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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO - DD
GERÊNCIA DE ENGENHARIA E OBRAS DE ALTA TENSÃO - GERENG
COELCE
Companhia Energética do Ceará
CRITÉRIO DE PROJETO
CP 01 / 2002
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA
DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO
DEPARTAMENTO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS - DNORM
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
1
SET/2002
1/108
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
1
SET/2002
2/108
A P R E S E N T A Ç Ã O
O presente CRITÉRIO DE PROJETO CP 01/2002 - REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO, substitui o CP 01/85 - Critério de Projeto Rede de Distribuição Aérea Urbana; o
CP 02/84 - Rede de Distribuição Aérea Rural; o CP 014/98 - Rede de Distribuição Aérea
Convencional – DAC e o CP 013 – Rede de Distribuição Aérea Econômica. – DAE.
Com a emissão deste Critério de projeto a COELCE procura atualizar as suas Normas
Técnicas de acordo com a legislação vigente e com a tecnologia mais avançada do Setor Elétrico.
Na concepção e elaboração do Projeto de Rede de Distribuição foi levado em
consideração a necessidade de se oferecer aos consumidores da COELCE uma boa qualidade de
energia e serviço dentro das exigências dos órgãos reguladores.
Foi dada especial atenção a segurança e estética de modo que a rede seja segura, tenha
um bom aspecto visual e seja integrada com o meio ambiente de modo a minimizar o impacto com
os locais onde for instalada.
Elaboração:
Antonio Ribamar Melo Filgueira - DNORM
Jacinta Maria Mota Sales - DNORM
José Deusimar Ferreira - DNORM
Colaboradores:
Fábio da Rocha Ribeiro - DOMEB
Francisco Queiróz Martins - DOMEB
Ricardo Lima de Freitas - DEOBE
Apoio:
Italo Romeiro Vanderlei - DNORM
Maria Alvimar Nogueira Varela - DNORM
Pedro Paulo Meneses Neto - DNORM
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
1
SET/2002
3/108
Í N D I C E
1 INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................................................7
2 OBJETIVO ......................................................................................................................................................................7
3 CAMPO DE APLICAÇÃO ............................................................................................................................................7
3.1 NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES............................................................................................................7
3.1.1 Normas COELCE .............................................................................................................................................7
3.1.2 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT .....................................................................8
3.2 REDES AÉREAS EM ÁREAS SUJEITAS À CORROSÃO.....................................................................................................8
4 TERMINOLOGIA ..........................................................................................................................................................8
4.1 ALIMENTADOR DE DISTRIBUIÇÃO..............................................................................................................................8
4.2 BAIXA TENSÃO - BT..................................................................................................................................................8
4.3 CABO COBERTO.........................................................................................................................................................8
4.4 CABO MULTIPLEXADO OU PRÉ-REUNIDO...................................................................................................................8
4.5 CARGA INSTALADA....................................................................................................................................................8
4.6 CERCA ELETRIFICADA ...............................................................................................................................................8
4.7 CONSUMIDOR NÍVEL “A” ..........................................................................................................................................8
4.8 CONSUMIDOR NÍVEL “B”...........................................................................................................................................9
4.9 CONSUMIDOR NÍVEL “C”...........................................................................................................................................9
4.10 CONSUMIDOR NÍVEL “D” ........................................................................................................................................9
4.11 DEMANDA DIVERSIFICADA......................................................................................................................................9
4.12 DEMANDA MÁXIMA.................................................................................................................................................9
4.13 DEMANDA MÉDIA....................................................................................................................................................9
4.14 DESMATAMENTO .....................................................................................................................................................9
4.15 FAIXA DE SERVIDÃO................................................................................................................................................9
4.16 FATOR DE CARGA ....................................................................................................................................................9
4.17 FATOR DE CORREÇÃO SAZONAL..............................................................................................................................9
4.18 FATOR DE DEMANDA...............................................................................................................................................9
4.19 FATOR DE DIVERSIDADE..........................................................................................................................................9
4.20 FATOR DE POTÊNCIA..............................................................................................................................................10
4.21 FATOR DE UTILIZAÇÃO..........................................................................................................................................10
4.22 FATOR DE SIMULTANEIDADE .................................................................................................................................10
4.23 MAPA CHAVE ........................................................................................................................................................10
4.24 MÉDIA TENSÃO - MT ............................................................................................................................................10
4.25 NÚCLEO POPULACIONAL RURAL ...........................................................................................................................10
4.26 PERFIL PLANI-ALTIMÉTRICO ..................................................................................................................................10
4.27 PLANTACADASTRAL .............................................................................................................................................10
4.28 PLANTA DE SITUAÇÃO ...........................................................................................................................................10
4.29 PONTO DE LIGAÇÃO...............................................................................................................................................10
4.30 RAMAL DE ALIMENTADOR.....................................................................................................................................10
4.31 RAMAL DE LIGAÇÃO..............................................................................................................................................10
4.32 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA - RDU...................................................................................................10
4.33 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL – RDR.....................................................................................................11
4.34 REDE DE MÉDIA TENSÃO.......................................................................................................................................11
4.35 REDE DE BAIXA TENSÃO .......................................................................................................................................11
4.36 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO....................................................................................................................................11
4.37 SOBRECARGA.........................................................................................................................................................11
4.38 TRONCO ALIMENTADOR ........................................................................................................................................11
4.39 ZONAS DE CORROSÃO SALINA...............................................................................................................................11
5 CONSIDERAÇÕES GERAIS.....................................................................................................................................11
5.1 TIPOS DE PROJETOS .................................................................................................................................................11
5.1.1 Projeto de Extensão.........................................................................................................................................11
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
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SET/2002
4/108
5.1.2 Projeto de Reforço...........................................................................................................................................11
5.1.3 Projeto de Reforma..........................................................................................................................................12
5.1.4 Projeto de Melhoria.........................................................................................................................................12
5.2 REDES LOCALIZADAS EM DOMÍNIOS PARTICULARES...............................................................................................12
5.3 CERCA ELETRIFICADA .............................................................................................................................................12
5.3.1 Finalidade da Cerca Eletrificada ....................................................................................................................12
5.3.2 Recomendações de Segurança.........................................................................................................................12
5.4 TENSÃO DE ATENDIMENTO DAS UNIDADES CONSUMIDORAS ..................................................................................13
5.4.1 Unidades Consumidoras Atendidas em Baixa Tensão ....................................................................................13
5.4.2 Unidades Consumidoras Atendidas em Média Tensão....................................................................................13
5.5 SIMBOLOGIA ............................................................................................................................................................13
5.6 MATERIAIS UTILIZADOS ..........................................................................................................................................13
5.7 ESTRUTURAS UTILIZADAS........................................................................................................................................13
6 PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO.......................................................................................................13
6.1 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELO ÓRGÃO DE PLANEJAMENTO...............................................................14
6.1.1 Obras para Atendimento a Consumidores Individuais do Grupo A ................................................................14
6.1.2 Alimentadores e Redes.....................................................................................................................................14
6.2 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELOS ÓRGÃOS DE PROJETO .....................................................................14
7 PROJETO DA REDE ..................................................................................................................................................14
7.1 PLANEJAMENTO BÁSICO ..........................................................................................................................................14
7.1.1 Obtenção de Dados Preliminares....................................................................................................................14
7.1.2 Aproximação de Aeroportos ............................................................................................................................15
7.1.3 Traçado da Rede Aérea ...................................................................................................................................15
7.1.4 Locação da Posteação.....................................................................................................................................17
7.1.5 Plantas.............................................................................................................................................................18
7.2 LEVANTAMENTO DA CARGA....................................................................................................................................20
7.2.1 Consumidores Especiais..................................................................................................................................20
7.2.2 Iluminação Pública..........................................................................................................................................21
7.2.3 Rede de Baixa Tensão......................................................................................................................................21
7.2.4 Rede de Média Tensão.....................................................................................................................................23
7.2.5 Estimativa da Carga em Rede de Distribuição Rural......................................................................................25
7.3 PREVISÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DA CARGA ..................................................................................................25
7.3.1 Taxa de Crescimento em RDU.........................................................................................................................257.3.2 Taxa de Crescimento de Carga em RDR .........................................................................................................25
7.4 CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACORDO COM A DENSIDADE DE CARGA ................................................................26
7.5 CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA REDE...........................................................................................................................26
7.5.1 Rede de Baixa Tensão......................................................................................................................................26
7.5.2 Rede de Média Tensão.....................................................................................................................................26
7.6 INTEGRAÇÃO DA REDE AÉREA COM O MEIO AMBIENTE ..........................................................................................26
7.7 REGULAÇÃO E SUPORTE DE TENSÃO .......................................................................................................................27
7.8 BANCO DE CAPACITORES.........................................................................................................................................27
7.9 APLICAÇÃO CONJUNTA DE BANCO DE REGULADORES E BANCO DE CAPACITORES ................................................27
7.10 AUTOMAÇÃO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO ...........................................................................................................27
8 DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO.........................................................................................................................28
8.1 TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO ...................................................................................................................28
8.1.1 Localização dos Transformadores...................................................................................................................28
8.1.2 Potência Nominal dos Transformadores .........................................................................................................28
8.1.3 Escolha do Número de Fases do Transformador ............................................................................................28
8.1.4 Escolha da Potência Nominal do Transformador ...........................................................................................28
8.1.5 Potência e Carregamento dos Transformadores a Serem Instalados..............................................................29
8.2 REDE DE BAIXA TENSÃO .........................................................................................................................................30
8.2.1 Condutores Padronizados ...............................................................................................................................30
8.2.2 Níveis de Tensão..............................................................................................................................................30
8.3 REDE DE MÉDIA TENSÃO.........................................................................................................................................30
8.3.1 Condutores Padronizados ...............................................................................................................................30
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
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8.3.2 Escolha dos Condutores da Rede de Média Tensão ........................................................................................30
8.3.3 Dimensionamento ............................................................................................................................................31
8.3.4 Níveis de Tensão..............................................................................................................................................31
8.3.5 Queda de Tensão .............................................................................................................................................31
8.4 PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ................................................................................................................................32
8.4.1 Proteção de Transformadores .........................................................................................................................32
8.4.2 Proteção de BT para Iluminação Pública .......................................................................................................33
8.4.3 Proteção da Rede de Média Tensão ................................................................................................................33
8.5 IDENTIFICADOR DE FALHA.......................................................................................................................................34
9 ATERRAMENTO ........................................................................................................................................................35
9.1 CONDUTORES DE ATERRAMENTO ............................................................................................................................35
9.2 HASTES DE ATERRAMENTO .....................................................................................................................................35
9.3 ATERRAMENTO NA MT............................................................................................................................................35
9.4 ATERRAMENTO NA BT.............................................................................................................................................35
9.5 ATERRAMENTO DE CERCAS .....................................................................................................................................36
9.6 ATERRAMENTO EM ROCHAS ....................................................................................................................................36
9.7 PROFUNDIDADE DA HASTE DE TERRA......................................................................................................................36
9.8 CONEXÕES...............................................................................................................................................................36
10 DIMENSIONAMENTO MECÂNICO .....................................................................................................................37
10.1 ESCOLHA DE POSTES, ESTRUTURAS E CONDUTORES .............................................................................................37
10.1.1 Postes.............................................................................................................................................................37
10.1.2 Engastamento de Postes ................................................................................................................................37
10.1.3 Determinação do Esforço Nominal dos Postes..............................................................................................37
10.1.4 Estruturas e Condutores ................................................................................................................................37
10.1.5 Emendas de Condutores ................................................................................................................................38
10.2 ESTAIAMENTO .......................................................................................................................................................38
10.2.1 Estai de Cruzeta a Poste................................................................................................................................3810.2.2 Estai de Poste a Poste....................................................................................................................................38
10.2.3 Estai poste-haste âncora................................................................................................................................38
10.3 TRAVESSIAS E APROXIMAÇÕES..............................................................................................................................39
10.3.1 Sobre outras Redes ........................................................................................................................................39
10.3.2 Sobre as Águas Navegáveis ou Não ..............................................................................................................39
10.3.3 Sobre Rodovias ..............................................................................................................................................39
10.3.4 Sobre Ferrovias .............................................................................................................................................39
11 PROJETO ...................................................................................................................................................................40
11.1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO.................................................................................................................................40
11.1.1 Identificação do Engenheiro Responsável.....................................................................................................40
11.1.2 Memorial Descritivo......................................................................................................................................40
11.1.3 Documentação ...............................................................................................................................................41
11.1.4 Planta da Rede...............................................................................................................................................41
11.1.5 Perfil Plani-altimétrico..................................................................................................................................41
11.1.6 Desenhos de Detalhes...................................................................................................................................42
11.2 ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO........................................................................................................................42
12 EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA ..............................................................................................42
12.1 LIMPEZA DA FAIXA DE SERVIDÃO..........................................................................................................................42
12.2 EXECUÇÃO DA OBRA .............................................................................................................................................42
12.2 ATUALIZAÇÃO DAS PLANTAS E CODIFICAÇÃO DE POSTES E ESTRUTURAS ............................................................43
12.3 FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO....................................................................................................................43
TABELAS ..........................................................................................................................................................................44
TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES NUS ..................................................................................................45
TABELA 2 - CONDUTOR DE ALUMÍNIO COBERTO - CAC (PARA REDE COMPACTA/SPACER) – 15 KV ...........................45
TABELA 3 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV.................................................45
TABELA 4 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE COBRE ISOLADO EM XLPE – 0,6 / 1 KV ...................................................46
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TABELA 5 - POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR A SER INSTALADO .....................................................................................46
TABELA 6 - CARREGAMENTO MÁXIMO PERMITIDO EM TRANSFORMADORES..................................................................46
TABELA 7 - UTILIZAÇÃO DOS POSTES..............................................................................................................................47
TABELA 8 - DIMENSIONAMENTO CONDUTOR PRÉ-REUNIDO X TRANSFORMADOR..........................................................47
TABELA 9 - POSTES PADRONIZADOS PARA MONTAGEM DE TRANSFORMADORES ............................................................48
TABELA 10 - POSTES PADRONIZADOS PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO..............................................................................48
TABELA 11 - TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL..................................................................................................................49
TABELA 12 - DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA...........................................................................................................49
TABELA 13 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT MONOFÁSICA ..........................................................................49
TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT TRIFÁSICA ...............................................................................49
TABELA 15 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM BT (KVA POR 100M) ...........................................................................50
TABELA 16 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM MT (KΩ / KM – 13800V) ......................................................................50
TABELA 17 - NÍVEIS DE TENSÃO .....................................................................................................................................50
TABELA 18 - TRANSFORMADOR X ELO FUSÍVEL..............................................................................................................50
TABELA 19 - FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES URBANOS ......................................................................51
TABELA 20 - FATOR DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES RURAIS..............................................................................51
TABELA 21 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA DE CONSUMIDORES DE BT ...............................................52
TABELA 22 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA CONSUMIDORES DE MT ....................................................58
ANEXOS ............................................................................................................................................................................68
ANEXO I - FORMULÁRIO PARA LEITURA DE TRANSFORMADOR .......................................................................................68
ANEXO II – RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR.................................................................................................69
ANEXO III – CADASTRO RURAL ......................................................................................................................................70
ANEXO IV – RELATÓRIO SUMÁRIO DE PROJETO .............................................................................................................72
ANEXO V - SIMBOLOGIA ................................................................................................................................................73
ANEXO VI – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM BT ....................................................................................................76
ANEXO VII – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM MT ..................................................................................................77ANEXO VIII - GUIA DE INSPEÇÃO ................................................................................................................................78
DESENHOS .......................................................................................................................................................................83
COELCE
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REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
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7/108
1 INTRODUÇÃO
Esta Norma pode, em qualquer tempo, ser modificada por razões de ordem técnica ou legal, motivo
pelo qual os interessados devem periodicamente, consultar a COELCE quanto às eventuais
alterações.
2 OBJETIVO
Esta Norma visa estabelecer as etapas e requisitos mínimos necessários para elaboração de
projetos de Redes de Distribuição Aéreas de Média e de Baixa Tensão.
Nela são definidos os critérios gerais que devem ser empregados pelos órgãos de projeto da
COELCE e demais projetistas, na busca das melhores soluções, visando otimizar os investimentos
a serem feitos no sistema elétrico, para fornecimento de energia com qualidade e segurança.
3 CAMPO DE APLICAÇÃO
Estes critérios aplicam-se aos projetos de extensão, reforço, reforma e melhoria de Redes Aéreas
de Distribuição, em Média Tensão de 13.800 volts e de Baixa Tensão de 380/220 volts localizadas
nas áreas de concessão da COELCE.
3.1 NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Durante as etapas de planejamento, projeto e execução da obra devem ser observadas as
seguintes Normas, em suas últimas revisões ou outras pertinentes que vierem a ser publicadas:
3.1.1 Normas COELCE
a) Critérios de Execução
• CE 02 – Levantamento Topográfico - CE
b) Padrões de Estrutura - PE
• PE 031 – Rede Primária de Distribuição Aérea de Energia Elétrica Urbana e Rural;
• PE 032 – Rede Compacta Protegida – 15 kV
• PE 038 – Rede Secundária de Distribuição Aérea em BT 380/220 V;
c) Padrões de Material - PM
• PM 01 – Padrão de Material;
• PM 02 – Padrão de Material para Ambientes Agressivos;
d) Procedimentos Operacionais - POP
• POP 10 – Procedimentos de Medição de Tensão nos Alimentadores de Média Tensão;
e) Procedimentos de Execução - PEX
• PEX 14 – Construção de Redes de Média Tensão;
• PEX 15 – Construção de Redes de Baixa Tensão;
• PEX 16 – Construção de Redes de Média Tensão com Cabo Spacer;
• PEX 23 – Inspeção em Redes de Média Tensão;
• PEX 27 – Desmatamento e Redesmatamento de Redes de Média e Baixa Tensão;
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8/108
f) Normas Técnicas
• NT 001 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição;
• NT 002 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição.
g) Decisões Técnicas
• DT 042 – Utilização de Materiais em Rede aérea de Distribuição;
3.1.2 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
• NBR 5422 – Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica – Procedimento;
• NBR 5433 – Redes de Distribuição Aérea Rural de Energia Elétrica – Padronização;
• NBR 5434 – Redes de Distribuição Aérea Urbana de Energia Elétrica - Padronização
3.2 REDES AÉREAS EM ÁREAS SUJEITAS À CORROSÃO
As redes situadas em áreas de alta poluição salina, com corrosão severa ou muito severa devem
utilizar materiais e equipamentos adequados para as referidas áreas, conforme prescrições
contidas na DT 042.
4 TERMINOLOGIA
Para os efeitos desta norma, aplicam-se as seguintes definições, complementadas pelas definições
contidas nas Normas Brasileiras da ABNT
4.1 ALIMENTADOR DE DISTRIBUIÇÃO
Componente de uma rede de Média Tensão que alimenta, diretamente ou por intermédio de seus
ramais, transformadores de distribuição e/ou consumidores.
4.2 BAIXA TENSÃO - BT
Tensão nominal até o limite de 1.000 volts.
4.3 CABO COBERTO
É um condutor com cobertura isolante, mas que não tem características de condutor isolado, tendo
em vista que não apresenta confinamento do campo elétrico.
4.4 CABO MULTIPLEXADO OU PRÉ-REUNIDO
É um cabo composto de vários condutores individualmente isolados e dispostos helicoidalmente
formando um único conjunto, utilizando um condutor mensageiro que serve de neutro e de
sustentação mecânica.
4.5 CARGA INSTALADA
É a soma das potências nominais de todos os aparelhos, equipamentos e dispositivos instalados
nas dependências das unidades consumidoras, os quais, em qualquer tempo, podem consumir
energia elétrica.
4.6 CERCA ELETRIFICADA
São cercas energizadas por meio de um equipamento denominado eletrificador, que emite pulsos
elétricos pré-determinados, com intensidade inofensiva ao homem e aos animais.
4.7 CONSUMIDOR NÍVEL “A”
Consumidor de pequeno porte onde o consumo predominante seja o de iluminação interior,
incluindo neste nível os consumidores de baixa renda.
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4.8 CONSUMIDOR NÍVEL “B”
Consumidor de classe média, com utilização de aparelhos eletrodomésticos convencionais.
4.9 CONSUMIDOR NÍVEL “C”
Consumidor de classe média alta, com carga de iluminação significativa, aparelhos de ar
condicionado, chuveiros elétricos etc.
4.10 CONSUMIDOR NÍVEL “D”
Consumidor de classe alta, onde haja abundância de iluminação interna e externa, utilização de
pequenas centrais de refrigeração ambiental e outros serviços domésticos significativos.
4.11 DEMANDA DIVERSIFICADA
Demanda resultante da carga, tomada em conjunto, de um grupo de consumidores.
4.12 DEMANDA MÁXIMA
Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado.
4.13 DEMANDA MÉDIA
Razão da quantidade de energia elétrica consumida durante um intervalo de tempo especificado,
para esse intervalo.
4.14 DESMATAMENTO
Compreende o corte e retirada da vegetação que se encontra na faixa de passagem da rede aérea
a ser construída, com largura total de 6,0 metros para rede de Média Tensão e de 3,0 metros para
rede de Baixa Tensão, observando o disposto no Desenho 01.04.
4.15 FAIXA DE SERVIDÃO
Corresponde a faixa do terreno onde passa a rede aérea, em toda a sua extensão e cuja largura é
determinada pela classe de tensão e estruturas utilizadas. A faixa de servidão das redes rurais da
COELCE corresponde a 3,0 metros para redes de BT e 6,0 metros para redes de MT, sendo 1,5
metros e 3,0 metros para cada lado do eixo das redes de BT e de MT respectivamente. Em casos
excepcionais esta faixa poderá ser alterada. Na área urbana, na maioria das situações, a faixa se
confunde com o arruamento já definido, devendo no entanto, serem atendidas as prescrições
mínimas de distância dos condutores aos obstáculos.
4.16 FATOR DE CARGA
Razão entre a demanda média e a demanda máxima ocorrida no mesmo intervalo de tempo
especificado.
4.17 FATOR DE CORREÇÃO SAZONAL
Fator de correção da demanda diversificada dos consumidores residenciais e comerciais, com o
objetivo de se excluir a possibilidade de que a demanda medida não corresponda à máxima anual.
