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UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC II –Trabalho de Conclusão de Curso II APOSTILA TCC II TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MONOGRAFIA Revisada e atualizada pelos Professores - Orientadores Alípia Ramos de Souza, Isnard Manso Vieira e Guilherme Carvalhido, de acordo com as normas da ABNT 14724, de 17.04.2013. Aprovada pelos Coordenadores: Luiz Carlos Bittencourt / Miriam Aguiar e pelos professores Orientadores: Guilherme Carvalhido, Isnard Manso Vieira, Alípia Ramos de Souza, Márcio Ferreira e Vera Zunino. 2016.2 UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso “A fama dura alguns minutos, horas, meses ou anos. O conhecimento uma eternidade”. Alípia R. de Souza Tenho certeza que todos nós gostamos de desafios! Que tal encarar esse? “Não Tenham medo do conhecimento, ele é leve mas é eterno”. Presidente da Coca-Cola David Braison. ATENÇÃO!!!!!!! O TCC E/OU MONOGRAFIA SERÁ ENTREGUE EM DUAS VERSÕES: IMPRESSO E EM CD. ALÉM DO ARTIGO CIENTÍFICO QUE SERÁ ENTREGUE PARA A COORDENAÇÃO, QUANDO DA ENTREGA DEFINITIVA. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso DIFERENÇAS ENTRE PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA OU DIFERENÇAS ENTRE TCC I e TCC II. O Projeto de Pesquisa (TCC I) é o começo da Monografia (TCC II). Este Projeto acontece no 7º período e a Monografia no 8º. O TCC I é a elaboração do Projeto que vai se tornar, depois, em TCC II, em Monografia. Uma Monografia de boa qualidade, consistente, com boa argumentação, bem estruturada, original, com texto claro e bom conteúdo, começa no TCC I. É por esta razão que a Coordenação vem dando mais atenção a esta etapa do curso. Se o aluno não for motivado a buscar um bom tema, se não for orientado para o processo de Pesquisa, se não for disciplinado para buscar boas informações, dados consistentes e desenvolver uma correta interpretação deles e, depois, redigir bem o seu trabalho, dificilmente vai produzir uma boa Monografia. E uma boa Monografia não deve ser elaborada só como um trabalho para terminar o curso. Não. Ela precisa ter um compromisso maior: contribuir para os que vêm depois, ajudar a esclarecer, a debater, a refletir problemas que estão em torno de todos nós. I. ESTRUTURA DA MONOGRAFIA A Estrutura de uma Monografia tem um conjunto de Elementos. Dá-se o nome de Elementos aos vários itens, tópicos, quesitos que formam o uma Monografia que é constituída de três partes: Pré textual, formada pelos Elementos que vêm antes dos Textos, Textual, formada pelos Textos, pela sua parte descritiva e a Pós Textual, formada pelos Elementos que vêm depois, no final. A. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS (OBRIGATÓRIOS (*) E OPCIONAIS.) Entram nesta ordem. Capa (*) Folha de rosto (*) Errata Folha de aprovação (*) Dedicatória Agradecimentos (*) UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso Epígrafe RESUMO na língua vernácula (*) RESUMO em língua estrangeira (*) Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos SUMÁRIO (*) B) ELEMENTOS TEXTUAIS INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO CONCLUSÃO C) ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS REFERÊNCIAS GLOSSÁRIO ANEXOS II. O PASSO A PASSO PARA FAZER BEM A SUA MONOGRAFIA. A estrutura da Monografia vai ser desenvolvida, agora, no TCC II. Antes disto, no TCC I, o aluno elaborou o Projeto de Pesquisa que é, a rigor, o Planejamento da Monografia. Então, para isto, vai aí o esquema básico, para a elaboração desta outra etapa. A última. O aluno encontra um modelo completo, no final da apostila. A. PRÉ TEXTUAIS Aqui, nesta primeira etapa, o aluno vai criar, pela ordem: CAPA, FOLHA DE ROSTO, FOLHA DE APROVAÇÃO, RESUMO (em língua vernácula), RESUMO (em língua estrangeira) e o SUMÁRIO. Se quiser, fazer uma Dedicatória, um Agradecimento e uma Epígrafe, faça. Se achar que justifica registrar eventuais erros encontrados na Monografia, depois dela feita, crie uma ERRATA. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso Se tiver incluído ilustrações no corpo da Monografia, tem que fazer uma folha com a Lista das Ilustrações. Idem se tiver Tabelas. Caso tenha usado siglas e abreviaturas, também terá de fazer uma página registrando isto. O mesmo se aplica a Símbolos, caso tenha usado alguns no corpo da Monografia. Detalhes vão mais abaixo. Todos os títulos do bloco Pré Textual, entram centralizados, corpo 12, Caixa Alta e em Negrito. A 1. CAPA. (OBRIGATÓRIO) A Capa é o primeiro elemento. A identificação entra nesta ordem: a) Nome da instituição. b) Nome do autor: responsável intelectual pelo trabalho; c) O título deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo; se tiver Subtítulo ele terá de estar subordinado ao título principal, precedido de dois pontos; d) Local (cidade/estado) Rio de Janeiro/RJ) onde será apresentado o trabalho; Ano e semestre de depósito (da entrega).2016/2). A 2. FOLHA DE ROSTO. (OBRIGATÓRIO) a) No cabeçalho da página o nome do autor: o responsável pelo trabalho; b) No meio da página o título da Monografia. Como está na capa, com o subtítulo, caso houver. c) Logo abaixo do título o objeto do trabalho, a finalidade, o nome da instituição, margem de 8 cm; c) Orientador e seu nome, entram alinhados pela esquerda. Se tiver mais de um orientador, entra o nome dele, também; d) No rodapé: local (cidade) da instituição, ano e mês de depósito (da entrega). Tudo em Caixa Alta e Negrita. Menos a letra c que entra em Caixa Alta e caixa baixa e sem negrita A 3. ERRATA (OPCIONAL) Inserida após a Folha de Rosto. Deve ser disposta da seguinte maneira: Exemplo Errata Folha Linha Onde se lê Leia-se 32 3 Publicado Publicação Este recurso ajuda o leitor a encontrar facilmente, pela página, parágrafo, linha a palavra grafada erroneamente e a sua forma correta (corrigida). Esta lista deverá constar após a folha de rosto. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso A 4. FOLHA DE APROVAÇÃO. (OBRIGATÓRIO) Colocada após a folha de rosto, com o nome do autor da Monografia, do nome do trabalho, dos professores membros da banca e suas qualificações. A 5. DEDICATÓRIA (OPCIONAL) Opcional, colocada após a folha de aprovação. NÃO RECEBE TÍTULO. A 6. AGRADECIMENTOS. (OPCIONAL) Entra após a dedicatória. RECEBE TÍTULO A 7. EPÍGRAFE (OPCIONAL) Deve ser inserido após os Agradecimentos. Pode também constar epígrafe nas folhas ou páginas de abertura das seções primárias. NÃO RECEBE TÍTULO. Os títulos, todos, nesta parte PRÉ TEXTUAL, são CENTRALIZADOS, SEM INDICATIVO NUMÉRICO.Abreviaturas e siglas devem estar relacionadas em ORDEM ALFABÉTICA. (ABNET 14724 DE 11.01. 