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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO - DD GERÊNCIA DE ENGENHARIA E OBRAS DE ALTA TENSÃO - GERENG COELCE Companhia Energética do Ceará CRITÉRIO DE PROJETO CP 01 / 2002 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO DEPARTAMENTO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS - DNORM COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 1/108 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 2/108 A P R E S E N T A Ç Ã O O presente CRITÉRIO DE PROJETO CP 01/2002 - REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO, substitui o CP 01/85 - Critério de Projeto Rede de Distribuição Aérea Urbana; o CP 02/84 - Rede de Distribuição Aérea Rural; o CP 014/98 - Rede de Distribuição Aérea Convencional – DAC e o CP 013 – Rede de Distribuição Aérea Econômica. – DAE. Com a emissão deste Critério de projeto a COELCE procura atualizar as suas Normas Técnicas de acordo com a legislação vigente e com a tecnologia mais avançada do Setor Elétrico. Na concepção e elaboração do Projeto de Rede de Distribuição foi levado em consideração a necessidade de se oferecer aos consumidores da COELCE uma boa qualidade de energia e serviço dentro das exigências dos órgãos reguladores. Foi dada especial atenção a segurança e estética de modo que a rede seja segura, tenha um bom aspecto visual e seja integrada com o meio ambiente de modo a minimizar o impacto com os locais onde for instalada. Elaboração: Antonio Ribamar Melo Filgueira - DNORM Jacinta Maria Mota Sales - DNORM José Deusimar Ferreira - DNORM Colaboradores: Fábio da Rocha Ribeiro - DOMEB Francisco Queiróz Martins - DOMEB Ricardo Lima de Freitas - DEOBE Apoio: Italo Romeiro Vanderlei - DNORM Maria Alvimar Nogueira Varela - DNORM Pedro Paulo Meneses Neto - DNORM COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 3/108 Í N D I C E 1 INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................................................7 2 OBJETIVO ......................................................................................................................................................................7 3 CAMPO DE APLICAÇÃO ............................................................................................................................................7 3.1 NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES............................................................................................................7 3.1.1 Normas COELCE .............................................................................................................................................7 3.1.2 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT .....................................................................8 3.2 REDES AÉREAS EM ÁREAS SUJEITAS À CORROSÃO.....................................................................................................8 4 TERMINOLOGIA ..........................................................................................................................................................8 4.1 ALIMENTADOR DE DISTRIBUIÇÃO..............................................................................................................................8 4.2 BAIXA TENSÃO - BT..................................................................................................................................................8 4.3 CABO COBERTO.........................................................................................................................................................8 4.4 CABO MULTIPLEXADO OU PRÉ-REUNIDO...................................................................................................................8 4.5 CARGA INSTALADA....................................................................................................................................................8 4.6 CERCA ELETRIFICADA ...............................................................................................................................................8 4.7 CONSUMIDOR NÍVEL “A” ..........................................................................................................................................8 4.8 CONSUMIDOR NÍVEL “B”...........................................................................................................................................9 4.9 CONSUMIDOR NÍVEL “C”...........................................................................................................................................9 4.10 CONSUMIDOR NÍVEL “D” ........................................................................................................................................9 4.11 DEMANDA DIVERSIFICADA......................................................................................................................................9 4.12 DEMANDA MÁXIMA.................................................................................................................................................9 4.13 DEMANDA MÉDIA....................................................................................................................................................9 4.14 DESMATAMENTO .....................................................................................................................................................9 4.15 FAIXA DE SERVIDÃO................................................................................................................................................9 4.16 FATOR DE CARGA ....................................................................................................................................................9 4.17 FATOR DE CORREÇÃO SAZONAL..............................................................................................................................9 4.18 FATOR DE DEMANDA...............................................................................................................................................9 4.19 FATOR DE DIVERSIDADE..........................................................................................................................................9 4.20 FATOR DE POTÊNCIA..............................................................................................................................................10 4.21 FATOR DE UTILIZAÇÃO..........................................................................................................................................10 4.22 FATOR DE SIMULTANEIDADE .................................................................................................................................10 4.23 MAPA CHAVE ........................................................................................................................................................10 4.24 MÉDIA TENSÃO - MT ............................................................................................................................................10 4.25 NÚCLEO POPULACIONAL RURAL ...........................................................................................................................10 4.26 PERFIL PLANI-ALTIMÉTRICO ..................................................................................................................................10 4.27 PLANTACADASTRAL .............................................................................................................................................10 4.28 PLANTA DE SITUAÇÃO ...........................................................................................................................................10 4.29 PONTO DE LIGAÇÃO...............................................................................................................................................10 4.30 RAMAL DE ALIMENTADOR.....................................................................................................................................10 4.31 RAMAL DE LIGAÇÃO..............................................................................................................................................10 4.32 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA - RDU...................................................................................................10 4.33 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL – RDR.....................................................................................................11 4.34 REDE DE MÉDIA TENSÃO.......................................................................................................................................11 4.35 REDE DE BAIXA TENSÃO .......................................................................................................................................11 4.36 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO....................................................................................................................................11 4.37 SOBRECARGA.........................................................................................................................................................11 4.38 TRONCO ALIMENTADOR ........................................................................................................................................11 4.39 ZONAS DE CORROSÃO SALINA...............................................................................................................................11 5 CONSIDERAÇÕES GERAIS.....................................................................................................................................11 5.1 TIPOS DE PROJETOS .................................................................................................................................................11 5.1.1 Projeto de Extensão.........................................................................................................................................11 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 4/108 5.1.2 Projeto de Reforço...........................................................................................................................................11 5.1.3 Projeto de Reforma..........................................................................................................................................12 5.1.4 Projeto de Melhoria.........................................................................................................................................12 5.2 REDES LOCALIZADAS EM DOMÍNIOS PARTICULARES...............................................................................................12 5.3 CERCA ELETRIFICADA .............................................................................................................................................12 5.3.1 Finalidade da Cerca Eletrificada ....................................................................................................................12 5.3.2 Recomendações de Segurança.........................................................................................................................12 5.4 TENSÃO DE ATENDIMENTO DAS UNIDADES CONSUMIDORAS ..................................................................................13 5.4.1 Unidades Consumidoras Atendidas em Baixa Tensão ....................................................................................13 5.4.2 Unidades Consumidoras Atendidas em Média Tensão....................................................................................13 5.5 SIMBOLOGIA ............................................................................................................................................................13 5.6 MATERIAIS UTILIZADOS ..........................................................................................................................................13 5.7 ESTRUTURAS UTILIZADAS........................................................................................................................................13 6 PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO.......................................................................................................13 6.1 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELO ÓRGÃO DE PLANEJAMENTO...............................................................14 6.1.1 Obras para Atendimento a Consumidores Individuais do Grupo A ................................................................14 6.1.2 Alimentadores e Redes.....................................................................................................................................14 6.2 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELOS ÓRGÃOS DE PROJETO .....................................................................14 7 PROJETO DA REDE ..................................................................................................................................................14 7.1 PLANEJAMENTO BÁSICO ..........................................................................................................................................14 7.1.1 Obtenção de Dados Preliminares....................................................................................................................14 7.1.2 Aproximação de Aeroportos ............................................................................................................................15 7.1.3 Traçado da Rede Aérea ...................................................................................................................................15 7.1.4 Locação da Posteação.....................................................................................................................................17 7.1.5 Plantas.............................................................................................................................................................18 7.2 LEVANTAMENTO DA CARGA....................................................................................................................................20 7.2.1 Consumidores Especiais..................................................................................................................................20 7.2.2 Iluminação Pública..........................................................................................................................................21 7.2.3 Rede de Baixa Tensão......................................................................................................................................21 7.2.4 Rede de Média Tensão.....................................................................................................................................23 7.2.5 Estimativa da Carga em Rede de Distribuição Rural......................................................................................25 7.3 PREVISÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DA CARGA ..................................................................................................25 7.3.1 Taxa de Crescimento em RDU.........................................................................................................................257.3.2 Taxa de Crescimento de Carga em RDR .........................................................................................................25 7.4 CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACORDO COM A DENSIDADE DE CARGA ................................................................26 7.5 CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA REDE...........................................................................................................................26 7.5.1 Rede de Baixa Tensão......................................................................................................................................26 7.5.2 Rede de Média Tensão.....................................................................................................................................26 7.6 INTEGRAÇÃO DA REDE AÉREA COM O MEIO AMBIENTE ..........................................................................................26 7.7 REGULAÇÃO E SUPORTE DE TENSÃO .......................................................................................................................27 7.8 BANCO DE CAPACITORES.........................................................................................................................................27 7.9 APLICAÇÃO CONJUNTA DE BANCO DE REGULADORES E BANCO DE CAPACITORES ................................................27 7.10 AUTOMAÇÃO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO ...........................................................................................................27 8 DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO.........................................................................................................................28 8.1 TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO ...................................................................................................................28 8.1.1 Localização dos Transformadores...................................................................................................................28 8.1.2 Potência Nominal dos Transformadores .........................................................................................................28 8.1.3 Escolha do Número de Fases do Transformador ............................................................................................28 8.1.4 Escolha da Potência Nominal do Transformador ...........................................................................................28 8.1.5 Potência e Carregamento dos Transformadores a Serem Instalados..............................................................29 8.2 REDE DE BAIXA TENSÃO .........................................................................................................................................30 8.2.1 Condutores Padronizados ...............................................................................................................................30 8.2.2 Níveis de Tensão..............................................................................................................................................30 8.3 REDE DE MÉDIA TENSÃO.........................................................................................................................................30 8.3.1 Condutores Padronizados ...............................................................................................................................30 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 5/108 8.3.2 Escolha dos Condutores da Rede de Média Tensão ........................................................................................30 8.3.3 Dimensionamento ............................................................................................................................................31 8.3.4 Níveis de Tensão..............................................................................................................................................31 8.3.5 Queda de Tensão .............................................................................................................................................31 8.4 PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ................................................................................................................................32 8.4.1 Proteção de Transformadores .........................................................................................................................32 8.4.2 Proteção de BT para Iluminação Pública .......................................................................................................33 8.4.3 Proteção da Rede de Média Tensão ................................................................................................................33 8.5 IDENTIFICADOR DE FALHA.......................................................................................................................................34 9 ATERRAMENTO ........................................................................................................................................................35 9.1 CONDUTORES DE ATERRAMENTO ............................................................................................................................35 9.2 HASTES DE ATERRAMENTO .....................................................................................................................................35 9.3 ATERRAMENTO NA MT............................................................................................................................................35 9.4 ATERRAMENTO NA BT.............................................................................................................................................35 9.5 ATERRAMENTO DE CERCAS .....................................................................................................................................36 9.6 ATERRAMENTO EM ROCHAS ....................................................................................................................................36 9.7 PROFUNDIDADE DA HASTE DE TERRA......................................................................................................................36 9.8 CONEXÕES...............................................................................................................................................................36 10 DIMENSIONAMENTO MECÂNICO .....................................................................................................................37 10.1 ESCOLHA DE POSTES, ESTRUTURAS E CONDUTORES .............................................................................................37 10.1.1 Postes.............................................................................................................................................................37 10.1.2 Engastamento de Postes ................................................................................................................................37 10.1.3 Determinação do Esforço Nominal dos Postes..............................................................................................37 10.1.4 Estruturas e Condutores ................................................................................................................................37 10.1.5 Emendas de Condutores ................................................................................................................................38 10.2 ESTAIAMENTO .......................................................................................................................................................38 10.2.1 Estai de Cruzeta a Poste................................................................................................................................3810.2.2 