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Manual de Iniciação Científica desenvolvido pelos alunos da Escola Politécnica da USP

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MANUAL DE INICIAÇÃO 
CIENTÍFICA DA ESCOLA 
POLITÉCNICA DA USP 
 
Realização: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
SUMÁRIO 
 
AGRADECIMENTOS ......................................................................................................................7 
Agradecemos à Comissão de Pesquisa e aos docentes da Escola Politécnica, que nos auxiliaram 
na elaboração do material. Agradecemos também à Associação de Engenharia Química, cujo 
manual CienciAEQ serviu de base e inspiração para sua ampliação, tornando-se hoje o Manual 
de IC de toda a Poli.......................................................................................................................7 
INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................8 
FAQ (Frequently Asked Questions) ..............................................................................................9 
Quero trabalhar com pesquisa, como faço? .........................................................................9 
Mas o que é Iniciação Científica? .........................................................................................9 
E se no final eu não virar cientista, essa iniciação vai ter me ajudado?................................9 
Como consigo um programa de iniciação científica? ...........................................................9 
A partir de qual ano eu posso conseguir uma IC? ................................................................9 
Minhas notas não são lá aquelas coisas, não serei excluído por causa disso? ...................10 
Não conheço nenhum professor do departamento, tenho chances de conseguir IC? .......10 
Recebo alguma coisa fazendo IC? ......................................................................................10 
Vou ficar rico com a minha bolsa de IC? .............................................................................11 
Serei obrigado a frequentar a iniciação nas minhas férias? ...............................................11 
Mas a IC não atrapalharia meu desempenho escolar? .......................................................11 
Vale a pena? .......................................................................................................................11 
Tá, curti a ideia de fazer IC... E agora, pra onde eu vou? ....................................................12 
Fluxograma .........................................................................................................................12 
Depoimentos de Alunos .............................................................................................................13 
Depoimentos de professores .....................................................................................................15 
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA .............................................................................................16 
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA.............................................................................17 
CEPEMA - Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio-ambiente .........................................17 
GEnBio - Grupo de Engenharia de Bioprocessos ....................................................................17 
GPP - Grupo de Prevenção da Poluição ..................................................................................18 
LEA - Laboratório de Engenharia de Alimentos ......................................................................18 
LEC - Laboratório de Eletroquímica e Corrosão ......................................................................19 
LSCP - Laboratório de Simulação e Controle de Processos .....................................................19 
3 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LSTM - Laboratório de Separações Térmicas e Mecânicas .....................................................20 
Docentes - contatos ...............................................................................................................20 
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ...................................................................23 
EPEF – Economia da Produção e Engenharia Financeira ........................................................23 
GOL – Gestão de Operações e Logística .................................................................................23 
GTI – Gestão da Tecnologia da Informação ............................................................................24 
QEP – Qualidade e Engenharia do Produto ............................................................................24 
TTO – Trabalho, Tecnologia e Organização ............................................................................24 
REDECOOP – Redes de Cooperação e Gestão do Conhecimento ...........................................25 
Docentes - contatos ...............................................................................................................25 
DEPARTAMENTOS DE ENGENHARIA DE MECÂNICA E MECATRÔNICA .......................................30 
ACAPLI - Laboratório de Acústica Aplicada .............................................................................30 
GREAC - Grupo de Pesquisa em Refrigeração, Ar Condicionado e Conforto Térmico ............30 
NDF - Núcleo de Dinâmica e Fluidos .......................................................................................30 
Laboratório de Mecânica dos Fluidos aplicado às Ciências Ambientais e Engenharia 
Biomédica...............................................................................................................................31 
LDC - Laboratório de Dinâmica e Controle .............................................................................31 
LADIN - Laboratório de Dinâmica e Instrumentação ..............................................................31 
 - ......................................................32 
LIFE&MO - Laboratório de Interação Fluido Estrutura e Mecânica Offshore .........................32 
LFS - Laboratório de Fenômenos de Superfície ......................................................................33 
LSA - Laboratório de Sistemas e Automação ..........................................................................33 
LUS - Laboratório de Ultrassom ..............................................................................................34 
Laboratório de Otimização de Sistemas Multifísicos ..............................................................34 
Laboratório de Sistemas Embarcados ....................................................................................34 
Laboratório de Micromecânica ..............................................................................................35 
Laboratório de Biomecatrônica ..............................................................................................35 
Laboratório de Processos de Fabricação ................................................................................35 
Laboratório de Mecânica dos Sólidos e Impacto em Estruturas.............................................36 
Laboratório de Análise de Confiabilidade...............................................................................36 
Laboratório de Sensores e Atuadores ....................................................................................37 
Laboratório de Percepção Avançada ......................................................................................37 
DEPARTAMENTOS DA G.A. CIVIL ................................................................................................38 
PCC - Departamento de Engenhariade Construção Civil .......................................................38 
4 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
PTR - Departamento de Engenharia de Transportes ..............................................................39 
Laboratório de Estudos Metodológicos em Transportes (LEMT)........................................39 
Laboratório de Modelagem e Algoritmos em Transportes e Logística (LMAT) ...................39 
Laboratório de Planejamento e Operação de Transportes (LPT) ........................................39 
Laboratório de Mecânica de Pavimentos (LMP) .................................................................39 
Laboratório de Tecnologia e Pavimentação (LTP) ..............................................................39 
Laboratórios de Geoprocessamento (LGP) .........................................................................40 
Laboratório de Topografia e Geodésia (LTG) ......................................................................40 
PHA - Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental .................................................41 
PEF - Departamento de Engenharia de Estruturas de Geotécnica .........................................42 
Laboratório de Mecânica Computacional (LMC) ................................................................42 
Laboratório de Estruturas e Materiais Estruturais (LEM) ...................................................42 
Laboratório de Mecânica dos Solos (LMS) ..........................................................................42 
Docentes - contatos ...............................................................................................................44 
DEPARTAMENTOS DA G.A. ELÉTRICA .........................................................................................49 
PCS - Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais ...............................49 
LAA - Laboratório de Automação Agrícola..........................................................................49 
BioComp - Núcleo de Pesquisa em Biodiversidade e Computação.....................................49 
LAHPC - Laboratório de Arquitetura e Computação de Alto Desempenho: ........................50 
LARC - Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores ..........................................51 
GSC - Grupo de Sistemas Complexos ..................................................................................51 
LTI - Laboratório de Técnicas Inteligentes ..........................................................................52 
Interlab - Laboratório de Tecnologias Interativas ...............................................................52 
KNOMA - Laboratório de Engenharia de Conhecimento.....................................................52 
LASSU - Laboratório de sustentabilidade em tecnologia da informação e Comunicação ...53 
LSA - Laboratório de Sistemas Abertos (SMARTLAB) ..........................................................53 
GAS - Grupo de Análise de Segurança ................................................................................54 
LTS - Laboratório de Tecnologia de Software .....................................................................54 
LTA - Laboratório de Linguagem e Técnicas Adaptativas ...................................................55 
PEA - Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas .................................56 
ASEPI - Automação de Sistemas Elétricos de Potência e Processos Industriais ...................56 
L-PROT - Laboratório de Pesquisas em Proteção e Automação de Sistemas Elétricos de 
Potência..............................................................................................................................57 
EPCE - Eletrônica de Potência e Conversores Estáticos .......................................................58 
5 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
MAG - Simulação de Fenômenos Eletromagnéticos e Mecânicos em Dispositivos Elétricos
 ...........................................................................................................................................58 
LMAG - Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado ..........................................................59 
PTEE - Produção, Transporte e Uso da Energia Elétrica ......................................................60 
LSP - Laboratório de Sistemas de Potência .........................................................................61 
PSI - Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos ..................................................61 
LME - Laboratório de Microeletrônica ................................................................................62 
GEM - Grupo de Eletrônica Molecular e Biossensores ........................................................62 
GMOO - Grupo de Microondas, Optoeletrônica e Ondas Milimétricas ...............................62 
GNMD - Grupo de Novos Materiais e Dispositivos..............................................................63 
G-SEIS - Grupo de Sistemas Eletrônicos Integrados e Software Aplicado ...........................63 
NDS - Núcleo de Desenvolvimento de Software - Microfluídica, Biossensores e MENS ......64 
SIM - Sensores Integráveis e Microssistemas .....................................................................64 
LPS - Laboratório de Processamento de Sinais .......................................................................64 
GFAE - Grupo de Filtragem Adaptativa e Estimação ..........................................................65 
GPI - Grupo de Processamento de Imagem ........................................................................65 
GPV - Grupo de Processamento de Voz ..............................................................................65 
NEO - Núcleo de Estudos em Otimização............................................................................66 
LSI - Laboratório de Sistemas Integráveis ...............................................................................66 
CC - Computação Cognitiva ................................................................................................66 
CPAD - Computação Pervasiva e Alto Desempenho ...........................................................66 
ELCTF - Engenharia Legal, Ciência e Tecnologia Forenses ..................................................67 
CMOS-SOI - Grupo CMOS-SOI .............................................................................................67 
GSIDE - Grupo de Engenharia de Superfícies, Interfaces e Deposição.................................67 
ICONE - Grupo de Inteligência Computacional, Modelagem e Neurocomputação Eletrônica
 ...........................................................................................................................................68 
GTAG - Grupo de Tecnologias Avançadas de Gravação para Nano-, Micro- e Meso-
sistemas..............................................................................................................................68 
MEI - Meios Eletrônicos Interativos - TV digital e sistemas interativos ...............................69 
NA - Nanotecnologia Aplicada............................................................................................69 
Telecomunicações e Controle ................................................................................................70 
LAC - Laboratório de Automação e Controle ......................................................................70 
LEB - Laboratório de Engenharia Biomédica .......................................................................70 
LCS - Laboratório de Comunicações e Sinais .......................................................................71 
CONSIDERAÇÕESFINAIS .............................................................................................................72 
6 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LINKS RECOMENDADOS .............................................................................................................73 
 
 
7 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
AGRADECIMENTOS 
Agradecemos à Comissão de Pesquisa e aos docentes da Escola Politécnica, que 
nos auxiliaram na elaboração do material. Agradecemos também à Associação de 
Engenharia Química, cujo manual CienciAEQ serviu de base e inspiração para sua 
ampliação, tornando-se hoje o Manual de IC de toda a Poli. 
 
8 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
INTRODUÇÃO 
Muita gente, quando criança, tinha o sonho de ser cientista um dia. Usar aquele 
avental branco, com óculos grandes, cabelo bagunçado e ficar explodindo coisas por 
aí. Realmente parecia ser uma profissão bem interessante. Mas por que a grande 
maioria dessas pessoas desistiu desse sonho? 
Bom, é muito verdade que a pesquisa científica é um ramo difícil. É exigido 
trabalho duro e dedicação intensa, que nem sempre, culminam em resultados 
positivos. No Brasil, então, nem se fala, né? Aqui há inúmeros processos burocráticos, 
descaso do governo, faltam políticas de incentivo e outras coisas mais que tornam a 
situação ainda pior. Talvez seja por isso que a criancinha que queria ser cientista 
cresce e quer é mesmo ficar sentada na poltrona de um banco... 
E mesmo quando alguém supera esses traumas e tenta dar continuidade aos 
seus sonhos de ciência, acaba esbarrando em um monte de dúvidas, inseguranças e 
fica completamente perdido... O pior de tudo é que cada vez mais, nesses pequenos 
probleminhas, vai se perdendo aquele pequenino cientista que tanto queria explodir o 
seu laboratório... 
É justamente nessa parte que nós do Diretório Acadêmico da Poli (Grêmio e os 
7 Centros Acadêmicos) queremos ajudar você! A nossa proposta com este manual é 
guiar você nas linhas de pesquisa dos diversos Departamentos da Escola, esclarecer as 
dúvidas de como você pode começar a fazer pesquisas na escola e quais são os 
primeiros passos para que, logo menos, você esteja ganhando um prêmio Nobel! 
Esperamos sinceramente que quando isso acontecer, você nos cite no seu discurso de 
agradecimento! 
Nosso guia já começa, de cara, com uma sessão de FAQ (Frequently Asked 
Questions) sobre as pesquisas científicas. Nessa sessão de FAQ temos um material 
introdutório de como é feita a pesquisa científica na graduação, quais são os passos e 
requisitos para ser um pesquisador e também tentamos esclarecer os mais variados 
tipos de dúvidas. Logo depois, temos a apresentação dos departamentos. Lá 
apresentamos os laboratórios de cada departamento, e suas respectivas linhas de 
pesquisa. Apresentamos também uma tabela com informações sobre as principais 
bolsas de iniciação científica e outra tabela com os docentes da Escola, suas 
informações de contato e seus laboratórios. Por fim, temos depoimentos de alunos e 
professores, que contam um pouco sobre a sua experiência. 
Esperamos que esse manual te ajude a conhecer melhor o mundo da iniciação 
científica! 
9 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
FAQ (Frequently Asked Questions) 
Quero trabalhar com pesquisa, como faço? 
Bom, ninguém começa a pesquisar do nada. Em um curso a gente passa por 
etapas e matérias básicas, e depois se aprofunda mais e mais no assunto. É o mesmo 
com a sua carreira de pesquisa: você começa com uma iniciação científica, ainda 
durante a graduação. Com conhecimentos básicos do universo de pesquisa, fica muito 
mais fácil você se virar quando quiser fazer uma pesquisa maior e mais séria. 
Mas o que é Iniciação Científica? 
Basicamente iniciação científica é a modalidade de pesquisa acadêmica em que 
você, sem noção nenhuma, se familiariza com a sistematização da pesquisa, 
planejamento de experimentos, manipulação de variáveis e tratamento de resultados. 
É bem o que o nome diz mesmo, você está sendo iniciado no universo da pesquisa. 
O esquema de uma IC é, mais ou menos, assim: você tem um orientador, 
geralmente um docente ou alguém da pós-graduação. Seu orientador te insere na 
linha de pesquisa dele através de um projeto, que consta de um cronograma de 
atividades, entre eles revisão bibliográfica, planejamento de experimentos, seleção de 
materiais e métodos, tratamento de dados, análise de resultados, entre outros. É como 
se fosse um estágio mesmo, mas com um foco muito mais acadêmico e bem mais 
compatível com a grade horária de um estudante de graduação: a carga horária de 
uma IC geralmente não passa de 20 horas semanais, sendo que nessas horas estão 
incluídos os estudos e leituras que você deve fazer em casa. 
E se no final eu não virar cientista, essa iniciação vai ter me ajudado? 
Com certeza! Embora a iniciação tenha um programa voltado à realização de 
atividades acadêmicas, as habilidades pessoais e competências nos mais diversos 
aspectos são exercitadas a todo instante – como expressão oral e escrita, 
sistematização de ideias e referenciais teóricos, planejamento e organização de 
atividades, síntese de observações ou experiências, entre muitas outras coisas - e te 
ajudarão em seu amadurecimento e preparação para qualquer seja a sua direção 
escolhida para o futuro, não só nas vias científicas. 
Como consigo um programa de iniciação científica? 
Para conseguir uma IC você deve chegar a um possível futuro orientador e 
pedir pra ele te aceitar como aluno de iniciação científica. Isso mesmo, você só 
consegue IC se sair batendo de porta em porta até alguém te aceitar. Como foi dito lá 
em cima, é como um estágio, e você precisa se candidatar às vagas para conseguir ser 
chamado - elas não caem do céu na sua mão. 
A partir de qual ano eu posso conseguir uma IC? 
Isso varia de orientador para orientador. Às vezes a linha de pesquisa de um 
docente é um pouco mais pesada, e então é necessário um pouco mais de tempo 
10 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
acadêmico. Mas também existem algumas que não precisam de tanto conhecimento 
prévio e são mais flexíveis. 
Contudo, é quase certeza que antes de começar o seu segundo ano de 
graduação você não consiga entrar em um programa de iniciação científica. No seu 
primeiro ano você ainda está se familiarizando com o ensino em nível superior, com a 
estrutura da faculdade, com a linguagem e as ferramentas de um curso de exatas. 
Contudo, assim que entrou no segundo ano, e talvez até já no finalzinho do primeiro 
(para os mais precoces), já é um bom momento de procurar a sua IC. 
Mesmo sabendo que durante o primeiro ano é bem difícil de conseguir uma IC, 
não se acanhe. Nesse tempo você pode muito bem ir conhecendo a sua faculdade, ver 
as linhas de pesquisas, os laboratórios, docentes e afins, para que quando chegar a 
hora de correr atrás de sua vaga, você saiba exatamente o que procurar. 
Minhas notas não são lá aquelas coisas, não serei excluído por causa disso? 
Mais uma vez, isso depende do orientador. Caso você tenha aquela depêzinha 
de numérico, ou aquele escorregão em MEC A, não se acanhe. O que é necessário 
mesmo na IC é vontade de sempre aprender, então corra atrás de uma vaga, 
demonstre interesse e mostre que não são suas notas que avaliam o seu potencial e 
que realmente você tem algo a oferecer. 
Não conheço nenhum professor do departamento, tenho chances de 
conseguir IC? 
Quando você sair ao mercado de trabalho, você não vai esperar conhecer 
algum gerente de RH para pedir emprego. Aqui é a mesma coisa, você tem que ser 
cara de pau mesmo e sair de porta em porta até encontrar a sua vaga perfeita. 
Aproveiteessa oportunidade para ir treinando esse seu lado. Essa desenvoltura 
de procurar pessoas que não conhece para resolver seus problemas vai ser útil em 
toda sua vida, seja conseguindo uma máquina para realizar testes na IC, seja para 
conseguir um preço mais bacana de um dos seus fornecedores no trabalho. 
Recebo alguma coisa fazendo IC? 
Geralmente quando você se candidata a uma vaga de IC, seu orientador 
encaminha seu projeto para alguma agência financiadora (CNPq, FAPESP, CAPES,...) 
para que ela te conceda uma bolsa de estudos durante a vigência do projeto. 
Esses programas de Bolsas de estudos têm editais bem definidos, com prazos 
de inscrição, requisitos e todas as informações necessárias para se conseguir uma 
bolsa. As exigências e condições dos programas de bolsa variam de agência a agência. 
Sugerimos que você olhe constantemente os sites dessas agências, esperando abrir 
algum edital para que possa se inscrever. Esses sites estão disponíveis na sessão Links 
recomendados no final do guia. 
Novamente, não espere que a bolsa caia na sua mão. Corra atrás disso, passe 
no serviço de pesquisa da Poli (Prédio da ADM, primeiro andar), ligue nas agências, 
mande e-mails... Tire suas dúvidas sobre os editais, prazos e programas existentes! 
11 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Vou ficar rico com a minha bolsa de IC? 
Definitivamente não. Os valores das bolsas de IC flutuam em torno de 400 reais 
e raramente incluem algum benefício; elas são apenas uma espécie de estímulo. Mas 
pense bem, estando no segundo ano de uma faculdade integral, onde conseguiria um 
emprego que te pagasse mais que isso? E ainda por cima, a carga horária da IC é bem 
leve, então é uma quantia muito justa. 
Serei obrigado a frequentar a iniciação nas minhas férias? 
Essa é uma pergunta para a qual não se tem uma resposta exata, mas em 
geral se você estiver em dia com o cronograma de sua pesquisa e se o seu trabalho 
não for imprescindível durante as férias, o seu orientador te liberará nesse período se 
você pedir a ele. Tudo nesse aspecto é muito conversado e combinável, mas existe sim 
a chance de você ter que permanecer na sua pesquisa durante as férias. É bom ter em 
mente que certas atividades exigem mais assiduidade que outras. Uma boa sugestão é 
conversar com outros iniciandos do mesmo professor a fim de saber como isso 
funciona. 
Mas a IC não atrapalharia meu desempenho escolar? 
Como a carga horária gira em torno de 20 horas semanais, não deveria ser um 
grande problema. A IC foi feita para se adequar a sua grade horária, então em épocas 
de provas provavelmente o seu orientador irá entender seu lado e te dará uma 
folguinha. Se você for dedicado à sua pesquisa, é ainda mais provável que ele te libere 
por alguns dias. Além disso, as atividades de IC são complementares às suas aulas da 
graduação, então o tempo despendido em um trabalho de IC, quase sempre, é um 
tempo bem gasto. 
Vale a pena? 
Claro que vale! Independente de você querer ou não seguir uma carreira 
acadêmica, a iniciação científica é uma oportunidade de ouro, onde você pelo menos 
pode experimentar o método científico. Toda a aplicação hoje de engenharia foi 
resultado de um processo super complexo de construção de conhecimento, em cima 
de pesquisa e colaboração entre comunidades de cientistas. Essa cadeia é muito mais 
complexa do que você imagina e a iniciação é uma ótima oportunidade de você 
conseguir entender como funciona esse processo de construção de conhecimento e 
desenvolvimento tecnológico, isso é importantíssimo para desenrolá-lo da sua carreira 
independente de que tipo de área pretende trabalhar. 
Outro fator importante é que a iniciação científica é o mais próximo de um 
estágio que você pode realizar durante a graduação (tirando o próprio estágio em si). 
Você que não vê a hora de trabalhar, de ver um dinheirinho entrando na sua conta 
pelo seu esforço, é a sua chance! 
Aliás, IC é uma ótima oportunidade de mostrar que não são suas médias no 
Júpiter que avaliam o quão bom você é. Seu trabalho fora das salas de aulas é muito 
mais significativo do que o que você escreve nas provas, ele mostra que você é capaz 
de aprender coisas novas e atuais e aplica tudo isso na solução de algum caso 
específico. 
12 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Tá, curti a ideia de fazer IC... E agora, pra onde eu vou? 
Como falamos, você vai ter que correr atrás de sua vaga, mas fique tranquilo! 
O fluxograma abaixo da uma boa ideia de como funciona o processo para arranjar uma 
bolsa de IC, e, além disso, na próxima sessão faremos um breve resumo dos grupos 
de pesquisa dos departamentos, bem como uma lista dos docentes, seus currículos 
lattes*, suas linhas de pesquisa e também suas principais formas de contato. 
*Currículo Lattes é uma plataforma do CNPq, com os dados profissionais, publicações e 
interesses de todos os pesquisadores do Brasil. Cada pesquisador tem o seu currículo, 
uma espécie de perfil do LinkedIn. Já pode ir criando o seu, é gratuito! 
 
