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DIC - Medicina – Turma 25
DIC – Medicina – Turma 25
• Doença infecciosa aguda benigna, altamente infecciosa;
• Infecção primária do vírus varicela-zóster (VZV)
• Vírus varicela-zóster (VZV):
• Vírus DNA
• Família Herpesviridae
• Subfamília Alfa-herpesvírus
• Latência em gânglios sensitivos;
Google Imagens
• Existência de um único sorotipo;
• Reação cruzada com outros herpesvírus;
• Somente encontrado na espécie humana;
• RNs e crianças imunossuprimidas maior gravidade e
potencialmente fatal;
• Adolescentes e adultos complicações respiratórias e
neurológicas graves.
Google Imagens
• Não há dados consistentes sobre a incidência no
Brasil.
• Estimativa: 3 milhões de casos ao ano.
• 2006 a 2016 - número internações :
4.200 a 
12.600 
internações 
por ano no 
SUS
Sudeste e 
Nordeste
Crianças 
com menos 
de 1 ano a 
9 anos de 
idade
Entrada do vírus 
via trato 
respiratório
Fagocitose por 
células do SRE
Viremia
Lesões 
cutaneomucosas
Rash vesicular 
disseminado
Fase latente em 
células neuronais 
de gânglios das 
raízes dorsais
• Diretamente
• Secreções respiratórias
• Contato lesões da pele (raro)
• Indiretamente
• Objetos contaminados
Transmissão é possível de 1 a 2 dias antes do 
aparecimento do exantema e estende-se até que 
todas as lesões estejam em fase de crosta
• Período de incubação:
• Exposição até aparecimento do rash;
• 14 a 16 dias;
• Período prodrômico:
• Febre baixa, cefaleia, anorexia e vômito;
• Pode durar de 3 a 5 dias;
• Pode não ocorrer em crianças;
• Período exantemático:
• Erupção cutânea pápulo-
vesicular de distribuição
centrípeta;
• Principal característica
clínica: Polimorfismo regional
das lesões cutâneas.
Máculas
Pápulas
Vesículas
Pústulas
Crostas
• Período exantemático:
• Prurido;
• Face, couro cabeludo,
tronco, parte superior
das axilas, membranas
mucosas da boca e das
vias aéreas superiores;
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• Período de resolução das lesões (Fase de crostas):
• Lesão torna-se crostosa;
• 5 a 20 dias crosta liberada, depressão rosada;
SINAL DE ALERTA
Manutenção da febre quando já não houver 
aparecimento de novas lesões.
PELE E ANEXOS
Infecção bacteriana 
secundária de pele –
impetigo (+ comum!)
PULMÃO Pneumonia
SNC
Ataxia cerebelar aguda ou 
encefalite, síndrome de 
Guillain-Barré, neurite 
óptica.
OUTROS SÍTIOS
Nefrite, hepatite, artrite, 
miocardite, pericardite, 
púrpura trombocitopênica, 
entre outros.
• Encefalopatia hepática.
• Associada ao uso de AAS durante a fase aguda.
• QUADRO CLÍNICO:
• Infecção viral inicial + infecção respiratória superior.
• Cefaleia, vômitos, convulsões, letargia.
• Evolui para coma.
• LCR normal.
• Varicela que surge nos primeiros 10 dias de vida é 
considerado congênita e é indicação de imunização 
passiva.
Doença materna 
de 5 dias antes 
até 2 dias após 
o parto.
Varicela grave 
no neonato
DIC – Medicina – Turma 25
• Causada pela reativação do vírus latente da varicela-
zóster (VZV);
• Vírus DNA da família Herpesviridae, subfamília
Alfaherpesvirus, Varicellovirus
• Capacidade de estabelecer latência nos gânglios da
raíz dorsal dos nervos sensitivos
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• Determinada por condições em
que ocorre queda da imunidade;
• Caracteriza-se por erupção
eritematovesicular limitada à
um dermátomo, surgindo após
dor e hiperestesia localizada;
Google Imagens
• Dor localizada no dermátomo comprometido,
precedendo erupção;
• Fase prodrômica: cefaleia, mal-estar, fotofobia,
parestesia e dor no local;
• Erupções unilaterais:
Eritematopapulosas Vesiculopapulosas Papulopustulosas
• As vesículas são reunidas em pequenos grupos (12 á 24 horas)
e evoluem para pústulas, posteriormente;
• A erupção cutânea pode ser acompanhada de prurido e alodinia;
• Lesões apresentam alta concentração viral;
• Lesões atípicas são comuns em imunossuprimidos
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• Erupção cutânea;
• Persiste por 7 a 10 dias, desaparece após 2 a 4 semanas;
• Mais frequente na região torácica (nervos intercostais).
