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A palavra Direito possui definição complexa, com diversos significados. Muitas vezes, o direito é confundido com a própria lei. Embora sejam intrinsicamente relacionados, distinguem se entre si, pois a diferença entre direito e lei pertence ao âmbito ideológico do Estado. Segundo Reale( 1995), Direito é:
Escolha uma:
a. Todas as regras sociais ordenam a conduta, tanto as morais como as jurídicas e as convencionais ou de trato social. A maneira, porém, dessa ordenação difere de uma para outra. É próprio do Direito ordenar a conduta de maneira bilateral e atributiva, ou seja, estabelecendo relações de exigibilidade segundo uma proporção objetiva. O Direito, porém, não visa a ordenar as relações dos indivíduos entre si para satisfação apenas dos indivíduos, mas, ao contrário, para realizar uma convivência ordenada, o que se traduz na expressão: “bem comum”. O bem comum não é a soma dos bens individuais, nem a média do bem de todos; o bem comum, a rigor, é a ordenação daquilo que cada homem pode realizar sem prejuízo do bem alheio, uma composição harmônica do bem de cada um com o bem de todos.
b. É o direito um sistema de disciplina social fundado na natureza humana que, estabelecendo nas relações entre os homens uma proporção de reciprocidade nos poderes e deveres que lhes atribui, regula as condições existenciais dos indivíduos e dos grupos sociais e, em consequência, da sociedade, mediante normas coercitivamente impostas pelo poder público.
c. [...] o direito é muito difícil de ser definido com rigor. De uma parte, consiste em grande número de símbolos e ideais reciprocamente incompatíveis, o que o homem comum percebe quando se vê envolvido num processo judicial: por mais que ele esteja seguro de seus direitos, a presença do outro, contestando o, cria lhe certa angústia que desorganiza sua tranquilidade. De outra parte, não deixa de ser um dos mais importantes fatores de estabilidade social, posto que admite um cenário comum em que as mais diversas aspirações podem encontrar uma aprovação e uma ordem.
d. Entende-se, em sentido comum, o Direito como sendo o conjunto de normas para a aplicação da justiça e a minimização de conflitos de uma dada sociedade. Estas normas, estas regras, esta sociedade não são possíveis sem o Homem, porque é o Ser Humano quem faz o Direito e é para ele que o Direito é feito.
e. Destaco que o direito não é apenas um conjunto de regras. É muito mais do que isso. As regras, escritas (leis), são um dos instrumentos de aplicação e atuação do direito, que se vale de outros componentes em sua configuração. Temos assim, ao lado das leis, a doutrina, a jurisprudência, os costumes, os princípios gerais, que, somados, compõem o conceito de Direito. E esses elementos, em conjunto, aplicados, buscam atingir o ideal supremo, que é a obtenção da justiça.

O empregado é o principal elemento para o Direito do Trabalho, pois é destinado grande parte das normas de proteção que constituem este ramo do direito. São considerados direitos do trabalhador:
Escolha uma:
a. Duração do trabalho normal superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
b. FGTS, os empregadores depositam em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome de seus empregados e vinculados ao contrato de trabalho, o valor correspondente a 9% do salário do funcionário.
c. Licença Paternidade, corresponde um direito ao homem de afastar-se do seu trabalho, para auxiliar a mãe de seu filho, sem prejuízo em seu salário, por 5 dias.
d. Férias, após o período de 18 meses de trabalho, todo trabalhador passa a ter direito a um período de 30 dias de descanso e lazer, sem deixar de receber seu salário.
e. Salário família que são cotas pecuniárias destinadas a auxiliá-los no sustento e educação dos filhos menores, de qualquer condição, até aos 18 anos de idade.

Os princípios de Direito Tributário, de uma maneira ampla, apresentam-se como precauções ao contribuinte, em oposição ao poder do Estado; são autênticas limitações ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional. Como denominamos, o Princípio que é aquele pelo qual a entidade tributante há de restringir sua atividade tributacional àquela matéria que lhe foi constitucionalmente destinada, o qual é o poder impositivo juridicamente delimitado, e, sendo o caso, dividido. Este princípio obriga que cada entidade tributante se comporte nos limites da parcela de poder impositivo que lhe foi atribuída.
Escolha uma:
a. Princípio da Capacidade Contributiva.
b. Princípio da Transparência.
c. Princípio da Competência.
d. Princípio da Anterioridade.
e. Princípio da Legalidade.

Medida provisória é um instrumento que integra o ordenamento jurídico brasileiro, exclusivo ao presidente da República. É destinada a matérias relevantes ou de urgência pelo Poder Executivo. Este “mecanismo” jurídico é regulado de forma exclusiva pelo art. 62 da Constituição Federal em vigor, que determina: Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional, que, estando em recesso, será convocado extraordinariamente para se reunir no prazo de cinco dias. No Art. 62 da Constituição Federal, Parágrafo Único, temos: “As medidas provisórias perderão eficácia, desde a edição, se não forem convertidas em Lei no prazo...” Assinale abaixo a alternativa que contém o prazo correto que complementa o Parágrafo Único do Art. 62 da Constituição Federal.
Escolha uma:
a. Trinta dias.
b. Sessenta dias.
c. Cento e oitenta dias.
d. Noventa dias.
e. Quarenta e cinco dias.

