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Arborização Urbana
Paisagismo II
Prof.: Isabel Trece
Tipos de Copas
e Porte
Árvore de Copa 
Horizontal
Tipos de Copas e Porte
Árvore de Copa Vertical
Tipos de Copas e Porte
Tipos de Copas e Porte
Tipos de Copas e Porte
Tipos de Raízes
Superficial
Pivotante
Tronco
Tronco
Fuste
Condicionantes para Arborização
• Forma dos lotes;
• Dimensões das glebas;
• Taxa de ocupação máxima;
• Recuos mínimos;
• Índices máximos de aproveitamento;
• Porcentagens de áreas permeáveis; e,
• Áreas ajardinadas obrigatórias.
Condicionantes para Arborização
• Largura dos Passeios;
• Largura dos Canteiros;
• Inexistência de Fiação aérea;
• Largura das ruas;
• Dimensões de Rotatória.
Condicionantes para Arborização
Distribuição e freqüência de:
• Praças;
• Áreas verdes;
• Áreas de proteção permanentes;
• Áreas não edificantes;
• Parques.
Condicionantes para Arborização
Localização de:
• Clubes;
• Áreas institucionais;
• Áreas militares;
• Áreas verdes nos condomínios;
• Loteamento Residenciais;
Critérios para Localização
• Recintos;
• Edificação;
• Infraestrutura;
• Trânsito;
• Iluminação.
Recintos
• De circulação: destinados a trânsito de
veículos, pedestres ou de ambos,
incluindo faixas de rolamento, canteiros
centrais, ilhas variadas e calçadas;
• De permanência: preferencialmente
usados por pedestres tais como praças,
lagos e parques.
Recintos
Diferenciar a função para o projeto:
• Comerciais;
• Residenciais;
• Industriais.
Recintos
Em todos os casos, a escolha da
localização das árvores deve priorizar os
usuários:
• Facilidade de movimentação, evitando a
criação de barreiras ou obstáculos;
• Acessibilidade aos recintos;
• Conforto e segurança tanto para o trânsito
como para a permanência.
Edificações
Podem ser prejudicadas pela
proximidade da vegetação, como por
exemplo:
• Folhas e galhos obstruem canalizações;
• Raízes que penetram nas fundações;
• Sombra no coletor solar.
Infraestrutura
Aérea: Arvores e Fios;
Solução: Implantação de Cabos
protegidos, que são resistentes e/ou
podas adequadas.
Subterrânea: Pavimentação/Canalizações;
Solução: Cuidados com a escolha 
da vegetação.
Trânsito e Iluminação
Obstruções da iluminação e visibilidade.
Indicações
• Sistema Radicular: profundo, pivotante e
não volumoso;
• Fuste ou Tronco: reto, delgado,
resistente, sem espinhos agressivos e
com 2,50 m de altura no início da copa;
Indicações
• Folhas: Deve-se considerar o tipo de
folhagem, caduca ou perene; e sua cor,
brilho e textura;
• Flores: cor, período de floração e
limpeza;
• Frutos: forma, cor, tamanho dos frutos e
época de frutificação.
Plantio
• Época adequada: inicio do período de chuvas;
• Tamanho das mudas: 1,80 a 2,00 m, sem 
ramos até 1,80 m;
• Tamanho das covas: segundo a espécie:
Plantio
• Complementação do enchimento da cova: 
1/3 de terra argilosa + 1/3 de terra arenosa + 1/3 
de adubo (ex.: esterco de curral curtido);
• Apoio: estaca de madeira ou bambu, com 1 
metro de engastamento no solo e a 2 m de 
altura;
• Amarração: sisal, corda, palha de milho, 
mangueira de borracha.
Posicionamentos
Copas Distantes umas das Outras
Posicionamentos
Copas Tocando-se
Posicionamentos
Copas Entrecruzando-se
Posicionamentos
Mesclando as três opções
Criação de Efeitos
Fundo infinito e proximidade das árvores
Criação de Efeitos
Fundo infinito e bloqueio visual
Criação de Efeitos
Fundo infinito e bloqueio visual
Criação de Efeitos
Fundo infinito
Criação de Efeitos
Associação de espécies verticais: sem resultado
Corredores Verdes
Árvores verticais: 
diluem a massa construída de edifícios
Corredores Verdes
Árvores horizontais: 
humanizam a escala das ruas
Marcos Verticais
Palmeiras
Definem a paisagem sem bloqueá-la
Marcos Verticais
Palmeiras
Colunatas: recurso para destacar um ponto focal
Marcos Verticais
Bambus: Paredes Verdes
Marcos Verticais
Chorão: Cabeleira Gigante
Marcos Verticais
Pinheiros: 
Desenho Tubular
Marcos Verticais
Bananeiras: 
Perfeito Leque
Manutenção
• Limpeza: Remoção dos galhos secos;
• Eliminação de ervas daninhas: principalmente
no inicio, logo após o plantio, enquanto a
vegetação não se desenvolveu;
• Irrigação quando necessária;
• Controle de pragas e doenças;
• Podas programadas e eventuais.
Podas
• Poda de Formação:
corte dos ramos
laterais, até a altura de
2m;
• Elevação da Copa:
retirada de ramos mais
baixos do tronco;
Podas
• Clarificação da folhagem: retirada de ramos mais
baixos do tronco e parte dos ramos secundários,
procurando sempre manter a forma da folhagem e
a igual distribuição dos ramos;
Podas
• Redução da copa: eliminação da parte dos
ramos para diminuir o tamanho total da copa,
procurando conservar sua forma e proporções
naturais;
Podas
• Poda de condução: feita para modificar o
formato da copa em vista de livrar as fiações
aéreas e deve ser evitado;
• Poda corretiva: abertura de espaço para
passagem dos fios encapados;
• Poda de limpeza ou manutenção: retirada de
galhos doentes ou mortos para o controle de
plantas parasitas;
Podas
Contra indicações:
A redução da copa diminui o metabolismo
essencial da folhagem nela, altera sua forma, e
conseqüentemente, a sua sombra.
Deve-se evitar podas grandes e fora do período
adequado, pois tendem a enfraquecer a
vegetação.
Podas
Tratamento pós-poda:
Tratar o local do corte com substancias que
impeçam a ação de organismos nocivos (pragas
e fungos).
Substâncias mais utilizadas: calda bordalesa,
sulfato de cloro dissolvido em água, mastique
(resina de aroeira), cera de enxerto, pasta
fungicidas, parafina, pintura a óleo, cupravit
verde ou azul e igol2.
Podas
Tratamento pós-poda:
Substâncias como alcatrão ou pinche são
corrosivas e não devem ser usadas
Podas
Que árvores podar:
Com copa globosas ou umbeliforme
Não podar: árvores com formato colunar,
piramidal, fusiforme ou cônico.
Podas
Época ideal para poda:
• Árvores Ornamentais: qualquer época do ano,
se for um procedimento de correção;
• Em época de repouso vegetativo, como no
caso das caducifólias;
• Plantas de folhas perenes e frutíferas: no
término da frutificação ao surgimento de novos
brotos.
Podas
Época ideal para poda:
• Árvores Ornamentais: qualquer época do ano,
se for um procedimento de correção;
• Em época de repouso vegetativo, como no
caso das caducifólias;
• Plantas de folhas perenes e frutíferas: no
término da frutificação ao surgimento de novos
brotos.

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