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www.www.esabesab.com..com.brbr ESAB BRESAB BRESAB BR Assistência Técnica ConsumíveisAssistência Técnica ConsumíveisAssistência Técnica Consumíveis SOLDAGEMSOLDAGEMSOLDAGEM PORPORPOR ARCO SUBMERSOARCO SUBMERSOARCO SUBMERSO HISTÓRICO DO PROCESSO • Patenteado por Robinoff em 1930. • Vendido à Linde Air Products em 1936. • Nome inicialmente dado ao processo: Unionmelt Welding. • Revolucionou os conceitos de produtividade até então existentes. • Empregado intensivamente até hoje. MERCADO - CONSUMO • Leste Europeu, Estados Unidos e Japão – corresponde a aproximadamente 7% do metal depositado consumido. • Brasil – estima-se um volume de aproximadamente 5% do metal depositado consumido. MERCADO - CONSUMO 20% 15% 5% 10% 15% 15% 20% Construção pesada, vigas e perfis Offshore Transporte Estruturas Naval Outros Vasos de pressão, petroquímica DEFINIÇÃO DO PROCESSO • Processo de soldagem a arco elétrico com alta taxa de deposição. • O arco elétrico e a poça de fusão não ficam visíveis - o arco permanece "submerso", daí o nome do processo de Arco Submerso. • O operador não precisa utilizar proteção para os olhos. ESCOPO GERAL • Corrente de soldagem - correntes até 2.000 A, CA ou CC, com um único arame. • Espessuras - soldagem monopasse até 16 mm de espessura e soldagem multipasse sem limite de espessura. • Velocidade de soldagem - até 400 cm/min com um único arame. Maiores velocidades podem ser alcançadas com vários arames na mesma poça de fusão. • Posição - somente plana e horizontal. VANTAGENS DO PROCESSO • Elevada velocidade de soldagem • Maiores taxas de deposição – elevada intensidade de corrente - até 2000 A • Boa integridade do metal de solda • Processo de fácil uso • Melhor ambiente de trabalho e maior segurança para o operador LIMITAÇÕES DO PROCESSO • O processo de soldagem por arco submerso é limitado às posições de soldagem: – plana – horizontal em ângulo 1G 1F 2F OS CINCO ELEMENTOS • Calor gerado pela passagem de uma corrente elétrica através de um arco. • Arame para soldagem - consumível. • As peças a serem soldadas. • Fluxo para arco submerso - um composto mineral granulado para soldagem. • O movimento relativo entre o cabeçote de soldagem e as peças de trabalho. SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Ajuste do equipamento de soldagem – o cabeçote de soldagem deve ser montado em conformidade com as instruções fornecidas SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Ajuste do equipamento de soldagem – o cabeçote, o painel de controle e o carretel são montados em um dispositivo móvel – o caminho a ser percorrido pelo equipamento deve estar livre e disponível SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Ajuste do equipamento de soldagem – a fonte de soldagem é conectada à rede elétrica – são conectadas, através de cabos elétricos, a fonte de soldagem ao cabeçote e à peça de trabalho. SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Preparação das peças de trabalho – tipo de junta mais adequado – preparação e limpeza das regiões a serem soldadas – cobre-juntas (se aplicável) – posicionar as peças a serem soldadas – pontear – dispositivos auxiliares (se aplicável) SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Preparação para a soldagem – tensão, corrente, composição e diâmetro do arame para o tipo de junta escolhida e o material a ser soldado – responsabilidades do operador: • ajustar e verificar as condições adequadas de soldagem • ajustar o equipamento para manter as condições pré- ajustadas e realizar a soldagem SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Preparação para a soldagem – posicionar o cabeçote de soldagem – colocar o fluxo no silo – depositar uma quantidade do fluxo até cobrir a região de soldagem no ponto inicial da solda SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Preparação para a soldagem – ajustar os controles para estabelecer as condições adequadas de soldagem • corrente • tensão • velocidade de soldagem SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES • Soldagem – um arco elétrico é estabelecido quando a corrente flui entre o arame e a peça – o dispositivo de alimentação do arame começa a empurrar o arame a uma velocidade de alimentação controlada – o carro inicia seu deslocamento ao longo do cordão de solda (manual ou automaticamente) – o fluxo para soldagem por arco submerso é alimentado através do tubo do silo e distribui-se continuamente sobre o cordão de solda por uma pequena distância à frente da região de soldagem SEQÜÊNCIA GERAL DE ATIVIDADES Soldagem PRINCÍPIOS BÁSICOS • Teoria do controle de alimentação do arame de soldagem – relação entre a tensão e a extensão do eletrodo – relação entre a taxa de fusão e a taxa de alimentação do arame • fonte de corrente constante • fonte de tensão constante TENSÃO X EXTENSÃO DO ELETRODO • A tensão de soldagem é proporcional à extensão do eletrodo: – se a distância entre o arame e a peça aumentar, a tensão de soldagem aumentará – se a distância entre o arame e a peça diminuir, a tensão de soldagem diminuirá – se a distância entre o arame e a peça se mantiver constante, a tensão de soldagem permanecerá constante TAXA DE FUSÃO X TAXA DE ALIMENTAÇÃO DO ARAME • Fonte de corrente constante – se, por um curto período de tempo, a corrente fluindo através da região de soldagem fundir o arame a uma taxa maior que a de sua alimentação, a distância entre o arame e a peça aumentará e a tensão de soldagem aumentará – inversamente, se, por um curto período de tempo, o arame for alimentado mais rapidamente que sua taxa de fusão, a distância entre o arame e a peça diminuirá e a tensão de soldagem diminuirá – uma tensão de soldagem constante pode ser mantida se for empregada uma unidade de controle que automaticamente varie a taxa de alimentação do arame à medida que a tensão de soldagem se altere TUBMATIC TAXA DE FUSÃO X TAXA DE ALIMENTAÇÃO DO ARAME • Fonte de tensão constante – com uma fonte de tensão constante, a tensão do arco é mantida pela fonte. A corrente do arco é controlada pela velocidade de alimentação do arame, de modo que um aumento nesse parâmetro produzirá um aumento da corrente – portanto, o sistema de alimentação do arame é simplificado para um dispositivo de velocidade constante e o controle do arco é realizado pela fonte de energia CONSUMÍVEIS • Metálicos – arame sólido • 1,0 - 6,5 mm – arame tubular • 2,4 - 4,0 mm – fita • Não metálicos – fluxo aglomerado – fluxo fundido FLUXOS - FUNÇÕES • Proteção da poça de fusão da atmosfera • Desoxidante, limpeza do metal de solda • Estabilizante do arco • Controle da composição química e das propriedades mecânicas do metal de solda FLUXOS FUNDIDOS - FABRICAÇÃO • Fabricados através da mistura seca dos compostos que são, posteriormente, fundidos. • O banho é vazado e sofre um choque térmico, que reduz o fluxo a partículas de tamanhos variados, que são peneiradas e classificadas. FLUXOS FUNDIDOS - FABRICAÇÃO Forno elétrico Mesa resfriadora FLUXOS FUNDIDOS • Vantagens – maior estabilidade do arco, mesmo em correntes elevadas – fluxos fundidos não contêm água quimicamente ligada – maior consistência da composição química do metal de solda depositado – maiores velocidades de soldagem e possibilidade de reciclagem • Desvantagens – menor resistência à ferrugem e à carepa FLUXOS AGLOMERADOS - FABRICAÇÃO • Fabricados através da mistura seca dos compostos, sendo adicionada uma solução aquosa de silicato de sódio e/ou de potássio. • A massa resultante é pelotizada, secae reduzida mecanicamente a partículas que são peneiradas e classificadas. FLUXOS AGLOMERADOS - FABRICAÇÃO Pó Silicato Prato Granulador Forno Pré-secador Moinho/Peneiras Forno Calcinador Tubo Resfriador Embalagem FLUXOS AGLOMERADOS - FABRICAÇÃO FÁBRICA DE FLUXO AGLOMERADO FLUXOS AGLOMERADOS - INGREDIENTES • silicato de sódio / potássio • ferro ligas • rutilo • carbonatos • alumino silicatos • minerais • fluoretos FLUXOS AGLOMERADOS • Vantagens – boa atuação sobre ferrugem e carepas – menor consumo de fluxo • 30 - 40% menor que fluxos fundidos – permite a adição de elementos de liga – baixo custo de fabricação • Desvantagens – absorção de umidade, se a armazenagem for indevida – a remoção de finos pode alterar a composição do metal de solda depositado NEUTRALIDADE - CLASSIFICAÇÃO ASME • Fluxos neutros • Fluxos ativos • Fluxos ligados FLUXOS NEUTROS • Fluxos que não resultam em mudanças significativas na composição química do metal de solda depositado, como resultados de alterações na tensão do arco. • Uso principal: – soldas multipasses - soldagem em peças de espessura acima de 25 mm. • Maior sensibilidade a porosidade e a trincas causadas pelos contaminantes no metal de base ou dele provenientes. FLUXOS ATIVOS • Contêm teores significativos de manganês e/ou de silício. • Maior resistência à porosidade e a trincas causadas pelos contaminantes no metal de base ou dele provenientes. • Principal uso: – soldas em um único passe. • Alteração nos teores de manganês e silício ou de ambos com variações na tensão do arco. FLUXOS LIGADOS • Fluxos que contêm, além de manganês e silício, elementos de liga tais como: – cromo – níquel – molibdênio – cobre – outros • Principais usos: – aços de baixa liga – revestimento duro FLUXOS OK OK 10.35HOK 10.35HOK 10.81OK 10.81OK 10.61BOK 10.61B OK 10.35OK 10.35OK 10.81BOK 10.81BOK 10.62BOK 10.62B OK 10.60OK 10.60OK 10.82BOK 10.82BOK 10.71OK 10.71 OK 10.81WOK 10.81WOK 350OK 350OK 10.70BOK 10.70B OK 10.92BOK 10.92BOK 429OK 429 LIGADOLIGADOATIVOATIVONEUTRONEUTRO