Podemos dizer que fato gerador é um fato jurídico vinculado ao Direito Tributário que acarreta responsabilidade, obrigação ou capacidade tributária. O CTN (Código Tribunal Nacional) estabelece dois tipos de fato gerador, que são:
Escolha uma:
a. obrigação principal; obrigação individual.
b. obrigação social, obrigação principal.
c. obrigação acessória, obrigação total.
d. obrigação empresária, obrigação individual.
e. obrigação principal; obrigação acessória.

As normas gerais de Direito Tributário dispõem sobre a Legislação Tributária, especificamente em seu art. 96, sustentando que o termo “legislação tributária” abrange as leis, os tratados e as convenções internacionais e os decretos e as normas complementares que explicam, no todo ou em parte, a respeito dos tributos e das relações jurídicas a eles apropriados. As normas gerais de Direito Tributário também definem a obrigação e a responsabilidade tributária e versam sobre o crédito tributário, como sua suspensão, extinção, exclusão, garantias e privilégios e a administração do crédito tributário. Desta forma, podemos dizer que a “legislação tributária” alcança todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. No Brasil, as normas gerais do Direito Tributário emanam da Constituição Federal de 1988, além de serem instituídas pelo Código Tributário Nacional. A referência entre as normas gerais do Direito Tributário e outras normas não se caracteriza como apenas divisão de competência, mas sim a partir de um vínculo hierárquico. A Constituição Federal de 1988, no seu capítulo I, do Título VI, sobre o sistema tributário nacional, prescreve tríplice competência para a lei complementar em matéria tributária, quais sejam: dispor sobre conflitos de competência entre a União, os Estados, o Distrito Federal e o Município (art. 146, I); disciplinar as limitações constitucionais ao poder de tributar (art. 146, II); Desta forma, podemos dizer que: I.A “legislação tributária” alcança parte pouco importante das normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. II.A “legislação tributária” não alcança todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. III.A “legislação tributária” alcança todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. IV.A “legislação tributária” alcança somente algumas normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. I.Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa acima citada que está correta:
Escolha uma:
a. Apenas a afirmativa I é verdadeira.
b. Apenas a afirmativa II é verdadeira.
c. As alternativas III e IV são corretas.
d. Apenas a afirmativa IV é verdadeira.
e. Apenas a afirmativa III é verdadeira.

Os Princípios de Direito são normas jurídicas e agem como se fossem condutores dos padrões de conduta que dirigem as normas positivas. Princípio é o embasamento, o alicerce que justifica as demais normas jurídicas positivas que integram o sistema. Como bem define Bandeira de Mello (2000, p. 748): Violar um princípio é muito mais grave que transgredir uma norma qualquer. A desatenção ao princípio implica ofensa não apenas a um específico mandamento obrigatório, mas a todo o sistema de comandos. É a mais grave forma de ilegalidade ou inconstitucionalidade, conforme o escalão do princípio atingido, porque representa insurgência contra todo o sistema. Os Princípios de Direito Tributário, de uma maneira ampla, apresentam-se como precauções ao contribuinte, em oposição ao poder do Estado; são autênticas limitações ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional.
Com base nestes cinco princípios acima, enumere as afirmativas abaixo que explicam cada um deles. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento das afirmacoes anteriores.
(_____) tem como finalidade promover o equilíbrio entre as diferentes regiões brasileiras em relação ao âmbito socioeconômico.
(_____) é previsto no sistema tributário nacional como uma das limitações constitucionais ao poder de tributar, segundo a regra ínsita no art. 150, IV, da Constituição Federal, “Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios utilizar tributo com efeito de confisco”.
(_____) é expresso no art. 150, III, “b”, da Constituição Federal, sendo vedado aos entes tributantes cobrar tributo “[...] no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou”. Este princípio garante ao contribuinte um tempo hábil a se preparar para o novo pagamento, ou seja, determina um prazo impeditivo, o próximo exercício financeiro.
(_____) caracteriza-se por ser o princípio jurídico que orienta a instituição de tributos, impondo a observância da capacidade do contribuinte de recolher aos cofres públicos.
(_____) está previsto no ordenamento jurídico brasileiro, no art. 150, I, da Constituição Federal de 1988: “[...] é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios exigir ou aumentar tributos sem lei que o estabeleça”. Este princípio protege o contribuinte contra o aumento de tributos sem determinação da lei, limitando, assim, os poderes da Administração Pública em relação aos tributos.
a. 1, 3, 2, 4, 5.
b. 5, 4, 3, 2, 1.
c. 3, 4, 2, 1, 5.
d. 5, 4, 2, 3, 1.
e. 4, 3, 1, 2, 5.

Lei Ordinária e Lei Complementar são duas espécies normativas distintas, sendo a última hierarquicamente superior à primeira. E que as leis ordinárias editadas antes do advento da atual Constituição Federal tratando de matérias que esta reservou à lei complementar continuam válidas e ganharam o status de leis complementares, e só por lei complementar, portanto, podem ser alteradas ou revogadas.
Dentro deste conceito, marque com “V” as alternativas corretas e “F” as falsas, e marque a sequência correta para as principais funções das Leis Complementares:
( ) dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
( ) estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre: obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;
( ) regular as limitações constitucionais ao poder de tributar
( ) disporá sobre a elaboração, redação, alteração e consolidação das leis.
a. V,V,F,F.
b. V,V,V,V.
c. V,V,F,V.
d. V,V,V,F.
e. F,V,V,V.