Estai de Poste a Poste....................................................................................................................................38 10.2.3 Estai poste-haste âncora................................................................................................................................38 10.3 TRAVESSIAS E APROXIMAÇÕES..............................................................................................................................39 10.3.1 Sobre outras Redes ........................................................................................................................................39 10.3.2 Sobre as Águas Navegáveis ou Não ..............................................................................................................39 10.3.3 Sobre Rodovias ..............................................................................................................................................39 10.3.4 Sobre Ferrovias .............................................................................................................................................39 11 PROJETO ...................................................................................................................................................................40 11.1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO.................................................................................................................................40 11.1.1 Identificação do Engenheiro Responsável.....................................................................................................40 11.1.2 Memorial Descritivo......................................................................................................................................40 11.1.3 Documentação ...............................................................................................................................................41 11.1.4 Planta da Rede...............................................................................................................................................41 11.1.5 Perfil Plani-altimétrico..................................................................................................................................41 11.1.6 Desenhos de Detalhes...................................................................................................................................42 11.2 ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO........................................................................................................................42 12 EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA ..............................................................................................42 12.1 LIMPEZA DA FAIXA DE SERVIDÃO..........................................................................................................................42 12.2 EXECUÇÃO DA OBRA .............................................................................................................................................42 12.2 ATUALIZAÇÃO DAS PLANTAS E CODIFICAÇÃO DE POSTES E ESTRUTURAS ............................................................43 12.3 FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO....................................................................................................................43 TABELAS ..........................................................................................................................................................................44 TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES NUS ..................................................................................................45 TABELA 2 - CONDUTOR DE ALUMÍNIO COBERTO - CAC (PARA REDE COMPACTA/SPACER) – 15 KV ...........................45 TABELA 3 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV.................................................45 TABELA 4 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE COBRE ISOLADO EM XLPE – 0,6 / 1 KV ...................................................46 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 6/108 TABELA 5 - POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR A SER INSTALADO .....................................................................................46 TABELA 6 - CARREGAMENTO MÁXIMO PERMITIDO EM TRANSFORMADORES..................................................................46 TABELA 7 - UTILIZAÇÃO DOS POSTES..............................................................................................................................47 TABELA 8 - DIMENSIONAMENTO CONDUTOR PRÉ-REUNIDO X TRANSFORMADOR..........................................................47 TABELA 9 - POSTES PADRONIZADOS PARA MONTAGEM DE TRANSFORMADORES ............................................................48 TABELA 10 - POSTES PADRONIZADOS PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO..............................................................................48 TABELA 11 - TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL..................................................................................................................49 TABELA 12 - DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA...........................................................................................................49 TABELA 13 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT MONOFÁSICA ..........................................................................49 TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT TRIFÁSICA ...............................................................................49 TABELA 15 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM BT (KVA POR 100M) ...........................................................................50 TABELA 16 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM MT (KΩ / KM – 13800V) ......................................................................50 TABELA 17 - NÍVEIS DE TENSÃO .....................................................................................................................................50 TABELA 18 - TRANSFORMADOR X ELO FUSÍVEL..............................................................................................................50 TABELA 19 - FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES URBANOS ......................................................................51 TABELA 20 - FATOR DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES RURAIS..............................................................................51 TABELA 21 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA DE CONSUMIDORES DE BT ...............................................52 TABELA 22 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA CONSUMIDORES DE MT ....................................................58 ANEXOS ............................................................................................................................................................................68 ANEXO I - FORMULÁRIO PARA LEITURA DE TRANSFORMADOR .......................................................................................68 ANEXO II – RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR.................................................................................................69 ANEXO III – CADASTRO RURAL ......................................................................................................................................70 ANEXO IV – RELATÓRIO SUMÁRIO DE PROJETO .............................................................................................................72 ANEXO V - SIMBOLOGIA ................................................................................................................................................73 ANEXO VI – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM BT ....................................................................................................76 ANEXO VII – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM MT ..................................................................................................77ANEXO VIII - GUIA DE INSPEÇÃO ................................................................................................................................78 DESENHOS .......................................................................................................................................................................83 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 7/108 1 INTRODUÇÃO Esta Norma pode, em qualquer tempo, ser modificada por razões de ordem técnica ou legal, motivo pelo qual os interessados devem periodicamente, consultar a COELCE quanto às eventuais alterações. 2 OBJETIVO Esta Norma visa estabelecer as etapas e requisitos mínimos necessários para elaboração de projetos de Redes de Distribuição Aéreas de Média e de Baixa Tensão. Nela são definidos os critérios gerais que devem ser empregados pelos órgãos de projeto da COELCE e demais projetistas, na busca das melhores soluções, visando otimizar os investimentos a serem feitos no sistema elétrico, para fornecimento de energia com qualidade e segurança. 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Estes critérios aplicam-se aos projetos de extensão, reforço, reforma e melhoria de Redes Aéreas de Distribuição, em Média Tensão de 13.800 volts e de Baixa Tensão de 380/220 volts localizadas nas áreas de concessão da COELCE. 3.1 NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Durante as etapas de planejamento, projeto e execução da obra devem ser observadas as seguintes Normas, em suas últimas revisões ou outras pertinentes que vierem a ser publicadas: 3.1.1 Normas COELCE a) Critérios de Execução • CE 02 – Levantamento Topográfico - CE b) Padrões de Estrutura - PE • PE 031 – Rede Primária de Distribuição Aérea de Energia Elétrica Urbana e Rural; • PE 032 – Rede Compacta Protegida – 15 kV • PE 038 – Rede Secundária de Distribuição Aérea em BT 380/220 V; c) Padrões de Material - PM • PM 01 – Padrão de Material; • PM 02 – Padrão de Material para Ambientes Agressivos; d) Procedimentos Operacionais - POP • POP 10 – Procedimentos de Medição de Tensão nos Alimentadores de Média Tensão; e) Procedimentos de Execução - PEX • PEX 14 – Construção de Redes de Média Tensão; • PEX 15 – Construção de Redes de Baixa Tensão; • PEX 16 – Construção de Redes de Média Tensão com Cabo Spacer; • PEX 23 – Inspeção em Redes de Média Tensão; • PEX 27 – Desmatamento e Redesmatamento de Redes de Média e Baixa Tensão; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 8/108 f) Normas Técnicas • NT 001 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição; • NT 002 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição. g) Decisões Técnicas • DT 042 – Utilização de Materiais em Rede aérea de Distribuição; 3.1.2 Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT • NBR 5422 – Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica – Procedimento; • NBR 5433 – Redes de Distribuição Aérea Rural de Energia Elétrica – Padronização; • NBR 5434 – Redes de Distribuição Aérea Urbana de Energia Elétrica - Padronização 3.2 REDES AÉREAS EM ÁREAS SUJEITAS À CORROSÃO As redes situadas em áreas de alta poluição salina, com corrosão severa ou muito severa devem utilizar materiais e equipamentos adequados para as referidas áreas, conforme prescrições contidas na DT 042. 4 TERMINOLOGIA Para os efeitos desta norma, aplicam-se as seguintes definições, complementadas pelas definições contidas nas Normas Brasileiras da ABNT 4.1 ALIMENTADOR DE DISTRIBUIÇÃO Componente de uma rede de Média Tensão que alimenta, diretamente ou por intermédio de seus ramais, transformadores de distribuição e/ou consumidores. 4.2 BAIXA TENSÃO - BT Tensão nominal até o limite de 1.000 volts. 4.3 CABO COBERTO É um condutor com cobertura isolante, mas que não tem características de condutor isolado, tendo em vista que não apresenta confinamento do campo elétrico. 4.4 CABO MULTIPLEXADO OU PRÉ-REUNIDO É um cabo composto de vários condutores individualmente isolados e dispostos helicoidalmente formando um único conjunto, utilizando um condutor mensageiro que serve de neutro e de sustentação mecânica. 4.5 CARGA INSTALADA É a soma das potências nominais de todos os aparelhos, equipamentos e dispositivos instalados nas dependências das unidades consumidoras, os quais, em qualquer tempo, podem consumir energia elétrica. 4.6 CERCA ELETRIFICADA São cercas energizadas por meio de um equipamento denominado eletrificador, que emite pulsos elétricos pré-determinados, com intensidade inofensiva ao homem e aos animais. 4.7 CONSUMIDOR NÍVEL “A” Consumidor de pequeno porte onde o consumo predominante seja o de iluminação interior, incluindo neste nível os consumidores de baixa renda. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 9/108 4.8 CONSUMIDOR NÍVEL “B” Consumidor de classe média, com utilização de aparelhos eletrodomésticos convencionais. 4.9 CONSUMIDOR NÍVEL “C” Consumidor de classe média alta, com carga de iluminação significativa, aparelhos de ar condicionado, chuveiros elétricos etc. 4.10 CONSUMIDOR NÍVEL “D” Consumidor de classe alta, onde haja abundância de iluminação interna e externa, utilização de pequenas centrais de refrigeração ambiental e outros serviços domésticos significativos. 4.11 DEMANDA DIVERSIFICADA Demanda resultante da carga, tomada em conjunto, de um grupo de consumidores. 4.12 DEMANDA MÁXIMA Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado. 4.13 DEMANDA MÉDIA Razão da quantidade de energia elétrica consumida durante um intervalo de tempo especificado, para esse intervalo. 4.14 DESMATAMENTO Compreende o corte e retirada da vegetação que se encontra na faixa de passagem da rede aérea a ser construída, com largura total de 6,0 metros para rede de Média Tensão e de 3,0 metros para rede de Baixa Tensão, observando o disposto no Desenho 01.04. 4.15 FAIXA DE SERVIDÃO Corresponde a faixa do terreno onde passa a rede aérea, em toda a sua extensão e cuja largura é determinada pela classe de tensão e estruturas utilizadas. A faixa de servidão das redes rurais da COELCE corresponde a 3,0 metros para redes de BT e 6,0 metros para redes de MT, sendo 1,5 metros e 3,0 metros para cada lado do eixo das redes de BT e de MT respectivamente. Em casos excepcionais esta faixa poderá ser alterada. Na área urbana, na maioria das situações, a faixa se confunde com o arruamento já definido, devendo no entanto, serem atendidas as prescrições mínimas de distância dos condutores aos obstáculos. 4.16 FATOR DE CARGA Razão entre a demanda média e a demanda máxima ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado. 4.17 FATOR DE CORREÇÃO SAZONAL Fator de correção da demanda diversificada dos consumidores residenciais e comerciais, com o objetivo de se excluir a possibilidade de que a demanda medida não corresponda à máxima anual. 4.18 FATOR DE DEMANDA Razão da demanda máxima num intervalo de tempo especificado, para a carga total instalada. 4.19 FATOR DE DIVERSIDADE Razão da soma das demandas máximas individuais de um conjunto de equipamentos elétricos ou instalações elétricas para a demanda máxima simultânea ocorrida no mesmo intervalo de tempo especifico. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1SET/2002 10/108 4.20 FATOR DE POTÊNCIA Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado. 4.21 FATOR DE UTILIZAÇÃO Razão da máxima demanda verificada pela capacidade nominal de um sistema. 4.22 FATOR DE SIMULTANEIDADE Razão da demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas, para a soma das demandas máximas individuais ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado. 4.23 MAPA CHAVE É a planta planimétrica da área a ser atendida, reduzida para a escala 1:5000. 4.24 MÉDIA TENSÃO - MT Limite de tensão nominal acima de 1.000 V e abaixo de 69 kV. No sistema COELCE a Média Tensão é de 13,8 kV. 4.25 NÚCLEO POPULACIONAL RURAL São aglomerados populacionais com número inferior a 20 unidades de construção, ocupando uma área contínua, formando ou não arruamentos regulares. 4.26 PERFIL PLANI-ALTIMÉTRICO Representação plani-altimétrica do terreno da área específica do projeto de uma Rede de Distribuição Aérea Rural. 4.27 PLANTA CADASTRAL É uma planta na escala 1:1000 contendo todas os detalhes físicos e elétricos necessários ao cálculo do projeto da Rede de Distribuição. 4.28 PLANTA DE SITUAÇÃO É um desenho em escala adequada, com indicação do norte magnético e de pontos de referência que permitam identificar o local onde será construída, ampliada ou reformada a Rede de Distribuição. Esta planta deve apresentar pelo menos um ponto da rede da COELCE. 4.29 PONTO DE LIGAÇÃO Ponto da Rede de Distribuição do qual deriva um ramal de ligação. 4.30 RAMAL DE ALIMENTADOR Componente de um Alimentador de Distribuição que deriva diretamente de um tronco de alimentador. 4.31 RAMAL DE LIGAÇÃO É o trecho do circuito aéreo compreendido entre a Rede de Distribuição de MT ou de BT da COELCE e o ponto de entrega. 4.32 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA - RDU É a parte integrante do Sistema de Distribuição implantado dentro do perímetro urbano das cidades, distritos, vilas e povoados. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 11/108 4.33 REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL – RDR É uma conjunto de linhas elétricas, com os equipamentos e materiais diretamente associados, destinado à distribuição rural de energia elétrica. 4.34 REDE DE MÉDIA TENSÃO Parte de uma Rede de Distribuição que alimenta transformadores de distribuição e/ou pontos de entrega sob a mesma tensão primária nominal. 4.35 REDE DE BAIXA TENSÃO Parte da Rede de Distribuição derivada do secundário dos transformadores de distribuição indo até os pontos de ligação dos diversos consumidores. 4.36 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO É a parte do sistema de potência destinado ao transporte de energia elétrica, em média ou baixa tensão a partir do barramento secundário de uma subestação (onde termina a transmissão ou subtransmissão), até os pontos de consumo. 4.37 SOBRECARGA Incremento de carga adicional sobre o valor nominal, que pode ser imposto a um determinado equipamento ou circuito. 4.38 TRONCO ALIMENTADOR Componente de um Alimentador de Distribuição que transporta a parcela principal da carga total. 4.39 ZONAS DE CORROSÃO SALINA As áreas de corrosão são classificadas de acordo com a proximidade da orla marítima em Zona Moderada, Zona Mediana, Zona Severa e Zona Muito Severa e suas localizações estão definidas na DT 042. 5 CONSIDERAÇÕES GERAIS As Redes Aéreas de Distribuição devem ser instaladas em domínio público. As redes que não possam ser localizadas em domínio público devem obedecer as recomendações do item 5.2 5.1 TIPOS DE PROJETOS Os projetos de Redes Aéreas de Distribuição classificam-se em: 5.1.1 Projeto de Extensão Obras decorrentes de projetos que dão origem a novas redes ou crescimento das redes existentes para atendimento a novas cargas elétricas. Ressalta-se que as obras de extensão caracterizam-se por terem fundamentalmente a finalidade de atender a novas cargas. A construção de novos trechos para interligações de alimentadores ou com outras finalidades de natureza operacional, não se considera como expansão. 5.1.2 Projeto de Reforço São obras que atuam sobre as instalações existentes com a finalidade exclusiva de aumentar sua capacidade, para que o componente não fique sujeito a um carregamento superior ao seu limite físico. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 12/108 Ex: Troca ou adição de novos transformadores, troca de condutores, troca de equipamentos; em todos os casos por esgotamento das suas capacidades. 5.1.3 Projeto de Reforma São obras que atuam sobre as instalações existentes, com a finalidade exclusiva de melhorar as suas condições físicas, por razões de segurança, estética ou padronização. Ex: Remanejamento de linhas e redes, troca de componentes deteriorados, troca de equipamentos defeituosos. 5.1.4 Projeto de Melhoria São obras que se caracterizam por modificações nas instalações existentes ou construção de novos trechos com a finalidade de se obter condições operacionais mais vantajosas. Estas condições tanto envolvem aquelas de natureza elétrica (continuidade, confiabilidade, regulação de tensão, perdas) como de natureza econômica (custo operacional, energia não suprida etc.) Ex: Interligações para manobras, instalação de reguladores de tensão, bancos de capacitores, seccionadores. 5.2 REDES LOCALIZADAS EM DOMÍNIOS PARTICULARES Neste caso enquadram-se os Condomínios Fechados Horizontais e os Núcleos Populacionais rurais localizados em terrenos particulares a) nos Núcleos Populacionais em terrenos particulares e nos condomínios fechados horizontais, o ponto de entrega de energia deve ser localizado em cada unidade consumidora, devendo os transformadores ser instalados, sempre que possível, em domínio público, projetando-se dentro da propriedade particular somente a Rede de BT; b) projeto de iluminação pública, com exceção da Cidade de Fortaleza cuja IP é de responsabilidade da prefeitura, só deve ser elaborado mediante solicitação por escrito da prefeitura sob a qual fica a jurisdição da área de implantação da rede. Os custos decorrentes de implantação serão de responsabilidade da Prefeitura correspondente, com os encargos financeiro da COELCE conforme determina a legislação em vigor; c) deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e cancela ou portão com dimensões que possibilitem o tráfego de veículos para construção e manutenção da rede; d) termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário, para livre acesso da COELCE. 5.3 CERCA ELETRIFICADA 5.3.1 Finalidade da Cerca Eletrificada a) a finalidade da cerca eletrificada é manter animais confinados em uma determinada área ou proteger propriedades contra o acesso de animais domésticos e selvagens; b) em nenhuma hipótese deve ser usada para proteger a propriedade contra pessoas; c) a cerca eletrificada deve ser projetada por profissionais especializados e construída por empresa idônea, que possa dar garantia, assistência técnica e orientações quanto à operação do equipamento; d) o proprietário é responsável por qualquer anormalidade ou acidente que venha ocorrer na cerca eletrificada e com as pessoas e animais que possam vir a se acidentar. 5.3.2 Recomendações de Segurança a) a cerca não poderá, em nenhuma hipótese, ser eletrificada com energia diretamente da rede elétrica sem que seja por meio de eletrificador; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIODE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 13/108 b) nas aproximações ou cruzamentos da rede elétrica sobre cercas eletrificadas devem ser adotados os seguintes procedimentos: • cercas paralelas devem ficar a uma distância mínima de 30 metros do deixo da rede elétrica; • nos casos onde for necessário cruzar a rede elétrica sobre a cerca eletrificada devem ser colocados dois condutores de proteção paralelos acima da cerca, para evitar que em caso de ruptura do condutor da rede este venha a cair sobre a cerca eletrificada; • os dois condutores de proteção devem ter 60 metros de comprimento, sendo 30 metros para cada lado da rede, devendo ser aterrados nas duas extremidades, conforme Desenho 01.09 c) na utilização de cercas eletrificadas deve se observar: • devem ser fixadas placas a cada 50 metros, com os dizeres “cerca eletrificada”; • independente da sinalização, deve ser informado as pessoas da localidade sobre a existência da cerca eletrificada; • é necessário a manutenção periódica da cerca. 