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MORFOLOGIA DA CÉLUALA TUMORAL: EXAME DE COLPOCITOLOGIA ONCÓTICA Célula tumoral: -Numero de divisão celular -Grau de diferenciação: tamanho celular (pleomorfismo); relação núcleo citoplasma (cariomegalia); coloração do núcleo (hipercromasia); quantidade de nucléolos; citoesqueleto (aumento de microfilamentos e microtúbulos) -Metabolismo celular Colpocitologia oncótica -o exame consiste no estudo das células do cérvix (ou colo uterino, onde localizam-se glândulas chamadas criptas do colo, responsáveis pela produção do muco cervical). -também colhem-se células da vagina -avalia: células alteradas com inflamação , displasia (uma desorganização celular) ou neoplasia (nova formação celular anormal e aberrante) -aumenta chances de cura de Ca de colo do útero -recomendações: rastreamento do câncer do colo do útero e suas lesões precursoras pelo exame citopatológico; intervalo entre os exames de três anos após dois exames negativos com intervalo anual; início aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual, devendo seguir até os 64 anos; após essa idade, interromper nas mulheres que tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos *mulheres com mais de 64 anos e que nunca fizeram o exame, devem realizar dois exames com intervalo de um a três anos; ambos forem negativos = interromper -coleta de material biológico: profissional da área da saúde, desde a orientação e preparo da paciente para o exame até o preparo da sala de exames e nos cuidados para o correto acondicionamento e transporte desse material biológico -problemas com a coleta: falta de conhecimento Epitélio vulvar: malpighiano pavimentoso estratificado queratinizado - característico dos grandes lábios da vulva Epitélio vaginal: malpighiano pavimentoso estratificado não queratinizado; epitélio estratificado com camada basal, e células superficiais picnóticas; -característico dos pequenos lábios da vulva, vagina e ectocérvice * antes da menarca e na menopausa: epitélio atrófico Epitélio Malphigiano -4 camadas celulares: Superficial, Intermediária, Parabasal e Basal ou Germinativa. -as Células das Camadas Superficial e Intermediária se descamam e não se multiplicam (não há mitose). -células da Parabasal e Basal se multiplicam. -À medida que as células se afastam da Membrana Basal: citoplasmas aumentam e núcleos diminuem CAMADA SUPERFICIAL -células grandes, poligonais, maduras; -se descamam e não se multiplicam -núcleos picnóticos (núcleos puntiformes, muito corados, onde não se consegue identificar cromatinas); -Citoplasma amplo com pouco Glicogênio; -Relação Núcleo/Citoplasma reduzida CAMADA INTERMEDIÁRIA: -células menores que as superficiais, poligonais -se descamam facilmente; -núcleos com Cromatina Sexual; -citoplasma rico em Glicogênio (daí o termo “Citoplasma Claro”) -Não há mitose -relação N/C é reduzida. CAMADA PARABASAL - células maiores que as Basais, porém com núcleos menores (são 3-4 vezes maiores que os neutrófilos) -fazem mitoses; -comuns nos esfregaços hipoestrogênicos. -relação N/C é menor que na Camada Basal CAMADA BASAL OU GERMINATIVA: -células pequenas, arredondadas, com cariomegalia e estruturas de cromatina em seus interiores; -Pouco citoplasma; -Algumas células estão em mitose; -Nucléolo presente; -comuns nos esfregaços hipoestrogênicos; -aderida à MB e ao Estroma subjacente. -colunar simples JEC (junção escamo celular) -Na união dos dois epitélios temos uma área metaplásica com tendência a se alterar com muita facilidade -Camada Ectocervical: mucosa malpighiana ou vaginal -Camada Endocervical: epitélio endocervical, células com formato cilíndrico, que compõem o canal interno do colo do útero Seta = JEC NIC 2 NIC3 Quadro -diagnóstico das anormalidades do colo e vagina, incluindo as infecções genitais e alterações relacionadas ao câncer -classificação de seus resultados se dá conforme as células encontradas: -Classe I: Normal; células bem formadas; ausência de sinais infecciosos e inflamatórios. -Classe II: Inflamatório, secundário a agentes infecciosos inespecíficos, ou específicos como, por exemplo, tricomonas, candíase, gardnerela e associações como nas infecções bacterianas mistas. -Classe III: Alterações secundárias a infecção por vírus e/ou lesões precursoras do câncer. -Classe IV: Câncer em fase inicial. -Classe V: Câncer em fase avançada *os resultados do Papanicolau não são mais fornecidos baseados na classes I, II, III, IV e V. *antes de