4.18 FATOR DE DEMANDA
Razão da demanda máxima num intervalo de tempo especificado, para a carga total instalada.
4.19 FATOR DE DIVERSIDADE
Razão da soma das demandas máximas individuais de um conjunto de equipamentos elétricos ou
instalações elétricas para a demanda máxima simultânea ocorrida no mesmo intervalo de tempo
especifico.
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4.20 FATOR DE POTÊNCIA
Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias
elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.
4.21 FATOR DE UTILIZAÇÃO
Razão da máxima demanda verificada pela capacidade nominal de um sistema.
4.22 FATOR DE SIMULTANEIDADE
Razão da demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas,
para a soma das demandas máximas individuais ocorridas no mesmo intervalo de tempo
especificado.
4.23 MAPA CHAVE
É a planta planimétrica da área a ser atendida, reduzida para a escala 1:5000.
4.24 MÉDIA TENSÃO - MT
Limite de tensão nominal acima de 1.000 V e abaixo de 69 kV. No sistema COELCE a Média
Tensão é de 13,8 kV.
4.25 NÚCLEO POPULACIONAL RURAL
São aglomerados populacionais com número inferior a 20 unidades de construção, ocupando uma
área contínua, formando ou não arruamentos regulares.
4.26 PERFIL PLANI-ALTIMÉTRICO
Representação plani-altimétrica do terreno da área específica do projeto de uma Rede de
Distribuição Aérea Rural.
4.27 PLANTA CADASTRAL
É uma planta na escala 1:1000 contendo todas os detalhes físicos e elétricos necessários ao
cálculo do projeto da Rede de Distribuição.
4.28 PLANTA DE SITUAÇÃO
É um desenho em escala adequada, com indicação do norte magnético e de pontos de referência
que permitam identificar o local onde será construída, ampliada ou reformada a Rede de
Distribuição. Esta planta deve apresentar pelo menos um ponto da rede da COELCE.
4.29 PONTO DE LIGAÇÃO
Ponto da Rede de Distribuição do qual deriva um ramal de ligação.
4.30 RAMAL DE ALIMENTADOR
Componente de um Alimentador de Distribuição que deriva diretamente de um tronco de
alimentador.
4.31 RAMAL DE LIGAÇÃO
É o trecho do circuito aéreo compreendido entre a Rede de Distribuição de MT ou de BT da
COELCE e o ponto de entrega.
4.32 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA - RDU
É a parte integrante do Sistema de Distribuição implantado dentro do perímetro urbano das
cidades, distritos, vilas e povoados.
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4.33 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL – RDR
É uma conjunto de linhas elétricas, com os equipamentos e materiais diretamente associados,
destinado à distribuição rural de energia elétrica.
4.34 REDE DE MÉDIA TENSÃO
Parte de uma Rede de Distribuição que alimenta transformadores de distribuição e/ou pontos de
entrega sob a mesma tensão primária nominal.
4.35 REDE DE BAIXA TENSÃO
Parte da Rede de Distribuição derivada do secundário dos transformadores de distribuição indo até
os pontos de ligação dos diversos consumidores.
4.36 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO
É a parte do sistema de potência destinado ao transporte de energia elétrica, em média ou baixa
tensão a partir do barramento secundário de uma subestação (onde termina a transmissão ou
subtransmissão), até os pontos de consumo.
4.37 SOBRECARGA
Incremento de carga adicional sobre o valor nominal, que pode ser imposto a um determinado
equipamento ou circuito.
4.38 TRONCO ALIMENTADOR
Componente de um Alimentador de Distribuição que transporta a parcela principal da carga total.
4.39 ZONAS DE CORROSÃO SALINA
As áreas de corrosão são classificadas de acordo com a proximidade da orla marítima em Zona
Moderada, Zona Mediana, Zona Severa e Zona Muito Severa e suas localizações estão definidas
na DT 042.
5 CONSIDERAÇÕES GERAIS
As Redes Aéreas de Distribuição devem ser instaladas em domínio público. As redes que não
possam ser localizadas em domínio público devem obedecer as recomendações do item 5.2
5.1 TIPOS DE PROJETOS
Os projetos de Redes Aéreas de Distribuição classificam-se em:
5.1.1 Projeto de Extensão
Obras decorrentes de projetos que dão origem a novas redes ou crescimento das redes existentes
para atendimento a novas cargas elétricas.
Ressalta-se que as obras de extensão caracterizam-se por terem fundamentalmente a finalidade
de atender a novas cargas.
A construção de novos trechos para interligações de alimentadores ou com outras finalidades de
natureza operacional, não se considera como expansão.
5.1.2 Projeto de Reforço
São obras que atuam sobre as instalações existentes com a finalidade exclusiva de aumentar sua
capacidade, para que o componente não fique sujeito a um carregamento superior ao seu limite
físico.
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Ex: Troca ou adição de novos transformadores, troca de condutores, troca de equipamentos; em
todos os casos por esgotamento das suas capacidades.
5.1.3 Projeto de Reforma
São obras que atuam sobre as instalações existentes, com a finalidade exclusiva de melhorar as
suas condições físicas, por razões de segurança, estética ou padronização.
Ex: Remanejamento de linhas e redes, troca de componentes deteriorados, troca de equipamentos
defeituosos.
5.1.4 Projeto de Melhoria
São obras que se caracterizam por modificações nas instalações existentes ou construção de
novos trechos com a finalidade de se obter condições operacionais mais vantajosas.
Estas condições tanto envolvem aquelas de natureza elétrica (continuidade, confiabilidade,
regulação de tensão, perdas) como de natureza econômica (custo operacional, energia não suprida
etc.)
Ex: Interligações para manobras, instalação de reguladores de tensão, bancos de capacitores,
seccionadores.
5.2 REDES LOCALIZADAS EM DOMÍNIOS PARTICULARES
Neste caso enquadram-se os Condomínios Fechados Horizontais e os Núcleos Populacionais
rurais localizados em terrenos particulares
a) nos Núcleos Populacionais em terrenos particulares e nos condomínios fechados horizontais, o
ponto de entrega de energia deve ser localizado em cada unidade consumidora, devendo os
transformadores ser instalados, sempre que possível, em domínio público, projetando-se dentro
da propriedade particular somente a Rede de BT;
b) projeto de iluminação pública, com exceção da Cidade de Fortaleza cuja IP é de
responsabilidade da prefeitura, só deve ser elaborado mediante solicitação por escrito da
prefeitura sob a qual fica a jurisdição da área de implantação da rede. Os custos decorrentes de
implantação serão de responsabilidade da Prefeitura correspondente, com os encargos
financeiro da COELCE conforme determina a legislação em vigor;
c) deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e cancela ou portão com dimensões
que possibilitem o tráfego de veículos para construção e manutenção da rede;
d) termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário, para livre acesso da COELCE.
5.3 CERCA ELETRIFICADA
5.3.1 Finalidade da Cerca Eletrificada
a) a finalidade da cerca eletrificada é manter animais confinados em uma determinada área ou
proteger propriedades contra o acesso de animais domésticos e selvagens;
b) em nenhuma hipótese deve ser usada para proteger a propriedade contra pessoas;
c) a cerca eletrificada deve ser projetada por profissionais especializados e construída por
empresa idônea, que possa dar garantia, assistência técnica e orientações quanto à operação
do equipamento;
d) o proprietário é responsável por qualquer anormalidade ou acidente que venha ocorrer na cerca
eletrificada e com as pessoas e animais que possam vir a se acidentar.
5.3.2 Recomendações de Segurança
a) a cerca não poderá, em nenhuma hipótese, ser eletrificada com energia diretamente da rede
elétrica sem que seja por meio de eletrificador;
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b) nas aproximações ou cruzamentos da rede elétrica sobre cercas eletrificadas devem ser
adotados os seguintes procedimentos:
• cercas paralelas devem ficar a uma distância mínima de 30 metros do deixo da rede
elétrica;
• nos casos onde for necessário cruzar a rede elétrica sobre a cerca eletrificada devem ser
colocados dois condutores de proteção paralelos acima da cerca, para evitar que em caso
de ruptura do condutor da rede este venha a cair sobre a cerca eletrificada;
• os dois condutores de proteção devem ter 60 metros de comprimento, sendo 30 metros
para cada lado da rede, devendo ser aterrados nas duas extremidades, conforme Desenho
01.09
c) na utilização de cercas eletrificadas deve se observar:
• devem ser fixadas placas a cada 50 metros, com os dizeres “cerca eletrificada”;
• independente da sinalização, deve ser informado as pessoas da localidade sobre a
existência da cerca eletrificada;
• é necessário a manutenção periódica da cerca.
5.4 TENSÃO DE ATENDIMENTO DAS UNIDADES CONSUMIDORAS
5.4.1 Unidades Consumidoras Atendidas em Baixa Tensão
a) serão ligados na rede de BT os consumidores com carga instalada até 75 kW quando atendidos
por Rede de Distribuição Aérea e 100 kW quando atendidos por Rede de Distribuição
Subterrânea ou que estejam localizados em Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras,
conforme estabelecido na NT 001 e NT 003;
b) os Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com potência demandada até 300 kVA.
5.4.2 Unidades Consumidoras Atendidas em Média Tensão
Serão atendidos em média tensão os consumidores com carga instalada superior a 75 kW e até
2500 kW, ou maior a critério da COELCE.
5.5 SIMBOLOGIA
Deve ser adotada a simbologia apresentada no Anexo V
5.6 MATERIAIS UTILIZADOS
Devem ser utilizados exclusivamente os materiais padronizados nos Padrões de Materiais – PM-
01, PM-02 e Especificações Técnicas (ET) de equipamentos e materiais, em vigor na COELCE. Os
materiais e equipamentos a serem utilizados nos projetos deve seguir o que determina a DT-042,
especificamente nas áreas de agressão salina severa e muito severa.
5.7 ESTRUTURAS UTILIZADAS
Devem ser utilizadas as estruturas padronizadas nos Padrões de Estruturas – PE-031 e PE-038
respectivamente para redes de MT e de BT
6 PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO
Todas as obras a serem executadas no sistema elétrico devem ser precedidas de um adequado
planejamento, antes de seu projeto e construção, devendo ser feito pelo órgão de planejamento ou
de projeto, de acordo com o porte de obra. Os órgãos de projeto devem fazer o planejamento da
rede de acordo com as recomendações contidas neste CP, devendo o órgão de planejamento
seguir os seus próprios critérios.
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6.1 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELO ÓRGÃO DE PLANEJAMENTO
Devem ser planejadas e emitido Atestado de Viabilidade Técnica – AVT, as seguintes obras
6.1.1 Obras para Atendimento a Consumidores Individuais do Grupo A
a) com carga igual ou superior a 300 kVA;
b) com cargas que possam causar perturbações no sistema ou cargas muito sensíveis a variações
de tensão, independente da potência.
6.1.2 Alimentadores e Redes
a) redes com extensão total superior a 10 km ou com potência instalada superior ou igual a 150
kVA no interior e a partir de 300 kVA em Fortaleza;
b) obras subterrâneas ou outras obras consideradas especiais.
6.2 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELOS ÓRGÃOS DE PROJETO
As obras que não se enquadrem no item 6.1 devem ter um planejamento básico efetuado pelos
órgãos de projeto, com o objetivo de que a rede seja construída com as melhores condições
técnicas e econômicas.
7 PROJETO DA REDE
A elaboração do projeto deve abranger as seguintes etapas;
• Planejamento básico
• Cálculo Elétrico
• Cálculo Mecânico
• Elaboração do Orçamento.
7.1 PLANEJAMENTO BÁSICO
O planejamento básico da rede deve ser efetuado pelo órgão de projeto e consiste na
determinação do tipo de projeto a ser desenvolvido. Este planejamento deve permitir um
desenvolvimento progressivo da rede dentro da expectativa de crescimento da localidade a ser
atendida.
7.1.1 Obtenção de Dados Preliminares
Devem ser levantados os aspectos peculiares da área em estudo, observando-se:
a) grau de urbanização da área;
b) características das edificações;
c) arborização das ruas;
d) dimensões dos lotes;
e) tendências regionais;
f) comparação com áreas semelhantes que tenham dados de carga e taxa de crescimento
conhecidas;
g) planos diretores governamentais e dos órgãos de meio ambiente para a área;
h) levantamento da carga;
i) previsão da taxa de crescimento da carga;
j) aquisição das plantas.
k) classificação da área quanto ao grau de agressividade salina conforme DT-042
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7.1.2 Aproximação de Aeroportos
Para projeto e construção de rede nas proximidades de aeroportos e campos de pouso, é
necessário uma consulta técnica ao órgão responsável, pertencente ao Comando da Aeronáutica.
Posteriormente deve ser solicitada a este mesmo órgão uma licença para projeto e construção da
obra devendo ser observado as distância de segurança mínimas apresentadas no Desenho 01.17.
7.1.3 Traçado da Rede Aérea
No traçado da rede devem ser estudadas as melhores alternativas, procurando atender os fatores
abaixo relacionados.
7.1.3.1 Traçado de Redes Rurais
No traçado da rede devem ser observadas todas as recomendações a seguir, procurando atender
o maior número possível, isto é, no mínimo três.
a) Menor distância
A rede deve percorrer as menores distâncias visando obter uma rede com um menor custo e menor
impacto sobre o meio ambiente.
b) Apoio rodoviário e facilidade de acesso
A rede deve ser projetada próxima a estradas e locais de fácil acesso, para facilitar sua construção
e manutenção, devendo-se restringir ao mínimo possível as travessias sobre rodovias, ferrovias,
gasodutos, etc.
c) Maior número de consumidores
O traçado deve procurar áreas com maior número de consumidores e áreas com cargas mais
significativas.
d) Melhor suporte elétrico
Deve ser verificado qual o sistema mais adequado para derivar a nova rede, obedecendo aos
estudos do panejamento para a área
e) O Traçado deve contornar os seguintes tipos de obstáculos
• picos elevados de montanhas e serras
 Quando for inevitável cruzar áreas montanhosas deve-se procurar locais de menor altura e
adaptando ao máximo a rede as curvas de nível do terreno, escolhendo-se os locais onde a
rede passe desapercebida, evitando-se assim impacto visual com o meio ambiente;
• terrenos muito acidentados
 Deve-se evitar terrenos muito acidentados a fim de evitar o uso de estruturas especiais e
facilitar a construção, operação e manutenção.
• áreas de reflorestamento;
• mato denso
 As áreas de mato denso devem ser contornadas a fim de se evitar desmatamentos e
impacto ambiental.
• pomares
 Colocar a posteação, de preferência fora das áreas de cultivo, procurando situá-los nas
divisas dos terrenos
• lagos, lagoas, represas e açudes;
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• locais impróprios para fincamento de postes, tais como locais pantanosos, locais sujeitos a
alagamentos, marés ouerosão.
• terrenos com inclinação transversal superior a 50%;
• locais com alto índice de poluição atmosférica;
• locais onde normalmente são detonados explosivos;
• loteamentos
 Nos casos em que forçosamente o traçado tenha que atravessar loteamentos, devem ser
aproveitados os arruamentos a fim de se evitar possíveis indenizações, devendo a rede ser
construída em padrão urbano.
• edificações e benfeitorias em geral
 Não devem ser feitas travessias sobre edificações, procurando sempre contorná-las, a fim
de evitar desapropriações.
• campos de pouso e aeródromos
 Caso seja necessário passar próximo a aeródromos e campos de pouso devem ser
observadas as recomendações constantes no Desenho 01.17
• áreas de preservação ambiental
Deve-se evitar áreas de preservação ambiental. Quando isto for impossível, deve ser feito
um estudo individual para se encontrar uma solução ótima que cumpra a legislação, e
equilibre os fatores técnico, econômico e de integração com o meio ambiente. Neste caso
deve ser anexado ao projeto uma cópia da licença prévia emitida pelo órgão de controle do
meio ambiente (Ex: Guaramiranga, Jericoacoara, Parque de Ubajara, etc.) .
É importante lembrar que a Licença Prévia não autoriza o início das obras e nem o de
qualquer outro tipo de atividade. Posteriormente será necessário a Licença de
Construção e a Licença de Operação e Manutenção.
• áreas de riqueza paisagística
Deve se evitar zonas que mesmo não sendo considerada de preservação ambiental, mas
que por sua riqueza e singularidade paisagística ou por sua relevância histórica (parques
naturais, monumentos históricos e artísticos, topo de montanhas, zonas turísticas, etc.)
devem ser protegidas contra elementos que distorçam sua visão e diminuam seu valor
natural
7.1.3.2 Traçado de Redes Urbanas
A seguir serão expostas as diretrizes básicas que orientarão no traçado dos circuitos primário e
secundário.
a) Rede de Baixa Tensão
• deve-se procurar localizar de maneira que não fique em frente a igrejas, paisagens e
monumentos históricos para que não venha a interferir com o seu visual;
• deve ser localizada no lado da rua com menor arborização. Nas ruas onde não haja
arborização locar no lado da sombra;
• deve-se procurar localizar a rede sempre do mesmo lado da rua, evitando o traçado da rede
em zig-zag e voltas desnecessárias, sem prejuízo dos dois parágrafos anteriores;
• deve ser localizada, de preferência, no lado da rua em que não haja rede aérea de
comunicação, galerias de águas pluviais, esgotos, construção com sacadas, ou outros
obstáculos que possam interferir na construção da mesma;
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• não cruzar em nenhuma hipótese o terreno particular com exceção dos casos previstos no
item 5.2;
• se possível evitar ruas e avenidas com tráfego intenso de veículos;
• não cruzar praças e outras áreas de lazer, sempre que possível;
• traçado da rede deve evitar a proximidade de sacadas, janelas e marquises, mesmo
respeitadas as distâncias de segurança indicadas no PE 031.
b) Alimentadores e seus Ramais
Devem seguir os princípios definidos na alínea “a” do sub-item 7.1.3.2 além dos prescritos abaixo.
• caminhamento dos alimentadores deve favorecer a expansão do sistema, obedecendo
modelos propostos pelo planejamento;
• procurar sempre utilizar arruamentos já definidos, se possível, com meio-fio;
• evitar ângulos desnecessários;
• acompanhar a distribuição das cargas, levando em conta as suas previsões de crescimento
e procurando atribuir a cada alimentador áreas de dimensões semelhantes;
• procurar equilibrar a demanda entre os alimentadores;
• evitar trechos paralelos do mesmo alimentador numa via;
• evitar circuitos duplos;
• procurar ruas que ofereçam facilidades de derivação dos ramais de alimentadores;
• evitar ruas e avenidas de orla marítima;
• não cruzar terrenos particulares;
• considerar o máximo aproveitamento da rede existente nos projetos de reforma;
• os ramais devem ser, sempre que possível, dirigidos em sentido paralelo uns aos outros em
ruas diferentes, orientados de maneira a favorecer a expansão prevista para a área por eles
servidos.
7.1.4 Locação da Posteação
Determinado o desenvolvimento dos traçados das redes de MT e de BT, cálculo da seção dos
condutores e a posição dos equipamentos de proteção e manobra, devem ser locados em planta
os postes necessários obedecendo aos seguintes critérios básicos:
7.1.4.1 Posteação em Rede de Distribuição Rural
A locação dos postes deve ser feita observando alguns fatores, como por exemplo;
a) locação de postes de transformadores atendendo ao centro de carga;
b) verificação dos pontos de derivações de ramais;
c) localização de fácil acesso;
d) cruzamento de ferrovias e rodovias.
7.1.4.2 Posteação em Rede de Distribuição Urbana
a) não locar postes em frente à entrada de garagens e guias rebaixados ( meio fio), evitar sempre
que possível a locação dos mesmos em frente a anúncios luminosos, marquises e sacadas;
b) projetar sempre que possível vãos de 35 a 45 m;
c) nos casos onde existir somente rede de MT podem ser utilizados inicialmente vãos de 70 a 80
m, prevendo-se futuras intercalações de postes;
d) procurar locar a posteação, sempre que possível na divisa dos lotes;
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e) a fim de obter uma maior distância para marquises, sacadas e anúncios luminosos, recomenda-
se o uso de afastadores para redes de BT, e utilização de cruzetas beco para MT;
f) locar os postes visando atender também o projeto de iluminação pública.
g) em ruas com largura até 20 m, incluindo-se os passeios, os postes podem ser projetados
sempre de um mesmo lado (locação unilateral) observando-se, se for o caso, a seqüência da
rede existente;
h) quando não houver posteação, deve ser avaliado qual o lado mais favorável para implantação
da rede, considerando o lado menos arborizado e que tenha maior número de edificações, o
que acarretará menos execução de travessias de ramais de ligação. Deve-se observar, no
entanto, que os postes devem ser locados de tal sorte que permita atender aos consumidores
com o ramal de ligação com comprimento máximo de 30 m. Caso isto não seja possível, podem
ser utilizadas duas alternativas de projeto que dependerão das circunstâncias físicas locais:
• conservar a posteação unilateral diminuindo os espaçamentos entre estes;
• projetar posteação bilateral alternada.
i) ruas com larguras compreendidas entre 20 a 30 m, incluindo-se os passeios, poderão ter
posteação bilateral alternada e esta será projetada com os postes contrapostos,
aproximadamente, na metade do lance da posteação contrária, conforme Desenho 01.12;
j) ruas com larguras superiores a 30 m, incluindo-se os passeios, podem ter posteação bilateral
frontal, conforme Desenho 01.12;
k) independente da largura da rua, deve ser projetada posteação bilateral, quando houver
necessidade da instalação de dois alimentadores, dando-se preferência a esta solução do que
a alternativa de projetar circuito duplo;
l) pode ser utilizada também a posteação bilateral para atender aos níveis de iluminação do
projeto de iluminação pública. Neste caso o arranjo deve ser do tipo de postes contrapostos;
m) evitar o uso de postes em esquinas, principalmente em ruas estreitas, inferiores a 10 metros, e
sujeitas a trânsito intenso de veículos, e em esquinas que não permitam manter o alinhamento
dos postes;
n) os cruzamentos e derivações em esquinas, para redes congestionadas ou para atender o uso
compartilhadode postes com as redes de telecomunicação podem ser feitos com a implantação
de dois ou três postes e de modo conveniente para que sejam mantidos os afastamentos
mínimos de condutores e que não haja cruzamento em terrenos particulares. Veja, como
exemplo, os Desenho 01.11.
