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1 
Cimento de Ionômero de Vidro 
Cimento de Ionômero de Vidro 
Prof. João Paulo M. de Lima 
Cimento de Ionômero de Vidro 
•Procura por material que apresentasse 
estética satisfatória e adesão físico-química 
à estrutura dentária; 
 
 
•Primeiros estudos foram baseados nos 
cimentos existentes no mercado: 
cimento fosfato de zinco, cimento de óxido de 
zinco, cimento de policarboxilato, cimento de 
silicato. 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
2 
C imento 
Ionomérico 
CIMENTO DE SILICATO 
“Estética”, ação anticariogênica, 
liberação de flúor, coeficiente de 
expansão térmica linear semelhante 
 
 
CIMENTO DE POLICARBOXILATO 
Adesividade, biocompatibilidade 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
 Na década de 1970, como resultado de 
estudos desenvolvidos por WILSON KENT, 
surgem os CIMENTOS DE IONÔMERO DE 
VIDRO (CIV). 
 
 
 Combinação de um material com 
partículas de vidro-alumino-silicato com uma 
solução aquosa de ácido poliacrílico. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
3 
CIMENTO DE SILICATO 
(Pó) 
 
•Liberação de flúor; 
•Coef. Expansão Térmica Linear; 
•Estética. 
 
CIMENTO DE 
POLICARBOXILATO 
(Líquido) 
 
•Adesão às estruturas dentais; 
•Biocompatibilidade. 
 
CIMENTO DE IONÔMERO 
DE VIDRO 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
 Selamento de cicatrículas e fissuras; 
 
Adequação do meio bucal; 
 
Restaurações em dentes anteriores e 
posteriores; 
 
 Lesões cervicais de origem não-cariosa: 
erosão, abrasão e abfração; 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
4 
 
 Tratamento Restaurador Atraumático (ART); 
 
 Material de proteção (forramento); 
 
 Restaurações de dentes decíduos; 
 
 Cimentação de coroas e próteses fixas; 
 
 Cimentação de bandas e colagem de acessórios 
ortodônticos; 
 
 Uso em Endodontia. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
Pó 
 
• Sílica (SiO2); 
• Alumina(Al2O3); 
• Fluoreto de cálcio(CaF2). 
Líquido 
 
•Solução aquosa de 
ácidos polialcenóicos, 
com a inclusão de 
aceleradores de 
presa(ácido tartárico). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
COMPOSIÇÃO ATUAL 
5 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
COMPOSIÇÃO ATUAL 
Pó (vidros) Composição (%) 
Sílica (SiO2) 29,0 
Alumina (Al2O3) 16,6 
Fluoreto de sódio-alumínio 
(Na3AlF6) 
2,6 
Fluoreto de cálcio (CaF2) 34,3 
Fluoreto de alumínio (AlF3) 3,7 
Fosfato de alumínio (AlPO4) 10,0 
Líquido Composição (%) 
Ácido alquenóico 
(ác. poliacrílico) 
30,0 
Ác. Itacônico 15 
Ác. Tartárico 10 
Água 45 
Pó 
 
• Sílica e Alumina: resistência do material; 
• Fluoreto de cálcio: reação de presa e liberação de flúor. 
• Podem ser de diferentes tamanhos  indicação do material 
Líquido 
 
• Ácidos polialcenóicos (ácido poliacrílico): 
reação de presa, aumento da resistência do 
material. 
• Ácido tartárico: reduzir a viscosidade, aumentar 
o tempo de presa 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- SURGIMENTO DOS C IV - 
COMPOSIÇÃO ATUAL 
6 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- EXEMPLOS COMERCIA IS - 
Podem ser classificados: 
 
 
• Quanto à sua natureza; 
 
• Quanto ao tipo (Tay; Lynch - 1989). 
 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- CLASS IF ICAÇÃO - 
7 
• QUANTO À SUA NATUREZA: 
 
 1- Convencionais; 
 2- Reforçados por metal; 
 3- Modif icados por resina. 
 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- CLASS IF ICAÇÃO - 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- CLASS IF ICAÇÃO – 
- Q U A N T O À S U A N A T U R E Z A - 
PÓ LÍQUIDO 
1 – CONVENCIONAL Partículas vítreas Ácidos polialcenóicos 
2 - REFORÇADO 
POR METAL 
Partículas vítreas + 
liga de amálgama 
ou partículas de 
prata sinterizadas 
com o pó 
Ácidos polialcenóicos 
(basicamente) 
3 - MODIFICADO 
POR RESINA 
Partículas vítreas 
(basicamente) 
Parte de líquido do 
ácido polialcenóico é 
substituído por HEMA 
8 
• QUANTO AO TIPO (Tay; Lynch - 1989) 
1- Tipo I 
2- Tipo II 
 - Tipo IIA 
 - Tipo IIB 
3- Tipo III 
4- Tipo IV 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
TIPO I 
 Neste grupo estão os ionômeros indicados 
para cimentação de peças protéticas e dispositivos 
ortodônticos. 
 