 
Fluxograma explicando o processo de aquisição bolsas de projetos de IC. Fonte: 
Departamento de Construção Civil (PCC). 
13 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Depoimentos de Alunos 
 “Mesmo não tendo muitas pretensões de seguir carreira no meio acadêmico, 
resolvi participar de um projeto de iniciação científica. Na época, acreditei que pudesse 
ser uma experiência válida e resolvi ver como era. Hoje, com meu projeto já finalizado, 
não só tenho a certeza de que valeu a pena como recomendo a experiência a todos 
que pretendem fazer uma IC. 
Dou essa recomendação pois, independentemente dos objetivos do aluno, 
participar de um projeto de IC traz diversos benefícios. Para aqueles que querem 
seguir no meio acadêmico, é – como o nome já diz – um início. Para os que estão em 
dúvida, serve de base para formar uma opinião a respeito do mundo das pesquisas 
científicas. Finalmente, para aqueles que não sonham com o meio acadêmico, serve, 
no mínimo, para colocar no currículo. E, além disso, as atividades exercidas fazem com 
que sejam desenvolvidas diversas habilidades e competências que serão importantes 
para qualquer caminho que venha a ser seguido... 
Para exemplificar outros benefícios que podem ser trazidos pela IC, vou falar do 
meu caso específico: 
Fui bolsista durante um ano e, por mais que a bolsa não fosse de um valor 
muito alto, ela me ajudava muito! Como eu era bolsista do CNPq, tive que apresentar 
meu projeto no SIICUSP (Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP). Pela 
minha participação no evento, recebi menção honrosa e, posteriormente, ganhei o 
prêmio viagem oferecido a 15 dos participantes. Assim, viajei para os EUA durante 
uma semana, com tudo pago, para apresentar meu projeto de IC num evento similar 
ao SIICUSP na Ohio State University. Finalmente, meu orientador escreveu um artigo 
científico com os resultados da minha IC e o apresentou num congresso na Europa. 
Com tudo isso, não poderia ter uma opinião diferente a respeito de fazer uma 
IC! Com um trabalho bem feito (e sorte também), dá para fazer com que sua IC te 
traga muitos frutos.” 
- André Grizante Biancardi, bolsista CNPq (jul/2010 – jul/2011) 
- Iniciação Científica no LEC (Orientador: Hercílio Gomes de Melo) 
14 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
“Quando me interessei em fazer iniciação científica, não sabia muito bem o que 
fazer. Meu primeiro passo foi conversar com alguns amigos veteranos que faziam, para 
saber sobre como funcionava, como começar, etc. Um deles ia para a Itália fazer 
intercâmbio, e sua iniciação abriria uma vaga. Depois, mandei alguns e-mails para os 
professores da produção. Muito deles eu nem conhecia, mastodos foram muito 
receptivos. Além disso, na época eu era monitor de PCC2121, e falei com o 
coordenador dos monitores a respeito disso. 
Assim, eu tive algumas opções para escolher, e optei pela qual o assunto mais 
me interessava. Hoje, o projeto está em fase inicial, e gosto bastante da minha 
escolha. Envolve muitas pesquisas de socio-indicadores e rankings de competitividade 
mundial. 
Acredito que a iniciação represente uma boa visão do viés acadêmico que a 
vida profissional do politécnico pode seguir. Muitos pensam em trabalhar em bancos e 
consultorias, mas a pesquisa também representa uma oportunidade. É importante ter 
essa outra visão sobre o futuro de sua carreira, além de aprender muito sobre 
assuntos que não são abordados em sala.” 
15 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Depoimentos de professores 
Depois de ouvir os alunos, nada mais justo do que ouvir os professores! 
"Já há algum tempo a Comissão de Pesquisa vem pensando em como 
incentivar os alunos da Poli a participar de pesquisa. O principal objetivo da Iniciação é 
apresentar ao aluno como se faz pesquisa, mas fazendo parte de uma. O aluno pode 
dizer: "mas não aguento ficar na frente de um computador o dia todo". Pois é, existem 
várias atividades que vocês podem desenvolver: montar equipamentos, pilotar 
unidades, fazer análises e, obviamente, trabalhar no computador. Dê uma chance a 
gente, converse com um professor ou pesquisador e procure alguma coisa que possa 
te interessar. Daqui a 20 anos, provavelmente poucos ou nenhum dos professores 
atuais estarão aqui na Poli. Gostaríamos muito que alguns de vocês dessem 
continuidade a formação de novos politécnicos. Vocês são bem formados e poderão se 
colocar facilmente no mercado de trabalho, mas entre vocês também existem aqueles 
com perfil para a pesquisa e o desenvolvimento. Sejam bem-vindos!" 
Professor Ardson Vianna Junior 
 
16 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
Aqui temos uma tabela que reúne algumas informações sobre as principais 
bolsas de iniciação científica. Lembrem-se de que também existem outras bolsas, 
porém essas são as mais comuns. Mais informações sobre elas podem ser encontradas 
nos seus respectivos sites. 
 
Bolsa Valor Duração Quando requerer Responsabilidades 
FAPESP R$ 525,90 
Até 1 ano, 
com 
possibilidade 
de 
renovação 
Qualquer período 
do ano 
> 1 relatório parcial 
(6 meses) e 1 ao final do 
projeto 
> Não ter vínculo 
empregatício e dedicar-se 
exclusivamente às 
atividades universitárias e 
de pesquisa 
FUSP 
Varia com 
o seu ano 
e com a 
carga 
horária. 
Valor 
mínimo de 
R$263,00 
e máximo 
de 
R$1052,00 
No mínimo 
6 meses e 
no máximo 
12 meses, 
com 
possibilidade 
de 
renovação 
Qualquer período 
do ano 
> Relatórios mensais de 
atividades desenvolvidas 
> Não ter vínculo 
empregatício e dedicar-se 
exclusivamente às 
atividades universitárias e 
de pesquisa 
CNPq 
PIBIC 
PIBIT 
RUSP 
Santander 
(mesmo 
regimento) 
R$ 400,00 
1 ano, com 
possibilidade 
de 
renovação 
As datas variam um 
pouco, mas 
normalmente entre 
novembro e janeiro 
e entre março e 
julho 
> 1 relatório parcial 
(6 meses) e 1 ao final do 
projeto 
> Não ter vínculo 
empregatício e dedicar-se 
exclusivamente às 
atividades universitárias e 
de pesquisa 
AEP R$ 400,00 
1 ano, com 
possibilidade 
de 
renovação 
Do meio de 
setembro até o 
meio de outubro, 
aproximadamente 
> 1 relatório parcial 
(6 meses) e 1 ao final do 
projeto 
> Não ter vínculo 
empregatício e dedicar-se 
exclusivamente às 
atividades universitárias e 
de pesquisa 
17 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA 
CEPEMA - Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio-
ambiente 
Como o próprio nome diz, suas linhas de pesquisa estão voltadas para as áreas 
de meio ambiente. O atual coordenador-geral do centro é também nosso chefe de 
departamento, o Professor Claudio Oller. 
O centro foi resultado de um processo de parceria entre diversas iniciativas, 
sendo que resumidamente o acordo foi entre a Petrobras, que entraria na parte de 
construção do centro, enquanto que a USP, mais especificamente a POLI, comandaria 
o centro de pesquisas. 
Hoje, o CEPEMA é um ambiente multidisciplinar, onde é observada a influência 
de várias áreas do conhecimento, não só engenharia, nas suas linhas de pesquisa. É, 
então, uma ótima oportunidade de conseguir expandir o conceito de colaboração entre 
os vários segmentos da Universidade, como forma de atingir um objetivo comum. As 
linhas de pesquisa principais do CEPEMA são: 
 Desenvolvimento de projetos em relação ao uso de água e ar; 
 Química verde; 
 Biodiversidade; 
 Solo e mapeamento ambiental; 
 Gestão ambiental. 
A estrutura física do centro, contudo, está localizada em Cubatão. Então, para 
se tentar aderir à equipe de pesquisadores é necessário que se tenha em mente que 
algumas limitações de distância podem dificultar etapas do projeto. Esse problema é 
resolvido caso o interessado na vaga, opte por realizar os serviços no módulo de 
estágio da grade curricular, sendo que este tem início em setembro do 3º ano 
acadêmico. 
Gostou do CEPEMA? Maiores informações em http://www.cepema.usp.br/ 
GEnBio - Grupo de Engenharia de Bioprocessos 
O GEnBio, antigamente chamado de Laboratório de Engenharia Bioquímica 
(LEB), tem atuação destacada nas áreas de engenharia bioquímica e microbiologia 
industrial. 
Mais precisamente podemos destacar as seguintes linhas de pesquisa: 
 Fisiologia e Engenharia Metabólica de Leveduras; 
 Desenvolvimento de bioprocessos com células animais; 
 Modelagem Termodinâmica aplicada a soluções de proteínas; 
18 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
 Desenvolvimento de sistemas de entrega gênica em células animais; 
 Desenvolvimento de bioprocessos em fermentação semi-sólida. 
Atualmente a equipe do GEnBio conta com 5 docentes e mais um grande 
número de pesquisadores atuando em programas de iniciação científica, mestrado, 
doutorado e outros. A estrutura física do grupo, localizada no Bloco 20 do PQI, inclui: 
Laboratório de Fermentação Semi-Sólida, Laboratório de Células Animais, Laboratório 
de Microbiologia, Laboratório Analítico, Laboratório de Purificação de Bioprodutos, 
Laboratório de Biologia Molecular, Laboratório de Biorreatores. 
Gostou do GEnBio? Maiores informações em http://sites.poli.usp.br/pqi/leb/ 
GPP - Grupo de Prevenção da Poluição 
O Grupo de Prevenção da Poluição – GPP - do Departamento de Engenharia 
Química da Escola Politécnica da USP foi criado 1997 com o objetivo de atuar na área 
de Prevenção da Poluição. 
Na oportunidade foi identificado que a principal técnica da Gestão Ambiental 
para diagnosticar os impactos ambientais e, portanto, identificar oportunidades de 
melhoria do desempenho ambiental na busca da sustentabilidade é a Avaliação do 
Ciclo de Vida – ACV. 
O GPP tem como sua principal linha de pesquisa e desenvolvimento a 
contribuição para a consolidação do uso da ACV no Brasil, por meio das atividades: 
 Desenvolvimento de metodologia de execução de estudos de ACV; 
 Execução de estudos de ACV; 
 Capacitação de recursos humanos para atuar na área da ACV. 
O GPP está localizado no Bloco 18 do PQI, andar superior. 
LEA - Laboratório de Engenharia de Alimentos 
O LEA é um grupo de pesquisa que se dedica ao estudo dos processos que 
envolvem a indústria de alimentos. Suas pesquisas objetivam uma maioradequação 
dos processos industriais e equipamentos para a produção de alimentos, cada vez com 
maior qualidade, segurança, conveniência e baixo custo. 
O aumento da eficiência das operações de processo de alimentos requer 
determinação e controle das propriedades do produto, das características do produto e 
dos parâmetros de processo. Como os alimentos são materiais heterogêneos, e assim 
suas propriedades mudam com as condições do processo, estudar os fundamentos do 
processo torna-se o maior desafio da pesquisa do grupo. 
Resumidamente, destacamos as principais linhas de pesquisa do LEA: 
 Filme biodegradável ativo e inteligente; 
 Novos processos de industrialização de frutas; 
19 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
 Novos processos em panificação; 
 Otimização da pasteurização de alimentos líquidos; 
 Transferência de calor em alimentos líquidos. 
O LEA está localizado no edifício semi-industrial. 
Gostou do LEA? Maiores informações em http://sites.poli.usp.br/pqi/lea/ 
LEC - Laboratório de Eletroquímica e Corrosão 
O LEC volta-se a estudos na área de Corrosão e Proteção e também na área de 
Eletrodeposição. Nas áreas de Corrosão e Proteção, o objetivo é, claramente, o 
desenvolvimento de pesquisas que levem ao conhecimento dos mecanismos de 
corrosão e dos métodos de proteção. Na área de Eletrodeposição, o objetivo é o 
estudo dos processos de deposição eletroquímica e caracterização dos depósitos. 
A linha de pesquisa do laboratório pode ser resumida nos seguintes tópicos: 
 Otimização de misturas de inibidores para decapagem ácida; 
 Corrosão atmosférica; 
 Corrosão e proteção de alumínio e suas ligas; 
 Corrosão de aço inoxidável em altas pressões e temperaturas; 
 Revestimentos metálicos e orgânicos de elevada resistência à corrosão; 
 Avaliação do desempenho de vernizes e ceras utilizados para a proteção de 
monumentos exteriores; 
 Obtenção de nanoestruturas magnéticas eletrodepositadas. 
Ainda, o LEC mantém interação com outros grupos de pesquisa na área de 
Eletroquímica, no Brasil e no exterior, e com laboratórios de Caracterização de 
Materiais, seja na USP ou fora dela. A pesquisa desenvolvida pelo LEC tem caráter 
predominantemente aplicado. Neste sentido, o LEC prioriza a interação com empresas 
através de Projetos Empresa–Universidade, firmando convênios de pesquisa e 
desenvolvimento em busca de soluções para problemas específicos da área. O LEC 
está localizado no Bloco 18 do PQI. 
Gostou do LEC? Maiores informações em http://sites.poli.usp.br/pqi/lec/ 
LSCP - Laboratório de Simulação e Controle de Processos 
O LSCP tem como objetivo trabalhar na modelagem, otimização e controle dos 
processos químicos de relevância industrial. O Laboratório tem um foco em pesquisa 
aplicada diretamente nos casos industriais, contudo tem uma ampla dedicação também 
à abordagem dos conceitos básicos da química e engenharia química. 
As principais áreas de atuação do laboratório podem ser resumidas nos 
seguintes tópicos: 
20 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
 Desenvolvimento de novas estratégias e tecnologias para a modelagem, 
otimização e controle dos processos químicos, bem como sistemas químicos 
complexos com posterior aplicação em plantas químicas industriais; 
 Desenvolvimento de novos e mais eficientes algoritmos matemáticos para a 
otimização e controle de sistemas complexos de várias variáveis da indústria 
química. 
Dado o caráter de integração com a indústria do LSCP, diversas parcerias são 
formadas com as mais diversas empresas de vários ramos da indústria química 
brasileira, resultando em modalidades de pesquisa de característica cooperativa. 
O LSCP está localizado no Bloco 21 do PQI e no edifício semi-industrial. 
Gostou do LSCP? Maiores informações em http://www.lscp.pqi.ep.usp.br/ 
LSTM - Laboratório de Separações Térmicas e Mecânicas 
O Laboratório de Separações Térmicas e Mecânicas (LSTM) realiza estudos 
voltados às operações unitárias de separações térmicas e mecânicas, transporte de 
massa, desenvolvimento de equipamentos para algumas operações e desenvolvimento 
e melhoria de processos. 
Entre as linhas de pesquisa do laboratório se encontram: 
 Desenvolvimento de processos e produtos; 
 Tecnologia de (nano) partículas; 
 Equilíbrios de fase complexos; 
 Processos de transferência de calor e massa; 
 Intensificação de processos. 
Desenvolve projetos envolvendo empresas interessadas na realização de 
ensaios para o levantamento de dados experimentais, na análise estatística de dados, 
na construção de modelos matemáticos que envolvam o conhecimento de processos, 
buscando o seu desenvolvimento e/ou melhoria, com foco principal nas operações 
unitárias de separação. 
O LSTM está localizado no Bloco 22 do PQI. 
Docentes - contatos 
Nome Contato Laboratório 
Adriano Rodrigues Azzoni 
(11) 3091-2234 
adriano.azzoni@poli.usp.br 
Bloco 20, superior 
GEnBIO 
Aldo Tonso 
(11) 3091-2283 
atonso@usp.br 
Bloco 20, superior 
GEnBIO 
21 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
André Gonçalves Antunha 
(11) 3091-2244 
aantunha@usp.br 
Semi-industrial, primeiro 
andar ou Coordenação do 
Ciclo Básico 
 
