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INTRODUÇÃO 
	O sistema urinário é um conjunto de órgãos responsável pela filtração do sangue. Entre suas funções estão o controle da quantidade de líquidos no organismo equilíbrio hídrico e a eliminação, através da urina, de substâncias tóxicas. 
	Os diuréticos são fármacos usados no tratamento da hipertensão arterial. Eles atuam nos rins, aumentando a velocidade do fluxo de urina (aumentando assim a eliminação de líquidos) e aumentando a taxa de excreção de sódio (função da natriurese)
Epitélio Tubular Renal
Função do rim e dos nefros 
Os rins são órgãos do sistema urinário relacionados com o controle da concentração de substâncias no nosso sangue.
Os néfros são as estruturas funcionais do rim, onde ocorrem a filtração do sangue e a formação da urina.
Absorção de plasma.
Reabsorção de substancias essenciais no organismo
Excreção de substancias que forma metabolizadas pelo organismo.
As duas funções básicas Fisiologia da Renal
	
Endócrina
	Secreção de renina maior ação de vasoconstricção das arteríolas eferentes no rim, aumentando a filtração glomerular.
	Ação sobre o córtex da adrenal, levando à produção de aldosterona, a conseqüência disso é o aumento da volemia e, então, hipertensão arterial.
		Ação sobre as células mesangeiras do glomérulo de forma a contraí-las,  então haverá diminuição da área de filtração glomerular
	Secreção de 1.25 dihidroxi-calciferol é importante na absorção de cálcio no túbulo renal
	Secreção de eritropoetina, um fator de crescimento com ação única e específica de estimular a medula óssea a produzir glóbulos vermelhos, esse hormônio tem sua produção aumentada em condições de hipóxia.
 
	Função homeostática
Manutenção de um volume hídrico adequado,
 Manutenção do pH, O controle do pH no sangue deve-se à capacidade do rim de escretar H+ e reabsorver HCO-3,
 Manutenção da concentração adequada de metabólitos (nutrientes).
Eliminação de produtos do metabolismo como uréia, ácido úrico e timina graças à pela capacidade de excreção renal.
 Eliminação de drogas ou substâncias tóxicas presentes nos alimentos..
Rim 
Função primaria excreção. 
funções secundarias
Filtração glomerula
Função tubular
Reabsorção tubular 
Secreção tubular
NÉFRON 
A INTERCOMUNICAÇÃO DO SISTMA CIRCULATORIO COM O SISTEMA RENAL OCORRE COM O INTUITO DE AVER UMA MANUTENÇÃO HOMEOSTATICA .
O néfron, também denominado nefrónio, é a menor unidade renal responsável pela filtração e formação da urina.
Néfron
O néfron,, é a menor unidade renal responsável pela filtração e formação da urina.
Túbulo contornado proximal
Reaborção de 60 a 70% de NA+
Aborção passiva de H2O.
Reabsorção de bicarbonato de sódio.
Alça de Henle
Esse processo também é conhecido como hipertonicidade, o qual é mantido através da impermeabilidade à água no ramo ascendente da alça de Henle.
E reabsorção ativa de Na+ e Cl-, por meio da ação da Na+/k+-ATPase.
Tubo contorcido distal
Neste local ocorre o constante bombeamento de íons de sódio do interior para o exterior do túbulo
A bomba de sódio potássio ao mesmo tempo que faz o trans porte ativo do interno para o exterior ativamente no túbulo, faz ao contrario com íons de potássio.
Ducto coletor
O ducto coletor pode ser cortical, sofrendo ação do hormônio antidiurético (ADH) o qual regula a absorção de água.
 Hormônios da neurohipófise(ADH)
Como ocorre a liberação de (ADH)
Córtex supra renal
Diuréticos 
Os diuréticos são drogas que aumentam a excreção de sódio e água em conjunto com o rins. Os efeito consiste em diminuir a reabsorção de sódio e de cloreto do filtrado, o aumento da perca de água e a excreção de sal, alterando o transporte iônico ao longo do néfron.
 Isto acontece através de uma ação direta sobre as células dos néfrons após haver. a modificação e indireta do conteúdo filtrado 
objetivo fundamental é alcançar um balanço hídrico negativo, mas os diuréticos não atuam diretamente na água, mas através de sódio (diuréticos natriuréticos) ou osmolaridade (diuréticos osmóticos).
 Classificação dos diuréticos
Atualmente os diuréticos são classificados em seis classes distintas, diferentes medicamentos e formas de ação.
Diurético mercuriais
Diurético de alça 
Diurético tiazidicos
Diurético do potássio
Inibidor de anidrase carbônica 
Diurético osmótico
Amilorida Triantereno
Espironolactona
Tiazídicos
Furosemida
Túbulo distal
Alça de Henle
Túbulo proximal
Glomérulo
SÍTIOS DE AÇÃO DOS DIURÉTICOS
Principais utilizações dos diuréticos
Mobilização de edema 
Tratamento anti-hipertensivo
Tratamento da insuficiência cardíaca congênita
Profilaxia da insuficiência renal 
1-Mercuriais
Os diuréticos mercuriais não estão mais em uso atualmente, devido aos efeitos colaterais provocados por sua utilização.
São derivados do mercuripropanol: meraluride, mercurofilina, mersalila, meretroxilina, mercumatilina, mercaptomerina e clormerodina. 
A melhor via de absorção para esta classe é a parenteral, entretanto a via digestiva seja lenta e incompleta. 
Após administração oral sua ação tem início em cerca de 1 a 2 horas, permanecendo até 12 a 24 horas.
A principal forma de eliminação dos mercuriais é a secreção tubular.
ESIDRÓN VELHO MEDICINA DIURÉTICA MERCURIAL EM AMPOLLAS A ESTRENAR
1 - DIURÉTICOS MERCURIAIS
CLORETO DE MERCÚRIO

