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DPOC: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica INTRODUÇÃO A doença pulmonar obstrutiva crônica – DPOC- é uma cuja principal característica é a ocorrência de obstrução das vias aéreas em função da presença de bronquite e/ou enfisema. Por consequência, ocorre alteração no processo de respiração. Tal obstrução pode ser seguida de hiper-reatividade das vias aéreas e, por isso, não é totalmente reversível mesmo com o uso de broncodilatadores.É progressiva e está relacionada a um processo inflamatório em resposta à inalação de substâncias potencialmente tóxicas. No artigo “Tabagismo e DPOC – dependência e doença – fato consumado” podemos ver um exemplo de substancia tóxica que inalada pode ocasionar a DPOC, o tabaco. A inalação da fumaça de cigarro, e demais derivados do tabaco produtores de fumaça expõe os pulmões a altas concentrações de agentes oxidantes e radicais livres que diminuem a capacidade anti-oxidante que normalmente protege as células epiteliais. Cerca de 85% a 90% de todas as mortes por DPOC são atribuíveis ao tabagismo, o que fez com que o Surgeon General dos Estados Unidos afirmasse que existem evidências suficientes para se chegar à conclusão que existe uma relação causal entre tabagismo e morbidade e mortalidade por DPOC. Anmenese J.P. 70 anos, sexo masculino, cor parda, ensino fundamental incompleto, caminhoneiro. É casado, dois filhos, reside somente com a esposa, provida de saneamento básico e luz elétrica. Portador de hipertensão arterial há vinte e cinco anos e bronquite. Relata que foi tabagista por cinqüenta anos, parando de fumar a quinze anos, fazia uso de em média vinte cigarros por dia. Esta em uso de ácido acetilsalicílico, captopril, carvedilol e aminofilina.Relata não estar usando corretamente as medicações. Deu entrada na unidade de emergência de um hospital publico da grande Florianópolis, apresentando caso clinico de dispnéia progressiva, tosse produtiva, expectoração branca e sibilos a seis dias, com queixas de, cansaço aos médios esforços, falta de energia, fadiga, fraqueza, episódios de insônia, perda de peso, diminuição do apetite, emagrecimento rápido. Anmenese Teve internação hospitalar a dois anos atrás por pneumonia. Pai falecido por insuficiência cardíaca. Possui histórico familiar de DPOC, problemas cardíacos e hipertensão arterial. Alega que faz 2 refeições diárias (almoço e jantar), devido a falta de apetite, baixa ingestão de legumes e frutas, sua ingestão hídrica é boa ingere em média 2 litros por dia. Refere insônia, dormindo em média 4 horas. Verbaliza ansiedade e insistência em ter alta hospitalar, mesmo mostrando ciência de que seu estado é complicado. Suas eliminações se encontram normalizadas, evacua 1 vez por dia e urina normalmente. Apresenta-se desidratado, emagrecido, dispneico com respiração superficial, fazendo uso de musculatura acessória (tiragem intercostal e batimento de asa de nariz). Paciente no leito, em decúbito dorsal, consciente, sonolento, verbalizando poucas palavras. Pele ressecada, turgor diminuído, couro cabeludo com descamação e ausência de cicatriz. Face simétrica, levemente ressecada. Pupilas isocóricas e fotorreagentes , presença de movimentação dos globos oculares. Pavilhões auditivos simétricos, Narinas íntegras, simétricas, com adequada higienização, mantendo oxigenoterapia cateter tipo óculos e presença de SNE inserida na narina. Mucosa oral íntegra, ressecada, descorada, com higienização insatisfatória, apresentando placas esbranquiçadas na língua e ausência de alguns dentes. Exame físico Mucosa oral íntegra, ressecada, descorada, com higienização insatisfatória, apresentando placas esbranquiçadas na língua e ausência de alguns dentes. Língua saburrosa com higienização insatisfatória, apresentando placas esbranquiçadas. Lábios ressecados com ausência de ulcerações. Região cervical com pele íntegra e sem alteração