Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SEMINÁRIO PRESBITERIANO DO NORTE – SPN
Aluno: Messias Moura dos Santos – T O2
Professor: Rev. Sergio Lira – Disciplina: Evangelização
PACKER, James Innell. A Evangelização e a Soberania de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. 219p.
ARGUMENTO CENTRAL
Além de ser um pequeno ensaio bíblico teológico o argumento central se desdobra na relação de três realidades: A soberania de Deus, a responsabilidade do homem e o dever evangelístico do cristão. E é a última destas que representa o eixo de todo o discurso. Elucidando o fato de que a soberania de Deus não deve ser impedimento e falta de incentivo para a evangelização.
PONTOS VALIOSOS
A obra vislumbra uma boa fundamentação bíblica. É perceptível a riqueza de citações das Escrituras contidas na argumentação do Packer. 
O livro traz a importante discussão do tema sobre a Soberania de Deus e a responsabilidade do cristão com a prática da evangelização, de forma resumida, porém objetiva sem comprometer nenhumas das partes. 
O autor alerta os leitores sobre técnicas pouco eficientes de evangelização, levando a reflexão que deve nos fazer calibrar nossa visão sobre essa tarefa tão importante.
No final de cada capítulo encontramos as notas que não são explicativas, apenas referências bibliográficas, o que leva o leitor a ter uma indicação das obras pesquisadas pelo autor e por não serem explicativas, não deixam o texto ainda mais truncado do que já é. 
DEFICIÊNCIAS E OBJEÇÕES 
A linguagem do autor não é simples e se torna, em algumas passagens fundamentais para a compreensão de algumas das suas ideias, obstáculo para o entendimento da lógica do seu raciocínio.
A obra é predominantemente teórica, o que traz uma fundamentação mais profunda para o entendimento da evangelização.
O autor faz boas explanações nos três capítulos, no entanto somente no terceiro capítulo é que ele faz uma abordagem mais precisa sobre a temática proposta “amizade, a chave para a evangelização”. Isso pode dificultar e interferir nas motivações do leitor. 
IDEIAS PRINCIPAIS 
Que a tarefa da evangelização é uma responsabilidade inata do cristão. Que algumas técnicas, como por exemplo, só convidar para ouvir a mensagem do pregador, não consegue obter resultados positivos.
Que infelizmente, a igreja assumiu como estilo de sua vida um isolamento que se tornou contrário aos princípios de Cristo e a ordem da Grande Comissão. Que o evangelismo deve ser, de fato, um estilo de vida em todas as situações e, isso, inclui nossas amizades.
Que a igreja, nos dias atuais, está construindo mais paredes do que pontes no processo de evangelização, indo na direção contrária daquilo que Cristo fazia que, cultivar relacionamentos.
IDEIAS PARA DESENVOLVER NO FUTURO
Conscientizar a igreja a igreja de Cristo, isto é, pastores, líderes e seus liderados que no evangelismo relacional, é de fato um o exemplo fundamental para chamar a atenção de não cristão para o Senhor Cristo.
 
IDEIAS PARA MEDITAR
Como dedicar cuidado especial aos crentes para que se tornem líderes evangelizadores e replicadores, dentro do contexto da Quarta Igreja Presbiteriana de Garanhuns?
Como desenvolver um método próprio de formação de novos líderes que venha unir a base teológica e a prática, facilitando a assimilação das lições sobre evangelismo, para servirem de apoio para a evangelização por amizade?
IDEIAS PARA APLICAR IMEDIATAMENTE
Criar, juntamente com os irmãos do grupo de evangelização, estratégias para evangelizar nossos vizinhos não cristãos, como por exemplo, com convites para irem as nossas casas; para praticarmos atividades em comum, etc. 
Continuar com o grupo de evangelismo, trabalhando para que os mesmos se vejam como líderes e contribuam num futuro, como replicadores dos princípios evangelísticos de Jesus Cristo. Juntamente com isso, manter o foco na estratégia e na prática da evangelização.
Continuar conscientizando os integrantes do grupo à terem uma vida de oração, que devem meditar, utilizar e, se possível, decorar (algumas passagens) as Escrituras Sagradas, facilitando o processo da evangelização.
Contribuir para que no meio do grupo de evangelização surjam líderes que desejem estar a frente de pequenos grupos, pois na Quarta Igreja Presbiteriana de Garanhuns, que tem em torno de onze células, possa ter um aumento no número de lares para evangelização e estudos bíblicos.

Mais conteúdos dessa disciplina