BASICIDADE - CLASSIFICAÇÃO • Índice de basicidade • Fluxos ácidos B B < 1,0 • Fluxos semi-básicos B 1,0 ≤ B < 1,5 • Fluxos básicos B B ≥ 1,5 ( ) ( )22322 2222 ZrOTiOOAl2 1SiO FeOMnO2 1ONaOKOLiSiOBaOMgOCaFCaO IB +++ +++++++++= FLUXOS - ARMAZENAGEM • Em tambores ou sacos fechados • Umidade relativa máxima: 50% • Temperatura ambiente mínima: +18°C FLUXOS - RESSECAGEM • Volume compatível com o consumo diário ou semanal previsto. • Faixa de temperatura efetiva uniforme no fluxo: 250 - 300°C. • Duração do tratamento: 3 - 4 horas à faixa de temperatura efetiva FLUXOS - ESTUFAGEM • Em distribuição central ou setorial (estufas): – duração máxima: 1 semana (recomendada) – faixa de temperatura: 100 - 150°C • Em locais de aplicação (distribuição de fluxo efetuada ao início de cada período de trabalho) – duração máxima: 4 horas (recomendada) – faixa de temperatura: 80 - 150°C ARAMES CLASSIFICAÇÕES ASME / AWS • AWS A 5.17 / ASME SFA-5.17 CLASSIFICAÇÕES ASME / AWS • AWS A 5.17 / ASME SFA-5.17 – Exemplo: • F7A6-EM12K é uma designação completa. Refere-se a um fluxo que produzirá um metal de solda que, na condição como soldado, terá uma resistência à tração superior a 70 ksi (ou 485 MPa) e uma propriedade de impacto de pelo menos 20 lb.ft (ou 27 J) a -60°F (ou -51°C) quando depositado com um arame EM12K sob as condições estabelecidas na norma AWS / ASME. CLASSIFICAÇÕES ASME / AWS • AWS A 5.23 / ASME SFA-5.23 CLASSIFICAÇÕES ASME / AWS • AWS A 5.23 / ASME SFA-5.23 – Exemplo: • F9P0-EB3-B3 é uma designação completa. Refere-se a um fluxo que produzirá um metal de solda que, na condição de tratado termicamente pós-soldagem, terá uma resistência à tração superior a 90 ksi (ou 620 MPa) e uma propriedade de impacto de pelo menos 20 lb.ft (ou 27 J) a 0°F (ou -18°C) quando depositado com um arame sólido EB3 sob as condições estabelecidas na norma AWS / ASME. A composição do metal de solda será EB3. APLICAÇÃO • Quando sua aplicação diferir das condições do corpo de prova em itens como – aporte térmico – diluição – espessura da peça – tratamento térmico • seus efeitos nas propriedades mecânicas devem ser avaliados. DILUIÇÃO Sob altas correntes, o aumento da diluição do metal de base em mais de 20% diminuirá a tenacidade da solda relativamente aos dados do catálogo. APORTE TÉRMICO (kJ/mm) (mm/min)v AV0,06TérmicoAporte = Como uma regra geral, quando o aporte térmico ultrapassar o valor de 2,3 kJ/mm empregado nos testes conforme a norma AWS, a tenacidade e a resistência ficarão menores que os valores de catálogo. SELEÇÃO DO ARAME E DO FLUXO • Dois fatores influenciam a escolha do fluxo: – características de desempenho – propriedades mecânicas • As propriedades mecânicas e químicas de uma solda por arco submerso são determinadas principalmente por quatro fatores: – a composição do metal de base – a composição do arame empregado – o fluxo empregado – as condições de soldagem SELEÇÃO DO ARAME E DO FLUXO • Fluxos – características de desempenho • facilidade de remoção da escória • capacidade de remoção de óxidos e carepa • capacidade de condução de corrente elétrica • possibilidade de soldar a altas velocidades • possibilidade de uso de vários arames • bons resultados no emprego de corrente alternada • para algumas aplicações críticas e para a maioria das soldas multipasse em peças com espessuras acima de 25 mm, as propriedades mecânicas são prioritárias, obrigando ao uso de uma classe determinada de fluxos • Arames – influência nas propriedades mecânicas e/ou na composição química requerida para o metal de solda SELEÇÃO SIMPLIFICADA FLUXOS NEUTROS • sem toto – OK Flux 429 / EM12K – OK Flux 10.71 / EM12K • com toto – OK Flux 10.70B / EM12K FLUXOS ATIVOS • OK Flux 10.81B / EM12K • OK Flux 10.81 / EM12K FLUXOS ATIVOS • OK Flux 350 / EM12K • OK Flux 10.82B / EM12K PROJETO E PREPARAÇÃO DA JUNTA • Definição de termos • Suporte para o metal de solda fundido • Preparação da junta por biselamento • Limpeza da junta • Tipos básicos de juntas DEFINIÇÃO DE TERMOS • Penetração da junta – profundidade de fusão medida da superfície original do metal de base – pode ser expressa como um percentual da espessura da junta DEFINIÇÃO DE TERMOS • Reforço da solda – metal de solda excedendo a quantidade necessária para o preenchimento da junta soldada DEFINIÇÃO DE TERMOS • Linha de fusão – junção do metal de solda com o metal de base DEFINIÇÃO DE TERMOS • Zona termicamente afetada – parte do metal de base adjacente à solda que não foi fundido, porém teve sua microestrutura ou suas propriedades mecânicas alteradas devido ao calor SUPORTE PARA O METAL DE SOLDA FUNDIDO • cobre-juntas não consumível • cama de fluxo • junta sem abertura de raiz • passe de selagem • cobre-juntas metálico consumível COBRE-JUNTAS NÃO CONSUMÍVEL COBRE-JUNTAS NÃO CONSUMÍVEL