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PRINCIPAIS DOENÇAS DO TRIGO

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PRINCIPAIS DOENÇAS DO TRIGO
Docente- Profa .Dra. Regiane Medice
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DOENÇAS DO TRIGO
O trigo no Brasil é atacado por grande número de doenças;
Condições climáticas são responsáveis pela incidência de doenças na cultura;
Trabalhos realizado pela EMBRAPA , demonstraram em 12 anos de experimentação perda média de 44,61 %, equivalente a 1.152 kg (19,2 sacas de 60 kg) de trigo por hectare;
A maioria das perdas foi ocasionada por doenças fúngicas.
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OÍDIO
Oidium monilioides (Blumeria graminis f.sp. tritici)
A doença pode ocorrer desde a primavera ate o outono;
Desenvolve a temperatura de 25°C e baixa UR
Caracteriza-se pela formação do micélio superficial em áreas limitadas ou sobre todo o tecido foliar;
Compromete a fotossíntese; 
 Doença de cinza;
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Uso de cultivares resistentes;
Via tratamento de sementes: triadimenol, que protege as plantas por um período em torno de 45 a 60 dias após a emergência) ;
 Aplicação foliar: recomenda-se o uso de fungicidas quando a incidência foliar estiver entre 20 a 25% a partir do estádio de alongamento. 
Uso de ciproconazol (triazol) + propiconazol (triazol) ; propiconazol (triazol)  ;  ciproconazol (triazol) + Picoxistrobina (estrobilurina)  
OÍDIO- CONTROLE
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Realizar rotação de cultura com espécies não -hospedeiras. 
Evitar fertilização excessiva em nitrogênio. 
Deve-se eliminar as gramíneas selvagens e plantas voluntárias nas proximidades da cultura por constituírem importantes reservatórios dos patógenos que garantem o inóculo primário em cada novo plantio.
OÍDIO- CONTROLE
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FERRUGEM
(Puccinia triticina = P. recondita f. sp. tritici)
Ferrugem da folha do trigo;
 Temperaturas entre 15 e 20 °C com alta umidade do ar.
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Lesões com esporos de coloração amarelo-escuro a marrom na superfície das folhas, bainhas e colmos;
Pode ocorrer a partir da emergência até o estádio de maturação;
 Pode provocar perdas na produção de grãos que podem superar 50%, reduzindo a área fotossintética e aumentando a respiração.
FERRUGEM
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FERRUGEM-CONTROLE
O uso de plantas resistentes é a medida de controle preferencial;
Redução das fontes de inóculo primário através da eliminação das plantas de trigo voluntárias;
O uso de fungicidas sistêmicos do grupo dos triazóis apresenta controle efetivo nos cultivares susceptíveis como Ciproconazol (triazol)  ; tebuconazol (triazol) ; azoxistrobina (estrobilurina) + tebuconazol (triazol)  
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BRUSONE
(Pyricularia grisea ) Magnaporthe grisea
Ocorre principalmente no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. 
Possui um grande número de espécies hospedeiras, principalmente arroz e outras gramíneas cultivadas;
 Provoca perdas de até 11% no rendimento de grãos em trigo, correspondendo a uma incidência de 45% em espigas.
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BRUSONE
 Sobrevive em restos culturais, sementes, hospedeiros alternativos ou plantas voluntárias;
 É disseminada facilmente pelo vento.
 A produção de conídios tem início quando a umidade relativa atinge 93% em temperaturas entre 15 e 35 ºC, sendo favorecida entre 25 e 28 ºC. 
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BRUSONE
A brusone pode ocorrer em todos os estágios de desenvolvimento da planta, bem como em toda a parte aérea.
ESPIGAS: O principal sintoma são espigas brancas, principalmente na metade superior. 
FOLHAS: Ocasionalmente podem ocorrer manchas elípticas e de coloração acinzentada no limbo foliar.
RÁQUIS: Observa-se uma lesão preta brilhante, com consequente morte da espiga na região localizada acima desse ponto.
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BRUSONE- CONTROLE
Essa é uma doença de difícil controle;
Utilização de cultivares resistentes como medida de controle mais eficiente;
O controle químico não tem se mostrado eficiente em condições de campo.
