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16 �PAGE �14� UNIVERSIDADE PAULISTA Caroline dos Santos Pereira RA: D485067 Deyvit Ribeiro Leite RA: D48JBG4 JOGOS COOPERATIVOS DE BASQUETE E HANDEBOL Jundiaí, SP. 2018� UNIVERSIDADE PAULISTA Caroline dos Santos Pereira RA: D485067 Deyvit Ribeiro Leite RA: D48JBG4 JOGOS COOPERATIVOS DE BASQUETE E HANDEBOL Jundiaí, SP. 2018 SUMÁRIO 1 OBJETIVO ............................................................................................................ 04 2 ELABORAÇÃO ..................................................................................................... 04 3 JUSTIFICATIVA .................................................................................................... 09 CONCLUSÃO .......................................................................................................... 10 REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 11 � 1 OBJETIVO O objetivo deste projeto é englobar jogos cooperativos envolvidos nas atividades do basquete e handebol. Mostrando como é possível modificar os conceitos e conteúdo que devem ser abordados na Educação Física voltada a esses dois esportes. 2 ELABORAÇÃO Realizamos pesquisas de jogos cooperativos para exemplificar a eficiência e eficácia das atividades realizadas em grupo, através de competições e afins. Com base na pesquisa realizada através de referências listamos abaixo cada uma delas em especificações de cada planejamento para maior ilustração de cada atividade do basquete e handebol, respectivamente: Plano de aula de basquete: com objetivo de proporcionar atividades e jogos que desenvolvam as habilidades e conhecimentos básicos dos alunos no basquete, sem seguir regras próprias do jogo. Conteúdo: Brincadeiras e jogos recreativos de agilidade, atenção e velocidade voltados ao esporte. Objetivos atitudinais: empenhar-se nas atividades propostas, como forma de valorização do grupo; Objetivos procedimentais: experimentar diferentes formas de movimento do aparelho motor; Objetivos conceituais: vivenciar atividades diversificadas; Abaixo exemplificamos algumas atividades que ilustram esses objetivos de forma prática no basquete: Roubar a cauda: a formação dos alunos deverá ser dispersa, espalhados por toda a quadra com cada aluno utilizando um jornal ou tiras de tecido presos na cintura sem amarrar. O desenvolvimento é iniciado a partir do sinal do professor. Cada aluno deverá defender sua cauda e ao mesmo tempo tirar a cauda dos demais. No final da brincadeira, quando todos estiverem sem suas caudas, será feita a contagem das caudas que cada aluno conseguiu pegar. Bola no alvo: utiliza-se uma caixa de papelão ou um cesto, com a formação dos alunos, separadamente em dois grupos, com um determinado número de bolas. O desenvolvimento é iniciado a partir do sinal do professor. Um aluno de cada grupo tentará acertar o alvo. O professor marcará as bolas acertadas de cada grupo. No final, serão somados pontos respectivos ao número de bolas acertadas. Será vencedor aquele grupo que obtiver o maior número de acertos. Arremesso no escuro: a formação dos alunos deverá ser composta por duas ou mais colunas, segurando bolas de meia. Á frente de cada coluna, a uma distância de cinco metros, haverá um arco e um aluno ou o professor segurando-o. O desenvolvimento da atividade é realizado através da movimentação do aluno ou do professor em mover o arco para cima e para baixo, enquanto os demais arremessarão as bolas tentando ultrapassar o alvo, um de cada vez. Basquetinho: a formação será realizada em duas equipes com o mesmo número de alunos com uma bola de basquete e uma cadeira em cada lado da quadra, onde estarão em cima das mesmas, um aluno de cada equipe. O tamanho da quadra pode variar de acordo com o número de alunos. O desenvolvimento começa com uma movimentação livre de cada aluno, sem estar de posse de bola, que só poderá ser deslocada por meio de dribles e de passes entre jogadores da mesma equipe. A equipe oposta não poderá encostar na outra na tentativa de recuperar a bola. Os alunos que estão sobre as cadeiras, representando a cesta, que pertencem às equipes que estão atacando, e devem agarrar as bolas que lhes são dirigidas pelos seus companheiros de equipe, sem perder o equilíbrio. Quando o aluno cesta agarrar a bola, serão contatos 2 pontos. Conseguidos os pontos, esse aluno deverá reiniciar o jogo, passando a bola para um aluno da equipe que sofreu pontos. Mata – mata: a formação dos alunos deverá constituir um ou duas colunas com os alunos virados para a cesta de basquete com uma bola disponível. O desenvolvimento da atividade começa pelo primeiro aluno de cada coluna, arremessando a bola na cesta com o intuito de acertar. Caso não conseguir, deve torcer para que o próximo colega que vai arremessar erre também, pois se o próximo aluno acertar a cesta eliminará o anterior da brincadeira. Os alunos que arremessarem e acertarem, estarão salvos, por mais que o próximo que arremessar acerte também, continuam na brincadeira. A atividade termina quando sobrar somente um aluno. Plano de aula de handebol: com objetivo de proporcionar atividades e jogos que desenvolvam as habilidades e os conhecimentos principais dos fundamentos do handebol, aplicando a prática do mesmo e expondo algumas regras básicas, mas sem cobrança. Conteúdo: exercícios voltados aos fundamentos básicos do handebol, como passe, recepção, arremesso, condução e locomoção sem finalidade de execução de forma técnica. Objetivos atitudinais: respeitar as diferentes habilidades e atitudes coletivas; Objetivos procedimentais: experimentar diferentes formas de executar determinados movimentos; Objetivos conceituais: evidenciar práticas que aprimorem os aspectos de habilidades naturais; Abaixo exemplificamos algumas atividades que ilustram esses objetivos de forma prática no handebol: Pega-pega com a bola: a formação dos alunos é de forma dispersa pela quadra, em uma área delimitada pelo professor. Dois alunos são escolhidos e designados como pegadores, que por sua vez, terão a posso de uma bola. O desenvolvimento da atividade inicia a partir do sinal do professor com os pegadores passando as bolas entre si, com o intuito de tocá-la em um dos fugitivos (deve se levar em conta que os pegadores não poderão atirar a bola nos fugitivos. Só poderão encostar a bola nos mesmos, e também não poderão correr com a bola nas mãos. Tendo assim que passar a bola entre si e se posicionarem de maneira que facilite aos mesmos tocar a bola nos colegas). Os fugitivos, por sua vez, deverão fugir do alcance dos pegadores, respeitando a área delimitada. Os que forem tocados pela bola passarão a fazer parte do grupo pegador. A brincadeira termina quando não restar mais fugitivos. Jogo dos cinco passes: a formação de jogo será toda a quadra de futsal. O desenvolvimento será a partir do sinal do professor com um arremesso da bola ao alto. A equipe que conseguir tocar na bola, a contagem terá que recomeçar. Os alunos da equipe farão a contagem dos passes em voz alta, facilitando o controle do professor. Cada cinco passes realizados pelas equipes, contará um ponto. A equipe vencedora será aquela que atingir o número de pontos desejados (que podem ser estipulados pelo professor). Mantenha a área livre: a formação dispersará com os alunos divididos em dois grupos, cada um mantendo-se somente eu seu campo de jogo. Cada aluno deverá possuir uma bola. O Desenvolvimento da atividade inicia com o aviso do professor onde cada aluno deverá arremessar a bola em direção ao campo adversário após o início do jogo. Depois disso, cada equipe se esforçará para manter seu campo o mais livre possível de bolas, fazendo devoluções rápidas (arremessos de todas as posições). No final de cada tempo,serão contadas as bolas que se encontram em cada lado. Vencerá a equipe que tiver o menor número de bolas em seu campo. Foge com a bola: a formação será com cada aluno com sua respectiva bola, ficando todos espalhados na quadra. O caçador ficará sem bola. O desenvolvimento inicia a partir do sinal do professor com os alunos que estão com as bolas, fugindo e conduzindo a sua bola (picando) não deixando que o caçador a pegue. O aluno que perder a sua bola passará a ser o caçador, sendo que este não poderá tirar a bola daquele que antes o tinha pego. Quico lá – quico cá: A formação na quadra é dividida pelo professor