COBRE-JUNTAS NÃO CONSUMÍVEL CAMA DE FLUXO JUNTA SEM ABERTURA DE RAIZ PASSE DE SELAGEM PASSE DE SELAGEM • podem ser empregados outros processos de soldagem • no caso de eletrodos revestidos – baixo hidrogênio – não utilizar E6012 nem E6013 – tendem a causar porosidade na solda permanente realizada por arco submerso • espessuras abaixo de 12,5 mm - passes subseqüentes do mesmo lado do passe de selagem PASSE DE SELAGEM COBRE-JUNTAS METÁLICO CONSUMÍVEL COBRE-JUNTAS METÁLICO CONSUMÍVELPREPARAÇÃO DA JUNTA POR BISELAMENTO • Efeito do ângulo do bisel PREPARAÇÃO DA JUNTA POR BISELAMENTO • Efeito da dimensão do nariz TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO DO BISEL • corte a plasma ou por maçarico • usinagem • lixamento manual LIMPEZA DA JUNTA • Métodos de limpeza – limpeza a chama • remove óxidos, carepa e umidade • elimina porosidade – lixamento • remove carepa de usina e óxidos grosseiros – escova rotativa • remove finas camadas de óxido e alguma sujeira – removedores • removem tintas – jateamento • remove óxidos grosseiros, carepa de usina e tintas – decapagem • remove carepa de usina e oxidação grosseira – desengraxe • limpeza de peças conformadas a frio LIMPEZA DA JUNTA TIPOS BÁSICOS DE JUNTAS • O tipo de junta escolhido pode afetar: – a qualidade e a resistência da solda – o custo da mão-de-obra e de materiais – o tempo e as despesas envolvidas na preparação, nos dispositivos e no posicionamento das peças • A escolha do tipo de junta adequado depende de vários fatores, tais como: – espessura e material da junta – propriedades físicas almejadas na junta – tamanho das peças sendo soldadas – acessibilidade da junta – ajuste a ser obtido – equipamento disponível para a preparação do bisel – número de peças a serem soldadas – especificações ou códigos aplicáveis JUNTAS DE TOPO • Junta topo-a-topo – soldas monopasse • com cobre-juntas adequado • sem abertura de raiz - até espessura 16 mm • com abertura de raiz - até espessura 20 mm – com dois passes • sem cobre-juntas – abertura de raiz até 0,8 mm – até espessura 16 mm • com cobre-juntas – abertura de raiz até 1,6 mm – até espessura 20 mm JUNTA DE TOPO SEM CHANFRO • O reforço de juntas de topo sem chanfro tende a aumentar com a espessura da peça. • Com cobre-juntas adequado, o reforço pode ser controlado aumentando-se ligeiramente a abertura da raiz. • O reforço excessivo mostrado na figura foi causado por uma abertura de raiz muito estreita. JUNTAS DE TOPO • Juntas de topo em V com nariz – soldas monopasse • cobre-juntas não consumível • espessura a partir de 8 mm – na maioria das aplicações, a espessura máxima fica entre 32 e 38 mm – o nariz simplifica a montagem – alterações normais na tensão, corrente e velocidade de soldagem causam danos mínimos ao nariz de suporte – menor volume de solda JUNTAS DE TOPO • Junta de topo em V sem nariz – normalmente para peças com espessura acima de 10 mm – comumente empregadas com cama de fluxo – devem ter passes de selagem – não são recomendados cobre-juntas de cobre • tendência de o metal de solda fundir no cobre-juntas – cobre-juntas metálicos consumíveis podem ser aceitos JUNTAS DE TOPO • Junta de topo em duplo V – comumente para peças até espessura 50 mm – nariz fortemente pressionado – abertura máxima de raiz 0,8 mm – garantia de qualidade radiográfica • refundir o passe de selagem com o passe de acabamento de 5 a 8 mm JUNTA DE TOPO EM DUPLO V • Um passe de cada lado da junta – primeiro passe • penetra apenas parcialmente a junta • o nariz da junta é o cobre-juntas • por isso, a montagem é importante e as peças devem estar firmemente ajustadas – segundo passe • passe de acabamento – lado oposto • suportado pelas peças e pelo primeiro passe • garantia da continuidade (integridade) do metal de solda – deve penetrar e refundir o primeiro passe até uma profundidade de 5 a 8 mm – um mero contato de fusão não é suficiente, pois pode resultar em um vazio JUNTA DE TOPO EM DUPLO V • Efeito de uma abertura de raiz onde não deveria existir nenhuma • Numa junta sem chanfro, o metal de solda pode escorrer no primeiro passe. JUNTA DE TOPO EM DUPLO V • Na junta em duplo "V" inadequadamente preparada, a abertura causou porosidade no primeiro passe (acima). • Vazio mostrado entre os dois cordões de solda. • Embora aqui a porosidade tenha sido causada por espaçamento inadequado, uma penetração insuficiente no primeiro passe pelo segundo poderia resultar em um defeito similar no segundo passe. JUNTAS DE TOPO • Juntas de topo em U – soldas multipasse de qualquer espessura – pode ser dado um pequeno passe de selagem do lado oposto da junta – sem passe de selagem, a abertura de raiz máxima é de 0,8 mm JUNTAS EM ÂNGULO JUNTAS EM ÂNGULO JUNTAS EM ÂNGULO • Juntas em T na posição horizontal – soldas em