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Palmeiras
Nome cientifico: Orbignya speciosa 
Nome popular: Babaçu, Baguaçu, Auaçu, Aguaçu, Bauaçu
Família: Arecaceae
Observações e curiosidades:
Seu óleo tem utilização industrial em perfumaria,
Saboaria e lubrificação
Folhagem é forrageira e serve para a cobertura de casas
Para germinação deve-se promover a escarificação dos frutos
É resistente a transplantes quando adulta
Morfologia 
Porte
Pode atingir até 20 m de altura.
Caule
Estipe característico por apresentar restos das folhas velhas que já caíram em seu ápice.
Folhas
Folhas com até 8 m de comprimento, arqueadas.
Flores
Flores creme-amareladas,aglomeradas em longos cachos. 
Cada palmeira pode apresentar até 6 cachos, surgindo de janeiro a abril.
Frutos
Frutos ovais alongados, de coloração castanha, que surgem de agosto a janeiro, em cachos pêndulos. 
A polpa é farinácea e oleosa, envolvendo de 3 a 4 sementes oleaginosas.
Clima
Prefere clima quente
É encontrada em maior quantidade nos estados do Maranhão e Piauí
 
Nome científico: Scheelea phalerata 
Família botânica: Attalea phalerata 
Nomes populares: bacuri, acuri, ganguri, coqueiro-acurí.
Observações e curiosidades: a madeira é empregada localmente apenas para construções rurais. O palmito é comestível. Dos frutos extrai-se uma fécula alimentar. Também são comestíveis in natura, tanto a polpa como as amêndoas. A palmeira é muito ornamental podendo ser empregada em paisagismo. Segunda cobertura vegetal presente no Brasil, o Cerrado corre grave risco de extinção e tem sido cada vez mais desmatado. Estudos apontam que apenas 19% do bioma está preservado, o que integra o bacuri como um dos frutos ameaçados de extinção.
Morfologia
Porte
Sua altura atinge até 10 metros e seu diâmetro até 40 cm
DESCRIÇÃO 
Palmeira neotropical, com pecíolos foliares de 30-40 cm de diâmetro, seus raques podem atingir até 5 metros de comprimento. De grande importância alimentar para a fauna silvestre. 
Folhas: pinatífidas curvas com até 3 metros de comprimento.
Flores: amarelas em cachos axilares.
Fruto: baga globosa com cerca de 10 cm de comprimento.
Floração: janeiro-maio
Frutificação: outubro-dezembro.
Caule: Inicia o florescimento e frutificação quando ainda desprovida de caule visível, deixando os cachos de frutos encostarem no chão
Popular na região amazônica, também é encontrada no bioma Cerrado nos estados do Maranhão e Piauí.
Nome popular: carandá-guaçu; coqueiro-buriti; palmeira-do-brejo; miriti
Nome científico: Mauritia flexuosa L
Família botânica: Palmae
Observações e curiosidades: A planta tem muitas utilidades:
1) A polpa dos frutos é usada para extração de óleo comestível de cor avermelhada e no preparo de sorvetes, cremes, geléias, doces, licores e sucos contendo vitaminas A e C. Os frutos servem de alimentos para animais silvestres.
2) As folhas, para confecção de cordas, esteiras, redes de dormir, abanos, utensílios domésticos para espremer raspa de mandioca no preparo de farinha e artesanatos diversos.
3) A estipe (tronco) é usada nas construções rurais e obtém-se, através de perfurações, um líquido adocicado para a fabricação do vinho-de-buriti. O palmito dessa planta é comestível.
4) Na arborização de praças, parques e jardins.
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS: 
Porte: Árvore com altura em torno de 20 a 30 m, tronco até 50 cm de diâmetro. Cachos de 2 a 3 m de comprimento.
Flores: Flores em longos cachos de até 3 m de comprimento, de coloração amarelada, surgem de dezembro a abril.
Fruto: Elipsóide, castanho-avermelhado, de superfície revestida por escamas brilhantes. Polpa marcadamente amarela. Semente oval dura e amêndoa comestível. Frutifica de dezembro a junho.
Folhas: Folhas grandes, dispostas em leque. Suas folhas, em número de vinte a trinta, chegam a cinco metros de comprimento por até três de largura e são muito usadas para cobertura de ranchos.
Neste país, predomina nos estados do Acre,Amapá, Roraima, Rondônia, Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí, mas também encontra-se nos estados do Ceará, Bahia, Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal.