clomerodrin
merbafen, meralurida, mercurofilina, mersalil, meretoxilina, mercumatilina, mercaptomerina
Mecanismo: liberação íon mercúrico
				
ligação com cisteína das enzimas transportadoras de íons
			 
		* outras enzimas 
			 
			lesão renal
			 
			IR crônica
2-Diuréticos de alça
São os os mais poderosos de todos os diureticos e são capazes de provocar um alto nivel de excreção de sodio. 
São denominados alto limiar e provoca fluxo linear de urina
Sendo os principais representantes do grupo furosemida , bumetamida, e o ácido etacrínico. 
Atua principalmente na alça de helen como inibidor de transporte de cloreto e potássio do interior para o exterior da do tecido intersticial .
H2O
DIURÉTICOS DE ALÇA
FUROSEMIDA Bumetamida, ácido etacrínico
 sulfonamidas
 fortes (eficácia, potência)
2Cl
ativo
Na, K, Ca - passivo
20%
(-)
 Usos: edema pulmonar, hepático (cirrose), renal (nefrose, IR crônica), hipercalcemia, hipertensão em nefropatas
 Efeitos colaterais: alcalose metabólica -  pH urina
gota - hiperuricemia, ototoxicidade, hipersensibilidade, distúrbios TGI (sangramento), desidratação
Farmacocinética dos diuréticos de Alça 
Ativo por via oral 
Baixa toxicidade
Baixa lipossolubidade
Absorção no intestino 65%
Pico de ação: 20 a 35 minutos 
Meia vida : 20 a 110 minutos 
Excreção: via renal
Indicação
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
HIPERTENSÃO: apenas em emergências como adjuvantes
SÍNDROME NEFRÓTICO: são úteis no estado edematoso da síndrome nefrótica.
HIPERCALCEMIA
EDEMA DE ÚBERE
Eliminar a água do tecido para marcar os músculos superficiais nos animais expostos.
Efeitos adversos
OTOTOXIDADE reversível, maior com aminoglicosídeos. A tensão da endolinfa é modificada pelo bloqueio do co-transportador. Cuidado ao administrar com aminoglicosídeos
HIPOCALIMIA pode ser prevenida pela combinação com outros diuréticos. Cuidados com a digitalidade aumenta o risco de produção de arritmia.
HIPERURICEMIA diminuir a eliminação de ac. Uric bloqueando sua secreção ativa o TCP
HIPERGLICEMIA
Inibem a secreção de insulina
Inibem a captação de glicose
glicogenólise e gluconeogénese hepática
Furosemida 
Apresentação oral: Diurix bolos VM, Lasix, 40 mg (caixa x20), Furosemida Tab 40 mg.
Apresentação Parenteral: Diurivet 1 ml 50 mg, Salix, Lasix Amp 20 mg 2ml.
 Doses Indicadas
Eliminação: via renal a excreção ocorre pela urina.3- Tiazídicos 
A clotiazida gerou grande interesse ao ser descoberta por promover excreção urinária de cloreto, Na+ e k+, e não de bicarbonato, assim seu uso prolongado por via oral tornou-se possível. 
Alguns compostos foram modificados e originou-se a hidroclorotiazida, extremamente mais potente.
Vale ressaltar também o uso de flumetiazida, benzotiazida, hidroflumetiazida, triclormetazida, ciclopentazida, ciclotiazida, bendrofluatiazida, meticlotiazida e politiazida.
 diuréticos  túbulo contorcido distal
	CLORTALIDONA / HIDROCLOROTIAZIDA
 sulfonamidas  TIAZÍDICOS
 moderados
 inibidores do co-transporte Na e Cl, Na-KATPase, glicólise
2Cl Na, K
Espoliadores de potássio
Mais utilizados
hipertensão
Mobilização de edema
 edemas, Dismenorréia
Cirrose  fibrose   síntese proteínas plasmática
		
Ascite barriga d’água
(Normalmente são biotransformados pelo fígado e rins.)
Farmacocinética diuréticos tiazídicos,
(Saluricos moderados) 
Pode ser administrado na via parental quanto (oral preferencialmente);
Cloritalidona possui o efeito prolongado de (60 a 72 horas);
Hidroclorotizida : absorção ocorre no intestino cerca de 65 a 70%.
MV: 10 horas
Tempo de ação: 17 a 25 horas. 
Indicação
Edema devido à Doença Cardíaca
Edema e Doença Renal ou Hepática
Em algumas intoxicações
 PRECAUÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES
Pode agravar a Insuficiência Renal e Hepática e se a creatina estiver em um nivel baixo.
 Não é recomendado em animais com Diabetes Melitus, pancreatite, hiperuricemia, anúria e cirrose hepática.
Efeitos adversos
OTOTOXICIDADE: Infecção nociva na orelha
HIPERCALCEMIA : Elevação dos níveis plasmáticos de cálcio acima de 10,5 mg / concentração de ácido úrico no sangue 
HIPERGLICEMIA: É o excesso de açúcar (glicose) no sangue.
HIPONATREMIA: uma concentração de sódio no sangue abaixo de 135 mmol 
HIPOCALEMIA: Níveis séricos de potássio abaixo dos valores normais 
Hipocloremia: Diminuição da quantidade de cloro contida no plasma sanguíneo 
TRANSTORNO METABÓLICAS E ENDÓCRINOS
hidroclorotiazida
Apresentação oral Diclotride tab 25 mg, hidroclorotiazida de mk tab 25 e 50 mg.
 doses
Cloratizados 
Não é tiazida, mas tem em comum um grupo sulfamida não substituído.
Apresentação oral: Blokium D tab 25 mg de cloratalidona e 100 mg de atenolol.
 doses
Indapamida
Apresentação oral: natrilix 1 tab 2,5 mg, Diurex 1 tab 2,5 mg.
 doses
 