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Questões resolvidas

A palavra Direito possui definição complexa, com diversos significados. Muitas vezes, o direito é confundido com a própria lei. Embora sejam intrinsicamente relacionados, distinguem se entre si, pois a diferença entre direito e lei pertence ao âmbito ideológico do Estado. Segundo Reale( 1995), Direito é:
Escolha uma:
a. Todas as regras sociais ordenam a conduta, tanto as morais como as jurídicas e as convencionais ou de trato social. A maneira, porém, dessa ordenação difere de uma para outra. É próprio do Direito ordenar a conduta de maneira bilateral e atributiva, ou seja, estabelecendo relações de exigibilidade segundo uma proporção objetiva. O Direito, porém, não visa a ordenar as relações dos indivíduos entre si para satisfação apenas dos indivíduos, mas, ao contrário, para realizar uma convivência ordenada, o que se traduz na expressão: “bem comum”. O bem comum não é a soma dos bens individuais, nem a média do bem de todos; o bem comum, a rigor, é a ordenação daquilo que cada homem pode realizar sem prejuízo do bem alheio, uma composição harmônica do bem de cada um com o bem de todos.
b. É o direito um sistema de disciplina social fundado na natureza humana que, estabelecendo nas relações entre os homens uma proporção de reciprocidade nos poderes e deveres que lhes atribui, regula as condições existenciais dos indivíduos e dos grupos sociais e, em consequência, da sociedade, mediante normas coercitivamente impostas pelo poder público.
c. [...] o direito é muito difícil de ser definido com rigor. De uma parte, consiste em grande número de símbolos e ideais reciprocamente incompatíveis, o que o homem comum percebe quando se vê envolvido num processo judicial: por mais que ele esteja seguro de seus direitos, a presença do outro, contestando o, cria lhe certa angústia que desorganiza sua tranquilidade. De outra parte, não deixa de ser um dos mais importantes fatores de estabilidade social, posto que admite um cenário comum em que as mais diversas aspirações podem encontrar uma aprovação e uma ordem.
d. Entende-se, em sentido comum, o Direito como sendo o conjunto de normas para a aplicação da justiça e a minimização de conflitos de uma dada sociedade. Estas normas, estas regras, esta sociedade não são possíveis sem o Homem, porque é o Ser Humano quem faz o Direito e é para ele que o Direito é feito.
e. Destaco que o direito não é apenas um conjunto de regras. É muito mais do que isso. As regras, escritas (leis), são um dos instrumentos de aplicação e atuação do direito, que se vale de outros componentes em sua configuração. Temos assim, ao lado das leis, a doutrina, a jurisprudência, os costumes, os princípios gerais, que, somados, compõem o conceito de Direito. E esses elementos, em conjunto, aplicados, buscam atingir o ideal supremo, que é a obtenção da justiça.

O empregado é o principal elemento para o Direito do Trabalho, pois é destinado grande parte das normas de proteção que constituem este ramo do direito. São considerados direitos do trabalhador:
Escolha uma:
a. Duração do trabalho normal superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
b. FGTS, os empregadores depositam em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome de seus empregados e vinculados ao contrato de trabalho, o valor correspondente a 9% do salário do funcionário.
c. Licença Paternidade, corresponde um direito ao homem de afastar-se do seu trabalho, para auxiliar a mãe de seu filho, sem prejuízo em seu salário, por 5 dias.
d. Férias, após o período de 18 meses de trabalho, todo trabalhador passa a ter direito a um período de 30 dias de descanso e lazer, sem deixar de receber seu salário.
e. Salário família que são cotas pecuniárias destinadas a auxiliá-los no sustento e educação dos filhos menores, de qualquer condição, até aos 18 anos de idade.

Os princípios de Direito Tributário, de uma maneira ampla, apresentam-se como precauções ao contribuinte, em oposição ao poder do Estado; são autênticas limitações ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional. Como denominamos, o Princípio que é aquele pelo qual a entidade tributante há de restringir sua atividade tributacional àquela matéria que lhe foi constitucionalmente destinada, o qual é o poder impositivo juridicamente delimitado, e, sendo o caso, dividido. Este princípio obriga que cada entidade tributante se comporte nos limites da parcela de poder impositivo que lhe foi atribuída.
Escolha uma:
a. Princípio da Capacidade Contributiva.
b. Princípio da Transparência.
c. Princípio da Competência.
d. Princípio da Anterioridade.
e. Princípio da Legalidade.

Medida provisória é um instrumento que integra o ordenamento jurídico brasileiro, exclusivo ao presidente da República. É destinada a matérias relevantes ou de urgência pelo Poder Executivo. Este “mecanismo” jurídico é regulado de forma exclusiva pelo art. 62 da Constituição Federal em vigor, que determina: Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional, que, estando em recesso, será convocado extraordinariamente para se reunir no prazo de cinco dias. No Art. 62 da Constituição Federal, Parágrafo Único, temos: “As medidas provisórias perderão eficácia, desde a edição, se não forem convertidas em Lei no prazo...” Assinale abaixo a alternativa que contém o prazo correto que complementa o Parágrafo Único do Art. 62 da Constituição Federal.
Escolha uma:
a. Trinta dias.
b. Sessenta dias.
c. Cento e oitenta dias.
d. Noventa dias.
e. Quarenta e cinco dias.

