bui r na elaboração de no vas me tas e estratég i as, já q ue o ut ras vi sões e sol uçõe s de proble mas podem s urgi r co m a auto no mi a dada aos f unci onári os. 2.1.3 Mo de lo d e ges tã o por resultados Já e sse modelo de gestão, traria a empresa um modelo num forma to mais o ri entado para res u ltados. O foco no s res ultados é o q ue di tará o processo. A qui a li d erança é mais partici p ati va e te nta i ntegrar todos os se tores d a empresa, para que t rabal hem e m un ísso no objeti vo de a tingi r j untas as me tas. Pe rmite corta r c ustos , já q ue a per fei çoará o processo de produção e admi ni stra tivo. A qui o e mpenho nã o é pelo c ump rimento de carga horária , processos o u p rocedi mentos , mas si m pe lo a lca nce d as me tas propostas . 2.2 GES TÃ O DE PR OJETOS2.2.1 Est rut ura a na l íti ca do proje to Trata -se d a E A P , a estrut ura ana l ítica d o p rojeto, um esquema o nde as e ntregas e o tra bal ho d o p rojeto são di vi di d as e expostas de uma forma mais clara, o nde não some nte o gestor terá acesso , mas si m toda a eq ui p e que compõe o pro jeto . Re prese ntado po r um di agrama hi erarq ui zad o, essa es tr ut ura de comuni ca ção colabora para o e scopo seja vi sto de forma i ntegrada, desmembrand o os co mpo ne ntes d o p rojeto , a lé m de faci li tar o es ta beleci me nto d e custos e açõe s , si mpli ficand o todo o processo de tomada de deci sões e plane jame nto estra tégi co. Na empresa “Mó ve i s Hemeja n”, a es t rut ura a na l ítica do projeto, i rá pe rmiti r que o S r Rubens si mpli ficasse e otimize seu p rojeto e xpansi vo do empreendi me nto . Abai xo, a EA P da empresa e st udad a: ESPANÇAO DA MOVEIS HEMEJAN GESTAO DO PROGETO DEFINIÇAO DO ESCOPO LOGISTICA MATRIZ DO TRANSPORTE ESCOLHA DE MUNICIPIOS CONSTRUÇAO DE CENTROS DE DISTRIBUIÇAO RECURSOS HUMANSO AMPLIAÇAO DE DEPARATAMENTO ORGANAGRAMAS CONTRATOS DE MAO DE OBRAS ESPECIALIZADAS MARKENTIG PESQUISA DE MERCADO DIVULGAÇAO 2.2.2 Plano de gestão de Recursos Humanos O planejamento do departamento de gestão de pessoas tem uma importância muito significativa como auxiliar para o alcance das meta s corporativas. O recurso humano pode ser considerado até um dos mais importantes recursos de uma empresa. Por isso é preciso planejar a gestão de pessoas, para que os colaboradores alcancem seus melhores desempenhos, estando motivados para isso. Para as mudança s previstas no plano executivo da Hemejan, será necessário a elaboração do plano. Abaixo , o plano desenvolvido , ond e os envolvido s no projetos são classificad os em relação às suas responsabilidades e habilidades e logoapós a apresentação da matriz RACI do pro je to. Colaborador Cargo responsabilidade Habilidades Senhor Rubens Diretor geral Gerir a empresa em conjunto com os chefes de setores Decisivo Comunicativo competente Marcio Financeiro Cuidadr da saude financeira da empresa apresentar dados e projeçoes Lealdade, Comprom etim ento, Respons abilidade. Juliana Markenting Pesquisa de mercado,levantamento de informaçoes,novos projetos Agil idade Criatividade Atual izada Alberto Produçao Ac ertar dentro das Met as de produç ão. Desenvolvim ento do c ronogram a do projeto Conhec im ento, resoluç ão de problem as e dinâm ic o Lauro Recursos Humanos Desenvolver plan os de gestão de pes s oas , pales tras motivac ionais de aumento de desem penho, process os de seleç ão e desligam entos . Comunic ativo, m oderno e dinâm ico. 2.2.3 Ma tri z RAC I A matri z RA C I na e mpresa Hemeja n se rá de e xtre ma i mportâ nci a para di strib ui r as tarefas ao s par tici pa ntes do pro je to, de fo rma q ue aperfe i çoaria o uso dos rec ursos huma nos R ub ens Márcio Julia na Alb erto Lau ro DEFINIR I/C PRO JETAR i DESENVO LVER c TESTAR 13 3 C ONC L