na coloração; tireóide e gânglios cervicais não palpados e pescoço com movimentação ativa e higienização satisfatória. Expiração prolongada com presença de sibilos difusos e roncos e murmúrios vesiculares diminuídos, tórax simétrico, com pele íntegra, ausência de pêlos e abaulamentos e de cicatrizes, expansibilidade simétrica durante os movimentos respiratórios, apresentando com tosse produtiva e com expectoração. Ausculta cardíaca: bulhas rítmicas, taquicárdicas, normofonéticas, sem sopro. Abdome globoso, simétrico e normotenso, pele íntegra. Exame físico À ausculta, ausência de R.H.A em todos os quadrantes e, à palpação, doloroso em baixo ventre, onde apresenta discreto abaulamento. MMSS com movimentação e força muscular diminuídas,pele íntegra, edemaciado na região cubital do MSD, devido a soroterapia. MMII com movimentação e força diminuídas, apresentando pele íntegra, ressecada, com turgor diminuído, presença de edema, rachaduras na região plantar e unhas não aparadas, amareladas, com boa higienização. Verificação de sinais vitais: PA = 160x100mmHg; FC = 118 bpm; FR = 26 ipm; T = 36,7 o.C. Exame físico Exame de imagem: Radiografia de tórax: sinais de hiperinsuflação pulmonar, sem focos de consolidação (substituição do ar dos alvéolos por líquido, células ou a combinação destes dois); Espirometria. Exames Fisiopatologia Na DPOC, a limitação do fluxo de ar é progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões para as partículas ou gases nocivos. A resposta inflamatória acontece por toda a via aérea. Por causa da inflamação crônica e das tentativas do organismo para repará-las, o estreitamento ocorre nas pequenas vias aéreas periféricas. Com o passar do tempo, esse processo de lesão-e-reparação causa a formação de tecido cicatricial e o estreitamento da luz da via aérea. A obstrução do fluxo de ar também pode ser causada por destruição parenquimosa, conforme é observado com o enfisema, uma doença dos alvéolos. Além da inflamação, os processos relacionados ao desequilíbrios das proteinases e antiproteinases no pulmão podem ser responsáveis pela limitação do fluxo de ar. Quando ativadas pela inflamação crônica, as proteinases e outras substancias podem ser liberadas, lesionando o parênquima do pulmão. Fisiopatologia A bronquite crônica é a inflamação dos brônquios, caminho pelo qual o ar chega até os pulmões, pode ser caracterizada pela presença de tosse produtiva (muco) em vários dias por um período de, no mínimo, 3 meses em 2 anos seguidos. No entanto, devem ser descartadas outras hipóteses diagnósticas para o quadro de tosse na presença de catarro (infecções respiratórias e tumores). Enfisema pulmonar existe quando parte dos alvéolos pulmonares são destruídos e outra parte tem seu funcionamento prejudicado afetando a troca gasosa. Ocorre destruição de forma progressiva dos sacos aéreos e dos tecidos que estão ao seu redor. Com o desenvolvimento da doença, são gerados cistos de ar que substituem o tecido pulmonar fazendo com que o ar fique retido nos pulmões pela ausência de tecido conjuntivo levando à diminuição da oxigenação. Enfisema Fisiopatologia A bronquite crônica descreve as características clínicas da doença, ao passo que a enfisema pulmonar descreve as características estruturais da enfermidade, se mostrando em graus diversos em diferentes pacientes e não definindo a doença com relação ao seu aspecto mais importante, e que traz o maior impacto na morbimortalidade, que é a obstrução do fluxo aéreo. Inicialmente, a sintomatologia da doença não é constante e normalmente é de menor intensidade e se torna mais intensa e frequente com o progresso da doença, principalmente em períodos frios, momento em que os sintomas são mais evidentes. Manifestações Clinicas Três sintomas principais: tosse crônica, produção de escarro e dispnéia de esforços. No começo da evolução do processo patológico, as pessoas com DPOC geralmente são afetadaspela