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て团团园
C O N H E C IM E N T O ·
U m a H istória Social do
P E T E R B U R K E
彭
Z A H A R
P hnıo D cnm cn
ľ mduđo
de G u tenberg a D idero t
do C onhecim ento · I
U m a H istória S ociaļ
P eter B urke
5 10 C D U 3 16 . 7 4 :0 0 1 (09 1)
C D D M . 40 9
ı. Sociologia do conhecim ento .
- H istória.
IS B N 9 7 8 4 15 7 1 1 0 3 7 1 1 3
Inclui bibliograóa
C u【enberg to D iderot
T radu ç āo de A social history oíknow led= e from
D en tzicn . - R io de Janeiro : Z ah ar. 2 0 0 3 .
G utenberg a D idero c / P eter B urke ; [radu ç āo P lin io
B 9 7 3 h U nia história social do conhccim e1[ıto - ! ?
B urke. pe[cr
-
1
S indit · a r o N aciolıiû 4los E ditores dc L ivro$ , R j
C ï P B rasil. C atalw ç āo na fo nte
gravi. 1 r a . M usctı da C idade do M ė xico .
l]ustnıç iio ,la c apa A tjpograİ ia no M ė xico em 1 5 3 9 ,
C apa S ¢rgıo C » ıìpalıEc
A cordo O n ogniĥ co da L irıgua P ortuguesa
G raĺ ia atualizada resp eıtaııdo o novo
ou cm parte, c o n
'
u t u l v iotaç āo de direito \ au [om ıs. (L cı 9 . 6 1(ılq= )
A rcprudu ç ã o nāo autoriza dcç ta puhlitaç āo , n o to do
T oılo s o s d ireıco s reserv ad o s.
ednora@ lahar. c o m . br w w w . z a har. c o m . br
tcl (2 ) 2 5 2 t) - 4 7 5 0 1 iinx (2 1) 2 5 2 9 - 4 7 8 7
rua M arqués U c 5 . V ict
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t) 9 IQ 2 2 4 5 1 - 0 4 1 R io dejaneiro . R j
Jorge Z ahar E dito r
C opyrıght desta eM ç iio © 2 (10 3
C opyn ght © 2 4 4 ) (1 P eter U urke
com Ilï ackw r ll P ubti\hers L t & . D e O xford , Inglaterra
Puhltcada cm 2 1 0 1,) por P bhty P _ cnl asioctaçio
T raduç āo autorizada da prim eira ediçiio ingım ,
(n ont G tłtn tbtıE to D idnul}
A Social H istory ¢K notłątdar
" itulo orıgm al
D isciplina e ensino , 8 6 . A Ornizaç ão dos curriculos, 8 7 . A ordem das
A anEropologıa do conhecim ento , 7 8 . Y ariedades de co nhecim ento , 7 9 .
cunnictıL O & B ıB L IO IT E C A S E E N C I Æ O P ËD ıA S , 7 8
. A - S iF ıcA Ç A o D o co - C - ł
disrribuiç āo do conhecım ento , 7 5 . A s descobertas no co m exto goba] , 7 6
fom iaç āo sobï e si m eslı1a, 6 9 . 0 pm cessam cnto do conhť cım cnto , T 2 . A
cııncnto , 6 ı4 . A gctw rań a das bihlıorec, l s . 6 6 . A cıttade com o fo nte d e ? ?
]
P bınetc. 6o. A iın po n aç āo de co
nhecin ıento , . 6 61 . A s capitals do ? ? conh
A R epúbbca das L etras. 5 8 . N agasaki e D m fm la, 59
. Pesquisa de c uL1po e
W . O L U G A R D O C O - c [- C E - S E P - . 5 4
co nclusô e\ c c
'Omparai}CS , 5 ]
O R enasn m cnro , 4 0 . A ï ţ rvulu ç iio (_ : ıcnciłica. 42 . 0 ıtum inism o , 4 7 .
- « A S E N O V A S IN S T IT U IÇ Ö E S . 3 7
IIı. A C O N so L Æ A Ç A o D o C O N H E C I- O ł
C hina. 3 5
dos. 2 9 . ľ)j¢trcnc],ı\iio c rrurum ]. 3 1 . Iđcntıdades tlť
·
grupo , 33 . 0 lslii e a
qEłĉ nt la\ LI. \ ı ın prd
'
i.N ) 【ıpog rń fica . 2 8 . ( )pnrturndatlt
'
, 1
'
l 1 1 ıgras C ? ? Est
C on n ntlnh ties e ,ic'tontmuldatleç . 2 5 . A 1 dc M ėdı, l , 2 7 . A s ? ? con
s
n . O o F Icio D o S A B E R O S l. E T R A D O S E - P E U S . 2 5
O quc ć m n h c un cnm , ıq . A plurahth de
dc co nhccınrcnm , 2 1
mcuAoga dü conhccnn enm , 15 . A hhń n . ı s o c ? do cnnhecm m o ,
Æ .
o \ u rglm cnto 山 \ ocıolo= a U o cu nhn
-
lint' n t o , 12 . 0 rc n . IscıM T nto da
conhecım ent o ww wtld uÇ ao . ii
] . S {Æ IO L O G ıA S E H IS T Ó R IA S D o
P rrïäcio t A
L iĮ ta dr C t¢ditol ¢ H ustraç ðtr. 1
sum ário
Indict R tm isłiņ o, 227
B ibliow ajia S elecionada , \9 9
N ołał, 18 9
na, 18 5 . C rcdułidade, incredulidade c a sociologia do conhecim ento, \8
6
geom étrico , 18 1 . O surgim ento do em pirism o , 182 . A notade pė dc ? ?pá
g
O renascer do pirronjsm o , 17 6 . ceticism o pragmáńc 17 8 . 0 m ėtodo
N O C O N H E C - o uM A C O D A , 17 6
IX . A C O - Ç A E A D E S C O - Ç A
tras culturas. 17 2
U e M ontaıg ï te a M o nttsq tırcu , 1? t}. A quisiç āo do conhecim ento de ? ? o
16 5 . A uxílio à pa iq uisa histó rica , 16 7 . A pn) priaç ô es individuais. 169 .
L eitura e recep ç āo , l6 l . O bras de referência. 16 4 . A onienn alfabetica,
vm . A A quıslç j【o D E C O - C I M E - A R PL « T E D O - K 1 5 9
r nci, l. 1 53 . E . n c icłopť di, I s . 1 5 4 . C om paraţ ōcs c concluiô es. \ 56
séctdo X \ [II . 14 9 . Jo rnais e revjstas, 15 1 . 0 surgiıncnto das obras de ? ? ref
* V eneza 11o sėculo X V I . 14 7 . A m sterıđii rıo século X V [I , 14 8 . Londres no
, las bolm de valo res. 1 4 4 . A im pressã o e o co m érrio do conhecim ento, 145
. C oin , : r rlo c ıntb rm . 1 \ iio, 14 1 . A inform aç āo e a v o c , 14 2 · O surgunm to
(1 n, lscuncnto pnrpn etłade intelectual, 13 9 . E spiorıagem industrial. 144)
0 - C A D O E A U W R E S S A o G R A Ħ cA . 13 6
vn . A C O M E R C I A liZ A Ç A o no ? ? co N H E
pt
'
n ıç , io da ınlbrm aç iit) , 12 7 . C ensura, 1 2 9 . A difusāo da inforıīu çāo , 132
pcam ento do E stado . 12 2
. 0 ı itırgım cnto 山 estatística. 12 4 , G uarda e ? ? nc
extcn ores. 1 ) 4 . InĖ \rm aţ iio c ï m p ė rio , \ ıfï . U ntos inten tos, 12 0 . 0 ??IT L
o uF $ unenm da bun» ıaaa, m . A ilm a com o m od? , 113 . R ehçôei
I G R A S E E S T A D O S , 10 9
V l. O C O N T R O Æ D O C O N H E C - ,
C om · I uo. I O 8
iC cım en to , ) 0 3 .
bet. I ç iit) dłs encıvlopė\lï as, 10 3 . 0 avan ç o do co nh
e\ truturaç ĵ o b ıb h
o tť cas. o 7 . A orp m zaç āo dos m useus, lo{i. A ?? au
A reorgaııız. ıçāo do sls【cm a. ņ l. A reestru tu raç ã o do curriculo , 9 4 . A ? ? n
blbliocecas, 8 8 . A cstn ıtu m das cnciclop ė dias. 8 9 . L U W - c om uru , 9 0 .
15 7 0 ) . p. 12 3
1 3 . R om tinid (detalhe), dej. C asu ldus, in O rtelius, 71ï eatnłm orbis terT Q nrrm (A ntuérpia,
p. 1 15
iz. O eșpitio (entalhc, séc. xvII). C ortesia da S cuola G rande di S an R occo , V en eza .
p. 10 6 - ?
S yluanłm (gravura, 16 2 7 . U iblioteca da U niversidade de C am bridse, L E 2 4 . 2 5).
da S orbonne, foto de Jean - L oup C harm e F onds v . C ousilı, 5 52 5 R & ) e S ilpa
ila, n b. F ro ntispicios dc F rancis B acon , lrısłû lłrafio m agna (S ravura. 16 2 0 . B iblioteca
ca da U niversidade de C am bridge (M . 13 . 24 ). p. 10 1
10 . F rontispiiio do A 'fusem lı H hnnidm łtłł, gravura de G . W ingendorp (16 5 5 ) . B iŁ??rliot
burgh (16 10 ) . B iblioteca da U niversidade de L eiden . p. 9 9
9 · B iblioıeć tı da U nipn tidadt de L eiden , dcj. C . W oudanus. G ravada por W . ? ? S wan c
8 . Tablt', ıH x a ć ctm rpli* de C . Savigny (15 8 7 ) . P aris, B iblıuteca N acional. p- 9 3
C ópia na B iblioteca da U niversidade de C aiırbridge (L . 4 . 14 ) . p. 9 2
T . Tabuld prim i lilıri, in A ndréas L ibavius, A lrlıť m iu (F raııkń ırt, 15 9 7 . Sig. B 2 , v e rso ).
m ina dobrável). p. 8 4 - 5
E st¢rıs (paris, 1 5 7 t)). B ibliotť cł U a U niversIdade de C aın bridge (prym e D . I. , ı? ?
6 . . NtclrE · tlas R rpJ rr i( tics F ftrmt · s a s , de C harles U c F ıgon . E xtraido de D isc
'
olłrs des
de 1 6 3 5 ). C ópıa na U iblioteca ıla U niversida-le de C am bridge (P * . 3 . 5 2 ) . p. 8 3
5 - . 4n 'o . ' Tlt) ctttıh ? M H ť llftl. págm a de rosto de . Ąrbor S ¢ · iť lırirıť , de k . L ulio (15 1 5 ; reed .
nlans van B eunıngcn . p. 6 3
4 B olsa dť l'¢1 ı¢)rť ; rit· . - InıswT d¢i, pinnıra de E . dc W itte (16 5 3 ) . R oterdā. M useu ? ? B o
B n trsh L ibrary (]3 0 0 D 7 ) . p. ń l
sdtrril?m t
. C pĹ1u . dnłstt' r cı, uıï int's a ivid rıt · A m sıt · ríltì) (A m sterdã , 16 6 4 ). C ópıa na
3 . 0 ost hl¢ıis¢ ·/! H rtis I. ' ł C tï stï d, 1 5 ill, ır tīs Ĺ ) rirn tť łłs]. G ravura ex traida d c R Z esen , & , .
de C am briLI gt
' (A tlas , \ . 6 5 . 1 2 ). p. Ĵ ii
C ltiltt l (A n7 S tcrdii. C . l0 5 5 ). T n t r c a s P . U 6 - 7 . C ópia na B ibl]o[tıca da U njven iıJ ade
2 . . \ıdpû ¢ı,ı prov łntl,ı tlt· . \ uıqııırH , ın M . M artım . N otılls . 4 ıı¢is . S ilt
'
lls is [N buo A tlas
ņ 5 · P 4 5
1 . O bsrnl, J tt$ rid dt' H ı · c r n , gr, 1 v u r a dc Ę cho I3 rah t · . . ĄSmJlloıiıi«łť ırısrım ra la r M cclranicił
L ista de C réditos e nustraç õ es
9
0 livro é dcdit
·
ado a ela.
algum as q
ucstðes utılm cnte enıb
araç osas, s u gerindo tam b ė m apcrfctç oam entos.
m arıtıscrito . M inha intılher M aria L úcia ]cu
o m anuscrito na integra e levantou
M ark ph illips. John T hom pson e Z h . T n g Z ilian por com entá
rios sobre partes do
G arcia. John H eadley, M ichael H unter, N eil
K enny, C hristel し aııc, P eter M aso n ,
B lue, paul C on nerton , U rendan D oolc
'
y, Florikc E gn ıond , Josė M aria G onzå ıez
S ou devedor tlc C h ris U ayly. F rancısco B cth
encourt. A nn B lair. G regory
vcrı1o brttam co .
9 o cl;issıco
- cnıbora aıntll nāo publicado sobre o u ıio da inłbrm aç ã o pelo 9 o -
por ajudas dc tlp °\ d t\ ttm
as, e a joann a lım c\ por IliC pem 1ıtır consulu r seu ? ? ar
t
Fem ro ld , H alil ï nalt
· ik, A I. m M acfarb nL
·
. ı»ick P cl \ . V adim V u lko fr ť j. ıy W inter
\ ć culu \ X lll t
· X IV . A w ad ť ç u tJ nıb i
·
ın A ı) . M ıt · 1 A ıexaırLIrnv, A lalı lıaker. M oti
po r m c ıcm b r. 1 r t ļ a inıporú ncL ı J . n m u danç as no sıM cH M dc
co nhcchn enm nos
A gradcw cspm . R hnc? , 1 M ck dc B
oer po r m c nw b
er cnl G mnınn e
LJnīvcrĥ Ĺıdc dc G monm gcn
chuhoo pd o c o n nc pam pı?
·
m . 1 prım m . 1 Sćmu dm C on Ĥ Ń ncias V b nh M na
go . ı
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cţ " n ? · hJnw tcm pu cn i uy bm ndh . u prcjcto ť M ĥ n am e nc k vado à
C atnbrı1. Ige, 1 ) elth . ı o \ıvallı. 1- un L\ , O x ĥ ) n l, Pcuum l. Sio ıhu
lo c S āo ? ? Pctcrsbu
c111 ıı1\ııttr \ J rH g tì\ . 3 1 1 1 1 o o 1 1 1
o v m conrĉ ııcla\ c st- miınos apresentados em
O C tu? · kıuı puhh ľ , ıtl? ć dcco rrcntc dc u nl lonp p r o c m quc resuh o u
Li m s c brcvť dccrHńKì dc cada p Lm o . N n c n c l m , L L no tm o .
, ıprm cnm r centcL rĮ ? : na u m . c w lcmrc cnco m rarã o no indıcc rcnn ssıvo as
C ı, \ \ Lìu tıU C . 1 o \ ı n tin id Lıo \ , ė ıın p°w iv ť l U iw u tir u m t0 11 13 co m o este 5 0 11 1
cussM n o pró prnJ tť xtt\ E m bo r. 1 o 1 1 aCnÇīO C ľ ı dada ĥ e« ruturas c tcndė n
c hn ? un ı ? rn dm am ores m n d c m m . D eixando as h næ s pn nıárias para dis
hcm t' o n m c n l o hrm w un ? n . h . A nm . n dc rcĤ rĉ ncı. ı c a tńhhog? a. porém .
E W hvmo w h . H c ia c n l qu . M n L ī J H o J c cų udo dm pn nlcıros tcxm s m o d c m m ,
P refácio e A gradecim entos
互ı
vos desce livro é tentar definir as pecul
iaridades do pr
esente de n
rodo m ais
Çāo por unia teoria igualm ente bruta da co ntinuidade.
U m dos principais
? ? objet0 objetivo destas observaç ô es nã o é su
bstituir uīı1a te
oria bruta da
?? revo
l
relativo iis pretensõ es ao saber, r e n ı o n
t a pelo m eı1os ao
filósofo grego P irro .
antiga (particularm entt · história antiga rolnana e chinesa)
. Q uanto ao ceń cis
m oçô es sistem aticaım nte coletadas sobre a populaçā
o ė , o 1 1 1 【c n ı1 o
s litcrais, história
talism o (e é (ìiscutida no capittı]a 6 ). o Lıso . por parte d
os gove
rnos, de itı?? fo r
mséria en as qucs? c
·
. A m crcanM zaç āo da info rniaç āo ć đ
o velha qua
nm o capi
N ão deveın os n os precipitar supondo qtıe n
ossa ć poca é a p
rirneira a levar a
tennos de stıa relaç iio co m o con l
ıı · c irıw nto .
com os cconom ism s c com os soció ļ og°s enl dcń nir
nosso própr
io æ m po e
nl
conm
"
ın v c n M o
"
m
"
c o n s t r u M o
"
.
· ł M as pclo m eno s os fiıó
m fos concordani
costuniávam os pensar coın o endo sido descobe
rto ć hoje decrko ınukas vezes
cada vez ınJ is radical, o u pelo īı1enos 6 111 voz m uit
o m ais alta do que ant
es. O quc
sa m aneira, s L ıa c o n frab ilidade ć qtıcstionada por íilósofos
c outros dc m aneira
ıronicam cm c. A o n l c s ı n o cmpo cnl quc o conhechn cn
to invade a cena dcs
"
e ra da infonnaç iia
"
do m uro L Ieccrm p oderã o sc rek rir ao perio do
cm m m o do ano 2 0 0 0 conıo a
ou privatlo d . 1 infbnllaç iï o , c clc slıa lla[u ľ t
'
z a m e r c a n til atı social.
3 H isrnriadores
anrbhn se w m o n unm qucsú o po? cn hnporm nm ,
c c M r . R da m caráter púbhco
OCtıp,1çCq prouutor,l s o u divivm inaLIorJ s d t
'
c L » llhccılncnto , O conhL' c im cnto
do conhccıın cnm
"
m
"
c e o n o n rh d. ı in?
·
m , m o
"
, m a
r c a da peL t cxpansìo dc
n? odo · c r c n M c? .
ı S egundo A wm · c c o n n n i r ? a s , v jvcn1os num
"
c c o n o u ùa
ou
"
s o c iedıde da infonnaçio
' -
,
c lom inada p°r especialistas p raú ssionais e seus
Segundo algtıns soci
- logos, v ivem os hce ı1 Lıilla
"
so c iedade clo conheciınenro
"
F L E C K
irı, ıplic, \ľ ť l, irrtı \l titt ınístico.
aï hcio ıt4 c\1 ı1l1ť cillıť nto S IT tıP rC P arť ct
'
C \
ì n tm ( ïitirio, ï ï Ñ O proľ , ıdo,
tT iĺit ı \ It · l\ : ıı : ı · ł : 1 \ ıť It
·
tıtıť ť trn ïlľ {ť . I) , ł ı11 t
'
s ın : ı
. ĥ
trłıï , ı, to llo sislť ıH d
O qııc č colıïıť ,
- itht scrnprt
'
plłw ( ť sistcmtico, prû ıudo, tıplid t · c i e
do C onlıecilnento I ntrodwç ăo
S ociologias e H istórias
I ·?
ressante para a própria sociologia do corıheeim ento .
conhecim en to e so ciedad e n esses trĉ s paises em particular ė u m problenìa ? ? i
nt
U nidos. P or qu e teria su rgido lllna preocw aç īio especial co m a relaç ã o entre
m elhantes tiveram inicio eīīl trĉ s paism dife
rentes : F ran ç a. A lem anha e E stados
co m eç o do século X X .
q M ais exatam ente, pelo m enos trĉ s eınp reen diın entos ? ?
s
C o ï ı1o em preendim ento organizado , a s o c iologia d o conhecim en to rem onta ao
O surg im en to d a so cio lo gia đ o co n h e cim en to
gia do conhecim eııto
"
.
corıstlm ar. E sse foi certam eı1te o caso do que hd c é conhecido com o
" SOCiola
ten Ľ M c? Ĝ nrukas vezes u m m ovinnm o dM cH , quc pode levar sĉ cM o s para se
ađ iantc (1 87 ) . # D ( ro Llo n ıod o , passar Lï a in tu iç ã o para o c» cu tla o rgan izad o e ? ?Ë
I
çio ihntï am cn tal dc m ancira' diferentes t
'
s e r ão d i\ cu tidas m ais detalhadam en te
seLls clirT ras e sistem as polhíct) \ , dc c harles de M o ntcsuu ieu . t
'
x pressirï rì essa ??ir in
i
de G iaıtıhattista V ico , e o « s m đo tl. l r e laç .io entre as ìt
·is dos U ifcren tes paises e
Obser\çðt' s sobn ' "
"
a r r o 8āncia d . 1 1 naçes
"
(em outras pal ; 1vras, c tn o c e n t r īs m o ),
im agem da
" ida hv
"
d, ı t r ibo , c , L v c M . 1 , nıtrcatıo e teatro dc F rarıcis U aco n , a s
prim ť \r, ha q da tT a m oderna
- pam m cncio ttar ap en as crês e
xcn tplo s ı m as o s
- a
cùnento ć inü u cn ciM h , se n ĵ o dm rnrhm h , pw
'
c u m eio social n ï o ć m va . N os
A ideia sep m da a q ual a qıï e os intlivittuo s
acrcd i tam ser verdad e o u ? ? c on
h
m ístico
"
citrrcm o scırtp rc pa
rece co n traditå rio , n āo pm v ad a . Inaplicável, irreal
ou
den te para aqucl¢'
qu e co nh ece . 1) a m esm .
1 iûmra, t o do sistem a alht
· ia de ? ? co nh
Fleck ,
"
0 qlIe é conht
·
ċ ido S C lllP rC parece sis
tc11 1h ico , provado , n plic ivcl e ? ? e
v
vê h conto unl sm cnL ı cn? c o um w .
h com o disse o d cnchta poon&ł L u dĦ · ik
ap arect
'
c m gcrıl co mo
"
\ t
'
l 1 1 1 c o m t ı m
"
. E sd pc] , 1 c o ıı\ paraç ìio qu e p
o denìos
anauw ndo w cnm quc niuda
ranl no paw M o
. Q m ntļ ü w haM a u m siS tem , Clc
ı11 1 1 1 cnn ' c ientes do " s iw cm a tıt' c o n hccim L
'
n t o
"
o 1 1 1 que viveım )s, descrevendo e
tum . A r bkrm o . O thJcú vo ė no ' m r n a r ın o s Oano m crm
r qua
nto mtorestancıam cnm qu
e faz ctnn qu e o qu
c cra Ĥ n M . 1 r pareç a cw ranh o
c o q u e era n a
◆ critico ru sso v ikto r S hk ]ovsky ut' $ ť rcvtu 1 0 1 1 1 o t) lr, ın n liť ,
u ī 1 1 a ( sP ėcic de ? ?di
forniutado nu nìa ú nica paLnm
" defanùharizaçM
"
, A cspcraH Ç a ė aúnr que
op°sto do eler
n cn to so cial ı1o co nh t
·
c l m c H to . U m pro pó sito d est
e livro p ode ser
paw cin m a or a d û co nh echn cn m n
a sociedad e ao ccm a
co n ıpk m em ar e
histo ria d o co nh ccim cnto c d a ìnło rm aç iio .
a pt
·
s qlti\n erī1 hiç tå ria den to g ralīca
. N os anos 9 [ ), hii uīn in teresse cr
escente pela
histå ria dos p re ţ u s. N as d ė cada\ , le s
n e 6 o , a e x plosã o po pu lac
iorral incentivo u
so b re o pastado . N a dė cada dc 1 9 ¢ .
I
, a inllaç āo crescente pr
o vo co u a ascensã o da
corrclltcs mlıita vezE s estinıulaın as h isto riad
o fcs a fo n n ulan m
n ovas perguntas
preciso . A bordando
- o da per
specti
va das tendências d
e lo n go p
razo . O s debates
rz un Ą llıO nrA sO C IA L no c
o N H F C L
'
Ų E N
T O
deus com eç avam a ser assim ilados ii culm ra cristā. A creditava que essa assim ilaç ã o
atingira scu apogeu no sė culo X IX , e x a ta m e n te n o m o llle n [ o e m que ? ? muitos j
E uropa m oderna
"
(19 19 ), ų cblcn sugeriu que essa preeıninência ou criatividade
F inaluıente, n u m e n s a io sobre a " prcem inência inte]eccual dos judeus na
po
"
.
estranho que ele deriva seu cariiter, a lcance c m ė todo dos hibitos de viLla do ? ? g r
esotė rico é considerado verĹìade universal,
"
c n ıbora seja e · idente pıra qualquer
dres, x a n ť is, c u ra n dcircjs" , o bservando tp c, der]tro tio grup o , e sse c o n hecim ento
os aeadmicos a outros
"
guard iíĵ es
" do " c o n hecim ento esotė rieo
"
, c o ın o o s
"
? ? p
escuros desvāos do sistem a universitario co m su n tocha sociológica. c o m parando
N um esm do sobre o m undo acadė nù co m ' w am ericano , W blcn U unúnom os
cra uı1 1a ionseqlı ncia tlo surgim ento da indústria e da tE cnol
ogia daś m iiquiııas.
cıusivĽ a urchn aŃ o pelas exphcaç òcs hnpn so ń s cm lugar das an tropo nń rú cas,
m oderm . A r gum entando que o ınoderno
"
c u bo ā cû n?
"
, c o m o o c ham ava, in
A prhn c? , pubhcada cnl 1 ų nó , c o n Ĥ dcm va o luar da cû ncia na civM zaç āo
nłıe( in )cn to . N essa iıca , ć lesponsiveĮ por trė s contribu iç ō c' in:por[am es.
preocupado co m a rclnç iio dt
·
gm pos so ciais e instittıiç i\ cs ? sp eciĺ icas co m o co .
bien estava ım eressado 11 ; 1 so cio logia ua verlI. 1 d e . E st ; lva particularm ente
S U P O StO S U a
"
cont'.pomļêncl.l" 0 1 1 [ r 1 ' a n n titlulIc t' 0 qut d izem os sah re ela , ? ? V
colega dcjohn cwcĻ düiç ĥ ? o fh ç p rasniM cos q ue V in ham crM cando os pres
gh 40 conh ť chnem . C m no convinha a um anń go M no de C had cs P ń rce c
con\um o con ' picuo e Ĺl, 1
"
c laqç e o ciosa" . T a n ıbėm t' s tava interessado na $ ? ? ociol
N os E srado ' U nido\ . T horstein V ch ï cn , l n J is conh ecido po r slıas teorias do
doquc o arcrun o cra nnpensk el m q ud c tem po .
I .
anáhsc do avúm ch am a?
"
pmuM cn m da dw crenw
"
n o sécM o x W , a rgum cntan
crenç . l 1 1 o s pu LJ er
v
h c u r ì t ivo ' dos rei' da F ran ç a c (ia ] n # iaterra. c F cbvre c11 1 su A
ou pTc
ssTıp°\ [o s c
o mpartilhado \ . B loch ado ta u essa abo « b gcm cılı seu cw udo da
l\loch c L ut
· it' n Ft'hvıt' prt» lIuziram no tivcis aıli]ises tlas
"
m c n t a lidad cs coletivas"
sinólogo n e e s
M at
·
\ t
· 1 G T & t1ct. 1 2 ltt · m o lto sem t · ]hantc , o s histo riado res M arc
bėm unl h ť ro w b rť m cacgrL ľ Ńnduncntais do pcnsam cn m chin Ĥ , do
raiı1 van o
·
e s tu tht\ ııırpo rtnm es. I11 ? lu indo alptn sob m a G rêcia antiga e ?? t a
D « · n o c u paç M durkh cinm nr cun 7 aç rcpnscntaçðes cohH ivas sc o rwna
tiuz , 1 c lasĺ iĺ it
· aç o d. 1 \ pt' x \ o a \ . Ï Ï
pm jccad , t $ s a hrt
·
o ı ır u ridtì ıl. R t u m l. Dc m odo ţ 1uc a claw iíicaç iio das co isas r e p
sė culos am crm re
'
, c L u n N · ın a cuncusāo gerai dc qu e as caw go rias ç ociais S ã o
wgü?
"
prhn h hm
"
S O hn a quM
· iŃ anres c ñ ? so ? s h nhm n co in encado cm
pessoa
'i n ih) sabem qut
'
a s t Èm . ıt) C ) ( ]ue era 11 0 V 0 em 0 exam e sistcrn átİ co das ? ? c
, le pessoa c as
'
1 1 1 1 por dian te . c m o u t r a s pa) A vÆ \ . A titudes tio fund . M ı t · m a is que as
' ' rť pnwnw
· òcs c o e d m " . c o lh o e s paç o c tem po . Sagndo e p n ? no , a camgura
m ente
M arcel M nttss. E s tu dar. T n 7 a o r igcııı socia】 dc catego rias ń tntlam cn Eais ou
citTıento , u n i a
" histń ria \ em n a m es
"
, Èm i】c D t īrkhci ııı e S ellS Selııidons. ? ? N o tad
N a F m ıtç a, o n de A uguste C om tejii pıeiteam unia Ï ıistô ria so cial do ? ? co nh
S O C ıoı( X tA S E ! I ıT Ĥ R ıA £ D n C U N llLm tE N T o
intelectuais vejam as tendências sociais m ais claram ente do que outras pessoas. 1 7
vam ente
" é m uitas vezes esquecida p elos criticas de M annh eim - perm ite que os
fato de serem relativam ente independentes da sociedade - a qualificaç ã o
"
? ? relat
W ebe irm ã o do niais fam oso M ax , I lia s ta m bém um sociólogo im portan te . O
Ĵ clıtuelıerıd ? ırıleıı (tť ttz), c x pressâ u ql c M annheim tom ou cm prestada de A l£ied
-
e s c r a t o r e lativam ente seni clasté
"
. E ram ilm a Ņ in tť lligcntsia flutu an te
"
?? u»
M esm o assim , s e gundo M annheim , a s intelectuais eraln vistos co m o um
da vida social. Sohrc essa base, dcsenvoıvem u nia " ideologia
"
particular.
ıf\
resses sociais de tlm dado grŁıpo deixam seus m eiTìbros sensíveis a certos aspectos
apoiar oLı condenar qtıalqucr dos estilos. M a s sim pleslnen tc observar que os ?? int
hŃ o pam dar scn ń do ā eŔperÉncia. O inæ ressc de M annhchn nāo era o de
experìm ◆ lear o lnunttū co m o ın u dan ç a e dc 1 1sar a h i!itó ria t
,
n ilo a razia oLı a ? ? r
tî vc] . D o o tıtro o estilo germ ānico , c o n s e r v a dor c
" historiciw a
"
, n o s e n tido ile
ral c uníversalista. c o n s iderando a socíeĹb de do poTito de vista de um a razã o ?? i m
que se cìcseın
·
o lveram n os séculos X V t[i e X IX . D c um lado , O e s tilo francės, ??lib
M annheiï rì, poj
-
exem plo . c o n t r a s r a v a do is estilos europctıs , te pcnqam ento
çōes ¢' (para M annheim . 1 1 1 1 5 o āo para S chelt · r), a geraç o cs e classes sociais.
de P C nS n] 1 1 L ntO
"
. E w es e tiĮ os de P C lıS J tlıŁlırO 0 r3 111 associados a perio ,los, a ? ? n
as ideias sāo so cialm ente
"
s ittladas
"
e form adas po r viså cs de m un Ę\o o u
"
e stilos
na Inglaterm ). A r gum entavam m ais ou 11 1enos ao 111os11 1o tem po w e W eber queS chd cr c K arl M annhehn quť co ï neç ou sua carrek a na H ungria c a encerrou
st · n do apresen tad t co 11 1o tal. O utros süció 1ogos 111 A łcm anha, o 1 1 1 e special M ax
1 10 ) łbi taı11h ė ni un ia co n tribu iç āo i so cio logia do co nh cciın cn co . M e s m o n āo
um a teoria sobr v s u a s c o n s e tłnêrıcias eco ï li\ ınicas. S tła teoria öa b u ro cracia (vcr p ·
1904 , ú uava esse Ĥ Stcīn a dc vM orcq cnl seu co ntexto so cial C m m h ė nr prop unh a
ele ch am ava dc
" ćtıca protestaiìtc , por cxl
'
m pla (puhlicado o rig inalm ente em
scp linda a
q ì(hı. a< dt· K arl M ìrx , o ra ,telas d į vergindo . O C tuda de W eb er do qu e
N a A I¢ · m . ī n h. 1 dessa ı' puca . H avia m aiţ in teresqe pela so (
' inlngia d s ideias, o r a
rito enM or. I t e n ha inpwado sucevm m , e m n a v c r c n lo s M r p. ņ . 5
dM . 14 D e m o do ú p ? , o ımrrjna W hen H ñ o deixou unla cscoh cm senüdo es
ėrnica C ' o c ia] P A TıC O ( 1 1 1 1 0 1 1 1 ť ntn
'
O S i n 【 t
'lu c t u , l l q n o r te- nıncricanoq de seus
tada do tinto đc que clc cr. l iìłhn dt
' tampoï 1esc em igrantes da N orLn 'g a , o r igem
pria posiç ñ o nm rgiM , e m parc dchhcradan icnrc csco ĺ h ? , m a s c m parm resu
N ese ú? no cm o . a percep ç āo dc V chıen sen i dúvida derivava de sua priį
aD res intc]t · c m n q .
ā sua vo lta cnco rajava esses intelectuais de extraç āojudaica a se tom arcı11 ?? innv
tins. 5 uł indcpclıd,ncia em relaç iìo ñ ' ideias considcm tlas ven ladeiras 11o nm ndo
e d es n â o u nham qu alquer inecnchm paltic
uia r p ara aceh
ar os ído los dos gen
h' c rr p. 3 0 . u n u v c z que os ido hn dc sua prå pfia n M o se hať Ĺ un
" deńncgMo" ,
teira dc tto is ınundos culturais os to m lra c¢ticos
"
por lb rç a da* C ircunstincias
"
heranç a cultum l seilt aceitar coīï ıpletam c ï ıtc a do $ gen tios. S ua po\ iç ã
o na ? ? f r o
ainda c\ rav ı inco ıııplť ·Ea, pois m uitos imclccruai jtıdeus rejcitavam su A priip ń a
1 4 U A m rusT t) lŁlA H K T A T no cų ıN ıni( :IM tN
T O
cru
"
e o
"
c o z ido " . 2 2 Foucault. Q ue conhecia história da m edicina
e era form ado
yerindios, se gundo L ė vi- S trauss, sāo ç Q trstrtıid os e ï 1 1 torllo da oposiç iio entre o
os ocidentais d isritrgiıeın en tre
"
n a ü ir e z a
"
e
"
c u ltura
"
. por exem plo , o s m itos
gem " (Ia peĮ ıĵ ć ? stm n Jr e ), dcĥ nido co m o concreto por oposiç iio a abstrato . O ï ıde
totem isıno e, e J 1 1 te r m o s m a is gerais, so bre o q\rc ehmm otı dc
"
pensam en to ? ? selv
L ćvi- S trauss revitalizou o interesse pela classificaç ã o em seus estudos sobre o
m as K uhn , 1 1 1 história da ciė n cia , t de M ichel F oucault, 1 1 1 ĥ 1oso ĥ a .
fora da sociolopia, so bĦ tudo de C laude L ė vi- S trauss, I L 1 a n t r o pologia, de ? ? T h
conhecim ento que defendiam . O priīıcipa! estim ulo para a renovaç ã o veio de
contitluidade co171 estudos su bstatrtivo s na am pla perspcc ń va da sociologia do
bem recebida e podtria ter sido m ais inflŁıcnte, ï n a s se u s a \ ıto re s n ão 1he deram
C ióiogo rloTte- aniericano c llm airstriaco , P eter B erger c T hom as L uckm ann , foi
de s?u proŢ aimi. Z t A allıstm íu o sudłtl tld r【 · tııid[łd ľ (\ 9 6 6 ), o bra conjunta de u m ? ? s
com eç o da década dt · o 0 . M a s 1 7 1 o r r e u a n te s de pod er fazer m ais que um esbo ç o
ris, o e m igtado russa G eo rges G tlr vitch pan cia deci,lido a revitalizar o tem a no
soóaı do honwm ? sabrr 1 9 4 , m a s dcpŃ s dedicou se a outros cam pos. E m p a
Para os E U A . s e guiu as pegaţ tas , te V t · blcn e publicou 11111 esttıdo sobre o O p aptı
ūm nm no e caphahsnm .
2 o C soch1ogo polon ĉ s F k? an Z nanh ck i. Que enń gou
ciety era basicam ente o 111 dm c11vol\ ım en ca Ĺtìcias d e M ax W eb er sob re ? ?
p
ciência, a tlespeito da grln de aten ç āo d isp ensad a a instituiç õ es co ma a R oyal ? ? s
te- a m e r icano R ů ben M c · r to11 , c s u a o bra sobre a rclaçio eı1 tre pu ritanistno e
trĉ s paises m t
·
n c ionados. A figum niais no tiivel entre 1 9 3 0 e 1 9 6 0 foi 0 ? ? no
ou pelo ı11eno s se co n to u m c11o s p ro du tivo qu c o u tros callrp os da so ciolo gia n o s
D epois desse coīı1eç o ausp icio so , o e s t ttdo do con h ecim en to vin ualm cn te secou
O ren ascim eııto d a so cio lo gia d o co n h ecim eııto
deliberada. I
·
do século x V I I đe
" histdria social da verdađe " a inda soava coI1ıo ulna provocaç āo
por F o ucauh na d ė cadl de 1 0 . N a de 1 9 W , in tM ar uni hvm sob re a ciên cia
der dc cho car, c o m o dcn ro n w rm o c. ì s o da dhcusü o dm " r c ghn es de verda?
"
verdade. D o tip° fom lulaLło pu r K arl M arx c F riedrich N ietzsche, a inda tenl ? ? p
que acrcdtt, m l o s , ė vcrtlatlc po r dcĥııiçio. A ideia đe Lıı11a explicaç āo so cial da
cham am de ulli
"
v t
·
r bo positivo
"
: o que ce11hcecm os, por oposição a aquilo eın
unia sociologia do co n hecim en to , u ı1 1 a v e z que conhecer o que os fitó sofos
B acon , ta m hėm n āo è d ificil de aceitar. O quc ê niais pcrttırb ado r é a ideia de
dos obstaculos no cam inh o d c ilossa descob erta da verdade . A o e s t ilo dc F rancis
em bora existam relativam ente p t» lrco s estudo s nessa iirca . 1
8 U nia anilise social
tim nlcntc facil aceitar a ide
ia de um a histå ria o u tmm a so ciolog ia d a igno rå ncia,
U I11 【anto cscra
nh a e qu e seı11 d úvid a tin h a a im cn ç āo d e ch o car 0 público . È ??ici
COrıhecinltntai" (so toıqť ir dť $ ErkťułťtıĄ ï ï ' ijsrrısozíologie), descriç ã o qu e soava
Foi o grupo alem īo q ue b atizo u seu em p reend im ento co m o " so c iologia do
S a C K 1 L O ( ı, \ s E H I S T Ó R IA S D o C o N H E C IM E N T O
dito segundo o qual
"
o que eu nã o co ï ıheç o nāo é conhecim ento " .
óbvia para o satirico vito riano qu e pôs 11a boca de B cnjaï ılin Jow ett (vcr p . 2 5) o
nhcctm cnto ė legitinıo . s u blinhado ı1a obra de B ourdieu . s u a im portã nciajá cn
da S egunda G uerra M urıdial. 3 , ' Q uanto ao poder de deĥ nir que cspėctc de ? ? c
pareç a, Jā cra defen 山 山 p or K arl M arınheim c praticad a po r L u dw ik F leck antes
nh cclm ento e interesses co ntinua .
3 2
A abordagern
-
m icroscópica
"
, por nova quc
tim a m dtç āo e sc d istancıeın de w us m estres. O debate sobre a relaçio entre ? ? c
◆ ntmra. c o m o . I ıı ı a io r la , ios pensadores criativo s, tr a balh em den tro de m als dc
con\id erivel co m I ) urkhctrn c st' u l17tcw ssc p clati caccg orras e p ť las classiticaç õ es,
ra de sE u s
p æ d¢cĦ $ o rc
·
\ .
3 1 F otıcault. B o urdieu e し évı- S trauss têm urn a di 爿 山
conhecm lem o
"
, c o m o J i ¡bl cham . ıda. v e z e s e x a gcram a diçtù lcıa quc o s ? ? sep
C om o ė com u 11 ) nus rcnascıu1 em os, o s pan ıcıpantes da
"
n o v a s o c iologia do
otlua\ dJiclp lın . I . , d , ı COgrafi. ı à ecol]o m ıa . u ı
cocrç ĵ o Ł
'
c o girıç , iu .
. I Cna teil , lc r e s c e ll u r o u t r o s n o r ıw s a e w . 1 hsta, c ta n ibėrıı
cc? nòm ıca. poh tlm c inw hw u . J . quc dccrcvıa conto w c m '" dc pro du ç āo ,
do E . r u e s G CH ner. w u c N cg . . ı n a h . v a Ľ r daç å m c. nnbmntc cnrc a esĖ ras
alccrn , i n v o s P . I r , 1 o c o n hc · c i m e n t o c ' r ī 1 Ľultunl t) ra】s c lctradah. c ı 1 quJ uto o ť ? ?alcc
m unıd . R dc · . B ec a tace (ıLıc cstutl{\u no c ìm płĵ
zu
. J, l L k G ou u! e% tud o u L · a m ı n hos
colo cando o \ sth o n m ro sco p m nu w nn d o A ' c x , n m n á 0 no co ntexto das c 0
dt · dï co u V .i n o s c n \ a ı u s . 1 prublĽ ltt, ı s tlt · \ , thcrL · s Iüt . I l \ . ı n lbrınaç , in c sellso co nlum l.
bu itn m Łlc ınancira nırpu rt, in re para c\ H c , lIllo. C liłŘ łrtł G certz . p° r excın plo .
l]cm rchcu rec cht · u ĺinı ııı. ł
\
0 tlc · a n t m ì p°logo . c o u t r o s . R rı t r o póh) = os co n trı-
m c o quc nān conn co nlu cnnhccnncno ı?øınu n
culrur,ł l
"
C \ ) p0 ler \lc ın \ n tu lç ð t' . c o n K ı a s tınıvť rıjldcs P ara dcń njr 0 que ? ? C o
pam o 1 1 1, r p, 1 d. ] L \ u L t o lu g ıa nu m a sć n c \ lc ť q【u \lo \ snbrc
"
prii tica teó rica
' " '
c a pital
sn htlï ua11u \ c c \ rt' r . I í m bltľ a
u. P rcrrc l$ u un lıŁ · u tro uxe o co nhccm ien to de vak a
ť w nnhcm
"
. IUren If. ıbcrnLı di · k ' u n u J r d, m o cnrc m nhceun cnm . M teres
ï n? cctual c L uıM ė H 1 ? · n lulou u quc ť h . u n o u dc um . I
"
t c m . t dos ľ snıMbhnwws
N orh ť r【 E llas. M na . wI wI mc tlť M tn n hcim . Etudou o proceso de atıtono m ıa
dJ w cletl. ldc C d . ı c u llum d , 1 últim a ! craç io , P rdxlm o ao tinal dc qua carre
Ł1 tem a \ lo to n h ť ctm ç n cu 1 1 1 u a , 1 t t · tı çìio ttt · n n ï l [ t v i dcn principais teó rico s
t' s w t
·
o n hen m cm o t- o nvt · n c ıa ï ıa l? ?
not
·
rıu l
"
, ı t ė que o tıtm geral
- iio tlt · Peuutsadon' s por slła vcz niio se satisfaç a com
nando ï la ınvcn ç āu dt. Lilli n o vo p arJ d tp tì, 1 quc passa a qcr visto co n ıo
"
c iė ncıa
orıw nando
-
s e n a tr»atntłçiio oo 1ı1 ulli. ł t u o n a o u paradigm a ortodoxa e term ı-
tıa fu « ó n a c qu? tė m tłm . l
"
t ? q r n ı ttırl
"
o 1 1 c ic lo de dcscnvołvim cnto stınelhan[ C .
a lı esnın ulou scLıs colcgps , 1 o a fim i, ır que rcvo lu ç ö es ctcntificas sāo n
' corren tts
o o
" ltıw cs
"
dn ca nhecım cııtc) - clínicas, ecoıas ctc . 3 Q uanto a K uhn , c hocotı
da 11 m ilu ,m o m a c r o n ivcl do E stado . ť ra m b¢m para analısar os v irios c\paç o$
a relaç iio en tre conhm inıento c p«wıcr t
'
1 1 1 dilė rcntes ï ıivcıs. Destle o rııtcro nivel
ián o - " arquct}ıo łņ a
"
,
"
gcncalow a
"
,
"
r e gpm e
"
e a s s in ı por diante
- para discutir
em ń lnsotìa. G r. D ualm cm c am plił) u sť us in tere
'
s s e s . Invento u co do um ? ? voca b
ıó U ıL \ ıın rtì« lA » \ Æ ıU [ X ) L ( '» H E t I M E M
fragn 1 e nt a Çāo tāo cam cteristica de nosso prcį prio m undo de conhecim ento .
oo1 ınuitas dessas abordagens para [cn tar co F rig ir a esp ecializaç ã o e consequente
E nıbora seu autof seja u til historiador social e culm ral, e s( c livio se baseia
dtjn tal dar O rien te M éd io . c o n to instituiç ã o a servı« o do im perialism o .
4 4
do F oucault. A īra liso Lı o " o Ticn taıism o " , c m o u t r a s palavras, o c o n hecim ento ocı
-
literário . N uni trabalho que provoco u co nsideriivel d eb ate , E dv · a r d said, ? ? segu i
buiç ã o niais faıııosa para a gco graĮìa do conhecim ento é de autoria dc um critico
Perm ailecia reātrito a cet[os grupos on1 certos lu$p res.
4 3 curiosarï ıcntç , a ? ? c on tr
m ento e , n a o ı7 1 e n o s itn p o rtan te , o fato dc quc elc deixava de scr distribuido e
O s geógtafos P assaram a inten ssar- Se pela Lï iscrib uiç iio esp acial do ? ? c o nhec
tuir a expcri ncia, de 【u ođ o qu e h į i
"
ĺ n o dos lełnininoi de conhecer" . 4
Plinas.
4 1 sob o aspecto Iıo qitivo , a s ministas a[irmam que o gênero ajuda a ? ? const
cxxc?usāoedû s mn umlcress dm
· idJai? tc? ccnial emn ?h ĥ Tcm essıwuw rw , m o n w n n t ū s s e c d s c i
hum anistas, e m bora ninth haja ncccss dade tle Ltln « tLıdo co m pJ rativo do grau de
los
"
e n frcm ada pt
· las acadêm icas, qu ? r sLıa am biçåo fosse tornar- sc cientistas ou
N o caso do gėrìtm, ho uve tıīıìa sė ric cle ew udos sobre a " c o rrida de ? ? obsti c
fase atual, por olıtrn lado , ded ica- se ınaior 1tcn ţ āo ao gncTo e ā geogratia .
bora pelo 111 0 11 0 8 M ann h ei[n t, 1 nıbm leų asc cm co nsideı · aç io as geraç iĵ cs), 4 o N a
nhecim ento L T a so cialm cn tc situad o , pensava acim a de tudo ī1a classe social (? ? e
E ııı qu trto lugar, quand o a cscoıı a]em ii cle so ciologia aï in n ava que o ? ? c
nhou uso rą ular.
39
pr(ixiĮ n a da an trtìpttlog ia . e a e x pressiio
"
a n tm pologia do conh ecim eiito
"
? ? g
oper. l m , dt
· labor. 1 t å rio ' a bib】iotciaţ , ' \ H I)cs\a m aneiT a a 11o\ 1 abordagem estil
dcs cpmemoMgica « o frcqucncmene csm dadas n o 'i n ùcroespaç os cm que
stia tliltıv io p o r c L
' rta s canaiq.
' \ T S egu ind o 0 1 p a%so \ de F oucault, e s s a s ? ? cornun
com o as u nith d cs fhwlam cnm is quc constro em o co nh ed m enm e cond uzenl
de pequtnos T ı] łms . circlılos. R e des ou
"
c o n T u u idldts ( p i\ tem o ](igica\
"
, m tas
antiga c scu m aio r intercç Ł
·
pc]. 1 n iit
·
riìssocialogia, pela vida in telť ctua】 cotid iana
U nr tt · r c · cita aspecto pt
· lo qu al a n ova so cio logıa do con hecim ento d ifctc i}a
los sociM ugm , espccMnwnc os da cscna d ? " c t n u n m o dotw ca
"
N ,
coddm no · . B eni cnın o a in ici? vas d w inrch cruM , Sāo hoje cvados a sério p e
gT up° m aior t
'
m a is vnriatln d o qu e antes. O s conhecim entos prh ico s. Iocais o u
E m w gum m lug lr, e s q t
'
s d\cntnrvs do co nhecim em o sāo vistos co 11 1o u ı11
rcntores do canhccim cnto
"
.
' \ s
H ā ı11C lla\ in faqc 11 1 eco no m ia C rn ais na P o lh ica do co nh ecim ento e no s ? ? d
duos. s o bre a lin = tagctn c so b re práticas co m o a classiEicaç āo c o experim en to .
Ciplinaç . \ 4 H á in ello s in sisr¢ncia sob re a estr\ıtu ra so cial e ın ais sobre o s ? ? indiv
de ullla iırclirīaç iio p <\ \
- estm turalista o Lı p ós
-
m o dcr na 11 1 sociologia c em otıtras
sua
' "
constru ţ āo
"
,
"
P n ) d u ç ìio
"
o tl 1 1 1 e s n \ o
"
m a n u fatura" . M u danç a que faz parte
ıııeiro lug
ar, a ênfase passou da aq u isiç ã o c transm iniao d o co nh ecim en to para
m ento Ć dircnte da prim eira cm silas ė nfases. particu larm ente quatro . B lT ı ? ? pr
A despeito dessas quali ficaç ô ts, a se gunda geraç iio da so ciologia do ? ? conhec
1 7
SO C ıO L O G IA S E H tw û R ıA s D O C O N I Ï E C IM E N T O
n ï cnto rctro spcctiva . o c a pitulo tv. u m a geografia do conhecim ento , o c a pitulo li,
B ourdrcu . O s capitulos n e 1 11 oferecem um a esp ė cie de sociologia do coıı? ? hec
dc M ax W eber Eanl : o
quanto as form ulaç ōes m ats recen tes de F o ucauh c d¢
história social inform ada pela teoria, a s t e o r ias " c lássicas" de Êm ile D urkhcim e
que eu nle tenha afastado gradativam ente de sua o n en taç āo . O livro tenta um a
M annheim . c q ja obra d ť spertou ı11eu interesse pelo tem ? há quaren ta anos, a inda
plesm ente t' o n fesso que o título deste livrc» fo i escolh ido em ho m enagem a
de classe, g nero , n a çiio e geraç ã o , se n i dúvida ficarã o logo aparĘ ntes. A qui ??s i
tam cnte vė - se obrigado a situar a si m esm o (a). A lwīns de m eus v i e s , T t s u ltados
Ų ueīn quer quc argıııırcnte que 0 conhecim ento é socialm en te sim ado ? ? ce
tária da historio grafia (m eu teilla on ginal de pesquisa).
ria da ciêłrcıa. H istiiria da leitura. Hitória tntť lectual, historia da cartogratia e
com o uI11 . 1 plurılidade de tłiscip lin a\ o u subdisciplinas co m o biM iograñ a. M st &
v], ł m ıl n a hca que niio é no rm ılın ente vls[a co m o um cam po especiĥ co , m a s
quadm . N o o11o, ı n to, a necessitle dc um livro com o c\tc é pan icu larm en te ó L
rel. T e m a s
, pĽ rio ,to s o tı ind ivid uo s, pam reunir pequeı1os fragnn entos nu m grande
bm · cs de tern as aıtrplo s, que tentem estah clecer co rıcxō es entre d iferentes ?? I ug
bèm m rch nnpo Ń vd d e rcah zar. D evo co n Ĥ ssar um a prcd û eç āo por estudos
m clltc p m risó rıa sen a n ã o ap enas den ıo nstraç iio de taita de m o d ė stia , m a s ? ? t a
【em a t, io am plo q uc qualq uer exam e q ue ııiio ad o tassc u rlla fo rm a ? ? deliberad
nha esco lha deste rcı11 a . T rata- se de uın ensaio . o u u n i a s ėrie d e erısaio s, s o bre url)
A pvrecpç iio dessa lacu na na literatu r. ı a c a dėm ıca foi unia d as razô es de ? ?m
e X X t · no no inicio do periodo m oderno .
4 1
hum , r ı ı n hles. \lc3 . \ pcrsw ctıva. e o que foi escrito se co ncentra no s sécu los X I X
dc w i【,ł \ o c ı . l l. R nıco sc cs( revtu m b rc as ciincias so ciais. e m e n o s a inda sobre al
p, ı m r da dė tad a d e M ) q u e sc to rn o tł n o rrı1al cxam lnar a ciė n cia de u m po n to
r. I ï ı 1 \lc ( crto m ouo o b ,c u rc c idu s F w łu s p rin cip als h isto riad o res da ciência. F oi só
w ' ph N eedham , t e n t , t r a ı T 1 t
'
s c r e v c r histó rias ociaiti d a p LĦ q u isa cierıtifica, m a s
19 2 0 c 1 9 5 « 1. . ılwın · i , I t
-
, ı\ł¢rn ıt
·
o s m . ł r x ı s tas, do russo O o r ıs H essen ao ingĉ s ?? J
M . ı i R obnm n nāĵ c ť c m . ł n cguidm'" ncw a dinq? . E n ? c as d ė cadas de
a no nL m m rdd .
1
retun, 1
"
0 h m nnha nìu e r n o cm M muo dc ľ Jm , n L u ó ? pubhcado 1 0
refrri- n t
·
l. ı i ub m \ o b re O s, łbt · r t · m Jıro . D ¢ sctl 1 11 1 18 ° V eb lcrı. por nıuito tcnipo
rı1cntn , P odť tt · r ïıať ido u lli laıvo d e ınŔ li< · la prem cd ıtada n a perg lın [a
-
a lguına
ceı1rro \ dc t' n \ l rlo , n \ ın ıv t · 1 山 日 cţ d e\ cn ip e iıh ararn n o av an ç o do ? ? conhec
pnou pergun ta q ue ele sc tazı. ı s o bre
"
que paw l os vetustos c respeitados
U rn\ tcln w ıh rc o p apel das so\ tc J adcs clcritificas no sécu lo X V I I iver p . 4 3 ) se o ń -
cra arııw
ıje ľ )\tï n teın V cblcrł. S ctı apoio ā tew de do utoram ento d e M arth a
r1ıcnto no rte . , ullerıcallo LIa
"
n a v , ł hıstória
"
1 1 o c o m e ç o do c u l o X X . R o b inm n
cu rıh ť cım cnto . U nia dłs C X C eÇō C Ç fo i Janıes H arvey R o b łnso n . Iider d o ? ? mov
A tė a# or. 1 . R e lativ , ł m t
'
n t c po ucos hi$ Eo n ado res ırvaram a sĉ n o a socio lo gia do
A hlıtórłı so d = 】 d o co n h ecim en to
l* U \ m ıusT ¢\ R ıA v x ıA L lx t ľ t) N ıï rc IM U víO
M odernidade coıısideravam com o conhecim ento - e nāo o que este autor ou
O que será discutido nas páginas que seguem é o quc as pessoas no inicio da
ante (espccialm em e no cap . V ).
da elaboraç ã o e da classificaç ã o do con hecim ento é uīn tem a que sc repetirá ? ? ad
dado que nossos cérebros processam m do o que percebem os, m a s a im portâ ncia
sıstenıatizado pelo pensam ento . N ão é preciso dizer que a distin ç ã o ė relativa.
üco , e
"
c o n hecim ento " para denotar o que fo i
"
c o z ido
"
, processado ou
m o
"
inform aç iio
"
Para referir- se ao que é relativam ente
"
c r u
"
, e specifico e ? ?pr
que é tido com o certo . P or utlla questã o de conveniência. E s te livro usará 0 ?? tc
cim ento ť ınth m laç īo ,
"
s a ber t'om o
"
c
"
s a ber o quê
"
, e o que é cxplicito e o
dos scm fazer dihtiırç ń c\ cī1 trc eles. T anıb ė nı precisam os distinguir entre ? ? conh
por apri' w nt. i r c a t c gu rıax. V a lores ť obst · r va çōcs co mo socialm ente ? ? det e mun
pergunta 111 . iis fam o ' a
" 0 S tic ľ vcr,ladc,
"
? M annheim foi m uitas vczE s cń titado
A pcrgunt, 1
" 0 quc ė cu n h cc ım t · n t o ?
"
ė quase tiio dificil dc responder quairto a
O que ë c o n h ec im en to ?
se cxplic.lç¢ìc' altcrnan ľ , l ıi Ł ' I n c u n ı patiť cıs \lo 11 1 0 5 17 1 o fen å m eno ou evento . 4 7
m o o capim lo IX suw rť . A o pcrm m r quc a m cvna pessoa com parasw c contraas
tcx【ı)s o 11 ex ,\nnn , \ \ \ e m i m a gens id ntıca\ . T am bém estim ulou o ceticism o . ? ? c
conhec ım ento . 1 o pcriıııtır q \lL
'
pcw uas cm ltıgan · s diłė rcntes lesqem os īn esm o s
w nrcs \ o n h t · c ı n i c n t o s . T e m a r e c a r n ' n tc nc'it e e s t u do . E la padro nızou o
no s a wĮ rcdo dc F w aLw . A ıniprcnsa amhėnl ĺ ? hm u a inw raç āo entn difė
Uc \ o nht · cım clı[o s rcl, r tivam cııcc privaLI o \ tıu m c ıiım ) s e c r e to s (dc scgredo\ [ ć ? ?
now nm o n h c hnnm u Lhftıú ? nm . u W . do conhceınw nm c à pubhcid= dc
m . u s dc unm vw n ı ı1 ĵ gm . h qu c c g u c m . B aH a aqui a zcr quc a hn po ltància do
nıc
'
n c o . Ł2 u . M t u , \s lıg . ı ų \ t · \ t ' l lt r c ' o \ u n hct · 1 ı ı 1 e n to c a rrrıprcn ţ a, s e r ão 山 scutıdas
t. R m bi- m U l l i . w ı \ ıJ . \ ıluqtmço t. I n t o tl. \ po litrL ' , ı \- 0 1 1 1 u da łcoı1a m ıa do ? ? co nhec
, I I ı T c .