tornar-se câncer, as células do colo do útero sofrem alterações durantes um longo período, chamado neoplasia intraepitelial cervical (NIC): é classificada em NIC I, II e III, conforme o grau de alterações encontradas nas células do colo do útero e orienta o tratamento, sendo muitas vezes, necessário somente o acompanhamento do problema com exames periódicos. Coilocitose: Halos Claros nítidos peribucleares, com condensação do citoplasma ao redor (patognomônico) Disquerotose/Paraquetose: acúmulo de queratina Binucleação Núcleos atípicos hipercorados com alteração de contorno, espessamento da membrana nuclear e presença de nucléolos Imagem acima: NIC 1 displasia discreta -atipia nuclear discreta, aumento nuclear hipercromados, contorno irregular -acometimento principal das células superficiais e intermediárias altas Imagem acima: NIC 2 displasia moderada -núcleos atípicos e células parabasais Imagem acima: NIC 3 displasia acentuada -núcleos atípicos: grandes, hipercromasia, presença de nucléolos -características de células basais Imagem acima: NIC 3 carcinoma in situ -células com características basais -núcleos atípicos LINFOMAS O que são linfomas? -neoplasias primárias do tecido linfoide -os linfomas dividem-se em duas grandes categorias: linfomas de Hodgkin (LH) e linfomas não Hodgkin (LNH) Quanto as linfomas de Hodgkin (LH) e não Hodgkin (LNH): Como é realizado o diagnóstico laboratorial – quais exames são realizados, qual o objetivos dos exames e o que você espera encontrar nos resultados que indiquem linfoma de Hodgkin e não Hodgkin. EXAMES OBJETIVO RESULTADOS LH 1-biópsia excisional (indicações: tamanho maior que 2 cm [ou volume maior que 1,5cm]; persistência por mais de 4 semanas; crescimento progressivo; aderência a planos profundo) 2-imuno-fenotipagem 1-células de Reed-Sternberg (patognomônico) 2-positivo para CD30, CD15 e BSAP LNH -biópsia excisional para o diagnóstico inicial -hemograma completo; testes de função hepática e renal; lactato dcsidrogenase sérica (LDH); avaliação do estadiamento, para estimar o prognóstico e a determinação do tratamento *marcadores universais dos linfócitos B (CD 19, CD20, CD79) LH: -presença de células gigantes neoplásicas denominadas células de Reed-Sternberg (patognomônico), clone neoplásico de LB: células grandes com citoplasma abundante, núcleo bilobulado, nucléolos proeminentes e eosinofílicos, sempre acompanhadas por “pano de fundo” -pode ter presença de células de Hodgkin ou não: núcleo com nucléolo proeminente igual ao das células de ReedSternberg, mas as células são mononucleadas -células inflamatórias (pano de fundo) resposta imune reativa *-pico de incidência: entre 20-30 e entre 50-60 anos -adenomegalia, princ/ cervical e supraclavicular - perda de arquitetura (fibrose, necrose) Células Reed-Sternberg acima: CD30+, CD15+ e BSAP+ (proteína ativadora específica de linfócitos B) na imunofenotipagem LNH -Burkit, folicular e difuso (estudar) são 20 variantes no total -classificação: leva em conta a clínica do paciente, morfologia do histopatológico, imunofenotipagem e citogenética -85% dos casos de LNH derivam das células B e 15% derivam das células T ou NK. *linfadenopatia periférica não dolorosa nas cadeias cervicais, supraclaviculares ou inguinais -crescimento pode ser insidioso ou agressivo 1)Folicular de células B -célulasmais diferenciadas -mulheres idosas (55-70 anos; 60 anos média) -segundo subtipo mais comum -crescimento lento -diagnóstico tardio -grande qtidade de centrócitos (núcleo clivado) -peq qtidade de centroblastos (qto +, pior o prognóstico) -acometimento extranodal (> 50%) é geral/ no baço, fígado e M.O. -pode causar leucemização (> 30%) a)imunogenotipagem: + para CD10 e CD43 e geralmente – para CD5 b)citogenética: translocação t(14;18) aumento de produção do BCL2 evasão da apoptose -complicação clássica após alguns anos: Síndrome de Richter (transformação para linfoma B do tipo agressivo = piora do prognóstico) 2)Difuso de grandes células B (LNH) -faixa etária: 40-70 anos -crescimento rápido= diagnóstico precoce -perda da arquitetura do linfonodo -células + jovens (centroblastos, imunoblastos) -imunoblastos remete a linfoma difuso -pode ser complicação do linfoma folicular -não é comum a leucemização -40% casos: apresentação é extranodal (preferência para TGI – estomago, delgado ou cólon) a)imunofenotipagem: + para CD45 e – para CD10, CD5 e CD 23 -se for + para CD10 e/ou CD5, indica transformação de linfoma (folicular