dispnéia apenas durante o exercício vigoroso, quando as exigências sobre os pulmões são maiores. Ao longo dos anos, a dispnéia tende a ficar progressivamente pior, ocorrendo durante atividades mais leves e cotidianas, como o trabalho doméstico. Nos estágios avançados da DPOC, a dispnéia pode se tornar tão grave que ocorre durante o repouso e está constantemente presente. Outros sintomas da DPOC são uma persistente tosse, escarro ou produção de muco, chiado, aperto no peito e cansaço. Manifestações Clinicas Pessoas com DPOC avançada (muito grave) às vezes desenvolvem insuficiência respiratória. Quando isto acontece, existe a presença de cianose. Um excesso de dióxido de carbono no sangue pode causar dores de cabeça, sonolência ou espasmos musculares. Uma complicação da DPOC avançada é o cor pulmonale, a pressão sobre o coração devido ao trabalho extra que ele exige para bombear o sangue através dos pulmões afetados. Os sintomas de cor pulmonale são edemas periféricos (evidenciado pelo inchaço dos tornozelos) e dispnéia. Há alguns sinais de DPOC que um profissional de saúde pode detectar, muito embora eles possam ser vistos também em outras doenças. Todavia, algumas pessoas tem DPOC e não apresentam nenhum desses sinais. Diagnósticos Padrão respiratório ineficaz, relacionado a fadiga da musculatura respiratória caracterizado por dispnéia. (00032) NOC: melhorar padrão respiratório do paciente. NIC: avaliar o padrão respiratório, uso de musculatura acessória, presença de cianose, dispneia, tosse, secreções. Realizar ausculta pulmonar e cardíaca a cada 2 horas. Avaliar a frequência cardíaca e dilatação de veias do pescoço. Avaliar a presença de febre, aparência das secreções, local de inserção de drenos e cateteres se houver. Avaliar a capacidade de realizar atividades no leito, que não sejam de intensidade e sim de repetição usando pouca força. Avaliar resultados de gasometria arterial e monitorar a saturação de oxigênio por meio de oxímetro de pulso. Avaliar padrão de sono e respiração durante o sono – verificar ocorrência de apneia do sono. Monitorar presença de arritmias devido à hipoxemia e hipóxia. Avaliar sinais de disfunção ventricular direita, por exemplo, pressão venosa central aumentada, edema periférico, distensão das veias do pescoço. Fornecer oxigênio suplementar conforme prescrição. Administrar terapia medicamentosa, corticóides, broncodilatadores e antibióticos quando necessário conforme prescrição médica. Encorajar o paciente a tossir e respirar profundamente a cada 2 ou 4 horas Estabelecer programa de atividades, quando possível Monitorar a resposta à atividade. Desobstrução ineficaz de vias aéreas, relacionado a doença pulmonar obstrutiva crônica caracterizado por tosse ineficaz. (00031) NOC: diminuir a tosse produtiva, melhorando o desconforto do paciente. NIC: Avaliar o padrão respiratório, sinais de hipoxemia e ausculta pulmonar diariamente e anotar no prontuário, comunicando a equipe médica. Indicar e discutir com fisioterapeuta e equipe, fisioterapia torácica, tosse assistida e fisioterapia motora Realizar aspiração da secreção sempre que necessário Instruir a pessoa sobre o método apropriado de tosse controlada Aumentar a ingesta hídrica através da oferta de líquidos com maior freqüência e em maior quantidade. Manutenção de posição semi-fowler Manter a umidade adequada do ar inspirado, através do nível correto de água no umidificador. Trocar o material da oxigenoterapia periodicamente, conforme protocolo da instituição. Promover, discutindo com o médico a vaporização, pois o vapor provoca deslocamento das secreções espessas e diminui a irritação das membranas. Monitorizar o paciente quanto à tosse e produção de escarro, roncos pulmonares após finalização de fisioterapia torácica. Realizar nebulizações conforme prescrição, estando atento aos efeitos adversos dos broncodilatadores, como taquicardia e taquipnéia. Fadiga, relacionada a