Tratamento de sementes com iprodiona (dicarboximida) 
  Uso de mancozebe (alquilenobis (ditiocarbamato) ( contato)
 Tebuconazol (triazol)   ( sistêmico)
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FUSARIOSE 
(Fusarium graminearum) - Gibberella zeae 
São suscetíveis: Triticale; Centeio; Cevada; Milho; Arroz; Trevo; Alfafa e Sorgo.
Afeta principalmente os grãos, ocasionando perdas de rendimento;
As aristas arrepiadas são o sintoma típico da doença.
O fungo sobrevive em restos culturais infectados de cultivos anteriores;
Alta umidade (>90%) por mais de 30 horas e temperaturas de moderadas a altas (entre 15 a 30°C)
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FUSARIOSE 
Os primeiros sintomas são percebidos logo após o florescimento. 
Espiguetas infectadas exibem branqueamento prematuro com o progresso do patógeno no interior da espiga. 
 No final da estação, peritécios podem se formar sobre a superfície afetada das espiguetas. 
Com o progresso dos sintomas, o fungo coloniza o grão em desenvolvimento que fica enrugado e chocho no interior da espiga.
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FUSARIOSE- CONTROLE 
Semeaduras antecipadas, de modo que não possibilite o período de suscetibilidade da planta com condições climáticas favoráveis.
Em condições experimentais em casa de vegetação, os fungicidas tebuconazole, procloraz e os benzimidazóis são os mais eficientes.
Eliminação de restos culturais.
Uso de variedades resistentes.
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CARVÃO DO TRIGO
Ustilago tritici  =Ustilago nuda var. tritici 
 Doença conhecida há muitos anos nas áreas tritícolas de clima úmido e semi-úmido no mundo e é tida como uma doença de pouca importância econômica;
O patógeno sobrevive e é transmitido em sementes;
Temperaturas de 14 a 25°C e alta umidade,
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CARVÃO DO TRIGO
Os sintomas típicos desta doença ocorrem em espiguetas das plantas desenvolvidas a partir de sementes infectadas. 
Estas são transformadas em uma massa de esporos de coloração marrom escura a preta, manifestando-se após a emergência da espiga.
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CARVÃO DO TRIGO
O tratamento de sementes susceptíveis com o uso de fungicidas sistêmicos apresenta um controle eficiente da doença.
Carboxina (carboxanilida) + Tiram (dimetilditiocarbamato) 
Difenoconazol (triazol)  
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MANCHA AMARELA 
Pyrenophora tritici-repentis ( Drechslera tritici-repentis )
Mancha-amarela ou Mancha-bronzeada-da-folha do trigo;
A mancha-amarela é considerada a doença foliar do trigo mais importante na América do Sul;
No Brasil, a doença tem sido registrada nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
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MANCHA AMARELA 
O sintoma típico da doença são manchas amarelas ou douradas em ambas as superfícies das folhas;
Os sintomas começam como pequenas lesões marrom-douradas, que se expandem e tornam-se lenticulares, atingindo até 12 mm de comprimento;
Frequentemente aparecem rodeadas por bordos amarelos. 
À medida que as lesões crescem, coalescem, tornando-se marrons mais escuras no centro;
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MANCHA AMARELA 
O fungo sobrevive na forma assexuadamente ou sexuadamente nos restos de cultura deixados na lavoura de uma safra para outra.
Temperaturas amenas e umidade relativa alta são condições que favorecem o desenvolvimento da doença.
Também ataca centeio e triticale.
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Uso de cultivares resistente, entre as cultivares brasileiras com bom nível de resistência encontram-se BH 1146, CNT-3 e IAS 63.
Uso de sementes sadias, limpas e adequadamente tratadas. 
Eliminar as plantas voluntárias.
 Os restos de cultura infectados deixados no campo após a colheita devem ser destruídos, queimados ou enterrados profundamente. 
MANCHA AMARELA 
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Realizar rotação de cultura com espécies não-hospedeiras pelo menos durante um ano.
O tratamento foliar deve ser aplicado apenas quando o seu uso se justificar, pois os benefícios geralmente não compensam os custos do tratamento;
Recomenda-se começar as aplicações de fungicidas sistêmicos a partir do estádio de elongação e quandoa incidência foliar atingir o valor de 70-80%.