Andreas Karoly Gombert 
(11) 3091-2229 
andreas.gombert@poli.usp.br 
Bloco 20, superior 
GEnBIO 
Antonio Carlos Silva Costa 
Teixeira 
(11) 3091-2263 
acscteix@usp.br 
Semi-industrial, terceiro andar 
CEPEMA 
LSCP 
Ardson dos Santos Vianna 
Junior 
(11) 3091-2279 
ardson@usp.br 
Semi-industrial, terceiro andar 
CEPEMA 
LSCP 
Augusto Câmara Neiva 
(11) 3091-2228 
acneiva@usp.br 
Bloco 18, superior 
LEC 
Carmen Cecilia Tadini 
(11) 3091-2258 
catadini@usp.br 
Semi-industrial, LEA, segundo 
andar 
LEA 
Cláudio Augusto Oller do 
Nascimento 
(11) 3091-2216 
oller@usp.br 
Bloco 21, inferior ou Semi-
industrial, terceiro andar 
CEPEMA 
LSCP 
Darci Odloak 
(11) 3091-2261 
odloak@usp.br 
Semi-industrial, terceiro andar 
CEPEMA 
LSCP 
Galo Carrillo Le Roux 
(11) 3091-1170 
galoroux@usp.br 
Semi-industrial, terceiro andar 
LSCP 
Gil Anderi da Silva 
(11) 3091-2213 
gil.silva@poli.usp.br 
Bloco 18, superior 
GPP 
Hercílio Gomes de Melo 
(11) 3091-2231 
hgdemelo@usp.br 
Bloco 18, superior 
LEC 
Idalina Vieira Aoki 
(11) 3091-2274 
idavaoki@usp.br 
Bloco 18, superior 
LEC 
Isabel Correia Guedes 
(11) 3091-2223 
icguedes@usp.br 
Bloco 18, superior 
LEC 
Jorge Andrey Wilhelms Gut 
(11) 3091-2253 
jorgewgut@usp.br 
Semi-industrial, LEA, segundo 
andar 
LEA 
22 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
José Luís de Paiva 
(11) 3091-2226 
jolpaiva@usp.br 
Semi-industrial, primeiro 
andar 
LSTM 
José Luis Pires Camacho 
(11) 3091-2243 
jlpcam@usp.br 
Bloco 22, inferior 
LSTM 
José Mangolini Neves 
(11) 3091-2280 
jose.neves@poli.usp.br 
Bloco 22, inferior 
LSTM 
Luiz Alexandre Kulay 
(11) 3091-2213 
luiz.kulay@poli.usp.br 
Bloco 18, superior 
GPP 
Luiz Valcov Loureiro 
(11) 3091-2215 
valcov@usp.br 
Semi-industrial, terceiro andar 
CEPEMA 
LSCP 
Marcelo Martins Seckler 
(11) 3091-1169 
marcelo.seckler@usp.br 
Bloco 21, inferior 
LSTM 
LSCP 
Maria Elena Santos Taqueda 
(11) 3091-2252mtaqueda@usp.br Bloco 22, 
inferior 
LSTM 
Masazi Maeda 
(11) 3091-2233 
masazi.maeda@poli.usp.br 
Semi-industrial, LEA, primeiro 
andar 
LEA 
Pedro de Alcântara Pessôa Filho 
(11) 3091-1106 
pedro.pessoa@poli.usp.br 
Bloco 20, superior 
LSTM 
GEnBio 
Reinaldo Giudici 
(11) 3091-2254 
rgiudici@usp.br 
Bloco 21, inferior 
CEPEMA 
LSCP 
Roberto Guardani 
(11) 3091-2277 
guardani@usp.br 
Bloco 21, inferior 
CEPEMA 
LSCP 
Song Won Park 
(11) 3091-1171 
sonwpark@usp.br 
Bloco 21, inferior 
CEPEMA 
LSCP 
Wilson Miguel Salvagnini 
(11) 3091-2285 
jackwil@usp.br 
Bloco 22, inferior 
LSTM 
 
23 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE 
PRODUÇÃO 
EPEF – Economia da Produção e Engenharia Financeira 
Pesquisa de aspectos ligados à modelagem econômico-financeira de 
empreendimentos, à contabilidade, às metodologias de custos, à análise de 
investimentos de sistemas de operações e aos aspectos econômicos relacionados às 
cadeias produtivas e às aglomerações de empresas (clusters e arranjos produtivos 
locais). 
O objetivo do grupo é garantir que ações de investimentos e/ ou melhorias nos 
sistemas de operações tenham justificativa econômica. Está dividido em duas 
subáreas: 
 Economia da Produção: avaliação de empresas; modelos de negócios e 
competitividade; organização industrial e desenvolvimento tecnológico; análise 
de cadeias produtivas; modelagem econômica de processos; análise de 
sistemas locais de produção e clusters regionais; análises setoriais e estudos de 
prospecção técnico-econômicas de setores emergentes; 
 Engenharia Financeira: modelagem quantitativa para gestão de custos e riscos. 
Análise econômico-financeira. Pricing. Engenharia de Custos: sistemas de 
gestão de custos; métodos e técnicas de custeio, integração de módulos 
econômicos financeiros com os sistemas de informação gerencial. 
GOL – Gestão de Operações e Logística 
Linha de pesquisa com ênfase em gestão física de sistemas de operações e 
logísticos com temas em planejamento, programação e controle da produção e de 
estoques, logística e cadeia de suprimentos e produtividade. 
O Núcleo de Gestão de Operações e Logística (GOL) – Ref. USP.1002 Diretório 
dos Grupos de Pesquisa do Brasil (LATTES/CNPq) – foi criado com o objetivo de 
desenvolver projetos de pesquisa e atividades de ensino relacionados ao planejamento 
e gestão de operações e recursos de produção tanto no contexto das indústrias de 
manufatura como de serviços. Atualmente, o grupo está engajado no desenvolvimento 
de estudos e projetos nas seguintes áreas principais: 
 Planejamento, Programação e Controle da Produção e Estoques; 
 Logística e Cadeia de Suprimentos; 
 Produtividade em Sistemas de Operações e Logística. 
Dentre os principais objetos de pesquisa que têm sido abordados pelo grupo, 
podemos citar estratégias emergentes de gestão de operações, metodologias de 
planejamento e projeto, métodos de análise de problemas, ferramentas de software, 
modelagem de sistemas, aspectos organizacionais, best practices de produção bem 
como técnicas de melhoria, controle e manutenção de processos. 
24 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
GTI – Gestão da Tecnologia da Informação 
Aborda a gestão da Tecnologia da Informação, envolvendo seu planejamento e 
implementação, visando o estabelecimento de uma estratégia integrada (envolvendo a 
tecnologia, a estratégia de negócios e os aspectos organizacionais), bem como o 
projeto, a implantação e a administração de Sistemas de Informação, de Gestão do 
Conhecimento e de Apoio à Decisão. 
O enfoque principal da linha de pesquisa deste grupo é o estudo da gestão da 
TI, envolvendo aspectos de planejamento e implementação. Engloba a análise e 
avaliação dos impactos da estratégia e das aplicações de TI em relação à estratégia e 
a operações das empresas e na forma pela qual a TI deve ser planejada para que haja 
ganhos na eficácia e não só na eficiência. Também foca a avaliação de aplicações de 
TI com uma ênfase nos aspectos eficiência e qualidade. 
Estudam-se ainda técnicas avançadas e métodos que permitam analisar 
aplicações complexas de TI, como Sistemas Especialistas, Conjuntos Difusos, Redes 
Heurísticas, Otimização multi-objetivos e Sistemas de Apoio à Decisão. 
QEP – Qualidade e Engenharia do Produto 
Abrange a discussão de estratégias, políticas, planejamento, operacionalização 
e controle de sistemas, metodologias e técnicas de qualidade, visando o aumento da 
eficácia e/ou competitividade da organização. Discute métodos e técnicas relacionados 
com a concepção, desenvolvimento e implantação de produtos, estudando sua 
viabilidade técnica, econômica e logística. 
O grupo Qualidade e Engenharia do Produto (QEP) − inscrito no Diretório dos 
Grupos de Pesquisa do Brasil (LATTES/CNPq) − foi criado com o objetivo de 
desenvolver atividades de pesquisa e ensino relacionadas ao planejamento e gestão da 
qualidade, projeto e produto. As principais áreas de pesquisa deste grupo são as 
seguintes: 
 Planejamento, gestão e controle da qualidade; 
 Planejamento e gestão da inovação e de projetos; 
 Desenvolvimento de novos produtos; 
 Estatística aplicada. 
TTO – Trabalho, Tecnologia e Organização 
Trata da organização do trabalho em todas as instâncias da atividade produtiva 
e dedica especial atenção à relação dinâmica entre trabalho e tecnologia. Parte da 
abordagem sócio-técnica para diagnóstico, projeto e gestão dos processos de 
produção de bens e serviços, aplica os ensinamentos da ergonomia para a o estudo do 
trabalho humano e busca o relacionamento entre a Engenharia e as Ciências Sociais 
Aplicadas. 
O grupo de pesquisa Trabalho, Tecnologia e Organização desenvolve pesquisas 
focadas nas questões organizacionais e de inovação tecnológica. O trabalho humano é 
25 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
um dos centros das atenções, seja em aspectos ergonômicos (com ênfase na análise 
da atividade), seja em aspectos da estrutura organizacional ou das relações sociais de 
produção. O outro centro é o do conhecimento, tecnologia e inovação voltados à 
competitividade. 
O TTO tem grande inserção no debate nacional e internacional. Reúne 
lideranças destacadas na pesquisa sobre organizações, especialmente sobre análise e 
projeto organizacional não clássico (não “taylorista”), reestruturação produtiva e 
trabalho no complexo automotivo, gestão da tecnologia e da engenharia, ergonomia e 
análise do trabalho, organização e gestão de serviços, incluindo administração pública 
e do terceiro setor. 
REDECOOP – Redes de Cooperação e Gestão do 
Conhecimento 
O objetivo do grupo é encontrar alternativas para elevar o desempenho das 
empresas e seu poder de competitividade através dos arranjos inter-organizacionais e 
das redes de cooperação produtiva, além de identificar as oportunidades e as barreiras 
relativas à geração, difusão e gestão do conhecimento através das redes de 
cooperação inter-organizacionais com o advento do paradigma de produção enxuta/ 
ágil/ flexível. É justamente o aspecto dinâmico de cooperação entre empresas e 
instituições, que operam em uma dada cadeia produtiva na busca das eficiências 
coletivas, que se pretende investigar. 
Faz parte do escopo de pesquisas, também, aspectos da sustentabilidade na 
cadeia produtiva em função das crescentes pressões sociais e ambientais por sistemas 
produtivos que não gerem impactos negativos à sociedade. Basicamente os projetos 
de pesquisa desenvolvidos nesta temática referem-se aos aspectos relativos à 
concepção e o desenvolvimento de produtose processos produtivos que, além de 
viáveis do ponto de vista técnico-econômico, sejam alinhados às novas exigências 
sociais e ambientais. Destacam-se pesquisas relativas aos requisitos de 
sustentabilidade na cadeia produtiva (gree supply chain) e requisitos socioambientais 
em arranjos e sistemas produtivos locais (eco-parques industriais). 
Docentes - contatos 
Nome Assunto Depto. Contato 
Álvaro 
Euzébio 
Hernandez 
· A interface Engenharia-
Direito 
EPEF prof.alvaro.hernandez@usp.br 
Celma de 
Oliveira 
Ribeiro 
· Pesquisa operacional 
aplicada a finanças 
EPEF celma@usp.br 
· Simulação baseada em 
agentes e aplicações 
· Modelos de previsão e de 
otimização no mercado de 
commodities 
· Modelos matemáticos 
aplicados ao mercado sucro 
alcooleiro 
26 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Davi Nakano 
· Produção musical 
EPEF dnnakano@usp.br 
· Indústrias Criativas e 
Inovação 
· Indústria fonográfica 
· Games 
João Amato 
Neto 
· Sistemas de indicadores para 
produção sustentável 
EPEF amato@usp.br 
· Modelos de gestão da 
produção sustentável 
· Distritos industriais e redes de 
cooperação 
Renato de 
Castro Garcia 
· Organização Industrial 
EPEF renato.garcia@poli.usp.br 
· Tecnologia e inovação 
· Sistemas locais de produção 
APLs 
 · Estratégias inovadoras 
de empresas no Brasil 
 · Interação universidade-
empresa 
Hugo 
Yoshizaki 
· Logística 
GOL hugo@usp.br 
· Logística humanitária 
· Logística de megacidades 
· Supply Chain Management 
Paulino G. 
Francischini 
· Lean service / lean office / 
lean service for public sector; GOL pgfranci@usp.br 
· Indicadores de desempenho 
Marco 
Aurélio de 
Mesquita 
· Gestão da Cadeia de 
Suprimentos 
GOL marco.mesquita@poli.usp.br 
· Sistemas de Apoio à Decisão 
em Planejamento e Controle da 
Produção (APS) 
· Desenvolvimento de Modelos 
de Apoio à Decisão em Excel / 
VBA 
· Simulação de Sistemas de 
Produção (manufatura e 
serviços) com software Arena 
· Software Livre aplicado à 
Gestão de Operações 
· Sistema OpenERP (sistema 
ERP livre) 
Fernando 
José Barbin 
Laurindo 
· Redes de empresas, 
estratégias e tecnologia da 
informação 
GTI fjblau@usp.br 
· Governança de TI; 
· Gestão de TI; 
· Estratégia e Planejamento de 
TI; 
· Gestão do Conhecimento; 
· Inteligência Competitiva; 
· Inovação e Tecnologia a 
Informação. 
27 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Marcelo 
Schneck de 
Paula Pessôa 
· Estudos de Processo de 
Produção de Software; 
GTI mpessoa@usp.br 
· Automação do processo de 
Software aderente ao CMMI 
(utilizado do Intálio como 
suporte ao controle dos 
projetos em uma fabrica de 
software) 
· Sistema didático de BPMS- 
Business Process Management 
System desenvolvimento 
de um sistema didático para 
realização de exercícios 
utilizando o Intálio. 
 