5.4 TENSÃO DE ATENDIMENTO DAS UNIDADES CONSUMIDORAS 5.4.1 Unidades Consumidoras Atendidas em Baixa Tensão a) serão ligados na rede de BT os consumidores com carga instalada até 75 kW quando atendidos por Rede de Distribuição Aérea e 100 kW quando atendidos por Rede de Distribuição Subterrânea ou que estejam localizados em Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras, conforme estabelecido na NT 001 e NT 003; b) os Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com potência demandada até 300 kVA. 5.4.2 Unidades Consumidoras Atendidas em Média Tensão Serão atendidos em média tensão os consumidores com carga instalada superior a 75 kW e até 2500 kW, ou maior a critério da COELCE. 5.5 SIMBOLOGIA Deve ser adotada a simbologia apresentada no Anexo V 5.6 MATERIAIS UTILIZADOS Devem ser utilizados exclusivamente os materiais padronizados nos Padrões de Materiais – PM- 01, PM-02 e Especificações Técnicas (ET) de equipamentos e materiais, em vigor na COELCE. Os materiais e equipamentos a serem utilizados nos projetos deve seguir o que determina a DT-042, especificamente nas áreas de agressão salina severa e muito severa. 5.7 ESTRUTURAS UTILIZADAS Devem ser utilizadas as estruturas padronizadas nos Padrões de Estruturas – PE-031 e PE-038 respectivamente para redes de MT e de BT 6 PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO Todas as obras a serem executadas no sistema elétrico devem ser precedidas de um adequado planejamento, antes de seu projeto e construção, devendo ser feito pelo órgão de planejamento ou de projeto, de acordo com o porte de obra. Os órgãos de projeto devem fazer o planejamento da rede de acordo com as recomendações contidas neste CP, devendo o órgão de planejamento seguir os seus próprios critérios. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 14/108 6.1 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELO ÓRGÃO DE PLANEJAMENTO Devem ser planejadas e emitido Atestado de Viabilidade Técnica – AVT, as seguintes obras 6.1.1 Obras para Atendimento a Consumidores Individuais do Grupo A a) com carga igual ou superior a 300 kVA; b) com cargas que possam causar perturbações no sistema ou cargas muito sensíveis a variações de tensão, independente da potência. 6.1.2 Alimentadores e Redes a) redes com extensão total superior a 10 km ou com potência instalada superior ou igual a 150 kVA no interior e a partir de 300 kVA em Fortaleza; b) obras subterrâneas ou outras obras consideradas especiais. 6.2 TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELOS ÓRGÃOS DE PROJETO As obras que não se enquadrem no item 6.1 devem ter um planejamento básico efetuado pelos órgãos de projeto, com o objetivo de que a rede seja construída com as melhores condições técnicas e econômicas. 7 PROJETO DA REDE A elaboração do projeto deve abranger as seguintes etapas; • Planejamento básico • Cálculo Elétrico • Cálculo Mecânico • Elaboração do Orçamento. 7.1 PLANEJAMENTO BÁSICO O planejamento básico da rede deve ser efetuado pelo órgão de projeto e consiste na determinação do tipo de projeto a ser desenvolvido. Este planejamento deve permitir um desenvolvimento progressivo da rede dentro da expectativa de crescimento da localidade a ser atendida. 7.1.1 Obtenção de Dados Preliminares Devem ser levantados os aspectos peculiares da área em estudo, observando-se: a) grau de urbanização da área; b) características das edificações; c) arborização das ruas; d) dimensões dos lotes; e) tendências regionais; f) comparação com áreas semelhantes que tenham dados de carga e taxa de crescimento conhecidas; g) planos diretores governamentais e dos órgãos de meio ambiente para a área; h) levantamento da carga; i) previsão da taxa de crescimento da carga; j) aquisição das plantas. k) classificação da área quanto ao grau de agressividade salina conforme DT-042 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 15/108 7.1.2 Aproximação de Aeroportos Para projeto e construção de rede nas proximidades de aeroportos e campos de pouso, é necessário uma consulta técnica ao órgão responsável, pertencente ao Comando da Aeronáutica. Posteriormente deve ser solicitada a este mesmo órgão uma licença para projeto e construção da obra devendo ser observado as distância de segurança mínimas apresentadas no Desenho 01.17. 7.1.3 Traçado da Rede Aérea No traçado da rede devem ser estudadas as melhores alternativas, procurando atender os fatores abaixo relacionados. 7.1.3.1 Traçado de Redes Rurais No traçado da rede devem ser observadas todas as recomendações a seguir, procurando atender o maior número possível, isto é, no mínimo três. a) Menor distância A rede deve percorrer as menores distâncias visando obter uma rede com um menor custo e menor impacto sobre o meio ambiente. b) Apoio rodoviário e facilidade de acesso A rede deve ser projetada próxima a estradas e locais de fácil acesso, para facilitar sua construção e manutenção, devendo-se restringir ao mínimo possível as travessias sobre rodovias, ferrovias, gasodutos, etc. c) Maior número de consumidores O traçado deve procurar áreas com maior número de consumidores e áreas com cargas mais significativas. d) Melhor suporte elétrico Deve ser verificado qual o sistema mais adequado para derivar a nova rede, obedecendo aos estudos do panejamento para a área e) O Traçado deve contornar os seguintes tipos de obstáculos • picos elevados de montanhas e serras Quando for inevitável cruzar áreas montanhosas deve-se procurar locais de menor altura e adaptando ao máximo a rede as curvas de nível do terreno, escolhendo-se os locais onde a rede passe desapercebida, evitando-se assim impacto visual com o meio ambiente; • terrenos muito acidentados Deve-se evitar terrenos muito acidentados a fim de evitar o uso de estruturas especiais e facilitar a construção, operação e manutenção. • áreas de reflorestamento; • mato denso As áreas de mato denso devem ser contornadas a fim de se evitar desmatamentos e impacto ambiental. • pomares Colocar a posteação, de preferência fora das áreas de cultivo, procurando situá-los nas divisas dos terrenos • lagos, lagoas, represas e açudes; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 16/108 • locais impróprios para fincamento de postes, tais como locais pantanosos, locais sujeitos a alagamentos, marés ouerosão. • terrenos com inclinação transversal superior a 50%; • locais com alto índice de poluição atmosférica; • locais onde normalmente são detonados explosivos; • loteamentos Nos casos em que forçosamente o traçado tenha que atravessar loteamentos, devem ser aproveitados os arruamentos a fim de se evitar possíveis indenizações, devendo a rede ser construída em padrão urbano. • edificações e benfeitorias em geral Não devem ser feitas travessias sobre edificações, procurando sempre contorná-las, a fim de evitar desapropriações. • campos de pouso e aeródromos Caso seja necessário passar próximo a aeródromos e campos de pouso devem ser observadas as recomendações constantes no Desenho 01.17 • áreas de preservação ambiental Deve-se evitar áreas de preservação ambiental. Quando isto for impossível, deve ser feito um estudo individual para se encontrar uma solução ótima que cumpra a legislação, e equilibre os fatores técnico, econômico e de integração com o meio ambiente. Neste caso deve ser anexado ao projeto uma cópia da licença prévia emitida pelo órgão de controle do meio ambiente (Ex: Guaramiranga, Jericoacoara, Parque de Ubajara, etc.) . É importante lembrar que a Licença Prévia não autoriza o início das obras e nem o de qualquer outro tipo de atividade. Posteriormente será necessário a Licença de Construção e a Licença de Operação e Manutenção. • áreas de riqueza paisagística Deve se evitar zonas que mesmo não sendo considerada de preservação ambiental, mas que por sua riqueza e singularidade paisagística ou por sua relevância histórica (parques naturais, monumentos históricos e artísticos, topo de montanhas, zonas turísticas, etc.) devem ser protegidas contra elementos que distorçam sua visão e diminuam seu valor natural 7.1.3.2 Traçado de Redes Urbanas A seguir serão expostas as diretrizes básicas que orientarão no traçado dos circuitos primário e secundário. a) Rede de Baixa Tensão • deve-se procurar localizar de maneira que não fique em frente a igrejas, paisagens e monumentos históricos para que não venha a interferir com o seu visual; • deve ser localizada no lado da rua com menor arborização. Nas ruas onde não haja arborização locar no lado da sombra; • deve-se procurar localizar a rede sempre do mesmo lado da rua, evitando o traçado da rede em zig-zag e voltas desnecessárias, sem prejuízo dos dois parágrafos anteriores; • deve ser localizada, de preferência, no lado da rua em que não haja rede aérea de comunicação, galerias de águas pluviais, esgotos, construção com sacadas, ou outros obstáculos que possam interferir na construção da mesma; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 17/108 • não cruzar em nenhuma hipótese o terreno particular com exceção dos casos previstos no item 5.2; • se possível evitar ruas e avenidas com tráfego intenso de veículos; • não cruzar praças e outras áreas de lazer, sempre que possível; • traçado da rede deve evitar a proximidade de sacadas, janelas e marquises, mesmo respeitadas as distâncias de segurança indicadas no PE 031. b) Alimentadores e seus Ramais Devem seguir os princípios definidos na alínea “a” do sub-item 7.1.3.2 além dos prescritos abaixo. • caminhamento dos alimentadores deve favorecer a expansão do sistema, obedecendo modelos propostos pelo planejamento; • procurar sempre utilizar arruamentos já definidos, se possível, com meio-fio; • evitar ângulos desnecessários; • acompanhar a distribuição das cargas, levando em conta as suas previsões de crescimento e procurando atribuir a cada alimentador áreas de dimensões semelhantes; • procurar equilibrar a demanda entre os alimentadores; • evitar trechos paralelos do mesmo alimentador numa via; • evitar circuitos duplos; • procurar ruas que ofereçam facilidades de derivação dos ramais de alimentadores; • evitar ruas e avenidas de orla marítima; • não cruzar terrenos particulares; • considerar o máximo aproveitamento da rede existente nos projetos de reforma; • os ramais devem ser, sempre que possível, dirigidos em sentido paralelo uns aos outros em ruas diferentes, orientados de maneira a favorecer a expansão prevista para a área por eles servidos. 7.1.4 Locação da Posteação Determinado o desenvolvimento dos traçados das redes de MT e de BT, cálculo da seção dos condutores e a posição dos equipamentos de proteção e manobra, devem ser locados em planta os postes necessários obedecendo aos seguintes critérios básicos: 7.1.4.1 Posteação em Rede de Distribuição Rural A locação dos postes deve ser feita observando alguns fatores, como por exemplo; a) locação de postes de transformadores atendendo ao centro de carga; b) verificação dos pontos de derivações de ramais; c) localização de fácil acesso; d) cruzamento de ferrovias e rodovias. 7.1.4.2 Posteação em Rede de Distribuição Urbana a) não locar postes em frente à entrada de garagens e guias rebaixados ( meio fio), evitar sempre que possível a locação dos mesmos em frente a anúncios luminosos, marquises e sacadas; b) projetar sempre que possível vãos de 35 a 45 m; c) nos casos onde existir somente rede de MT podem ser utilizados inicialmente vãos de 70 a 80 m, prevendo-se futuras intercalações de postes; d) procurar locar a posteação, sempre que possível na divisa dos lotes; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 18/108 e) a fim de obter uma maior distância para marquises, sacadas e anúncios luminosos, recomenda- se o uso de afastadores para redes de BT, e utilização de cruzetas beco para MT; f) locar os postes visando atender também o projeto de iluminação pública. g) em ruas com largura até 20 m, incluindo-se os passeios, os postes podem ser projetados sempre de um mesmo lado (locação unilateral) observando-se, se for o caso, a seqüência da rede existente; h) quando não houver posteação, deve ser avaliado qual o lado mais favorável para implantação da rede, considerando o lado menos arborizado e que tenha maior número de edificações, o que acarretará menos execução de travessias de ramais de ligação. Deve-se observar, no entanto, que os postes devem ser locados de tal sorte que permita atender aos consumidores com o ramal de ligação com comprimento máximo de 30 m. Caso isto não seja possível, podem ser utilizadas duas alternativas de projeto que dependerão das circunstâncias físicas locais: • conservar a posteação unilateral diminuindo os espaçamentos entre estes; • projetar posteação bilateral alternada. i) ruas com larguras compreendidas entre 20 a 30 m, incluindo-se os passeios, poderão ter posteação bilateral alternada e esta será projetada com os postes contrapostos, aproximadamente, na metade do lance da posteação contrária, conforme Desenho 01.12; j) ruas com larguras superiores a 30 m, incluindo-se os passeios, podem ter posteação bilateral frontal, conforme Desenho 01.12; k) independente da largura da rua, deve ser projetada posteação bilateral, quando houver necessidade da instalação de dois alimentadores, dando-se preferência a esta solução do que a alternativa de projetar circuito duplo; l) pode ser utilizada também a posteação bilateral para atender aos níveis de iluminação do projeto de iluminação pública. Neste caso o arranjo deve ser do tipo de postes contrapostos; m) evitar o uso de postes em esquinas, principalmente em ruas estreitas, inferiores a 10 metros, e sujeitas a trânsito intenso de veículos, e em esquinas que não permitam manter o alinhamento dos postes; n) os cruzamentos e derivações em esquinas, para redes congestionadas ou para atender o uso compartilhadode postes com as redes de telecomunicação podem ser feitos com a implantação de dois ou três postes e de modo conveniente para que sejam mantidos os afastamentos mínimos de condutores e que não haja cruzamento em terrenos particulares. Veja, como exemplo, os Desenho 01.11. 7.1.5 Plantas Devem ser obtidas plantas cadastrais da localidade ou área em estudo, através de cópias de plantas já existentes, confiáveis e atualizadas ou através de um novo levantamento topográfico ou aerofotogramétrico 7.1.5.1 Planta de Situação Nesta planta deve constar traçado das ruas, avenidas ou rodovias, indicação do norte magnético e outros pontos de referência significativos, que permitam identificar o local onde será construída, reformada ou ampliada a rede de distribuição, em desenho com escala adequada. Nas obras localizadas em áreas rurais indicar também, município, localidade, estradas de acesso, a subestação e o alimentador de onde derivam a rede e os códigos do CSI (controle do sistema do interior) das estruturas locadas antes e depois da derivação. 7.1.5.2 Mapa Chave Será utilizada para traçar o circuito em MT e BT e locar os transformadores tendo a finalidade de dar uma visão geral da rede elétrica. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 19/108 Deve conter representação plani-altimétrica, a orientação do Norte Magnético, detalhamento do ponto de derivação (configurando o nome do alimentador existente, poste, estrutura e ângulo). Em áreas rurais deve indicar a diretriz da RDR, assinalados em graus os pontos de deflexão e saída dos ramais, todas as edificações que representem ou não pontos de carga, com a numeração correspondente, indicação das redes de MT e de BT, representados os transformadores em simbologia padronizada no Anexo V, além de todos os acidentes referidos em 7.1.5.6. O mapa chave deve conter ainda uma quadro resumo que demonstre os quantitativos utilizados, por prancha, nos circuitos primário, secundário e as estrutura de transformação do projeto eletromecânico. O desenho do mapa chave deve ser feito por processo computacional podendo ser aceito em nanquim, em papel vegetal ou poliester, na escala 1:10.000, no formato A4 ou 1:1000, no formato A1 ou em outra escala conveniente. Ver exemplo no Desenho 01.15 7.1.5.3 Planta Cadastral A planta cadastral deve ser elaborada conforme padrão ABNT, e nela deve constar: a) traçado das ruas e avenidas; b) nome das ruas, avenidas e praças; c) indicação das edificações, destacando as igrejas, cemitérios, colégios, indústrias, etc.; d) situação física das ruas, de preferência com definição de calçamento existente, meios fios e outras benfeitorias; e) acidentes topográficos e obstáculos mais destacados que poderão influenciar na escolha do melhor traçado da rede, tais como: pontes, viadutos, ferrovias, rios, canais, galerias, sacadas de edifícios, marquises etc.; f) detalhes da rede de distribuição existente, destacando-se: • posteação: altura, resistência mecânica e estrutura utilizada; • condutores: natureza e bitola ou seção; • transformadores: potência e número de fases; • iluminação pública: tipo e potência das lâmpadas; • ramais de ligação em MT: seção e tipo dos condutores ( aéreo, subterrâneo ou misto); • extensão de vãos g) indicação das linhas de transmissão e redes de distribuição, especificando as respectivas tensões nominais; h) redes telegráficas, telefônicas e outros. 7.1.5.4 Perfil Plani-Altimétrico O perfil plani-altimétrico é utilizado em Redes de Distribuição Rural – RDR e é destinado à locação das estruturas e à representação planimétrica das redes e deve ser feito por processo computacional ou a nanquim, em papel vegetal milímetrado, em formato A1, conforme Desenho 01.16. Deve conter: a) no desenho do perfil: a numeração das estacas, representadas em divisões de 10 em 10 unidades. Além disto, devem ser registradas, em linha vertical, as cotas representativas do relevo do terreno; b) na vista planimétrica: os detalhes a seguir enumerados, desde que contidos na faixa de servidão da rede e ainda as edificações que representem ou não unidades consumidoras, distanciadas do eixo da rede de cerca de 100 m: • indicação de estradas de rodagem municipais, estaduais, federais e ferrovias; • todos os caminhos, rios, córregos, açudes, lagoas, etc..; • todas as linhas de transmissão, redes de distribuição linhas de comunicação; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 20/108 • indicação de cercas contendo o número e o tipo de fios de arame; • divisões de propriedades, alturas, tipo de vegetação e solo; • detalhes dos pontos de saída e chegada da rede, com indicação do alimentador existente, do ângulo de derivação, poste e estrutura correspondente; • núcleos populacionais; • indicação das estacas, características de deflexão e saída de ramais; • indicação de campos de pouso e aeroportos. 7.1.5.5 Reconhecimento O reconhecimento tem por objetivo coletar dados em campo para se estabelecer o traçado definitivo da Rede de Distribuição Rural. O técnico incumbido do levantamento cadastral orientará o topógrafo na localização de todos os pontos de carga dos interessados, bem como os pontos dos suportes viários existentes. Não havendo estrada, a locação será através de picadas, que devem evitar, ao máximo, o corte da vegetação. No reconhecimento deve ser elaborada planta conforme exemplo do Desenho 01.14, devendo constar também: a) ponto de derivação (designação da RDR existente, estrutura, tipo e numeração do poste); b) acidentes notáveis, tais como: açudes, rios, rodovias, ferrovias, serras, etc.); c) além dos consumidores cadastrados, aqueles relacionados que não foram encontrados (NFE), que não desejam energia (NDE) e aqueles não relacionados que estejam próximos à estrada locada. Com base nas plantas fornecidas pelo reconhecimento, o órgão responsável por esta função determinará as diretrizes da Rede de Distribuição Rural em toda sua extensão, devendo qualquer alteração neste traçado, ser efetuada mediante prévia autorização por escrito daquele órgão. 7.1.5.6 Levantamento Topográfico Consiste na determinação plani-altimétrica do terreno, ao longo do caminhamento de toda a Rede de Distribuição Rural. Neste levantamento devem ser determinados os acidentes considerados relevantes à elaboração do projeto, quais sejam: cruzamento de estradas de ferro e rodagem, linhas telegráficas e de energia elétrica, pontes, campo de pouso, tipos e características de cercas, edificações contidas na área do projeto e outros acidentes notáveis. A regulamentação destes procedimentos estão contidos no CE-02. 7.2 LEVANTAMENTO DA CARGA 7.2.1 Consumidores Especiais Devem ser analisados separadamente os consumidores que possuem cargas que provocam flutuação de tensão na rede, no início ou durante o período de funcionamento. As cargas a serem levantados são: a) aparelhos de raios x ; b) máquinas de solda; c) fornos elétricos a arco; d) fornos elétricos de indução com compensação por capacitores; e) motores de potências elevadas ( superiores a 50 cv); f) retificadores e equipamentos de eletrólise; g) outros que provoquem perturbações. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 21/108 7.2.2 Iluminação Pública Devem ser assinalados, na Planta Cadastral, a potência e tipo das lâmpadas, conforme simbologia do Anexo V. Os Projetos de Iluminação Pública das cidades do interior do estadodevem ser elaborados conforme prescrições contidas na Norma Técnica NT- 007. Em Fortaleza deve atender ao disposto na NT 007A - ADENDO 7.2.3 Rede de Baixa Tensão 7.2.3.1 Processo por Medição As medições devem ser efetuadas no horário considerado de carga máxima da área em estudo, observando as recomendações seguintes: a) Transformadores • Áreas Residenciais Em áreas predominantemente residenciais as medições devem ser efetuadas em dias úteis, entre 18:30 e 20:30 horas, devendo ser preenchido o Anexo I. A sobrecarga máxima admissível num período de duas horas é de 40% • Áreas Comerciais Em áreas predominantemente comerciais as medições devem ser efetuadas em dias úteis, entre 09:00 e 11:00 horas ou entre 15:00 e 17:00 horas, devendo ser preenchido o Anexo I. A sobrecarga máxima admissível num período de quatro horas é de 20%. • Áreas Heterogêneas Em áreas com características heterogêneas onde coexistem favelas, prédios de apartamentos, consumidores residenciais, comerciais ou outras atividades é necessário segregar as demandas dos consumidores residenciais dos demais e efetuar as medições destes conforme disposto no processo por medição em consumidores, conforme alínea b do item 7.2.3.1 • Áreas de Sazonalidade Em áreas sujeitas a grande variação de demanda devido a sazonalidade (polos turísticos) as medições dos transformadores devem ser efetuados em períodos e horários supostamente considerados de máxima demanda. Na impossibilidade de serem efetuadas medições neste período deve ser adotado um fator de majoração que dependerá das informações disponíveis na região a respeito do comportamento da demanda na área. Em áreas de características homogêneas devem ser medidos cerca de 40% dos transformadores da área em estudo. A demanda média por consumidor será: kVA Nc DMt DMc ∑= )( Onde: DMc = demanda média por consumidor em KVA; ∑ (DMt) = somatório das demandas dos transformadores medidos em KVA; Nc = número de consumidores ligados às redes de BT servidos pelos transformadores. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 22/108 As medições devem ser efetuadas simultaneamente na saída dos transformadores, indicando os resultados em formulário próprio, do Anexo I. O valor máximo da demanda por transformador será determinado como segue: )( 1000 )( kVAVM ICIBIA DMt × ++ = IA, IB, IC = correntes medidas nas fases A, B e C em ampère; VM = tensão medida entre qualquer fase e neutro, em volts. b) Consumidores Os consumidores não residenciais que apresentam demanda significativa, tais como oficinas, serrarias etc., devem ser medidos individualmente no mesmo período considerado de demanda máxima da área em estudo. Os demais consumidores não residenciais, tais como pequenos bares, lojas etc., devem ser considerados como consumidores nível B de acordo com a Tabela 12. Os consumidores residenciais terão suas demandas médias calculadas de acordo com a fórmula abaixo: )( )( kVA Fdiv DCnr DMtDCr ∑−= DCr = demanda dos consumidores considerado residenciais em kVA; DMt = demanda máxima medida do transformador; ∑ (DCnr) = somatório das demandas máximas dos consumidores não residenciais em kVA; Fdiv = fator de diversidade característico do grupo de consumidores de acordo com a Tabela 19. A demanda média de cada consumidor considerado residencial será: )(kVA Ncr DCr DMc ∑= Ncr = número de consumidores considerados residenciais. Para áreas predominantemente comerciais, as demandas devem ser determinadas de preferência através de medições diretas no ramal de ligação de cada consumidor, no horário considerado de demanda máxima. 7.2.3.2 Processo Estimativo a) Consumidores Residenciais Para a estimativa da demanda dos consumidores residenciais devem ser adotados os valores individuais de demanda diversificada em kVA, correlacionando o número e o nível de consumidores no circuito, de acordo com a Tabela 12. b) Consumidores não Residenciais Para a estimativa da demanda dos consumidores não residenciais (DCnr) podem ser utilizados dois métodos, conforme disponibilidade de dados existentes. - Primeiro Método A estimativa dos valores da demanda para consumidores em função da carga total instalada, ramo de atividade e simultaneidade de utilização dessas cargas, será determinado como se segue: COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 23/108 )(kVA Fp CLxFdem DCnr = DCnr = demanda dos consumidores não residenciais; CL = Carga ligada em kW; Fdem = Fator de Demanda típico, conforme Tabelas 21 ou 22; Fp = Fator de potência - Segundo Método A estimativa da demanda será feita com base no consumo extraído dos dados de faturamento. É prudente que se tome a média do consumo dos consumidores num período de tempo de três meses. O cálculo será: )( 730 kVA FPFC CM DCnr ×× = CM = consumo médio do consumidor em kWh; FC = fator de carga típico de acordo com o Tabelas 21 ou 22. Nestes casos a demanda de iluminação pública deve ser calculada separadamente e adicionada à demanda estimada dos consumidores. 7.2.3.3 Processo Computacional A determinação da demanda deve ser efetuada através dos relatórios estatísticos obtidos a partir do consumo mensal de cada unidade ligada à rede de BT. Neste caso a demanda de iluminação pública deve ser calculada separadamente e adicionada a demanda estimada dos consumidores. 7.2.3.4 Determinação da Demanda Estimada por Poste Com base na Tabela 12 deve ser concentrada por poste da rede secundaria a demanda diversificada dos consumidores nele ligados, de acordo com a seguinte fórmula: DMp = ∑ ( Cic x ni ) + Dip (kVA) DMp = demanda máxima diversificada por poste em kVA. ∑ ( Cic x ni ) = somatório das demandas individuais diversificadas dos consumidores em kVA, por nível característico de acordo com a Tabela 12 vezes o Nº de consumidores individuais (ni) ligado a circuito. Dip = demanda de iluminação pública em kVA. Esta demanda será obtida somando-se as potências nominais das lâmpadas de iluminação pública ligadas ao poste. Nesta expressão devem ser computadas também as cargas dos consumidores especiais, considerando como demanda a sua carga nominal. 7.2.4 Rede de Média Tensão 7.2.4.1 Processo por Medição a) tronco de alimentadores Devem ser utilizados os relatórios de acompanhamento de subestações emitidos mensalmente pelo órgão de operação e manutenção da transmissão. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 24/108 Não sendo disponíveis estes relatórios, devem ser efetuadas medições de corrente por fase na saída do alimentador em estudo. A demanda será calculada de acordo com a fórmula: )(3 kVAIVD MEDNALIM ××= DALIM = demanda máxima do alimentador em kVA; VN = tensão nominal da rede em kV; IMED = corrente medida em ampère. A medição deve ser efetuada, de preferência, por um período mínimo de 24 horas, com a rede operando em sua configuração normal em dia de carga típica. Em áreas onde o ciclo de carga é conhecido pelas características dos consumidores da região, a medição poderá ser efetuada no período considerado da demanda máxima através de aparelhos de registro instantâneo. b) ramais de alimentadores Devem ser efetuadas medições de corrente máxima no início da derivação dos ramais. A demanda será calculada com a fórmula expressa no processo por medição em tronco de alimentadores, subitem 7.2.4.1, alínea “a”. c) consumidores ligados emMT A demanda máxima deve ser obtida dos dados de faturamento do consumidor. Na falta desta informação, este valor deve ser obtido conforme prescrito no processo por medição em tronco de alimentadores, subitem 7.2.4.1 d) edificações Devem ser efetuadas medições de corrente nas três fases, de preferência com medidor eletrônico, durante um período mínimo de 24 horas e proceder para o cálculo da demanda, segundo o processo de medição em tronco de alimentadores, subitem 7.2.4.1 7.2.4.2 Processo Estimativo a) tronco de alimentadores A estimativa da demanda máxima deve ter como base os resultados obtidos na demanda máxima dos ramais, segundo o que prescreve o processo estimativo para ramais de alimentadores, indicado abaixo na alínea “b” b) ramais de alimentadores A estimativa da demanda máxima de ramais deve ser feita através da demanda máxima, obtida na saída da subestação e rateando esta demanda proporcionalmente à capacidade nominal dos transformadores, de acordo com o que segue: Ptrafo Dma FDEM 1 = )(kVAPtrafoFDTd DEM ×= Dma1 = Demanda máxima do alimentador em kVA; Ptrafo = Somatório das potências nominais dos transformadores, em kVA; DTd = Demanda do transformador de distribuição para qualquer potência nominal, em kVA; FDEM = Fator de Demanda médio do alimentador. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 25/108 c) consumidores ligados em MT A demanda deve ser obtida através da carga instalada do consumidor aplicando-se um fator de demanda típico, segundo sua atividade, expressa na Tabela 22. 7.2.5 Estimativa da Carga em Rede de Distribuição Rural Para estimativa da carga para redes a serem construídas em áreas rurais, deve ser utilizado as informações obtidas na investigação preliminar e no levantamento cadastral 7.2.5.1 Investigação Preliminar É a análise prévia das condições locais abrangendo características tais como: carga em potencial, condições de suprimento do sistema elétrico existente, potencial hídrico, organização fundiária e atividades econômicas da região. Esta análise é efetuada através de informações obtidas por meio do preenchimento de formulário “Relatório de Investigação Preliminar” contido no Anexo II. 7.2.5.2 Levantamento Cadastral Consiste no preenchimento do formulário “Cadastro Rural” mediante informações colhidas junto aos futuros consumidores contendo a identificação dos mesmos, os bens da propriedade a ser energizada, suas principais produções agropecuárias e as características de carga a serem utilizadas. Ver anexo III. 7.3 PREVISÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DA CARGA 7.3.1 Taxa de Crescimento em RDU 7.3.1.1 Áreas com edificações compatíveis com a sua localização e totalmente construídas Deve ser adotada uma taxa de crescimento de 5% ao ano. 7.3.1.2 Áreas com edificações compatíveis com a sua localização e não totalmente construídas Deve ser adotada uma taxa de crescimento de 10% ao ano. 7.3.1.3 Áreas com edificações não compatíveis com a sua localização Deve ser adotada uma taxa de crescimento igual ou superior a 15% ao ano. Este é o caso típico de residência monofamiliares em áreas com tendência para construção de prédios de apartamentos. Na Tabela 11 estão caracterizados os fatores de multiplicação de demanda em função da taxa de crescimento. Desta maneira, dependendo das condições de crescimento da área, as demandas individuais calculadas no item anterior devem ser multiplicadas pelos fatores da Tabela 11, em cujos resultados serão baseados os cálculos dos dimensionamentos das bitolas dos condutores, das redes de MT e de BT, bem como do carregamento final do transformador. Notas: 1) A fixação do horizonte do projeto deve ser estabelecida pelo projetista; 2) Para áreas de pequeno crescimento, considerar o horizonte mínimo de 10 anos; 7.3.2 Taxa de Crescimento de Carga em RDR A Tabela 11 fornece o fator de multiplicação para determinação da demanda e consumo final, em função da taxa de crescimento e do período de projeção considerado. A fixação do horizonte do projeto deve ser estabelecido em função da perspectiva do crescimento da carga na área ou ainda com base na variação percentual do consumo médio característico da região. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 26/108 7.4 CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACORDO COM A DENSIDADE DE CARGA • Áreas rurais de Muito Baixa Densidade: menor que 0,5 MVA / km2 • Áreas rurais de Baixa Densidade: maior que 0,5 e menor que 1,5 MVA / km2 • Áreas urbanas de Baixa Densidade: menor que 2,0 MVA / km2 • Áreas urbanas de Média Densidade: de 2 a 6 MVA / km2 • Áreas urbanas de Alta Densidade: 6 a 10 MVA / km2 • Áreas urbanas de Muito Alta Densidade: maior que 10 MVA / km2 7.5 CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA REDE 7.5.1 Rede de Baixa Tensão A configuração da rede de BT deve ser radial simples. 7.5.2 Rede de Média Tensão A configuração da rede de MT pode ser radial simples ou radial com recurso de acordo com o grau de continuidade de serviço e da importância da carga ou localidade a ser atendida. As configurações básicas a ser adotadas estão descritas a seguir: a) radial simples Este tipo de configuração deve ser adotado em áreas onde as próprias características da distribuição de carga forçam o caminhamento dos alimentadores em direções distintas, tornando anti-econômico o estabelecimento de pontos de interligação. b) radial com recurso Este tipo de configuração será adotado em áreas que requeiram um maior grau de continuidade de serviço, devido a existência de consumidores especiais tais como hospitais, centros de computação, etc., e sempre que dois ou mais alimentadores sigam a mesma direção. Este tipo de configuração caracteriza-se pelos seguintes aspectos principais: • existência de interligação, normalmente aberta, entre alimentadores adjacentes da mesma ou de subestações diferentes; • previsão de reserva de capacidade em cada alimentador para absorção de carga de outro alimentador em caso de defeito; • limitação do número de consumidores interrompidos e diminuição do tempo de interrupção em relação a configuração radial simples, quando da ocorrência de defeito ou manobra. 7.6 INTEGRAÇÃO DA REDE AÉREA COM O MEIO AMBIENTE Atualmente as redes elétricas aéreas têm apresentado um grande crescimento, principalmente nos centros urbanos, tendo em vista que passaram compartilhar o espaço público e a posteação com os mais diferentes serviços, como redes telefônicas, redes de TV a cabo e redes para transferência de dados. Como conseqüência da grande quantidade de cabos e acessórios existentes na rede, tem surgido problemas de segurança, problemas estéticos e conflito com o meio ambiente. É muito importante que o traçado da rede e elaboração do projeto seja precedido de uma visita ao local afetado pela obra para que se conheça as dimensões dos problemas de integração da rede elétrica com o meio ambiente e sejam estudas as melhores alternativas para que o projeto apresente a maior integração possível com o meio ambiente e cumpra a legislação em vigor. Deve-se levar em consideração que o aspecto exterior das instalações elétricas é um fator muito relevante para a boa imagem e prestígio da COELCE junto aos consumidores e ao público em COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 27/108 geral, portanto devem ser construídas com bom acabamento e estética de modo a minimizar o impacto com os locais onde a rede for instalada. 7.7REGULAÇÃO E SUPORTE DE TENSÃO a) a implantação de bancos de reguladores de tensão deve obedecer a estudos específicos, com base nas condições de carga e tensão existentes no alimentador, afim de satisfazer as exigências contidas na Resolução 505 da ANEEL ou legislação posterior que a substitua; b) nos alimentadores muito extensos ou que atendam setores de baixa densidade de carga a regulação de tensão dentro dos faixas estabelecidas deve ser feita através da instalação de Reguladores de Tensão. No entanto, qualquer projeto deve ser elaborado de modo que a tensão fique dentro dos limites permitidos, sem necessidade da instalação de reguladores de tensão, devendo estes serem instalados somente pelo órgão de manutenção se no futuro houver necessidade; c) quando uma zona abastecida por redes com reguladores de tensão atingem sua demanda máxima ou estejam comprometendo de forma significativa a qualidade do fornecimento de energia deve se analisar as alternativas da construção de um novo alimentador, instalação de uma nova subestação ou mudança no nível de tensão. 7.8 BANCO DE CAPACITORES A implantação de bancos de capacitores fixos ou automáticos, devem obedecer a estudos específicos, afim de que o fator de potência atenda as recomendações contidas na Resolução 456 da ANEEL ou legislação posterior que a substitua. 7.9 APLICAÇÃO CONJUNTA DE BANCO DE REGULADORES E BANCO DE CAPACITORES a) na aplicação conjunta de bancos de reguladores de tensão e bancos de capacitores deve ser observado o posicionamento de um em relação o outro de acordo com o que está definido no projeto; b) esta observação é válida também para quando existir um desses bancos já instalado no alimentador. Deve-se verificar o que foi definido no projeto na posição de um em relação ao outro. 7.10 AUTOMAÇÃO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO a) a automação da rede MT é uma ferramenta que permite gerenciar uma parte importante dos tempos envolvidos durante o atendimento de um falha. Não permite evitar a falha, porém permite diminuir seu impacto sobre os indicadores de qualidade de fornecimento. A automação traz um conjunto de benefícios, porém tem um significativo custo de implantação. b) antes da decisão de automatizar uma rede deve ser feita uma avaliação objetiva para definir quais redes devem ser automatizadas, tendo em vista os altos custos envolvidos. c) devem ser identificados e quantificados os benefícios que a automação oferece ao sistema de distribuição, identificando a funcionalidade e as configurações do sistema e buscando identificar a melhor tecnologia com o menor custo. d) para tomada desta decisão devem ser envolvidos os profissionais das diversas áreas da COELCE: Planejamento, Engenharia, Telecomunicações, Operação, Manutenção, Comercial, etc. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 28/108 8 DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO 8.1 TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO 8.1.1 Localização dos Transformadores Como critério geral os transformadores devem ser instalados no centro geométrico de suas áreas de influências. Este critério pode não ser aplicado quando se tratar de carga puntiforme significativa. Além disto devem ser seguidas as prescrições abaixo: a) não colocar transformadores nos postes próximos a esquinas; b) evitar colocar transformadores em postes de ângulos; c) não colocar transformadores em frente a edificações com marquises e sacadas; d) não devem ser instalados transformadores em postes onde haja derivação de rede de MT; e) os transformadores devem ser locados de maneira que, em nenhum caso, o comprimento do circuito secundário exceda a 400 m, devendo-se respeitar as quedas de tensão máximas estabelecidas; f) a posição de montagem do transformador em relação a via pública deve estar de acordo com o PE-031; g) não instalar próximo a postos de gasolina e a áreas de armazenamento de materiais inflamáveis. h) nas zonas rurais não colocar transformadores embaixo de alimentadores ou de redes que transportem um parcela importante da caga; i) não locar transformadores em terrenos de difícil acesso, como aqueles que se caracterizem por possíveis acidentes topográficos pronunciados ou condições especiais de solo, que não permitam o uso de equipamentos usuais de serviço, durante a construção e manutenção. 8.1.2 Potência Nominal dos Transformadores a) transformadores Monofásicos: fase-terra (MRT) 5 e 10 kVA e fase-fase 10 kVA b) transformadores trifásicos: 15; 30; 45; 75; 112,5; 150; 225 e 300 kVA. 8.1.3 Escolha do Número de Fases do Transformador Em setores urbanos de média, alta e muito alta densidade de carga serão instalados somente transformadores trifásicos. Em setores urbanos de baixa densidade e em setores rurais podem ser utilizados transformadores monofásicos. Antes da instalação de transformadores monofásicos avaliar se existem unidades consumidoras que possuam equipamentos que necessitem alimentação trifásica e se não há previsão de aumento de carga a médio prazo, a fim de que seja evitado a ampliação prematura de monofásico para trifásico. 8.1.4 Escolha da Potência Nominal do Transformador 8.1.4.1 Projeto de Extensão de Rede ∑ ×= 3,1PTR DMP Onde: ∑DMP = demanda máxima diversificada por poste calculada, segundo o subitem 7.2.3.4 8.1.4.2 Projeto de Reforma de Rede - Em áreas com baixa taxa de crescimento: COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 29/108 PTR = DMT X 1,3 - Em áreas com alta taxa de crescimento: PTR = DMT X 1,5 Onde: DMT : é demanda máxima medida do transformador, segundo o subitem 7.2.3.1. 8.1.5 Potência e Carregamento dos Transformadores a Serem Instalados 8.1.5.1 Projeto de Extensão de Rede Preferencialmente, devem ser projetados circuitos pequenos, com transformadores de 15 a 112,5 kVA. Excepcionalmente, apenas nos casos de alta ou muito alta densidade de carga, onde no mínimo 60% da carga esteja concentrada até um raio máximo de 45 metros do transformador, podem ser projetados transformadores de 150 kVA a 300 kVA. O uso de transformadores de 225 e 300 kVA deve ser feito, somente quando as condições de carga e de espaço físico local não permitirem a instalação de dois transformadores de menor potência. 8.1.5.2 Projeto de Reforma de Rede a) Carregamento Máximo • o carregamento máximo permitido é de 1,40 da potência nominal, no período de duas horas em áreas predominantemente residenciais e de 1,20 no período de quatro horas, em áreas predominantemente comerciais; • identificada a sobrecarga do transformador, só deve ser executado o desmembramento do circuito secundário, quando a queda de tensão medida em qualquer ponto da rede de BT for igual ou superior a 7,5%. Havendo sobrecarga e a queda de tensão não atingir 7,5% será obrigatório a substituição do transformador por outro de potência maior, respeitando-se os limites estabelecidos na alínea “b” deste subitem. Os valores limite de carregamento estão indicados na Tabela 6 b) Substituição de Transformadores • os transformadores a serem instalados em substituição aos que apresentarem sobrecarga devem ficar com o carregamento máximo de 80% e serem escolhidos de acordo com a Tabela 5. • sempre que for necessário substituir um transformador por sobrecarga deve ser efetuada inspeção no circuito secundário e observado se a rede está compatível com a potência do transformador a ser instalado. c) Desmembramento do Circuito de BT • transformador de até 150 kVA pode ser instalado sem desmembramento do circuito secundário. • transformador maior que 150 kVA deve ter o circuito secundário desmembrado. Admite-se a instalaçãosem desmembramento do circuito quando existir concentração de carga no poste do transformador e seus adjacentes superior a 135 kVA para transformadores de 225 kVA e superior a 180 kVA para transformadores de 300 kVA. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 30/108 8.2 REDE DE BAIXA TENSÃO 8.2.1 Condutores Padronizados Serão utilizados em todas as redes de Baixa Tensão Condutores Pré-reunidos, de cobre ou de alumínio, conforme Tabelas 3 ou 4, obedecendo as recomendações da Decisão Técnica DT 042. 8.2.2 Níveis de Tensão O limite de queda de tensão permissível nos diversos pontos da rede de BT são: a) ramal de ligação: 1,0%; b) rede secundária: 6,0%; c) transformador: 2,0%. O cálculo da queda de tensão deve ser efetuado com as cargas determinadas no item 7.2. O processo de cálculo está baseado no coeficiente de queda de tensão em % de kVA x 100 m. A metodologia está apresentada na “Folha de Cálculo de Queda de Tensão para Circuito Secundário” do Anexo VI. As colunas a serem preenchidas na planilha são: A – designação do trecho; B – comprimento do trecho em 100 m e seus múltiplos; C – carga distribuída no trecho (carga levantada x taxa de crescimento + iluminação pública ) em kVA; D – carga acumulada no fim do trecho em kVA; E – produto kVA (C/2 + D) x B; F – tipo de circuito e bitola dos condutores; G – coeficiente da queda de tensão unitária ( kVA / 100 m ), obtida da Tabela 15; H - queda de tensão percentual no trecho, obtido pelo produto das colunas E e G; I – queda de tensão percentual total, obtida para cada ponto extremo de um trecho pela soma da queda nesse trecho com a queda acumulada até o trecho anterior. Como aplicação do cálculo de queda de tensão para um circuito secundário observar o Anexo VI. 8.3 REDE DE MÉDIA TENSÃO 8.3.1 Condutores Padronizados A rede de Média Tensão podem ser em Cabos de Cobre Nus - CCN, cabos de Alumínio com Alma de Aço – CAA ou Cabos de Alumínio Cobertos – CAC conforme Tabelas 1 e 2. 8.3.2 Escolha dos Condutores da Rede de Média Tensão 8.3.2.1 Condutores Nus a) Condutores de Cobre Nu – CCN • estes condutores serão utilizados nas redes de MT localizadas em ambientes sujeitos a corrosão salina mediana, severa e muito severa. No interior instalar até 20 km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo C, B1 e B2, indicadas na DT 042; • devem ser utilizados os condutores indicadas na Tabela 1. b) Condutores de Alumínio com Alma de Aço – CAA COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 31/108 • serão utilizados nas redes de MT localizadas em áreas de corrosão desprezível ou moderadas. No interior do estado instalar a partir de 20 km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo A indicada na DT 042; • devem ser utilizados os condutores indicadas na Tabela 1. 