Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS 
FACULDADE DE TECNOLOGIA 
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO III – EXPERIMENTOS EM CURVAS DE BOMBAS TIPO: 
CENTRÍFUGA, TURBINA E SUBMERSA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANAUS-AM/2014 
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS 
FACULDADE DE TECNOLOGIA 
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA 
 
 
 
 
Jairo Wilson Souza da Silva – 20903782 
 
 
 
RELATÓRIO II – EXPERIMENTOS EM CURVAS DE BOMBAS TIPO: 
CENTRÍFUGA, TURBINA E SUBMERSA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 MANAUS-AM/2014 
 Trabalho apresentado à 
Universidade Federal do 
Amazonas, como parte do 
critério de avaliação da 
disciplina Laboratório de 
Sistemas Térmicos sob 
orientação do Prof. Nilton 
Pereira. 
1. INTRODUÇÃO 
Bombas são equipamentos que quando ativos e associados a um 
conjunto de condutos são capazes de elevar (recalcar) a água de uma fonte até 
um reservatório elevado. Também são utilizadas para aumentar a vazão 
durante horários de pico e até mesmo para o transporte de outros líquidos que 
não a água, como os derivados do petróleo. 
Utilizamos no experimento bombas tipo: centrifuga, turbina e submersa 
cujos rendimentos podem ser medidos pela razão entre a potência fornecida 
pela bomba à água (potência hidráulica) e a potência fornecida pelo motor à 
bomba (potência mecânica). 
Cada bomba possui sua curva característica, que relaciona Hman e Q, 
representando assim a energia cedida pela bomba ao fluido em função da 
vazão bombeada. 
 
1.1. BOMBAS UTILIZADAS NO EXPERIMENTO 
1.1.1. BOMBA CENTRÍFUGA 
Bomba onde a energia hidráulica é gerada pela rotação do rotor, 
impulsionando o líquido pela ação da força centrífuga. Esse modelo além de 
atingir uma grande vazão, também consegue alcançar altos índices de altura 
manométrica. O líquido entra no bocal de sucção e, logo em seguida, no centro 
de um dispositivo rotativo conhecido como impulsor, que ao girar, imprime 
uma rotação ao líquido situado nas cavidades entre as palhetas externas, 
proporcionando-lhe uma aceleração centrífuga. Como as lâminas do impulsor 
são curvas, o fluido é impulsionado nas direções radial e tangencial pela força 
centrífuga. 
 
 
 
 
 
 
 
1.1.2. BOMBA SUBMERSA 
Bomba submersa é uma bomba centrífuga de múltiplos estágios 
acoplada a um motor elétrico capaz de funcionar submerso na água. Dentre as 
vantagens da Bomba Submersa, a principal é não precisar de um longo eixo de 
acionamento, exigido pelas bombas comuns. São menos afetadas por desvios 
de verticalidade e desalinhamento do poço, além de não ser necessário 
construir uma casa de bomba, resultando assim num produto mais econômico. 
 
 
1.1.3. BOMBA TIPO TURBINA 
A bomba turbina possui um rotor de bronze que desenvolve energia de 
pressão pela recirculação do líquido numa série de palhetas giratórias. Este 
rotor da bomba turbina é um disco maciço com grande número de pequenas 
palhetas radiais dispostas dos dois lados do disco, que sofre um 
adelgaçamento. 
 
2. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL GERAL 
 
a. Em qualquer experimento, antes de acionar o motor elétrico, 
certifique-se que: 
 A bomba correta foi selecionada; 
 O motor está corretamente acoplado; 
 A válvula gaveta está aberta; 
 Há água suficiente no reservatório; 
 
b. Encher o reservatório inferior; 
c. Realizar as tomadas das de pressão ao manômetro escolhido e 
ao vacuômetro; 
d. Realizar a escorva da bomba pelo reservatório plástico acoplado 
e fechar a válvula de esfera de escorva; 
e. Acionar a bomba através do painel elétrico e selecionar a 
velocidade desejada com o potenciômetro no painel elétrico; 
f. Abrir vagarosamente a válvula gaveta acompanhando as 
medidas; 
 Pressão de recalque; 
 Pressão de sucção; 
 Velocidade da bomba; 
 Torque aplicado; 
g. Repetir para as quatro bombas, lembrando-se de desligar o motor 
quando for rocar de bomba; 
h. Ao finalizar o experimento, desligar o motor; 
 
