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PROCESSO CIVIL 2 BIMESTRE

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Isto está correto quando se pensa na execução que objetiva o pagamento de dinheiro ou de qualquer prestação que envolva a transferência de patrimônio, bem como da coisa imóvel ou móvel, seja em virtude de direito real ou obrigacional.
Direito uma prestação que se dá por meio da execução, são modelos de execução. a execução nada mais é do que uma prestação jurisdicional voltada à tutela do direito de crédito.
- Execução de título executivo extrajudicial: Execução de título executivo extrajudicial (art. 784, CPC/2015): previsto em lei. Ex.: cheque, duplicata, nota promissória, contrato com assinatura de duas testemunhas, cobrança de condomínio com atraso de um ano (com o novo CPC/2015) oferece menos oportunidade de defesa.
- cumprimento de sentença: Execução de título executivo extrajudicial (art. 784, CPC/2015): previsto em lei. Ex.: cheque, duplicata, nota promissória, contrato com assinatura de duas testemunhas, cobrança de condomínio com atraso de um ano (com o novo CPC/2015) oferece menos oportunidade de defesa.
Ambas tem a finalidade de a parte cumprir, o cumprimento de sentença oportunizou maior defesa para o réu. Objetos de cumprimento de sentença também, são os acordos judiciais, sentenças arbitrais.
Grande parte dos processos de execução seguem o mesmo rito, vamos classificar as vias com as quais a execução vão acontecer:
-Vias típicas: medidas que o próprio código ou outra lei prevê, admite como mecanismo executivo expressamente previsto.
- Vias atípicas: medida não prevista expressamente na lei (ex. bloquear carteira de motorista, suspender passaporte) art. 139,IV, CPC utilizar qualquer melhor meio executivo coercitivo que entender pertinente.
A maioria dos juízes tem optado por empregar o art. 139, IV, CPC/2015 somente depois de ter tentado as vias típicas. 
Antes a execução era meramente patrimonial.
Execução no CPC/73 era patrimonial, não conseguia atingir a pessoa, somente o bem. Não poderia prejudicar o nome da pessoa executada. 
Isso mudou! 
Se o executado não pagar em 5 ou 10 dias pode haver a inscrição do nome no serasa marca uma mudança no novo código.
As execuções podem ser:
- Diretas: a opção pela via executiva pode prever o cumprimento exato da obrigação, ex. via bacenjud, faz se o bloqueio do valor que pode ser expedido o alvará 
-Indiretas: pode encaminhar ao desejado. Neste caso se faz o Renajud se faz uma restrição em um veículo que pode gerar em uma apreensão e leilão do veículo. Em caso de obrigação de fazer se impõe multa em caso de descumprimento. A execução indireta, também chamada de coerção indireta, ou de indução, não realiza, por si só,o direito material, mas apenas atua sobre avontade do devedor com oobjetivo de convencê-lo a adimplir. Constitui exemplo de execução indireta o emprego da multa, com a finalidade de constranger o demandado ao cumprimento.
A execução está entre as normas fundamentais do CPC, no art. 4, quando se fala inclusive a atividade satisfativa.
TÉCNICAS EXECUTIVAS:
Quanto aos meios utilizados podem ser:
- Coerção: usar o meio indireto para se atingir o objetivo. Algum tipo de força, autoridade, ameaça. Ou ao invés de impor ameaça, oferecer algo bom, como desconto em honorários. É possível, assim, sempre com o objetivo de dar efetividade à decisão, interditar direitos, a exemplo da cassação de licença especial, da proibição de contratar com o poder Público, da proibição do exercício de certa atividade por um período de tempo. Desde que o meio executivo não viole garantia constitucional, sua utilização é perfeitamente possível E possível, também, efetuar o bloqueio de verbas, até que o requerido cumpra certa determinação judicial. não são apenas os meios coercitivos que estão autorizados para a obtenção da tutela específica. O juiz também está autorizado a valer-se de sanções premiativas (mecanismos estimulatórios) para a obtenção do resultado desejado. Ao invés de ameaçar o requerido com um mal (multa coercitiva, restrição de direitos etc.),poderá ser acenado com um benefício para o imediato cumprimento da ordem. Tal é o que ocorre, por exemplo, na ação monitória e na execução de títulos extrajudiciais, em que o imediato pagamento do valor exigido dispensa o devedor, total ou parcialmente, de despesas processuais (arts. 701,9 1.0e827,9 1.0,do CPC), permissivo de parcelamento da dívida.