A ıitttT ı I,'ılt'¢ıiıł c 1 1 11 1 . \ r c \ ı n ıāo \ l. 1 u ı lbr n\ . ıçio tlr \ p o n iv cl c 111 stıa ė po Ľ . ı , e
na A lm . ı n ha cm W rno th 1 4 . U Ć J pub hraç ìu da ĽnithndĤ dc 1 7 5 o em d ı
, l l
-
)ıdcro [ . c 1 1 1 u u r r A \ P . \ ı. w r . ı \ . . t P , \ r t ır tl, l ı ın t ' ll çiio \la ım p m n ,a c o ııl tıpos ln å veıs
0 1111 4 · ı O U t) P C riu d tì ın tn lcrtro hL · r . \ dť lìnıLlo co m o u \ w cu lus d c « . U W ntıc rg
nrodcrn.
n\. b 0 hyra c 11 1 C \ 11 1 1 1 1 11 11 1 h ist t
'
)r\ , \ u o c o n hceını, · n t o ır o pn ııcipıo da E u ropa
riio [ran į gw \lıLI o ' 1 1 1 1 1 , \ O U u L ı t r . w C Z . Pari cwabťlc'Ctr Ľ om paraç <\ c\ c co 11trastcs,
o R cnascnn
cn m c o H unınm n m . ĥ hnm c · i L ın m e spm . u s quanto w m po ran s c
ru\ltìr lia s p
rım t\n J to s d , 1 E um pa nıo L\ c rn a . O \ lm ııt« t cronolť igıcos \lo livro sāo
lcıtor v \ dtc c
'
t u du q uc clc c ob ra de U ıTı h istorıa\\or. C S S C n c ialnıcntc um ? ?his t
A dcpmo dcw . ı m r o n n w āo cm o w tıs d ? ph nm . D eve ĥ car cuo para os
4 uc$ t
ót' \ tìltw ö trca ,
econ ◆
\ ı. ı . o tı ı c ı v o a dotn u ıııa on etıtaţ iio nıaıs litcrán a. e a c o da levanta algu m as
tınla aı
ıtn }p u lu p
a . O 'ic x T o diw ute a po linca do con hecim ento , o shim o . w a
1 9
V K U N ( X IıA S E . ı U h T û uıA \ ı» ı L . \ ' " ı ı L L Æ \ L N T , )
(ros, o u tm te m a que se repetirá nas próxim as piigirıas.
conhecim entos criava novos pro blem as io m rı 1 o tern po em que resolvia ? ? o
n]◆ 1tos e ā ch m ıad a
"
r e v o luç āo cicntiİ ica
"
. C ontudo, e ss a a c u m u laç ã o de
sāo do corłhecim ento
"
s e s e guiu ā invenç iio da im prensa. A o s grandes descobń -
(19 ï 0 - 1 1) c nä o a t · diçiio corre【ıte. N o inicio da E uro pa ın oderna, u ı1 1 a " ? ? expl
tos ė m elhor com ultar a décim a prim eira ediç iio da E nciı'ıł?płdid britâ nicd
çōcs tlesap arc
'
c e ln para dar ť spaç o a otıtras, dc tal form a que para alguns pro pósı-
ca? escolh a rem seu preç o . Q uando as cnciclop ė dıas sìiu atuahzadas, ? ? info rm
pm ń ıłıtllLladt
'). H c- 】c. c o n het · im t · n t o s a hernatlvos co mpetem por nossa aten ç ã o e
do s u m g o s muda qu ť a m enor unphude w nha d do com pcnsada peh m aior
cu ? x x , Pnduzru cM u? oM com um conhcem icnm b ť m nru ' hm hado que o
tTt\tcn[t' t\PL'L
'
l . ıliz. ı\ io Łm t" ic o ıľ t' umvtni\l1lIť s cnı partıcuıar durante 0 ? ? s
m cm .Houve c ainda há m nm ľ cĦ o ť cw ? quanm pW W
'
w o a o n ivel indM d ? . A
m ais ou nlcnos pcnom nlcm c po r cada m dh M uo . M cv n ? no caso do co nheci
A qabedo rıa . por outro lado . N iio ć cuw ulatlva . i n n s tem de ser adquirida
róptco pan ıc tılar (c. rp. v I ı ı) .
dispo n iveis a cada c u h para wucc quc h um v . u n c o n hecń n enm so b re u nl
rė ncı,ı . E x p, 1 ı 1 u ı . T ı rı- ) c bibhotccıb e cnciclo pcth . ı \ , e m a is rcctırsos sc to rn avam
c1 0 ï 1 [ o ııO S pm nurdios dı E u rop , \ ï 1 m tłerna. M ul tiplıtavam - s c o bras de ? ? rcf
?C m cntR H S m. D ?cıl negA r unı Hc rncnco cumu L ıuv u n. 1 hMó ri? do co n h c ?
pť ß o as th ? n n tt as quc com ribucm para u nia cncnio p ė ? . po r cxcniplo
po Lìc \ cr 山 田 n . 1 1 ı 1 c 0 1tl. ı c m ULIı se rc į rir . 1 n in a s o c icdauc l11 teıra . A quilo que
so ın[ ť leL ' tu . ıl ou . c o m t ) .\h ť C S ch . ı m a L Io ,
"
c r Ľ s C lll le m o c o glu nvo
"
. 7 1 1 conceito
U nı pnw up ? « n w , n hĽ ? . ü quc w m . irei c m r no qu c M Ņ u c é o do pnrg rcs
cup Ľ ľ . in do ţ u ls , 1 o o C 1 . R çiį c \ o n p n . U \
w
C , l ı 1 1 P O \ lın gtııw 1( o \ . c x a m ı n m u o 0 1 L o n t e x t o \ ' i o ( ı , 1 1 \ c m L ITıŤ erıın usad o s e ? ?
r
? · m u ? nç m no ngn ? . R do dc w rnuw m . h anngm , U h? uH H ıo o cnl w us
dc p. R Lıvrm nnv . h t m ı w i n m . H o r ń : H m o M c r c s c c am udĦ , n i a anrbém
dhpcnhw cl Lļ c ų c cnw recndun cnm , F m hh Ĥ n . I
'
ic o c u pa nāo só do surgim ento
hm ń rıa dm · u n e c m w . n · ťnĄť ťwhkhtť cnnm c ť h , u n a da onl lie? o , ė pan e in
conhccu ncm o m łt\ıt
·
ı d n , I I ľ ow t\ " j, i rr, io
"
v a T n l o \ ł
"
pcd , n n r ıs m o
"
inú ? U m a
o 1 revcr.łıı] conıu " tt)nhcc ımtnto \ crda\ ļ L' lr n
"
. .\lg\ıma ezt' s dcsca- m o
C Uropcm,
'
k cn um va ? nm m n pm dc co nh m nw nm . Q uc cvc
ntuainw ncc
"
ü ber" . " Film ofia" . " CLınttdadc
"
c M
·
u \ e quivalentes n a diferentm lingtıas
"
prátt« a
"
c
"
teori. ı
"
tio
q\łc crıtrc
"
a r t e
"
t
,
"
c incia
"
). o u n o u o dc term os corı1o
tinç å o entre , łn C S ( T ¢
'
I ı tla. P or cxt
'
t r t plo (tı\. \ ıs próxtınn da noqqa distin ç ã o enn e
a perecp ç āo cxıstncl, 1 , tc v. ın . L \ c \ pť cıcs de conhecim enco . E n v o l \ ida na
cial do conhcelm ento C serã o d tıic u c idas t, m ? talhc . N este po nto basta obseryar
cep ç iics modcrnas J o cotıh ť cīm cnto siio obvtaınt · n(e cenm ııs p ara a h istó ń a ? ? s
m ag n , da bruxan a. Dos an) os e dcm i\nıo\ faz parte do estudo . A s pń m eīras ? ? c o
seus leitores porvcntum co n$ idercm co m o tal, portanto , o c o n hecm icnto da
2 0 U A 1A 10 5 1 , lıŁm X ıt U U D tł ť trN ıłı t ırll N T T )
no conteo do im perialisıLìo e da con tribuiç ã o
dos habitantes nativos para co
-
·
Plicito atraíram recentenLente algum a aten ç iio dos historiador
es, especialm entē
tesã os, c a m poneses parteiras e cu randeiros. E sses caı1ıpo
s de conheĠ im ento i
m
especializaç āo ou de know
- how sāo cultivados por grupos com o bu
rocratas, ? ?
a
tuus sã o os detento res de certos tipos de con
hecim ento, m a s o u tro s c a m pos de
nhecim entos produzidos e transm itid
os por cli
ferentes grupos so
ciais. O S ?? intele
O uua perspectiva, n i a is próxim a da história so
cial, «tistingue entre os co+
pereeptivo , s o c ial, c o tidiano, técnico , político, cientifico e filos
ófico.
52
ciô logo G eorges G urvitch , por exem plo , distinguia
set¢ tipos de conh ec
im ento
m aneira de distinguir entre , os coıìecimentos é por suas fiın ç ðe
s e usos. 0 ?? s
deve se ocupar
" de tudo o que passa por conhecim ento na so
ciedade
" s r um a
I】ìentos
"
n o plural em toda cultura, e que a histô
ria social, c o m o a so c iologia,
ber local e do con hecim en to cotidiano , deve ter ficado ťsbv ïo que hii
"
? ? c onhec
H oje, depois do que pode ser considerado C O JJ 10 um a
"
r e abihtaç āo
" do ?? s
lanli philosoplıi), 5o
natunH a m elh or do que m uitos ĥ l, į sofbs
"
(ttïcliıłs tlgricolae eijabri non+ttr qrłaitł ipsi
de vista pouco com um ao adm iti]. Q ue os
"
c a m po】1 ( ses e artesã os conhecenı a
com sua posiç iio na victa. O hum am sta espanhol L uis V ives expressava u
tT7 . Ronto
d e ser transm itid«» às pessoas do povo para evitar que ficassem descontentes
com o o cardeal lichelieu cı】1 seLı
'
Sıameiï to p°lhio, que o conheciJrlen to n î iei
nhecim ento com o corùìecim en to que detinham , e iis vezes arg\ınientavam ,
N o inĺ cio da E uropa rn o derna, as elites frequentem ente identificavanı o ?
? c
do trata do conhecim ento dc qucłn
'
definiç iio de conhecim ento . M as resta um a grande pergunta. O tem a deste ? ? es
t
zinhar, te c e r , c u r = r , c a çar. c u ltivar a terra etc . - Tam béur fazem parte desta
ficados e exıbido s em gabinetes e m useus.
49 P rìiticas nio verbas
- construir, c o i
teıTrpos em renipos, Pols eıa m colecionados coITı entusiasm o n? período, ? ?clas
s
rııoedas e de crocodilos em pa
lhados a estiituas, ta m bém serlo m encionados de
ções) com o m eios de transm itir conhccinn ento . O bjetos m ateriais, de con ç has a
oral, e ta n ìbém o logocenm sm o , tm ca n do as im agens (inclusive m apas e iī? ?u sæ
loG X v ï . X vII e X V Iu . T enta evitar o grafo ccn trism o . Incluindo o con hecim en to
E ste livT o se baseia eJn sua rnaior parte em textos que forain publicados nos sêcuT
A pıu raıid a d e d
e co n h e cim en to s
form as doLììin antes do conhecim ento m erece um a explicaç āo m ais de talhada.
lecnıal. um ensa
io m ais que Lulia en ciclopédia. A lim itaç ã o virtual deste livro a
rie dc co
nferências e preten d e ser um reco nhecim ento de tım 1iasto cerreno in ? ? c
e gcog
raßcaīn ente, m a s ta m bém socialm ente. 0 livro se originou com o m lrz sé.
M co mple
to, e que setń necessiirio lim itar o em preendil7iento nio så cron otôgica
Desrıecessirio dizer que m eu p róprio conhecin 】iento do conh ecim en to é
socıoLoc» as E 1 · l m 'ö M as » o ct) N l ıE C IM E N T O zı
qtie fora treinado co m o p edreiro .
5 7
cio vencziano D aniele B arbare , e m 15 5 6 , o foi com a ą įuda do arquiteto P alladiq
dores da arte da constmção. Q tıando o texto foi editado e traduzido pelo ? ? patr
seni algum tip o de colaboraç ã o entre co nhecetiores do latim clássico e ? ? conhec
arquitetura poderia ter sido etlitado e ilustrado , c o m o o foi na Itália renascen tista,
mias, D e fato, ė clificil im aginar co m o o tex to desse antigo tratado T ornano sobre
dos patronos, que ās vezes encom endavam suas casas co m ciipias do V itrúvio nas
entre as tradiçiies artesa】1ais dos m estres de obras e o co nhecinlen to hurrran ista
quitetura. E specialistas na arq uitcn ıra do R enascim en to discutiram a interaç iio
ses especialistas teria sido dificil para ele est' rever seu s tratados sobre pin tu ra e ? ? a
com o escultor D onatella e o cngen heircJ F ilippo Ľ ru neleschi. S eni a ajuda ? ? de
xV po r cxeın plo , o hum anista L eonbattista A lberti tinh a frequ en tes co nversas
podem os nos voitar para a I tāï ia renasctn tis(a . N a F loren ç a do in icio do sĉ cuıo
E m b usca de 1111 1 exem plo das iıłteraç i\ es en 【re o s acadim icos e o s artesã os
ciedade, te n do m uitas vezes depend İ do d e in fo rm an tes locais (vcr cap- IV ).
por exernp lo , n e m s e m pre fo i resultado tla observaç ã o · īireta da natureza e da ?? s
acadêm icos. O co n h ť cim ento colh ido peloseitrop eus (
'
l 1 1 otltms co n tinen tes,
presç uposto m ais co nvencio nal 4 1 0 iill
'
n tilìca co nhecim en to com o sab er dos
dêm icaq. T al afirin aqìio . por exagerada qu e seja, n îio seria m ais u n ilateral que o
popular o u ptico, c o m a c o n s c qllcntc ıŁ'gitim aqiio por cen as instituiç õ es ? ? ac
ha c ï n ais cspeciahn cntc cm pah vra hnpressa de germ tipo s de conhť c? ento
voluçāo C ienM ca c o uuH ń n Ĥ nm n ĵ o m ain m ah qu e o su rgh nen to ī lu z do
luç łics in ce]eccuais dos prim órdios da E tn
·
opa nìad erna
- O R Ľ n asciııìento , a ? ? R
5 e quiťi\t· cal] aı' scn ::1 ç ,io . c L I dcc】araria neste p o nto qu e as ch am adas ? ? re v
ań · idade que o m o n a pena para descrcľ cr o cn nhcchn cn m qu e D eus m e deu
"
.
L ouise lļ ourgt
'
o is, que sc descrevia co m o
"
a prim eira m u lh er em 111 0 1 1 ram o de
tar- nos pam as Ohsm'\rıłiľ ts/?ťıits, publicadas c11 1 1 6 0 9 pela p arteira p arisien se
curan dciros M neram es o u m ulhcm .
sn
P ara um excnwo con cra o po dcnm vol
parcicularnıcm c claros 11o ca* o da m edicina. Tat com o p
raticad a po r charlatāes,
iimentos alternativos
"
s c riio 11 11 1 tenla reco rreilte neste estud o .
55 0 s co nfli tos S ã o
sistem as in te Į ectuais , la\ L ]icts acadmicns e 0 que S C p oderia t
·ham ar de "??conh
m ico 11u 11 1 co m exro niais ain plo , A co m petiç iio , o c o n oito e as
tro cas entre os
de. D e totlo m odo . s erā feita t]tlla ttntt[ iva sė ria de situar 0 co nh ecim en to ? ? aca
d
" C uM vado
"
c o n m c r a
Ĥ cqucmenicnť Chaniado no s prin ń rd ios da M o de? da
sob re as fo rın as dom in antes o 11 ï ıJesn7 o
"
a c a dêm icas
" dc co nhecim ento , s o bre o
popular o u co tidiano .
54 T arn béın n este livro a ênfase , s e guindo as fon tes, r e c a irá
tĉ m r vlativain entť p o u co a dizer so bre sell elem ento c
ogniti
vo , o c o n hecim ento
das elites. J o passo que os cstuclos de cLrltttra p
o pula
r (inclusive o nleu , de 1 9 7 8 )
A m aia, ria do ç estudos sobre o co nh ecim ento se o cupa do co
nhecim ento
C O N O W U S .
5 3
nh ecim entos q ue os g
overnantes, c a r tografos e m êd icos eu ropeus p
ro clam avam
2 Z U ı
, 1 A H IsT Ó R I A S O C I A L 0 0 c o N H E C
ıM E N T O
(A forjsnios xi xcv). E sse m odo interm ediário , discutido no capitulo IX do ? ? pr
Partit dos sentidos e particulares
"
e e levar- se , por etapas, a c o tlclusô es gerais
niesina, m a s sim a abelha, que tanto coleta quanto digere. Im portava com eç ar
"
a
dos de m odo aleato rio , n c m a a r a n ha escolástica, a n n a n do um a teia a partir de si
ówdnou (16 20), dc B acon , c r a n ão seguir nem a form iga eīn pirica, c o letando ? ? d
nlundo cotidiano : " 0 m odo verdadeiro , a in«la nāo tentado
"
, Seindo o N ovo
dos ilásofos escolásticos que deduziam suas conclusô es sem dar aten ç ã o ao
enç a. R ì c n l o m ėtodo verdadeiro de curá . Ia, m a s e ra u m c ritico igualm ente severo
"
m édicos em piricos
"
que nāo co nheciam nem as verdadeiras causas de unia ? ? d
norantes da tc ; oria. E m seu A ıtiıtıç o do Ĥ ìniıť riłłï rıtto, F ran cis U acan condenou os
nal para dcsigı ar os pratican tes da m edicina alternativa, hom ens e nìulhcres ?? i
no vocabulārio da fuosofıa.
" E inpirisrıro
" deriva dc nrııï irir, te r m o ingE s ??tradici
U ni lem brete das iï ıteraç ĉ ies entre teoria e prātica nesse periodo está preservado
nas Į / ï das de artistas, de G iorF io V asari. publicadas por prim eira vez em 1 5 0 0 .
m ente qtte com cç olt a aparecer sob form a inıpressa no sė culo x vi, n o ta danien te
sou a ser cham ad o d e
"
coıltı t) isst' tt r slıip
"
, foi tım conhecim ento transm itido ? ? ora
Em outro cxenıplo , o c o n heciniento da pintura e de sıias técnicas, que pas.
aqui reunido por escrito
"
.
quiavel ao dt · c larar qtle
"
o s a ber relativo â negociaç ao e aos negócios nilo foi até
ttìıw inn · ıtı0 (16 0 5 ), e m bor, 1 tenha sido 1111 1 tanto injusto com seu antecessor ? ? M
da m orre do au to r. 5
.1 F rancis B acon tinha boa parte de razāo cm seu A 【 · a N ç° do ? ? c
pcm nç a de hnpushnar sua carnń m , foi puhhcado cnl 1 5 3 2 , poucm anos depois
ripr, docum eilto contìdencial que M aquiavc) apresentam a uln ť los M edici i1a ? ? e
discutido cm sE us o11 cor】 tros, c o s govertiantcs tinham segu ido na pth ica. O prírł-
form a cxp]ícita e teórica algu m as regras qu e os n ego ciantes tin h am po r vezes
que a ulli certo preç o . M aqllia \ re] provo cotı grande n ıniulto ao estab elecer d e
H ouvc · t r 【J c a s s e m e lhantes e n Æ a teoria potitica e a priitica poli tica. A inda
ria a stT direto r d a C o m pan h ia das I ndias O rien tais,
D is{ılrstJ obrť 【) ( om iĺıd¢t (ı lr6 5 ), de sirJ 다 siah c hild. c o m e r c iante lon drin o w e ? ?v
prť sso cada vez m ais am plam ente no 'i s ėcu]os x v I e x v 11 , c m t r a t a dos com o o
dos m ercadores. u m c o n hecin7ento origin alm ente o ral qu e passo u a circuiar ?? i
tarı1bêm a acrihuiqāo dt w spcitabilidade acad ĉ m ica ao conheciniento prático
p. 96) tıã o stırriu clo nada. E nvolveu n ã o só a elaboraç ã o de novas teorias, m a s
Enì relaç ã o å s hum an jclades, a e c o n o m ia enqtlanto disciplina (discu tida
con1 seus caprichos e preconct
· itns.
suĄs expcriêttcias 11 o N ovo M u ndo po de ser m ais co nfiavel que o dasjıies £enĄ
canibais, que o testem unho de lım hom eln sim ples, /ıonīnıe sir¢ 中 ıe ? l£mssie sobre
m idico . M ontaignc chegou a ponlo de afirmar. c m s e u n o tiivel ensaĺ o sobrç os
corthecim ento oral dos m in eiros de Jo ach i rn s thai, o n de ele gp n hava a vida com o
buinanista G eorg A g ricola so b re m ineraç āo (15 5 6 ) obvian ıen te deve m uito ao
tinham algo com qu e contribuir p ara o co nhecim ento im p resso . 5 8 0 livro do
E ï ï ı in ııī7ìem s cam pos, hom ens e m ulheres práticos, a s sim com o acadêm icos,
S O C IO L O G IA S E H isT Ó R iA S D O C O N H E C IM E N T O
m oderna? E ste problcına
sera discutido no próxim o capitulo .
telectuais eu nìp eus. M as quem eram os
m tclectuais nos prim «į rdios da E uropa
fo rm as donu nantť s de conh ecim ento , particularm ente aq uele possuido p
elos ?? i
D en m do co ntexto dc in tercìm bios desse tipo , e s te e st u do
se concerıa a nas
tio m onm no para nm nuf. N u
r a r a r M harm na década dc 1 7 7 0 .
ńnçāo dc canh ĉ ies (
"
/ l h' s o ir
"
), por exem plo , foi utilin ï do por u in co nselhei
ro do ?? suq
ue cr. 1 a paæ n teın cn ce útil em certas 1 1t1
1 . I ÇÔĦ práticas. O verbete sobre ?? fun
d
bonıtlo res tornar. ı m público s os co nht
·
c im ento s dos an esiios na E luidopédilï , o bra
de pesso as ap rcciiveis e úteis. A ssim com
o a ıoy,ll S łx ıery, ])iderot e seus ? ? col
rais c as m eť ārıicas (vt' r c a p. v) ė tiť scrita co m o inadeq uada por rebaixa
r o status
E ¢ıriť ltlpŕ diłł. por exem plo no verbete
" A rte
"
. o n de a distin ç āo entre as artes ??lib
pelo conhceım enco dos artesã os tan to co m o p
elo dos plłiltısopht$ é visivcl na
1) enis 1 ) idero t fo ı o utT u ad ın irador de B acon nesse particular. Scu interesse
casaniento M z
'
Ħwoń m s E nıpiń Ń . h · hd tonnuM o zu oniunxhM .
tim e alem ã o o polim ata G ottliıcd し eibniz.
"
R e u n ır teóricos e enipiricos num
ocupaç i}cs e oficios. A quesđ o era, c o n ıo dis$c nunla ı
nistura caratteristica de 】? ?
co u descriç ðes dos con hecim erıto s esp eciaiizados ou segredos dc di
fereırtes
soas co m uns. A R oya】 S ociety de L ondres seB uiu a m
dição baconianae ? ? publ
sć culo antes - dc quc ï ı1esm o os sábios poderiam ter algo
a aprender co
m as ? ? p
c
partilhada por L uis V ives. Que tentara refo rm ar o sist
em a de conhecim enl o um
E xiste unia ligaç iio entre a epistem ologia em pirista
dc B acon e sua ? ?cren ç
em preendim ento baconiano que fo i a E }ıtitlopłdıd .
pirism ?, term o cu nhado em 1 7 3 6 e discutido no artigo s
obre o tem a no
sente livro , ė o que hoje cham am os de
"
e m piń sm o
"
, e quivalente ao francĉ s ? ? e
1 4 U M A H ßT _ - A L uo 0
0 N H E C IM E N T O
as
danç a e da continuidade na M stó ń a cultural da E
uropa.
bém revelam uiTıa im portante diferen ç a
de opiniāo so
bre o peso relativo da
? ? m
às universidades. 3 E sses desacordos sio em parte questô es d
e deiìniç ã o , m a s ? ? t
a
te Jacques L e G ofF, falam de irıtelectuais na idade M éd
ia, pelo m enos em relaç ã o
com o Maıifesto dos ill telertuais a seu fä vor.
2 0 utros histoń adores, ? ? particula rm e
no decurso do debate fan cês sobre a culpa ou inocência do capitã o D reifuss,
burocracia. por outro lado , a a s c e n são do grupo é datada do fim do século x Tx ,
hom ens de letras que n ã o queriam ou n ã o consegtıiam enco
ntrar posiç ōes i1a
X Ix na R ússia, quando a palavra
" intelligentsia
" foi cunhada para referir- se aos
D iz- se [requentem en te que os inteleccuais só surgira
m em m eados do século
C ontin u id ad es e d esco n tin u id ad es
te
"
, u m
"
e s tr a t o s e n i āncoras, r elativain ente sem classe
"
.
1
N um a expressã o farnosa, jii citada (p. 14), c ham ou - os de
" intelligen tsia ? ? üutu a
tarefa especial de form ulai : um a in terp retaç āo
do m undo para essa sociedade
"
.
M annheirrì os descreveu com o os grupos sociais que, e m to da sociedade,
-
têm a
dutores e dissem inadores siio m uitas vezes cham ados de
" intelectuais" . K arl
de conhecim ento nos pīím órdios da E uropa m oderna. E sses descobridores, ? ? p r
E ste capitulo se ocupa dos p rincipais descobridores, produtores e dissem inadores
H . C . B E E C H [N G
O qlte c\ł tıiio toıı}ıtp nă o é totılıeciłnetıto.
Soīł o senlıor tiesta escola.
N ilo hi cołriıceiınetıto senă o o H ıeu .
P rinıeiro eīt ; łł1etl ılolï ıe êjow ett.
B A Æ O W
tnais łoıĮ w q łe os ot¢tros hom ens.
S ttber . . . T l llltĮ vocaçiio . . . Doim do- nos de 11111o hłz pata enxergar
os h trados E 1łropeus
0 0 jï cio do S aber
n ·?
]o X V II P oulain de L a B arre erTl seu tratado A ijełłtıldtï de dos dois sexos (167
3) ·
m enos
"
e x cluidas" da busca do saber, c o m o o bser va r a o filósofo francês do ?? s
éc
levanta a questã o sobre as m ulheres de saber naquele tem po . E las estavainl n
ìajs ou
19 4 0 apresen to u co m o
"
o papel social do hom em de saber
"
.
8
H oje, a e x pressã
o
o objecivo deste capitulo é disctıtir o que um notável ensaio sociológico d
c
ras.
vam respeito pelos colegas ınais velhos, que podiam ajudar a lanç ar suas carn i
·
P ara nio nlcn cion ar n rodos ritualizados pelos quais os m ais jovens ? ? d emonst
r
m as qu e deseile kivia costLım es p róprios, c o m o a tro c a dc cartas, livros e vis
itas,
nteiras nacionais_ T ra tava- se essencialınente de um a co rn u nida«le irT ıaginåria,
exprew ava a
scnsaç āo de perencerenl a u m a co
niu n M ade que tram cendia as
couTo cidadìos «ìa
" R epública das し c? s
"
(R espłth!ircï liıtrm ria), afirmaçio quc
D o século x v ao x vJIı, o s a c a dêm icos se referiam rcgularm crıte a si m esm os
ıes- i ? [[r v s).
quer dizer cu] Ľum e niio literattira (do nde a n ?
cessidadc do aą jetivo em bel ·
I ? llrırıı), o u
" hom ens de letras
"
(ırıť m ri, / ıorlım es dľ lr【rrrs). N este contexto, Jełın t
ciais cuj os m en7bro s se co nsideravam
" hom ens de saber
"
(lim i, c n ï dírî , sd u 【tlır\ ? ? G
dos
"
.
{ , O ten lo sei ctltp rw dtì alg im as vezes a seg
u ir p ara
d escrev er grupos ??
s
e E rnest G elln er, e descrc
·
v e r os ť spdcialistas rıo
con h ecim en to co m o
" ?? letr
para evitar contiısio, pode ser b aa ideia sE gu i
r o5 passo
s dc S am uel C oıeridge
os hu m anistas d o s filósofos escoìiisticos, a que t
antas vezes denu n ciaram .
R enascinıento . T ' o u t r a a irıđa separa , e n t
r e o $ iīıt?lcctuais m edievais d( L e G oĦ ,
tinu id . łde afast. ı o c lero pro testante dc
se Lıs p redecesso res, o s hu m anistas do
jctivo ]t · \ n u a lgtins deles a exp ressarer
rı atitudes arici
- intelectuais. 5 O utra ? ? desco
m eios para U lli fin
l m ıis elev ad o . a rcıiāo. seu ideal era o do
"
s a n to
"
, e e ss e ? ? o
ou
"
c hA m am ento
"
n ão cm o sah cr 11 0 11 1 a ativitla
de p o ī
iti ca , qu c eram sim ples
(Lais" . 4 C o ntudo , a o s o thos d LĦ scs p lIrit.ıı】os, S
U A v e M ac]« ira e gc1 1 ė rica vocaç ã o
? " intl : 】ec tu ais radicais
"
ııu ı1 1 a s o c ictlade trad ici
o n al,
" livres de co nex ĉ ies ?? f c
ingl, s d d $c\ııo xvIı, sTIc . i;i ĥ li aprescntnhT
co mo o pri
m eiro « xem plo h istórico
tam bć ın apo ntar a d istiincia ciıtrc o s p
!riıd s¢1pht
'
s m tic]ericais c o clero p uritano
æ gim c, c
o 5 phi/ł\$Lļplns clo \ ıculo x v 1I [ . Q uc qL ıeriam
refo rtT J ar 0 S eu . P oderia
contintti, l3 t\ t · e n t r e J intclligctıt\ ia c(o sė cuł
o x lx , qtıe desejava derrub ar o an tig o
urn , 1 łu \ td ria tlni in tclecetıaiq , i īnancira de
F ou cault poderia discutir a ? ? dc
o critico īnaıs rJ d ical dew es pressup °
sto s co īn u ns
.
xcrgar () p rese
n ti · m lo e a c a n trıtm dadc con7 o p m
b len ıá ticūs, ıī 1 a
s c o n tinua sendo
no 'i s c m dh, ? cs J nm m c'm o ' . M chel F ou
cauh nāo fM
a prh n eira pesso a a c n
prest
'
l i t e
"
, rl u
\ c ī ı tido d c pt
'
n c r u t , i r 0 pa\sauo 0
17 1 b usca d e p
esso as m ais O u ? ? rn
do ì h uıï ı. ı n n t ,ı s tld I Łcna\ t\ mtnto. T al \isiio ė
?x cessį vaın cı1tt
"
v o ltath para o
Iiunıini\ rï ıo . T łtıť o u iııa vcrsiio secub r da c
lt · r u protestan te . o u dcícendcntes
? in ecllı# cn t \ ı. ı r a dical do século x lx . Q
tıc sio tłes
ccn clcntes do s p lłilosnpıłcs do
unu ť i$ io co rııtl¢ıı so b re o 1 in tctectuais dt
· hoje ć q L1c eles sāo d es een d e ntes
ıd U A L \ H ı\T t
\ R ı, \ S { X ı A ı í X 1 r c \ N ī ı E c ı »
l u Ų T ?
dela. 1 1 E raın
R rupos corporativos, às vezes organizado
s enl colégios (com o o
\ ugłr assegurado den tro da u niversidade ı1edievai e con1 status no
m undo fora
cos e advogados. ı) ireito e tn edicina eram as duas p ro fissõ es s
eculares cultas. c o
m
os letrados incluiam lini grupo de esm d ioso s
leigos c
ultos, e m geral ? ? mé
d
surgim ento das cidades.
com o o das universidades, re s u ltou da crescente divisāo do t
rabalho associada a
o
m osteiros pela prim eira vez desde a A ntiguidađe tardia. E sse d
escnvolvirııento ,
nessa época que os letrados europ ei
ıs se ton laranl visive
is no m undo fora
dos
nos faz lem brar (łuc m ulheres dc saber ja eralll encontradas n
o séctılo x I Ï . F oi
O exem plo de H eloisa, que era alu na de A belardo ant
es de se tom ar sua am
ante,
A Idad e M édia
caso lhes fosse explicada o11 1 term
os sim ples.
1 o
condcscendente de qu c ınulhe
res inteligen tes poderiaıı cntendtr a i1ova ciênc
iap
ublicotı lIın tratado ch am ado A r · I l' ftıiIisıılo p trfa dfunas lia su po siç ã o
u Iı1 tan to
bre a pluralidade dos m u ndos p ara u nı p
úblico feın inino. e F raiıcesco A 19 aro tti
çiio das ınulhcrcs era m lrginaı. B ernard dc F o nt
e】ıcl]e escreveu seus d iálog
os ? ? s
de estudo co m o a filosolìa natu ral. Q ue cıa prct ria. T am bém
nessas áreas a ? ? p
ospara a nianiuesa
de C lıiitL
· ıet, a tim de persuadi- la dc que a histó
ria era tï o dign a
publicou suas opiniåc lìlo'\ficas. V oltaire escrevctı se
u E lłsaio sobre as nłtıneim s
M argaret C averıdish . U uqttŁ
' sa de N ew całitle, a s ç istia a reun iõ es da R oyal S ociety
M ulheres tam bı- m fizerurrr p arte da 1evoluçiio C ientifica e do U um inism
o .
hom ens vianl com o stıas pre[ensô es inte]cctuai
,
.
I
I
culo xv, ï sotta foi para ulli co nvento d epo i
·
i d t
·
e xposta ao ridículo p
elo que os
repel
i.laq, co mo no caso d a italilnas Iso lta N
ogaro la e C
assan d ra F edele, 1 1 0 ? ? sn
L w sc cnmsscm ent
rar no circu lo dm hunm nŃ as, por exenwo , poderiam ser
universidades. podil]n aprtııucr latiın com parentes ou com alun tut
or privado ,
m ewnos crmos quc
os hom em . E ra í= O extrcnìanlcntc raro que e« udassem nas
M esm o aqsim , a s m u lht
·
r e s iıāo participavam da 风 叩 úh
lica das L etras rios
co- M atenliiń ca em I onıa
.
Para sua
corte 0 nl E stocolın o e, a pós a abdicaç ã o , fiındou a A cadem ia ? ?Fi
s
C ristina da S uécia, q
ue cham ou lcn¢ D cscartes, H ubo G rotius e outros sábios
e escreveu
um tratado sobre a aptidāo das m ulheres para o estudo e a
rainha
w u na R epública
H olandesa, a ssistia a confcrö ncias na U niversidade de U trechtualdJdc
de hotn cns c niulhcw a universa A nne M arie S chuun nan , que vi
[ou os
E tısaios de M
ontaign e, e s tu dou alquim ia e escreveu um tratado sobre a
auton
dc
· / l (idtıth' tl,ıs iıırtlhrrr no sć culo x v M arie L eJars dc Gourna que ? ? ed
ıté o f
inal do
,
século X v [II . E ntre as nıais fam osas delas estio C hristine de pisan .
irtstruída
s
"
,
.
E m bora a express. Io
" blïıesrıı{khıR
"
[litcrata] nāo tenha sido cunhada
Ê verdade que existiram ao longo do periodo m ulheres de letras ou " dam as
2 7
0 0 Flclo D O SA U E R
m esltlo escrevendo por enco m enda de editores
- inıpressores. F icou m ais acil,
os im presso res, po r exem plo corrigindo provas, fazen dti inclices, tra duzindo otl
dos- im pressores, c o m o A kio M an utius e171 V eneza. 15 0 utros trabalhavam para
as opo rtunidades de carreira abertas aos letrados. A lruns deles se to m aram ?? letr
U m a das pń ncipais consequências da inven ç āo da prensa tipográóca foi am pliar
A s co n se q uên cias đ a im p ressã o tip o gráiï ca
dade coletiva. 1 4
quc serao discutidas no cap . ııl) tarnbm sugeret11 o aparecinlento de u m a idenń -
fessores. A s sociedades o u aca{icm ias frm dadas por esses hum anistas (instituiç õ es
sidades. o e n s ino das hunm nidadcs crava unm i? ntidade co m um enre os pro
o uso crescente da palavm
" hıım an ï sta" su gere quc, pelo 111en os nas ? ? unive
um m odo d( ganhar a vida com o co nhecim ento , n la s ī】a o e r a u n ia boa vida . 13
palm ( n(e nas escolas de direito , to r n a fiicil entender essa reaç iio . E nshu r oferecia
P rofesso res nas escol e universidades, ā exceqiìo da de algiım as estrelas, ? ? priilc
graç as a m inha m ī estrL
· la, po r abrir Lım a escola .
"
A baixa rem uneraç āo geral dos
do século X v " E u , qllt' a tė receı1Łc11 1ente gozava da aın izadc de princip es, a c a bei,
nio u llla vocaç iio , e 1 1 }ıunıaniĥ ta ir1 ]i. 1 1 1 o c s c r c ľ ia entri' c c c ido a olltru ao final
ralidade d e seus p atron os o Lı m eceiıas. P ara alguns deles, o e n s irìo era u īn a sina e
universidad? , o u a rlm
'
nnl com o cum res privndm , o u , n im h . Depen dĹ un da hbc
estavam lias o rciens religiosas, ilia s m L litos erain lcigQ s, e e n sinavam em escolas ou
outras partes da E u ropa . E sm s hum arlistas eram lini n ovo tipo de letrado , A lgum
" hunianiw m
"
hnmanisn¢ c o w rīn o sc cspahou, prhnciro na ĺ M a e, depoh , c m
nlan idatlt' ,
"
iver cap . v). O s PrcJssorĽs desse novo currículo eralll apclidađos de
inven L ıda pClo ç scgu ido ľ cs ? Lun currícM o universM rio dc csM o novo , a s
" hu
Q uanto ,ì palavra
"
c s c o ],isticos
"
(.dlu/¢ıSli(i), e ra u llla c x pressāo desdenhosa
século x II . e ıì c o ] ıt r lv a n t - sc nas co rtes. ï 2
com o o in glĉ sjoã o dc S alisbury, n o
" lıom cns dc letras
"
(ľ iri liııť ıiłıi). Clrigos (deri (I), m e s tr e s (nłtłqistri), o u filćisofos
"
e s c o lāw icas" , e m hora nān usasficm esse ten H o e sc refcrissen7 a si nıcslllos co111o
proĤ ssoÆ s. c r a m principahıwnc o quc dcscrcvcm os co n to fHósofO s e ređ ogos
çiio aos habitatìtes na rï n ais da cidade o111 quc lhes acontecia viver. Q uanto aos
nM . C O nscìcncv com o m cM mam su as can ç ô cs Lninas dc sua thĤ rcnç a u n r e a
de univcrsidadc cm univcrsida? . D c ınodo quc fo rnıaw un un l g rupo inwrnacio
A lberto M agno Ľ ıogcT l$aco n erulll fratles. O s estudantes frcquentem ence iam
Prussores rneclicvais, T om ās de A quiııo . Pescłu isadores acadėrnicos do porec de
giosas, prin cipalm crttc doın inicaıros, que contavam co m o tuais farnoso dos
des era constituida por m em bros do c]t · r io . M u itas vezes m em bros de ordens ?? ret
N a hide M ė dh , po ń m , a naioria dos proŘwores e alunos das univc? da
m onopiilio tlo conhccinıento e da prática contra com petidores nāo oficiais.
C oligio dos M ė «licos dc L o ndres, fundado em 1 5 1 8 ), e m penhados em m anter o
a8 uhm H IsT O kıA 5 {X A L lx) C O N rTE C rM nW O
tas italiano s, incluintio L eonardo B rııni, poggio B racciolin
i e L oren zo V alk, ?? f
com o secretário s de goven lantes, aristocratas o u e
ruditos. Im portantes ? ? h uman
i
Aguns hom ens de leras ? rm ados pca univerń dade acharam em prego
"
intelectuais a]icnados" foram er71 parte respo nsiiveis peļ a I
ł evoluç ïio Inglesa.
18
Pesas cam o do uto rado . N o caso da I nglattrra, c hegou a ser sugerid
o que esses
dantes armados m archarain p elas ruas o111 p m testa co ntT a
u m aunlento nas ? ? d
e
Parte na faın osa revolta corım a E španha cm 1 6 4 7
- 8 . E llI cerca ocasiã o , 3 0 0 ? ?es t
de graduatlos se fn ıstrava enl su as asp iraç ōŁ
's, E m N iipo\es, e studantes tom aram
dantes com eç ava a exceder a deıìanda po r seus serviç os, e s u bstaiJcial p
ro po rç tio
fiıncionários fo rm ad os o111 direito . E m rn eados do século x v I I , a o ferta de ? ? es t
para o clero das p;ìróq l]iľ i, e t a n J béııı da crescen te dem anda dos go
vern os p or
tou em parte da nova fu n ç ã o da lıniversidacie com o insti[uiqio de Erein anıen to
o aulllento do nū m ern de estudantes no sêctllo x v ı e início do xvII ?? resu
Cloras da vida de estud os co rr】o carreira.
m M cas. U esa m aneira, n s igrejas po dem ser cottsideratias, ìi sua revelia, ?? fund
caso do pasm r luterano P aulo B O M
uau , c o m pùador pio nd ro dc bibhograñ as e
dos conto vocaqāo , n hıd? que con ń nu ase m a servir suas parå quim , c o m o n o
cos.
17
parct
· do clero educado nessas institu iç iĵ es parece tcr st
- dedicado aos ? ? es t
de nim dos do sécuhJ x v I m cm ra cukL do s c me h a n æ co m a ed ucaqāo dos pára
rcfon nldorcs protcst, 1 1 1 t c s . D o lıdo c ltå lico , a ĥ nułaç iio de 5 cnıinirios a pa
rtir
S?Sse o E vangelh o ao p o w , s e n do a ew e re ĥ p cn o seg uid o p o r
c ah · ino c o u r o s
M is L urlro d espo n to u a tem po dc sU S tĽ i1 (ar a į Ĺļ eia dc um clero culto q u e ? ? p
r
A ndréas K ad sm ? , C hwu a po nm de sugcnra aboh ç M do s graus acadên ń cm .
sup 山 田
uo o clern . S eti colega ainda m ais radical da U n ivcrsidacle de W ittenb erg ,
nho L uccm de Lıi11 sacercJócio d c to
tlos os crentes origin alm en te p arecia to rī1 ar
m et1$ de saber n o sė culo x v ı. A ıŁefon na acrescento u ou ? . A ideia de ? ? M ar
t
O s gn 中 os atĉ aqtıi m en cio
n ad o s n ï o esgo tailr as op o n i
ın i« ļ ad es abertas aos ? ? h
O p°rtıin iđ ad e
s em I g rejas e E stad o s
çðcs, c r o n o logias,
c o s ï n o graĥ as. T licioniirios c outros giıias para o co nhecim ento .
Londw s t
' outra cid ? 5 110 final tlo sė c\ ılo x v i. procluzindo , e n tr e o llt r a s ? ? publi
c
pt,ıąm ıp/ł/ (vcr c
ap .
V ll) . ĺ iguras xcm elh an tes p o diam scR enco ntradas crn P aris,
do m nto c sobre al
varicdad c dc aw u nm ' quc vieram a ser co n h ecid o s co n 7 o
nista cottetia suqtc ï 1tar
-
Į c co m % LıaS petras em m ead o s d o scuto xvi, ? ? c s c r e ve
i
ĺ . m V cneza particularm en te, 1 1 n l grupo d e escrito res co m ed u caç ìio ? ? hu r
n
do ,
,
IW tda à op
°rtu nid ad e dc
" dista tıciar- se
"
de todos os W P O S so ciais enl seu ? ? m
u
nıaı)cir
a de M um h eim , c o n ıo c x e m pios do in telectual flutuantę , su A a u to n o n lia
- _ N orbert E lias retrata os h u n ıanistas o 111 geral e E rasm o em p articular, å
ajenos,
le v e s u
c e ss o s u ficiente com setı' livro s para se lib ertar d a depen d ė n .c ia d e
e【ırbo
ra ainda fo ss
e d ificil, s e guir a carreira de
- hom em dc tem s
"
. E rasm o , peļ o
o a Fıclo no sA nm ı9
substarıcia] das obras cu ltas publicadas ainda era escrita por m em bro s do clero .
de L uis X ï V . 22 A tė (, final do periodo deste estudo . e ı1 1 e fiın o a lėm dele. pro porç āo
suas tıìargens con tinuava sign ificativo . P odem m esm o ter sido a m aioria ï 1a épo ca
O rïúnıero de escritom que eraiıt m em bros do clero ou pelo m enos viviam â s
0 1e W urm . c o n tinuaram a co ntribuir para o con hecim ento enl seu tem po livre.
com o N icht) las de P eiresc cjoh n S elden , c m ėdicos. c o m o T heodor Z w inger e
nom o G ian - D om eiıico C assini e ao ĥ ıólogo C harles D u C aīrge. A dvogados,
pensiies genernsas nilo apenas a B oileau e a outro s poetas, 1 1 1 a s ta m bėm ao ? ? ast r
vam S trıđo uına İ im tc im portante de n nda . L uis x Iv . por exem plo , c o n c e dia
A ruptura co m a tradiç iio nāo d ť ve ser exagerada. subsidios reais ? ? continu
obras de historia, t
' tainb , - in a s peç as dc R acine e os poeirras de B o ileau . !
iazcr carreira cm literatura - n o s e r ı titło am plo do tt' rnıo . Itıclu indo dicio nário s e
atnida,te entre 1 6 4 3 c 1 6 6 5 slıgcre q u c . c o m c s t r a t ėgils adeq uadas. E r a possivel
patīu cinıo c public. T ç IĴ cs. U nia an ah se ab ran w n d o 5 5 9 escrito res fran ceses em
cada , quc cscH ttrrcs c estu dio so s co m t' łlssem se 111allter graç as a Lim a m istura d e
E nı nieados do sêcuo x v u , c r a c a dA vcz m aıs co m um . c n ? ora ain da arris
burg -
A cadem ia S tıec ; ı. A posr \ , io is vezes incluía um salin o , c o m o n o c a s o de ? ?O ld e
kojal S oclc【y, Fo Æ 1 cy, tia A cad« · n n . 1 , łc U crEim , ť P er W ilh elm W arentin , da
tcn clle cra secrctirlo Lìa A cadcn n a F ru lccsa d ( C iė n cias, } łenry O ldenb tırg . D a
passo u a eM \tır 1 fun ç iio de , ¢crcúrlo de so cicdadcs de cs【lıd o s. Btrnı?d de ? ? F o
veı1czı. ı n o , c o n hť cıtnem u q ue 11 14 1 1 cardc p u htico u (vcr p . 13 4 ) . N o século X V 【I,
qua po
' ıçiio p ara sť u lftJ rm dr so bre o 5 htilï oreq do łiıncio nanıento do r E stado
A m elo t tıc la H o u ssart · . s e c r c tİirio do enrbatxado r arıcês erı1 V en eza, que uso u
eın baixado w ų tu n bė m nnham w us assisten tes. às vezes h om ens de letras co m o
e cn trŁ · o s s e c m tán os de F rancis B , i c o n igura\ł o jovem T ho m as H obhes. O s
servtç o . E rasn ıo , po r extmplo, e m pregava G ilben C o usin . T a m bim um estud ioso ,
łomcns de \ lh ' r t a m bė m podiam tom ar LI[ı1 sccretiin o a u am anu cnse a seu
pń ncıpłl dos ¢ť trado s 0 1 1 1 m u itas cultttm s.
2 íj
dich nahn cnw cercavam o m . S cu papel cm dar ho n\ co nscu ? , fúnç āo po ? ca
do s a sm 'Ķ o do m . H o m ens dc letras po r o po d ç āo ao s h o m ens de arnras q u e u a
tcn n o
" lem do
"
(tleriv ad o de lirrrrdt' lls) cntrt) U em uso p ara desigru r os ? ? advog
onde O po der d o ?Į ccrctirios era :nnd a 111 3 15 óbvio ncqsa épo ca. s o b F ilipe n . O
até que seus ım m ıgos an st? cr. ıt a ţ o fizenım w r co ndenado à m o rre . N a E spanha,
era niais um coīrse}heım que ulli escrituririo . E r a o braç o direito do rei E rik x iv
ho ınenv de pouco b erç o , c o m o Jö ran pe- n . Filho de um clérigo . P ersso n . Q ue
culo X V T entro u para a histón a co m o a épo ca do
"
poder dos secretários
"
,
vcm antes q uanto para as rıo bres (vcr cap . vI) ı
·
e ill geral. N a suécia. o inal do ? ? s
no perit»do . Q uando aum entava a circulaç iio de do cum en tos tanto para os ? ? g
explican do com o desem perıhar a tareū sugere que stia
im portān cia a
um entotı
ram secretários de papas. A oc\łpaç ìio niio era nova, I T u s o n ūrï ıero d c tratado l
3 0 U M A ıŁIS T O IŁıA S (X ım I K Ł¢X 1 N H E C IM E N T t)
diziam ua época
" im parcialidade
"
. N o s e n ńdo de ulm diş tiincia critica de ? ? part
eruditos leigos, c o m prom etidos com um novo [dea] , o da autonom ia, o u c o m o
do, m as te riam sido im possíveis sem a existtncia de LuLL corpo substancial de
cessários se o clero nāo co ntin uasse a ser tım a brç a poderosa llo m undo cultiva=
afirm aīrdo que engaJravam as pessoas co m iıns.
26 T ais ataques teriam sido ? ? desn
eÆ ouu as palavras um ataque àL au to ridade de um grupo de hoın ens de saber,
qtìes cada vez m ais vigorosos ao que os ingıeses cham avam de
"
o s sa c e rdotes" ,
dife]entes grupos. D e m eados do século X V II e1JJ diante, por exem plo , havia ? ?at
C om essa clifcrenciaç āo sociaİ n o m undo do sabel' " rgiram co nflitos en tre
ı- lenti de Ĺ a P opelinière.
2 5
vocaqiio, inclusive o historiador alem ã o Johann 5 1ei«lan e o historiador francês
M em bros de profissõ es cultas especificas å s vezes viam seu trabalho com o um a
s!rblim es, a bstrusos e in trincados, distan tes da observaç āo e do senso com uns
"
.
entendia n â o a rnfor maçio sobre " quescô es óbvias e vulgares" , m a s s o t»re " te rn a s
trat a verdade
"
e
' '
alcanç ar o conhecim ento
"
. P or " c o n hecim entö " B arrow
tado D a irıdtistria, a r giıın en tando q L1C O
"
n e gócio
" dos acaclêm icos eta " ? ? e n cot
em C am bridge, discutia 0 estudo com o vocaqã o O U
" chnnamento" e ıL Ì s e u ? ? t r
Q exã o de M ax W eber sobre o tóp ico . Isaac B arrow , diretor do T rinity C olİ ege
N a Inglaterra do intero do sė culo X V U , m a is cle dois séculos antes da fam osa ? ? r
O s letrados do p? odo coı】1e( avam a ver sett trabalh o com o unia vocaç iio .
cio da m odernidade in corporava a autorida, lc in telectual.
(e alvo dos versos que figuram na epígTa a este capítu lo), o professorado do ?? in
m injow ett na O xfo】 · d do século m x . D iretor do B allio1 C ollege de 1 8 7 0 a 1 8 9 3
bindo retratoS de p]o fesso] es IJA U niversidade dc U ppsala e outras. C om o ? ? B enj
corı】 os títulos e as vesrt' s a c a dén1īcas, e ta m bém peto surgim em o de galerias exi =
fessores. Seu senso de um a idtntidade distin ta é revelado pelo crescente ctıidado
perior. E raın m uıtas vczcs leigos,t m u itas vezes ĥ lhos oo ger? os de o utros ? ? p r
segunda rlretade cla século x v ï I ï , s e n i c o n ta r o u tr a s institu iç ô es de educaç ã o ? ? s
c a]ınF nte no 11ınndo de lingt1 ı alem ã
- onde havia m ais de 4 0 tm iveisidades na
os professorn univcrsitáľ ıos co m eç avam a form ar um grlrpo distinto, ? ? esp
senile. G abriel N nud Ĝ . H enry O IU enbu ľ g , T héophrastc R enaudot.
24
bert, D enis D idcrot, S am Lıel H artlib , G oŁtĥ íed W ilhelm L eibniz, M arin ? ? M e
n o m se repetirã o nestas piiginns, e n tr e e les F rancis B acon , jean - Bapte ? ? Co
to
"
, porque tentavam organizar o m ateria】, além de coleti
- lo . A lgulJs de seus
rences Į ugares em co n tato en tre si, o u c o r n o
"
a d rn i ïiisrradores do conheciı? ? n e
dias co m o
" intenn ediários da infonn aç āo
"
, porque punhanl estudiosos de ? ?d i
U m grupo pequeno m ? s influence pode ser apresentado na lin guagem de nossos
uso cada vez tnais frequente de ten los conto a N leı+r lautorl e P a i n lescń tor}. 2 3
sua crescente autocotıscıência m arcada, c o m o n a F ran ç a do século x v Tï , pelo
trados europeus. O s escritores fon navam um grup o sem i
- independente, se n do
Por volta de 1 6 0 0 , e r a c laro U I1】 processo de difereitciaç ã o estrutural entre ? ? ost
D iferełıcia ç ã o estru tu ral
a qF lclo no S A U E R 3 !
tc, c o m o c o n s e lheiro ou com o historiador oficial. E sse tipo de posiç āojá apaīrce
O utra alterrıativa ao trabalho rıas u niversidades era servir a a】gu m ? ? gov em
a
versai.
ı ł
tavaın m ais que a tï u ioria deles em abandonar o ideal de um conhecim ento ? ? u
n
tas vezes tam bėm eruditos, tr az iam a inforınaç ã o aos olh«xi de seus colegas e ? ? rc
l
foram dw ritos com o " m e diado res
" fundam entais na R epública das L - . ? ? M
u
L udovico M uratori, e m M ódena, n o século x v ï (I . B ibliotecários desse periodo
K iel. N o século x v Łï ; B urkhard S truve, e m leila. N o século x v [Lı ; e o M storiador
xvï G abriel N audé. E m R o m a e em P aris, n o sėculo x v ï I ; D aniel M ohro( cm
ıom m eo P ï atina, n o V aticano , n o século x v H ugo lļ lotius, c m V iena, n o século
tåncia no inicio do periodo m oderno . E studiosos- biblio teciirios incluiam ? ? B ar
t
exem plo . T in ha atividade dc bibliotecārio , o u t r a c a r r e ira que crescia em ?? imp
o
dades dc erud ito s. c o ın binarıdo esses posto s co m ou tr? s ocup aç õ es. L eibniz, por
Individuos da estatu ra de G o ttĤ ied し ť ibniz e isaac N ew ton dirigiam s oc i
tradicıo n al na un iversiL Iadc. 2
'J
grupo escolher, ı m c o n s c ientcm t
·
n t e s u a o c u paç āo de preferė ncia a um a car« ira
nlento srgnifit
'
a tivo ï 1a hititón i tlo\ letrados euro peus. A lguns dos m em bros do
só foi curıhad o no século x Ix), a a s e c ı1 sāo desse gru po fo i certam en te u m ? ? m
de eın prego . C onsld ť renıos o u nāo essŁs ho m tn s co m o
"
c ienń stas
"
(term o que
geral levasse os quc o s receb ram a co m plem cm ar s?uLs hios co m outras fo rnra$
E stocolın o c 5 o P ercrshurgo , a in da q ue a limitaqo dos liındos disponiveis cm
dam ente as A cau em ias dt · C rċ ncias fłın d ï đas e iinanciadas em P aris, B erlim ,
lariado de certas orw n ızaç ð cs dedicas ii actım ulıç iio do conheciın ento , ? ? no
t
intelcm ıaı nāo 5 o co ï 11o p ru t \ \ o r o u cscrıto r, n ıa s t r ın hėm com o m em bro ? ?as
s
A partir de 1 7 0 0 aproxnn adaın en tc. passo u a ser p ossivel seg\ıir um a car reira
de que o que «»s estim ulava era a curioì\idıde intelvcrual
desinteressada.
2 8
tudiosos fran ceses com o cıłrfť ï tx dava a imptessio, e pretendia dar essa im pm sāo,
ral precis, n m
' nte poĦ ue e
ram
" livres e dt« in ıp edidos
"
. A descriç āo de alguns ? ?e
SpraL alin n ava a in ıpo rtáncia do papel dos nob
res na pesquisa em filosoóa na【? ?
trezentos anos antes), o histo ria{Į or da recénı- fundatla R oyal S ociety, T hom as
escritores profissionais. N tun a frase quc lem bra M annhe
im (m as escrita quase
dades ou as obras da n atlıreza), ās vezes olhavam co m sobranceria os pro fesso nes e
lia (e tarnb ė m na inglaterra, e m fins do século x v [I , e
s tudassenı eles arte, a irtiguį -
os alem ã es pedantes. N obres am adores. o
u ıìirtwosi, c o n to c r a m c ham ados na ı?? t
G ť lť iırrh ť it. O $ alem ã es achavam os franceses su perlic
iais, e o s franceses achavam
culo x vl em diante, c o n tr a s ta v a c
o m o interesse alcm iio pela cultura latina e a
um a vez niais, a ėnfasc francesa nas lrnirs e no
vernáculo, dc m eados do ?? s
seus clientes.
27
seus m onopólios
com a ajuda de linguagens que nii
o podiam ser entendidis por
tam bém conıeç aram a ser
atacados co m o versōes seculares do clero . Defendendo
çaram a falar sobre o co n
hecim ento com o
"
o bjetivo
"
). O s advogados e m ėacol
dos tanto ï u lgn ia quanto no E stado (só no óm d
o século X V Ï LI as pes« ) as ? ? coal
3 1
uM A H rsT I X L A S{K I
A L
Poderosa" (die Vrnnił luid eine m ä tlłtig ? rr F edť ı). 3 3 A o final do periodo, o jovem
"
nāo reconhecendo ningu ć ııı coin o supen or, a penas a razāo e ullla pena m ais
G onscbed dc que os estudiosos cm aç aQ eralll tão livn s quanto os govern antes,
sinal ainda de autoconsciėncia foi a declaraç ao do critico Johann C hristoph
tl llonra do sabrr tłh'llł¢ioì (17 4 7 ), o rganizado pelo filiįsofo Jakob H rucker. O utro
sor Johann lļ urchard M encke, e o alrH ıtrn- prı dť r D ť tłtsrıw G rlť lłrsdnłkť il I TertïpJo
G ť lcııï rť rı- lÁ xiroıı l D id¢ıJI¢ir{t) dłs llû /N ?ns dť slłbrr} (1 7 1 5), o rganizado pelo ? ?profe
hard S truve. O utro foi o aparecim ento de coleç ô es de biografias com o o
Sltll com o seil co ï 1corrcn te. a Itlrnidu(iio oo cim lırcilıltJłhì do stï brr (170 4), de ? ? Bur
M orho( uln ptıia do coııhecim ento da época, que fo i reeditado nıu itas vezes, ? ? a
sua auto consciência coletiva fo i a publicaç iio dc P oıyhistor (16 8 8), de I) aniel
zes con\icieradas ullla ordem ou c]ass« social (tlť r G rhlłrrcrł S l,m 4 U m sinal de
ou
"
po]ím ata
"
(P dlj · /ıiš r【tı). N a A lem anha do sć ctılo X V TI , e s s a s pessoas craiı1 iis ? ? v
O s m aiıdarins alemies preferiam o (itıılo de
" htnn em de saber" (G rleltne),
na proissiio das letras (17 6 6 ).
Si ◆ on T issot chegou a escrever tıın livro sob re os riscos especificos para a saúde
đifcrelıtrs t ? rraitts, s
' ils łtc pť tttıcn ł ıes crtltiırer m ils). O m ė d\co suiç o do sė c\ùo x v\\T
qut
'
n āo possam cultivá- lati c11 1 stıa totalidade
"
(cn ćıđı ti£' p°rfrr lełïrs ııłıs iıtīns ( es
especialistas esrritas, 1 n a s de p cţ soas
"
c a pazes ile abordar diferen tes caırrpos ainda
dopŕ dt, 7 tr a z ia ulli V erhcte · io bre
" G ( · iıs de !t · tires
"
, que cnfatizava níio se tratar de
tom ava C ; 1 , la vcz m ais fo rte , a · Ì cqpeiro da direncinçāa c dos cott tlitos. A ? ? Ent
sobre o m t' s ı 1 1 o teilla (17 5 2 ) su g? ľ c q uc a idcntid rde dc gm po dos letrad os se
do), dojestıita italiano D iłn ic]e B lrto li, o u o
"
e i】saio
" do m arqu ĉ s ď A lem bert
A Publicaçio de livros co m o O / iollıctıt d(' 1 ? fftłs (1 (14 5 , n m ito reeditado e ? ? mduz
Iden tid ad es d e gmīp o
lectua1 . C om eç ava a ascensã o dcs m andarirıs alemies . 3 2
local. C o mo funcioniiń os chineses, 9 anhavaırt p oder n a base da distin ç ã o in ? ? t
ve se dcs : lohm vam com o pro ĺesso res universitiirios e co nselheiros do principe
A lguns estudiosos alem iies, c o m o Þtem ian C oilring (ver p . 8 7 ) 亡 B urkhard ? ?st r
nria
"
queestutlava co m o ap resen tar a tn clhor im agem p ť lblica do m o narca.
3 1
hoje co m o escritor de con to s dc fadas) e o utm» s fom iavam um a " pequena ? ? acad
exem plo , o poeta e critico Jean C hapclain , C harles P erraulc (m ais conhecid o
nlar de
"
a ss u n to s c u lturais
"
o 1 1
"
Propagan
"
. TŲa F ran ţ a d e L uis x lv , por
de letm s que fizeram carreira aconselbando governos no que po dcriam os ? ? ch
L ids X V ). A esse gm po podernos acrescentar u 【11 pequeno nū m ero d e h o m en s
II), S anruel P ufendorĺ (dos g ĺ }vem ai7 tes da P nissia e da S u ė cia) e atĜ V oltaire (de
escritores com o Jean I acinc (historiad o r de L uis x ıv ), John I ) ryden (de C arlos
centralizados no in ício do perío d o nodemo, incluin do con h ecid os estudio sos e
na Idade M édia, m a s se u n ūm ero atullen to u co m o surgim en to d os E stado s n ıais
0 0 F IC iO D O S A B E R
de horï rens de letras m ais o u m enos independentes, c o m ideias politicas pń pr?
ascerısāo , e m m u itas partes da E uropa, e m m e a dos do sė culo x v I ï I , de um grupo
rarłırr). H A pesar disso . D e um ponto de vista com parativo , o que ė notável ė a
cesso , đescritos po r V o ltai re co mo
"
o re botalho da literatura" (ıa tdnaille dr ld ??Jitt
século x v [II , e n ı o u t r a s palavras, o m u n do dos escritom cm pobrecidos e sem ? ? s
do " s u bterráneo literiirio
"
, o u G n+b S trert, c o m o e ra c ham ada na inglaterra do
O s exenlplos co nh ecido s de sucesso hterário n å o nos devem fazer esquecer
unıa erıciclo pė tlia co m o suporte de um projeto po licico fosse grande novidade.
pro duzindo o bras d ? referência para poderem viver da pena. A inda que o uso de
que contribuíram para a E ntidop¢did seguiram o exem plo de B ayle e Johrıson
s ? guido po r S am uel Johnson .
