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Comparativo Novo CPC vs. Antigo CPC

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comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos disponíveis 
no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões 
poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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CPC/2015 CPC/1973 
 Art. 79. O juiz suspenderá o processo, mandando 
observar, quanto à citação e aos prazos, o disposto nos 
arts. 72 e 74. 
Art. 132. A sentença de procedência valerá como título 
executivo em favor do réu que satisfizer a dívida, a fim 
de que possa exigi-la, por inteiro, do devedor principal, 
ou, de cada um dos codevedores, a sua quota, na 
proporção que lhes tocar. 
Art. 80. A sentença, que julgar procedente a ação, 
condenando os devedores, valerá como título 
executivo, em favor do que satisfizer a dívida, para exigi-
la, por inteiro, do devedor principal, ou de cada um dos 
co-devedores a sua quota, na proporção que Ihes 
tocar. 
CAPÍTULO IV 
DO INCIDENTE DE DESCONSIDERAÇÃO DA 
PERSONALIDADE JURÍDICA 
 
Art. 133. O incidente de desconsideração da 
personalidade jurídica será instaurado a pedido da 
parte ou do Ministério Público, quando lhe couber 
intervir no processo. 
 
§ 1º O pedido de desconsideração da personalidade 
jurídica observará os pressupostos previstos em lei. 
 
§ 2º Aplica-se o disposto neste Capítulo à hipótese de 
desconsideração inversa da personalidade jurídica. 
 
Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em 
todas as fases do processo de conhecimento, no 
cumprimento de sentença e na execução fundada em 
título executivo extrajudicial. 
 
§ 1º A instauração do incidente será imediatamente 
comunicada ao distribuidor para as anotações devidas. 
 
§ 2º Dispensa-se a instauração do incidente se a 
desconsideração da personalidade jurídica for 
requerida na petição inicial, hipótese em que será 
citado o sócio ou a pessoa jurídica. 
 
§ 3º A instauração do incidente suspenderá o processo, 
salvo na hipótese do § 2º. 
 
§ 4º O requerimento deve demonstrar o preenchimento 
dos pressupostos legais específicos para 
desconsideração da personalidade jurídica. 
 
Art. 135. Instaurado o incidente, o sócio ou a pessoa 
jurídica será citado para manifestar-se e requerer as 
provas cabíveis no prazo de 15 (quinze) dias. 
 
Art. 136. Concluída a instrução, se necessária, o 
incidente será resolvido por decisão interlocutória. 
 
Parágrafo único. Se a decisão for proferida pelo relator, 
cabe agravo interno. 
 
Art. 137. Acolhido o pedido de desconsideração, a 
alienação ou a oneração de bens, havida em fraude 
de execução, será ineficaz em relação ao requerente. 
 
CAPÍTULO V 
DO AMICUS CURIAE 
Art. 138. O juiz ou o relator, considerando a relevância 
da matéria, a especificidade do tema objeto da 
demanda ou a repercussão social da controvérsia, 
poderá, por decisão irrecorrível, de ofício ou a 
requerimento das partes ou de quem pretenda 
manifestar-se, solicitar ou admitir a participação de 
pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade 
especializada, com representatividade adequada, no 
prazo de 15 (quinze) dias de sua intimação. 
 
§ 1º A intervenção de que trata o caput não implica 
alteração de competência nem autoriza a interposição 
de recursos, ressalvadas a oposição de embargos de 
declaração e a hipótese do § 3º. 
 
§ 2º Caberá ao juiz ou ao relator, na decisão que 
solicitar ou admitir a intervenção, definir os poderes do 
amicus curiae. 
 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 4.a versão (10.04.2015). É permitida a 
distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua 
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CPC/2015 CPC/1973 
§ 3º O amicus curiae pode recorrer da decisão que 
julgar o incidente de resolução de demandas 
repetitivas. 
 
TÍTULO IV CAPÍTULO IV 
DO JUIZ E DOS AUXILIARES DA JUSTIÇA DO JUIZ 
CAPÍTULO I Seção I 
DOS PODERES, DOS DEVERES E DA RESPONSABILIDADE 
DO JUIZ 
Dos Poderes, dos Deveres e da responsabilidade do 
Juiz 
Art. 139. O juiz dirigirá o processo conforme as 
disposições deste Código, incumbindo-lhe: 
Art. 125. O juiz dirigirá o processo conforme as 
disposições deste Código, competindo-lhe: 
I – assegurar às partes igualdade de tratamento; I - assegurar às partes igualdade de tratamento; 
II – velar pela duração razoável do processo; II - velar pela rápida solução do litígio; 
III – prevenir ou reprimir qualquer ato contrário à 
dignidade da justiça e indeferir postulações meramente 
protelatórias; 
III - prevenir ou reprimir qualquer ato contrário à 
dignidade da Justiça; 
IV – determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, 
mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para 
assegurar o cumprimento de ordem judicial, inclusive 
nas ações que tenham por objeto prestação 
pecuniária; 
 
V – promover, a qualquer tempo, a autocomposição, 
preferencialmente com auxílio de conciliadores e 
mediadores judiciais; 
IV - tentar, a qualquer tempo, conciliar as partes. 
VI – dilatar os prazos processuais e alterar a ordem de 
produção dos meios de prova, adequando-os às 
necessidades do conflito de modo a conferir maior 
efetividade à tutela do direito; 
 
VII – exercer o poder de polícia, requisitando, quando 
necessário, força policial, além da segurança interna 
dos fóruns e tribunais; 
 
VIII – determinar, a qualquer tempo, o comparecimento 
pessoal das partes, para inquiri-las sobre os fatos da 
causa, hipótese em que não incidirá a pena de 
confesso; 
 
IX - determinar o suprimento de pressupostos processuais 
e o saneamento de outros vícios processuais; 
 
X – quando se deparar com diversas demandas 
individuais repetitivas, oficiar o Ministério Público, a 
Defensoria Pública e, na medida do possível, outros 
legitimados a que se referem o art. 5º da Lei nº 7.347, de 
24 de julho de 1985, e o art. 82 da Lei nº 8.078, de 11 de 
setembro de 1990, para, se for o caso, promover a 
propositura da ação coletiva respectiva. 
 
Parágrafo único. A dilação de prazos prevista no inciso 
VI somente pode ser determinada antes de encerrado 
o prazo regular. 
 
Art. 140. O juiz não se exime de decidir sob a alegação 
de lacuna ou obscuridade do ordenamento jurídico. 
Art. 126. O juiz não se exime de sentenciar ou despachar 
alegando lacuna ou obscuridade da lei. No julgamento 
da lide caber-lhe-á aplicar as normas legais; não as 
havendo, recorrerá à analogia, aos costumes e aos 
princípios gerais de direito. 
Parágrafo único. O juiz só decidirá por equidade nos 
casos previstos em lei. 
Art. 127. O juiz só decidirá por eqüidade nos casos 
previstos em lei. 
Art. 141. O juiz decidirá o mérito nos limites propostos 
pelas partes, sendo-lhe vedado conhecer de questões 
não suscitadas a cujo respeito a lei exige iniciativa da 
parte. 
Art. 128. O juiz decidirá a lide nos limites em que foi 
proposta, sendo-lhe defeso conhecer de questões, não 
suscitadas, a cujo respeito a lei exige a iniciativa da 
parte. 
Art. 142. Convencendo-se, pelas circunstâncias, de que 
autor e réu se serviram

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