Mauro de 
Mesquita 
Spinola 
· Desenvolvimento de Sistemas 
de Informação para aplicações 
didáticas; 
GTI mauro.spinola@poli.usp.br 
· Integração de novas 
tecnologias; 
· Tecnologias móveis (tablets, 
smartphones, etc); 
· Gestão da Produção de 
Software; 
· Tecnologia da Informação; 
· Software livre; 
· Gestão do conhecimento; 
Renato 
Moraes 
· Gestão da TI; 
GTI remo@usp.br 
· Gestão de Projetos; 
· Gestão da Inovação; 
· Inteligência Competitiva 
Clovis 
Alvarenga 
Netto 
· Avaliação e projeto do ciclo 
de vida (LCA/LCD); 
QEP clovisnt@usp.br 
· Sistemas Produto-Serviço; 
· Sustentabilidade, produtos e 
serviços; 
· Inovação e Serviços. 
28 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Eduardo de 
Senzi Zancul 
· Impressão 3D / 
prototipação 
QEP ezancul@usp.br 
· Gestão do desenvolvimento 
de novos produtos 
· Gestão do ciclo de vida de 
produtos 
Linda Lee Ho 
· Estatística aplicada a 
produção; 
QEP lindalee@usp.br 
Marly 
Monteiro de 
Carvalho 
· Gestão de Projeto CNPq 
Universal; 
QEP marlymc@usp.br 
· Sustentabilidade & Produto 
PROCAD 
Afonso 
Fleury 
· Internacionalização das 
empresas brasileiras, gestão 
de Operações 
Internacionais, 
TTO acfleury@usp.br multinacionais brasileiras; 
· Produção e 
sustentabilidade; 
· Organização do trabalho 
Andre Fleury 
· Usabilidade: analisar 
ferramentas, desenvolver 
procedimentos, aplicar testes, 
TTO alfleury@usp.br 
 analisar resultados e definir os 
requisitos para implantação de 
melhorias no 
portal do PRO; 
· Laboratórios Virtuais para 
Ensino de Engenharia de 
Produção: levantamento 
comparativo sobre a utilização 
de laboratório virtuais para 
aprimoramento do ensino entre 
diferentes Departamentos de 
Engenharia de Produção, no 
país e no exterior; 
· Projeto Ex-Alunos PRO: 
desenvolver procedimentos, 
aplicar testes, analisar 
 resultados e definir os 
requisitos para 
desenvolvimento do site dos 
Ex-Alunos 
· Technology Roadmapping 
· Design de serviços 
· Educação mediada por 
tecnologias 
Fausto 
Leopoldo 
Mascia 
· Ergonomia em projetos; 
TTO fmascia@usp.br 
· Projetos industriais; 
· Design e Projeto de 
Produto; 
· Trabalho em serviços; 
29 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Guilherme 
Ary Plonski 
· Gestão da Inovação; 
TTO plonski2@usp.br 
· Gerenciamento de Projetos 
Laerte Idal 
Sznelwar 
· Ergonomia e psicodinâmica; 
TTO laertesz@usp.br 
· Trabalho em Centrais de 
Atendimento; 
· Trabalho e confiabilidade de 
sistemas; 
· Processos de Melhoria em 
Hospitais Públicos; 
· Design de cabines de avião; 
· Ergonomia em Projetos 
· Trabalho e sustentabilidade 
Márcia Terra 
da Silva 
· Organização do trabalho 
em serviços 
TTO mtdsilva@usp.br 
· Gestão de serviços de 
saúde 
· Análise de processos de 
produção de serviços de 
saúde 
Mário Sérgio 
Salerno 
· Gestão da inovação 
TTO msalerno@usp.br · Análise da engenharia no 
Brasil (EngenhariaData) 
Uiara 
Bandineli 
Montedo 
· Ergonomia de Concepção 
(projetos); 
TTO uiara.montedo@gmail.com 
· Design e projeto do produto; 
· Design de Produtos e 
Processos do trabalho em 
Serviços de Saúde; 
· Ergonomia em Sistemas 
Agrícolas de Produção; 
· Usabilidade de Software 
· Design de equipamentos para 
a agricultura orgânica; 
 
30 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
DEPARTAMENTOS DE ENGENHARIA DE 
MECÂNICA E MECATRÔNICA 
ACAPLI - Laboratório de Acústica Aplicada 
 esen ol imento de ati idades de pes uisa, presta ão de ser i os, consultoria e 
assessoria em controle do ru do industrial e ambiental. esen ol imento de produtos com 
caracter sticas ac sticas controladas. esen ol imento de trabal os nas reas de ibroac stica. 
 oise, ibration and ars ness ) para as ind strias de transporte. ualidade sonora de 
produtos de consumo e em ambientes de audi ão cr tica. Medi ões, simula ões computacionais, 
laudos t cnicos e per cias. 
Pesquisador Principal: Sylvio R. Bistafa; sbistafa@usp.br 
GREAC - Grupo de Pesquisa em Refrigeração, Ar 
Condicionado e Conforto Térmico 
O GREAC/EPUSP desenvolve trabalhos de pesquisa e desenvolvimento na a alia ão 
e perimental, modelagem e simula ão de sistemas de refrigera ão e ar condicionado e seus 
componentes, a alia ão do desempen o t rmico de edifica ões e de conforto t rmico e 
qualidade do ar em ambientes climatizados. 
Pesquisadores: 
Alberto Hernandez Neto; ahneto@usp.br 
Arlindo Tribess; atribess@usp.br 
 l io . S. Fiorelli; fiorelli@usp.br 
Marcos de Mattos Pimenta; marcos.pimenta@poli.usp.brNDF - Núcleo de Dinâmica e Fluidos 
 cleo de in mica e luidos ) tem como ob eti o o desen ol imento de 
pes uisas em din mica dos fluidos, intera ão fluido-estrutura, din mica estrutural e 
aerodin mica. s in estiga ões nele reali adas são concebidas para fornecer subs dios para 
pro etos a an ados. 
Pesquisadores (Email da secretaria: ivonemar@usp.br) 
Clovis de Arruda Martins 
31 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Julio R.Meneghini 
 os . P. AranhaErnani V. Volpe 
 bio altara 
Jorge . ali o 
Roberto Ramos Jr. 
 usta o . . ssi 
Bruno S. Carmo 
Laboratório de Mecânica dos Fluidos aplicado às Ciências 
Ambientais e Engenharia Biomédica 
 s trabal os são desen ol idos atra s de modelagem f sica, computacional, ensaios 
de campo e ensaios in itro. s principais lin as de pes uisa são em emiss rios submarinos e 
sub-a u ticos, flu o atra s do sistema ascular, redu ão de arrasto em escoamentos, 
surfactantes para pulmão, pr teses ortop dicas e odontol gicas e tomografia por imped ncia 
el trica. 
Pesquisadores: 
Jaime Pinto Ortiz; jportiz@usp.br 
Raul G. Lima 
LDC - Laboratório de Dinâmica e Controle 
 aborat rio de in mica e ontrole ) atua na modelagem, an lise e controle de 
sistemas din micos, com aplica ões nas reas eicular, m uinas e estruturas e bioengen aria, 
buscando mel orar o desempen o e introdu ir conceitos ino adores. in as de 
 es uisa in mica eicular e culos ubmarinos n lise in mica de struturas; 
Bioengen aria eoria e plica ão de ontrole de istemas Mec nicos ibra ão e c stica. 
Contato: 
 na ienn ecretaria de in mica e ontrole - Sala ES-13); ldc.pme@poli.usp.br 
LADIN - Laboratório de Dinâmica e Instrumentação 
O LADIN atua nas areas de Monitoramento, iagn stico, nspe ão de uipamentos, 
 rocessos e rodutos. s lin as de pes uisa são monitoramento e diagn stico do desempen o 
de e uipamentos alternati os e rotati os, processamento de sinais, etec ão de fal as por 
32 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
an lise de ibra ão e emissão ac stica, nsaio não destruti o magn tico baseado no u do 
Magn tico de ar ausen, Monitoramento e mapeamento de altera ões em materiais e 
Engenharia do Esporte 
Pesquisador: 
Linilson Padovene; lrpadove@usp.br 
SISEA - Alternativos 
 aborat rio de istemas nerg ticos lternati os ) est oltado para pro etos 
de pes uisa e desen ol imento em ngen aria rmica, de uma forma ampla, incluindo o uso e 
as transforma ões da nergia. coordena ão do laborat rio feita pelo rof. os . imões 
Moreira. s principais lin as de pes uisa são in mica de mudan a de fase – num rico e 
e perimental nstrumenta ão bif sica s atural, e eficiência energ tica rocessos 
industriais termodin micos e de transferência de calor iclos de absor ão de calor de am nia-
 gua; Energia solar. 
Contato: sisea@usp.br 
LIFE&MO - Laboratório de Interação Fluido Estrutura e 
Mecânica Offshore 
 aborat rio concentra suas ati idades em di ersos temas da mec nica offs ore e no 
estudo dos fen menos de intera ão fluido-estrutura. ais temas incluem a mec nica estrutural 
de risers, tubula ões, lin as de amarra ão, posicionamento din mico de plataformas e unidades 
flutuantes, bem como din mica não-linear e idrodin mica aplicadas. Modelamento te rico, 
tanto anal tico como num rico, e t cnicas e perimentais são empregados de forma 
complementar. 
Pesquisadores: 
Celso Pesce; ceppesce@usp.br 
Clovis Martins; cmartins@usp.br 
Roberto Ramos Jr.; rramosjr@usp.br 
Alexandre Simos; alesimos@usp.br 
 