USÃO O est udo do p rojeto para a e xpa nsão da “ Mó vei s Heme jan” foi posi tivo p ara re fle tir sobre di versos tópi cos e fome nta r o pe nsame nto de sol ução de proble mas. A no va metodo lo gi a de ge stão à ser aplicada co ntri bui rá para a reestr ut uração d a empresa perante aos no vos desafio s. É i mpresci nd íve l di zer q ue o anti go modelo b uroc rático esta va fadad o ao f racasso, já q ue es te reti ra a a u tono mi a dos colaboradores e co la bora com a moro si d ade do processo de tomada d e deci sõe s. Os tópi cos ap resentados foram i mporta ntes p ara agi lizar o p roje to, dei xa - lo cla ro e co nci so . A matri z RAC I de fi ni u os de veres e o b ri gações do própri o presid ente e os de mai s e nvol vi dos na g estão corporati va da e mpre sa, vi ab i liza nd o que o modelo p roposto é u ma ó tima opçã o pa ra i ni ci a r o pla ne jame nto e i r se adap tando de aco rdo com a reali dade do di a a di a. Não ob sta nte , as m uda nça s na legi sla ção traba lhistas ta mbém te m de ser obser vadas, ai nd a mai s q ue nesse no vo pro cesso, qua lq uer eco nomia com mão de obra se rá bem vi nda. A s no vas le i s de tercei ri za ção t rarão à s fina nça s da empresa uma ce r ta econo mi a e ag i li d ade na presta ção de alguns ser vi ços que são demandado s em determi nado s p er íodo s , o q ue se rá m ui to i mporta nte a ser consi derado nesse no vo pro jeto da “Mó vei s HEMEJAN”. 14 R EF ERÊN C IAS SE NNET T, R IC HA RD . O de clínio do h omem p úb lico: as tiran ias d a intimidad e. Trad. L ygi a Wata nabe . São Pa ulo , C ompa nhi a das Letra s , 1995. NETO , M. E strutura Organiz a cion al e E qu ipes de Trabalho: Es tud o d a Mudan ça Organiz a cion al em Quatro Empresas In du stria is . Agosto de 2000 . ERDMANN, ROL F HER MANN. Organiz ação de S istemas de Prod uç ão . Floriano poli s: INSULAR, 1998. PROJE C T MANAGEMEN T INST ITU TE – PMI. A Guide to the P roject Mana gemen t B o dy of K n ow ledge (PMB oK ).4.e d.PM I S ta nd ard – A NS I, 2008. C H IAV E NA TO , Ida lberto. Gestão d e pe sso as. S eg un da E dição, To talmen te R evista e Atualiz ada . Edi tora C ampus , 2 005. GU ND L ING , E. T he 3M Way to Inno vatio n: B a lancing Peop le an d P rofit . NY: Vi nta ge B ooks, 1 999. E aí, o que achou deste arquivo? Ajude a incentivar outros estudantes e a melhorar o conteúdo do site thumb_up CURTI thumb_down NÃO CURTI Compartilhar Logística 4.913 materiais compartilhados Seguir checkSeguindo MATERIAIS RECOMENDADOS PARA VOCÊ thumb_up95thumb_down 373 pág. Logística Empresarial - Ronald Ballou - Livro Completo#livro#logística#ballou#- logistica UFSCAR bookmark_border Jorge thumb_up2thumb_down 39 pág. 1 LOGÍSTICA#logística logistica FGS bookmark_border Thiago thumb_up11thumb_down 20 pág. LOGISTICA INTERNACIONAL Avaliando aprendizado aulas 1 a 10 e Simulado#logística#exercicios-e-Simulado logistica ESTÁCIO EAD bookmark_border Cinthia thumb_up7thumb_down 4 pág. 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Entenda. 1 IN TR ODUÇ ÃO Neste t rabal ho, será aprese ntada um a no va proposta pa ra q ue o projeto de e xpansão da empresa se ja e ncami nhad o com sucesso . O pla ne ja me nto es tratégi co é m ui to i mporta nte num p rocesso de ampli açã o e abertura de no vas filiai s. P ara que haja o dese nvo l vi me nto amp lo da empresa no q ue se d i z resp ei to à co mple xi dad e de no vas filiai s em um mercado desafia dor e de p oucas certezas, se fa z ne cessário con tar com o apo i o de todos, e não some nte co nce ntra r o poder deci são somente a uma pessoa. Se rão e xp ostas que stões ace rca de empreende dorismo e d ados que co nt ri bui rão também fa zer uma re fle xã o sob re a s di fic uldades e i nce nti vo s para um empree nded or de sucesso