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à ÍINTRODUÇÃO A POLÍMEROS Prof. Felipe Fortes de Lima UFRJUFRJ TÉCNICAS DE POLIMERIZAÇÃOTÉCNICAS DE POLIMERIZAÇÃO MMP240 ‐ Introdução à polímeros ‐ Prof. Felipe Lima POLIMERIZAÇÃO EMMASSAPOLIMERIZAÇÃO EM MASSA Componentes reacionaisComponentes reacionais ?Monômero(s) ?Sistema iniciador e/ou catalisador (solúvel no monômero)?Sistema iniciador e/ou catalisador (solúvel no monômero) ?Agente de transferência de cadeia (opcional) Polimerização pode Polimerização pode ocorrer em meio ?Sólido í d ç p ocorrer em meio ?Homogêneo (Ex.: PS ?Líquido ou ?Gasoso g ( e PMMA) ?Heterogêneo (PEAD) MMP240 ‐ Introdução à polímeros ‐ Prof. Felipe Lima g ( ) POLIMERIZAÇÃO EMMASSAPOLIMERIZAÇÃO EM MASSA Vantagens: ?Possibilidade de obter polímeros altamente puros ?Sistema com o melhor rendimento possível ?Sistema ideal para determinados tipos de polimerização (reticulação) Si li id d?Simplicidade ?Obtenção de peças moldadas diretamente com excelentes qualidades ópticasexcelentes qualidades ópticas POLIMERIZAÇÃO EMMASSAPOLIMERIZAÇÃO EM MASSA Desvantagens: ?Difícil controle da reação (temperatura) ?Quando sob controle, a reação é tão lenta que torna economicamente inviável ?Dificuldade para remover completamente os resíduos do treator ?Dificuldade para remover os vestígios de monômero e iniciador do polímeroiniciador do polímero ?Larga distribuição de massa molar POLIMERIZAÇÃO EMMASSAPOLIMERIZAÇÃO EM MASSA AUTOACELERAÇÃO OU EFEITO GEL EFEITO TROMMSDORFF OU EFEITO NORRISH‐SMITHEFEITO TROMMSDORFF OU EFEITO NORRISH SMITH Metacrilato de metila/peróxido de benzoíla em várias concentrações de benzeno (solvente inerte)( ) Problema relacionado: efeito gel POLIMERIZAÇÃO EMMASSAPOLIMERIZAÇÃO EM MASSA AUTOACELERAÇÃO OU EFEITO GEL EFEITO TROMMSDORFF OU EFEITO NORRISH‐SMITHEFEITO TROMMSDORFF OU EFEITO NORRISH SMITH O aumento acentuado da viscosidade leva ao decréscimo da velocidade de terminação (o radical polimérico não consegue seç ( p g difundir no meio, diminuindo a probabilidade de dois radicais poliméricos se aproximarem para ocorrer a terminação). Contudo, a molécula de monômero se difunde mais facilmente para o radical polimérico e a propagação continua. POLIMERIZAÇÃO EMMASSAPOLIMERIZAÇÃO EM MASSA POLIMERIZAÇÃO EM FASE GASOSAPOLIMERIZAÇÃO EM FASE GASOSA Quando o monômero é gasoso Meio heterogêneo Vantagens: ?Reações instantâneas í Ex.: PEAD e PP com sistemas catalíticos ?Polímero de alta massa molar ?Polímero pronto para ser comercializado Ziegler‐Natta Desvantagens: ?Monômero adequado ?Restrição ao par ç p monômero/catalisador ?Alto custo POLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃO Componentes reacionais Ex: Etileno, acetato de ?Monômero(s) solúveis ?Sistema iniciador e/ou catalisador , vinila, acrilonitrila e ésteres do ácido acrílico ?Solvente Polimerização pode ocorrer em meio ?AquosoAquoso ?Orgânico Ex: PSi, HIPS, ABS, SAN e SBR. POLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃO Vantagens: ?Transferência de calor e controle são mais fáceis que no?Transferência de calor e controle são mais fáceis que no polimerização em massa ?Facilidade de purificação do polímero ?Facilidade de projeção de reatores e processos porque as polimerizações se ajustam melhor a teoria cinética ?Obtenção do produto desejada já no reator em algumas aplicações (laca, por exemplo)p ç ( , p p ) POLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃO Desvantagens:Desvantagens: ?Velocidade e tamanho médio das cadeias dependem da concentração de monômero ?Uso de solventes que podem ser caros inflamáveis e/ou tóxicos?Uso de solventes que podem ser caros, inflamáveis e/ou tóxicos ?Tecnologia adicional para separação e recuperação do polímeroTecnologia adicional para separação e recuperação do polímero ?Necessita de remoção e recuperação de solventes e não‐ solventes ?Transferência de cadeia para o solvente?Transferência de cadeia para o solvente POLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃO POLIMERIZAÇÃO EM LAMA Meio heterogêneoPOLIMERIZAÇÃO EM LAMA Quando o polímero produzido é insolúvel no meio e o e e ogê eo Vantagens: ?Meio reacional pouco viscoso Ex.: PEAD e PANp ?Facilidade de homogeneização ?Facilidade de separação do polímero Desvantagens: ?Depende do par monômero/solvente ?Dificuldade de remoção do catalisador e do?Dificuldade de remoção do catalisador e do solvente residuais ?Polimerização pipoca (“popcorn”)ç p p ( p p ) POLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SOLUÇÃO POLIMERIZAÇÃO INTERFACIAL Meio heterogêneoPOLIMERIZAÇÃO INTERFACIAL Polímero é produzido na interface de dois líquidos imiscíveis Meio heterogêneo Vantagens: ?Reações instantâneas Ex.: PC, PAN ç ?Possibilidade de obtenção de filamentos Desvantagens:Desvantagens: ?Comonômeros muito reativos ?Dificuldade de purificação do Ver filmep ç polímero POLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃO (Polimerização de contas, de pérolas ou granular) Componentes reacionais Meio heterogêneo ?Monômero(s) ?Sistema iniciador e/ou catalisador organossolúvel ?Solvente (água) – meio dispersante ?Espessante Ex.: PS e PVC POLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃO 0,01 – 0,4 cm •Velocidade da agitação i ã d d ã•Tipo e concentração de agente de suspensão POLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃO M i diM i di l ili á iMeio dispersante Meio dispersante – normalmente, utiliza‐se água como meio dispersante, podendo‐se citar como vantagens a sua alta tensão superficial insolubilização da maioria dos monômeros (e polímeros)superficial, insolubilização da maioria dos monômeros (e polímeros), baixo custo e toxidez, além da facilidade na transferência de calor. Dispersão Dispersão – a dispersão é mantida por agitação mecânica e a adição de estabilizantes. Para manter as gostas de monômero dispersas, it l ê i l ã f é difi d levitar a coalescência e aglomeração, a fase aquosa é modificada pela adição de agentes de suspensão. Estes estbilizantes podem ser colóides protetores formados a partir de polímeros orgânicoscolóides protetores formados a partir de polímeros orgânicos hidrofílicos (gelatina, metil celulose, poli(álcool vinílico), poliacrilamida, amido etc), agentes tensoativos ou compostos inorgânicos hidrofóbicos (caolim, silicatos de magnésio e hidróxido de alumínio). POLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃO IniciadorIniciador – os iniciadores usados são solúveis nas gotas de monômero. Tais iniciadores são denominados – iniciadores solúveis em óleo Os iniciadores da polimerização em suspensão sãoem óleo. Os iniciadores da polimerização em suspensão são peróxidos orgânicos ou compostos azo. A quantidade de iniciador influencia tanto na velocidade de polimerização como na massap ç molar do produto. POLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃO Este processo é utilizado comercialmente na preparação de polímeros como ésteres acrílicos e metacrílicos, estireno e divinilbenzeno, acetato de vinila, cloreto de vinila e vinilideno, tetrafluoretileno e clorotrifluoretileno, bem como os copolímeros d i d N ífi d t il t d tilderivados. No caso específico do metacrilato de metila,a polimerização em suspensão produz PMA na forma de minúsculas pérolas, as quais são principalmente usadas como pó de moldagem epérolas, as quais são principalmente usadas como pó de moldagem e resinas de troca iônica. Polímeros de metacrilato de metila preparados por suspensão, copolimerizados com um monômero funcional ácido ou amina, e com um di ou trivinil para reticulação, são usados como resinas de troca iônica. POLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM SUSPENSÃO Vantagens: ?Água como meio dispersanteÁgua como meio dispersante?Polímero de alta massa molar ?Facilidade de separação do polímero ?Utilização direta das pérolas de polímero em equipamento de moldagem Desvantagens: ?Necessidade de agitação contínua, regular e vigorosaNecessidade de agitação contínua, regular e vigorosa ?Dificuldade de remoção do monômero e do espessante residuais POLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃO Componentes reacionais ?Monômero(s) solúveis ?Sistema iniciador e/ou catalisador hidrossolúvel ?Solvente (água) ?Emulsificante Principal iniciadorPrincipal iniciador S2O82‐ +Fe 2+ ? Fe3+ + SO42‐ + SO4‐• POLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃO POLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃO a) Polimerização – estágio I: logo após a iniciação b) P li i ã tá i II t d i l ô ãb) Polimerização – estágio II: todas as micelas sem monômeros são consumidas c) Polimerização – estágio III: desaparecimento das gotículas de monômero) ç g p g d) Término da polimerização POLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃOPOLIMERIZAÇÃO EM EMULSÃO P li i ã d t d i lPolimerização ocorre dentro de micelas V Meio heterogêneo Vantagens: ?Água como meio dispersante ?Facilidade de homogeneização Ex.: PVC; Copolímeros a base de ésteres acrílicos que variam desde g ç ?Agitação moderada ?Polímeros de alta massa molar ?Poucas reações laterais componentes de tintas para exteriores até adesivos; Poli(acetato de vinila) e seus copolímeros usados ?Poucas reações laterais Desvantagens: ?Necessidade de iniciador hidrossolúvel como adesivos para papel e tintas. ?Necessidade de coagulante para precipitar o polímero ?Dificuldade de purificação do polímero?Dificuldade de purificação do polímero