filete monopasse com perna até 8 mm (equivalente a soldas com perna até 10 mm feitas por outros processos de soldagem) são utilizadas para fazer juntas em T na posição horizontal – se a espessura da alma não for maior que 10 mm, dois filetes de perna 8 mm interpenetrar-se-ão na raiz JUNTAS EM ÂNGULO • Juntas em T na posição horizontal com penetração total – juntas em T necessitando de maior penetração ou soldas de filete mais largas podem ser executadas utilizando um procedimento multipasse JUNTAS EM ÂNGULO • Juntas em T na posição plana – filetes de pernas iguais podem ser obtidos pelo posicionamento da junta a um ângulo de 45° (superfície da solda plana) – a profundidade de penetração pode ser aumentada ainda mais aumentando o ângulo da alma até 60° da vertical e direcionando o arame para o lado da alma JUNTAS EM ÂNGULO • Juntas em T na posição plana – se a espessura da alma exceder 19 mm e se for almejada uma penetração total, as bordas devem ser biseladas JUNTAS SOBREPOSTAS • Junta sobreposta simples ou dupla – simplicidade de ajuste – mínima preparação requerida – junta e superfícies sobrepostas limpas e secas JUNTAS SOBREPOSTAS • Junta sobreposta dupla de encaixe – botijões JUNTAS SOBREPOSTAS • Junta sobreposta com solda passante JUNTAS DE CANTO • Junta de canto sem chanfro – espessura até 12,5 mm JUNTAS DE CANTO • Junta de canto com chanfro em V – penetração adequada sem reforço excessivo JUNTAS DE CANTO • Junta de canto com bisel em J – soldas multipasse JUNTAS DE CANTO • Junta de canto simples JUNTAS DE CANTO • Junta de canto com cobre-juntas JUNTAS DE CANTO • Juntas tampão JUNTAS DE CANTO • Juntas tampão JUNTAS DE CANTO • Juntas tampão JUNTAS DE CANTO • Juntas tampão SOLDAGEM SOLDAGEM • Preparação para a soldagem – tratamento térmico • pré-aquecimento e pós-aquecimento de aços carbono ou de baixa liga • alívio de tensões – recozimento pleno – normalização – posicionamento das peças • inclinação do conjunto – posicionamento do arame • Variáveis do processo – corrente de soldagem – tensão do arco – velocidade de soldagem – largura e altura da camada de fluxo – ajustes mecânicos SOLDAGEM • Variantes do processo – soldagem com um único arame – soldagem com chanfro estreito – soldagem com arames múltiplos • processo com arames geminados (twin arc) • processo com arames múltiplos (tandem arc) – adição de arame frio – adição de arame quente – adição de pó metálico PRÉ-AQUECIMENTO • Carbono equivalente 15 %Cu%Ni 5 %V%Mo%Cr 6 %Mn eqC +++++= 200 200 –– 375375acima de 0,45acima de 0,45 100 100 –– 2002000,30 0,30 –– 0,450,45 opcionalopcionalaté 0,30até 0,30 PréPré--aquecimento aquecimento recomendadorecomendado ((°°C)C) Carbono Carbono equivalenteequivalente (%)(%) PRÉ-AQUECIMENTO • Alguns aços, particularmente aqueles possuindo carbono equivalente maior que 0,45%, podem requerer, além de pré- aquecimento, pós-aquecimento. • Esses tratamentos são especialmente recomendados para a soldagem de seções espessas. Entretanto, para a maioria dos aços carbono e de baixa liga, apenas o pré-aquecimento é necessário de um modo geral.• O pré-aquecimento a 120 - 150°C é geralmente empregado na soldagem multipasse em seções de espessura maior que 25 mm para reduzir a susceptibilidade da solda à fissuração. PÓS-AQUECIMENTO • Aquecimento da junta soldada imediatamenteimediatamente após a solda ter sido realizada – diferente de outros tratamentos executados após o resfriamento da solda, tais como alívio de tensões, revenimento e recozimento. • Tem a mesma função do pré-aquecimento: – mantém a temperatura da peça em um nível suficientemente elevado de tal maneira que a junta soldada resfrie lentamente – assim como no pré-aquecimento, o resultado é uma ductilidade maior na região da solda – raramente é aplicado de forma isolada; é quase sempre conjugado com o pré-aquecimento • É mais freqüentemente empregado em aços altamente temperáveis, mas algumas vezes é utilizado em aços menos temperáveis se for difícil a aplicação de um pré-aquecimento adequado devido à dimensão das peças sendo soldadas. ALÍVIO DE TENSÕES • Reduz as tensões na solda e regiões adjacentes resultantes do resfriamento e da contração do metal de solda – aumenta sobremaneira a ductilidade – reduz ligeiramente a resistência mecânica 1010480480 Resfriamento em ar calmo até 300Resfriamento em ar calmo até 300°°CC 55510510 33535535 22565565 11595595 TempoTempo (h/25mm)(h/25mm) TemperaturaTemperatura ((°°C)C) RECOZIMENTO E NORMALIZAÇÃO • Recozimento pleno – leva a peça soldada a uma condição sem tensões – assegura ductilidade e baixa dureza da solda e da zona termicamente afetada – consiste no aquecimento do conjunto até sua faixa crítica (840°C até 1.000°C) e resfriamento no forno • Normalização – as temperaturas utilizadas são as mesmas que no