Princípio da ação (demanda ou inércia) e Princípio do impulso oficial - Resumo
1 pág.

Princípio da ação (demanda ou inércia) e Princípio do impulso oficial - Resumo

Pré-visualização1 página
1
Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA AÇÃO E DO IMPULSO
OFICIAL
O princípio d a ação representa a atrib uição de dar i nício ao exercício d a função
jurisdiciona l, tendo em vista que a jurisdi ção é inert e e só at ua se provoc ada. O me io
de provocá-la é a ação, mediante a qual se requ er a tutela j urisdicional .
É pacificamente reconhecido pela d outrina e jurisprudê ncia e es tá posit ivado
no artigo 2º, do CPC. Há ress alvas a esse princ ípio como a execução trabal hista e a
decretação de falência de empresa em recupe ração judicial, casos em que as med idas
podem ser t omadas de ofi cio pelo juiz.
Como exemplo da atuaç ão ex officio do juiz, temos os seguintes artigos no CPC:
artigos 536 e 538; art igo 953, I e artigo 977, I.
Uma vez peti cionada a ação, o proces so segue p or impulso oficial,
independent e da vontad e das partes, não devendo o juiz quest ioná-las sobre o que
fazer. Apres entada a petição ini cial em juízo, cab e ao mag istrado dar continuidad e
aos atos pr ocedimentais até a solu ção definit iva do lit igio. A res salva está no art . 10,
do CPC que det ermina que n as matérias d e ordem p ública, o m agistrado de ve
oportunizar o contrad itório às p artes. De sse mod o, mesmo nas matér ias que p odem
ser conheci das de oficio, a decisão est á condicionada a prévia ma nifestação d as
partes.
Portanto, o juiz não instaura p rocesso de oficio, v ia de re gra, mas, em certos
casos, pode ag ir de ofici o desde que ouça as p artes.