Nomes populares: Coqueiro Coco, Coco-da-baía, Coco-da-praia, Coqueiro, Coqueiro-anão, Coqueiro-da-índia
Nome cientifico: Cocos nucifera
Família: Arecaceae
Observações e curiosidades: Há três principais tipos de coqueiros, todas produtivas e ornamentais, mas com propósitos diferentes. O tipo gigante é a palmeira original, muito alta e longeva, é adequada para a produção de coco seco. Já a cultivar anã (Cocos nucifera “Dwarf”) é mais apropriada para a exploração do coco verde. Ela não ultrapassa 3 metros, vive cerca de 20 anos, mas é muito precoce e produtiva. O terceiro grupo inclui as plantas híbridas, resultantes do cruzamento entre anãs e gigantes, com características intermediárias.
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS: 
Porte: É uma planta que pode crescer até 30 m de altura
Folhas: com folhas pinadas de 4–6 m de comprimento, com pinas de 60–90 cm. As folhas caem completamente, deixando o tronco liso.
 
Fruto: um coco é um fruto seco simples classificado como drupa fibrosa (não uma noz). A casca (mesocarpo) é fibrosa e existe um "caroço" interno (o endocarpo lenhoso). Este endocarpo duro tem três poros de germinação que são claramente visíveis na superfície exterior, uma vez que a casca é removida. É através de um destes que a pequena raiz emerge quando o embrião germina.
Flores: Flores pequenas, brancas ou amareladas, em cachos pendentes de cerca de 1 metro. Produz flores femininas e flores masculinas, sendo a flor feminina muito maior do que a flor masculina. 
Floração: A floração ocorre de forma contínua.
Frutificação: julho a fevereiro
Clima: Tropical. Temperaturas abaixo de 17° afetam o desenvolvimento da planta.
A origem do coqueiro é do Sudeste da Ásia. A planta foi introduzida no Brasil pelos portugueses, por volta do ano de 1553. Primeiramente foi inserido no estado da Bahia (daí côco-da-Baia), disseminando-se por muitas regiões, principalmente pelo litoral nordestino.
 Nomes populares: Macaúba
Nome cientifico: Acrocomia aculeata
Família: Arecaceae
Observações e curiosidades: Seu estipe é empregado em construções rústicas e as folhas, além de forrageiras, fornecem fibras têxteis para confecção de redes e linhas de pescar. O fruto com polpa consumida ao natural. A semente fornece óleo comestível de boa qualidade. Devido ao seu valor ornamental, pode ser empregada no paisagismo em geral. É ornamental podendo ser empregada em paisagismo. Da macaúba se aproveita praticamente tudo.
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS: 
Porte: Com altura até 15 m, a árvore é ornamental.
Frutos: Seus frutos são comestíveis, e de sua amêndoa se extrai um óleo fino semelhante ao da oliveira. Do miolo do tronco se faz uma fécula nutritiva.
Folhas: São bissexuais, branco- amareladas hermafroditas. As folhas são forrageiras e têm fibras têxteis usadas para fazer redes e linhas de pescar.
Flores: As flores atraem abelhas e os frutos, marron-amarelados, produzem óleo.
Frutificação: Ocorre com 3 a 5 anos de idade. 
Ela pode ser encontrada em quase todo o Brasil.
Arvores grande porte
Nomes populares: AÇOITA CAVALO
Nome cientifico: Luehea divaricata (Tiliaceae).
Família: Malvaceae
 
Observações e curiosidades: A infusão da casca da árvore é utilizada na substituição de remédios industrializados, pois possui ação natural de antidiarreico, antiinflamatório, antimicrobial, antipirético e adstringente. Devido a quantidade de tanino presente na casca, assim como óleo, resina e mucilagem, o chá pode ser ministrado para o tratamentode doenças
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS
Porte: Árvore caducifólia, com 3,5 a 15 m de altura e 20 a 50 cm de diâmetro, podendo atingir até 30 m de altura e 100 cm de diâmetro, na idade adulta.
Frutos: Sulos frutos são cápsula lobada de valvas lenhosas contendo de cinco a quinze sementes.
Folhas: As folhas são simples, alternas, dísticas, irregularmente serreadas, com três nervuras longitudinais típicas, ásperas na face ventral e tomentosas na face dorsal.
Flores: As flores são vistosas, de coloração rósea, roxa ou, raramente, branca.
Nativa do sul, sudeste e norte brasileiro, a árvore parece desenvolver-se melhor em mata atlântica, algumas até chegando a ser encontradas no cerrado.