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• Neuralgia do trigêmeo.
• HZ oftálmico: comprometimento do ramo oftálmico do nervo
trigêmeo (mais frequente em idosos), cursando com
complicações oculares.
• Síndrome de Ramsay Hunt
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Neuralgia 
pós-herpética
• Dor de natureza crônica que
persiste por mais de um mês
após resolução do rash;
• Mais comum das complicações;
• Idosos são os mais afetados;
• Dor intermitente, em queimação,
precipitada ou exacerbada por
estímulos.
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Neuralgia pós-herpética
• Riscos para ocorrência: HZ oftálmico, estado de
imunodepressão, história de dor prodrômica;
• Outras complicações: Conjuntivite, sintomas
depressivos, síndrome de Guillain-Barré e outros.
Síndrome 
de 
Ramsay-
Hunt
Nervo 
facial e 
nervo 
auditivo
Erupções 
cutâneas 
dentro e ao 
redor do 
meato 
auditivo
Paralisia 
facial
• Risco aumentado de desenvolver HZ, de haver
complicações, como disseminação visceral;
• Pacientes com SIDA podem apresentar
comprometimento de dermátonos de ambos os lados
do corpo;
• Quimioteria, radioterapia, uso de corticosteroides.
Sem padrão sazonal Ambos os sexos
Mais comum em 
idosos e 
imunocomprometidos
Baixa incidência em 
menores de 10 anos
Segundo surto não é 
comum
Em menores de 60 
anos pode ser sinal 
de alerta para 
infecção por HIV
• Epidemiológico e clínico;
• Exames laboratoriais não são usados para confirmação ou
descarte;
• PCR é considerado padrão-ouro Varicela grave;
• Outros testes sorológicos Imunoenzimático, aglutinação
pelo látex e imunofluorescência indireta.
• Isolamento do vírus das lesões vesiculares.
• Primeiros três a quatro dias de erupção.
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• Isolamento do vírus das lesões vesiculares.
• Primeiros três a quatro dias de erupção.
• Células gigantes multinucleadas Esfregaço de Tzanck.
• Não é específica para o VVZ.
• Imunofluorescência direta com anticorpos
monoclonais Distinguem o VZV do vírus herpes simples
• DESVANTAGEM: Alto custo.
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• SINTOMÁTICO
• Antitérmico, analgésico não salicilato;
• Antihistamínicos sistêmicos;
• Banhos de permanganato;
• TÓPICO
• Compressas de permanganato de
potássio;
• Água boricada a 2%;
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• ESPECÍFICO
• Antiviral aciclovir;
• Indicação: Pessoas com risco de
agravamento;
• Outras indicações:
 Idade inferior a 12 anos
 Portadores de doença dermatológica
crônica
 Pneumopatias crônicas
 Tratamento com AAS por longo tempo
 Uso de corticoides
G
o
o
g
le
 Im
a
g
e
n
s
• Terapia antiviral específica na HZ
• Uso de corticoides, com precaução, para redução da neurite
aguda.
• NPH: abordagem individualizada, combatendo e reduzindo o
s sintomas
• Creme de capsaicina ou lidocaína, amitriptilina,
carbamazepina, benzodiazepínicos, simpatectomia.
 Reduzem dor aguda
 Diminui gravidade do quadro em
imunocomprometidos
 Reduz ocorrência da NPH
• VACINA:
• Vírus vivos atenuados
• Apresentação monovalente ou tetraviral (sarampo,
caxumba, rubéola e varicela).
• INDICAÇÃO GERAL:
• Entre 15 meses e 4 anos de idade, preferencialmente
aos 15 meses, para crianças que receberam a primeira
dose da vacina tríplice viral.
G
o
o
g
le
 Im
a
g
e
n
s
• Utilização depende de três condições:
• Suscetibilidade.
• Contato significativo.
• Condição especial de risco.
• Finalidade exclusivamenteprofilática.
G
o
o
g
le
 Im
a
g
e
n
s
• Doença viral, infecciosa aguda.
• Potencialmente grave e extremamente contagiosa.
• Bastante comum na infância Mais letal nas meninas.
• Vírus RNA.
• Gênero: Morbillivus
• Família: Paramyxociridae
• Possui um único tipo antigênico.
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• Doença de notificação obrigatória → primeiras 24 horas.
• Principal fonte de infecção é o próprio doente.
• Transmissão direta por gotículas de Flugge.
• Maior contagiosidade.
• Períodos prodrômico e exantemático.
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Invasão dos 
monócitos e 
células 
dendríticas
Replicação 
viral em 
linfócitos e 
monócitos
Viremia
primária
Infecção timo, 
fígado, rins, 
baço e 
linfonodos
Intensa 
replicação
Viremia 
secundária
Células 
epiteliais das 
vias aéreas
• Aparecimento do exantema Desenvolvimento da
imunidade contra o sarampo.
• A imunidade é mediada por linfócitos Th1 e, posteriormente,
Th2.
• Pacientes acometidos por sarampo ficam mais susceptíveis a
infecções bacterianas e virais secundárias.
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• PI: 10 dias em média.
• Transmissibilidade: 4 a 6 dias antes do exantema e dura
até 4 dias após o seu aparecimento.
• Quadro clínico característico:
 Febre alta – acima de 38,5 °C
 Sintomas respiratórios importantes
 Manchas de Koplik
 Exantema máculopapular
eritematoso generalizado
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• Manchas de Koplik:
• Patognomônico da doença.
• Aparece 1 a 2 dias antes do
exantema.
• Pontos brancos com halo
eritematoso na mucosa bucal.
• Desaparece logo que surge o
exantema.
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• Período exantemático
• Maculopapular eritematoso irregular
• Descendente Início retroauricular indo em direção ao tronco e
membros.
• Regressão descendente, surgindo descamação fina (furfurácea).
• É durante o exantema que se instalam as complicações sistêmicas.
• A regressão do exantema acompanha a queda da febre e a
regressão das manifestações respiratórias.
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SINAL DE ALERTA
Febre por mais de 3 dias, após o 
aparecimento do exantema.
VIRAIS
Encefalite, Pan-encefalite
esclerosante subaguda 
(SSPE), Pneumonite e Hepatite.
BACTERIANA Pneumonia, otite média
Hemorrágicas
Sarampo negro – grave e 
raro!
Sarampo congênito
Não determina 
malformações.
PNEUMONIA
Principal 
causa de morte 
por sarampo 
em crianças.
OTITE MÉDIA
Principal 
complicação
• Detecção de anticorpos:
• IgM: Primeiros dias até 4 semanas após o exantema
• Técnica mais utilizada: ELISA
1º e 28º dia 
do 
aparecimento 
do exantema
PRIMEIRA 
AMOSTRA
20 a 25 dias 
depois da 
primeira
SEGUNDA 
AMOSTRA
• Identificação do vírus:
• Urina, secreções nasofaríngeas, sangue, líquor ou em
tecidos por PCR.
• Coletados até o 5º dia a partir do início do exantema.
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• Realizado para as doenças exantemáticas febris agudas
• Rubéola, exantema súbito, enteroviroses, eritema infeccioso,
riquetsiose, dengue, zika e febre Chikungunya
• Administração da vitamina A em crianças acometidas com
a doença, no mesmo dia do diagnóstico do sarampo;
• Casos sem complicação: hidratação, suporte nutricional e
combater hipertermia;
• Tratamento profilático com antibiótico é contraindicado;
• A criança deve sofrer isolamento respiratório das demais até
4 dias após o início do exantema;
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• Isolamento dos casos.
• Evitar contato com pessoas suscetíveis até quatro dias após
o início do exantema.
• Vigilância dos contatos por 21 dias.
• Vacinação da população.
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Idade Esquema
12 meses – 4 anos 11 meses e 
29 dias
1 dose de tríplice viral aos 12 
meses + 1 dose da tetravalente 
aos 15 meses
Caso não tenha recebido a 
segunda dose até os 4 anos 11 
meses e 29 dias, completar com 
tríplice viral
5 - 29 anos Duas doses de tríplice viral
30 – 49 anos Uma dose de tríplice viral
• RAMSAY Hunt Syndrome. 2018. Disponível em: <https://tl.medic-life.com/ramsay-hunt-syndrome-8890>.
Acesso em: 03 out. 2018.
• ESTUDO explica por que pacientes com herpes zoster sentem dor. 2018. Disponível em:
<http://agencia.fapesp.br/estudo-explica-por-que-pacientes-com-herpes-zoster-sentem-dor/25627/ >. Acesso
em: 03 out. 2018.
• INFORME sarampo. 2018. Disponível em:
<http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/setembro/26/Informe-Sarampo-24-25set18.pdf>.
Acesso em: 03 out. 2018.
• ATUALIZAÇÃO sobre Zyka. 2018. Disponível em:
<http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2015/maio/29/2.%20c%20-
%20Apresentação%20sobre%20Chikungunya%20e%20Zika%20-%20Atualização%2028mai2015%20-
%20versão%20final.pdf >. Acesso em: 03 out. 2018.Guia de Vigilância em Saúde : volume 1 / Ministério da
Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia e Serviços. –
1. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017.
• TAVARES, Walter e MARINHO,Luiz Alberto Carneiro. -Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças
Infecciosas e Parasitárias. Editora Atheneu; 2015

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