3. MATERIAIS UTILIZADOS 
 01 Reservatório inferior em aço carbono; 
 01 reservatório superior em aço carbono para medida da vazão; 
 01 válvula de ajuste de vazão; 
 01 válvula de alivio de pressão ajustada em 4 Bar; 
 04 válvulas de esfera para seleção da bomba sob ensaio; 
 01 bomba centrífuga marca Thebe; 
 01 bomba de engrenagens marca Edral; 
 01 bomba submersa marca Ferrari; 
 01 bomba tipo turbina marca Beck; 
 Dinamômetro para medida do torque; 
 Cronometro; 
 Painel de operações; 
 
4. MONTAGEM DO SISTEMA 
 
 
5. CURVAS DE UMA BOMBA CENTRÍFUGA 
5.1. OBJETIVO 
Obter a curva de funcionamento de uma bomba centrifuga operando em 
velocidade constante. 
 
5.2. INTRODUÇÃO 
 
A curva mais comum e utilizada em dimensionamento de bombas é 
curva Altura Manométrica (Hman) versus Vazão (Q), que é obtida com o rotor 
operando em velocidade constante (n). 
A curva mais comum e utilizada em dimensionamento de bombas 
centrífugas é curva Altura Manométrica (Hman) versus Vazão (Q), que é obtida 
com o rotor operando em velocidade constante (n). 
Neste caso estão sendo desprezadas as perdas de carga os trechos de 
tubulação entre a saída da bomba e o ponto de medida de pressão. 
Se a pressão na sucção for desprezível, a elevação da bomba, a 
elevação da bomba poderá ser considerada como a pressão indicada no 
manômetro de Bourdon. 
A potencia hidráulica transferia ao fluido é obtida pela relação: 
Phidraulica = Hman . Q 
Onde: Pressão manométrica = Hman em Pa 
 Vazão = Q em m
3
/s 
O torque aplicado pelo motor da bomba é calculado pelo produto da 
força pelo braço. O braço é a distancia entre o centro do eixo do motor até o 
ponto de aplicação da força na célula de carga. 
O indicador de torque já tem todas as equações e mostra o torque 
transmitido diretamente no indicador digital em N.cm. 
A potência mecânica absorvida pela bomba é obtido pela relação: 
Pmecanica = T.ω 
Onde: Torque T em Nm 
 Velocidade ω em rad/s 
O rendimento é obtido pela relação entre a potência hidráulica transferia 
ao fluido e a potência mecânica entregue pelo motor da bomba. 
Ƞ= Phidraulica / Pmecanica 
 
5.3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL REALIZADO 
 Instalar o motor com dinamômetro na bomba centrifuga 
verificando seu perfeito acoplamento; 
 Manobrar as válvulas de esferas, deixando somente a 
válvula na tubulação de sucção e a válvula na tubulação de 
recalque da bomba centrifuga aberta; 
 Abrir a válvula de esvaziamento do reservatório superior; 
 Utilizar o reservatório superior cronometrando o tempo de 
enchimento determinado (a vazão será determinada pelo 
volume coletado e o tempo); 
 Abrir a válvula de gaveta totalmente e ligar o motor elétrico, 
ajustando a rotação desejada pelo potenciômetro no painel 
frontal, acompanhando o indicador de velocidade; 
 Ir atuando sobre a válvula de gaveta, fechando-a de forma 
a causar uma redução de vazão e realizar as medidas; 
 Repetir o procedimento algumas vezes para que se possa 
gerar a curva da bomba; 
 
5.4. ANALISE DOS DADOS PARA BOMBA CENTRIFUGA 
Ao fim do experimento, podemos obter os seguintes dados e resultados: 
 
 
 
 
 
0
2
4
6
8
10
12
0,000 0,500 1,000 1,500 2,000 2,500 3,000 3,500 4,000D
if
er
en
ci
al
 d
e 
P
re
ss
ão
 (
m
) 
Vazão (m3/h) 
Curva Experimental da Bomba Centrífuga 
Curva da bomba rotação de 2000 rpm Curva da bomba rotação de 2500 rpm
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICAPOT HIDRÁULICA EFICIÊNCIA
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W) (W) %
80 8,1 2,844 0 4 4 2000 44 92,15338451 30,97284198 33,61009707
60 11,35 1,522 0 6 6 2000 34 71,20943348 24,86696234 34,92088214
60 28,5 0,606 0 7 7 2000 27 56,54866776 11,55368513 20,43140111
80 9,15 2,518 0 5 5 2000 42 87,9645943 34,27322679 38,9625247
100 7,64 3,770 0 6 6 2500 75 196,3495408 61,57068555 31,35769266
80 7,83 2,943 0 8 8 2500 68 178,0235837 64,08174204 35,99620944
60 11,02 1,568 0 10 10 2500 52 136,1356817 42,68602882 31,35550379
30 24,43 0,354 0 11 11 2500 37 96,86577349 10,59025873 10,93292124
BOMBA CENTRÍFUGA
 