8.3.2.2 Condutores de Alumínio Cobertos CAC Os condutores de alumínio cobertos serão usados nas Redes Compactas (Rede Spacer) de Média Tensão localizadas fora das áreas de corrosão severa e muito severa. No interior do estado instalar a partir de 6 km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo A e B1, indicadas na DT 042. a) os cabos cobertos são considerados cabos não isolados, mas o fato dos condutores serem cobertos com material isolante permite que eles sejam instalados mais próximos uns dos outros e também mais próximos a galhos de árvores, formando uma rede compacta, ocupando, consequentemente um espaço reduzido; b) devem ser utilizados os condutores indicados na Tabela 2, devendo as redes serem construídas preferencialmente em: • áreas densamente arborizadas; • áreas de preservação ambiental; • áreas de centros comerciais onde o espaço para instalação da rede seja reduzido devido a marquises, janelas, sacadas, etc.; • condomínios fechados, considerando os aspectos de segurança e confiabilidade; • áreas onde seja exigido um alto grau de confiabilidade devido a existência de consumidores especiais, como hospitais, emissoras de televisão, etc. • áreas já bastante congestionadas e que seja necessário instalar novos alimentadores; • quando for obrigatório a instalação de circuitos múltiplos na mesma posteação; • áreas de grande movimentação de pedestres, onde eventualmente são realizados eventos; • alimentadores expressos; • outras áreas que por conveniência técnica seja exigido este tipo de padrão. 8.3.3 Dimensionamento Os condutores correspondentes ao tronco do alimentador e ramais devem ser projetados de acordo com os estudos feitos pelo órgão de planejamento. 8.3.4 Níveis de Tensão Os limites de variação de tensão primária de fornecimento (MT) no ponto de entrega de energia estão contidos na Resolução 505 da ANEEL, devendo estar entre 0,95 e 1,03 da tensão nominal, conforme Tabela 17. 8.3.5 Queda de Tensão O processo de cálculo de queda de tensão está baseado no levantamento dos seguintes elementos: a) demanda máxima do alimentador em MVA; b) tensão na hora de carga máxima em kV; c) fator de potência médio; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 32/108 d) configuração do circuito primário no local reservado da planilha do Anexo VII, dividindo-se em trechos e indicando as cargas distribuídas no trecho considerado e acumulados no final desse mesmo trecho; c) preenchimento das colunas indicadas na “Folha de Cálculo de Queda de Tensão para Alimentadores Primários” de acordo com o disposto abaixo: A – designação do trecho; B – comprimento do trecho em 100 m e seus múltiplos; C – carga acumulada no fim do trecho em kVA; D – corrente acumulada no fim do trecho; K – coeficiente de queda de tensão, conforme Tabela 16; G – queda de tensão em cada trecho em volts; H – queda de tensão acumulada em volts; I – queda de tensão acumulada percentual O cálculo de queda de tensão deve ser efetuado também simulando-se as transferências de carga previstas em projeto. Como aplicação do cálculo de queda de tensão para um alimentador primário observar o Anexo VII. 8.4 PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO A Proteção tem como função básica proteger as instalações elétricas diante de sobrecargas, sobrecorrentes, descargas atmosféricas, etc., promovendo uma adequada coordenação e seletividade nas atuações e operações. Nos projetos deve se procurar a correta coordenação na atuação e coordenação de religadores, seccionalizadores e fusíveis instalados ao longo do sistema de distribuição; Os equipamentos de proteção e de operação devem ser instalados em locais de fácil acesso e visualização, de preferência próximos aos pontos de derivação de rede e de modo a minimizar os tempos de deslocamentos das turmas de operação durante as manobras. 8.4.1 Proteção de Transformadores 8.4.1.1 Proteção do lado de MT Todo transformador de distribuição deve ter proteção do lado de MT que será feito através de um conjunto de chaves fusíveis indicadoras e de um conjunto de pára-raios, instalados na sua estrutura. 8.4.1.2 Proteção do lado de BT Deve ser instalada proteção secundária em todo transformador de distribuição que alimenta rede aérea de BT a) Transformadores Monofásicos A proteção deve ser instalada acordo com a Tabela 13. b) Transformadores Trifásicos A proteção de BT deve ser instalada de acordo com a Tabela 14 e com as seguintes prescrições: • nos postes dos transformadores até 45kVA deve ser instalada uma caixa de proteção de BT; • nos postes dos transformadores de 75 e de 112,5kVAdevem ser instaladas duas caixas de proteção de BT; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 33/108 • nos postes dos transformadores de 150 a 300kVA são instalados 6 fusíveis tipo faca, sendo três para cada circuito. Os fusíveis devem ser instalados em seccionador fusível de baixa tensão; • nos transformadores que possuem dois circuitos de BT deve ser previsto o máximo de equilíbrio de carga entre eles. • nos casos de utilização de transformadores de 225 e 300 kVA exclusivo para um único consumidor de múltipla unidade de consumo, deve ser usado dois cabos por fase sem proteção secundária na saída do mesmo. Este transformador deve ficar o mais frontal possível do prédio e não deve ultrapassar a um vão com circuito duplo. Observar PE-038 circuito duplo. 8.4.2 Proteção de BT para Iluminação Pública Deve ser instalada proteção de BT no poste de derivação da rede aérea para rede subterrânea. Na IP de Fortaleza a medição e proteção deve atender a NT 007 A. 8.4.3 Proteção da Rede de Média Tensão Seleção e Localização dos Equipamentos 8.4.3.1 Chaves Fusíveis Nas áreas de corrosão severa e muito severa devem ser utilizadas chaves de classe 25 kV, conforme previsto na DT 042, devendo ser instaladas: a) nos pontos de derivação de ramais para consumidores particulares; b) em todos os pontos de derivação partindo de alimentador tronco, independente da extensão do mesmo, desde que permita a coordenação com outros componentes do sistema; c) nos pontos de derivação de sub-ramais (derivações de ramais ou de outros sub-ramais) quando a extensão for superior a 120 metros, desde que as condições de coordenação acima referidas sejam satisfeitas. Para extensões inferiores a esta, usar chave seccionadora; d) na proteção de banco de capacitores e de transformadores. Nota: As chaves fusíveis não devem ser usadas ao longo do tronco do alimentador, exceto quando o seu comprimento for muito longo, não houver encontro de alimentadores e a proteção de sobrecorrente da subestação for insuficiente para protegê-lo, em função dos baixos níveis de curto-circuito, e quando a instalação de outros equipamentos de proteção for economicamente inviável. 8.4.3.2 Chaves Seccionadoras Unipolares Nas áreas de corrosão severa e muito severa devem ser instaladas chaves de classe 25 kV, conforme previsto na DT 042, devendo ser instaladas: a) na primeira estrutura do alimentador, a partir da subestação; b) no tronco do alimentador e ramais, a partir da SE a intervalos aproximadamente de 1200 metros em circuitos urbanos e 3000 metros em circuitos rurais; c) nos pontos de derivação onde o sistema não permitir a coordenação com outros componentes do sistema. 8.4.3.3 Pára-raios Os pára-raios devem ser instalados nos seguintes casos: a) nas estruturas de Reguladores de Tensão, Religadores e Seccionadores Automáticos. Nestas estruturas aplicam-se dois jogos de pára-raios, sendo um do lado da fonte e outro do lado da carga; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 34/108 b) nas estruturas de bancos de capacitores fixos ou automáticos; c) nas estruturas de transformadores; d) nos pontos de derivações de alimentadores para zonas rurais quando derivados nas saídas das redes urbanas; e) em todo ponto de entrega de Unidades Consumidoras atendidas em MT quando o ramal de entrada for subterrâneo a partir deste ponto. Neste caso a instalação do pára-raios é de responsabilidade do consumidor; f) nos pontos de mudança de bitolas de condutores da rede, inclusive quando da mudança de rede aérea para rede subterrânea e da rede nua para rede isolada; g) a cada 3 (três) km de rede rural (tronco ou ramal). Para definição da distância entre jogos de pára-raios deve ser levado em consideração a existência de pára-raios instalados em equipamentos da COELCE ou particulares; h) em todos os finais de rede de MT; i) nas redes compactas, instalar a cada 1000 metros e em todos os pontos de transição de rede compacta para rede nua. 8.4.3.4 Religadores Para a sua instalação devem ser efetuados estudos específicos pelo órgão de planejamento da proteção visando: a) proteger condutores e equipamentos contra corrente de curto-circuito causados por falhas e sobrecarga nos circuitos primários; b) eliminar faltas temporárias, evitando interrupções totais ou parciais dos circuitos e, em conseqüência minimizar a freqüência e a duração das interrupções sustentadas, com reflexos positivos nos trabalhos de operação e manutenção da rede de distribuição; c) participar do seccionamento automático dos circuitos, diminuindo o número de consumidores ou potência envolvida numa interrupção sustentada ocasionada por uma falta permanente; d) comandar a operação de seccionadores automáticos instalados ao longo dos circuitos, com o objetivo de diminuir o número de consumidores ou potência envolvida numa interrupção sustentada, ocasionada por uma falta permanente. 8.4.3.5 Seccionadores Automáticos Para a sua instalação devem ser efetuados estudos específicos pelo órgão de planejamento da proteção visando: a) estabelecer pontos adicionais de seccionamento automático dos circuitos com vistas ao isolamento de falhas oriundas de faltas permanentes em trecho da rede, minimizando assim, o número de consumidores e a potência envolvida numa interrupção; b) participar do seccionamento automático dos circuitos, oferecendo vantagem econômica, por evitar a multiplicação de religadores nas redes de distribuição, quando se necessita de melhores níveis de confiabilidade do que aqueles oferecidos pelos fusíveis; c) minimizar o tempo de operação de manobra considerando a possibilidade de sua operação manual, além de sua capacidade de operação automática. 8.5 IDENTIFICADOR DE FALHA Estes equipamentos têm a capacidade de identificar a passagem de uma corrente superior ao seu ajuste, conseguindo reduzir de forma considerável os tempos de inspeção associados a respectiva falha. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 35/108 a) devem ser instalados preferencialmente após os equipamentos de proteção e de seccionamento a fim de possibilitar a realimentação rápida dos trechos não afetados, localizados na retaguarda dos respectivos equipamentos; b) nos pontos de derivação de ramais longos, cujo seccionamento seja por meio de chave seccionadora. 9 ATERRAMENTO Uma das condições para que um sistema de distribuição opere corretamente, mantendo a continuidade de serviço e a segurança, é que o neutro do sistema, os equipamentos e demais partes metálicas não destinadas a condução de corrente, estejam devidamente aterrados. 9.1 CONDUTORES DE ATERRAMENTO Devem ser utilizados somente cabos de aço cobreado, conforme PM-01, obedecendo as recomendações constantes nos itens 9.3 a 9.6 9.2 HASTES DE ATERRAMENTO Devem ser utilizadas hastes de aço cobreado, conforme PM-01, na quantidade e de acordo com o que determina cada item de 9.3 a 9.7 9.3 ATERRAMENTO NA MT Na rede de MT, deve ser usado somente um condutor de descida de bitola 7 x 10 AWG de aço cobreado, para aterrar todos os equipamentos existentes na estrutura. a) nas estruturas de transformação e de pára-raios devem ser usadas três hastes de terra dispostas linearmente ao longo da rede de distribuição a uma distância entre hastes de 2 (dois) metros, ficando a haste mais próxima da base do poste a uma distância nunca inferior a 1 (um ) metro, conforme o Desenho 01.10; b) nas estruturasde regulação, religação e seccionamento será usado um número de hastes necessário para que o valor de resistência de aterramento não ultrapasse a 25 Ω. No caso de não se dispor de medição de resistividade do solo utilizar nove hastes; c) na rede onde houver equipamentos de abertura ou derivações com chaves fusíveis ou chaves seccionadoras, deve ser instalado aterramento de 3 hastes na primeira estrutura após o equipamento, com o objetivo de ser utilizado como aterramento temporário durante as intervenções na rede elétrica; d) na rede compacta o mensageiro deve ser aterrado a cada 400 metros aproximadamente. 9.4 ATERRAMENTO NA BT Na rede de BT, deve ser usado somente um condutor de descida de bitola 3 x 10 AWG de aço cobreado e uma haste de terra afastada da base do poste a uma distância nunca inferior a 1 (um) metro, obedecendo aos seguintes critérios: a) em todo ponto terminal da rede de BT o neutro deve ser aterrado; b) a partir do transformador de distribuição, o neutro da rede de BT deve ser aterrado a cada 200 m aproximadamente, de forma que a distância entre cada aterramento, considerando as derivações, seja em torno de 200 m, conforme Desenho 01.10; c) quando existir aterramento primário, este será comum ao secundário. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 36/108 9.5 ATERRAMENTO DE CERCAS Nas cercas deve ser utilizado, para cada aterramento, uma haste de terra afastada da base do mourão a uma distância nunca inferior a 1 (um ) metro. Neste seccionamento utilizar o seccionador preformado para cercas conforme padronizado no PM-01. a) Aterramento de Cercas em Áreas Urbanas Só serão aterrados as cercas localizadas na mesma calçada de posteação da rede de distribuição, conforme Desenho 01.05 e obedecendo os seguintes critérios: • cercas paralelas a rede, com comprimento inferior a 15 m, não utilizar nenhum procedimento para aterrar ou seccionar; • cercas paralelas a rede, com comprimento acima de 15 m e inferior ou igual a 50 m, aterrar no ponto central da cerca; • cercas paralelas a rede, com comprimento acima de 50 m, fazer o seccionamento a cada 50 m e aterrar no ponto central do vão seccionado. A fração inferior a 15 m não necessita ser aterrada; • cercas perpendiculares à rede, que bifurcam da cerca paralela a rede, devem ser seccionadas no primeiro mourão; • cercas transversais ao traçado da rede, devem ser seccionadas. O trecho seccionado é de 20 m de largura, compreendendo 10 m de cada lado, a partir do eixo da linha o aterramento será instalado no mourão central do trecho seccionado. b) Aterramento de Cercas em Áreas Rurais O aterramento das cercas deve estar de acordo com os Desenhos 01.06 a 01.09 e obedecer aos seguintes critérios: • todas as cercas que correm em paralelo com a rede elétrica, a uma distância igual ou inferior a 30 metros entre o condutor e o arame mais próximo deve ser seccionada a cada 500 metros e aterrada a cada 250 metros, fazendo coincidir os aterramentos próximos ao seccionamento; • cercas transversais ao traçado da rede, utilizar o mesmo procedimento para cercar em áreas urbanas; • todas as extremidades das cercas devem ser aterradas junto as porteiras conforme Desenho 01.06; • nas cercas eletrificadas devem ser observadas as recomendações do item 5.3 9.6 ATERRAMENTO EM ROCHAS Quando for encontrada rocha compacta a pequena profundidade deve ser utilizado cabo de aço cobreado 7 x 10 AWG com 10 metros de comprimento, enterrado horizontalmente no solo a uma profundidade mínima de 0,60 m. As valas não devem ser cheias com pedras ou materiais análogos, mas sim, de preferência com terra suscetível de reter umidade (argila, barro, etc.) 9.7 PROFUNDIDADE DA HASTE DE TERRA A haste de terra deve ser fincada no solo de maneira que a sua extremidade superior fique a uma profundidade mínima de 0,50 m da superfície do solo. 9.8 CONEXÕES Devem obedecer os padrões de conexões vigentes na COELCE. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 37/108 10 DIMENSIONAMENTO MECÂNICO 10.1 ESCOLHA DE POSTES, ESTRUTURAS E CONDUTORES 10.1.1 Postes O critério para adoção do comprimento dos postes será função das estruturas, afastamentos e flecha dos condutores. a) os postes a serem utilizados em redes de distribuição serão de concreto armado duplo “T” de 8 m para rede de BT rural e 9 m para rede urbana, 10,5 e 12 m para rede de MT rural e urbana, com as características padronizada de acordo com a Tabela 10. b) a montagem de condutores e equipamentos em postes deve obedecer as condições indicadas na Tabela 7, definido para postes padronizados ou existentes. 10.1.2 Engastamento de Postes A profundidade de instalação ou engastamento será para qualquer tipo de poste. m L e 60,0 10 += Onde: L = comprimento do poste em metros. e = engastamento ( no mínimo 1,5m). Em função da aplicação dos processos de cálculo para determinação do engastamento de postes são definidos três tipos básicos de engastamento: simples, base reforçada ou base com manilha conforme definido no PE-031. 10.1.3 Determinação do Esforço Nominal dos Postes Os esforços mecânicos que as redes de MT e de BT exercem sobre os postes, determinam o seu esforço nominal e tipo, os quais estão apresentados nas tabelas do PE 031. Para montagem da rede, as flechas, em função dos vãos, estão determinadas no PE 031 e PE 038 10.1.4 Estruturas e Condutores a) nas redes urbanas de MT usar cruzetas tipo meio-beco nas ruas e avenidas normais. Nas ruas estreitas, onde não for possível usar a cruzeta meio-beco, utilizar a cruzeta tipo L (beco) b) as estruturas de redes de distribuição de MT e de BT estão padronizadas nos PE-031 e PE- 038 e devem ser utilizadas de acordo com os critérios definidos nos mesmos. c) a escolha das estruturas será em função da bitola ou seção dos condutores, dos vãos, dos ângulos de deflexão horizontal, conforme mostrado no PE 031 e PE-038. d) nas estruturas de encabeçamento, o lado de maior esforço dos postes deve estar na direção da rede em que estiver sendo submetido ao maior esforço do condutor. e) nas estruturas tangentes que posteriormente venham a ser instalada uma derivação unilateral, substituir o poste, caso o existente não suporte o esforço projetado. f) os encabeçamentos em MT devem ser feitos nos seguintes casos: • em estruturas de chaveamento; • na primeira estrutura de um ramal quando este derivar de um poste com estrutura de encabeçamento já existente ou não, e seja projetado a instalação de chaves conforme definido no item 8.4.3.1 e 8.4.3.2; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 38/108 • em intervalos aproximados, conforme especificados abaixo, em função do condutor: Cabo Cobre Nu (mm²) Cabo Alumínio CAA (AWG) Alumínio Coberto CAC (mm²) Distância entre Encabeçamentos Rede Rural (m) Distância entre Encabeçamentos Rede Urbana (m) 25 e 35 4 e 1/0 Até 70 1200 400 70 e 95 266,8 185 e 240 800 300 Nota: Reduzir os tramos para metade quando existir no trecho ângulos acima de 15º g) deve existir estruturas de encabeçamento no poste de transformação, para potências a partir de 75 kVA, devendo para transformadores de 45 kVA onde se usa cabo de 35 mm² (cobre) ou 50 mm² (alumínio) ser secionado dos dois lados, deixando um jamper do mesmo cabo interligando eletricamente os lados conforme desenho do PE-038. Para transformadores monofásicos de 10 kVA e trifásicos de 15 e30 kVA onde se usa cabos de 16 ou 25 mm² pode ser utilizado estrutura tangente na BT, conforme PE-038 10.1.5 Emendas de Condutores A utilização de emenda em condutores na fase de projeto e construção é permanentemente proibida. O seu uso está regulamentado somente na manutenção, em caráter provisório, conforme o que determina a DT-097. 10.2 ESTAIAMENTO A princípio os postes devem ser dimensionados para suportar os esforços de tração a que estão submetidos sem a utilização de estais, utilizando os postes padronizados, contidos na Tabela 10. Os estais podem ser instalados em qualquer poste quando as condições do solo não permitirem um fincamento seguro do mesmo. A alternativa de fundação especial nas estruturas de ângulo e amarrações em substituição aos estais deve ser avaliada pelo projetista. Em todos os casos onde forem utilizados estais, será instalada cobertura para sinalização de estai. Não deve ser utilizado estai em estruturas que tenham equipamento (transformadores, religadores reguladores, secionadores, chaves, etc.) Em rede de distribuição urbana só pode ser utilizado estai feito de cruzeta a poste ou de poste a poste. Nunca, em nenhuma hipótese, deve ser utilizado estai haste-âncora. Em hipótese nenhuma deve ser projetado estai em estrutura onde haja rede de BT com condutores nus existentes. 10.2.1 Estai de Cruzeta a Poste Deve ser utilizado em cruzeta tipo beco ou meio beco, conforme PE 031. 10.2.2 Estai de Poste a Poste O esforço absorvido pelo cabo de aço poderá ser transferido para um ou mais postes, recomendando-se transferi-lo para, no máximo, dois postes. Os esforços resultantes devem ser limitados a 700 daN para cabo de aço de 6,4 mm de diâmetro e 1560 daN para cabo de aço de 9,5 mm de diâmetro. 10.2.3 Estai poste-haste âncora Os estais poste-haste âncora serão utilizados somente em Redes Rurais e a utilização será objeto de estudos específicos dos projetistas, em função dos esforços mecânicos e tipo de solo. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 39/108 10.3 TRAVESSIAS E APROXIMAÇÕES 10.3.1 Sobre outras Redes a) o ângulo mínimo entre os eixos das redes será de 60º; b) as distâncias verticais mínimas nas condições mais desfavoráveis dos condutores constam no PE 031 e PE 038. c) sempre colocar a rede de mais elevada tensão em nível superior; d) sempre que uma rede de MT projetada estiver em nível superior a uma rede de MT existente, as estruturas de travessia da primeira serão de amarração. 10.3.2 Sobre as Águas Navegáveis ou Não a) as estruturas de travessia serão de amarrações; b) quando houver cruzamento de rios que exija vãos superiores a 100 m, deve ser efetuado um levantamento plani-altimétrico no caminhamento da rede no trecho da travessia a fim de determinar a flecha e a altura dos postes de travessia; c) o ângulo mínimo entre o eixo da rede e o curso de água será de 60º; d) as distâncias verticais mínimas dos condutores à superfície de águas navegáveis, na condição de flecha máxima será de (H + 2 m). Nesta fórmula o valor de H corresponde a altura do maior mastro e deve ser fixado pela autoridade responsável pela navegação da via considerada; e) no caso de águas não navegáveis, a distância mínima nas condições do item acima deve ser 6 metros. Com exemplo, veja o Desenho 01.01. 