2013.) A 8. RESUMO na língua vernácula (OBRIGATÓRIO) O Resumo é constituído de texto corrido, sem nenhum parágrafo, numa sequência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. A primeira frase deve ser significativa, explicando o Tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação etc.). Deve-se usar o Verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. No final entram as Palavras-chaves (5), separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. O RESUMO deve estar em uma só página, em parágrafo único, justificado e sem recuo na primeira linha. O espaço entrelinhas é o de 1,5 linha, simples e a fonte será a mesma de todo o trabalho: 12, Arial ou Times New Roman. DEVE-SE EVITAR: Símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; Fórmulas, equações, diagramas etc., que não sejam absolutamente necessários. Quando o emprego de alguma palavra, pouco conhecida, que não seja de uso comum, for imprescindível, deve-se defini-la, explica-la, na primeira vez que aparecer. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso QUANTO A SUA EXTENSÃO O RESUMO DEVE TER: De 150 a 500 palavras. Trabalhos acadêmicos (Dissertações, Teses, Monografias) e relatórios técnicos – científicos: De 100 a 250 palavras os de artigos de periódicos; De 50 a 100 palavras os destinados a indicações breves. QUANTO A SUA EXTENSÃO O RESUMO DEVE TER: De 150 a 500 palavras. Trabalhos acadêmicos (Dissertações, Teses, Monografias) e relatórios técnicos – científicos: De 100 a 250 palavras os de artigos de periódicos; De 50 a 100 palavras os destinados a indicações breves. A 9. RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA. (OBRIGATÓRIO) O mesmo RESUMO só que em outra língua, digitado na folha seguinte (em inglês ABSTRACT, em espanhol RESUMEM, em francês RESUME, portanto, em qualquer língua), em itálico. Sempre seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho: palavras-chave e/ou descritores. A 10. LISTA DE ILUSTRAÇÕES (OPCIONAL) Este elemento deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. Quando necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (mapas desenhos, esquemas, organogramas, fluxogramas, plantas, gráficos, fotografias, quadros, retratos etc.). TÍTULO CENTRALIZADO, SEM INDICATIVO NUMÉRICO – ABNT 14724 DE 2013. A 11. LISTA DE TABELA (OPCIONAL) Elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. Cada item designado por seu nome específico com o número de página. TÍTULO, também, CENTRALIZADO, SEM INDICATIVO NUMÉRICO. A 12. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (OPCIONAL) Relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes, grafadas por extenso.O TÍTULO deve ser centralizado, sem indicativo numérico. – ABNT 14724 DE 2013. OBS. APRESENTAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES NO TEXTO Entende-se como ilustração: gráficos, diagramas, desenhos, fotografias, mapas etc. que complementam visualmente o texto. ABNT 14724. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso A 13. SUMÁRIO (OBRIGATÓRIO). Enumeração das principais divisões e seções do trabalho na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. Título em Caixa Alta, negrita, centralizado, no alto da página. Os títulos do SUMÁRIO (capítulos) em Caixa Alta e negrita, alinhados pela esquerda com a numeração 1, 2 e 3 antes. Cada título se subdivide em 1.1., 1.2 e 1.3; 2.1., 2.2. e 2.3.; 3.1. 3.2. e 3.3 respectivamente. Adota-se o nome Capítulo, mas não se escreve Capítulo. OS ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS NÃO ENTRAM NO SUMÁRIO. B) TEXTUAIS Este bloco da Monografia é o local onde se faz a exposição da ideia, do tema, do problema equacionado no Projeto de Pesquisa. Esta exposição deve ser feita em formato A4 (21 a 29,7), usando a fonte Times New Roman ou Arial, margens iguais à PRÉ-TEXTUAL, justificado, com espaçamento 1,5 entre linhas. Em caso de citações diretas com mais de três linhas e legendas de tabelas e ilustrações, usa-se espaço simples e corpo 11 ou 10. Títulos e subtítulos de Capítulos e subcapítulos, vão alinhados à esquerda, precedidos de seus indicativos numéricos grafados em algarismos arábicos e separados entre si por um espaço. Os TÍTULOS devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. Cada seção primária deve ser iniciada em folha nova. As Seções Primárias são: INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO (OS 3 CAPÍTULOS) e a CONCLUSÃO. A partir da INTRODUÇÃO, todas as páginas passam a ser numeradas inclusive as REFERÊNCIAS, os ANEXOS etc. A paginação deve vir no canto superior direito, a 2 cm da borda superior. A INTRODUÇÃO é a parte inicial do texto, na qual devem constar a formulação e delimitação do assunto tratado, bem como os objetivos da pesquisa. Toda aquela parte do TCC I (Justificativa, Metodologia, Hipótese, Objetivo etc.) devem constar da INTRODUÇÃO. Que tem, como finalidade, fornecer ao leitor os antecedentes que justificam o trabalho assim como enfocar o assunto que vai ser abordado. No final, tem que se explicar, resumidamente, de que trata o capitulo 1, o 2 e o 3. A INTRODUÇÃO pode incluir informações sobre a importância e a natureza do problema, sua relação com outros estudos sobre o mesmo assunto, suas limitações e seus objetivos. Esta seção representa, preferencialmente, a essência do pensamento do autor em relação ao assunto que pretende estudar. Deve ser abrangente sem ser prolongada. É um discurso de abertura em que o pesquisador oferece ao leitor uma síntese dos conceitos da literatura; expressa sua própria opinião – contrastando-a ou não com a literatura, estabelece as razões de ser de seu trabalho sumariando apropriadamente começo, meio e fim de seu estudo. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso DESENVOLVIMENTO DOS CAPÍTULOS Parte principal do texto, que contém a exposição pormenorizada, ordenada do assunto. Pode ser dividida em seções e subseções, que variam em função do TEMA e da abordagem do método. No Capítulo 1 o orientando deve descrever a Fundamentação Teórica do seu trabalho. É onde ele fala sobre os autores e as fontes que estudaram, pensaram, refletiram, escreveram e/ou falaram sobre o assunto em questão. O aluno deve, nesta parte, explicar, justificar, fundamentar todos os aspectos teóricos que norteiam, embasam o seu Tema. No Capítulo 2 o orientando vai fazer a ligação da parte teórica com o assunto que está sendo tratado. Ele agora precisa unir a teoria à prática, explicar como que ela se aplica no mundo das coisas concretas. Sem abandonar as referências subjetivas, os estudos e tudo o mais que foi teorizado sobre o assunto, ele começa a mostrar que o seu tema não é obra do acaso e nem uma ficção, mas que está alicerçado a toda uma teoria, a conceitos já definidos por vários autores. No Capítulo 3 o orientando vai se dedicar ao conteúdo do seu tema em termos de realidade, em termos práticos, procurando enfocar a pertinência do assunto, as vantagens daquilo a que se propôs defender. Cabe no Capítulo 3 um estudo de Caso, uma análise mais profunda de como a suatese, a sua teoria, tem condições de dar resultados práticos, transformar coisas, processos. É, efetivamente, o momento de mostrar que a Práxis existe e que deve funcionar como referência. Este “miolo”, o Desenvolvimento, nestes 3 Capítulos, deve ser estruturado de tal forma que demonstre um equilíbrio no seu raciocínio, deixando claro que uma coisa tem a ver com a outra, que o capítulo I fundamenta a teoria, que o capítulo 2 faz a ligação da teoria com a prática e que o capítulo 3 trata da parte prática, como resultado positivo da aplicação da teoria. Terminado este “Desenvolvimento” o orientando vai para a parte final que é a CONCLUSÃO, a sua posição pessoal com relação a tudo que foi feito. Aqui, o aluno vai dar um balanço final procurando demonstrar se sua teoria, tese, hipótese, ideia, foi desenvolvida claramente. Aqui ele vai “concluir” se conseguiu ou não demonstrar o que pretendeu. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso PÓS-TEXTUAIS Nesta seção entram as informações que complementam o trabalho. C 1 - REFERÊNCIAS (Obrigatório) As Referências entram em lista ordenada alfabeticamente (por sobrenome do autor). O espaçamento entre linhas é simples mas, a cada Referência, usa-se duplo espaço. Tudo alinhado pela esquerda. O título, REFERÊNCIAS, deve figurar centralizado e sem indicativo numérico – ABNT-14 724 de 11.01.2013. Todos os livros, fascículos, artigos, revistas, vídeos, documentários, sites, que tiverem sido utilizados, terão que ser referenciados nesta parte. Se está citado no corpo do trabalho tem de estar registrado aqui, nas REFERÊNCIAS. Se está registrado aqui, tem que estar citado lá. Registra-se primeiro, os livros. Depois revistas, fascículos, jornais. Depois entram vídeos, documentários, depois SITES. C 2 - GLOSSÁRIO (Opcional) É um vocabulário explicativo dos termos, conceitos, palavras, expressões, frases utilizadas no decorrer do trabalho e que podem dar margens a interpretações errôneas ou que sejam desconhecidas do público alvo e não tenham sido explicados no texto. C 3 - ANEXOS (Opcional) Suportes elucidativos e indispensáveis para compreensão do texto são constituídos de documentos, nem sempre elaborados pelo próprio autor, que complementam a intenção comunicativa do trabalho. O título deve ser centralizado e sem indicativo numérico. Neste quesito o aluno vai relacionar tudo que pretendeu incluir na Monografia. (Ilustrações, desenhos, fotos, tabelas, gráficos etc.). Se houver mais de um anexo, sua identificação deve ser feita por meio de letra maiúscula do alfabeto. Exemplo: ANEXO A – Questionário de Entrevista. ANEXO B- Representação gráfica etc. Com os Elementos Pós Textuais, a Monografia está concluída, pronta e acabada? Ainda não. Isto que foi visto até agora se refere à Estrutura dela. Faltam a revisão, o acabamento, os cuidados com a formatação que são as Normas da ABNT, o respeito à estética, uma olhada a mais no conteúdo. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso A QUESTÃO DAS NORMAS ou da FORMATAÇÃO. Uma Monografia obedece às Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Existem Normas para se fazer uma Monografia, assim como existem normas para se produzir fios, canos, papéis, parafusos, cadernos, livros etc. Imagine se cada cerâmica resolvesse fazer telhas, manilhas, tijolos, ladrilhos do seu jeito. Cada uma adotando um modelo, matéria prima, formato, espessura, resistência. O mundo seria um caos. Assim também as Monografias obedecem a certos padrões. A Coordenação do Curso de Comunicação Social (Propaganda e Publicidade), da Universidade Veiga de Almeida, vem perseguindo um modelo de Monografia que seja o mais simples, o mais prático, o menos burocrático possível, respeitando as Normas da ABNT. E resolveu então, a partir de 2014/2, adotar um modelo que está sendo aperfeiçoado e que vai vigorar por 5 anos. Depois ele poderá vir a ser repensado. Até porque começa-se a pensar em adotar uma alternativa para as Monografias: a elaboração de Projetos. A ideia já está sendo discutida. Então, é em cima deste modelo que o aluno de TCC II, vai trabalhar e elaborar a Monografia. A partir de agora, vão umas regrinhas simples que devem ser entendidas, compreendidas, decoradas, para que sejam aplicadas, na prática, na feitura da Monografia. Para que ela seja correta, confiável, legível, convidativa à leitura porque estará organizada, bem estrutura, bem resolvida. E, mais do que isto, padronizada. Quando os fiscais do Ministério da Educação vierem fazer a avaliação do nosso curso, na UVA, vão verificar que as Monografias estão dentro das Normas, feitas com critério, com a preocupação de serem fiéis aos conceitos da ABNT. E isto vai valorizar a instituição. Muito do que vai agora escrito, já foi dito. Vamos repetir para que não pairem dúvidas: TIPO. Toda a Monografia terá de ser feita em Times New Roman ou Arial. (a critério do orientador). FONTE. Tamanho 12. Com exceção das citações com mais de 3 linhas, notas de rodapé, legendas, fontes das ilustrações e das tabelas, que devem ser em tamanho menor: 11 ou 10. ESPAÇAMENTO. Todo texto deve ser digitado com espaço 1,5 entre linhas, excetuando-se as citações com mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e das tabelas (capa e rosto do trabalho), que devem ser digitados em espaço simples. As REFERÊNCIAS, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples e entre as referências, duplo espaço e alinhadas à esquerda. O TÍTULO (REFERÊNCIAS) deve ser centralizado e sem indicativo numérico. ALINHAMENTO: Títulos dos Elementos Pré Textuais: Centralizados. Títulos dos Elementos Textuais: alinhados pela esquerda. Títulos dos Elementos Pós Textuais: alinhados pela esquerda. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso PAGINAÇÃO. A numeração de páginas começa na Introdução. Contam-se as páginas de pré-texto, exceto a capa, até a INTRODUÇÃO. A numeração começa aí. Exemplo: 6 páginas de pré-texto: folha de rosto, folha de aprovação, dedicatória, Agradecimentos, RESUMO em língua vernácula, RESUMO em língua estrangeira, Sumário. 