 
 
 
 
6. CURVAS DE UMA BOMBA TIPO TURBINA 
6.1. OBJETIVO 
 
Obter a curva de funcionamento de uma bomba tipo turbina operando 
em velocidade constante. 
 
6.2. INTRODUÇÃO 
A curva mais comum e utilizada em dimensionamento de bombas é 
curva Altura Manométrica (Hman) versus Vazão (Q), que é obtida com o rotor 
operando em velocidade constante (n). 
0
20
40
60
80
0,000 0,500 1,000 1,500 2,000 2,500 3,000 3,500 4,000
P
o
tê
n
ci
a 
H
id
rá
u
lic
a 
(W
) 
Vazão (m3/h) 
Gráfico Experimental Potência Hidraulica 
X Vazão Bomba Centrífuga 
Rotação de 2000 rpm Rotação de 2500 rpm
0
20
40
60
0,000 0,500 1,000 1,500 2,000 2,500 3,000 3,500 4,000
Ef
ic
iê
n
ci
a 
(%
) 
Vazão (m3/h) 
Gráfico Experimental Eficiência X 
Vazão Bomba Centrífuga 
Rotação de 2000 rpm Rotação de 2500 rpm
A curva mais comum e utilizada em dimensionamento de bombas é 
curva Altura Manométrica (Hman) versus Vazão (Q), que é obtida com o rotor 
operando em velocidade constante (n). 
Neste caso estão sendo desprezadas as perdas de carga os trechos de 
tubulação entre a saída da bomba e o ponto de medida de pressão. 
Se a pressão na sucção for desprezível, a elevação da bomba, a 
elevação da bomba poderá ser considerada como a pressão indicada no 
manômetro de Bourdon. 
A potencia hidráulica transferia ao fluido é obtida pela relação: 
Phidraulica = Hman . Q 
Onde: Pressão manométrica = Hman em Pa 
 Vazão = Q em m
3
/s 
O torque aplicado pelo motor da bomba é calculado pelo produto da 
força pelo braço. O braço é a distancia entre o centro do eixo do motor até o 
ponto de aplicação da força na célula de carga. 
O indicador de torque já tem todas as equações e mostra o torque 
transmitido diretamente no indicador digital em N.cm. 
A potência mecânica absorvida pela bomba é obtido pela relação: 
Pmecanica = T.ω 
Onde: Torque T em Nm 
 Velocidade ω em rad/s 
O rendimento é obtido pela relação entre a potência hidráulica transferia 
ao fluido e a potência mecânica entregue pelo motor da bomba. 
Ƞ= Phidraulica / Pmecanica 
 
6.3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL REALIZADO 
 Instalar o motor com dinamômetro na bomba tipo turbina 
verificando seu perfeito acoplamento; 
 Manobrar as válvulas de esferas, deixando somente a 
válvula na tubulação de sucção e a válvula na tubulação de 
recalque da bomba centrifuga aberta; 
 Abrir a válvula de esvaziamento do reservatório superior; 
 Utilizar o reservatório superior cronometrando o tempo de 
enchimento determinado (a vazão será determinada pelo 
volume coletado e o tempo); 
 Abrir a válvula de gaveta totalmente e ligar o motor elétrico, 
ajustando a rotação desejada pelo potenciômetro no painel 
frontal, acompanhando o indicador de velocidade; 
 Ir atuando sobre a válvula de gaveta, fechando-a de forma 
a causar uma redução de vazão e realizar as medidas; 
 Repetir o procedimento algumas vezes para que se possa 
gerar a curva da bomba; 
 
6.4. ANÁLISE DOS DADOS PARA BOMBA TIPO TURBINA 
 
 
 