caso do recozimento, mas a normalização pressupõe resfriamento em ar calmo até a temperatura ambiente em vez de resfriamento no forno – as tensões internas são aliviadas, porém a solda não fica com as mesmas ductilidade e baixa dureza obtidas com o recozimento pleno POSICIONAMENTO DAS PEÇAS • Peças niveladas POSICIONAMENTO DAS PEÇAS • Progressão ascendente – a força da gravidade faz com que a poça de fusão flua para trás do arame POSICIONAMENTO DAS PEÇAS • Progressão descendente – a poça de fusão tende a fluir à frente do arame e pré- aquece o metal de base, particularmente em sua superfície, produzindo uma zona de fusão de formato irregular, chamada de poça secundária POSICIONAMENTO DAS PEÇAS • Inclinação lateral POSICIONAMENTO DO ARAME • Fatores a serem considerados: – o alinhamento do arame de solda em relação à junta – o ângulo de inclinação nas direções laterais, isto é, a inclinação transversal da junta – o ângulo de ataque do arame de solda • ângulo de ataque puxando – o arame de solda faz um ângulo obtuso com a solda executada • ângulo de ataque empurrando – o arame de solda faz um ângulo agudo com a solda executada • um ângulo de ataque puxando produz uma penetração maior e mais uniforme e também maior altura e menor largura do reforço de solda • um ângulo de ataque empurrando resultará em menor penetração com reforço de solda mais largo e mais plano POSICIONAMENTO DO ARAME • Juntas de topo – arame pode ser posicionado na vertical para espessuras a partir de 12,5 mm – chapas finas (14 MSG a 16 MSG) • ângulo de ataque puxando de 25° a 45° para estabilizar a tensão do arco POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta de topo POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta de topo POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta de topo POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo – alinhamento • a linha de centro do arame não deve estar na linha de centro da junta, mas abaixo, direcionada à peça horizontal de uma distância igual a ¼ a ½ do diâmetro do arame • utiliza-se uma distância maior quando se executam soldas em ângulo de perna mais larga (aproximadamente 10 mm) • alinhamento descuidado ou impreciso causará soldagem insatisfatória POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo – alinhamento POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo – alinhamento POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo – alinhamento POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo – inclinação lateral • o arame é inclinado entre 20° e 45° da vertical • o ângulo exato é determinado por um dos seguintes fatores ou por ambos: – acesso para o bocal, especialmente durante a soldagem de peças estruturais – a espessura relativa das peças que formam a junta – se existir a possibilidade de furar alguma das peças, será necessário direcionar o arame para a peça mais espessa. POSICIONAMENTO DO ARAME POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo – ângulo de ataque • ângulo de ataque puxando, empurrando ou com o arame na posição normal • na soldagem de cordões largos, os efeitos do ângulo de ataque são relativamente pequenos • o ângulo de ataque torna-se importante quando se executam cordões pequenos em soldagem a altas velocidades • para depositar cordões a altas velocidades de soldagem em chapas finas (14 MSG a 16 MSG), um ângulo de ataque puxando, com um ângulo de 25° a 45° da vertical tem se mostrado uma boa opção para manter estável a tensão do arco POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo na posição plana – alinhamento POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta em ângulo na posição plana – inclinação lateral POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta circunferencial em conjunto girante – alinhamento POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta circunferencial em conjunto girante – soldagem externa POSICIONAMENTO DO ARAME • Junta circunferencial em conjunto girante – soldagem interna JUNTA CIRCUNFERENCIAL ROTAÇÃO DESLOCAMENTO INSUFICIENTE ROTAÇÃO DESLOCAMENTO EXCESSIVO ROTAÇÃO DESLOCAMENTO CORRETO JUNTA CIRCUNFERENCIAL JUNTA CIRCUNFERENCIAL • Limitação – vasos de pressão: razão entre a espessura e o diâmetro pelo menos 1:25 – evita que a poça de fusão escorra e cause soldagem instável à medida que o vaso girar sob o cabeçote de soldagem – sob condições normais de soldagem • corrente máxima para cada diâmetro de vaso – a maior que pode ser aplicada sem escorrer metal fundido – é afetada pela » velocidade de soldagem » fluidez do metal fundido » composição química da solda JUNTA CIRCUNFERENCIAL VARIÁVEIS DO PROCESSO • Por ordem de importância: – corrente de soldagem – tensão do arco – velocidade de soldagem – largura e altura da camada de fluxo – diâmetro