Podemos dizer que fato gerador é um fato jurídico vinculado ao Direito Tributário que acarreta responsabilidade, obrigação ou capacidade tributária. O CTN (Código Tribunal Nacional) estabelece dois tipos de fato gerador, que são:
Escolha uma:
a. obrigação principal; obrigação individual.
b. obrigação social, obrigação principal.
c. obrigação acessória, obrigação total.
d. obrigação empresária, obrigação individual.
e. obrigação principal; obrigação acessória.

As normas gerais de Direito Tributário dispõem sobre a Legislação Tributária, especificamente em seu art. 96, sustentando que o termo “legislação tributária” abrange as leis, os tratados e as convenções internacionais e os decretos e as normas complementares que explicam, no todo ou em parte, a respeito dos tributos e das relações jurídicas a eles apropriados. As normas gerais de Direito Tributário também definem a obrigação e a responsabilidade tributária e versam sobre o crédito tributário, como sua suspensão, extinção, exclusão, garantias e privilégios e a administração do crédito tributário. Desta forma, podemos dizer que a “legislação tributária” alcança todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. No Brasil, as normas gerais do Direito Tributário emanam da Constituição Federal de 1988, além de serem instituídas pelo Código Tributário Nacional. A referência entre as normas gerais do Direito Tributário e outras normas não se caracteriza como apenas divisão de competência, mas sim a partir de um vínculo hierárquico. A Constituição Federal de 1988, no seu capítulo I, do Título VI, sobre o sistema tributário nacional, prescreve tríplice competência para a lei complementar em matéria tributária, quais sejam: dispor sobre conflitos de competência entre a União, os Estados, o Distrito Federal e o Município (art. 146, I); disciplinar as limitações constitucionais ao poder de tributar (art. 146, II); Desta forma, podemos dizer que: I.A “legislação tributária” alcança parte pouco importante das normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. II.A “legislação tributária” não alcança todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. III.A “legislação tributária” alcança todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. IV.A “legislação tributária” alcança somente algumas normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. I.Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa acima citada que está correta:
Escolha uma:
a. Apenas a afirmativa I é verdadeira.
b. Apenas a afirmativa II é verdadeira.
c. As alternativas III e IV são corretas.
d. Apenas a afirmativa IV é verdadeira.
e. Apenas a afirmativa III é verdadeira.

Os Princípios de Direito são normas jurídicas e agem como se fossem condutores dos padrões de conduta que dirigem as normas positivas. Princípio é o embasamento, o alicerce que justifica as demais normas jurídicas positivas que integram o sistema. Como bem define Bandeira de Mello (2000, p. 748): Violar um princípio é muito mais grave que transgredir uma norma qualquer. A desatenção ao princípio implica ofensa não apenas a um específico mandamento obrigatório, mas a todo o sistema de comandos. É a mais grave forma de ilegalidade ou inconstitucionalidade, conforme o escalão do princípio atingido, porque representa insurgência contra todo o sistema. Os Princípios de Direito Tributário, de uma maneira ampla, apresentam-se como precauções ao contribuinte, em oposição ao poder do Estado; são autênticas limitações ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional.
Com base nestes cinco princípios acima, enumere as afirmativas abaixo que explicam cada um deles. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento das afirmacoes anteriores.
(_____) tem como finalidade promover o equilíbrio entre as diferentes regiões brasileiras em relação ao âmbito socioeconômico.
(_____) é previsto no sistema tributário nacional como uma das limitações constitucionais ao poder de tributar, segundo a regra ínsita no art. 150, IV, da Constituição Federal, “Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios utilizar tributo com efeito de confisco”.
(_____) é expresso no art. 150, III, “b”, da Constituição Federal, sendo vedado aos entes tributantes cobrar tributo “[...] no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou”. Este princípio garante ao contribuinte um tempo hábil a se preparar para o novo pagamento, ou seja, determina um prazo impeditivo, o próximo exercício financeiro.
(_____) caracteriza-se por ser o princípio jurídico que orienta a instituição de tributos, impondo a observância da capacidade do contribuinte de recolher aos cofres públicos.
(_____) está previsto no ordenamento jurídico brasileiro, no art. 150, I, da Constituição Federal de 1988: “[...] é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios exigir ou aumentar tributos sem lei que o estabeleça”. Este princípio protege o contribuinte contra o aumento de tributos sem determinação da lei, limitando, assim, os poderes da Administração Pública em relação aos tributos.
a. 1, 3, 2, 4, 5.
b. 5, 4, 3, 2, 1.
c. 3, 4, 2, 1, 5.
d. 5, 4, 2, 3, 1.
e. 4, 3, 1, 2, 5.

Lei Ordinária e Lei Complementar são duas espécies normativas distintas, sendo a última hierarquicamente superior à primeira. E que as leis ordinárias editadas antes do advento da atual Constituição Federal tratando de matérias que esta reservou à lei complementar continuam válidas e ganharam o status de leis complementares, e só por lei complementar, portanto, podem ser alteradas ou revogadas.
Dentro deste conceito, marque com “V” as alternativas corretas e “F” as falsas, e marque a sequência correta para as principais funções das Leis Complementares:
( ) dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
( ) estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre: obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;
( ) regular as limitações constitucionais ao poder de tributar
( ) disporá sobre a elaboração, redação, alteração e consolidação das leis.
a. V,V,F,F.
b. V,V,V,V.
c. V,V,F,V.
d. V,V,V,F.
e. F,V,V,V.