Epoxiconazol (triazol) + fluxapiroxade (carboxamida) + piraclostrobina (estrobilurina)  ;  propiconazol (triazol)  
MANCHA AMARELA 
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HELMINTOSPORIOSE 
Bipolaris sorokiniana (Cochliobolus sativus)
Doença mais comum nas regiões tritícolas de clima mais quente. Os danos por esta doença podem chegar a 80%.
 Em grãos ocorrem alterações em suas características químicas, físicas e fisiológicas.
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Os sintomas iniciais desta doença nas folhas são manchas pequenas, alongadas, de coloração marrom-escura ou preta, com halos amarelados. 
No centro destas manchas observam-se os conidióforos e os conídios do fungo.
Evoluídos os sintomas, pode haver a morte prematura da folha. 
Nos nós, surgem lesões castanho-escuras que podem provocar um estrangulamento deste órgão seguido de esporulação sob condições favoráveis. 
HELMINTOSPORIOSE 
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O fungo progride para a espiga atacando as glumas, as lemas, as páleas e o ráquis, aonde surgem lesões de coloração escura. 
Os grãos atingidos ficam enrugados, sem peso e com o sintoma de ponta preta característico.
Sintoma morfológico:murcha
HELMINTOSPORIOSE 
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 Sobrevive em restos culturais, em outras gramíneas hospedeiras e em sementes. 
As principais vias de disseminação do fungo são as próprias sementes, a chuva e o vento.
Umidade elevada e temperaturas altas (24 a 28°C) favorecem a doença. 
HELMINTOSPORIOSE 
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HELMINTOSPORIOSE 
Uso de cultivares resistentes,
Fungicidas na parte aérea;
Tratamento de sementes;
Rotação de culturas. 
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MANCHA DAS GLUMAS
 Stagonospora nodorum = Septoria nodorum
Phaeosphaeria nodorum= Leptosphaeria nodorum
 É uma doença importante em monoculturas combinadas com rotação de cultura;
 Perdas de 30 a 60% no rendimento de grãos. 
 Ocorre principalmente na Região Sul do país. 
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Inicialmente ocorrem, nas folhas inferiores, pequenas manchas cloróticas, levemente aquosas, que se expandem e tornam-se elípticas; com a evolução da doença, tornam-se secas, amareladas e finalmente pardas.
Os nós infectados adquirem coloração escura e aparência salpicada devido à formação de picnídios do fungo. 
Em alguns casos pode ocorrer o completo estrangulamento do nó, tornando-o quebradiço.
Nas glumas, o fungo causa uma necrose escura a violácea a partir da ponta até a metade. Picnídios podem ser vistos a olho nu sobre os tecidos infectados.
MANCHA DAS GLUMAS
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Sobrevive saprofiticamente sobre restos culturais;
A dispersão a curtas distâncias ocorre por meio da água de chuva e/ou de irrigação;
Pode se disseminado via sementes.
Longos períodos de umidade relativa elevada, temperaturas amenas e chuvas abundantes são condições ideais para o desenvolvimento da doença
MANCHA DAS GLUMAS
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 Rotação de cultura;
O tratamento das sementes e da parte aérea com fungicida também é recomendado.
CONTATO:   clorotalonil (isoftalonitrila)  
 SISTÊMICOS: Carbendazim (benzimidazol)  ;  tebuconazol (triazol) ; triadimenol (triazol)  
MANCHA DAS GLUMAS- CONTROLE
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MAL-DE-PÉ
Gaeumannomyces graminis var. tritici  = Ophiobolus graminis ;
Doença seríssima na cultura do trigo;
Monocultura de cereais de inverno;
Ocorre principalmente na região sul do Brasil.
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MAL-DE-PÉ
No espigamento, as lavouras apresentam manchas de coloração esbranquiçada com plantas com crescimento retardado que secam prematuramente. 
Apresentam o sistema radicular de coloração escura. 