1 7
N a F ranp , plłilo$dpltts com o u idcrot e outros
pe fo i apreserıtado co111o o prim eiro hom em de letras independente, s e n do logo
inclusive historiado res. A u m e ï 1 E a v a m (vcr cap. vIII) . N a Ingaterra, A lexander ? ? p
pru liferaç iio de perió drcos. A s recoın petrsas para os p rincipais ho nıens de letras,
N o século x v IH , o s jo rnalistas se to m aram cada vez m als inĦ uentes, c o m a
novas proüssłies.
3 6
vaı11 as n oticias cm b ase diária ou sem anal. A iınprensa continuava assiï ï ı a serar
rev istas cultas o u li t¢
·
r ária \ , P or oposiç ñ o aos, ¢drfipıJ de m eııor status, que ?? relat
cm liaï ic \ , I n glť s c ıtaliano por volta tle t 7 1X } para designar os que escreviam em
guram en tre os prnn ciros Jorn山slas
"
, 【e r m o que apenas co m eç ava a ser usado
m ras e em paru cub r para a hn prcnsa perıódıca vcr cap. vŅ . Esses ex pasm res ñ
dcnianda por pastores c pregptlo res, a lguns dt · les se voltaram para a proissāo das
culto aos protestantes. A o desco brir que a oferta do clero calvinista superava a
essa altu ra. Depo ıs ıia revo gaç iio , e m 1 6 8 5 . Do edito real que perm iń a liberdade de
C o mo B ayle , diversos pasto res calvınıstas tanrb ė m em igraram da F ran ç a a
pcn rá no decorm r deste estud o . 35
no tai de p ć de pāgına. e t a m bėın tta histń rıa do ceticism o , o lıo m e de B ayle se ? ? r
so u a vIvE r do q ue ť screvia. G raç as n stu lagr na história dos dicin n irins e na das
res pelo rcgłm ť dc し uis x ï v . E nsıntīu crı1 R o terdii po r alpu r7 1 tem po c depois pm
que tnngrou para a ıŁeptiblica H o landt · s a para fugir à perseguiç ã o aos ? ?p rotest a
o in telectual an luetipico do periodo . U aylc era um pro fesso r calvinista francĉ s
A ıs N uu tvllt · s c m a m c : ditadas po r P ierre B ayle , que tcın sido ap- ntado com o
(16 6 8 ), de R otııa, a s A tıa E nJdiron+nı (16 8 2 ), de L eipzip , e m u itas outras. 34
(16 6 5 ). A s P lłilį \s, · phituı T iurısa ť ıioıłs (1 5 ). Da R n v a】 So ciety, o G ior?łak de' Itttn , łti
ajudavanı a criar um a nova iderı 隔 山 心 ť para seus leitores : o Jolłmal dts S ałunts
m ero crescente de revistas erutlitas o u culturais publicadas a partir dc 1 6 6 0 que
R TpwM iqttc des L enres era 0 titu lo de um a revista fundada em 1 6 8 4 , dentre 0 ? ?ni
co in fitquência crescente de m eados do século x v II em diante. N outıelks tfr k
L etras. E x pressāo que rcnıonta ao século x v. m a s quc passou a ser em pre ? da
O s letrados eum peus tam bė m se definiam co nto cidadã os da R epública dai
status dos professo res.
G oethe, e s tu darıte rıa U niversidad e de L epzig , se im pressio nava com o elevado
3 4 U M A H - IA So C IA し rx) C o N H E cIM E N T o
qualqlıcr otıtro nos prinıórdios do m undo m odern o .
4 2
de dos candidatos. o sistem a esıava ï J1 A 1s priixim o de u ï 11a meritocracia" d
o quc
COnĺ rcionismo, e r a ı1 1 a v a liadas por exanrinadores que nīo conh eciam a identi? -
no local do concurso . Suas resp ostas, e ln geral com entários sobre clá
ssicos do
ßnalniente, a m e t r · ipole ). O s candidatos eranl isolados em cubiculos individuais
com base cm concurso s em diferentes niveis (o distrito , a prefeitura, a provincia e ,
de parte desw peń odo, a e lite poliiica, ın a gistrados e m an darins, e r a e sc o lhida
adm inistrotr o E stado pam o im perador durante quase 2 . ooo anos. D uran te ? ? gr
a
rosa, pois foi esse gn rpo que (co m algıım a concorrência dos eum lcos e outros)
N a C hina, a posiçio dos 5 lr ? Iī- slıilı o u
"
rìobreza erudita
"
e ra ain da ın ais ? ? ho
m anuscrm . 4
1
nuou sendo atė aproxim adain en te 1 8 0 0 u m rm indo de co m unicaç āo o ral oı1
de tem s ctıropeus. O m tm do do Isli, por o l1tro lado , re jeita\ra a im p ren sa e ? ? c ont
muicaçiio. C orīro vinio)i, n im prensa oferecia m uitas oportun idades aos hotn ens
m uç ulm anos t
'
s e l l s e quivalentes eu rop eus era tlm co n[rast( entre m eios de ? ?
c
qlle acollrcceu cm O xford e N ápoıes
ı ł ł 0 grande contraste entre os estua osos
nw ados do sė culo x v H levou a prott= tos em M am hul de
? rm a sem elhanu ao
◆
" depois de co m plcrar seiï s cstudo ç , e a frustraqiīo dessas cxpcctativas em
dantes comeavaī1 1 a lcr experta livas đe cttrprcgo na zıï ruıti ot1 hierarquia en ı? ?
d
A ssim com o 11 . l E uro pa ocidtnttl, n a inicio do Inıp ė rio o to m an o , o s ? ? es c
de M èdia.
(
" A vicena
-
) c lbıı [ ushd (
" A vcrro Ês
"
), a m bos co nhecidos no O cidente 11a ? ? ld
A lprns estudiosos ganh aram rep utaç iï o intenìacional, c o m o 1 1 o c a s o de Ib u S ina
m ailas m jt · icam a posihiĮī, Ąatlc dc unia m ediaç · io entre o indiviuLıo e D eus. 3 o
m s sagrm w . N āo con ? uh m u m C hłro no w n ń do cT ĵ ? o , po rque os m uç uı
no O cidentt
·
t nedievaì. E s s es ]em dds cstavatll asso ciatlo s ii rcligiĵ o (itıcluindo as
quitas (. 1 \ iıltłııftlsıłs). o o 1 1 1 o . Itrízcs o u co m o conselheirQ s dos govcr nantes . C om o
posiç ; io hoııms . 1 n a s o c icd ıtlL
·
. Fow t · c o m o prosqores nas escolas ailcxas å s ? ?nie
outras pJ law as.
o s e s pecialistas ct1 1
° ihtr,
"
c o n trceim cnto
"
) tinh arir hii m uito um a
O elso dos lcrr adas o cidentais nâ o é único . N o Islii, por exem plo , o s tıïeitttis (em
0 ï sıā e a C hiııa
Petersburgo em 1 7 3 ħ .
nunl scm inírio nlas se transferiu par, \ a e s c o la da A cadem ia de C iências de S tie
M ikııail L om o no ţ ov . o grande polilT ıatı n n ' o , que com eç otl seu aprendizado
D itırirri C antentir (principe d M o ]dii\ · ia e m em bro da A caclem ia de 13 erlim ), o u
ceçāo dc unı w upo in ñ m o dc hom ens de sa?
" O Cidcn?uza? " , c o m o
todoxa ou oriental,o s letrados eram aind a qu ase to do s ın em bro s d o clero , ii ? ? e
da E uropa 1 0 111 por objetivo Į ¢
·
t n brar 0 fato de que , n o m u n tlo da cristandade ? ? o
A nısterda c B erlitTr, c o 1 1 1 c o n ta to r e wtlar entre si. A referĉ ncia às
"
m u itas partes
"
coırceĺ ıtrados eill algu m as cidades im p ortan tes, s o hretudo P ań s, L ondres,
0 oF tĽ ıo l)0 S A U E I\
contribuiç ô es ao conhecim ento é o prop
ósito do prť ixim o capittılo .
de insdtuiç ô cs cnl que seguiranr suas carrehas. E xanù nar essas instk
uiç ô es e suas
diliculdade dc definir stıa identidade selli levar ein consideraçio os diferentes tipos
que segurnnente m erece Lun csm do cspecM co t
alvez seja su ĥ cicm e para indicar a
A brt · v c diqctıqqiio sobre os lem dos no principio da E uropa m adcrria
- tem a
InF laterra. N o s ėcLılo X IX .
4 . ļ
inspirado a ? roduç āo dm concursos para o s
erviç o púbhco na F ra
n ç a, P rússia e
v1 de frıncion ários letm tlos (11 ll( ıion Jlrlires h'ıırc
' ĺ ). O sistem a chinês beni pode ter
conctırsoq, e voltatrc t\ tıva cntre os qlıc ad m iravam os n landa
rins, a que ? ? ch am
QUesna! o Tcforn\ ulor fnıncĉ s do século x vIII . quer
ia im itar o sistem a chinês de
to, s e ı1 1 c o n sidcraç iio dc sıı1gue ou parentcsco
"
. E ra por essa razfio que F ranç ois
deserb o da C hina. A o n m a r w c
"
s u a n o breza veR l da cum ra e do conhecinien
de 1 ń ĥ ¢i) le \ T Iı ta as m esm as questõ es fiındaın entais
num a resenh a de um a nova
ıiı ? nTti n ; ı C hina
"
. U m artigo ilas plrtlostìp lrit¢ıl
·
{ilm sntlio ns da R oyal S ociety Oulhos
ua con7unidade ideal, o s ııra gistrJ dos sen am esco
lhidos por c
oncurso , c o m o o s
um don (notiivel) d( O xford , o ferece o q\ıe
cham a de
"
u m a u to pia próprin
"
. E nlponta d
e inveja. E n] sua fam osa A ntttarrritï th ï II
z ? lałı« ) liłı (16 2 1), R obert B urton ,riosid
ade sobre os lem dos (conhecidos na E uropa
corı1o os ıíıcrali), n āo sem um aO crescerı
te interesse ocidental pe
ıa C h ina (ver p . 17 3 ), incl\ıia u nia v iva ? ? c
3 6
uM A ıu5T O R ıA S O C IA L n
o co N FıEC IM E N T O
3 7
Posiç ã o que encorajaria o ceticism o e a autonom ia, a dequando
- os a se tornarem
vim os, pela posiç iio dos intelectuaisjudeus na fronteira de dois m undos
culturais,
tuat dos judeus na E tıropa m oderna
"
, V eblen explica essa preem inência, c
o m o
e grupos à m argem da sociedade. E m seu ensaio sobre
"
a preenıinência ?? intel
e
Prim eira, a ss o c iada a T horstein V eblen (ver p. 13 ), e stu da os oıłtsiderĮ os individuos
m ente, da sociologia da inovaç iīo intelectual e da reproduç ã o cult
ural. A
clarecedor trazer duas teorias gerais para a discussã o, que se ocupam ,
? ? respectiv
A ntes de voltar ilossa atcn ç iio para o inicio da E uropa m oderrıa, pode ser ? ?
e
da históń a social do conhecim ento .
rio, a te n dėncia a resistir ii inovaç iio , têm particular inıportâ ncia para este estudo
a1éītt de es[areill sujeitas a pressòes externas. A tendė ncia a inovar e seu ? ? cont
r
sencja] de su a histť iria. 2 A s instituiç ōes desenvolvem im pulsos sociais própń os,
com o as un iversidades. O contexto institucional do conhecim ento ė parte ? ? e
derrıos, n ilo flutuava com pletam etrte livre, e sta n do vinculada a instituiç õ es
de qtie a tıiaio ń a dos priın ciros letrados m oden ıos, c o m o dos intelectuais ? ?
m
preconceitos
"
.
I C erto ou errado , ė ittt · v itiivel levarm os em consideraç ã o o fato
Schum peter d L
' que o inte]ectunı . Ic M \ nn}leim n io passava de uıTı
" feixe de
que as de outros W pos. E ssa atìrm a\ io provocou a resposta do cconom istaJosef
gentsia O uttranre
"
(lrristlttt' ť l]ť ıttlť tıltľ // (çť lız) estiio m en os sujeitas a pressōes sociais
Scgtındo K arl M an nlıcim . com o vim os (ver P . 14 ), a s c o n v icç ô es da
" ?? inteu
S C H Ö FF L E R
G litt' n her!z \łiio tT 【ı liı · rc - doccłıtr, ııc tlı C olom bo, projėssor.
B A C O N
ciłır t · l i lo.
tit' o citi co rłïıť n nilnt \ \ , rtıtio pttrca ' a dt · crso a o prw resso do conlı? ?
Pos st
·
ï n c llıttıłtes, drsliıi, rdos a ahń £\ır łıo\ıiť H s tlť saber e ao nł??
N os (osltıłłï cs ť ilıstiı\ıi{ĉ ics dť t · s t o las, trca dcm ias, colłgios e (? ? o
A ntigas e N ouas Institłtições
A C onsolidaçã o do C onhecim ento
· 玎I ·
de elem entos de diferentes tradiçôes em lugar de of
erecer algo inteiram ent
enareln a
uto ridades, e n ıbora ele (ivesse conseg uido isso pro duzin do
um a síntesePlo
de T om ás de A quino ajuda a lem brar que era possivel os
"
m o dernos
"
se ? ? t
oque individuas diferentes defe
ndiam 0 11 criticavam diferentes
° ł
te s e s
"
, O ? ? ex e
" displıta
" forınal, u n l sistem a de argunìentaç ðes conto u lL1a co
rte de justiç a em
A dcspelto desses prcsl[postos, o debate e
ra incentivado - especialm ente a
libenłis e os três cursos de pós
- graduaç iio de teo logia, direito c ntedi cina.
rias que po
dian] ser escuĹladas, pelo iJ1 enos oficia]m cnte+ eram fixa
s : as sete artes
das aLıto ridades (A rist, Șteles, H ipócm res, T uī1 1 . Is de A qu in o e o Lıtros). A
s ? ?discipl
teridade, de tal forrna que a 【arcfa dos p ro ft
's\orcs se ]in7 itava a expor as po
siç ô esp
ensado n s c {iloso fos do p
aāsado nāo podia
m ser i= ia]adas ou reftłtadas pela ? ? p
om odo sein euran te, pressLıp
u nha- se que a
s opiniõ es e ï r\terp retaqô cs dos grandes
cq ncen trar
- se lia transm issİio do con hecintento , e t
iiio o111 sua d escoberta . de
N ? ssa ć poca , a dm itia
- se co m o indiscutível que as u n
iversidades deviamTegiį es. c c a da
lırlla recon hecia o
ıi graus coı1ridos pulas dtTn 7 ais.
'gios legais, inclu si
ve au to n a lnja , ņ in o n o pólio da e,lucaç iio
'
u pen or enl suas
versidad cs elli opvraç î io .
E ssas um \ ersi山 des eraT11 corpo raç ðes. T inł
ıam ? ? privi
l
14 5 1 . Q liando G lasgow fo i f
ruldada, e r a ın a prD xim actarıìente cin q \t
cnta as ? ? un
praga (13 4 7 ) , P avia (13 (il) , C racť i \ da (1 .
ìo Ą ), I. o u v a in (1 4 2 5 ) c nm itas o \】 tras. E nì
B N o nh a e park foram seg uid a ç p o r O x fhH , S aınmnca 0 2
, Nápoh 0 2 2 ,m u
lrān ť o o 11 1 ro da a E u ro pa n part
ir dn sécu lo x ï r. A s institu iç ô cs- ı nodelo de
Idacle M édia . C o ın o v im os, O s u rgim en to das ciċ tad es e da
s u n iversidades foi ? ? s
A Ètona dc B ourctieu c E lias parece fun cio nar m u ito b en i p
ara o íinal d a
tre 1 4 5 0 e 1 7 5 0 .
útil tê- ı3 s 0 111 m ente no deco rrer cleste breve exaı11e da o
rganiz
aç îio do saber ? ?
e
binar, s e jam universah11cnt( ap]icavcis serii q t]alificaç ðes.
M esm o assim , pode ser
S eri;ł P O U C O pru den te S U P O R q uc essa
R d LIas tto rias, que tanto P aT C C eln ? ? c
o
juntarır. ï 1 o s ėclılo x ï x . e n gl
·
n bt · iros, a r cluitctos, c o n t a do res eEc
.
conEraLï as 11 1 hisciria d is p n )fim iį eĤ - o c]ern . o 1 a dvogado s e os
m ė d icos, a que se
orlrsidn ç.
4 E scratég iaq sem clh an tcs de m o no pu lizaç
iio e exclusio po dem S C R ? ? e
com pctiç iio po r recursos e suas ten tativas de cst, ì bt
· tecer m onopólios e excluir os
detento res
- de certa' c a ra c te r isticas dos E stado 'i s o b« ranos
"
, c passa a analisar suA
ensaio curto e pencrrante . E lias descreve o s dep artam en t
o s acad ė ın icos com o
çāo sen ? hanc fhi ĥ h a po r N nr bcr E has enl cr mos d
o s d e rw ahN shm ť m . N utn
"
c a pital ct1]tlıraı
"
.E IT 1 o utÆ \ p alavras, e las apo sraīrr tla cap ital i
nvestido . ? ? Observ
se rcprodtlzircm a si m esm as, c
o n s t m indo e tm nsm itindo q que elc c】ìam a de
intelectual pc] iS insrituiç ô es acatłĉ m icas. e c a ı l ı a tcnd ên cja d cĵ sas
in stitu iç ōes a
segun d a t
eo ria , : rs q a c iada a P ierre 1 ] ou rd ieu , lida c o n a produ ç iio desse tipo d ç
dos
" ilıtelec[ t】ais, que trabalham d en tro dos qtıadros d e referên cia da t
radiç ïio . A
P arcto co ntrasta esses esp ecutado res co m 0 tipo so cial o p o
sto , o s
"
? ? a s aalari
intelectuais. J
o qu e outro
sociólogo , o italiano V ilû edo P areto , c ham ou de
"
e speculadores"
3 8 lihtA H m ón ı, \ 5 « K U し n o C O N H
E c I M E N T O
įnstituiç ô es no pro cesso de inovaç ao inteĮ cctual, se) am elas vistas com o estim ulos
R evoluç ã o c ientifica e o I luminismo - dando particular aten ç ão ao lugar das
do três dos prm cipaiś m ovnn en tos cultu rais do periodo
- o lenascunento , a
A s próxim as seç ô es disclıtem três séculos de m udan ç a in telectual, ??
focaliz a
eranl ferteis en i projeto s para c que cham avan i de
"
r e fornia do saber
"
.
1 o
dotaç õ es. E tam bém seus seguidores ingleses de m eados do sécu
lo x v II , que
im portāncia, n a história do saber, de fatores m ateriais com o prédios, fundaç ĉ }es e
um a década m ais tarde (ver p . 12 0 ), B acon estava extrem am ente co nsciente da
por F rancis B acon . A ssim com o o nrin istro de L uis x lv Jean - B aptiste C olbert
dessein florescer?
'ı E ssas questĜ ies eram å s veils discu ti¢İ as na época, n o
ta da1】1 en [e
tuiç ōes tiveram que ser fundadas para fo rnecer os n ichos o nde tä is inov
ijç ō es ? ?
p
P oliiicas A in ovaç āo in telectual levou ā reform a daĤ institu iç ö es, o u n o v a s ?? inst
oiiciais ou 1ł5 o oficiais? F orain resultado de persuasã o in telectu al ou de alian ç as
5e participaram , c o m o isso veio a acontecer E as m tıdan ç as n o sistem a foram
em aberto . " A rtį ciparam alg¿łm a vez os heleg iļ os cen tros dc pod er in telectual?
a m udanç a em tem los intelectt】 ais. C ontLıdo , questõ es im p°rtantes contin uavam
A diversidade de sab( rcs, is vezes erlì coinpetiçio e conflito, ajuda a explicar
estavaı11 registradas elli livros.
=
com o comLmidades tex tu ais
"
qtle se m antinhaln p elas discusså es de ideias qlle
que se m u : tiplicavam ao 111esnlo telllpo qlie as universid ad es, foram đescritos
o alfabeto . c irílico , a a 1ŕabctizaç iio dos leigos era relativam ente rara). O s hereges,
ocidental (na E uropa orien taı, a o c o n trário , o n cle a tełigiiio era cristi ortodoxa e
invenç iio da im prensa a aĮ [iıbctizaç iio đos ]eigosjá cinh a longa h istå riā na E uropa
m entos er? ? n
·
ansn ? dos prin cipahn entç de niand ra om . C om udo , à ėpoca da
cava]eiroş cam p o llesesi par[eiras+ donas de casa e outro s, T odos esses ? ? co nhe
c
dievais (que tinhairr su as prciprias instittıiç ōes dt ensin o . o ficinas e guiìdas), e dos
qtlecer a p ]uraīidade dos saheres liesse casa O s d
ifw cn tcs sab eres d eis an esiio s ? ? m
do can hecitT ren to .
7 E t? bć ı1 1 , c o m o o bservam os no capítulo I , n āo deyerï rQ s ? ? e
que sca cm nLun apresenar a Igr(ja nrcdievû 1 com o tendo exercido : rno n o p óho
cidade ĥ u? parce dc unia in ñtk uiÇM nruim nìah antiw , a ıgrťja. N āo surpreen de
em m quasi
todos m em broh do clero . A instiruiçio rtlativūmcnte nova iìa ? ? unive
C onro V in ro s ņ o cņ p Ĥ u lo n , n a E uropa nied Ĺeval os profėssoïe univer? rios
de pmp°Siçiĵes gerais ou
"
u n iversais
"
.
r ,
Vhdas gerahn en m se h n M avam a term s tópicos prcisos, c o m o o e s t M u o ıågjco
tagonistas desses deb ate
s com p artilh av am tan to s p ressup o stos qu e su as ? ? c ont
r
eranl m ais cn
ticad ls pelas d isp u tas do que pelo co17sensa . M esm o assiın , o s ? ?p r
listas
"
. N a verdade , n o in icio do p eriodo ınūde】
·
no , a s u n iversid ad es m edit v ais
versidades m edievais, particulam n en te os co n ilito s en tre
"
r e alistas" e " ? ? no lnin
m ostram 1s c
o n ( T ov ė rsias po sterio res en tre d iferen tes ( S C O las filo sM icas nas u n
insrituiç õ es puram en te elli
ten n o s d e co Į ısen so in telecttlal. E om o tam b ė ın o
A ristóteles em s
ua discu ssāo da teo lo gia m o stra o erro qu e seria consid E rar essas
rīovo . A forç
a da oposiç āo ao uso , por T on rás de A q u ino , do p ensad or pagāo
/, C O N 5 0 U Í T A C A O D O C O N H E C I M E N T O
B runelleschi. O utro parń cipan te do circulo de A 1berti era o m atem ático paolo
n ha conversas frequen tes com o escultor D o nate 자 o ç cont o en genh eiro F ilippo
com eç o do século x v , c o m o v im os (p. 22), o hum anista L eonbattista A lbcrti ? ? t
A discussĺ o de ideias niio era m on opólio dos acadênricQ s. N a F loren ç a do
tuga] ā P olónia .
I Ï
fundadas apenas i1a I táļ ia, e poderiam ser en contradas por toda a E u ro pa, de ? ? po
res d e encontro . P or volta de 1 6 0 0 , aprox im adarnen te 4 0 0 academ ias h aviam sido
grupos se tornar? m instituiçiįes com m em bres fixos, e sta t u to s e hotiirios ?? regul
academ ia era a form a social ideal para explorar a inovaç ã o . P ou co a po uco esses
P etrarca , par exeınplo), m a s īn e n o s fo n nāl que Lım departam ento universitīrio , a
m oderno seurinārio . M ais form al e duradoura que ui11 circulo (os discipulos de
va m ais próxim a do anń go sim pósio oLt ban qu ete (inclusive na b ebida) que do
que crJararn para si m e s m o s a
"
a c a dem ia" . Inspirada ein P latio, a a c a dem ia ? ?est
rT rais tem po tendiarn a ser hostis īs novas ideias, n L 1 m a n o v a e spécie de instituiç ã o
n ham lugar fota do am biente das universidades, o n de grup os estabelecidos hii
O s hu m anistas desenvolviam su as ideias na discussāo , ıT 1 as seu s debates ti=
n ia .
versidade, a despeito de m ilitas ofer tas ile eniprego perm anentq de P aris ii P o1? ?
os hŁ1nan;,ţ #\, E rasm o , se re c u sa v a a perlï 1anecer m uk a tem p o em qualquer ? ? un
e se tornou um iłutodidaıa universaL F ora da ltālia, o m a is fain oso de todos
tivo e m ais m arginal ainda fo i L eo nardo da V irlci, que fo ra treinado co m o pintor
defesa da 1epúblīca. M arciłio F icilio C ra m idico a scľ viç o d{ı M eilici. M ais ? ?cri
e, ıï 1ais tard e , do papa L {o naıdo B runj w a chanceler de F]orena. e escreva em
su a criciċ a å s
"
a trt o r idacies" inte]Ctuais, e e n tr o u para o scT viç o d ci rei d N ápoles
L orenzo V alla deixou a U niversitLade de P avia em m eio p o eira levan tada p or
vidas J ra do sistem a. " T trarca, po ľ exem plo , e ra 1 1 ho m em d e letras itin erante .
vel que alguns do s ın ais criativo s en tre eles tetrh am p assado g
ran de parte ile suas
A n7 aio ria do s hu m anistas t u dara n as u nivcrsicLa des qu e criticava . E é ? ? not
te p or colltraste co m o passad o .
ven ç ōes dos hu m anistas dessa ė poca, a £im de definir a si m esm os niais ? ?clar am
e
" idade M dia
"
. O s próprios tt?n n os
"
e sc o 1āsti cos
"
e
" Idade M ė dia
" fo ram iı? ?
eın outras palavras, das filósofos e teitlogo ĵ gu e do m in avam as u n iìï ersidades d a
disso , rlo se n tido de sc opo r a m uito đo sab er co nvencional dos
"
e s c o láśticos" ,
m ento da tradiqiio cliissica. M as cssc m ovirn ctrto foi in ovador, e c o n s c iente
çōes, u m m o v im ern o 11 1 en os d e in o vaç āo do qu e d c ressu rgim en to , ° ? ? res surg
0 m ovim ento hum anista associado ao R enasciï nen to fo i, pelo m enos n as ?? int eO R en asciın en to
terio r do co n h ecim en to .
do s em detalh e n o capitulo v (ver p - 9 4 ) com o parte de um a reclassiticaç ã o ? ? po
ou obstiictılos. A iirvcnç ã o e estabelecim ento de novas disciplinas serã o ? ?discut
4 0 U M A tU S T Ó R IA S O C ıA L D o C O N H E C IM E N T O
Çõ es e m enos hostilidade ao hum an ism o do que em outras. 1
6
lena (15 5 8) e H elm stedt (157 6), instituiç ô es novas em que havia m enos ? ?trad
Ónal do século X v ï , c o m o M arburgo (fundada em 1 5 2 7 ), K oenigsberg (15 4 4),
artes foi tom ada com o m odelo por professores em universidades protestantes do
conselho, c o m o parte de um program a de reforın as. S ua reform a do currículo de
dicado professor de grego , c o m a provaç ã o de L utero e de outros m em bros do
apenas quinze anos de existência. U m ano m ais tarde, P hilip M elan ch to n foi ?? i
R efornia ter sido lanç ada pelo pro fessor L utero quando su a instituiç ã o tinha
res se apoderarem de insń tuiç ô es jovens, e por isso talvez n ã o seja acidental a
m ente im portance na universidade. E provavelm ente niais {iicil para os ?? inova
d
em cinco ou seis anos os hum anistas passaram a desem penhar tım papel ? ? extr e
m
tante tradicionais, por estudiosos form ados em L eipzig c T übingen . E ntretan to,
W ittenberg , fundada em 1 5 0 2 , foi originalm ente organizada em linhas ? ? ba
pressã o de fazer o que
"
se m pre
" fora feito no passado .
15
vigorosa em instituiç ōes niais recerıtes, livres, pelo m enos por algum tem po. Da
W ictenberB , A ıcalii e し eiden sugerein que a oposiç āo ao huın anism o era m enos
sou a ser conhecido com o o dos
"
tro ianos" . O s casos das novas universidades de
exem plo, e tam béin elli O xfold , o m ıe um grnpo hostil ao estudo do grego ? ? pa
versidade p ara universidade. E ra forte na L eipzig clo início do século x v I , por
vam oposiç āo em certos círculos intelectuais. A forç a da oposiç iio variava de ? ? u
n
o apoio real tam bém era im p ortante p ara os h u m anistas qu ando ? ? encont
r
tô nica de F lorenç a). 14
que se faziam conferências sobre as ideias de P latāo (vinculada à A cadem ia ? ?P l
Pouco m ais tarde, o r c · i H enrique III foi o patrono de ullla academ ia palaciana em
o C ollège des L ecteurs İ oyaux para incen tivar o estudo do grego e do hebraico .
da F aculdade dc T eologia, o s hum anistas apelaram ao rei F rancisco I , que fundou
bém de outras instituiçics. E ni P aris, n o inicio do século x v I , diante da oposiç ã o
o apoio da realeza era cru cial p ara o estabeleciın en to das duas c asas, e ? ? t
a
rough).
1 3
cional como testem unha unl vishane ingĉs cm 5 8 , o p? o S tephen B o
casa. P rim eira escola de navegaçio na E um pa, logo adquiriu reputaç ã o ?? intern
C abot). A instruçio era dada às vezes īıa casa do piloto e às vezes na capela da
reç āo do ł
tíloto pllđ) ıo r (em certa época A m ė rico V esp ń cio c. m a is tarde, S ebastiã o
N ovo M undo . E ra tam bém unia escola de treinam ento d( navegadores, so b a ? ?d
ción , fundada em 1 5 0 3 , e r a u m fundo sem elhante de conhecim entos sobre o
acabavani por chega
r à C asa da india ern L isboa. E m S evilha, a C asa de ? ? C ontrat
e na E spanha. N o século X V em P ortugd, a s inforın aç ô es e bens oriundos da Ásia
O que T oscanclli fazia inform alm ente era feito dc m odo oicial em P ortugal
tato com C olom bo .
12q
ue passava
m por F loren ç a em seu retorno à E uropa, e P ode ter estado em ? ? c o
ĺndias. T oscanelli obtinha suas infon naç õ es sobre o tem a interrogando viajantes
T oscanelli, c u jos interesses incluiam a geografia, e specialm ente as rotas para as
A C O N SO U nA C A o D o C O N H R C IM E N T O
cido (a despeito dc dúvidas crescentes sobre a pro pń edadc do rónılo) com o
R
ptolom eu . A s novas ideias estavam associadas a um m o1 ń m en to em geral conłw
da m edieval, inclusive de - visāo de m undo baseada nas ideias dc A ristótele
s c
que o R erıasciim ent o , pois envolvi a a rejeiç ã o tanto d a tradiçāo clássic a quan
lo x v ï ï foi um processo ainda m ais autoconsciente de inovaç ã o intelectua
l do
A cham ada " n o v a filosoóa
"
,
" filosofia natural" o u " filosofia m ecâ nica
" do sė ? ? c
A R ev o ıu ç io C ien tiĦ ca
]avras, do que hoje cham am os
"
c iência" .
ñm . O desafio ao saber co n stituido vinh a agora da
"
n o v a filosoóa
"
, e m o
u m s ?? p
aco nteceu , c o n tu do , a fase m ais criativa do m ovim en to hurnanista chegava ao
m ais que os regulam en to s o ï iciais, o s c u r rículos nāo oóciais.
zrl Q uando isso
tratam gradualm en te nas u niversidades, e specialm ente no sen tido dc inlluenciar
O xford e C am bridge no inicio do século x v II . A s ideias dos hum anistas se iıtó1-
dia hum anitariĄ da m esm a forna que a criaç āo das lerttdrrships em história em
retórica em L ouvain (cm 1 4 7 7 ) e S alam anca (em 1 4 8 4 ) indica sim patia pelos ? ? sh
certas uıversidades , que hostilizavam o hum an ism o . A criaç ã o das cátedras de
nopólio das novas in stitu iç õ es. N āo eraın as u niversidades, m a s c e r to s grupos em
rıovas u niversidades sāo inovadores, e m u ito m enos qu e as novas ideias sāo ? ? m
O que im porta nesses exem plos n ï io ė afirm ar que todos o s p rofessores de
L eiden entre 1 6 1 3 e 1 6 9 7 . 19
vos, politica fo i um sucesso ainda m aio r. 7 6 2 estu dantes de politica pas_ por
ria estava a cargo do enrinen te h \ Į m anista Justus L ipsius. E m term os ? ? quantitat
história e politica , r a pidam ente assum iranr um a posiç iio im portantissim a. H ist &
nāo era nova em su a estr utura fo rm al, m a s duas disciplinas relativaniente novas,
R em bert D o dm ns e C h arles de I' E cluse e o cıassicista Joseph S caliger. L eiden
baixas cw docen tes para atıair estutliosos im po rtan tes, e n tr e e les os botānicos
todo s que se to rmaram co m uns erı1 nosso século , o ferecendo altos saıários e
ro presidente do co nselho, Janus D ou sa, c o n figurou a universidade segundo ? ? m
razõ es essencialm ente ideo ló gicas. c o m o u n i a u n iversi 山 de calvinista. O Pń ? ? me
E m co ï ıtraste co m W itten berB e A lcala, I ouvain fo i fundada (em 1 5 7 5 ) por
equipe de estudio sos ou e in clu ia o fam oso h u m anista A nto nio de N ebrija. ıl
clio poliglota da B ittlia fo i orgnizada e iınpressa elıtre 1 5 14 e 1 5 1 7 , o bn dc uw
U niversidade de L ouvain , m a is antig, e m 15 17 . Foi em A lcalá que a fam osa edl.
ıań m e hebraico - alguns an os an tes da fundaç ã o de um a faculdade sim ilar 1o
foi fun 山 山 em A lcalá para incentivar o estudo das três línguas biblicas - grego,
nistas e eticolásticos se in clinara a favor dos prim eiros. U m a faculdade trilingue
P aris e de salarıìan ca . 17 c onm do , c o m o e m w ittenberg , a balan ç a entre ?? h u
conscient ◆ n en te m o delada sobre a de P aris e dirigida por hom ens oń undos d¢
pode ser interpretada com o um iunfo do hum anism o , pois a unive? dade foi
A lcalá foi criada seis anos depois dc W ittenberg, c m 15 0 8 . S u a fundaç āo não
4 2 U hm H ïsT ů nŁA S O C D o co N H E C IM E N T O
Publicidade e gerar apoio para si m esm a, e que D ell e w ebster, a m bos ? ? protest a
das universidades no periodo , o bser
v
ou - se qtte a R oyal S ociety cuidava de fazer
ris, a s de Copėmico, e m O xford , e a s de N ew 't o n , o 1 1 1 L eiden . Q uan to ā critica
ções de I) escartes, P or exem plo , e r a tT 1 ās vezes ċ liscutidas na u niversidade de ? ? p
ħ nbė ïn ĥ ń suM inhado o im ere? p elas novas ideias nas universidades. A s posi
tronoīnia e geometria respectivam ente em 1 5 9 7 e ] 6 1 9 fo i citado m uitas vezes.
dam ente tendencīosa. N o caso de O xford , o e stabelecim ento das cátedras de ? ? a
que a cT hica das universidades ï 1a época era desinfornm da, quando n į o ? ? deliber
da m atem įhica e da ĥ losofia natural (itrha Iugpr im po rtante nas universidades e
de estudos publicados a partir de 1 9 7 0 . Seus atıtores arguın entam que o estudo
ou pelo m etlos po tIco faziam para seit avanq
o
p
assou a ser criticada num a sė rie
A visao tradicional de que as universidades se opunham à
"
n o v a filosofia"
ein C am bridge atê 1 o(13 :
forrıalhas" . F requentcrnente se observa qu c iıao existiu cátedra dłï m atctìriitica
casse】7 1 niais Eetllpo ao estudo da tJaturcza
c
"
s tıjassem as m iio s n o s carv õ es e n as
ocupada com
"
e speculaç ô es inúteis e estéreis
"
, e s u geriu que os estudan tes ? ? ded
des enlseu ıin ' , uıtin【ï ridıi ol llć adcl+ Į i ? 5 (I o 5 4) com o redutos da filoso fia escoliistica
va com o cirurgiāo c alqlń nrism c m m b ė
m com o clė riw . c r incou as um verd da
xvn por W M iam D eH , John W ebn er e oum .
2 5
W cbsw por exenwo , que atua
da RovJ Socicq
· ās críticas a O xfo rd c a C aınb ń dgc ĥ M as cm nw ados do século
cia.
24
N o caso da Inglatt
'
r r a
, por exem plo , o s historiado res asso ciaram a fundaç ã o
Para o avan ç o da ci ncia
"
n o s ÉE ulu x v I I . A a ĥ rm aç āo foi reitera? co m frequ ė ? ?
O rnscein ,
" ii exceç iio das escolas m ė dicas. A s u r ıìversidades pouco con tribuiram
nuû ado por M an ha O r n c c h , n u n l hvm pubh cado cm 1 9 1 3 vcr p. 8 . Segundo
Ievou ii cri,ıç .io d as
"
s o c ic,l. ldt' i c icntific. 1 5
"
C O m O r c fcr v n c ia] alternativo fo i ?? fo
O argunlcnto segundo o qua a ho ? hdadc das universidades å nova ? oso ñ a
vam as aca,lem ias hum lnıstas, a inda quc co m 11ìais ė ntį se no estudo da natureza .
des S ciences, e ī1 1 P aris (1 ńóĥ ) ctc. , organizaç ĉ ics qtie đe m uitas m aneiras ? ? lenrb
r
enl n onznç a w m , a R oyal S ociw , e m Londns U óW , a A cadh nic R oyale
çōes, so c iedades co m o a A cadem ia cle] C im ento [A cadern ia do E xpw im en{o],
oposiç ïio ,
o ; qtıc nı(ìiavam a nova aborłtag ç ln ih n daram su as próprias ? ?organi
z
portantes centros de inovaqI o (
,
1 1 1 m cdicilıa 11o sė culo x v [ı). 2 3 E rrr reaç ã o à
m cilto geral. íi)i 1 nov,l Univclsi山己c Łļ c L L,itjcn , qL]L · SC tornou U lli dos m ais ??
i
circLılos ac, rdĉ m icos (um a dm princip , t i\ Ł · x c Ľ çðcs, e m bo ra cacrcnte com o aq Į ?
?
tileu e N ew ton entre eleti - haa consideravel oposiqāo ii nova filoso ĥ a em
E m bora alguns líderes «lo tītovim ento trabalhassem eīn universidades
- ? ? G
jardineiros e curandciros populares. 2 2
sanal da m etaıurgia. A botinica se desenvolveu a partir do conh ecim ento dos
V O S ao saber estabelecido , A quim ica. por exen7plo , llcvia ın u i(o ā tradiç ã o ? ? ar
t
os adepto s do novo niovim ento tcncaraln incorporar co nheciınen tos alternatı-
voluç å o C iem ifica.
2 1 A ssim com o os hum anistas, m a s e m e s c a la niais grandiosa.
A C O houuA Ç A o uo coN ıucIM E N T o 4 3
C iências foi outra fu ndaç ã o real. O O bservatório de P aris (16 6 7 ) foi fundado
fundado em 1 5 7 6 , c o n ı fundos do rei da ı) inam arca. A A cadenria F rancesa de
fam oso observatório do astrć noıno Tycho B rahe, n a ilıīa de H vecn (figura 1), foi
recursos eram necesĦå rios p ara pm jetos de larga escala e equ ipam entos caros. O
O utras instinıiç ðes foram criadas de cinta p ara baixo , pelos govern os, c u jos
pelo reform ador educacio nal [checo jan A rıtos C om ? n ius (ver p. 8 2). za
m enEo , u m interesse pelas co isas, a lém de pelas palavras, do tipo reco ınendado
dicador da dissem inaç ã o de tıī11a caiìcep ç iio m eilos logo cên trica do ? ? conhec
nm urcza
"
. O surgim en to de m LtsC us dessa espécie no século X V II ė um claro ? ? i
co nchas ou aninah cx ? co s crocod? , por excn tpw , o u , a in ? , " c spon es da
suas casas cIī1 IT 1 1 1scus o u
"
gab irıctes d e cu rio sida ties
"
, quc podiam exibir pedras,
Lhceų na R onm do c u ? x v u , pu pņrinhviđuos que m nsħ rnıavan l p m e de
soas afins que for ı71avaiı1 um a sociedade , o o 1 1 1 o o s filiiso fos natup. iis o u tıııtei
A lgum as insn n riç ô cs fo ram Eiīn dadas dc baixo pata cinta, po r grupos de ? ? pe
ñtcacro c m ? U , s c u o hscrvatórî o em 1 7 e seu h borań r? en1 ł 2 .
iì1cnte nova U m ven itlade de A łtdo rf obrcvĘ · s e t łjnrLIinı botanico eill 1 (ī2 6 , se u ? ? a
nH a ern 5 . Uniohwwańrio cnl 3 3 c unl lahm . ? rio cm m m . A rem va
sidade dc 1. üden p ņ sţ uia uin jan hni bm ānĹco cnl 1 5 8 7 , u m a n M em ro de ana ţ o
- todos ilhas de ino vaç îio d en tro Łle cstT uctï ras niais tm dıcia nais. A noia ? ? Unive
exem plo J ardins b o d n icos, a n firc ltros dc anato m ia . Iabo ratå rłos t ob servatå rios
ń tuiç ćies. A lgum as dcl ; is forain th n ď łd. iq den tro das p rcį prias u niversid ades, por
E m sew ndo luar, sāo necessārias di\tinqōcs entre ess? s novas fo rrrłas d e ?? is
(ver cap · ı) .
que frequenteïn em c sc atribu iu itırpo rtan te papel rla histå ra do C o ï īhcciï n ento
das para as n ovas rc ttcs, pequt
'
n o s gmporou
" COmunitladts cpistem ológicas
"
a
m m m ( tlto . E sses luï rĽ, ofeTtciam m icro am bicntcs O U b ases m ateriais ? ? apropri
Unľ vcrńdìdcs conto nhtáculos ā rcfbmm , pelo m enos m J s p rnn circn esĽ ıgios do
próprios p . T r t icipaiıtt
'
s do nıovim cnto dc refo rm a d a tìlo \ o fia n atu m l p ercebia as
de nova ? m m dc insĤ u iŃ cs dń a im pressāo de quc núm ero co nd d erável dos
E m prhn chu hwr, c o m o n o c a s o dn nm vm cnto h um anism . a prohĥ raĤ o
problem as, płrece pos' ivt
'l chcw r a aı= ıına\ conrll] S ies proviså ria# .
lenas cm sua tm · núsS M . o u c npusescm anvam cM c a ? s.
2 7 A despcko desses
questiies - qutT as u niversitļ , 1 , ļ cs nio fossem a o rigem das itï eias n m ras, o u fossem
d? renres nm nicn? . M fcrcn tes d isciph nm c , n īo nlen o s hn porm nte , d? rentes
tipo de debate, o quc ć preciso ė fazer tlistin ç ĉ ies
-
e n tre difcren tes u niversidades,
tituiç ô es, pois m uitos estudiosos pertenciam a am bas.
C o m o m uitas vezes nesse
equivo cada. É dificil av1liar a ilT 1po rcincia relä tiva das universidacles c outras ?? in
OPOSiqio sim ples eritre acadenia\ pĦ ) grc
'
s q istas e universid ades reacio niirias ė
À nıctlid a q ue a p oeira asien ta, parece cada vez m ais claro que. Q ualquer
nã o poderiam scr to m adas ao pė da letra_
2 6
tes radicais. T a m bėın cinham agendas próprias, de ï nodo que suas observaç õ es
44 U M A H lsrüluA S O C IA L » o cO N H E _ 0
A cadém ie F ran ç aise (16 3 5 ) . T am bém era o caso dos salõ es niais inforın ais quc
rio em 1 6 1 2 ), a F ruchthringende G esscllschaft alenii (fundada em 1 6 1 7 ) e a
da ìiï ıguagcm , P articularm ente a C m sca de F lofenç a (que pmduźiu unı ? ?dic ion
M ėxico . M uitas tlas sociedades ctıltas m ais faınosas do século x v [I se ocupavam
dos, n 7 a s t a m bém m oedas ro ın arlas c objetos d e paises rem otos co m o a C h ina o u
de cu riosidades geralm ente rito continh ani apenas conchas e anim ais ? ? empalh
chaīn ava de res lineraria, c m o u tra s palavras, a i huin anidades. M useus e gab in etes
A cadem ia de C iências co m o m odelos, m a s dava n iais ênfase do que elas ao que
planejava um a acadcuìia alcrrìïi por volta de 1 6 7 0 , s e r e feria i R oyal S ociety e ā
partes do m undo , m a s ta m bėm * os costlï llles dt : scLTs h abitan (cs. Q uarï do L eibniz
çōes aos viajantes (ver p. 18 0 ), diva atcnţio niio só i fA una e à flo ra cle diferentes
ao donúnio da filosofia naniral. A 化 oyal S ociew po r exem plo . E m s u a s ?? inst r
A s novas inscıtu iç ô es discutidas n o s parágrafo s p reced en tes n āo se lim itavam
dade que se ocupava do co nh ecim ento secreto .
tan ibė nı gero Lı slıas p riį p ria · i inRtin ıiç iics, a sso c iaç ô cs co m o os rosa- cn ızes, ? ? s oci
m o d cr no , interesse visīvel cm al= tm as ca rtes (enı especial a de I odolfo I I) e que
cente interesse pelo ocultism o cra outra form a de inovaç iio no inicio d ų periodo
culo X V I [I . n İio devctn 1 1o s fjzer esq u ecer su a rival, a
"
ĥ
]o so fìa o culta" . U m ? ? ere
organizaç ô es discu b d o s n 0 5 ú 1 tilil0 s pariigm fo s, C O sU C e ss o dessa filosofa no ? ? s
0 interesse pela ch un ada
"
ĥ 1osoıìa m eciinica
"
dem onstrado pelos grupos e
m ica .
3 1
. k . A berm ao púhhco cnl 0 , o brĽ cia pahnras sob re anm o ? a, boú nica c qui
público am plo em scu B ureau tľ A d resse a partir dc 1 6 3 3 . O jardim R eal, e lli ? ? P
phrastc R en ıudot or= m izava palestras sob re grande variedade dtl oo 11 1 1 1 para 11111
aprescnm da cm ing? , c n ño no L ahn usu ? i nas univcrsidM es. E m P aM , T hÉo
lege. Inaugura, īas iıo in icio do século x v Tī. e r a m a bertas a to do s, s e n do a m aioria
blico das noviı' ideias. E m L o ndres. por exem pło , a s palestras no G resh am ? ? co
grau 11 1 c11 o r, a I 0 , 1 l S ocicw cnqlıanto o utras tinhalll a fun ç iio dc an7pıiar o ? ? p
Altmaç instit\riç òcs eraiī1 exclusivas, c o m o a A cadcn ria de C iências e, e m
co m algum a co nexiio co m o serviqo do rei e ilo E stado
"
.
3 o
quısas
"
c u r iosas
"
. D cscartadas co m o u ı11 " j ngo
"
, e a s e dt;dicar a
"
pesquisas úteis
A cadem ia F rancesa de C i ncias era cncoraiada pelo governo a se afastar de ? ? pe
liłeu tinh a de se co mportar co m a cortesao ellI F lo ren ç a ao p assa qu e a
versidade clı ė poca.
2 " M a\ essas oportunidađcs is 1 C Z E S cob ravam u m P reç o , ? ? G
m tlndo da corte dc v iena o11 1 m eados 4 o sêclılo x v I ï do qı】e ern q\ıalqm r ? ? un
quiM a. M e c M ca, n i e dicina c econarnia po ? ca . ń cava m ais ā vņ nmd no
m o H . U ni inoyador co n m johannjoachini B echer, C Wı intereses hch ń am al
[11esm o fascinad o p o r esses estudo\), o T ï Ħoren ç a na ė poca do iio- duqu e ? ? cos
filoso fia na[ Lıp, 1 l, c o rn o n o c a s o de P raga na ė po ca do iniperador lţ odolfa I I (clc
A s priį prias cortes dos principes o fereciam opo rtunidades para a prática da
conipetir co 117 scu poderoso h val.
por L uis x ï v , e o O bscr
v
a tťirio leal de G reenw ich (16 7 6 ), por C arlos Iï , para
4 Ó uM A ıllírūıŁL \ S O C IA L uo C O N ıłŁC m E N T O
m odernas e outras h ab ilidades consideradas úteis para suas futuras carreiras n o
Para quc os n\cninos da nobreza ap rendessem m atem iitica, fo rtificaç õ cs, linguas
Poradas enl academ ias de F loren ç a, B olon ha, P aris e o utras cidades. A cadem ias
liés, a instru ç ã o po r elas fornecida era cada vcz m ais co ın plem en tada com ? ? t e
E nrbora os artistas contim iasscm a receber boa parte d e sell trein am en to em ? ?at
A ıgum as irrstitu iç ð es aıtern alw as de educ? ç ã o superiorji existiam em 1 7 0 0 .
Precisam ser discutidos elli m aio r detalhe , u m a u m .
ca, so c ial c politica, e n ] o u tras palaw as, c o m o Iluın in ism o . E sses três pontos
m ais profundam en te envolvilos qtre n unca co
m projetos de refom n a eco nå ı? ? n
"
pesquisa
"
. E in terceiro lugar, o 1 ctrados, e specialm en cc na F ra n ç a. E s t a v a m
instituto de pesquisas, do pesquisador pro{ì ssio nal e . D e fato , da pm» pria ideia de
posto å prova tles$ e in om ( n to . E m segu ndo lugp r. A s s istim os ao su rgim en to do
o m onopólio virtual da educaç āo strp
eń ot desfinitado pelas um versidades fo i
na históń a do co T ıheciniento europeu em diversos aspecto- E nr p ń m eiro lugar,
D e uLL I ponto de vista insń tucional, o s ėculo x v II m arca t1111 pon to de inf)exiio
0 llu m in i« m o
ser esquecido .
3 4
pa】avra, o que fi) i cīııu1 = do de
"
a im portâ ncia de se institucionalizar
"
nio deve
das L etras iver p. 2 6 ), ligadas p or visitas e sobretudo p or correspon d n cia . N um a
pequelıos §n 1po s m ais ín tim os quanta a co m ulıida(i( 1nais a
m pla da IŁepúb
lica
letrados c encor iaram o desenvo ļ vim cnto cłe con m nidades intelectu ais, t a n t o o s
na. A s s o c icdad Ľ ā dt
'
ť $ tud losoh . ıjutlaram a criar 11111 1 identiL Iad e co letiva p ara o s
de a sala de sem iniiF ios atć as in esas das calÈ s N os primårMos iïa E uropa ? ? mode
form as de sociabiliu. ļ dc c porta1)to , a o s c o I L TcxToS sociais o111 qu c tėm lugar, ? ? d
e
ses lugares
tanìb ė m 111erece destaque . O s debates in telectuais devem ï n uito ās
dorť s. Fassen atı nāo ıcadcm icam ente resp eitáveis. O incentivo i discussİ io
71 ? ? c
par, l inovaç
:
ĵ
o - t 1 0 V A 5 itlciab, 1 1 0 1 0 S a bortlagc【JĦ novos to pico$
- e para O S ?? ino
v
Sprat, historiador da ıoy. 1 l S ociety), c r . 1 o tato du qtre ofcrecia
in opo rt
u nidades
m ava B acon M
" bases d e co nh echn c?
"
, n a s palavras do baco nh no T ho m as
0 que em co m uī1 1 a es\eș novo
" hīgarcs C trases de cultu ra
"
, c o m
o O S ? ? ch
ās vezes referido com o
"
a c a dem ia
"
.
3 . \
m osteiro bcncditino de S aint
- G erm ain - dcs- P rė s, c c n irio dc discussōes sem an ais
dc A ntu ĉ rp
ıl, c a s a rn hicios, A s o bra?i h isti)rica\ pro山]zidas pelos m alırıstas, n o
projt
· tos coletivos, c [ 1 [ n o a s v idal dos santos escritas pelo holan : M stas, ï 1 a séjcsuĵ ta
dos esnłtliaīos, C onven tos dť orcìcn s religiosas is vizt
· s se to rnavam ltıgares de
U pp ah. B ihh
m ecas e laboraú ricvi muha vezes se tornavam ponm s de en con tro
fundada na dė cada de 1 5
8 0 , e lli L o n cires, o u a A ntikvitetsko lleeiet (16 6 6 ), e m
O utm s sociedades se ocupavam da histå ria. c o m o a Socicry of A ntiquaries,
tuais d3 ar
istocracia. N o H ô tel de R am houillet e em otıtros lugares.
3 2aoresc
erarlì em P ań s entre 1 6 10 e 1 6 6 5 , s o b o patrocinio de senhoras ? ? inte] c
A C O N S O U D A C A O D O C T}N H T C IM E N T O
culos, da necessidade d¢ buscas para quc o co nheciın cnto fosse sistem iitico , pm
E sse co njunto de term os sugere unia consciė ncia crescente, e n l c e r t o s ? ?ci
lhante,
SqeeialtJrr IO tipt'" i» ırntıłdorl tısou a m etāfo ra de
"
e n s aio
"
n u ın s e n tido ?? se in
para o dc teste d as leis da natureza em particular. O fanıo so panûeto dc G aliicu It
no , ť im ť ııło), que se rescrin giu a partir de sell sentido o riginal de teste em gcra】
se arn p lio u para alė m de seu co ntexto legal origina】. '
"
e x perim en to
"
(cm ??itali
uso regular, notrnentc
" investigaç ã o
"
(c seu equivalente italiano iłłd 明 细 ?), que
ou aos de m edicina . Junto com a palavra
"
pesquisa
"
o u t r o s t e r m o s v ieram a ter
do século x V tli, fow c para referir- sc às artes ou iis ciên cias, a o s e s tu dos de M stå ria
no singar e se to rno u rııais visual a partir do século x v I ï , e m a is ainda ao ĺ inal
m ncr (]5 6 0 ) . D e Êtiennc P asquier. O term o era 111a15 em pregado no plural que
scr crıco ntratla cm títtılos de li \ T osj, i no século x v I . inclusive ilas R etherr h ? s dr ıa
sť ť irrlł, r Ĺ · ć lłrrvhe, ricerat ctc .) deriva da origcıīı co lllum
" busca"(st · tm lı etc,) e pode
organızaç ô es de ib ın cnto à pesqu isa. A palavra
"
pcsiqu isa
"
o 1 1 1 diversas lin gual (?? r
O segundo đesenvolvım cnto ım po rtante no século x v III fo i a criaç ã o dc
m ias de tninas de S elm ecbānv. t 1 1 a H ungrıa c dc F rviberg n . 1 Saxinia (17 6 5 ) .
0 7 , a ccola dc sihw ukm . ? ndJ da nas m o n m n has H arl em 7 6 3 , e a s acadc
K A v Ť I , fundado cm 1 7 ( 19 , a s a c a dennas U c engt
'
n haria de V iena (17 17 ) c Prag
ncraç M . in c cıiurgL ł c đ vicuhu rr pm exenıw , o co H cgjum C am hnum , e m
escolas de recnalogi. 1 , t a n tbė rn 1 r . 1 1 1 1 linđadas para o (
'
llsino de engen haria. ? ?M
povernar a futu ro\ fiıncıon į irio s. N ovas 1nw n u lç ōcç . c 'quivalentes às posterio res
facuH , a dex co ın o n K arlschu lc dc S rut[gart toım fundadas pari ensinar a arte de
sino 111 Lııtaw e ze l era p rnferido o 11 1 in glis e nilo o11 1 latin ı. 3 5 N a E urop a central.
( T 1 a h jstl\ n a polinta tll E u ropa do ad vogado aicmo S am uel P ufť ndorf). O ? ? e
cxcm pw . ā ĥ hn ofh n . N u Fıi e ā hùworm nm derna um ? nu? l baw antc ado tado
hrc\ , L ' dedic. ındo aren ç iio cspt
'
c
' ial ii ĥ 1osolia m odcrıT a (as ideias dc L ocke, por
tım vcrsi 山 , les, le n do sido pniJcead as ın ais para h o m en s de nepócios que para ? ? n
A s aca, lcm ias dissidcnres 1 1 1 1 1 1 . 1 v 3 1 1 1 u m c u r r iculo m enos tradicional que as
lgrc) a da h ıgla terra, e x c luidos d ť O xford e « am bridgt? .
lóso fo natural Jo ų t'ph P rie$tlcy). T iuasc st · w t ' l l 【a acad crn ıas para
" dissidentes
"
da
provirıciaif+ c o m o W arn ngton , c m L aï rcash ıre (on de lun do s p ro fesso res cra o 6 -
m tlıta . o u t r a s c ıdłdes. E ntre 1 6 6 3 e t7 5 ( Tb ram tiın山 山 s cm L o ntıres e cidades
Lo ndres (] 7 6 8 ) . N ovati ať adenn as n o b s fo ram tiındadas em ıłerlim (17 0 5 ) e em
dadas academ ias dc artes eın l$ mxclas ( 17 1 1). M adri (17 4 4 ), V eneza 0 7 5 6 ) ·
Foi po rém no & ( ulo X V II I que C S S . Ľ iniciativas S C in \ıltiplicaram . Fo ram ?? f u
tória e botıinjca .
A rn stcrdā. o A tlh · i r¢łe ł fl N (fundado em 1 6 3 2 ) cxplom vm n novos tem as, c o m o ? ? M
pcnharam papel im portatıte na vida ıntelcetual atė stia supresR iio o111 1 6 8 5 . E m
Ĥ arıceses haviam sid o ń indatias em S edan c S au ın ur por volta dc 1 6 1U c ? ? des e
(15 8 9 ) . M aĺ lri (16 2 9 ) etc. A cadem ias ou quase universidad es para os calvinista, 1 8
exė rc\to ou na diplo nıacia haviarn sido fu ndad as cm S o ro (1 5 8 6 ). T übingen
U H \A ı Ils R I R IA S [ X
'
I A L ı x ) C O N H L ( . ı H L E T W U4 8
co m o m odo de atrair clientes, e n c o ra jando assim
a discussiio das noticias e o ? ?
sue seus
am igos. O s donos dos
caiës Ė equentem ente exibiam jornais e revistas
paris, o procope, fundado em 1 6 8
9 , s e r v ia com o ponto de encontro para D ide
rot
D ryden e seus am igos,
o s re fugiados protestantes se reunindo no R ainbow .
E me
nquanto
o C hildk era para livreiros e escritores, o W ill
'
s para o poeta John
tem ática eram oferecidas no D ouglas
'
s e n o M arine C oĦ į - H ouse em L ondres.
telectua】 italiana , francesa e britâ nica a partir do século x v I I . palestras sobre ?
? m
Pro duziu a E ntid opédia.