 
33 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LFS - Laboratório de Fenômenos de Superfície 
 ob eti a contribuir com a educa ão, o a an o cient fico e o desen ol imento 
tecnol gico na rea da tribologia. ossas ati idades estão direcionadaspara sermos um centro 
dee celência em tribologia, atra s do desen ol imento de pro etos de ino a ão cient fica e 
tecnol gica. s in as de pes uisa são en menos de superf cie atrito, desgaste, lubrifica ão e 
corrosão) e o seu controle. 
Pesquisadores: 
Deniol K. Tanaka; dktanaka@usp.br 
Amilton Sinatora; sinatora@usp.br 
Roberto M. Souza; roberto.souza@poli.usp.br 
Izabel F. Machado; machadoi@usp.br 
Mario Boccalini Jr.; mbj@ipt.br 
André Paulo Tschiptschin; antschip@usp.br 
LSA - Laboratório de Sistemas e Automação 
O robô autônomo, o sistema híbrido de propulsão de um automóvel, o sistema 
de visão para inspeção industrial, o sistema de controle de um avião, o sistema predial 
de combate a incêndio, o sistema de diagnóstico a distância são todos exemplos de 
sistema mecatrônico. Estes sistemas, são um amalgama de elementos e componentes 
(hardware e software) que interatuam e são interdependentes. Em geral, o sistema 
mecatrônico ou sistema de automação é uma combinação complexa dos elementos e, 
frequentemente, o seu comportamento apresenta uma dinâmica própria. 
Assim, o Laboratório de Sistemas de Automação (LSA) atua de modo a formar 
engenheiros e pesquisadores que tenham a capacidade de analisar, projetar, 
desenvolver e operar estes sistemas. Em contraste aos especialistas nas disciplinas 
tradicionais da engenharia, os mecatrônicos devem desenvolver uma visão holística de 
problemas complexos e de soluções tecnológicas, incluindo fatores relevantes do meio 
ambiente e do ciclo de vida do produto. 
As pesquisas do LSA envolvem o estudo e aplicação de técnicas analíticas e de 
modelagem, suportados por ferramentas computacionais, para a tomada de decisões 
que solucionem os problemas, e no refinamento e avaliação de novos conceitos de 
projeto de sistemas. Desta forma, o LSA tem atuado junto com engenheiros e 
especialistas de diferentes áreas em trabalhos que envolvem considerações 
econômicas, ambientais, humanas e técnicas específicas. 
O LSA é formado por docentes, pesquisadores e alunos que estudam e 
desenvolvem técnicas e tecnologias fundamentais em sistemas concebidos e 
construídos pelo homem (man made systems). 
34 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
As aplicações envolvem não somente sistemas de produção industriais como a 
automação de processos de manufatura e de processos contínuos mas também 
sistemas de transporte, sistemas de saúde, sistemas de comunicação, sistemas de 
defesa, edifícios inteligentes, etc. E os projetos de pesquisa em desenvolvimento 
envolvem: Automação da Manufatura; Controle Programável; Domótica; Edifícios 
Inteligentes; E-engineering; E-factory; E-manufacturing; Gerenciamento de Sistemas 
Complexos; Manufatura Digital; Manufatura Virtual; Modelagem e Controle de Sistema 
Discretos; Modelagem e Simulação; Projeto e Análise de Sistemas de Automação; 
Projeto e Análise de Sistemas de Controle; Robótica; Sistemas a Eventos Discretos e 
Híbridos; Sistemas Distribuídos; Sistemas Instrumentados de Segurança (SIS); 
Sistemas Inteligentes de Transporte; Sistemas Mecatrônicos e Assistência Ventricular; 
Supervisão de Sistemas Embarcados. 
Professor Doutor Paulo E. Miyagi; pemiyagi@usp.br 
Professor Doutor Diolino José dos Santos Filho 
Professor Doutor Fabrício Junqueira 
LUS - Laboratório de Ultrassom 
O laboratório de Ultrassom atua na modelagem, fabricação e verificações 
experimentais de transdutores ultrassônicos de baixa e alta potência para aplicações 
industriais e médicas. Desenvolve eletrônica de geração, recepção, aquisição e 
processamento de sinais de ultrassom para sistemas mono e multicanais (transdutores 
matriciais), que permitam focalização eletrônica na emissão e na recepção. Além disso, 
desenvolve técnicas ultrassônicasque possibilitam a caracterização de materiais 
compostos e piezelétricos, bem como a determinação de propriedades de líquidos. 
Temas de trabalho: 
 Inspeção por ultrassom de defeitos em estruturas mecânicas nas áreas 
petrolífera e aeroespacial; 
 Fabricação de transdutores ultrassônicos para aplicação médica e industrial; 
 Medição de propriedades de sólidos e líquidos por ultrassom para aplicação na 
indústria; 
 Formação de imagens por ultrassom (aplicações médicas e industriais); 
 Construção de equipamentos para inspeção de defeitos em peças mecânicas. 
Professor Doutor Flávio Buiochi; fbuiochi@usp.br 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/lsat/ 
Laboratório de Otimização de Sistemas Multifísicos 
Professor Doutor Emílio Silva; ecnsilva@usp.br 
Site: http://143.107.99.108/ 
Laboratório de Sistemas Embarcados 
35 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Áreas de interesse: 
 Navegação inercial; 
 Processamento digital de sinais; 
 Processamento de imagens; 
 Controle; 
 Sistemas abertos de hardware e software. 
Professor Doutor Celso Furukawa; cmfurukawa@usp.br 
Professor Doutor Newton Maruyama; cmfurukawa@usp.br 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/lsat/ 
Laboratório de Micromecânica 
Professor Doutor Rodrigo Lima Stoeterau; rodrigo.stoeterau@usp.br 
Laboratório de Biomecatrônica 
Modelos do sistema de controle motor humano a partir de uma perspectiva de 
engenharia de controle 
Biomecatrônica = Biomecânica + Controle Motor 
PALAVRAS-CHAVE: Biomecânica e controle motor. Motor. Bioengenharia. 
Biomecatrônica. 
Como planejamos, codificamos e controlamos nossos movimentos? Como 
aplicar nosso conhecimento sobre o sistema motor humano para construir robôs ou 
exoesqueletos? As pesquisas de controle motor vêm sendo abordadas de diferentes 
pontos de vista, tais como: biologia, medicina, psicologia, que, juntamente com a 
matemática e métodos de engenharia, está provocando avanços importantes nesse 
campo. Entretanto, os modelos atuais de controle motor são limitados em sua 
capacidade de explicar fenômenos biológicos e também em suas aplicações 
cibernéticas. 
O objetivo desta pesquisa é descobrir alguns dos princípios e definir novos 
modelos que descrevem o controle do movimento, considerando aspectos como a 
variabilidade do movimento biológico e sua estrutura hierárquica. A expectativa é gerar 
resultados que sejam úteis para o clínico, como os modelos de controle de movimento 
podem ajudar na avaliação da evolução da doença neuromuscular e aplicar a terapia 
mais eficaz. Além disso, revelar aspectos do controle motor biológico seria muito útil 
para a concepção de sistemas biomiméticos no domínio da engenharia de controle e 
robótica. Este trabalho vai contribuir com a pesquisa básica útil para a otimização de 
ajuda técnica para pessoas idosas e as deficientes, que são populações crescentes e 
com necessidades especiais na sociedade. 
Professor Doutor Arturo Forner Cordero; aforner@usp.br 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/biomecatronica/ 
Laboratório de Processos de Fabricação 
36 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
O Laboratório de Engenharia de Fabricação realiza pesquisas nas seguintes 
áreas do conhecimento: 
 Usinagem: Desenvolvimento de produtos e processos de fabricação na área de 
usinagem, por corte, abrasão e não convencional, envolvendo modelagem e 
simulação experimental numérica. Dentre os trabalhos atuais nesta área está o 
desenvolvimento de processos monitoração e modelagens de força do processo 
de fresamento de topo e furação. Desenvolvimento de estudos de 
desenvolvimento de processos de usinagem em alta velocidade e de usinagem 
de materiais endurecidos; 
 Conformação: Desenvolvimento de produtos e processos de fabricação na área 
de conformação mecânica, envolvendo modelagem e simulação experimental 
numérica. Dentre os trabalhos atuais nesta área está o desenvolvimento de 
processos de conformação hidrostática (hidroformagem) de chapas e tubos e 
de conformação de chapas para carrocerias; 
 Junção: Desenvolvimento de produtos e processos de fabricação na área de 
montagem e junção, envolvendo processos de soldagem, brasagem e junção 
por conformação mecânica, envolvendo modelagem e simulação experimental 
numérica. Dentre os trabalhos atuais nesta área está o desenvolvimento de 
processos de montagem de carrocerias automotivas, envolvendo processos de 
solda a ponto resistiva e soldagem a laser. 
Professor Doutor Gilmar Ferreira Batalha; gfbatalha@gmail.com 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/lefa/ 
Laboratório de Mecânica dos Sólidos e Impacto em 
Estruturas 
Professor Doutor Rafael Traldi Moura; moura.gmsie.usp@gmail.com 
Site: http://www.gmsie.usp.br/ 
Laboratório de Análise de Confiabilidade 
O Grupo de Pesquisa em Projeto de Máquinas pertencente ao Departamento de 
Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos (PMR), cadastrado junto ao Conselho 
Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico Tecnológico (CNPq) desde 1994 
tem como objetivo desenvolver estudos relacionados com as técnicas de projeto de 
máquinas, atuando nas áreas de análise e síntese de sistemas eletro-mecânicos. 
As pesquisas dos membros do grupo têm se concentrado no desenvolvimento 
de conhecimento técnico-científico associados com o projeto de máquinas a fim de 
propor novas arquiteturas para máquinas, buscando a melhoria do desempenho 
operacional e segurança do operador, bem como visando a melhoria do desempenho 
de máquinas já existentes, através da modernização ou recuperação das mesmas. 
Tendo em vista o aumento da complexidade dos sistemas eletromecânicos 
presentes nas máquinas em geral, os estudos executados pelo grupo tem como 
objetivo aumentar a confiabilidade, a flexibilidade das operações executadas pela 
máquina bem como o aprimoramento de seus sistemas de controle, de forma a 
garantir a sua operação sem falhas por um período de tempo pré-determinado. 
37 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
O grupo de pesquisa tem realizado atividades nas seguintes áreas: 
 Pós-graduação, onde os docentes do grupo ministram disciplinas e orientam o 
desenvolvimento de teses e dissertações associadas com técnicas de síntese e 
análise de sistemas eletromecânicos; 
 Pesquisa, realizando projetos de pesquisa financiados por órgão de fomento, 
como FAPESP, CNPq e CAPES, bem como por empresas, através da captação 
de recursos associados a programas de incentivo ao desenvolvimento industrial; 
 Extensão, através da apresentação de palestras em associações ligadas ao meio 
industrial, participação, como docente, e coordenação de cursos de 
especialização ministrados junto ao Programa de Educação Continuada da 
EPUSP (PECE/EPUSP). 
Professor Doutor Gilberto Francisco Martha de Souza; gfmsouza@usp.br 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/lac/ 
Laboratório de Sensores e Atuadores 
Professor Doutor Newton Maruyama; maruyama@usp.br 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/lsat/ 
Laboratório de Percepção Avançada 
O Laboratório de Percepção Avançada (LPA) faz parte do Departamento de 
Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da USP. 
O interesse principal do grupo é estudar como utilizar sensores como fonte de 
informação para tomada de decisão na realização de tarefas robóticas autônomas. 
Recentemente, tem sido estudado sistemas de visão omnidirecional como fonte de 
informação para diversas tarefas robóticas. Outros interesses do grupo compreendem: 
controle servo visual usando visão omnidirecional, visão estéreo, sistemas de controle 
em tempo real, desenvolvimento de sistemas de controle embarcados, teleoperação de 
robôs móveis, dentre outros. 
Como plataforma para teste dealguns projetos, o grupo possui um robô móvel 
Magellan Pro, um robô móvel desenvolvido no próprio grupo, diversos computadores 
PC Pentium III e 4 com Linux e Windows, scanners, câmeras, placas de aquisição de 
imagens, links de rádio ethernet (802.11 WiFi), RS-232C e de vídeo. 
Professor Doutor Jun Okamoto Jr.; jokamoto@usp.br 
Site: http://sites.poli.usp.br/pmr/lpa/ 
38 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
DEPARTAMENTOS DA G.A. CIVIL 
PCC - Departamento de Engenharia de Construção Civil 
O PCC oferece habilitação em Engenharia Civil desde a fundação da Escola 
Politécnica, em 1893. Suas atividades se relacionam diretamente às demandas 
tecnológicas, de produtividade, qualidade e sustentabilidade da indústria da construção 
civil, uma das mais importantes do país, representando aproximadamente 10% do seu 
Produto Interno Bruto. 
Docentes, alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores e técnicos do 
departamento têm por objetivo superar as limitações tecnológicas da área e 
desenvolver soluções inovadoras para os problemas da engenharia de construção civil 
e de seus consumidores. Além disso, o Departamento atua em conjunto com 
profissionais e empresas públicas e privadas externos ao meio acadêmico, procurando 
diagnosticar os problemas e definir prioridades de ação de forma a solucioná-los. O 
PCC também interage com instituições acadêmicas similares em vários estados do 
Brasil e no exterior, o que contribui para ampliar os horizontes do conhecimento. 
As linhas de pesquisa do PCC são as seguintes: 
 Especialidade: Engenharia e Planejamento Urbanos: 
o Gestão das Cidades; 
o Gestão Habitacional. 
 Especialidade: Engenharia de Sistemas Prediais: 
o Gestão dos Sistemas Automação Predial e Comunicações; 
o Sistemas Prediais; 
o Sistemas Prediais de Energia Convencional, Alternativa e Gases; 
o Sistemas Prediais de Segurança contra Incêndio e Patrimonial; 
o Sistemas Prediais Hidráulicos; 
o Sistemas Prediais Para Conforto. 
 Especialidade: Materiais e Componentes para a Construção Civil: 
o Concretos Especiais; 
o Construção Sustentável; 
o Corrosão das Armaduras; 
o Materiais de Construção para o Desenvolvimento Sustentável; 
o Materiais Reforçados com Fibras; 
o Pastas e Argamassas; 
o Reabilitação de Estruturas de Concreto; 
o Reciclagem de Resíduos. 
 Especialidade: Real Estate: 
o Administração de Empresas e Empreendimentos; 
o Concessões e Investimentos de Longo Prazo; 
o Comportamentos de Mercados de Real Estate; 
o Economia setorial e empreendimentos; 
o Empreendimentos Imobiliários e de Base Imobiliária; 
o Planejamento Estratégico, Econômico e Economia Setorial. 
 Especialidade: Tecnologia Computacional para Construção Civil: 
o Métodos Computacionais e Modelos Matemáticos; 
39 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Modernização das Técnicas de Ensino de Desenho Técnico e Geometria 
em Engenharia; 
o Simulação Ambiental para Análise de Conforto em Edificações; 
o Tecnologia Computacional para Construção Civil; 
o Tecnologia da Informação. 
 Especialidade: Tecnologia e Gestão da Produção na Construção Civil: 
o Competitividade, Qualidade e Modernização Produtiva; 
o Gestão da Produção; 
o Gestão de Projetos; 
o Inovação e racionalização nos processos construtivos. 
Gostou do PCC? Acesse o site http://www.pcc.usp.br/home ou entre em 
contato com a Diretoria Acadêmica do CEC para maiores informações! Há inclusive, na 
aba Pesquisas > Temas para Desenvolvimento, um link para a descrição detalhada de 
todas as ’s oferecidas pelo epartamento. 
PTR - Departamento de Engenharia de Transportes 
Desde a fundação da Escola Politécnica em 1893, já existiam disciplinas de 
Engenharia de Transportes, oferecidas no Curso de Engenharia Civil, com ênfase para 
Topografia, Estradas e Ferrovias. Com a reforma universitária em 1969, criou-se o PTR 
e, a partir da inclusão de disciplinas de Tráfego e Transporte Urbano, surgiu a 
modalidade de Engenheiros Civis com ênfase em Transportes, que permaneceu por 
pouco tempo (1970-1974). 
Nos últimos anos, considerando a experiência internacional em ensino e em 
pesquisa, bem como a realidade nacional, o PTR foi estruturado em torno de três 
áreas, para fins tanto de pesquisa, quanto de ensino: 
 Planejamento e Operação de Transportes - envolve os seguintes 
laboratórios: 
o Laboratório de Estudos Metodológicos em Transportes (LEMT): 
Políticas integradas de uso do solo e transportes; estudo de aspectos 
socioeconômicos em transportes; métodos de coleta e análise de dados; 
engenharia de tráfego, segurança viária, transporte público e 
modelagem e análise da demanda e da oferta de transportes; 
o Laboratório de Modelagem e Algoritmos em Transportes e 
Logística (LMAT): modelagem matemática e o desenvolvimento de 
algoritmos e ferramentas computacionais em Transportes e Logística; 
o Laboratório de Planejamento e Operação de Transportes (LPT): 
modelagem, análise econômico-operacional e informatização de 
sistemas de transportes regionais e urbanos; terminais de transporte; 
sistemas logísticos. 
 Infraestrutura de Transportes e Aquisição - envolve seguintes 
laboratórios: 
o Laboratório de Mecânica de Pavimentos (LMP): modelagem 
analítica e numérica de estruturas de pavimento; análise experimental 
de desempenho de pavimentos; 
o Laboratório de Tecnologia e Pavimentação (LTP): 
desenvolvimento de novas tecnologias de pavimentação, ensaios e 
avaliação do comportamento de materiais de pavimentação: solos 
40 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
tropicais, agregados, misturas solo-agregado, misturas estabilizadas, 
misturas asfálticas, etc. 
 Tratamento e Uso de Informações Espaciais - envolve seguintes 
laboratórios: 
o Laboratórios de Geoprocessamento (LGP): desenvolvimento de 
tecnologia em sistemas de informações geográficas; tratamento de 
imagens e geoprocessamento; 
o Laboratório de Topografia e Geodésia (LTG): classificação e 
calibração de equipamentos topográficos e geodésicos de precisão; 
gravimetria aplicada; determinação do geoide e aplicação dos modelos 
do geopotencial; sistemas de projeção cartográfica UTM e LTM; 
monitoramento de deslocamentos em grandes obras de engenharia, 
monitoramento do nível médio do mar e sistemas de altitude; com 
equipamentos geodésicos e GPS; tecnologia GPS e seu uso em 
navegação e transporte; modelagem digital de terreno; cartografia 
digital; evolução da tecnologia cartográfica. 
O PTR tem-se destacado no ensino, na pesquisa e na prestação de serviços à 
comunidade nas três áreas de atuação citadas, tendo apresentado uma evolução 
marcante nas últimas duas décadas na infraestrutura de pesquisa e de laboratórios em 
geral. 
As linhas de pesquisa do PTR são: 
 Cartografia: Bases cartográficas: produção, atualização e controle de 
qualidade. Sistemas de projeção. Tecnologias: aerofotogrametria, sensoriamento 
remoto, sistema de varredura a laser, cartografia digital. Modelagem digital de 
terrenos. História da cartografia; 
 Geodésia e Topografia: Posicionamento por satélite (GNSS); redes 
ativas e passivas. Estudo da ionosfera através do GNSS. Monitoramento de 
estruturas de engenharia. Superfícies de referência, modelos geoidais e 
monitoramento do nível médio do mar; 
 Geoprocessamento: Compreende: tratamento e análise da 
informação espacial; uso de sistemas de informações espaciais, uso de 
sensoriamento remoto e técnicas de reconhecimento de padrões; 
 Materiais de Pavimentação: Uso de solos tropicais em 
pavimentação, misturas asfálticas e suas aplicações; estabilização de solos; 
cimentos e concretos em pavimentação; agregados naturais e artificiais; resíduos e 
rejeitos para pavimentos; 
 Mecânica de Pavimentos: Avaliaçãotensional de pavimentos 
aplicada a projeto de estrutura e de reforços estruturais; racionalização e 
desenvolvimento de critérios de dimensionamento de pavimentos; 
 Projeto Geométrico de Vias de Transportes: Estudos relacionados 
à concepção de alinhamentos verticais e horizontais de rodovias, vias urbanas, 
ferrovias e aeroportos, bem como seus impactos em outros elementos relacionados 
a sinalização e a drenagem das vias; 
 Gerência de Pavimentos: Abrange estudos relativos à avaliação 
funcional e estrutural de pavimentos, técnicas de manutenção e conservação viária, 
gerência de redes viárias; 
 Logística e Sistema de Transportes e Distribuição: Planejamento 
de sistemas logísticos; planejamento e programação de frotas; desenvolvimento e 
41 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
aplicação de modelos para otimização, simulação e análise de sistemas de 
transportes; planejamento, projeto e operação de terminais de transportes; 
 Transporte Urbano: Modelagem da demanda e da oferta de 
transportes; e da interação com o uso do solo; planejamento de transportes; 
avaliação de políticas de transporte; economia dos transportes urbanos; sistemas 
de transportes público; sistema viário; segurança de trânsito. 
Gostou do PTR? Acesse o site http://www.ptr.poli.usp.br/ ou entre em contato 
com a Diretoria Acadêmica do CEC para maiores informações! 
Chefe do Departamento: Dra. Liedi Légi Bariani Bernucci - liedi@usp.br 
PHA - Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental 
A atuação do PHA revelou sempre a preocupação de alinhar a Universidade 
com o esforço de desenvolvimento do país, procurando prover a comunidade com os 
instrumentos tecnológicos que necessita. 
Para implementar seus projetos, o PHA conta atualmente com três laboratórios: 
o Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos (CTH), que opera em convênio 
com o DAEF, o Laboratório de Saneamento Prof. Dr. Lucas Nogueira Garcez (LabSan) 
e o Laboratório de Sistemas de Suporte a Decisões (LabSid). 
As disciplinas de graduação do departamento estão organizadas segundo as 
áreas de hidráulica, saneamento, recursos hídricos, hidrologia, introdução à engenharia 
ambiental, construções hidráulicas e portos e vias navegáveis. Possui especialização na 
pós-graduação nas áreas de obras hidráulicas, fluviais e marítimas, saneamento, meio 
ambiente e recursos hídricos. 
As linhas de pesquisa do PHA dividem-se em: 
 Especialidade: Hidráulica e Obras Hidráulicas: 
o Fenômenos Hidráulicos; 
o Fenômenos Hidrossedimentológicos; 
o Infraestruturas e Gestão de Empreendimentos em Bacias 
Hidrográficas; 
o Infraestruturas e Gestão de Obras de Empreendimentos 
Marítimas. 
 Especialidade: Recursos Hídricos: 
o Sistemas de Informação em Recursos Hídricos; 
o Água e Meio Ambiente; 
o Águas Urbanas; 
o Análise de Sistemas aplicados a Recursos Hídricos; 
o Hidrologia; 
o Sistema de Suporte à Decisão em Recursos Hídricos; 
o Sistemas de Alertas Hidrológicos. 
 Especialidade: Saneamento e Meio Ambiente: 
o Gerenciamento e tratamento de resíduos gerados em processos 
de tratamento de água, águas residuárias e efluentes industriais; 
o Avaliação e gestão de impactos ambientais; 
o Conservação e reuso da água; 
42 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Ecoeficiência; 
o Prevenção e controle da poluição ambiental; 
o Sistemas de abastecimento de água; 
o Sistemas de coleta e transporte de esgotos sanitários; 
o Tratamento de águas de reabastecimento, águas residuárias e 
efluentes industriais. 
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PEF - Departamento de Engenharia de Estruturas de 
Geotécnica 
O PEF ocupa-se da concepção e do projeto (análise e detalhamento) de 
estruturas ue se constituem em elementos portantes ou “infraestrutura” para todo e 
qualquer tipo de obra da Engenharia Civil, bem como do estudo das propriedades 
tecnológicas dos materiais estruturais, naturais ou manufaturados. 
Aspectos relacionados aos métodos construtivos, utilização, manutenção e 
recuperação de estruturas são o foco das atividades do PEF, na medida em que afetam 
a filosofia da concepção estrutural e apresentam novos desafios de análise. Embora as 
atividades do Departamento demonstrem historicamente ligação estreita com a 
Engenharia Civil, nos anos mais recentes outras conexões interdisciplinares com outras 
áreas da Engenharia têm ocorrido. Em Engenharia Mecânica, Naval e Aeronáutica, por 
exemplo, identificam-se estruturas que devem ser adequadamente concebidas e 
projetadas, ampliando-se assim o espectro de atuação do PEF. Na Geotecnia Ambiental 
a ligação se dá até mesmo com outras áreas que não exclusivamente a Engenharia. 
O PEF abrange os seguintes laboratórios: 
o Laboratório de Mecânica Computacional (LMC): Entre seus projetos de 
pesquisa destacam-se os de desenvolvimento de métodos computacionais para 
a análise linear e não linear, estática e dinâmica de sólidos e estruturas e os 
relacionados com a computação gráfica aplicada à engenharia de estruturas. O 
LMC tem um compromisso com a pesquisa tecnológica através da absorção, 
síntese, adaptação e disponibilização de tecnologias desenvolvidas 
externamente, mas de interesse do País; 
o Laboratório de Estruturas e Materiais Estruturais (LEM): As atividades 
desenvolvidas no LEM podem ser agrupadas nas seguintes áreas: Investigação 
de modelos reduzidos, Investigação do comportamento de materiais 
estruturais, Investigação de estruturas, Monitoração e segurança de estruturas; 
o Laboratório de Mecânica dos Solos (LMS): É um dos laboratórios pioneiros 
nos estudos de solos de regiões tropicais, que foram de extrema importância 
para a construção das barragens de terra realizadas no Estado de São Paulo e 
no Brasil, tanto para o sistema de abastecimento de água como para geração 
de energia elétrica. No LMS são desenvolvidas aulas enfocando diversos 
aspectos relacionados com a Engenharia Geotécnica. Além disso, também são 
realizados ensaios de campo e laboratório para a indústria, contribuindo com 
projetos de engenharia, de obras executadas em todo o Brasil e no exterior. 
 