Nome científico: Cariniana legalis (Mart.) Kuntze
Outros nomes populares: jequitibá-rosa, jequitibá-vermelho, pau-carga (PE), sapucaia-de-apito (PE), pau-de-cachimbo
Família: Lecythidaceae
Observações e curiosidades: Fornece madeira leve (0,53 g/cm3), macia, de baixa resistência ao ataque de organismos xilófagos, usada para construção civil em obras internas, para confecção de contraplacados, móveis, brinquedos, lápis, salto de calçados, cabos de vassouras, etc. Suas sementes são o alimento preferido dos macacos. A árvore, apesar de seu grande porte, é ótima para a arborização de parques e grandes jardins. Esta árvore, pelo tamanho monumental, é admirada por todos a ponto de ter sido escolhida como árvore símbolo do estado de São Paulo e ter emprestado seu nome para designar cidades, palácios, parques, ruas e bairros em todo o sudeste do país. Jequitibá-rosa no Parque Estadual do Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro, em São Paulo, no Brasil. Possui 3.000 anos de idade e ainda frutifica. O tanino de sua casca é empregado no curtimento de couros, e sua casca também tem grande poder desinfetante.
Características Morfológicas:
Porte: Árvore muito alta (30-50 m de altura) da mata atlântica clímax, com tronco retilíneo e cilíndrico de 70-100 cm de diâmetro. Exemplares centenários são comuns em muitas matas do estado de São Paulo, onde a altura pode se aproximar dos 55 m e o diâmetro na base do tronco pode ultrapassar 2 m. É uma das árvores mais altas da flora brasileira e certamente a mais alta da Mata Atlântica.
Frutos: Os frutos são cápsulas lenhosas com formato semelhante à de um cachimbo, que deixam liberar as sementes por uma abertura em sua extremidade distal quando maduros.
Folhas: Folhas membranáceas de 4-7 cm de comprimento que adquirem tonalidades róseo-avermelhadas quando novas.
Flores: As flores são pequenas, branco-creme, inseridas nas axilas das folhas.
Origem: Ocorre nos estados de Pernambuco até São Paulo na Mata Atlântica, penetrando neste último estado na floresta semidecídua da Bacia do Paraná.
Nome científico: Cedrela fissilis
Outros nomes: cedro rosa, cedro vermelho, cedro branco, cedro batata, cedro amarelo, cedro cetim, cedro da várzea, cedro-fofo, acaiá, acaju, cedrinho, cedro-roxo.
Família: 
Observações e curiosidades: madeira tem alto valor comercial, sendo empregada principalmente na construção civil e marcenaria. Usada na confecção de móveis finos, compensados, contraplacados, esculturas, molduras, instrumentos musicais; na construção civil como forros e esquadrias e na construção de lanchas, botes e canoas e aeronáutica. Apresenta potencial como ornamental e em reflorestamentos, desde que em plantios mistos, pois é atualmente suscetível ao ataque de broca do ponteiro, Hypsipyla grandella. A árvore é largamente empregada no paisagismo de parques, grandes jardins e recomendada para a arborização de praças públicas. Também pode ser utilizada na arborização de ruas.
Características Morfológicas:
Porte: árvore de grande porte, com altura de 20 a 25 m e tronco com 60 a 90 cm de diâmetro. Tronco reto revestido de casca grossa, parda acinzentada, rugosa e profundamente sulcada.
Frutos: Fruto cápsula oblonga, pendente, lenhosa, pardo-escura, com lenticelas salientes, de 4- 11 cm de comprimento, que se abre em 5 partes quando seco. Sementes aladas, castanho-claras, numerosas e achatadas. Resiste a geadas fracas e derruba totalmente as folhas no inverno. Um Kg contém 21.000 unidades.
Folhas: Folhas compostas de 60 a 100 cm de comprimento, paripinadas, de 10 a 15 pares de folíolos sem pecíolo, oval-lanceolados, cobertos de pêlos finos e curtos e com nervura central saliente na face inferior de 8 a 14 cm.
Flores: são unissexuais por aborto; flores masculinas mais alongadas que as femininas, amadurecendo em tempo diferente destas, com pétalas esverdeado-brancas, às vezes rosadas no ápice, com 12 mm de comprimento, reunidas em tirsos axilares de até 30 cm de comprimento em média, às vezes alcançando até 60 cm.
Origem: Em todo o país, principalmente de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul.