4- Diuréticos poupadores de potássio
A espironolactona aldoesterona e triantereno
Anatagonista da aldoesterona a espirolactona , que é uma antagonista competitiva da aldoesterona.
A espironolactona previne a entrada da aldoesterona nas células principais impedindo a reabsorção de sodio.
Bloqueadores dos canais de sodio TCD, amilorida e triantereno.
DIURÉTICOS - túbulo distal e duto coletor
POUPADORES DE POTÁSSIO
2%
Na
K
ALDOSTERONA
(+)
Fracos (associação)/hipercalemia (isoladamente)
7.1 - Antagonistas da aldosterona
ESPIRONOLACTONA - indicações cirrose, pesquisa
efeitos colaterais:hirsutismo (mulheres)
 impotência, ginecomastia (homens)
7.2 - AMILORIDA e TRIAMTERENO
	ligação aos canais de sódio
	uso em associação
Farmacocinética diuréticos de potássio 
Administração da espirolactona pela via oral,
Administração da amildarona por via oral ou intravenosa,
O inicio da ação pode perdura por dias.
Efeito após a interrupção 3 dias após a ultima administração ,
Meia vida 2 a 5 horas 	
Metabolismo hepático
Diurético de potássio espironolactona
MECANISMO DE AÇÃO
 Antagonista da aldosterona, cujo efeito é a reabsorção de NA +. 
INDICAÇÕES
Em Hiperaldosteronismo, Hipocalemia devida a diuréticos e Cirrose HBP (Hipertensão Arterial).
 