7.1.5 Plantas
Devem ser obtidas plantas cadastrais da localidade ou área em estudo, através de cópias de
plantas já existentes, confiáveis e atualizadas ou através de um novo levantamento topográfico ou
aerofotogramétrico
7.1.5.1 Planta de Situação
Nesta planta deve constar traçado das ruas, avenidas ou rodovias, indicação do norte magnético e
outros pontos de referência significativos, que permitam identificar o local onde será construída,
reformada ou ampliada a rede de distribuição, em desenho com escala adequada. Nas obras
localizadas em áreas rurais indicar também, município, localidade, estradas de acesso, a
subestação e o alimentador de onde derivam a rede e os códigos do CSI (controle do sistema do
interior) das estruturas locadas antes e depois da derivação.
7.1.5.2 Mapa Chave
Será utilizada para traçar o circuito em MT e BT e locar os transformadores tendo a finalidade de
dar uma visão geral da rede elétrica.
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Deve conter representação plani-altimétrica, a orientação do Norte Magnético, detalhamento do
ponto de derivação (configurando o nome do alimentador existente, poste, estrutura e ângulo).
Em áreas rurais deve indicar a diretriz da RDR, assinalados em graus os pontos de deflexão e
saída dos ramais, todas as edificações que representem ou não pontos de carga, com a numeração
correspondente, indicação das redes de MT e de BT, representados os transformadores em
simbologia padronizada no Anexo V, além de todos os acidentes referidos em 7.1.5.6. O mapa
chave deve conter ainda uma quadro resumo que demonstre os quantitativos utilizados, por
prancha, nos circuitos primário, secundário e as estrutura de transformação do projeto
eletromecânico. O desenho do mapa chave deve ser feito por processo computacional podendo ser
aceito em nanquim, em papel vegetal ou poliester, na escala 1:10.000, no formato A4 ou 1:1000, no
formato A1 ou em outra escala conveniente. Ver exemplo no Desenho 01.15
7.1.5.3 Planta Cadastral
A planta cadastral deve ser elaborada conforme padrão ABNT, e nela deve constar:
a) traçado das ruas e avenidas;
b) nome das ruas, avenidas e praças;
c) indicação das edificações, destacando as igrejas, cemitérios, colégios, indústrias, etc.;
d) situação física das ruas, de preferência com definição de calçamento existente, meios fios e
outras benfeitorias;
e) acidentes topográficos e obstáculos mais destacados que poderão influenciar na escolha do
melhor traçado da rede, tais como: pontes, viadutos, ferrovias, rios, canais, galerias, sacadas
de edifícios, marquises etc.;
f) detalhes da rede de distribuição existente, destacando-se:
• posteação: altura, resistência mecânica e estrutura utilizada;
• condutores: natureza e bitola ou seção;
• transformadores: potência e número de fases;
• iluminação pública: tipo e potência das lâmpadas;
• ramais de ligação em MT: seção e tipo dos condutores ( aéreo, subterrâneo ou misto);
• extensão de vãos
g) indicação das linhas de transmissão e redes de distribuição, especificando as respectivas
tensões nominais;
h) redes telegráficas, telefônicas e outros.
7.1.5.4 Perfil Plani-Altimétrico
O perfil plani-altimétrico é utilizado em Redes de Distribuição Rural – RDR e é destinado à locação
das estruturas e à representação planimétrica das redes e deve ser feito por processo
computacional ou a nanquim, em papel vegetal milímetrado, em formato A1, conforme Desenho
01.16. Deve conter:
a) no desenho do perfil: a numeração das estacas, representadas em divisões de 10 em 10
unidades. Além disto, devem ser registradas, em linha vertical, as cotas representativas do
relevo do terreno;
b) na vista planimétrica: os detalhes a seguir enumerados, desde que contidos na faixa de
servidão da rede e ainda as edificações que representem ou não unidades consumidoras,
distanciadas do eixo da rede de cerca de 100 m:
• indicação de estradas de rodagem municipais, estaduais, federais e ferrovias;
• todos os caminhos, rios, córregos, açudes, lagoas, etc..;
• todas as linhas de transmissão, redes de distribuição linhas de comunicação;
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• indicação de cercas contendo o número e o tipo de fios de arame;
• divisões de propriedades, alturas, tipo de vegetação e solo;
• detalhes dos pontos de saída e chegada da rede, com indicação do alimentador existente,
do ângulo de derivação, poste e estrutura correspondente;
• núcleos populacionais;
• indicação das estacas, características de deflexão e saída de ramais;
• indicação de campos de pouso e aeroportos.
7.1.5.5 Reconhecimento
O reconhecimento tem por objetivo coletar dados em campo para se estabelecer o traçado
definitivo da Rede de Distribuição Rural. O técnico incumbido do levantamento cadastral orientará o
topógrafo na localização de todos os pontos de carga dos interessados, bem como os pontos dos
suportes viários existentes. Não havendo estrada, a locação será através de picadas, que devem
evitar, ao máximo, o corte da vegetação. No reconhecimento deve ser elaborada planta conforme
exemplo do Desenho 01.14, devendo constar também:
a) ponto de derivação (designação da RDR existente, estrutura, tipo e numeração do poste);
b) acidentes notáveis, tais como: açudes, rios, rodovias, ferrovias, serras, etc.);
c) além dos consumidores cadastrados, aqueles relacionados que não foram encontrados (NFE),
que não desejam energia (NDE) e aqueles não relacionados que estejam próximos à estrada
locada.
Com base nas plantas fornecidas pelo reconhecimento, o órgão responsável por esta função
determinará as diretrizes da Rede de Distribuição Rural em toda sua extensão, devendo qualquer
alteração neste traçado, ser efetuada mediante prévia autorização por escrito daquele órgão.
7.1.5.6 Levantamento Topográfico
Consiste na determinação plani-altimétrica do terreno, ao longo do caminhamento de toda a Rede
de Distribuição Rural. Neste levantamento devem ser determinados os acidentes considerados
relevantes à elaboração do projeto, quais sejam: cruzamento de estradas de ferro e rodagem,
linhas telegráficas e de energia elétrica, pontes, campo de pouso, tipos e características de cercas,
edificações contidas na área do projeto e outros acidentes notáveis. A regulamentação destes
procedimentos estão contidos no CE-02.
7.2 LEVANTAMENTO DA CARGA
7.2.1 Consumidores Especiais
Devem ser analisados separadamente os consumidores que possuem cargas que provocam
flutuação de tensão na rede, no início ou durante o período de funcionamento.
As cargas a serem levantados são:
a) aparelhos de raios x ;
b) máquinas de solda;
c) fornos elétricos a arco;
d) fornos elétricos de indução com compensação por capacitores;
e) motores de potências elevadas ( superiores a 50 cv);
f) retificadores e equipamentos de eletrólise;
g) outros que provoquem perturbações.
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7.2.2 Iluminação Pública
Devem ser assinalados, na Planta Cadastral, a potência e tipo das lâmpadas, conforme simbologia
do Anexo V. Os Projetos de Iluminação Pública das cidades do interior do estadodevem ser
elaborados conforme prescrições contidas na Norma Técnica NT- 007. Em Fortaleza deve atender
ao disposto na NT 007A - ADENDO
7.2.3 Rede de Baixa Tensão
7.2.3.1 Processo por Medição
As medições devem ser efetuadas no horário considerado de carga máxima da área em estudo,
observando as recomendações seguintes:
a) Transformadores
• Áreas Residenciais
Em áreas predominantemente residenciais as medições devem ser efetuadas em dias úteis,
entre 18:30 e 20:30 horas, devendo ser preenchido o Anexo I. A sobrecarga máxima
admissível num período de duas horas é de 40%
• Áreas Comerciais
Em áreas predominantemente comerciais as medições devem ser efetuadas em dias úteis,
entre 09:00 e 11:00 horas ou entre 15:00 e 17:00 horas, devendo ser preenchido o Anexo I.
A sobrecarga máxima admissível num período de quatro horas é de 20%.
• Áreas Heterogêneas
Em áreas com características heterogêneas onde coexistem favelas, prédios de
apartamentos, consumidores residenciais, comerciais ou outras atividades é necessário
segregar as demandas dos consumidores residenciais dos demais e efetuar as medições
destes conforme disposto no processo por medição em consumidores, conforme alínea b do
item 7.2.3.1
• Áreas de Sazonalidade
Em áreas sujeitas a grande variação de demanda devido a sazonalidade (polos turísticos)
as medições dos transformadores devem ser efetuados em períodos e horários
supostamente considerados de máxima demanda. Na impossibilidade de serem efetuadas
medições neste período deve ser adotado um fator de majoração que dependerá das
informações disponíveis na região a respeito do comportamento da demanda na área.
Em áreas de características homogêneas devem ser medidos cerca de 40% dos transformadores
da área em estudo. A demanda média por consumidor será:
kVA
Nc
DMt
DMc ∑= )(
Onde:
DMc = demanda média por consumidor em KVA;
∑ (DMt) = somatório das demandas dos transformadores medidos em KVA;
Nc = número de consumidores ligados às redes de BT servidos pelos transformadores.
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As medições devem ser efetuadas simultaneamente na saída dos transformadores, indicando os
resultados em formulário próprio, do Anexo I. O valor máximo da demanda por transformador será
determinado como segue:
)(
1000
)(
kVAVM
ICIBIA
DMt ×
++
=
IA, IB, IC = correntes medidas nas fases A, B e C em ampère;
VM = tensão medida entre qualquer fase e neutro, em volts.
b) Consumidores
Os consumidores não residenciais que apresentam demanda significativa, tais como oficinas,
serrarias etc., devem ser medidos individualmente no mesmo período considerado de demanda
máxima da área em estudo.
Os demais consumidores não residenciais, tais como pequenos bares, lojas etc., devem ser
considerados como consumidores nível B de acordo com a Tabela 12.
Os consumidores residenciais terão suas demandas médias calculadas de acordo com a fórmula
abaixo:
)(
)(
kVA
Fdiv
DCnr
DMtDCr ∑−=
DCr = demanda dos consumidores considerado residenciais em kVA;
DMt = demanda máxima medida do transformador;
∑ (DCnr) = somatório das demandas máximas dos consumidores não residenciais em kVA;
Fdiv = fator de diversidade característico do grupo de consumidores de acordo com a Tabela 19.
A demanda média de cada consumidor considerado residencial será:
)(kVA
Ncr
DCr
DMc ∑=
Ncr = número de consumidores considerados residenciais.
Para áreas predominantemente comerciais, as demandas devem ser determinadas de preferência
através de medições diretas no ramal de ligação de cada consumidor, no horário considerado de
demanda máxima.
7.2.3.2 Processo Estimativo
a) Consumidores Residenciais
Para a estimativa da demanda dos consumidores residenciais devem ser adotados os valores
individuais de demanda diversificada em kVA, correlacionando o número e o nível de consumidores
no circuito, de acordo com a Tabela 12.
b) Consumidores não Residenciais
Para a estimativa da demanda dos consumidores não residenciais (DCnr) podem ser utilizados dois
métodos, conforme disponibilidade de dados existentes.
- Primeiro Método
A estimativa dos valores da demanda para consumidores em função da carga total instalada, ramo
de atividade e simultaneidade de utilização dessas cargas, será determinado como se segue:
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)(kVA
Fp
CLxFdem
DCnr =
DCnr = demanda dos consumidores não residenciais;
CL = Carga ligada em kW;
Fdem = Fator de Demanda típico, conforme Tabelas 21 ou 22;
Fp = Fator de potência
- Segundo Método
A estimativa da demanda será feita com base no consumo extraído dos dados de faturamento. É
prudente que se tome a média do consumo dos consumidores num período de tempo de três
meses. O cálculo será:
)(
730
kVA
FPFC
CM
DCnr
××
=
CM = consumo médio do consumidor em kWh;
FC = fator de carga típico de acordo com o Tabelas 21 ou 22.
Nestes casos a demanda de iluminação pública deve ser calculada separadamente e adicionada à
demanda estimada dos consumidores.
7.2.3.3 Processo Computacional
A determinação da demanda deve ser efetuada através dos relatórios estatísticos obtidos a partir
do consumo mensal de cada unidade ligada à rede de BT.
Neste caso a demanda de iluminação pública deve ser calculada separadamente e adicionada a
demanda estimada dos consumidores.
7.2.3.4 Determinação da Demanda Estimada por Poste
Com base na Tabela 12 deve ser concentrada por poste da rede secundaria a demanda
diversificada dos consumidores nele ligados, de acordo com a seguinte fórmula:
DMp = ∑ ( Cic x ni ) + Dip (kVA)
DMp = demanda máxima diversificada por poste em kVA.
∑ ( Cic x ni ) = somatório das demandas individuais diversificadas dos consumidores em kVA,
por nível característico de acordo com a Tabela 12 vezes o Nº de
consumidores individuais (ni) ligado a circuito.
Dip = demanda de iluminação pública em kVA. Esta demanda será obtida somando-se as
potências nominais das lâmpadas de iluminação pública ligadas ao poste.
Nesta expressão devem ser computadas também as cargas dos consumidores especiais,
considerando como demanda a sua carga nominal.
7.2.4 Rede de Média Tensão
7.2.4.1 Processo por Medição
a) tronco de alimentadores
Devem ser utilizados os relatórios de acompanhamento de subestações emitidos mensalmente
pelo órgão de operação e manutenção da transmissão.
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Não sendo disponíveis estes relatórios, devem ser efetuadas medições de corrente por fase na
saída do alimentador em estudo. A demanda será calculada de acordo com a fórmula:
)(3 kVAIVD MEDNALIM ××=
DALIM = demanda máxima do alimentador em kVA;
VN = tensão nominal da rede em kV;
IMED = corrente medida em ampère.
A medição deve ser efetuada, de preferência, por um período mínimo de 24 horas, com a rede
operando em sua configuração normal em dia de carga típica. Em áreas onde o ciclo de carga é
conhecido pelas características dos consumidores da região, a medição poderá ser efetuada no
período considerado da demanda máxima através de aparelhos de registro instantâneo.
b) ramais de alimentadores
Devem ser efetuadas medições de corrente máxima no início da derivação dos ramais. A demanda
será calculada com a fórmula expressa no processo por medição em tronco de alimentadores,
subitem 7.2.4.1, alínea “a”.
c) consumidores ligados emMT
A demanda máxima deve ser obtida dos dados de faturamento do consumidor. Na falta desta
informação, este valor deve ser obtido conforme prescrito no processo por medição em tronco de
alimentadores, subitem 7.2.4.1
d) edificações
Devem ser efetuadas medições de corrente nas três fases, de preferência com medidor eletrônico,
durante um período mínimo de 24 horas e proceder para o cálculo da demanda, segundo o
processo de medição em tronco de alimentadores, subitem 7.2.4.1
7.2.4.2 Processo Estimativo
a) tronco de alimentadores
A estimativa da demanda máxima deve ter como base os resultados obtidos na demanda máxima
dos ramais, segundo o que prescreve o processo estimativo para ramais de alimentadores,
indicado abaixo na alínea “b”
b) ramais de alimentadores
A estimativa da demanda máxima de ramais deve ser feita através da demanda máxima, obtida na
saída da subestação e rateando esta demanda proporcionalmente à capacidade nominal dos
transformadores, de acordo com o que segue:
Ptrafo
Dma
FDEM
1
=
)(kVAPtrafoFDTd DEM ×=
Dma1 = Demanda máxima do alimentador em kVA;
Ptrafo = Somatório das potências nominais dos transformadores, em kVA;
DTd = Demanda do transformador de distribuição para qualquer potência nominal, em kVA;
FDEM = Fator de Demanda médio do alimentador.
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c) consumidores ligados em MT
A demanda deve ser obtida através da carga instalada do consumidor aplicando-se um fator de
demanda típico, segundo sua atividade, expressa na Tabela 22.
7.2.5 Estimativa da Carga em Rede de Distribuição Rural
Para estimativa da carga para redes a serem construídas em áreas rurais, deve ser utilizado as
informações obtidas na investigação preliminar e no levantamento cadastral
7.2.5.1 Investigação Preliminar
É a análise prévia das condições locais abrangendo características tais como: carga em potencial,
condições de suprimento do sistema elétrico existente, potencial hídrico, organização fundiária e
atividades econômicas da região. Esta análise é efetuada através de informações obtidas por meio
do preenchimento de formulário “Relatório de Investigação Preliminar” contido no Anexo II.
7.2.5.2 Levantamento Cadastral
Consiste no preenchimento do formulário “Cadastro Rural” mediante informações colhidas junto
aos futuros consumidores contendo a identificação dos mesmos, os bens da propriedade a ser
energizada, suas principais produções agropecuárias e as características de carga a serem
utilizadas. Ver anexo III.
7.3 PREVISÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DA CARGA
7.3.1 Taxa de Crescimento em RDU
7.3.1.1 Áreas com edificações compatíveis com a sua localização e totalmente construídas
Deve ser adotada uma taxa de crescimento de 5% ao ano.
7.3.1.2 Áreas com edificações compatíveis com a sua localização e não totalmente
construídas
Deve ser adotada uma taxa de crescimento de 10% ao ano.
7.3.1.3 Áreas com edificações não compatíveis com a sua localização
Deve ser adotada uma taxa de crescimento igual ou superior a 15% ao ano.
Este é o caso típico de residência monofamiliares em áreas com tendência para construção de
prédios de apartamentos.
Na Tabela 11 estão caracterizados os fatores de multiplicação de demanda em função da taxa de
crescimento. Desta maneira, dependendo das condições de crescimento da área, as demandas
individuais calculadas no item anterior devem ser multiplicadas pelos fatores da Tabela 11, em
cujos resultados serão baseados os cálculos dos dimensionamentos das bitolas dos condutores,
das redes de MT e de BT, bem como do carregamento final do transformador.
Notas: 1) A fixação do horizonte do projeto deve ser estabelecida pelo projetista;
2) Para áreas de pequeno crescimento, considerar o horizonte mínimo de 10 anos;
7.3.2 Taxa de Crescimento de Carga em RDR
A Tabela 11 fornece o fator de multiplicação para determinação da demanda e consumo final, em
função da taxa de crescimento e do período de projeção considerado. A fixação do horizonte do
projeto deve ser estabelecido em função da perspectiva do crescimento da carga na área ou ainda
com base na variação percentual do consumo médio característico da região.
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7.4 CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACORDO COM A DENSIDADE DE CARGA
• Áreas rurais de Muito Baixa Densidade: menor que 0,5 MVA / km2
• Áreas rurais de Baixa Densidade: maior que 0,5 e menor que 1,5 MVA / km2
• Áreas urbanas de Baixa Densidade: menor que 2,0 MVA / km2
• Áreas urbanas de Média Densidade: de 2 a 6 MVA / km2
• Áreas urbanas de Alta Densidade: 6 a 10 MVA / km2
• Áreas urbanas de Muito Alta Densidade: maior que 10 MVA / km2
7.5 CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA REDE
7.5.1 Rede de Baixa Tensão
A configuração da rede de BT deve ser radial simples.
7.5.2 Rede de Média Tensão
A configuração da rede de MT pode ser radial simples ou radial com recurso de acordo com o grau
de continuidade de serviço e da importância da carga ou localidade a ser atendida.
As configurações básicas a ser adotadas estão descritas a seguir:
a) radial simples
Este tipo de configuração deve ser adotado em áreas onde as próprias características da
distribuição de carga forçam o caminhamento dos alimentadores em direções distintas, tornando
anti-econômico o estabelecimento de pontos de interligação.
b) radial com recurso
Este tipo de configuração será adotado em áreas que requeiram um maior grau de continuidade de
serviço, devido a existência de consumidores especiais tais como hospitais, centros de
computação, etc., e sempre que dois ou mais alimentadores sigam a mesma direção. Este tipo de
configuração caracteriza-se pelos seguintes aspectos principais:
• existência de interligação, normalmente aberta, entre alimentadores adjacentes da mesma
ou de subestações diferentes;
• previsão de reserva de capacidade em cada alimentador para absorção de carga de outro
alimentador em caso de defeito;
• limitação do número de consumidores interrompidos e diminuição do tempo de interrupção
em relação a configuração radial simples, quando da ocorrência de defeito ou manobra.
7.6 INTEGRAÇÃO DA REDE AÉREA COM O MEIO AMBIENTE
Atualmente as redes elétricas aéreas têm apresentado um grande crescimento, principalmente nos
centros urbanos, tendo em vista que passaram compartilhar o espaço público e a posteação com
os mais diferentes serviços, como redes telefônicas, redes de TV a cabo e redes para transferência
de dados. Como conseqüência da grande quantidade de cabos e acessórios existentes na rede,
tem surgido problemas de segurança, problemas estéticos e conflito com o meio ambiente.
É muito importante que o traçado da rede e elaboração do projeto seja precedido de uma visita ao
local afetado pela obra para que se conheça as dimensões dos problemas de integração da rede
elétrica com o meio ambiente e sejam estudas as melhores alternativas para que o projeto
apresente a maior integração possível com o meio ambiente e cumpra a legislação em vigor.
Deve-se levar em consideração que o aspecto exterior das instalações elétricas é um fator muito
relevante para a boa imagem e prestígio da COELCE junto aos consumidores e ao público em
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geral, portanto devem ser construídas com bom acabamento e estética de modo a minimizar o
impacto com os locais onde a rede for instalada.
7.7REGULAÇÃO E SUPORTE DE TENSÃO
a) a implantação de bancos de reguladores de tensão deve obedecer a estudos específicos, com
base nas condições de carga e tensão existentes no alimentador, afim de satisfazer as
exigências contidas na Resolução 505 da ANEEL ou legislação posterior que a substitua;
b) nos alimentadores muito extensos ou que atendam setores de baixa densidade de carga a
regulação de tensão dentro dos faixas estabelecidas deve ser feita através da instalação de
Reguladores de Tensão. No entanto, qualquer projeto deve ser elaborado de modo que a
tensão fique dentro dos limites permitidos, sem necessidade da instalação de reguladores de
tensão, devendo estes serem instalados somente pelo órgão de manutenção se no futuro
houver necessidade;
c) quando uma zona abastecida por redes com reguladores de tensão atingem sua demanda
máxima ou estejam comprometendo de forma significativa a qualidade do fornecimento de
energia deve se analisar as alternativas da construção de um novo alimentador, instalação de
uma nova subestação ou mudança no nível de tensão.
