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Biossegurança e Ergonomia em Odontologia

Slides sobre biossegurança e ergonomia em odontologia. Aborda definições e responsabilidades; lista agentes infecciosos (sarampo, rubéola, parotidite, gripe, HPV, CMV, catapora, hepatite B/C, HIV), bactérias e fungos; tipos de doença; riscos ocupacionais; ruído (45–50 dBA), iluminação, proteção e descarte.

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Paula Braga

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SLIDE / 
BIOSSEGURANÇA 
ERGONOMIA 
EM ODONTOLOGIA 
Profa. Dr.a: Paula Braga 
 
 
Vitória/2018 1 
SLIDE / 
 BIOSSEGURANÇA 
Conceito 
CONJUNTO DE AÇÕES 
Voltadas para a prevenção, minimização ou 
eliminação de riscos inerentes às atividades 
profissionais 2 
 BIOSSEGURANÇA 
• Os profissionais de saúde e 
Técnicos de Laboratório de 
Prótese estão sob risco constante 
de adquirir doenças no exercício 
de suas funções 
C
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rg
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o
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st
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Té
cn
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b
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ca
l 
RESPONSABILIDADE 
• orientação e manutenção da cadeia 
asséptica 
• cumprimento das normas de qualidade e 
segurança 
• Cumprimento do descarte de resíduos 3 
Responsabilidade 
na observância destas 
medidas 
SLIDE / 
DOENÇA 
Doenças 
Infecciosas 
 Doença clinicamente 
manifestada, resultante de uma 
infecção. 
4 
A preocupação sobre o conhecimento da aplicação da biossegurança recai 
sobre o aparecimento de possíveis doenças envolvidas 
 
 
Adquiridas por 
meio do contato 
direto com o 
agente infeccioso 
SLIDE / 
PRINCIPAIS AGENTES INFECCIOSOS 
SARAMPO 
RUBÉOLA 
PAROTIDITE 
GRIPE 
INFECÇÃO PELO PAPILOMAVÍRUS 
HUMANO 
INFECÇÃO PELO 
CITOMEGALOVÍRUS 
VÍRUS 
 Doenças que representam riscos em consultório 
odontológico: 
CATAPORA 
HEPATITE B 
HEPATITE C 
CONJUNTIVITE HERPÉTICA 
HERPES SIMPLES 
HERPES ZOSTER 
MONONUCLEOSE INFECCIOSA 
INFECÇÃO PELO HIV 
 
5 
SLIDE / 
BACTÉRIAS 
Que levam à Pneumonia, 
Infecção por Estafilococos, 
Estreptococos, 
Pseudomonas, 
Klebsiella; 
Tuberculose 
 
FUNGOS 
Candidíase 
6 
SLIDE / 
DOENÇA 
JENICEK& CLÉROUX,1982 
DOENÇAS 
NÃO - INFECCIOSAS 
Doenças que não resultam 
de infecção 
EX: doença coronariana, diabetes, 
cólera, febre tifóide 
7 
SLIDE / 
DOENÇA 
CONTAGIOSA 
DOENÇA 
Doenças infecciosas cujos agentes etiológicos atingem os sadios 
através do CONTATO DIREITO desses com os indivíduos 
infectados. 
• SARAMPO 
• DOENÇAS TRANSMITIDAS POR 
CONTATO SEXUAL 8 
SLIDE / 
DOENÇA CRÔNICA 
• São doenças que em curto prazo não expõe a vida do 
paciente. 
• Persiste por períodos superiores há seis meses e não se 
resolve em curto espaço de tempo. 
Diabetes, 
Doença de Alzheimer, 
 Hipertensão, 
Asma, 
câncer 
 AIDS, 
Doenças autoimunes. 
9 
DOENÇAS 
ADQUIRIDAS 
Doenças contraídas no meio 
em que se vive 
AGENTES 
CAUSADORES 
• FÍSICOS 
• QUÍMICOS 
• MECÂNICOS 
• BIOLÓGICOS 
10 
Não 
transmissíveis 
transmissíveis 
SLIDE / 
Doenças que causam 
alterações na saúde 
do trabalhador no 
ambiente de trabalho 
DOENÇAS 
OCUPACIONAIS 
OU PROFISSIONAIS 
11 
SLIDE / 
Os técnicos em saúde 
bucal estão expostos 
indiretamente a risco 
biológico e também 
sujeitos a risco químico 
 O RISCO ENVOLVIDO É 
COMPATÍVEL COM A PROTEÇÃO 
12 
SLIDE / 
O FATO DE SEMPRE HAVER 
 RISCO 
 