EFEITOS ADVERSOS
Acidose Metabólica, Hipercalemia, Distúrbios Gastrointestinais e Hormonais (desnutrição da líbido, alteração dos ciclos menstruais).
Indicações e apresentação
 É utilizado em combinação com outros diuréticos devido à sua ligeira eficácia
Apresentação oral: Aldactone 25 mg -100 mg, Lasilacton 50 mg e + 20 mg de furosemida, Kespironora 25 mg e 100 mg
Dosagem 
Em todas as espécies 1 a 2 mg / Kg 12h VO.
Diuréticos de potássio Amiloride e Trianterene 
MECANISMO DE AÇÃO
bloquear os canais epiteliais de Na + de TCD e T. Collector
reabsoro de Na + (natriurico)
Diminui a secreção de K + (anticaliurético)
REAÇÕES ADVERSAS
Hipercaliemia, contra-indicada na insuficiência renal
Contra-indicações e Apresentação
Não deve ser usado em animais com anúria, hipercalemia ou Insuficiência Hepática.
Apresentação oral: Dyazide 50 mg de triantereno e 25 mg de Hidorclorotiazida. Moduretic 5 mg de amiloride e 50 mg de hidroclorotiazida
 	 Dosagem
Em todas as espécies 1 a 2 mg / kg 12h 
Em todas as espécies 0,1 mg / kg (Amiloride)
PRECAUÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES
insuficiência renal avançada. São muitos usados em associação com outros diuréticos. 
A espironolactona por inibir o hormônio aldosterona, que quando aumentado, piora a insuficiência cardíaca e a cirrose. Nesse caso, ela é muito usada nessas duas doenças junto com a furosemida. 
5- Inibidores da anidrase carbônica
Primeiramente eram utilizados compostos de sulfanilamida, entretanto seus efeitos colaterais incentivaram a pesquisa por novos compostos.
Como a etoxzolamida, a diclorfenamida, a metozolamida e a acetazolamida. 
Esta é rapidamente absorvida pela via oral, tendo ação em 2 horas, podendo permanecer no organismo por até 24 horas. 
É eliminada por meio de secreção ativa nos rins
ACETAZOLAMIDAdiclorofenamida, metazolamida, etoxizol
 sulfonamidas
 fortes (eficácia)
 fracos (potência)
 inibidores da anidrase carbônica
Anidrase
carbônica
Na+
H+
 Sistema tampão-eritrócitos, SNC, olho, TGI
 USO: glaucoma
 efeitos colaterais: acidose (retém H+)
 urina alcalina, hipocalemia, parestesias (formigamento-lesão neural), sono, hipersensibilidade, depressão.
CO2 + H2O  H2CO3  HCO3-
+
CO2 + H2O  H2CO3  HCO3-
70%
Farmacocinética e mecanismo de ação inibidores anidrase carbônica
Farmacocinética
Uso via oral.
Atinge o pico em aproximadamente duas horas
Mecanismo de exceção após 12 a 24 horas
Mecanismo de ação
A maior eliminação de NaCl é absorvida no ASA DE HENLE (eficiência luminosa: 5%)
Bloqueia o IAC e previne a reabsorção de sódio
A urina alcalina é produzida
Inibidores da anidrase carbonica efeitos adversos, indicação e contra indicação
Efeitos adversos
Acidose metabólica
Hipocalemia
Indicação
Glaucoma 
Contra-indicações
Não deve ser usado em animais sensíveis a sulfonamidas, tiazidas e ASA, ou gestante.
cetazolamida