 
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICA POT HIDRÁULICA EFICIÊNCIA
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W) (W) %
100 17,64 1,633 0 2 2 1500 39 61,26105675 8,8888896 14,50985352
60 13,56 1,274 0 4 4 1500 48 75,39822369 13,8761073 18,4037589
50 16,85 0,855 0 6 6 1500 58 91,10618695 13,95845809 15,32108692
50 31,7 0,454 0 8 8 1500 67 105,2433539 9,892745271 9,399876481
80 10,03 2,297 0 3 3 2000 60 125,6637061 18,75972234 14,92851271
80 13,54 1,702 0 6 6 2000 78 163,362818 27,79320754 17,01317833
40 8,71 1,323 0 9 9 2000 90 188,4955592 32,40413577 17,19092795
40 19,59 0,588 0 12 12 2000 107 224,100276 19,20980246 8,571967336
BOMBA TIPO TURBINA
0
2
4
6
8
10
12
14
0,000 0,500 1,000 1,500 2,000 2,500
D
if
er
en
ci
al
 d
e 
P
re
ss
ão
 (
m
) 
Vazão (m3/h) 
Curva Experimental da Bomba Tipo 
Turbina 
Curva da bomba rotação de 1500 rpm Curva da bomba rotação de 2000 rpm
 
 
 
 
7. CURVAS DE UMA BOMBA SUBMERSA 
7.1. OBJETIVO 
Obter a curva de funcionamento de uma bomba submersa operando em 
velocidade constante. 
 
 
 
 
 
0
5
10
15
20
25
30
35
0,000 0,500 1,000 1,500 2,000 2,500
P
o
tê
n
ci
a 
H
id
rá
u
lic
a 
(W
) 
Vazão (m3/h) 
Gráfico Experimental Potência Hidraulica 
X Vazão Bomba Tipo Turbina 
Rotação de 1500 rpm Rotação de 2000 rpm
0
5
10
15
20
0,000 0,200 0,400 0,600 0,800 1,000 1,200 1,400 1,600 1,800
Ef
ic
iê
n
ci
a 
(%
) 
Vazão (m3/h) 
Gráfico Experimental Eficiência X 
Vazão Bomba Tipo Turbina 
Rotação de 1500 rpm Rotação de 2000 rpm
7.2. INTRODUÇÃO 
A curva mais comum e utilizada em dimensionamento de bombas é 
curva Altura Manométrica (Hman) versus Vazão (Q), que é obtida com o rotor 
operando em velocidade constante (n). 
A curva mais comum e utilizada em dimensionamento de bombas é 
curva Altura Manométrica (Hman) versus Vazão (Q), que é obtida com o rotor 
operando em velocidade constante (n). 
Neste caso estão sendo desprezadas as perdas de carga os trechos de 
tubulação entre a saída da bomba e o ponto de medida de pressão. 
Se a pressão na sucção for desprezível, a elevação da bomba, a 
elevação da bomba poderá ser considerada como a pressão indicada no 
manômetro de Bourdon. 
A potencia hidráulica transferia ao fluido é obtida pela relação: 
Phidraulica = Hman . Q 
Onde: Pressão manométrica = Hman em Pa 
 Vazão = Q em m
3
/s 
O torque aplicado pelo motor da bomba é calculado pelo produto da 
força pelo braço. O braço é a distancia entre o centro do eixo do motor até o 
ponto de aplicação da força na célula de carga. 
O indicador de torque já tem todas as equações e mostra o torque 
transmitido diretamente no indicador digital em N.cm. 
A potência mecânica absorvida pela bomba é obtido pela relação: 
Pmecanica = T.ω 
Onde: Torque T em Nm 
 Velocidade ω em rad/s 
O rendimento é obtido pela relação entre a potência hidráulica transferia 
ao fluido e a potência mecânica entregue pelo motor da bomba. 
Ƞ= Phidraulica / Pmecanica 
 
7.3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL REALIZADO 
 
 Instalar o motor com dinamômetro na bomba tipo turbina 
verificando seu perfeito acoplamento; 
 Manobrar as válvulas de esferas, deixando somente a 
válvula na tubulação de sucção e a válvula na tubulação de 
recalque da bomba centrifuga aberta; 
 Abrir a válvula de esvaziamento do reservatório superior; 
 Utilizar o reservatório superior cronometrando o tempo de 
enchimento determinado (a vazão será determinada pelo 
volume coletado e o tempo); 
 Abrir a válvula de gaveta totalmente e ligar o motor elétrico, 
ajustando a rotação desejada pelo potenciômetro no painel 
frontal, acompanhando o indicador de velocidade; 
 Ir atuando sobre a válvula de gaveta, fechando-a de forma 
a causar uma redução de vazão e realizar as medidas; 
 Repetir o procedimento algumasvezes para que se possa 
gerar a curva da bomba; 
 