Prévia do material em texto

Iniciado em terça, 25 Set 2018, 14:38 
Estado Finalizada 
Concluída em terça, 25 Set 2018, 15:49 
Tempo empregado 1 hora 11 minutos 
Nota 3,6 de um máximo de 4,5(80%) 
Questão 1 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
A palavra Direito possui definição complexa, com diversos significados. Muitas vezes, 
o direito é confundido com a própria lei. Embora sejam intrinsicamente relacionados, 
distinguem se entre si, pois a diferença entre direito e lei pertence ao âmbito ideológico 
do Estado. Segundo Reale( 1995), Direito é: 
Escolha uma: 
a. Todas as regras sociais ordenam a conduta, tanto as morais como as jurídicas e as convencionais 
ou de trato social. A maneira, porém, dessa ordenação difere de uma para outra. É próprio do Direito 
ordenar a conduta de maneira bilateral e atributiva, ou seja, estabelecendo relações de exigibilidade 
segundo uma proporção objetiva. O Direito, porém, não visa a ordenar as relações dos indivíduos 
entre si para satisfação apenas dos indivíduos, mas, ao contrário, para realizar uma convivência 
ordenada, o que se traduz na expressão: “bem comum”. O bem comum não é a soma dos bens 
individuais, nem a média do bem de todos; o bem comum, a rigor, é a ordenação daquilo que cada 
homem pode realizar sem prejuízo do bem alheio, uma composição harmônica do bem de cada um 
com o bem de todos. 
Todas as regras sociais ordenam a conduta, tanto as morais como as jurídicas e as convencionais ou 
de trato social. A maneira, porém, dessa ordenação difere de uma para outra. É próprio do Direito 
ordenar a conduta de maneira bilateral e atributiva, ou seja, estabelecendo relações de exigibilidade 
segundo uma proporção objetiva. O Direito, porém, não visa a ordenar as relações dos indivíduos 
entre si para satisfação apenas dos indivíduos, mas, ao contrário, para realizar uma convivência 
ordenada, o que se traduz na expressão: “bem comum”. O bem comum não é a soma dos bens 
individuais, nem a média do bem de todos; o bem comum, a rigor, é a ordenação daquilo que cada 
homem pode realizar sem prejuízo do bem alheio, uma composição harmônica do bem de cada um 
com o bem de todos. 
b. É o direito um sistema de disciplina social fundado na natureza humana que, estabelecendo nas 
relações entre os homens uma proporção de reciprocidade nos poderes e deveres que lhes atribui, 
regula as condições existenciais dos indivíduos e dos grupos sociais e, em consequência, da 
sociedade, mediante normas coercitivamente impostas pelo poder público. 
c. [...] o direito é muito difícil de ser definido com rigor. De uma parte, consiste em grande número 
de símbolos e ideais reciprocamente incompatíveis, o que o homem comum percebe quando se vê 
envolvido num processo judicial: por mais que ele esteja seguro de seus direitos, a presença do 
outro, contestando o, cria lhe certa angústia que desorganiza sua tranquilidade. De outra parte, não 
deixa de ser um dos mais importantes fatores de estabilidade social, posto que admite um cenário 
comum em que as mais diversas aspirações podem encontrar uma aprovação e uma ordem. 
d. Entende-se, em sentido comum, o Direito como sendo o conjunto de normas para a aplicação da 
justiça e a minimização de conflitos de uma dada sociedade. Estas normas, estas regras, esta 
sociedade não são possíveis sem o Homem, porque é o Ser Humano quem faz o Direito e é para ele 
que o Direito é feito. 
e. Destaco que o direito não é apenas um conjunto de regras. É muito mais do que isso. As regras, 
escritas (leis), são um dos instrumentos de aplicação e atuação do direito, que se vale de outros 
componentes em sua configuração. Temos assim, ao lado das leis, a doutrina, a jurisprudência, os 
costumes, os princípios gerais, que, somados, compõem o conceito de Direito. E esses elementos, em 
conjunto, aplicados, buscam atingir o ideal supremo, que é a obtenção da justiça. 
Feedback 
A resposta correta é: Todas as regras sociais ordenam a conduta, tanto as morais como as jurídicas e 
as convencionais ou de trato social. A maneira, porém, dessa ordenação difere de uma para outra. É 
próprio do Direito ordenar a conduta de maneira bilateral e atributiva, ou seja, estabelecendo 
relações de exigibilidade segundo uma proporção objetiva. O Direito, porém, não visa a ordenar as 
relações dos indivíduos entre si para satisfação apenas dos indivíduos, mas, ao contrário, para 
realizar uma convivência ordenada, o que se traduz na expressão: “bem comum”. O bem comum não 
é a soma dos bens individuais, nem a média do bem de todos; o bem comum, a rigor, é a ordenação 
daquilo que cada homem pode realizar sem prejuízo do bem alheio, uma composição harmônica do 
bem de cada um com o bem de todos.. 
Questão 2 
Incorreto 
Marcar questão 
Texto da questão 
Norma Jurídica é a estrutura fundamental do Direito, na qual estão estampados preceitos 
que constituirão à ordem jurídica. Ela é o elemento responsável por regular o 
comportamento do homem, ao mesmo tempo que consolida enunciados determinando 
em grande medida a organização da sociedade e do Estado. Segundo Reale (2001), 
Norma Jurídica é: 
Escolha uma: 
a. O fundamento das normas está na exigência da natureza humana de viver em sociedade, dispondo 
sobre o comportamento dos seus membros. As normas são fenômenos necessários para a 
estruturação ôntica do homem. E como a vida do grupo social está intimamente ligada à disciplina 
das vidas individuais, elas fundam-se também na necessidade de organização na sociedade, 