4 2 0 s caië s desem penharam papel im portante na vida ??
i
L E spinasse era an ï itriå de d
'
A lem bert, T urgot e oua os m em bros do grupo q ıe
H elvė tius se encontravam para discussô es regulares, e n quanto M m e. D c
reç ã o de M adam e de T cncin , por exem plo , Fontenelle, M on tesquieu , M ably e
foram descritos com o os
"
e s paç os de operaç āo do projeto ilum inista
"
. Sob a ? ?d
um papel na com un icaç āo dc ideias durante o llum
inism o . E m P ań s, o s sa lõ es
Orpnizações ainda m enos form ais, c o m o o s a liio e o caiÈ , desem penharam
m ento secreto .
xvILL ilusm essa nova tend Ĝ ncia e tam bém a m diç ã o m ais antiga do ? ? conhe
c
rn erito de loja$ m aç on icas em L o rrdres, P aris e o utras cidades no inicio do século
(17 7 5 ), que fazia o intercâ m bio de informaçō técnicas e cien tiócas. 4 1 o ?? surg
para incentivar o conrércio e a m anutį tura ; e a L u nar S ociety o f B irm ingham
Im provem ent o r H ushandry (17 3 1) : a L oJìd on S o ciety of A rts (17 54 ). Fundada
m onsm r o crescei7 te in teresse pelo conhecim eï 1to útil : a D ublin S o ciety for the
vezes a serviç o da refo rm a. T rĜ s exenrplos das Ilh . 1 5 U ritānıcas serveīn para ? ? d
m ultas espécies. ı T 1 L ı ı t a s delas devo tadas å tï o ca d e info rm aç iies e ideias, m u itas
século x v ln foi llln a ė po ca im p o rtan te para associaç ô es vo lun tária\ de
G ö tnn g en . ń ındada na década de 1 7 3 0 .
quisa. Inclusrve a pesqursa histórica, c ra im portan te 11a n ova U n iversidade de
e elli E strısburgo por lini prufe\or, Johann D aniel S ch ö p tlin (c. 17 5 7 ) . 4 " A ? ? pe
ca foram fundadas em P aris pelo m inistro do E xten o r, n i a r quês de T o rcy (17 12 ),
gunda 0 m odelo da A cadeiııia de C iêrıcias. 1
·
A cadem ias para 0 estudo da ? ? polit
P ara os m enib ros da A cadem ia de Inscriç ô es de paris, ornizada elli 1 7 0 1 ? ? s
co m o Tlas alem ã s. T am b
Ġ m eralll patro ç 1nadas pelos governos na n n a de salirios
eraill realizad , 1 s c o m s e r ie dad e em d iversas academ ias provin ciais fran cesas, a ssinı
nova A cadem ia de B crhm deveria ser a pesqu isa h istó rica. P esquisas d e tipo
E uropa de lingua alem ii no século x v II I . 3 8 L eib niı sugeriu que u nia das tarefas da
coleciva. se totnaram centm s im po rtan tes de cultivo da histó ria n a F ran ç a e na
exem plo dos m auristas do ĥ nał do sécu lo x v II . 1 1 1 a s dando m ais ênfase à pesquisa
ao estu do da ï ıatLï reza . O s m ostcim s, principalm ente os berıed itino s, s e guirıdo o
A org nizaç ã o cada vez m als fo rnializada d o con h ecim ento rĤ o se lim itava
tıterciıłnt nıit W issctłsch, ïltrn . 3 7
pando do
"
n e gócio
"
do saber recoınendado por L eib niz , e itıeu H a+tdeı und .
publicaç ðes e , o c a s ıo n a lm entc , desenvolvend o p rojetos com uns, a s sim ? ? Partic
prė m ios e fom iaram unia crescente rede internacional. T r o c a n do visitas, c a r ta s e
5 0 U M A H IS T Ń R ĻA S o cm し no co N H F N M F N T O
(ditos do P rofeta) e as leis do lslã . O s klłaııs em qu e os estudan tes ı71 oravam , o s ? ? s
pela Igreja na E uropa . O s principais (em as estudados eram o A lcorāo, o H a 山 山
m esquitas, stia no tavelm ente sem elhantes às
instituiç õ es educacio nais dom inadas
E m bora n o exista clero no lslāi, a s niadrastı instituiç ô es de ensin o anexas å s
m ano nos stculos X V I e X V II .
roi durante o que os o cidentais cham am de
" Idade M ė dia
"
, e n o Im péń o ? ?o t
/ııadfzısds n o m u n do m uç tılm ano , e specialm ente em B agdá. D am asco e no ? ? ca
deń a sw feita en tre o sistem a dos p ń m órdios da E uropa moderna e o sistem a das
m itariam a certo s p erio d os n a
h istó ria do O cidente? U m a co m paraç iio óbv ia ? ? p
seriam esses ciclos de cń atividade e rotinizaç ìio u m fen ô m eno universal ou se ? ? l
C o n clu siies e co m p ara ç ô es
à Ĥ en te das academ ias.
as u m versidades, e specialm ente na A lem anha, re c u perariam a iniciativa, s a ltando
contrário . D e m an cin a sem elh ante . N a r e o r gaitiıą ç āo d a p esqu isa n o sctılo X IX ,
nedM n o , n a o rganizaç āo da pesquh a n o sė culo x v m ver p. 4 5 , 50 é pm va d o
o novo papel desem pen h ado p o r u ı11a in sticu iç iio m u ito an tiga , om o s te iro ? ? b
dizer que a relb rm a o tl ren ovaç ìio das o rgan izaç ĉ ies trad icio nais seja im possível.
doīn in m tes e co nservado r. l s da prå xiın a gcraç iio o 11 d a se= u int¢' , isso nāo quer
m ais dc u nl pcr? do rcguarmcntc sc m m a m as o rgan izaç å es ? rm M s,
ros co m o ceritros tlo sabr , a tć o prescnrc. os grupos criativos, m a r ginais e ? ? info
X II, quaī1łlo as novas ins£ituiq i) cs cham adas u n iversitlad cs sub stituiram o s ? ? moste
signou dc
"
c i, - nein ım rm al
"
. N a E uropa, e sse s c iclos sāo visíveis d esd e o século
W c · bcr co stm 1 1 . 1 4 c ham ar de " r o tinizaç āo
"
([Ťrcłlh¢Įeliduułg) e T h om as K u hn ? ? d
A lo ngo pT L ? o . o quc vellıos siiņ ciclos de in ovaç iio sç guiclos do que M ax
lanicnto cm rcL rç iio às nm ' a s ten dė ncM . 5
de
" inė rcia inxtirtıcio n aľ
'
, m a n tendo suas tradiç õ es corporativas ao preç o do ??i
s
hıgares cı1 1 quc sc descnvo Į viam as ideias 11ovas. S ofriam do q tte jii foi ch aınado
fun ç iiu trnd icio na] dc cn ţ inar efctivai71 ctrre . M a s n ïio crain , c m tc r ı1 1 a q gcraiç , o s
de c inn vnç M . A s un ivcrsk ļ H les podenl cr conü nu ad o a desem p enh ar su a
bre a repm 山 ]ç ; io clılcu ral q ır, 1 1 1 1 0 a s de V eb\cn sobre a ligaç iio en tre m argiï ı? ?alid
prirıcî pio da E u rLJpa Jīodcľ na paT ec( co u ĥ rm ar rante as ideias dc B o un lieu ? ? s
R esun ń ndo o quc foi dho aú aw , o e x e m plo dıs in « h uiqã es de saber n o
tāo.
4 4
dos entre 1 6 0 0 e 1 7 8 9 . 17 6 đcles entre 1 6 o0 e l6i9 9 e o restaiıte a partir d e e
ıcpública iLis L etras. N iio ī1ıeııos que 1 . 2 o7 p erió dico s cm fraile fo ram cń ? ?
xvIII, c o n t r ibu indo para a tļ iĥ rsiio , c o e são e poder da co munitlatlc im ag inada d a
in$ tituitāo q u inien tivo u dc lı1ancira crescen te a vid a in tt· ĺcctual n o século
A irnp rcnsa , e speciahllcntc a p erió d ica . T a n rbêm pode scr considerada um a
ca
"
. E ssas instituiç iics facilitavai7 r cı1co n tros en tre ideias c individuos. 4 3
Bim enm do que m uhas veıes è chanm do ? " o pinû o púb ? " o u " « cm púbh
A C O N S O U D A C l 0 D O cı) N H E . C I M E N T O
no m édico tinha lugar em hospitais, fundaç ô es co m u llla longa h istiiria no nlu11 -
natureza era m arginal. E ra realizado 0 11 1 sua m aio r parte fora das escolas. O ? ? ens
N esse sistenıa. T a n t o c m s u a form a árabe quanto na oto m ana , ņ e s tu do da
m a se tornava niais form al.
Y l
P ara posto £ clevađos, ı) ipl tnn as e exanles foram introd lızidos, si ti al dc que o ? ?sist
de prestigici, o a ssim cham ado grupo
"
d e derirro
"
, e r a u n l prė - r equisito virtua】
m cstre particular era essencial. Por volta de 1 5 5 0 , t e r c s tu \ lado cm certas escolas
eram ab ertas, tlla s para os estudantes q uc đc · s e jasscm alcan ç ar alL as fu ııç ò es na
cinco escolas na cidade. Q uc cłıeganım a du zL · n t a s n o sécu】n x V n r. A s palestras
co ı7quistlr a cidade 【it1Fia o ho csco ]aq aılexai. N o século xvii h av ln noventa e
lhante. A m estłuita qu ť o sultîio M eh m ed tl fu ndo lı eıır Istain bu l logo depois de
A nıt'tıreJ ť otolllan l (form a turen da pa]avrıl ııladfrısa) seguia padrāo ? ? sein
próprias ï
"
e e nāo que sc cnvolvcsc na leh ura pcsso . H e na apresenaçāo dc concep ç ô cs
nlestre c ou m , m a s e s perava w quc seguisse a idd as d e u m esm thoso inıpo rm n
tual n 71 ts ab t · r t o . A pareıu em eiłcc nact. U rn esttļ dantc po dia m over- sc entre uın
qucsđ o de sab er sc a H uidcz in wk ucm na csm va aw o cıada a u m sistcnia hnclcc
a lon ga rc
· Sithìcia isïām ica ii ųolītłitìcnç iio insń tuciona】 inm ressio nantt · . Ŕtsra a
m ais 11o co m eç o do
'
te m pos m odt' m o x do quĽ tıcpo is dc l = 0 ţ ) . 4 8 M esm o assinı,
sĉ r m arcado com excessivo ï iwr. Ń um · e r ddadcs o cidentak cram nw nos for
0 coı1traw e cmtre os trm n clo s cdLıcactonnis cľ istao c n m ç u]N H llo nāo deve
◆ 11 hiç ru riudo r recem e da m tıtlf¢lsd falt, de " pem stcm e in fo rinalidade
"
.
4 7
coniparcciam cnl teınpo w mcM . incuindu m ulheres. N ño é surprccnlcnc que
danm
"
n c n l sc n iprc ė aprcv ria? . pois =ķ un nw ıH bros dm circuhw de en udo
lani conm qunescni emr č me stre e me s?. N a verlıde. o próprio er m o "
e
s t u ?
0 111 sua c l ou num a m estinita . N io havia ctï rrfcu ï o lixo . O s estutL m tt · s se ? ? m
cm rcahdade un1 scnù cfrculo a un n h?ncia ľ csp ? o sa do m estre shnykņ , fosse
quem . O Ugır t
· entrado aprcn M zado cra un 1 C f rculo in b mwM dc csm do h a ı M .
quc hTpnrm' , 1 n a c a r r e ira de tnn p mulcsw r nāo cra o nde cle ew udm . N i a b c o m
- cr, 1 fluido . A iilï z rł ( T a tlın : 1 licenp pesso/ I, 1 1 3o u m g rau d c tlm a 1nw itu ıç āo . O
da ed\lcaç iio 11o ( - ritntc M h lio , c que o
"
sisteım
"
_ se a' qim puder ser Ľ ham し日o
stıw
'
m m que clc d+ · u c x c e s x lv a ntac ii qrwnizaqio Iinn na] tlo co nh ccitT1 cm o e
im po n antc\ ttjftTena: cııtre o1 doiĺ sistem as. C o m tıdn , pesq1】isas ruais recentes
em prė stim o ocid t
·
n ta l con\cientŁ. clos m u ç u lm ano ç níio ncg łva a exiìtė tLtia de
0 historiador que traç o l1 essL ' 5 paralelos c avc11[ou a possibilid ade de unl
estudan tes lem brava a ï iť ť rıri¢ı íltlirľ ır[ıł' t la E uropa m cditval.
4 1 ,
tal. A o passo qut
'
a ţi¢łz lł o tı licenç a para cnsirłar q ue o m estre dava a seus
gam zaç iio fu n 1ıaļ da arunelıtaçĵ o na llııflltlz tır¢ı se parecia co m a tlispuca ? ? ocide
O xtin rd e C am brwlge. e podem ter inf】ucnciado esse sistem a 11o século x II . A o
P ostos ou ltl, l · que apoiavam o sistem a lem bram o sistem a qtle ainda existe em
liirios dos professores, o s e stipêndios dm tudantes e Ĥ s fundaç ô es isentas de ?? i
5 2 U , \ A ıu w L ) R ı. \ S D C ı A し D O C O N l Ł E C J M E N T O
nham desem penhado papéis igualm ente im po
rtante i.
m as é bem possivel que najå longa história do conhec
im ento os dois grupos ?? t
pT ovavelm ente tentado a alinhar- s acts inovadores contra
os su port
es da tradiç ã o,
têm barreiras que as separam d
os rivais e tam bėm dos leigos.
5 4 0 leitor está
cipantes e esferas oficialm ente definidas de conipetê
ncia, que constroem e ? ? m
a
vem os circulos ou redes abcrtas+ do olītro instituiçõ es cQ m cQ rpos fixos
de ? ? par
t
degelo e ao co ngelam ento
"
, c o n
hecim ento oficial e nã o oficial. D e u171 lado,
H ii tam bém um jogo en tre inovaçio e ro tina, fluidez ę fixidez ,
« tendências ao
estdbî isltıï rť ııtĄ entre am adoæ s e profissionais, e m presárias e ass
alariados intelectuais.
desļ ocam en to m uitas vezL% repetido . É l1tlla histór】a da interaç ã o entre otttsítlers e
é a hisrå ria do deslo cam ento de seitas espontâ neas para Igrejas estabelecidas,
A ssim , a histiĵ ria social do conhecim en to , c o m o a histå ria so cial da relig iä o ,
intelectuais para a predominncia do que K uhn cham a de
"
c iência norm alt
'
.
ram no sistem a c teiï 1em per
, lcr seu capital in telectual. H á razô es sociais e
nais. T om am - se Iugares de interesses próprio, povoados por gH 1p o s qu e ?? inves
t
cedo ou niais tarde se cris[alizeln e se torneirìob5táculos para ino
vaç iį es ? ? adic i
prática d? s dist : iplinas.
5 1
M as ė virtlJahm
·
n te in evitiivel que as institu iç õ es m ais
inov iç ōcs institucioııais do sė culu X V ıU parecem tcr tido jm p ortan tes efeitos n a
so ń m dar institu iç ōcs. N o caso do qu e chaınam os
" Cincia
"
, por exem plo , a s
zir n ovas ideias b rilh anres. Por o utro lad o , para p ô r essas ideias em prática é ? ?prec
E ni term os gerais, parece qlle para o individ uo m argin al ė nìai$ faciļ ? ? p r o
d
histórica co m parativa .
52
tos intelecľ Ltlis, ta m bém en co rajava a autonom ia ç ritica, re c e be apoio da anilise
hipåtisc dc quc a i131prcssio, que tornou m ais atT JP Į am en te co nh ecido s O S ? ? c onfl
isli, inclusive a o p o siç ã o ii n ova teem ) log in do intelecto , a prensa im p ressora . A
m undo ortodo x o) Ĺlc\ [aca a relativa fbrç a da oposiç āo i inovaçio łntelccm al n o
dos do islii e da crį scam ładc (catjM icii c m pccialm entc pro testan tei n iais q u e o
çāo nāû pode scr dadı co n m cc? . L A na co m paraqāo c c o m r a e entre o s n run
pcrsM ĉ n cia de u m sistcnia in? m? a h ngo prazo nm stre que a ins? ucionahza
parece confirnìar as teo rias de V eblcr7 c U o urtticu em certo s aspecto s, e m bora a
exenm lo do m undo ınu ç ulm ano , e specialm ente o do I m pério O to m ano ,
inovaç āo no nnJ ndo isĽ nnco .
a rn ed icina e a astro n o m ia cram , a o m e s m o t e rn po , treas m arginais e cam pos de
poréın , a m a rginałidadc p ode ser is vezes u nia van tagem , D e qualquer m aneira.
cionalm ente m arginal, c o m o c o n siderado irreıigio so por algu ns.
5 1 C om o vim os,
dos elī1 1 5 8 0 , siŊï al de quc o con becin ien to da natu reza n 5 o ap enas era ??irtsti t
estudioso , T akiyyü · lin , c o m apoio do sultiio M u rad Ill. F oi dtjstmido por ? ? sold
11ovo fo i fiurdado cıìt G ilata em 1 5 7 7 - o ano posterior a U raniborg
- por um
especializados. O pń nieiro ob scrvató rio co nh ecido foi fun dado eın 1 2 5 9 , e u m
do m u ç ulm ano , e n quanto a astro n o m ia era estudada em ob servatå ń os
A C O N 5 0 L ID Ą Ç A O D O C O N H E C IM E N T O
em R om a com o utro m issio nário , C . E. G rim aldi.
Florenç a, e L eibniz devia sua paixāo pelos escudo s sobre a C hina a um encontı1o
a C hina depois de ter enco ntrado um m issio nário aıcm āo , Johan G re ube em
T am bém tin ham um im pacto m ais profundo . L orc? o M agalotti escreveu sobre
m ais eticazes do que a aoca de cartas, c o m o m o s tra o c a s o dc G enus e M artini.
va nesse dom irıio do conhecim ento do que em ou tn »s. I E ncon tros pessoais eram
nāo se lim ita à transferĉ ncia de tecnologia, e m bora possa (er sido m ais ??sisniócat
E m prim eiro lugar, a im po rtâ ncia do s encon tm s pesso ais, im porđ ncia quc
cia dos lugares i1a história do co nhecim en to ,
ď fcrcn ç as de religiã o , a o m e n o s o c a sion alm ente . T am bém n os diz da ?? import â
C ontirm a, por exem plo , a ideia de qu e a co operaç ã o entre estu diosos transcendia
O episi)dio revela inúm eros traç os da R epública das L etras naquele tem po .
os elos entre o Isli e a C hina se to m aram aparentes.
en(zīıto , quatıdo am bos traduziraın seus textos para sua lingua co m u m , o latim ,
náń o na C hina e estudara algunias dessas fontes chinesas, nio sabia árabe . N o
M artino M artini, jesuita italiano que passara boa parte de sua vida com o ? ?miss i
U lugh B eg , e s t u dioso m uç ulm ano do século x V Ł se baseava em fo ntes chinesas.
sor de árabe em し eiden , nio sabia chin ĉ s, m a s su speitava que a cro rıoloB ia dc
de cro nologia com parada, m a is precisam ente na sin cron ia . Jacob G olius, ? ? profe
- com o m uitos de seus con tem po râ rıeos
- estavan ı in teressados em problem as
testante ho landês. O enco ntro era im plausível. M a s fo i frutifero . O s dois hom ens
E m 1 6 5 4 , e m L eiden , u īn s ın ólogo catiilico italian o enco ntrou um arabista p r
D R . JO H N SO N
coırsiiR \ \ sc qnisrr lrtızer cołıhecim ełıto para casa
.
E assim łïd viaR n ł\ t¢tı1 }\olĮ lť nł tłeue can egar o conhecim ento
P -
L'ird. ıde d4 ıł8 m dos P irineıłs, ť r ro a lém .
centros e perijerias
0 ıÀ łgar do C onhecim ettto
r v ·?
« ste capitulo examinari sua geogra{ia
. A ideia de um a geograia da verdade e tao
que o conhecirn ento nāo se distribuía igualm en te por toda a E uro pa
da época.
O s estudiosos p recisavam se dar a todo esse m
balho para se enconm r ? ? p
o
u īlıversidade para ausen tar- se por alguns dias.
3
tuétpia algum as sem an as m ais taride, depois quc G ołius obteve perm
issã o de sua
qtre tonlasse 0 n avio p ara L eiden . O s dois se en coTłtra
ram novam en te em ? ?
A
da chegada de M artin i. G olius entã o escreveu a M artini em A ın sterdã e the pediu
C hina, e s c r e v e u a s e u filho, que vivia enl L eiden , e the pediu que av isasse G olius
dioso O le W on n em C op enhague. W ornl, c u jos m últiplos interesses in cluiam a
gen , e n dezem bro de 1 6 5 3 . a n o ticia das in ten ç õ es de M artini ch egou ao ? ?es
t
Blaeus, e specializada em m apas (figura 2 ).
2 Q uando seu n avio atracou em ? ? B e
A m sterdā, o tide planejava en tregar sell atlas da C h ina å fam o sa casa
im presso ra dc
turado pelos ho ļ an deses, ı1ìas auto rizado a em barear nu m navio co m destin o a
C hina para R om a, a fim de fazw um relato de sua misse : N o cam inho.. Fo i ? ? c
a
de G olius e de M artini coln o sincrorıizar su as w an ologias. M artini retornava da
dcs com o encruzilhadas e pon tos de en contro . E ra tio dificil sin cro nizar as vidas
E m segundo lugar, O e n c o n tro de L eiden rłos faz lem bra
r a fun ç tio das ? ?cid
2 . Afupa dů p rou!ncia de N đnqıłfï n (A m sterdĖ , c . 16 5 5 ) .
O L U G M D O C O N H E C IM E N T O
ensino baconiana planejada īıa Inglatem em m eados do século x v ï ï . O s ? ?bibli
sa. N āo sm preende pois que a reform a das bibliot, e c a s tivesse lusar m reforn)a d
o
vrań a e o caië , ela encorajava a com binaç āo da com unjcaç āo oral com a ?? impr
c
nas bibliotecas teria sido im possivel c até inim aginável nessa época. C om o a ı
inform aç õ es c ideias, a lém de serem lugares de lci . A exigência de silêncio
adiante, s e tornaram centros de estudos, locais de sociabilidade culta e de unca dc
tes. 7 F ora da un iversi? de, algum as bibliotecas privadas ou públicas, discutidas
vezes po r sem ana e os professores å s vezes em prestavam suas chaves aos ? ?estud a
siio bibliotecas anıbularıtes " , m a s e m L eiden , a o c o n trfio, a biblio teca abria duas
declaraya em 1 6 3 9 que um a biblioteca era desnecessária porqu e
"
o s professores
corıferên cias, pelo m eīıos enl certos lugares. A U n iversidade de L ouvain ainda
in1 îen ç ã o da im prensa . D enm » da universidade, c o n l e çava a rivalizar com a sala de
A biblioteca au ï n ento u de im portâ ncia, a s sim co m o dc tam anho depois da
son pe】a prim eira vez na sala dos fu ndos da livraria de T o m D avies em L o ndres.
G rassi, Ė equentava 0 S ol
-
e m R om a Jam es B osw eu enco ntro u S am ucı?? J oh
" 0 N avio
"
n a V eneza do inicio do século x v 1I , e ü inim igo de G alilcu , O razio
nutius em V eneza. P aolo S arpi e seus anrigos se encontravam nu m a loja cham ada
m o costum ava frequentar a casa im presso ra do estu d io so e im p resso r A ldus ? ? M
um lugm de enco ntTos e conversas. A īėm da pro cura de novas publicaç ðes. ? ? E ra
de anatom ia . o e s c r itóń o e o cafË . f , A livraria da casa im presso ra. por exem plo , e ra
I1ovos lu g res
- o laboratório , a galeria de arte. a livraria, a bibliotec o anfiteam »
tıniversidad e e o hospital (c, para as notícias, a ta berna e a barbearia) sejm taram
quais u r i d a s no úırim o capitulo . Às sedes tradicionais. c o m o o m o s t e ito , a
guir dois niveis. N o nricronivel, havia as
"
s e des do co nheciın ento
"
, a lgum as das
A o utihzar a expressão
"
geografia do coırhecim en to
" é im portarłte ? ?dist i
ten elra viagem . A dquirida de um cativo espanho l).
5
? va a A ıï ıèrıca (dcrivavı de Lım a ctspia de u ıììtrrapa feito por C olom bo em sua
E n t corìtrapartida_ o 1 1 1 . R pa feito pt
· Io alm irarite turco P iri R eis em 1 5 1 3 j5 ? ? mo
pn m eıro a rnfo m iar os russos. po r volta de 1 5 ı 8 , desco bertas de C olom bo.
plo , o tlr o n ge M axim G rck , que passara algiłns anos na Itália, fo i aparentem ente o
O que as pesst) as sab iaın estav a relacio nado ao luEp r o nde viviam . Por ? ? ca
e
rado , e tantbm daqueles para os quais era M fundido .
4
ınento , dos lu p res elli qu e o conhecim ento foi descoberto , g
uardado o u ? ?elab
histå ria da ciė ncia - é essencialm ente um a
" üstribu iç ã o espacial
" do ? ? conhec
O tenla deste capitulo
- seıındo trabalhos recentes sobre a geograßa e a
(u¢ń lė ait delà đa P y & ł & «s, c rre \ łr ĺ łtł delà).
rència nos p ť tłsainerıtcıs (nQ 6 0 ) à
"
v e rdade deste lado dos P iń ne\ıs, e r r o do outrun
tttť tısonge ¢ıi¢ tııonde qłıi se tienf ai+ dť la). P ascal foi ainda m ais lacô nico em sua ? ? rcf
falsidade no m undo do o utro lado " (qłłellt uéłitě que tes m otrtw nts bornent, q* i esr
(livro 2 , n a 12) sobre
"
a v e rdade que está cercada poT essas m o
ntanhas, que é
e]cplorada para o m em lo propósito por M
orıtai8 ne , que - cveu em seus E m dia¢
chocante com o a ideia ? sua histå ria social (ver p . 5 ). D e fato , ― ― ideiajā fņ i
SÓ U M A H tsT û R iA S O C IA L D o co N - - )
grandes cidades (ås vezes sedes das principais bibliotecas) e acim a
dc tudo à cew
$ U tgiīnento de um a eco no m ia īn u ndial (ver P . 14 2 - 3), å ascensã o
de algum as
to do livro im presso. E sses desenvolvim en tos estão por sua vez lig
ados ao
M ento, ligado a aperfeiţ oam en tos na co m u nicaç ã o fisica e tam bém a
o ?? surg
im e
N o qtte segue, a T e m a principal será a crescente centralizaç ã o
do ? ? conhec
deve se, rnuito m arcado . 12 M as a distinç ã o é útil.
contraste entre o co nhecim ento instrunienta] e a curiosidade desinteressada nã o
e conô m icos e polhicos, m a s dela tam bém fazia parte o conhecim ento
em si. O
Europa. Essa consciência era m u itas vezes alim entada por m teresses relig
iosos,
reraira na crescente co nsciência, por parte dos eu ro peils, do m undo para alé
m da
capitulo V [. O utros tipos de co nhecim en to nāo serio esquecidos ◆ m as a ênfase
feria da E uropa para seus centT os, deixando a politica do co nhecim ento para o
N a realidade este capitulo se o cupa principalm en te do m ovim ento da ? ?
per
xos de conhecim ento da periferia para o centro .
1 1
Porexenlp]o, a politica im p( rialista , e por deixar de levar na devida conta os ? ?
ñ
m odelo centro - periferia foi criticado enl m u itos aspectos, por deixar de lado,
ticular, da inform aç āo cientiĥ ca, da E uro pa para as outras partes do globo . E sse
m oderno é iis vezes vista em sim ples term os de difusã o da inform aç ã o e, e m ? ? p
a
N este nível m acro , a história do conhecim ento n os prim órdios do m undo
esses agentes deviam residir n os
" lugares m elh ores e n iais cen trais
"
.
10
m andareni inform aç õ es para L o ııdres sobre terras estran geiras, e speciócasse que
w cava em m eados do séctılo x V II o s
"
a gentes de inform aç ã o
"
pro ĥ ssionais a
N ao surprrend< Pois quc o
"
m e m o r ial pelo ceN hecim en to universaľ
'
, qu e ? ? c o
Lim a e M ė xico, e c idades t
· uropeias co m o S evilha, loma, łìrsterdã e L ondres. 9
cas : cidades a
siāticas co m o Coa, M acau e N agasaki, c idades am erican as com o
escalas nas
"
re des dc longa distâ ncia
"
qtīe ligavam a E uro pa ii C hina ou å s ? ? A mér
Tam bė nr no ]nacronivel as ci
dades desem penharam papel im por tante com o
bæ a produç ã o
do conhccinìcnm .
bilidade tinha
m - e ainda tĉ m
- influ ĉ ncia sobre a distribuiç ã o e até m esm o ? ? sN n
e« , e ni sun
la cnīe difhenes conh ecinienm s ver p. 2 0 . A s fO rm as de sociaho
m erıs de collh
ecim ento . E lì tre nobres e artesios , e n tre o trabalho de cam po e op
ços púb
licos das cidades
facilitavam a in teraç ã o en tre hom en s de aç ã o e
dres . ci
da«ies qu
e p°
rtanto receberiio m uita aten ç āo nas próxin7as páginas. os ? ? çe
ñ 7 o dJ des
relańvanente grandes corno V en eza, R om a, Paris, A m sterdā e ? ? L o
sedes de
conhecim
en to se m ultiplicavam e se to rnaraın m ais especializadasn
ıador
es p
reteildia m .i ı
ldi. .
Do C O n ı'
bĮx
"ári. d. B . dl, i' ' " dé C a d. d. 1 6 5 0 , ? ? C o moalgunsrefoł
'
ĵ
do rtlaıs
claro s
e 0 am igo
de 1) urie , Sam uel H artlib (ver P . 7 1 - 2 ), tivesse sidoproqx
do sab er u
ni" " 1
"
, O q U e i S S O q U eria dizer n a prática vez tvcsse ? ?
3 7
ocidentais m ais co n scientes da R ússia. E ntre os ¡ivï os que ap- 11- 1 os ?? l
ei t
dela, Ingb tcrra, F ran ç a, Itália e ou tras terras e, n o pro cesso , to - o s e u ro pe
ur
H ence 2 5 0 r- s. incluindo o próprio czar, foram estudar na R epública H olaı
ı-
" G rande E m baixada " de P edro, o G rarıde, a o ocidente, e m que ap- ? ?
d
m udou lentarneï ıte depois de 1 5 5 0 e rapidam ente depois dc 1 6 9 7 , data da
co m o era co ï ıhecida na época estava dispo nivc] eın form a im pressa. A situaç ão
berta euro p eia da R ússia. A ntes de 1 5 5 0 , pouca inform aç ã o sobre
" M osco« »
"
,
O que foi cham ado de
" descoberta russa da E u ropa
"
c o incide com a ? ? dese
C O U . I
S
go . s e c o r m spo nderia com V oltaire e ajudaria a fu ndar a U niversidade de M osp
russos. N a geraç āo segıtin te . M ikhail L om o no sov estudaria quim ica em ? ? Marbu
a S ã o P etersburgo , o n de passaria os vin te an os segu inteti treinando astnô nom os
allo da m orte do czar, ]7 2 5 , o a s triino m o fran cêsjosep h - N ico las D elisle chegou
m odelo da A cad em ia dc U erlim , planejada por L eib ï ıiz alguns anos aiıtes. N o
quando fundou a A t
·
adem ia de C iė n cias d c S ã o P etersbu rgo , e m 17 2 4 , se guitı o
sio nado co m o s argu ï n eï rto s, pols th e p ag ava u m salário co m o co n selheiro e,
em m ais de ulna o casiāo para the explicar suas ideias. Ped ro p arece ter se ?? impile
m ava de
"
t r a n splan te
" das ar【cs c ciências p ara a R ússia. E n c o n tro u - se com o czar
111eıra b ib lioteca pública 11a lŁússia , し t · ibniz, que se preo cupava co m 0 que ? ? ch
m em bro da R oyal S ociety eln 1 7 1 4 , a n o t a m bėin m arcado pela criaç āo da ? ? pr
rei ◆ do do czar P edmì , o G rande. U m nob re russo. A lexan , ıre M enshikov, foi eleito
tanlc que a S u ė cıa e u I11 po uco antes que a A m ė rica do N o rte , perto do ónal do
A R ússia e ï ıtm u para a co m u n idade t' u r o peia de estudiosos - pouco nu is
de pen t\d ico s ı17 gl« es co m o a H istory of ıht · ı4 h fb of tht ı£tım ed. 4
a1 1 ter- s e a par do que aç om ecia na certa cultural eur【) p eia atrav és da assinatura
quand o ho rn ens dc tetras co m o C o tto n M ather e Jonathan E dw ards tentavam
V ien , 1 c o u t r a $ c i 山 dcs. A A n rérica do N t) rte n ela ingresso u n o sė cu lo x v nı.
dc u llla rede de co rresp o n d cm es c ï ı1 H am b u rg o . A ın sterdã . L ondres, V arsóvia,
rnantin ha em co ntJ ro (
'
o l n desen volvim entos recentes na filoso fia natural atravė s
G ustaf W r, i n gcl, c m s u a c a s a dc cam po cmì S kok loster, perto de U ppsala, s e
con vid ou D cscartes c o m ros cw ud Ŕ w os a E o c o h n o , e o n o bre c ? dadoC ad
trou ek tivanicn w para cw a rcp ť ibhca no Sécu lo x v H , quando a rainha c l? na
exem plo , a dw ip ť rto da fu ndaç āo da U rıivcrsidade de U ppsala em 1 4 7 7 , só ? ? e
pria W ograiia dessa república estava m u dan do du ran te o periodo . A S uéciĄ por
pa moderna para desig lar a co m tm iđadc m tcm acio nal do s estudiosos. 13 A pr &
exp ressã o q ue passo u a ter uso cada vez niais frctlu ť n te ile s prim órdios da ? ? Eu r
R epública das し ccras (R rspuhlictt ıJ itcraritł) ou
"
C o m unidade do S aber
"
é um a
A R ep ú b lica d m h traı
R epública das L em s.
em parte autónom a, r e s u ltado dos intercâ m bios intelecin ıais asB o ciados coM ł
U M A H IS T O R iA StW IA L rx ) C [ Ì N H E F IM E N T Osa
c entre os ocidentais que passaram algum tem po cm D cshim a trĉ
s esc- ram
trangciro ti a aprenderem japonês. E sses ob£táculos podiam ser superados, porém ,
dojapã o proibia a expo rtaç ã o de m apas do pais e tam bém dcscncorajava os ? ?
c
Para o ıntercam bio dc inform aç ðes, a despeito dos obstáculos oóciais. O B overno
abrir seus portos para o O cidente.
ıņ D eshim a era tam bė m um m icro am bientc
dėcada dc 1 8 5 o , quando o Japāo fo i forç ado por um a fro ta norte- am ericana a
Todo o com ė ncio eıltre o japāo e o O cidente passo u por D cshinra de 1 6 4 1 atė a
C om panhia das indias O rien tais, e r a m linìitados a esse m icroespaç o de m »cas.
Perigosos ocidentais sob con trole_ O s negocian tes holandeses, m e m bros da
em cada direç iio , c o n s tr u ida IJA baia de Nagsaki precisam ente p ara m an ter os
ıteshim a cra um l ilha artificıal. E s t e n dendo - sc a】gum as centenas de m etros
gasaki foi strbstitui pela ilha vizinha de D eshim a.
guesrs co ï 11o principal carıa] de com un icaç āo entre o japāo e o o cidcnte, e ? ? N
controladas. N esse periodo , rn c r c ado res holaiıdeses suw raranı osjesuitas ? ? por t
cıuindo , ls t
·
onıerciai \ , bram r vduzitlas ao nıinim o c passaraï rr a ser estritam en te
Pais nio fo i co m pleranıe ï tte lė chado . M a s a s r e laç ōes com paises estrangeiro s, ??
i
"
re c lusã o n , n · ro na]
"
(stikt) » ll), qtłe duro u da d ė cada de 1 6 3 0 atć cerca de 1 8 5 0 . 0
perseguıç iio do\ m issıo nārio s e sť us co nvertidos, [ 1 1 a s t a m bėm a u m a po litica dc
pori , 1 dıtirsao do cr īstlaı1l\ lllo alarm o u os goverriairtes do Japiio e levou niio só å
A m issiio crist ao Jıpāo fiJi u I11 sucesso . N a v e r d e . E s s e s u c e s s o foi relativo ,
ki eni 1 0 7 . N m , 1 n ūssāo connnum . c u n i a hnprcnsa ? nlo nm da .
ao cn s【laillsino do o u . ı c u łau ť aosjesuitas. E stes perd eram 0 co ntro le de ? ? N ag
s
o 0 ( ithn te p . lh \ a v a pelĺ ) porto đe N agasaki. E m 1 5 8 0 , L ım poderoso co n vertido
tīr do final dc
-
sė cu lo x v l. . 1 ľ o t ; 1 pt
· I. 1 L ILI, ll o L
·
onhecım cnto dojapiio viajava p ara
a uına terra quase inteir. 1 m c n tc ciesco nh ecida dele c dc S C U S co nıpatń otas. A ? ? pa
detalhes sobre a regiiio . O m issio nārio jesu ita F ran cisco X avier ch ego u em 1 5 4 9
M ano P oh . v w unc do ? u o x m , m c n c ıo n m
" ū pangu
"
. M a s dava pouco s
pāo . O s ¢umpeus m bı. 1 1 1 1 pou co w )brL
'
o Japã o aniL dc apro xim ad ım cn te 1 5 5 0 .
C onıo estudo dt' catio dem ro deste cstu tlo dc' c aso , t o ın c m o s O e x e m plo ? ? doJ
N agasak i e D esh im a
1 1 1 1 ticando dlqpo nivcls.
1#
das し em s. N u ï 11 ? poca enl quc novo\ e rm portantes canaiq de co m u nicaç āo ? ? est
claN ce,lor exam inar o conhecim ento do inundo alim da E urop a na R epública
cM oH m s p
alavras, a geogm fia da gco p afia .
17
C o ï ıro estudo dc caso , pode ser ? ? e
corrheciıııe
nto . M as há u nia encruzilhada eın que os dois tópicos sc cnco n [rm
0 COnhecimırıto da g ografia está longe de ser o 111cs11 1o qu e a B eogra ï ia d o
aleırrāo para
o fran cês e para o inglĉ \ .
\b(17 16 ),
dej. P erry e A llotm R tiĵ sid (172 1), de F . C . W eb ? r, logo m duzido do
(16 9 9), dej. C
nıll. 7)¢s aiłos de uią w łs (17 0 4 ). De E . Y . Ides. O E stado da R łissia
res ocid
cnu is à cultura Æ ssa figurav am A prrsn łrť cprłdiíu¢ł fb ınłpéfio ntostotıita
( 1 L U G A R IX ) C {ìN ı ıE C IM E N T o
e eīıtre diferentes tipos de pessoas. E sses encontros seriio ilurtrados com ? ? cx
c
bém os lugares perfeitos para enco ntros entre diferentes tipos de conhccin ıe
nto
tos erarn o núcleo do com ércio de astroliibios, c a r ta s , m a pas c glob os. E ranı ł? ?
a
ao cais para c
onversar com os m ań nheiros dos barcos recė m - chegados. O s ? ?
po
com o no caso de N ag saki. O s habitantes dos portos diń giaın - se reB uıarm cn
te
cia do com ércio , e m ais particularm ente dņ s portos, n a dińısã o da in fo rm açāo ,
A expressã o
"
irnportar co n heciın en to
"
pretende ser um lem brete da ?? imp o«
i
A ïÐap orta ç ï o d e co n h ecim en to s
nã o suas descriç ô es flo res japonesas.
línguas e cosm ın es, a s descriç ô cs de T hunbcrg do povo japonês, por exem plo , e
guin tes. po rė m . privilcgiarei o conhecim eï ıto de outras culturas e suas religiô es,
E uropa no inicio do periodo m o dern o n āo deve ser esq u ecid a . N as páginas ? ?
s
info n n aç ô es sobre a histťiria natural de outras par Ees do ın urıd o q u e üuiam para a
E spanha para estudar anim ais, plantas e m inerais locais.
2 1 A grande quan tidade d
e
que passo u o periodo entre 1 5 7 (
'
) e 1 5 7 7 no M éxico , 1 1 u m a m issã o do rei da
15 50 . procurando novas espécies . łt
· Pis- s e peixes, e F rancisco H ern ández,
caıL1 po in cluiam P ierre B e
to n , 年 e explo rcru o O rien te M éd io enn e 1 5 4 6 e
Fam osos coīecıonado ľ es europeus de conhecim entos cx ô ticos que foram a
subsequen te
"
pro cessaı1rcnto
"
c o m pilacāo , cálculo , c lassiĥ caç ã o e cri tica.
O s [eıīu s paralelos serāo a
"
n n portaç iio
' '
do conheciniento pela E uropa e seu
riferias e centro s. o u 1 1 1 . 1 1 5 c o m T e t n ı ı 1 e ı 1 t c s o bre a płquisa de canlpo e o gabine te.
seu devido tel11 P o . C o ntu do , a infaw 11 0 quc segu e recaiï ú 11a interaç āo entre ? ?
P
tinham diĤ rem es fim ç ðe\ so b elst
'
a s pecto , e e s s a s diferen ç as serã o discutidas a
O cidenre. D iferentes tipos de crtla, l? portos, c a pitais e cidades ? ? universitári
a
pro cesso de tran ç m issiio dü co nh ecim ento sob re o u tras partes d o m u nd o para o
A lgum , ls c l, hdcs cu rn peıas in ıpo n antť s er. łm a inda niais im portantes no
e L iın a.
exeıırplo . G oa, M ac. i u , B atavia (hL >ic j. u a r t a . N a Indo nė sía), C idade do M ė xico
des em ou tras partes n a , listante periferia da E uropa rıāo deve ser esquecida : por
centro eī11 relaç ã o a um a penria. A ń 1nç ã o m t · diadora das im pressoras em ? ?cid
N agm aki era u m a crdadc ım pon arlw e. po rtan to . D o ponto de vista
europeu , o
P esq rıiaa d e cam p o e g ab in ete
C om p ◆ nhia conto m édico e viveu enl D eshim a entre
1 7 7 5 e 1 7 7 6 .
ónal de nosso peń odo . Foi C arl P eter T hunbcrg , u I 1 1 botiinic
o sueco que serviu a
lhou 6 1 1 D eshim a a serviç o da C om panhia entre 1 6 9 0 e 1 6 9 2 . 0 terceiro . A o
tre 1 6 3 9 e I M 0 .
20
O segundo foi E ngelbert K aem pfer, u m a lem āo que ??tra
b
F ranç ois C aron , que encabeç ou O estabelecim ento da C om pa
nhia das Indias ? ? e
dcscń ç õ es do Japāo que acabaram bem con hecidas ï 1a E uropa . O pń m ciro i
6 0 uM A H m Ü X IA S O C IA L no c o N M e N T O
detoso , de m odo queo conhecim ento do caráter e políticas dos sultã es
e
a D alm áci* , C hipre (até 1 5 7 0 ) e C reta. O Im pério O tom ano era um vizinho ? ? p
interm ediária entre O rien te e O cid en te . O im pério m arititT ıo de V eneza incluia
m oderno
"
.
2 5
A vantageın de V en eza, n o s s ėculos x v e X v [ . E r a s u a posiç iio com o
com o
"
a m a is im portarıte agência de inforn ıaç iies do s prim ó rdios do m undo
Q uanto a V eneza, foi descrita por u m h istoriador trancês há m eio século
cio do X V II .
2 4
P Q r grande núm ero de academ ias cultas que iloresceram no século x v I e no ?? in
C olón (o filho de C olo m bo), q u e se sup u nha conter 2 0 m il volum es, e ta n rbém
cidade com o centro de conhecim ento era reforç ada pela biblioteca de Fernando
lha que os livros estrangeiros entravam n a E spanha nessa épo ca . A im portâ ncia da
15 0 0 e ı 5 2 0 , m u i tos deles p or inrigran ces alem ã es. E ra principalm ente por ? ? S e
v
im portante centro im pressar, e pelo m enos 3 0 0 liv ro s fo rain ali publicados ellcre
onde sE us parentes ? com patriotas tinhani negócios.
2 1 A cidade era tmrb ė m um
cularm ente os gen ove ses, e r a rı1 bem inform adas sobre outras partes do m undo
astrono m ia) tram ligados å c asa. A s colå u ias de m ercadores es trangeiros, ? ? part
vas inform aç òes. O s
"
COUrópras
"
(com binando con heciï n ento de geografia e
regulan n ente atualizada quando os pilotos rettlrnavam d e suas viag en s com ? ?
n
instim iç å o qut enntia lım a carta m o delo (conh ť cida co m o p adrótt leao que era
arm azė m de t
·
onhecim cntos. E specialm ente o conhecim ento de rotas m aritim as.
C om o observou o capitulo ti[+ a C asa de C o rltram ción em 5 evilha era um
oiė recidas pela cidade.
deıxar S evilha ė um testtTm tm ho im po rtan te das o p o rtu ıìidades ? inform aç ã o
nardes łb sse capaz de escrever stia faın osa obra sob re as dro gas das A ï néritas sem
Ĥ ota da prata trazia itrfo rm aç ð es d o N o vo M undo . Q tıe o m édico N icolás ? ? M
trada da prata rran da do M ė xico c do ł
'
cru para a E span ha _ A chegada anual da
anos m als m ovim en tado s do século X V I , r e s idia t' 1 1 1 que era 0 ú nico lugar de ? ? e
A vairtagenì de S ev ilha com o centro de info n naç ô es, e specialīn ente 11os
duziu os textos. 2 2
D om ingo de S eixas. Q uanto ā C hina, B arros co m prou uI11 escravo que the
em O rm uz . S obre o japã o e o S iao . A prendeu co m os viajantes M endes P into e
G oa . P ara inform aç {) es sobre a P êT sia, falo u com o hom em qu e tin ha negociado
consultou so ldados e adnn nistradores, e t a n rbém m ercado res que voltavam dc
teve oportunidade inipar de reuīrir inform aç ô cs sobre a Ásia. E m relaç ã o à india,
historiador Joāo de B arros, que trabalho u boa parte de sua vida na C asa da india,
quanto bens de G oa. M acau , Salvado r, África O cidental e o u tras partes_ A ss o
portu guês. A C asa da india e o A rm azém de G uirıé recebiam taï ıto inform aţ ô es
sė culos x v e xv I , deriva de sua posiç ìio com o cap ital do iim péri o ultram arin
A im portāncia de L isboa na história do co nhecim en t
o , e specialm ente nos
neza e A m sterdi .
plos da históń a dos pń ncipais po rtos eu ro peus do per
iodo L isboa, Sevilha, ? ? V
óa uM A H IS T Ť]R IA S O C IA L no C O N H E C I- 0
eram a o inrpo rtantes c
o ın o antes, t e n do sid o superados pelo s po rtos de A nruė ? ?
N o século x V I I , o s c e n tr o s c o n ıe r c iais dc L isboa, Scvilha e V enezajá nāo
irande ılıter{qsc pcio N ovo M undo ao lo n go do sėculo X V ı. 2 7
reın chegado
a R o nla. P ań s e F lo renç a , n la s o s w n e zianos dem onst- n
viveu . N oticias do descob ń m ento da A m érica ch egararıt a v erıeza depois de ? ? t
para descob rir 0 que estava aco n tecen d o e iazcr seu relató ń o . O rclatóń o ? ? sobr
neza em 1 5 0 1 . a r e a ção do governo fo i inandar ulli agente secreto a P ortuga】
rum ores de quc esp
cciań as da india tinham chegado a p ortugal alcarıç aram ? ? v
C onti. N o século x v , e C esare F ederici e G asparo B albi, n o xvI.
2 t : quando os
particujar co n( Tib uiram para o conhecim ento o ciden tal da B in n ânia N icolo
vam estabelet
· idos. e irregulan ncn te de lugares niais a leste . T rês venezianos em
de A l ? P P o , A lexandria e D am asco , o n de m ercadores veneziarıo s ta
m bénı ? ? est
co de dados
"
pari os negocios da fam ilia. A s inlbm laç ô es vinham reııarmente
m ercadores residentes no estrang ť iro fu ncionavam co
nto unia espécie de
" ? ? b a
sobreviv ĉ ncia econdtm ca de m ultus vent
'
z l a n o s . A s L - art+as para casa escń tas pelos
conselheiros. A s últim as
"
n o ticia\ do R ialto
"
e r a ı1 1 ıgialm t
'
n te necessárias para a
cas (obtidas m ultas vezel clos lm , ı 17ìrcEt
'
c m édicos do £tıltiio) para o doge e seus
m ercadores vent
'
z la n o s a li estabclt · \ ıd. ı . M a s tilm b ¢m para enviar noticias ? ? poli
t
bdiıo era m antjado para [stan ıh\ı] niio
'
i6 para dt,ï nder o s in term ses da coıô nı
a de
a m brevivência polirica de V en cza. O lim t
·
ıon ; irio veneziano con hecido com o
grāo - vlzıres t
' do nlo vllllc11to tla \ trop as tu rt
'
as c qells galeô cs cra ï ı
ccessário para
E . t lc W itte (16 5 3).
4 B ttlstJ tı¢ ı'ttldrrs d ť . D ıłısrť nu . ptnt\ım de
旬
O L U G A R IX ) ( : O N ıŁE. L ıM E N T O
E m bora ten ha escolhido apresentar o m aterial elTr fo rnia de tratado , B otero às
na A frica ◆ e M ichele 1lrggierb sobre a C hina, de onde retornara recentenlclltc,
por. E x e m plo, Possev in o sobre a lússia , G onzalvo de S ilva sobre M onom otapa
em l o m a 111 d É cada de 1 5 9 0 , dependerani de seu acesso ii redejesuīca. E ie ci(B ,
A s R t'ıd ioni tlniurrsali ID ť stri(iics do nıınıdo] de G iovanni B otero, c o m piladas
sobre as m iss? s.
grç āo para a P ropagaç ã o da F é , n o sėculo x v II , e M o u tr a fonte de inforLn aç ô es
res o u
"
c a r t a s a n u a is
" de codas as casas c co1égiosjesııitas rıo nm ndo . A ? ? congr
jesuítas, qut" a docJ vam o si\tt- m a de m andar ao geral em R ann relatå riQ s ? ? regul
ordens nissionārM , c o Ħ io o s don ń nicanm , o s franch canos e, a c hna de m dos, o s
dores do p apa , o s n û ncios. E ni segundo lugar, IOına era o quartel- general das
Paíst
'
s e u r o peus, e para o q tlal or1 11 1 cnviadq s relatå rios rcgrlares pelos eı? ? nbaix
para o qua vinhn n cnhaixadores do JapM . E M pia c T M m . A w hn com o dos
E m prim eiro Iupar, o V aticano era o q u an el- gen eral do m un do catoliç a , o c e n tr o
IŁom a ti[rha longa rivalidadc com V cncza co mo centro de inform aç ijes.
'n
das noúcias
p o ? cas.
inıportantes collcorren tes, c ș pccialm eï ıte , m a \ nio cxc!u si vam cn te , n o c a irrpo
m aiores cidaĹ]cs, s o bFctudo ï ţ om a, P aris c し (J m lrc , , figuravam entre suas m ais
O s porto ' n āo detinham o m onopólio das o p n n Lınidades de in fo rm aç āo , A s
A s cap itais d o con h e c im e n to
"
u l l l a c e n tral de intercâ nıbio dc inforlı7a$ ô cs para toda a E uro pa
"
.
2 9
p. 15 1- 2) ビ otltros ıncios d e co m u n icaç iio . D essa forırla , A m sccrdi se tornou
dade por essç s caīiais voltava co m veloci- inde co m itlerb rel atrav ĉ s dosjornais (vcr
hanos, c m A nuhŃ , c o s gcno ľ cm , c n i S cvH ha . A inR Jmìaqo que ch egava ì d
O S grego s. ? sìavo s, Ľ spanho i, C tt] rc o s tinham ido em V tţ n e z a , O S Lxpatlhåis C ??it
ingleses c f3neccs cm nl hn porm n w ńnnc dť in ? · m jţ ðcs enl A nnte ? .c o m o
deus espanhóis c por[uF l]L
'
q c s ,
m a r inh eirns escand in avo ' c re frıgiados religiosos
em otltro centm de inforınaçic\ dc rlltraın ar. 2 8 M inorias ė Enicas (?? incluin do j
trcın am cn tc sensĺ vť ł a n oticıas sob re a o ferta U c csp( ciarias e o u tras m ercadorias.
na$ indias O rientais (vcr p . 14 2 - 3 ). A U o]sa dc V alores de A m xtcrdii ([igura 4 ), ? ? e
anuais U o ecritń rŁo hatavo da C o m paï th ia, que cob ria a to talidade das operaç ô es
tips casas desse tipo . A C ı\ ı das ÎnŁlias O ricntals era o destino dos relatå rios
dem ais Ñ m aram o lugar m nlesnlo e n ų o quc scguh nio nmdelo das nm s a n
E tn A nıstcrdii, a C asa das intlias O ricn tais (figura 3 ) C a C asa das indias ? ? O c
C Orts (15 2 2 ) atć as cnrtasjesuiticas t\o japāo (16 1 1 a 1 6 3 2 1.
e dc publicaç iio de descriçõ es de terras distantes, desde a
do M éxico , por H em án
um ceiltm de elaboraç āo de m apas, e speciah1ıem c na épo
ca de A hm ham O rtelius,
A nniĖ lp ia cra tlm centro cıe troca de co n h ec
im ento s e tam bėm de m ercadoń as,
pia (por LILLI breve perio do cın nieados do séc
ulo X V ï), A m stcrdā e L ondres.
6 4 U X TA I H
S T O R IA S O C iA L ix ) C O N lŁF C IM
E N T O
com erciais. E m su a ap resen taç ã o à ediç ã o d o terceiro ario d as p /łilosophim l ? ?T r a
A s iııform aç ðes q ue ch eg avanr a L o n d res d esse in o do n ã o eram p u ram en te
sobre os p reç os d as m ercado rias n a india c m tıitas o u tras q u estð es.
do eram ali guardad os, e ä s c a r t a s qu e ch egavam forneciam į ormaçiio detalhada
ï ıhava algıttn as das fiıriç õ es d e s\ ıa riv
al h o lan d esa . M apas, c a r ta s e diirios de ? ? bo
discu tir m ap as e ro tas. A C asa das indias O rientais. N a r n a し eadcnhall, deseı? ? n p
diosos com o john D ec e R ichartï H aklu y t sc en co n travam co m m crcadotes para
ser coletada nas sed es das co m pan lùas, por exem plo a C asa da İ ússia , o n de ? ? es
t
m aç ð es do estrangeiro era env ia
, la a m ercadores individu ais ei11 L o ndresj além de
O rieM aĤ ņ 599 e da C o nlpanh ia h África ņ 67 2 . M ande qu an ń dade de infor
dada cm 1555 , da C onıpanhia do L cvanc 0 5 , da C onipanhh das Índias
Porto e de capital. A cidade era D quartel- gentral da c o m panhia da lússia (?? fu
Q uanto a L ondres, s ila im portjin cia co nsistia ç m coın b inar as funç ô es de
16 3 2 e 1 6 4 2 . 2
ď A đw sse. s jttiado ï 11 rtla d c la C alandre, próxim a ā N otre- D am e, e a tivo entre
grande variedade de assulltos par. 1 qucıīr qu isesse co rı1parecer a scu B ureau
entre 1 6 ı 9 e 1 6 4 8 . Thćoplırase lŁeï iaudot o rganizava pa Į estras c111 fran cĉ s sobre
vento de M arin M ersenn e, prćixim o da P lace R oyale (hoje P iace dcs V osges),
m ofas nacurah , incluindo D ccarws . P ? . ú c G asscm h, s c e n c o m r a v a m n o c o n
do historiadorJacqıłcs- A uguste de T ho t】, quc 0 5 D upuy herdarain elli 1 6 1 7 . ? ?
F
Erayalll 113 cası do s ir mo q I-upu) 11 1 rua dc P c)irev in q, s e de da fam o sa biblio ceca
cem ro dc so cŃ d . D CS ou acad cnń as nāo oficiM . E w uthow Ħ hu nianistas se cnco n
m ia de C iėncias. o O bser va tóľ io c a / L t
·
adcm ia cle Inscriç iĵ cs. E ra taınb ė m u [1 1
debates em instiru iç å es oficiai\ . c o n t o a U īblioteca R eal, o jarcìim leal, a ? ? A ca
d
Pans era m nrhė m um genro dc in? rnraç M cum , quc sc reunia e p ron iovia
francė s era acotn pan lrada de ulli aiıı1 1ellto do tìuxo de inform aç ō L
'
s pam P aris.
co 1lilo se lim itava ā E uro pa. N o século x v I I , H c r e s c e n t e c e n t r a lizaç iio do E stado
sianicsa na ć po ca d c L ?
: . v s e r v e M para lem hrar quť o M crcānıbio thponıāti
outro cenn o òe inth m acāo po ? ca . A s enMxadas m rca, persa, m a r m qu ina e
paris üunm com scn satć hc V c ľ salhcs. n parń r do ĥ nn do século x vu era
K ircher. A traia siibios da F m n ç a, E spJ trha. A lem anha c U Ł
· outras terras.
qtıiirio F ulv io O r
' iili, do m lılldissť rlr C assian o «ìt' l Pozzo e do po ]iīn ata A thanasiııs
e a u nıoristi II- łum oris[as] t' dc rettes 1111' l 1 0 1 fbrnıais co m o os círculos do ? ? ant
ıandês (16 28 ). A cidade era tam bėm a sede dc acadein ias co m o a L incei IL inces]
colégio alcm îio (155 2), ( ' wcgo ( 157 7 ). O irlglĉ s (15 7 8 ), O m a r o n ira (15 84 ) e 0 ??
i
o5 colégios fulıd ados para trein ar estudantes estran gtiros com o m issionārios, o
cionai\ , iam «rsas cnl coda a E trm pa. Inclııianı a S apienza, o C ollegio R o m ano , e
R om a ram b Ĝ nr era um cen tro dc inform aç ã o culta. Suas instinliç ô es educa ·
veras persegu
iç õ es
"
.
N
eias de que do
is padres que haviam pen nanecido nesse reino Tinham sofrido ? ? d
china para contar a seus leitores que
"
e n quanto cu escrevia isto , c hegaram ? ? not
vezes m
nsm ite noticias relativam ente atuais, incerrom pendo um a seç ã o sobre a
6 5O し Æ A R D O C O N EIE C ıM E N T O
cas de R otna (16 9 8).
de m aneira niais co mpleta
nunl tratado do padre C arlo P iazza, A sjilm osm ? ?biblio
tG uias forneciam aos vi
ajantes infornìaç ōes sobre essas bibliotecas, a presentadas
privadas co m o
as das fam ilias I3arberirı
i, C esi e S pada, e a da rainha C ristina) ·
ĥ a no c oH ť gio R o
nm no e a A ng? a. Que abriu cın 4 , a lėm dc M bhoæ cas
R om a (co m o V aticano , a biblioteca da U niversidade S apienza, . ? ?B ibliotecaje
s
na), V eneza (com a M arciana), Milia (co m a A m brusiana) e acinìa de (adas
nas m aio res cidades. N a Itália. A s c idades- chave eram F loren ţ a (co m a ? ? L aurenzi
N a Itiilia e na F ran ţ a , a o c o m rário as m elho res h iblio tecas se en co ntra\ram
Sir T hom at ıļ o dley , qtıe doo M su ? colcqāo it · livros ii U n ivcT sidade de O xford .
interesses de dois individuos abastatlo £ : o rei F ilipe tl, que frıııdou a E scorial, e
qualquer cidade. E xplicar a lo calizaç āo d e am b as seria im p ossív el sem d isctrtir os
reca n tlī11a pequena cidađe tm ivcrsh iiria , a o passo qt1c a E sco rial estava longe de
perfeita : a U iblio ceca U o dleian cm D x lb r, 1 , por exem plo , e ta u n ia grande ? ?bibli
a gew raĥ a das pnncipak hhhow cas. È precrso ndn ? r q ue a co rrelaç ã o nāo ê
A predorn iniincia de certas cidades europ eias ė ctinfin n ada quando exam inam os
A geo gral] a d as b ib lio tecas
p. 3 4) .
de hotnens de letras, s e e s t a beleceram o11 1 L o tldres ao final do século x v LL (vcr
caso de A m sterdā , o s r e ń rg iada s p ro testan tes da F ran ç a , inclu sıve certo nú m ero
B rem en , c s e u c o n hecido H artlib , tlc E lh in g (ııojc E lblag . N a polå nia). C om o tlo
tavam o quc t av a diponīvcl 111 citiarl t · . O próprio O ldenhurg era originiirio de
O s im igran res de o utras p artes da E u rop a traziam con h ecim ento e alı? ? m e
ń derad a u m a cľ ccira u n ivcrsidadc. 1 4
m as ela sediava a I nn o ĺ c o urt, c sc o h de ÉO rm aç M para ad vogado s, ās vezes con
hi? ria da ıngL ? m . E m te rmo o ñ ciah , iah ava a L ondres u m a u niversM ade,
D erby n auw , perm dc S t P M . a proxhnadanicm c dc 1 5 8 6 a M M para d Ĥ cuür a
Salon? . P ara ? huniankM es. H M . a S ocicų o ĺ A nüqm r? , que sc reunia na
W br? ck L an c . D escrjm pnr unl n ? hco cın 6 5 7 com o unia gcntúna C am de
hopsgn c . P ńcwra ranrh ė ni cranl o Ĥ recid û s no C O N o dos M ė dicos em
so ĥ a natural e ouT Ľos teM as eram ofh ccidıĥ no G resham C o U cw , n a r u a B is
tinha co ncorrcrrtĽ s. A partir do ĥ nal do sė E ulo x v ] . palestras públicas sobre ? ? M
A loyal S ociew cra lini lu= ir im portantepara a tro ca cle informaçics, m a s
gência de tod o s o s paist · s
"
.
adequ ad a para 0 con h eiim en ta a S er co nstruido a p artir d os relató rios e da in teı??
n o , c a n i o
"
a s e de ï nais apro pń ada pu a o avan ç o do conhecim ento
"
, a
"
se de
S ociety , T ho nias S prat, c o n siderava L ondres,
"
c a beç a de um poderoso ?? imp
outros lugpres graç as ao co m ė rcio .