difuso) b)citogenética: translocação t(14;18) e t(3q27); envolve a BCL-6 e p53 3)Burkit - alto índice mitótico -faixa etária: mais comum na infância -SNC é o mais acometido (punção lombar para exame do LCR) -é comum acometimento extranodal (região ileocecal) -L com vacúolos no citoplasma -padrão difuso de infiltração linfocítica -presença de macrófagos -aspecto de céu estrelado -células neoplásicas são linfócitos B de pequeno a médio tamanho, próximas uma das outras, núcleo arredondado, nucléolos evidentes, citoplasma abundante e com vacúolos a)imunofenotipagem: + para CD10 e – para CD5 e CD 23 b)citogenética: translocação t(8;14), t(2:8) e t(8:22) envolvendo o oncogene c-myc (cromossomo 8) são detectadas em 90% dos casos Imunofenotipagem -utiliza citometria de fluxo -coloca-se Ac (com marcadores flourescentes) específicos para o Ag -as células passam pelo feixe de laser estimula fluorescência -permite a caracterização do estágio de maturação das células malignas contribuindo para a definição do diagnóstico e definição da linhagem celular -Técnica rápida, precisa, quantitativa e reprodutível Leucemização do linfoma -células pequenas com citoplasma escasso e núcleo clivado (centrócitos) no sangue periférico Centroblastos -células grandes não clivadas LEUCEMIA 1)Aguda: Incidência anual de 8-10 casos por 10.000 habitantes = 3% cânceres na população mundial. -Linfoide: Comum na infância (2 a 10 anos); Excelente prognóstico (80% cura). No adulto, incide em 20%, pior prognóstico, taxa de cura 20-40%. -Mieloide: 20% casos em crianças e 80% em adultos, aumentando gradativamente a incidência de acordo com a idade (aumenta a partir dos 15 anos de idade). Maior incidência em orientais. LMA familiar? 2)Crônica: -Linfoide: Mais comum em adultos. Idade mediana de diagnóstico é de 70 anos (incidência aumenta com idade). Mais comum no ocidente. -Mieloide: Representa 15-20% das leucemias em adultos. Idade mediana do diagnóstico entre a 5ª e 6ª década de vida, mas não são poucos casos diagnosticados na 3ª e 4ª década. Pode ocorrer em crianças (2% casos) FAB (características morfológicas, citoquímicas e de imunofenotipagem) • LMA: cada subtipo morfológico corresponde ao tipo de célula que sofreu mutação. Temos 8 subtipos. • LLA: linhagem B (80% dos casos) e linhagem T (20% dos casos). Temos 3 subtipos (variante infantil, variante adulto, variante do linfoma de burkitt). OMS (características citogenéticas e moleculares) • Definiu grupos de prognóstico e tratamentos diferenciados. • Engloba leucemias mais raras que não faziam parte da FAB (ex leucemia basofilica aguda) • É a classificação mais utilizada nos dias atuais. Leucemias agudas Tríade sintomática: -Astenia(fraqueza): sintoma inicial na metade dos casos dispneia, cefaleia, tontura postural. -Hemorragia: sangramento cutâneo (petéquia, equimose), mucoso (sangramento gengival, hemorragia digestiva) ou CIVD -Febre: Infecções bacterianas e/ou fúngicas. LLA: *ÚNICA QUE É MAIS COMUM NA INFÂNCIA • Dor óssea é muito frequente (80% casos). • Adenomegalia cervical ou generalizada é mais frequente (75% casos). • Acometimento do sistema nervoso central e testículos (principalmente na recidiva) é comum. • Hiperplasia gengival não faz parte do quadro clínico (comum na LMA). Eritrograma = contagem total de eritrócitos baixa, HB baixo (5 a 9g/dL) e HT baixo. Comum presença de eritroblastos. Sem reticulocitose. Plaquetopenia ou trombocitopenia (20% dos pacientes tem <20.000/mm3). Leucograma = predominância de blastos; alteração na contagem global (leucopenia; leucocitose é - comum). A presença de mais de 5% de blastos em sangue periférico indica leucemia aguda LMA • Bastões de auer (inclusão citoplasmática de enzimas lisossomais e peroxidase) em paliçada; é Patognomônica da LMA • Hiperplasia gengival Mieloblastos = cromatina nuclear delicada e fina, nucléolos evidentes, citoplasma com moderada basofilia, média/alta relação núcleo-citoplasma, com/sem grânulos azurófulos. LMC -maior parte dos casos é descobertas na fase assintomática, através do exame físico mostrando esplenomegalia (60-80% dos casos) e das alterações no hemograma. -Evolui de forma lenta e progressiva. -Sintomas = Fraqueza, febre, perda de peso, astenia, desconforto abdominal no hipocôndrio esquerdo, dispneia, equimoses, saciedade precoce, dor óssea por expansão da medula. - O “marco” é a associação: leucocitose (neutrofilia) acentuada com desvio a esquerda + esplenomegalia de grande monta. Hemograma: depende da