10.3.3 Sobre Rodovias a) as estruturas de travessia serão de amarração; b) deve-se evitar o cruzamento de rede de BT sobre rodovias federais e estaduais; c) na rede de MT evitar o máximo possível travessias, não permitindo, por exemplo, o atendimento de cargas de um lado da rodovia, através de ramais derivados da rede do lado oposto; d) para a execução de travessia, deve ser previamente solicitado licença ao órgão responsável; e) o ângulo mínimo entre os eixos da rede e da rodovia será 60º; f) a distância mínima dos condutores á superfície do solo na condição de flecha máxima será de 7m; g) a carga atuante no cabo condutor de uma travessia deve ser de 20%, podendo, nos casos mais desfavoráveis, atingir, no máximo, a 33% da sua carga de ruptura; h) as estruturas devem ser colocadas fora da faixa de domínio das rodovias e em posição tal que a distância medida sobre a superfície do terreno, da estrutura à borda exterior do acostamento, seja maior que a altura da estrutura; i) em casos excepcionais, mediante acordo com a entidade responsável pela rodovia, as estruturas poderão ser colocadas a distância inferiores às apresentadas na alínea “h” e até mesmo dentro das faixa de domínio das rodovias ou nos canteiros centrais de rodovias com pistas múltiplas. Nestes casos, quando a rede projetada for paralela a sinalização, viadutos etc., observar a distância mínima de 2 m medida na horizontal, nas condições de máximo deslocamento. 10.3.4 Sobre Ferrovias a) as estruturas de travessia serão de amarração; b) para a execução da travessia, deve ser previamente solicitada licença ao órgão responsável; c) o ângulo mínimo entre os eixos da rede e da ferrovia será de 60º; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 40/108 d) serão usados os mesmos coeficientes recomendados para a construção de redes, ou seja, a tração de projeto não deve ser superior a 33% da tração de ruptura; e) as estruturas devem ser colocadas fora da faixa de domínio das ferrovias e em posição tal que a menor distância medida sobre a superfície do terreno, do suporte ao trilho mais próximo, seja menor que a altura da estrutura; f) não serão permitidas travessias sobre áreas das estações ferroviárias. Só em casos excepcionais, mediante acordo com a entidade responsável pela ferrovia; g) no projeto a ser apresentado ao órgão responsável pela ferrovia para aprovação, deve constar obrigatoriamente: • planta de situação com as principais dimensões cotadas, e desenhadas nas escalas horizontal de 1:500 e vertical de 1:250; • tensão nominal, número de fases, número de circuitos, número de condutores por fase; • localização das estruturas no vão de travessia; • ângulo entre os eixos da ferrovia e da rede; • posição dos condutores (cabos ou linhas aéreas) pertencentes a ferrovias; • posição quilométrica da travessia em relação ao trecho ferroviário considerado, com indicação das localidades adjacentes; • denominação do trecho ferroviário; • perfil da travessia com todas as dimensões cotadas e desenhado nas escalas horizontal de 1:500 e vertical de 1:250, conforme indicado no Desenho 01.02; • vão da travessia e flecha máxima; • diferença da cota entre os condutores mais baixos e elevados do vão da travessia; • altura do condutor mais baixo da travessia, em relação a face superior do boleto do trilho mais alto; • características mecânicas dos condutores a serem empregados na travessia; • distância dos suportes de sustentação dos condutores à face interna do boleto do trilho mais próximo; • desenho de detalhes na escala mínima de 1:20 das estruturas do vão de travessia; • observar o Desenho 01.02 a para os demais requisitos, consultar instrução geral do órgão responsável pela linha férrea. 11 PROJETO O projeto deve ser elaborado com a inteira responsabilidade do projetista, considerando os aspectos elétricos e dimensionamento dos postes e estruturas, seguindo o que determina este critério, devendo conter. 11.1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO Os projetos devem ser apresentados em 4 vias, e em meio magnético contendo os seguintes requisitos. 11.1.1 Identificação do Engenheiro Responsável Deve ser apresentada a identificação, número de credenciamento junto a COELCE, telefone e endereço doresponsável técnico. 11.1.2 Memorial Descritivo O Memorial Descritivo deve ser composto de: COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 41/108 a) identificação do Projetista, do Cliente e contendo os principais dados do projeto; b) estimativa da carga e dimensionamento dos transformadores; c) cálculo de Queda de Tensão d) cálculo Mecânico efetuado, devendo os esforços a serem aplicados nos postes e condutores serem apresentados nas plantas; e) demonstrativo de Serviços de Terceiros f) relação de Material 11.1.3 Documentação a) uma via da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART; b) licença junto aos órgãos responsáveis, nos casos de travessias de linhas férreas, rodovias ou aproximação de aeroportos; c) licença emitida pelo órgão responsável pela preservação do meio ambiente, quando a obra for instalada em áreas de preservação ambiental; d) termo de permissão de passagem para redes rurais que eventualmente cruzem terrenos de terceiros; e) cópia do Certificado de Credenciamento para elaboração de projeto e execução de obras, emitido pela COELCE. 11.1.4 Planta da Rede As plantas devem ter boa apresentação, ser perfeitamente legíveis, devendo conter: a) localização e numeração de toda a posteação; indicando o esforço nominal e a altura (por exemplo 300/12); b) indicação das estruturas e seccionamentos; c) indicação do tipo, bitolas e número de condutores primários, secundários e de iluminação pública; d) tipo e capacidade de todos os transformadores de distribuição; e) tipo de secionadoras com sua capacidade nominal e de ruptura f) chaves fusíveis com sua capacidade de ruptura e a indicação do elo fusível; g) localização dos equipamentos, tais como religador, seccionalizador, regulador de tensão, etc. com suas características técnicas; h) potência e tipo de lâmpada de iluminação pública e do relé de comando; i) indicação e localização dos pára-raios não só nos transformadores, como na rede em geral. 11.1.5 Perfil Plani-altimétrico Deve ser apresentado o levantamento Topográfico, com o traçado da rede em perfil plani- altimétrico, efetuado com auxílio do gabarito, ou software adequado para projetos com extensão a partir de 1000m ou situados em terrenos acidentados. O desenho deve ser apresentado na escala vertical 1:500 e horizontal de 1:5000, contendo os seguintes detalhes: a) locação das estruturas primárias e secundárias; a) linhas telegráficas; b) redes e linhas elétricas existentes; c) ferrovias e rodovias; d) locais de trânsito de veículos; e) rios; f) açudes ou lagoas; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 42/108 g) obras de engenharia que possam interferir no projeto; h) cerca de arame. i) indicação do alimentador existente, do ângulo de derivação, poste (esforço e altura), estrutura correspondente e poste e estrutura anterior e posterior; 11.1.6 Desenhos de Detalhes Devem ser feitos em plantas individuais nas escalas horizontal 1:500 e vertical 1:250: a) cruzamento de linhas; b) travessias de rios, rodovias e ferrovias; c) estaiamento especial; d) desenho e montagem de estruturas especiais, com a justificativa da não utilização das estruturas padronizadas pelos PE-031 e PE-038, nestes casos o analista de projeto deve encaminhar ao órgão normativo para análise e parecer. 11.2 ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO Os projetos elaborados por terceiros devem ser analisados pela COELCE, observando-se as seguintes observações: a) para aceitação pela COELCE o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as suas normas e padrões, com as normas da ABNT e com as Normas e resoluções expedidas pelos órgãos oficiais competentes; b) uma vez aceito o projeto, a COELCE devolverá uma via ao interessado; c) toda e qualquer modificação no projeto já aceito, somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo, mediante consulta à COELCE; d) a COELCE não receberá a obra caso haja discordância com o projeto aceito; e) o prazo máximo de validade do projeto é de 6 meses após a sua aceitação. Após esse prazo a aceitação do projeto fica sem efeito. 12 EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA 12.1 LIMPEZA DA FAIXA DE SERVIDÃO a) antes da execução da obra deve ser feita uma adequada limpeza da faixa de servidão, observando o disposto no Desenho 01.03; b) deve ser desmatado somente o necessário para construção ou manutenção da rede, sendo a largura de 6 metros para redes convencionais de MT e 3 metros para BT, devendo ser sempre preservada a vegetação rasteira, com o objetivo de evitar erosão; c) nas grandes depressões do terreno, onde a vegetação não ameaçar a rede, fazer somente uma faixa para acesso, com largura de 1 metro. 12.2 EXECUÇÃO DA OBRA a) durante as etapas de levantamento de dados no campo, projeto e construção das redes, devem ser observados os Procedimentos de Execução – PEX, relativos a cada atividade que esteja sendo executada; b) o projeto e demais documentação legal deve estar disponível, a qualquer hora, no local da obra; c) devem ser tomados todos os cuidados necessários ao correto manuseio, transporte e estocagem dos materiais; d) todas as áreas de trabalho devem ser delimitadas e sinalizadas; COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 43/108 e) em nenhuma hipótese será admitido que as escavações para fincamento dos postes permaneçam abertas durante a noite; 12.2 ATUALIZAÇÃO DAS PLANTAS E CODIFICAÇÃO DE POSTES E ESTRUTURAS a) após concluída a obra, o desenho do projeto deve ser atualizado e implantadas as coordenadas geográficas x-y (UTM/UPS) ; b) a rede deve ser devidamente sinalizada e codificadas as estruturas, conforme DT-091 e pintados os números COELCE (CN) dos transformadores COELCE 12.3 FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO Caberá ao órgão responsável pela fiscalização da construção acompanhar todo o processo de construção constante no Procedimento de Execução PEX 14 – Procedimentos para Construção de Redes de Média Tensão, principalmente no que diz respeito a utilização de termômetro e dinamômetro para o correto tensionamento dos cabos de acordo com as trações especificadas em projeto. a) a COELCE fiscalizará ainda os projetistas/empreiteiros contratados para elaboração dos projetos devendo os mesmos informar toda a metodologia e ferramentas utilizadas para tal e atender a todos os itens especificados nos contratos para execução de serviço; b) antes de ser energizada a rede deve ser cuidadosamente inspecionada a fim de verificar a conformidade com o projeto, com as normas técnicas e o seu correto acabamento; c) uma cópia do guia de inspeção deve ser fornecida ao construtor para que o mesmo possa adotar as necessárias medidas corretivas; d) verificar a adequada sinalização e pintura; e) verificar o acabamento e concerto de calçadas; f) observar a limpeza de todos os locais utilizados durante a execução da obra, devendo todos os lugares ficarem limpos e livres de qualquer tipo de entulho, sobras de construção, galhos, gravetos, etc.; g) preencher o guia de inspeção conforme Anexo VIII. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 44/108 TABELAS COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃOCP- 01 1 SET/2002 45/108 TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES NUS CONDUTORES Alumínio CAA Cobre (AWG/MCM) (mm²) AMPACIDADE (A) Rx (Ω/KM) Xl (Ω/KM) 4 - 130 1,5972 0,4994 1/0 - 230 0,6960 0,4977 266,8 - 440 0,2392 0,3784 - 25 163 0,8880 0,4637 - 35 208 0,5809 0,4510 70 312 0,3085 0,4240 - 95 395 0,2213 0,4125 TABELA 2 - CONDUTOR DE ALUMÍNIO COBERTO - CAC (PARA REDE COMPACTA/SPACER) – 15 KV Seção Nominal (mm2) Diâmetro Nominal (mm) Número de Fios Resistência Elétrica Máxima CC a 20°C (ohm.) Carga de Ruptura Mínima (daN) Massa Aproximada (kg/km) Corrente (A) 70 17,50 19 0,4202 1.050 284 221 185 23,72 37 0,1591 2.775 674 416 240 26,06 37 0,1228 3.600 823 495 TABELA 3 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV Seção do Condutor (mm2) Diâmetro do condutor sem isolação (mm) Diâmetro Externo do Condutor Isolado (mm) Fase Neutro Fase Neutro Fase Neutro Corrente Admissível no Condutor Fase (A) 1x25 1x25 6,00 6,20 8,80 9,00 83 3x25 1x50 6,00 6,20 8,80 12,25 83 3x50 1x50 8,20 8,20 11,40 12,25 121 3x95 1x70 11,42 10,40 15,40 14,35 188 3x150 1x70 14,40 10,40 18,80 14,35 270 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 46/108 TABELA 4 - CONDUTOR MULTIPLEXADO DE COBRE ISOLADO EM XLPE – 0,6 / 1 KV Seção do Condutor (mm2) Diâmetro do condutor sem isolação (mm) Diâmetro Externo do Condutor Isolado (mm) Fase Neutro Fase Neutro Fase Neutro Corrente Admissível no Condutor Fase (A) 1x16 1x16 4,75 5,12 7,05 7,42 88 3x16 1x16 4,75 5,12 7,05 7,42 88 3x35 1x35 7,12 7,57 10,16 10,63 124 3x70 1x50 10,18 9,05 13,16 12,11 196 3x95 1x50 11,56 9,05 14,96 12,11 245 TABELA 5 - POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR A SER INSTALADO Transformador a ser instalado ( kVA) Sobrecarga do Transformador existente em área residencial Sobrecarga do Transformador existente em área comercial Transformador existente ( kVA) De 41 a 60% De 61 a 100% De 21 a 30% De 31 a 60% De 61 a 100% 10(***) - - - - - 15 30 45 30 30 45 30 75 75 75 75 75 45 112,5 112,5 75 112,5 112,5 75 150 225 (*) 150 150 225 (*) 112,5 225 (*) 300 (*) 225 (*) 225 (*) 300 (*) 150 300 (*) (**) 300 (*) 300 (*) (**) Notas: (*) é recomendável o desmembramento do circuito ou instalação de um circuito adicional. (**) é obrigatório o desmembramento do circuito ou instalação de um circuito adicional. (***) é recomendável instalar outro transformador monofásico de mesma potência e dividir a carga. Sendo possível, ampliar a rede para trifásico para instalação de transformador trifásico TABELA 6 - CARREGAMENTO MÁXIMO PERMITIDO EM TRANSFORMADORES Potência nominal (kVA) Carregamento em Área Residencial e em Área Rural (kVA) (*) Carregamento em Área Comercial (kVA) (**) 10 14,0 12,0 15,0 21,0 18 30,0 42,0 36 45,0 63,0 54 75,0 105,0 90 112,5 157,5 135 150,0 210,0 180 225,0 315,0 270 300,0 420,0 360 Notas: (*) Carregamento permitido para um período máximo de duas horas (**) Carregamento permitido para um período máximo de quatro horas COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 47/108 TABELA 7 - UTILIZAÇÃO DOS POSTES Circuitos e Equipamentos que podem ser instaladosAltura do poste (metros) Rede de MT Rede de BT Iluminação Pública Comunicação Equipamentos Derivações de MT Circuitos Duplos 8(***) não sim sim sim não não não 9 não sim sim sim não não não 10 (*) sim sim sim sim não não não 10,5 sim sim sim sim não não não 11 (*) sim sim sim sim Sim (**) Sim (**) não 12 sim sim sim sim sim sim sim Notas: (*) Poste de 10 metros e de 11 metros, somente os já existentes (**) Somente em redes já existentes (***) Somente em redes rurais TABELA 8 - DIMENSIONAMENTO CONDUTOR PRÉ-REUNIDO X TRANSFORMADOR Potência do Transformador (kVA) Condutor a ser utilizado no barramento principal da Rede Secundária 10 monofásico - - - 15 Cobre 16 mm2 - - - 30 ou Cobre 35 mm2 - - 45 Alumínio 25 mm2 ou - - 75 - Alumínio 50 mm2 Cobre 70 mm2 - 112,5 - - ou - 150 (Ver Nota 4) - - Alumínio 95 mm2 Cobre 95 mm2 225 (Ver Nota 4) - - - ou 300 (Ver Nota 4) - - - Alumínio 150 mm2 Notas: 1 A Tabela 8 acima, mostra por exemplo, que na instalação inicial de um transformador de 15 kVA deve ser prevista, no barramento principal da rede secundária, a utilização de condutores de cobre de 35 mm2 ou de alumínio 50 mm2. Esta seção deve suportar a substituição do transformador inicialmente instalado por outro de até 75 kVA. No entanto, a instalação inicial de um transformador de 75 kVA deve prever rede secundária de 70 mm2 de cobre ou 95mm2 de alumínio; 2 Para fins de facilidade de construção e manutenção e objetivando reduzir o número de conexões, é recomendada a adoção de seção única ao longo do caminhamento principal do circuito secundário projetado, adotando-se o mesmo critério para a seção dos ramais; 3 Devem ser projetados preferencialmente circuitos secundários pequenos e transformadores trifásicos até 112,5 kVA. 4 Excepcionalmente, apenas nos caso de grande concentração de carga, onde no mínimo 60% da carga esteja concentrada até um raio máximo de 45 metros do transformador, podem ser projetados transformadores de 150 kVA a 300 kVA. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 48/108 TABELA 9 - POSTES PADRONIZADOS PARA MONTAGEM DE TRANSFORMADORES POTÊNCIA DOS TRANSFORMADORES (kVA) ESFORÇO MÍNIMO DOS POSTES Monofá sico Trifásico SITUAÇÃO DA ESTRUTURA DE MT 10 Até 45 75 a 150 225 (peso máximo de 950 kg) 300 (peso máximo de 1300 kg) em alinhamento 150daN 300daN 300daN 600daN (Ver nota 1) 600daN (Ver nota 1) em ancoragem 300daN 300daN 600daN 600daN (Ver nota 1) 1000daN (Ver nota 2) Notas: 1. caso exista na estrutura de ancoragem de MT (fim de rede) este tipo de transformador, usar poste com esforço mínimo de 1000daN; 2. deve ser evitado o uso dos transformadores de 225 e de 300kVA em postes com ancoragem de Rede de MT. Caso seja necessário, devem ser feitos os cálculos dos esforços para dimensionamento do poste adequado; 3. os transformadores com peso superior a 1300kg, ou que não tenham suporte para fixação ao poste, devem ser montados em estruturas de dois postes. TABELA 10 - POSTES PADRONIZADOS PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO Comprimento Esforço ( daN) Tipo 8 metros 150 300 D B 9 metros 150 300 600 D B B 10,5 metros 150 300 600 1000 2000 D B B B-1,5 B-4,5 12 metros 300 600 1000 2000 3000 B B B-1,5 B-4,5 B-6 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 49/108 TABELA 11 - TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL Fatores de Multiplicação de Demanda Taxa de Crescimento Anual de Percentagem Número de Anos 1 2 3 4 5 6 8 10 12 15 5 10 1,051 1,104 1,104 1,218 1,159 1,343 1,216 1,480 1,276 1,628 1,338 1,790 1,469 2,158 1,610 2,593 1,762 3,105 2,011 4,045 TABELA 12 - DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA Classe de ConsumidoresNúmero de Consumidores do Circuito Nível “A” Nível “B” Nível “C” Nível “D” 1 a 5 0,300 0,550 1,150 2,200 6 a 10 0,270 0,430 1,050 1,800 11 a 15 0,250 0,370 0, 9001,500 16 a 20 0,235 0,345 0,800 1,300 21 a 25 0,220 0,330 0,720 1,191 26 a 30 0,210 0,370 0,650 1,075 31 a 40 0,205 0,310 0,600 0,992 41 ou mais 0,200 0,301 0,551 0,910 TABELA 13 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT MONOFÁSICA Potência do Transformador (kVA) Corrente Nominal do disjuntor (A) Quantidade caixas Condutor de interligação do transformador ao disjuntor (mm²) 5 30 1 10 10 70 1 16 TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT TRIFÁSICA Potência do transformador (kVA) Corrente do disjuntor (A) Fusível NH (A) Quantidade de caixas Quantidade de suporte fusível Condutor de interligação do transformador ao disjuntor (mm2) 15 30 - 1 - 35 30 70 - 1 - 35 45 100 - 1 - 35 75 2 x 90 - 2 - 2x35 112,5 2 x 125 - 2 - 2x35 150 - 160 - 6 2x35 225 - 250 - 6 2x95 300 - 315 - 6 2x95 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 50/108 TABELA 15 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM BT (KVA POR 100M) Cabo de Alumínio (mm²) Queda de Tensão kVA por 100m Cabo de Cobre (mm²) Queda de Tensão kVA por 100m 1 x 25 + 1 x 25 0,527 1 x 16 + 1 x 16 0,557 3 x 25 + 1 x 50 0,088 3 x 16 + 1 x 16 0,094 3 x 50 + 1 x 50 0,050 3 x 35 + 1 x 35 0,044 3 x 95 + 1 x 50 0,027 3 x 70 + 1 x 50 0,024 3 x 150 + 1 x 70 0,019 3 x 95 + 1 x 50 0,018 TABELA 16 - QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM MT (KΩΩΩΩ / KM – 13800V) Condutor de Cobre (mm²) Constante K Condutor de alumínio CAA - AWG Constante K 16 25 35 50 70 95 0,2344 0,1711 0,1356 0,1066 0,0893 0,0762 4 - 1/0 - - 266,0 0,2901 - 0,1468 - 0,0764 TABELA 17 - NÍVEIS DE TENSÃO Limites de VariaçãoTensão Nominal (volts) Mínimo (volts) Máximo (volts) 220 V 201 228 380 V 346 395 13800 V 13110 14214 TABELA 18 - TRANSFORMADOR X ELO FUSÍVEL Potência do Transformador (kVA) Trifásico Monofásico Elo Fusível - - 15 30 45 75 112,5 150 225 300 5 10 15 - - - - - - - 0,5 H 1 H 1 H 2 H 3 H 5 H 6 k 6 k 10 k 15 k COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 51/108 TABELA 19 - FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES URBANOS Fatores de Diversidade para:Elementos dos sistemas entre os quais os fatores de diversidade são considerados Carga Residencial Carga Comercial Consumidores Generalizados Grandes Consumidores Entre consumidores individuais 2,00 1,46 1,45 - Entre transformadores 1,30 1,30 1,35 1,05 Entre alimentadores públicos 1,15 1,15 1,15 1,85 Entre subestações 1,10 1,10 1,10 1,10 Dos consumidores para os transformadores 2,00 1,46 1,44 - Dos consumidores para o alimentador público 2,60 1,90 1,95 1,15 Dos consumidores para a subestação 3,00 2,18 2,24 1,32 Dos consumidores para a estação geradora 3,29 2,40 2,46 1,45 TABELA 20 - FATOR DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES RURAIS Um consumidor e uma única carga 100 % Um consumidor e diversas cargas 85 % Diversos consumidores e diversas cargas 70 % COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 52/108 TABELA 21 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA DE CONSUMIDORES DE BT CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA AGRICULTURA, PECUÁRIA, SILVICULTURA E EXPLORAÇÃO FLORESTAL 0111 Posto de semente (classificação, secagem e tratamento de semente) 0,23 0,23 0121 Floricultura e fruticultura 0,33 0,43 0140 Criação de eqüinos 0,40 0,36 0145 Granja 0,49 0,39 0146 Criação de camarão 0,53 0,23 0161 Agricultura (estação experimental de agricultura, pesquisa de agricultura) 0,30 0,25 0162 Agropecuária 0,45 0,30 0520 Agricultura irrigada 0,60 0,30 EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 1422 Extração de sal 0,46 0,40 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E DIVERSOS 1514 Preparação e Preservação do Pescado e Fabricação de Conservas de Peixes, Crustáceos e Moluscos 0,53 0,41 1521 Processamento, Preservação e Produção de Conservas de Frutas 0,32 0,57 1543 Fabricação de Sorvetes 0,37 0,44 1551 Beneficiamento de café, arroz, amendoim, algodão e cereais diversos 0,39 0,20 1584 Fabricação de Massas Alimentícias (Produtos de Padaria, Confeitaria e Pastelaria) 0,24 0,45 1599 Fabricação de gelo 0,57 0,61 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS 1722 Fiação - Fibras Têxteis Naturais 0,59 0,43 1749 Fabricação de Artefatos Têxteis Incluindo Tecelagem 0,32 0,42 1761 Fabricação de Artefatos Têxteis a partir de Tecidos 0,17 0,27 1763 Fabricação de Artefatos de Cordoaria 0,19 0,44 CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS 1812 Confecção de Peças do Vestuário 0,18 0,30 PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO E CALÇADOS 1931 Fabricação de Calçados de Couro 0,15 0,36 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA 2010 Fabricação de produtos de Madeira (carpintaria, serraria, etc.) 0,19 0,23 2122 Fabricação de papel, papelão, cartão 0,56 0,27 EDIÇÃO, IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO DE GRAVAÇÕES COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 53/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 2214 Edição de Discos, Fitas e Outros Materiais Gravados 0,48 0,39 2219 Edição e Impressão de Produtos Gráficos 0,24 0,35 2229 Execução de Outros Serviços Gráficos 0,35 0,69 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS 2454 Fabricação de Materiais para Uso Médicos, Hospit. e Odontológicos 0,19 0,40 2481 Fabricação de Tintas e Vernizes 0,15 0,24 FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E