No primeiro entrenó, observa-se a presença de crostas negras aderidas ao colmo;
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MAL-DE-PÉ
O fungo sobrevive no solo e em restos culturais de trigo, centeio, cevada, triticale e de inúmeras gramíneas nativas;
Ocorre com maior severidade em solos mal drenados, com baixa fertilidade;
 pH entre 6,5 e 7 e temperaturas entre 12 a 20°C
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MAL-DO-PÉ
Rotação de culturas por um ano com aveia é suficiente para reduzir o inoculo e evitar perdas econômicas.
Culturas como o linho, a canola e as leguminosas de inverno, por não serem hospedeiros, são recomendadas no esquema de rotação para minimizar o dano causado pelo fungo.
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CÁRIE DO TRIGO
Tilletia caries 
Doença de importância secundária no Brasil por ocorrer esporadicamente em nossas condições;
Queda da produção;
Desvaloriza também o trigo nos moinhos, pois a farinha produzida é de menor qualidade.
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CÁRIE DO TRIGO
As espigas infectadas permanecem verdes e eretas por mais tempo que as espigas sadias.
 Os grãos apresentam coloração pardo-acinzentada e, com a evolução da doença, ficam completamente tomados pelos esporos do fungo.
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CÁRIE DO TRIGO
A disseminação a longas distâncias é feita por meio de sementes. 
O fungo também pode permanecer no solo, onde é capaz de permanecer latente por vários anos. 
Temperaturas entre 5 e 12 ºC e solos com teor médio de umidade
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CÁRIE DO TRIGO- CONTROLE
Utilização de variedades resistentes;
A semeadura deve ser realizada em época com temperaturas relativamente elevadas e deve ser superficial e em solo relativamente seco;
 O tratamento das sementes é recomendado devido ao fato de os clamidósporos do fungo permanecerem aderidos às sementes.
Captana (dicarboximida)   e   carboxina (carboxanilida) + tiram (dimetilditiocarbamato) 
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DOENÇAS BACTERIANAS
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ESTRIA BACTERIANA 
Xanthomonas translucens pv. translucens;
Xanthomonas campestris pv. Translucens
Doença importante na região do norte do Paraná, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Danos de até 40% da produção têm sido registrados sob condições favoráveis à doença.
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ESTRIA BACTERIANA 
Infecta titriticale e aveia;
A doença é facilmente visualizada após os estádios de emborrachamento e espigamento;
A bactéria causa a formação de lesões aquosas, estreitas e longas sobre as folhas.
 Com o desenvolvimento da doença, a lesão adquire coloração pardo-avermelhada
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ESTRIA BACTERIANA 
Sobrevive na semente e em restos de cultura;
Temperatura de 18 a 20°C e períodos prolongados de chuva são condições ideais para o desenvolvimento da doença.
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ESTRIA BACTERIANA 
Uso de sementes livres de bactérias é a prática mais recomendada, podendo o patógeno ser controlado nas sementes por termoterapia (imersão de sementes sob temperaturas de 70 a 80°C por 7 a 14 dias) ;
Tratamento químico- Não existem produtos registrados no MAPA
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DOENÇAS VÍROTICAS
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NANISMO
 Causada não apenas por uma espécie de vírus, mas por um complexo composto por distintas espécies, pertencentes uma única família (Luteoviridae)
 Barley Yellow Dwarf Virus – (BYDV)
 Estes vírus são transmitidos por pulgões ou afídeos;
Rhopalosiphum padi
 Na planta infectada, as partículas virais circulam pelo sistema vascular (floema)
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Este vírus não é transmitido por nenhum outro inseto, sementes, solo ou mecanicamente;
Plantas daninhas da família Poaceae pode hospedar este vírus;
É favorecida por temperaturas mais baixas e alta luminosidade.
NANISMO
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 Os sintomas típicos desta doença são a redução do crescimento da planta e a alteração da cor do limbo foliar.
 Esta alteração ocorre do ápice para a base da folha, sendo que em trigo e cevada é mais comum o amarelecimento, enquanto que em aveia ocorre o avermelhamento.
 Ocorre ainda redução da massa foliar, da massa de raízes, do número e do peso de grãos;
Em campo os sintomas são observados na forma de reboleiras. 
NANISMO
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NANISMO- CONTROLE
Medida de exclusão
Controle químico ou biológico do vetor;
Uso de cultivares resistentes;
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DÚVIDAS

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