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Ribossomo ( procariotes e eucarióticos) Estrutura: 2 subunidades com 4 proteínas, RNAr Estes complexos de proteína e rRNA são chamados subunidades e são produzidos no nucléolo. Função Retículo Endoplasmático Retículo endoplasmático É uma rede intercomunicante de vesículas achatadas, vesículas redondas e túbulos formada por uma membrana contínua da membrana externa do envoltório nuclear O retículo endoplasmático ou ergastoplasma, formado a partir da invaginação da membrana plasmática, constitui uma rede membranosa que pode ter morfologia tubular ou de pilhas achatadas. Existem dois tipos de retículos, classificados pela conjugação ou ausência de ribossomos em sua superfície: o retículo endoplasmático granular, associado aos ribossomos, e o retículo endoplasmático agranular (liso) sem ribossomos, cada uma com suas específicas funções. RER retículo endoplasmático granulosos ou rugoso desempenha, essencialmente, a síntese de proteínas. A mensagem genética traduzida pelos ribossomos é lançada nos canais do retículo para serem processadas e armazenadas na luz do retículo (cavidade interior), posteriormente exportada para o citoplasma da célula. Atua diretamente na síntese e no transporte de proteínas endereçadas à membrana, ao núcleo, complexo de Golgi, lisossomos e a outras estruturas. O retículo granuloso é mais encontrado, por exemplo, nas células do pâncreas, sintetizando e secretando a insulina e o glucagon para regulação do teor de glicose na corrente sangüínea Funções: Síntese de proteínas para exportação Glicosilação inicial de proteínas Síntese de fosfolipídios Síntese de proteínas integrais da membrana Retículo endoplasmático liso (REL) ou agranular. Quando não existem ribossomos aderidos à membrana do retículo O REL não possui ribossomos em sua superfície, por tanto, não está ligado à sintese de proteínas. Funções Sintetiza lipídios, sendo bastante desenvolvido em células dos testículos, ovários e supra-renais que produzem hormônios esteróides de origem lipídica. Nas fibras musculares, o REL pode funcionar como reservatório de íon cálcio e moléculas de ATP, fornecedoras de energia para a contração muscular. Lisossomos: Função: Digestão celular Aparelho de Golgi Aparelho ou complexo de Golgi, é constituido de sáculos membranoso achatados e por vesículas que brotam de suas bordas. Para cada proteína, especificamente, existem reações importantes "pós-traducionais", que concluem sua moldagem e a torna pronta estruturalmente e funcionalmente. Estas reações ocorrem no interior do CG, nas suas regiões Cis, Mediana e Trans. Glicosilação Proteínas de membrana, proteínas secretórias assim como alguns lipídios possuem um ou mais grupos de carboidratos e são ditas glicosiladas (glicosil transferases) Funções dos resíduos de carboidratos: Proteínas mais resistentes à digestão proteolítica Aumento da solubilidade das proteínas (grupos hidroxila) Alguns resíduos de carboidratos são importantes para direcionar as proteínas para sua correta organela. Proteínas citoplasmáticas nunca são glicosiladas Sinais relacionados ao Complexo de Golgi As proteínas depois de endereçadas e encapsuladas em vesículas, podem seguir os seguintes caminhos: Inserir-se à MP, se contiverem proteínas (ou lipídeos) com domínios de ancoragem na membrana plasmática. Fundir-se à MP e promover a exocitose do seu conteúdo, se contiverem proteínas destinadas ao meio extracelular. Acomodar-se no citoplasma, como grânulos de secreção, para posteriormente serem exocitados. Formar lisossomos que poderão se fundir com endossomos. Voltar às Cisternas Cis do CG. Fundir-se ao RE, transferindo a este proteínas processadas no CG. Desta forma, os mecanismos de secreção celular podem ser classificados em duas vias distintas: A Via Secretora Regulada controla o transporte de proteínas destinadas aos lisossomos e para vesículas secretoras A liberação destas proteínas depende da ordenação de uma substância indutora. A Via Secretora Constitutiva, ou Padrão, não tem um processo regulador próprio, as moléculas são secretadas automaticamente. É seguida pelas proteínas destinadas à MP e ao meio extra-celular. Proteossomos