7 páginas. Marca-se 8 na Introdução. E vai-se em frente a partir daí. MARGENS. Esquerda e superior de 3cm. Inferior e direita de 2cm. Os títulos das seções começam na mancha e são separados do texto que os sucede por dois espaços 1,5, entrelinhas. Da mesma forma, os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por 1 espaço 1,5. Na folha de rosto e na de aprovação, entram a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração. Tudo alinhado do meio da mancha para a margem direita. UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Disciplina TCC –Trabalho de Conclusão de Curso O PLANEJAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O PLANEJAMENTO DA PESQUISA deve indicar a previsão do seu inicio e fim. Além de determinar essas datas, organiza todas as atividades meio de forma rigorosamente planejada e executável. O CRONOGRAMA deverá prever o tempo necessário para a execução de cada etapada pesquisa: para localizar o material; para ler; para fichar; para entrevistar; para colher dados estatísticos secundários; para redigir cada parte da estrutura final do trabalho; para fazer as revisões recomendadas pelo (a) orientador (a) se for o caso; para correções do português; para formatação e estética , estrutura, formatação do TCC, e assim por diante. ORÇAMENTO – especificar os recursos humanos e materiais indispensáveis para a execução do projeto, com uma estimativa dos custos, quando necessário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA – lista bibliográfica que contenha obras referentes aos pressupostos teóricos do tema, ou o seu embasamento teórico. Esta bibliografia não precisa ser exaustiva, completa, mas deverá ser organizada de acordo com as normas da ABTN. NOTA – para formular os objetivos usam-se verbos no infinito: pesquisar, descrever, esclarecer, comparar, contribuir etc. Para a descrição da metodologia, os verbos são empregados no tempo futuro (não seria melhor Em toda a Introdução os verbos são empregados no tempo futuro? Há uma repetição de futuro desnecessária) e em TODA INTRODUÇÃO o verbo é no futuro e para a Conclusão o verbo no passado As regras gerais de apresentação devem ser elaboradas conforme 3.1 a 3.10 3.1 São empregadas algarismos arábicos na numeração. 3.2 O indicativo de seção é alinhado na margem esquerda, precedendo o título, dele separado por um espaço. 3.3 Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinaria. 3.4 O indicativo das seções primárias deve ser grafado em números inteiros a partir de 1. 3.5 O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na sequência do assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. Exemplo: Seção primária Seção secundária Seção terciária Seção quaternária Seção quinária 1 1.1 1.1.1 1.1.1.1 1.1.1.1.1 2 2.1 2.1.1 2.1.1.1 2.1.1.1.1 3 3.1 3.1.1 3.1.1.1 3.1.1.1.1 8 8.1 8.1.1 8.1.1.1 8.1.1.1.1 9 9.1 9.1.1 9.1.1.1 9.1.1.1.1 10 10.1 10.1.1. 10.1.1.1 10.1.1.1.1 Nota – Na leitura oral não se pronunciam os pontos Exemplo: em 2.1.1, lê-se dois um um. MODELO DE MONOGRAFIA (O PASSO A PASSO) Margem 3 1. CAPA. (No cabeçalho, no alto da página) UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PUBLICIDADE / PROPAGANDA JOSÉ EDUARDO DA SILVA Margem esquerda 3 cm Margem direita 2 cm TÍTULO DO TCC / MONOGRAFIA SUBTÍTULO SE HOUVER (TÍTULO NO MEIO DA PÁGINA) Rio de Janeiro/RJ 2016.2 Margem 3 2. FOLHA DE ROSTO. Elemento Obrigatório. JOSÉ EDUARDO DA SILVA (Responsável intelectual pelo trabalho) MARKETING DE MODA: (Título principal do trabalho: deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação). A BELEZA E A DITADURA (Subtítulo: se houver, deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal, precedido de dois- pontos). Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à banca de professores da Universidade Veiga de Almeida como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel, em Comunicação, habilitação em Publicidade/ Propaganda. Orientador: Margem 3 cm Margem 2 cm Margem 2 cm Rio de Janeiro /RJ 2016.2 3. FOLHA DE APROVAÇÃO (sem título e sem indicativo numérico). Elemento obrigatório colocado logo após a folha de rosto, constituído pelo Nome do autor ou da autora, título do trabalho e subtítulo (se houver), nome da Instituição a que é submetido, data de aprovação, nome e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituição a que pertence. Nome do Aluno: ______________________________________________________________________ Título do TCC e subtítulo se houver Nome da Instituição._________________________________________________________ Aprovado em: _____/_____/_____ Grau final: ______ Orientador :________________________________________________________________ ___________________________________________________________ Grau: __________ Nome titulação e assinatura do componente/Banca Nome da Instituição ___________________________________________________________ Grau: __________ Nome titulação e assinatura do componente/Banca Nome da Instituição - _________________________________________________________ Grau: __________ Nome titulação e assinatura do componente/Banca Nome da Instituição - 4. DEDICATÓRIA (OPCIONAL) deve ser inserida logo após a folha de aprovação Elemento sem título e sem número indicativo. A dedicatória é o momento em que o autor do trabalho oferece a determinada pessoa o trabalho. Por ser opcional deve vir sempre em folha distinta. EXEMPLOS: Aos meus pais que deram início a tudo... Esta apostila é dedicada: À minha família – meus irmãos, meus sobrinhos, meus cunhados, meus tios, meus primos e madrinha que compartilharam de meus sentimentos de satisfação e prazer ao longo da sua elaboração. À memória dos meus pais Antônio Pedro de Souza e Maria Isabel Ramos de Souza “Mãe Belia”. Suas vidas personificaram uma fórmula simples, deixando o legado de: Amor contra Coragem contra Perseverança = LEALDADE. AGRADECIMENTO (*) (OPCIONAL) Deve ser redigido de forma simples e sóbria a pessoas (instituições ou mesmo ao orientador do trabalho) que contribuíram de forma significativa para a elaboração da Monografia, restringindo-se ao mínimo necessário. Deve receber título. ABNT 14 724 DE 11.01.2013. 6. EPÍGRAFE. (OPCIONAL). SEM TÍTULO E SEM INDICATIVO NUMÉRICO Frases, pensamento ou até mesmo versos no qual o autor apresenta citação seguida de autoria relacionada à matéria tratada no corpo do trabalho. Também podem ser apresentadas epígrafes nas folhas iniciais dos capítulos ou seções. ESTA FOLHA NÃO RECEBE TÍTULO. ABNT 14 724 DE 11.01.2013. 7. LISTA DE ILUSTRAÇÕES (OPCIONAL) Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. Quando necessário recomenda-se a elaboração de lista para cada tipo de ilustração (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, quadros, retratos e outros). EXEMPLO Figura nº 1 ______________________________________________________________________ 15 Figura nº 2________________________________________________________________________ 20 Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmoque seja produção do próprio autor), legenda, notas e as informações necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. Para a descrição da metodologia, os verbos são empregados no tempo futuro. Na INTRODUÇÃO o verbo é no futuro e na CONCLUSÃO é no passado 8. LISTA DE FIGURAS (OPCIONAL) Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado pelo nome específico, acompanhado do respectivo número da página. Quando necessário recomenda-se a elaboração de lista para cada tipo de figura. (Desenho, foto, ilustração etc.). EXEMPLO Figura nº1 _________________________________________________________________________15 Figura nº 2_________________________________________________________________________20 Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias à sua compreensão (se houver). A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. 