- Sub rogação: fazer pelo devedor algo que ele não faz por conta própria, como conseguir dinheiro, penhorando o bem e leiloando, forçar compra e venda do bem para levantar o dinheiro. É possível o emprego da intervenção judicial em empresa, que constitui uma técnica que mistura elementos de indução e de sub-rogação, podendo assumir diferentes modalidades e graus de incidência. Embora o art. 866 do CPC, possa aparentar que o emprego dessa técnica - ao menos para fins de expropriação parcial do faturamento da empresa
08-05-2018
A força executiva é função exclusiva da questão jurisdicional, uma vez que o Estado é o único legitimado a fazer isso!
Processo de execução: 
forçar alguém a prestar obrigação. Essas prestações não cumpridas geram direito para o credor;
poder judiciário p/ executar essa prestação;
PRINCÍPIOS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO
No direito princípio pode ter dois significados: 
Sentido axiológico
Com relação às premissas que norteiam o processo de execução.
Título executivo: Toda execução tem por base instrumento especial, a que a lei denomina de título executivo. Esse título pode originar-se de um ato judicial (ou figura equiparada) ou de documento representativo de negócio jurídico, e constitui sempre pressuposto processual para o acesso à atividade executiva do Estado. Basta que se perceba que toda atividade executiva está condicionada à apresentação, por aquele que a requer, de um documento que a lei qualifica como título executivo. Daí decorre a primeira conclusão fundamental decorrente desse princípio: somente a lei pode criar títulos executivos e, consequentemente, somente ela pode estabelecer as hipóteses em que a execução é admitida. Em linhas gerais, o CPC atual arrola os documentos qualificados como títulos executivos nos arts. 515 e 784.
Tipicidade dos meios executivos: meios expressamente previsto em lei
Os termos "tipicidade" e "atipicidade" das formas da execução se relaciona, como já dito, à averiguação da necessária correlação, imposta porum sistema jurídico, entre as espécies de prestação. Ou seja, quando o sistema impõe necessariamente o emprego de determinada técnica para a tutela de certa prestação, diz-se que vige a tipicidade das formas executivas; se, ao contrário, o sistema é aberto, permitindo ao magistrado a eleição da melhor técnica, ele é chamado de atípico.
Em se tratando de títulos judiciais, é possível dizer que, para a proteção de prestações de fazer, não fazer e entregar coisa, o juiz está autorizado a determinar a modalidade de execução adequada a cada caso concreto.
Conclui-se, então, que, para os títulos judiciais, vigora hoje o sistema de atipicidade de meios executivos, de modo que ojuiz que ordena a satisfação de alguma prestação
Resultado: estrutura do processo de execução é conseguir o resultado, fazer a outra parte cumprir a decisão. O princípio do resultado talvez simbolize a mais significativa diferença entre a relação processual de conhecimento e aquela executiva. Enquanto a primeira é pautada pela isonomia entre as partes, na execução transparece a predominância da posição processual do credor.
A execução - e, logicamente, também o cumprimento de sentença - se desenvolve no exclusivo interesse do credor, como afirma o art. 797, do Código. Ainda que se respeite, obviamente, os direitos do devedor, a atividade executiva se volta, exclusivamente, a satisfazer um interesse já tido como existente do credor. Por isso, não há "paridade de armas" entre as partes, nem elas estão em situação de igualdade que lhes permita as mesmas oportunidades ou o mesmo espaço de participação no processo. Em conta disso, por exemplo, incumbe, em princípio exclusivamente, ao credor a