exatamente porque não há sociedade sem normas de direito, que têm por objetivo uma ação humana, 
obrigando-a, permitindo-a ou proibindo-a. 
A definição de Reale (2001, p. 88) sobre as Normas Jurídicas é: O que efetivamente caracteriza uma 
norma jurídica, de qualquer espécie, é o fato de ser uma estrutura proposicional enunciativa de uma 
forma de organização ou de conduta, que deve ser seguida de maneira objetiva e obrigatória. [...] 
Dizemos que a norma jurídica é uma estrutura proposicional porque o seu conteúdo pode ser 
enunciado mediante uma ou mais proposições entre si correlacionadas, sendo certo que o significado 
pleno de uma regra jurídica só é dado pela integração lógico-complementar das proposições que nela 
se contêm. 
b. quanto à destinação (normas de Direito e normas de Sobredireito), quanto ao modo de existência 
(normas explícitas e normas implícitas), quanto à fonte (teorias de Kelsen e Savigny, apontando 
como formas de expressão do Direito ou normas jurídicas, a lei, o costume, a jurisprudência, a 
doutrina e os princípios gerais do direito), quanto à matéria (normas de Direito Público, normas de 
Direito Privado e normas de Direito Social). 
c. O que efetivamente caracteriza uma norma jurídica, de qualquer espécie, é o fato de ser uma 
estrutura proposicional enunciativa de uma forma de organização ou de conduta, que deve ser 
seguida de maneira objetiva e obrigatória. [...] Dizemos que a norma jurídica é uma estrutura 
proposicional porque o seu conteúdo pode ser enunciado mediante uma ou mais proposições entre si 
correlacionadas, sendo certo que o significado pleno de uma regra jurídica só é dado pela integração 
lógico-complementar das proposições que nela se contêm. 
d. de expectativas contra fáticas, que se expressam por meio de proposições de dever ser (deve, é 
obrigatório, é proibido, é permitido, é facultado), estabelecendo-se entre os comunicadores sociais 
relações complementares institucionalizadas em alto grau (relação meta-complementar de 
autoridade/sujeito), cujos conteúdos tem um sentido generalizável conforme núcleos significativos 
mais ou menos abstratos. 
e. São prescrições jurídicas de caráter hipotético e eficácia repetitiva. Elas prescrevem 
comportamentos para situações descritas emcaráter hipotético. Em outras palavras, elas fazem a 
previsão de condutas a serem adotadas nas situações que descrevem hipoteticamente. 
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A resposta correta é: O que efetivamente caracteriza uma norma jurídica, de qualquer espécie, é o 
fato de ser uma estrutura proposicional enunciativa de uma forma de organização ou de conduta, que 
deve ser seguida de maneira objetiva e obrigatória. [...] Dizemos que a norma jurídica é uma 
estrutura proposicional porque o seu conteúdo pode ser enunciado mediante uma ou mais 
proposições entre si correlacionadas, sendo certo que o significado pleno de uma regra jurídica só é 
dado pela integração lógico-complementar das proposições que nela se contêm.. 
Questão 3 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
O empregado é o principal elemento para o Direito do Trabalho, pois é destinado grande 
parte das normas de proteção que constituem este ramo do direito. São considerados 
direitos do trabalhador: 
Escolha uma: 
a. Duração do trabalho normal superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais, facultada a 
compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de 
trabalho. 
b. Férias, após o período de 18 meses de trabalho, todo trabalhador passa a ter direito a um período 
de 30 dias de descanso e lazer, sem deixar de receber seu salário. 
c. Licença Paternidade, corresponde um direito ao homem de afastar-se do seu trabalho, para 
auxiliar a mãe de seu filho, sem prejuízo em seu salário, por 5 dias. 
Licença-paternidade: Corresponde a um direito ao homem de afastar-se do seu trabalho para auxiliar 
a mãe de seu filho, sem prejuízo em seu salário. A licença paternidade é de cinco dias, nos termos do 
art. 7o, inciso XIX, da CF/88 c/c art. 10, § 1o, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias 
da CF/88, na qual se encontra: “Até que lei venha a disciplinar o disposto no art. 7o, XIX da 
Constituição, o prazo da licença-paternidade a que se refere o inciso é de cinco dias”. 
d. Salário família que são cotas pecuniárias destinadas a auxiliá-los no sustento e educação dos 
filhos menores, de qualquer condição, até aos 18 anos de idade. 
e. FGTS, os empregadores depositam em contas abertas na Caixa Econômica Federal, em nome de 
seus empregados e vinculados ao contrato de trabalho, o valor correspondente a 9% do salário do 
funcionário. 
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A resposta correta é: Licença Paternidade, corresponde um direito ao homem de afastar-se do seu 
trabalho, para auxiliar a mãe de seu filho, sem prejuízo em seu salário, por 5 dias.. 
Questão 4 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
Os princípios de Direito Tributário, de uma maneira ampla, apresentam-se como 
precauções ao contribuinte, em oposição ao poder do Estado; são autênticas limitações 
ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional. Como 
denominamos, o Princípio que é aquele pelo qual a entidade tributante há de restringir 
sua atividade tributacional àquela matéria que lhe foi constitucionalmente destinada, o 
qual é o poder impositivo juridicamente delimitado, e, sendo o caso, dividido. Este 