' \ .'
ı) e m odo sem elhante, o historiador da R oya】
çiio que chega a
' "
e s ta fam osa īnctrópole
"
das " c o lå nias ainericanas" e de m uitos
Stìttio tıs, O s e c r e tiiń o da R oyal S ociety . H enry O ldenbu rg , m e n c ion a a ? ? info rm
6 6 U hll [ı« rû n ï A S o C IA L D o C O N H E C 1TA TE N T O
guida.
co Iı1 grande m
agtrificĉ nc įa no início do sė culo x v n t e aberta ao público em ? ? s
bliotecário , peter L aın b eck , iııcluia 8 0 m il vo lu m es em 1 6 8 0 , foi reco nstruida
P ossuia 1 0 nril volu tn es cm tm m , ĺbi descrita em detalh e no s an os 1 6 6 o pelo ? ? b
ullla universidade, m a s ta ın bėm da b iblioteca im perial, a H ofbiblio thck, quejá
Johann es S am bucus. Ĵ ť, M ais im portante a lo ngo ptazo fo i V ien a. se de liso só de
chael M ai ? r c M ichael S en divogius, bem conto hum an istas co m o o húngaro
Paz de atrair os as[rå n o ï tros Tycho u m b c cjohann K epler e os alquim istas ? ? M
de R odolfo ıi, de ı 5 7 6 a 1 ¢i 12 , su a c o T t e c Æ L praga era lint centro intelectu al ? ? c
P raga, C racovia, V iena , L eipzig e I
j ozso ny (hoje B ratislava). ı) urante o reinado
m os dc tm iversidades, c o m u ll l a r e de que dam va dos sė culos x IV e x y incluindo
norte c leste do con tin en te , A E uropa central estava relativam en te beni em ?? t
e
pa, n ıa s se c o n c e n tra v a m n o s u l e 11o oeste . V oltein o s n ossa aten ç tio para o cen tro,
A s cida{ics ıncncionadas atć aqui nio se distrjbtıiain igualï nente pela ? ? Eur
bibliotecas púhlicas (a de M azarino , S aint- V icto r e a do Jardiın R eal).
cas onde se p erm itia qu e os leito res cntrass
ei\1
"
c o m o u ın faL To r
"
, = 16111 das três
xvIH vcr cap v w . U ln guia de paris cnl 1 6 9 2 arrola nāo m enos dc 3 2 bibhote
da de ı 5 6 0 . T o r n a n do - se cada vez m ais actssîvel ao público ï 1os sė culos X V II e
dep? de sua nl orc c a hM hm eca reM , quť se nm dou dc B oh para P arĤ na déca
elli honra de し u is x Iv) ; a biblioteca do cardeal M azarino , que se to rno u pública
dade a biblinrec;1 do colégio jesuita tle C lernion t (rcnom eada louis- le- G rand
p. 16 51 c oĥ ciahncne ahen a ao púbhco no
· úculo X V I I a hibhoteca da universi
a bibhoteca ? · ń cuh x n de S aim V icm r, Cataogada por voha dc sm ver
va atÉ 11 1 0 5 11 1o R om a no iìn, 1 l tlo sculo xvII, s c no an tes. Seus reclirsos in cıu iam
O s parisicttses tivera]n m ais so rte . C oin o cidade dc b ibliotecas, P aris ? ?strpe
r
quase 2 0 atlos antes (vcr p. O t
· 17 2 ) .
3 5
do sem ì.t'lrė ncia ao im por【ın m estudo de E ngc]ber【 K aem pfer, p ublicado
çāo ĥ nal dL ' $ u a o bra - prim i SŁ·itlĮ d ıllftTr
'
, t. ptıblicada em 1 7 4 4 , o Japã o i ? ?discut
L etras. um indìcatlor tntrc o Lıtros do crcscclltt' iso]am crıto de v ico ć sile na ? ? ed
nâ o dm ninw a, e r a m c n h vcz nrM n ecevń T ios p ara o s cida? os da R epútM ca das
com o N ń p°łcs toranl ń candn m ais ıw L ìdm . O francė s c o hıg? . Hnguas que ee
tuais, c c) I ı1 a c e ss o a n o 1 0 1 lilm \ o11 1 lltim . M a\ iì 1m - dida que cnvc]bccia, ta n t o ele
cresceu 111 N iipolcs do ĺ inal do sľ culo X V II , c t
'
n tro dt · intensas atividades ?? intele
obra de hhtórh com paradl ohvh nicnw precava esM r bem inform ado , W co
para o x v [II podem os
r oı1 1ar o caso de ( ; iam battista y ico . O autor de am biciosa
para iıustrlr os problentas do estud【» cı1 1 N ápoles na virada do sė culo xvII
e sobre a diĥ culdade dc obter livm s tla Inglaterra e da R epública H olandesa.
visitante britìnico G ilbert U urnct, que registro u suas queixas sobre a Inquisiç ìio
Ciencia ao tinal do sė culo x V LI , c o m o a lguns dos estudiosos locais explicaram ao
volta de 1 7
0 0 . C oıno centro de conhecim ento , porė m , a c itiade estava till ? ? dec
? pdo G i
useppe
V alletta. Q ue co ntinha aproxim adam en te I O m il voł um es p or
N ápoles era outra cidade italiana coIıì boas bibliotecas, inclusive a do ? ? ad v
6 7
O L U G A I\ ı) 0 C O N H E C H tE N T O
dade, o n de ele era professor de m atem ática, e m u itas casas im pressoras. M es
m o
y G ongora, n a M éxico . Ele viveu nunla grand e cidade, que tinha tuna ? ? univer
s
m ais distances dos cen tros de saber, podem os tom ar o caso de C arlos de S igüenza
Para ui11 cxenıplo vivido dos prioblenlas enfrentados pelos estudiosos aind
a
m eados do stculo X V ITI .
pédia em polonė s, a N otue A łM ły IN lrua A ln łrï sj de C hīnielow ski, publicada em
los a E /ı( idqpłdia /ubJ,¢,l m de Apiczai C sereJiinos (16 53), O U a prim eira ? ? encic
l
e a do leste co m eç ara in a p roduzi r obras de referė ncia em seu s próprios ? ? verná
c
cĉ s, o a ]ernāo, o lıoJandĉ s ou o iııgJĉ s. Foi ın uito lentanier] te que a E uropa central
forç os dos eu ropeus cuja priï n eira lirı= ia nio fosse 0 italiano , 0 e spanhol, 0 ?? fra
八长 nlesz11o a aquisiçio, lo conlıt · ciłnen to culto co tidiano requeria niais ? ? e
m aqö t
's dL · fora nilo L ' rollt t ĵ im portantes.
se eH encia[nlen æ um sincna? ador dc disciphnas acadênùcas pam quem infor
clirta victa 6 171 n . A nziF (G danvi), e m ho ľ a tenha publicado rn ais cte 2 5 livros, e ?? fo
ria de sua própria regiã o . U archolo m etıs K ecker ı1lalln passou a m aior parte de sua
B é1, por exernplo , passotı (oda sLıa vida em Pozon ilias trabalhava sobre a M s t
do leste C ct' n r r n - Icq te, s u hnt · tendo - st · a cen as lim itaç ĉ ies. O hiRto riador M atthias
E ra possivel seguir um a carreira de estudos ilas cidades m e n o s da E uropa
nerrc M aupertuh .
entre. os quais matenİ ticos coın o N ico las c Į ) aï ıicl 1 3 ť n 7o tılli, L eonard E uler e
tersburso cť l]trns ue conh( cim ť tlto pela im po rtaç iīo dc estu diosos estrangeiros,
Cjo do sė cu ? x v m , s e guindo o co nsd hü dc L cib ? . de Æ mu ar B w hm e S ã o P e
A nL itertlii. E in sc u nd o lu g lr, . l t e n t l hvn cloq governos prussiano e russa 110 ?? in
duram , m o s . E m n a o cĤ udìoso bo ė n ?
. ï, m A m os C otncniu cm L ondm e
Canhnn · o s quc v i h w . N n J łhhhm eca B od? an n o C U I o x v H . o u para an viver
tua osm para o O C M cnÆ . fosse para co nsu? r M hhm cm , c o m o o s a ? nāes e es
ncy ;ıs reg iðes do q u? 11 1 E uropa o cid
en tal. E m prim eiro lugar, a m igraç ã o de ? ? e
1]ois n nónlcnos sugere' l 1 1 qtle o acesso ao co nhecim ento era m ais dificil
17 8 (ı.
G ? ngen , sn ï na vohnnes cm 1 7 6 0 , e a bihhocca real dc
B ? m , 8 0 nm em
WoUĻnbüncl ń vcw c 2 8 ini】 m u n i c cın lóM . a M hhm eca D a univerddadc em
bhotecm crłm unm raridŔdc nesm rande ām , e m ho ra a bibhm eca duG al em
para o dcsm · o lvim cn m dc unm produ ç āo ocal de c
onhcchncn m .
37
G randes bi
(Vtr p. ]4 8 ) cr, 1 1 1 1 . 1 o t 1 \ ť s n 1 o [ Ľ n ıpu llı1ıa b , n ç ,io para
O S leito res C u ln obsE icuıo
sė C l? x v H .
'
h hvro hnprcĦo cm A nm er? para
o nw rcado do L eM e eum pcu
nesta irn cnsa área, e m bora sc po51 1 perccbcr uı11 cr
v
s c im ento m odesto ao final 0 o
tcotogia) e em S āa petem htrrg o em 1 7 2 4 . H av ia nle
n o s im p ressoras e livrariaï
cnl L und cnl m m . c m L viv enl 1 m . c m M orcou eın 8 7 uma academh dc
◆ rd ? - por cxt
·
t n plo , e m V ilnitrs crn 1 5 7 8 , e
m ï Jo rpat (T artu) e K iev o111 ] 6 3 2 ,
exceqāo dc Uppala. FiŊndatla tT 1 1 1 4 7 7 . A s instin liç ðcs ac
adem icas chegaranl tirıajs
eranl cni geral nlcnores O cxceç āo de Moscou c m ais
dM anm entre d . C oin
A E tırapa do norte c do leste era rne
rio q d en sam en te p o voada, e s u a s cidad«
6 8 uM A tıIW Ĥ R ï A S O C IA L rx) coN ıŁEC IM E N
T O
M êdia. E m sucessivas ediçðes, e ss e guia de reliquias, indulg ĉ ncıas c papas passo u a
do pe】as assini chanladas A l, ï n ıv il/ı4u iıa d dadť dť R onta, quejá circulaw m na Idade
vnos- guia. G uias inlpressos de R om a cram esp eciabn ente rıu m erosos, ? ? c o meç a
para m ostrar a cidade aos visitantes. }4avja tam bétn u m a dem anda po r ??l
por guias profissionais ou cicerones, e s pecialm ente em R om a. V eneza e P aris,
na form a de pessoas ou de livros. N o inicio ? E uropa m oderna havia dem anda
T odo turista sabe que, quanto m aior a cidade, m a ior a necessidade de guias,
casas eram nuılreradas
"
.
vou
que
"
o s n o m e s das ruas craı11 p intados rias casas de esquin a
"
e que
"
to das as
cidades no sė culo x v ] [I . U ın visitante in glês em M adri na década de 1 7 7 o ? ? obse
tir de 1 7 2 8 ). O s n ń in eros das casas cram cada vez rn ais co m u ns nas m ai Q res
zaç ã o. D s nom es das n ıas cada vcz niais em m escrito ç rios ī11uros (enı paris, a ? ? pa
ócou iï rīprcssionado com a p redo m iŊrio de n om es tie lojas o11 1 prejuizo da ? ?sinal
de rna am łrtciavain as p eç as de teatro . U m visitante suíç o o111 L on dres em 1 7 8 2
bido nas porrai dJ s ig w jaq da cidale . N a I . o nđres tla ė poca dc C arlos ï ï , c a r t a z e s
E m F ioæ n ç a, c m t 5 5 8 . por exemro, o n o v o Indť x hbronnn pnM bhonm era exi
A s noticias o ficiais st' tn n ltiplicavam nıs esquinas o u tlas po rtas das igrejas.
tal, q ţ C om o v em ti;1 m aliJ 1anaĹltıcs, jornais e êd itos oficiais.
3
n
m ente sH uados ehre o escr? rio dJ G ? ť ne o ĥ cM e o ccrnń nal do sism na pos.
N eufenl P aris, 0 1 1 a P uerta đeł S o ] C J Il M A dri, o ıide C m tores cegos, ? ? e s t r a tegic
vam pela M ade o u esm ch navam em germ s h w ares csp ecM Ľ m , c o m o a Po n
eias da Ľ heg rda de navias ao cali da LìoĹI ; c os vendedores de baladas, que ? ? vag
serviç os clam iestinos dc casal11t
' nto lla L on dres do siculo xvI I , o t l t r a ı iain ? ? not
nhaın os m ercauo rcs c111 contato entre
' i: os m ınıť rs (corrcdcircs), ql c anun ciavaın
duiam os ť t)rrl' tı( ıH tl
'
o r ť ı!tt da L o11ja. E m 13 1reelo ï ıa , W c o uviam conversas e ? ? p
niah espcciıhsm en l thkrcm es H pos dc com unicaqāo orń . E sses cspeciahstas i n
A cstm rlır. 1 0CUiaĽiona] tlas graın ï cs cith dcs, por cxciı1plo , inc]uia cada vez
produzir volunm crescem es dc inĤ mìaŃo sobre si m esnm .
por sc
· iver nunn das nlaio res c? ld cs da E u m pa . E ssas cidJ des com egavam a
centc dem , inti por inform aç M . CLr m esm a um a reaŃ o à desolh ntaç ã o gerada
elli pā
rtc ulli efeito da d ivisİ o urbana dd trabatııo c c1n parte u lna rc ıç iio ii ? ? cre
A proliferaç iio dns serviç os de infon n nç iio nas prin ieiras cidades m odcr nas ĺ b i
A cid ad e co m o fo n te d e in fo rm a ç āo so b re si m esn ıa
tL= do M ė xico quanto R om a e O xfo rcl.
3 8
pelos espan)ıå is e
lā dispersos, S igücnza red a que tcr visitado cidades đ o ? ?dist a
pictow m as.
P ara ver os próprios rn anuscritos o ń ginais. Ievados para a E uropa
livros estrangeiros o fereciam as iin icas ilustraç ð cs im pn
'
s s a s disponíveis d esses
daí a citar livros d e europeLıs co m o S am uel P urchas c A t]lan asius K irch er. E sses
bre a escri ta pictow áfica usada alltes d ä co mqtıis[a csp arıh o la . sigüenza fo i ?? forç
assinr, para escrever sob m a história as reliquias de seu próprio pais, inclusive ? ? s
Ó9
O L U G A R D O C O N ıIE C IM E N T O
ças aóxados en\ quadros no T em plo e em oum os lugares. N o [
ina] do sé
culo
Ħakdt alem ã o e o bdl inglés. pcpys se refere, e lm ] 6 6 2 , a c a r ta z e s a n u n c iand
o ? ?
p
m ercjal. O cartel espanhol foi inritado pelo m atłiŘsto icüiano , ° aiknt ? ncēs,
°
rem ontrm ā Espanha do fim do sė culo xv ï , m o lll e n co e ï n que surge o c
eauo ? ?
c
Tom em os a program aç âo teatral, por eæ m plo . E sses anúncios colados nos m
uros
certas m ercado rias e serviç os. C artazes eranl unia das soluç ô es para o probl
cına.
taç āo, Para infonnaç ô es sobre várias form as de lazer, o u so bre onde cnconaw
O s próprios nativos dai grandes cidades precisavam cada vez m ais dc ? ?ori
e
w - - - ° ° ' " s era oterecer '" fo r nl a ç ĉ Þes práticas o u ? ? p o
H arris, a n u a lm ente a partir de 1 7 . N em senıpre tica claro se os guias se ? ? destin
sobre as que trabalhavan no N ew E xchange e a L ist çf couerłt- G drd ? rł Lddi de
tes a atraç ōes de A m sterdā (16 3 0 ) e L ondres - a C om łtttrtłtłlralılł of Lddies (16 50)
seguiu - s e um catálogo de 1 5 7 0 , c o m 2 10 nom es, e n i ais tarde im itaç ô es ?? rcfere
verso s co m os n om es, e n dereç o s. A t r a çiics, c riticas e preç os de 1 1 0 cortesas. A ela
Tarili drl' putran ?, publicada cm veneza por volta de 1 5 3 5 . E ra u m diálogo em
A lgunias cidades chegavani a produzır guias do m u ndo da prostituiç āo _ A
ałıï łıaï e guia pııra esrrarıg ť iros.
dri para estraï ıgeiro s fbssc p ublicado anualm en te a partir de 1 7 2 2 , o C alm dário
práticas ]oF o ticavan i dcsatualizadas, e a s s im nilo surpreende que uın guia de ? ? M
dc em seus variados repcrtórios : Ħ w F p¢łlłds L m don etc. A s inform aç ô es
tar ā no lte. H avia tan ibém unia literatura esp ecializada sobre as vigarices da ? ?cid
arte inlb rm aç ô es priticas sob re a negociaçio corıı o s co cheiros ou que ruas evı-
N o século x v [Į I . e s s e s guias acrescentĵ vanl ii descriç ão das ignias e obras de
tllente um a dúzia.
C rouch e T honias de L au w ). N o sė cu]o X V III foram publicado s ? ? a pmx imad
datam dc I błi ï (quando dcscn ç ô es sinrilares fo ram p ublicadas p or N athaniel
t' m nınj · (17 2 7 ), de N t · im t · tz. c por outros rivais. O s prim eiros guim de L ondres
m ain B rice, a ]ca¢ıç o\ı su . L o itav l ediç iio cm 1 7 2 7 . Foi segu ida por u ï na T em poładłł
niente aos cstranw iros. A m
'
s r r ii¢î o dť r is (I fi8 4 ) por um guia pru{issional. ? ? G e
(l0 9 2 ) Ł' a D rw i
Ĥ
id da : r i dt' N W &
·
f (17 8 8 ), de S igisnıon do , dirigida ? ? express
am m com o w us concornnes co n m M o rnM e ? M Ņ , S arncU i ? óW , C dano
blicada por pn m cira vcz enı 1 ó 1 6 e no fim do século jã alcan ç av a oito ediçô cs.
17 0 1 . R e im p- ) e revisto viiń as vezes. A descriç iio dc N ã poles, de B acco , foi ? ? p
(]6ıó 3 ), ZC Stn (16 6 4 ) . C o nu n eï in (16 9 3 ) e um guia an ô n im o em franc ĉ s dc
poles e outrai cidade$ . A nisterdā fo i d escrita p or Pontanus (16 1 1), D apper
E sses rnodclos foram seguido s po r guias posterio res de A m stendi, P aris. ? ?Ni
do século x v ĹŁI . de unia visita de sels dias i cid ade c seus arredores.
riungť in]s de V incenzo C oronelli e . D epois. peto E strangriro ılłłsnado, descriç ã o ,
15 5 8 , foi sucesso dc ven «ias. s u bstituido no Ó m do século X V ï L P elo G uia para t$ -
res. O w ia de V eneza , de F tartcesco 5 ansovino . pu blicado po r prim eira vcz em
incluir infom iaç iĵ es n ıais seculan = i sobre aï ttiguidades, o s e r v iço postal c pin
? 0 U H TA H IS T O R IA M ) Ľ ıA T oo C O N H rC
'ı M E N T O
ternac ionai do conhecim en to sobre todos os tentas. 4 2 U m estran geu o com o
A dress ou A gency fo r u niversal L earning tentava com bin ar os serviços práticos
de foi adotada em m eados do século x v II por sam uel H ardib, c u jo o ßñ ce of
Para conipan ilhar um a carruagem para
)
C ádiz, por exem plo, e u m a se çāo de
de A ładrid (17 5 8 - ), por exem plo , incluía notftilï s pdrtitulares de M adrid, propostas
@ da de m ercadoń as, livros recém - publicados etc. D e īn odo sem elhante, o D iario
oferecia inform aç ã o sobre peç as, s e r m ões, decretos do parlam ento de paris, ? ?ch
cadajunto C O U l a G dzelı ? n o " btlreau d' a «lresses et rencontres" n a r u a B aillete.
(1777), ' calnłdń er deí lo isirs (17 7 6) . A parb r de t7 5 1 , W ches passou a ser ? ? publ
(17 16), Jottrłï đı des sp ectłtcıes de ia C ot+r (17 6 4), m ais tarde n o joıï rłıal des T Tıéatres
Paris eram
publicadas no século xv III elli periódicos com o racs de F aris
bınrar+ d ' a dresse na ru ä S aint H o n orė . Inform aç õ es sobre atividades de lazer em
conhecido por sua organjzaçio de boletins m anuscn tos) caiT ıbém organizo u um
surgiu m ais unu vez n o sécu lo x v m . E m 1 7 5 0 , o c a v alheiro de M ouchy (m ais
C ontudo , persistia a d em anda por esse tip o de in form aç ã o, e o projeto ? ? re
reç os listava . 4 1
a queixas de invasiia da privacid ad e p or p arte de alguns dos notfiveis cujos ? ? end
pseudć łnim o
" A braham du P radel" , pois sua circulaç ã o foi logo suspensa d evido
så es d< · im posiç āo das m ã os do rei. P arece ter sido siibio p ublicando a obra sob o
de m úsica, e horários e locais de au diên cias co m o arceb isp o de P aris ou de ? ? se
vendas, e m pregos dispo n íveis, biblio tecas, palestras públicas, banhos, professores
1ln) de toltľ ť níilld ,?s dits ť ıłtlrn ĺ ds de P ıris (1 6 9 2 ), que incluia info n n aç ōes sobre
U legny, que apresento tro r1ìaterial de fbrm a im pressa , desta vcz sob o titu lo 0 11-
ideia foi retom ada rnais tarde po r 1】111 111 ė dico - boicirio cham ado N icolas iİ e
E ssa versio 4 o século x v [I das piginas am arelas n ĵ o duT o u nlu ito , m a s a
m eio de cot7ìunicaç āo ĺ azendo assim p ropagand a de otltm .
4u
bastante conhecido chegan do a ser teilla dc balė s na corte eill 1 6 3 1 e 1 6 4 0 , u m
um hom em 1?n 1 unl hyrd co m n m n es de servenes e lac? s
"
. O escr? rio era
gês ao L ouw ,
"
so b a anga galeria hā um lugar cham ado ı3nrenu dAdreme. ? ,
assim corīrbatendo 0 iso ], n n enta tla gm nde ci tlade . C om o relata um visitan te ?? i
tato (eīnprega«los e patrń es, por exem p lo). Ind ivid uo= qu e nāo se co nh eciam ,
cia】. . ł G ttz ť tr ?- A ideia da agên cia era (m edian te L111 1a taxa) pô r as pessoas em ? ? c o
Louvre) P or T h ė o phraste R enau do t, m a is co n hecido co m o edito r dojornal ? ?of
d
'A dresse ein P aris no inicio do sė culo x v II (perto da P on t N euf, m ais tarde no
para atender a a]gunias dessas n ecessidad es, foi criado o cham ado B ureau
anúncios de cã
es perdidos e pregadores, a té decretos do P arlanien to de p aris,
seu statt]s
. A s inform aç å es que aĥ xavam iam desde a propagan da de charlaties,
E ranl diretaulen c
e co ntro lados, e o s mtlıť tırs p o rtavam cm bleīT ıas reveladores de
xvIII, e m Paris, c a r ta z e s desse tipo tinh am im portante papel na vida urbana
7 1
O L U G M D O C O N H E C IM E N T O
cesso de assim ilaç ã o eın geral tinha lugar ï ıo am biente u rban o . A s cidade
s foram
M ontesqu ieu o11 1 su as p ro pried ades dc cıı11p o (discutidas no cap . vill), e ss e ? ?p
t
despeito d e exem plos fanloso s do co rıtriirio , c o ın o a s a tividades dc M ontaip ìe e
m ento tiŊ1b a que ser assim ilatlo o u adap tado I s catego rias da cultura etıropť ia. A
M esmo assim , para que putlesse ser utilizado com eficiicia, e ss e ? ? corrhe
c
nativos antes da ch 彆 ada å E u rnpa .
4 3
por exem plo , ė claro qllc o conhecim ento fora t · laborado localnrente pelos sábios
das ca 1ô n ias N o caso das ervas c nlcdicamento das indias orientais e ocidentais.
conceitos o u catego rias, ta n ta c r a a
"
n la tĉ ń a bm ta" im portada pela m etrópole
nhccim eīıto . S eria absţ ırdo suį Ľrir que as in fiìrm aqō t · 5 c hegaram lii · r e s de
niaq? s se m nstorīnavaın no qu e cra vm o ao m en os peos ? radm com o c o
īn eio d isso , o c o n hŁ · c itnento cra " proŁluzido
"
, n o s l
·
n t iLło de q ue as 1 1ovas ?? inf
o
gm nile cluam jdade de difcren tt · s in d ivjtlu os acrescen tavam su a co ntrib uiç ã o . P or
m ontage
'
l 1 1 . À m t · dida qtlt' a infon Jtaç iio sc d esło cava n a rota do cattlpo ā cidAde,
"
r c stım ir e m e to dizar
"
. O processo pode scr descriro em ttn n os đ e um a linha de
car, e ditar. T r a duzir, c o m e n ta r , c r iticar, sintetizar ou . c o m o s e dizia na ľ poca,
resso ï nais ampo de elaho raç āo ? " pm ccssaincnm " . Q uc incM a com p? r, c he
A siscem atizaç āo do corıh ccim en to lias cidades c fo ra delas era parte dc u m ? ? p r
O pro cessam en to d o c o n h e cim en to
crim in osos c dejį n d ıa u m registm dc in fo rm aç õ es sob re ro ub os.
S treet O ffice. c m 17 4 9 . Ħekling co m iLI ť rav, ı a iīīĥ brm aç iio um a arm a co- os
do qtıc . Iā fa i cham atio đt ·
"
prim t
· ira tb rç a dc dctetivcs na Iııglaterr, 1
"
, rl o B ow
surprc
·
e n , ]e dest- a brir liL ï C F it
· ]Uing lini tam b ė m resp on siivc] pela estabtlĽ ciniento
nāo pudcsc apresŁnmr re? rh cia$ do úhim o lugar enl w ıc ú vcsse nw ? adū " , N āo
In ĥ rrm aţ å cs
"
. E 1* · prew tlttia que n ia se rĽ g istrassc qu alq uer cītıpregado
"
qLIc
cm unH paL nm . o quc u m . i u m r n x u r a l da época C hn nou ?
" A rınazh n de
tinio\ (ic d in hcim . c ı 1 1 pr
v
goh diponivcis, s e r v iť o5 de \ iagem , c a s s 1 ın por dian te,
propondo registros de p ro prıcdadcs ; i v en d a , a c o rn o daç ðt
·
s para alugııcl, e m prė? ?
todo đ c, c oın tlm caç ,io das v irias nccessıt{. l Ĺ łL ' s c 【a lcm os cntrc o$ habitantť s" e
L? versat
"
, o hserw uīdo qw
"
c idades gran d es c p o p ulosas
"
re querem unl nré
trado - H enry F it
·łdį ng !b rm ulou tım pııno para um
" E scritório de R egistro
i
"
dc scrvcn tes cral1 1 c lţ la vcz ın ais co m Lılls. E rn 1 7 5 l, o ro m a n c ista - e ? ?nlagi
N a ı. o n dres do sculo x v [ï T , a gências de t' t r r pregos ou
"
e sc r itiį rios de ? ? regi
N O U S , que sc dedicava a registrar im igran tes.
M ayhew em L ondres, por valta dc ! 6 8 o , n o pea H ell, e m frente à S om erset
m ediaç āo pessoal ; ou a escritório de inteligência m oıttaclo por urn certo T .
dres 0 6 4 , quc pubhcava um seniauM o , o ınH HÆ A h¢W , c ca n ? m ok recia
naudot- iiispirou itıritatiores. P or exeın p lo , O O ffice ofp ublic A dvice. c m ? ? L o
projeto , c o m o O de I cıuudot , durou pouco , ilia s - outra vez co ino 0 de ? ? R
H an lib deve ter percebido a necessidade de o ń en taç iio nuı11a grand e cidade . Seu
7 a uM n H tï rO aţ tA S O C IA L D o C O N H E C IM E N T O
com o m in orias m ais e
xp ressivas co m o o s fran ceses ejudeu s d e lirıgu a espan h ola
m esm o po de
ser d ito sob re A m sterdii. Incltıin do sells russo s e am rên ios. A s s im
norias na A n tu ė rp ia e
di tavam , t r a duziam e im prim iam liv ro s n esses idio m as. O
tos liti\rg ico s, n a s e ptn d
o . O s italiarıo s. E s panh ó is. Inrieses. Fm nceses e outras ? ? m
envolvidos na produ ç
ã o de livros, te x t o s grego s cłiissico s, 1 1 o primeiro caso , e ? ? t e
plo , o s gregoș e
"
e stava s
"
(S ť hitłu on i, principalıırentc da costa di】mata ) estavam
m icrogeog rafia d o co n l
ıecim ento å sua m acrogeog ra ĥ a . E m v en eza , por ? ? ex
e
bêm desem penharam papel sirn ificativo n esse p ro cessam en to , ligando assim a
A s n7inorias linlísticas, t a o iï n porrantes ellr certas cidades eurq peias, ? ? t a
lo X V I[[, o 1 1 1 histå ria e estudos ruslios.
し elden no século x v I I , c m botinica e em estudos arábicos ◆ e G ö ttingen , n o ? ?sé c
exen7plo , P iidtıa e M ontpellier, n o Scuīo xvI, n o c a s o dû con hecim ento m édico ,
elaboraç ã o do conhccim cnto , L ı 1 1 1 papel «lcspro po rcional a sell tam anho
- por
ças a bibliotecas e pro fessores. Aluinas cidades u niversitiirias desem penharam , n a
F lo rcīıç a, R om a e P aris eram ainda centm s dc coıttłoisseł¢rslłiìı c ontudo , ? ? g
r
calvinista.
tros de con h ? cim en to relig ioso , a s e qtıivalcntes a l o m a nos m undos luterano e
rcform ado res, poriN , w itcL
'
n bcrg e G t
'
n e bra sc torn;1ral1 1 cidad Ľ s sagra? s, ? ? cei
bra de C alvirro estava ā m argem da cu ltu ra francesa).
4 ( ' G raç as a esses dois
va na nova um \ cniidatï c, c s t a v a ā m argem da cultLIra a】em i (J im coī71 o a ? ? G e
n
com eç ou a dcsaó ar 0 p ap a , a c iclade de W itten berg , n o leste alem ã o , o n de ? ?
ensin
bu? n dc n m d a d? T cncs nm hvisiu hm ruacĹon= l do traım m . Q uando L utw o
reunir grande variedade d
e a cupaç ōes csptciali
zadas. C idades diferen tes ? ? c ontr
E sse tipo dc colabo m ç ;io ,6 cra possível cr1 1 cid ades s【
ıficitn tcm cn tc g randes para
em qne os cw u dio
ç L» i participavan ı ao lado
de btu ocratas. A r t istas e im pressores.
O processam ento do co nhecun ento
,lesse m odo era tim a atividade coletiva
os co11tr1stcs c co mpar nç ô t5 .
liada pelo uso Ĺlc qucstio ı1ārios (ver p . 1 17 ) qtte, c o m o a s e st a tisticas, facilitavam
do conhecinıento lo cal ou m est11 o
"
perilirico
"
a o s in teresses do celltro era ? ? aux
viajal]tcs, c o o m c 1
-
cJ \lo rL
's t' t liplom a(a\ , ptrn fazer suA síntese .
4 5
A aco ın odaç ã o
nlcnc o ınow mam haw ando sc n o rcinuH o rais c escT h os dc dücrcnæ s ti pos de
M . O s ardgm do carń grnfh Jm n 13 apúv c ď A nvM c sobrevivem ni c Ĥ equcn c
e
B 1aeiJ (Amsterdi ). ( . o ronelli (V cm · 7 3 ). H om ann (F
- lam burgo) ou d
'A nville (? ? P
essa sintcEe; o 5 de M crc ltnr (pm tluzidos 111 A rï tlıl
'
rpia), por exem plo, o u o s de
Io e m nM ni dc cr? ca c s i w w . O s atlas deve periodo cxcm phñcam chramene
A s prim eiras cidatlcs ntotlcrnaq podem ser descritas co m o c[xltros d
e ? ? cálc
E racdstenes trarvik ) n n a v a m o c o n hecim ento local enr conhecim ento ge'
da antiga A lexandria, c o m su a fam osa biblioteca, o n de estu
, tiosos co m o o ? ? g e
m ◆ Jto gt
'
r a l na form a dc nlapas, estatiti(as etc. U m dos pń m eiros excınplos ê o
difcre[1tcs regiõ es e rc
·]ativa a difcren tts tópicos era transfonnada 6 111 ? ? conhec
descritas conto
"
c e n tr o s de cálculo
"
, isto ė , lugares em que a inform aç ã o local de
O L U G A R D 0 C O N H E C IM E N T O
india, m a n dava infornıaç ô cs por carta a seus anljgos o1ı1 paris c publico u u IıL h
B crnier, n ıėdico que passou a m aior parte do periodo entre t6 5 5 c 1 6 6 8 na
visitou A m sterd į com o vinıos. para entregar tırapas ao editorjan B laeu . F ranç oıs
coııı esses centro s. M artini, por exem plo , tinha contatos re= ılar« s com R o nra e
queın este capiculo coıncç o u , v iam m ulto benı a necessidade dc m aiıter contato
PSquisadores de
"
c a iï rpo
"
c o m o o jesuita italian o M artino M artını. c o m
D apper e Jan B iacu em A m sterdā).
Jean B aptiste d
'
A nviılc e D en ıs D id ? ro t em P aris. o u C aspar B arlacus, O hrt
B arros em L isb oa, G ıovarıni B o tero cın R o m a, R ichard H aklulq cm L o ï ıtjırs.
zaç ô es ı1em a de o utro s co m o eles (G iovatu ıi B attista R am usio em V encza. Jo āo
P or stia sıtuaç ĵ o num ım po rtm te C entro d e info rm aç õ es nāo m1ııtıı suas ?? real
D izer que esses hom e
·
r ı s sab iam co m o exp lo rar as o po rt\ınidad es oferecidas
c o o unia série d e
"
c a r ta s e diń cantcs" (L rfłrv édili¢łn ıes),
versou conT ım ssıo ï ıárï os que vo ltavaiıı da C h in , 1 c e ditoLı seus relatos. publicados
de ħ nq un n e M acau . D e nm do w n? hanw , du H a? , quc vivh cnl P m , c o n
B ov m e M ırtlno M artini. Da C hin, l . H cinrıch toth , da iï ıdia. e F iłjppo M arini,
que the dcu aces$o a info rın aç iics dos tınssıonários que vołravam . c o m o M ichael
M ughal. V ari' m u s trabalh ava cm A m stcrdi_ K ircher pam o u 4 o ano s em R om a, o
li- e m antlw n to s o rıcntals quc lb r. 1 1 1 1 o b s t ' l lc ı a l \ para ţ tıa descriç ã o do ınıpérıo
cidades. D c L act trabalhava cm L eidlın , c o rı 1 a c e s s o a t m l a c o leç āo ım po rtairte de
coın o H crn m dez , K acm pfirr o 11 M artıiıı, geralm ente trabalha\ m n nas principais
pcl tT a o co nıplcm t- m a r o posto dos co leto res ıtlneran tt' s de contrť rim entos
K ircher C du H aloe , s o bre a C hina . ' ¢
-
E studio sos scdcntán o ' c o m o e s t e s , c t ıJo ? ? p
vetł co bre as ırı1perım O to ıııano c M ughal. V arcnnıs, · io brc o J. ıpiio c o sitio, e
salram tla E um p . l . ıı 1 a s t o doç ciel p ııblıcaraī7 ı Lie' c n çōcs da Á , la . I)e L aet ? ? escr
H alde e o 1 alem . I e ç B t- r n hard V a r e m u e A thana \ ıu s K irch er. E sses hoīn cns llunca
conhcl ıdo \ 1 nclL ıtın o ho llnd · \
.
ıoh , ı m l e \ de L aet. o francês
. Iean - U aptiste du
ıtıdn i{lu o s. c o ın o c c r i t o r e \ u L I c n ıprcsān o s intclecm aıs (vcr p . 1 4 5 ). E xem plos
ıtnport, ırıte papt
· 1 no processaırlctl[ o da intbrınaçio foi desem penhado por
criope. T u r c o . A r m t
·
n ıo , a r a bica , pers. ı c v 1 c t n a m it a ,
cıı? ıncnto m ıw lo n ārlo , c ra o lu»r n. ı c u r a l para a publicaç iio dc dicion* ios do
seni dúvıaa ı
" m lI S O tla C o m p , ı n hta daç illdias. Iţ n m , 1 , c o m o c t' n ( m do eı??rìpr
1. i ias c ind o n · c lo s t o m il l publtcados o 11 1 A ınxtcrdii cm I M ) 3 , 16 2 3 , 16 4 0 e I 自知 ,
1 5 0 5 1 c das Hngua am cn nü as n . M v . H . c o n t o o B uaranı 1 6 3 9 . M cionárıos nla
m undo A s cidades espanholas put
ılit' araın a s prım cıro s dicio nán o s de arjjb ico
do r útil -lo cn ' s c c l ī t e i n t e R ' w c c c o n hccm lcııto euro p eu so b re o utras partes do
( ) burgım cnto do \ dicio nan os tlc ling u . H n iio europ eias po d e scr u m ?? i ndic
dos J esuitas pelas m iw ô es e pcl. 1 literatura ncolarina.
tuérpra, C olå tu a, M ain z , D ilhngen c M uın que), c o m binando assım o lnteresse
gcra】. T e v e m u ltas vezes lugar em cidades com colép os J esu itas (entre elas. ? ? A
cjapã o . Q \tc u udou a tom ar essas cu ltu ras m ais co n hecidas p elo s estu dio so s em
portııgucsa. A traduç āo para o latim de o bras t1o s vcmáculos da R i a . C hina
7 4 uM A ns H M A v xJ U n? W N H m M E N T O
a bođ nica (especialm ente o chá e a cânfora) ·
e'" ] 6 8 3
, e x a n 1 inou a m edicina tradicionaljapon esa (acupunnıra , m o x ibu5tå o) e
de tom ar o
pulso , e n quan to w illem ten R hijtle, e m livro ptıblicado em L o ndres
E spéťíłtıcs da ıłıťdiirra d tirr ? sa (16 8 2i, discutindo entre o u tras coisas o m odo chinês
suita na C hina, M ichael B oym ). publico u u m livro sobre a m edicina chin esa,
M ajs
para o leste, A ndreas c leycr (baseadonas 11otas de um ? ?nrissionário
j
em G oa antes dc ser n7andado ii E uropa para publicaçio. 5 1
védicas nativas. o nianiıscrito m esı11o foi revi sado por alguns m édicos indianos
ocidcnta] de inform aç iĵ cs previam tn tc dcscon hť cidas, s e baseava elli tradiçōes
A nisterdã . V ale destacar qu e essa com p ilaç ã o , longe de exem pliĥ car a descobe
rta
bar ? 67 8 7 , de H endrik van R h eede, c o n lpH ado em G oa, m a s ? prem o em
(1 6 7 9 ), de H arın am l G rim m , e n a o bra eın 1 2 vo lum es O jrlrtliııł irłditm o de A J altł-
apresentada na A ıť ¢ıitiıtıł iltīs lrı tıi cï ıi' c ts (] (i4 2 ) , dejacob de B ondt, rlo Compťłtdirııı
publicados p or funcionirios dı C o lnpan Į ıia ctas indias, A ıııedicina indiana era
nhecinicno da m cd ? na oricm al M coın plem en M do por u nm série de tex m s
coda a E urop a g raç as. 6 1 1 1 parte, ā sua trad u qāo p ara o latinl. N o século X V II , o
? ? c
M onardes, foi publica cla cm S evilha. O s do is textos se to rn R raırr co
nh ecido s em
m eira vez em G oa, e o u tro so bre as A m ėricas, pelo ın édico espan }ıol N icolás
U nl sobre a in(lia, pelo nıė dico po rtuguis G arcia d
' O rta, foi publicado por ? ? pr
D ois textos- chave sob re er\ as e d rogas exáticas to ram p u blicados n o sė culo X V I .
【t' m pos nto dcn 7 os do q !re m ais tarJ t
'
, n
a e r a da m edicina cien titìca e pm iissi anal.
dentais parecem [er se m ostrado rn ais ab ertos a essa
s alternativas no inicio dos
ocjdcntaı sobre m Ł- dicirıaq a]E( T n :ltivas de o L]tĦ )s contintntcs . O s m idicos ? ? o
c
C o ï ı1o esn ido de caso deste processo p odem o s exam inar o co nh eciīT ıento
de negócios, ıı1 a s a c a bou p or criar slias p
róprias ro tas.
5 (t
tń buiç , io dc livros, pelo m cllo\ o rig ina]m entc , t e n día a segt
ìrr rotas estab eĮ ecidas
de publicaç iio de n oticias
"
da E spanha 1ıo in icia do stulo xvIT .
' " '
A rede de ? ?di
rua S aint þcqucs. SevHhaji H co nù dcrada
" dc lo nge ' " als hn p o rcan w centro
E cam bh n paŃ . conl suas o ĥ cinas co ncem
radas n o q uartcq o univcrs ? no da
n? or deEalh e no co n
rcx ? cco n ô n ń co . R a nn cra un l g rand e cen tro hn prem r.
V ◆ w za, A tī1stcrd ñ c [. ontlres 11t
' ssc partic\tlar ė con h ccid
a c serii cxam inacla cm
da nese capitulo eran l iın po rtan m
cen tro s hn presso res. A hn porú n cia de
nw nros dc sŤ us an ? cıu
ť s m
-iginah . A s p rincipnk C idades europ eias m encio na
inlprť sSa, ı n o do q
u c ttt
'
l l t l l v ı a s bırm irali gcogriiĥ cas,
" destocan dû
"
? ? c onhec
processado n ił cidade. o c o n hecim en to era d istrib u
ida o u reexpo rtado em fo rm a
A distrib u iç ã o d o co n h e
cim en to
rias gera
is sobre tópicos tĵ o d ispares co m o as leis e o s espiritos.
4 #
utilizada p
orJohn L ocke e C h arle£ de M ont( squicu para dar supo rte a silas ? ? t e
vro sobr
e a india quand o de sua 'v o l ta. A inform aç āo reu n id a p o r B em ier seń a
L U G A R rw C O N ı ıE C ıM E N T O
traduç ã o holandesa da gcogralia dc H übner foi publicada em J aponês enı 1 7 7 2 .
ın cdicina ocidental e publicou um m anual sobre o tem a cm 1 6 8 3 . U nia seç ã o da
aprender m aıs sobre o O cıdcnte . A rashiyam a H ou ı, por exem plo . A h estudou a
desenvolveu e alguns estudiosos Japoneses corncç aram a visitar N ai para
pa- nıún : di de U lacu , de 1 6 4 8 , logo estava 11a posse do xo F tını. A curıosidatlc se
m ostra um m apa do m undo derivado do ınapa de plancıo . Dc 1 5 9 2 , e u rī1 ? ? m
" (»rand . ı
"
, n o in e Japons 山 H olaiıda). U m a telajaponesa feita por volta de 1 6 2 5
dental. D cscn co a Ćpoca com u
"
c o n hecim ento holandė s
"
(R ul!eaihı. Dc
gasaki estavaın cn[m os prım eıros a n 1 ' " teressc pelo conhecim ento ? ? oc
estrarıg ◆ ra, a tpccıahncnte a partir do final dtt século X V L L . O s intérpretes de ? ? N
- o u por causa dela . A lgunsjapo neses dc\ envolveram vivo in tcrcsqe pela cultura
sltuaç ĵ o nojapiio . A dcspclto da politica governam ental dc " r e c lusã o " (vcr p . 59 )
0 hcıro increase pť lo O cidcnm expresso pd os chineses conrawa conl a
can op atica clunera .
5 4
-
t
·
n ı bora 5 0 11 1 grande ıiıtlu ė ncıa so bre a tradiç ã o
1110 U . ì c e n ç ao . (. ) inıpt
·
r a tlor tınh . ı U ı 1 1 J t · Ópia t' 0 ıt t a pa lb i reproduzido cm ??trat
? ccl ť xıbıa cln w us aposcnÆ um inapa do nlunLh ao esu lo cum peu . Isso cha
hw c. N a C hm . A o ūnal do ė culo x vH . u n w m o n ńrm J csuha ? hano M aaco
tcrc\ sc l
" r \iı1 ıa E u ro p. ı previ, 1 1 1 1 0 1 1 t c tlc' c o n hcciLIa , i· prt' c ı ' o pm curar m ais ao
A E um p. ı Jā bra du cobcrcı pcb s r , rb« a n c dc 1 4 5 o para cnconrar o n
LIm a trad tıç ao dc し ópcz dc G , lindra .
a pam r da \ınprensa brcţ em ctıtc cst, r hclc · clda 11o lm pć n o C ) toin , t n o o 1 1 1 17 2 7 foi
ESas m du ç ðcs ĥ m ranl cm nm nuv m o . M a s u n i dm po ucos h vros rcpro duzıdos
X \ tl, c o . · ltlfłs dc 13 lactı (po r o rđcm do s\ıltiio M e hm ed ıv ) na u ė cad , I tlt · ı (17 0 . 5 3
Z āratc . O lrl, ls , lc M ercator tb i cm dtıztdo p . \ r a o t \ ır c n c m m e a do \ d o sć cu lo
Cscnca para 0 sultiio h
· luraLI III u tıl\zo u , l o hn dc I . dpez U c G dm ar. ł . (
-
) victlo c
traJ o por P ın ıţ dsji fh dnrurnh vcr p 5 un7 a hrsń ri. I dıs inda o cM cnuns
N o ( aso du ıï npcn o O to m ano , ĺ 'ro r t' x e m plt) . o l lı t c r e w c pela A m ė rica ? ? d emon
\ī1alor quc m cluia (.
-Iw cohrım cnm , twittco tļ . 1 1 A rn ė riť as e tam b ė rn da E uropa.
dt · s c o bt · n a c u m pct, ] dt · t ın 1 ï n u n do m nl \ ain p ln tT a p , in c de um a tcnd ė ncia
A s descob ertas n o co lıtex to R ıo b al
conhe( lda por cstutlıoso
'
c u R c) pC u\ .
S
cxť m ph . N u a dc H crm ndcz cm rd , Ą ao ao w m , n n u hM . fŃ r cncnlcnre rc
P am C O llI 1 1 ť I . ı \ n tìc. ıçt\c5 ı\,it\ t) C l, . lcnt. \ ıs . . ı dt' O rt;l o111 rclaţ iiu aos .irabcs. por
a m
·
n . u n huco na d ć cada th I hN ł A m · ? . ı LLn taxo nonnas dc H . r n L ß cxm cas
¢ıo lłftısłı (] (ı4 8 ). Tbi puhlıt' . 1 0 o pnr W illcnı P iso , ıT 1 ėdlco tla e xp l' tliçiio holantłesa
c? , I c n l R ? . 1 . E n 1 Lm m , c n l I 6 2 8 , c o t r a m do dc m cdicura anw ń n ? , A h · dim hł
dico csp . \ n iıul F m nc Isco H crnìınlľ 7 , c n v ıa L Io ao M ć xrco p ur F ilıpc ıi, fin ? ? publ
dc m anrlra incno \ c l. R bora tl, 1 quc . ı dt · O rta. A s m tb rnı. ı çōE s colctadas pelo m ė -
A obm dc M u nan les r, a M bė lı1 fuı co m plcm t · n ta tl. I n o s ćculo X V II , a inda quc
7 6 U M , \ ıılx1 \ \ k m * x ıA l u \ }¢x w ım ( ıM L N T \ \
problem
as dc classifit
'açio do conlrecirììcn to .
ele o111 seu
s pr¢ipr
ios sistem as tle clawiificaç iio . O próxim o capitulo se o cu pa dos
exótico tra
dtızindt» - o pa1ir suas pr»Prias cate8 o rias e enco n trando uı1 1 lugar para
C o mo os eu rop eus, o s c
· lıineses c J ap o n eses li«lavam com o co nh ecim ento
necessar
iaıncnte o id io
m a o cid tn ta] m ais útil a ser aprcn tlido .
5 5voka dc
1 8 o0 quc esp
eciahstas eln R angaku descobnranl quc o hoh ndês nāo era
taktı pı
ıblico tı Lim a iı1 cro dıłç ìio ao co nhecim ento ociden tal em 1 7 8 8 . F oi só por
e 0 public
ou e1ī1 1 7 7 4 . D 叩 o is de sua visita a Hagasaki, 0 e s t u dioso O tsuki ? ? G e
U m gĦıp°
de m édica s japoneses traduziu um m arıu al de an ato m ia do holandês
O L U G A R 【)O C O N Į ıE C IM E N T O
m os deles aķ um a term inoloB ia, palavras como " m a gia" o u " ólosoóa" , p°r
polóB ica, c o m o a que M ichel F oucault levou a efeito na década dc 1 9 6 0 . ? ? Hei
d
đo diferentes dos nossos próprios sistem as que requerem m a abordagem anm
O s sistem as ocidentais de catego ń as dc principios do pctiodo m oderno são
goń as do
"
c r u
"
e do " c o z ido " . 2
distin ç āo análoga ao nosso contraste entre " n a tureza" e " c u ltura" c o m a s ? ? c
dos cham ados povos p ń m itivos, c o m o o s indios am eń canos, quc fazem um a
jcitou a ideia do pré- li»gico , m a s ta m bém elc destacou as categoń as concretas
e ydn. e com o exem plos de pensanıento concreto ou pré- 16 8ico . Lėvi- Strauss ? ?
n
C laude L évi- Strauss. G raner, por exenīplo , a presento u as categorias chinesas yin
IN ? rłto dıinés (19 3 4 ), dc M ar cel G ranet. e O pensaırıento sell/iıgtM (19 6 2 ), dc
= ndo seus contextos s«»ciais. A tradiç āo inclui estudos clássicos com o O ? ? pnu
tradiç iio de levar a sério as categorias ou classificaç ô es das ou tras pessoas, ?? invest
ıogja
"
, pois dc D urkheim em diante os antropólogos desenvolveram um a
cim ento moderno , e ste c s boç ari o que podeń a ser ch am ado dc unia " ? ? ant rop
E nquanto o últinıo capitulo ofereceu unia geografia dos pń m órdios do ? ? conh
A an tro p o lo g ia d o co n h ecim en to
reiazcm incessantť m entt ·
" ı
des. C om o observou 1 ) urkheinı, s istem as de claw ıticaqiio
"
s c fazem . Desfazcm e
transfonnar a longo prazo esses quadros dt
· referė ncia para acom odar as ? ? novid
quadros de referência m dicionais ou , n o e x t r e m o o posto , c o m o m a n e ira dc
m odo nıais detalhado , w ja co mo tentativa de adaptar o novo conhecim ento aos
no últim o capitulo é sua classıń caç ìio . E stá na hora dc exam inar esse tópico de
U m dos elem entos nıais im portantes na elaboraç āo do conhecim ento descń ta
D U R K H E IM
le : nnłıiam ctıłn 0 ıule¢łr ť C O ï ıı o tc\ı\po.
ı\ııı d¢}iı\iliılłl ; ť l, S e . Frı= rm , deshzcłı\ ť rť lızctłı iw essatı??t eme
. Į s 4 . ıtqĉ \ m ds do P ť l\S iııł\ ? n ï o hulnatło ï ııinca sāoadas ??defe
C urricrłtos, B ibliotecas e E ncicl op édi as
A C lass ijìcaçiio do C otłhecim etłto
V ·?
vado
"
(nã o tanto rıo sentido de co n heciniento
"
pessoal
"
c o m o n o se n tido de ?? i
O utra distın ç iio m corrcnte se dava entre o conhecim ento púb
lico e o
"
? ? Pr
oria)
"
nāo ė riada
"
(tirs sint strierıtia tłilłiı esı).
( ı
obra respo ndeu que
"
a a r te se n i a c ièncla
"
(em outras palavras, a prática seni a ?? t
u [11a co isa e a arte é outra co isa
"
. A esse argum ento , o a rquiteto encarregado da
"
a c iėncia da georıretria nāo deveria
interierir nessas questô es, pois a ciência é
fiancês e os m estres de obras locais. U m grupo deste
s últim os argum entou que
] 4 0 (i. N o curso da con stru ç ã o . Desenvolveu
- se um a disputa entTc o arqu iteto
nurı1 co n texto prático vem da co rıstru ç āo d
a catedral de M ilã o, por volta de
"
c iência" (wrrï ıin ) e
"
a r t e
"
(drs). U m exern plo claro do enrp rego dessas cateB orias
co . o co nhecim en to dos ń ], į so fos e o dos eıırpirico s, o u c o m o a lguns diziam ,
um a dis【irıç āo reco rn nte era feita elltre o c
o nhecim ento tciį rico e o ? ? p rh
discutida adian te , n o c a pitLılo I X .
em lu Į w es distiï ıto s. A distinç iio entre \
o n h ccim en co s n laıs o u ıT ıen o s certo s serā
plicitanlen te . c o m ditė rcntes ind
ividuo s ou gn ipo
\ assinalando s\ias divergên cias
longo do teırìpo , e t a m bém (]l
ıe fo r. 1 1 1 1 n ı u ıra s v e z e s c o n t e s t a das. Inıplicita o u ? ? e
qðcç nw co n m ns. Tend o em m
en n o f. N o dc qu c ı cm cgo n as m udaram a
o
rentes de m an eiras tam bém uitircntt · s . E sca seq
· lio , liscutirá . R lgtnn as das ? ?dist i
N o inicio da E um pa modcrna. O c o n hL
· cım t · n t u c r a c lassitìcado po r grupo s ? ?di
f
V edades de co n h e c im e n to
tos ah ern ıłn vo s.
no conhe ť uneno acad ĉ nnco , w m . i n do coh cá ıo no co nw xw dos conheck nen
deste cap in ılo é , 1 t, 1 x o n o ı ı ï 1 a do pr, į pr it) co n h ecnm · n to . v a īT 1 o s r l o c o n c e n a a r
núclco os m xo H o nu sm s int ť ıccum . M a s n ão m , ún ? . q M . H O prın cıpal æ m a
nh . 1 . 0 b ? n o suŤ co C . M L U inaem . L m cu , po de cr ń do o nm a r c inn s ? e
G esn er. o 1 1 1 ' iŁ ı , 1 lıistö ri. ı n a t u r a l do \ . 1 1 1 1 . ı 1 s (15 5 1 ), t · U lisse A ldrovarıd i, de ? ? Bo l
riou o de gran de lrltcre' is i · p · łr . 1 1 t a x a n o m l, 1 dc csttıdio so s co m o o su iç o C o n rad
sistem as , IL · t · lassıfit . I ÇĴ O . 4 A pTl\ p rıa E u m p a n o in icio 山 era nıodcma é um ? ?
p
trabalhand o s oh n o ın ĥ ıo ? ı' c rio do nwM crn ? . s c v o ? r, ł m p. ł r . ı o csudo dos
N a 6 1tlm . l gcraţ iio . c crto núm ero d ı' tıısturı,ıd n rcs \ u ittırals. R
v
ll1ıtos do\ quais
nas quando vIsTo de fo r. I .
3
bula rn ostra vlvain t' 1 7 te a arhitr. T n e da\le 1 1 1 . T n ifctita de qualtłuer sıstciı1a de ? ? cat e
g
pelos dc cam elo , a queles que ue lo nge parecenl m o ıic . 1 5 . e . ı s sınl po r diante . A ??
f
an ï tıu ıs pertencentes ao lın pt+raĽlo r, a quelLA uescnhad os co nı tııı1 fino pincel de
B orges so bre as catť go n as de a【ıım als cncotttradas n um . ı c n c ı c lopédia ? ? ch ine
s
m H nla o bG eT vaç iio rem rrcndo , ı u lll a fābuıa tu rıu d a de cın p rhtin 1o aJorge L uis
co 111o đ o estran has o u co nsm lidas co m o (山甲 m os) as ch inesas. F o ucault fez a
sam os to m ar d istāncia dessas carcg*}n as eu ro p ť ias. A prender a co nsiderá
- las
ten la ıntclectual. P ara evıtarın o s ser cngrıatlos por-
" isos am igo s
"
. ? ? prec
exenìplo ,
rī 1 a s Ħ s e s t e n n m mudaratı de si ificado ā m ? aida quc m udava o ??si
A t. L A M ı F I t A Ļ A tl ï x \ t ( 1 N ııE r lhu w T n
guindo u ın a classificaç ã o m ed ieval ain «la em voga na época , o s a r te siios eram
nlcn o r status, e x a ta m e n te c o m o o s m e rc a dores e artesã os
qu e o detinham . ? ?
s
ram en [e
"
iitil
"
. Do com ė rcio , por exem plo , o u de pro cesso s de produç āo , tinha
tinha status elevado em 1 4 5 0 e m esm o em 1 5 5 o , e n quanco o con h ecim ento ï ī?
?
gu ï rs circule s. O conhecim en to " liberal" , c a n io o dos clássic«»s gregos e lań nos,
va dos do is tipos de co nhecim ento com eç asse a ser T cvertida, pelo m enos em
e co ntim iava a ser feita ï 1o irıicio do periodo m oderno . E ï n bo ra a avaliaç āo rela
A distinç iio en tre conhecim ento " liberal" e c o n hcciï ırento " útil" e r a a n tiga
ııino . N i a is au m enos lım itado à piedade e au do m in io dom ė stico .
bhca. E ra v isto , a o m e n o s pelos ho m ens, c o m o s L rptT ro r ao co n hecin ıento ?? f em
peń o do .
ı l 0 conh eciın ento m asĽ Lrlino , iTıclusivc o co nh ecim en to da esfera ? ? p
brar a im po rtâ ncia da hierarqu ıa 11a orgnizaçāo intelectual do co nhecim ento no
pelo do m irıican o G iov. ı n i l ı M an a T o losam n a d ė cada dc I 5 4 o serve para \enı-
A distinç ã o entre alto e baixo cunh ecım ento (sd ť nlia stłptrrior rr hYcrior) tėita
tudiosos, c s pecłalm ente rlo cam dos nob res. ı(ı
vra
"
c u r io s o
"
e rn ıll tllt a s v c z c s u t ilızJ d . \ c o ı n o r e r ı ı ı o po u tıva para dc$ ıgnar os ? ? e
A lņustlnho [1a condtn aç āo ,ła cL1n o \ l\la\lc . 1 1 1 1 1 n u século X V ıI (vt' r p. 3 1) , a P
em o tein a do deb . N e . O rctb rm a, łorJoìio C . ılvin o , pu r ext · ı nplo . selia santo
curıosictade inte]ccrual tT a lt·gitlm J . o u n ìo paw 1va U e LI M a
"
v . ł ilĮ J d e
"
o u pecado ,
gædo nāo ó do púbhco cm gw . Ĥ . m . h de ? . ı . 1 hu nian ? . ? . A Ń que ponÆ a
nhecnn en m pro rh ı? . o ' m . T u K i m ' ı , c o n hec nn cnto L łu ( d ? · ia scr m an d d o em s c
Æ sún ç āo seın cıh an w cra u · a qM . ı e n t r e o c o n hccım cnm c g i t ı n i o e o co
surgıtılc
'
nto Ll. t ın ï prcnsa.
corih cclm cn ro p ú b lico i v iqívt
'l no 111 10 1o u a perío do 17 1 o tlcrï 1 0 t' e s t ii ligada ao
vanl cm or n . n púhhco o conhccınicnto A longo Ħ · · ız o . a ascensāo do ideıl do
m enos w C retl\ . T
'
l l quanto outnıs, C o m o a ı(ìval S ocle d L ' t. o ï ] t lrcs, \ e ? ? in t e r es s
"
tir. m ı a d u 5 . \dvodos
"
.
# A lgum as ħn cicd , ldţ s cult.1\ ŁT A M ' o c ıc L iadc\ nlats ou
devcn am scr trađuziu a\ par. ı o v c r n áculo a tim dc \ibert, 1 r a s pesso al co m u ns da
m q 【erra$ , o 5 r¢rormldt)rc§ u a' ıcı arımtnL ıvam . D t' n ıoL ło sen lelhantc, que elas
nhceım cnto devcrı, 1 s e r \ o n i p, i r t łlhađ o co ILı o s It · ıgos. N a ï táha, inglaterra e ? ? o
canhecrm en[o m lıg īo sa , 'łť b atc t' l 1 1 1. IL TE L utť ro c o LıtT o ıi a firm avam quc esse ? ? c
difercnte\ p artes da E um p a . A refo rm a tb i tntrc o tıtra' c o is a s u ln debate w )bæ o
cra co n tm vcm a . c r e spondida civ tī1 ancir. ı $ dilrcmcx por diferentes geraç iies c cm
A qu ť sđ n acerca tīc q u <
'
t ipo dc co nhceim cnto deveria ser to rııado p úM ıco
en1了c
"
ı n istė rıo s
"
c lıłtr ı ľ rs ( T A 1 1 1 1 1 1 do q u e etlm o lń gica .
7
com pA rtrıhados ı1J s w uldas d¢ · a n e sāos. M a s o s i n t n ıs o s c r a ıī 1 e x c luidos. A liw ţ io
alï 11W c co lega \ . o u n o s e io de socied ades secretas. S egredos tė cnicos eram
cxctn p \o . E r a m r r a n s ın ıt rdos. ås vezes de m aneira cifrada. por red es infom ıais dc
conhecido co m o
" fıloso iia oculta ou o culttsta" . Seedos alquinıicos, por
tulo , e t a m bém os segredo s da nattırcza (dltû lł1l N llfN ra ť ), c tıjo estu d o era å s vezes
P n vado inclu ia scp edos de E stado (ıłrctłtu ł tınprrii). Discutidos no próxim o ? ? cap
fo n naç āo restn ta a tın ı gru po pan ıcu lar da elite). N esse serıtï do , o c o n hecim ento
S o uM A nıtro nıa M ) ( IA ı ıx \ ( u N H E tT M E N T L I
Pansóócos para ver o todo , c
o m o so n lo
s m o n o tc m áticos (uno inruiM )
"
0
"
? ? v
e
fragm ento s, de aco rdo co m a lim itaç ã o d
e n ossas capacidades, e n ão só n ã o som o s
m ento em seu iTaly C orłınło
nıpealtlı (16 5 9 ).
" P artim os as artes e as ciĉ ncias em
R ichard B axtcrjá observava co m tristeza a
crescente fragm entaç ã o do ? ? conhec
A pesar disso , o ideal foi grada
tivam ente abandonado. O escritor religioso
m o para designar o ideaJ d
o conhccinìento geral.
' 3
escreveu (entre outras co isas) sobır m agnetisırro , ın a t e m áti?
?
anatom ia. B otâ nica. M e dicina e histórin ojesuita alem ã o A thaT lasìus K irch er, que
tem ática e egiptologia ; o acadêm ico sueco O laus R udbeck , a tivo I1os cam pos de
gistrado francês N icolas de P eiıesc, c u jos irıteresses incluiam direito , histå ń a, ? ? m
da generalidade era exem plilìcado por algu rıs indivíduos notáveis com o o ? ?
m
noç õ es
"
, de tal form a que um a parte do saber lan ç a luz sobre as outras
"
. O ideal
navam necessário s pela
"
c o n e x ão entre as coisas e a interdepen dência das
bio aquele que nāo possui co n hecirn entos gerais
"
. co nh ecinıentos gerais se ? ? to
Isaac B ar row o diM e elli seu tratado D a irłdł tsıria,
" diócilm ente será Lm i bom ? ? s
tcheco jan A m os C oıH ť n itıs e seus seg uidores. C om o o notável de C am bridge
poıym atııia o u p tłprsoplıitı, palavra- chave rios escritos do refo n nado r educacion al
um ideal ao ıo ngo d e ca do esse perio tlo , e
e r a descrito com o " c u ltura geral
"
.
Saber tudo , o u pelo m enos saber algunıa coisa sobre tudo . c o n tinu ou co m o
om tıiajaa« ıli).
(152 8) de E rasm o co m o ulli ho m em de todo s os conhecim entos (ingmmirr ad
R om a em 1 4 8 7 . P ico th i descrito por uIT ı personagcıìr no dijJ ogo C ic ? m nia ï ıo
dacioso e joveın estud it» o sc propun ha a defender num debate público em
vaiu li P ico della M irandola, c o ln o pode ser visto na lista das 9 0 0 Eeses que o ? ? a
sobre o co nhecim ento universal, o ı"aittp ist[ : ıııoıt. E tam bė m o hıımanita ? ?G i
üorentino A ngelo P olijtian o aceitrva o ideal, c o m o m o s t r a s e u peq ueno tratado
sas e tornar- se universal utırsi łtniurrsdle) em m uitas artes" 0 poeta e eshıdioso
de M atteo P alm ierı, s e gundo a qual
"
U lli hom em é capaz de aprender tnuitas ? ? co
sério ein certos circulos na itália do sė culo x ų e disso é testem unho a V l ; da civil,
cim ento geral ou nlesnlo u niversal. O ideal do
" hom em u niversaĮ " e ra levado a
0 conhecim ento especializado era m uitas vezes contrastado com 0 ? ? c on h
C ontudo , e ss a s u perioridade fo i soiapada ao longo do peń odo , c o m o v e re m o s .
'
dom inaç ã o do A ntigo R egim e pelo que V eblen cham ava de " c lasse o ciosa"
liberal em relaç ã o ao útil é um clam exem plo das co nsequên cias in telectuais da
carprnteiro s e co nstru Cores
"
. O pressuposto da superio ridade do con hecim en to
com o
"acadėmico, m a s m e c ânico " , a s so c iado a " m e rc ado ï es, hom ens do - ,
que no inicio do século X V Il, s e u o bjeto de estudo n ã o era em geral co nsiderado
O m atetn ático inglĉ sjohn W lis , por exem plo , lem bra em sua autobio ·
a asricult
ura , a c a ça, a c u ra e a interpretaç āo team l. 2
espcciicadas conto a co n fecç ã o de roupas, a c o n sm īção de navios, a n a v e gaç ã o ,
tos pelas
classes altas com o praticantes das sete " a rte s m e c ânicas" , tra diciorıalm erıte
A - ĦC A Ç A o U o co - 0 gl
do a rcpuçiio cultural e resistindo a tentativas de inovaç ã o .
gar que os grupos sociais sejam respo nsáveis pelas classiticaç ōes, a s sim ? ? sustent a
com o se fosse nam reza, da invcnç iio com o se fosse descoberta. Isso equivale a ï ı?
?
tóń a cultura】, a n a E u ra lizaç āo do convencio nal, o u a a presentaç iio da cultura
brotos, ûores e Ė utos. A iim age m da irvom ilustr a unr fenô m en o cen trai e m his
bordinado , t ro n c o e galhos. し úlio e G ilhausen seguiram a m etáfo ra atė as raizes e
P ensar cm term os de im re sugere uIL M distiııç āo entre o do m iru ntc e o 5 ? ?
1ó12 . u m t ra ta do cham ado A rhprjudiliaria,
(ligura 6 ), a o p- que o advodo aleiııiio L udw ig G ilhausen publicava, e m
i apresentado ellI 1 5 7 9 com o
"
a iirvore do patrim ô nıo e rcparttç iies francesas
"
cio na raiz), ıi' O quc podeń a ser charn ado de
"
o rgano gram a
" do governo francês
ca, ám · o res do am or. árvores batalhas e até uīn a árvore dosjesuitas (com ??Iri
cham ada
" 'ore de P ur{irio " ), árvo res da co nsanguilııdadc. Irvo rcs da ? ? gr amit
volta de 1 3 0 0 , m a s t e e ditada dw ersas vezes no periodo , havra jirvores da lógica (a
conhecim ento com o a A r* or stieıtflfw (figura 5 ), de R aim u ï ıd o L úlio , e s c r ita por
tem a de conhecinıcnto cra a de uına ir vo r e co m ' c u s galho s. A lém de ár vo re s do
O utra m etáfora- c have do século x v I , e da ldadc M édia, para vistıali T ar o ??si
vārios
- dotninios" o u , c o tT ıo diria L inctı. s e u s
"
æ ır ı o s
"
(rľ qrłtt). 15
6 o o uına gcografahı$ to rica dos p rim d n llos da academ ia m o d ern a e d e seus
politica e da ceonom ıa. O tem a deste capitulo pode ser iw alıncntc dcscń to
tinu a a ser - 1 m po r【an tc no m un do ınte]ectu , \ l, ta n to quailto no : do m inios da
da invasiio de seus vizinho s d ĵ scıplinaw s. O
" im perativo tcr n torial
-
c r a
- e ? ? co
evoca a iï nag*
'
l n de estudiosos- c1po[10 505 detė ndt
·
n do seu território intelectual
m esm o se nāo puderem cu M var m d o vcr p · W . O ernlo w np rep do , ıe n m .
já cıtado , a s gť ıł. D ť ıť lrrts çāo .lc o n s c lhadas a se envo lver em iliferen tcs cam pos.
rem onta, n a c u lm ra ocidental, pelo 11 1eiıos arė C icero . N o verbete da E h¢idwdfa
vário s caīrrp os.
" C am pi)
"
é Lım . \ m tï tiiti}m revelad L ï ra para o co n h ecim en to , que
C o ï ıtudo . o ı ın portınte ıìcs[c capitıılo ė o co n hccrm cn to acad êm ico e seus
E stado crain cada vcz m ais (h spo st. is 1 1 . ı fon n a de
"
c s ta tisticas
"
(vcr p. 12 4 - 5).
da m atem ática. D c ıncados do século x v II cln diante. ł s info rm aç õ es úteis ao
do a fu ııosa dccł» aç iio dc « alileu , o livro da natllreza está escrito na lın w agem
quantıtivo era dłsttng tri, l0 do qualitativo c levado cada vez m ais a sério . ? ? S eg
u
ro ıagcın dos ĥ ló safo s escoli
sticos, o " jargio das escolas
"
.
14
0 conhecim ento
tinç āo senıelharite está subjacente à critica hm anısta do que consideravu n a pł-
por exem plo , destacava a 1mportāncta de estudar as co isas e nã o as palavras, e ? ?di
OCmiotıalnente. M e s ın o por lcm dos. Do conhecim ento das c
oisas. C om cnius.
0 " c o n hecim ento d o s li-
"
, c o n
ıo e r a ās vezes cham ado , e r a distinguido
especial
izaç ã o estreita incennvando um
"
e spiri to ftlofico
"
.
le ï ı'e ír plus à ıa ponir d ? I
'Aom nır). T udo o que podia ser feito era tentar evitar a
conhecim ento u ï ıiversa】 niio está m ais ao alcarıce do ho m em
" (ła sci ? ııæ tłnl.
bete sobre as G etts d ? fettres na E ntitlopłdia era m ais resip nado , declarando que
"
o
Sł uM A H IS T O R IA ScK ıA l ı
]o c : O N H E tJ M E N T O
m ento . Ê certrm ente p°ssivcl oicrecer explicaç
ô cs in Eernas ou locais para os
m ático de categorias n
rentais ou ideias gerais s
obre a organ izaç
āo đo ? ? c o nhecN ão devem os sup °r que q
u alque
r dos três sistem a
s fosse reūexo m o ? ?prob
l
posto de curricuıos, bibliotecas e enc
iclopédi
as.
analisar sucessivam en te três s
ubsistem as, u
m a e spėcie de tripé intelectual ? ? c
o
dèm ico entrava na prática co tidiana
das u niversidades eu
ropeias pode ser útil
sistem a de disciplinas. P ara exa
m inar com o a
classificaç ã o do conh ecim ento ? ? a
c
m etáĮ o ra da
"
a r queologia
"
para nonle
ar a anilise dos principios su
bjacentes ao
A lsted . 17 T rezen tos e cin quenta aï 1o s antes d
e F oucault. E m 16 12 , A 1sted usou a
sistem as
" form ulado por B artho
lom aeus R eckerm an
n e Johann H einrichp
eci
ĥ cas qtıan to ao
conh ecim ento c
o111o um todo , c o m o n o c a
s o do " sisterna de
aos antisos filå sofos e
stoicos) era
"
sisteına
"
, e c
r a a plicado tanto a disciplinas ? ?
e
sė culo x v II para design
ar a o rg an iza ç
ã o do conhecim ento . E Sse (erm o (associado
E m lugar da
" árvore
"
, u m
t e r ı1 1 o n u is abstrato co m eç ava a entrar em uso no
rvorr do ton hrt
'iJnt' N ru , pāwna J c rohto de A rbor seit
·
n t łhe,
A C l Ħ c a q A u O o C O N H E C iM E N T O 8 3
d. Àrw w daf Rtpdrıı(ıi I muts de C harles dc F igon . (pä ru , 15 7 9 ).
gundo o O rdbpd E nglish D iirionary). M esm o esses departam entos cram m enos
tam entos
"
a c adĉ m icos (term o ııç ado po r prim eira vez em inB lĉ s em 1 8 3 2 , w
tanto a ideia de unıa disciplina, m a s s u a institucionalizaç iio na fo rm a dc
" ? ? depa
demo e a M odernidade posterior. O que era novidade po r volta do 1 8 0 o nã o era
no caso do debate sobre a
"
prolissionalizaç ã o
"
_ entre o inicio do periodo ?
? m
tam bém o perigo oposto , o dc disń nguir de m aneira dem asiado abrupta - conto
sė culo X V Iï L e principio do X Ix .
2 1
0 anacro nisıııo é um pcriso constante. M as há
científicas em particular foram consideradas com o um a
" invcnç iio
" de fins do
ciplinares de um a época posterior sobre o inicio da era m oderna. A s disciplinas
Falar sobre " disciplinas
"
n o plural corre o risco dc projeEar os conüitos ? ?di
isrejas.
plinirm iłg. c o m o dizem os alem ã es - nas escolas c universidades, a s s im com o nas
cim ento porque 0 século X V I assistia a um m ovim ento
" disciplinador
"
? ? _Disz
tem pos dc R onu . E ssas associaç õ es sã o relcvaııres para discussô es so bre o ? ? conh
escń tores seculares, c o m o M aquiavcl. s e r c feń anı à disciplina m ilitar. c o n ıo n o s
século X V I, o s c a lvinistas cm particular lalavanı da disciplina da Ign ja, c a lBuns
M ėdia, a disciplina estava asso ciada aos m o steiro s, à penitência c à flagclaç ã o . N o
exército e com a filosofia dos estolcos, que enfa[izava o autocontrolc . N a idade
tro . N o m undo clássico , a disciplina estava associada com o adetism o , c o m o
m ico pelo hum anista espan h ol L u is V ives, por exem plo .
zn
0 ten ııo n ã o era ? ? n e
N os prim órdios da era nıod em a, a palavra foi em pregada ntılT 1 co n texto ? ? aca d
e V arro . por exenıplo - co m o disdpliltitr. palavra derivada tlc dix ere, " a prender
"
.
ciplinas
"
. N a R oına antiga, a s a r t e s e o direito jii erain apretientados - por C icero
pista onde os estudantt · s tinham quc correr. E ra ullla ordem ou sisteï na dc " ? ?di
O curriculo é u nia rn etálbra do : rtletrţ m o cliissico . A ssim conıo o " c u r s o " , e r a a
D iscip lin a e en sin o
seu
"
e quipam ento intelecclıal
"
(otttill, kť ttıť ttnłl).
pulaç ã o enı gť ral, o u , 4 0 1 1 1 ) o histo n J do r franc¢s L ucien F ebw costum ava dizer,
provavehn en te cxprem nī as suposiqiies da populaç iio universitária, s e n iio da ? ? p
p. 17 2). C ontudo . o n de os trés sisten ıas sc soh rep ô em . A s c a t e gorias fundam entais
sujeitas a suas pressô es, o bscn · a çiio quc será discutida em detalhe adiante (vcr
ras e aniuitctiinicas.
I') E nciclopédias (rani produtos vendidos no m ercado aberto
A orp nizaç ã o de bihliotecas elita\ a obviam ente sujeita a ıinıitaç ô cs ? ?G runce
to (com o queria C om cnius) devia vir antes das abscraç ðes. 18
cursos dc prim eiro ano conı base no argum ento de que o conhecim ento ? ? concr
com o foi o caso de A berdeen no século x v III . quando a lógica foi excluida dos
podia m udar em reaç ã o ao que era percebido com o necessidade peda8óBic
com o resultado de u m a cam panha bem
- sucedida . P or outro lado , o c u rriculo
afetado pela m icropolitica das universidades : um a nova cátedra podia ser criadł
desenvolvim entos em cada ulī1a das iireas. O curriculo , por exem plo . Foi is vezes
8 6 uM A H B T ŤııŁıA so ( ıA L lx ) ( : O N H E . ı M E N T O
elem entos básicos (3 + 4 + 3 ) m anten
do seu lugar, m a s gradati- ente passand o
am pliado, m a is que reco nst
ruido , n o s pn nìórdios da E u
ropa nrodc
rm , o 5 de=
ranłuia social no m urıdo do irıtcl
ecto . C om o verem os, e s s e sistem a m edieval fo i
res
"
e ra m c o n sideradas m ais
"
n o bres , o u m » te r m o que revela a p
rojeç ã o da ? ? Mq
uc a teologia, c o n hecida co
m o a
"
ra inha das ciências
"
. A s faculdades
"
? ? superi
cm geral co nsiderado com o de s
tatus m ais elevado q
ue a m ediciï ıa, - m e n o s
gatorio . D ireito sisnificava os cha
nrados
" dois direitos
"
, o c ivil c o can ô rıico . E raq
ue lutavam e o s quc s
enleavanı, e 0 0
u tT o m u n do erıtre 0 céu , 0 inferno e 0 ? ? pu
rarD na Idade M édia, quando a socied
a? era dividida entre os quc rezavam . o s
dcs superiores. T e o logia, direito
e m cdiciï ıa. E squem a ternário de um tipo niio
O prim eiro grau podia s
er seıido por um curso en ı- das três ?? facul
d
F & itu de A ń stť »teles e a seu tratado D d ï łllM a.
2 4
" ßlosofia natural
"
, o últim o dos teï 11as sm do es
tudado com especial referência â
bėm ıuw para as
"
trĉ s filosofias
"
. ėtica, ın e ta fisica e o qu e em con hecido com o
núm eros (aritm ética, geonretria. A s t r o n o m ia e m
úsica). N a prática, havia ? ? t a
(sram ática, lópica e retorica), e o qłładtipjłdnl, m a
is avanç ado . Q ue lidava com os
vid das em du as partes. o
triuił+m , m a is elem entar, que lidava com a linguageni
e as artes em que 0 estudante
se to m ava bacharel eram as sete
"
a r tes liberais
"
, ? ?d
tica corıhecida com o pmw qritłatio acadrmi (a).
2 3 0 priï neiro gra
u era o bacharelado ,
dantm se transkń ssem co m relativa facilidade de um a instituiç ã o para o ua a (? ?p
r
C oim bra à C racóvia, e ra n o ta v e lm cntc uniti) n ne . penn itindo assim qu e os ? ? es
t
Em 1 4 50 . o c u r r icr. 1lo das un ıv «x sidades europeias, u n u r e de que se esterıdia d e
A organ iza ç io d o r cıirrieu lo s
ındependėm
'
1a .
22
pi« continuavanı a fazer parte da filoso ńa, i l a s n a práoca tinham certo grau d
c
rani co m idcrados tem as
"
s c m iliberados
"
e m oxĥ ]rd e c anıbridge . E m ? ? princ
surgira, pelo m enos de form a ap da. Matemitica e astro no m ia, por exem plo , ??
f
de E lias eī1tre depaftanıentos uırıvcrsrtários e E stados- naç iio (ver p. 3 8 ), a inda nāo
problem a da
"
a u t o n o m ia
"
, o u t r a m e táfo ra revelado ra que co n firm a as analogias
m ente cátcdras de m edicina, botānica e quirıri«
'
a ï ıa U niversidade dc L eiden . O
【ıatural holandis H cn nan B ocrhaavc era um plurajista que ocupava ??s imultan
e
entista politico
"
H en n an C onrıng eï ısinava m edicina em H elm stedt. O {ilosofo
"
quim ico
" A ndreas L ibavius ensm ava histon a e poĦ ia em lena, e n quanto o
"
? ?c
de dc ensinar diversos ternas, e o s istem a académ ico perm itia que o fizessem . O
acłdem ia m oderna. uns P o ucos hom ens talentosos tinham vontade e ? ? capacid
trral e assim exaperar a im po rtāncia das fronteiras entre os teınas no principio da
Seria [acil tom ar a linguagem das
" faculdades" de m odo cxcessivarıìen te ı??
pacidade, a
u m r a m o do conhecim ento e a um grupo corporativo .
tilava dc
" faculdades
"
, te r m o üexivcl que se refeń a ao m esm o tem po a um a ? ? c
W invenç āo nova que um a elaboraç ã o do que a universidade m edieval ? ? ch
A C L A SS ıĦu Ç A o D o C O N - M E N T O 8 ?
liw s i o era o único possiw l. N a C hina , por exem plo, a c lassi{icaç āo dom iw
A s com paraç ðes tĉ m a van u pcm dc nos lem brar quc cLsc m odo de o ï dM
linalm entc. A s trĉ s faculdades superiores, direito , m e dicina e teologia.
Aa
soßa natural; m etafısica ñ loso ĥ a m oral; lilosofıa " e c o n ô m ica
"
politica
e,
» itqum . A s tro losia adivinhaç ã o e m agia geografia história a r t mccānic ??
fu
era dividido em 2 1 scç i}es. C om eç ava co Iı1 o rritln łnr, s e guido pela poesia, o ?
? qu
G tsncr,
"
o r dens gerais e particulares
"
(ordines tłniuť rsórles et pdrtJruldn s). O voium c
m e, a s R aiłdtrtas (15 48 ), se o c u pava coin a classificaç ã o de tem as ou . c o m o o dizia
m adanıente I O m il liw s de aproxim adam ente 3 m il autores. U m segundo ? ? vo
l
que estava interessado em classiï icar tanto livros co m o aninıais, A rrolava ap
co m pilaç ã o co rısum iu alıos de viagens e de escudo . Foi obra ? C onrad G esner,
A prinieira bib liografia inipm sa (154 5 ). u n ia r e a lizaç iio irn pressionantc, c u ja
geral de autores e ind ices especiais de co ï ncntado res dc A ń stóteles e da B iblia.
quatro grupos pń ncipa s
-
a r tes, te o lo gia . Direito e m edicina - c o m um indice
da I ĵ iblio teca tłodleian , por exem plo , publicado em ı 6 0 5 . s e parava os livros cm
ï ï rcnce a m esm a ordem . c o m po ucas pem iuraç òes e nıo tliń caç å es.
2 7 0 catálogo
blio tecas ima. , u s a ırdo nıuıcas vezes o titulo O ıM iłıthť ra). s e guiam frequente
das. e a orw nızaç ã o das bibhw rañ as huc cram aprescm adas na ? rm a de bi
de alıtigos sistem as de classificaç io . O s catálogos das bibliotecas públicas e pń ? ?
v
scntrdo literal da Ĥ m lcvia expressã o d ť F o ucault, e x a m in a n do o s vesti$OS fisicos
que w ìbrevı vcm m no s perınttcīn c
·
s tu & ır a
"
, i r tlucolngła do co nhecim eï ıto
"
n o
classilicaţ āo , c o m o a irıda o faz. T o m a n do - o m ateriaċl. Fisico e espacial. B ibliotecas
ordem do curriculo da um versıda · lı · . Z ( · E 1a tam béın susten tava esse sistem a de
que a
"
o rdeın dos liv ros
"
(orclo ırbron m t), c o m o a c ham ava G e m cr, r e produzisse a
gunda perna do m p ć , a disposıç iio tjo , livros uaį bih liotecas. E ra dc se esperar
A aparĉ ncia
"
n a t u r a l
"
do sistem . I t r , ı · ucm rıal dc disciplinas t
'
r a refo rç ada pela ? ?
s
A o rd em d as b ib lio tec as
ť iłm ) dos estudos seculares (' w iuın , c o n hecim entos no plural, o u illa ' W ). z s
secular, a o passo que os m uç ulm anos distnrg u iam o co n h ecim ento religioso
tã os usavam a palavra stieTłfia da m esm a form a para o co nh ecirn ento religioso e
unia distin ç iio entre disciplinas rrisđ s e niio cristās. D e m odo scın elhante, o s
da criitandade. a despeito do status elevado da teologia. N ão fazia parte do sistem a
bim a teo logia e o direito islį m ico (liqh). c a poesia c a ]irıgua aribica. N o m undo
que incluiam nāo só 0 estudo do A lcoriio e os ditos do pn ] feta { httdit*). M a s ? ? t a
geiras
"
(- ncialm ente a aritm ética e a ólosoia na (ura】) e ?s
"
c iências isıim icas" ,
sistem a m uç u lm ano . H avia uıı1a distinç â o fundam ental entre as
"
c iências ? ?es ta
feria en] alguns aspectos cT uciais do seu equivalente no m undo in iâ m ico . N o
A despeito de certos paralelos å bvios evocados no capitulo ï ï ï , . sistem a ? ?d
quim ica .
a com partiltrá
- Io co m núm ero crescente de recém « hcgados, c o m o história e
8 8 uM A H lw (1 R IA w n ıA t na 0 0 ? ? N H EC
cfm m , do m odo com o aparecem 110 5 t
extos im pressos das - M ing e
N este ponto pode ser cscla
recedor volar à otganizaç āo das cnciclopė dias
sia, érica e M stórił em sua enciclopédił (150 1).
33
Por sua vez, G iorgio V al】a, c o m o bo
m hum anista, c o n ıbinara 0 triuirm ł com ? ? po
resum indo os conteúdos do rriviuln . Do quddń pium c da filos¢»tia natural e m oral.
m eira vez cm 1 5 0 2 e bastante reim pressa no sė culo X v ï , e r a d
ividida em 1 2 Ii. ,
niedieval. A enciclopédia de G regor R e
isch , por exem plo , publicada pela pń -
Borias principais correspondendo m u
itas vezes ås 1 0 disciplinas da universidade
enciclopidias do sécuıo x v [ tam bė m e
ranı orłR nizadas tcnıaticam ente, a s ? ? ca
t
m ente com os rnunclos da natureza, da doutrin a, da ntora\idadc c da história. A s
A enciclopédia de V incent era dividida
em quatro partes,lidando ? ? sucessiv
foi intitulado " a biblioteca do m ulıdo
"
, tlihlit) tıłrra tırundi.
N esta últim a ocasiio. A daptando a m etáfora ï ıo titulo à era da im pressã o , o livio
exem plo , foi reeditado ełTı V eneza. E m 15 9 0 , e o u c r a v e z e m I) ouai. E m 16 2 4 .
m ente reeditadas. O S prm lunt ou
" E spelho
"
de V incent de B eauvais, por
nuassem a ser usadas no iï ıicro do periodo nıoden ıo e tenhani até sido ? ? ocas iona
livro). 3 2 D ai quc Ć certam cllte sign iİ icativo que as enciclopédias m edievais ? ? cont
(aiinal. a partir da I 山 de M qdia. o m u n do loa ım ııtas vezes ıınaginado co ï n o um
corporaç i)es de u11ıa vilsāo so b]. e o co n hecrm en[o c, de fato, u trra v isao do rn undo
A $ encit · lopė dıas" luas catego rias podeni ser consideradas expressōes ou ? ?
i
enl H crbro n . N a A lcnL ınh a.
V alla. Q ue ensııL ıva eul P avia c V cntza , e johaiu ı H einrich Alste que enu llava
fosscm i i vezes 0 1 1 1 1 " ] . R Lìa\ por pro tbssorcs um vcniitárıos, e n t r e o s quais G io rgio
o ideal do conhtcımt' n[ O un n ersa】 . ı 1 n da parecia ao alcance . A s e [ ıc iclo pė d ias
çōcs, u ı1 1 c u r s ( » para aurotli- latas. N āo ė dc surpreen , ier que . N e s sa época em que
instıtuıç ô es de ensino ;upcn o r o u para oferecer um substituto para - insti【? ?
u
da n7esm a m aï 1c · ira quc o slstel11 . 1 e ducactotıal, tb \ ţ ť para asslstlr o s estudantes eln
crotıal. O Ecm 1o passo u a scr aplit
·
ado a certtxi \ivm s porque estavam organizados
ralnlentc
"
c irculo do ap rcï ıd ızado
"
, o n gırı山 nente $e refw ia ao curriculo ? ? educ
A terceira perna do tripė era a enciclo pédia.
3 \
o tenn e grego ť ntydopdedia. ??Tit
A eru u t- d aı en cic ıo p & d ias
A lcorāo e do ıtaditlt
"
.
'W )
conheciniento , e n t a o deve ter prect · d, · ï ıc ıa a quele que contiver m ais citaç do
hddith, depois a teologia , e o . Iiqh. Se dois livros perteï ıcerem ao m esnıo ram o do
dc precedėncia . . . D ep ns os livros do ıradit* . e a interpretaç ã o do A lcorāo . e a do
bcm diferente da cristi.
" Se houver Lım A lcorã o en ? c eles, deve ocupar o lugn
Janıa
īaų r e c o m e n dava que o s livros fossem orgnizados nunıa ordem hicr* w ica
quatīo S
Tupos clássicos, M stótja, ñloso ïia e literatura . 29 U m juń sta islim ico , lbn
a ◆ ong e e
m outro s lusares, e r a n o tavelm cnte sim ples, c o m posta dt ï ıāo m ais dc
doe livros do sÉ culo v [l ao x Ix , e n c o n tra da nos w hu tesoı+ros do I m perado r ? ?Q
quatro volu m es_ N o século seguin te , a o bra do protestante Z w inger fo i-
c
Z w inger. A segunda ediç āo . publicada entre 1 5 8 6 e 1 5 8 7 . Foi expandida pala
m aso estudioso su iç o , C onrad L ycosthenes, m a s r e o r ganizado pelo próprio
do nos m anuscritos - s upostam ente livros com uns - confiados a cle por o utro ił
-
suiç o T heodor Zwirıge 0 了み ttlro da vida Irum drra (15 6 5 ) com o 0 cham ou . ? ? Bast
m ais penéricos, foram reunidos na am biciosa enciclopédia dc tópicos do m ė dico
E sses lugares- com uns espcciï icos de certas disciplinas, junto com outï \os
V lï ı (ver p , 16 2 ).
3 4 :
ajudando a aquisiç ã o do con hecim ento discutida em m aio r detalhe no capitulo
dustriosidade e indo lė ncia eram m u itas vezesjustapostos, o c o n t r a s t e dram ático
lhantes para ou ? s disciplinas. c o m o direito e fılosoiia natural. opostos co m o ?? i
juizo final. Inferno e paraiso). Foram feitas ten tativas de pro duzir nu nuais ? ? s em
giros, c o m o a s v irtudes. o s s e t e r\ecad o s cap itais c as qu atT u ú ltim as co isas (m orte,
ball, mecia um a lista em on tem alfab¢tica de ıum- c om uns m o rais ou teol &
sem elhante , o Instn , rm ť tłM dosprqtłdores (16 14 ). Do jcsuita espanho l F rancisco ı# -
( os rrttl¢qicos (15 6 3 ) do dom m ıcano espanhol M elchor C ano . D e form a
m entos etc. os cathcos , por sua vcz, podiam voltar- se para o tratado sobre T f ? ?p
"
c a beç alhos
"
, c o ın o D eus, c r iaç āo , fë . L q pcranç a, c a r idade, pecado . w aç a, ? ? s a e
(tapiła) espcciï icos ou , c o m o diriain os, u s a n do as lııesnıas ın etáfo rati. " Tópitos
"
e
Leales- ( o l l ï z ł n s (15 2 1), dividindo seu tem a ern scm - lupaies
"
(lon) ou
"
c a beças
"
lanchton publicou um tnanual de teo logia de graııde sucesso co nhecido ( om o
T rabalhando a partir đe A grico ła . o a m igo e co lega de L u [ero p hilipp ? ? M
zado s co m o
"
e s c a m n hos
"
(ttulłłh), c o M o o s c ham ava E rasm o . '1 5
tiń am en contrar 1 1 S rapımenre o \ arłmentos. os tópicos po diam ser ? ? util
do sė culo x v R udoīí A gricola clabo Ħ ) u as catego ń as em 2 4 tópicos quc ? ? pc rm
m os um tiï steln a fechado). E rn seu tratado sobre a ]igica. o hurnanista holandės
u tihzad as (, lc tto ainda as utihz. u n o s hoje. M e s n l o que rıīo m ais as ? ? consider
çiio , c o n dıç āo , a ção e paixiio). E sm catego n as eram largaın erıte conhecidas e
categon , 1 1 geraıs (substám · ı a, quantida tle , quahdade , r e laç ã o , ]ugu , te m po, ? ?
(e , ınolr (literalm ente " instmmt · n r o - ), A risto telcti expusera u m sistem a de 1 0
r chaniado dc nm cro nivd . H á L nnb? o que drzer so bre o nu cronh d. E m seu
A tė aq ur co nsrdcram os a orgam zaç iio intelectual do co nhecim ento no que pode
L ugare ı co m u m
sificaç iio das bibliotecas chinesas é digno dc no ta.
3 4
históń a n a t u . O contraste entre a co m plexidade deste sistem a e a sim ples C
alım ento s; u ten\ihos arte- to xadrez taoism o budism o álco«»] m eaciJ»
m ilitares; eco no m ia dom ė stica: prop ń edade vcstuárjo; veiculos; fem m entas
nas govcrno rituais; m úsica; direito fu ncion irios orde11s de nobreza assuntos
guinte feniim cno s ce]cstes; geo gralia im peradores; natureza e condutr ? ? h u
qùrg e nāo na ń ca im aginaç āo de B orges (ver P . 7 9 ). U m a ordem tipica era a ?? S
9 0 uM A H I Į \ R I A socIA L ıx) co N TŁE cıM E N T O
apresentada pelo francés C hristol
le de S avigny na form a de u
m di- oval
U m a classiłicaç iio m ais fluida ou
um a
"
a n álise do discurso
"
n e ssa linha.
ßcxivel de " todas as artes e ciĉ ncias
" foi
descriç ã o da T oscana publicada e
m 1 6 t) 5 pelo inglê
s R obert ı) allington incluia
o direito civil ïıo prim eiro caso e o di
reito com um no segundo , A tė nı? ?e s m
c A braham F raunce na década dc 1 5 8 0 produziram análises
"
r a m iscas
" do direito,
apresento u a quim ica
dessa tnaneira (figura 7 ). E n quanto T honias F rey (Freigius)
A ndreas L ibavius - a despeito de sua oposiç āo a R aniu s enl o utros ? ? aspec t
o
cnciclopédias, c o
m o o T ŕdıro de Z w ınger, e ta m bėm em m anuais. P or exem plo ,
papel im portante.
4 1 1 E ssas
" dicotu m jas
" forani adotadas por seus seguidores em
próprio sistenla, o posiç i}es binárias ap
rm eīıtadas em fo rm a tabular æ presentam
m isturado as artes. R anius retraç o u a fro nteira entre a lógica e a æ tórica. E m seu
m endadas po r A ristotť les e C icem , a firm and
o qu e o últim o era co nfuso c tinha
0 acad ė m i( o fran cĉ s P etrus R am us ataco u as classi{icaç ðes usadas e ? ? re c
com o R am us, K eckcrm ann , A lsted e K ircher.
m ens qu e a po sterıdad e
levo u m enos a sė rio ,
"
sistcm acizadores
"
pro fissionais,
das biblıo tceas co m o das cnciclo p ė dias.
3 v O utros esq tıcï n as fo ram o bra de ? ? h
m . L ocke c し cibnlz . L eibm z. por exe ï n plo . t
'
s tava lute · r e s s a do ı1a retbn na taï ıto
desses esq uem as fo r, l m a presentados po r itlósotıifam oso s. c o m o U ac
o n . ? ? D esea
inú m eros csq uc ï 1 1 J s p ır. ı r e fo rm ular a claw rń caqāo do conh ecim ento . A lguns
gradanvaın ente a tvor d . 1 úitim , 1 . N o rıiveı da teo ria, a ın u daiıqa ć revelada po r
O cquM hn o cH ? a co n n nu idadc ou rcpmduçāo e a m udan ç a se dedocou
co n lıcerm en to
"
beni co ŁT 1o ii
"
n
· fo rm ulaç ã o das insricu iç òc\
"
.
w
acadė m ıco cntm o ıŁenJ S tunento c o I łumlnııno , t ( n dė ï ıcias à
"
r e definiç ã o do
am m , o c o r r { r a m im port. \ r l tes m Lıdan ç as dentro do w stcnla de co n hecim ento
rani sua p rec ť d ė rıct. 1 du rante to · h a parte 1nicia] do periodo ın od erno . M ew n o
tıc teo lw ta . D ireito C m cu ı\ in a . po rque essas discï pıinas
"
s u pen ores
"
? ? m antiv
por [m m . ł ıı u c l K aï ıt q Lı. i c 3 11 1 . ı n t l s m a is tarde . O s do is focalizam 0 co ntlıto ? ?
e
pelo huın anıst. ł ñ tırcn tırto C o luccıo S . łlu t, ltl n o C O L 1 1 C Ţ O do sÉ culo x v e o o utro ,
os co ntlï to s p t
· 1, 1 P rect
· dť m ' I . \ o 1 1 [ r o laculti. ides a a um vcĦ łŁladc . u I ı 1 deles escń to
sobre o co ï ıh cc ı11 1cllt{\ po de scr esclarct · rda cotcjando do is livros qu e discu tem
tlvas n ĵ o nattlm 1Ų o tı \ ın ï p lcqm erıte ahsurdJ . A rc · s ī # tĉ ncı, ı das ideias trad ıcio nais
duç iio cu ltural e fazendo co m qıłc , l s ltegon, l s pareccw cīn natu ra) S e as ? ? altern
È claro que is perrıas ) m p ė se ap° ı. i v a M ı ı 1 u tuam cntt' , a j udando assım a r e p r
A reo rg a n ï z · ç a o do ılıtem ı
bers.
Pı' ļ ' " n. sė cu lo X V TI I fica cl= o de ulT 1a ]cltura da C yrı- pať did de C ham
m es eın L o u vain cm 1 6 5 6 . Ų uc a tradiç iio dos lu# ares- coıī\uns m tava ainda em
Laureï ıtius B eyerlınck, n u m livro coıır o m esnıo titu lo publicado em oito ? ? vo l
atıï p lıada e
recebeu um vcn ilz rclipio M ) 山 fcrente Ilas m ã o s do católico O am engo
A ( ı 녘 F rca < o Ix ) l ) N łłtt ıM E N T U
do conhecim ento já foi m encionada. A G riande arte do conhetim enn ? K iıchet,
com binar A ristóteles com R am us e taınbėm com R aimundo し国 io, c u ja árvore
para o problem a de classiń car o co nhecim ento . A lstcd , por exem plo+ ten
tou
eram am plam en te aceitas e m tłitos ten taram in corpo rá- ıas em soluç õ es eclė tica
s
de vaidades?
" A despeito dessas reservas, alBum as das criticas feitas por R anıus
" N ão fostes viis que desprezastes o O rg ano n / E dissestes que era um airıontoado
quando o duque de G uise, a ponto de m atar R am us conto herege, lhc pergun
ta
observaç āo dram atizada por C hristopher M arlow e em sua pe« a M assat?e em P a
recia a algun s de seus con tein porâ ï ıe«xi u ï īu espécie de crim e de lesa- m ajestade,
R am us nāo era aceito po r todos. sua cń tica de A risti)teles, por exem plo, ? ?
p
R am tJs .
interdisciplinares (ı¢ł ru ir ? ? r liaison, c o m o diz S avigny) do que as dicotom ias de
ciplinas. O diagram a oferece unia m aneira niais Ocxivel ? nlos? r as ligaç ōes
7 5 ovais, liËpdos po r ń os. c o m o balå es, in c luirıdo subdivisô es das m esm as 1 8 ? ?d
i
óa. c o s m o grañ a. Fisica , m e tafisica, ética e cro nolo gia . N o cen tro autuam outros
N m , qtładritìiın n e às três iacul
tlades superio res, s e r e únem poesia, óptica. ? ? G eog
r
({igura 8 ). A o lo ngo da m argem há un ıa cadeia de 1 8 disciplin as em que. A o ??triv
? ,
'
Iùbnla prinıJ ıihrı (lrankń ut, 15 9 7 ).
九磅
\ 卢 ん出ん民
ıı= «,fwł ıw r · ·
Ļ C + 4 J ¢r* . i E w h ¢? i*
r C łn ar» ¢in
Lpmaı«riı?nıi«* ,
r E ¢ı¢ııd cirtrĤ * th
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ļ。 . . . 。イー p‘jf’r·= ·層 。矿= = ıw(Æ iW= ¢ł«
% ' ' ~ L - ł-
rĝ
· '
9 a uM A H M O R IA u u _ l x ) C O N H E ( ıM E . N T O
m ente - m cm ô ń a. Razio e im aginaç ã o
- a base de scu esquem a. A locando a ? ?his t
nom m ando um de seus livros de N evtłrıt o(qdĦ
oH . B acon fez das trĉ s faculdades da
apropriada a uıı1 h om em qu
e anunciara sua inten ç ã o de substitu ir A ristô tel¢s ? ? d
A soluç ã o de F ran cis B acon para o problem a fo i extrem am ente aud aciosa,
L eib niz tam bém discutiu a obra de し úlio , bem co m o a de A ļ sted .
1
ffi outra tentativa de um a nova sin cese . u n i a v e z m a is fazend o n so de し úlio .
& .
'
Hlť ¢na' , ı ť t o ı ł tplis dc C . S avigny (15 87) .
A ť ' L A S n F n A qAo IX R ? ? C O N H EC I
nada aos navegadores na C asa de C ontratación cm S evilha (ver p. 6 1). O fato de
num a era de exploraç iio e im pério era bastante óbvia, a c o s m o grafia sendo ? ? en
s
liw s dc viagem . A necessidade de uı71 co nhecim ento m als apurado d¢ geografia
H akluyt na década dc 15 7 0 , a n te s que ele se tornasse conhecido com o editor dc
tratado sobre conn ograóa (15 44 ). E m O xfo rd , e ra m pro nunciadas por R ichard
geografra erarīı pron un ciadas por S ebastian M ünster, m a is tarde autor de fanioso
coın o nos colégiosjesuim . 4 6 E m H eidelberg, por volta de ı 5 2 0 , palesm s sobre
ganhava preemuinência na universidade do inicio do pcń odo m oderno , a s sim
A geograia, ta m bém conhecida conto cosm ografia. E r a o u tra disciplina que
C anrbridge no inĺ cio do século x v ï ï I teve origens sem elhantes. 4 5
burgo , n a déca? de 1 7 5 0 . A fundaç ã o das cácedras rėgias de história em O xford
polh ica fun 山 山 em P aris pelo m im stro do E xterior T orcy. E m 1? ı 2 . e e n l ? ?Estra
com o bom treiï ram en to para diplo m atas. O terna cra ensin ado na academ ia de
X V ï ï , s e n āo an tes, o e s t u do da histiiria rn tcm acro nal e r co nsiclerado em paris
polidca (no st · n tido da carreira n iais que no da dist · iplitıa). por volta do sė culo
A ascensāo da histiiria fo i ï cihtada por sLias lig ç ô es co nl o direito e coM a
volta de J 5 (ı ) .
riam ispcros conflitos, c o m o r】o c a l o da po esia n a U nivtĦide de L eipzig por
A lgum m vezes os n ovos tcrı1as surgi. łm d isc re tarn cn tt' , 1 1 1 1 5 o c a s io n alm en te ? ? o co
co tem as gTaï ıtica c retń rica (co mu rlo [n Į ' ŕłłiıł). 1 7 1 a 1 8 po esia . H istå ria e ė tica.
ou infiltm u o currículo . E ra o sistem . 1 dos s【udt, ł hıım rııılr¢lrıs. Q ue consistia de cirı-
E m m t a s unıvcniidades, L in i s ıs t e ıl la a ltern , ı t ı v o a o tn pi¢tıiï e tłutıdritlitłtıı invadiu
brio enn e o tń rnm ı e o qnwhhnm m udando hnmncnw ern ĥ vor do û hh no . 4 4
C 0 171 0 aq unıvcrsıdadH de l}n lo nha e de k u n ıJ . . ł łiìudanç a foi grad lral. o ? ? equil
versidadetĮ . m a s a lłcuınas tend , - n e la s gerais sāo diset
·
r niveis. E ni algu ns ļ u gp res.
A rccslruttıraç āo do curricu lo . ıq s u m 1 U \ikreıìtes fo r'm a s elli d iferentes ? ? un
V o l【aıno s 1o p ro blctn J d a tern to rıï jjdade (vcr p . 8 2 ) .
m i ; 1 . a óptica e a qu im ıca tin han ı se to m ad o
"
v irtu alm en te indepeird entes
"
,
m ◆ n brad Į )
"
(tm ł. ¢ru lıd m yaıtırłť dn ıtt · ıırbn\ , n o qual pro vincias co m o a ? ?astro n
F on cenellc, c o n \ p, i r o t ı o e s tado da tisica em 1 6 5 11 ao de ulli
"
grarıd e rein o ? ? dc
histó n a da A ta, ltıın. \ F ranccıia de C in c ı1 ( 1 7 0 9 ) , s e u s e c r e tário , Bernard de
ap ◆ 1as para fra= n erırar
-
s L
'
, o o 1 1 1
o a s l ı ovas naç ōcs no fıtal do século x x . E ni sua
podcn a ser chanıado de
" balcam zıç ,io
"
.
4 . l N ovas dj! cip ]in as gan h am auton oln ia
tendência rcco m ' n t c para a d ih rclıclaç iio . a c s pecıa]lza ţ ã a c atè m esı11o o que
A n 'Citruturaçiio dos ctırrit · idos parece st'guir detcmim ados padrõ es. H å linıa
A reeltru t- 1 io d o cu rr{cu ıo
várias ten tativas feitas à ė po ca .
X V II e x v tlı sugere que a reclassificaç ã o de n acon fu i a d e m aio r su cesso eııtre aa
naç āo
"
.
4 2 U nia análise dos curriculo s. B iblio tecas e enciclopédias n o s séculos
n a na catelw ia 山
"
m e m ória
"
, a ólo so ó a na da
"
r a z āo
"
e a poia na da " ?? imag
9 4 U , I A H isT O R iA W I A I. I x ) Ľ o N Ł ı E A M E N T O
Joachim B echer, que era for nıado em m edi
cina , re ivindicava o direito de ensinar
pode nāo ter soado tã o est
ranha conıo so aria hoje. A firu l. o a lquiï n ista Johann
versidade de tłclnıstedt, e n l m e a dos do sécul
o x v Lì, e ssa c o m binaç ã o dt tem as
te antes de 1 7 0 o . Ctuando C o nring ı
ccio nava sobre nıedicina e politi
ca na ? ?
E stado
"
, da
"
a n a t o tı ıia poli tica
"
eraı1 m ais do que nieras rnetá ĺ b ras. ? ? Especia lm
e
outra nova disciplina, a politica. A s irııag
ens do " c o r po politico
"
. Do
"
m ėdico do
Ê possivel que uIT u associaç ã o com a m edicina p- ter aju
dado atė m esm o
foi m encio nada. 4
'
em nıedicina, e a c o m binaç āo de m ed
icirıa, boinica e quim ica de B o erhaave já
G eorg S tahl ensiııava qu
iırnca ı1a U niversidade de
H alle, e m bora seu posto fosse
L eiden . U nra cátedra de quim ica nrė dica ioi
fiındada eın M arburgo em 1 6 0 9 .
bert D odocns ensinava botānica enquaï r
to ocupava L
ıllla cátedra de m edicina em
fcz seus trabalhos em botiinica enquanto proor de m edicina ein P isa, e ? ? Re
i
curativo de certas ervas c p repara
d o s qu in
iıcos. C esare C isalpino , por exem plo ,
_
"
. Iitcralm em e
"
s e r v ıdor15 m anuais
" da di\ ť iplilu - 1 1 1 c5 , e ı1 ı funç ão do poder
associaçio com a beni estabelecida facuł, 1. Rde de m edicina, c o n
to t c -
"
? ? a uxili
tc caso. poIs a botānica e 1 w ıi
m ica gpnh
araıı1 espaç o na um
vcrsıd ad e g raç as à su A
O que p° de ser descritt) c
o m o
"
principio do arrasta
"
ta m bém operava ? ? ne
a
r t es "
.
4
8 ?
lestras ertl certa\ faculdades da unıversıdatle eraī1 1 ab ertas aos ap ren dizes d
essas
de at · eıta« āo de conh ť cım crrtos ah ernatrvos, pois n
a F rarıç a do sė culo x v II as ? ?
p
nova'i c a deiras acad ė 1n icas de cirur e dw s tam bim representam certo g rau
m oicionais de conhecim ento alternativo . o dos
"
c harlatātys
"
e a lquim istas. A s
repr
v
s e n ta v a rı1 a atribuıçio de cen a npcitabilidadc acad m ıca a certas form as
em 1 7 5 0 e em 1 u rıd elli 1 7 5 8 . N os casos de botinica e quim ica, o s n o
v o s t e m a s
A qu? ca ch w ou um p n u o nrais m l? , e m C a
m hridge cnl 2 ,
e m uppsaa
teve um a c,itedra de bL\tin ıca em 1 5 9 3 , 0 xfo rd . E m 1 6 6
t) c C am b ridge, e m 17 2 4 .
por exem plo . Fa i cn . ıda crn l o m a em 1 5 1 3 . s
e guida por F ttrrara e P isa . L eid
en
fisica. H istiiria natural, ho tám ca e q u im ica. A prinM ıra cátedra de hisliį ria natu ral,
ao qtłddnvi
run . A pctï as para cindır- se cın tem m vin tıalm cntc indepeııdentes co m
o
A
· ïiıoso ń a natural" t= nhou gradativam ente stia indepcrıd ĉ ncia em relaç ã o
paç ã o pouco co ın um 【1o período .
4 7
curriculo , benı coin o da preocupaç āo d a u niversidade co m a pesquisa . ? ? pr eo
c
indicado para ulm a p osiç āo rem unerada dc pesquisa cln geografia na ? ? universi
d
plirıa estahclecida . M esm o assiın , o fato dt que philipp C luveń u£ tivesse sid
o
trou ı1a universidade co m m ais facilidade porque vinha na esteira de um
a ? ?disc
is vezes ensinada pelo professor dc astronom ia. s u gcń ndo que 0 novo tem a ? ?
e
çāo entre geo w afia e astronom ia. o globo terrestre e o celeste . A geograĥ a era
sério tam bém ajudou a tom ar respeitável a geow M a, da m esm a fo n n a que a ı? ?
que os a
ntigos gregp s e rom anos com o P tolom eu e E sm bāo levavam o Ccm a a
A tT A S S 1ĦŁA W ) ıX ı c O N H E cıM E Jvro
"
e c o n o m ia politica
"
_ a prim eira na E uro pa com esse nom e
- foi criada em
G ö tingen (]7 5 5), P rasa (17 6 3) e L eipzig (17 6 4 ). E m N ápoles, u m a cát d
e
nom ica foram fundadas em 1 7 2 7 , se guidas por R inteln (17 3 0 ), V ieïıa (17 5 1) ·
furt« n - O der, por exem plo, cátcdras no que era co nhecido com o C anM ia oerw
se tivesse vivido no m undo de lingua a]enıii ou em N ápoles. E m H alle c ? ?F ra
n
Sm ith teria encontrado ulli am biente acadêm ico m ais favorável a suas ideias
17 6 4 .
no
"
dc m aneira inform al num a classe dita " privada
"
n a u n iversidade enu e 1 7 6 2 c
dc quc pôde testar suas ideias tiobrc os
"
principios gerais do direito c do ? ? gov
e
dc sua cátedra para se tornar tutor de um aristocrata. E m bora tam bėm seja ? ? verd
professor de filosofia m oral, nio pô de escrever A ń qłł ? za das n(qiõ es atė se dem itir
suave. A dani S nıith , que era eï n pregado pela U niversidade dc G laslļ ow com o
A entra 山 山 eco nom ia no am biente acadêm ica nem sem pre foi sim ples ou
e?itava aberta à inovaç iio a essa aln ıra).
eł1 diante (quc um a cátedra pudesse ostentar tal tim lo sugere q ue a un iversidade
"
c o n hecim ento do m undo
"
(ıli · Inrq tsln · ir) na U nivcĦ i 山 de de L eipzip de 1 7 3 3
autor de im portante enciclop ė dia do co m ćrcio , pô de octrpar u m a cátedra de
dores, banqueiros e cspeculadorc r1ā bols. \ de valores. P»r isso C arl L udovici,
nho do reconhecım cnto c teorizaçio ıio brc o ( o n hcclm t' n to prático dos ? ? merc
quc obsm 'a n lo s a e n tr a da dJ nov. 1 dncıphn . 1 n o urnculo acadènùco, teswwu
chesticn em seu T ftııłıdo ¢/(' t T o ll o l ll llt ìJO /Ł
'
tıć tı (lo ls). É qi no sė culo X V III, porė m
apar entenlcï ıt ? cunh
ada pelo ceatmlogo pro telit, \ n [e francês A nto ine de ? ? M on
dom ė stica, « » E stado sendo ľ ısto oo111o uıı1 eno rm e do rnit · ilio . A expressã o foi
Q uanto ii
"
e c o n o n ıia politi ca
"
, c
· b se desenw »lveu a partir da adm inistraç āo
ciń cas nas universıdc' tle l- łallc t' F rankliırt- o ï 1 - O der, e m 17 2 7 .
dcs, e ill e sc o las especiais para fuırcıonān os. A n tes de serem criad? ciitedras ? ?es
p
O U S tałï łslłlisselw lrłyi Iť ï ¢nť t¢ł d(ı E $iłi¢lu]. O tem a cra ensinado fora das ? ? universi
d
S(h l,riŕ iwiłł dd p )lirï (tłl. T ł n ıbć m conhccıda co mo S taısR ť ıû rrlłť iı lltrorid do B ładol
nas terras de linguJ alenłā do
fiııal do século x v [t o11 1 diaīıte era P olizeyu¢ssnı-
ca. C onring, por excniplo , u so u a e x pressã o stitrłtitł p
oli¢itu . U m terın o da m oda
(sfirrłtiłı, ı¢ï ssť tu ć hą ıi) quc podia ser sısteÆ . u ız a da e ensinada à m aneira acadĉ ? ?
m
dcrada m eï 1os unıa
"
a r te
"
, a
s c r a pren 山山 na prática, e m a is um a
"
c iĉ ncia"
lada pelas necesstłıades do E st] do cenm hzador. A p
olitica co m eç ava a ser ? ? cons
A ascensã o da politica e. M a is Icm . ï n l e n te. Da e
cotıo m ia tam bém foi ? ? cst im
texto do que cham ava de
" filosotia prática
"
(philosopbia p ra (rika).
5 1
iinal do sć cu]o X V [L , C hristian T honıasius ensinava politica e eco
nom ia no ? ? co
pliııa tm m nom ica), n o a n tigo w nndo w go dc adınini
straç āo do lar. E m H alle, n o
6 8 acrescen taiıdo cursos de terceiro aï ıo sobre
ética . politica e
"
e c o n o m ia" (di« i ·
entrada no curriculo. K eckerm aiın reform ou o curriculo no £
itnnasium de ? ? D a
N o caso da politica e da eco nom ia, 1 1 o e n ta
ï ıto , foi a filosofia quc ajudou sua
prem a
"
(salusp ]pułi swptem ï ł ł¢x).
51)
politica porque o lcnıa dc am bas as lıu téria
s era
"
o bem - estar do povo é a lei ?? s
9 6 uM A H T t\ R T A M
K ıA I. rx) C O N H E C - O
obras dos padres da ıgnia. D ez eram sec
ulanes : dicionáń os, li- de ?? lug
- religiosas : teolog
ia, e stu dos bíblicos, his
tória eclesiástica, poesia religiosa e
taa (16 3 1). A ráoz dividia os l
ivros eM 1 5 categorias. C inco dessas cateB orias
dioso espanhol F rancisco
dc A ráoz nulli tratado sobre C ł»m o oûrłizar ulna ? ?biü¢
i
B lotius era bibliotecário. U m nov
ìD e co m plexo sistem a foi proposto pelo ? ? es
E
reais, c « ) ï 1 1 o a biblioteca im perial
de V iena ï 1a época cm que o hum anista H ugo
m ecâ nicas. Sua biblioteca im asinária se ton
lou base de catá}ogos dc bibliotecas
litica ao 】ado de assuntos com o filosoó
a econôm ica, geograóa, m a gia e artes
los. A bibliograïia geral de G esn
er (15 4 8), p°r exem plo, já achara lugar para a ? ? p
O s catálogos eru n de fato
m eï 1os resistentes å novidade do que os ? ? curri
c
" bibliotecas scm paredes
"
, que podiam viąjar por toda a E uropa.
5 6
ferė ncia cada \ ez m ais co m um rlo period
o (ver p. 167 ), foram descritas com o
dioso - bibliotecário francė s G abriel N audé.
U ibliogratias. u n ı tipo de obra dc ? ? r
acadėnıico alenıio C hristoph C oleruä , o u B ibıiłemp
lriQ poı{tla (16 3 3 ), do ? ?est
claro das brhliow fias p
°r assunto co m o U e slłıd
io p°lhito drdhıandt) (16 2 1) , do
dicianal. L ivm s sobre politica, por ext
·
m plo , Prolitmvam no periodo . c o m o tica
ser colocados eln algum lug
ar. P oticndo níio sc adaptar a qualquer categoria ? ?t
r
que no caso U os curriculo \ , po
i' o s iivro i eral11 objetos m ateriais quc tirıham de
N esse dom ím o , a fru ntt'ira inte · lecrual es(avJ necessariam ente niais aberta do
de hvros
"
(rołfrłsa t¢ lıoxi,ı ilłıł łihronnn nıul[ilïłđ\Ĥ .
\ ā
cunhou a expressio (īrth) liltıun m t. s c queıxava
" Ucssa co nfu sa c irritatttc m ultidiio
" deso rden7 dos livros
"
, que prectsava ser posEA s
o b co ntrole . A té G esner, que
que uIT ı. R o r c lcīn do s livm» s. o quc algt
łıts con tem porin eo s perc
ebiam cra u ı1 1a
um estudioso fran cė s do Ê nal do sť cllıo x v I I . B a · iï ia gť , à
"
e n x u r rada
"
.
5 4 M ais
titulos
"
. Com¢mtls ıie r c f' r i,l ;ì
"
v . l sta quantiđade de livrc)s
"
(¢rnndh, łs ıibn) m m ) e
se queixala em 1 5 5
o 1lc que
" hi tanto s livros que nem tel11os tem po de leT seu s
gou a alan nar algııns estu dioso s. U m escritor italiano . A
n to rtttancesco D on i. Já
m ultiplit
'
aç io dt
· livm» s q uc \ ı
'
S C gıltl ii invcnç iio da nlrpreï 1sa, u m tluxo qu e ? ? c
h
de nuıdđnça na urganizaqñ o das unıvcm dM m , n ìa s Lmbėın coıno resuh ado da
N as bıhli¢»tec ; ıs tam b ť m ho uve u 111a reclus\ińcaçio, e m parte co m o resu ltado
A reestru tm * ç iio d as b ib lio tecas
nrétodos quam itativo s niais rec
'
crıtes.
53
siıvicultura
- o quť reforţ o u suA pretensã o ao status cien 1īfico , por em preg a os
suecas. T inha tam bém comeado a frarm entar- se em especializaç ð es, c o m o
K i» ım alistrJi qu c as cátedras de quim ica foram alocadas nas universidades aıcm ä s
sułicıentem ente estabelecida para dar uın a ąiuda à quim ica fo i na faculdade dc
ensinada provavelm ente desde o inicio .
52
A - altura. a n o v a disciplina estava
rıiais tarde . a e c o n o m ia (conhecida com o kam ernlija ou karnlr aľ ny*h nû uk) i
17 5 4 para A ııto rıio G enovesi, e n a U niversidade de M oscou , ń ındada um ano
A C - cM r IX ) C O N H F Ľ IM E N T O
ram alocados nessa categoria ao lon8 o dos sė cuıos seria um a contribuiç
āo ? ?esc
l
recebido . D c fato, pode- se argum entar que a história dos diferentes ioeiıs q
ue
A categoń a
"
a ss u n to s diversos
"
m e re c e m a is atenç ã o do que em geral tem
logia) c
"
a ss u n to s diversos
"
.
s Ų
indo 5 sica), m a te m ática, história (inclu indo geografia), filosoóa (incluindo ? ?