fase da doença. a)Fase crônica = sem anemia ou anemia discreta normocítica e normocrômica. Leucocitose moderada a acentuada (25.000-100.000/mm3). Clínica: sem sinais e sintomas. - Neutrofilia com desvio a esquerda não escalonado, basofilia persistente e eosinofilia. -Plaquetas normais. b)Fase acelerada (perda progressiva da capacidade de diferenciação dos neutrófilos, dificuldade de controle da leucocitose com medicamentos) = caracterizada por um ou mais critérios a seguir (de acordo com OMS): *Blastos entre 10-19% no sangue periférico ou medula óssea; *Basofilia no sangue periférico (>20%); *Plaquetopenia (<100.000/mm3) persistente; *Plaquetose (>1.000.000/mm3) persistente; *Leucocitose com esplenomegalia, sem resposta a terapia; *Evidências de alterações cromossômicas c)Fase blástica (células perdem capacidade total de diferenciação) = deve ser evidenciada por um dos critérios a seguir (de acordo com OMS): *Blastos >20% na medula óssea ou sangue periférico; *Quando há proliferação extramedular de blastos; *Quando existir grandes agregados de blastos a biópsia da medula LMC: Leucocitose com desvio à esquerda desvio a esquerda com blastos desvio a esquerda (neutrófilo, bastonete, metamielócitoe mielócito) Blastos LLC: Maioria dos pacientes são diagnosticados na fase assintomática, pelo encontro de uma linfocitose expressiva no hemograma. Outro achado comum é a adenomegalia cervical. -Sintomas: febre, fraqueza, perda de peso. -Sintomas = febre, astenia, fadiga, perda ponderal, queda do estado geral. Esses sintomas são comuns nas fases avançadas da doença. -O “marco” é a associação: linfocitose acentuada + adenomegalia Hemograma: - Leucocitose (30.000-200.000/mm3) com linfocitose >5.000/mm3, geralmente se encontra entre 25.000-150.000/mm3. - Presença de manchas de grumpecht. - Redução na contagem de eritrócitos, redução de Hb e de Ht em 20% dos pacientes. - Plaquetopenia em 10% dos pacientes Mielograma (aspirado de medula óssea) • “A medula encontra-se hipercelular com substituição dos espaços adiposos e elementos medulares normais por células leucêmicas” Mielograma • Sua indicação quase sempre parte do hemograma: elevações numéricas, citopenias, células atípicas persistentes e inexplicadas. • Quantificare classificar células da medula óssea. • Primeira avaliação aspecto da amostra ela é adequada para o diagnóstico??? • Avaliação esfregaço do aspirado de medula óssea: Leishman, MayGrünwald-Giemsa ou Wright-Giemsa realizada imediatamente análise preliminar da morfologia direcionamento dos demais exames. • LMA: presença >20% de mieloblastos no aspirado da medula óssea entre as células nucleadas. • LLA: presença de >20% de linfoblastos na medula óssea entre as células nucleadas. • LMC: esse exame é realizado para auxiliar no prognóstico (citogenética que fecha diagnóstico). Medula com hiperplasia mieloide acentuada, relação mieloide-eritroide entre 15:1 – 20:1 (normal é 3:1). • LLC: aspirado de medula terá >30% de linfócitos (normal até 10%). Citoquímica • As provas citoquímicas utilizam reagentes capazes de colorir estruturas específicas das diferentes linhagens. • Ainda é importante para confirmar a linhagem acometida. • Pode ser realizada no sangue periférico ou aspirado da medula óssea. - Linfoblastos (células B) são positivos para a prova do ácido periódico de Schiff (PAS). - Linfoblastos (células T) são positivos para a prova da fosfatase ácida. - Mieloblastos são positivos para a prova da peroxidase e prova do sudan black B. - Monoblastos são positivos para a prova da esterase Monoblastos esterase positivos IMUNOFENOTIPAGEM Identifica os antígenos celulares de superfície, citoplasmáticos e nucleares. Método considerado padrão ouro. • A imunofenotipagem é realizada com a técnica de citometria de fluxo sendo útil no diagnóstico, classificação, prognóstico, estadiamento, monitoramento e caracterização fenotípica das células hematopoiéticas patológicas. • São pesquisados marcadores de membrana ou citoplasma do blasto, através da incubação com anticorpos específicos ligados a substâncias fluorescentes. CITOGENÉTICA • Estudo dos cromossomos em metáfase = buscar alterações numéricas ou estruturais. • Objetivo: prover a melhor classificação da leucemia, escolha terapêutica, definição de prognóstico e eventual detecção posterior de doença residual, recaída ou evolução clonal. • LLC = Anomalias cromossômicas mais comuns são trissomia 12 e a deleção do 13. • LMC = cromossomo Philadelphia t(9;22).