Apresentação oral Diamox 250 mg e 500 mg de ação prolongada. Glaucomed 250 mg
 DOSES
6- Diuréticos osmóticos 
A glicose e o manitol são representantes, livremente filtrados pelos glomérulos, administrados pela intravenosa. 
O manitol induz rápida diurese, sendo que na primeira hora pode atingir fluxo urinário de até 10 ml por minuto.
A glicose é metabolizada no organismo e seu excesso é eliminado na urina, o manitol também é eliminado por meio da filtração glomerular, entretanto não sofre metabolização.
Farmacocinética dos diuréticos
osmótico 
A glicose e o manitol são administrados exclusivamente IV.
A glicose é metabolizada pelo fígado e seu excesso excretado através da urina e devido ao excesso ultrapassar o limite de reabsorção tubular.
O manitol é completamente excretado pela urina, não sofre biotransformação nem reabsorção. 
A administração do manitol provoca diurese em poucos minutos atingindo um fluxo urinário de 8 a 10 ml por minuto na primeira hora
Diuréticos osmóticos mecanismode ação indicação contraindicação 
Mecanismo de ação
Apresença de soluto nao absovivel na lux tubular diminui a reabsorção de sodio promovendo a diurese osmotica.
Indicações
(+) volume urinário para impedir anúria em casos que a hemodinâmica do rim está comprometida;
	redução da pressão intracraniana e intra-ocular, pela diurese hídrica
Contraindicações
Pode causar desidratação e distúrbios eletrolíticos 
 O que é manitol?
É um adoçante catalogado dentro do grupo de polióis e poliálcoois.
Na Medicina o uso de manitol é como um diurético e como um tratamento para prevenir a insuficiência renal, prática no ramo da urologia.
Tem propriedades para diminuir a inflamação perto do tecido ocular e das áreas limítrofes do cérebro. Reduz a pressão e evita certos distúrbios.
Manitol
Apresentação parenteral Osmorin 20% bag 500 ml para venóclise, Osmotrol 20% saco de 500 ml para venóclise.
INDICAÇÕES PARA O USO DE DIURÉTICOS
A indicação de tratamento medicamentoso com o uso de diuréticos é comum de acordo com algumas afecções que acometem os animais, dentre estas algumas são consideradas de condições mórbidas.
Fase oligúrica/anúrica da insuficiência renal:
Edema cerebral
Hemorragia pulmonar durante exercício em equinos:
Hipercalcemia
Síndrome nefrótica
Insuficiência cardíaca congestiva (ICC)
Hipertensão arterial sistêmica
Ascite devido à insuficiência hepática
Glaucoma
Diabetes insípido:
Conclusão
Diversas anormalidades fisiopatológicas podem acometer os animais e algumas delas necessitam do uso de diuréticos, objetivando a melhoria de quaisquer afecções ou minimizar a sintomatologia. 
O uso inadequado de diuréticos podem acarretar consequências para o animal e até mesmo agravar a doença inicial. 
Sendo assim, a associação dos conhecimentos teóricos e práticos podem ser decisivos para o tratamento ideal para cada animal.

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