43 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
As linhas de pesquisa do PEF são as seguintes: 
Engenharia de Estruturas: 
 Especialidade: Mecânica dos Sólidos Deformáveis: 
o Modelagem Matemática e Computacional dos Sólidos 
Deformáveis; 
o Mecânica dos Sólidos Deformáveis. 
 Especialidade: Métodos Computacionais em Mecânica Aplicada: 
o Métodos Computacionais aplicados à Engenharia de Estruturas; 
o Métodos Computacionais em Mecânica Aplicada. 
 Especialidade: Projeto e Métodos Construtivos de Estruturas: 
o Grandes Estruturas: projeto, métodos construtivos e 
monitoração; 
o Projeto e Métodos Construtivos de Obras Subterrâneas; 
o Projeto e Métodos Construtivos Estruturas de Barragens; 
o Projeto e Métodos Construtivos de Edifícios. 
 Especialidade: Sistemas e Materiais Estruturais: 
o Análise Experimental de Estruturas e Novos Materiais; 
o Sistemas Estruturais de Concreto; 
o Sistemas Estruturais de Madeira; 
o Sistemas Estruturais Metálicos. 
 Especialidade: Teoria das Estruturas: 
o Dinâmica e Estabilidade de Estruturas; 
o Modelagem Matemática e Computacional em Mecânica das 
Estruturas; 
o Teoria das Estruturas. 
Engenharia Geotécnica: 
 Especialidade: Fundações e Escavações: 
o Comportamento das Fundações; 
o Escavações a Céu Aberto; 
o Fundações;. 
o Túneis e Escavações Subterrâneas. 
 Especialidade: Geomecânica: 
o Comportamento de Solos Tropicais; 
o Mecânica das Rochas; 
o Mecânica dos Solos Computacional; 
o Mecânica dos Solos Não saturados; 
o Mecânica dos Solos Teóricae Experimental. 
 Especialidade: Geotecnia Ambiental: 
o Análise de Riscos Geo-Ambientais; 
o Biotecnologia; 
o Disposição de Rejeitos e Resíduos; 
o Transportes de Poluentes em Meios Porosos. 
 Especialidade: Obras de Terra e Enrocamento: 
o Aterros sobre solos moles; 
o Barragens e Aterros; 
o Taludes Naturais e de Corte; 
o Tratamento e Melhoria de Maciços. 
44 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
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Chefe do Departamento: Prof. João Cyro André – joaocyro.andre@gmail.com 
Docentes - contatos 
Nome Contato Depto Lattes 
Alex Kenya Abiko 
(11) 3091-5449 
alex.abiko@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/2
958179953267876 
Vitor Levy Castex 
Aly 
(11) 3091-5284 
vitor.aly@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/2
259320877364110 
Silvia Maria de 
Souza Selmo 
(11) 3091-5789 
silvia.selmo@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/9
642597326084805 
Francisco Ferreira 
Cardoso 
(11) 3091-5469 
francisco.cardoso@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/9
280278115841222 
Kai Loh 
(11) 3091-5789 
kai.loh@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/5
252794657800781 
Mércia M. S. B. 
Barros 
(11) 3091-5790 
mercia.barros@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/2
024376416030752 
Racine Prado 
(11) 3091-5147 
racine.prado@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/4
372554844562962 
Lúcia Helena de 
Oliveira 
 (11) 3091-5458 
lucia.oliveira@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/7
980236087754680 
Brenda C. C. Leite 
(11) 3091-5284 
brenda.leite@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/8
196245160555713 
Eduardo Toledo 
(11) 3091-5284 
eduardo.toledo@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/8
615127367466231 
45 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Fabiano Corrêa 
(11) 3091-5462 
fabiano.corrêa@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/2
653438112574162 
Cheng Yee 
 (11) 3091-5462 
cheng.yee@poli.usp.br 
PCC 
http://lattes.cnpq.br/6
263404177689737 
Claudio Barbieri 
(11) 3091-6092 
cbcunha@usp.br 
PTR 
http://lattes.cnpq.br/5
689491238283383 
Claudio Marte 
(11) 3091-5174 
claudio.marte@poli.usp.br 
PTR 
http://lattes.cnpq.br/9
517893686066259 
Jorge Cintra 
(11) 3091-5208 
jpcintra@usp.br 
PTR 
http://lattes.cnpq.br/8
483735047595756 
José A. Quintanilha 
(11) 3091-5174 
jaquinta@usp.br 
PTR 
http://lattes.cnpq.br/1
334398456531126 
José Tadeu Balbo 
(11) 3091-5306 
jotbalbo@usp.br 
PTR 
http://lattes.cnpq.br/5
869205330172001 
Liedi B. Bernucci 
(11) 3091-5485 
liedi@usp.br 
PTR 
http://lattes.cnpq.br/4
636988573211375 
Amarilis Lucia 
Casteli Figueiredo 
Gallardo 
(11) 3767-4611 
amarilisgallardo@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/7
516981304630146 
Ana Paula Zubiaurre 
Brites 
apzubrites@gmail.com PHA 
http://lattes.cnpq.br/4
710718253810687 
Arisvaldo Vieira 
Mello Junior 
(11) 3091-5549 
arimellojr@gmail.com 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/3
316008918329052 
Carlos Lloret Ramos 
(11) 3818-5354 
carlos.lloret@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/4
563870670483425 
46 
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DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Danny Dalberson de 
Oliveira 
danny.oliveira@poli.usp.br PHA 
Dione Mari Morita 
(11) 3091-5538 
dmmorita@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/9
800086018747958 
Ivanildo Hespanhol 
(11) 3091-9169 
ivanhes@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/1
968858682888728 
José Carlos Mierzwa 
(11) 3091-5329 
mierzwa@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/0
952130145931304 
José Rodolfo Scarati 
Martins 
(11) 3091-5581 
scarati@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/6
187823438322403 
Kamel Zahed Filho 
(11) 3091-5549 
kamel@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/1
489153436785222 
Luís Cesar de Souza 
Pinto 
(11) 3091-5736 
lcesar@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/9
773091122069220 
Mário Thadeu Leme 
de Barros 
(11) 3091-5586 
mtbarros@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/4
491896017135103 
Miguel Gukovas 
(11) 3091-5162 
miguel.gukovas@poli.usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/0
471886244620631 
Monica Ferreira do 
Amaral Porto 
(11) 3091-5356 
mporto@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/8
197805165052069 
Paolo Alfredini 
(11) 3091-5735 
alfredin@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/5
445539513176727 
Pedro Alem 
Sobrinho 
(11) 3091-5296 
palem@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/0
624826357764532 
47 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Pedro Luiz Accorsi 
(11) 3091-5740 
pedro.accorsi@poli.usp.br 
PHA 
Podalyro Amaral de 
Souza 
(11) 3818-5529 
podalyro@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/7
803804023890055 
Renato Carlos 
Zambon 
(11) 3091-1896 
rczambon@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/9
734105344199373 
Roque Passos Piveli 
(11) 3091-5582 
rppiveli@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/5
484401752658519 
Ronan Cleber 
Contrera 
(11) 30911897 
contrera@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/3
435971493203571 
Sidney Seckler 
Ferreira Filho 
(11) 3091-5220 
ssffilho@usp.br 
PHA 
http://lattes.cnpq.br/4
147091156014087 
Carlos Eduardo 
Nigro Mazzilli 
(11) 3091-5232 
cenmazzi@usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/4
651290123234956 
Faiçal Massad 
 (11) 3818-5230 
faical.massad@poli.usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/4
366589102383019 
Fernando Rebouças 
Stucchi 
(11) 38621236 
frstucchi@uol.com.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/6
511922194382492 
Maria Eugênia 
Gimenez Boscov 
(11) 3091-5498 
meboscov@usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/5
142308157182335 
Miguel Luiz Bucalem 
(11) 30915205 
mlbucale@usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/7
648383911151089 
Paulo de Mattos 
Pimenta 
(11) 30915246 
ppimenta@usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/0
417073418822973 
48 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Túlio Nogueira 
Bittencourt 
(11) 30919786 
tbitten@usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/3
548554171023581 
Waldemar Coelho 
Hachich 
(11) 30915489 
whachich@usp.br 
PEF 
http://lattes.cnpq.br/2
310050241397290 
 
 
49 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
DEPARTAMENTOS DA G.A. ELÉTRICA 
PCS - Departamento de Engenharia de Computação e 
Sistemas Digitais 
O PCS foi criado por um grupo de docentes do Laboratório de Sistemas Digitais 
(LSD), grupo que existia no antigo Departamento de Engenharia Elétrica (PEL). Esse 
grupo foi responsável por diversos projetos importantes que marcaram o início dos 
sistemas digitais no Brasil, como o desenvolvimento do primeiro computador nacional, 
o “patin o feio”, em 1971. 
A instalação do PCS ocorreu em 22 de março de 1991, a partir da divisão do 
antigo PEL. Paulatinamente alguns laboratórios e grupos de pesquisa foram criados. 
Eles vêm atuando nas diversas áreas da Engenharia de Computação. Os laboratórios e 
grupos do PCS são: 
LAA - Laboratório de Automação Agrícola: 
O LAA foi fundado em 1989, para desenvolver e aplicar Tecnologia da 
Informação ao Agronegócio. Desde 1999, passou também a trabalhar com TI aplicada 
ao meio ambiente. 
As duas grandes linhas de pesquisa do LAA são: 
o Sistemas de instrumentação, controle e automação incluindo 
redes de sensores sem fio, dispositivos de identificação por radiofrequência. 
o Sistemas de informação e de apoio à tomada de decisão 
O LAA localiza-se na sala C2-56 do edifício da Engenharia Elétrica.Gostou do LAA? Maiores informações em http://www.laa.pcs.usp.br/ 
Contato: Prof. Carlos E. Cugnasca; carlos.cugnasca@poli.usp.br 
BioComp - Núcleo de Pesquisa em Biodiversidade e Computação: 
O BioComp foi criado em 2011 em resposta a uma demanda da Pró-Reitoria de 
Pesquisa da USP por grupos transdisciplinares que atuem em temas de grande 
relevância para a sociedade. Envolve docentes e pesquisadores da Poli, Instituto de 
Biociências, IME, Faculdade de Filosofia Letras e Ciências de Ribeirão Preto, e EACH, 
todas da USP, além de colaboradores de outras universidades do Brasil e do exterior. 
Seu objetivo é aplicar a computação (hardware e software) em pesquisas para 
a conservação e uso sustentável da biodiversidade, e também promover pesquisas em 
computação biologicamente inspirada. 
Algumas linhas de pesquisa do BioComp são: 
○ Instrumentação, controle e automação, incluindo redes de sensores sem fio, 
dispositivos de identificação por radiofrequência; 
50 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
○ Processamento de imagens aplicado a biodiversidade; 
○ Sistemas de informação e de apoio à tomada de decisão: Bancos de dados, 
datamining, bigdata, citizen Science, redes sociais; 
○ Modelagem e simulação aplicada a biodiversidade; 
O BioComp localiza- se na sala C2-56 do edifício da Engenharia Elétrica. 
Gostou do BioComp? Maiores informações em http://www.biocomp.org.br/ 
Contato: Prof. Antonio M Saraiva; saraiva@usp.br 
LAHPC - Laboratório de Arquitetura e Computação de Alto Desempenho: 
Criado em 1990, o LAHPC tem como missão desenvolver atividades de pesquisa 
e desenvolvimento através de projetos e construções de ferramentas especiais para o 
desenvolvimento de aplicações que demandam alto desempenho. 
Nesta área de pesquisa, o Laboratório de Arquitetura e Computação de Alto 
Desempenho (LAHPC) vem desenvolvendo ferramentas voltadas para a implementação 
de aplicações em computadores multiprocessadores, como tamb m para “clusters” 
homogêneo e heterogêneo de estações. Vem também realizando pesquisas na área de 
estratégias de otimização de memória, na construção de Grids Computacionais, 
CLOUDS e aplicações. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Desenvolvimento de ambientes de programação para processamento 
paralelo e distribuído: 
 Arquiteturas multicore; 
 Clusters heterogêneos; 
 Grids computacionais; 
 Clouds. 
o Avaliação de desempenho de programas paralelos; 
o Desenvolvimento de novos algoritmos em sistemas operacionais: 
 Gerenciamento de memória (processos paralelos). 
o Aplicações de alto desempenho (sistemas distribuídos, grids 
computacionais, clusters,arquiteturas multicore e clouds). 
O laboratório do LAHPC localiza-se na sala C2-18 do edifício da Engenharia 
Elétrica. 
Gostou do LAHPC? Maiores informações nos telefones 3091-5617/3091-
0660 
Contato: Profa. Liria Matsumoto Sato; liriasato@gmail.com 
 
 
51 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LARC - Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores: 
Fundado em 1994, o LARC desenvolve vários projetos de pesquisa e de 
extensão, voltados para a comunidade e o mundo corporativo como forma de 
contribuir para o desenvolvimento local e nacional. É responsável por pesquisas e 
projetos nas áreas de arquitetura e redes de computadores. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Desenvolvimento de softwares e sistemas de segurança; 
o Sistematização de componentes digitais voltados para aspectos 
específicos com finalidade pré-definida; 
o Redes: Internet, transmissão de alta velocidade, redes móveis, redes de 
sensores, computação em nuvem e outras ; 
o Segurança : criptografia e construção de sistemas seguros; 
o Multimídia : transmissão de áudio/vídeo e interatividade; 
o Hardware: projeto e otimização de soluções. 
O LARC conta atualmente com mais de 50 profissionais entre doutores, mestres 
e engenheiros e está localizado na sala C1-50 do Edifício de Engenharia Elétrica. 
Gostou do LARC? Maiores informações em http://www.larc.usp.br 
Contato: Prof. Marcos A. Simplicio Jr.; mjunior@larc.usp.br 
GSC - Grupo de Sistemas Complexos: 
Existem muitas definições sobre sistemas complexos. Entre elas, um sistema 
complexo é constituído de múltiplos componentes que se interagem, cujo 
comportamento global não pode ser inferido ou previsto simplesmente a partir do 
comportamento dos seus componentes, mas emerge da interação dos componentes e 
da interação entre o sistema e seu ambiente (J. Xiong, 2011). Com essa pequena 
introdução, podemos dizer que o GSC foi constituído em 31 de agosto de 2010, devido 
ao interesse demonstrado por alguns docentes/pesquisadores do PCS em desenvolver 
pesquisas na área de Engenharia de Sistemas Computacionais Complexos. 
As linhas de pesquisa do GSC são: 
o Pesquisa em sistemas envolvendo componentes diversos e autônomos, 
porém inter-relacionados e interdependentes; 
o Processos, métodos, técnicas e padrões arquiteturais que permitam 
desenvolver sistemas computacionais mais confiáveis, disponíveis, 
protegidos e seguros. 
A sala do GSC localiza-se na sala C2-38 do Edifício de Engenharia Elétrica. 
Gostou do GSC? Maiores informações em http://www.pcs.usp.br/~gsc/ 
Contato: Prof. Kechi Hirama; kechi.hirama@poli.usp.br 
52 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LTI - Laboratório de Técnicas Inteligentes: 
Criado em 1997, o LTI se dedica ao estudo da Inteligência artificial e em suas 
atividades são pesquisadas técnicas e métodos que permitem a solução econômica de 
problemas cuja solução algorítmica tradicional seria computacionalmente proibitiva. 
Atua nas seguintes linhas de pesquisa: 
o Aprendizado de máquina; 
o Inteligência artificial distribuída; 
o Sistemas multiagentes; 
o Simulação multiagentes; 
o Robótica móvel inteligente; 
o Visão computacional. 
O laboratório do LTI está localizado na sala C2-50 do Prédio da Engenharia 
Elétrica. 
Gostou do LTI? Maiores informações em http://www.lti.pcs.usp.br/ 
Contato: Profa. Anarosa A. F. Brandão – anarosa.brandao@poli.usp.br 
Interlab - Laboratório de Tecnologias Interativas: 
Criado em 1993, o Interlab desenvolve a pesquisa de tecnologias interativas, 
em que o homem interage com ambientes reais ou virtuais por meio de todo o tipo de 
tecnologia não convencional, tanto para entrada como saída. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Entretenimento digital: TV, jogos, etc.; 
o Realidade virtual e realidade aumentada; 
o Tecnologias interativas aplicadas à educação. 
O laboratório do Interlab localiza-se nas salas C2-45 e C2-47 do Prédio da 
Engenharia Elétrica. 
Gostou do Interlab? Maiores informações em http://www.pcs.usp.br/~interlab/ 
Contato: Prof. Ricardo Nakamura; ricardo.nakamura@poli.usp.br 
KNOMA - Laboratório de Engenharia de Conhecimento: 
Consolidado em 2002, este laboratório foi batizado com uma sigla que funde as 
palavras em inglês knowledge e management – gerenciamento do conhecimento, o 
que traduz bem o objetivo do laboratório. As linhas de pesquisa são voltadas a atender 
à maior necessidade de automação e racionalização dos processos exigidos pela 
sociedade moderna. As principais são: 
o Inteligência computacional; 
o Interface homem-máquina; 
53 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Gerenciamento de projetos. 
O laboratório do KNOMA localiza-se nas salas C2-42 e C2-3 do Prédio da 
Engenharia Elétrica. 
Gostou do KNOMA? Maiores informações em http://www.knoma.pcs.usp.br/ 
Contato: Prof. Edson S. Gomi; gomi@usp.br 
LASSU - Laboratório de sustentabilidade em tecnologia da informação e 
Comunicação: 
O LASSU foi criado em Setembro de 2010 com a missão de estudar, pesquisar, 
inovar, disseminar conhecimento e formar pessoas em soluçõespara questões de 
sustentabilidade com apoio de Tecnologia de Informação e Comunicação. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Sistemas de eficiência energética para sistemas de Tecnologia de 
Informação; 
o Métricas de ciclo de vida de equipamentos de informática e 
telecomunicação; 
o Ecodesign de equipamentos de TI; 
o Pesquisa voltada a disseminar conhecimento e formar pessoas em 
soluções para questões de sustentabilidade usando Tecnologia de 
Informação e Comunicação (TIC). 
O laboratório do LASSU localiza-se na Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, 
Travessa 4, nº 380, 2o. andar. 
Gostou do LASSU? Maiores informações em http://lassu.usp.br/ 
Contato: Profa. Tereza C. M. B. Carvalho; terezacarvalho@usp.br 
LSA - Laboratório de Sistemas Abertos (SMARTLAB): 
O LSA tem a missão de desenvolver e integrar sistemas distribuídos e abertos 
aplicados a sistemas de informação e automação, estudar e aplicar de maneira prática 
as normas e recomendações internacionais e realizar pesquisas aplicadas a diferentes 
áreas de automação. 
Um dos grupos do LSA é o SMARTLAB. Esse grupo se dedica a aplicação do uso 
da informática a diversos campos do conhecimento. Baseia-se muito nos conceitos de 
Internet das Coisas, ou seja, o monitoramento de diversos objetos graças ao uso da 
internet. 
O LSA atualmente trabalha em: 
o Pesquisa voltada à integração de sistemas, com foco 
principalmente em automação; 
54 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Plataforma para testes de serviços de Internet do Futuro; 
o Soluções para colaboração entre diferentes universidades de 
diferentes países. 
O laboratório do LSA está localizado na sala C1-14 do Prédio da Engenharia 
Elétrica. 
Gostou do LSA e/ou do SMARTLAB? Maiores informações em 
http://www.pcs.usp.br/~lsa/ 
Contato: Prof. André R. Hirakawa; andre.hirakawa@poli.usp.br 
GAS - Grupo de Análise de Segurança: 
Fundado em 1982, o GAS faz pesquisas e projetos relacionados à segurança, 
confiabilidade e disponibilidade dos sistemas informáticos aplicados principalmente em 
áreas críticas que podem causar danos a vidas humanas, meio ambiente e perdas 
materiais; como metrô, transporte ferroviário, transporte aéreo, indústria petroquímica, 
usinas nucleares, sistemas médicos, entre outros. Desta forma, foram estudados no 
GAS os aspectos relacionados com a tolerância a falhas em sistemas de computador, 
abrangendo também aspectos da qualidade de software. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Metodologias de confiabilidade, segurança, disponibilidade, 
capacidade de teste e avaliação de redundância para melhorar a 
qualidade de sistemas críticos; 
o A certificação de sistemas embarcados aplicados em áreas em 
tempo real, de alta confiabilidade e segurança; 
o Desenvolvimento e avaliação de sistemas críticos de segurança; 
o Inteligência artificial aplicada no tratamento de incertezas; 
o Novos paradigmas na gestão do tráfego aéreo. 
O laboratório do GAS localiza-se nas salas C2-32 e C2-34 do Prédio da 
Engenharia Elétrica 
Gostou do GAS? Maiores informações em http://www.pcs.usp.br/~gas/ 
Contato: Prof. João B. Camargo Jr.; joaocamargo@usp.br 
LTS - Laboratório de Tecnologia de Software: 
Criado em 1999, o LTS teve origem no Laboratório de Engenharia de Software 
e Banco de Dados que atuava no PCS desde 1990. O laboratório está estruturado 
como um ambiente voltado à melhoria do Ensino, Pesquisa e Extensão em 
Engenharia de Software e Banco de Dados. Suas principais linhas de pesquisa são: 
o Projetos voltados a engenharia de software e banco de dados; 
o Interface humano-computador (IHC) e tecnologias assistivas; 
55 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Fábrica de software e melhoria de processos de software; 
o Sistemas de gerenciamento de bancos de dados. 
O LTS localiza-se na sala C2-38 do Prédio da Engenharia Elétrica. 
Gostou do LTS? Maiores informações em http://www.pcs.usp.br/~lts/ 
Contato: Prof. Jorge L. Risco Becerra; jorge.becerra@poli.usp.br 
LTA - Laboratório de Linguagem e Técnicas Adaptativas: 
O LTA foi fundado em 1985 e sua vocação é lidar com linguagens e trabalhar 
com sistemas que tenham comportamento mutável, utilizando técnicas adaptativas. 
As linguagens se subdividem em três categorias que caminham juntas: 
linguagem de programação e linguagens formais e naturais. A linguagem de 
programação é aquela que se usa para descrever um programa que o computador 
deverá seguir para realizar uma tarefa. Trata-se de uma notação rigorosa para 
conduzir o processo matemático que faz as contas que conduzem a um determinado 
resultado. Quanto à organização, a linguagem formal funciona como a elaboração de 
um texto, que é um agrupamento de letras, palavras e sentenças organizadas de 
acordo com a formação desejada; enquanto a linguagem natural pressupõe vários 
tipos de interpretação e, por isso mesmo, é mais complexa. Um exemplo disso é a 
linguagem do DNA. 
Ao mencionar o comportamento dos sistemas de computador, entra-se no 
campo das técnicas adaptativas. São definidas por esta nomenclatura as técnicas 
programadas para adequar a necessidades pré-estabelecidas, alterando o 
funcionamento de um sistema estimulado por algum evento. Este tipo de técnica é 
capaz de criar inteligência artificial, entre outras aplicações. 
O trabalho de pesquisa do LTA procura canalizar trabalhos com sistemas que 
tem comportamento mutável – algoritmos, métodos, fórmulas, etc.., que permitem 
capturar esta necessidade de mudança de comportamento de acordo com a demanda 
e implantar isto no universo de regras pré-definidas, expandindo ou restringindo as 
capacidades. Suas principais linhas de pesquisa são: 
o Desenvolvimento de Conceitos e de Fundamentos Matemáticos para 
a Adaptatividade; 
o Criação de Métodos, Ferramentas e Ambientes para o 
desenvolvimento de aplicações adaptativas; 
o Aplicação da Tecnologia Adaptativa à resolução de problemas em 
variadas áreas de interesse. 
O LTA está localizado na sala C2-28 do Prédio da Engenharia Elétrica. 
Gostou do LTA? Maiores informações em http://www.pcs.usp.br/~lta/ 
Contato: Prof. João José Neto; joao.jose@poli.usp.br 
56 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
PEA - Departamento de Engenharia de Energia e Automação 
Elétricas 
Criado em 1992, o PEA desenvolve atividades de pesquisa, ensino e extensão 
relacionadas com a produção, o transporte, a distribuição e o uso da energia elétrica; 
com os equipamentos associados; e com a automação, tanto do sistema elétrico, como 
de edificações, instalações portuárias e processos industriais. 
A seguir a organização dos laboratórios e grupos de pesquisa do PEA segundo a 
divisão das quatro grandes linhas de pesquisa: 
ASEPI - Automação de Sistemas Elétricos de Potência e Processos 
Industriais: 
Esta linha inclui, de um lado, as pesquisas relativas aos sistemas elétricos de 
potência usando técnicas digitais. Os sistemas que estão relacionados com esta linha 
são os sistemas de supervisão e controle da transmissão e os sistemas de automação 
de subestações, de usinas hidro e termo elétricas, e da distribuição. De outro lado, 
realiza estudos de automação de sistemas industriais, portuários e prediais, abordando 
algoritmos, procedimentos e aspectos tecnológicos para garantir operacionalidade, 
confiabilidade e manutenibilidade aos processos através da flexibilidade de sistemas, 
comunicação de informações, desenvolvimento de células de trabalho, implantação de 
acionamentos de máquinas e motores e robotização de funções. 
Laboratórios e Grupos de Pesquisa que atuam nessa área: 
o GAESI - Grupo de Automação Elétrica em Sistemas Industriais: 
O GAESI é um grupo de pesquisa aplicada e de desenvolvimento de soluções 
nascido no Departamento deEngenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola 
Politécnica da USP. 
O Grupo é composto por especialistas que desenvolvem projetos e 
treinamentos em Gestão da Automação de Processos Públicos e Privados. 
Suas principais linhas de pesquisa se concentram nos seguintes temas: 
o Automação de processos portuários; 
o Cidades digitais; 
o Cadeia logística/Controle de carga; 
o Gestão de segurança. 
O GAESI localiza-se na sala A2-18 do Edifício da Engenharia Elétrica 
Gostou do GAESI? Maiores informações em http://www.gaesi.eng.br/home 
Contato: gaesi@pea.usp.br 
 