9. LISTA DE TABELAS (OPCIONAL). Elemento elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. EXEMPLO Tabela nº 1______________________________________________________25 Tabela nº 2______________________________________________________26 10. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS – (OPCIONAL). Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes, grafadas por extenso. As abreviaturas e siglas entram por ORDEM ALFABÉTICA EXEMPLO ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas B.B. – Banco do Brasil IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBC – Instituto Brasileiro do Café UVA – Universidade Veiga de Almeida. 11. RESUMO na língua vernácula (OBRIGATÓRIO) (CENTRALIZADO) O RESUMO deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do Projeto de Pesquisa. A ordem e a extensão dependem do tipo do RESUMO (informativo ou indicativo) e do tratamento que cada item recebe no TCC original. O RESUMO deve ser uma sequência de frases concisas, afirmativas em texto corrido com o mínimo de 150 e o máximo de 500 palavras. No final do texto, dois espaços e as palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, as palavras-chaves e/ou descritoras. Todo o RESUMO é apresentado em um PARÁGRAFO ÚNICO. A primeira frase do RESUMO deve ser significativa, explicando o tema principal do TCC. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação etc.). Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. No RESUMO DEVE-SE EVITAR: Símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; RESUMO No cenário de aceleração tecnológica e de difusão de informações, por meio do processo de midiatização, no qual nos encontramos, a Internet destaca-se pelo alto potencial de disseminação, a característica de instantaneidade e de influência nas atuais relações sociais e econômicas. Diante da Internet 2.0, surge uma nova trajetória de comunicação, através de novas descobertas tecnológicas. O objetivo dos novos conceitos de comunicação torna-se o de atingir um consumidor que deixou de ser mero receptor e, agora, incorpora um novo Eu, que sabe mais, fala mais, se cansa mais e, acima de tudo, é formador de opinião. Dessa forma, enquanto a televisão, o rádio, o jornal e os outros meios tradicionais mantiverem o aspecto de vanguarda, estes perderão a preferência na busca e transmissão de informação. Assim, com o desinteresse gradual do público perante as ações massivas, e a partir das inovações tecnológicas, a publicidade passa a ser promovida através de meios mais diversos e inovadores, tornando-se presente direta e indiretamente nos mais notáveis detalhes do cotidiano social do ambiente pós-internet. Palavras - chaves: Internet. Inovação. Marketing 2.0. Marketing 3.0. Tecnologia da Comunicação. 12. RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA Elemento obrigatório, igual ao RESUMO em língua vernácula, digitado em folha separada. Em inglês Abstract; em espanhol Resumem, em Francês Resume, por exemplo. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras chave e/ou descritoras, na língua. Direto, sem parágrafo, justificado, obedece a mesma margem das demais páginas. (Título no cabeçalho da página) ABSTRACT In set of technological advances and diffusion of information, the Internet is notable because of your high potential propagation, by instantaneity and the influence on current social and economic relations. Consequently, comes a new mode of communication, through of new technological advances. The objective of the new communication concepts became to reach a consumer that was only receptor and, now, incorporates a new existence, which knows more, speaks more, is more tired and, above all, is opinion leader. So, while the TV, radio, newspapers and another traditional means keep the aspect of vanguard, they will go lose audience on search and transmission of information. So, with the gradual disinterest of the target about massive actions, and as from technological innovations, the advertisement is been promoted by diverse and innovative ways, becoming directly and indirectly present in details of social life of environment. Keywords: Internet. Media. Marketing 2.0. Marketing 3.0. Communication technologic. SUMÁRIO (OBRIGATÓRIO). Título e subtítulo acompanhados do número de página (inicial e final). Exemplo. 2 x 1,5 INTRODUÇÃO_______________________________________________________________10 1.- ENTENDENDO O QUE É COMUNICAÇÃO________________________________11- 20 1.1.- Fundamentos da Comunicação __________________________________________ 12 -14 1.2.- Sobre a evolução da Comunicação ________________________________________15 -17 1.3.-3.- O papel da Comunicação ______________________________________________18 -20 2 x 1,5 2.- PROCESSO DE COMUNICAÇÃO – O QUE É? ____________________________ 21 -30 2.1.- _____________________________________________________________________31- 33 2.2.- _____________________________________________________________________34 - 37 2.3/-3.- (Cada subtítulo com seu número de pag.) ________________________________38 -40 2 x 1,5 3.- PUBLICIDADE PARA O CONSUMIDOR INFANTIL_______________________11 -43 3.1.- _____________________________________________________________________44-46 3.2.- _____________________________________________________________________47- 49 3.3.- (Cada subtítulo com seu número de pág.) _________________________________50-52 2 x 1,5 CONCLUSÃO___________________________________________________________53 -55 2 x 1,5 REFERÊNCIAS _________________________________________________________56 -58 2 x 1,5 ANEXOS_______________________________________________________________59 - 63 Os elementos Pré Textuais NÃO figuram no Sumário. Para a descrição da metodologia, os verbos são empregados no tempo futuro, em toda INTRODUÇÃO o verbo é no futuro e para a Conclusão o verbo no passado. B) TEXTUAIS INTRODUÇÃO Conforme já falado lá no TCC I, a INTRODUÇÃO vai ser a fusão de toda aquela parte do Projeto de Pesquisa (Tema, Delimitação do Tema, Justificativa, Metodologia etc.) e, mais o conteúdo de cada capítulo. Os capítulos I, II e III, tratam de quê, abordam que aspectos do Tema. Depois de elaborada a INTRODUÇÃO, o aluno vai criar os capítulos 1, 2 e 3 que correspondem a parte Textual. Este é o Elemento do trabalho onde a matéria é exposta. Deve ser apresentado em papel tamanho A4. Recomenda-se obedecer ao padrão da fonte Times New Roman ou Arial, margens iguais as partes PRÉ-TEXTUAIS, espaçamento 1,5 entre linhas. Os títulos e subtítulos das seções e subseções que compõem o texto devem se alinhados à esquerda, precedidos de seus indicativos numéricos grafados em algarismos arábicos e separados entre si por um espaço de caractere e os títulos devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. NUMERAÇÃO DAS PÁGINAS DA MONOGRAFIA. É feita à direita, no canto superior da página, em algarismos arábicos ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. (Aqui começa a numeração da Monografia) INTRODUÇÃO 8 Descobrir como pensa o consumidor é um desafio incessante para as corporações no mundo contemporâneo. A cada dia os investimentos em estudos de mercado desenvolvidos crescem para entender e atender hábitos e costumes de seus consumidores, suas ferramentas se tornam cada vez mais sofisticadas. Métodos próprios são criados na busca de um modelo de consumidor futuro. Durante muito tempo, o marketing promocional vem sendo uma ferramenta explorada e hoje ela é essencial para conquistar e atrair consumidores de todos os cantos do mundo para o universo da liquidação. Desta forma, a propaganda de liquidação funciona como um meio ou possibilidade de se conquistar um produto que, antes, não era possível ter. A publicidade tem uma ligação muito forte com a liquidação, pois ela é responsável pela divulgação de serviços, produtos e ideias junto ao público consumidor, com a intenção de induzir o cliente a comprar. Neste sentido geral, a publicidade é parte da técnica de comunicação. O presente TCC terá como objetivo mostrar de forma clara como os consumidores pensam, agem e compram influenciados pelas liquidações e como isto é sentido e visto pelos mesmos. O TCC contará com uma pesquisa quantitativa que será apresentada no terceiro capítulo, em que serão avaliadas opiniões distintas de 100 pessoas (58 mulheres e 42 homens) entre 18 e 60 anos a respeito do consumo, propagandas de liquidação e como as mesmas influenciam a vida de cada um. A justificativa para a escolha do tema do seguinte trabalho surgiu após presenciar o diálogo de duas mulheres que alternavam em reclamar de seus gastos diários e contar o que haviam comprado em determinadas liquidações. Diante desta realidade, que faz do Brasil um país consumidor em potencial, surgiu o interesse em investigar o que motiva consumidores a comprar mediante propagandas de liquidação, e como são os hábitos de consumo destes indivíduos. Inicialmente, será explicado de forma breve um pouco da História do Consumo, o que ocasionou sua “explosão” e como durante esse período a sociedade foi se moldando ao novo contexto da Sociedade de Consumo. Fechando o primeiro capítulo, serão apresentados de formas diferentes e por autores distintos o Consumo Compulsivo e a Propaganda Enganosa que serão discutidos de maneira singular, pois alguns autores ainda acrescentam os termos ‘distribuição’ para falar de ‘praça’ e ‘comunicação’ para falar de promoção. Já entrando no segundo capítulo, com o tema comportamento do consumidor, será aberto um “leque de opções” e assuntos distintos ligados ao tema, que irão informar o cliente atual ou potencial sobre as ofertas da empresa, motiva-lo a considerar essas ofertas como alternativas de compra e persuadi- lo a adquirir os produtos ou serviços da empresa como melhor alternativa para a realização de seus desejos ou o atendimento de suas necessidades – serão apresentadas a análise do consumo baseado nas cinco necessidades (fisiológicas, de segurança, de afeto, de status e estima e de realização). Este segundo capítulo ainda contará com discussões a respeito de fatores influenciadores do comportamento de compra do consumidor e a importância da marca e da liquidação como atributo de compra CAPÍTULOS. Todos os capítulos têm início no cabeçalho de uma nova folha. Os títulos devem ser digitados em caixa alta, negrito, alinhados pela margem esquerda. O espaçamento é duplo (2 a 1,5) entre o título e o texto. NÃO SE UTILIZAM PONTO, HÍFEN, TRAVESSÃO OU QUALQUER SINAL APÓS O INDICATIVO DE SEÇÃO OU DE SEU TÍTULO. ABNT 6024 Parágrafo 3.6 1 CONVIDE DOIS PROFESSORES PARA A SUA BANCA No atual momento do mercado mundial, onde uma empresa tenta passar por cima da outra, a competição é vista de forma absoluta por todos. E muitas empresas buscam de várias formas aumentarem o seu destaque dentro do mercado. A partir disto, a pergunta que se faz é: Como criar destaque em sua marca e produto, chamar a atenção e despertar curiosidade? Diversas formas podem ter a resposta para essa pergunta, mas neste trabalho é estudado o aspecto visual de logotipo das empresas, a identidade visual e aplicação em seus produtos, tentando observar como a utilização de diversas cores afeta no pensamento de consumo de cada pessoa. 1.1. Revisar a Monografia é fundamental A cor, pelo dicionário, seria a “impressão variável que a luz refletida pelos corpos produz no órgão da vista; qualquer colorido, exceto o branco e o preto” (MICHAELIS, 2015). Uma sensação visual que nos oferece através dos raios de luz irradiados no nosso planeta. E os olhos são as “máquinas fotográficas”, a janela, onde se recebe e produz essa sensação visual no cérebro. Como Fraser e Banks (2012) disseram: o mundo à nossa volta está repleto de cores, mas está tudo na nossa cabeça. Experimentamos as cores por apenas um sentido: a visão. Segundo Farina, Perez e Bastos (2006), o homem vive eternamente com suas sensações visuais, oferecidas pelo ambiente natural que o rodeia. O azul do mar, o verde das arvores, o amarelo do sol, tudo impõem suavemente o mundo da cor. E desde antigamente, é uma preocupação do homem de que sempre desejou reproduzir esse colorido da natureza nas coisas em que o rodeia, sendo uma necessidade do ser humana essa integração com as cores. O homem procurou, entre as manifestações deslumbrantes de luz e de força da natureza, um deus ou deuses. E a estes o homem ligava a ideia da luz solar, o azul-esverdeado dos mares, o azul- esbranquiçado das nuvens na imensidão dos céus, as cores do arco-íris, que de vez em quando se apresentava como emanação divina num céu turbulento. As cores faziam parte, assim, mais das necessidades psicológicas e culturais do que das estéticas, e as que mais surpreendiam aos olhos humanoseram usadas para enriquecer a presença de príncipes e reis, sacerdotes e imperadores, por meio dos deslumbrantes vestuários e ornamentos que lhes eram atribuídos. (FARINA, PEREZ e BASTOS, 2011, p.03). A história do homem integra, de fato, esse importante aspecto, como há uma atração entre as cores e a psicologia do ser humano. Esse impacto que a cor traz, não pode ser analisado simplesmente pela sensação estética. Sua utilização deve ter relações diretas com as exigências da área onde irá atuar. Como Farina, Perez e Bastos (2006) disseram: cada campo utiliza uma linguagem específica que explicita seus pontos de vista e por meio da qual procura atingir os objetivos propostos. Tornando assim essencial o estudo da cor, buscando como se rege as cores, para que se torne um instrumento eficaz não mãos de quem se utilizar. A cor oferece diversas possibilidades, e pode liberar a criatividade do homem, agindo sobre quem desfrutará dela e de quem a construiu. Vista pela retina e sentida pelo corpo provocando emoções. Segundo Kandinshy (1969) “A cor é o toque, o olho, o martelo que faz vibrar a alma, o instrumento de mil cordas”. Impressionar, expressar, construir são ações que uma comunicação visual exerce, construindo uma linguagem própria, comunicando uma ideia. 