7.8 BANCO DE CAPACITORES
A implantação de bancos de capacitores fixos ou automáticos, devem obedecer a estudos
específicos, afim de que o fator de potência atenda as recomendações contidas na Resolução 456
da ANEEL ou legislação posterior que a substitua.
7.9 APLICAÇÃO CONJUNTA DE BANCO DE REGULADORES E BANCO DE CAPACITORES
a) na aplicação conjunta de bancos de reguladores de tensão e bancos de capacitores deve ser
observado o posicionamento de um em relação o outro de acordo com o que está definido no
projeto;
b) esta observação é válida também para quando existir um desses bancos já instalado no
alimentador. Deve-se verificar o que foi definido no projeto na posição de um em relação ao
outro.
7.10 AUTOMAÇÃO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO
a) a automação da rede MT é uma ferramenta que permite gerenciar uma parte importante dos
tempos envolvidos durante o atendimento de um falha. Não permite evitar a falha, porém
permite diminuir seu impacto sobre os indicadores de qualidade de fornecimento. A automação
traz um conjunto de benefícios, porém tem um significativo custo de implantação.
b) antes da decisão de automatizar uma rede deve ser feita uma avaliação objetiva para definir
quais redes devem ser automatizadas, tendo em vista os altos custos envolvidos.
c) devem ser identificados e quantificados os benefícios que a automação oferece ao sistema de
distribuição, identificando a funcionalidade e as configurações do sistema e buscando identificar
a melhor tecnologia com o menor custo.
d) para tomada desta decisão devem ser envolvidos os profissionais das diversas áreas da
COELCE: Planejamento, Engenharia, Telecomunicações, Operação, Manutenção, Comercial,
etc.
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8 DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO
8.1 TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO
8.1.1 Localização dos Transformadores
Como critério geral os transformadores devem ser instalados no centro geométrico de suas áreas
de influências. Este critério pode não ser aplicado quando se tratar de carga puntiforme
significativa. Além disto devem ser seguidas as prescrições abaixo:
a) não colocar transformadores nos postes próximos a esquinas;
b) evitar colocar transformadores em postes de ângulos;
c) não colocar transformadores em frente a edificações com marquises e sacadas;
d) não devem ser instalados transformadores em postes onde haja derivação de rede de MT;
e) os transformadores devem ser locados de maneira que, em nenhum caso, o comprimento do
circuito secundário exceda a 400 m, devendo-se respeitar as quedas de tensão máximas
estabelecidas;
f) a posição de montagem do transformador em relação a via pública deve estar de acordo com o
PE-031;
g) não instalar próximo a postos de gasolina e a áreas de armazenamento de materiais
inflamáveis.
h) nas zonas rurais não colocar transformadores embaixo de alimentadores ou de redes que
transportem um parcela importante da caga;
i) não locar transformadores em terrenos de difícil acesso, como aqueles que se caracterizem por
possíveis acidentes topográficos pronunciados ou condições especiais de solo, que não
permitam o uso de equipamentos usuais de serviço, durante a construção e manutenção.
8.1.2 Potência Nominal dos Transformadores
a) transformadores Monofásicos: fase-terra (MRT) 5 e 10 kVA e fase-fase 10 kVA
b) transformadores trifásicos: 15; 30; 45; 75; 112,5; 150; 225 e 300 kVA.
8.1.3 Escolha do Número de Fases do Transformador
Em setores urbanos de média, alta e muito alta densidade de carga serão instalados somente
transformadores trifásicos. Em setores urbanos de baixa densidade e em setores rurais podem ser
utilizados transformadores monofásicos.
Antes da instalação de transformadores monofásicos avaliar se existem unidades consumidoras
que possuam equipamentos que necessitem alimentação trifásica e se não há previsão de
aumento de carga a médio prazo, a fim de que seja evitado a ampliação prematura de monofásico
para trifásico.
8.1.4 Escolha da Potência Nominal do Transformador
8.1.4.1 Projeto de Extensão de Rede
∑ ×= 3,1PTR DMP
Onde:
∑DMP = demanda máxima diversificada por poste calculada, segundo o subitem 7.2.3.4
8.1.4.2 Projeto de Reforma de Rede
- Em áreas com baixa taxa de crescimento:
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PTR = DMT X 1,3
- Em áreas com alta taxa de crescimento:
PTR = DMT X 1,5
Onde:
DMT : é demanda máxima medida do transformador, segundo o subitem 7.2.3.1.
8.1.5 Potência e Carregamento dos Transformadores a Serem Instalados
8.1.5.1 Projeto de Extensão de Rede
Preferencialmente, devem ser projetados circuitos pequenos, com transformadores de 15 a 112,5
kVA.
Excepcionalmente, apenas nos casos de alta ou muito alta densidade de carga, onde no mínimo
60% da carga esteja concentrada até um raio máximo de 45 metros do transformador, podem ser
projetados transformadores de 150 kVA a 300 kVA.
O uso de transformadores de 225 e 300 kVA deve ser feito, somente quando as condições de
carga e de espaço físico local não permitirem a instalação de dois transformadores de menor
potência.
8.1.5.2 Projeto de Reforma de Rede
a) Carregamento Máximo
• o carregamento máximo permitido é de 1,40 da potência nominal, no período de duas horas
em áreas predominantemente residenciais e de 1,20 no período de quatro horas, em áreas
predominantemente comerciais;
• identificada a sobrecarga do transformador, só deve ser executado o desmembramento do
circuito secundário, quando a queda de tensão medida em qualquer ponto da rede de BT for
igual ou superior a 7,5%. Havendo sobrecarga e a queda de tensão não atingir 7,5% será
obrigatório a substituição do transformador por outro de potência maior, respeitando-se os
limites estabelecidos na alínea “b” deste subitem. Os valores limite de carregamento estão
indicados na Tabela 6
b) Substituição de Transformadores
• os transformadores a serem instalados em substituição aos que apresentarem sobrecarga
devem ficar com o carregamento máximo de 80% e serem escolhidos de acordo com a
Tabela 5.
• sempre que for necessário substituir um transformador por sobrecarga deve ser efetuada
inspeção no circuito secundário e observado se a rede está compatível com a potência do
transformador a ser instalado.
c) Desmembramento do Circuito de BT
• transformador de até 150 kVA pode ser instalado sem desmembramento do circuito
secundário.
• transformador maior que 150 kVA deve ter o circuito secundário desmembrado. Admite-se a
instalaçãosem desmembramento do circuito quando existir concentração de carga no poste
do transformador e seus adjacentes superior a 135 kVA para transformadores de 225 kVA e
superior a 180 kVA para transformadores de 300 kVA.
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8.2.1 Condutores Padronizados
Serão utilizados em todas as redes de Baixa Tensão Condutores Pré-reunidos, de cobre ou de
alumínio, conforme Tabelas 3 ou 4, obedecendo as recomendações da Decisão Técnica DT 042.
8.2.2 Níveis de Tensão
O limite de queda de tensão permissível nos diversos pontos da rede de BT são:
a) ramal de ligação: 1,0%;
b) rede secundária: 6,0%;
c) transformador: 2,0%.
O cálculo da queda de tensão deve ser efetuado com as cargas determinadas no item 7.2.
O processo de cálculo está baseado no coeficiente de queda de tensão em % de kVA x 100 m.
A metodologia está apresentada na “Folha de Cálculo de Queda de Tensão para Circuito
Secundário” do Anexo VI.
As colunas a serem preenchidas na planilha são:
A – designação do trecho;
B – comprimento do trecho em 100 m e seus múltiplos;
C – carga distribuída no trecho (carga levantada x taxa de crescimento + iluminação pública )
em kVA;
D – carga acumulada no fim do trecho em kVA;
E – produto kVA (C/2 + D) x B;
F – tipo de circuito e bitola dos condutores;
G – coeficiente da queda de tensão unitária ( kVA / 100 m ), obtida da Tabela 15;
H - queda de tensão percentual no trecho, obtido pelo produto das colunas E e G;
I – queda de tensão percentual total, obtida para cada ponto extremo de um trecho pela soma
da queda nesse trecho com a queda acumulada até o trecho anterior.
Como aplicação do cálculo de queda de tensão para um circuito secundário observar o Anexo VI.
8.3 REDE DE MÉDIA TENSÃO
8.3.1 Condutores Padronizados
A rede de Média Tensão podem ser em Cabos de Cobre Nus - CCN, cabos de Alumínio com Alma
de Aço – CAA ou Cabos de Alumínio Cobertos – CAC conforme Tabelas 1 e 2.
8.3.2 Escolha dos Condutores da Rede de Média Tensão
8.3.2.1 Condutores Nus
a) Condutores de Cobre Nu – CCN
• estes condutores serão utilizados nas redes de MT localizadas em ambientes sujeitos a
corrosão salina mediana, severa e muito severa. No interior instalar até 20 km da orla
marítima e em Fortaleza nas áreas tipo C, B1 e B2, indicadas na DT 042;
• devem ser utilizados os condutores indicadas na Tabela 1.
b) Condutores de Alumínio com Alma de Aço – CAA
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• serão utilizados nas redes de MT localizadas em áreas de corrosão desprezível ou
moderadas. No interior do estado instalar a partir de 20 km da orla marítima e em Fortaleza
nas áreas tipo A indicada na DT 042;
• devem ser utilizados os condutores indicadas na Tabela 1.
8.3.2.2 Condutores de Alumínio Cobertos CAC
Os condutores de alumínio cobertos serão usados nas Redes Compactas (Rede Spacer) de Média
Tensão localizadas fora das áreas de corrosão severa e muito severa. No interior do estado instalar
a partir de 6 km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo A e B1, indicadas na DT 042.
a) os cabos cobertos são considerados cabos não isolados, mas o fato dos condutores serem
cobertos com material isolante permite que eles sejam instalados mais próximos uns dos outros
e também mais próximos a galhos de árvores, formando uma rede compacta, ocupando,
consequentemente um espaço reduzido;
b) devem ser utilizados os condutores indicados na Tabela 2, devendo as redes serem
construídas preferencialmente em:
• áreas densamente arborizadas;
• áreas de preservação ambiental;
• áreas de centros comerciais onde o espaço para instalação da rede seja reduzido devido a
marquises, janelas, sacadas, etc.;
• condomínios fechados, considerando os aspectos de segurança e confiabilidade;
• áreas onde seja exigido um alto grau de confiabilidade devido a existência de consumidores
especiais, como hospitais, emissoras de televisão, etc.
• áreas já bastante congestionadas e que seja necessário instalar novos alimentadores;
• quando for obrigatório a instalação de circuitos múltiplos na mesma posteação;
• áreas de grande movimentação de pedestres, onde eventualmente são realizados eventos;
• alimentadores expressos;
• outras áreas que por conveniência técnica seja exigido este tipo de padrão.
8.3.3 Dimensionamento
Os condutores correspondentes ao tronco do alimentador e ramais devem ser projetados de acordo
com os estudos feitos pelo órgão de planejamento.
8.3.4 Níveis de Tensão
Os limites de variação de tensão primária de fornecimento (MT) no ponto de entrega de energia
estão contidos na Resolução 505 da ANEEL, devendo estar entre 0,95 e 1,03 da tensão nominal,
conforme Tabela 17.
8.3.5 Queda de Tensão
O processo de cálculo de queda de tensão está baseado no levantamento dos seguintes
elementos:
a) demanda máxima do alimentador em MVA;
b) tensão na hora de carga máxima em kV;
c) fator de potência médio;
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d) configuração do circuito primário no local reservado da planilha do Anexo VII, dividindo-se em
trechos e indicando as cargas distribuídas no trecho considerado e acumulados no final desse
mesmo trecho;
c) preenchimento das colunas indicadas na “Folha de Cálculo de Queda de Tensão para
Alimentadores Primários” de acordo com o disposto abaixo:
A – designação do trecho;
B – comprimento do trecho em 100 m e seus múltiplos;
C – carga acumulada no fim do trecho em kVA;
D – corrente acumulada no fim do trecho;
K – coeficiente de queda de tensão, conforme Tabela 16;
G – queda de tensão em cada trecho em volts;
H – queda de tensão acumulada em volts;
I – queda de tensão acumulada percentual
O cálculo de queda de tensão deve ser efetuado também simulando-se as transferências de
carga previstas em projeto.
Como aplicação do cálculo de queda de tensão para um alimentador primário observar o
Anexo VII.
8.4 PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO
A Proteção tem como função básica proteger as instalações elétricas diante de sobrecargas,
sobrecorrentes, descargas atmosféricas, etc., promovendo uma adequada coordenação e
seletividade nas atuações e operações.
Nos projetos deve se procurar a correta coordenação na atuação e coordenação de religadores,
seccionalizadores e fusíveis instalados ao longo do sistema de distribuição;
Os equipamentos de proteção e de operação devem ser instalados em locais de fácil acesso e
visualização, de preferência próximos aos pontos de derivação de rede e de modo a minimizar os
tempos de deslocamentos das turmas de operação durante as manobras.
8.4.1 Proteção de Transformadores
8.4.1.1 Proteção do lado de MT
Todo transformador de distribuição deve ter proteção do lado de MT que será feito através de um
conjunto de chaves fusíveis indicadoras e de um conjunto de pára-raios, instalados na sua
estrutura.
8.4.1.2 Proteção do lado de BT
Deve ser instalada proteção secundária em todo transformador de distribuição que alimenta rede
aérea de BT
a) Transformadores Monofásicos
A proteção deve ser instalada acordo com a Tabela 13.
b) Transformadores Trifásicos
A proteção de BT deve ser instalada de acordo com a Tabela 14 e com as seguintes prescrições:
• nos postes dos transformadores até 45kVA deve ser instalada uma caixa de proteção de BT;
• nos postes dos transformadores de 75 e de 112,5kVAdevem ser instaladas duas caixas de
proteção de BT;
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• nos postes dos transformadores de 150 a 300kVA são instalados 6 fusíveis tipo faca, sendo
três para cada circuito. Os fusíveis devem ser instalados em seccionador fusível de baixa
tensão;
• nos transformadores que possuem dois circuitos de BT deve ser previsto o máximo de
equilíbrio de carga entre eles.
• nos casos de utilização de transformadores de 225 e 300 kVA exclusivo para um único
consumidor de múltipla unidade de consumo, deve ser usado dois cabos por fase sem
proteção secundária na saída do mesmo. Este transformador deve ficar o mais frontal
possível do prédio e não deve ultrapassar a um vão com circuito duplo. Observar PE-038
circuito duplo.
8.4.2 Proteção de BT para Iluminação Pública
Deve ser instalada proteção de BT no poste de derivação da rede aérea para rede subterrânea. Na
IP de Fortaleza a medição e proteção deve atender a NT 007 A.
8.4.3 Proteção da Rede de Média Tensão
Seleção e Localização dos Equipamentos
8.4.3.1 Chaves Fusíveis
Nas áreas de corrosão severa e muito severa devem ser utilizadas chaves de classe 25 kV,
conforme previsto na DT 042, devendo ser instaladas:
a) nos pontos de derivação de ramais para consumidores particulares;
b) em todos os pontos de derivação partindo de alimentador tronco, independente da extensão do
mesmo, desde que permita a coordenação com outros componentes do sistema;
c) nos pontos de derivação de sub-ramais (derivações de ramais ou de outros sub-ramais) quando
a extensão for superior a 120 metros, desde que as condições de coordenação acima referidas
sejam satisfeitas. Para extensões inferiores a esta, usar chave seccionadora;
d) na proteção de banco de capacitores e de transformadores.
Nota: As chaves fusíveis não devem ser usadas ao longo do tronco do alimentador, exceto
quando o seu comprimento for muito longo, não houver encontro de alimentadores e a
proteção de sobrecorrente da subestação for insuficiente para protegê-lo, em função dos
baixos níveis de curto-circuito, e quando a instalação de outros equipamentos de proteção
for economicamente inviável.
8.4.3.2 Chaves Seccionadoras Unipolares
Nas áreas de corrosão severa e muito severa devem ser instaladas chaves de classe 25 kV,
conforme previsto na DT 042, devendo ser instaladas:
a) na primeira estrutura do alimentador, a partir da subestação;
b) no tronco do alimentador e ramais, a partir da SE a intervalos aproximadamente de 1200
metros em circuitos urbanos e 3000 metros em circuitos rurais;
c) nos pontos de derivação onde o sistema não permitir a coordenação com outros componentes
do sistema.
8.4.3.3 Pára-raios
Os pára-raios devem ser instalados nos seguintes casos:
a) nas estruturas de Reguladores de Tensão, Religadores e Seccionadores Automáticos. Nestas
estruturas aplicam-se dois jogos de pára-raios, sendo um do lado da fonte e outro do lado da
carga;
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b) nas estruturas de bancos de capacitores fixos ou automáticos;
c) nas estruturas de transformadores;
d) nos pontos de derivações de alimentadores para zonas rurais quando derivados nas saídas das
redes urbanas;
e) em todo ponto de entrega de Unidades Consumidoras atendidas em MT quando o ramal de
entrada for subterrâneo a partir deste ponto. Neste caso a instalação do pára-raios é de
responsabilidade do consumidor;
f) nos pontos de mudança de bitolas de condutores da rede, inclusive quando da mudança de
rede aérea para rede subterrânea e da rede nua para rede isolada;
g) a cada 3 (três) km de rede rural (tronco ou ramal). Para definição da distância entre jogos de
pára-raios deve ser levado em consideração a existência de pára-raios instalados em
equipamentos da COELCE ou particulares;
h) em todos os finais de rede de MT;
i) nas redes compactas, instalar a cada 1000 metros e em todos os pontos de transição de rede
compacta para rede nua.
8.4.3.4 Religadores
Para a sua instalação devem ser efetuados estudos específicos pelo órgão de planejamento da
proteção visando:
a) proteger condutores e equipamentos contra corrente de curto-circuito causados por falhas e
sobrecarga nos circuitos primários;
b) eliminar faltas temporárias, evitando interrupções totais ou parciais dos circuitos e, em
conseqüência minimizar a freqüência e a duração das interrupções sustentadas, com reflexos
positivos nos trabalhos de operação e manutenção da rede de distribuição;
c) participar do seccionamento automático dos circuitos, diminuindo o número de consumidores ou
potência envolvida numa interrupção sustentada ocasionada por uma falta permanente;
d) comandar a operação de seccionadores automáticos instalados ao longo dos circuitos, com o
objetivo de diminuir o número de consumidores ou potência envolvida numa interrupção
sustentada, ocasionada por uma falta permanente.
8.4.3.5 Seccionadores Automáticos
Para a sua instalação devem ser efetuados estudos específicos pelo órgão de planejamento da
proteção visando:
a) estabelecer pontos adicionais de seccionamento automático dos circuitos com vistas ao
isolamento de falhas oriundas de faltas permanentes em trecho da rede, minimizando assim, o
número de consumidores e a potência envolvida numa interrupção;
b) participar do seccionamento automático dos circuitos, oferecendo vantagem econômica, por
evitar a multiplicação de religadores nas redes de distribuição, quando se necessita de
melhores níveis de confiabilidade do que aqueles oferecidos pelos fusíveis;
c) minimizar o tempo de operação de manobra considerando a possibilidade de sua operação
manual, além de sua capacidade de operação automática.
8.5 IDENTIFICADOR DE FALHA
Estes equipamentos têm a capacidade de identificar a passagem de uma corrente superior ao seu
ajuste, conseguindo reduzir de forma considerável os tempos de inspeção associados a respectiva
falha.
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a) devem ser instalados preferencialmente após os equipamentos de proteção e de
seccionamento a fim de possibilitar a realimentação rápida dos trechos não afetados,
localizados na retaguarda dos respectivos equipamentos;
b) nos pontos de derivação de ramais longos, cujo seccionamento seja por meio de chave
seccionadora.
9 ATERRAMENTO
Uma das condições para que um sistema de distribuição opere corretamente, mantendo a
continuidade de serviço e a segurança, é que o neutro do sistema, os equipamentos e demais
partes metálicas não destinadas a condução de corrente, estejam devidamente aterrados.
9.1 CONDUTORES DE ATERRAMENTO
Devem ser utilizados somente cabos de aço cobreado, conforme PM-01, obedecendo as
recomendações constantes nos itens 9.3 a 9.6
9.2 HASTES DE ATERRAMENTO
Devem ser utilizadas hastes de aço cobreado, conforme PM-01, na quantidade e de acordo com o
que determina cada item de 9.3 a 9.7
9.3 ATERRAMENTO NA MT
Na rede de MT, deve ser usado somente um condutor de descida de bitola 7 x 10 AWG de aço
cobreado, para aterrar todos os equipamentos existentes na estrutura.
a) nas estruturas de transformação e de pára-raios devem ser usadas três hastes de terra
dispostas linearmente ao longo da rede de distribuição a uma distância entre hastes de 2 (dois)
metros, ficando a haste mais próxima da base do poste a uma distância nunca inferior a 1 (um )
metro, conforme o Desenho 01.10;
b) nas estruturasde regulação, religação e seccionamento será usado um número de hastes
necessário para que o valor de resistência de aterramento não ultrapasse a 25 Ω. No caso de
não se dispor de medição de resistividade do solo utilizar nove hastes;
c) na rede onde houver equipamentos de abertura ou derivações com chaves fusíveis ou chaves
seccionadoras, deve ser instalado aterramento de 3 hastes na primeira estrutura após o
equipamento, com o objetivo de ser utilizado como aterramento temporário durante as
intervenções na rede elétrica;
d) na rede compacta o mensageiro deve ser aterrado a cada 400 metros aproximadamente.
9.4 ATERRAMENTO NA BT
Na rede de BT, deve ser usado somente um condutor de descida de bitola 3 x 10 AWG de aço
cobreado e uma haste de terra afastada da base do poste a uma distância nunca inferior a 1 (um)
metro, obedecendo aos seguintes critérios:
a) em todo ponto terminal da rede de BT o neutro deve ser aterrado;
b) a partir do transformador de distribuição, o neutro da rede de BT deve ser aterrado a cada 200 m
aproximadamente, de forma que a distância entre cada aterramento, considerando as
derivações, seja em torno de 200 m, conforme Desenho 01.10;
c) quando existir aterramento primário, este será comum ao secundário.