condição fisiológica caracterizado por capacidade prejudicada para manter as rotinas habituais. (00093) NOC: promover uma melhora no quadro de cansaço do cliente. NIC: Avaliar o grau de fadiga, letargia e indisposição diariamente. Administrar vitaminas suplementares,conforme prescrição médica , para ajudar a dar mais força e energia Ajudar nas atividades e higiene toda vez que impossibilitado. Encorajar repouso para recuperação de energia ou quando ocorre alguma dor ou desconforto. Estimular a saída diária no mínimo 3 vezes ao dia e ajudar tirando o paciente do leito e colocando na cadeira. Nutrição desequilibrada menor do que as necessidades corporais relacionado a fatores biológicos caracterizado por ingestão de alimentos menor que a PDR (poção diária recomendada). (00002) NOC: o indivíduo deverá ingerir a exigência nutricional diária, de acordo com seu nível de atividade e necessidades metabólicas. NIC: Determinar as exigências calóricas diárias realistas e adequadas. Consultar o nutricionista, para emplementar uma alimentação adequada. Pesar diariamente; monitorar os resultados laboratoriais. Explicar a importância da nutrição adequada. Negociar com o paciente as metas de ingesta em cada refeição e nos lanches. Ensinar a pessoa a usar temperos para ajudar a melhorar o sabor e o aroma dos alimentos (suco de limão, menta, cravos, manjericão, canela, salsa, bacon). Encorajar o indivíduo a comer com os outros (refeições servidas na sala de jantar ou em área comum e em locais de encontro, como o centro comunitário). Planejar o atendimento de forma que os procedimentos desagradáveis ou dolorosos não ocorram antes das refeições. Mucosa oral prejudicada relacionado a respiração pela boca caracterizado por manchas brancas na boca. (00045) NOC:manter uma adequada higiene oral, evitando o ressecamento labial, lesões, sangramento e promover hidratação da mucosa. NIC:promover a limpeza da cavidade oral, próteses e língua com antisséptico bucal ou escova de dentes e hidratando a boca a cada 2 horas com água; Observar qualquer alteração na mucosa oral (inflamação, feridas e infecção), anotar em prontuário e comunicar o médico. Fornecer higiene oral adequada com uso de anti-séptico, 3 x/dia e sempre que necessário; Hidratar lábios com vaselina ou manteiga de cacau 3x/dia. Aumentar ingesta hídrica, conversando com nutricionista e avaliando diariamente condições de hidratação da pele e mucosas do paciente, anotando dados em prontuário; Fazer uso de hidratante labial; Molhar gases em água ou soro fisiológico e passar nos lábios freqüentemente Ensinar o paciente a respirar corretamente, com auxílio da fisioterapia; Investigar causa da respiração bucal e incentivar respiração nasal, desobstruindo narinas com SF 0,9% 3 vezes ao dia; Promover posição de conforto respiratório, para o paciente. Dentição prejudicada relacionado a higiene oral inadequada caracterizado por ausência de dentes. (00048) NOC: minimizar os problemas conseqüentes da falta de dentição. NIC: promover higienização da cavidade oral no mínimo 3 X/ dia; ensinado e explicando o paciente a importância desse processo; Promover limpeza dos dentes ainda existentes. Trocar sonda periodicamente conforme normas da CCIH, da instituição; Cuidados na passagem da SNE, verificar sua localização e se o posicionamento não se alterou desde que foi instalado. Lavagem da SNE após a dieta para evitar obstrução da sonda; Aplicar hidratante nos lábios, removendo delicadamente as crostas; Manter o paciente em posição decúbito lateral, se não houver contra-indicação; Lavar as mãos antes e depois dos procedimentos para evitar o risco de infecção cruzada, obedecendo às técnicas assépticas; Manter a cabeceira da cama elevada, se não houver contra-indicação por hipertensão ou lesão; Manter boa higieneoral, escovar os dentes e usar líquido desinfetante com gaze; Investigar a posição da língua, assegurando que não caia para trás, ocluindo