Granulação: 20 micrômetros 
 
Ex: Vidrion C, Ketac Cem 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
– Q U A N T O A O T I P O – 
9 
TIPO I I 
 Indicados para realização de restaurações. 
 
Granulação: 45 micrômetros 
 
 
Essa classe de ionômeros podem ainda ser subdivididos 
em: Tipo IIA e Tipo IIB. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
– Q U A N T O A O T I P O – 
Tipo I IA : 
 Para a realização de restaurações em áreas 
sujeitas a baixos esforços mastigatórios. 
 Ex: Chelon Fill; Fuji II; Fuji IX 
 
 
 Tipo I IB : 
 Para a realização de restaurações em áreas 
sujeitas a maiores esforços mastigatórios. 
 Ex: Chelon Silver; Vidrion N 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
– Q U A N T O A O T I P O – 
10 
TIPO I I I 
 Indicados para a proteção do complexo 
dentino-pulpar (forramento ou base) e selamento 
de cicatrículas e fissuras. 
 
Granulação: 25 a 35 micrômetros. 
 
Ex: GC Lining; Ketac Bond, Vidrion F 
 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
– Q U A N T O A O T I P O – 
Proteção Dentina-polpa Selante oclusal 
TIPO IV- 
 São os ionômeros modificados por resina. 
Podem ser indicados tanto para realização de 
restaurações, como para a proteção do complexo 
dentino-pulpar. 
 
Ex: 
-Rest. Fotoativados: Fuji II LC; Vitremer, Vitro Fill. 
 
-Prot. Pulpares Fotoativados: Vitrebond, GC Lining 
LC. 
 
 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
– Q U A N T O A O T I P O – 
11 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– CLASS IF ICAÇÃO – 
– Q U A N T O A O T I P O – 
• CIMENTOS CONVENCIONAIS: 
 
1- Fase de ionização do ácido poliacrílico 
e deslocamento de íons; 
 
2- Formação da matriz de poliácidos; 
 
3- Fase de formação do gel de sílica e 
presa final. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
12 
• CIMENTOS CONVENCIONAIS: 
 
1- Fase de ionização do ácido poliacrílico 
e deslocamento de íons 
 
 Após aglutinação, o ácido é ionizado na 
presença da água. O íons H+ liberados dos 
grupamentos –COOH passam a “atacar” a superfície 
das partículas de vidro. Isso promove a dissolução 
superficial da partícula e liberação de íons positivos 
(Na+, Ca+2 e Al3 e F-). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
• CIMENTOS CONVENCIONAIS: 
 
1- Fase de ionização do ácido poliacrílico 
e deslocamento de íons 
 
 É nesta etapa que o CIV deve ser inserido, pois 
ainda existe grande quantidade de grupamento 
carboxílico ionizados que se unirão ao dente. 
Clinicamente, observa-se a presença de brilho úmido 
na superfície do material. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
13 
• CIMENTOS CONVENCIONAIS: 
 
2- Formação da matriz de poliácidos 
 
 Primeira etapa: formação de policarboxilato de 
cálcio (aumenta viscosidade - aspecto borrachóide, 
perda do brilho, dura cerca de 4 minutos; sensível à 
embebição); 
 Segunda etapa: policarboxilato de alumínio 
(trivalente; após 4 min.; ganho de resistência; sinérese). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
14 
• CIMENTOS CONVENCIONAIS: 
 
3-Fase de formação do gel de sílica e 
presa final 
 
 Após 8 minutos a matriz de policarboxilato de 
cálcio e alumínio continuam se formando. A presa final se 
dá pela precipitação da matriz de gel de sílica ao redor 
das partículas de vidro, dando nome à reação 
(geleificação – formação de um gel; 48 h). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
PARTÍCULAS DE VIDRO 
PARTÍCULAS DE VIDRO SENDO 
ATACADAS: LIBERAÇÃO DE Na+, Ca+2, F- 
CADEIA DE ÁCIDO POLIACRÍLICO 
PARTÍCULAS DE VIDRO SENDO 
ATACADAS: LIBERAÇÃO DE Al+3 e F- 
MATRIZ DE POLISSAIS 
GEL DE SÍLICA AO REDOR DA PARTÍCULA 
PARTÍCULA DE VIDRO NÃO ATACADA 
15 
• CIMENTOS CONVENCIONAIS: 
 