7.4. ANÁLISE DOS DADOS PARA BOMBA SUBMERSA 
 
 
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICA POT HIDRÁULICA EFICIÊNCIA
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W) (W) %
100 17,28 1,667 0 2 2 2500 118 308,9232776 9,0740748 2,937323102
120 24,08 1,435 0 3 3 2500 113 295,8333082 11,72093117 3,962005239
140 38,48 1,048 0 4 4 2500 107 280,1253449 11,40956432 4,07302107
160 64,09 0,719 0 5 5 2500 99 259,1813939 9,786238886 3,775826165
80 78,17 0,295 0 6 6 2500 93 243,4734307 4,81412345 1,9772685
100 21,97 1,311 0 1,5 1,5 2000 80 167,5516082 5,352754183 3,194689828
80 20,31 1,134 0 2 2 2000 77 161,2684229 6,176268342 3,829806376
60 23,4 0,738 0 3 3 2000 69 144,5132621 6,030769713 4,173160046
20 29,075 0,198 0 4 4 2000 65 136,1356817 2,15717988 1,584580805
60 11,89 1,453 0 1,8 1,8 2250 92 216,7698931 7,121278955 3,285178976
60 17,11 1,010 0 3 3 2250 85 200,2765317 8,247808959 4,118210402
30 13,51 0,640 0 4 4 2250 81 190,8517537 6,963731127 3,648764547
10 11 0,262 0 5 5 2250 77 181,4269757 3,563636649 1,964226452
BOMBA SUBMERSA
 
 
 
 
0
2
4
6
8
0,000 0,200 0,400 0,600 0,800 1,000 1,200 1,400 1,600 1,800
D
if
er
en
ci
al
 d
e 
P
re
ss
ão
 (
m
) 
Vazão (m3/h) 
Curva Experimental da Bomba Submersa 
Curva da bomba rotação de 2000 rpm
Curva da bomba rotação de 2250 rpm
Curva da bomba rotação de 2500 rpm
0
2
4
6
8
10
12
14
0,000 0,200 0,400 0,600 0,800 1,000 1,200 1,400 1,600 1,800
P
o
tê
n
ci
a 
H
id
áu
lic
a 
(W
) 
Vazão (m3/h) 
Gráfico Experimental Potência Hidraulica 
X Vazão Bomba Submersa 
Rotação de 2000 rpm Rotação de 2250 rpm Rotação de 2500 rpm
0
1
2
3
4
5
0,000 0,200 0,400 0,600 0,800 1,000 1,200 1,400 1,600 1,800
Ef
ic
iê
n
ci
a 
(%
) 
Vazão (m3/h 
Gráfico Experimental Eficiência X Vazão 
Bomba Submersa 
Rotação de 2000 rpm Rotação de 2250 rpm Rotação de 2500 rpm
8. DADOS COMPARATIVOS DO PROGRAMA LABVIEW 
8.1. BOMBA CENTRIFUGA 
 
BOMBA CENTRÍFUGA 
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICA 
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W) 
80 8,1 2,844 0 4 4 2000 44 92,15338451 
 
 
 
8.2. BOMBA TIPO TURBINA 
 PRESSÃO DE 2 MCA 
 
 
76
78
80
82
84
86
88
90
92
94
1
0
:3
8
:5
3
1
0
:3
8
:5
7
1
0
:3
9
:0
1
1
0
:3
9
:0
5
1
0
:3
9
:0
9
1
0
:3
9
:1
3
1
0
:3
9
:1
7
1
0
:3
9
:2
1
1
0
:3
9
:2
5
1
0
:3
9
:2
9
1
0
:3
9
:3
3
1
0
:3
9
:3
7
1
0
:3
9
:4
1
1
0
:3
9
:4
5
1
0
:3
9
:4
9
P
o
tê
n
ci
a 
M
e
câ
n
ic
a
 