em duas equipes. Em cada extremidade da quadra, o professor desenha um círculo (A e B), com dois metros de diâmetro. Dentro de cada círculo, o professor coloca dois alunos, sendo um de cada equipe, nas laterais os outros alunos das equipes se colocam em fileiras. O professor entrega a bola a cada aluno do círculo A. O desenvolvimento da atividade se inicia ao sinal do professor e, cada aluno de posse da bola, começa a repassá-la para os colegas de equipe, até chegar ao outro círculo, na extremidade oposta da quadra. Quando os alunos do círculo B receberem as bolas, deverão sair pelo centro da quadra, picando a bola, até chegar ao círculo A. Nesse momento, os alunos de cada equipe dão um passo à esquerda, para que os colegas que estavam dentro do círculo A entrem nas suas respectivas fileiras. O primeiro aluno de cada fileira deve entrar no círculo e recomeçar o passe de bola, sucessivamente. Toda vez que o primeiro aluno voltar ao lugar de origem, o professor marca um ponto para a equipe. 3 JUSTIFICATIVA Este projeto exemplifica várias opções de jogos cooperativos para a organização de um planejamento estratégico de aulas de basquete e handebol de forma que fique bem claro a união da base teórica, aprendida em sala de aula, juntamente com a prática nas quadras. Através de jogos cooperativos, envolvendo campeonatos e outras atividades em grupo, que interagem as regras com a prática do esporte. A importância dos destaques realizados em cada atividade de cada modalidade esportiva tem como justificativa o envolvimento de todos os indivíduos, em cada atividade, de forma que possam aprender de maneira simples, regras e fundamentos de cada um dos esportes respectivos, basquete e handebol, sem o comprometimento de resultados precisos. As interações com as regras básicas servem para identificar habilidades de cada esporte que podem ser trabalhadas independentemente dos envolvidos estarem participando de uma partida oficial – com as regras estabelecidas para cada jogo respectivo – ou de um simples treinamento de pontos específicos – treinamentos de reflexo, rapidez e força por exemplo. Toda e qualquer atividade se mantém em um aspecto de colaboração para mostrar o trabalho em equipe que é a base para a composição de toda regra que envolvem os ambos esportes, basquete e handebol, que são jogos cooperativos e que dependem do desempenho coletivo para um bom resultado. CONCLUSÃO Concluímos que as atividades individuais de cada esporte – sejam elas com referência a pequenas habilidades que devem ser desenvolvidas para cada esporte em específico – são de total importância para o desenvolvimento de cada indivíduo, por meio de engajamento através do trabalho coletivo, para ilustrar a importância do trabalho em grupo que, para alcançar cada aspecto ou regra de cada modalidade esportiva, é necessário que cada indivíduo na equipe deve exercer sua função com excelência para o resultado desejado da equipe. O jogo cooperativo une os extremos: aquele indivíduo que é fisicamente ou que tem uma habilidade motora ou intelectual inferior aos demais e, também, aquele que possui desempenho físico e mental em alta performance. Em cada equipe sempre haverá ambos perfis que terá total influência nos resultados. Desta forma, o planejamento estratégico para elaboração de um esquema de aula está diretamente ligado a cada atividade que promova engajamento coletivo a partir de pequenas regras básicas para desenvolvimento de pequenas habilidades, afim de suprir desde a regra mais básica a mais avançada do esporte, é de total importância para o desenvolvimento das equipes e para uma eficácia no alcance dos resultados. REFERÊNCIAS AMARAL, Jader Denicol do. Jogos Cooperativos. 2ª ed. São Paulo: Phorte Editora, 2007. BERKENBROCK, Volnei J. Jogos e Diversão em Grupo. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2002. VALADARES, Solange; ARAÚJO, Rogéria. Educação Física no Cotidiano Escolar: 65 Jogos com Bolas. Vol.4 - 3ª ed. Belo Horizonte: Editora Fapi LTDA, 1999. Trabalho apresentado ao Curso Superior de Educação Física da Universidade Paulista (Unidade Jundiaí), como parte dos requisitos para a Avaliação da Matéria de Basquete e Handebol. �PAGE �14