FATORES QUE AFETAM A REAÇÃO DE PRESA 
 
 Ácido tartárico  melhora manipulação, aumenta 
tempo de trabalho, diminui tempo de presa; 
 Composição e tamanho das partículas de vidro  
tamanhos maiores torna mais longo o tempo de presa; 
 Quanto mais pó e menor líquido, mais rápido o 
material geleificará (menor tempo de trabalho); 
 Aumento da temperatura  acelera a presa. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
•CIMENTOS MODIFICADOS POR 
RESINA: 
 
Possuem 03 sistemas diferentes de ativação 
do componente resinoso: 
 
 1- Sistema quimicamente ativado; 
 2- Sistema foto-ativado; 
 3- Sistema de presa dual. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– REAÇÃO DE PRESA – 
16 
Vantagens 
- Biocompatibilidade; 
- Liberação de fluoretos; 
- Adesão físico-química à estrutura dental; 
- Coeficiente de expansão térmico-linear próximo ao da 
estrutura dental; 
- Estética aceitável. 
Desvantagens 
- Baixa resistência ao desgaste, tração e cisalhamento 
(cimentos convencionais); 
- Alta sensibilidade à técnica; 
- Difícil manipulação; 
- Textura superficial rugosa. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– VANTAGENS E DESVANTAGENS DO 
MATERIAL – 
 - Adesão à estrutura dental; 
 - Liberação de flúor; 
 - Biocompatibilidade; 
 - Coeficiente de expansão térmico 
 linear. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
17 
 ADESÃO À ESTRUTURA DENTAL: 
 
 A adesividade depende da reação dos grupos 
carboxílicos (originados durante a reação de presa) 
com íons de cálcio (Ca) do esmalte e dentina. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
COMO PREVENIR FALHAS NA ADESÃO??? 
 Limpeza da cavidade (ácido poliacrílico a 10% 
durante 10 s), seguida de rinsagem abundante e 
secagem; 
 
 Proporção pó/líquido adequada; 
 
 Material deve ser inserido com brilho para que 
possa escoar na cavidade; 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
18 
 Remoção dos excessos grosseiros com auxílio de 
lâmina de bisturi; 
 
 Os procedimentos de acabamento e polimento 
devem ser tardios (sessão posterior, mínimo de 48 
horas). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
COMO PREVENIR FALHAS NA ADESÃO??? 
Fotografia de uma falha coesiva de um CIV 
ocasionada por tensões de cisalhamento. 
União com a estrutura dentária foi 
preservada. Reis & Loguercio, 2007. 
LIBERAÇÃO DE FLÚOR 
(NaF) 
 
 Ocorre continuamente às áreas adjacentes 
à restauração e à distância. Cerca de 23% de íons 
presente na composição, porém apenas 12% a 
18% é liberado. Liberação é maior nas 24-48 h. 
 Poder de recarregamento de flúor (dieta, 
uso tópico). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
19 
BIOCOMPATIBILIDADE 
 
 MONDELLI, 1998 - primeiros relatos com 
relação à biocompatibilidade dos cimentos 
ionoméricos classificam-na como fraca, moderada, 
menos irritante que os cimentos de silicato 
(emprega ácidos fortes), cimento fosfato de zinco e 
às resinas compostas (monômeros). 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
BIOCOMPATIBILIDADE 
 
 Essa melhor compatibilidade dos cimentos 
ionoméricos era creditada ao ácido polialcenóico, 
devido ao seu alto peso molecular (dificuldade de 
difusão pela polpa) e por ser ácido fraco; 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
20 
COEFICIENTE DE EXPANSÃO 
TÉRMICO LINEAR (CETL) 
 
 De modo geral, os cimentos ionoméricos 
apresentam CETL semelhante ao da estrutura 
dentárias. 
MAS... 
 Os cimentos convencionais apresentam menor 
CETL que os cimentos modificados por resina. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
TABELA - Valores de coeficientes de expansão térmica linear da dentina e do 
esmalte em relação ao dos cimentos ionoméricos e outros materiais restauradores 
 
MATERIAL 
 
 
COEFICIENTE (mm/mm9Cx106) 
Esmalte 11.4 
Dentina 8.3 
Cimento de Silicato 7.6 
Amálgama dental 25.0 
Ionômero restaurador 13.0 
Ionômero "cermet" 15.0 
Ionômero forramento 8.0 
Resina composta (convencional) 30.0 
Resina composta (híbrida) 35.0 
Resina composta (micro) 60.0 
Fonte: NAVARRO; PASCOTTO 26, p.20. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– PROPRIEDADES – 
21 
 ARMAZENAMENTO; 
 
 PROPORCIONAMENTO; 
 