Horas 
Bomba Tipo Centrifuga 
Potência Mecânica
Fornecida pelo Labview
Potência Mecânica
Referência
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICA
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W)
100 17,64 1,633 0 2 2 1500 39 61,26105675
BOMBA TIPO TURBINA
 
 
 PRESSÃO DE 6 MCA 
 
 
 
 
 
 
 
 
50
52
54
56
58
60
62
1
1
:0
8
:5
4
1
1
:0
8
:5
7
1
1
:0
9
:0
0
1
1
:0
9
:0
3
1
1
:0
9
:0
6
1
1
:0
9
:0
9
1
1
:0
9
:1
2
1
1
:0
9
:1
5
1
1
:0
9
:1
8
1
1
:0
9
:2
1
1
1
:0
9
:2
4
1
1
:0
9
:2
7
1
1
:0
9
:3
0
1
1
:0
9
:3
3
1
1
:0
9
:3
6
1
1
:0
9
:3
9
1
1
:0
9
:4
2
1
1
:0
9
:4
5
1
1
:0
9
:4
8
1
1
:0
9
:5
1
P
o
tê
n
ci
a 
M
e
câ
n
ic
a
 
Horas 
Bomba Tipo Turbina P2 
Potência Mecânica
Fornecida pelo Labview
Potência Mecânica
Referência
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICA
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W)
80 13,54 1,702 0 6 6 2000 78 163,362818
BOMBA TIPO TURBINA
150
155
160
165
170
1
1
:2
7
:1
5
1
1
:2
7
:1
9
1
1
:2
7
:2
3
1
1
:2
7
:2
7
1
1
:2
7
:3
1
1
1
:2
7
:3
5
1
1
:2
7
:3
9
1
1
:2
7
:4
3
1
1
:2
7
:4
7
1
1
:2
7
:5
1
1
1
:2
7
:5
5
1
1
:2
7
:5
9
1
1
:2
8
:0
3
1
1
:2
8
:0
7
1
1
:2
8
:1
1
P
o
tê
n
ci
a 
M
e
câ
n
ic
a
 
Horas 
Bomba Tipo Turbina P6 
Potência Mecânica
Fornecida pelo Labview
Potência Mecânica
Referência
8.3. BOMBA SUBMERSA 
 
 
 
9. CONCLUSÃO 
 
No experimento apresentado, foram demonstrados mecanismos para se 
obter a curva de funcionamento de uma bomba tipo turbina, submersa e 
centrifuga. De acordo com a analise, podemos observar um pequeno desvio no 
padrão das curvas adquiridas e o padrão usados em catálogos dos fabricantes. 
Isso. Esse desvio deve-se ao pequeno numero de pontos estudados. 
No entanto o experimento atendeu as expectativas, promovendo a 
interação entre estudantes e mais importante, correlacionando a teoria vista em 
sala de aula com a pratica em laboratório. 
 
 
 
 
 
 
 
Altura Tempo Vazão Hsuc. Hrec. ∆H Vel. Rotação Torque POT MECÂNICA
(mm) (s) (m3/h) (MCA) (MCA) (m) (rpm) (N.cm) (W)
100 21,97 1,311 0 1,5 1,5 2000 80 167,5516082
BOMBA SUBMERSA
145
150
155
160
165
170
0
9
:3
5
:3
4
0
9
:3
5
:4
0
0
9
:3
5
:4
6
0
9
:3
5
:5
2
0
9
:3
5
:5
8
0
9
:3
6
:0
4
0
9
:3
6
:1
0
0
9
:3
6
:1
6
0
9
:3
6
:2
2
0
9
:3
6
:2
8
0
9
:3
6
:3
4
0
9
:3
6
:4
0
0
9
:3
6
:4
6
0
9
:3
6
:5
2
0
9
:3
6
:5
8
0
9
:3
7
:0
4
0
9
:3
7
:1
0
0
9
:3
7
:1
6
0
9
:3
7
:2
2
P
o
tê
n
ci
a 
M
e
câ
n
ic
a
 
Horas 
Bomba Tipo Submersa 
Potência Mecânica
Fornecida pelo
Labview
Potência Mecânica
Referência
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
 
MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH. Bombas e instalações de 
bombeamento. 2ª Ed. Editora LTC. 1997 
FOX, ROBERT W. PRITCHARD, PHIL J, e MCDONALD, ALAN T. 
Introdução a Mecânica dos Fluidos. 6ª Ed. Editora LTC. 2006.

Mais conteúdos dessa disciplina