princípio obriga que cada entidade tributante se comporte nos limites da parcela de 
poder impositivo que lhe foi atribuída. 
Escolha uma: 
a. Princípio da Capacidade Contributiva. 
b. Princípio da Transparência. 
c. Princípio da Competência. 
d. Princípio da Anterioridade. 
e. Princípio da Legalidade. 
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A resposta correta é: Princípio da Competência.. 
Questão 5 
Incorreto 
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Texto da questão 
Medida provisória é um instrumento que integra o ordenamento jurídico brasileiro, 
exclusivo ao presidente da República. É destinada a matérias relevantes ou de urgência 
pelo Poder Executivo. Este “mecanismo” jurídico é regulado de forma exclusiva pelo 
art. 62 da Constituição Federal em vigor, que determina: Art. 62. Em caso de relevância 
e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de 
lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional, que, estando em recesso, 
será convocado extraordinariamente para se reunir no prazo de cinco dias. No Art. 62 da 
Constituição Federal, Parágrafo Único, temos: “As medidas provisórias perderão 
eficácia, desde a edição, se não forem convertidas em Lei no prazo...” Assinale abaixo a 
alternativa que contém o prazo correto que complementa o Parágrafo Único do Art. 62 
da Constituição Federal. 
Escolha uma: 
a. Trinta dias. 
b. Sessenta dias. 
c. Cento e oitenta dias. 
d. Noventa dias. 
e. Quarenta e cinco dias. 
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A resposta correta é: Trinta dias.. 
Questão 6 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
Podemos dizer que fato gerador é um fato jurídico vinculado ao Direito Tributário que 
acarreta responsabilidade, obrigação ou capacidade tributária. O CTN (Código Tribunal 
Nacional) estabelece dois tipos de fato gerador, que são: 
Escolha uma: 
a. obrigação principal; obrigação individual. 
b. obrigação social, obrigação principal. 
c. obrigação acessória, obrigação total. 
d. obrigação empresária, obrigação individual. 
e. obrigação principal; obrigação acessória. 
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A resposta correta é: obrigação principal; obrigação acessória.. 
Questão 7 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
As normas gerais de Direito Tributário dispõem sobre a Legislação Tributária, 
especificamente em seu art. 96, sustentando que o termo “legislação tributária” abrange 
as leis, os tratados e as convenções internacionais e os decretos e as normas 
complementares que explicam, no todo ou em parte, a respeito dos tributos e das 
relações jurídicas a eles apropriados. As normas gerais de Direito Tributário também 
definem a obrigação e a responsabilidade tributária e versam sobre o crédito tributário, 
como sua suspensão, extinção, exclusão, garantias e privilégios e a administração do 
crédito tributário. Desta forma, podemos dizer que a “legislação tributária” alcança 
todas as normas que versam sobre tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos 
de forma geral. No Brasil, as normas gerais do Direito Tributário emanam da 
Constituição Federal de 1988, além de serem instituídas pelo Código Tributário 
Nacional. A referência entre as normas gerais do Direito Tributário e outras normas não 
se caracteriza como apenas divisão de competência, mas sim a partir de um vínculo 
hierárquico. A Constituição Federal de 1988, no seu capítulo I, do Título VI, sobre o 
sistema tributário nacional, prescreve tríplice competência para a lei complementar em 
matéria tributária, quais sejam: dispor sobre conflitos de competência entre a União, os 
Estados, o Distrito Federal e o Município (art. 146, I); disciplinar as limitações 
constitucionais ao poder de tributar (art. 146, II); Desta forma, podemos dizer que: 
I.A “legislação tributária” alcança parte pouco importante das normas que versam sobre 
tributos e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. 
II.A “legislação tributária” não alcança todas as normas que versam sobre tributos e 
relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. 
III.A “legislação tributária” alcança todas as normas que versam sobre tributos e 
relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. 
IV.A “legislação tributária” alcança somente algumas normas que versam sobre tributos 
e relações jurídicas relacionadas aos tributos de forma geral. 
I.Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa acima citada que está correta: 
Escolha uma: 
a. Apenas a afirmativa I é verdadeira. 
b. Apenas a afirmativa II é verdadeira. 
c. As alternativas III e IV são corretas. 
d. Apenas a afirmativa IV é verdadeira. 
e. Apenas a afirmativaIII é verdadeira. 
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A resposta correta é: Apenas a afirmativa III é verdadeira.. 
Questão 8 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
Os Princípios de Direito são normas jurídicas e agem como se fossem condutores dos 
padrões de conduta que dirigem as normas positivas. Princípio é o embasamento, o 
alicerce que justifica as demais normas jurídicas positivas que integram o sistema. 
Como bem define Bandeira de Mello (2000, p. 748): Violar um princípio é muito mais 
grave que transgredir uma norma qualquer. A desatenção ao princípio implica ofensa 
não apenas a um específico mandamento obrigatório, mas a todo o sistema de 
comandos. É a mais grave forma de ilegalidade ou inconstitucionalidade, conforme o 
escalão do princípio atingido, porque representa insurgência contra todo o sistema. Os 