 Deve ser um 
Estímulo a 
DEDICAÇÃO 
 
 
13 
A biossegurança nunca é suficiente 
SLIDE / 
RISCOS DE ACIDENTES DE TRABALHO 
RISCOS AMBIENTAIS 
RISCOS FÍSICOS 
RISCOS QUÍMICOS 
Agentes físicos, 
Químicos, 
 Biológicos, 
 Ergonômicos 
 
Radiações ionizantes /iluminação/Ruído 
probabilidade da exposição ocupacional 
14 
RISCOS BIOLÓGICOS 
Ácidos 
Resina 
Mercúrio 
Bactérias 
Vírus 
Fungos 
Má postura 
Ritmo 
excessivo 
de trabalho 
SLIDE / 15 
Riscos Físicos 
RUíDOS 
Não tem cura 
SLIDE / 16 
Estabelece que para fins de conforto acústico, 
os níveis máximos de ruído em consultórios 
odontológicos devem ser de: 
45dBA a 50dBA 
NBR número 10152 
ACONTECE, PRINCIPALMENTE, DEVIDO A 
UTILIZAÇÃO DIÁRIA DE DIFERENTES APARELHOS, 
POR UM LONGO PERÍODO DE TEMPO. 
 
 
SLIDE / 17 
Níveis acima de 30 dB 
levam a irritação e perda 
de concentração 
Acima de 65 dB, 
pode provocar 
hipertensão 
SLIDE / 18 
• Apesar dos efeitos do ruído serem passíveis de prevenção, a adoção de 
medidas preventivas entre os odontólogos ainda é insipiente. 
Protetores auriculares 
Ainda não incorporada entre os equipamentos 
de proteção individual 
SLIDE / 19 
SLIDE / 20 
SLIDE / 21 
SLIDE / 22 
Pode se tornar um transtorno ao profissional 
quando não projetada adequadamente. 
 
 
Riscos Físicos 
Iluminação 
Deve ser compatível com as áreas de 
trabalho : 
• sala de recepção, 
• Sala de consulta 
• Sala de tratamento 
 
 
(Barbosa et al., 2003) 
SLIDE / 23 
Uma boa iluminação deve começar pela SALA DE ESPERA 
Deve ser responsável por criar uma atmosfera de relaxamento e 
aconchego, fazendo com que o paciente se sinta confortável e tranquilo. 
Ideal: Uma lâmpada com 
temperatura de cor branco-amarelado 
SLIDE / 24 
Dois aspectos precisam ser 
considerados: 
a boa visibilidade para o 
profissional e o conforto do 
cliente. 
Iluminação mais intensa branca 
Sala de Atendimento 
transmite uma sensação 
de limpeza essencial aos 
locais que lidam com 
saúde. 
SLIDE / 25 
Quanto a iluminação interna do consultório, é melhor que 
ela transmita uma idéia de limpeza e asseio 
SLIDE / 26 
CEGUEIRA MOMENTÂNEA 
A influência da iluminação pode causar: 
 
Dores de cabeça, 
Desordens nervosas, 
Miopia, astigmatismo, 
Fadiga do nervo óptico, 
Insensibilidade da retina 
Perda total da visão 
VISÃO CANSADA 
RADIAÇÕES IONIZANTES 
Proteção radiológica 
27 
Portaria nº 453, do Mistério da 
Saúde de 01/06/98 
Todos os serviços de raios-x devem ter no local um exemplar desta portaria. 
Produzidas na produção de 
imagens como recurso 
diagnóstico, pode trazer 
efeitos danosos aos tecidos e 
células 
Aprovou o regulamento 
técnico, estabeleceu diretrizes 
básicas de proteção em 
radiodiagnóstico, médico e 
odontológico em todo território 
nacional 
Riscos físicos 
SLIDE / 28 
No consultório odontológico, existem dois tipos básicos de 
radiação: 
AS IONIZANTES (RAIO-X) 
NÃO-IONIZANTES 
são aquelas que produzem calor 
SLIDE / 29 
A proteção radiológica baseia-se no tripé: 
YOUR 
TEXT HERE 
TEMPO 
BLINDAGEM 
DISTÂNCIA 
30 
O Operador deve se proteger mantendo a 
distância mínima de 2 metros entre ele e 
a ampola ou cabeça do paciente através 
de um fio disparador com este 
comprimento. 
Se isto não for possível ele deve 
ficar lateralmente atrás do 
paciente em um ângulo de 90º e 
135º relativo à direção do feixe 
primário para evitar a radiação 
espalhada. 
 
Distância 
 
31 
De 50 a 60 KVP: 18 cm 
De 60 a 70 KVP: 20 cm 
De 70 em diante: 24 cm 
Distância Foco-Pele, 
segundo quilovoltagem 
SLIDE / 32 
A proteção radiológica baseia-se no tripé distância, tempo e blindagem 
YOUR 
TEXT HERE 
Tempo 
Blindagem 
Distância 
O tempo deve ser o 
menor possível 
compatível com uma 
imagem de boa 
qualidade 
Proteção do equipamento de raios-X, 
cadeira odontológica e bancada auxiliar 
33 
Durante o preparo da sala de atendimento radiográfico o cabeçote do aparelho 
de raios-X, o encosto de cabeça da cadeira odontológica e a bancada auxiliar 
deverão ser recobertos com saco plástico ou rolo PVC. 
Proteção com sacos plásticos do cabeçote do aparelho de raios-X e encosto de cabeça 
34 
Botão disparador do aparelho deverá ser 
recoberto por plástico 
Paramentação Clínica 
• É obrigatório o uso de Equipamento de Proteção 
Individual (EPIs) 
35 
Atendimento radiográfico odontológicoa 4 mãos 
Operador deverá utilizar luvas e 
será responsável pelo manuseio dos 
materiais, equipamentos e superfícies 
protegidas com plástico. 
Proteção do filme radiográfico 
intrabucal 
• Os filmes radiográficos intrabucais deverão ser embalados 
individualmente com filme plástico PVC transparente, ficando as dobras 
na face posterior do filme radiográfico - face impressa 
36 
Face impressa 
Face lisa 
Procedimento de embalagem de filme 
radiográfico intrabucal utilizando filme 
plástico e deixando as bordas na face 
impressa da película radiográfica. 
37 
Acondicionamento em pote 
com tampa para 
conservação em geladeira 
Posicionador protegido 
por saco plástico. 
38 
• Lavagem rápida deverá ser feita em água corrente para 
remover a solução desinfetante, seguida de secagem com papel-
toalha. 
• Após sua utilização deverão ser submetidos à desinfecção 
química 
Detergente Enzimático/10 minutos 
 Hipoclorito de sódio (1%/20 minutos 
Processamento radiográfico 
39 
Remover e descartar em recipiente adequado (lixo discriminado para 
material contaminado) todos os sacos plásticos de proteção dos 
equipamentos. 
Remover a barreira de plástico PVC 
que envolve o filme radiográfico sem a contaminação das 
superfícies do filme, 
deixando-o cair sobre papel-toalha limpo 
Dessa forma o processamento 
radiográfico dos 
filmes é realizado na câmara 
escura sem a necessidade 
de luvas. 
• Vídeo 
40 
Exercício1 
1) Qual a importância da biossegurança? 
2) Dentre os riscos ocupacionais físicos envolvidos 
no âmbito odontológico estão: a iluminação, os 
ruídos e a radiação ionizante. Qual a importância 
da iluminação no consultório odontológico? 
3) Quais medidas podem ser tomadas para diminuir 
o ruído no consultório? 
4) Comente sobre algumas medidas de 
biossegurança durante procedimento 
radiográfico. 
 
 
41 
42 
paula-sbraga@hotmail 
THANK 
YOU 
RISCO BIOLÓGICO 
São representados por transmissão de bactérias, vírus ou fungos 
43 
Hepatite B 
HEPATITE C 
AIDS 
 É a probabilidade da exposição ocupacional a 
agentes biológicos. 
HEPATITE B (HBV) 
 
• A hepatite B é uma inflamação do fígado 
causada pela infecção do Vírus da Hepatite B 
(HBV) 
 
• O vírus pode ser transmitido através do 
sangue, e fluidos corporais , no entanto, 
é possível ficar protegido contra a infecção 
caso se tome corretamente a vacina contra a 
hepatite B 
44 
SLIDE / 
HEPATITE B (HBV) 
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N
A
L 
 
Grau de exposição ao sangue 
no ambiente de trabalho 
A presença ou não do antígeno 
HBeAG no paciente-fonte 
45 
está relacionado 
Principal transmissão por 
exposições percutâneas 
é uma proteína presente no vírus causador da 
doença 
SLIDE / 46 
A possibilidade de transmissão do HBV a partir do contato com 
superfícies contaminadas também já foi demonstrada em 
investigações de surtos de hepatite B. 
1 semana 
RISCO DE TRANSMISSÃO DO VÍRUS DA HEPATITE B 
Portanto, infecções pelo HBV em profissionais de 
saúde, sem história de exposição não-
ocupacional ou acidente percutâneo 
ocupacional, podem ser resultado de contato 
SLIDE / 47 
RISCO BIOLÓGICO 
RISCO DE TRANSMISSÃO DO VÍRUS DA HEPATITE C 
A hepatite C é causada pelo vírus C, sua transmissão ocorre 
por meio do contato com sangue contaminado 
 
SLIDE / 48 
RISCO DE TRANSMISSÃO DO VÍRUS 
DA HEPATITE C 
O vírus da hepatite C (HCV) só é 
transmitido de forma eficiente através 
do sangue 
Um estudo demonstrou que 
os casos de contaminações 
só ocorreram em acidentes 
envolvendo agulhas com 
lúmen. 
SLIDE / 49 
Sintomas HEPATITE C 
SLIDE / 50 
HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência 
humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, 
responsável por defender o organismo de doenças. As 
células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. 
SLIDE / 51 
SINTOMAS HIV 
SLIDE / 52 
Risco de 
transmissão 
 HIV 
ACIDENTES 
PERCUTÂNEOS 
APÓS 
EXPOSIÇÕES EM 
MUCOSAS 
0,3% 
0,09 % 
SANGUE 
Material biológico 
envolvido na 
transmissão do HIV. 
 
Suor, lágrima, fezes, 
urina, vômitos, secreções 
nasais e saliva 
Não transmite 
Mucosas são um tipo de tecido 
epitelial de revestimento interno 
das cavidades do corpo 
SLIDE / 
ACIDENTES 
PERFUROCORTANTES 
Os acidentes de trabalho com sangue e 
outros fluidos potencialmente 
contaminados devem ser tratados como 
CASOS DE EMERGÊNCIA 
53 
SLIDE / 54 
SLIDE / 55 
PREVENÇÃO A EXPOSIÇÃO A MATERIAIS 
BIOLóGICOS 
É a principal medida para que não ocorra contaminação 
por patógenos de transmissão sangüínea. 
PRECAUÇÕES BÁSICAS OU PRECAUÇÕES PADRÃO 
Devem ser utilizadas na manipulação de artigos 
médico-hospitalares e na assistência a todos os 
pacientes 
SLIDE / 56 
recomendações específicas que devem ser 
seguidas, durante a realização de procedimentos 
que envolvam a manipulação de material 
perfurocortante 
 
• Ter a máxima atenção durante a realização dos procedimentos; 
• Jamais utilizar os dedos como anteparo durante a realização de 
procedimentos que envolvam materiais perfurocortantes; 
• As agulhas não devem ser reencapadas, entortadas, quebradas ou retiradas 
da seringa com as mãos; 
• Todo material perfurocortante, mesmo que estéril, deve ser desprezado em 
recipientes resistentes à perfuração e com tampa; 
• Os coletores específicos para descarte de material perfurocortante não 
devem ser preenchidos acima do limite de 2/3 de sua capacidade total e 
devem ser colocados sempre próximos do local onde é realizado o 
procedimento. 
• MONTAGEM DO COLETOR 
57 
A 
Contaminação 
de parentes 
Contaminação no 
consultório 
odontológico 
CONTAMINAÇÃO 
OROFECAL 
Your Text Here YOUR TEXT HERE 
baixo nível de 
higiene pessoal 
de algum 
membro da 
equipe 
profissional 
Infecção de paciente para 
paciente 
Ocorre com o uso de 
instrumentos não esterilizados 
 
Paciente ou equipe 
odontológica entre si e 
para o protético 
CONTAMINAÇÃO NO 
CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO 
SLIDE / 
 
 
PROFISSIONAIS DE SAÚDE 
E TIPOS DE EXPOSIÇÕES 
Exposição A Materiais Biológicos 
EXPOSIÇÕES PERCUTÂNEAS 
Lesões provocadas por instrumentos perfurantes e 
cortantes 
 
EXPOSIÇÕES EM MUCOSAS 
Quando há respingos na face envolvendo olho, nariz, boca ou genitália 
 
EXPOSIÇÕES CUTÂNEAS (pele não-íntegra) 
Contato com pele com dermatite ou feridas abertas; 
60 
SLIDE / 61 
ACIDENTES COM 
PERFUROCORTANTE 
 
CONDUTA 
SLIDE / 62 
1) Cuidado com a área exposta 
Lavar exaustivamente com água e sabão o ferimento ou a pele 
exposta ao sangue ou ao fluido 
 
1) Notificação 
Dirija-se imediatamente ao Centro de Referência no atendimento 
de acidentes ocupacionais de sua região 
SLIDE / 63 
A notificação como registro documental é importante para 
que as estimativas da ocorrência de acidentes com 
exposição a material biológico sejam divulgadas. 
 
Todos os trabalhadores da saúde devem ser treinados e 
conscientizados sobre a relevância da notificação, o preparo 
correto para o registro dos dados é essencial e condição 
básica para estes profissionais. 
SLIDE / 64 
1) Avaliação do acidente 
 
A. Estabelecer o material biológico envolvido: sangue, fluidos orgânicos 
potencialmente infectantes ou fluidos orgânicos potencialmente não infectantes, salvo 
se presença de sangue. 
 
B. Tipo de acidente: perfurocortante, contato com mucosa, contato com pele 
 
C. Conhecimento do paciente fonte: fonte comprovadamente infectada;fonte exposta 
à situação de risco, fonte desconhecida, material biológico sem origem estabelecida 
 
3) Avaliação do status sorológico da fonte (origem do acidente) 
 
A- Paciente fonte conhecido mas sem informação do seu status sorológico 
B- Fonte desconhecida: levar em conta a probabilidade clínica epidemiológica 
de infecção pelo HIV, HCV, HBV, observando a prevalência de infecção naquela 
população, local onde o material perfurante foi encontrado (emergência, bloco 
cirúrgico, dialise), procedimento ao qual ele esteve associado, presença ou não 
de sangue, etc. , 
 
 
SLIDE / 65 
 
 
4) Status sorológico do acidentado 
Verificar a vacinação para hepatite B e Iniciar coleta de sorologia para HIV, HBV e 
HCV. 
 
 
5) Quimioprofilaxia 
A administração de anti-retrovirais (ARVs) para profissionais de 
saúde que sofreram exposição acidental à material biológico de 
pacientes HIV positivos 
SLIDE / 
Nos casos de gravidez algumas drogas 
devem ser evitadas 
• Deverá ser decidido em conjunto com a profissional 
acidentada e com o médico assistente do pré-natal 
após avaliação dos riscos, benefícios e informações 
sobre a segurança para o feto. 
 
 
• Profissionais que estiverem amamentando 
deverão ser orientadas a suspender o 
aleitamento durante a quimioprofilaxia, pela 
possibilidade de exposição da criança aos anti-
retrovirais e também para evitar o risco de 
transmissão secundária do HIV. 
66 
SLIDE / 67 
EM RESUMO…… 
Controle/monitoramento das 
condições dos profissionais de 
saúde expostos a acidentes 
CUIDADOS IMEDIATOS 
COM A ÁREA DE 
EXPOSIÇÃO 
Notificação 
QUIMIOPROFILAXIA 
Avaliação do acidente 
Avaliação do status sorológico 
da fonte e do acidentado ? 
SLIDE / 
a) Utilizar Equipamentos de Proteção Individual – EPIs; 
b) Lavar as mãos antes e após o contato com o paciente e entre procedimentos 
distintos 
realizados no mesmo paciente; 
c) Manipular cuidadosamente o material perfurocortante; 
d) Não reencapar, entortar, quebrar ou retirar as agulhas das seringas; 
e) Transferir os materiais e artigos, durante o trabalho a quatro mãos, com toda a 
atenção e, sempre que possível, utilizando-se uma bandeja; 
f ) Manter as caixas de descarte dispostas em locais visíveis e de fácil acesso. Não 
preenchê-las acima do limite de 2/3 de sua capacidade total; 
g) Efetuar o transporte dos resíduos com cautela para evitar acidentes. 
h) Descontaminar as superfícies com desinfetantes preconizados pelo Controle de 
Infecção, caso haja presença de sangue ou secreções potencialmente infectantes. 
69 
Segundo publicação da Anvisa, as seguintes medidas de 
precaução padrão devem ser adotadas: 
SLIDE / 70 
j) Submeter os artigos utilizados à limpeza, desinfecção e/ou esterilização, antes de 
serem utilizados em outro paciente. 
 
k) Não tocar os olhos, nariz, boca, máscara ou cabelo durante a realização dos 
Procedimentos ou manipulação de materiais organicos, assim como não se 
alimentar, beber ou fumar no ambiente clínico. 
 
l) Manter os cuidados específ icos na coleta e manipulação das amostras de sangue. 
 
m) Durante os procedimentos (com luvas), não atender telefones, abrir portas 
usando a 
maçaneta nem tocar com as mãos em locais passíveis de contaminação. 
Segundo publicação da Anvisa, as seguintes medidas de 
precaução padrão devem ser adotadas: 
SLIDE / 71 
Exercício 
 
O que é risco biológico? 
Quais tipos de exposições a materiais biológicos? 
 
 
SLIDE / 72 
EXERCÍCIO PARA CASA 
 
O que é mapa de risco? 
É fundamental para evitar acidentes de trabalho? 
Quais as vantagens do seu uso? 
 
Elabore um mapa de risco de um consultório 
odontológico 
73 
paula-sbraga@hotmail 
THANK 
YOU

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