do arame – extensão do eletrodo – ângulo de ataque CORRENTE • A corrente de soldagem é a variável mais influente. Controla: – a taxa de fusão do arame de solda – a profundidade de fusão – a quantidade de metal de base fundido • Se a corrente for excessivamente alta, a fusão será também excessivamente profunda (excesso de penetração) e o metal de solda fundido poderá vazar. • Adicionalmente, o maior calor desenvolvido pode alargar demais a zona termicamente afetada do metal de base. • Correntes muito altas significam também um desperdício de energia e de arame de solda no sentido de reforço excessivo. • Por outro lado, se a corrente for muito baixa, haverá penetração e reforço insuficientes. EFEITOS DA INTENSIDADE DA CORRENTE EFEITOS DA INTENSIDADE DA CORRENTE 34 V, 75 cm/min, arame ∅ 5,6 mm 700 A 850 A 1.000 A EFEITOS DA INTENSIDADE DA CORRENTE TIPO DE CORRENTE • Vantagens da CC – maior faixa de uso da fonte – bom controle sobre a penetração e a forma do cordão – melhor característica de abertura do arco • Vantagens da CA – minimiza o sopro magnético do arco. – maior flexibilidade quando usado em combinação com múltiplos arames (CC/CA, CA/CA, CA/CA/CA)POLARIDADE DO ELETRODO • CC+ – melhor controle sobre a forma do cordão – maior penetração • CC– – taxa de deposição30 % maior que em CC+ – menor penetração • CA – taxa de deposição intermediária a CC+ e CC– – maior flexibilidade com múltiplos arames TENSÃO • Aumentando a tensão de soldagem e mantendo a corrente e a velocidade de soldagem constantes: – produz um cordão mais plano e mais largo – aumenta o consumo de fluxo – aumenta o teor de elementos de liga provenientes do fluxo – reduz a porosidade causada por ferrugem ou carepa • Aumento excessivo da tensão do arco: – produz um cordão largo, sujeito a trincas – maior dificuldade de remoção de escória EFEITOS DA TENSÃO EFEITOS DA TENSÃO 850 A, 75 cm/min, arame ∅ 5,6 mm EFEITOS DA TENSÃO VELOCIDADE DE SOLDAGEM • Uma velocidade de soldagem excessiva aumenta a tendência a mordeduras e ao apagamento do arco ⇒ poros, trincas • Baixa velocidade ⇒ reduz a porosidade • Velocidade excessivamente baixa ⇒ cordão largo, trincas EFEITOS DA VELOCIDADE DE SOLDAGEM 850 A, 34 V, arame ∅ 5,6 mm 150 cm/min 40 cm/min 75 cm/min EFEITOS DA VELOCIDADE DE SOLDAGEM CAMADA DE FLUXO • A largura e a altura da camada de fluxo influenciam: – a aparência e a integridade do cordão de acabamento – na soldagem propriamente dita – camada de fluxo muito alta • cordão áspero e rugoso • os gases gerados durante a soldagem não conseguem escapar prontamente e a superfície do metal de solda fundido fica distorcida – camada de fluxo muito rasa • a zona de soldagem não estará inteiramente submersa • centelhamento e respingos • cordão de solda com aparência ruim e poderá apresentar porosidade CAMADA DE FLUXO DIÂMETRO DO ARAME • Aumento do diâmetro do arame – aumenta a largura do cordão – diminui a penetração – reduz a taxa de deposição (sob corrente constante) EFEITOS DO DIÂMETRO DO ARAME 600 A, 30 V, 75 cm/min 3,2 mm 5,6 mm 4,0 mm EXTENSÃO DO ELETRODO • Extensão do eletrodo (stick-out) – normalmente, ajusta-se a extensão do eletrodo para 8 vezes o diâmetro do arame EXTENSÃO DO ELETRODO • Aumento da extensão do eletrodo (stick-out) – aumenta a taxa de deposição – reduz a penetração EXTENSÃO DO ELETRODO (25 mm) (83 mm) (57 mm) ÂNGULO DE ATAQUE • O ângulo de ataque influencia: – penetração – perfil do cordão – tendência a mordeduras PUXANDO NORMAL EMPURRANDO PRODUTIVIDADE • Corrente e arame 1000 1000 –– 250025008,08,0 600 600 –– 160016006,56,5 400 400 –– 130013005,05,0 340 340 –– 120012004,04,0 220 220 –– 110011003,23,2 120 120 –– 7007002,42,4 Corrente recomendadaCorrente recomendada (A)(A) Diâmetro do arameDiâmetro do arame (mm)(mm) TAXA DE FUSÃO X CORRENTE TAXA DE DEPOSIÇÃO X CORRENTE ∅ 1,6 ∅ 2,0 ∅ 2,5 ∅ 3,2 ∅ 4,0 ∅ 5,0 ∅ 6,0 200 400 600 800 1000 1200 Ampere 9,0 kg/h 10,3 kg/h 9,5 kg/h 11,4 kg/h 10,6 kg/h 18,8 kg/h 21,8 kg/h 2,7 kg/h 3,8 kg/h 3,5 kg/h 3,4 kg/h 4,6 kg/h 5,7 kg/h 5,6 kg/h TAXA DE DEPOSIÇÃO X CORRENTE VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com chanfro estreito – peças com espessura acima de 50 mm – aberturas de raiz entre 13 e 25 mm – ângulo total do chanfro de 0° a 8° – CC+ ou CA – fluxos especiais para chanfros estreitos VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames geminados fonte CC+ - VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames geminados VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames geminados (A6) TAXAS DE DEPOSIÇÃO 22,922,915,315,39,49,4CC+ 2 x 2,4mm CC+ 2 x 2,4mm –– Arame Tubular FCAWArame Tubular FCAW 21,021,014,414,48,78,7CC+ 2 x 2,4mm CC+ 2 x 2,4mm –– Arame Tubular MCArame Tubular MC 15,315,310,910,97,47,4CC+ 2 x 2,4mm CC+ 2 x 2,4mm –– Arame SólidoArame