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9.5 ATERRAMENTO DE CERCAS
Nas cercas deve ser utilizado, para cada aterramento, uma haste de terra afastada da base do
mourão a uma distância nunca inferior a 1 (um ) metro. Neste seccionamento utilizar o seccionador
preformado para cercas conforme padronizado no PM-01.
a) Aterramento de Cercas em Áreas Urbanas
Só serão aterrados as cercas localizadas na mesma calçada de posteação da rede de distribuição,
conforme Desenho 01.05 e obedecendo os seguintes critérios:
• cercas paralelas a rede, com comprimento inferior a 15 m, não utilizar nenhum procedimento
para aterrar ou seccionar;
• cercas paralelas a rede, com comprimento acima de 15 m e inferior ou igual a 50 m, aterrar no
ponto central da cerca;
• cercas paralelas a rede, com comprimento acima de 50 m, fazer o seccionamento a cada 50 m
e aterrar no ponto central do vão seccionado. A fração inferior a 15 m não necessita ser
aterrada;
• cercas perpendiculares à rede, que bifurcam da cerca paralela a rede, devem ser seccionadas
no primeiro mourão;
• cercas transversais ao traçado da rede, devem ser seccionadas. O trecho seccionado é de 20
m de largura, compreendendo 10 m de cada lado, a partir do eixo da linha o aterramento será
instalado no mourão central do trecho seccionado.
b) Aterramento de Cercas em Áreas Rurais
O aterramento das cercas deve estar de acordo com os Desenhos 01.06 a 01.09 e obedecer aos
seguintes critérios:
• todas as cercas que correm em paralelo com a rede elétrica, a uma distância igual ou inferior a
30 metros entre o condutor e o arame mais próximo deve ser seccionada a cada 500 metros e
aterrada a cada 250 metros, fazendo coincidir os aterramentos próximos ao seccionamento;
• cercas transversais ao traçado da rede, utilizar o mesmo procedimento para cercar em áreas
urbanas;
• todas as extremidades das cercas devem ser aterradas junto as porteiras conforme Desenho
01.06;
• nas cercas eletrificadas devem ser observadas as recomendações do item 5.3
9.6 ATERRAMENTO EM ROCHAS
Quando for encontrada rocha compacta a pequena profundidade deve ser utilizado cabo de aço
cobreado 7 x 10 AWG com 10 metros de comprimento, enterrado horizontalmente no solo a uma
profundidade mínima de 0,60 m.
As valas não devem ser cheias com pedras ou materiais análogos, mas sim, de preferência com
terra suscetível de reter umidade (argila, barro, etc.)
9.7 PROFUNDIDADE DA HASTE DE TERRA
A haste de terra deve ser fincada no solo de maneira que a sua extremidade superior fique a uma
profundidade mínima de 0,50 m da superfície do solo.
9.8 CONEXÕES
Devem obedecer os padrões de conexões vigentes na COELCE.
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10 DIMENSIONAMENTO MECÂNICO
10.1 ESCOLHA DE POSTES, ESTRUTURAS E CONDUTORES
10.1.1 Postes
O critério para adoção do comprimento dos postes será função das estruturas, afastamentos e
flecha dos condutores.
a) os postes a serem utilizados em redes de distribuição serão de concreto armado duplo “T” de 8
m para rede de BT rural e 9 m para rede urbana, 10,5 e 12 m para rede de MT rural e urbana,
com as características padronizada de acordo com a Tabela 10.
b) a montagem de condutores e equipamentos em postes deve obedecer as condições indicadas
na Tabela 7, definido para postes padronizados ou existentes.
10.1.2 Engastamento de Postes
A profundidade de instalação ou engastamento será para qualquer tipo de poste.
m
L
e 60,0
10
+=
Onde:
L = comprimento do poste em metros.
e = engastamento ( no mínimo 1,5m).
Em função da aplicação dos processos de cálculo para determinação do engastamento de postes
são definidos três tipos básicos de engastamento: simples, base reforçada ou base com manilha
conforme definido no PE-031.
10.1.3 Determinação do Esforço Nominal dos Postes
Os esforços mecânicos que as redes de MT e de BT exercem sobre os postes, determinam o seu
esforço nominal e tipo, os quais estão apresentados nas tabelas do PE 031.
Para montagem da rede, as flechas, em função dos vãos, estão determinadas no PE 031 e PE 038
10.1.4 Estruturas e Condutores
a) nas redes urbanas de MT usar cruzetas tipo meio-beco nas ruas e avenidas normais. Nas ruas
estreitas, onde não for possível usar a cruzeta meio-beco, utilizar a cruzeta tipo L (beco)
b) as estruturas de redes de distribuição de MT e de BT estão padronizadas nos PE-031 e PE-
038 e devem ser utilizadas de acordo com os critérios definidos nos mesmos.
c) a escolha das estruturas será em função da bitola ou seção dos condutores, dos vãos, dos
ângulos de deflexão horizontal, conforme mostrado no PE 031 e PE-038.
d) nas estruturas de encabeçamento, o lado de maior esforço dos postes deve estar na direção da
rede em que estiver sendo submetido ao maior esforço do condutor.
e) nas estruturas tangentes que posteriormente venham a ser instalada uma derivação unilateral,
substituir o poste, caso o existente não suporte o esforço projetado.
f) os encabeçamentos em MT devem ser feitos nos seguintes casos:
• em estruturas de chaveamento;
• na primeira estrutura de um ramal quando este derivar de um poste com estrutura de
encabeçamento já existente ou não, e seja projetado a instalação de chaves conforme
definido no item 8.4.3.1 e 8.4.3.2;
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• em intervalos aproximados, conforme especificados abaixo, em função do condutor:
Cabo Cobre
Nu (mm²)
Cabo Alumínio
CAA (AWG)
Alumínio
Coberto CAC
(mm²)
Distância entre
Encabeçamentos
Rede Rural (m)
Distância entre
Encabeçamentos
Rede Urbana (m)
25 e 35 4 e 1/0 Até 70 1200 400
70 e 95 266,8 185 e 240 800 300
 Nota: Reduzir os tramos para metade quando existir no trecho ângulos acima de 15º
g) deve existir estruturas de encabeçamento no poste de transformação, para potências a partir de
75 kVA, devendo para transformadores de 45 kVA onde se usa cabo de 35 mm² (cobre) ou 50
mm² (alumínio) ser secionado dos dois lados, deixando um jamper do mesmo cabo interligando
eletricamente os lados conforme desenho do PE-038. Para transformadores monofásicos de 10
kVA e trifásicos de 15 e30 kVA onde se usa cabos de 16 ou 25 mm² pode ser utilizado estrutura
tangente na BT, conforme PE-038
10.1.5 Emendas de Condutores
A utilização de emenda em condutores na fase de projeto e construção é permanentemente
proibida. O seu uso está regulamentado somente na manutenção, em caráter provisório, conforme
o que determina a DT-097.
10.2 ESTAIAMENTO
A princípio os postes devem ser dimensionados para suportar os esforços de tração a que estão
submetidos sem a utilização de estais, utilizando os postes padronizados, contidos na Tabela 10.
Os estais podem ser instalados em qualquer poste quando as condições do solo não permitirem
um fincamento seguro do mesmo.
A alternativa de fundação especial nas estruturas de ângulo e amarrações em substituição aos
estais deve ser avaliada pelo projetista.
Em todos os casos onde forem utilizados estais, será instalada cobertura para sinalização de estai.
Não deve ser utilizado estai em estruturas que tenham equipamento (transformadores, religadores
reguladores, secionadores, chaves, etc.)
Em rede de distribuição urbana só pode ser utilizado estai feito de cruzeta a poste ou de poste a
poste. Nunca, em nenhuma hipótese, deve ser utilizado estai haste-âncora.
Em hipótese nenhuma deve ser projetado estai em estrutura onde haja rede de BT com condutores
nus existentes.
10.2.1 Estai de Cruzeta a Poste
Deve ser utilizado em cruzeta tipo beco ou meio beco, conforme PE 031.
10.2.2 Estai de Poste a Poste
O esforço absorvido pelo cabo de aço poderá ser transferido para um ou mais postes,
recomendando-se transferi-lo para, no máximo, dois postes. Os esforços resultantes devem ser
limitados a 700 daN para cabo de aço de 6,4 mm de diâmetro e 1560 daN para cabo de aço de 9,5
mm de diâmetro.
10.2.3 Estai poste-haste âncora
Os estais poste-haste âncora serão utilizados somente em Redes Rurais e a utilização será objeto
de estudos específicos dos projetistas, em função dos esforços mecânicos e tipo de solo.
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10.3 TRAVESSIAS E APROXIMAÇÕES
10.3.1 Sobre outras Redes
a) o ângulo mínimo entre os eixos das redes será de 60º;
b) as distâncias verticais mínimas nas condições mais desfavoráveis dos condutores constam no
PE 031 e PE 038.
c) sempre colocar a rede de mais elevada tensão em nível superior;
d) sempre que uma rede de MT projetada estiver em nível superior a uma rede de MT existente,
as estruturas de travessia da primeira serão de amarração.
10.3.2 Sobre as Águas Navegáveis ou Não
a) as estruturas de travessia serão de amarrações;
b) quando houver cruzamento de rios que exija vãos superiores a 100 m, deve ser efetuado um
levantamento plani-altimétrico no caminhamento da rede no trecho da travessia a fim de
determinar a flecha e a altura dos postes de travessia;
c) o ângulo mínimo entre o eixo da rede e o curso de água será de 60º;
d) as distâncias verticais mínimas dos condutores à superfície de águas navegáveis, na condição
de flecha máxima será de (H + 2 m). Nesta fórmula o valor de H corresponde a altura do maior
mastro e deve ser fixado pela autoridade responsável pela navegação da via considerada;
e) no caso de águas não navegáveis, a distância mínima nas condições do item acima deve ser 6
metros. Com exemplo, veja o Desenho 01.01.
10.3.3 Sobre Rodovias
a) as estruturas de travessia serão de amarração;
b) deve-se evitar o cruzamento de rede de BT sobre rodovias federais e estaduais;
c) na rede de MT evitar o máximo possível travessias, não permitindo, por exemplo, o atendimento
de cargas de um lado da rodovia, através de ramais derivados da rede do lado oposto;
d) para a execução de travessia, deve ser previamente solicitado licença ao órgão responsável;
e) o ângulo mínimo entre os eixos da rede e da rodovia será 60º;
f) a distância mínima dos condutores á superfície do solo na condição de flecha máxima será de
7m;
g) a carga atuante no cabo condutor de uma travessia deve ser de 20%, podendo, nos casos mais
desfavoráveis, atingir, no máximo, a 33% da sua carga de ruptura;
h) as estruturas devem ser colocadas fora da faixa de domínio das rodovias e em posição tal que a
distância medida sobre a superfície do terreno, da estrutura à borda exterior do acostamento,
seja maior que a altura da estrutura;
i) em casos excepcionais, mediante acordo com a entidade responsável pela rodovia, as
estruturas poderão ser colocadas a distância inferiores às apresentadas na alínea “h” e até
mesmo dentro das faixa de domínio das rodovias ou nos canteiros centrais de rodovias com
pistas múltiplas. Nestes casos, quando a rede projetada for paralela a sinalização, viadutos etc.,
observar a distância mínima de 2 m medida na horizontal, nas condições de máximo
deslocamento.
10.3.4 Sobre Ferrovias
a) as estruturas de travessia serão de amarração;
b) para a execução da travessia, deve ser previamente solicitada licença ao órgão responsável;
c) o ângulo mínimo entre os eixos da rede e da ferrovia será de 60º;
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d) serão usados os mesmos coeficientes recomendados para a construção de redes, ou seja, a
tração de projeto não deve ser superior a 33% da tração de ruptura;
e) as estruturas devem ser colocadas fora da faixa de domínio das ferrovias e em posição tal que
a menor distância medida sobre a superfície do terreno, do suporte ao trilho mais próximo, seja
menor que a altura da estrutura;
f) não serão permitidas travessias sobre áreas das estações ferroviárias. Só em casos
excepcionais, mediante acordo com a entidade responsável pela ferrovia;
g) no projeto a ser apresentado ao órgão responsável pela ferrovia para aprovação, deve constar
obrigatoriamente:
• planta de situação com as principais dimensões cotadas, e desenhadas nas escalas
horizontal de 1:500 e vertical de 1:250;
• tensão nominal, número de fases, número de circuitos, número de condutores por fase;
• localização das estruturas no vão de travessia;
• ângulo entre os eixos da ferrovia e da rede;
• posição dos condutores (cabos ou linhas aéreas) pertencentes a ferrovias;
• posição quilométrica da travessia em relação ao trecho ferroviário considerado, com
indicação das localidades adjacentes;
• denominação do trecho ferroviário;
• perfil da travessia com todas as dimensões cotadas e desenhado nas escalas horizontal de
1:500 e vertical de 1:250, conforme indicado no Desenho 01.02;
• vão da travessia e flecha máxima;
• diferença da cota entre os condutores mais baixos e elevados do vão da travessia;
• altura do condutor mais baixo da travessia, em relação a face superior do boleto do trilho
mais alto;
• características mecânicas dos condutores a serem empregados na travessia;
• distância dos suportes de sustentação dos condutores à face interna do boleto do trilho mais
próximo;
• desenho de detalhes na escala mínima de 1:20 das estruturas do vão de travessia;
• observar o Desenho 01.02 a para os demais requisitos, consultar instrução geral do órgão
responsável pela linha férrea.
11 PROJETO
O projeto deve ser elaborado com a inteira responsabilidade do projetista, considerando os
aspectos elétricos e dimensionamento dos postes e estruturas, seguindo o que determina este
critério, devendo conter.
11.1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO
Os projetos devem ser apresentados em 4 vias, e em meio magnético contendo os seguintes
requisitos.
11.1.1 Identificação do Engenheiro Responsável
Deve ser apresentada a identificação, número de credenciamento junto a COELCE, telefone e
endereço doresponsável técnico.
11.1.2 Memorial Descritivo
O Memorial Descritivo deve ser composto de:
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a) identificação do Projetista, do Cliente e contendo os principais dados do projeto;
b) estimativa da carga e dimensionamento dos transformadores;
c) cálculo de Queda de Tensão
d) cálculo Mecânico efetuado, devendo os esforços a serem aplicados nos postes e condutores
serem apresentados nas plantas;
e) demonstrativo de Serviços de Terceiros
f) relação de Material
11.1.3 Documentação
a) uma via da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART;
b) licença junto aos órgãos responsáveis, nos casos de travessias de linhas férreas, rodovias ou
aproximação de aeroportos;
c) licença emitida pelo órgão responsável pela preservação do meio ambiente, quando a obra for
instalada em áreas de preservação ambiental;
d) termo de permissão de passagem para redes rurais que eventualmente cruzem terrenos de
terceiros;
e) cópia do Certificado de Credenciamento para elaboração de projeto e execução de obras,
emitido pela COELCE.
11.1.4 Planta da Rede
As plantas devem ter boa apresentação, ser perfeitamente legíveis, devendo conter:
a) localização e numeração de toda a posteação; indicando o esforço nominal e a altura (por
exemplo 300/12);
b) indicação das estruturas e seccionamentos;
c) indicação do tipo, bitolas e número de condutores primários, secundários e de iluminação
pública;
d) tipo e capacidade de todos os transformadores de distribuição;
e) tipo de secionadoras com sua capacidade nominal e de ruptura
f) chaves fusíveis com sua capacidade de ruptura e a indicação do elo fusível;
g) localização dos equipamentos, tais como religador, seccionalizador, regulador de tensão, etc.
com suas características técnicas;
h) potência e tipo de lâmpada de iluminação pública e do relé de comando;
i) indicação e localização dos pára-raios não só nos transformadores, como na rede em geral.
11.1.5 Perfil Plani-altimétrico
Deve ser apresentado o levantamento Topográfico, com o traçado da rede em perfil plani-
altimétrico, efetuado com auxílio do gabarito, ou software adequado para projetos com extensão a
partir de 1000m ou situados em terrenos acidentados. O desenho deve ser apresentado na escala
vertical 1:500 e horizontal de 1:5000, contendo os seguintes detalhes:
a) locação das estruturas primárias e secundárias;
a) linhas telegráficas;
b) redes e linhas elétricas existentes;
c) ferrovias e rodovias;
d) locais de trânsito de veículos;
e) rios;
f) açudes ou lagoas;
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g) obras de engenharia que possam interferir no projeto;
h) cerca de arame.
i) indicação do alimentador existente, do ângulo de derivação, poste (esforço e altura), estrutura
correspondente e poste e estrutura anterior e posterior;
11.1.6 Desenhos de Detalhes
Devem ser feitos em plantas individuais nas escalas horizontal 1:500 e vertical 1:250:
a) cruzamento de linhas;
b) travessias de rios, rodovias e ferrovias;
c) estaiamento especial;
d) desenho e montagem de estruturas especiais, com a justificativa da não utilização das
estruturas padronizadas pelos PE-031 e PE-038, nestes casos o analista de projeto deve
encaminhar ao órgão normativo para análise e parecer.
11.2 ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO
Os projetos elaborados por terceiros devem ser analisados pela COELCE, observando-se as
seguintes observações:
a) para aceitação pela COELCE o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as suas
normas e padrões, com as normas da ABNT e com as Normas e resoluções expedidas pelos
órgãos oficiais competentes;
b) uma vez aceito o projeto, a COELCE devolverá uma via ao interessado;
c) toda e qualquer modificação no projeto já aceito, somente pode ser feita através do responsável
pelo mesmo, mediante consulta à COELCE;
d) a COELCE não receberá a obra caso haja discordância com o projeto aceito;
e) o prazo máximo de validade do projeto é de 6 meses após a sua aceitação. Após esse prazo a
aceitação do projeto fica sem efeito.
12 EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA
12.1 LIMPEZA DA FAIXA DE SERVIDÃO
a) antes da execução da obra deve ser feita uma adequada limpeza da faixa de servidão,
observando o disposto no Desenho 01.03;
b) deve ser desmatado somente o necessário para construção ou manutenção da rede, sendo a
largura de 6 metros para redes convencionais de MT e 3 metros para BT, devendo ser sempre
preservada a vegetação rasteira, com o objetivo de evitar erosão;
c) nas grandes depressões do terreno, onde a vegetação não ameaçar a rede, fazer somente uma
faixa para acesso, com largura de 1 metro.
12.2 EXECUÇÃO DA OBRA
a) durante as etapas de levantamento de dados no campo, projeto e construção das redes, devem
ser observados os Procedimentos de Execução – PEX, relativos a cada atividade que esteja
sendo executada;
b) o projeto e demais documentação legal deve estar disponível, a qualquer hora, no local da obra;
c) devem ser tomados todos os cuidados necessários ao correto manuseio, transporte e
estocagem dos materiais;
d) todas as áreas de trabalho devem ser delimitadas e sinalizadas;
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e) em nenhuma hipótese será admitido que as escavações para fincamento dos postes
permaneçam abertas durante a noite;
12.2 ATUALIZAÇÃO DAS PLANTAS E CODIFICAÇÃO DE POSTES E ESTRUTURAS
a) após concluída a obra, o desenho do projeto deve ser atualizado e implantadas as coordenadas
geográficas x-y (UTM/UPS) ;
b) a rede deve ser devidamente sinalizada e codificadas as estruturas, conforme DT-091 e
pintados os números COELCE (CN) dos transformadores COELCE
12.3 FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO
Caberá ao órgão responsável pela fiscalização da construção acompanhar todo o processo de
construção constante no Procedimento de Execução PEX 14 – Procedimentos para Construção
de Redes de Média Tensão, principalmente no que diz respeito a utilização de termômetro e
dinamômetro para o correto tensionamento dos cabos de acordo com as trações especificadas em
projeto.
a) a COELCE fiscalizará ainda os projetistas/empreiteiros contratados para elaboração dos
projetos devendo os mesmos informar toda a metodologia e ferramentas utilizadas para tal e
atender a todos os itens especificados nos contratos para execução de serviço;
b) antes de ser energizada a rede deve ser cuidadosamente inspecionada a fim de verificar a
conformidade com o projeto, com as normas técnicas e o seu correto acabamento;
c) uma cópia do guia de inspeção deve ser fornecida ao construtor para que o mesmo possa
adotar as necessárias medidas corretivas;
d) verificar a adequada sinalização e pintura;
e) verificar o acabamento e concerto de calçadas;
f) observar a limpeza de todos os locais utilizados durante a execução da obra, devendo todos os
lugares ficarem limpos e livres de qualquer tipo de entulho, sobras de construção, galhos,
gravetos, etc.;
g) preencher o guia de inspeção conforme Anexo VIII.
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TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES NUS
CONDUTORES
Alumínio CAA Cobre
(AWG/MCM) (mm²)
AMPACIDADE
(A)
Rx
(Ω/KM)
Xl
(Ω/KM)
4 - 130 1,5972 0,4994
1/0 - 230 0,6960 0,4977
266,8 - 440 0,2392 0,3784
- 25 163 0,8880 0,4637
- 35 208 0,5809 0,4510
70 312 0,3085 0,4240
- 95 395 0,2213 0,4125
TABELA 2 - CONDUTOR DE ALUMÍNIO COBERTO - CAC (PARA REDE COMPACTA/SPACER) – 15 KV
Seção
Nominal
(mm2)
Diâmetro
Nominal
(mm)
Número
de Fios
Resistência
Elétrica Máxima
CC a 20°C
(ohm.)