PLÁSTICO 2511 Fabricação de Pneumáticos e de Câmaras de Ar 0,41 0,26 2522 Fabricação de embalagens de plástico 0,53 0,31 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 2640 Fabricação de material cerâmico 0,66 0,24 2649 Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para usos diversos 0,64 0,24 2692 Fabricação de Cal Virgem, Cal Hidratada e Gesso 0,35 0,16 METALÚRGICA BÁSICA 2711 Produção de Laminados Planos de Aço 0,20 0,31 2749 Metalúrgica de Outros Metais Não Ferrosos e Suas Ligas 0,24 0,40 FABRICAÇÃO DE MÁQUINA E EQUIPAMENTOS 2931 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para Agricultura, Avicultura e Obtenção de Produtos Animais 0,35 0,25 FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO MÉDICO-HOSPITALARES, INSTRUMENTOS DE PRECISÃO E ÓTICOS, EQUIPAMENTOS PARA AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, CRONÔMETROS E RELÓGIOS 3310 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos para uso Médico-Hospitalares, Odontológicos e de Laboratórios e Aparelhos Ortopédicos 0,15 0,34 3340 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos e Materiais Óticos, Fotográficos e Cinematográficos 0,24 0,34 FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS 3450 Recondicionamento ou Recuperação de Motores para Veículos Automotores 0,33 0,31 FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E INDÚSTRIAS DIVERSAS 3611 Fabricação de Móveis com Predominância de Madeira 0,31 0,25 3699 Fabricação de Produtos Diversos 0,32 0,31 TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA 4100 Captação, Tratamento e Distribuição de Água 0,57 0,51 CONSTRUÇÃO 4520 Construção Civil (Engenharia de construção, canteiro de obras e construtoras) 0,36 0,31 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DEDISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 54/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 4521 Edificações (Residenciais, Industriais, Comerciais e de Serviços) Inclusive Ampliação e Reformas Completas 0,22 0,33 COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS 5010 Comércio a Varejo e Por Atacado de Veículos Automotores 0,47 0,39 5020 Manutenção e Reparo de Veículos Automotores 0,53 0,45 5030 Comércio a Varejo e por Atacado de Peças e Acessórios para Veículos Automotores 0,28 0,33 5050 Comércio a Varejo de Combustíveis 0,53 0,31 5111 Comércio de Matérias Primas Agrícolas, Animais Vivos, Matérias Primas Têxteis e Produtos semi-acabados 0,21 0,28 5121 Comércio Atacadista de Produtos Agrícolas "In Natura", Produtos Alimentícios para Animais 0,37 0,51 COMÉRCIO POR ATACADO E INTERMEDIÁRIOS DO COMÉRCIO 5131 Comércio Atacadista de Leite e Produtos do Leite 0,30 0,59 5133 Comércio Atacadista de Hortifrutigranjeiros 0,50 0,64 5134 Comércio Atacadista de Carnes e Produtos da Carne 0,66 0,55 5136 Comércio Atacadista de Bebidas 0,55 0,34 5139 Comércio Atacadista de Outros Produtos Alimentícios, Não Especificados Anteriormente 0,43 0,54 5141 Comércio Atacadista de Fios Têxteis, Tecidos, Artefatos de Tecidos e de Armarinho 0,25 0,34 5144 Comércio Atacadista de Eletrodomésticos e Outros Equipamentos de Uso Pessoal e Doméstico 0,77 0,41 5146 Comércio Atacadista de Cosméticos e Produtos de Perfumaria 0,50 0,37 5147 Comércio Atacadista de Artigos de Escritórios e de Papelaria e Seus Artefatos Livros, Jornais e Outras Publicações 0,28 0,33 5149 Comércio Atacadista de Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico, Não Especificados Anteriormente 0,33 0,30 5151 Comércio Atacadista de Combustíveis 0,48 0,57 5153 Comércio Atacadista de Madeira, Material de Construção, Ferragens e Ferramentas 0,31 0,31 5154 Comércio Atacadista de Produtos Químicos 0,29 0,29 5191 Comércio Atacadista de Mercadorias em Geral (Não Especializado) 0,30 0,39 COMÉRCIO VAREJISTA E REPARAÇÃO DE OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS 5211 Comércio Varejista de Mercadorias em Geral, com Predominância de Produtos Alimentícios - Hipermercados 0,41 0,51 5215 Comércio Varejista Não Especializado, Sem Predominância de Produtos Alimentícios 0,25 0,53 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 55/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 5221 Comércio Varejista de Produtos de Padaria, de Laticínio, frios e Conservas 0,34 0,31 5223 Comércio Varejista de Carnes - Açougue 0,63 0,58 5224 Comércio Varejista de Bebidas 0,43 0,35 5229 Comércio Varejista Produtos de Fumo 0,45 0,41 5231 Comércio Varejista de Tecidos e Artigos de Armarinho 0,28 0,34 5232 Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Complementos 0,36 0,38 5233 Comércio Varejista de Calçados e Artigos de Couro 0,23 0,26 5241 Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos, Artigos Médicos e Ortopédicos, de Perfumaria e Cosméticos 0,56 0,35 5242 Comércio Varejista de Máquinas e Aparelhos de Usos Doméstico e Pessoal, Discos e Instrumentos Musicais 0,38 0,39 5243 Comércio Varejista de Móveis, Artigos de Iluminação e Outros Artigos para Residência 0,43 0,17 5244 Comércio Varejista de Material de Construção, Ferragens, Ferramentas Manuais e Produtos Metalúrgicos, Vidros, Espelhos e Vitrais, Tintas e Madeira 0,59 0,20 5245 Comércio Varejista de Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação 0,44 0,67 5246 Comércio Varejista de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria 0,27 0,38 5247 Comércio Varejista de Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP) 0,45 0,55 5249 Comércio Varejista de Outros Produtos Não Especificados Anteriormente 0,31 0,51 5279 Reparação de Objetos Pessoais e Domésticos 0,19 0,29 ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO 5511 Estabelecimentos Hoteleiros com Restaurante 0,30 0,47 5517 Motel 0,45 0,30 5519 Pousada 0,19 0,36 5521 Restaurantes e Estabelecimentos de Bebidas com Serviço Completo 0,59 0,35 5522 Lanchonetes e Similares 0,39 0,42 5529 Outros Serviços de Alimentação 0,54 0,47 TRANSPORTE TERRESTRE 6010 Transporte Ferroviário Interurbano 0,53 0,35 6023 Transporte Rodoviário de Passageiros, Regular, Urbano 0,51 0,39 6026 Transporte Rodoviário de Cargas, Em Geral 0,21 0,49 TRANSPORTE AÉREO 6210 Transporte Aéreo Regular 0,21 0,33 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 56/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA ATIVIDADES ANEXAS E AUXILIARES DO TRANSPORTE, AGÊNCIA DE VIAGEM E ARMAZENAGEM 6311 Carga e Descarga de veículos 0,42 0,21 6312 Armazenamento e Depósito de Carga 0,82 0,72 6313 Armazéns gerais (depósito de mercad. de gêneros aliment. armazenagem de café e cereais, de distrib. de petróleo e derivados) 0,44 0,34 6330 Atividades de Agências de Viagens e Organizadores de Viagem 0,35 0,21 CORREIOS E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES 6411 Atividades de Correio Nacional 0,16 0,36 6420 Serviço de comunicações (Telecomunicações, rádios e outros) 0,53 0,50 INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (EXCLUÍDO SEGURO E PREVIDÊNCIA PRIVADA) 6521 Bancos Comerciais 0,53 0,31 6535 Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento 0,26 0,39 6540 Arrendamento Mercantil 0,32 0,43 SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA 6611 Seguro de Vida 0,55 0,43 6621 Previdência Privada 0,15 0,39 ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS 7020 Aluguel de Imóveis 0,26 0,40 7032 Administração de Imóveis por Conta de Terceiros 0,60 0,38 ATIVIDADE DE INFORMÁTICA E CONEXAS 7210 Serviços de Informática (cursos, consultoria, etc.) 0,21 0,35 SERVIÇOS PRESTADOS ÀS EMPRESAS 7411 Atividades Jurídicas 0,49 0,33 7415 Sedes de Empresas e Unidades Administrativas Locais 0,49 0,44 7420 Serviço de Arquitetura e Engenharia e de Assessoramento Técnico Especializado 0,26 0,37 7440 Publicidade 0,41 0,45 7450 Seleção, Agenciam. e Locação de mão-de-obra para Servi. Temporários 0,15 0,22 7491 Atividades Fotográficas 0,42 0,30 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E AUTARQUIA: 7511 Administração Pública em Geral 0,49 0,56 7524 Quartel 0,41 0,41 EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E FUNDAMENTAL 8011 Educação Pré-Escolar 0,54 0,39 8022 Educação Média de Formação Técnica e Profissional 0,40 0,30 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 57/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 8030 Estabelecimento de ensino superior 0,35 0,33 8092 Educação Supletiva 0,47 0,41 8093 Educação Continuada ou Permanente e Aprendizagem Profissional 0,40 0,21 8095 Educação Especial 0,42 0,21 SAÚDE E SERVIÇO SOCIAL 8511 Atividades de Atendimento Hospitalar 0,37 0,28 8514 Atividades de Serviços de Complementação Diagnóstica ou Terapêutica 0,16 0,29 8516 Outras Atividades Relacionadas com a Atenção a Saúde 0,50 0,36 8531 Serviços Sociais com Alojamento 0,28 0,34 ATIVIDADES ASSOCIATIVAS 9111 Atividades de Organizações Empresariais, Patronais 0,23 0,44 9191 Atividades de Organizações Religiosas 0,19 0,31 9192 Atividades de Organizações Políticas 0,13 0,42 9199 Outras Atividades Associativas, Não Especificadas Anteriormente 0,19 0,38 ATIVIDADE RECREATIVA, CULTURAIS E DESPORTIVAS 9213 Projeção de Filmes e de Vídeo, Teatros 0,45 0,21 9233 Outras Atividades de Espetáculos, Não EspecificadasAnteriormente 0,41 0,22 9261 Atividades Desportivas, Clubes 0,35 0,50 9262 Outras Atividades Relacionadas ao Lazer 0,53 0,22 SERVIÇOS PESSOAIS 9301 Lavanderias e Tinturarias 0,25 0,41 9302 Cabeleireiros e Outros Tratamentos de Beleza 0,20 0,29 9303 Atividades Funerárias e Conexas 0,25 0,44 9304 Atividades de Manutenção do Físico Corporal 0,19 0,28 9309 Outras Atividades de Serviço Pessoais 0,25 0,30 RESIDENCIAL 9601 Administração de Prédios de apartamentos - CONDOMÍNIOS 0,31 0,41 9602 Residencial (residência, colônia, conjunto residencial e núcleo residencial) 0,24 0,32 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 58/108 TABELA 22 - FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA CONSUMIDORES DE MT CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES 01.11 Cultivo de cereais 0,59 0,21 01.13 Cultivo de cana-de-açúcar 0,48 0,34 01.21 Cultivo de hortaliças, legumes e especiarias hortícolas 0,56 0,30 01.31 Cultivo de frutas cítricas 0,53 0,28 01.39 Cultivo de outras frutas 0,62 0,27 01.41 Criação de bovinos 0,46 0,37 01.44 Criação de suínos 0,60 0,19 01.45 Criação de aves 0,62 0,38 01.46 Criação de outros animais 0,55 0,40 01.50 Produção mista: lavoura e pecuária 0,58 0,16 01.61 Atividades de serviços relacionados com a agricultura 0,49 0,42 02.12 Exploração florestal 0,93 0,34 PESCA, AGRICULTURA E ATIVIDADES DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES 05.11 Pesca 0,55 0,65 INDÚSTRIAS EXTRATIVAS 11.10 Extração de petróleo e gás natural 0,53 0,64 14.10 Extração de pedra areia e argila 0,59 0,28 14.22 Extração e refino de sal marinho e sal-gema 0,33 0,17 INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO Abate e preparação de produtos de carne e de pescado 15.11 Abate de reses e preparação de produtos de carne 0,52 0,46 15.12 Abate de aves e outros pequenos animais 0,73 0,44 15.13 Preparação de carne, banha e produtos de salsicharia não associados ao abate 0,96 0,59 15.14 Preparação e preservação do pescado e fabricação de conservas de peixes, crustáceos e moluscos 0,67 0,57 Processamento, preservação e produção de conservas de frutas, legumes e outros vegetais 15.21 Processamento, preservação e produção de conservas de frutas 0,61 0,46 15.23 Produção de sucos de frutas e de legumes 0,84 0,32 Produção de óleos e gorduras 15.31 Produção de óleos vegetais em bruto 0,53 0,30 15.33 Preparação de margarinas e outras gorduras vegetais e de óleos de origem animal não comestíveis 0,25 0,17 Laticínios 15.41 Preparação do leite 0,64 0,43 15.42 Fabricação de produtos de laticínios 0,50 0,44 15.43 Fabricação de sorvetes 0,80 0,38 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 59/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de rações balanceadas para animais 15.51 Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz 0,60 0,35 15.52 Moagem de trigo e fabricação de derivados 0,58 0,52 15.54 Fabricação de fubá e farinha de milho 0,58 0,45 15.56 Fabricação de rações balanceadas para animais 0,64 0,35 15.59 Beneficiamento, moagem e preparação de outros alimentos de origem vegetal 0,39 0,24 15.61 Usina de açúcar 0,24 0,29 Fabricação de outros produtos alimentícios 15.81 Fabricação de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria 0,64 0,45 15.82 Fabricação de biscoito e bolachas 0,62 0,51 15.84 Fabricação de massas alimentícias e elaboração de chocolates, balas, gomas de mascar 0,60 0,45 15.85 Preparação de especiarias e molhos 0,88 0,50 15.86 Preparação de produtos dietéticos, alimentos para crianças e outros alimentos conservados 0,37 0,20 15.89 Fabricação de outros produtos alimentícios 0,55 0,51 Fabricação de bebidas 15.91 Aguardentes e outras bebidas destiladas 0,44 0,26 15.92 Fabricação de vinho 0,52 0,20 15.93 Fabricação de malte, cervejas e chopes 0,50 0,49 15.94 Engarrafamento de gaseificados de águas minerais 0,89 0,37 15.95 Fabricação de refrigerantes e refrescos 0,56 0,39 Fabricação e beneficiamento de fibras têxteis 17.11 Beneficiamento de algodão 0,51 0,39 17.19 Beneficiamento de outras fibras têxteis naturais 0,57 0,53 17.21 Fiação de algodão 0,67 0,73 17.24 Fabricação de linhas e fios para cozer e bordar 0,75 0,35 17.32 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais 0,12 0,28 Fabricação de artefatos têxteis incluindo tecelagem 17.41 Fabricação de artigos de tecidos de uso doméstico incluindo tecelagem 0,35 0,36 17.49 Fabricação de outros artefatos têxteis incluindo tecelagem 0,85 0,51 17.50 Serviços de acabamento em fios, tecidos e artigos têxteis 0,53 0,61 Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos – exclusive vestuário 17.61 Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos 0,60 0,34 17.64 Fabricação de tecidos especiais inclusive artefatos 0,92 0,32 17.71 Fabricação de tecidos de malha 0,42 0,42 CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS 18.10 Confecção de artigos do vestuário 0,73 0,30 18.11 Confecção de peças interiores do vestuário 0,50 0,30 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 60/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 18.12 Confecção de outras peças do vestuário 0,67 0,31 18.13 Confecção de roupas profissionais 0,32 0,24 Fabricação de acessórios do vestuário e de segurança profissional 18.21 Fabricação de acessórios do vestuário 0,91 0,27 18.22 Fabricação de acessórios para segurança 0,41 0,20 PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO 19.10 Curtimento e outras preparações de couro 0,52 0,33 19.21 Fabricação de malas, bolsas, valises e outros artefatos para viagem de qualquer material 0,91 0,25 19.29 Fabricação de outros artefatos de couro 0,94 0,45 Fabricação de calçados 19.31 Fabricação de calçados de couro 0,69 0,29 19.33 Fabricação de calçados de plástico 0,66 0,45 19.39 Fabricação de calçados de outros materiais 0,54 0,30 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA 20.10 Desdobramento de madeira 0,57 0,28 20.20 Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado – exclusive móveis 0,42 0,22 20.22 Fabricação de esquadrias de madeira 0,42 0,12 20.23 Fabricação de artefatos de tanoaria e embalagens de madeira 0,51 0,24 20.29 Fabricação de artefatos diversos de madeira 0,31 0,14 FABRICAÇÃO DE CELULOSE, PAPEL E PRODUTOS DE PAPEL 21.22 Fabricação de papelão liso, cartolina e cartão 0,70 0,45 21.31 Fabricação de embalagens de papel 0,47 0,36 21.32 Fabricação de embalagens de papelão inclusive a fabricação de papelão corrugado 0,27 0,26 21.41 Fabricação de artefatos de papel 0,80 0,59 EDIÇÃO E IMPRESSÃO 22.11 Edição: edição e impressão de jornais 0,70 0,43 22.13 Edição: edição e impressão de livros 0,85 0,36 22.19 Edição: edição e impressão de outros serviços gráficos 0,91 0,28 22.29 Execução de impressão de outros serviços gráficos 0,40 0,37 22.31 Reprodução de discos e fitas 0,69 0,62 REFINO DE PETRÓLEO, FABRICAÇÃO DE COQUE 23.20 Refino de petróleo 0,67 0,32 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS 24.14 Fabricação de outros produtos inorgânicos gases industriais 0,80 0,68 24.31 Fabricação de resinas termoplásticas 0,75 0,78 Fabricação de produtos farmacêuticos 24.50 Fabricação de produtos farmacêuticos0,46 0,55 24.53 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 0,62 0,48 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 61/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza 24.71 Fabricação de sabões, sabonetes e detergentes sintéticos 0,45 0,26 24.72 Fabricação de produtos de limpeza e polimento 0,63 0,21 24.73 Fabricação de artigos de perfumaria e cosméticos 0,45 0,36 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins 24.81 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 0,68 0,23 24.82 Fabricação de tintas de impressão 0,38 0,17 Fabricação de outros produtos químicos 24.99 Fabricação de outros produtos químicos não especificados ou não classificados 0,50 0,32 FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E PLÁSTICO 25.11 Fabricação de pneumáticos e de câmara 0,54 0,25 25.19 Fabricação de artefatos diversos de borracha 0,69 0,33 25.20 Fabricação de produtos de plástico 0,51 0,21 25.21 Fabricação de laminados planos e tubulares plásticos 0,75 0,32 25.22 Fabricação de embalagem de plástico 0,56 0,44 25.29 Fabricação de artefatos diversos de plástico 0,61 0,33 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 26.19 Fabricação de artigos de vidro 0,97 0,36 26.20 Fabricação de cimento 0,90 0,56 26.30 Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso 0,36 0,24 26.40 Fabricação de produtos cerâmicos 0,67 0,20 26.41 Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para uso estrutural na construção civil 0,76 0,27 26.91 Britamento, aparelhamento e outros trabalhos em pedras não associados a extração 0,56 0,30 26.92 Fabricação de cal virgem, hidratada e gesso 0,73 0,54 26.99 Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos 0,68 0,47 27.11 Produção de laminados planos de aço 0,94 0,44 27.41 Metalurgia do alumínio e suas ligas 0,40 0,25 27.52 Fabricação de pecas fundidas de metais não ferrosos e suas ligas 0,35 0,15 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE METAL – EXCLUSIVE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 28.10 Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada 0,19 0,31 28.11 Fabricação de estruturas metálicas para edifícios, pontes, torres de transmissão 0,51 0,25 28.12 Fabricação de esquadrias de metal 0,44 0,14 28.21 Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para aquecimento central 0,76 0,41 28.31 Produção de forjados de aço 0,68 0,26 28.32 Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas 0,84 0,40 28.33 Fabricação de artefatos estampados de metal 0,30 0,28 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 62/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 28.34 Metalurgia do pó 0,78 0,23 28.39 Têmpera cimentação e tratamento térmico do aço, serviço de usinagem, galvanotécnica e solda 0,90 0,23 28.42 Fabricação de artigos de serralheira - exclusive esquadrias 0,45 0,19 28.91 Fabricação de embalagens metálicas 0,96 0,79 28.92 Fabricação de artefatos de trefilados 0,60 0,49 28.93 Fabricação de artigos de funilaria e de artigos de metal para uso doméstico e pessoal 0,38 0,22 28.99 Fabricação de outros produtos elaborados de metal 0,13 0,17 FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 29.11 Fabricação de motores estacionários de combustão interna, turbinas e outras máquinas motrizes não elétricas, exclusive para aviões e veículos rodoviários 0,76 0,18 29.12 Fabricação de bombas e carneiros hidráulicos 0,27 0,13 29.29 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral 0,64 0,26 29.31 Fabricação de maquinas e equipamentos para agricultura, avicultura e obtenção de produtos animais 0,36 0,20 29.63 Fabricação de maquinas e equipamentos para as indústrias do vestuário e do couro e calçados 0,77 0,20 29.64 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil 0,68 0,27 29.89 Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos 0,92 0,24 FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS 31.12 Fabricação de transformadores, indutores, conversores e semelhantes 0,56 0,38 31.42 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos 0,24 0,11 31.99 fabricação de outros aparelhos ou equipamentos elétricos 0,80 0,22 FABRICAÇÃO DE MATERIAL ELETRÔNICO BÁSICO 32.21 Fabricação de equipamentos transmissores de rádio e televisão e de equipamentos de estação telefônica 0,27 0,22 FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO MÉDICO-HOSPITALARES, INSTRUMENTOS DE PRECISÃO E ÓTICOS 33.10 Fabricação de aparelhos e instrumentos para uso médico-hospitalar 0,21 0,27 33.40 Fabricação de aparelhos instrumentos e materiais óticos, fotográficos e cinematográfico 0,78 0,27 FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS 34.10 Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 0,76 0,27 34.31 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhão 0,62 0,24 34.39 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos 0,14 0,22 34.49 Fabricação de pecas e acessórios de metal para veículos automotores não classificados em outra classe 0,77 0,46 34.50 Recondicionamento ou recuperação de motores para veículos automotores 0,63 0,37 FABRICAÇÃO DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE 35.11 Construção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes 0,87 0,37 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 63/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 35.92 Fabricação de bicicletas e triciclos não motorizados 0,33 0,20 FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E INDÚSTRIAS DIVERSAS 36.11 Fabricação de móveis com predominância de madeira 0,53 0,22 36.12 Fabricação de móveis com predominância de metal 0,61 0,43 36.13 Fabricação de móveis outros materiais 0,49 0,23 36.14 Fabricação de colchões 0,24 0,23 36.96 Fabricação de aviamentos para costura 0,41 0,39 36.99 Fabricação de produtos diversos 0,79 0,23 37.20 Reciclagem de sucatas não metálicas 0,57 0,22 ELETRICIDADE, GÁS E ÁGUA QUENTE 40.10 Produção e distribuição de energia elétrica 0,68 0,57 41.00 Captação tratamento e distribuição de água 0,71 0,58 CONSTRUÇÃO 45.11 Demolição e preparação do terreno 0,71 0,34 45.12 Perfuração e execução de fundações para construção civil 0,42 0,33 45.20 Construção de edifícios e obras de engenharia civil 0,20 0,38 45.21 Edificações, inclusive ampliações e reformas 0,52 0,26 45.22 Obras viárias, inclusive manutenção 0,74 0,39 45.23 Grandes estruturas e obras de arte 0,79 0,31 45.29 Obras de outros tipos 0,45 0,11 45.32 Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 0,54 0,38 45.33 Construção de estações e redes de telefonia e comunicação 0,41 0,34 COMÉRCIO, REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS 50.00 Comércio e reparação de veículos automotores 0,28 0,31 50.10 Comércio a varejo e por atacado de veículos automotores 0,73 0,29 50.30 Comércio a varejo e por atacado de peças e acessórios p/ veículos 0,47 0,30 50.50 Comércio a varejo de combustíveis 0,65 0,49 51.11 Intermediário do comércio de matérias primas agrícolas, animais vivos, matérias primas têxteis e produtos semi-acabados 0,67 0,47 51.13 