a via aérea; Limpar as secreções da boca e da garganta com lenço ou sucção delicada; Integridade da pele prejudicada relacionado a alterações no turgor da pele caracterizado por alteração na integridade da pele. (00046) NOC: promover e manter integridade da pele. NIC: identificar os fatores de risco e tentar reduzi-los ou eliminá-los; Aplicar hidratante, óleo ou vaselina 3X ao dia, em superfície corporal; Mudar decúbito 2/2horas diminuindo o risco de lesões, quando paciente estiver impossibilitado. Secar adequadamente a pele após banho, evitando fricção; Preferir banho de chuveiro; Consultar com nutricionista o aumento da ingesta hídrica, proteínas, carboidratos e vitaminas; Realizar balanço hídrico; Avaliar as condições da pele e mucosas diariamente e anotar no prontuário, comunicando ao médico. Monitorar urina. Considerar as perdas adicionais de líquidos associados a vômitos, diarréia e febre, evitando a desidratação; Oxigenioterapia: pode ser administrada como terapia contínua a longo prazo, durante o exercício ou para evitar dispnéia aguda. A oxigenação suplementar demonstrou a longo prazo uma melhora na qualidade de vida, tem um efeito benéfico e brando sobre a pressão arterial pulmonar e diminui a dispnéia. Para pacientes com hipoxemia induzida pelo exercícios, a suplementação de oxigênio durante o exercício pode melhorar o desempenho. Terapia farmacológica Broncodilatadores: os broncodilatadores aliviam o broncoespasmo e reduzem a obstrução da via aérea facilitando o aumento da distribuição de oxigênio por todo o campo pulmonar e melhorando a ventilação alveolar. Esses medicamentos, que são centrais ao tratamento da DPOC são liberados através de um inalador com dose metrificada ou outro tipo de inalador, por nebulização ou por via oral na forma de comprimido líquido. Terapia farmacológica Corticoesteróides: os corticóides inalatórios e sistêmicos também podem ser usados na DPOC, mas são empregados com maior frequência na asma. Podem melhorar os sintomas, mas não lentificam o declínio da função pulmonar. Terapia farmacológica Bulectomia: A bulectomia é uma opção cirúrgica para alguns pacientes com enfisema bolhoso. As bolhas são espaços aéreos aumentados que não contribuem para a ventilação, mas ocupam espaço no tórax. Essas bolhas muitas vezes comprimem as áreas do pulmão que não apresentam troca gasosa adequada. Pode ajudar a reduzir a dispnéia e melhorar a função das áreas do pulmão que não apresentam a troca gasosa adequada. Ela pode ser realizada por meios toracoscópicos ou através de uma incisão de toracotomia limitada. Tratamento cirúrgico Cirurgia de redução de volume pulmonar: A cirurgia proporciona melhora significativa nos parâmetros ventilatórios, no alívio da dispnéia e na capacidade de recolhimento elástico pulmonar. Ela pode ser realizada por toracotomia, esternotomia ou, mais recentemente, com o auxílio da videotoracoscopia. A técnica consiste na ressecção de 20% a 30% de parênquima pulmonar difusamente comprometido em cada pulmão, com uso de sutura mecânica revestida por fitas de pericárdio bovino. Há também o transplante de pulmão. Tratamento cirúrgico Conclusão As patologias pulmonares são responsáveis por uma alta taxa de morbi-mortalidade. Dentre elas têm-se a DPOC e a pneumonia que pode causar vários sinais e sintomas levando os efeitos deletérios na função da bomba torácica. Pacientes apresentando sinais de insuficiência respiratória aguda são potenciais candidatos a serem submetidos à ventilação mecânica invasiva ou não invasiva, dependendo do quadro dos mesmos. Os dois tipos de suporte ventilatórios apresentam vantagens e desvantagens. Portanto, para sua instituição a equipe multiprofissional, deve ser bem treinada a fim de que a causa da descompensação respiratória seja revertida e conseqüentemente tenha-se uma melhora na função respiratória, sendo reduzidos complicações pulmonares e conseqüentemente custos hospitalares.