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História e Fundamentos da Fisioterapia

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com fisioterapia é o fisioterapeuta, e não podemos deixar outro profissional atuar com nossos recursos terapêuticos.
E, quando virmos que o fisioterapeuta está delegando suas atividades para outras pessoas, devemos denunciá-lo ao Conselho. Assim protegeremos nossa classe profissional.
Denúncias
Basta acessar o link da Ouvidoria, preencher e encaminhar o formulário eletrônico. A Ouvidoria é responsável pela recepção, encaminhamento a providências e respostas referentes às críticas, denúncias e reclamações dos profissionais da área.
<http://www.crefito2.gov.br/servicos-online/cidadaos/crefito2/ouvidoria.html>
RESOLUÇÃO COFFITO 424/13 – Código de Ética do Fisioterapeuta
A função dos Conselhos de classe é a de proteger a sociedade de maus profissionais. Por esse motivo, fiscalizam as atividades de seus membros por meio de um Código de Ética Profissional.
Esses códigos contêm os padrões morais que os profissionais de uma determinada classe devem conhecer, aceitar e observar. Têm como objetivo regular as relações entre os membros dessa categoria, bem como entre ela e a sociedade, de maneira impositiva. Não é dada ao profissional a possibilidade de optar pela postura ética que ele julga mais adequada para resolver determinado dilema. Se divergir do código, será punido.
Assim, a ética profissional passa a ser, desde sua regulamentação, um conjunto de prescrições de conduta. Deixam, portanto, de ser normas puramente éticas e passam a ser normas jurídicas de direito administrativo. Do descumprimento de seus mandamentos, decorrem sanções administrativas (advertência, suspensão, entre outras punições). Nesse contexto, as infrações éticas acabam se equiparando ou sendo tratadas igualmente às demais infrações funcionais.
Além das disposições preliminares citadas, tem como objetivo principal especificar, com detalhes:
As responsabilidades fundamentais de um fisioterapeuta;
O relacionamento com o cliente/paciente/usuário;
O relacionamento com a equipe;
As responsabilidades no exercício da fisioterapia;
O sigilo profissional;
O fisioterapeuta perante as entidades de classe;
Os honorários;
A docência, a preceptoria, a pesquisa e a publicação;
A divulgação profissional.
Atenção!
Leia com atenção o Código de Ética Profissional do Fisioterapeuta e verifique que, em síntese, se ele é respeitado como guia de conduta, o fisioterapeuta estará mais propenso a cumprir as normas emanadas do COFFITO. E, com isso, reduzirá a possibilidade de ações que prejudiquem os diversos pacientes/clientes das intervenções fisioterapêuticas.
Ética é tratar o outro, seja paciente/cliente, seja fisioterapeuta ou outro profissional com respeito, sempre se colocando no lugar dele. Isso se chama empatia. Ética é, pois, enxergar o outro como ser humano, com seus defeitos, e passível de cometer erros.
Acesse nosso código de ética e não deixe de se espelhar nele ainda como acadêmico:
História e fundamentos da Fisioterapia / Aula 5 - COFFITO e CREFITOs versus Entidades Classistas
Introdução
Quem define as regras de cada profissão são os próprios profissionais, não havendo qualquer ingerência governamental nesse aspecto. Afinal, ninguém melhor do que os próprios profissionais para saber de sua profissão.
A existência dos Conselhos de Fiscalização das Atividades Profissionais, como o COFFITO, está ligada à proteção da sociedade contra os leigos inabilitados como também dos habilitados sem ética.
Mas, se os conselhos desempenham papel tão importante para a sociedade, por que é corriqueiro ver um profissional falando mal do seu conselho? Creio que isso ocorra devido, principalmente, à desinformação dos próprios profissionais do que seja um conselho de fiscalização.
É que muito antes de lutar pela sua própria categoria, os conselhos foram criados para defender a sociedade.
Se os conselhos não existissem, casos como os de pacientes que morreram nas mãos de um médico sem especialização para realizar cirurgia plástica ou de pessoas que morreram ou ficaram sem seus imóveis devido ao desabamento do prédio em que moravam porque o engenheiro utilizou areia de praia, ou, ainda, de empresas que foram à bancarrota por causa da má gestão de administradores fariam parte do nosso cotidiano e não seriam exceções.
O desconhecimento da real função dos conselhos leva o profissional a crer que, se ele paga o tributo, deve ser devidamente retribuído por meio da defesa de interesses de sua categoria. Grande erro.
E é sobre isso que nossa aula vai falar!
Para cada profissão regulamentada é criado um Conselho Federal com sede em Brasília. Também existem em cada estado conselhos regionais. Todos estão sob fiscalização contábil e financeira do Tribunal de Contas da União, por força do inciso II do artigo 71 da Constituição Federal.
A Constituição Federal assegura a liberdade de exercício de qualquer atividade profissional ou econômica, desde que lícita e regulamenta os diversos ofícios e ocupações do país.
Os Conselhos Profissionais foram criados a partir da década de 1950, como consequência do processo de regulamentação das profissões no Brasil para disciplinar, normalizar e fiscalizar a atividade profissional das respectivas categorias. Ele é o parâmetro mestre de defesa da Sociedade.
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) é um órgão de controle social, caracterizado como autarquia pública federal.
Funções do COFFITO
Vejamos as funções do COFFITO:
Quem concede a responsabilidade técnica ao nutricionista?
Exercer o controle ético, social e científico através da normatização do exercício das profissões e das atividades da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional em todo o território nacional e das empresas prestadoras desses serviços assistenciais à população brasileira.
Fiscalizar a ética de sua própria corporação para a promoção do bem estar social, funcionando como órgão de última instância de recursos para as mencionadas profissões.
Ele protege a sociedade do mal profissional.
Supervisionar e fiscalizar o exercício profissional buscando sempre qualidade e prestigio dessas categorias para uma assistência profissional independente, científica, ética e resolutiva.
Questões políticas
O Conselho federal de fisioterapia e terapia ocupacional também participa de pautas do Congresso Nacional, em Brasilia, intermediando as negociações em defesa dos interesses da sociedade e de suas duas categorias profissionais – fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais - através de sua equipe, junto aos parlamentares em relação às matérias que tramitam na Casa. Por isso precisamos de representantes políticos nas áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Ele também participa de todas as questões que envolvem as profissões no contexto das proposições e normas relativas aos profissionais de saúde, junto ao Ministério do Trabalho.
Promove e participa do aprofundamento das questões políticas, sociais, científicas e mercadológicas da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional no Brasil e no mundo, assim como, do debate sobre conceitos e práticas, oportunizando a troca de informações e potencializando as parcerias estratégicas, intra e extracorporação, com as entidades representativas das profissões regulamentadas.
Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO é uma Autarquia Federal criada pela Lei nº 6316, de 17 de dezembro de 1975; com objetivos constitucionais de normatizar e exercer o controle ético, científico e social das profissões de Fisioterapeuta e de Terapeuta Ocupacional.
Desde 1995 o Conselho Federal desvinculou-se do Ministério do Trabalho, por meio da Lei nº 9098, tornando-se então, órgão de última instância recursal.
Enquanto Autarquia Federal são competências do COFFITO:
I. Exercer função normativa e o controle ético, científico e social do exercício da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional em todo território nacional;
II. Fazer cumprir todos os atos normativos necessários

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