Intermediários do comércio de madeira, matéria de construção e ferragens 0,87 0,28 COMÉRCIO POR ATACADO E INTERMEDIÁRIOS DO COMÉRCIO 51.21 Comércio atacadistaagropecuário 0,51 0,28 51.31 Comércio atacadista de leite e produtos de leite 0,46 0,53 51.32 Comércio atacadista de cereais beneficiados, farinhas, amidos e feculares 0,58 0,30 51.34 Comércio atacadista de carnes e produtos de carne 0,54 0,44 51.35 Comércio atacadista de pescados 0,59 0,51 51.39 Comércio atacadista de outros produtos alimentícios 0,62 0,31 51.41 Comércio atacadista de fios têxteis, tecidos, artefatos de tecidos 0,80 0,29 51.42 Comércio atacadista de artigos do vestuário e complementos 0,70 0,30 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 64/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 51.43 Comércio atacadista de calçados 0,33 0,28 51.45 Comércio atacadista de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e odontológicos 0,35 0,39 51.47 Comércio atacadista de artigos de escritórios e de papelaria, papel, papelão, livros, jornais e outras publicações 0,63 0,37 51.49 Comércio atacadista de outros artigos de uso pessoal e doméstico 0,66 0,27 51.51 Comércio atacadista de combustíveis 0,46 0,42 51.61 Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos de uso agropecuário 0,86 0,26 51.90 Comércio atacadista de mercadorias em geral não compreendidas nos grupos anteriores 0,42 0,43 51.91 Comércio atacadista de mercadorias em geral (Não especializado) 0,69 0,36 COMÉRCIO VAREJISTA E REPARAÇÃO DE OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS Comércio Varejista Não Especializado 52.11 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de Produtos alimentícios, com área de venda superior a 5000 m2 - Hipermercados 0,67 0,58 52.12 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de Produtos alimentícios, com área de venda entre 300 e 5000 m2 - Supermercados 0,57 0,60 52.13 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de Produtos alimentícios, com área de venda inferior a 300 m2 - Exclusive lojas de conveniências 0,61 0,63 52.14 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de Produtos alimentícios, industrializados – Lojas de conveniências 0,76 0,56 52.15 Comércio varejista não especializado, sem predominância de Produtos alimentícios 0,25 0,39 Comércio Varejista de produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo em lojas Especializadas 52.21 Comércio varejista de produtos de padaria, de laticínio, frios e conservas 0,70 0,44 52.22 Comércio varejista de doces, balas bombons, confeitos e semelhantes 0,50 0,44 52.23 Comércio varejista de carnes - açougues 0,56 0,64 52.24 Comércio varejista de bebidas 0,52 0,31 52.29 Comércio varejista de outros produtos alimentícios 0,79 0,57 52.32 Comércio varejista de artigos do vestuário e complementos 0,60 0,31 52.33 Comércio varejista de calçados, artigos de couro e viagem 0,82 0,32 Comércio Varejista de outros produtos em lojas Especializadas 52.41 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos 0,20 0,47 52.42 Comércio varejista de máquinas e aparelhos de uso doméstico e pessoal, discos e instrumentos musicais 0,46 0,32 52.43 Comércio varejista de moveis, artigos de iluminação e outros para residência 0,89 0,33 52.45 Comércio varejista de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação 0,86 0,40 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 65/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 52.47 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) 0,61 0,27 52.49 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente 0,70 0,45 Reparação de Objetos Pessoais e Domésticos 52.71 Reparação e manutenção de máquinas e aparelhos eletrodomésticos 0,74 0,43 52.79 Reparação de outros objetos pessoais e domésticos 0,65 0,39 ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO 55.11 Estabelecimentos hoteleiros, com restaurante 0,70 0,39 55.12 Estabelecimentos hoteleiros, sem restaurante 0,66 0,32 55.19 Outros tipos de alojamento 0,60 0,29 55.21 Restaurantes e estabelecimentos de bebidas, com serviço completo 0,64 0,40 55.22 Lanchonetes e similares 0,76 0,37 55.29 Outros serviços de alimentação 0,67 0,43 TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E COMUNICAÇÃO 60.10 Transporte ferroviário interurbano 0,92 0,40 60.23 Transporte rodoviário de passageiros, regular urbano 0,70 0,48 60.26 Transporte rodoviário de cargas, em geral 0,53 0,38 60.28 Transporte rodoviário de mudanças 0,65 0,21 61.22 Transporte por navegação interior de carga 0,86 0,68 62.10 Transporte aéreo regular 0,11 0,18 63.11 Carga e descarga 0,63 0,37 63.12 Armazenamento e depósito de cargas 0,28 0,52 63.30 Atividades de agências de viagens e organizadores de viagem 0,66 0,31 63.40 Atividades relacionadas a organização do transporte de cargas 0,31 0,19 CORREIO E TELECOMUNICAÇÕES 64.11 Atividades de correio nacional 0,70 0,37 64.20 Telecomunicações 0,62 0,63 INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA, EXCLUSIVE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA 65.21 Bancos comerciais 0,69 0,33 65.22 Bancos múltiplos (com carteira comercial) 0,36 0,32 65.40 Arrendamento mercantil 0,61 0,28 66.11 Seguros de vida 0,89 0,26 66.21 Previdência privada fechada 0,88 0,45 66.30 Planos de saúde 0,71 0,30 67.12 Atividades de intermediários em transações de titulo e valores mobiliários 0,76 0,28 67.19 Outras atividades auxiliares da intermediação financeira 0,33 0,50 ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS 70.10 Incorporação de imóveis por conta própria 0,74 0,21 70.32 Administração de imóveis por conta terceiros 0,59 0,40 70.40 Condomínios prediais 0,45 0,39 71.40 Alugues de objetos pessoais e domésticos 0,97 0,37 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 66/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA PESQUISA E DESENVOLVIMENTO 73.10 Pesquisa e desenvolvimento das ciências físicas e naturais 0,53 0,31 SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE AS EMPRESAS 74.11 Atividades jurídicas 0,62 0,22 74.14 Gestão de participações societárias 0,75 0,23 74.15 Sedes de empresas e unidades administrativas locais 0,64 0,34 74.16 Atividades de acessoria em gestão empresarial 0,20 0,26 74.20 Serviço de arquitetura e engenharia e de acessoramento técnico especializado 0,84 0,35 74.40 Publicidade 0,79 0,44 74.60 Atividades de investigação, vigilância e segurança 0,24 0,40 74.70 Atividades de limpeza em prédios e domicílios 0,39 0,34 74.91 Atividades fotográficas 0,74 0,26 74.99 Outras atividades de serviços prestados principalmente as empresas 0,32 0,43 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DEFESA SEGURIDADE SOCIAL 75.00 Administração pública, defesa, seguridade social 0,31 0,39 75.10 Administração do estado e da política 0,69 0,31 75.11 Administração pública em geral 0,59 0,32 75.12 Regulamentação das atividades sociais e culturais 0,73 0,31 75.14 Atividades de apoio a administração pública 0,37 0,20 75.24 Segurança e ordem publica 0,12 0,31 75.30 Seguridade social 0,64 0,33 EDUCAÇÃO 80.11 Educação pré-escolar 0,64 0,24 80.12 Educação fundamental 0,50 0,25 80.21 Educação média de formação geral 0,72 0,24 80.22 Educação média de formação técnica e profissional 0,39 0,22 80.30 Educação superior 0,52 0,25 80.92 Educação supletiva 0,61 0,27 80.93 Educação continuada ou permanente e aprendizagem profissional 0,78 0,24 80.95 Educação especial 0,79 0,23SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS 85.11 Atividades de atendimento hospitalar 0,58 0,36 85.14 Atividades de serviços de complementação diagnóstica ou terapêutica 0,54 0,40 85.16 Outras atividades relacionadas com a saúde 0,62 0,31 85.31 Serviços sociais com alojamento 0,76 0,35 85.32 Serviços sociais sem alojamento 0,61 0,29 LIMPEZA URBANA E ESGOTO E ATIVIDADES CONEXAS 90.00 Limpeza urbana e esgoto 0,30 0,31 ATIVIDADES ASSOCIATIVAS 91.11 Atividades de organizações empresariais, patronais 0,78 0,29 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 67/108 CÓDIGO DA ATIVIDADE RAMO DE ATIVIDADE FATOR DE DEMANDA FATOR DE CARGA 91.12 Atividades de organizações profissionais 0,49 0,24 91.91 Atividades de organizações religiosas 0,57 0,35 91.92 Atividades de organizações políticas 0,91 0,15 91.99 Outras atividades associativas 0,54 0,28 ATIVIDADES RECREATIVAS, CULTURAIS E DESPORTIVAS 92.13 Projeção de filmes e de vídeo 0,91 0,36 92.21 Atividades de rádio 0,64 0,61 92.22 Atividades de televisão 0,77 0,51 92.33 Outras atividades de espetáculos 0,44 0,15 92.53 Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais e reservas ecológicas 0,42 0,28 92.61 Atividades desportivas 0,53 0,30 92.62 Outras atividades relacionadas ao lazer 0,36 0,44 SERVIGOS PESSOAIS 93.01 Lavanderias e tinturarias 0,64 0,40 93.09 Outras atividades de serviços pessoais 0,64 0,25 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 68/108 ANEXOS ANEXO I - FORMULÁRIO PARA LEITURA DE TRANSFORMADOR COELCE ÓRGÃO: __________________ LEITURA DE CARGA EM TRANSFORMADOR OF.N.º: _____________________________ PDO N.º: ________________________ ENDEREÇO: _________________________________________ PROJETISTA: ________________________________________ DATA DE ENTREGA: ____/____/_____ DATA DE RECEBIMENTO: ____/____/_____ DADOS COLETADOS TRANSFORMADOR - 01 TRANSFORMADOR - 02 CÓDIGO DO POSTE: CÓDIGO DO POSTE: POTÊNCIA: kVA HORA: POTÊNCIA: kVA HORA: TENSÃO V-NA V-BN V-CN TENSÃO V-NA V-BN V-CN CORRENTE I - A I - B I - C I - N CORRENTE I - A I - B I - C I - N BARRAMENTO BARRAMENTO I - 01 I - 01 I - 02 I - 02 I - 03 I - 03 I - 04 I - 04 TRANSFORMADOR - 03 TRANSFORMADOR - CLIENTE CÓDIGO DO POSTE: CÓDIGO DO POSTE: POTÊNCIA: kVA HORA: POTÊNCIA: kVA HORA: TENSÃO V-AN V-BN V-CN TENSÃO V-AN V-BN V-CN CORRENTE I - A I - B I - C I - N CORRENTE I - A I - B I - C I - N BARRAMENTO BARRAMENTO I - 01 I - 01 I - 02 I - 02 I - 03 I - 03 I - 04 I - 04 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 69/108 ANEXO II – RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÂO PRELIMINAR - ELETRIFICAÇÃO RURAL - ÓRGÃO: Nº DATA: ___/___/___ IDENTIFICAÇÃO DA ORDEM DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR Nº ___________________ ORDEM DA SOLICITAÇÃO ___________________________________________________________________ PROTOCOLO: _______________________________MUNICÍPIO___________________________________________________________ INFORMAÇÕES GERAIS RDR PRETENDIDA_______________________________________________________________________________________________ SUPORTE ENERGÉTICO – ALIMENTADOR/RDR: _____________________________________________________________________ - SUBESTAÇÃO: __________________________________________________________________________________ EXTENSÃO APROX: ________KM Nº APROX. DE CONSUMIDORES: _____________________________ PREDOMINÂMCIA DE CARGAS - MONOFÁSICAS _________% (Uso doméstico) - TRIFÁSICAS ___________% (Atividade Econômica) POTENCIALIDADE PARA EXPLORAÇÃO DA ÁREA: SUPORTE VIÁRIO BR ( ) CE ( ) ESTRADA MUNICIPAL ( ) ESTRUTURA FUNDIÁRIA PREDOMINANTE - MINIFUNDIO ( ) MÉDIA PROP. ( ) GRANDE PROP. ( ) EXISTÊNCIA DE RECURSOS HÍDRICOS - AÇUDES ( ) RIO ( ) RIACHO ( ) POÇO ( ) - CONDIÇÕES DE APROVEITAMENTO: BOA ( ) REGULAR ( ) FRACA ( ) PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS: PECUÁRIA (TIPO) ______________________________________________________________________________________________ - INTENSIDADE DE EXPLORAÇÃO BOA ( ) REGULAR ( ) FRACA ( ) AGRICULTURA (PRINCIPAIS PRODUTOS): ________________________________________________________________________ USO DE MOTORES DIEISL: NA IRRIGAÇÃO: SIM ( ) NÃO ( ) SE POSITIVO, CLASSIFICAR: SIGNIFICATIVO ( ) REGULAR ( ) FRACA ( ) OUTROS: SIM ( ) NÂO ( ) SE POSITIVO, CLASSIFICAR: SIGNIFICATIVO ( ) REGULAR ( ) FRACA ( ) AGLOMERADOS POPULACIONAIS: ________________________Nº DE CASAS: ________________________ ________________________Nº DE CASAS: ________________________ ________________________Nº DE CASAS: ________________________ PARECER SEM VIABILIDADE: :____________________________________________________________________________ ( ) COM VIABILIDADE : - BOA:: _____________________________________________________________________ ( ) - REGULAR:_________________________________________________________________ ( ) - FRACA: ___________________________________________________________________ ( ) CUSTO ESTIMADO DA RDR _____________________________________________________________________ OBSERVAÇÕES: TÉCNICO REPONSÁVEL: ASSINATURA VISTO DA CHEFIA: ASSINATURA COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 70/108 ANEXO III – CADASTRO RURAL COELCE Nº ÓRGÃO CADASTRO RURAL DATA: _____/____/______ 1 - IDENTIFICAÇÃO PROPRIETÁRIO: APELIDO: PROFISSÃO: CPF: ENDERÊÇO: FONE: NOME DA PROPRIEDADE: MUNICÍPIO: RDR: COOPERATIVA:2 - BENS DA PROPRIEDADE: 2.1 - AREA (Ha) CULTIVADA PASTAGEM NATIVA OUTRAS TOTAL 2.2 - BENFEITORIAS QUANT. 2.3 - EQUIPAMENTOS QUANT. POT.(cv) FUNC. (h) CASA SEDE MOTO BOMBA CASA DE COLONO MOTO FORRAGEIRA ARMAZEM ENGENHO ESTABULO DEBULHADOR MILHO CASA DE FARINHA AVIAMENTO AÇUDE CACIMBÃO POÇO PRODFUNDO 3 - PRINCIPAIS PRODUÇÕES 3.1 - AGRÍCOLA UNID. QUANT. 3.2- PECUÁRIA UNID. QUANT. ALGODÃO ARROB A CRIAÇÃO DE BOVINOS CABEÇA MILHO SACO CRIAÇÃO DE OVINOS CABEÇA FEIJÃO SACO CRIAÇÃO DE CAPRINOS CABEÇA ARROZ SACO CABEÇA CANA T kg FORRAGEIRAS Há kg SILAGEM T CABEÇA MANDIOCA T DÚZIA 3.3 AGROINDUSTRIAL UNID. QUANT. 3.4INDUSTRIAS RURAIS UNID. QUANT. AGUARDENTE L TELHA MILHEIRO RAPADURA CARGA TIJOLO MILHEIRO FARINHA SACO 4 - RENDA: RENDA DA PROPRIEDADE OUTRAS RENDAS RENDA TOTAL COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 71/108 UTILIZAÇÃO DE ENERGIA (Verso do Cadastro Rural) 5 - NA AGRICULTURA ( cv) 5.1 - AGROINDÚSTRIAS/ INDÚSTRIAS RURAIS ATUAL FUTURO 5-2 - IRRIGAÇÃO ATUAL FUTURO AVIAMENTO CAPIM Ha cv Ha cv BENEFICIAMENTO DE ARROZ CANA ENGENHO ARROZ CERÂMICA TOTAL TOTAL 6 - NA PECUÁRIA ( CV / kW) ESPECIFICAÇÃO ATUAL FUTURO ESPECIFICAÇÃO ATUAL FUTURO FORRAGEIRA CHOCADEIRA TRITUTARADO CAMPÂNULAS RESFRIADOR DE LEITE COMEDOUROS 7 - PARA FINS DOMÉSTICOS ( kW) ESPECIFICAÇÃO QUANT. POTÊNCIA ESPECIFICAÇÃO QUANT. POTÊNCIA LÃMPADA TELEVISOR RÁDIO ELETROBOMBA RESIDENCIAL FERRO ELE´TRICO LIQUIDIFICADOR GELADEIRA TOTAL 8 - DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS PONTO (S) DE CARGA(S) EQUIPAMENTOS A UTILIZAR CARGA cv kVA TOTAL 9 - TRANSFORMADOR EXISTENTE NA ÁREA NÚMERO POTÊNCIA ( kVA) FASES Nº CONSUMIDORES LIGADOS CARGA TOTAL ( kW) TRIFÁSICO ( ) MONOFÁSICO ( ) 10 - OBSERVAÇÃO DADOS COLHIDOS POR: DATA: COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 72/108 ANEXO IV – RELATÓRIO SUMÁRIO DE PROJETO IDENTIFICAÇÃO DO INTERESSADO: Nome: Endereço: IDENTIFICAÇÃO DA OBRA: Projeto: Pep Indef. ODI Pep Indef. ODX Tipo de Instalação Nome da Obra: Nº Documento COELCE Descrição da Obra: Endereço: Ponto de Referência: Subestação/Alimentador: Localidade: Itens Orçamentários: Encargo de Responsabilidade da Concessionária Quantidade Valor Número /Atividade ODI Número /Atividade ODD Número /Atividade ODS-P Número /Atividade ODS-IP COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS: CUSTO GERAL ODI ODD ODS ODR MANUT Material (110) mão-de-obra (211) Engenharia/Supervisão(010) Transporte (222) Administração Geral (994) VALOR TOTAL VALOR DA OBRA PROPORCIONALIDADE COELCE = ORIGEM DOS RECURSOS TRAFO (S) INFORMAÇÕES ADICIONAIS ESPECIFICAÇÃO VALOR TIPO IMPL. RET IP INTERIOR(R$): TIPO DE OBRA IMPLANTAÇÃO RETIRADA DESCRIÇÃO QTDE VALOR QTDE VALOR POSTES EXTENSÂO (M) ALTA TENSÃO MRT BIFÁSICA TRIFÁSICA BAIXA TENSÃO MONOFÁSICA BIFÁSICA TRIFÁSICA TRAFOS LUMINÁRIAS TOTAL POTÊNCIA (KVA): UNID. CONSUMO: RESIDENCIAL RURAL NEM RESIDENCIAL/NEM RURAL ÍNDICES COEFICIENTES TIPOS DE CABO CONCESSIONÁRIA MATERIAL SALVADO MANUTENÇÃO ENC.RESP.CONCESSION PROPORC.COELCE RECURSOS PRÓPRIOS OBRA DE SUPORTE INTERESSADO ODS CONTRIB. MATERIAL KVA POR CONTA CONTRIB. FINANCEIRA IP - FORTALEZA INTERESSADO ODI CONTRIB. MATERIAL CONTRIB. SERVIÇOS CONTRIB. FINANCEIRA TAXA DE PROJETO UNIDADE CONSUMO/POSTE UNIDADE CONSUMO/KM VLR.OBRA/UND CONSUMO R$/KM KVA/KM COBRE ( ) ALUMÍNI O ( ) AÇO ZINCADO ( ) VALOR A PAGAR LÃMPADA (S) TOTAL POTÊNCIA TRAFO EXISTENTE POTÊNCIA NOVO TRAFO POTÊNCIA SOLICITADA PROPORCIONALIDADE RESPONSÁVEL: EM ____/____/____ CHEFE DO DEPARTAMENTO EM _____/____/_____ 1. Este orçamento é válido por 60 dias a partir do dia 22/02/2202. Vencido o prazo, deve ser feito outro orçamento. 2. Satisfeitas as condições estabelecidas na legislação vigente (incluí do pagamento do orçamento), a obra será iniciada no prazo máximo de 45 dias. COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 73/108 ANEXO V - SIMBOLOGIA SIMBOLOGIA DOS CONDUTORES Condutor cobre bitola 2 AWG C002 Condutor cobre bitola 4 AWG C004 Condutor cobre bitola 6 AWG C006 Condutor cobre bitola 1/0 AWG C010 Condutor cobre bitola 2/0 AWG C020 Condutor cobre bitola 3/0 AWG C030 Condutor cobre bitola 4/0 AWG C040 Condutor alumínio bitola 2 AWG A002 Condutor alumínio bitola 4 AWG A004 Condutor alumínio bitola 1/0 AWG A010 Condutor alumínio bitola 2/0 AWG A020 Condutor alumínio bitola 4/0 AWG A040 Condutor alumínio bitola 266 MCM A266 Condutor alumínio liga 40-A3-7 seção 46,5 mm² L040 Condutor alumínio liga 63-A3-7 seção 73,2 mm² L063 Condutor alumínio liga 100-A3-19 seção 116 mm² L100 Condutor alumínio liga 160-A3-19 seção 186 mm² L160 Condutor alumínio liga 200-A3-19 seção 232 mm² L200 Condutor alumínio liga 250-A3-19 seção 290 mm² L250 Condutor cobre seção 16 mm² C016 Condutor cobre seção 25 mm² C025 Condutor cobre seção 35 mm² C035 Condutor cobre seção 50 mm² C050 Condutor cobre seção 70 mm² C070 Condutor cobre seção 95 mm² C095 Cabo Multiplexado de Alumínio 1x25 mm² = 1x25 mm² AMM25 Cabo Multiplexado de Alumínio 3x25 mm² = 1x50 mm² AM25 Cabo Multiplexado de Alumínio 3x50 mm² = 1x50 mm² AM50 Cabo Multiplexado de Alumínio 3x95 mm² = 1x50 mm² AM95 Cabo Multiplexado de Alumínio 3x150 mm² = 1x70 mm² AM150 Cabo Multiplexado de Cobre 1x16 mm² = 1x16 mm² CMM16 Cabo Multiplexado de Cobre 3x16 mm² = 1x16 mm² CM16 Cabo Multiplexado de Cobre 3x35 mm² = 1x35 mm² CM35 Cabo Multiplexado de Cobre 3x70 mm² = 1x50 mm² CM50 Cabo Multiplexado de Cobre 3x95 mm² = 1x50 mm² CM70 Cabo de Alumínio Coberto 70 mm² CAC70 Cabo de Alumínio Coberto185 mm² CAC185 Cabo de Alumínio Coberto 240 mm² CAC240 COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 74/108 ANEXO V - SIMBOLOGIA (continuação) COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 75/108 ANEXO V - SIMBOLOGIA (continuação) COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 76/108 ANEXO VI – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM BT COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 1 SET/2002 77/108 ANEXO VII – CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM MT COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA CP- 01 78/108 1 SET/2002 ANEXO VIII - GUIA DE INSPEÇÃO APLICAÇÃO: CHECK-LIST PARA RECEBIMENTO DEOBRAS Departamento: Distrito: Município: N° Projeto: ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO SIM NÃO 1.0 POSTE(S) DUPLO T: 1.1 O poste está aprumado ? 1.2 O poste se encontra avariado ? 1.3 A posição/ esforço está adequado e de acordo com o projeto? 1.4 A altura está adequada e de acordo com o projeto ? 1.5 O engastamento do poste está adequado ? 1.6 O acabamento do poste está adequado ? 1.7 Está conforme padronizado na ET-300 ? 2.0 ESTRUTURA(S): 2.1 De alinhamento estão de acordo com o padrão/ projeto ? 2.2 De pequena deflexão estão de acordo com o padrão/projeto? 2.3 De ângulo estão de acordo com o padrão/projeto ? 2.4 De ancoragem estão de acordo com o padrão/projeto ? 2.5 De travessia estão de acordo com o padrão/projeto ? COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA CP- 01 79/108 1 SET/2002 ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO SIM NÃO 2.6 Os isoladores estão adequados e de acordo com o PM ? 2.7 As amarrações nos isoladores estão bem trabalhadas ? 2.8 Os cruzamentos de rede estão de acordo o padrão/projeto? 3.0 DESCARREGADOR DE CHIFRES (Fora de padrão) 4.0 PÁRA-RAIO(S) : 4.1 Estão instalados de acordo com o padrão/projeto ? 4.2 Apresentam lascas, trincas ou estão quebrados ? 4.2 Apresentam lascas, trincas ou estão quebrados ? 4.3 As conexões com a fase e a terra estão adequadas ? 4.4 Está conforme padronizado no PM ? 5.0 CHAVE(S) SECCIONADORA(S) / CHAVE(S) FUSÍVEL: 5.1 A sua instalação esta de acordo com a especificação/projeto ? 5.2 A lâmina da faca se encontra empenada ? 5.3 O tubo fenolite esta regulado e sem queimaduras ? 5.4 Os isoladores estão quebrados, com trincas ou lascas ? 5.5 As conexões da chave estão em perfeitas condições ? COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA CP- 01 80/108 1 SET/2002 ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO SIM NÃO 5.6 As chaves possuem o gancho para abertura em carga ? 5.7 Estão conforme padronizado no PM ? 6.0 TRANSFORMADOR(ES) : 6.1 Estão corretamente instalados conforme especificação e PE ? 6.2 Carcaça, tampa, buchas MT/BT e conexões estão adequadas ? 6.3 A potência pintada na carcaça é idêntica placa identificação ? 6.4 A potência nominal esta conforme projeto ? 6.5 O CN esta corretamente pintado ? 6.6 As tensões nominais são as padronizadas na COELCE ? 6.7 Está conforme padronizado no PM ? 7.0 CONDUTOR(ES): 7.1 Existe situação de cabo baixo ? 7.2 Os condutores estão nivelados e tensionados adequadamente? 7.3 Existem cabos com emendas ? 7.4 As conexões e terminações dos cabos pré-reunidos estão corretamente isolados ? 7.5 Os vão de BT são de no máximo 40 metros ? COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA CP- 01 81/108 1 SET/2002 ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO SIM NÃO 7.6 Nas travessias os vãos são de ancoragem ? 8.0 ATERRAMENTO(S) / SECCIONAMENTO(S) DE CERCA: 8.1 Do transformador está de acordo com o CP-014/projeto ? 8.2 A vala do aterramento foi encontrada aberta para checagem ? 8.3 De cercas, estão adequados e foram indicados no projeto ? 9.0 ESTAI(S) : 9.1 Os estais de MT/BT estão de acordo com o CP-014 ? 9.2 Estão adequadamente tensionados ? 9.3 Foi utilizado material padronizado ? 10.0 ARMAÇÃO(OES) DE BT(S): 10.1 Estão de acordo com o CP /projeto? 10.2 Estão fixadas adequadamente no poste, cruzeta ou afastador ? 10.3 Está conforme padronizado no PM ? 11.0 CONEXÃO(ÕES): 11.1 Da rede de MT/BT estão adequadas ? 11.2 Os jamps de MT estão passando por cima da cruzeta ? COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA CP- 01 82/108 1 SET/2002 ITEM PERGUNTA RESPOSTA LOCAL / OBSERVAÇÃO SIM NÃO 11.3 Os jamps BT estão adequados ? 12.0 OUTROS ITENS: 12.1 Caixa de proteção sec. foi instalada corretamente? 12.1 Caixas de derivação foram instaladas corretamente ? 12.2 A construção da obra esta compatível com o projeto ? 12.4 A poda das árvores foi realizada de forma adequada ? 12.5 O acabamento das caçadas esta correto ? DEMAIS OBSERVAÇÕES ____________________, ________ de _______________ de 20____ Assinatura: _______________________________________________ COELCE Companhia Energética do Ceará Código Página Revisão Emissão CRITÉRIO DE PROJETO REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE MÉDIA E DE BAIXA TENSÃO CP- 01 83/108 1 SET/2002 DESENHOS XXXX COELCE Companhia Energética do Ceará COELCE Companhia Energética do Ceará COELCE Companhia Energética do Ceará