Complexos de proteases, que digerem proteínas marcadas pela Ubiquitina . Função: Degradação de proteínas normais que já exerceram a sua função ou então foram metabolizadas erroneamente e que podem danificar o bom funcionamento celular precisam ser degradadas ou destruídas. Degradação e proteínas virais estimulando a resposta imune Forma de Barril com 4 anéis sobrepostos com partícula reguladora Marcação: Uma molécula de ubiquitina + resíduo de lisina da proteínas a ser degradada. ubiquitina se liga a primeira proteína ( reconhecimento pela partícula reguladora ( desenrolamento da molécula de proteína ( quebra em pepitídios com 8 aminoácidos. Recentemente estudos feitos pela Divisão de Hematologia e Oncologia da Universidade da Carolina do Norte vêm descobrindo que esses proteossomos podem ser importantes estruturas para a terapia no desenvolvimento de medicamentos contra o câncer. Peroxissomos Organelas esféricas limitadas por membranas, não participam diretamente do metabolismo energético oxidam diversos substratos orgânicos específicos, produzem o peróxido de hidrogênio. 2 H2O2 ( catalase ( 2 H2O + O2 prevenindo lesões oxidativas da célula. Composição enzimática: Grande diferença enzimática em diferentes células ( urato oxidase, D-aminoácidos oxidase e catalase). Citoesqueleto São elementos constitucionais das células eucariontes formados por polímeros proteínas filamentosas helicoidais associadas ou não a proteínas motoras A maioria das células contém filamentos formados por cordões de moléculas protéicas. Citoesqueleto Função; • Modificar ou manter a forma das células e topologias das organelas. • Controlar o movimento celular • Controlar o movimento intracelular de vesículas e complexos protéicos • Segregar os cromossomos durante a divisão celular • Permitir a interação célula-a-célula e célula-matriz extracelular Mitocôndrias São organelas esféricas presente em grandes quantidade nas células, possuem duas membranas - uma interna que irá originar pregas e uma externa. Liberar energia gradualmente das moléculas de ácidos graxos e glicose proveniente dos alimentos. Produzindo: Calor e moléculas de ATP (adenosina trifosfato), indispensável para o trabalho celular. ATP – usado para realizar diversas atividades, como movimentação, secreção e divisão mitótica. �� Membrana externa das mitocôndrias, é lisa e permeável a diversos tipos de moléculas, a permeabilidade se dá por causa da presença de proteínas (porinas), e rica em colesterol. Membrana interna das mitocôndrias Apresenta invaginações que formam cristas e sua quantidade depende da atividade respiratória celular, rica em cardiolipina, possuindo corpúsculos inseridos, geram ATP e calor. Matriz Mitocondrial: As mitocôndrias possuem sua matriz é fina e granulosa, possui filamentos de DNA e ribossomos. Há também vários tipos de RNA, além do seu mecanismo de auto-reprodução ser por fissão semelhante ao das bactérias A respiração celular 1a. etapa: os carboidratos e lipídeos, principalmente a glicose e os ácidos graxos, são as principais substâncias quebradas para a respiração celular. A glicose é quebrada no citosol em um processo chamado glicólise, onde se forma duas moléculas de ácido pirúvico, liberando uma certa quantidade de energia (quatro moléculas de ATP), produz duas moléculas de NADH2 e consumindo oxigênio. C6H12O6 ( 2 C3H4O3 (Glicose) (Ácido pirúvico) 2a. etapa: o ácido pirúvicoentra na mitocôndria, e é convertido em acetil-coenzima A por um sistema multienzimático da matriz mitocondrial chamado de piruvato desidrogenase, que então é metabolizada pelo ciclo de krebs. No ciclo de Krebs : a acetil CoA sofre uma série de modificações que acaba produzindo ácido oxaloacético, que então recomeça o ciclo. Essas reações liberam duas moléculas de CO2 e produzem três moléculas de NADH e uma molécula de FADH2. 3a. etapa: Depois os elétrons de alta energia percorrem a cadeia transportadora de elétrons ou cadeia respiratória, que é composto por complexos enzimáticos, onde os elétrons sedem energia e produz 36 mols de ATP por mol de glicose consumida. Este processo é chamado fosforilação oxidativa, e ocorre na membrana interna da mitocôndria.