Carga de
Ruptura
Mínima
(daN)
Massa
Aproximada
(kg/km)
Corrente
(A)
 70 17,50 19 0,4202 1.050 284 221
185 23,72 37 0,1591 2.775 674 416
240 26,06 37 0,1228 3.600 823 495
TABELA 3 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV
Seção
do Condutor
(mm2)
Diâmetro do condutor
sem isolação
(mm)
Diâmetro Externo do
Condutor Isolado
(mm)
Fase Neutro Fase Neutro Fase Neutro
Corrente
Admissível no
Condutor Fase
(A)
1x25 1x25 6,00 6,20 8,80 9,00 83
3x25 1x50 6,00 6,20 8,80 12,25 83
3x50 1x50 8,20 8,20 11,40 12,25 121
3x95 1x70 11,42 10,40 15,40 14,35 188
3x150 1x70 14,40 10,40 18,80 14,35 270
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TABELA 4 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE COBRE ISOLADO EM XLPE – 0,6 / 1 KV
Seção do Condutor
(mm2)
Diâmetro do condutor
sem isolação (mm)
Diâmetro Externo do
Condutor Isolado (mm)
Fase Neutro Fase Neutro Fase Neutro
Corrente
Admissível no
Condutor Fase
(A)
1x16 1x16 4,75 5,12 7,05 7,42 88
3x16 1x16 4,75 5,12 7,05 7,42 88
3x35 1x35 7,12 7,57 10,16 10,63 124
3x70 1x50 10,18 9,05 13,16 12,11 196
3x95 1x50 11,56 9,05 14,96 12,11 245
TABELA 5 - POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR A SER INSTALADO
Transformador a ser instalado ( kVA)
Sobrecarga do Transformador
existente em área residencial
Sobrecarga do Transformador existente em
área comercial
Transformador
existente
( kVA)
De 41 a 60% De 61 a 100% De 21 a 30% De 31 a 60% De 61 a 100%
10(***) - - - - -
15 30 45 30 30 45
30 75 75 75 75 75
45 112,5 112,5 75 112,5 112,5
75 150 225 (*) 150 150 225 (*)
112,5 225 (*) 300 (*) 225 (*) 225 (*) 300 (*)
150 300 (*) (**) 300 (*) 300 (*) (**)
Notas: (*) é recomendável o desmembramento do circuito ou instalação de um circuito adicional.
 (**) é obrigatório o desmembramento do circuito ou instalação de um circuito adicional.
 (***) é recomendável instalar outro transformador monofásico de mesma potência e
dividir a carga. Sendo possível, ampliar a rede para trifásico para instalação de
transformador trifásico
TABELA 6 - CARREGAMENTO MÁXIMO PERMITIDO EM TRANSFORMADORES
Potência nominal
(kVA)
Carregamento em Área
Residencial e em Área Rural
(kVA) (*)
Carregamento em Área
Comercial (kVA) (**)
10 14,0 12,0
15,0 21,0 18
30,0 42,0 36
45,0 63,0 54
75,0 105,0 90
112,5 157,5 135
150,0 210,0 180
225,0 315,0 270
300,0 420,0 360
Notas: (*) Carregamento permitido para um período máximo de duas horas
(**) Carregamento permitido para um período máximo de quatro horas
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TABELA 7 - UTILIZAÇÃO DOS POSTES
Circuitos e Equipamentos que podem ser instaladosAltura do
poste
(metros)
Rede de
MT
Rede
de BT
Iluminação
Pública
Comunicação Equipamentos
Derivações
de MT
Circuitos
Duplos
 8(***) não sim sim sim não não não
9 não sim sim sim não não não
 10 (*) sim sim sim sim não não não
10,5 sim sim sim sim não não não
 11 (*) sim sim sim sim Sim (**) Sim (**) não
12 sim sim sim sim sim sim sim
Notas: (*) Poste de 10 metros e de 11 metros, somente os já existentes
 (**) Somente em redes já existentes
 (***) Somente em redes rurais
TABELA 8 - DIMENSIONAMENTO CONDUTOR PRÉ-REUNIDO X TRANSFORMADOR
Potência do
Transformador (kVA)
Condutor a ser utilizado no barramento principal da Rede Secundária
10 monofásico - - -
15 Cobre 16 mm2 - - -
30 ou Cobre 35 mm2 - -
45 Alumínio 25 mm2 ou - -
75 - Alumínio 50 mm2 Cobre 70 mm2 -
112,5 - - ou -
150 (Ver Nota 4) - - Alumínio 95 mm2 Cobre 95 mm2
225 (Ver Nota 4) - - - ou
300 (Ver Nota 4) - - - Alumínio 150 mm2
Notas: 1 A Tabela 8 acima, mostra por exemplo, que na instalação inicial de um transformador de
15 kVA deve ser prevista, no barramento principal da rede secundária, a utilização de
condutores de cobre de 35 mm2 ou de alumínio 50 mm2. Esta seção deve suportar a
substituição do transformador inicialmente instalado por outro de até 75 kVA. No entanto,
a instalação inicial de um transformador de 75 kVA deve prever rede secundária de 70
mm2 de cobre ou 95mm2 de alumínio;
2 Para fins de facilidade de construção e manutenção e objetivando reduzir o número de
conexões, é recomendada a adoção de seção única ao longo do caminhamento principal
do circuito secundário projetado, adotando-se o mesmo critério para a seção dos ramais;
3 Devem ser projetados preferencialmente circuitos secundários pequenos e
transformadores trifásicos até 112,5 kVA.
4 Excepcionalmente, apenas nos caso de grande concentração de carga, onde no mínimo
60% da carga esteja concentrada até um raio máximo de 45 metros do transformador,
podem ser projetados transformadores de 150 kVA a 300 kVA.
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TABELA 9 - POSTES PADRONIZADOS PARA MONTAGEM DE TRANSFORMADORES
POTÊNCIA DOS TRANSFORMADORES (kVA)
ESFORÇO MÍNIMO DOS POSTES
Monofá
sico
Trifásico
SITUAÇÃO DA
ESTRUTURA DE
MT
10 Até 45 75 a 150 225 (peso máximo
de 950 kg)
300 (peso máximo de
1300 kg)
em alinhamento 150daN 300daN 300daN 600daN (Ver nota 1) 600daN (Ver nota 1)
em ancoragem 300daN 300daN 600daN 600daN (Ver nota 1) 1000daN (Ver nota 2)
Notas:
1. caso exista na estrutura de ancoragem de MT (fim de rede) este tipo de transformador, usar
poste com esforço mínimo de 1000daN;
2. deve ser evitado o uso dos transformadores de 225 e de 300kVA em postes com ancoragem de
Rede de MT. Caso seja necessário, devem ser feitos os cálculos dos esforços para
dimensionamento do poste adequado;
3. os transformadores com peso superior a 1300kg, ou que não tenham suporte para fixação ao
poste, devem ser montados em estruturas de dois postes.
TABELA 10 - POSTES PADRONIZADOS PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO
Comprimento Esforço ( daN) Tipo
8 metros 150
300
D
B
9 metros 150
300
600
D
B
B
10,5 metros 150
300
600
1000
2000
D
B
B
B-1,5
B-4,5
12 metros 300
600
1000
2000
3000
B
B
B-1,5
B-4,5
B-6
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TABELA 11 - TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL
Fatores de Multiplicação de Demanda
Taxa de Crescimento Anual de Percentagem
Número
de
Anos
1 2 3 4 5 6 8 10 12 15
5
10
1,051
1,104
1,104
1,218
1,159
1,343
1,216
1,480
1,276
1,628
1,338
1,790
1,469
2,158
1,610
2,593
1,762
3,105
2,011
4,045
TABELA 12 - DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA
Classe de ConsumidoresNúmero de
Consumidores do
Circuito
Nível “A” Nível “B” Nível “C” Nível “D”
1 a 5 0,300 0,550 1,150 2,200
6 a 10 0,270 0,430 1,050 1,800
11 a 15 0,250 0,370 0, 9001,500
16 a 20 0,235 0,345 0,800 1,300
21 a 25 0,220 0,330 0,720 1,191
26 a 30 0,210 0,370 0,650 1,075
31 a 40 0,205 0,310 0,600 0,992
41 ou mais 0,200 0,301 0,551 0,910
TABELA 13 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT MONOFÁSICA
Potência do
Transformador
(kVA)
Corrente Nominal
do disjuntor
(A)
Quantidade
caixas
Condutor de interligação do
transformador ao disjuntor
(mm²)
5 30 1 10
10 70 1 16
TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT TRIFÁSICA
Potência do
transformador
(kVA)
Corrente do
disjuntor
(A)
Fusível
NH
(A)
Quantidade
de caixas
Quantidade
de suporte
fusível
Condutor de interligação
do transformador ao
disjuntor (mm2)
15 30 - 1 - 35
30 70 - 1 - 35
45 100 - 1 - 35
75 2 x 90 - 2 - 2x35
112,5 2 x 125 - 2 - 2x35
150 - 160 - 6 2x35
225 - 250 - 6 2x95
300 - 315 - 6 2x95
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TABELA 15 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM BT (KVA POR 100M)
Cabo de Alumínio
(mm²)
Queda de Tensão
kVA por 100m
Cabo de Cobre
(mm²)
Queda de Tensão
kVA por 100m
1 x 25 + 1 x 25 0,527 1 x 16 + 1 x 16 0,557
3 x 25 + 1 x 50 0,088 3 x 16 + 1 x 16 0,094
3 x 50 + 1 x 50 0,050 3 x 35 + 1 x 35 0,044
3 x 95 + 1 x 50 0,027 3 x 70 + 1 x 50 0,024
3 x 150 + 1 x 70 0,019 3 x 95 + 1 x 50 0,018
TABELA 16 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM MT (KΩΩΩΩ / KM – 13800V)
Condutor de Cobre
(mm²)
Constante
K
Condutor de alumínio
CAA - AWG
Constante
K
16
25
35
50
70
95
0,2344
0,1711
0,1356
0,1066
0,0893
0,0762
4
-
1/0
-
-
266,0
0,2901
-
0,1468
-
0,0764
TABELA 17 - NÍVEIS DE TENSÃO
Limites de VariaçãoTensão
Nominal (volts) Mínimo (volts) Máximo (volts)
220 V 201 228
380 V 346 395
13800 V 13110 14214
TABELA 18 - TRANSFORMADOR X ELO FUSÍVEL
Potência do Transformador (kVA)
Trifásico Monofásico
Elo Fusível
-
-
15
30
45
75
112,5
150
225
300
5
10
15
-
-
-
-
-
-
-
0,5 H
1 H
1 H
2 H
3 H
5 H
6 k
6 k
10 k
15 k
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TABELA 19 - FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES URBANOS
Fatores de Diversidade para:Elementos dos sistemas entre os
quais os fatores de diversidade são
considerados
Carga
Residencial
Carga
Comercial
Consumidores
Generalizados
Grandes
Consumidores
Entre consumidores individuais 2,00 1,46 1,45 -
Entre transformadores 1,30 1,30 1,35 1,05
Entre alimentadores públicos 1,15 1,15 1,15 1,85
Entre subestações 1,10 1,10 1,10 1,10
Dos consumidores para os
transformadores
2,00 1,46 1,44 -
Dos consumidores para o
alimentador público
2,60 1,90 1,95 1,15
Dos consumidores para a
subestação
3,00 2,18 2,24 1,32
Dos consumidores para a estação
geradora
3,29 2,40 2,46 1,45
TABELA 20 - FATOR DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES RURAIS
Um consumidor e uma única carga 100 %
Um consumidor e diversas cargas 85 %
Diversos consumidores e diversas cargas 70 %
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TABELA 21 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA DE CONSUMIDORES DE BT
CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
AGRICULTURA, PECUÁRIA, SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL
0111 Posto de semente (classificação, secagem e tratamento de semente) 0,23 0,23
0121 Floricultura e fruticultura 0,33 0,43
0140 Criação de eqüinos 0,40 0,36
0145 Granja 0,49 0,39
0146 Criação de camarão 0,53 0,23
0161 Agricultura (estação experimental de agricultura, pesquisa de
agricultura)
0,30 0,25
0162 Agropecuária 0,45 0,30
0520 Agricultura irrigada 0,60 0,30
EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃO METÁLICOS
1422 Extração de sal 0,46 0,40
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E DIVERSOS
1514 Preparação e Preservação do Pescado e Fabricação de Conservas de
Peixes, Crustáceos e Moluscos
0,53 0,41
1521 Processamento, Preservação e Produção de Conservas de Frutas 0,32 0,57
1543 Fabricação de Sorvetes 0,37 0,44
1551 Beneficiamento de café, arroz, amendoim, algodão e cereais diversos 0,39 0,20
1584 Fabricação de Massas Alimentícias (Produtos de Padaria, Confeitaria e
Pastelaria)
0,24 0,45
1599 Fabricação de gelo 0,57 0,61
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS
1722 Fiação - Fibras Têxteis Naturais 0,59 0,43
1749 Fabricação de Artefatos Têxteis Incluindo Tecelagem 0,32 0,42
1761 Fabricação de Artefatos Têxteis a partir de Tecidos 0,17 0,27
1763 Fabricação de Artefatos de Cordoaria 0,19 0,44
CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
1812 Confecção de Peças do Vestuário 0,18 0,30
PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO E CALÇADOS
1931 Fabricação de Calçados de Couro 0,15 0,36
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA
2010 Fabricação de produtos de Madeira (carpintaria, serraria, etc.) 0,19 0,23
2122 Fabricação de papel, papelão, cartão 0,56 0,27
EDIÇÃO, IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO DE GRAVAÇÕES
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CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
2214 Edição de Discos, Fitas e Outros Materiais Gravados 0,48 0,39
2219 Edição e Impressão de Produtos Gráficos 0,24 0,35
2229 Execução de Outros Serviços Gráficos 0,35 0,69
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
2454 Fabricação de Materiais para Uso Médicos, Hospit. e Odontológicos 0,19 0,40
2481 Fabricação de Tintas e Vernizes 0,15 0,24
FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E PLÁSTICO
2511 Fabricação de Pneumáticos e de Câmaras de Ar 0,41 0,26
2522 Fabricação de embalagens de plástico 0,53 0,31
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO METÁLICOS
2640 Fabricação de material cerâmico 0,66 0,24
2649 Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para usos diversos 0,64 0,24
2692 Fabricação de Cal Virgem, Cal Hidratada e Gesso 0,35 0,16
METALÚRGICA BÁSICA
2711 Produção de Laminados Planos de Aço 0,20 0,31
2749 Metalúrgica de Outros Metais Não Ferrosos e Suas Ligas 0,24 0,40
FABRICAÇÃO DE MÁQUINA E EQUIPAMENTOS
2931 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para Agricultura, Avicultura e
Obtenção de Produtos Animais
0,35 0,25
FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO MÉDICO-HOSPITALARES, INSTRUMENTOS
DE PRECISÃO E ÓTICOS, EQUIPAMENTOS PARA AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, CRONÔMETROS E
RELÓGIOS
3310 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos para uso Médico-Hospitalares,
Odontológicos e de Laboratórios e Aparelhos Ortopédicos
0,15 0,34
3340 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos e Materiais Óticos,
Fotográficos e Cinematográficos
0,24 0,34
FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS
3450 Recondicionamento ou Recuperação de Motores para Veículos
Automotores
0,33 0,31
FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E INDÚSTRIAS DIVERSAS
3611 Fabricação de Móveis com Predominância de Madeira 0,31 0,25
3699 Fabricação de Produtos Diversos 0,32 0,31
TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
4100 Captação, Tratamento e Distribuição de Água 0,57 0,51
CONSTRUÇÃO
4520 Construção Civil (Engenharia de construção, canteiro de obras e
construtoras)
0,36 0,31
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DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
4521 Edificações (Residenciais, Industriais, Comerciais e de Serviços)
Inclusive Ampliação e Reformas Completas
0,22 0,33
COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS
5010 Comércio a Varejo e Por Atacado de Veículos Automotores 0,47 0,39
5020 Manutenção e Reparo de Veículos Automotores 0,53 0,45
5030 Comércio a Varejo e por Atacado de Peças e Acessórios para Veículos
Automotores
0,28 0,33
5050 Comércio a Varejo de Combustíveis 0,53 0,31
5111 Comércio de Matérias Primas Agrícolas, Animais Vivos, Matérias Primas
Têxteis e Produtos semi-acabados
0,21 0,28
5121 Comércio Atacadista de Produtos Agrícolas "In Natura", Produtos
Alimentícios para Animais
0,37 0,51
COMÉRCIO POR ATACADO E INTERMEDIÁRIOS DO COMÉRCIO
5131 Comércio Atacadista de Leite e Produtos do Leite 0,30 0,59
5133 Comércio Atacadista de Hortifrutigranjeiros 0,50 0,64
5134 Comércio Atacadista de Carnes e Produtos da Carne 0,66 0,55
5136 Comércio Atacadista de Bebidas 0,55 0,34
5139 Comércio Atacadista de Outros Produtos Alimentícios, Não
Especificados Anteriormente
0,43 0,54
5141 Comércio Atacadista de Fios Têxteis, Tecidos, Artefatos de Tecidos e de
Armarinho
0,25 0,34
5144 Comércio Atacadista de Eletrodomésticos e Outros Equipamentos de
Uso Pessoal e Doméstico
0,77 0,41
5146 Comércio Atacadista de Cosméticos e Produtos de Perfumaria 0,50 0,37
5147 Comércio Atacadista de Artigos de Escritórios e de Papelaria e Seus
Artefatos Livros, Jornais e Outras Publicações
0,28 0,33
5149 Comércio Atacadista de Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico,
Não Especificados Anteriormente
0,33 0,30
5151 Comércio Atacadista de Combustíveis 0,48 0,57
5153 Comércio Atacadista de Madeira, Material de Construção, Ferragens e
Ferramentas
0,31 0,31
5154 Comércio Atacadista de Produtos Químicos 0,29 0,29
5191 Comércio Atacadista de Mercadorias em Geral (Não Especializado) 0,30 0,39
COMÉRCIO VAREJISTA E REPARAÇÃO DE OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS
5211 Comércio Varejista de Mercadorias em Geral, com Predominância de
Produtos Alimentícios - Hipermercados
0,41 0,51
5215 Comércio Varejista Não Especializado, Sem Predominância de Produtos
Alimentícios
0,25 0,53
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CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
5221 Comércio Varejista de Produtos de Padaria, de Laticínio, frios e
Conservas
0,34 0,31
5223 Comércio Varejista de Carnes - Açougue 0,63 0,58
5224 Comércio Varejista de Bebidas 0,43 0,35
5229 Comércio Varejista Produtos de Fumo 0,45 0,41
5231 Comércio Varejista de Tecidos e Artigos de Armarinho 0,28 0,34
5232 Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Complementos 0,36 0,38
5233 Comércio Varejista de Calçados e Artigos de Couro 0,23 0,26
5241 Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos, Artigos Médicos e
Ortopédicos, de Perfumaria e Cosméticos
0,56 0,35
5242 Comércio Varejista de Máquinas e Aparelhos de Usos Doméstico e
Pessoal, Discos e Instrumentos Musicais
0,38 0,39
5243 Comércio Varejista de Móveis, Artigos de Iluminação e Outros Artigos
para Residência
0,43 0,17
5244 Comércio Varejista de Material de Construção, Ferragens, Ferramentas
Manuais e Produtos Metalúrgicos, Vidros, Espelhos e Vitrais, Tintas e
Madeira
0,59 0,20
5245 Comércio Varejista de Equipamentos e Materiais para Escritório,
Informática e Comunicação
0,44 0,67
5246 Comércio Varejista de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria 0,27 0,38
5247 Comércio Varejista de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) 0,45 0,55
5249 Comércio Varejista de Outros Produtos Não Especificados
Anteriormente
0,31 0,51
5279 Reparação de Objetos Pessoais e Domésticos 0,19 0,29
ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO
5511 Estabelecimentos Hoteleiros com Restaurante 0,30 0,47
5517 Motel 0,45 0,30
5519 Pousada 0,19 0,36
5521 Restaurantes e Estabelecimentos de Bebidas com Serviço Completo 0,59 0,35
5522 Lanchonetes e Similares 0,39 0,42
5529 Outros Serviços de Alimentação 0,54 0,47
TRANSPORTE TERRESTRE
6010 Transporte Ferroviário Interurbano 0,53 0,35
6023 Transporte Rodoviário de Passageiros, Regular, Urbano 0,51 0,39
6026 Transporte Rodoviário de Cargas, Em Geral 0,21 0,49
TRANSPORTE AÉREO
6210 Transporte Aéreo Regular 0,21 0,33
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CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
ATIVIDADES ANEXAS E AUXILIARES DO TRANSPORTE, AGÊNCIA DE VIAGEM E ARMAZENAGEM
6311 Carga e Descarga de veículos 0,42 0,21
6312 Armazenamento e Depósito de Carga 0,82 0,72
6313 Armazéns gerais (depósito de mercad. de gêneros aliment.
armazenagem de café e cereais, de distrib. de petróleo e derivados)
0,44 0,34
6330 Atividades de Agências de Viagens e Organizadores de Viagem 0,35 0,21
CORREIOS E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES
6411 Atividades de Correio Nacional 0,16 0,36
6420 Serviço de comunicações (Telecomunicações, rádios e outros) 0,53 0,50
INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (EXCLUÍDO SEGURO E PREVIDÊNCIA PRIVADA)
6521 Bancos Comerciais 0,53 0,31
6535 Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento 0,26 0,39
6540 Arrendamento Mercantil 0,32 0,43
SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA
6611 Seguro de Vida 0,55 0,43
6621 Previdência Privada 0,15 0,39
ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS
7020 Aluguel de Imóveis 0,26 0,40
7032 Administração de Imóveis por Conta de Terceiros 0,60 0,38
ATIVIDADE DE INFORMÁTICA E CONEXAS
7210 Serviços de Informática (cursos, consultoria, etc.) 0,21 0,35
SERVIÇOS PRESTADOS ÀS EMPRESAS
7411 Atividades Jurídicas 0,49 0,33
7415 Sedes de Empresas e Unidades Administrativas Locais 0,49 0,44
7420 Serviço de Arquitetura e Engenharia e de Assessoramento Técnico
Especializado
0,26 0,37
7440 Publicidade 0,41 0,45
7450 Seleção, Agenciam. e Locação de mão-de-obra para Servi. Temporários 0,15 0,22
7491 Atividades Fotográficas 0,42 0,30
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E AUTARQUIA:
7511 Administração Pública em Geral 0,49 0,56
7524 Quartel 0,41 0,41
EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E FUNDAMENTAL
8011 Educação Pré-Escolar 0,54 0,39
8022 Educação Média de Formação Técnica e Profissional 0,40 0,30
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CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
8030 Estabelecimento de ensino superior 0,35 0,33
8092 Educação Supletiva 0,47 0,41
8093 Educação Continuada ou Permanente e Aprendizagem Profissional 0,40 0,21
8095 Educação Especial 0,42 0,21
SAÚDE E SERVIÇO SOCIAL
8511 Atividades de Atendimento Hospitalar 0,37 0,28
8514 Atividades de Serviços de Complementação Diagnóstica ou Terapêutica 0,16 0,29
8516 Outras Atividades Relacionadas com a Atenção a Saúde 0,50 0,36
8531 Serviços Sociais com Alojamento 0,28 0,34
ATIVIDADES ASSOCIATIVAS
9111 Atividades de Organizações Empresariais, Patronais 0,23 0,44
9191 Atividades de Organizações Religiosas 0,19 0,31
9192 Atividades de Organizações Políticas 0,13 0,42
9199 Outras Atividades Associativas, Não Especificadas Anteriormente 0,19 0,38
ATIVIDADE RECREATIVA, CULTURAIS E DESPORTIVAS
9213 Projeção de Filmes e de Vídeo, Teatros 0,45 0,21
9233 Outras Atividades de Espetáculos, Não EspecificadasAnteriormente 0,41 0,22
9261 Atividades Desportivas, Clubes 0,35 0,50
9262 Outras Atividades Relacionadas ao Lazer 0,53 0,22
SERVIÇOS PESSOAIS
9301 Lavanderias e Tinturarias 0,25 0,41
9302 Cabeleireiros e Outros Tratamentos de Beleza 0,20 0,29
9303 Atividades Funerárias e Conexas 0,25 0,44
9304 Atividades de Manutenção do Físico Corporal 0,19 0,28
9309 Outras Atividades de Serviço Pessoais 0,25 0,30
RESIDENCIAL
9601 Administração de Prédios de apartamentos - CONDOMÍNIOS 0,31 0,41
9602 Residencial (residência, colônia, conjunto residencial e núcleo
residencial)
0,24 0,32
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TABELA 22 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA CONSUMIDORES DE MT
CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES
01.11 Cultivo de cereais 0,59 0,21
01.13 Cultivo de cana-de-açúcar 0,48 0,34
01.21 Cultivo de hortaliças, legumes e especiarias hortícolas 0,56 0,30
01.31 Cultivo de frutas cítricas 0,53 0,28
01.39 Cultivo de outras frutas 0,62 0,27
01.41 Criação de bovinos 0,46 0,37
01.44 Criação de suínos 0,60 0,19
01.45 Criação de aves 0,62 0,38
01.46 Criação de outros animais 0,55 0,40
01.50 Produção mista: lavoura e pecuária 0,58 0,16
01.61 Atividades de serviços relacionados com a agricultura 0,49 0,42
02.12 Exploração florestal 0,93 0,34
PESCA, AGRICULTURA E ATIVIDADES DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES
05.11 Pesca 0,55 0,65
INDÚSTRIAS EXTRATIVAS
11.10 Extração de petróleo e gás natural 0,53 0,64
14.10 Extração de pedra areia e argila 0,59 0,28
14.22 Extração e refino de sal marinho e sal-gema 0,33 0,17
INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO
Abate e preparação de produtos de carne e de pescado
15.11 Abate de reses e preparação de produtos de carne 0,52 0,46
15.12 Abate de aves e outros pequenos animais 0,73 0,44
15.13
Preparação de carne, banha e produtos de salsicharia não associados
ao abate
0,96 0,59
15.14
Preparação e preservação do pescado e fabricação de conservas de
peixes, crustáceos e moluscos
0,67 0,57
Processamento, preservação e produção de conservas de frutas, legumes e outros vegetais
15.21 Processamento, preservação e produção de conservas de frutas 0,61 0,46
15.23 Produção de sucos de frutas e de legumes 0,84 0,32
Produção de óleos e gorduras
15.31 Produção de óleos vegetais em bruto 0,53 0,30
15.33
Preparação de margarinas e outras gorduras vegetais e de óleos de
origem animal não comestíveis
0,25 0,17
Laticínios
15.41 Preparação do leite 0,64 0,43
15.42 Fabricação de produtos de laticínios 0,50 0,44
15.43 Fabricação de sorvetes 0,80 0,38
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CÓDIGO
DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de rações balanceadas para animais
15.51 Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz 0,60 0,35
15.52 Moagem de trigo e fabricação de derivados 0,58 0,52
15.54 Fabricação de fubá e farinha de milho 0,58 0,45
15.56 Fabricação de rações balanceadas para animais 0,64 0,35
15.59
Beneficiamento, moagem e preparação de outros alimentos de origem
vegetal
0,39 0,24
15.61 Usina de açúcar 0,24 0,29
Fabricação de outros produtos alimentícios
15.81 Fabricação de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria 0,64 0,45
15.82 Fabricação de biscoito e bolachas 0,62 0,51
15.84
Fabricação de massas alimentícias e elaboração de chocolates, balas,
gomas de mascar
0,60 0,45
15.85 Preparação de especiarias e molhos 0,88 0,50
15.86
Preparação de produtos dietéticos, alimentos para crianças e outros
alimentos conservados
0,37 0,20
15.89 Fabricação de outros produtos alimentícios 0,55 0,51
Fabricação de bebidas
15.91 Aguardentes e outras bebidas destiladas 0,44 0,26
15.92 Fabricação de vinho 0,52 0,20
15.93 Fabricação de malte, cervejas e chopes 0,50 0,49
15.94 Engarrafamento de gaseificados de águas minerais 0,89 0,37
15.95 Fabricação de refrigerantes e refrescos 0,56 0,39
Fabricação e beneficiamento de fibras têxteis
17.11 Beneficiamento de algodão 0,51 0,39
17.19 Beneficiamento de outras fibras têxteis naturais 0,57 0,53
17.21 Fiação de algodão 0,67 0,73
17.24 Fabricação de linhas e fios para cozer e bordar 0,75 0,35
17.32 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais 0,12 0,28
Fabricação de artefatos têxteis incluindo tecelagem
17.41 Fabricação de artigos de tecidos de uso doméstico incluindo tecelagem 0,35 0,36
17.49 Fabricação de outros artefatos têxteis incluindo tecelagem 0,85 0,51
17.50 Serviços de acabamento em fios, tecidos e artigos têxteis 0,53 0,61
Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos – exclusive vestuário
17.61 Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos 0,60 0,34
17.64 Fabricação de tecidos especiais inclusive artefatos 0,92 0,32
17.71 Fabricação de tecidos de malha 0,42 0,42
CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
18.10 Confecção de artigos do vestuário 0,73 0,30
18.11 Confecção de peças interiores do vestuário 0,50 0,30
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DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
18.12 Confecção de outras peças do vestuário 0,67 0,31
18.13 Confecção de roupas profissionais 0,32 0,24
Fabricação de acessórios do vestuário e de segurança profissional
18.21 Fabricação de acessórios do vestuário 0,91 0,27
18.22 Fabricação de acessórios para segurança 0,41 0,20
PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO
19.10 Curtimento e outras preparações de couro 0,52 0,33
19.21
Fabricação de malas, bolsas, valises e outros artefatos para viagem de
qualquer material
0,91 0,25
19.29 Fabricação de outros artefatos de couro 0,94 0,45
Fabricação de calçados
19.31 Fabricação de calçados de couro 0,69 0,29
19.33 Fabricação de calçados de plástico 0,66 0,45
19.39 Fabricação de calçados de outros materiais 0,54 0,30
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA
20.10 Desdobramento de madeira 0,57 0,28
20.20
Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado –
exclusive móveis
0,42 0,22
20.22 Fabricação de esquadrias de madeira 0,42 0,12
20.23 Fabricação de artefatos de tanoaria e embalagens de madeira 0,51 0,24
20.29 Fabricação de artefatos diversos de madeira 0,31 0,14
FABRICAÇÃO DE CELULOSE, PAPEL E PRODUTOS DE PAPEL
21.22 Fabricação de papelão liso, cartolina e cartão 0,70 0,45
21.31 Fabricação de embalagens de papel 0,47 0,36
21.32
Fabricação de embalagens de papelão inclusive a fabricação de
papelão corrugado
0,27 0,26
21.41 Fabricação de artefatos de papel 0,80 0,59
EDIÇÃO E IMPRESSÃO
22.11 Edição: edição e impressão de jornais 0,70 0,43
22.13 Edição: edição e impressão de livros 0,85 0,36
22.19 Edição: edição e impressão de outros serviços gráficos 0,91 0,28
22.29 Execução de impressão de outros serviços gráficos 0,40 0,37
22.31 Reprodução de discos e fitas 0,69 0,62
REFINO DE PETRÓLEO, FABRICAÇÃO DE COQUE
23.20 Refino de petróleo 0,67 0,32
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
24.14 Fabricação de outros produtos inorgânicos gases industriais 0,80 0,68
24.31 Fabricação de resinas termoplásticas 0,75 0,78
Fabricação de produtos farmacêuticos
24.50 Fabricação de produtos farmacêuticos0,46 0,55
24.53 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 0,62 0,48
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DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza
24.71 Fabricação de sabões, sabonetes e detergentes sintéticos 0,45 0,26
24.72 Fabricação de produtos de limpeza e polimento 0,63 0,21
24.73 Fabricação de artigos de perfumaria e cosméticos 0,45 0,36
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins
24.81 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 0,68 0,23
24.82 Fabricação de tintas de impressão 0,38 0,17
Fabricação de outros produtos químicos
24.99
Fabricação de outros produtos químicos não especificados ou não
classificados
0,50 0,32
FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E PLÁSTICO
25.11 Fabricação de pneumáticos e de câmara 0,54 0,25
25.19 Fabricação de artefatos diversos de borracha 0,69 0,33
25.20 Fabricação de produtos de plástico 0,51 0,21
25.21 Fabricação de laminados planos e tubulares plásticos 0,75 0,32
25.22 Fabricação de embalagem de plástico 0,56 0,44
25.29 Fabricação de artefatos diversos de plástico 0,61 0,33
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO METÁLICOS
26.19 Fabricação de artigos de vidro 0,97 0,36
26.20 Fabricação de cimento 0,90 0,56
26.30 Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso 0,36 0,24
26.40 Fabricação de produtos cerâmicos 0,67 0,20
26.41
Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para uso estrutural na
construção civil
0,76 0,27
26.91
Britamento, aparelhamento e outros trabalhos em pedras não
associados a extração
0,56 0,30
26.92 Fabricação de cal virgem, hidratada e gesso 0,73 0,54
26.99 Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos 0,68 0,47
27.11 Produção de laminados planos de aço 0,94 0,44
27.41 Metalurgia do alumínio e suas ligas 0,40 0,25
27.52 Fabricação de pecas fundidas de metais não ferrosos e suas ligas 0,35 0,15
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE METAL – EXCLUSIVE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
28.10 Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada 0,19 0,31
28.11
Fabricação de estruturas metálicas para edifícios, pontes, torres de
transmissão
0,51 0,25
28.12 Fabricação de esquadrias de metal 0,44 0,14
28.21
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para
aquecimento central
0,76 0,41
28.31 Produção de forjados de aço 0,68 0,26
28.32 Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas 0,84 0,40
28.33 Fabricação de artefatos estampados de metal 0,30 0,28
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DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
28.34 Metalurgia do pó 0,78 0,23
28.39
Têmpera cimentação e tratamento térmico do aço, serviço de usinagem,
galvanotécnica e solda
0,90 0,23
28.42 Fabricação de artigos de serralheira - exclusive esquadrias 0,45 0,19
28.91 Fabricação de embalagens metálicas 0,96 0,79
28.92 Fabricação de artefatos de trefilados 0,60 0,49
28.93
Fabricação de artigos de funilaria e de artigos de metal para uso
doméstico e pessoal
0,38 0,22
28.99 Fabricação de outros produtos elaborados de metal 0,13 0,17
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
29.11
Fabricação de motores estacionários de combustão interna, turbinas e
outras máquinas motrizes não elétricas, exclusive para aviões e veículos
rodoviários
0,76 0,18
29.12 Fabricação de bombas e carneiros hidráulicos 0,27 0,13
29.29 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral 0,64 0,26
29.31
Fabricação de maquinas e equipamentos para agricultura, avicultura e
obtenção de produtos animais
0,36 0,20
29.63
Fabricação de maquinas e equipamentos para as indústrias do vestuário
e do couro e calçados
0,77 0,20
29.64 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil 0,68 0,27
29.89 Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos 0,92 0,24
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
31.12 Fabricação de transformadores, indutores, conversores e semelhantes 0,56 0,38
31.42 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos 0,24 0,11
31.99 fabricação de outros aparelhos ou equipamentos elétricos 0,80 0,22
FABRICAÇÃO DE MATERIAL ELETRÔNICO BÁSICO
32.21
Fabricação de equipamentos transmissores de rádio e televisão e de
equipamentos de estação telefônica
0,27 0,22
FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO MÉDICO-HOSPITALARES, INSTRUMENTOS
DE PRECISÃO E ÓTICOS
33.10 Fabricação de aparelhos e instrumentos para uso médico-hospitalar 0,21 0,27
33.40
Fabricação de aparelhos instrumentos e materiais óticos, fotográficos e
cinematográfico
0,78 0,27
FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS
34.10 Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 0,76 0,27
34.31 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhão 0,62 0,24
34.39 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos 0,14 0,22
34.49
Fabricação de pecas e acessórios de metal para veículos automotores
não classificados em outra classe
0,77 0,46
34.50
Recondicionamento ou recuperação de motores para veículos
automotores
0,63 0,37
FABRICAÇÃO DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE
35.11 Construção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes 0,87 0,37
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ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
35.92 Fabricação de bicicletas e triciclos não motorizados 0,33 0,20
FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E INDÚSTRIAS DIVERSAS
36.11 Fabricação de móveis com predominância de madeira 0,53 0,22
36.12 Fabricação de móveis com predominância de metal 0,61 0,43
36.13 Fabricação de móveis outros materiais 0,49 0,23
36.14 Fabricação de colchões 0,24 0,23
36.96 Fabricação de aviamentos para costura 0,41 0,39
36.99 Fabricação de produtos diversos 0,79 0,23
37.20 Reciclagem de sucatas não metálicas 0,57 0,22
ELETRICIDADE, GÁS E ÁGUA QUENTE
40.10 Produção e distribuição de energia elétrica 0,68 0,57
41.00 Captação tratamento e distribuição de água 0,71 0,58
CONSTRUÇÃO
45.11 Demolição e preparação do terreno 0,71 0,34
45.12 Perfuração e execução de fundações para construção civil 0,42 0,33
45.20 Construção de edifícios e obras de engenharia civil 0,20 0,38
45.21 Edificações, inclusive ampliações e reformas 0,52 0,26
45.22 Obras viárias, inclusive manutenção 0,74 0,39
45.23 Grandes estruturas e obras de arte 0,79 0,31
45.29 Obras de outros tipos 0,45 0,11
45.32 Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 0,54 0,38
45.33 Construção de estações e redes de telefonia e comunicação 0,41 0,34
COMÉRCIO, REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS
50.00 Comércio e reparação de veículos automotores 0,28 0,31
50.10 Comércio a varejo e por atacado de veículos automotores 0,73 0,29
50.30 Comércio a varejo e por atacado de peças e acessórios p/ veículos 0,47 0,30
50.50 Comércio a varejo de combustíveis 0,65 0,49
51.11
Intermediário do comércio de matérias primas agrícolas, animais vivos,
matérias primas têxteis e produtos semi-acabados
0,67 0,47
51.13
Intermediários do comércio de madeira, matéria de construção e
ferragens
0,87 0,28
COMÉRCIO POR ATACADO E INTERMEDIÁRIOS DO COMÉRCIO
51.21 Comércio atacadistaagropecuário 0,51 0,28
51.31 Comércio atacadista de leite e produtos de leite 0,46 0,53
51.32
Comércio atacadista de cereais beneficiados, farinhas, amidos e
feculares
0,58 0,30
51.34 Comércio atacadista de carnes e produtos de carne 0,54 0,44
51.35 Comércio atacadista de pescados 0,59 0,51
51.39 Comércio atacadista de outros produtos alimentícios 0,62 0,31
51.41 Comércio atacadista de fios têxteis, tecidos, artefatos de tecidos 0,80 0,29
51.42 Comércio atacadista de artigos do vestuário e complementos 0,70 0,30
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DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
51.43 Comércio atacadista de calçados 0,33 0,28
51.45
Comércio atacadista de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e
odontológicos
0,35 0,39
51.47
Comércio atacadista de artigos de escritórios e de papelaria, papel,
papelão, livros, jornais e outras publicações
0,63 0,37
51.49 Comércio atacadista de outros artigos de uso pessoal e doméstico 0,66 0,27
51.51 Comércio atacadista de combustíveis 0,46 0,42
51.61
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos de uso
agropecuário
0,86 0,26
51.90
Comércio atacadista de mercadorias em geral não compreendidas nos
grupos anteriores
0,42 0,43
51.91 Comércio atacadista de mercadorias em geral (Não especializado) 0,69 0,36
COMÉRCIO VAREJISTA E REPARAÇÃO DE OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS
Comércio Varejista Não Especializado
52.11
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
Produtos alimentícios, com área de venda superior a 5000 m2 -
Hipermercados
0,67 0,58
52.12
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
Produtos alimentícios, com área de venda entre 300 e 5000 m2 -
Supermercados
0,57 0,60
52.13
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
Produtos alimentícios, com área de venda inferior a 300 m2 - Exclusive
lojas de conveniências
0,61 0,63
52.14
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
Produtos alimentícios, industrializados – Lojas de conveniências
0,76 0,56
52.15
Comércio varejista não especializado, sem predominância de Produtos
alimentícios
0,25 0,39
Comércio Varejista de produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo em lojas Especializadas
52.21 Comércio varejista de produtos de padaria, de laticínio, frios e conservas 0,70 0,44
52.22 Comércio varejista de doces, balas bombons, confeitos e semelhantes 0,50 0,44
52.23 Comércio varejista de carnes - açougues 0,56 0,64
52.24 Comércio varejista de bebidas 0,52 0,31
52.29 Comércio varejista de outros produtos alimentícios 0,79 0,57
52.32 Comércio varejista de artigos do vestuário e complementos 0,60 0,31
52.33 Comércio varejista de calçados, artigos de couro e viagem 0,82 0,32
Comércio Varejista de outros produtos em lojas Especializadas
52.41
Comércio varejista de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de
perfumaria e cosméticos
0,20 0,47
52.42
Comércio varejista de máquinas e aparelhos de uso doméstico e
pessoal, discos e instrumentos musicais
0,46 0,32
52.43
Comércio varejista de moveis, artigos de iluminação e outros para
residência
0,89 0,33
52.45
Comércio varejista de equipamentos e materiais para escritório,