57 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o LSO - Laboratório de Sensores Ópticos: 
O LSO é um laboratório da Departamento de Engenharia de Energia e 
Automação Elétricas da Escola Politécnica da USP que tem como objetivo desenvolver 
pesquisas na área de sensores ópticos. Suas linhas de pesquisa são: 
o Aplicações de fibras ópticas em Sistemas Elétricos de Potência; 
o Transformadores de tensão e corrente (TPs e TCs) Ópticos para 
medição e proteção de sistemas de alta-tensão; 
o Sensores ópticos para monitoração de estruturas e 
equipamentos em Sistemas de Alta-Tensão (temperatura, pressão, vibração, 
etc.); 
o Guias de onda por estresse induzido para confecção de 
moduladores em óptica integrada; 
o Componentes e sensores a Fibras Ópticas Plásticas (FOPs). 
O LSO localiza-se na sala An-13 do Edifício de Engenharia Elétrica. 
Gostou do LSO? Maiores informações em 
http://www.pea.usp.br/index.php?option=com_content&task=category&sectionid=28&
id=119&Itemid=238 
Contato: Prof. Josemir C. Santos; josemir@pea.usp.br 
L-PROT - Laboratório de Pesquisas em Proteção e Automação de Sistemas 
Elétricos de Potência: 
O L-PROT possui significativa tradição no desenvolvimento de trabalhos de 
pesquisa na área de proteção e automação de sistemas elétricos. O Laboratório possui 
os equipamentos e a infraestrutura necessários para o desenvolvimento de estudos, 
simulações e ensaios nestas áreas, bem como os recursos humanos capacitados para o 
desenvolvimento destas atividades. Suas linhas de pesquisa são: 
o Desenvolvimento de Relés digitais; 
o Estudo e Ensaios de Sistemas de Proteção; 
o Automação de Usinas, Subestações e Redes de Transmissão e 
Distribuição; 
o Redes Inteligentes (Smart Grids). 
A infraestrutura física do L-PROT é composta por uma sala climatizada de 
aproximadamente 110 [m2], com monitoramento através de circuito interno de TV e 
porta com trava de segurança, dividida em piso inferior e mezanino (80 e 30 [m2], 
respectivamente). No piso inferior se encontra o Laboratório, a sala de reuniões, a sala 
de microcomputadores e sala de montagem eletrônica. O L-PROT está localizado na 
sala A1-18 do Edifício de Engenharia Elétrica. 
Gostou do L-PROT? Maiores informações em http://www.pea.usp.br/Lprot/ 
Contato: Eduardo C. Senger; senger@pea.usp.br 
58 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
EPCE - Eletrônica de Potência e Conversores Estáticos: 
Eletrônica de Potência trata da conversão estática de energia elétrica em suas 
diversas formas, com alta eficiência e qualidade. Por conversão estática entende-se 
conversão sem partes móveis, o que é proporcionado por semicondutores de potência; 
alta eficiência implica em baixas perdas, o que é conseguido normalmente operando as 
chaves eletrônicas em modo chaveado; e qualidade significa baixa poluição elétrica em 
uma rede de corrente alternada (CA). Laboratórios e grupos de pesquisa que atuam 
nessa área: 
o LEP - Laboratório de Eletrônica de Potência: 
A característica da pesquisa do LEP é essencialmente prática, através de 
implementação e construção de protótipos em bancada, e, quando isso não é possível 
devido às potências envolvidas, constrói-se os mesmos em escala. O modelamento e 
simulação, através de softwares comerciais e dedicados é um componente 
fundamental para o estudo e desenvolvimento das topologias. Devido ao seu caráter 
multidisciplinar, o laboratório interage com vários grupos de pesquisa dentro da 
universidade, com empresas governamentais e do setor produtivo, atendendo as suas 
necessidades específicas. 
As linhas de pesquisa do LEP são: 
o Conversão estática de energia elétrica em suas diversas formas, 
visando controlar de forma adequada o fluxo de potência com alta eficiência e 
qualidade; 
o Utilização de semicondutores de potência operando no modo 
chaveado (aberto/fechado) e topologias de circuito que proporcionam elevado 
aproveitamento da instalação e conservação de energia elétrica. 
O Laboratório de Eletrônica de Potência do PEA dispõe de dois laboratórios no 
Prédio da Engenharia Elétrica, um didático (sala A1–07) e outro de pesquisa (sala 
A2–10) com infraestrutura computacional para modelagem e simulação de circuitos, 
além de uma pequena oficina para construção de protótipos e de instrumentação para 
ensaios e medições. 
Gostou do LEP? Maiores informações em http://www.pea.usp.br/Lep/ 
Contato: Prof. Walter Kaiser; kaiser@lac.usp.br 
MAG - Simulação de Fenômenos Eletromagnéticos e Mecânicos em 
Dispositivos Elétricos: 
Estudos das distribuições de campos eletromagnéticos em dispositivos e 
sistemas elétricos com geometrias bidimensionais e tridimensionais e seus 
acoplamentos com os fenômenos térmicos e mecânicos por métodos numéricos. 
 
 
 
59 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Laboratórios e Grupos de Pesquisa que atuam nessa área: 
o GMAcq - Grupo de Máquinas e Acionamentos Elétricos: 
A Escola Politécnica da USP tem uma antiga tradição na área de máquinas 
elétricas, sendo também uma das pioneiras no ensino e na pesquisa destes 
equipamentos no país. 
O Grupo de Máquinas e Acionamentos Elétricos é fruto dessa tradição e 
participa no processo de evolução da área agregando técnicas e metodologias recentes 
no estudo e desenvolvimento de máquinas e acionamentos elétricos. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Projeto e estudo de máquinas elétricas especiais; 
o Acionamentos eletrônicos de motores elétricos; 
o Simulações analíticas e numéricas de máquinas elétricas e de 
seus acionamentos. 
O sala do GMAcq é a An-17 do Prédio da Engenharia Elétrica. 
Gostou do GMAcq? Maiores informações em http://www.pea.usp.br/Gmacq/ 
Contato: Prof. Silvio I. Nabeta; nabeta@pea.usp.br 
LMAG - Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado: 
O LMAG atua principalmente em duas áreas: o desenvolvimento de programas 
computacionais para eletromagnetismo baseado no Método dos Elementos Finitos e 
sua aplicação para o estudo e a análise de máquinas elétricas e sistemas de 
aterramento. Dentro da primeira área o LMAG pode ser considerado um dos grupos 
pioneiros no Brasil na abordagem do eletromagnetismo via Elementos Finitos. Os 
trabalhos desenvolvidos dentro do grupo garantem um número expressivo de 
publicações em congressos e em revistas indexadas. Além das publicações, o LMAG já 
organizou congressos importantes na área. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Método dos Elementos Finitos, além de métodos híbridos, em 
que se associam métodos numéricos e analíticos; 
o Aplicação destas metodologias para o estudo e a análise de 
máquinas elétricas e sistemas de aterramento; 
o Otimização de equipamentos eletromagnéticos analisados pelo 
Método dos Elementos Finitos; 
o Estudo de interferências eletromagnéticas em sistemas elétricos 
e eletrônicos. 
O LMAG localiza-se na sala A2-17 do Edifício da Engenharia Elétrica. 
60 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Gostou do LMAG? Maiores informações em 
http://www.pea.usp.br/index.php?option=com_content&task=category&sectionid=28&
id=121&Itemid=240 
Contato: Prof. Luiz Lebensztajn; leb@pea.usp.br 
PTEE - Produção, Transporte e Usoda Energia Elétrica: 
Esta linha de pesquisa trata de estudos e metodologias relativos ao 
planejamento, projeto, operação e manutenção dos sistemas de geração de energia 
elétrica e dos sistemas de transmissão, sub-transmissão e distribuição de energia 
elétrica, inclusive levando-se em conta o uso final da energia. 
Grupos que atuam nesta linha de pesquisa: 
o ENERQ - Centro de Estudos em Regulamentação e Qualidade de 
Energia: 
Dando continuidade ao Grupo de Pesquisas na Área de Distribuição de Energia 
Elétrica concebido há mais de 30 anos pelo prof. Robba, o ENERQ foi idealizado por 
professores do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas para 
desenvolver pesquisas, capacitação e sediar debates sobre temas candentes do setor. 
Suas principais linhas de pesquisa são: 
o Qualidade do fornecimento de energia elétrica; 
o Redes elétricas inteligentes (Smart Grids); 
o Planejamento, operação e manutenção de sistemas de distribuição de 
energia elétrica; 
o Geração distribuída e microgeração - impactos no sistema de 
distribuição. 
A sala do Enerq é a A1-21 do Prédio da Engenharia Elétrica. 
Gostou do ENERQ? Maiores informações em www.pea.usp.br/enerq 
Contato: Prof. Nelson Kagan; nelsonk@pea.usp.br 
o GEPEA - Grupo de Energia: 
Visando auxiliar na elaboração de respostas às complexas demandas colocadas 
à área de energia pelos diferentes segmentos da sociedade, foi criado, em 1992, o 
GEPEA. O Intuito do grupo é desenvolver e incentivar o uso de técnicas para a 
aplicação da energia de forma consciente com conceitos de desenvolvimento 
sustentável. O grupo prioriza o desenvolvimento de pesquisas sobre: 
o Gestão Energética Pública e Corporativa, Uso Racional e Eficiente de 
Energia; 
o Fontes Renováveis de Energia, com destaque à solar, eólica e 
biomassa; 
61 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Universalização do atendimento e Eletrificação Rural; 
o Cogeração; e Geração Descentralizada; 
o Comercialização de Energia; 
o Aspectos Regulatórios do Setor Energético; 
o Mecanismos de Desenvolvimento Limpo e Créditos de Carbono; 
o Planejamento Integrado de Recursos, considerando aspectos 
institucionais e socioambientais relacionados à disponibilização de 
energia. 
A sala do GEPEA é a A2-25 do Prédio da Engenharia Elétrica 
Gostou do GEPEA? Maiores informações em 
http://www.pea.usp.br/grupos/gepea 
Contato: Prof. Marco A Saidel; saidel@pea.usp.br 
LSP - Laboratório de Sistemas de Potência: 
O LSP foi criado para desenvolver pesquisa nas área de Sistemas de Potência. 
Seus estudos se concentram nos seguintes temas: redes elétricas de alta-tensão em 
regime permanente senoidal, transitórios eletromagnéticos em sistemas de potência, 
sistemas de proteção e manejo de redes elétricas em instalações de potência, 
transmissão e distribuição. 
Suas principais linhas de pesquisa são: 
o Estudos de Redes Elétricas; 
o Regime Permanente e Transitório; 
o Modelos de componentes de redes; 
o Atuação com Empresas do setor elétrico e industrial. 
O laboratório do LSP localiza-se na sala A2-29 do Edifício da Engenharia 
Elétrica. 
Gostou do LSP? Maiores informações em http://www.pea.usp.br/Lsp/ 
Contato: Prof. Luiz C. Zanetta; lzanetta@pea.usp.br 
PSI - Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos 
O Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos (PSI) é formado por 
três laboratórios de pesquisa: o de Microeletrônica (LME), o de Processamento de 
Sinais (LPS) e o de Sistemas Integráveis (LSI). Seus docentes se dedicam a quatro 
grandes áreas de atuação: micro e nano sistemas, processamento de sinais, projeto de 
sistemas integrados e sistemas de informação e processamento. Os laboratórios do PSI 
são: 
 