Princípios de Direito Tributário, de uma maneira ampla, apresentam-se como 
precauções ao contribuinte, em oposição ao poder do Estado; são autênticas limitações 
ao poder de tributar, muitos dos quais com expressa previsão constitucional.Alguns dos 
Princípios são: 
1.Princípio da Legalidade 
2.Princípio da Anterioridade 
3.Princípio da Capacidade Contributiva 
4.Princípio da Vedação do Confisco 
5.Princípio da Uniformidade Geográfica 
Com base nestes cinco princípios acima, enumere as afirmativas abaixo que explicam 
cada um deles. 
(_____) tem como finalidade promover o equilíbrio entre as diferentes regiões 
brasileiras em relação ao âmbito socioeconômico. 
(_____) é previsto no sistema tributário nacional como uma das limitações 
constitucionais ao poder de tributar, segundo a regra ínsita no art. 150, IV, da 
Constituição Federal, “Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é 
vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios utilizar tributo com 
efeito de confisco”. 
(_____) é expresso no art. 150, III, “b”, da Constituição Federal, sendo vedado aos entes 
tributantes cobrar tributo “[...] no mesmo exercício financeiro em que haja sido 
publicada a lei que os instituiu ou aumentou”. Este princípio garante ao contribuinte um 
tempo hábil a se preparar para o novo pagamento, ou seja, determina um prazo 
impeditivo, o próximo exercício financeiro. 
(_____) caracteriza-se por ser o princípio jurídico que orienta a instituição de tributos, 
impondo a observância da capacidade do contribuinte de recolher aos cofres públicos. 
(_____) está previsto no ordenamento jurídico brasileiro, no art. 150, I, da Constituição 
Federal de 1988: “[...] é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos 
Municípios exigir ou aumentar tributos sem lei que o estabeleça”. Este princípio protege 
o contribuinte contra o aumento de tributos sem determinação da lei, limitando, assim, 
os poderes da Administração Pública em relação aos tributos. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento das 
afirmações anteriores. 
Escolha uma: 
a. 1, 3, 2, 4, 5. 
b. 5, 4, 3, 2, 1. 
c. 3, 4, 2, 1, 5. 
d. 5, 4, 2, 3, 1. 
e. 4, 3, 1, 2, 5. 
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A resposta correta é: 5, 4, 2, 3, 1.. 
Questão 9 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
Falando sobre sociedades empresárias e sociedades simples, contrariamente ao que o 
senso comum entende por empresa, o Direito Comercial, por meio do Código Civil, 
entende empresa como atividade, e não como o estabelecimento ou entidade do 
empresário. A empresa é a atividade exercida pelo empresário, e não a sua entidade. O 
art. 966 do Código Civil, diz empresário é “[...] quem exerce profissionalmente 
atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de 
serviços”. E entende-se por “profissionalmente” no sentido de que a atividade seja 
habitual e organizada. Para o empresário, caracteriza-se como sociedade empresária ou 
como empresário individual, de acordo com o art. 967, é obrigatório: 
I.“a inscrição do empresário no Registro Público de Empresas Mercantis da respectiva 
sede, após o início de sua atividade.” 
II.“a inscrição do empresário no Registro Público de Empresas Mercantis da respectiva 
sede, até um ano após o início de sua atividade.” 
III.“a inscrição do empresário no Registro Público de Empresas Mercantis da respectiva 
sede, antes do início de sua atividade.” 
IV>“a inscrição do empresário no Registro Público de Empresas Mercantis da 
respectiva sede, durante o primeiro ano do início de sua atividade.” 
Assinale a alternativa que responde corretamente ao que diz o art. 967 do Código Civil. 
Escolha uma: 
a. Apenas a afirmativa I é verdadeira. 
b. Nenhuma das alternativas anteriores 
c. Apenas a afirmativa IV é verdadeira. 
d. Apenas a afirmativa II é verdadeira. 
e. Apenas a afirmativa III é verdadeira. 
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A resposta correta é: Apenas a afirmativa III é verdadeira.. 
Questão 10 
Correto 
Marcar questão 
Texto da questão 
Lei Ordinária e Lei Complementar são duas espécies normativas distintas, sendo a 
última hierarquicamente superior à primeira. E que as leis ordinárias editadas antes do 
advento da atual Constituição Federal tratando de matérias que esta reservou à lei 
complementar continuam válidas e ganharam o status de leis complementares, e só por 
lei complementar, portanto, podem ser alteradas ou revogadas. É o que aconteceu com o 
Código Tributário Nacional. Resumindo, podemos dizer que a lei, quando acompanhada 
do adjetivo “ordinária”, indica que é comum, normal. Diferentemente da lei 
complementar, que legitima o preceito da Constituição Federal, conhecida como lei 
básica ou “lei maior”. Dentro deste conceito, marque com “V” as alternativas corretas e 
“F” as falsas, e marque a sequência correta para as principais funções das Leis 
Complementares: 
( ) dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios; 
( ) estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre: 
obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários; 
( ) regular as limitações constitucionais ao poder de tributar 
( ) disporá sobre a elaboração, redação, alteração e consolidação das leis. 
Escolha uma: 
a. V,V,F,F. 
b. V,V,V,V. 
c. V,V,F,V. 
d. V,V,V,F. 
e. F,V,V,V. 
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A resposta correta é: V,V,V,V..

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