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Recordando - Classificação dos materiais 
Material crítico 
entra em contato com 
vasos sanguíneos ou tecidos 
livres de microorganismos 
Ex: instrumental 
Esterilização 
Material semi-crítico 
entra em contato com 
mucosa ou pele não 
íntegra. Ex: inaladores 
Desinfecção 
Material não crítico 
entra em contato com 
pele íntegra. Ex: comadre 
Limpeza 
2 
 FÍSICOS 
 
 RADIAÇÃO IONIZANTE 
 
 
 CALOR 
 
ÚMIDO 
(AUTOCLAVE) 
SECO 
(ESTUFA) 
Métodos de Esterilização 
3 
SOLUÇÃO: 
 glutaraldeído 2% 
 ácido peracético 0,2% 
 peróxido de hidrogênio 3- 6% 
 
GASOSO 
 
 Óxido de etileno - ETO 
 Plasma de peróxido 
 de hidrogênio - Sterrad 
 Autoclave de formaldeído 
QUÍMICOS 
Métodos de Esterilização 
A utilização de soluções esterilizantes deve 
ser desencorajada devido às dificuldades de 
operacionalização e não garantia de 
qualidade do processo. 
4 
Autoclave de 
peróxido de 
hidrogênio - 
STERRAD® 
Métodos de Esterilização 
5 
Autoclave de Formaldeído 
 
Métodos de Esterilização 
6 
Esterilização a vapor saturado 
Autoclave 
 tempo 
 
 temperatura/ pressão 
Parâmetros essenciais 
Tipos de autoclave 
 gravitacional 
 
 pré-vácuo 
7 
Exemplos de parâmetros 
Temperatura Tempo 
material de superfície 121ºC 30 min
134ºC 15 min
material de densidade 121ºC 30 min
134ºC 25 min
Pré-vácuo 134ºC 4 min
Fonte: Perkins, 1983; Reichert,1999 (adaptado)
Tipo de autoclave
Gravitacional 
material de densidade 
e superfície
8 
• Testar a eficácia do equipamento na 
instalação e após manutenção 
 
• Verificar a eficácia após qualquer modificação 
proposta no processo de esterilização 
 
• Estabelecer a eficácia como rotina diária 
Esterilização 
Monitoramento do processo 
Indicadores Químicos 
Classe 1: 
Tiras impregnadas com tinta termo-química que muda de coloração 
quando exposto a temperatura. 
 
 usados externamente em todos os pacotes 
 
 evidenciam a passagem do material pelo processo 
 
10 
Indicadores Químicos 
Teste de BOWIE & DICK - testa a eficácia do sistema de vácuo 
da autoclave pré-vácuo. 
Classe 2: 
 
 verifica a eficiência da bomba de vácuo 
 espera-se mudança uniforme da cor do papel, em toda sua extensão 
 recomenda-se que seja feito no primeiro ciclo do dia ou pelo menos a cada 24 
horas 
 caso não haja homogeneidade na revelação, efetuar revisão imediata do 
equipamento 
 
Teste OK Falha no teste 
11 
Indicadores Químicos 
Indicador de parâmetro único Classe 3: 
 controla um único parâmetro: a temperatura pré-estabelecida 
 utilizados no centro dos pacotes 
Indicador multiparamétrico Classe 4: 
 controla a temperatura e o tempo necessários para o processo 
12 
Indicadores Químicos 
Integrador: controla temperatura, tempo e qualidade do vapor. Classe 5: 
Classe 6: Integrador mais preciso por oferecer margem de segurança 
maior. Reage quando 95% do ciclo é concluído. 
13 
Indicadores Biológicos 
 São preparações padronizadas de microorganismos, numa 
concentração do inóculo em torno de 106, comprovadamente 
resistentes e específicos para um particular processo de esterilização 
para demonstrar a efetividade do prcesso 
 
Primeira geração: tiras de papel com esporos microbianos, 
incubados em laboratório de microbiologia com leitura em 2-7 
dias 
 
14 
Indicadores Biológicos 
Segunda geração: auto-contidos com 
leitura em 24 a 48 horas 
Terceira geração: auto-contidos com 
leitura em 1 a 3 horas 
15 
Embalagem 
Deve permitir a esterilização do artigo, mantendo a sua esterilidade até a 
utilização. 
 
Requisitos: 
 Ser permeável ao ar para permitir sua saída 
e entrada do agente esterilizante 
 Ser permeável ao agente esterilizante, 
mesmo em cobertura dupla 
 Permitir sua secagem, bem como a do seu 
conteúdo 
 Ser uma barreira efetiva à passagem de 
microorganismos 
 
16 
• visibilidade do conteúdo 
• indicador químico 
• selagem segura 
• indicação para abertura 
• lote de fabricação 
• tamanhos variados 
• registro MS 
 
 
Embalagem 
Ideal 
17 
Armazenamento 
18 
Cuidados com materiais 
 Reprocessar entre usos no mesmo paciente com a periodicidade indicada 
 
 Reprocessar entre pacientes 
 
 Utilizar técnica e soluções padronizadas 
 
 Utilizar E.P.I. ao manipular material contaminado 
 
 Respeitar prazo de validade 
19 
• Planta física 
• Equipes de trabalho 
• Equipamentos e manutenção preventiva 
• Limpeza prévia dos materiais 
• Monitoramento da qualidade 
• Escolha de embalagens 
• Estocagem 
 
Pontos críticos 
20 
Estrutura Roteiros de 
inspeção 
Infra-estrutura 
Processo Indicadores de 
processo 
Conformidade 
(pró-atividade) 
Resultado Taxas de infecção 
(vigilância epidemiológica) 
Abordagem 
retroativa 
Tipos de Indicadores 
Exemplo de Roteiro para avaliação de Infra-estrutura 
Instrumento Nacional de Inspeção em Serviços de Saúde – 
INAISS ( Fase de Validação ) 
I – ESTRUTURA SIM NÃO NA 
Área Física de acordo com as normas do MS (RDC n°50/02) 
 Setor centralizado 
 Acesso sem cruzamento e diferenciado para material sujo e limpo 
 Acesso exclusivo de pessoal do setor 
 Barreira física entre a área suja e a área limpa 
VESTIÁRIO 
Condições estruturais 
 Separado por sexo 
 Local para troca e guarda de roupa 
 Hamper 
Condições de segurança e higienização 
 Lavatório 
 Dispensador com sabão líquido 
 Lixeira com saco plástico e tampa de acionamento por pedal 
 Suporte com papel toalha 
ÁREA SUJA/EXPURGO 
Condições estruturais 
 Local exclusivo para recebimento de material 
 Bancada com pia para lavagem de material 
 Pia de despejo para descarte de material orgânico 
Condições de lavagem e anti-sepsia das mãos 
 Lavatório 
 Torneira acionada sem o comando das mãos 
 Dispensador com sabão líquido 
 Suporte com papel toalha 
 Lixeira com saco plástico e tampa de acionamento por pedal 
 
Fonte: http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/organiza/inaiss/index.htm 
22 
Exemplo de Roteiro para avaliação de Processos 
Instrumento Nacional de Inspeção em Serviços de Saúde – 
INAISS ( Fase de Validação ) 
Fonte: http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/organiza/inaiss/index.htm 
23 
• Possari JF. Centro de Material e esterilização: 
Planejamento e gestão. 3 ed. São Paulo: Iátria, 2008. 
• Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, 
Recuperação Pós-anestésica e Centro de Material 
Esterilizado: Práticas recomendadas: SOBECC 5ª edição. 
São Paulo, 2009. 
 
24

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