62 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LME - Laboratório de Microeletrônica: 
Pioneiro no desenvolvimento da Microeletrônica no Brasil, o Laboratório de 
Microeletrônica da USP foi criado em 1968 com o objetivo de desenvolver trabalhos de 
pesquisa e desenvolvimento tecnológico nesta área. Assim, desde sua fundação, tem 
desempenhado um papel de destaque no desenvolvimento de novas tecnologias e na 
formação de recursos humanos, contribuindo de forma determinante para consolidação 
da Microeletrônica no pais. 
É constituído pelos seguintes grupos: 
Site do LME: http://www.lme.usp.br/ 
GEM - Grupo de Eletrônica Molecular e Biossensores: 
O Grupo de Eletrônica Molecular desenvolve pesquisas em microeletrônica, 
semicondutores orgânicos e eletrônica molecular desde 2000. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Desenvolvimento de células solares; 
o Língua Eletrônica com polímeros condutores; 
o Materiais e dispositivos poliméricos; 
o Materiais, processos e dispositivos eletrônicos; 
o Nariz eletrônico. 
Gostou do GEM? Maiores informações em http://gem.lme.usp.br/ 
Contato: Prof. Fernando Josepetti Fonseca; fonseca@lme.usp.br 
GMOO - Grupo de Microondas, Optoeletrônica e Ondas Milimétricas: 
O GMOO vem se dedicando, ao desenvolvimento de novas técnicas de projetos 
de circuitos e subsistemas de comunicações nas faixas de microondas, ondas 
milimétricas e ópticas. Suas linhas de pesquisa são: 
o Caracterização de Dispositivos, Circuitos e Subsistemas de 
Microondas e Ondas Milimétricas; 
o Circuitos Integrados Monolíticos de Microondas em Arseneto de 
Gálio; 
o Comunicações Ópticas; 
o Etiquetas inteligentes – RFID; 
o Óptica Integrada; 
o Sistemas e Subsistemas de Microondas. 
Gostou do GMOO? Maiores informações em 
http://www.psi.poli.usp.br/index.php?p=grupos&s=21 
Contato: Profa. Fátima Salete Correra; fcorrera@lme.usp.br 
63 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
GNMD - Grupo de Novos Materiais e Dispositivos: 
O GNMD desenvolve pesquisas sobre a obtenção e propriedades de Novos 
Materiais (Filmes Finos e Materiais Nanoestruturados) e suas aplicações em 
Dispositivos microeletrônicos e/ou relacionados. Suas atividades envolvem estudos 
sobre a física de Novos Materiais e sobre o desenvolvimento de Sistemas Micro Eletro e 
Opto Mecânicos (MEMS e MOEMS) e de dispositivos semicondutores e eletro-opto-
eletrônicos para ótica integrada, baseados nesses materiais. De forma complementar 
às atividades de pesquisa com novos materiais e dispositivos, o GNMD também 
desenvolve atividades relativas à Instrumentação Eletrônica e ao desenvolvimento de 
software, estas últimas desenvolvidas através do Núcleo de Desenvolvimento de 
Software (NDS). 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Instrumentação Eletrônica; 
o Teatro, Texto e Cena; 
o MEMS, Microfluídica e Biossensores; 
o Desenvolvimento de Software; 
o Novos Materiais e Materiais Nanoestruturados; 
o Dispositivos Semicondutores; 
o Óptica Integrada. 
Gostou do GNMD? Maiores informações em http://gnmd.lme.usp.br 
Contato: Profa. Inés Pereyra; ipereyra@lme.usp.br 
G-SEIS - Grupo de Sistemas Eletrônicos Integrados e Software Aplicado: 
O Grupo SEIS, ou GSEIS, foi formado no início dos anos 90, dentro do 
Laboratório de Microeletrônica da USP (LME-USP), a partir do interesse de seus 
integrantes pelo estudo de ambientes de síntese comportamental, também chamada 
de síntese de alto nível (do inglês high level synthesis), aplicados ao projeto de 
circuitos para o processamento digital de sinais. Suas linhas de pesquisa são: 
o Metodologias de Projeto de Sistemas Basedo em Plataformas; 
o Metodologias de Projeto de Sistemas Digitais com 
Reconfiguração Dinâmica; 
o Técnicas de Verificação Funcional; 
o Projeto Assíncrono; 
o Teste e Testabilidade de CIs. 
Gostou do G-SEIS? Maiores informações em 
http://www.psi.poli.usp.br/index.php?p=grupos&s=9 
Contato: Prof. Marius Strum; strum@lme.usp.br 
64 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICADA ESCOLA POLITÉCNICA 
NDS - Núcleo de Desenvolvimento de Software - Microfluídica, Biossensores 
e MENS: 
O Núcleo de Desenvolvimento de Software (NDS) é uma iniciativa para envolver 
alunos de graduação no desenvolvimento de software para áreas de pesquisa 
científica, desenvolvimento tecnológico, ensino e gerenciamento da informação. Os 
trabalhos são realizados através de projetos de Iniciação Científica (com e sem bolsa) 
que, embora possuam características e objetivos específicos, em geral estão 
intimamente vinculados entre si. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Computação científica; 
o Computação de alto desempenho; 
o Sistemas Web. 
Gostou do NDS? Maiores informações em http://www.usp.br/nds/ 
Contato: Prof. Marcelo Nélson Paez Carreño; carreno@lme.usp.br 
SIM - Sensores Integráveis e Microssistemas: 
O grupo SIM é constituído por engenheiros elétricos, físicos, químicos, 
tecnólogos e cientistas da computação. Pertence ao Laboratório de Microeletrônica 
localizado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Microssistemas; 
o Novos materiais; 
o Sensores integráveis; 
o Sistemas biomiméticos; 
o Sistemas dedicados. 
Gostou do SIM? Maiores informações em http://sim.lme.usp.br/ 
Contato: Prof. Francisco Javier Ramírez Fernandez - jramirez@lme.usp.br 
LPS - Laboratório de Processamento de Sinais 
O LPS foi criado em 1988, pelo Prof. Dr. Normonds Alens, com a finalidade de 
reunir vários docentes que atuavam em processamento de sinais e teoria de sistemas, 
sendo responsável atualmente pela coordenação de várias disciplinas de graduação e 
de pós-graduação. É constituído pelos seguintes grupos: 
Site do LPS: http://www.lps.usp.br/ 
 
 
65 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
GFAE - Grupo de Filtragem Adaptativa e Estimação: 
O GFAE estuda métodos ou algoritmos para estimação e para filtragem 
adaptativa. A meta é ampliar o conhecimento teórico sobre esses algoritmos, e usar o 
novo conhecimento para tornar os algoritmos mais efetivos na solução de problemas 
reais. 
Buscamos portanto novos resultados matemáticos que sirvam para facilitar o 
trabalho de engenheiros na resolução de problemas complexos de processamento de 
sinais. 
Suas principais linhas de pesquisa são: 
o Estudo teórico da estabilidade e desempenho de filtros 
adaptativos; 
o Algoritmos para Controle Ativo de Ruído; 
o Aplicações de Estimação e Filtragem Adaptativa a Sistemas de 
Comunicações Digitais; 
o Estimação com incertezas nos modelos. 
Gostou do GFAE? 
Maiores informações em http://www.lps.usp.br/vitor/index.html 
Contato: Prof. Vitor Heloiz Nascimento; vitor@lps.usp.br 
GPI - Grupo de Processamento de Imagem: 
Como o próprio nome já diz é um grupo que desenvolve pesquisas em 
processamento de imagem. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Análise de imagens; 
o Marca d’ gua. 
Gostou do GPI? 
Contato: Profa. Hae Yong Kim; hae@lps.usp.br 
GPV - Grupo de Processamento de Voz: 
Formado na década de 90, o GPV tem procurado desenvolver diversas 
aplicações de processamento digital de sinais voltadas à comunidade com vínculos a 
projetos acadêmicos. Suas linhas de pesquisa são: 
o Reconhecimento de voz; 
o Codificação de voz e áudio; 
o Análise de sinais de voz; 
66 
MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
o Reconhecimento multibiométrico. 
Gostou do GPV? 
Contato: Prof. Miguel Arjona Ramírez; miguel@lps.usp.br 
NEO - Núcleo de Estudos em Otimização: 
O conhecimento adquirido no Núcleo é utilizado no desenvolvimento de estudos 
acadêmicos e também aplicados à área empresarial através de parcerias e convênios. 
É objetivo do Núcleo a busca pelo aperfeiçoamento dos processos utilizados em um 
amplo leque de aplicações em sistemas de suporte à decisão. Para alcançar estes 
objetivos são aplicadas teorias e conceitos de pesquisas relacionadas à área de 
Pesquisa Operacional, Inteligência Artificial e Sistemas Fuzzy. 
Gostou do NEO? 
Contato: Dr. Flávio Almeida de Magalhães Ciparrone; flavio@lps.usp.br 
LSI - Laboratório de Sistemas Integráveis 
O Laboratório de Sistemas Integráveis, fundado em 1975, na Universidade de 
São Paulo, Brasil, tem suas atividades de pesquisa e desenvolvimento centradas em 
sistemas computacionais integrados. Como um pioneiro em muitas áreas de pesquisa, 
o LSI tem forte parceria com a indústria e intensa cooperação com instituições 
estrangeiras. É conformado pelos seguintes grupos: 
Site do LSI: http://www.lsi.usp.br/ 
CC - Computação Cognitiva: 
Formado em 1999, o CC possui trabalhos que repercutem bastante nas áreas 
de Ciência Cognitiva, Vida Artificial, Redes Neurais Artificiais, Inteligência Artificial, 
Sistemas MultiAgentes, Neurocomputação e Simulação de Tráfego Urbano. Suas linhas 
de pesquisa são: 
o Bioinformática; 
o Multimídia e mídias interativas; 
o Processamento de sinais; 
o Sistemas de computação. 
Gostou do CC? 
Contato: Prof. Marcio Lobo Netto; lobonett@lsi.usp.br 
CPAD - Computação Pervasiva e Alto Desempenho: 
O Grupo de Computação Pervasiva e de Alto Desempenho vem trabalhado com 
esta linha de pesquisa desde os anos 80. O cenário atual deu foco às Arquiteturas Multi 
Core e Processadores Simultâneos Multi-thread (como por exemplo: IBM, SUN, AMD, 
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MANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 
DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Intel, ...). Com o surgimento dos códigos abertos dessas arquiteturas, especialmente 
nas comunidades POWER.ORG e OPENSPARC.NET, abrem-se novos horizontes para 
Arquitetura de Computadores. Nesta linha de pesquisa, nos especializamos com as 
maiores Arquiteturas HPC do mercado 
Gostou do CPAD? 
Contato: Prof. Sérgio Takeo Kofuji; kofuji@lsi.usp.br 
ELCTF - Engenharia Legal, Ciência e Tecnologia Forenses: 
Grupo formado em 2004 e que desenvolve pesquisas nos temas de Engenharia 
Legal, justiça, judiciário, perícia, perito e laudo. Suas principais linhas de pesquisa: 
o Ciência e tecnologia forenses; 
o Direito tecnológico; 
o Engenharia legal; 
o Segurança de sistemas da informação. 
Gostou do ELCTF? 
Contato: Prof. Pedro Luis Próspero Sanchez; pedro.sanchez@poli.usp.br 
CMOS-SOI - Grupo CMOS-SOI: 
Grupo que estuda transistores fabricados com a tecnologia SOI CMOS. 
o Células de Memória Dinâmica de um só Transistor : 1T-DRAM 
(sem capacitor); 
o Transistores SOI de Múltiplas Portas; 
o Transistores de Tunelamento de Efeito de Campo (TFET); 
o Materiais, Processos e Dispositivos Eletrônicos. 
Gostou do CMOS-SOI? 
Contato: Prof. João Antonio Martino; martino@lsi.usp.br 
GSIDE - Grupo de Engenharia de Superfícies, Interfaces e Deposição: 
Formado em 1996, este grupo vem contribuindo decisivamente para a 
ampliação da infraestrutura do LSI/EPUSP. O desenvolvimento de sensores de 
hidrogênio realizado pelo grupo pode ser classificado como inédito no Brasil e no 
exterior (sensor de hidrogênio fabricado com ligas nanoestruturadas). Suas principais 
linhas de pesquisa são: 
o Dispositivos MOS, Materiais e processos; 
o Sensores, Nano e Microssistemas. 
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DA ESCOLA POLITÉCNICA 
Gostou do GSIDE? Maiores informações em 
http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0067304AWERVWS 
Contato: Prof. Sebastião Gomes dos Santos Filho; sgsantos@lsi.usp.br 
ICONE - Grupo de Inteligência Computacional, Modelagem e 
Neurocomputação Eletrônica: 
As principais áreas de ensino e pesquisa do ICONE incluem: 
o Inteligência Computacional; 
o Redes Neurais Artificiais; 
o Modelagem; 
o Reconhecimento de Padrões; 
o Sistemas Não lineares e Dinâmicas Caóticas aplicados a Redes 
Neurais Artificiais; 
o Processamento Digital de Sinais e Circuitos Eletrônicos 
Analógicos e Digitais.Gostou do ICONE? Maiores informações em http://www.lsi.usp.br/icone/ 
Contato: Prof. Emilio del Moral Hernandez; emilio@lsi.usp.br 
GTAG - Grupo de Tecnologias Avançadas de Gravação para Nano-, Micro- e 
Meso-sistemas: 
Formado em 2003, o GTAG visa a fabricação de sistemas integrados em 
materiais semicondutores e cerâmicas para circuitos em filme espesso, compreendendo 
estruturas com dimensões milimétricas até nanométricas. O GTAG apoia-se fortemente 
na colaboração com grupos de pesquisa que vislumbrem aplicações científicas e 
tecnológicas de tais estruturas, mantendo atualmente trabalhos de cooperação com 
diversos grupos de pesquisa. Suas principais linhas de pesquisa são: 
o Processos para Microeletrônica; 
o Corrosão por plasma; 
o Dispositivos microeletromecânicos; 
o Dispositivos ópticos integrados; 
o Microlitografia; 
o Nanolitografia; 
o Nanossensores em Grafeno; 
o Processos para mesossistemas. 
Gostou do GTAG? 
Contato: Prof. Antônio Carlos Seabra; acseabra@lsi.usp.br 
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MEI - Meios Eletrônicos Interativos - TV digital e sistemas interativos: 
Meios Eletrônicos Interativos - MEI é uma área do Laboratório de Sistemas 
Integráveis - LSI que se tornou uma especialidade da engenharia com potencial de 
pesquisa, ensino e extensão. O MEI atua no desenvolvimento e inovação de tecnologia 
digital avançada e sistemas interativos, aprofundando as pesquisas sobre o 
relacionamento sensorial do ser humano e os sistemas eletrônicos de forma 
interdisciplinar. Suas linhas de pesquisa são: 
o Saúde digital; 
o Tecnologias para Educação e Entretenimento; 
o Realidade Virtual e Aumentada; 
o Televisão digital e multimídias; 
o Certificação Digital. 
Gostou do MEI? 
Contato: Prof. Marcelo Knorich Zuffo; mkzuffo@lsi.usp.br 
NA - Nanotecnologia Aplicada: 
O NA foi fundado em 2003 com o objetivo de desenvolver pesquisas nessa área 
recente e de alta tecnologia. 
Suas linhas de pesquisa são: 
o Deposição de dielétricos por plasma; 
o Deposição de nanoparticulas; 
o Desenvolvimento de nanocápsulas por plasma; 
o Filmes de carbono para fotonica; 
o Filmes nanoestruturados de carbono; 
o Materiais Multifuncionais; 
o Matérias para proteção contra corrosão; 
o Membranas poliméricas; 
o Microssistemas: System on Chip (SOC) e Lab-On Chip (LOC); 
o Nanotubos de carbono; 
o Novos dielétricos baseados em carbono; 
o Óxidos condutores transparentes; 
o Sensores para Aplicação Aero Espacial. 
Gostou do NA? 
Contato: Prof. Ronaldo Domingues Mansano; mansano@lsi.usp.br 
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Telecomunicações e Controle 
O PTC, é formado por 3 laboratórios de pesquisa: o LAC - Laboratório de 
Automação e Controle, o LCS - Laboratório de Comunicações e Sinais, e o LEB - 
Laboratório de Engenharia Biomédica. Os docentes vinculados a esses Laboratórios são 
responsáveis por 5 disciplinas de formação geral em Engenharia Elétrica, bem como 
pelas disciplinas de formação específica de duas Ênfases deste curso, "Automação e 
Controle" e "Telecomunicações". Fazem parte do PTC os seguintes laboratórios: 
LAC - Laboratório de Automação e Controle: 
O LAC foi fundado em 1983, depois que a teoria de controle e suas aplicações 
foram trazidas à Poli pelo Prof. Plínio Castrucci. É o laboratório responsável pelo curso 
de Automação e Controle. Suas linhas de pesquisa se dividem em 3 grandes temas: 
o Sistemas de Controle e Automação; 
o Modelos Probabilísticos e Sistemas Estocásticos; 
o Modelos Matemáticos e Sistemas Dinâmicos. 
O LAC se encontra na sala C2-00. 
Gostou do LAC? Maiores informações em http://www.lac.usp.br/ 
Contato: Prof. José Jaime da Cruz; jaime@lac.usp.br 
LEB - Laboratório de Engenharia Biomédica: 
O LEB foi fundado em 1981. A equipe de professores do LEB é responsável por 
disciplinas de graduação e pós-graduação em Engenharia Biomédica oferecidos pela 
Poli. O LEB tem linhas de pesquisa associada a diversas áreas do engenharia 
biomédica, suas principais linhas de pesquisa são: 
o Instrumentação biomédica; 
o Processamento de imagens médicas e sinais biológicos; 
o Neurociência; 
o Engenharia respiratória; 
o Instrumentação Biomédica e Sensores; 
o Neurociência Computacional; 
o Neurofisiologia Humana no Controle Motor; 
o Ensaios e Certificação de Equipamentos Médicos. 
O Laboratório de Engenharia Biomédica localiza-se nas salas do segundo andar 
do bloco D (D2) do edifício de Engenharia Elétrica. 
Gostou do LEB? Maiores informações em é http://www.leb.usp.br/ 
Contato: Prof. André Fabio Kohn; andfkohn@leb.usp.br 
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LCS - Laboratório de Comunicações e Sinais: 
Fundado em 1984, é o laboratório responsável pela ênfase de 
Telecomunicações. O LCS tem como linhas de pesquisa: 
o Comunicações e Redes; 
o Processamento Digital de Sinais e de Eletromagnetismo 
Aplicado. 
O LCS localiza-se nas salas terceiro andar do bloco D (D3) do prédio da 
engenharia elétrica. 
Gostou do LCS? Maiores informações em http://www.lcs.poli.usp.br/ 
Contato: Prof. Cristiano Panazio; cpanazio@lcs.poli.usp.br 
 
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DA ESCOLA POLITÉCNICA 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Esse manual traz as principais informações sobre a Iniciação Científica. 
Esperamos que ele tenha despertado o seu interesse pela pesquisa e que tenha 
esclarecido suas dúvidas sobre iniciação científica. Agora é só começar: veja qual área 
de pesquisa te interessa mais, vá atrás dos professores, converse com eles e encontre 
o seu projeto de IC! 
Boa sorte! 
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DA ESCOLA POLITÉCNICA 
LINKS RECOMENDADOS 
A opinião da nossa escola a cerca de pesquisa científica e um panorama geral 
da pesquisa na escola como um todo. Além disso, na seção Pesquisa na Graduação, 
encontram-se os editais das bolsas. Lá você encontra todos os detalhes e normas 
sobre as diversas bolsas: 
http://www3.poli.usp.br/pt/pesquisa.html 
Simpósio de Iniciação científica da USP, lugar onde o seu trabalho pode ser 
exposto para a comunidade científica. A participação nesse simpósio é de caráter 
obrigatório para algumas das bolsas auxílios de IC: 
http://www.usp.br/siicusp/ 
Algumas Agências Financiadoras: 
http://www.cnpq.br/ 
http://www.fapesp.br/ 
http://sites.poli.usp.br/org/aep/ 
Informações obre Currículo Lattes: 
http://www.curriculolattes.net.br/ 
Livro: 
“ artas a um o em cientista” de Marcelo leiser. Essa sugestão foi dada pelo 
professor Ardson como uma leitura interessante para aqueles que ainda estão com 
medo da academia e aqueles que querem ver uma opinião de um profissional 
renomado acerca do assunto, de maneira descontraída e bem humorada.

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