informática e comunicação
0,86 0,40
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ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
52.47 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) 0,61 0,27
52.49 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente 0,70 0,45
Reparação de Objetos Pessoais e Domésticos
52.71 Reparação e manutenção de máquinas e aparelhos eletrodomésticos 0,74 0,43
52.79 Reparação de outros objetos pessoais e domésticos 0,65 0,39
ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO
55.11 Estabelecimentos hoteleiros, com restaurante 0,70 0,39
55.12 Estabelecimentos hoteleiros, sem restaurante 0,66 0,32
55.19 Outros tipos de alojamento 0,60 0,29
55.21 Restaurantes e estabelecimentos de bebidas, com serviço completo 0,64 0,40
55.22 Lanchonetes e similares 0,76 0,37
55.29 Outros serviços de alimentação 0,67 0,43
TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E COMUNICAÇÃO
60.10 Transporte ferroviário interurbano 0,92 0,40
60.23 Transporte rodoviário de passageiros, regular urbano 0,70 0,48
60.26 Transporte rodoviário de cargas, em geral 0,53 0,38
60.28 Transporte rodoviário de mudanças 0,65 0,21
61.22 Transporte por navegação interior de carga 0,86 0,68
62.10 Transporte aéreo regular 0,11 0,18
63.11 Carga e descarga 0,63 0,37
63.12 Armazenamento e depósito de cargas 0,28 0,52
63.30 Atividades de agências de viagens e organizadores de viagem 0,66 0,31
63.40 Atividades relacionadas a organização do transporte de cargas 0,31 0,19
CORREIO E TELECOMUNICAÇÕES
64.11 Atividades de correio nacional 0,70 0,37
64.20 Telecomunicações 0,62 0,63
INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA, EXCLUSIVE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA
65.21 Bancos comerciais 0,69 0,33
65.22 Bancos múltiplos (com carteira comercial) 0,36 0,32
65.40 Arrendamento mercantil 0,61 0,28
66.11 Seguros de vida 0,89 0,26
66.21 Previdência privada fechada 0,88 0,45
66.30 Planos de saúde 0,71 0,30
67.12
Atividades de intermediários em transações de titulo e valores
mobiliários
0,76 0,28
67.19 Outras atividades auxiliares da intermediação financeira 0,33 0,50
ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS
70.10 Incorporação de imóveis por conta própria 0,74 0,21
70.32 Administração de imóveis por conta terceiros 0,59 0,40
70.40 Condomínios prediais 0,45 0,39
71.40 Alugues de objetos pessoais e domésticos 0,97 0,37
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ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
73.10 Pesquisa e desenvolvimento das ciências físicas e naturais 0,53 0,31
SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE AS EMPRESAS
74.11 Atividades jurídicas 0,62 0,22
74.14 Gestão de participações societárias 0,75 0,23
74.15 Sedes de empresas e unidades administrativas locais 0,64 0,34
74.16 Atividades de acessoria em gestão empresarial 0,20 0,26
74.20
Serviço de arquitetura e engenharia e de acessoramento técnico
especializado
0,84 0,35
74.40 Publicidade 0,79 0,44
74.60 Atividades de investigação, vigilância e segurança 0,24 0,40
74.70 Atividades de limpeza em prédios e domicílios 0,39 0,34
74.91 Atividades fotográficas 0,74 0,26
74.99 Outras atividades de serviços prestados principalmente as empresas 0,32 0,43
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DEFESA SEGURIDADE SOCIAL
75.00 Administração pública, defesa, seguridade social 0,31 0,39
75.10 Administração do estado e da política 0,69 0,31
75.11 Administração pública em geral 0,59 0,32
75.12 Regulamentação das atividades sociais e culturais 0,73 0,31
75.14 Atividades de apoio a administração pública 0,37 0,20
75.24 Segurança e ordem publica 0,12 0,31
75.30 Seguridade social 0,64 0,33
EDUCAÇÃO
80.11 Educação pré-escolar 0,64 0,24
80.12 Educação fundamental 0,50 0,25
80.21 Educação média de formação geral 0,72 0,24
80.22 Educação média de formação técnica e profissional 0,39 0,22
80.30 Educação superior 0,52 0,25
80.92 Educação supletiva 0,61 0,27
80.93 Educação continuada ou permanente e aprendizagem profissional 0,78 0,24
80.95 Educação especial 0,79 0,23SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS
85.11 Atividades de atendimento hospitalar 0,58 0,36
85.14 Atividades de serviços de complementação diagnóstica ou terapêutica 0,54 0,40
85.16 Outras atividades relacionadas com a saúde 0,62 0,31
85.31 Serviços sociais com alojamento 0,76 0,35
85.32 Serviços sociais sem alojamento 0,61 0,29
LIMPEZA URBANA E ESGOTO E ATIVIDADES CONEXAS
90.00 Limpeza urbana e esgoto 0,30 0,31
ATIVIDADES ASSOCIATIVAS
91.11 Atividades de organizações empresariais, patronais 0,78 0,29
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DA
ATIVIDADE
RAMO DE ATIVIDADE
FATOR DE
DEMANDA
FATOR DE
CARGA
91.12 Atividades de organizações profissionais 0,49 0,24
91.91 Atividades de organizações religiosas 0,57 0,35
91.92 Atividades de organizações políticas 0,91 0,15
91.99 Outras atividades associativas 0,54 0,28
ATIVIDADES RECREATIVAS, CULTURAIS E DESPORTIVAS
92.13 Projeção de filmes e de vídeo 0,91 0,36
92.21 Atividades de rádio 0,64 0,61
92.22 Atividades de televisão 0,77 0,51
92.33 Outras atividades de espetáculos 0,44 0,15
92.53
Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais e
reservas ecológicas
0,42 0,28
92.61 Atividades desportivas 0,53 0,30
92.62 Outras atividades relacionadas ao lazer 0,36 0,44
SERVIGOS PESSOAIS
93.01 Lavanderias e tinturarias 0,64 0,40
93.09 Outras atividades de serviços pessoais 0,64 0,25
COELCE
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
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1
SET/2002
68/108
ANEXOS
ANEXO I - FORMULÁRIO PARA LEITURA DE TRANSFORMADOR
COELCE ÓRGÃO: __________________
LEITURA DE CARGA EM TRANSFORMADOR
OF.N.º: _____________________________ PDO N.º: ________________________
ENDEREÇO: _________________________________________
PROJETISTA: ________________________________________
DATA DE ENTREGA: ____/____/_____ DATA DE RECEBIMENTO: ____/____/_____
DADOS COLETADOS
TRANSFORMADOR - 01 TRANSFORMADOR - 02
CÓDIGO DO POSTE: CÓDIGO DO POSTE:
POTÊNCIA: kVA HORA: POTÊNCIA: kVA HORA:
TENSÃO V-NA V-BN V-CN TENSÃO V-NA V-BN V-CN
CORRENTE I - A I - B I - C I - N CORRENTE I - A I - B I - C I - N
BARRAMENTO BARRAMENTO
I - 01 I - 01
I - 02 I - 02
I - 03 I - 03
I - 04 I - 04
TRANSFORMADOR - 03 TRANSFORMADOR - CLIENTE
CÓDIGO DO POSTE: CÓDIGO DO POSTE:
POTÊNCIA: kVA HORA: POTÊNCIA: kVA HORA:
TENSÃO V-AN V-BN V-CN TENSÃO V-AN V-BN V-CN
CORRENTE I - A I - B I - C I - N CORRENTE I - A I - B I - C I - N
BARRAMENTO BARRAMENTO
I - 01 I - 01
I - 02 I - 02
I - 03 I - 03
I - 04 I - 04
COELCE
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69/108
ANEXO II – RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR
RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÂO PRELIMINAR
- ELETRIFICAÇÃO RURAL -
ÓRGÃO: Nº
 DATA: ___/___/___
IDENTIFICAÇÃO DA ORDEM DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR
Nº ___________________ ORDEM DA SOLICITAÇÃO ___________________________________________________________________
PROTOCOLO: _______________________________MUNICÍPIO___________________________________________________________
INFORMAÇÕES GERAIS
RDR PRETENDIDA_______________________________________________________________________________________________
SUPORTE ENERGÉTICO – ALIMENTADOR/RDR: _____________________________________________________________________
- SUBESTAÇÃO: __________________________________________________________________________________
EXTENSÃO APROX: ________KM Nº APROX. DE CONSUMIDORES: _____________________________
PREDOMINÂMCIA DE CARGAS - MONOFÁSICAS _________% (Uso doméstico)
 - TRIFÁSICAS ___________% (Atividade Econômica)
POTENCIALIDADE PARA EXPLORAÇÃO DA ÁREA:
SUPORTE VIÁRIO BR ( ) CE ( ) ESTRADA MUNICIPAL ( )
ESTRUTURA FUNDIÁRIA PREDOMINANTE - MINIFUNDIO ( ) MÉDIA PROP. ( ) GRANDE PROP. ( )
EXISTÊNCIA DE RECURSOS HÍDRICOS - AÇUDES ( ) RIO ( ) RIACHO ( ) POÇO ( )
 - CONDIÇÕES DE APROVEITAMENTO: BOA ( ) REGULAR ( ) FRACA ( )
PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS:
PECUÁRIA (TIPO) ______________________________________________________________________________________________
 - INTENSIDADE DE EXPLORAÇÃO BOA ( ) REGULAR ( ) FRACA ( )
AGRICULTURA (PRINCIPAIS PRODUTOS): ________________________________________________________________________
USO DE MOTORES DIEISL:
NA IRRIGAÇÃO: SIM ( ) NÃO ( )
SE POSITIVO, CLASSIFICAR: SIGNIFICATIVO ( ) REGULAR ( ) FRACA ( )
OUTROS: SIM ( ) NÂO ( )
SE POSITIVO, CLASSIFICAR: SIGNIFICATIVO ( ) REGULAR ( ) FRACA ( )
AGLOMERADOS POPULACIONAIS:
 ________________________Nº DE CASAS: ________________________
 ________________________Nº DE CASAS: ________________________
 ________________________Nº DE CASAS: ________________________
PARECER
SEM VIABILIDADE: :____________________________________________________________________________ ( )
COM VIABILIDADE : - BOA:: _____________________________________________________________________ ( )
 - REGULAR:_________________________________________________________________ ( )
 - FRACA: ___________________________________________________________________ ( )
CUSTO ESTIMADO DA RDR _____________________________________________________________________
OBSERVAÇÕES:
TÉCNICO REPONSÁVEL:
ASSINATURA
VISTO DA CHEFIA:
ASSINATURA
COELCE
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ANEXO III – CADASTRO RURAL
COELCE
Nº
ÓRGÃO
CADASTRO RURAL
DATA: _____/____/______
1 - IDENTIFICAÇÃO
PROPRIETÁRIO:
APELIDO: PROFISSÃO: CPF:
ENDERÊÇO: FONE:
NOME DA PROPRIEDADE: MUNICÍPIO:
RDR: COOPERATIVA:2 - BENS DA PROPRIEDADE:
2.1 - AREA (Ha)
CULTIVADA PASTAGEM NATIVA OUTRAS TOTAL
2.2 - BENFEITORIAS QUANT. 2.3 - EQUIPAMENTOS QUANT. POT.(cv) FUNC. (h)
CASA SEDE MOTO BOMBA
CASA DE COLONO MOTO FORRAGEIRA
ARMAZEM ENGENHO
ESTABULO DEBULHADOR MILHO
CASA DE FARINHA AVIAMENTO
AÇUDE
CACIMBÃO
POÇO PRODFUNDO
3 - PRINCIPAIS PRODUÇÕES
3.1 - AGRÍCOLA UNID. QUANT. 3.2- PECUÁRIA UNID. QUANT.
ALGODÃO
ARROB
A
CRIAÇÃO DE BOVINOS CABEÇA
MILHO SACO CRIAÇÃO DE OVINOS CABEÇA
FEIJÃO SACO CRIAÇÃO DE CAPRINOS CABEÇA
ARROZ SACO CABEÇA
CANA T kg
FORRAGEIRAS Há kg
SILAGEM T CABEÇA
MANDIOCA T DÚZIA
3.3 AGROINDUSTRIAL UNID. QUANT. 3.4INDUSTRIAS RURAIS UNID. QUANT.
AGUARDENTE L TELHA MILHEIRO
RAPADURA CARGA TIJOLO MILHEIRO
FARINHA SACO
4 - RENDA:
RENDA DA PROPRIEDADE OUTRAS RENDAS RENDA TOTAL
COELCE
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71/108
 UTILIZAÇÃO DE ENERGIA (Verso do Cadastro Rural)
5 - NA AGRICULTURA ( cv)
5.1 - AGROINDÚSTRIAS/ INDÚSTRIAS
RURAIS
ATUAL FUTURO 5-2 - IRRIGAÇÃO ATUAL FUTURO
 AVIAMENTO CAPIM Ha cv Ha cv
 BENEFICIAMENTO DE ARROZ CANA
 ENGENHO ARROZ
 CERÂMICA
 TOTAL TOTAL
6 - NA PECUÁRIA ( CV / kW)
ESPECIFICAÇÃO ATUAL FUTURO ESPECIFICAÇÃO ATUAL FUTURO
 FORRAGEIRA CHOCADEIRA
 TRITUTARADO CAMPÂNULAS
 RESFRIADOR DE LEITE COMEDOUROS
7 - PARA FINS DOMÉSTICOS ( kW)
ESPECIFICAÇÃO QUANT. POTÊNCIA ESPECIFICAÇÃO QUANT. POTÊNCIA
 LÃMPADA TELEVISOR
 RÁDIO ELETROBOMBA RESIDENCIAL
 FERRO ELE´TRICO
 LIQUIDIFICADOR
 GELADEIRA TOTAL
8 - DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS
PONTO (S) DE CARGA(S) EQUIPAMENTOS A UTILIZAR CARGA
cv kVA
 TOTAL
9 - TRANSFORMADOR EXISTENTE NA ÁREA
NÚMERO POTÊNCIA
( kVA)
FASES Nº CONSUMIDORES LIGADOS CARGA TOTAL ( kW)
TRIFÁSICO ( )
MONOFÁSICO ( )
10 - OBSERVAÇÃO
DADOS COLHIDOS POR: DATA:
COELCE
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ANEXO IV – RELATÓRIO SUMÁRIO DE PROJETO
IDENTIFICAÇÃO DO INTERESSADO:
Nome:
Endereço:
IDENTIFICAÇÃO DA OBRA:
Projeto: Pep Indef. ODI Pep Indef. ODX Tipo de Instalação
Nome da Obra: Nº Documento COELCE
Descrição da Obra:
Endereço: Ponto de Referência:
Subestação/Alimentador: Localidade:
Itens Orçamentários: Encargo de Responsabilidade da Concessionária Quantidade
Valor
Número /Atividade ODI Número /Atividade ODD Número /Atividade ODS-P Número /Atividade ODS-IP
COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS:
CUSTO GERAL ODI ODD ODS ODR MANUT
Material (110)
mão-de-obra (211)
Engenharia/Supervisão(010)
Transporte (222)
Administração Geral (994)
VALOR TOTAL
VALOR DA OBRA
PROPORCIONALIDADE COELCE =
ORIGEM DOS RECURSOS TRAFO (S) INFORMAÇÕES ADICIONAIS
ESPECIFICAÇÃO VALOR TIPO IMPL. RET IP INTERIOR(R$): TIPO DE OBRA
IMPLANTAÇÃO RETIRADA
DESCRIÇÃO
QTDE VALOR QTDE VALOR
POSTES EXTENSÂO (M)
 ALTA TENSÃO
 MRT
 BIFÁSICA
 TRIFÁSICA
 BAIXA TENSÃO
 MONOFÁSICA
 BIFÁSICA
 TRIFÁSICA
TRAFOS LUMINÁRIAS
TOTAL
POTÊNCIA (KVA):
UNID. CONSUMO: RESIDENCIAL
 RURAL
 NEM RESIDENCIAL/NEM RURAL
ÍNDICES COEFICIENTES TIPOS DE CABO
CONCESSIONÁRIA
 MATERIAL SALVADO
 MANUTENÇÃO
 ENC.RESP.CONCESSION
 PROPORC.COELCE
 RECURSOS PRÓPRIOS
 OBRA DE SUPORTE
INTERESSADO ODS
 CONTRIB. MATERIAL
 KVA POR CONTA
 CONTRIB. FINANCEIRA
 IP - FORTALEZA
INTERESSADO ODI
 CONTRIB. MATERIAL
 CONTRIB. SERVIÇOS
 CONTRIB. FINANCEIRA
TAXA DE PROJETO
UNIDADE CONSUMO/POSTE
UNIDADE CONSUMO/KM
VLR.OBRA/UND CONSUMO
R$/KM
KVA/KM
COBRE ( )
ALUMÍNI O ( )
AÇO ZINCADO ( )
VALOR A PAGAR
LÃMPADA (S)
TOTAL
POTÊNCIA TRAFO EXISTENTE
POTÊNCIA NOVO TRAFO
POTÊNCIA SOLICITADA
PROPORCIONALIDADE
RESPONSÁVEL:
EM ____/____/____
CHEFE DO DEPARTAMENTO
EM _____/____/_____
1. Este orçamento é válido por 60 dias a partir do dia 22/02/2202. Vencido o prazo, deve ser feito outro orçamento.
2. Satisfeitas as condições estabelecidas na legislação vigente (incluí do pagamento do orçamento), a obra será iniciada no prazo
máximo de 45 dias.
COELCE
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ANEXO V - SIMBOLOGIA
SIMBOLOGIA DOS CONDUTORES
Condutor cobre bitola 2 AWG C002
Condutor cobre bitola 4 AWG C004
Condutor cobre bitola 6 AWG C006
Condutor cobre bitola 1/0 AWG C010
Condutor cobre bitola 2/0 AWG C020
Condutor cobre bitola 3/0 AWG C030
Condutor cobre bitola 4/0 AWG C040
Condutor alumínio bitola 2 AWG A002
Condutor alumínio bitola 4 AWG A004
Condutor alumínio bitola 1/0 AWG A010
Condutor alumínio bitola 2/0 AWG A020
Condutor alumínio bitola 4/0 AWG A040
Condutor alumínio bitola 266 MCM A266
Condutor alumínio liga 40-A3-7 seção 46,5 mm² L040
Condutor alumínio liga 63-A3-7 seção 73,2 mm² L063
Condutor alumínio liga 100-A3-19 seção 116 mm² L100
Condutor alumínio liga 160-A3-19 seção 186 mm² L160
Condutor alumínio liga 200-A3-19 seção 232 mm² L200
Condutor alumínio liga 250-A3-19 seção 290 mm² L250
Condutor cobre seção 16 mm² C016
Condutor cobre seção 25 mm² C025
Condutor cobre seção 35 mm² C035
Condutor cobre seção 50 mm² C050
Condutor cobre seção 70 mm² C070
Condutor cobre seção 95 mm² C095
Cabo Multiplexado de Alumínio 1x25 mm² = 1x25 mm² AMM25
Cabo Multiplexado de Alumínio 3x25 mm² = 1x50 mm² AM25
Cabo Multiplexado de Alumínio 3x50 mm² = 1x50 mm² AM50
Cabo Multiplexado de Alumínio 3x95 mm² = 1x50 mm² AM95
Cabo Multiplexado de Alumínio 3x150 mm² = 1x70 mm² AM150
Cabo Multiplexado de Cobre 1x16 mm² = 1x16 mm² CMM16
Cabo Multiplexado de Cobre 3x16 mm² = 1x16 mm² CM16
Cabo Multiplexado de Cobre 3x35 mm² = 1x35 mm² CM35
Cabo Multiplexado de Cobre 3x70 mm² = 1x50 mm² CM50
Cabo Multiplexado de Cobre 3x95 mm² = 1x50 mm² CM70
Cabo de Alumínio Coberto 70 mm² CAC70
Cabo de Alumínio Coberto185 mm² CAC185
Cabo de Alumínio Coberto 240 mm² CAC240
COELCE
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ANEXO V - SIMBOLOGIA (continuação)
COELCE
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REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
1
SET/2002
75/108
ANEXO V - SIMBOLOGIA (continuação)
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
1
SET/2002
76/108
ANEXO VI – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM BT
COELCE
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
1
SET/2002
77/108
ANEXO VII – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM MT
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA
CP- 01
78/108
1
SET/2002
ANEXO VIII - GUIA DE INSPEÇÃO
APLICAÇÃO: CHECK-LIST PARA RECEBIMENTO DEOBRAS
Departamento: Distrito: Município: N° Projeto:
ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO
SIM NÃO
1.0 POSTE(S) DUPLO T:
1.1 O poste está aprumado ?
1.2 O poste se encontra avariado ?
1.3 A posição/ esforço está adequado e de acordo com o projeto?
1.4 A altura está adequada e de acordo com o projeto ?
1.5 O engastamento do poste está adequado ?
1.6 O acabamento do poste está adequado ?
1.7 Está conforme padronizado na ET-300 ?
2.0 ESTRUTURA(S):
2.1 De alinhamento estão de acordo com o padrão/ projeto ?
2.2 De pequena deflexão estão de acordo com o padrão/projeto?
2.3 De ângulo estão de acordo com o padrão/projeto ?
2.4 De ancoragem estão de acordo com o padrão/projeto ?
2.5 De travessia estão de acordo com o padrão/projeto ?
COELCE
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA
CP- 01
79/108
1
SET/2002
ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO
SIM NÃO
2.6 Os isoladores estão adequados e de acordo com o PM ?
2.7 As amarrações nos isoladores estão bem trabalhadas ?
2.8 Os cruzamentos de rede estão de acordo o padrão/projeto?
3.0 DESCARREGADOR DE CHIFRES (Fora de padrão)
4.0 PÁRA-RAIO(S) :
4.1 Estão instalados de acordo com o padrão/projeto ?
4.2 Apresentam lascas, trincas ou estão quebrados ?
4.2 Apresentam lascas, trincas ou estão quebrados ?
4.3 As conexões com a fase e a terra estão adequadas ?
4.4 Está conforme padronizado no PM ?
5.0 CHAVE(S) SECCIONADORA(S) / CHAVE(S) FUSÍVEL:
5.1 A sua instalação esta de acordo com a especificação/projeto ?
5.2 A lâmina da faca se encontra empenada ?
5.3 O tubo fenolite esta regulado e sem queimaduras ?
5.4 Os isoladores estão quebrados, com trincas ou lascas ?
5.5 As conexões da chave estão em perfeitas condições ?
COELCE
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA
CP- 01
80/108
1
SET/2002
ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO
SIM NÃO
5.6 As chaves possuem o gancho para abertura em carga ?
5.7 Estão conforme padronizado no PM ?
6.0 TRANSFORMADOR(ES) :
6.1 Estão corretamente instalados conforme especificação e PE ?
6.2 Carcaça, tampa, buchas MT/BT e conexões estão adequadas ?
6.3 A potência pintada na carcaça é idêntica placa identificação ?
6.4 A potência nominal esta conforme projeto ?
6.5 O CN esta corretamente pintado ?
6.6 As tensões nominais são as padronizadas na COELCE ?
6.7 Está conforme padronizado no PM ?
7.0 CONDUTOR(ES):
7.1 Existe situação de cabo baixo ?
7.2 Os condutores estão nivelados e tensionados adequadamente?
7.3 Existem cabos com emendas ?
7.4 As conexões e terminações dos cabos pré-reunidos estão
corretamente isolados ?
7.5 Os vão de BT são de no máximo 40 metros ?
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA
CP- 01
81/108
1
SET/2002
ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO
SIM NÃO
7.6 Nas travessias os vãos são de ancoragem ?
8.0 ATERRAMENTO(S) / SECCIONAMENTO(S) DE CERCA:
8.1 Do transformador está de acordo com o CP-014/projeto ?
8.2 A vala do aterramento foi encontrada aberta para checagem ?
8.3 De cercas, estão adequados e foram indicados no projeto ?
 9.0 ESTAI(S) :
9.1 Os estais de MT/BT estão de acordo com o CP-014 ?
9.2 Estão adequadamente tensionados ?
9.3 Foi utilizado material padronizado ?
10.0 ARMAÇÃO(OES) DE BT(S):
10.1 Estão de acordo com o CP /projeto?
10.2 Estão fixadas adequadamente no poste, cruzeta ou afastador ?
10.3 Está conforme padronizado no PM ?
11.0 CONEXÃO(ÕES):
11.1 Da rede de MT/BT estão adequadas ?
11.2 Os jamps de MT estão passando por cima da cruzeta ?
COELCE
Companhia Energética do Ceará
Código
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Emissão
CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA
CP- 01
82/108
1
SET/2002
ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO
SIM NÃO
11.3 Os jamps BT estão adequados ?
12.0 OUTROS ITENS:
12.1 Caixa de proteção sec. foi instalada corretamente?
12.1 Caixas de derivação foram instaladas corretamente ?
12.2 A construção da obra esta compatível com o projeto ?
12.4 A poda das árvores foi realizada de forma adequada ?
12.5 O acabamento das caçadas esta correto ?
DEMAIS OBSERVAÇÕES
____________________, ________ de _______________ de 20____
Assinatura: _______________________________________________
COELCE
Companhia Energética do Ceará
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CRITÉRIO DE PROJETO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E
DE BAIXA TENSÃO
CP- 01
83/108
1
SET/2002
DESENHOS
XXXX
COELCE
Companhia Energética do Ceará
COELCE
Companhia Energética do Ceará
COELCE
Companhia Energética do Ceará

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