N
sete categorias teologia (incluindo história cclesiástica), direito , m e dicina (?? inc
l
m m dc L eipzig , re v ista que resenhava regularm ente li- novos. o s indcxava so
b
dca, filologia. Históń a e assun to s diverso s. D e m odo sem elhante, a s A aa ? ? nudi
t
superiores dc teo
logia, direito e m cdicirıa, a c r e s c idas de {ilosolia. M a te m ática, (?
?
m ento em nove partes, très das quais correspo ndiam às m dicionais faculdades
zar unia biblio teca
"
(Idť tł bibliotltť cae ordinaittldr). E sse plaï ıo dividia o corı? ? hec
(iıjti N l q
'
w płe ßibliu thłqtï r soir U rle E r« yrlt) p¢diť ), produziu um
" P lano para ? ?orga
n
carta de 1 6 7 9 que um a biblioteca de
veria scr o equ ivale ï ıte de um a eï ıciclopédia
do duque em W olfenbüttel. G raç as a esse estim ulo . Leibniz, que escrevera num a
lado por bm e periodo na pessoa de L eibn iz , que era encarregado da biblioteca
sistem a decim al dc clasļ iócaç iio . 5 8 N o final do século x v [I , e s s e ideal foi ? ? concret
john d w w w o oiosofo pragnıātico . c o in o s de m elvil d ew ey, c r iador do fam oso
lósofos- bibliotecárıos ou biblıotecário s- fiıóso tb s. c o m binando os talentos de
der- se- ia dizer que, para petr ord ein no dom in io d os livT os, s e ń am n e c r i o s 6
-
deixava pm blem as m als fiındailìentais em riusp cnso . Parafrascaï ıdo P lađ o , ? ?
p
E ssas soiu ç ðes eral11 prasnlitìcas. Distrihuindo o conjun to de disciplinas, m as
dades e ou tras
"
5 7
teo ]w a, direito e m cdicına . Junto co m
" histó ń a, úlosofia. ï n a te 1 ı l itica. ? ? H uman
e sem confusāo
"
. P o r essa razio. R e c o n ie n dava seguir a ordem d as faculd ad es de
do esq uem a cra sin ıplcsm ente encontrar o s hvros
"
s e m trabalho , s e n i diliculdade
esouem as
"
c x travag n tes
"
de classłń caç ã o . c o m o a r gum erıto de que o objetivo
su nto , s e u s livros
"
m ı s t t ı r a dos co nfu sam entt?
"
(Ħsl ? m rlrz). T am bém cń ticou
ï 11osa B iblio teca A rllbru1 ana de M ilio pela exigėncıa de classiiicaç ã o por ? ? a
assim com o tıı11 m onte dc sol 山 dos niio constituia ulli exército , e c riticava a ħ-
ïicaç āo, N aud¢ afirm ava que um a pilha de livros nāo constituia u m a biblioteca
P ara m ontar U IN ¢T bibıłt\lr¢
-
ı ł (16 2 7 ), que dedica o sén m o capin łlo à questã o da clas$ ? ?
O utra solu ç ã o sim ples fo i oferecida por G abriel N aud ė . E m sua ( fienï a{â o
enn is),
(nessa ė poca, a u ï ıivcrsıdade cra co rıhccida por sua contribu iç āo ao s estudoti o ń -
seoe categorias, e n quanto quc o de 1 6 7 4 acnceï ıta unia oitava ,
" livros o rientais
"
e M stória. O catálo go da rn esm a biblioteca. publicado em 1 5 9 5 . u s a a s m e sm a s
cionais de teologia , direito c m ? dicina, a o lado de n】atem å tica, {iloso ï ia, literatura
bura 9 ). M o s - do O S li- distribuidos por æ te categorias as facu ldades ?? tr ad
num a gravu ra do interio r da B iblioteca da U nive sìdadc de L eiden em 1 6 1 0 (6 -
U m a solu ç ã o m ais sim ples para o pro blem a da classilicaç ã o está regisüada
ral. Iilosolia m ora】, politica e direito .
res- com uns, r e t ô rica , hıstó ria secular, poesia secular. M a t e m ática, ttlosoóa ? ?nat
U M A H IS T O R IA S O C ıA I_ l x ) C O N H E c I M E N T Oņ e
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-E】nJ no souop so ?nb teA?W)t【ı oeutpeJł 1L\rtł oŢu stod · stĵ,1)oıEWq srp otl ?nb
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Otıı0J's?JelnJ1ued sonp:A!pu! ?p tu?qttīln stlli'(sued tıl AIX s!nl no · otdm?x?
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gs [11X OlnJŞS OU SEPP?TŁUOJ tU1J? Sg3?I0J £乙し ?nb soL【)ttl trp N · (f-10 I ·d J?A)
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L【ı sp'00L [ ?p r) ï°, \ Jotï'stÆd LITA
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叩 ? tıdņna ep solpĵsnurur'entĺ?p «n!?t\up'oumuoi ?qJooq oßpur lun'tïŔdt8?
¢p stjutl-srĵp«?u s?pep!nßpue scımuï ?p ut?ıe'Rsuü op soqtu!tpeĵ ? o§def
tp optıĵsa oĦput tun a ewuĦuıd ep sïnbs?'erugder ep oJıE uïn'Wugu?oaĐ
?nJON?
eauBm?J?q ?ru?tıı?ıu?Jede ogj!qtx? F'tuęJod'ogĵu?ıe uıoJ opueAJ?sqo
snmJ mlĵuı uııo/in ?p n?snul 0'JeJg!sstlJ ?p of?s?p tun ?p epUıSıX? 1 rl?Aal
tiam a se adaptar ās catego rias tradicionais. 1 . 4
m ias egipcias recentem ente dcscobcn as, po rt
'
e lana chinesa - objetos w c ? ? tesi
do N ovo M undo e de outm s \ugres- crocodilos, t a r u s , c o c a n E s de penas. ? ? M
m eılto
"
que se seguiu à iï ıundaç ã o da E u m pa pelos H oyos objetos provt · n ientes
da curiosi 山 de nias co mo unia ten tativa de adm inisn ar u nia " c r ise do ? ? conhec
sŤ us nesse pcń odo tenha sido explicada nāo sii co 11 1o um in d icador da expansāo
N āo surpreende po rtanto q u e a a\ censāo ap aT cn ttl11 cn tc irrcsistivel do s ? ? m
cuja discussã o do o rdcnarn cnto de livros E velyn traduziu para o inglés.
com o quc cham ava de
"
tn e to dızacāo " lenrbra R arnus e tam b ė m G abriel N audé,
do rei da F ranç a tram
"
o r denadas \ egiın do as datas
"
. A preocupaç ã o de E velyn
cA hm
"
a s n ie dal? , n o m n ? , por cxcnwo , quc as 2 0 ın u ıncdıihas do gaMnee
tra tado , dirigidas a possivciś culecionauo res. . 1 o " n r ¢todo de ordenar. D ispor e l
Prėhos púbhcos, sa c e rd? · i c divcrm . E vM ' n ded icou algum as pwna de qcu
m latrvas , 1 ıt n pcrad o res. pm vinct, 1 5 . De\łses, v lr r u d t · s . guerras, jogos. A po rcoses,
unia das tłuaıh e ı . \
"
n a tureza
"
. O i\ ţ 'l divjdia a\ m o eda , c lám cas c17 1 d ez classes,
ch ť bcrg . por exem plo , rccomLntlnv l a divisio U o\ ıı1u \ t' l ı \ e ln c ł n c o c a [ c gon as.
1 0 7 7 1. D c J? qucs Æ wĄ c , ıixunm düs nm , dhaś ı hw . Dejohn E vĄ ' n . Ų uc
oo1 1 1 1 . ı \ Iııs(nôc· (I 5 (15 ), d c S . lm u ( ·l Q m cchl'bcrg , ( , Ti' $ o u r【ı 女 int) ť lıłJs fłN li¢ıłs
A ımponcıa U o o Ttlt
·
n a m c m o dos o t · Jett) \ t. ım bėm é revelada pa r tex tos
vida condiana . G uerra, túï nulo \ ctc .
"
1 . 1'M ß nnn . h üuarando diĤ nm m , n pce to do m undo cl, M co deuses. c u bos,
(17 19 - ). publicam pelo ť stlltliulo hened itıno tjtrnard d e m o n ttllıco n . c o m
U m , t tt' r c · e l r a . D est. 1 v c z ı ï t rprew a . ė a sć rlc dt · v o lum es . · lttı{qrłitıtrdr ex plitadd
11 1ano C , ı s s ia n o U el P ozzo . c o i n 1 1 7 1 . ıgcır da Antıpidc cliissrca e m ulto nu is.
ro . U utm cxcın p lo íam o st) i 0
"
1 n u q e l ı
.lc P apt
' l
"
(nm sc(ı ť tırt, 1 ť ľ tī) do \ irtuoso ?? r
A M rovan dı, pm . cxcnwo , e n c o m c n dou a pinm res o rcg m ro dc anm , m c pĵ w a
P n )htcm , 1 s \inullrth Uc or= an ızaç ñ o qu r# cı11 no c pIo de co ]cç ōc
'i de im agens.
lad os 11o sć tulo X v II c revcıiłm ıóg】va por trás dos cn tė rios.
t , z
0 , c . ı tìh) go s dc ałgtınt. \ s tolcçiìes. ı m lutndo J s de S t' t t . ila c W o rm . ibram publ, -
ce cm do n w atbhs vM unm . W M . ı v a n a ta? , 1 J C kclhzar uın oĘjem espec? o.
arcas msstN . uŁHhvĹMd?s cm nāo nlcnm dc 7 m n co nipar n nlcntm . U m
"indi
A l\trovan di taīnb cm 【cntu u im po r o rdem à sua co leç ã o . D ivi 山 ï 1 tlo
- a em 6 6
scu cm unl nucroco 'u m , u n l u n ı v c r s o c n l m ı n ıM U ra.
1 1 1 ( \ 1 t·ła*ific,ıçāo ï}or m atéria- pn r1 1 . l . c n c o r uando a irï 1presså o de que o ? ?
m
epoca , li ı a s pt
· ]a wbstincı, ı dc que sĵ o fiitas. M anticdo S cttala, d
e M iË o , a doto u
do m \lst' u . w jam ı1acuraıs ou artefatos. N Ĵ o sā
o clasqificadıt po r pro cedência ou
anim ais c artefatos (ıłpıiliiı)kı). E m o utras palavras, a s peç as que k)m lam o ac?rvo
cm qualm livras. Q ue se ocupam , r e sw cti
vam ente, de pedras c m eu is ; plantas
lııcwo m aterial. A dm cń ç å o da colcç iio ptıblicada pelo filho
dc W orm sc divide
c ◆ de beber sį o ebidos com as palhadas de ve
ados porqu e sāo feitos do
1 0 2 uM A ıı
ıs1 ( ıR IA 5 1 X IA I. 1X 1 tı Ì N H Ĺ c uW
E N T Ľ Ī
B acon e L cibniz, bein conto pelos inułtos seguidores de B acon . c o ın o John ? ? D
nhecim ento liberal e o conhecim en to útil. o úlń m o sublinhado por D escartes,
E m prim eiro ıuw , hou
ve u ï lia inversāo na im po rtâ ncia relativa entre o ? ?
c
outras m udanç as desse periodo tam bė m m e
recem destaque .
im parcial, o qut m ais tarde seń
a cham ado de
"
o bjeń v idadc
"
iver p . 3 1 - 2 ). D uas
ou
"
e sta tisticas
"
e sta v a a sso c
iado ao novo ideal do conhecim ento im pessoal ou
pitulo , e n tre as quais uı11 interess
e crescente pelos núm eros. O uso de nūm eros
[) iversas m udanç as na concepç āo do co
nhecim ento fo ram observadas neste ? ? c
O av aııç o do co n h ecim en to
gradativa será discutida em m aio r d etalhe n
o capitulo V ï I【.
sistem a coin veloci 山 dc excessiva para ser digerido c m etodizado . Sua difusāo
ças da entm pıain telectual nunla época e
ın q ue o no
vo co rth ecin ıen to invadia o
m eno s o riginalnren oe, e ï īl fun\iio dc uı11a sensaç āo de cierrc
) ta po r p
arte das ?? fo
tem a po{ìe pam c
er óbvio , e n l e s l l l o
"
n a tu ral
"
, 1 1 1 , l\ parece ter sido adotado , pelo
tem a de clasqificaç āo subo rdinado para se to rnar o sıstcnia princip
al. H oje o ? ?si
século x v IŁ era q ut esse ı1ìė t
odo de orden ,l r o c o n hecim ento deixava de ser o ? ?si
bėtica. A ordeï n alfabėtit. ıjj era con hecıda 11 . 1 ldadc M ė dia. O que era novo n o
pédıas co m eç o u a tìcar visivcl do itıicl
o 山) ' ėctılo X V II cï n dian te: a o rdem ? ?alf
E ntretanto . u n i a m u dan ç a am da m als pm th n ? na orgam zaç āo das ? ? encic
l
scu discurso p relim ın . ı r ı ı )u 女 tu p (
: tliıı.
sen tido s, da razã o e da im ag inaç āo .
t ) J D
'
A lerı1bert discutru as ideias de B acon em
im aginaç ã o . E phraim C ham b ers đividia o corıhecım enco o11 [ro
os pro dut
o s do s
m a de 3 6 assun tos chNribuidos pelas [rcs gran des catego rias da īn em ória, razio
e
hspo ıtaliaï ıo A ï ıton io Z ara po cın prática a qu ť U acon pregava , r o n i S C U ? ?sis
t
m o nw eın de um a b rblrotec
a. por exein plo . A dotou uın rctùrcncıal baco niano
. O
B acon parece ter sid o especialın ente inllucnte . A discussāo
de N audé sob re a
ruerra, n a v w çiio . M e dıcuıa. A gn cułtura. c a ç a e anquitettıra. A classiń caç āo
de
no m a da pintu ra bem co m o de tóp ıcos [ra, licıonais co m o co n fecç İio de r
o u pas,
tes
"
. Dedicou st' qðes scp araııas as aĦ es m ecim cas, irıc luirīd o unia discussïio aut
de P ierre G rego ire, u lll a c o n ua sa teiltan va de resu lllo de
"
t o das as ciĉ ncias e ? ? a
sos cm suA s m o djfıcaç ô es do 1 18to11 1 1 trld lcıona] de ( atcgorłas. S irłlłıT ts (1 57 5
- 6 ),
O s co m piladores de enciclopéd ias ìie to rn aram r ra, Jativam enre T ıu is ? ? audac
i
prc crescente iloresta
-
para niio tliT cr st · }va d[ı conhecitnt
·
n to im presso ,
funç ô es se tom ou cada vez m ais necessária, a de guiar os leitores através d a ? ?
sell
tom ou - as ainłla m ais ï ıecessiirias do que , l n t e s . para ser niais preciw » , u
m a de suas
erıciclopė dias disponiveis co m m aio r rapidez e anıplitud e . E m segundo lugN ·
tantes nesse dom inio . E m prim eiro lugar, e la obviam ente to n lo u a
s
Prensa. o surgim ento da indústria d a im pressã o teve duas consıquências
?? im p
o
N o caso das ? nciclo pédias, O im pulso para a tn udan ç a veio da irıven ç āo da ? ?
i
A = M ıb etaç io d · ı en cicıo p ółM · ı
m A SS ln˜ lx ) C O N H E (
-
ı M E N T O 】【0 3
dade perdeu s asso ciaç ô es peiorativas e se tom ou um a recom endaç ã o , c o m o
univern» inóniüo
"
, u m a n o v a v isiio do conhcciın cnto co m o cum ulative. A ? ? nov
para em pregar a fam «»sa cxpm sāo de A 1exandłr K oyré,
" do m undo fechado ao
vir. E m segundo luw , ho uve u m a nıudanç a na concepç āo do conhecim ento,
em bora as criticas seculares do conhecim ento " inútil" ainda rio se ózessem ? ? o
religiosas da
"
c u r iosidade " tinham sido virtualm ente banidas da esfera secular,
m rieuĄ turiorus o u curi ? lłx pasm ram a ser usadas com m aior frequência. A s criticas
com o urıia bïeve ' " e r a da curiosidade" . Foi a época enı que as palavras
"
c lır ioso
"
,
R etrospectivaniente. é tentador descrever a prim eira m etade do século xV II
ecorıo m ıca.
nal do term o ntnłkd niio era acadirm ica. M a s m ilitar, n a v a l, t e c n o lógica e
racterizar a nova A cadem ia de C iencias de sāo petersburgo. A cono taç āo ? ? orig
term o. E m geral traduzıda para 0 ınglės com o
"
c iėncias" , tbi a utilizada para ? ? c
nova pala
t,
'
r a r u s s a . R ı łłł łktJ , foi cunhada para essa nova espėcie de conhecim ento . O
cular un presso na lússia rcr sido a .
· łnrm élıť ıı (17 0 3 ) , de L eonty M agnitsky. U m a
sm o da m atem ática e da 【ıavť l= ç io , bcm coln u p ť k) tito dc o prim eiro livn» ?? s
intl · r e s s a lto em 1nm ) duztr er. ł e x c m plıfit
·
aLlo pelas cticolas que ń m dou para o ? ? e
N a R ússıa, o c n n hc · c\ıncnto o(
-
tdcntal q uc o czar P eĹln) . o G rande, e st a v a tāo
dos ā F . r n id,) pěditJ tinham conecpçio scm cllıanrc
(17 5 8), V irgiï ıia (ı 7 7 2 ) e N o \ 1 Y o rk (17 8 4 . D idcrot e os filótiofo s fran ceses ı?? i
17 5 4 . u n ha objcrıvo s qt
- m elham es, c o m o \ o t
- it · dades ń inttadas na F iladt}lńa
细◆ s para o ĺ rcndeirns . A A cJ Lï cm l,l da\ C iĉ ncias Útci' dc E rfurt, fundada em
las fo ram fundad ìs por toda a E um pa para tliń lndir con hecim entos. Q ue seriam
conhccim ellto prāoco e útil das hihlitìtť cas para a luz do dia
"
. S ociedades ? ? agric
ciedade
"
pam o A perfeiç oam ento da A pn cultu ra
"
, c o m o pm pósito de
"
tra z e r o
para sc tornar Lım cavalhcirn
"
. N o m eslllo ano , c ı1 1 !) uhlin . Foi tiniıdada uIıu
gar, do 4 tıc c 111aıs útil e. D cpu ıs. Daquıìo q ue estii n
a m otta e do que se deve firzer
scrvava em m ało dc 1 7 3 1 que
"
r ıo s s o c t ) n hecim enco deveria set, c m priın eiīu ?? J
estudioso útil
"
(D ıIs A ıłłJ rrr rinta Nlirıjth- a lt
· brīn ı). O G m tln nan ł M ąeazine oL
ta- ecotrom istł Johann Joachiln U vcher o descreveu co m o
"
o r ı r odelo do
m (ūtı dds anes t
'
(yîd,)s (17 6 1- 8 8 ). E rıı v ários volunıcs.
M , U m biógraï i» do alquimi
engen haria e o utra\ fon n as de ciėtrcta aplicac 虹 . ėnıasc q ue
cu ï m in o u em sua ? ? Dc
tatutos de 1 0 9 9 . a A cadem ia F rancesa de C réncras passou a dar nıais ênfase à
N o século xv III. o c o n hecım t · n to útil se ttłrnara respeitável. Sob os novos
sine ıłrtt łıiłtil est.
bcm poderia】m dizer o111 1 7 [1 1 que a
"
te o ria niio é nada serıi a prática
"
, itienlia
tendo o dito do arqu it?to fraï ıc s em M i]ã o em 1 4
0 4) iver p . 8 0 ), o s baconianos
diciom ) , a ênfase ï 10 s U S O S do co nhecim ento prático era u
m a ino vaç ã o . ?? I nve
B ray . E ra tipico da ė poca. E m bora a reivind
icaç āo retô ń ca da utilidade fosse ? ?
¢ł pronttwo dr rodb cotrhť rim ť rrr¢r n ? ct
·
ß árfo ? łiłil, publicado em 1 6 9 7 por T hom as
Tlc, Sanıucl H artlib . R ohcrt B oyle, Joseph G lanvill c H an
s S loane . O E ns« iop« a
ı 0 4
uM A H ı5T I\ R IA S O C IA L ıxl C t\N H E C ıM E N T
O
tivar os antigos.
para que colonizem novos territórios intelectuais em vez de continuarem a ? ? cu
dêm icos - a despeito das contrapressô es descritas anteriorm ente no capitulo ??t
[
"
c o n tr ibuiç õ es ao conhecim ento
"
. A propósito, e há um a pressāo sobre os ? ? ac
ção superio r e, a ssim , e spera
- se que os candidatos aos graus nnais elevados faç am
da m diç ã o, é considerada um a das principais funç ô es das instituiç ô es de ? ? educ
piraç ô es dos séculos x vII e x v I II . A inovaç ã o intelectual, m a is que a transm issã o
0 idea】 acadêm ico m oderno poderia ser visto com o a rotinizaç ã o dessas ? ? a
macia no lem a " o u s a r c o n hecer
"
(sdpere dı+de). 7o
resum ido por 1 1 a citaç ã o de H orácio , tirada de seu contexto original e ? ?transfo
nhecim ◆ 1to
"
.
69 N o século x v LIL , o [dea] de exploraç āo intelectua】 era às vezes
em ou « as palavras, o a u m e
ï 1 t o n a s a quisiç ô cs, descritas com o o
"
a c e r v o de ? ? c
versidade deveria ser obrigado a
"
prestar co n tas
"
a n u a is de seu " lucro n o oficio " ,
por John D urie em 1 6 5 11 . E m que cte argum enta queum bibliotecário de ? ? un
exem plo vem de um curto tratado sobre a fu nç ìio de
" bibliotecário
"
, publicado
les) e n o E hsdio sobre u ť lttť H diM ť iłM ì¢ınırafto (16 9 0 ), dejohn L ocke . O utro vivo
tes, e x pressas no P lłrs uıtrd dc Joseph G lanvill (otıtra alusìio às C olunas de H ė ? ? r c
entusiasrï tos da década de 1 6 5 ( Iis esperan ç as ın ais liın itadas das décadas ?? segu i
çoam tï nto do conhe{im en to
"
re to r n a L ıı1 ıa e n m is vezes ï 1a I nglaterra, ligando os
m elho rar seu atlas e algu ns leito res resp ond iam .
¢ : = A ideia do avan ç o ou
"
? ? aperfe
telius ped ia a seus leito res q Lıc th e m antlassem info rm aç õ es que pudessem
en cıclo pédias, t e n diam a se to rnar cada vez m aiores em ediç iies su cessivas. ? ?
o
co nhecim ento , podem os va ttar- nos para os p rápń m m apas. O s atlas, c o m o a s
desenharia o trrapa do con hecim ento
"
. Para Lınl exem plo co ncreto do avan ç o do
A am bıç āo de B acon era c] łrun ente a de u[1 1 c olom bo in telectual que
"
? ?
r
m tando do a \ a n ç o do co n hecim ento .
no cabeç alh o de u ı11 m anuscrito em qu e estava trabalhando na d ė cada
de 1 6 7 «) ,
c ◆ es) co nıo titu lo de ulli de st' us 1 ; vros. e L eibniz tanìbém inscreveu a expressio
lem a do im perado r C arlos V , priM
·
łłltria Ç' a 1ėm " , isto ė , a lém das C o lunas de ? ? H é
treitas descob ertas do s antigos
"
. O baconiano 1ï 1r36s Josep h G 1aiıvill ad o to u o
ao n8 idos e explo rados. s e o s lim ites do m undo lntl · lectual fossem dados pelas ? ? e
"
a gora qu e o s am p lo s espaç o s do m undo nıatttrial, a s t¢ r r a s e o s m a r e s , foram
tórios.
" S eria u nia d esgm ç a para nós
"
, e s c r e v e u e m s u a R diłtd{u o dinsßlo§Oli
um barco velejando para aléın das C olu nas de H ė rc · ules em busca de no \ u s terń -
"
m u ï ıdo intelectual
"
(m ttndıłs inrell ? aualis) ilustrado pela gravura de unl globo o u
im agem cham ativa que sim holiza scu desejo de m udar o sistem a. É a im agen ı do
rosto e no texto de m ais de um de cus hv ros (figura 1 1 ), B aco n fez uso dc u m a
B acon , a propriadam erıte intitulado O arm nç o do conlıeoiıneııro (16 0 5 ) . N a folha de
A expressã o nıais co nhecida dessa visã o do progr_ é o liv ro d e F r
ancis
novas dênóas
o7
nos títulos dos liv ros d c K epler, N ł}pa tıstronotnia , c dc G alilcu , D iscıï rso sobre duas
A L A S S ıĽ ıtA Ç A n t】o ľ O N H F (ıM F N T O 1 0 5
F rancis B aco n (B ravuras, 16 2 0 c 1 6 2 7 respcctivaın ente).
iia, u b. gravuras, fm ntispicios ııłstattratio ıtiagnd c silw s ylııa n łln . de
A C L A S ĦĦ {A U o I X ) C O N H R c
-
ı M P N T ?
ı W
exam inada no p róxim o caph ulo .
era tanto um projeto po litico com o intelectual. A politica do co n hecim en to será
subverter a hierarquia social, pelo ın eilo s em alguns aspectos. po is a E rn idopédid
"
c o n teúdo da form a " , r e forç ando a am biç ã o dos o rganizadores que pretendiam
m undo para um a visã o niais individualista e i= ıalitária. Podenıo s en tfio falar do
reiıetia quanto en corajava unia m udanç a da visiio hierárquica e o rgánica do
denteiï ıe】1 te das razòes práticas de sua ado ç ã o , o u so da ordem alfabética tanto
to ponto pelo elaborado sistem a de referė ncias cru zadas o u rem ìssivas. ?? I ndep e
Finalm ente, a o rdem dos verbetes era alfabėti ca , e m bora co n m lada até ? ? ce
crescen te ap ro xitn açāo entre o con heciın en to acadėm ico e o nāo acadêın ico .
levadas ainda rnais a sério do que rias en ciclop ė d ias de A lsted e Z ara, m o s t r a n do a
S avants). C om o revelam tanto as gravuras com o o texto . A s a r tes mì ecânicas erarn
tendo a hierarquia tradicio na】 (e chocan do o resenh isca ? obra n o Jourrłal des
sar e discutida antes do rriuium . A teologia Ó cara subo rdinada à filosofia, ? ? subve
co nhecim em o fora dcshastada. 7 2 A ï n a(em ática fo ra p ro m ovida ao prim eiro ?? l
V istas a partir de 1 5 0 0 , c o n t u do, m u itas inovaç ð es su rg iriam . A árvo re do
a d scussāo do rriviuın de gram iitica, lógica e retóri ca .
do co nhecim ento e seus ram os, a distinç ã o entre as artes liberais e as m ecânicas e
do nosso cenipo , s e u e squem a parece tradicional, e specialm en te a ideia da árvore
tabular por D iderot se equilibra entre a tradiçiio e a ino vaç ã o . D o ponto de vista
proposta por ď A lem bert em seu
" discurso prelim inar
"
e apresen tada em form a
progresso do conhecim ento . M esm o assim , a c lassificaç ã o do conhecim ento
cessivas da obra - e suas ń vais - revelam um a co nsciência cada vez m ais aguda do
cham ava de " m a pa
"
do conhecim ento no finaı de nosso periodo .
7 1 E diç õ es ?? s
A E htidopłdid oferece um a visã o excelente do que d
'A 1erıìbert (segu indo B acon)
C on ch n ñ o
I O A uM A H IS T Ó R IA S O C no cow łE cuaeN T O
瓦0 9
do ideal, e m c e rto s se to re s , de um
" E stado de vigiliincia
"
, e m hora valha tainbém
tendência a organiz i
- las de fornT a tabular o u tstatistica. ł
x)dcr- se- ia iL1 esl\1o falar
m açōes nos prim órdios do periodo m oden lo paret
'
c bastante clara, ; tssitn cotno a
G raç as a esses estudas, a t e n d ncia geral iì acum tılaç āo
,ie m ais e m ais ?? info
tentes lugares tein sido objeto de inúm eras m onografias.
5
vo de? hc.
4 D o ado negaúvo . a o peraç ã o da censura rc
hý osa e po? ca enl duė
especiahnentc na A n Ĥ rica hispān
ica e na Índia brM nica, fü esm dada enl relati
diversos pakes europeus fü invesnga? . A
"
o rdem da in? rm aç M
"
n o s im pė r? ,
os governos basearam suas po ? cas e
m ernas. A histárh dos reccnscamcnos cm
das å M stória da cspiotlagcm e, e iT 1 te r ın o s m ais gera
is, ii infi» rm aqiio solrrc a qual
G m sido estu dados conl grande inæ n? a? . M uitas nm nograĥ as ? ram dedica
zado norte am ericano K arl D em ch .
ı n. c c e n tc ın c n tc . ceros aspccos desse tem a
há quase m eio século n11111 e\ [utlo cliissico do cientista politico ılem ïio natLı? ? ra
l
A dependė ncia da inform aç iio por parte de todos os govcrnos foi analisada
nhecim cnto útil discutido 11o capítulo anterior.
esforç os liesse cam po calvez sŁ
'jam a ın elhor evitlė n cia uo interesse sob re o ? ? c
m açāo pelas autoridades, ta n t o da tw ť j. 1 qtıanto do E stado . O s crescentes
ïnento no sencido da coleta, a n n . 1 z e n a m e n t o , r e c u peraç iio c supressio Ĺļ a ?? info
de am phar o escopo dev e ?
· a n ta n ie n to e vokar nos para a po? ca do conheci
ā inoľ aç ìo rcrio ,łeixaclo stıĥ cienttmeme claro . C hegou , parió , o in o m e n t o
m undo . c o 1 7 7 o a s ,li' c u s sòcs sahre a U etsa do territó rio inteltctL I al c a resist n cia
hJbit, m [ c s . S U , Ľ instituiç ōes C c];lqsifìc ıç tìes. A politic;1 niio está ausen te d esse
O s capitulo\ ıl a v sc ocnparaırr principalm ente do m un do acad ė nı1co , đc seus
W A IŁR E . N H A S 'T IN G S
dw . . . IH H w r, 1 o ı5hı? .
ıı¢
'ı, ł c\ın n m ic, ı ( ,) tı sd riï ll ( ttllı P Ť S S O , ts S tīlłr
v
, ıs tltt, tis rx t' ï cc lh ls ? ?pi
'
ïb tl, ı a 4 m n n lu(, īo tiť rołl\ıť ciıncnto ť ť spť [t : łlnw lłlc a quť ,
·
O bli[ia
F ucA utı
r" łn{t, n t
·
ĺ
1
H lfľ ¢ · hnt · I t h ī ( ı p N . ĺ ı · ttir【ı lrt' n r v
, çrr¢r ť 'itoš dľ ıılıtll' C
O cxr rríi · i \ \ łlıì
r
\' iler n ia lwrpctuanıctï tť cıtn itecim cltlo c, n o ( o lł
-
Igrejas e E stados
O C ontrole do C onhecitııetıto
V I ·?
sados cnl coietar c am lazenar info m iaç ô es cobre os povos quc
'
c o m
r o lA vJĵ r 1D esde o tem po dos an ń gos assírias, s c n āa antes. o r govcrnos estlvcrì
nı ı? ? nt
e
O = u rgım en to d a b u ro craci ·
direntes tipos de inform aç iio .
m ınarāo os processos dt
'
c o leta, a r ï 1 1 a z c n lm c n to . N c u peraç iio, \ l o c . u pw
çsiil\ u
governar prov in cl. I s distantes. Para [ \ tar cs\ A \ hlp átc:,c s . 1 \ pn )xtm as pagll. c
x】
ceM ros do m ıpėrīo wn hn n M do escm . ? os cani m ė todo dcmnuhndo pnJ
w uuas vczc m . h n e m icmpre o E s . R do que aprend eu com . 1 Ignw , c quc o6
c centros. Pelo m cllos ii p n tııcira v IL T . 1 . pode w
'
r uue. ï 1 e b s c \ a \ pt
'
cto\ . T c n h, \ tttll
dc coleta dc m fom u ç iics entre ıgruas c E stado\ . c a quc tcm Iu* ir entre pt · r ıfcn, u
lntertse. D ois exctıtplo\ de interaç īio w Lìt · s t a c . N n n o pcríotlu . I t ro c a tie tcL w cıT
ına de cotnpe[1ç iio o lı na dc apruprıltç iio · c n[re E st. R dns. R ı ' gioes nu c. i m po \
-lc
vch r nĵ o só as w m d han ç as e ĺ hkrcn as nlas m nrb ė rn as nl(crrç ōes N n
Ideahnc? , u m a hM órm coniparad& do tipo . Tqm cm precm hdo dever ï n
locals. N rm ıctıłdo assim que a rebeliāo dc 1 8 5 7 o \ \ u rp rw n đ cssc
lou os novos d M g ť m es da ? , . 1 do conhccnnento da au tucic c v w u n e nr o
t1ıcas por ulli sı\ 【eı11 , \ ıı 1 a l s
"
C ıc n titico " ha, e a tlo cm ob\ c rvatloT L ' \ brlc rılc(1 0 -
nm ıvos c cnl ė c m c . s locais de cohn dc ınbrmaçôc Ą Ubwnw, 1 o c
çiio O atltor añ rın . 1 que o\ bn tiinıcos com eç aram se . ıpuı, m ilo cnl ınl ) rm nrt
no , a
"
o r Lıcm da inłb rm aq iio
"
r r a dıcıona] du perio do M ugh . I I recebe 11 ]r a【
lingu . I \ c do direito m dt, łn o s par. t i m por w tı donrim a m aı \ t' t ] c a z m t ' n h N
ncm s conto o1 co n qu m ad o æ
· br?nıco cnlpregıram seu cn nh cu H cwo ?
1o
"
. . ł i n v a s ão d( u171
"
e spaç o cpı\tcmoldg]to
"
. e a ĉ nh c ,jo . ılıt o r r v n a \ n L
dc? . J c o nqurw a da inLha ė apresť n m da co nm
"
u z n a c o n qu ľ na do conhccm · n
niunm m c? . c m n o n io ĺ t n u n dm estudos reccm c' Obre a ï nLha inlper? N uın
(1 ptubh
,
m a e ? pr iticar . I l T 1 1 a ī l c l m » ( oM o p°der c co nhccırırcnto v , tpoum
m rtanw n? nāo to ł m
'
m . d t
celıso d1 gť
·
o gm lìa . \ o \ l . \ tl l
q d c \ tısţ ıplın , \ , 1 1 a dėm ıt
·
. 1 n e s ta ı · poca (ve, p ı) 5
incnw num ceonĤ m
'
o quc pouucn , s c r ĵ thscundo no próxnno capK ul A
brit, 1 1 1 1 4 0 . łtanL · Ĉ Ç , Ç tıt ' c t) o u r \ ls H 1 (0 lrnp ė rto ĺ ła! , ı n L tĉ \ . Q uc cra unr cnłpft nd
conhçāo c concqucncra da cxpan? o L n
nn pcrio pw
'
wuw , h pai
rikl. c o n s ıdť m ndtl . \ cxpJnsio do L
'
onht · c l m c n r n c o lı 1 o . in 1 1 1 c \ m o te r
·
tpn pr
aboĦi. u c l cvcs prohlcnLľ co m p . R r m vanicM c, c o m c wcc? r c f e r n c ? o inıpĉ
H 1ulų āo dc niM rłnaç oe c Ĺ L Ľ ľ À n
. ľ mzòc uų , c e r n es a d, ı . N este crph?
,
M . \ \ b o lv c um h a o a cro n olog ı, t . , 1 g
cog m fa e a
so c1o ıo F la prcclsas dc ,\ a ac u
taM bė n7 \ cJJ d ın
'
c r r ı r v c l. E s pcei. T hīrcntt
· dt · ıbsír em 山 amw ,
tongo prazo ā cd cta dc
rnfo rnL ıç ð es pıra
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m r as prń u cas ronncıraį dĽ
gov rr
oucrıscť \pC( ílìcas. c o m n s e d l \
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o , ptstt'çcFuerm, a ın d.lquc unLa 【t, ;dr 11(Xuas Ir
on tcım . N . ı plM ca. c u lcm
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Ī 0 E ' c o r ı, ı] pode ter sljo L1 cC lltro d . ı 1 1 1 , 1 r
bn a vida dc sť lls súdl to \ . Į ) c l to . o c o lutor J o rei se q\ıcrxava a sell w rıho r \ o hť c
lava na m esa dc trabaiho c. , to\ dut' umentu gcr. TJ uh c ï n w \l, 1 tī de sc ın ť - rrnar sn
伯山 [os dc
"
r L
· i do papel
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(t ·/nT p, łp¢ ıt
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'). pur causA L Io nuıı1cn ) dc hom s
n u c ra
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na \ am bum cracas, U caso c] W tco ć o 女 m ipc ıl 山 E · panha. A pť hU . ıdo p
° r sĽ LLs
Ą o m e'; m o ct' rn po em qut' o\ L
'
m prcgav , \ r ı 1 . o\ p róprios goľ crnat
rtes sc tor
corıstrui? para u
\ o Lio \ ń m cio nń rıoç c1vL»
se rn? ornlar enl galera de arid c no dc V m . ühm . o n de parte do novo pM cro
dos U f? , e n ı Flow nç a complexo dc ccruorm . c o H N o n u n l c u n hm . A ntes de
conwruidos cspccĥ caıncntc par. I mncm n . R em cnm o nparuçôŅ. cn nm no caso
núm ero dĽ fiıncıo rı, in os. o utre) . A m tł. 1 ın a n \ limi. ıoı Lì iurglmcrito dc prć \lrı) \
d? dor da asecnsĵ o da burocracia n o dtm sentido ? o crecnncnm no
C O U conhcc,ldo no sė culo X V ı łtm 1 U
"
puucr u 0 <
'
c ( T C t . l r l O q
"
tver P . .$(J) U m ın
huo de u[ ıu rendêncı. ł ji hurocıı Ľ ı1 11o \ e n tl(ln colouuı, lı pŁJ u ratıvo e do q \ıľ Iì
m história tlo E . < t, ttlo 6 1 1 u 11 ı, 1 [ c n L łên ľ ı. \ a hurm
·
racı. 1 1 1 4 1 w · n t tdn w L · Įìcr 1. i n L t. A o
N oç p n m 初 山 o s d ; 1 E u m p. ı m uderna, u I 1 1 tlo \ pn nctpaı\ \lt
· SCnvolvmwwos
nm s c comurııt'aiics Ľ s( rıt,ı ç tpn \ cntaŁl. ı\ a [ r a v A Łto ľ . l 1 1 , ı l\ a pm pnaL ło \
1 11
głva ť S S C
"
poder ci. 1 tiınç iit)
"
a o g° ť L
'0 10 ım Į · ť S S O . 1 l n. ı base dc rcgulam cn[o ç ?? f
o
bum cracıa conto
"
u c x c n ı ( 1
o u o c o n trole · L u ı 1 1 bast · 1 1 o c o ııhc( ılııL nrt)
"
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đ, 1 d< ' coıı) tltu n ı ım pnn , 1 【ıw L
'
olı[rıhu ıç ao p . \ r . \ o lo11 1, ı. A ttn , ıl, W eht
·
r dciım l . l
coıno socıt\ ıogo U t) conhc\lmtmu. 1 1 1 . I
'
i Ç L I A ¢mluı teon , 1 \l. ı buroL ' l'acıa C ııı ? ? V C
Dıtrťmcn\¢ntc tlt' M am ıht
'
ln ı (vcr ľ lo). W eber n u ė clı\ gtr. ıl lem brado
bėm . 1 , \ st ( ııhāo \l. ı
" buro L' r, u 1 , 1
"
. N o w nttdt) u uc 1 1 , ıx W chcr . i t r ıtnııJ an 【cn ī1o
ranlbė m os cł
unitĺìc. łr a ı' , ı r . 1 t t
'
ľ [ \ n ht · t 11111 · ııtu . C uııı . I t ' c rur. ılızaç . \ n v e lo [ . M l
souhm crn nnH
m m . u m hrc a vM . 1 thn gm cmado dn quc n. H . dc M Ĥ ha. c
pa A
trctcnc ceııtm hzłıţ āo 1 . . ? rm nm w
'
, u rw um , ı quc oç govcrn . incc
uca de ınton\7 . ıç
Lìcs sc to m o tı p, \ r tc J n pro ţ t' w o o r L tın , in tl L IŤ goverr 10 n. 1 ? ? Eu r
COmplhcio.
· ĺ - o ı w \ 11o prıırL ipll) th c l mnLIcma uut' n t - ulctl rc'rl. 1 r c \ n r c n ı i
t o rcp
strt 1 r. ī r a ı7 1 c ll t c In\ ť n m ult, ï tln ï 1o \ U n n ţ ėculn \ L ïuE w sep ıï rarn ii stia
, bstro gcra
ll. c o rll o c s s L
· levant. T ll lcnto toı ch . I il i . ıdo , ıbı util c. h n L · xtraoru ï nān o .p
oı
" I a çi o . [ . ulto hum an . \ c o m o , 1 1 1 1 1 1 1 . R ]. Ĺ : 【\ n tu uo . t )
" nL tm t · ç U 1 \ H u uk
"
lc, 1-
noH 1 u
n l, dc H ? , o n u v o r u d. Ing. wert. M ernnnou um hvanmnicnm dJ
roni, l i
l o \
rem . \ r , 1 111 realtz. 1 r c e llų ) \ c o rııplť to\ \lA popul. ı\ , io ı ) cpm s ti, I c n 【) tlutu . 1
llole
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ıt e nittııno m d) do ustcm a. C ıı \ o ]vcnLIu 7 c() lc ta. . i n n . 1 7 c
'
ll . 1 M ť M O C ? ? r oJJ
inionnaç
h
'
, p?ı a w raç M do pndcr dc E ı d o prcw up ? , 1 r c prm ]u ţ an renec
onto
dz urn ocıMogo com cnw om nco .
"
T o L Hw m E wadm to run
'
m c H x hdcs
cratizado s, s e )n ll eles grandes, c o m o a F ranç a, o u pequenos. c o m o a Suc
ia
assum ıram a lideranç a. N o que segue, se r io pn vilegiados os E stađo\ lī1als ? ? b
ü r
D epois de 1ti0 o, poréï ır. a E urupir o Lı, ı7 1 a ls e x a t a m e n t e . . ılins govcrm r\ cu n 아 "t B
lm pė rio O to m ano na q ue d iz respcrto a seus scrvlţ o s Łłt · c o leta dt
·
1 n torm , lç oc+
crpaıs govrmuo\ da E uro pa am da estavam acrasados cm rc
· 1, tçiio a C hin. ł c ĵ o
paraç łies m als sıstcnriiticas. M inha inlpressiio ė de quc por voltz dc 1 4 5 0 ob prtn
U rıìa co nclusã o caxatıva seri prem atu ra . E n t r e ta n t o . A t ė a w altzaç ìo d ť cont
p · W . m
hwnbra o cxcin plo dc pm R ch vcr
octdcn tal. Já craı1 1 ınstrulllentob de govern o nesse p eń o do tla C hına, llo , ıapio
lı# incia para fim de vıgiıiiııcla. I s M apas. planos c cartas niio cralll m o nopdlıo
ur11 ınter vs s t ' o ficıal po r datlo ıi c s ta tîsticos, J ć m ile unī clab orıdo slstcllla tle llltc
m uitos aında p rescF vadas, siio 1m pm sın nantes. T anıbė ın n l iııL Ii, \ M ııghaļ ll. \
tros dos celJsos dc terras realizatlu s a ın [ crv alo s rcN ares p . \ m ĥ ns de ırnp ) \
pm dtuztdo s para uso dos fu ncıonarıos ch ineses. N o império atom . I i l o , u s t r g
vaı1 1cn Ec na d ė c,ıda dc 1 3 9 0 . M uhos guias e cııtıdupėdı. 1 s ıl n prcw o\ t' r
ç ŌŤ s. C e- do Im pério C hinés r m realizados cni 1 3 8 o . por ext · m plıı 1 1
U tom ano e a indı. ı M ughal. n ' " st m v ı ı n g ril I, d c i n tc rc ssc p L 'l. l c ( , lcta dt· \ n Ŕ
'
, ı n d
m sr- cundin, ı n āo nos perÆ ıtc · disLu nr cm de talhe . É bastan te t · Inro qut' o s ? ? gute
aa ıııund o ocid ental i uıı1a qucsđ o qu e. a dcspclt【) tlc stia ım portāncı. t, J ln rat
A té qut
·
ponto as p rihıcas e tcnd ė n cıas diw unda\ neste capiu tlo se linm
quc p ode st' r c h ; ıtnado de
"
m o bılizaç iio
" da info rm aç îio . 1
4
o cuj\. \ r w tl
a orgnız , ıçio. m , t l o r o w rıgo dc tlııt' a u rfariīıaç iio obtida nāo cht · guc a cui\ula
gava sem p re ao governante o u ao liınm ırı. Irlo quc dele pret ısava Ų u, i n 【o m .
o1 1 1 o se , ı c u ım rlava cm , \lw trn lugar da ad m ıriıstnıqiio nñ o srgn ilìcava qltc
CX,rcıro ou alim entá Io t' n ı t c n 1 po ' dc łbm c C onruđ o . o fı\ t o U e qtıt· o c o nh
n
contm l, n r , ı $ v ıdas tla p ovo c' l 1 1 gcr, ıl. Fos\ c piln ı au ı1 1 c n rar o s tin p lìhto s. A tistá- ı
taı1to dt' rcaçio com o dt' a u toĦ tim ulo . 1 o U c\ tJ o crcç cc n tc d o ' govertlantc\ dr
O prıncrpal aqut Lìiz rr\N ıto ii acumulaçio U c ın fo m iaç o cq com o ¢inrqu ,
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"
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p(U c haler bo . \ a \ lm ınıxtraç ao A ıı1cno \ q u e cx ııita m c o ]ėgıo\ ' c u 17 1 o c ı】1 1 , n l ı\ e
ıd ? 1 H ıs[Ħ tıvas do pcrín LI o , C o mo cscrcv 11 L c\b m ? a P ť tiro . ( \ G r, r n dľ , " n āo
- K h · n a S u? . 1 c n a ıţ úsM ı com o " c o lėgm
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. ć m , 1 d. ß pn ncrpan ınoyr ne
conu a s c co nc lh ı hvxłucno grupo dceK hndo po r nlam rıa ? von n . c o n hc
c,\ n ııa . a ( randc , da k úţ sıJ ? M an a 丁 t' m s a c Joli, II. da A tıM n . l , A asccn\iio d(A
govcrn . \ n t e s do llu m nm m o , n o t a dam cntc F rcd en co . o G rantic , 【ıa p rúsçıa. (
trıbalho c cm rcurııö es dc t
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o nscłh os c co m ıtĉ s, a s s lın c o m o fazranı os prıï ıcrp · ı
fo n ï u do M ) brc todas . ı \ c o ıs 1 s
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· m . N o m bķpo pm :. ļ uzırm " ı n
ctllica N a A lem anha Iutť rłn , l , por vxcm plu , h, ı
v l, ı in s pcç ao rĽ gul. t r d, \ s p. l r n tlLııA h
V isnaç ô cs dcw c u po tin hani luw r
. ł n m n a E uro pa prm esm ntc m nw na ca
UMhdłde ro ni m num cR » conw bum un pm . m
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Lonissāo ou t' om unlıiu Ĺ ) m cdu crcqcen [e da lıcrc\ıa C 0 ttH cm
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controle adicional. R c querTa sc quc t» Pmt oç \ h \ rn b \lissc m w
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11 pap . \ l. o 1 1 1 p, łr t l \ u lar tive r, ı n n gcıı1 nu nı. ı L r . \ 山 \ , i\ ıï l L · tlrĽ
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o H ı o c lcmo pr n h łnn nw d rcn In n nw ı u pń hn ? , M . nc
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m Luna ınw u ų ao m n ų n M , ı n w . ü, I m , n l w ınhnn hì W ť qu tlqu ť r
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1 p, ır a a a \ lrnınıu r, 1 \ , ıu
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N ìn * tırp recn clt
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hanccl. ì n a \ r c , ı ı " c F m ı ı ı 1 ı ı \ lent, ł \ quc' ( ı p ıp . td \ 1 ī ıo \lcscııvohııntmo
ūcm . N a L L hłc M ć ? , s c gun? unı hım n . L m rcvnw ? rw wr o
tdN
astt ca
N o seculo X lll. O P , ıPa l\l\ ) ť ı · nL u 川 1, i bust. I \ \ ın lbn na \ 4lť \ l1os rc
t poJsı
vc l argun
ıcr\t,l r quc , 1 P nın clr. l burncm ť lJ ť uropc\a lıao lu 1 se \ ul,ı r , 1 1 1 . I \
A ır
-
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_ . . . ı łı com o m o d * ıo
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ł
nL us ao ñ nJ da nùsđ o apmxnnadanicnc trs anN , a s ħnuma nv? m m . Q uc d
ť s
representantes no exterior nāo só dm pacho s regulares m as ranrbèm relarono
\ ī? ?
o
quanto pu A negociar com el¢s. O govcrno venczlano espem va rcc( bcf
tlĽ w łı)
de em baixado res resideı]tes, ta n to para t
'
o lildr infoniu ç lies sahre outn» P
, li\ Ħ
neza, u m a v e z que ela foi tull dos priï neiros poderes europeus a ado Ĺrr o slst
t
'
rıu
N o carnpo das reıaç òe i exteriores, è apropriado com cqar coln a R epública U e
V c
R eı · 1 ð el exterio res
tru m ie
"
o u de t( rritå n os do im pério .
do conhecim ento que trnham sobre seus próprıos dotninıos. Fossem eles tla
"
??p
nhecrm cnto adq uirıao pelos g¢w ernantes sob re seus vtztnhos. R ı v A 1 Ķ o u in ı tm gw
N o q uc diz æ sp cn o ā colha dc rnbmıaç ? , pode ser ú M dß nnguır u ro
m ento Ć unl tem a qu ť sc rcperirá 11es[as págın . is .
m aneıra, a m tc r a çāo dos poderes tem porais e esp irittı. u s 1 1 o donıim o do conhecr
e seu contt' m poráneo M elch ior K hlesl, 1 1 o im pério H absburgo 1] t · qualquer
govt
'
r 1 1 0
'
s c c u lar v\ Ł T 1 1 m e a dos do sė cult) X V I I . R lch ť licu c M azarıno, n , l Franç ,l
tados 3 5 necessida, les do E stado pt
· lo \ três card eais qu c fi»ram rao rm p°rtaııtH cm
É tcntador cspceular sobre atć q uc po nto os nıė to dt»s da lg rt · ], I tbrani ad, tp
nhecim ento par. 1 ÓıH de con tro le no itlicio da era m o d erna . 2 2
m as tam bė rn co mo k n , \ırreno cm sl. c o m o e x e m plo im po rtante , la bus( a tlc t
'
? ?
çōc' s pelos ınquisıdores ınerece , 1 a te rıçiio dos histon ado res nao q0 com o tonte
aprcnderım . E s pecıalm t
'
n t c n a úïtiın a # cr. I ç Iio . N n clltatl to . a c o leta d( inform a
porm nm , u m
" b, ł n c o dc dadm
"
c o m o s quais as hh torładores socm s n uno
escrupulom ıneiıtc registrado . O s an}ulvos das várias ınqurslç ðt · \ c o n s D t u c m ,
m enlo e ocupaço. A s s i m c o m o s o bre q\ıA ç creiìç as. e o que quer que dissesscn n
m F ado de ınanclm ex treı11alllen(e sistcrn áń ca sob re illa id » ,le. Iugar uc H asť ??
[nq\ıtsiç iio . N a E \palıha , ltį ilt. 1 c (ìtltmax t?rras. O s suspeito dc here · ila c ra m ı1 1 tc r
A uı$rłtuıç ĵ o cd c siì'u lc ,l 1 1 1 .1 11 ın tercssa·ta 11 ,l r c u l ıi,io dc conhccim cnro\ l )i a
nhos ć batante clara
JaŅ A W · H - ĵ o enn e . 1 c o lem dc inb rnw · ōcs c o dn cw dc conn ole dm ? , 1
ıgw la? . .
C o m quc frequ ė ncıa c , 1 que ho ras vocė ensina o carcclqm o ¢' l 11 qtll tE re
rro recurso de can ,l.a,le? Q ual a fn tłtı ncla ut' wwI ç os rL'lllosos pi\Nl,O\ tm ţ u
canJ ade H 'i o111 \ u a p,ì r ń quıa algum hnspitııl. A brigo para pobres ou algum otı
n\quu D cssJ b. Qu,ınta siio J i* \ı
,tt' l l tes? . . . H á , ı ıgŁım a csco ı. l pública uu de
m eas cııı 1 7 4 . ì raınbė m rr, 1 1 c 'is a q preo cupaç ð c$
"
(Į uanraq tım ilias hii t' l 1 1 s l ıa ?? p
C o mpton
" 0 ¢' latn ) rado qu estıo nán o enviado pelo an ebï spo dc Y ork a setts
pl
Z O U Llln le1 łn【am cnto do s d is\ ıdcn
tc\ q uc
V Ť IO a ser co nhe ,ido C onto " C t' l 1 5 0 dc
da l rť 1,l a n ghcan l E nl ] 6 7 6 , Por
exen7pıo . C oınpton . o bispo dc L o ndrc\ . R m ]i
\ up r
lı◆ r, ta n 山山ıı os ccnsos inglese foraın esnın ulłdofi pelo [cn1o r ii tlıssultlına
m nı csn m uladcw pelo
teīTlor da herest, t , o qual o C orıcilıo fora convocado
p. Rra
A ssłm co mo os censo s Ľ atu lıcos q uc sc
w tņ iı
ram ao C o ncilio dc T rt · nto fh.
t 1 4
L · M A 1 1 0 ) R ıA % x 1 M n u L ı
} N I I H c rh t lü V ť O
caułr sob re o po der e o co nh ccılııcnto para
o u tras rcòes, o c r itico E J w
arLI S . \ ı
\ ļE m seu estudo tiie célebre q uaı1 to co n tm v crtido , qu c estend eu as iucia
s dt
· Fuu
ın lo rm aç ilo e ï m p â rio
caītıp° .
28
Cado para escrever o 17 1 livro s
ob re t
-
rh ea de arte que se c
orno \ı cliis\ tc' o c n ı q ( Ł l
descob rir. ım s c u ilisiarce e cle passo u algun ı tcn \po 1 1a p n sāo . u s a n d
o (, lazer ?? l
b
xĦ m as na nahd] de su a nú ssāo cra co hgir m m rm aç ò cs po u nm
. m hd , łn dcws
vlado à R ep ública H
tıb n dcsa o fictalm c ï rte para co m p rar q uadmìs par. 1 o
r e l Lurç
da para ocu ltar a espim u g em . O (oN Iı¢
) tssT'llr R oger dc P iles. p°r cxentplo ,
to l
lugares eralı1 iniłtrados t
'
m u lt a s v c z c s a fachada dc colceıo nado r d t
· arte crl ul
scu\ em baixad ores.
2 7 G rup os de cxılat\o s p m te\ [ an t
Ľ s n . 1 Inglatcrm c ertl \) U t
n ) $
bėm na F ran ç a grande rıú m ern dc cspiĎes era eınp reg Ą do pelo gove
rrıo p ť lr
Pan hol recebi. ı nH
'
) libras aliu . ııs para passar ınłbrm aç i)cs aos bn tātı1co\ .
T . ? ? m
w
·
ı çov de irıfo rm . ıç Io . Inversanıentc , m a ls ta r de. u
s e c æ Eárıo do enıbaim dor Ll
bras po r cabeç a ao torde
- cheti do T esoum c ao tord e ch t
· fc d o A ln u r, ı n ta tlu por
Sėculo x vn . pagava ak o s M M r m s a inipormncs
m em bros do govcmuo U onr
n o Æ o m ano . e o c o n de dc G ondoı? , e m baixador cm L on dr c
no uń c\o do
panho l 0 17 1 V en eza cııtr
v 15 3 9 e 1 5 4 7 , o rgam zo u u m a ređ c dc ť spı
o es no ? ? lm
ppar, ı r e c o lher info m ıaç ō
es
"
. 1) on 1 liego H u rtad o dc M end o za . Eıntr,
lixado r
ıı1acıa co m o tendo
"
u m a a n T pla redt
'
, henı orgam zada e cxtrcın an ıen [e cłl(
az.
O w vcrno espan ho l. por sua
vcz. ibi descrm ) por u I1 1 }ıistoriailo r d
, ! drplo
M ılāo atr,lv ı s da em baıxa{ıa bn tâ n ıca .
2 5
fį m dť quc o duge is vczcs ob n n ha co nh ceun cn m do s phno
do governo dc
( ) valor da tntb rnıaç iio qu« W o [cot7 obtınha po r cs
Ies ı1ıeıo \ po de scR a t e n
cuiar do ' Jcsuitas (a ,ı r t c de abrır c ırt. ı s
s e 1 7 1 deixar traţ os ı.i er. ı beni conłıc ıtl
t' m prcp va ag entes o1
7 1 k o łn a c T \ irını t
'
i n t c r e c ptava co rrespu nu ė nc ıa , c m p
foÆ 1 . ı çōcs sob m a nıow n
icn tad o das trop as
espan h
o l, is (tìgum 1 2 ) T am biı
M ılāo quc cna o Ĥ zıa parc do
hn p crıo
E w aH h N . para quc lhc m aH d asw n H
tos. S ir H en n W W to n . '
·
ıı rhai x . ı u o r brttán \co cm V en eŁ ı, e n tprcg
ava eproc\ cl
N o século x v ıI o \\tro \ Esmdoi
coin c ç av, 1 1 7 1 a a lcarrç ar V L
·
n o 2 7 n c w c s ? ? aspc
m ente tntiltr, 1 1 1 cn\b
alxa · l t' s trlnł t
'
l r ls
4háhcs M M o da cp°nAwm coH
wr d J conmnţ pmnagcm c, pam m o , fhqucncc. ı i w gur,
ls c a gen te
'
\ t ïuplü \ ( 1
· v ( n t
'
z \ , 1 1 1 0 1 t·
r a m praticantes pnrttcularm cntı
ıızado ııo tnicıo do p
ť riod o nrt)dcrno ,
c c u n t a
\ 1 c o m c
tį drgi s, c ī7 dcrcç o\ ta]stt \13 8 . \. pelo n w llos cn
ì N iĺ nılc\), c m tı lı1
e m p« cntłim en to ch b o m dam cntc org i11 ı
entc ınlb n n . l çðť po lin c. ı
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(com o J ;i ť ra conh(CıLło c111paw ial, c o n to o 1
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a do rcw c · n e z l . ı ı ı o s eil
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nhul, que m . ï n davnm rt
'
gul, I rln , 1 n t H
"
. ı' , łr a n J L ) diz
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å cs, fo w cn7 eles ? m p
rcgad o
s enı tc H 1po intcgm l ouos otıvid os.
1 1 1 1 \
t. ı m bcm am vA de u 1\
\ A r
vdc . Ic axslstc ı7 ft
'
\ . A gentes o tı
'
i n ln,tls t' r n baıxıdo m c
ołip ar
n ınlo rm . ı ç ðcs rłiio só
m ın tcn ,lo aberto s o 5 oıiı( c
L M A ınrť 1 R m =
K ıA ı IX ) C ( ıN
ıŁL Ł ıM I N Ï n
息t为
c]aborados. A essa alcura, o utıcstio 11ário . I,i cra ul
li ınstruıntnto dc 8 over11o ? ?
c
37 itens aos funcian iirios lot- ais tlu M ė xico c 11o l
ı
e ru . s e guidos dt
·
o t ı t r o s l l l a i s
N ovo M undo esmvun os conwĄ hcį m . N o m enn o a
no , e n v iou qucstim ? os de
indias cnl 1 5 6 9 , e ficou surpreso ao descobrir q U Ã o p
ouco i n ? m r ı dn sob re o
desenipenhado porjuan de O vando. Q uc foi nonrc
M o vM ador do C o nw Ą ho Ĺ L n
na dė cada de 1 5 7 0 . papel inip° rcan te no pro
ct' s o de coleta đt · r n fo n naç ðc\ fb i
154 8 , m a s a c o leta siţ tem ática d L ' in fn m l,1 ç ñ es sohm N oto M undo só co m c ţ oll
Particular. C arlo 'i v ji tentava ob ter info
rın ,ì ç ,bc\ do arcebispo do M ıxlco cm
seus recursos c h A bh an m . O C X C mpo 0 0 govcr no ť sp. M h M ė
rcvcL rdor nesse
Pcus, to r n a v a - se necessario adqtıirir tonhecimentos sistcın h icos sob ] c a terra ,
Q uando partes de o utro s co n tin en tes eram incorpo radas aos inm
ė rios eiı? ? r
suas puhlłcaçi«S. 3 ,l
ordem do tei" , e x pressã o que se o rgulhav m l de ostcıt[ ır ı1as p
jg m as dc rosto de
exem plo , c e n genheiros, a s t r cn lo ï 1 1 o s e botānicos faz ĺ am suas abqer
v
a çōt · q
"
por
M u o pai em 2 3 . E xpcdiç ô cs o ficila ? ram cnvĹ nJ as ā A n ?