Sólido 17,517,511,811,88,08,0CC+ 2 x 2,0mm CC+ 2 x 2,0mm –– Arame SólidoArame Sólido Arco geminado (Arco geminado (twintwin arcarc)) 18,018,014,614,69,29,2CC+ 4,0mm CC+ 4,0mm –– Arame Tubular FCAWArame Tubular FCAW 17,617,612,812,88,58,5CC+ 4,0mm CC+ 4,0mm –– Arame Tubular MCArame Tubular MC 14,214,210,510,57,27,2CC+ 4,0mm CC+ 4,0mm –– Arame SólidoArame Sólido 17,417,412,612,68,58,5CA 4,0mm CA 4,0mm –– Arame SólidoArame Sólido 20,520,514,614,69,89,8CCCC-- 4,0mm 4,0mm –– Arame SólidoArame Sólido Um ArameUm Arame 1000A1000A800A800A600A600A VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames múltiplos fonte CAfonte CC + - Direção de soldagem ~ 30 mm VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames múltiplos – poça única – maior taxa de deposição VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames múltiplos – poças gêmeas • velocidade de soldagem limitada por mordeduras • muito resistente a porosidade e trincas VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com arames múltiplos VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com adição de arame frio – junta soldada com OK Flux 10.71 / EM12K (eletrodo 3,2mm + arame 2,0mm), 500A, 32-33V, 33m/h – 3,2mm CC+ 20 passes – 3,2/2,0mm CC+ 13 passes – 3,2mm CA 18 passes – 3,2/2,0mm CA 12 passes VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com adição de pó metálico – aumento considerável na taxa de deposição e na velocidade de soldagem – redução da diluição do metal de base, resultando em melhor tenacidade – fácil adaptação aos equipamentos A2/A6 VARIANTES DO PROCESSO • Soldagem com adição de pó metálico POROSIDADE – PROBLEMA E CURA • Contaminantes nas juntas – Presença de carepa, sujeira, óleo, tintas e outros contaminantes que produzam gases. – Devem ser limpas as superfícies dos chanfros. • Arames contaminados – Arames sob condições indevidas de armazenagem podem resultar em oxidação. – Esta oxidação pode resultar em porosidade e atrito nos conduítes, resultando em problemas de alimentação. – Arames oxidados não devem ser utilizados. – Óleo excessivo na superfície do arame pode resultar em porosidade. – Arames com sujeira superficial devem ser limpos. POROSIDADE – PROBLEMA E CURA • Cobertura insuficiente de fluxo – Deve existir quantidade suficiente de fluxo sobre o arco, de forma a evitar o contato direto da poça de fusão com a atmosfera. – Soldas circunferenciais são mais susceptíveis a este problema. – Neste caso, é necessária a utilização de suportes para o fluxo. • Contaminantes no fluxo – Umidade, sujeira e carepa. – Devem ser seguidas as recomendações de armazenagem e manuseio. • Velocidade de soldagem – Velocidade excessiva pode resultar em aumento na tendência à porosidade. – Deve-se definir a velocidade em função da junta e tipo do fluxo a ser empregado. TRINCAS – PROBLEMA E CURA • Trincas a quente – Causas: geometria das juntas, variáveis de soldagem, concentração de tensão onde o metal de solda encontra-se em solidificação. – Solução: manter a relação largura / profundidade do cordão de aproximadamente 1; reavaliar os parâmetros de soldagem e geometria da junta (redução da velocidade de soldagem e alimentação de arame). • Trincas na ZTA – Normalmente associadas ao teor de hidrogênio difusível. – Seguir recomendação de armazenagem e manuseio, limpeza e preparação adequadas. Classificações ASME / AWS ASME SFA 5.17 / AWS A 5.17 FS XXX- EC XXX- HX Indica um fluxo para arco submerso. Indica que o fluxo é reciclado; a omissão do “S” indica que o fluxo é virgem. Indica a mínima resistência à tração do metal depositado, em unidade de 10.000 psi. Designa a condição de tratamento térmico da condução dos testes: A – como soldado; P – com pós-aquecimento. Indica a temperatura em °F à qual ou acima da qual o metal depositado apresenta um valor acima de 20 ft.lbf (27 J). Classificação do arame: E – eletrodo; C – arame tubular.Designador suplementar opcional para o hidrogênio difusível. Classificações ASME / AWS ASME SFA 5.23 / AWS A 5.23 Indica um fluxo para arco submerso. Indica que o fluxo é reciclado; sem “S”: fluxo virgem. Indica a mínima resistência à tração do metal depositado, em unidade de 10.000 psi. Designa a condição de tratamento térmico da condução dos testes: A – como soldado; P – com pós- aquecimento. Indica a temperatura em °F à qual ou acima da qual o metal depositado apresenta um valor acima de 20 ft.lbf (27 J). Classificação do arame: E – eletrodo; C – arame tubular. Indica a composição química do metal de solda. Designador suplementar opcional para o hidrogênio difusível. “N” – requisitos especiais para aplicações nucleares. “R” – atende a requisitos de tensões residuais reduzidas para aplicações de resfriamento por patamares. FS XXX- EC XXXX- XXXHX Seu parceiro em soldagem e corte