 MANIPULAÇÃO. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
ARMAZENAMENTO 
 
 Os cuidados com o pó e o líquido são 
fundamentais para se ter sucesso com a 
utilização desse material. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
22 
ARMAZENAMENTO 
( C U I D A D O S C O M O P Ó ) 
 Os frascos devem sempre estar bem fechados 
 evita-se perda/ganho de água; 
 
 Devem ser mantidos sempre limpos, sem 
resquícios de pó no frasco. 
 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
 O líquido não deve ser mantido no 
refrigerador pois, se submetido a baixa 
temperaturas, ocorrerá a geleificação e, 
mesmo que retorne à temperatura 
ambiente, as propriedades serão perdidas. 
ARMAZENAMENTO 
( C U I D A D O S C O M O L Í Q U I D O ) 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
23 
Obedecer as recomendações do fabricante. 
 
ISSO PORQUE... 
PROPORCIONAMENTO 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
POUCO PÓ 
 
•Mistura fluida; 
•Aumento da solubilidade; 
•Diminuição da resistência à 
abrasão. 
MUITO PÓ 
 
•Menor tempo de trabalho e de presa; 
•Diminui a adesividade; 
•Reduz a translucidez. 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
24 
 A aglutinação do pó e líquido pode ser 
realizada utilizando-se placa de vidro ou o bloco de 
papel fornecido pelo fabricante. 
 
Usar espátula de ágata, nylon ou plástico. 
 
MANIPULAÇÃO 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– ALTERAÇÃO DAS PROPRIEDADES – 
A G L U T I N A N D O O P Ó 
A N T E S D A 
M A N I P U L A Ç Ã O 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
25 
D I S P E N S A N D O P Ó 
( C O N C H A D O S A D O R A ) E 
L Í Q U I D O ( g o t a 
p e r p e n d i z u l a d a ) PA R A 
M A N I N U PA Ç Ã O 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
. . . D I V I D I N D O O P Ó PA R A 
I N Í C I O D A E S PAT U L A Ç Ã O 
( A G L U T I N A Ç Ã O ) . 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
26 
A G L U T I N A Ç Ã O P Ó E 
L Í Q U I D O : 1 5 s PA R A C A D A 
PA R T E . 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
A S P E C T O D E B R I L H O 
M O L H A D O . 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
27 
 Uso da seringa Centrix - maior facilidade de 
inserção, diminuição da porosidade do material, 
minimiza inclusão de bolhas de ar e ainda 
possibilita melhor adaptação marginal.MANIPULAÇÃO 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
MANIPULAÇÃO 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– MANIPULAÇÃO – 
28 
TABELA - Conseqüências da perda e/ou ganho de água precocemente dos CIV, 
confirmando a importância de se realizar a proteção superficial imediata dessas 
restaurações 
 
Cimentos de Ionômero de Vidro 
 
 
 PERDA DE ÁGUA 
 
 
 GANHO DE ÁGUA 
1. Alterações dimensionais; 
 
1. Perda de íons cálcio e alumínio; 
2. Perda de propriedades mecânicas; 
 
2. Problemas com a adesividade 
à estrurtura dentária; 
 
3. Problemas com a adesividade à 
estrurtura dentária; 
 
3. Erosão superficial; 
4. Ocorrência de trincas e rachaduras. 
 
4. Perda da translucidez. 
 
Cimento de Ionômero de Vidro 
– FAVORECENDO O COMPORTAMENTO 
CL ÍN ICO – 
CASOS 
 CLÍNICOS 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
29 
Remoção de dentina 
cariada com baixa 
velocidade 
• COMO MATERIAL DE 
FORRAMENTO 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
Limpeza da cavidade 
com água de cal 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
30 
Proteção da 
cavidade com 
cimento de 
hidróxido de cálcio 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
•Colocação de ionômero de 
vidro 
• Aplicar o ácido de resina 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
31 
Restauração sem 
acabamento e 
polimento 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
Como material 
restaurador em 
lesões cervicais 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
32 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
•Caso inicial 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
33 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
•Colocação de 
ionômero Vitremer 
•Polimerização do 
selante de superfície 
•Caso final sem 
acabado e polido 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
34 
COMO SELANTE 
•Caso inicial 
•Colocação de 
ácido 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
•Colocação de 
ionômero 
vitremer 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
35 
•Antes e depois de 
fotopolimerizar 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
•Colocação de 
selante de superfície 
•Caso final 
Cimento de Ionômero de Vidro 
- IND ICAÇÕES - 
36 
REFERÊNCIA 
• Reis A; Louguercio. A Materiais Dentários 
Restauradores Diretos: dos fundamentos à aplicação 
clínica. 2007 
• Chain M. Materiais Dentários. 2014 
• Anusavice. Philips Materiais Dentários. 2012