· ica do m , por
sucedeu cnl 1 6 9 9 c o M ho ? . ïćrô nw , r a m h? m conde de M aurew , que substi
rinha: L ou is de Pontchart】aiu seti tìlho 16 1'6 tı1c , COnttc U c M alır vp. T s (uuL ' u
lhantes foram dcmonstradoi por tľ ĉ ; hu ccs\ ıvo
ı
Į , t
'
c r ť t;ìrıo s d ł' E çt, T tlo para a ? ? M
am arco】Tıo intorm am c , Ľ carrć lhc p res【ou co m as em 1 6 7 1 .
1 Interesses ? ? s um
į m de C arrė ñ In? a cln M m com o diretor da conipanm , Ĥ N rĽ m cn ıcm c N r, ı
0 4m , üť s pam
.
c o n ıpc? co m o s rngleses c ho andcsm . O nń nıw ro nm ndou o
econô núcm . P or su . 1 M Ciaúva ? ń ı? . M a cm 0 4 u m a C om i'w ? : dľ s indes
ente M ė tlro t' s o bre o E xtrem o O riente p or tım a 111 11 t11]. a Lìc raziies p° liticas e
que seus an[ ecesores ı1 C S S C ısp cc[o .
ĵ ı Ccrlbtrt colig i. 1 ìrrfi) rmaçies sobre 0 ? ? Or
senm do co m o O
" honlcm da in ? rniaŃ o " . W 'm n u k o m ń · sistem Æ co do
Já na época dc L u is X IV O po tlt' r o s o minirojean- U apttstc Ľ o Į bert era ? ? ap r
caphācs qua
ndo saî an l ? · Pu rm gal c devM vbh s quando dc c u rcm rno . '
w ı
lo xw , e r a o c n c a r r e gM \o desses d o c u m c n m , que crant enr cg uu . u w pdm os c
por exem ph , provedor k Ħ
"
a r m . 1 z ém " da Ám ca c d , 1 Índia no conw o do ú cu
india, c 1 1 1 L ishoa. c n a C asa , le C o n tr. ıtacib n , e ı1 1 S į · v ilha. Jorge tlt · V rsconcelos,
eranì guard
ados. c o n m v hnos M r p. m , m A rm azė ni dc G u in ć c na C asa da
R cgism t\ do qu e era co nh ecid o . ı 1 1 u ī r a w e T t
'
s n a ıiw m H Ĺlc docum t · n toq o ıìciais,
qpc deverh ni
m mwecer in Ĥ rm Ņ
· òcs sahre a t m n o m m , gcogrM . m n a v c gaqñ o .
D onde a nonw aç Ĵ o dc co · n? gm? reais cm P ortw , I I c na Ľ v . M ha, e s pcciah« as
hw r. precŃ
tvam dc in? rm · Ą · ô c · i w t\rc m rm , Ħ p, r . 1 a intha o u para a A ? ca.
fmncês e brhM c depcn Lhun m clm d . 1 colla dc jnfhmlaŃcs. E m prin? ro
por cxH W o , o s hnpć r? ukranm rinos porm g? , c span hN , hoh n? ,
m lındo 111 verdad e co m eç o u tn uito J ııtes.
co[1llt
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c ll to pełaīi grandL
·
s potė n craç europ eias para tlo m in ar o lı[ ras pan es d o
mui\}sos ı1a cam panha napolenit
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. 1 do E gito . A coleta sistclł1ática de
çĴ o c do
ilıinaç İ o .
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1 C o【ï 1eç a stIa hi\tt\rin p o r vo lta d c ] 8 oo , c o m o papel dns ? ? e
discutiu O q
uc cham otı de
"
o r ientalism o
"
c o m o sistem a ocidental dc ? ? represent
tl C o N ' ll\o L E 1X 1 C U N H E C IM F N ï o ı 1 7
recursos ııaq uela parte do inıp ė rıo .
3 '1
cam bć ın para fornecer ao governo succo inłb rm aç ð e
s so bre o s n ııner
aıs e uurn
)
lla década U c ı 7 3 11 niio foı cnıpreenL Iida vls, ı n do apenas o avaı1ç o tl
. l c ı4 n c
] a . 1 1
1 , 1 5
D c form a scrncıhanrc , a e x pcdıç iia do fam oso botim co c . \ r l ı. inllae
tls ā L . ıPoııl, ı
de descobrır se cxlstıa ou nāo um a passagem por terra cı1crc a A t. ı e a A n
ıerıt
'
a
. dinam an iuė s v irus B ering foram m andados para K anichatka conıo
c :! ìlet'
'
ınlb rm aç ōcs sobre ıl re gião . E n quanto os russos F txlor L uzhın t
' lť an E vreınov L
'
alcï ıio. D aniel M esserschm idr, P A S S O U sete anos ı1a S ibérıa (17 2 0
- 27 ) colıgtndo
0 , ırıte te s ses do czar sc estcnderaın aos h ï ııircs orientais tlc e u ııı1pcrıo . O lıtr
cl
volw r- se no qut
· ė hoJe conlıccido co mo
"
c s ptonagctı1 indusm al
"
(vt, r p. 14o- I).
3
dc obter m lo rï ï u ç ı\ cs so bre a tecnologia ho b rıd es, 1 . c ın o u t r a s pal, lv r ls p,
ım c 1 1
-
blıotccán o aleıııìo J. D . Schułııacher pam a Icpťıhlıca H olm dcs. ı 6 1 1 1 17 2 1 ,l iiıı\
ım pcrıal ocupado co m a coleta de uıtorï naç ōcs. pctlro . o G rande. c ı 1 v ıo u \ c u h
r
A R ússia no século X v III oferece outro exem plo no t, ivel 山 1 1 govt
'
r ı\ o
um hum arıısta a \ ervtç o do govĽ n ıo .
tlvo quc as pergun tas nāo cr. ıın e s [ n ta ıī ıe ı ı 【 ť u t ılıtán . ı s . Rcvcb ndo o , in [ c r
v
s s c \ dc
res da A m érica hispjn】ca rcdesco briram na d ė cada dt · I u 5 i, ł. i t. M 7 bć m stgm ń c, ı -
quais os indios nĵ o nnhan desenvolvido resistência). Declinio quc os hihto ľ ı, ı? ? d
pop ulaç io (devido prınt\paımeııte ā inmortaçio dc tlo t' n ç as cŁı1'" pcıa\ par. \ .1 1
e set
· Ułans. T am b ė m revela que o gnverno J ń c\ t. ıv a c w ıı w đo æ rrivel tl( c]ín ıt da
pm cť lintcnto adm ım sm ıtıw ) tradıcıotm l cm pm gad o ptrr fu ncloniirio\ cpr\ ctìpab
socit\ lo go s d o iėculo X IX . m a s J a dapt. ı çāo , p, ır a prc) p ósito s ac , ı Ĺ ļ ćınıco \ . Tìt · u ı1 1
por v irlas razi) es. E lc na s lenıbra quc o qu cstio niirıo nio lb i u ı11a invcı1ç iio dos
N o concxto da hnt? a do conhccim cnm . c L s c docum ento é iH wrcsmnc
m .
J
sru tl, ivcıs . I I w pw 1c1ıTc J o quc h (. Y Jc, c q\ıc ra? , \ c \ p° ttcm w r cï tL n nrm tlas p . ır . 1
\m ı1 . R o u pas c v( \ tımť n[ a' quc t1sıľ . \ n ı c H \ a ı \ ı a gora c sC cr. ı m m a I s u u m c n m
tınhJ m . H u n ' i O u n u u ' . I)ıg \ Ľ o ım ) oll i go vcrnad o \ . し u ı ı t r a L 1ucıN gu cl' ? ? r c
pcn ť ncıalı1 (» in山 a . N aq u ele tc n \p u . . c a ti) rm ,ı U c culto . R ıt n \ e c o $ t u m c \ tıuc
1) ıgı quclll ioı o dcscob rıtlo r ct o n u uıqta :. Io r d J u lLa pn iv irıcıa. . T hga a q ucrn
ordt · n s . Tìg ınn
'
, ï ï N , l h s c gtııH tc\
cada rcg ń o . w ım n n m
'
. Hrsmrh hc. l m . Ľ m c '" pcrgum . h ? . m . n c x a ta n w m .
pr
v
u ās . M t o r ıtl. I u c < m L rn ıc ıp, ı ï q tla N tw . \ E . \ p. M l7 . 1 . R e lativo , i hıstorı, t ııa t u ra l \lc
sicrctarıo tic O van ,lo . ı m 1 5 7 7 lb ı . w e ? U c V t·]. ıs ť 0 c lıv la r 1 1 L Iuc' [ ıu n . Trin 1111 -
x
"
rillo- t F u t ł ı s tıl). 5 cu prım t' ir o u c t ıp, i rıt c . ıu , i n ı opez U t
· V claųco , tirr, 1 , \ ll tc r ıo n n c n tc
rcpnm. V C pch crLıç Ĵ o do novo pŁĦto o ń cıal ?
" hhm rm do r gcugr?
"
t03 ? ·
(an ıal 入住 ı · n I c o ) p, 1 r . 1 c \ t t t tlar \ u a h ıstd rı, 1 n a t t ı m l (vu r p . (ło).
\ \
a lı · ı n dc tcr itdn o
Fo r O vantlo quc¢1ı cı1vıolı o m cd tco F ran c" ico H crn ń ntlcT ii N ova E tp , in ha
0 1 m ť to d o \ c c lt · u , istıco ıi 3 0 \ e m ç 0 U o E \ tıtto
4
co nto pela ınquw . Io . O van ? . Quc cra ho m cni da Igrw · parece cr adapL ıdo
ııhccıdo rla in la. RCłLłnncntc cm preg lJ o t. I n t o e m v ls l t a çót' q c pı\cnpal\
ı ı* - ıH hRÛ R IA W Ų m \ ı* 1 \
'
\ 1 N Ï W Ħ W ı . N T O
essas expcdiçies w rificam iìì- se um boni investim
ento . C ouro se diz nos ilias de
academ ias criadas pelo s g
overn os de P aris. U erlim , S ïio P etersb
urgo e
E s toco ]nio ,
utilidade inlectiata, n la s ( a m bénl nio fo i politicam
( nte netıtro . ASSin, c o m o a s
0 conhccin iento adquirido em cxpediç õ es co m o essas po
de nîio ter sid ? de
nam rahscas e u ľ n artĤ ta .
tenente de engen haria, e
n c a r re gado de ltL1 1a eqlıipe qu ç incł
ıria LIM filćilogo , dois
D inam arca, nai a nom eaqāo do estuhoso dinam arqu ė s C
arste n N īebu hr co m o
das E scrim ras, e e n c o n t r o lI u m P atrono no cond e B em sto rtì m injstm do rei da
chaeİ is tinha interesse nr regio pela İ uz que po dia lanç ar sob re a in terp retaç iio
unia expediç ã o o ĥ cła1 ā A ráb ia em 1 7 1) 1 . 0 tei1ogo alem ã o Johann D avid ? ?
M
co mo
"
u m a v iagem feita p o r o r
'
dcuì do rei
"
.
4 1
0 s dinam arqu eses m o ntaram
franceses, foi apoiam p( ıo m iīĺ istro M aurep as, e descrita no teh to hn presso
locais. A fiunosa expcdiç iìo cien tífica ao 1
?
t
·
m
,
em 1 T 3 ti, po r tm r gn 】po dc sáb ios
cİ entjļ tas co m o o m ė d ico W illem P iso para estudar e ľ egistrar ł fatļ na c a nora
M auï icio de N assau ( 16 3 7 - 4 4 ), que co ntava co m artistas co m o F rans P ost e
dc? . U n i dos prinleiros exem plo s ė a expedw o ao B rađ nion m da po r Joāo
científicas iver p . 4 8 ), se e ste n dia ,\ s partes m ais n m o tas ilo in ıpėrio e V arn a16 nl
O patrücīnīo governam cnta] 【īa pesquia, jii di§ctitid o no caso das acade ţ trias
peran ç a de qtte L1 17 7 dia p udesse vir. a s - lo .
paN . e a iH fbn naç āo era cohgidn nm só p qr scr hn cdiam niente úa , n M s n a e s
m od ernos e esp ecialm ente p elas im p ė rio s, 1 1 1 a 5 a c u r iosiĹlade tam b ém teve seu
m u ï n inìp ortan te para a coleta de infa rm aç ōcs pelos priŊn ciros E stados
nio đe V elasco tlo século X V Į . O desejo de contiole ern obvî ; 1m en te Lini ? ? est
sem v1lor prático evidcn[e pam os dírjgentes de urn im p ć rio ï enibla o t】? ? uest i
pcrÆ n cia cnl lugn
·
es exť ? m . A nń sn wa d ť in ? rnw ç āo m com conh cchn en to
sa, İ M pņ ;to oo co m .m do da nova expcdiç āo preciaınente por causa de suA ? ? e
d? noll. JOStph BiıĮ in. Q uc servii co m C ook antes de sc allstar na m arin ha n . ? ? l
A iłŊtl tìncia da expidiçio do capitio C ook sobre os rLıw o q é tam b ém d igna
nessa exĦ xwāo dc cam a de in ?
·
n l aç ōa .
de civM zaŃ o. sua ė nfh c caulh ė nl sugc ľ c o cnvoh ? em o p esso al da h nperatliz
īnan cira de uam r a
'
n M hc ľ cs R ıw c úguınas vczŤ s considerada colh o indicador
ta« c
'
, U rcnm · . c m ' u . ų Ţ ns c M rco nlw ło ? vida c eco nonm " . 4 0 E nrbora a
Plantas utei
,
. ın c tłİcm lcnto ' c tinn lrasī alim Ľ ntos c nancira dc p n ' para- ]os; ? ? hab
rchgiosas ou prnĤ nas sua tmadiqM . e du w · āo c nm ı? ra dc trM ar as nï uhcrcs
ficû ç ōŁ' s corpo rais : seu governo . M a n c iı
'
n s
, ocu paç les , c e rim ifjn ias e superstiç ĉ ies.
no caso de O vaM o , n o įmperath? "
'
hwwc sua dkpo · ńçōcs c difh em cs quıH
bĮīcaļ o rl ; 1 t'poca por M aw in 5 a tier), ın c hıh os po ntos M · gtï in tes. E x pressos, c o m o
(im prc\\ a' 1 1 o , 1 1'tndice tio ı( t
'!a{d {/ľ r¢m ¢l t·. ţ p(
'
¢ıi(. t) , etqer,įñ(tl lï o rlo rti d,ı J ŁlĮssia , p\ı-
aicįais para a s 11 1cnlb ro ' da ç xpc ,liç io ā S ibiria durante o reinad o de C atarina
para nrapea
r a S ib¢ria e estudar scus recursos m inerair e hm n ano ţ . A s insm iç ô es
lado S ir S ann tel 13 en th a
īn (irtniio do niais fam o ç o Jer? ım ') entre 1 7 8 0 e 1 7 9 5
C a tarina, a G rande , tin in teresses sem elhantes aos de P edro , te n da ? ? contr
O C t\ N T uJ L T no ĽO R V I rC H W N T o 1 1 9
que as vlsltaç õ es cpıscopaıs erarı1 t o ı n a com o m odelo . O ucrc) nıodclo p
u çsivt
· ı
rcligrosa dos habitantes,
ı
iu a s tas c saııtos favo ritos, o que sıısrcııt. ı . ı teor
i. \ u c
quali 山 dc das terras c núm ¢
·
r n dc hospıtaıs. o utras, a in d a , dizıarn respt
'
ı ro i villa
nils das pclsuntas rM avam de qucsń cs plincas de adm ınm raç
M . Prmlćgm ,
15 7 5 e ı 5 7 8 (5 7 perguntas ou 【, tpitulıs no prınıeiro caso e 4 5 llo st · gundo) A lp
i
relatórios dcn vavam das respostas a questionários (itıırmıť , łhìritls) t · n v ra dos enl
aproxıııradam entc M X ) vilarejos em um a n ' giāo da E \ panha. N uva C a\w la E w t
·
feitos relatiirıos deralhada\ , hoje conhecidos com o R t · 1, w u ılť s r¢ll ]tr , ilic, is. Dc
m onarca de p bineæ po r cxcek ncm , F M pc n . Foi na ė poca dc F rhıì Ľ q u c bmn
Para urı1 exem plo do ııovo sistem a cın operaç iio podenıos voltar
- n o par, 1
0
crıç iio exata do pai\
"
.
scm . U m dos conselhos dc し cibnız ao czar P cdn) , o G raiıdc, e
"
o bter um a ? ? dc
vıą )assem a !inı de conhc
·
c t
·
r suas regiô es e envlaw em ım ticias , io quc t
'
n c o ll t r a s
rios. F rederico , o G rande, por exem plo , m s tr u ia ells functonirios pam q\ıc
dcecssores a inii) rm aç ōes, m a s e sta s v inham , Ie scgtında m . Io , ı1 a tbm la , le rcl, t t t\
viajar exten siw rm ente po r seus rein os. T inham ınulto 11 11 1'i a c e ss o quc st
'
u \ pn
'
C ontudo , o s F overnantes- buracm tas tinham cada vc
'
z 1 1 11' n o s o o 1 1 1 0o para
divem lugares para que a im peratriz a inspccionas$ c in ú m cm s vczc
4 2
quc cena dctem unado a construç iio de urlla ctdaL Ic
- m ouclo a scr recrgŁu
da em
de c o o t · la fo ı stıpostam cnte engan ada po r seu favo n to , G r
vgón o P otem ļ ın ,
ta tlc C atan na. a « rand« , ii N ova R ússia o111 1 7 8 7 ė conhccid , l graç as ao relato
reinado , v t a java atravė s de seus do m inios para se m anter bcnı in ïb m r. ı tlo A vLsI
nuou uurantť o periodo . Freden co , o G rande, pelo m eı1os 11o coıı1eç o dc seu
logo apds sua , r s c e n s iio , pelo rei
-
m e n ı n o C arlos IX . E sse m éta , lu dire · [ o ? ? com
cxcınpkr ħ m o
so do sė culo x v I ? o
"
o u r de F rance
"
r e a hzado cln 1 5 6 4 M ,
i1cıra dt
·
a dtlum r cssc t
·
onhed m cnto era fazer um gıro por tod . 1 a r e giã o . U m
m ulto sc revela \ n m interessados em co
nh ecer seus p ov os e tcrrit
ó n o s. U ın ,ı m a
C o mo m oç ? o exem plo do C aLLastro G era) (D oınesd, ły E
m tA). o s gavcm ail[cs hā
A w un t o ı in t em o l
nhecer
"
(. \ lrfrïtns dt
·
s lq) n ll£s ¢) l¢ł liır
v
t t r rlt' IO łï f ť iv, tlłir potłr It}N T Colm tıîırt
· ).part
e do obo.
" C oloqucnıos linııtes a essa pai
xã o dt
· tudo m vadir para t\rdo co
preç o do esclarecinıcn to
de ctT tas q u H t
ð cs dc geo gr
afia fosse , ł dt · \ t r u ı çiio dt ·su
, \ s ı\ · s qıłısłï ĵ . Iilost!/îć as (17 7o) ç t) b re us
aï n cn canos, lam entava no preliclo que oalam
rar cen os seto res. O t
,
s c n t o r
holandês Cornelis dc P auw , por cxein plo , o n l
N o ūnal do século xv III , o n únıer
n crescente J essa
s cxpcd
iç ðes co meç ava a
cando L uis x Iv <
· dando aos franceses unı m ıpé
ń o intelectual (1
'
t
'
n łpirt
·
tlt · I
'
t
'
spnı)aradė
m ıcos. s o bre a
"
s a bla po linca
" de c olbert de apoio à culru
ra, , ı s \ l rl l ? ?g]orifFontencu
e. s c c r
v
táno da A cadcnua F rancesa d
e C iė ncr, ı s , o 1 1 1 s c u o brtuān o do\ėpoca tam b
ém estavam cientes
dessa que
stã o . c o m o t e s tem unha a obscrvaç āu dc
hole. piarır1ì um ı boa rm
agcm
aos F o
vem os patr
ocinado res. O s académ icas da
ı Z 0
uM A ıııç r û R IA stlcıA Į ix
) C O rvı-IF T
·
I I : \ r w m
ì
do 0 posto de f'spi, i irrııy 111
4#
cm pn nciptos do s ť ulo x vI I , o \ rn lbr
m antm tìcav , lın rlo pJ lĵ cro rc, I I. e tbra cria
R u nos, a x hoh aw nnum m nbus ou , c n ı w r n m
'doquL m . o s t
'
w nw N , 1 b pan ha,
verna
que rcnlonm m . 1 o passN h . c o n t o o s ųĮ cncs secrcto \ dtn nn pcradūres ro
Espıô ou " i n lbn rram cķ
"
, lonıė stlcoķ paw s cr. M l o u t 山 ı tl s [ r u ll t c H t o u c ? ?
g
cm nán os em S āo PxcĦburg. ? ?
tanh Ġ ni conm buiram para a W . u
m dadc Lłc inm · m · ų
· ōc Lhspunivch N r, ł o ţ nn
quc os governado res ap rcw nt. 1 1 5 0 1 1 1 r c ]lton o
\ regulares sobıe
ų u . Ľ I provincıa5
nunm nas pm vincm . A G rande C o nnvń o
de 1 7 6 7 c a ohcnaçm, c n i 17 7 5 , para
X vm . A . A . V ıazern? . procw
'
, klor w , d do S cn , 1 ? . M o n w u um . 1 r e de tlc ııu or
para fins -łc controlt· e \ t a v ,l c e n l ln e n [ c presclltc rl. ı lússl, l u c ĥ m ,iu seculo
funcłonìr ıos stic agiaī11 nt) cna rn7t
'
p. R is. 1 1 1 . ıs o d t
· trejo tlt
·
ı
·
c colhtT ın lb rm J ç o es
dom , pO D Ť cr um cerm c x q c m , L IaLIo u n ť nn cro rcL n
n n ncm c pcqucnu dc
C ham ar o sısm m A russo ?
" E . rdo poh
·
ı . J
"
. c o ın o ĥ zcrm n 3ĶNn hßm rl. ı
\ Ų m o \ sob re os m t) vtm cH Eo x Łl, 1 Pu p u l. 1 9 0
a cv, lsāo dc nnpm oq . c v w pawaporcs sc m n wam nlclm dc conm c d o g o
dcscw
· ño ñ sıca do pnr u dor. O rï g n, ıhncne cohr pmpuı to nscaw p . ? . I u n pujjr
coincç arn n a w r m presw w cn1 7 ļ 3 . e c m ı w o s boucm m K . M . m o s ı ı ? uiani hina
w portc
ıi ın te r ï 1 o i 1 1 . ı pr ĺ m t
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im a ı 1 1 ť 【 A tlť tlo seculo X \ · ıll. Łs \ ch P . w lpu rtc\
tìa】s.
¢ h T ıım bi · in u govcrno rtısĮ o pas \ oll a rcq trcrt
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r quc o ı . 1janrcs H vcw eln pas
dc 7 7 7 . pE ssoA s dc o r g ť m ah
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lean , 1 n n ham tŁuc por . ? p. I w c o u t
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a r hm
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#ucm . M ani cstendidm . ım m n pos dĽ p. 1z n , 1 h
·
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J do eculo xv m . 1 hxn
aparncla norınaļ . Passaptıttc:, o r ıglnałm t' m L , \ , 1 ıvo cL ın ,lu[os cm [ o1 7 1 0 1 de
enc dc W m na. c a n i 2 0 anos tlc M . ? , barM . c , rb? cm . M ho . o lhoç cw u rm c
a n M į nu a cın 0 4 . o hen · o u quc cra ? · ? m u o n e le cun m um ıngM proven
,lie】nınaçjit) d, ı ın lしç ,iu . O V l. ı]. ı lı t Ľ P hılıp S klppon . T ltıc n ' ( t ·bt' ll L ' W ť lloıltn łlıo
Waantes hvasscm pase t o nhceıtlm co nm hùurttť o u hoU rm nO p, ı r a hnm . r a
nd,ı Łic,
"
. E m tem pos d t
'
pcsTc , o 1 t un' C ıho U l' \ , 1úuc ıt. i ıı. i n o ; r c qLıcrı, ı m U uc o1
ınarcado pelo su rg ım cnru dc van t» ų cq u tv . \ lcntc$ U , ı m o tlcrna
"
t
'
, 1 r tc, ır . ı U L" \Lìc n
goverıroi 11 \t) dt
·
r ı l o \ par. ı o bter lrr[or ın , 1C}CS colli ıin \ tļ c · Ľ n n t l
'
u lc ( ) pt · n ( i L Ir) tn ı
V Snas c qu c · in u n ĵ rm · n M c w , ıv a n ì m n w o thspoM ç ìo L? prn ncrĦ n
C ◆lbcn ) c pelt) . \ m t
· btw n u c lţ ¢ · n n b (ırinao tlc ı o \ Iv o Is rıv/ I U c (
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rıu m cc n ham w dn t
·
H ľ 1 M lo \ n . ı ıl lt ' \ 1 1 1 . \ c po ľ , ı pelo , ir L c hıç pu ıo ucn ( ïiıhn de
N iio parecť t
·
o ı t ı c t d¢nt · 1 1 quc tlĮ w qtrn n . ir lo \ c c ]cĦı, ı \ ti c o \ part1Ľ ul, ir ırrc ı1 tc t · ?? la b
hina r l c dc kvarn
'" n cnuw rnquhľ s 4 P ote tcr u m , ıŁhr dc cınM · n 1 o a Ķ rqľ r
hre , \ s área; M Jb rc as tłu aı\ ( T , 1 1 1 1 r c \ po ıi'ińvť \q. PnLIto U cpo\s dcu ın\rrtıcic\ para
pre \ ť ı1
[ , ı n t c s n . \ pmVlnCla. o 1 r n r r m l,łn r\ . ı qt]c lhc mtnd. ls\ tın ]nli)rm . tç ĥ L= \ o -
( ołbcrt em outn ) tlu c g o ' [ a v a de u\ıt\tını\ . \ r ı o \ . [į ın \ o ( ı, \ ] n\ uıu w tıı r c
lcv.l n [ J m c n r o du centro a tle w gu c u n ıo L Ic
'lu đc um ltvant , \ ıı 1 c n t o tla pen f ria.
4
nntc ób
vıo . A R ť innon ť s m ptv n? , s o fcw ccm unl cxcrn plo dc un1
J , l r vgıĵ o . (-pıral¢lotomoccn'od, \ N ov . \ E \ parllıa cm 1 tio (l(vt' r p 1 18 ) 6 6 , ? ? \
cra , I
"
,
· orop atia
"
hu m . ın ı Ę u . U m a deıic n
\
ìo ]ıı \ tó n co g ť o g r. Nva . Ie ? ? dcter mì ï n
otıınuH ı ı1{\ ( \ LN H H m w - ız ı
dem anda por m apas, a lguns dos quais sobreviveram . 5 3
ń o de 1 5 7 7 , e n v iado aos do m inios de F ilipe I I no N ovo M u ndo , incltıia L
ıı11. I
E spanha a partir de ı 5 7 ı, tazendo um levantam ento do territirio. o ? ? questio
n
O cosm ógrafo português F rancisco ! ) om inguez passo u cim
·
o ano tll N o
v,ı
E spanha. M a s m o r r e u pouco depois da nom eaç iio e o projeto fo i abandonaLIo .
ve] , professor de m atenıátıca em A lcalá, foi encarregado de um levantam t
·
n to , 1, I
nıulou o m apeam ento da P eninsula Ibéń ca na década de ] 5 6 0 . pedro tle E squı
-
plancjanicnto c assim racionalizar a adm inistraç ã o . 5 1 F ilip e ï l, por exem plo , e s ti
m apa estabelecer fronteiras, defender o E stado co ntra seus inim igos o u tacrlitar o
instrum enco de governo
"
foi im portante nesse pcń o do , fosse o propósito do
va reg strada na form a de m apas (figura 1 3 ). O
"
su rgjm ento da cartograĥ a com o
B oa parte das infom laç ô es que interessavam aos funcio n irios dos governos ? ? est
O m ap eam en to do E stado
continham pastas pessoais dos principais suspeitos, incluindo rt
· tratos. X
t
catěs da capt tal. A o ónal do século x v III , o s re gistros ou J ossi ? rs da policia ancesa
sediç ã o se fizesse sentir. Por volta de 1 7 2 0 ocupavam seus lugares em cerca de 4 t)
drc
ĥ pois pousavain com o m oscas nas paredes dos cafes e outros lugares onde a
L uis x v era observada de perto pelos inform antes m ais conh ecidos coīno Illt?ł? ?
bóhcos. M as o pro cesso nāo terıninou eın R ich elieu . A P aris de L uis x Iv e dc
dos po r toda parte
"
. N os dois casos, o s m étodos do cardeal eraiT l vistos com o ? ?di
A lguns ım putavam esse fato a Lm l espirito aiă vel, e o u tr o s a s e u s e spiô es ? ?espalh
m al dele em P oıtrers sem que ele fica
sse sabendo quatro dias depoisem P aris.
F ranç a com o sc uvt
'
s s c estado presente , e duas pessoas intim as niio poden ai7r h lar
n7em ón as que o card
eal R ichelıeu
"
sa bia de todas as coisas qu e se passavam na
U m vıajantc escocĉ s 111 F ran ç a do sė culo X
IX . S ir John L auder. R e gistra em suas
G raç as a esses nıéto dos. o s governos estavam cada vez m ais bem ınform ados.
ou ırrevtrė ııclı n . \ lgre】a) tlc\am scR dt
'
positadas er1ı caixas difewnrts .
'ı
"
山 iėrem es tipos dc dcnúnlıas (dť bandidos, e x t n n ö es, J
ogo . c o r r u pçiio politica
núrıcıas, a s s ı n a «las ou niio . E m ınc. idos tlo sė cL ılo X V I I , o s ls t t
'
n l a s e e s pccralizou e
pon\lė ncl, ł n a lbrnla dc botas d
c le io oııde 0 públic
o p o dia d cp o\ ltar S U aq ? ?
d
V encza. t ) n dc o g°verıtt) taz】a uso das ch am
adas horrlłi di I ť ttnc, t ' a ı x as tlc eo rrt' ? ?
tbrm aç āo chega \ a c liao precisa \ a scr p
ıu cu rada .
"
A in csilla observaç ã o vale para
quc intornıantes pagos tıāo er
am cnıpreg
ados por
5oro111 desnecesinos .
" A in ーq
uell m stltu ıç āo , O bservou
- sc sobre o gover
rıo de H cnn quc V ill da Inrdatcrra
E su do
"
1 1 . w cneza do século X V I rend ia ho m enagem
å s o rıgeıts eclesiástıcas ? ? d
nom e ıç āo dt
'
u m gR upo dc tilncionárlos co n
hecidos com o
" ï nquıstdo rcs do
quc hi m ulto st
'
o c u pava da dctecç iio da hcm la.
Da bla$fcm ra e da rm oralidade . Ąn
hos cra ou 旧 洁 cnl に
”
a c 미 ı 飞비 1 1 . A pa tentem cn【c ap
r ビ n 山 山 P 시 0 E stado 山 Igrcla.
L) ınccntıvo às dcnúııcıas sobn 0 5 que dc
sobetleclaın às regras po r Seus ? ?V I Z
ı Z Z uhm tııW \
\ R IA v w ıA ı ıx
ttu N ıııi. ( ı \ t E N T \ R
especialniente interessados em saber
quantas pessoas viviam ełll seus don
rin tos.
tros se interessavam cada vez m ais
por īıūnleros. A lém d os fatos. E stavanı
taç āo de inform aç õ es quantitativas enl escala real. O s governantes (
' seLls m ı? ?n
l
um a das razòes para o aum t' n to do interesse o ficial pelos trrapas t3 1
-
a w a aprt
'
? ? s e
l
O su rsłm en to d a estatiıtic ·
Iharıa requer conhecim enco acurado do terren o ìs
Pelo general c
'hefe do E stado - M aior, n a presun ç āo de que o transpo r te ue ? ?ar
t
do E stado - M aiorj trai a o rigem nıilitar no próprio rlo m e, poių fo i o rgan ız. Tdo
vasāo na ė poca da R evoluçiio F rancesa. O " O rdnance S urvey
"
IL t' \ , ı ı】 [ a ı7 ıc n t o
ço u a ser m ap eada no tin al do século , parcralm enre coın o reaç iio ao rem oı · de 111
H enN a (17 6 5 - 7 7 ) e Irlanda (17 7 8 - 9 0 ) . A própria In glaterra, porė m , só ? ? com
grande rebehāo dc m s. S egu? n se o m apeam enm do quebec 0 7 6 0 W ,
consrruqāo de estradas e à
"
paciticaç âo
" đas H ighlands [T crras A 1tasl depois U a
17 2 0 . E ngenheiros n mapearun a E scå cia 0 7 4 7 W , prCM o Ķ . do ā
tes do centro . A C ám ara d e C o m ércio pm pô s o m apeam entņ das co iô ni l\ 1' l1 1
em m uitos dos dom inios discutidos n este cap ítulo . a periferia fora conhecida , lıı
O caso da G rā- B retanha ilustra um a vez m als a observaçio seg m do a Ĺlual
prio czar deu instruç ô es detalhadas aos geodistas. 57
em P an s elli 1 7 1 7 c sugeriu correç ōes eill seLl m apa da R ússia ; em 1 7 2 1 , o prń -
inrnuçðes necessárıas. O próprio P edro se encontrou co m o ge«igrafo I J elisle
de tırapear a R ússıa e estudantes da A cadcnria N aval foram usados para coligır as
van[am entos. O gt
· tį grafo alenıio johaiı B ap ń st H om ann fo i encarregpdo por elL ·
E ra de se esperar que o czar P edro . o G rande, s e interessasse por m apas e l( -
fora acordado . 51
m apas foram usados para assegurar quc
nāo h av eria dispu ta posterio r so bre o qLĮ E
que pô s tim ā G uerra da S ucvssã o esparúro la no final do rein ado de L uís x IV os
políticas. A lém das nrilitares, para - cuidad o co m a precisāo . N a P az dc U trecht,
sini contribu íam para o m apa da F raiıç a acim a m encion ado .
s s H avia boas razćics
cipulo G uillaume D elisle , gcógraİ in
-
c hefe do r vi, e S c ' t l i 1 e t o C ésar- F ranç ors ? ? C a
de V auban par. 1 apertė tç oar os levantam entos rn il
i tares, e iìquanto seu , i n tlg i đ?? i
nom o G ian D om enıco C assini m balhou com o eng
enheh o nń hm r S ébam en
conhecim ento . O O bser va tt\rıo R eal foı usado para fins cartogrāficos e o ? ?aric r
tra vlvam cnte o processo que
alguns s
ocıå logos ch aīn am de
"
c ienti
ĥ utç iio
"
do
17 4 4 , u n i a gcraç . Io após a m orte do rci).
54 A can og rafia fralıct
· sa do periodo ??iltt
rado da F ran ç a (tanto [raba]ho foi necessiirio que o nì
apa niio ĥ cou pm nto atĉ
16 ? Ł) . し uis x tv aprovou um a pru p°sm de C ol
bert para fa
zer uı71 m apa m ais ? ? ac
de C iências recom endasse ın eios de aum entar a con ĺ iah
ili 山 de do s m apas. E m
da cartogm lia e pediu m apas de cada provincia. E m 1
M i8 . pediu que a A cadcntja
m apa da F raï ıç a eīn 3
11 ri) lhas. c o n c luido em 1 6 4 3 . C olbert era outm entusrasta
N a F ranç a. o c a rdeal R ichelieu , v ir t u a l ch
efe do E stado , c n c o m e n dou onl
t U nm H isTO R IA
W X ıA ı IK ) C O N H E ( IM E N
T ( )
clero das paróqtıias com o fonte de inform aç ĉ ĵ es, e s t a v a u
s a n do fbrm tılário irı1
-
casanlentns e lı1ortes. N o século x v I , o gover no Ĺie V encza, 1 11o tıN 6 ť 1
1 1 tıs ; r
v
, 1 o
minou
qtte o clero das parť iquias m antivL
·
s s e rcşistro\ dc nascinR · n tos,
don? o sobre núm ero de lares c im posm . o governo dc H enrique v H I dcw r
consis? am em Ievanamcnos cidade por cidade, c o m e n do respo « as a um ques
Proviı1cia de H olanda, por exem plo , o htqttéríıo de 1 4 9 4 e a brhnıltiT rìo de 1 5 1 4
ram ente veio a sc repetir, 1 1 ) a s o e x e m plo fo i seguido em outras cidades. N a
ciaJnlcnte para fins de im posto .
6 ı3 o levantam ento acabou saindo tao caro que ? ? r
U !n censo cia ciLï adt e seu território teve lugar o111 F loren ç a em 1 4 2 7 , e s s e 1 1 -
tao cientes de sett valor. ( , 2
Para os governos coligircm esse tipo de inform aç iio quantìo os individL1osji ? ? c
garandam um conhecinienm pouco usual dos núm eros. É obvh m cnw niais ñ cH
ca
"
, CSdmuada pelo siscma educacional, c s pcciahn cm c as escola dc ábaco que
ram bù n rcpúbhcas donùnadas por m ercadores conl um
"
m c n mhdad Ľ ark niė ti
eranl peqtıenas
- o pequeno é eficiente, a lėm de bclo . Florenç a e V eneza 6 1
-
a m
renç a e eneza no sė culo x v . F lorcn ç a c V t · n eza p odem ter sido pionciras porque
usar inform aç òes apresentadas caın nūn7cras sio os das cidacles
-
t
· staclos clc F 1? ?
to ao nível da cidade utrairto da tliocese . O s prim eiros exem plos do intcresst · c m
E m m enor escala, hń m uitos precedentes em relaçio ao ceï 1so nacional, ? ? tai
(17 90 ), pelo R eino U nido (18 0 1) ビ F ranqa (18 0 6 ) . I . '
tam bém foi feito em 1 7 6 9 , s e guido pelos recém - independ« ntes E stados U ni.los
censo da M nam arca e da N oruega ? renn zado em 1 7 6 9 . U m censo da E spanha
xvm . o c e n s o n a c ional se m rnou um evento rcgub r nos países ocidentM . U nr
conipt? ório
· nachnenms, c a s a m e n o $ e m o r w s . m A parür dc ĥ ns do qė cuo
OPiniio na época, a s sim com o rejciç iio da proposta d( 1 7 5 8 ç ob re o res i\ tro
da ao P arlaıncnto U ritiinico eill 1 7 5 3 : sua rejciqiio ć revcladora das tend ĉ ncias dc
U ı1ı ce11So 11 lcional tb i realizado 0 111 1 7 4 8 . U nia propos【a de C ento foi ? ? apresent
necessc anuahncnc os n ń m cros dc nm- hm · n m s c n io Ħ e s c n l s u a s pnróquh s, e
pEssoA s é a nL m r riqueza dc unl pm
"
, deterï nin ou sc cm 1 7 3 6 quc o clero fo r
niuh r o cnchncnto da populrç M com hase no p rincipio de w c
" 0 núm ero de
adnń nistrado pelo gom
·
no. N a S u ć ? . o n de , governo d nha interesse em esti
za\ı núm crLìq relativo s i m o rtalidatlc par, l c s t :ıbclccer uln siç t( 17 1a dc anu idades
Sćculo xv n , n a ĺŁcpúbhca H O h ndm . o a dvogado Ľ c« adisM īJn dc w ? jĵ utih
H n · ia outrm razô cs pn
·
a o iıncressc crescente pd . t dcınoraĥ a. E . m m e a dos do
Ń N . c L ondres cm m m . po ľ cxcnwo , 10 1 um ? · C S ?mulo W · a e s m c o m a.
scr cougidm . A per c quc assolou a M ha coul iınpacro parücub r cm ı 5 7 5 e
infornlaçōe soh · c nascinlcnm . c a s a ı n c n t o s c n m r e s m m tń n com eç aranl a
os so
vL' r n o s n iio po Ĺliam m ais se p cm litir c ;sc tipo clc ignorān cia .
(3 ı7 1, in lıo đo
·
i e x ércitos atım en tava rapidaın ente , c o ln o a c o n t Ľ c i ; ı ï 1o sė culo x v II ,
13 1 . Quando o nūnlcro rcM n āo pasm va de 8 . M n.
n N um nìon lcnw cnì quc o
0 govcmuo inN · i. por cxcnlph . A c r c dkava quc o pais d nh a 4 0 n 7 il pnrĠ qu h s cnl
Governos anteriores sd tinham lido capazes de fazer aproxim aç ô es m uito cascas.
0 ľ CÌ IV R R O L E ıx ) C {Ì N H F C H 1 E N T ll 1 2 5
qtıc de U orgt}nha. N o inal do c u l o . E m [ 6 9 7 , u lı1 qu ť stıo n , irıo de ı ) po tī (t) 5 r
ol
pan ilhado pelo circulo rcti) rnııw a t" m [ u r n [ 1 do hcnlcın ) do tn }tlo tranc ĉ s, o tlu
C o lbert nāo es【ava sozinho cm seu ınteresse
pelos nūnn
·
r o s . E s(c cr, 1 c t» lì 1 -
portavm .
M ł
de m vm 'i holuıdcses e a q u. in údadc de vm ho Ĥ an Ń , qlıc H ıı
eııtb . R ıx a do r da F ranç a llJ k t'púbııc. ı H olatıtlesa tT . 1 ı n 1 itrtıido a tb rm · ccr d ť [. R llıcs
receber notict rcw lar es w bre os preç os em diferen tes regiōes da Fmnça, e o
ram bė nl cm łva cx trc nm ncn c ıncnmado nm núm eros d0 conrć rm . H pcm v, ł
nunou a pubhw
- 0 nicnai dc bam inm , c . l s a n w n t o c e n t e r ım c ın pam . C N bcr
m anejo dcss« recursos em U nhas cham adas dc
" baconıan Æ
"
.
ľ
E ni 1 m . Deer
partį tlm , 1 s , E m 1 6 6 9 , s u a deh · r r n ı n , l ç , io Tclauva ās 1lowtai dava instruç ōc\ p , l lı o
cesbt+lad ◆ 山 M . i r m ha. E nı ]f\ ťi7 . D t · ccrlm no Lı que sc ı11 * n tlvt' w c m r e gtw ros tlas
colbert determ inou um ceı1so d . I \ . Ir vo r« n a s ł]o restas re. u s . pens. ł n dt) 1 1 , łs ? ?
n
m eros precrso s. Q u. is t · l m « · diau nicntc d epo ts de chegar . ı L ) podt' r o 1 1 1 l{ï o l.
lieu dcternım ou ı11ultos łcvan tainentos (ť nqrit : les), incltıındo a exigė ncla dc ł? ?ri
N a F ranw , R khť hcu c C oh ? · t pcnm vam cm hn has scm cih ? n . ? chc
da nu« ura dc unhdade coin b mu ms m ais anıplas de cm
·
m M dadc. M
pul. Rçio. D tw n ç as. A r r e c . ıdaç 3 o púhhca. o c u pantes dos postos e[c. , s eilt e\qlıecer
vcsW '" a s m , « o dc W · nuer p. Ĥ
"
hava 5 3 que« ðcs sobre salir M , pr? ç o p0
. t u g° vt
'
r r i o
-
. Fnrerew ava \ c p or q u t
'
s t io n irıos e \ cu iııan uscrıtn
"
m Ł
· todo L Ic ?? i
tıcl
"
, {letim \h co m o
"
a a r m dc racıociï īar C O LT I nūm eroq so b re asqu ıT to \ rı · ı, 1 t l \ O \
H J rthh cm L. andre vcr p. o5 Q . a c n xhmva no quc cham ava ?
"
arim? c. 1 poh
Pcm . Q u ť c m m
'
ıa n o s c írculos dc M arin M crscnne cnl V arn c S m ucl
a papu laç . Io , la G ri- B rctanha e da Irlanda .
( , 5
ınw c' t \ r u c ıin ptìrt, tçiio t
· txp° rt, lťio ) c dc su A \ ten t, t tlvas dc c, ı lcular , 1 n qtJcł. 1 e
tlt' Ľ \ t a t ıs t T c a .
.
ıt)hn ( r. ı ulır. C rew s K ing c o . ł n ı 1 go dt
' K Ills , C harlu , ı) ,lv e n a n t
em a cp ) c
. 1 dt · Vdlı, ı m P ť tn · ((]ut' u e Ĥ ndla a ń ın daţ iio d e u n ia repan ıqìo centm l
9 ou \l, l ĺ w)ptłı,ı \ ,it) \i, l \ c o lń nla$ . \ l l ı cn cınas. A inglaterra de ĥ ns do sė cn]o X V I
ı) c 1 413 5 cln , bante. pur t
'
x t
'
n ıplo . 1 C ām , 1 r , 1 Uc C o m ė r
v
ı o brırim c, ı sc (T 1carre
Lhyi n . ıng? erra com o whnul m
· nhm 'ıns c n , Franç a co m o
· M · Uť F whıqnı"
europ? . dcscnvolvcrr+ c cn n cinc m c n w pur d
ado\ quanm a
nvm . COnhcc
N tw . ı (
-
astc·lA tlt\ crıro , ı c 1 m A N o \ tcuıo x v II , ĺw ï o n ]o11 o ' c n t m c e r t o s govem o 'i
nha v ? rc. HZmlo on1 I sų n ų ı, Ingo d ť p° h do h van m nw n co nān e a m n c o dť
par [ır Llc ltns tļ o v icu lo w ı N L ) ť \lc \ lırp r
v
e n dť r que u11ı C c ï l\ o da E .
' P . ın h, l 【t ,
n1 cnc c paw aranl a dcm rn1ınm m . ü
· i C nL H dc? hadcN Icvancuncnm · s o t L u a
tam bem ap renu t
'
r . in ı 0 0 1 1 1 O h prcccdt
'
n t c Ç C t Icnjstï coq ım nctnnados antcn or
U · i Ńnıcm náruw d o E stado u rr H ori. m no Sń w npregaraın n cm . c oH 1o
utıhzo u (- eiern 113 dė clda tlc l( wl para reunir ın¢b
n n , i ç łit
'
\ s o bre o ' pobres.
nos. N ī c ıl i n a s . E nıprcgaLItľ i donıa itıcos c g° ï ıdo]. ıs . O govcrno
británico tlm bė ıu
111onos p adrcnn ı. T da. canı tabel. is c u lo\ itcırs ın ( lLtiıiï ı ho n
rcnıi, 1 7 1 u lht · r e s . Rlıcnł
prcw ()h pH Ł ¢p rantlr quc o1 ınfbnnts lh \ c
'
r n a prctic
'
llta do , de rıı. ın c lm n la ıs o u
¢ zó uM A im rC lkm v x J A ı Ix ) (1 ) W in · f ı M E . N l { r
sendo constantem ente m ovidos de um lugp r para
outm , s e pım tlo seus d
onos. O
cunıentos eram m uitas vezes nıantidosjunto com outrcìs û hyeto s 11 '
' ' C C n o s , t
'
Pratclclras do P ublic Iecards O ffice . C ontudo , durın tc . \ idc M ėdla. U \
,?? l
niente pctlueı»o , a [nglatem , c o n tinuam a abarmtar ulli exp
rt' s s ıv a n únıcro ac
C hapelle em P aris, e o s r o los de perw m inho de ulli reino m etliť v 1l ? ?mlati
v
unl
"
a c e r v o de docuın en tos" (T ri' ( 7 r tica C lłartť s) 171a1s tarcļ t
'
ı n m tıuos 11 1 S . u n t c
Prervado grande īn assa de do cum entos. O rei F ilipe A ugusco da F ran ç a ch arn
nais, c o m c a tálogos, indices etc.
7 2 G O V ernos m edievais J i havt. im produziLlo c
si[órios especiais, o s a r quivos, c o m guardiiies especiais, o s a r quivist. is ? ? protiss
r
À m edida que aum entavam de volum e. o s mgistms passaraırì a precisar de ? ? m p
G ııarda e recu p eraç io d a in form a ç ã o
m cıras aç ô es dos prim eiros rebeldes Ř ) sse quem rar os rL
'
gistros oti t
·
tals.
ser o u v i na lnglaten.a no século x v III .
7 1
N ã o surpreende poIs LŁu c u nia U ,l , pn ー
dıi bť tiï iı, (
'
e s ı llłť lrre ıc p ť llpIt
' dfııı ıłn ť
. çrundr s(.riljıudť ). T ais alìu eç ō e\ , m i da pod ıaln
que
"
c o r i t a r lh nilias e gatto é ebcravizar o p ovo
"
(Aıin· tť dtlttln tbn ' l ı w l l t d ť . /,ıiN iııť s t' t
15 5 0 . o 1 1 1 N ápoles. 1 1 a déca de 1 5 9 0 , e n a F ranç a, e m 16 6 3 . Q uando se afirm ava
ou do ?hsm nento n? ar. H o uve oposição n L uúiė wa ao censo cm ? · m . 1 . c m
vezes cani rm o , quc ais invesdĦçōes seriam seguidas pelo au m en to dos u n po s m
laç ao anım a】 11eın sem pre era beni recebido pelos sú d ltos, que suspE LTA v 1111 . i 1 1 u l tas
0 itıtcresse dos governantes em quantilicar o povo e å s vezes tam bém a pupLı-
: eus m em bro s.
T u
para se ocupar da estatistica. a T abelko in m iw ion , c o m W argentin co m o unı de
cm enl 1 7 5 4 5 5 . E ni 1 7 5 6 o governo sueco n o nw o u u m co rpo p erm. M e m c
m andado pro\ T dcnclar), e ın a r tigo ' publicados n . l r e v ıs t ı U J A c ıu em ıa d e ? ? C j
cebcu a tarct
-
a U e analisar as estatisticas d c ı1asclm ellto s c m o rtes (que o clern tb ra
ao a apnivaç , io de ı1 0 V O S inıpostos (17 18 ). N a S uė cia, O astrntnno W argentm ? ? r
P nissıa n , 1 Ćpoc, ł de F rcdcrıco . O (rande. N a lússra . Tbi in iciado um censo ? ?vis a
Lcıbm z reco mcnd . T r . 1 tl a dccaJ a Łlc łń 8 0 craill parte
' do dıa a J i, ı do goverı1o d , 1
csrendıam para ou tras partes da E un p a. A s tabel. ıs c s ta tistit
·
a s (. St, I , ıts n Jh · /ił) titte
d¢ · s \ c npo estavaill tìL
·
anuo cada vcz ınaı\ clabo rauo\ . . 1 o ıī 1 c s m o tem po o11 1 q Lıe se
C o muns preĺ ir ia
" tiwıra\ dc , Inunėnta
"
a
"
ĥ gurls de rctortcJ
"
, ıevan taln en tos
N o sė culo x v I II . qu , łu dL ı S ir l ob t · r t W ılpolc o b w w o u que a C ám ara dos
publicado cm 1 7
0 7 . o paJ rāo U t
·
v iLla francė s. T n
scnvolvcu unl nrė todo pam c, ?cular popuaçðcs c tcnm u ın cd r. N u m t r . N a do
sr,łrlstiqtn
'
s
-
o 1 1 1 oU tras pa]. \ \ T W , i n łbn n . \ ç Óc' útcls aos ho m ens dL · E \ tado - ? ?L i
bro , lo circulo , M arshal V auban , m u ito interessado ī1o qtrc cham ava dc les
1110 5 de um pa
sto r q u e niio so ubesse a quantidade de stirs ovelhas?
"
O utro ? ? m e
!oğ łlıdo
com .ıs re$soni1ciıs ecleslisticas de S U .L ] m a gcl]l pastoral,
"
a quc ? ?diri
hnca do duque . C onto dhsc um dos nwwbros do d rcuh , o a r e c hspo F ė n? n .
cnvnado a
o 'i ın te n dcntes para quc fo rm
·
c e s s e ın ı n fon n aç ðes para a ctiucaç iio ? ? p
0 x w w t n ï ın Ľ U N H U I M U N O 1 2 7
◆ aıs rm portāncia aos arquw os. N a histń n a dos arquivos espanhń rs. F ıl 中 c ıi
U ť
ce« or Jaim e ı. os sovcrnos da Epanha c da F ranç a passavani ne» a ė p? . 1 , I da
r
Pela rainha E lizabeth , e o posto de h rp{T lcuradorl dos dounıt · r itos, p°r scu ? ?
s
terra, u m n o y o State P aN r (
-
łìice IE scritórıo de P apéis do E stadol fot tunJ ıtl
t)
cm n Johan Bun, inü cado ńbaĦhhĄw ıarqu nm a do Eadol cn m 9 . N . ı hrgh
noınc. R çiio de aniujvistas o ï icıai\ a
partir do inicio do século X V [I , C ? 1 1 1 t 'Ç, 1 1 1 \ io
exem plıńcada pela S uècia, a n de o interesse do governo pelos arquivos ė vısto iı
a
N o caso do E sm do , a m áxim a segundo a qual scr pequeno ė st
, r ctìt ıcntc ť
para perm itir consultai rnais ripıdas.
m eados do século x v7 I fez encadcrnar os volunics de visi taqðes. s u p°qram enc
c
ç Ĵ o dr tlm an]urvo eprscopal cm 1 5 8 2 . E ın M ilia, u łıl a rquıvrsLı do J R L
'
cbtspv
t' n
da Igreja. E m T oledo, por exem plo, o c o n s e lho provm cıa】 dctcrnn no u a iitnJa
docum entos
°s o m odelo papal fo i gratrvamente adotado em o l1m \s dlocesLs
tem po parciü c. näis arde. N ncgraĄ , forani nm ncados para g uard . ı r c īndcxu v
perm issã o . E m 1 6 1 2 , Paulo v ï iındou uın arquivo secreto cspecıa】. A H 1ulvıs[ , ł s c m
E ln 1 5 , Gng?o xm pro? u a co nuha de docum cnuw no arqurv? scm su*
papal determ ınava a organizaç ã o de arquivos de docu nlen [os em cada didcu t ·
pedm que o cardeal bıb]iotecārıo cn assc uın arquıvt) e no 1 11o \ cgL Iintc unia hul, 1
rnanıfrw aram interesse particular pelos arquivos do V atıt
·
an o . E m 1 5 6 5 , Ptcl i\
trarrcform a parece tcr lido tam b ,
-
m a qui pioneira. E ntre os papas uo Jìcn odo lrc\
A sótm . c o m o e m o u m ) $ donrinios discutidoti n este capitLılo . , 1 lg'ui. ł tla ? ? C o
pertencentes ao E sm do .
chchcu deixou scus pap ė is para u111a sobn nha
- eraıı1 ago ra co llsidcm do · t o m o
eram antes tratàdos com o prupn edade prıvatla de funcionários- até ı11 eslno ï i
que os Ń nch nirıo s æ cu p cr'" 5 onl inbrniaç ōcs roni agM dade . ï ocunwnoç q n
posıtos lb ı cn ado ou pelo m eilos æ org nizado . prıncrpaım cntc pant pernutir
zıç ao dos doctım eııto\ .
7 4 N o ţ urso dos sė culos X V ı e X V Į I , c e r to núm ero dt· dc
rcrt
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cım o5 to n ıo \l possivrlç A centralizaç iio do governo foi st
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guld , 1 , la ceı1tr N
\ ühcs. E ll i W hltť hall etc. A \w g ï ılıd a tcndincıa to rnou os arqu ivos neccssan os e a
C ◆ m lup r. o s governos (
'
0 111 4' ç ar, 1 1 1 1 . ł instalar- sc lıO S U lłizi, 1 1 0 E sco riaļ , t ' m ? ? V e
colno F ıï ıpe II . o q
·
ie L T r tirıos cram au to rizados a fo !lar a assinattrra real. E m ?? tc
da F ranç a, que n , io cscnı l1 1 prcparadtw para pam r r, i nro tem po cm
'
ila s ı】J c s a \
assinar 4 4 1 1 ljo cLım (' n 【o s 1 1 1 1 t \ m c o d\.1 ). N o C , ľ 0 de gow ' r n a r l ( c s c o mo I uí\ X llı
pe ll certa vez cham ou dc
"
c w c \ dem o nios. 1 1 1 0 1 1 5 papeis
"
(clc , \s vczcs chegava a
ct' n tc ccnm liz, ı ç io do govcrnt) re\ uıtou nunl lum ť n
to 'ic l1 1 pilrałt
']o do
q\ıc F ıi,-
parte tpcciaı das hibhotecai ou em prė dıo proprio . E l
ı7 segundo lug ï r. a c r c '
npo parm ular de do cum ento c lew
ru a sell arm A zenalm
'
n to em w parauo . N u m a
E m pn m etro Iugan a invt
'
ï ı çiio da rnıprcnsa transform
o u o s īï 1aniï scn to s em unl
O rnicro do pcń , ) do m , ì derno foi u
m pon
to de inilť xjio por viirıaç razōc\
tcntn cran\ dccntralizaLbs.
-
3
M ¢dta cra a m obıiı, bdc dos nıtm arcas. A
s colt · ç «ics dc d«n
-
um entos o ĥ ciais ? ? ext
pnncpJ obsúculo F ara 0 dm cn
vM vm w n m dc um alqm vo do E w ado na lduļc
ï ła
Ltm ıłlw û R lA w x ıA l ı
x }t \ ıN ı+ E ? w tiW
n
fabeto . 7 9
de lcr os
papė is sab sLıa guarda, su pl1nhn- sc q\rc o zclador do arqlti
vo fiJsse ? ? an
a
só M em bros do C nllerio podiam rem over docum entos. P am evita
r a tentaç ao
entrar sozinho no s arq tıivos. S ťi os m em bros do S t
·
n a do tinham csç a pĮ
' nnisiio c
aos arw vos era estń anl cM e conrolado. O Própno dage nm er, a u t o ń zado a
operaç āo ulli sistem a de co ırtrole ou censu ra . E nr V eneza. por exem plo . L ) a c e s s o
tretj na expressîio cara ao exė rcito hritanico . P or essas e o utras m zô t
·
s , e
s tava enl
M uitas das infom iaç ðes discutidas até entāo eraı11
"
a ltam ente sigilosa
"
lrop ? ? s
C ensu ra
Francesa, e a prática estava atrasada em relaç ã o ā teoria .
O principio do acesso público aos arquivos sć i fn i p roclam ado co m a 1evoluçio
alguns úpos d Ľ in?rniaqāo cra Lm ı m c? dc alcan w r o nionupóho do pu ? r. Ħ4
m antctıdo os pap ė is em arquivos. O m onopiį lio da intb rm aqāo (pelo 11 1enos de
do E tado co nuJ pruprhdadc priva? . c pavu ram . t rahHhar cm rcpartiç ð w .
funcionários deixaram gradativam ente de trabalhar em casa , tr a ta n do os papéis
po? ca. F oi unl nm ncnm inrpo rm nrc na hh tń rh d0 E w ado aw iele cm quc os
tinncionários co m infraç òes a seu m otropólio sobre certo s tipos tiĽ hrfon n aç āo
uń hzada co in iiequência crescente no século x v n ınorando a prco cupaç ñ o dos
adnùn ? radorm . E ranī par ť das urnuhJ hH H
'M ,
"
s e gred os de E stM o
"
, e x pressao
E sses arquivos 1 1 io foram criados para b en ei cio dos h isto riado res, e sim dos
cJe m orreu toda\ dcpositavam seus w gisrro
' c ln lugares ĥ xos.
n
chegou ao poder. N e n hu m a repartiç āo do E stad o p o ssu ía arqu ivo . I i l l i quando
tos externos e criou L1111 depósito especial para eles cm 1 7 1 0 . Q tıam ia L uís x Iv
しtıis X [V . T orc) \ estava p articularm ente irłtcrcssado nosarqu ivos relativo \ a asstı? ?
sul da F ran ç a tb ram co m pilados elltre 1 ĥ ós c 1 6 į 7 0 ). O m in istro d o E xterior dc
m cntm