1.2. Plágio é crime. Mesmo em uma Monografia. 1.3. Não deixe a Monografia para a última hora. (SIGA O CRONOGRAMA DE ENTREGA DO (A) ORIENTADOR (A). 2 OS AUTORES CITADOS TÊM QUE ESTAR NAS REFERÊNCIAS Nesta seção será apresentada a temática das Novas Tecnologias voltadas à Informação e, consequentemente, à Publicidade. Serão abordadas as novas funções das Mídias Digitais e os desafios futuros para a profissão do publicitário, oferecido pela quantidade incontável de possibilidades que o Mundo Digital proporciona. 2.1 Verifique se a Formatação está correta. É de fato impossível nos referirmos a Novas Tecnologias nos contextos da comunicação sem falarmos da rede mundial de computadores, popularmente conhecida como internet. A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria. Criada com objetivos militares, seria uma das formas das forças armadas norte-americanas de manter as comunicações em caso de ataques inimigos que destruíssem os meios convencionais de telecomunicações. Nas décadas de 1970 e 1980, além de ser utilizada para fins militares, a Internet também foi um importante meio de comunicação acadêmico. Estudantes e professores universitários, principalmente dos EUA, trocavam ideias, mensagens e descobertas pelas linhas da rede mundial. Entretanto, foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a população comum. Naquele ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Pode se dizer que a www foi a maior criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950. A década de 1990 tornou-se também o tempo de expansão da Internet. Para facilitar a navegação pela rede, surgiram vários navegadores (browsers) como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator. Assim houve um surgimento acelerado de provedores de acesso e portais de serviços on-line que contribuíram para este crescimento e a popularização do uso da Internet. Contudo o fenômeno mais significativo enquanto meio de divulgação para a publicidade, assim como de qualquer outro conteúdo, foi o surgimento das Redes Sociais nos anos 2000. Outro fenômeno crescente são os sites de compra na Internet que mudaram as possibilidades de consumo, incluindo as compras coletivas que ainda possibilitam preços mais acessíveis ao consumidor. A ascensão dos Smartphones e tablets não pode deixar de ser citada. Com eles a Internet foi trazida para o bolso e para as mãos a todo o momento e em todo lugar, isto graças a outra tecnologia: as redes de telefonia e internet móvel. Tudo e muito mais que a Rede oferece, com os Smartphones e os tablets, passou agora a ser parte da rotina, sem as limitações de um PC ou de um equipamento de maior porte Uma boa definição de Era Digital é a de Pena. Segundo o autor, A Era da Informação ou era digital são termos frequentemente utilizados para designar os avanços tecnológicos advindos da Terceira Revolução Industrial e que reverberaram na difusão de um impressionante ciberespaço, um meio de comunicação instrumentalizado pela informática e pela internet. (MOTTA, pag.57). Assim percebe-se que esta chamada terceira revolução industrial, é como as duas anteriores – A primeira na Inglaterra no sec. XVII; a segunda sec. XIX e XX com as duas Grandes Guerras e a ascensão da siderurgia e da química industrial - um marco histórico e desde deste marco a humanidade não será mais a mesmas em seus modos e acessos as informações, produtos, educação etc. Nada mais será como antes nesta Era Digital. (Se, em algum momento, você quiser fazer uma citação tirada da Internet, não publique aqui, no corpo da monografia, a referência: www.fotocopia.com.br. Esta fonte deve entrar lá nas Referências. Aqui você registra o seguinte: Segundo o site da fotocópia etc. e tal.) Entretanto, foi somente no ano de 1990 que a Internet começou a alcançar a população comum. Naquele ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, possibilitando a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Pode se dizer que a www foi a maior criação tecnológica, depois da televisão na década de 1950. Era da Informação ou era digital são termos frequentemente utilizados para designar os avanços tecnológicos advindos da Terceira Revolução Industrial e que reverberaram na difusão de um impressionante ciberespaço, um meio de comunicação instrumentalizado pela informática e pela internet. (MOTTA, pag.57). JAMAIS TERMINAR O CAPÍTULO COM CITAÇÃO COMO NESTE EXEMPLO ACIMA. 2.2 Cuidado com o Português. Peça para alguém revisar para você. 2.3 Programe a banca, a data e o horário da sua apresentação com o (a) o (a) orientador (a). IMPORTANTE!!!!!! 3 SUA MONOGRAFIA PODE SER PREMIADA 3.1. Ensaie a sua apresentação. 3.2. Concentre a atenção nos pontos mais relevantes do seu trabalho. 3.3. Todo este modelo é fictício. (É só para dar a ideia de como fazer). CONCLUSÃO (Mesmo que se tenha várias conclusões usa-se o termo no singular, pois, se trata da conclusão do trabalho em si e não de um mero enunciado das conclusões a que o autor chegou. É a recapitulação sintética dos resultados e da discussão do estudo ou da pesquisa. Pode apresentar deduções lógicas e correspondentes aos objetivos propostos. ABNT 14724 DE 11.01.2013). A relação entre Propaganda e arte e com a cultura de um modo geral tende a tornar-se cada vez mais estreita e integrada. Um número cada vez maior de empresas brasileiras e multinacionais já descobriu que a Propaganda, para sobreviver, necessita estar se transformando em “tempo real” com as mudanças tecnológicas. A tecnologia evolui numa constante e sempre cria novas leituras da realidade, novas formas de se viver e novas relações de tempo. E praticamente no mesmo momento em que tais paradigmas mudam, eles são incorporados quase que instantaneamente pela Publicidade. A Propaganda precisa falar a linguagem contemporânea, uma vez que ela servepara chamar a atenção e persuadir alguém para uma ideia, produto ou serviço, ela não pode deixar de falar a língua tecnológica atual, caso contrário, ela se arrisca a não ser assimilada. Quando a ciência congelou o movimento, ela estava estabelecendo uma revolução no campo da Comunicação, afinal, agora podíamos mostrar um fato passado impresso e reproduzi-lo aos milhares para distribuição. Não bastasse a capacidade da fotografia de congelamento e distribuição do momento, ela possui uma propriedade plástica e artística muito grande, já que é possível ampliar e reduzir uma foto sem perder proporções e em cima dela ainda é possível fazer interferências artísticas “artificiais”, ou seja, que não pertenceram de fato ao momento do registro. O que de certa maneira também gera muita polêmica, pois a questão do “tratamento” da fotografia na mídia põe em questão a “veracidade” fotográfica. O uso de ferramentas como o Photoshop atualmente são o limite da interferência proposital no fato registrado. Mas aí estaria a mobilidade da Propaganda, no jornalismo o tratamento fotográfico é extremamente reprovado, já na publicidade é aceito e muitas vezes incentivado e tido como parte de arte publicitária. Todas essas propriedades fazem da mistura entre fotografia, mídia e Propaganda, um leque infinito de possibilidade de criação e articulação utilizando-se dessa ferramenta, muitas vezes usada como arma. Afinal, a fotografia como se sabe pode reforçar contextos e enfraquecer outros, pois é uma ferramenta que pode ser utilizada em vários contextos e propósitos. Assim, a arte fotográfica na mídia se torna indiscutivelmente parcial e poderosa, o que muitas vezes faz até o texto desnecessário. Se para McLuhan os meios de Comunicação são extensões do homem, a fotografia seria uma extensão da memória? Assim sabemos que a memória é nossa fotografia ou filme de um momento passado, que vivido por mais pessoas, possuiu constituições individuais particulares do que ocorreu naquele instante. Desta maneira é possível fazer uma alusão a parcialidade fotográfica, que muitas vezes é defendida no jornalismo, mas explicitamente utilizada na Propaganda. Na cobertura jornalística a fotografia vem como “prova” do fato e sempre com o fim de embasar uma matéria ou relato, diferente da Propaganda que utiliza a arte fotográfica para brincar com o lúdico e florear suas chamadas. O limite entre arte e técnica é tênue, são muitos fatores que podem dar ao retrato um tom artístico. Mas é na Propaganda que se percebe de fato a mistura entre técnica e arte. Uma vez que a fotografia perfeitamente técnica se mistura com gráficos e desenhos e ainda é alterada por programas de computador. Assim, a Publicidade, que primeiramente recebeu a fotografia com desconfiança, achou nela sua utilidade e valor para a Propaganda, que é usar um registro da realidade para brincar com a realidade, o movimento e a imaginação humana. Uma tecnologia chega a sua maturidade quando se torna popular. Assim como a tecnologia 3D que já existia há anos, somente agora se populariza e aos poucos é integrada pela Comunicação, principalmente pela Propaganda. REFERÊNCIAS Não deve constar nas REFERÊNCIAS as fontes que não foram citadas no texto. Os elementos essenciais são: autor, título do livro, local, editora e data da publicação. Exemplo: BEATRIZ, Ana Maria. A Criança e o Marketing – Rio de Janeiro – Editora Summus Editoria, 2013. UNDERHILL Paco, Vamos às Compras – São Paulo - Editora Elsevier, 2010. (As REFERÊNCIAS deverão ser apresentadas em lista alfabeticamente ordenada por autor sistema autor-data), USAR ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS SIMPLES. ENTRE AS REFERÊNCIAS, DUPLO ESPAÇO E ALINHADOS À ESQUERDA. ABNT – NBR 6023 e 14 724 de 11.01.2013. O TÍTULO (REFERÊNCIAS) DEVE SER CENTRALIZADO E SEM INDICATIVO NUMÉRICO. Livros, Revistas, Artigos, impressos, em primeiro lugar. Documentários, vídeos, filmes, sons, em segundo lugar. Sites nacionais em primeiro lugar e internacionais em segundo. GLOSSÁRIO (OPCIONAL) É um vocabulário explicativo dos termos, conceitos, palavras, expressões, frases utilizadas no decorrer do trabalho e que podem dar margens a interpretações errôneas ou que sejam desconhecidas do público alvo e não tenham sido explicados no texto. ANEXOS (OPCIONAL) Neste quesito o aluno vai relacionar tudo que pretendeu incluir na Monografia. (Ilustrações, desenhos, fotos, tabelas, gráficos etc.). Suportes elucidativos e indispensáveis para compreensão do texto. São constituídos de documentos, nem sempre elaborados pelo próprio autor, que complementam a intenção comunicativa do trabalho. O título deve ser centralizado e sem indicativo numérico. Se houver mais de um anexo, sua identificação deve ser feita por meio de letra maiúscula do alfabeto. Exemplo: ANEXO A – Questionário. (Em outra página.) ANEXO B- Representação gráfica... (em outra página) Com os Elementos Pós Textuais, a Monografia está concluída, pronta e acabada? Ainda não. Isto que foi visto até agora se refere à Estrutura dela. Falta a revisão, o acabamento, os cuidados com a formatação que são as Normas da ABNT, o respeito à estética, uma olhada a mais no conteúdo. E mais: feita a Monografia você vai fazer um resumo dela, em forma de um Artigo Científico, em torno de 8 a 12 páginas, conforme instruções do seu Orientador. Este Artigo é de grande importância e pode vir a ser publicado. NA OBRA “NORMAS PARA PUBLICAÇÕES”, DA UNESP, (V.3.P. 11.13), ENCONTRAM-SE ALGUMAS SUGESTÕES SOBRE O ESTILO DE TRABALHOS ACADÊMICOS/ CIENTÍFICOS. 1.1 EXPRESSÕES CONDENÁVEIS OPÇÕES A nível de, ao nível face a, frente a Em função de Em nível, no nível Ante, diante de, em face de, em vista de, perante Em que, na qual, nas quais, no qual, nos quais De um ponto de vista em virtude de, por causa de, em consequência de, por, em razão de EXPRESSÕES NÃO RECOMENDÁVEIS OPÇÕES A partir de (a não ser com valor temporal) Através de (para exprimir “meio” ou instrumento). Devido a Dito Enquanto Fazer com que Inclusive (a não ser quando significa incluindo-se) Com base em, tomando-se por base, valendo-se de... Por, mediante, por meio de, por intermédio de, segundo... Em razão de, em virtude de, graças a, por causa de Citado, mencionado Ao passo que Compelir, constranger, fazer que, forçar, levar a até, ainda, igualmente, mesmo, também No sentido de, com vistas a Pois (no início da oração) Principalmente Todo mundo Todo o mundo Não – pagamento Em vez de A fim de, para, com o fito (ou objetivo, ou intuito) de, com a finalidade de, tendo em vista Já que, porque, uma vez que, visto que Especialmente, mormente, sobretudo notadamente, em especial, em particular todos O mundo inteiro Hífen somente quando o segundo termo for substantivo em lugar de, E não à custa de – à medida que Na medida em que E não a meu ver E não a ponto de Modismo; evitar Em lugar de Ao invés de Às custas de = à proporção que, ao mesmo tempo que, conforme. Tendo em vista que, uma vez que Ao meu ver A ponto de Em termos Em vezde Se não, senão Todo mundo Não-pagamento Ao contrário de Quando se pode substituir por “caso não “separado; quando não se pode, junto. Todos O mundo inteiro Hífen somente quando o segundo termo for substantivo O TCC II DEVERÁ SER ENTREGUE GRAVADO EM UM CD (ou DVD) em PDF, CONTENDO A MONOGRAFIA E O ARTIGO CIENTÍFICO, DE ACORDO COM O CALENDÁRIO ACADÊMICO DA UNIVERSIDADE. SERÁ ENTREGUE NO PRAZO DE 8 A 10 DIAS DE ACORDO COM INSTRUÇÃO DA COORDENAÇÃO. Em caso de dúvida, fale com o seu Orientador ou com o Supervisor de TCC I e TCC II. SUCESSO!!!!