Florescimento: agosto e setembro
Frutificação: julho a agosto
Nome científico: Chorisia speciosa (Bombacaceae)
Nomes Populares: paineira-rosa, árvore-de-lã, barriguda, árvore-de-paina, paina-de-seda, paineira-fêmea, Chorisia speciosa
Família: Malvaceae
Observações e curiosidades: A Madeira é Cerne branco-amarelado, suavemente rosado e textura grossa. Possui fraca resistência e grande tendência ao apodrecimento. É utilizada em aeromodelismo, material isolante, flutuadores, enchimento de portas, embalagens leves, caixas, forro de móveis, cochos, gamelas, tamancos, canoas, divisórias e outros usos que não requeiram resistência. Além disso, produz pasta para cartão e papel. Árvore ornamental brasileira de flores grandes e vistosas, essa espécie produz frutos semelhantes a abacates, só que de casca muito dura. É difícil encontrá-los ainda fechados no chão: eles se abrem ainda no pé, nos galhos mais altos, estourando a casca depois de muitos dias de exposição ao sol. Assim, maduros, estão prontos para serem fuçados pelos passarinhos que, como o vento, são os responsáveis pela dispersão das sementes. De beija-flores a periquitos e maritacas, é grande o número de aves que recheia seus ninhos com paina - uma maneira muito confortável de manter os ovos aquecidos e protegidos de umidade. A lã da paina serve para forrar travesseiros, e o tronco da paineira é leve e mole
Características Morfológicas:
Porte: Árvore caducifólia com até 30 m de altura e 120 cm ou mais de diâmetro, na idade adulta.
Folhas: Folhas com sete folíolos glabros, lanceolados com 10 a 15 cm de comprimento e 4 a 5 cm de largura, margem serrilhada; pecíolo de 5 a 17 cm de comprimento.
Frutos: Flores branco-arroxeadas ou branco-avermelhadas, com até 9 cm de comprimento por 3 cm de largura, vistosas, aveludadas. Frutos não comestíveis
Flores: frutos de forma bastante variável e de coloração parda, com fibras brancas.
Origem: Ocorre naturalmente nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.
Floração: primavera e verão.
Nome científico: Handroanthus ochraceus.
Nomes populares: pau-d’arco-amarelo (PA), piúva-amarela, ipê-ovo-de-macuco (ES), tamurá-tuíra, ipê-pardo, ipê-do-cerrado, ipê-amarelo.
Família: Bignoniáceas
Observações e curiosidades: O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000). A madeira é própria para obra externas, como postes, peças para pontes, tábuas para assoalhos, rodapés, molduras, etc. Aárvore é extremamente ornamental, principalmente quando em flôr; é a espécie de ipê amarelo mais cultivada em praças e ruas estreitas e sob redes elétricas em virtude de seu pequeno porte. A madeira é própria para construções pesadas e estruturas externas, tanto civis como navais, comoquilhas de navios, pontes, dormente, postes, para tacos e tábuas de assoalho, confecção de tacos de bilhas, bengalas, eixos de rodas, etc. A árvore é extremamente bela quando com flor, o que é facilmente notado na floresta amazônica durante sobrevôo. É excelente para o paisagismo em geral, o que já vem sendo largamente utilizado.
Características Morfológicas: 
Porte: Altura de 8-20 m, com tronco de 60-80 cm de diâmetro.
Copa: rala, com diâmetro um pouco maior que a metade da altura
Frutos: Fruto cápsula linear acuminada com tomento que se desprende com facilidade.
Flores: Flores com corola amarelo-ouro, de 4 a 5,5 cm de comprimento; cálice tubuloso com glândulas.
Folhas: Folhas compostas 5-folioladas (eventualmente 4); folíolos glabros ou pubescentes, de 6-17 cm de comprimento por 3-7 cm de largura.
Origem: Espírito Santo até Santa Catarina, na floresta pluvial atlântica. Muito frequente na região Amazônica e esparso desde o Ceará até São Paulo na floresta pluvial atlântica; na região sul da Bahia e norte do Espírito Santo é um pouco mais frequente que no resto da costa. 
Floração: Julho a Setembro, com a planta totalmente despida de sua folhagem. 
Frutificação: Setembro a Outubro. 
Nome científico: 
Nomes populares:
Família:
Observações e curiosidades:
Características Morfológicas: 
Porte: 
Frutos: 
Folhas:
Origem: 
Nome científico: 
Nomes populares:
Família:
Observações e curiosidades:
Características Morfológicas: 
Porte: 
Frutos: 
Folhas:
Origem: