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Apresentação
Este trabalho tem por objetiiiO oferecer aos participantes subsídios para uma
correta apropriação dos gastos na fabricação de produtos e na execução de
serviços nos diversos segmentos econômicos, oferecendo ainda ferramentas que
os permitam compreenderem as diversas metodologias para apuração, análise,
controle e gerenciamento dos custos.
Seguindo a mesma linha de raciocínio do mestre Osni Moura Ribeiro, para estudar
a Contabilidade de Custos o participante precisa ter conhecimento das noções
básicas da Contabilidade. Para que este estudo se torne mais fácil, basta que os
assuntos sejam estudados no momento adequado, isto é, de maneira gradual,
sempre partindo de situações mais simples para situações menos simples, sem
desprezar, preliminarmente, o estudo das noções básicas da Contabilidade.
Por este moti110, na elaboração desta apostila buscou-se obedecer a sequência
gradativa e lógica que a disciplina exige. Partiremos do zero considerando que
110cê nunca estudou a Contabilidade de Custos. Pois também acreditamos que isso
tornará a matéria mais cativante e despertará em 110cê maior interesse pelo estudo
e, acima de tudo, satisfação ao perceberqueaContabilidadedeCustos também é
fácil.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Nota sobre a autora
Aline Cristina da Silva, é especialista em Gestão tributária pela Fundação Escola e
Comércio Alvares Penteado (FECAP), bacharel em Ciências Contábeis pela
Universidade Braz Cubas (UBC), Contadora e Consultora tributária.
Atua a mais de 1 O anos na administração das rotinas financeiras, fiscais/contábeis,
procedimentos de controladoria e formação e desen110lvimento de equipes.
É Professora Universitária, palestrante e instrutora de cursos livres, e atualizações
na área Contábil/tributária.
Autora e redatora do blog WNW.atuafiscal.blogspot.com.br.
Contato: contalinecristina@gmail.com
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Sumário
Introdução .................................................................................................................. 5
Conceito da Contabilidade de Custos ........................................................................ 6
Origem da Contabilidade de Custos .......................................................................... 6
Objeti110s da Contabilidade de Custos ....................................................................... 8
Contabilidade de Custos, Contabilidade Financeira e Contabilidade Gerencial. ....... 9
Terminologia da Contabilidade de Custos ............................................................... 1 O
Exercícios de Fixação ...................•........................................................................ 12
Classificação dos Custos ......................................................................................... 18
Exercícios de Fixação // ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• •••••••••••••••••••••••••• 20
Outras classificações e elementos de Custos .......................................................... 23
Exercícios de Fixação 111................................... ••••••••••••••••••••••••••• ••••••••••••••••••••••••• 28
Métodos de Avaliação de Estoques ......................................................................... 30
Custo Médio............................................................................................................ 30
PEPS ou FIFO ......................................................................................................... 31
UEPS ou LIFO .......................................................................................................... 32
Exercícios de Fixação IV ....................................................................................... 34
Processo de identificação e acumulação de custos ................................................. 36
Objeto de Custeio e Sistemas de Acumulação de Custos ....................................... 36
Custeio por Processo e Custeio por Ordem de Produção ...................................... 37
Exercícios de Fixação V....................................................................................... 40
Métodos de Custeio ................................................................................................ .42
Método Custeio por Absorção ..................................................................................42
Exercícios de Fixação VI...................................................................................... 45
Custeio por Absorção x alocação dos custos indiretos- rateio ............................. ..47
Critério de rateio dos custos indiretos ...................................................................... 48
Exercícios de Fixação VIl..................................................................................... 54
Método Custeio Variável. ......................................................................................... 58
Custeio variável X Margem de Contribuição ................................................... 59
Exercícios de Fixação VIII.................................................................................... 62
Departam entalização ............................................................................................... 67
Diferença entre utilizar e não utilizar a departamentalização .................................. 69
Exercícios de Fixação IX...................................................................................... 73
Custeio Baseado em Atividades- ABC ................................................................... 76
Exercícios de Fixação X....................................................................................... 78
Custo Padrão ........................................................................................................... 83
Exercícios de Fixação XI...................................................................................... 86
Análise do Custo Volume Lucro ............................................................................... 89
Ponto de Equilíbrio ................................................................................................... 89
Exercícios de Fixação XII..................................................................................... 94
Bibliografia ................................................................................................................ 96
Contabilidade de Custos · Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
lntroducão
A contabilidade de custo hoje possui um papel fundamental nas empresas, pois
com a adequada apuração, análise e com o controle dos custos unitários, o
administrador do negócio, pode tom ar decisões importantes, que visam buscar um
melhor posicionamento de mercado, rentabilidade e posicionamento competiti110.
Na guerra pela sobrevivência no mundo dos negoc1os, é imprescindível o
gerenciamento dos custos, onde a importância desse estudo se aplica aos
produtos industrializados, ao setor de serviços, ao comércio e demais atividades.
Existem inúmeras finalidades para se estudar e acompanhar os custos dentro da
empresa, entretanto, pode-se destacar as mais utilizadas:
• Apuração dos custos unitários;
• Avaliação dos estoques;
• Primeiro passo para formação de preço;
• Rentabilidade de produto, setor, mercado, etc.
Para os diversos profissionais responsáveis pela administração das empresas, é
fundamental o entendimento das principais técnicas contábeis, bem como dos
Relatórios e demais informações emanadas da Contabilidade.
Com base no domínio dessas técnicas, como usuários, suas tomadas de decisões
gerenciais serão sensivelmente facilitadas.
A Contabilidade de Custos engloba técnicas de Contabilidade Geral e outras
técnicas extras contábeis para o registro, organização, análise e interpretação dos
dados relacionados à produção ou à prestação de serviços.
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Conceito da Contabilidade de Custos
A contabilidade de custos é a área da contabilidade que trata dos gastos ocorridos
na produção de bens ou serviços. Podemos defini-la como o processo ordenado
para registrar os custos de operação de uma empresa.
Segundo George Leone:
"ramo da função financeira que acumula, organiza, analisa e interpreta os custos
dos produtos, dos estoques, dos seNiços, dos componentes de organização, dos
planos operacionais e das atividades de distribuição, para determinar o lucro, para
controlar as operações e para auxiliar o administrador no processo e tomada de
decisões e de planejamento".
É importante lembrar que, a ciência contábil é una, porém dividida em diversas
especialidades. Deste modo, quando falamos em Contabilidade de Custos, es1amos
nos referindo a uma parte da Contabilidade, sendo impossível dissociá-las.
Origem da Contabilidade de Custos
A Contabilidade de Custos surgiu com o advento do sistema produtivo, ou seja,
com a Revolução Industrial, na Inglaterra, no final do século XVIII, decorrente da
necessidade de informações mais precisas, no cálculo de custos para a formação
de estoques e para tomada de decisão das indústrias.
O sistema desenvolvido nessa época visava avaliar os custos de transformação de
cada processo e da mão-de-obra empregada, com o objetivo de fornecer referência
para medir a eficiência do processo de produção.
Antes da Relo{)lução industrial, não existia contabilidade de custos, a contabilidade
financeira tinha sua aplicação maior no segmento comercial sendo utilizada para
apuração do resultado do exercício.
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Na atividade comercial o custo da mercadoria vendida era fácil de ser identificado,
uma vez que sua composição resulta do valor pago pela mercadoria, mais tributos
não compensáveis, mais fretes pagos e seguros.
No caso de haver variação de estoques, aplica-se a fórmula envolvendo, estoque
inicial, compras e estoque final para encontrar o CMV:
Estoque Inicial
(+)Compras
(-)Estoque Final
(=)Custo das 1111ercadorias Vendidas
Para apurar o resultado do exercício, os comerciantes, somavam as receitas e
subtraíam delas o custo da mercadoria vendida, gerando o lucro bruto. Do lucro
bruto eram deduzidas as demais despesas e, assim, encontravam o lucro ou
prejuízo do período, conforme exemplo:
Vendas
1-l custo das mercadorias vendidas
(=) lucro bruto
(-)despesas administrativas
(-)despesas comerciais
1-l despesas financeiras
(=) lucro/prejuízo
Importante lembrar que durante muito tempo se pensou que a Contabilidade de
Custos se referia apenas ao custeamento dos produtos e que servia somente às
empresas industriais. Todavia, atualmente, esse ramo da Contabilidade é
constituído de técnicas que podem ser aplicadas a muitas outras atividades,
inclusive, e principalmente, aos serviços públicos e ainda às empresas não-
lucrativas.
Desde a revolução industrial a contabilidade de custos muito evoluiu, passando a
gerar informações, não só para controle, mas também para o planejamento e
tomada de decisão.
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Objetivos da Contabilidade de CUstos
Atualmente a sobrevivência das organizações depende cada vez mais das práticas
gerenciais de apuração, análise, controle e gerenciamento dos custos de produção
dos bens e serviços, principalmente no atual ambiente de extrema competição.
O principal objetivo da contabilidade de custos é a apuração dos custos dos
produtos e/ou serviços vendidos, bem como gerar informações relevantes que
servem como ferramenta de apoio à tomada de decisão no processo
administrativo, em especial na formação do preço de venda da empresa.
Assim, com informações coletadas das operações e das vendas, os gestores
podem utilizar os dados contábeis e financeiros para estabelecer os custos
unitários e totais para um bem ou serviço, a fim de alcançar melhores resultados
para o negócio.
Deforma específica a Contabilidade de Custos objetiva:
a) avaliação de estoques;
b) atendimento das exigências ficais;
c) determinação do resultado;
d) planejamento;
e) formação do preço de venda;
f) controle gerencial;
g) avaliação de desempenho;
h) controle operacional;
i) análise de alternativas;
j) estabelecimento de parâmetros;
k) obtenção de dados para orçamentos;
I) tomada de decisão.
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Contabilidade de Custos. Contabilidade Rnanceira e Contabilidade Gerencial.
A depender do tipo de informação necessária ao usuário, a contabilidade pode
assumir diferentes formas.
A Contabilidade Rnanceira é 110ltada para o público externo, e é através dela que
se pode levar em conta se a empresa gera lucros, se ela tem muitas despesas, se
os custos estão elevados, se a em presa tem mui tas obrigações a serem liquidadas.
Em outras palavras, é voltada para análise de pessoas que não tem contato direto
com a empresa, tais como, bancos, governo, credores e investidores.
A Contabilidade Gerencial é voltada para o público interno, à administração da
empresa e/ou funcionários com o objetiiiO de gerar informações úteis, originadas na
contabilidade financeira, para a tomada de decisões, que ajudam os gestores a
atingir as metas da organização.
A Contabilidade de Custos é a área da contabilidade que trata dos gastos que
ocorreram na produção de bens ou serviços; tem aplicação em qualquer empresa
que possua linha de produção de bens ou serviços.Eia fornece informação tanto
para a contabilidade gerencial quanto para a contabilidade financeira. Além de
determinar custos e lucro para um período, a contabilidade de custos auxilia na
formação do preço de venda, elaboração de orçamentos, redução de gastos e
controle e inventário.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
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Terminologia da Contabilidade de Custos
Para alocar corretamente cada valor consumido na produção ou serviços vendidos,
devemos primeiramente, saber qual o significado das terminologias empregadas na
contabilidade de custos:
Gasto: É a renúncia de um ativo, geralmente dinheiro, pela empresa com a
finalidade de obter um bem ou um serviço. Um gasto pode ter como contrapartida
um investimento, um custo ou uma despesa. Exemplos: Compra de matéria prima,
mão de obra, energia elétrica, água, salários da recepção, salários do
departamento de venda, aquisição de equipamentos, aluguel etc.
• Investimento- É o gasto efetuado em função da vida operacional da empresa,
corresponde a aquisição de bens ou serviços que se incorporam ao patrimônio
como um ativo. Exemplos:Jiquisiçãode móveis, aquisição de máquinas, aquisição
de matéria prima, aquisição de marca e patente etc.
• Despesa - São os gastos com bens ou serviços que não são utilizados nas
atividades de produção industrial, mas que auxiliam na obtenção de receitas.
Exemplos: Salário do pessoal de vendas, gasto com telefone da administração,
energia elétrica do departamento de vendas, combustível do pessoal da entrega
etc.
• Custo - É o gasto efetuado na fabricação de um ou mais produtos que são
objetos de comercio da indústria. Podemos afirmar que custo só existe no processo
de produção. Exemplos: Mão de obra, matéria prima utilizada na produção,
depreciação das máquinas, energia elétrica da produção, aluguel da fábrica etc.
IMPORTANTE: Todo gasto efetuado antes da linha de produção é um
investimento, na linha de produção é custo e depois ou fora da linha de produção é
despesa.
Perdas: É um gasto anormal, não intencional decorrente de fatores externos ou
que não estejam dentro do planejamento da empresa. Exemplos: Produtos
roubados, matéria consumida em incêndio, curto circuito nas máquinas,
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remuneração de mão de obra em período de greve etc. Quando uma empresa
possui uma perda normal decorrente do processo de produção, esta é tratada
como custo de produção, pois representa um gasto intencional e conhecido
envolvido na fabricação. Como exemplo de perda normal podemos citar os restos
de madeiras em uma indústria de móveis, sobras de tecidos em uma empresa de
roupas, restos de ferro em uma indústria de peças etc.
Desembolso: É o pagamento correspondente à aquisição de um bem ou serviço,
pode ocorrer no ato da compra (quando é pago à vista), ou após o recebimento do
bem ou serviço (pagamento a prazo). O desembolso se caracteriza pelo fato de
desembolsar o dinheiro, somente existe quando o dinheiro sai do bolso.
Diferença entre Custo e Despesa
Na prática, muitas vezes, existe uma dificuldade na distinção entre Custo e
Despesa, o que ocasiona certa polêmica na terminologia da contabilidade de
custos.
De modo geral, os custos estão diretamente relacionados ao processo de produção
de bens ou serviços.
Costuma-se dizer que os custos "vão para a prateleira": enquanto ficam estocados,
são ativos da empresa, e só compõem o resultado quando de sua venda. Por outro
lado, o custo, ao integrar o valor do produto fabricado, será totalmente recuperado
pela empresa por ocasião da venda do respectivo produto.
Já as despesas, estão ligadas a gastos administrativos, de vendas e financeiros.
As despesas não estão ligadas ao processo de produção, e compõem o resultado
no período que incorrem conforme Princípio da Competência.
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Exercícios de Rxação I
1) Podemos identificar como funções principais da contabilidade custos:
a) a avaliação dos estoques e o cálculo das participações dos acionistas;
b) o auxílio como ferramenta de apoio à tomada de decisão no processo
administrativo;
c) o levantamento do balanço patrimonial e a avaliação de estoques;
d) a colocação do contador em papel de destaque e o aumento do lucro
empresarial;
e) a apuração dos custos e despesas das atividades de produção e
comercialização.
2) Indique se a informação está Certa ou Errada:
a) ( ) um gasto é uma contrapartida necessária à obtenção de um bem ou serviço.
b) () um gasto pode ter como contrapartida um investimento, um custo ou uma
despesa.
c) ( ) O investimento é um gasto que tem como contrapartida um ativo.
d) ( ) a despesa representa um investimento.
e) () Custo é a aquisição de bens e serviços que se incorporam ao patrimônio.
f) ( ) na compra de matéria prima temos um investimento.
g) ( ) custo é o gasto necessário à produção de um bem.
h) ( ) Os gastos posteriores à produção, necessários para a venda e para a
administração do produto, também são custos.
i) ( ) a depreciação dos equipamentos industriais faz parte do custo do produto.
j) ( ) quando da sua aquisição a matéria prima e tratada como custo.
3) Representa um gasto:
a) o pagamento de dividendos.
b) a contratação de financiamento a longo prazo.
c) o aumento do capital social da empresa.
d) a aquisição de máquinas.
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4) É um gasto identificável no momento da produção?
a) custo.
b) despesa.
c) desembolso
d) investimento.
5) Indique a alternativa que não representa custo:
a) salários dos operadores de máquinas de fabricação;
b) depreciação de máquinas de fabricação;
c) honorários do diretor industrial e respectivos encargos sociais;
d) salários dos funcionários do departamento de vendas;
6) Não integram o custo de produção das indústriasos valores correspondentes a:
a) matérias-primas utilizadas na produção;
b) materiais indiretos utilizados na produção;
c) despesas de vendas de produtos;
d) tv'DD aplicada.
7) A comissão dos vendedores representa?
a) custo
b) despesa
c) perda produtiva
d) perda improdutiva
8) É o gasto efetuado em função da vida operacional da empresa, com a aquisição
de bens o serviços que se incorporam ao patrimônio com um ativo:
a) custo.
b) despesa.
c) desembolso
d) investimento.
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9) Classifique corretamente:
Custos (C),
Despesas (D)
Investimentos (1).
1.( ) Compra de 200 sacos de farinha- Estoque.
2.( ) Aquisição de um Software de Controle de produção.
3.( ) Transferência de 50 sacos de farinha do almoxarifado para a produção.
4.( ) Pagamento de conta de luz da diretoria.
5.( ) Compra de um aparelho de FAX.
6.( ) Pagamento de aluguel da fábrica.
7.( ) Depreciação das máquinas da fábrica.
8.( ) Pagamento de conta de água referente consumo da fábrica.
9.( ) Compradematerialdeembalagem-Estoque.
10.( ) Pagamentodecontadeáguareferente a administração.
11.( ) Compra de um caminhão para entrega de produtos.
12.( ) Pagamento de salários e encargos do pessoal da fábrica.
13.( ) Transferência para a produção 100 latas de óleo.
14.( ) Apropriação dos encargos sociais referente pessoal do setor de vendas.
15.( ) Aquisição de imóvel a prazo.
16.( ) Apropriação da folha de pagamento referente pessoal da fábrica.
17.( )Pago despesas financeiras.
18.( ) Compra de 1 000 latas de óleo- Estoque.
19.( )Pago comissões sobre produtos vendidos.
20.( )Depreciação dos equipamentos da administração.
21.( )Pago viagens e estadias dos vendedores.
22.( )Compra de material de embalagem e entregue na produção.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
1 O) (Exame de Suficiência- 2012). Relacione a segunda coluna de acordo com a
primeira:
(1) Bem ou Serviço consumido com
o objetivo de obter receita
(2) Gasto ativado
(3) Pagamento referente à
aquisição de um bem ou serviço
(4) Bens ou serviços empregados
na produção
A sequência CORRETAé:
a) 3, 4, 2, 1.
b) 4, 3, 1' 2.
c) 4, 1, 2, 3.
d) 2, 3, 1' 4.
() Custo
() Desembolso
() Despesa
() Investimento
11) (Exame de Suficiência- 2015/2). Uma Sociedade Empresária apresentou
os seguintes gastos mensais:
-Aquisição de Matéria-Prima no Período R$ 25.000,00;
- Comissão devida aos vendedores pela venda de produtos no mês R$
5.000,00;
-Tributo Sobre o Lucro R$ 2.000,00;
- Imobilizado adquirido a prazo R$ 60.000,00
Considerando as terminologias utilizadas em custos, assinale a opção
CORRETA
a) O total dos investimentos é de R$ 60.000,00; e o total das despesas é
de R$ 32.000,00.
b) O total dos investimentos é de R$ 60.000,00; e o total dos custos é de
R$ 25.000,00; e o total de despesas é de R$ 7.000,00.
c) O total dos investimentos é de R$ 85.000,00; e o total das despesas é
de R$ 7.000,00.
d) O total dos investimentos é de R$ 85.000,00; o total de custos é de R$
2.000,00; e o total de despesas é de R$ 5.000,00.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
12) (Exame de Suficiência- Técnico em Ciências Contábeis-2012/1 ). Uma
indústria, que utiliza todos os seus equipamentos para a elaboração de três
produtos distintos, em seu último relatório, apresentava entre outros, as
seguintes contas:
-Comissão de Vendedores R$ 7.250,00
- Depreciação de Máquinas e Equipamentos da Unidade Fabril R$ 3.450,00
- FGTS sobre Mão de Obra da produção R$ 3.000,00
- Mão de Obra da Produção R$ 31.200,00
- Depreciação dos demais bens da Área Administrativa R$ 850,00
-Salários da Área Administrativa R$ 18.300,00
-Matéria-Prima Consumida R$ 68.700,00
-Mão de Obra- Supervisão e Movimentação da Unidade Fabril R$ 5.900,00
- Previdência Social sobre Mão de Obra da unidade Fabril R$ 9.800,00
No conjunto de contas de resultado acima, o total de custos e de despesas,
são respectivamente:
a) R$ 113.150,00 e R$ 35.300,00.
b) R$ 116.150,00 e R$ 32.300,00.
c) R$ 118.600,00 e R$ 26.400,00.
d) R$ 122.050,00 e R$ 26.400,00.
13) (Exame de Suficiência- 2013/2). Uma sociedade empresária prestadora
de serviços apresentou os seguintes dados nomes de julho de 2013:
Vendas de serviços R$ 250.000,00
Despesas financeiras R$ 8.200,00
Custo de mão de obra R$ 65.000,00
Baixa por perda de bens do imobilizado R$ 25.000,00
Depreciação de equipamento utilizado na prestação de serviço R$ 4.000,00
Impostos sobre serviços R$12.500,00
Custo do material aplicado R$ 45.000,00
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
De acordo com os dados fornecidosacima,o valor do custo dos serviços
prestados corresponde a:
a) R$ 114.000,00
b) R$ 112.200,00
c) R$ 139.000,00
d) R$151.500,00
14) (Exame de Suficiência- Técnico em contabilidade2011/2).Abaixoestão
apresentados gastos de uma determinada empresa:
Comissão de Vendas R$ 80.000,00
Salários do pessoal produção R$120.000,00
Matéria-prima consumida R$ 350.000,00
Salários do pessoal administrati110 R$ 90.000,00
Depreciação das maquinas usadas na produção R$ 60.000,00
Seguro das máquinas usadas na produção R$1 0.000,00
Despesas financeiras R$ 50.000,00
Honorários da diretoria financeira R$ 40.000,00
Materiais diversos utilizados na produção R$15.000,00
Energia elétrica utilizada na produção R$ 85.000,00
Manutenção das máquinas usadas na produção R$ 70.000,00
Despesas de entrega de produtos R$ 45.000,00
Gastos com correios, telefone da área de vendas R$ 5.000,00
Material de consumo de escritório R$ 5.000,00
Os custos de produção somam:
a) R$ 71 0.000,00
b) R$ 745.000,00
c) R$ 790.000,00
d) R$ 800.000,00
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Classificacão dos Custos
Os custos devem ser classificados em relação aos produtos fabricados e em
relação ao volume de produção. A correta classificação dos custos facilita a
administração da empresa na tomada de decisão quanto ao uso de material e a
departamentalização dos custos por produtos.
a) Em relação aos produtos fabricados, os custos são classificados
em:
Custos diretos: Apropriados diretamente a cada produto fabricado, sem a
necessidade de rateios. Estes custos podem ser identificados na composição
do produto, e variam de acordo com a quantidade produzida.
Exemplos: Matérias primas, embalagens e outros materiais diretos, mão de
obra direta, depreciação do equipamento, energia elétrica das máquinas.
Custos indiretos: São os custos apropriados aos produtos fabricados
mediante rateio, não está vinculado diretamente na produção, mas sim ao
processo produtivo como um todo. Para calcular dividem-se os custos pelo
número de produtos fabricados, de acordo com a sua utilização na linha de
produção de cada um. Quando a em presa produz som ente um produto, todos
os seus custos são diretos.
Exemplos: Aluguel da fábrica, imposto predial da fábrica, seguro da fábrica,
manutenção da fábrica, depreciação, materiais indiretos, mão de obra indireta,
energia elétrica da fábrica.
A apropriação direta de custo é o processo de transferência dos custos diretos
a um objeto de custo desejado. O rateio de custo é o processo de transferênda
dos custos indiretos a um objeto de custo desejado. Para ambos os casos,
damos o nome de apropriação de custos.
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b) Em relação ao volume de produção, os custos são classificados em:
Custo fixo: São os custos cujos valores gastos são os mesmos
independentemente da quantidade produzida, ou seja, não sofrem variações
em razão do volume deprodução.
Exemplos: Seguro da fábrica, aluguel da fábrica, o IPTU, salário da
administração, manutenção da fábrica, mão de obra indireta da chefia ou
supervisão.
Custo Variável: São os custos cujos valores alteram de acordo com a
quantidade produzida.
Exemplo: Matéria prima, embalagens, mão de obra direta, energia elétrica
consumida na fábrica, materiais indiretos.
Custo misto: São os custos que variam de acordo com a produção, mas
possuem uma parte fixa mesmo que nada seja produzido. Também são
denominados semifixos e semivariáveis.
Exemplos: energia elétrica, aluguel de máquinas de xerox etc.
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Exercícios de Rxação 11
1) indique se a informação esta Certa ou Errada:
a- ( ) os custos diretos são apropriados diretamente a cada produto fabricado
sem a necessidade de rateio.
b- ( ) um custo é classificado como direto ou indireto de acordo com a
possibilidade de sua identificação com o produto fabricado.
c- ( ) quando for produzido 1000 unidades de um produto, a energia elétrica
consumida na fábrica é custo direto.
d- ( ) havendo um único produto sendo fabricado, são apropriados os custos
diretos e as despesas ao produto.
e- ( ) a depreciação dos equipamentos de uma linha de produção é custo
indireto.
f- ( ) as embalagens utilizadas na produção são custos diretos.
g- ( ) o aluguel da fábrica é custo direto.
h- ( ) os gastos com a manutenção da fábrica são custos diretos.
i- ( ) normalmente, a depreciação dos equipamentos de produção é custo fixo.
j- ( ) o aluguel da fábrica é custo fixo.
k- ( ) a mão de obra indireta é custo fixo.
1- ( ) os materiais indiretos utilizados em uma linha de produção são custos
fixos.
m- ( ) o seguro da fábrica é custo fixo.
2) De acordo com a classificação de custos, assinale a alternativa
correspondente ao conceito de Custos variáveis:
a - Compreendem os gastos aplicados indiretamente, pois são de difícil
identificação em relação aos produtos;
b- Custos que não variam independentemente do 110lume fabricado;
c - Custos que variam em função das quantidades produzidas;
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d - Compreendem os gastos aplicados diretamente, pois são de fácil
identificação em relação aos produtos.
3) AFTN - Uma empresa restringiu a sua linha de produção a um único
produto. Assim sendo, a energia elétrica gasta na fábrica será considerada:
a- custo indireto variável
b- custo indireto fixo
c- custo direto fixo
d- custo direto variável
4) Qual dos seguintes custos seriam incluídos como parte dos custos indiretos
de fabricação de um fabricante de microcomputadores?
a) Custos dos chips de memória
b) Depreciação do equipamento de teste
c) Salário dos montadores de computadores
d) Custo de unidades de disco
5) Faça a associação correspondente:
1 -Custos Diretos
2- Custos Indiretos
3- Rateio
4- Base de Rateio
5- Custos Fixos
6- Custos Variáveis
( ) Compreendem os gastos aplicados indiretamente, pois são de difícil
identificação em relação aos produtos,.
( ) Distribuição dos custos indiretos aos produtos.
( ) Custos que não variam independentemente do 110lume fabricado.
( ) Critério escolhido para se efetuar a distribuição dos custos indiretos aos
produtos.
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( ) Custos que variam em função das quantidades produzidas
( ) Compreendem os gastos aplicados diretamente, pois são de fácil
identificação em relação aos produtos.
6) Classifique os Custos a seguirem:
a)Diretos (D) ou Indiretos (I);
b)Fixos (F) ou Variáveis (V).
Item Cu s t o s
1 Aluguel aa raonca
2 Ass1stenc1a Médica do pessoal da linha de produçao
J Matenal ae emoa1agem
4 Salários e encargos da administração da fábrica
5 Materiais secundários
6 Salanos e encargos do pessoal da m anutençao da fábnca
7 ~Jonta ae luz aa raonca
8 Salanos e encargos do pessoal da produção
9 Material de limpeza usado na fábrica
10 Depreciação do maquinário pesado da indústria
11 ~Jonsumo ae agua aa raonca
1~ VIagens e estaa1as aos supervisores aa raonca
13 11-' 1 u aa taonca
14 Salários e encargos do pessoal do controle de qualidade
15 Depreciação dos equipamentos da manutenção
lo :::sa1anos e encargos aa cnena a a taonca
17 t-e nas aos operanos
18 vale transporte ao pessoal ao controle ae qua11aaae
19 Cesta básica do pessoal da manutenção
20 Matéria-prima
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a b
Outras classificacões e elementos de Custos
Custo Total
Somatório de todos os dispêndios realizados ou dos custos imputados à
produção e comercialização de um novo bem ou serviço em determinado
período. É também o somatório de todos os custos fixos e variáveis, ou dos
custos diretos e indiretos.
Custo Unitário Médio
É o custo de produção de uma unidade de um produto ou serviço, obtido
através do custo total de produção de produtos dividido pela quantidade deles,
em determinado período.
Custo de Fabricação
O custo de fabricação corresponde a soma dos gastos com bens e serviços
aplicados ou consumidos durante o processo de fabricação de outros bens.
Os elementos que compõem o custo de fabricação são: materiais, mão-de-obra
e gastos gerais de fabricação.
Os materiais são todos os objetos utilizados no processo de fabricação,
compondo eles ou não o produto final. Os materiais são classificados como
diretos e indiretos assim detalhados:
a) Materiais diretos: São aqueles aplicados no processo de produção e
que integram o produto final, como por exemplo, a matéria-prima, os
mate ri ais secundários e as embalagens quando aplicadas nos produtos
dentro da área de produção. Além de integrarem o produto final, os
materiais diretos, têm suas quantidades e valores facilmente
identificados em relação ao produto final.
b) Materiais indiretos: São aqueles que apesar de aplicados no processo
de fabricação, não integram o produto final, como por exemplo, os
materiais auxiliares, tais como, lixas, estopas, combustíveis de máquinas
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industriais e outros materiais consumidos durante o processo de
produção. Além de não integrarem o produto final, os materiais indiretos,
não podem ser facilmente identificados quanto a quantidades e valores
em relação a cada produto fabricado. Portanto, a identificação dos
custos desses materiais somente será possível através de rateio. O
rateio consiste na distribuição dos custos indiretos aos produtos, que
poderá ser feita por critérios estimados ou arbitrados pela empresa.
Em relação aos estoques de materiais, podemos mencionar:
a) Almoxarifado: Os materiais adquiridos pela empresa permanecem
estocados no almoxarifado até que sejam requisitados pelas seções de
produção da fábrica ou por outros setores da empresa. Portanto,
poderão ser encontrados no almoxarifado além dos produtos aplicados
no processo de fabricação, também outros materiais como produtos
acabados, bens de uso da empresa, materiais de limpeza, materiais de
escritório etc.
b) Mercadorias: São os bens que as empresas comerciais comprar com a
finalidade de revender, sem transformá-los.
c) Matérias-primas: São os materiais indispensáveis na fabricação de um
produto. Além das matérias-primas serem material base de um produto,
elas obrigatoriamente compõem o produto final.
Exemplos: Algodão, Madeiras, Minério, Couro, />i;o etc.
d) Materiais Secundários: São aqueles que compõemou integram de
forma direta o produto final, sem sofrer nenhum tipo de transformação. O
material secundário, não é componente básico do produto final,
entretanto, é necessário na composição do produto juntamente com a
matéria-prima, complementando-a ou até mesmo dando o acabamento
necessário ao produto.
Exemplos:Parafusos, botões, tintas, acessórios, etc.
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e) Materiais auxiliares: São aqueles consumidos durante o processo de
fabricação, porém não integram o produto final.
Exemplos: lixas, estopas, combustível de máquinas da produção etc.
f) Embalagem: São aqueles utilizados para embalar os produtos tanto
para protegê-los na área de produção quanto para acondicionar ou
embalar o produto acabado para transporte no momento da venda.
Exemplos: Papelão, saco plástico, etc.
g) Produtos em processo: São os produtos que ainda não tiveram seu
processo de fabricação concluído. Ficam sendo processados na área de
produção da fábrica.
h) Produtos acabados: São os produtos que já tiveram seu processo
produti\10 concluído em 100%. O PA é objeto fabricado pela empresa
industrial, é o seu produto final.
A mão-de-obra é o esforço do homem aplicado na fabricação dos produtos. A
mão-de-obra direta compreende os gastos com salários bem como os
benefícios a que os empregados que atuam no processo fabril têm direito
(cesta-básica, vale-transporte, vale refeição e outros) e os encargos sociais
pagos pela empresa (FGST, INSS patronal, férias e 13º salário).
Os custos indiretos de fabricação são os demais gastos necessários para a
fabricação dos produtos, porém não enquadram como materiais ou mão-de-
obra direta. Exemplos: aluguel, energia elétrica, manutenção da fábrica,
depreciação das máquinas, mão-de-obra indireta etc.
Custo de aquisição
Este custo compreende os gastos incorridos para a colocação dos materiais
em condições de uso, sua forma de cálculo é a seguinte:
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Compra bruta.
(+)impostos incidentes.
(-)impostos recuperáwis.
(+)fretes e seguros sobre as compras.
(-)abatimentos e descontos sobre as compras.
(-)devolução de compra.
(=)Custo de aquisição do material.
Os impostos que incidem sobre a produção dentro do processo industrial são
os seguintes:
Exemplo prático:
A empresa CZ importou sua matéria prima no valor de 20.000. Sobre a
importação incidiram os seguintes custos:
Imposto de importação= 4.000, IPI= 2.400,
ICMS = 4.600, fretes = 1.000,
A empresaestásujeitaa incidência de do IPI e do ICMS, com base nos dados
o custo de aquisição será:
a-23.000 b-19.000 c- 27.000 d-20.000 e-25.000
CUstos dos Serviços Prestados (CSP): valor dos gastos incorridos no
processode prestação dos serviços para que a empresa gerasse receita de
prestação de serviços. Em geral entende-se por custo da prestação de um serviço,
o valor do salário e encargos do trabalhador que realizou o serviço, bem outros
gastos que podem variar de acordo com a natureza do serviço prestado, tais como,
o uso de ferramentas e equipamentos, ou o consumo de materiais auxiliares,
energia elétrica etc. Desta forma, a apuração do Custo doServiço Prestado pode
ser realizada da seguinte forma:
CSP= Mão-de-Obra + Materiais + Gastos Diwrsos
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Custos das Mercadorias Vendidas (CMV): valor dos gastos incorridos no
processo de aquisição das mercadorias nas empresas do ramo comercial, ajustada
as variações de estoque da mesma O CMV corresponde ao valo r das mercadorias
pago ao fornecedor, excluídos os tributos recuperáveis e incluídos os não
recuperáveis e as despesas acessórias. Conforme já visto, a apuração do custo
das mercadorias vendidas pode se dar da seguinte forma:
CMV =Estoque Inicial+ Compras- Estoque Final
Custos dos Produtos Vendidos (CPV): compreende a soma do valor dos gastos
com materiais, mão-de-obra e gastos gerais de fabricação incorridos no processo
de fabricação dos produtos que foram fabricados e vendidos pela empresa
industrial. Durante o processo de fabricação, os produtos adquiridos passam por
fases de transformação, e são transferidos para o estoque de produtos em
processo, até serem transferidos da área de produção para o almoxarifado de
produtos acabados, permanecendo estocados até que sejam vendidos. Assim, a
forma de apuração do CPV numa empresa industrial é:
Materiais= Estoque Inicial+ Compras- Estoque Final
Produto em Processo= Estoque Inicial + Mat.Diretos + MOD + CIF- Estoque
Final
I Produto Acabado = Estoque Inicial+ Custo Produtos Fabricados- Estoque Final I
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Exercícios de Rxação 111
1) Associe corretamente:
Matéria-prima (MP);
Material Secundário (MS);
Material de Embalagem (ME);
Mão-de-obra (MO);
Gastos Gerais de Fabricação (GGF).
1.( ) Compra de 3.000 sacos de farinha (fábrica de bolo).
2.( )Pagamento de aluguel da fábrica.
3.( ) Compra de 30 tubos de cola (fábrica de mówis)
4.( )Depreciação das máquinas da fábrica.
5.( ) Compra de 20 toneladas de cana de açúcar (fábrica de bebidas alcoólicas)
6.( )Pagamento de conta de água referente consumo da fábrica.
7 .( )Compra de 5.000 caixas (fábrica de sapatos)
8.( )Pagamento de salários e encargos do pessoal da fábrica.
9.( )Apropriação da folha de pagamento referente pessoal da fábrica.
1 0.( )Compra de 1 O toneladas de soja (fábrica de óleo)
11.( )Pago viagens e estadias do Diretor Industrial.
12.( )Compra de 2.000 caixas (laboratório farmacêutico).
13.( )Compra de 5.000 mts de tecido (fábrica de roupas)
14.( ) Compra de 10.000 botões (fábrica de roupas)
15.( )JI<luisição de 50 maços de pregos (fábrica de mówis)
16.( ) Pagamento do 13ºsalário do pessoal da produção
17.( ) Compra de 100 litros de mel (laboratório farmacêutico)
18.( ) Compra de 20 sacos de amendoim (fábrica de rapaduras)
19.( )JI<luisição de 1 O toneladas de abóbora (fábrica de doces)
20.( ) Compra de 5.000 saquinhos de papel (fábrica de alimentos)
21.( )JI<luisição de 200 carretéis de linha (confecções)
22.( ) Compra de 1.500 kg de graviola (fábrica de sucos)
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2) AFTN - fls contas de matérias primas e materiais indiretos de fabricação ligam-
se a fatos cuja ordem de formação em uma indústria é seqüencial. Qual a
seqüência lógica no processo produtivo?
a- compra, armazenagem, produção e armazenagem.
b- compra, produção, venda e armazenagem.
c- compra, armazenagem, venda e produção.
d- armazenagem, produção, compra e venda.
3) Uma empresa comprou 100 kg de matéria-prima para fabricar um produto, tendo
os seguintes gastos:
valor aeVIao ao rorneceaor llU.UUU,UU
Frete pago na compra 7.000,00
IPI incluso no preço 10.000,00
ICMS InClUSO no preço 17.000,00
Juros a pagar pelo tinanc1amento da compra 3.000,00
Seguros pagos s/transporte da mercadoria 12.000,00
Qual o custo por kg se o IPI e o ICMS são recuperáveis na venda do produto final?
a) 830,00
NRA
b) 900,00 c) 980,00 d) 1.020,00 e) 1.170,00 f)
4) Uma empresa industrial comprou 50 kg de matéria-prima, tendo os seguintes
gastos na operação:
Valor devido ao fornecedor (IPI e ICMS inclusos 21.000,00
de 20 e 19% respectivamente)
Fretes e Seguros 1.000,00
Juros s/emprest1mospara pagto. matena pnma 2.100,00
Descarga da matéria-prima 500,00
Qual o valor do custo por kilo dessa matéria-prima, considerando apenas a
recuperação do ICMS?
a)320,50 b) 350,50 c) 387,00 d) 290,50 e) 310,50 f) 383,50 g)
NRA
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Métodos de Avaliacão de Estoaues
Os custos dos materiais utilizados no processo de produção de uma indústria ou na
revenda de uma empresa comercial são apropriados pelo seu valor de aquisição. O
princípio contábil de Custo de Aquisição determina que se incluam no custo dos
materiais, além do preço, todos os outros custos decorrentes da compra, e que se
deduzam todos os descontos e bonificações eventuais recebidas.
O método de avaliação escolhido afetará o total do lucro a ser reportado para um
determinado período contábil. Permanecendo inalterados outros fatores, quanto
maior for o estoque final avaliado, maior será o lucro reportado, ou menor será o
prejuízo. Quanto menor o estoque final, menor será o lucro reportado, ou maior
será o prejuízo.
Considerando que vários fatores podem fazer variar o preço de aquisição dos
materiais entre duas ou mais compras (inflação, custo do transporte, procura de
mercado, outro fornecedor, etc.), surge o problema de selecionar o método que se
deve adotar para avaliar os estoques. Os métodos mais comuns são:
CUsto Médio
Este método, também chamado de método da média ponderada ou média móvel,
baseia-se na aplicação dos custos médios em lugar dos custos efeti110s.
O método de avaliação do estoque ao custo médio é aceito pelo Fisco e é o mais
utilizado pelas empresas.
Por esse critério, os estoques são avaliados pelo custo médio de aquisição,
apurado a cada entrada de mercadorias, ponderado pelas quantidades adquiridas
e pelas anteriormente existentes.
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Exemplo:
PEPS ou RFO
A sigla PEPS significao primeiro que entra é o primeiro que sai- FIFO first in, first
out. Por este critério, a primeira unidade a entrar no estoque é a primeira a ser
utilizada no processo de produção o ou a ser vendida.
Algumas vantagens deste método:
a) Os itens usados são retirados do estoque e a baixa é dada nos controles de
maneira lógica e sistemática;
b) O resultado obtido espelhao custo real dos itens específicos usados nas
saídas;
c) O movimento estabelecido para os materiais, de forma contínua e ordenada,
representa uma condição necessária para o perfeito controle dos materiais,
especialmente quando estes estão sujeitos a deterioração, decomposição,
mudança de qualidade, etc.
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Exemplo:
UEPS ou LIFO
Traduzida da sigla LIFO- last in, first out, é um método de avaliar estoque muito
discutido. No bras i I, não é aceito pela legislação do Imposto de renda. O custo do
estoque é determinado como se as últimas unidades a entrar no estoque fossem as
primeiras unidades a sair (vendidas}. Supõe-se, portanto, que o estoque final
consiste nas unidades mais antigas e é avaliado ao custo destas unidades. Segue-
se que, de acordo com o método UEPS, o custo dos itens vendidos tende a refletir
o custo dos itens mais recentemente comprados ou produzidos, e assim, os preços
mais recentes, ocasionando redução do lucro líquido.
Algumas considerações do método UEPS:
a} É uma forma de se custear os itens consumidos de maneira sistemática e
realista; nas indústrias sujeitas as flutuações de preços, o método tende a
minimizar os lucros das operações;
b} Em períodos de alta de preços, os preços maiores das compras mais
recentes são apropriados mais rapidamente às produções reduzindo o lucro;
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c) O argumento mais generalizado em favor do UEPS é o de que procura
determinar se a empresa apurou, ou não, adequadamente, deus custos
correntes em face da sua receita corrente. De acordo com o UEPS, o
estoque é avaliado em termos do nível de preço da época, em que o UEPS
foi introduzido
Exemplo:
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Exercícios de Rxação IV
1) Com base nas informações de compra e venda, apurar o cus todos estoques,
dos produtos vendidos e do resultado com o produto ALFA, utilizando os critérios
PEPS, UEPS e Custo Médio:
• Em 04/12/2000: aquisição a vista de 100 unidades por R$ 1.000,00 com
ICMS de 17%, frete de R$ 100,00 e seguro de R$ 70,00, conforme NF nº
6024.
• Em 05/12/2000:aquisiçãode200 unidades por R$ 1.800,00 com ICMS de
17%, frete de R$ 250,00 e seguro de R$ 56,00.
• Em 06/12/2000 venda de 250 unidades R$ 3.500,00.
METODO PEPS
PRODUTO: ALFA
DATA ENTRADA SAlDA SALDO
DIA fVIES ANO pTDE. WR.UNIT. 5 fHDE. r-tR.UNIT. TOTAL pTDE. WR.UNIT. TOTAL
04 12 f-000
U:> 1~ ~uuu
06 12 f!OOO
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METODO UEPS
PRODUTO: ALFA
DATA ENTRADA SAlDA SALDO
DIJ! MES ANO QTDE. VR.UNIT. 5 QTDE. VR.UNIT. TOTAL IOTDE. VR.UNIT. TOTAL
U4 1" fi!UUU
U::> 1" fi!UUU
06 12 fi! OOO
CUSTO MBliO
PRODUTO: ALFA
DATA ENTRADA SAlDA SALDO
DIJ! MES f" NO IOTDE. VR.UNIT. 5 IOTDE. VR.UNIT. TOTAL QTDE. VR.UNIT. TOTAL
04 12 fooo
05 12 ~000
Ub 1" ~uuu
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Processo de identificação e acumulacão de custos
Objeto de CUsteio
O objeto a ser Custeado será chamado de objeto de custeio, o qual é definido
como qualquer atividade, ou item para o qual se deseja uma avaliação específica
de seu custo.
O objeto de custeio é um núcleo central do custo gerencial. Pode ser uma
operação, uma atividade ou um conjunto de atividades ou operações que
consomem recurso.
O tema custo por si só não possui nenhum significado se não fizer referência a
algum objeto. O objeto normalmente custeado pelas empresas é o produto.
Sistema de Custeio
O sistema de custeio é a base de dados que a empresa utiliza para levantar as
informações sobre custos. Esta base de dados que constitui o sistema de
custeamento pode ser real ou padrão.
fls empresas utilizam esta base de dados para realizar a apuração dos custos
(método de custeio) e a acumulação (sistema de acumulação de custos) destes.
Sistemas de identificação e Acumulação de custos
O sistema de identificação e acumulação de custos identifica valores e os acumula
de acordo com alguns critérios preestabelecidos. A identificação dos custos é
realizada de acordo com o sistema de custeio (real e/ou padrão). O modo de
acumulação depende do objeto de custeio.
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Quando o objeto de custeio é produto/serviços a forma de acumulação é
normalmente derivada da forma de produção da empresa. As formas básicas de
acum ui ação neste caso são: Por ordem e Por Processo.
Quando uma empresa trabalha porencomendadenomina-se que esta utilizada a
filosofia do custeio por ordem e, quando o processo industrial é realizado em série,
sem intervalos (contínuo) o sistema é chamado de custeio por processo, que forma
o custo por produto.
CUsteio por Processo
Quando a fábrica produz de modo contínuo, em série ou em massa, a preocupação
da Contabilidade de Custos é determinar e controlar os custos pelos
departamentos, pelos setores, pelas fases de produção (processos) e em seguida
dividir esses custos pela quantidade de produtos fabricadosno processo, durante
certo período- custear o processo fabril em determinado período.
O sistema de custos por processo não se preocupa em contabilizar os custos de
itens individuais ou grupos de itens. Po invés disso, todos os custos são
acumulados por fase do processo, por operação ou por departamento (centros de
custos) e alocados aos produtos em bases sistemáticas.
Esses sistemas são usualmente utilizados em entidades que produzem grandes
110lumes de produtos uniformes em bases contínuas.
CUsteio por Ordem de Produção
O sistema de ordem de produção é mais adequado quando a firma tem um
processo produtiiiO não repetitiiiO e onde cada produto ou grupo de produtos é mais
ou menos diferente entre si.
Os custos diretos demão-de-obra e material gastos em um a determinada ordem
são alocados a partir de registros mantidos para este propósito. Os custos indiretos
-aluguel, seguro, eletricidade etc.- são usualmente aplicados às ordens por taxas
predeterminadas, tendo como base horas de mão-de-obra direta.
Exemplo: móveis sob encomenda, carros sob encomenda etc.
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Cada ordem recebe um número ou código. Quando são incorridos custos de
material ou mão-de-obra, relacionados com a ordem, eles são registrados na conta
produção em andamento, e do razão auxiliar que registra os custos de cada ordem.
É um sistema utilizado quando são fabricados vários produtos diferenciados em
cada período. É também chamado de Custo por Encomenda, já que obedecem
uma característica específica encomendada.
Além de bastante aplicados nas industrias heterogêneas, este sistema é
amplamente utilizado nas empresas de serviços, tais como hospitais, consultorias,
etc.
Principais diferenças entre os sistemas de Custeio por Processo X Ordem de
Produção
Custeio por Processo
lkn únioo produto é fatri:ado oonti ruamente ou JDr \érios
periodos. Todas as uni:ladesfabrica:ias sao i!JJSis.
Os custa; são a;umulados JDr dlpartamento.
O relaórb da produção do d!:pto é o cort rokl funclamsrtal
que apresenta a acunulaçao e o desli no !bs cU!tos de un
Os custa; unlá"bs são cak:ulados 'pordepattamfrtto', no
respectivo relatório de prod~.
Custeio por Cidem de ProdJçitJ
Dive-sas O"dalS de ProdLÇêo sao exea.Jtadas a cada Jllría:lo,
cada qLBI can espedfi:açê"es dfe-ertes.
Os ruslos são arurrulados per ordem, ildi~dLBI manta
O Regstro de QJiio é o cmtrde fundanental deacurrulação
dos rustos !E uma ordem.
O ciSto unlãrb é ~culado 'porotriem' no ~\C cortrokl
de regiwode culio.
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Exercícios V
1. Julgue os itens a seguir, relacionados a custos por ordens e por processo
continuo, apropriação de custos diretos e indiretos e critérios de avaliação de
estoques de produtos em processo e acabados.
a) As refinarias de petróleo e as indústrias de produtos químicos e de cimento
são tipicamente atividades que utilizam o sistema de custos por ordens.
b) Na produção por ordens, torna-se de grande importância o conceito de
equivalente de produção, que permite a apropriação dos custos diretos e
indiretos a cada unidade em processo de fabricação no encerramento de
cada mês.
c) Os custos diretos ou variáveis são normalmente alocados aos produtos com
base em medições objetivas, enquanto os custos indiretos dependem de
critérios de rateios, normalmente sujeitos a críticas e contestações.
d) Em períodos inflacionários, o uso do método UEPS- último a entrar é o
primeiro a sair-leva a umasuperavaliaçãodosestoquesdefinal de período
e a um aumento de valor do resultado, em relação ao método PEPS-
primeiro a entrar é o primeiro a sair.
e) É possível acontecer a danificação de uma ordem de produção em estado
avançado de fabricação. Nesse caso, do ponto de vista contábil, o
procedimento mais correto é a baixa direta desse custo para perda do
período em que o fato ocorre, sem a acumulação aos novos custos de
reelaboração da ordem. Do ponto de vista administrativo, interessa, todavia,
um relatório em que seja deduzido esse montante perdido do resultado
obtido na encomenda ou ordem.
Contabilidade de Custos · Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
2. Acerca de produção por ordem e produção contínua, julgue os itens a seguir:
a) As empresas de telefonia, de energia elétrica e petroquímica, nas suas
atividades operacionais de prestação de serviço ou industriais, são clássicos
exem pios de produção por ordem.
b) Tanto na produção por ordem como na produção contínua, os custos
indiretos são acumulados nos diversos departamentos para depois serem
alocados aos produtos.
c) Havendo danificação e perda de uma ordem de produção inteira ou em
estado adiantado de produção, de valor relevante, o tratamento contábil
mais adequado é a baixa direta para perda do período.
d) O conceito de equivalente de produção é utilizado para apuração dos custos
unitários na produção por ordem.
e) As perdas normais dos processos produtivos devem ser separadas
contabilmente, para apropriação como retificação das receitas em cada
período, permitindo uma avaliação mais adequada dos resultados pela
gerência.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
3. (Exame de Suficiência-2012/1 ). Em fewreiro de 2012, o estoque inicial de uma
determinada matéria-primanuma indústria era de R$ 82.500,00. Durante o mês,
foram adquiridos R$ 1.950.000,00 desta matéria- prima. No final do mês, o
estoque era de R$ 340.000,00. Nessa operação, foram desconsideradas as
operações com impostos.
O custo da matéria-prima consumida nesse período é de:
a) R$ 1.527.500,00
b) R$ 1.692.500,00
c) R$ 2.207.500,00
d) R$ 2.372.500,00
4. (Exame de Suficiência - 2004/1 ). Uma empresa apresentou em sua
contabilidade em 31.01.2004, os seguintes dados:
Aluguel de fábrica R$ 40.000,00
Compra de matéria-prima R$ 120.000,00
Consumo de matéria-prima R$ 100.000,00
Custos diwrsos R$ 60.000,00
Despesas Administrativas R$120.000,00
Despesas de Vendas R$ 80.000,00
Mão-de-obra da Fábrica R$ 80.000,00
No mês de fewreiro de 2004, foram fabricadas 800 unidades do produto e
wndidas 540 unidades por R$ 650,00 cada uma. O saldo de estoques de produtos
acabados e o Custo dos produtos wndidos foram, respectivamente:
a) R$ 91.000,00 e R$ 189.000,00
b) R$ 189.000,00 e R$ 260.000,00
c) R$ 192.000,00 e R$ 162.000,00
d) R$ 280.000,00 e R$ 351.000,00
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Métodos de Custeio
Método significa caminho pelo qual se chega num certo resultado. E, na
Contabilidade de Custos método também tem este significado, ela gera
informações para auxiliar a empresa em tomadas de decisão. Uma das
informações é encontrar quanto custou para a empresa a produção do produto ou
da prestação de um serviço. Com essa informação a empresa pode calcular seu
resultado ou mesmo o preço mínimo que dewmos cobrar pelo seu produto. Para
encontrar o custo de uma produção, dewmos identificar quanto custou o produto.
Uma ferramenta para isso é o uso dos métodos de custeios, como o Custeio Direb,
custeio padrão, Custeio por Absorção, ABC, RKW etc. que permitem a apuração de
custos aos bens ou serviços.
Em geral, utilizam-se duas abordagens de custeio para avaliação de estoques e
apuração dos custos dos produtos wndidos. O Custeio por Absorção é
habitualmente empregada para efeito de divulgação de relatórios financeiros
externos (publicação e fisco). Já o Custeio Variável é mais utilizado em relatórios
internos, dada a preferência de gestores para tomada de decisões. Ambos os
métodos geralmente apresentam resultados diferentes na apuração do lucro
líquido.
Método Custeio por Absorção
Os métodos de custeio, entre eles o absorção consistem em metodologiaspara
alocar custos aos produtos. Cada um possui uma metodologia diferente,
caracterizando-os.
De acordo com Martins (2003) o Custeio por Absorção é o método derivado da
aplicação dos Princípios da Contabilidade geralmente aceitos. Ele consiste na
apropriação de todos os custos de produção aos bens elaborados, e só os de
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
produção;todos os gastos relativos ao esforço de produção são distribuídos para
todos os produtos ou serviços realizados.
Apresentamos a seguir o custeio de absorção para empresas de manufatura e
empresas prestadoras de serviços.
Custeio por Absorção- Empresa Industrial
Fonte: Adaptado de Martins, 2003 (p. 37)
Custeio por Absorção- Empresas Prestadoras de Serviços
Fonte: Martins (2003, p. 38)
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
O custeio por Absorção não é um princípio contábil propriamente dito, mas uma
metodologia decorrente deles, nascida com a própria Contabilidade de Custos.
Outros critérios diferentes têm surgido através do tempo, mas este é ainda o
adotado pela Contabilidade Financeira; portanto, válido tanto para fins de Balanço
Patrimonial e Demonstração de Resultados como também, na maioria dos países,
para Balanço e Lucro Fiscais.
O Custeio por Absorção parte da premissa que todos os Custos de Fabricação
(Variáveis e Fixos) são considerados com o custos dos produtos (inventariáveis), ou
seja, o custo de uma unidade de produto consiste de materiais diretos, mão-de-
obra direta e custos indiretos de fabricação (fixos e variáveis). Desta forma, o
estoque absorve todos os custos, que posteriormente se transformam em despesa,
no momento em que o produto for vendido.
Abaixo, a forma de apresentação de Resultado pelo método de Custeio por
Absorção:
Demonstração de Resultados
Modelo Tradicional- (Custeio por Absorção)
Receita de Vendas
(-) Custo dos Produtos Vendidos
Lucro Bruto
Despesas Operacionais
Despesas de Vendas
Despesas Administrativas
Despesas Gerais
Lucro Operacional
$$$.$$$
$$$.$$$
$$$.$$$
$$$.$$$
$$$.$$$
$$$.$$$ $$$.$$$
$$$$$$
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Exercícios de Rxação VI
1) A tabela a seguir apresenta informações relativas ao sistema de custos,
produção e despesas de umaempresaquefabrica um único produto.
-unidades produzidas....................... 100.000
-unidades vendidas .......................... 80.000
-preço de venda unitário .................. R$ 55,00
-custos variáveis de produção unitários ...................... R$ 25,00
-despesas variáveis de administração e venda unitárias ............. R$ 5,00
-custos fixos de produção totais ... R$ 1.000.000,00
-despesas fixas de administração e venda totais .......... R$ 300.000,00
A partir desses dados, tendo em vista que não havia estoques iniciais, que toda a
produção iniciada foi concluída no período, pede-se:
a) CustoTotal;
b) Custo unitário;
c) Elaborar Demonstração de Resultado do Exercício (DRE).
2) Uma empresa apresentou em sua contabilidade em 31.01.2017, os seguintes
dados:
Aluguel de fábrica R$ 40.000,00
Compra de matéria-prima R$ 120.000,00
Consumo de matéria-prima R$ 100.000,00
Materiais indiretos R$ 60.000,00
Despesas Administrativas R$120.000,00
Despesas de Vendas R$ 80.000,00
Mão-de-obra da Fábrica R$ 80.000,00
No mesmo período foram fabricadas 500 unidades do produto e vendidas 350
unidades por R$ 600,00 cada uma. Utilizando o custeio por absorção, O saldo de
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estoques de produtos acabados e o Custo dos produtos vendidos foram
respectivamente:
e) R$ 81.000,00 e R$ 193.000,00
f) R$ 84.000,00 e R$ 196.000,00
g) R$ 87.000,00 e R$ 162.000,00
h) R$ 194.000,00 e R$ 82.000,00
3) A Nossa Fábrica de Produtos conseguiu produzir 8 mil unidades do objeto Mono
e, no mesmo período, vendeu 6 mil unidades dele, a vista, pelo preço total de R$
60.000,00. As outras informações relativas às operações do período são as
seguintes:
-materiais diretos R$ 2,00 por unidade;
-mão-de-obra direta R$1 ,00 por unidade;
-custos indiretos de fabricação R$ 40.000,00 total;
-custos indiretos de fabricação fixos, correspondentes a 60% dos CIFs;
-despesas fixas de venda e de administração R$1 0.000,00;
-a empresa não possuía estoque inicial de produtos;
-tanto a fabricação como a venda estão isentas de tributação.
Com os dados acima alinhados, se a empresa utilizar o Custeio por Absorção, o
valor do Lucro Bruto apurado no período será de:
a) R$ 12.000,00
b) R$ 18.000,00
c) R$ 30.000,00
d) R$ 42.000,00
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Custeio por Absorção x alocação dos custos indiretos - rateio
Vimos que a no custeio por absorção, tudo que for classificado como custo fará
parte do custo da produção, portanto NÃO inclui as DESPESAS (ou os gastos
relativos para obtenção de receitas).
Segundo Martins (2003) a separação dos custos e despesas é fácil, pois os gastos
relativos ao processo produtivo são custos, e os relativos à administração, às
vendas e aos financiamentos são despesas. Mas, na prática surgem problemas
pelo fato de não ser possível à separação de forma clara e objetiva. Assim, será
necessário ratear parte do gasto para a despesa e parte para o custo, rateio esse
arbitrário, pela dificuldade prática de uma divisão.
Custos
Vendas
I ~~-~~ Despesas
fl--j--Ti --- ~- ~ -l
ProdutoA 11 ProdutoR 11 ProdutoC I } I...._E_st_~...;.qu_e___.
I CP v I
L. I Resultado
Sistema de Custeio por Absorção e o problema da alocação dos custos indiretos - rateio
Fonte: Adaptado de Martins {2003, p. 57)
Contabilidade de Custos - Elaboração Pro/ª Aline Cristina da Silva
Critério de rateio dos custos indiretos
A apropriação dos custos indiretos é feita de forma indireta aos produtos, isto é,
mediante estimativas, critérios de rateio, previsão de comportamento dos custos
etc.
Essas formas têm maior ou menor grau de subjetividade, devido à arbitrariedade
que existi nessas alocações.
Os custos comuns a vários departamentos são rateados em função da sua
natureza. Quanto aos custos indiretos devem ser rateados segundo os critérios
julgados mais adequados para relacioná-los aos produtos em função dos fatores
mais relevantes que se conseguir, como por exemplo, aluguel, a depreciação dos
edifícios, a energia consumida etc.
Para uma devida alocação dos Custos Indiretos de Produção é necessário
proceder a uma análise de seus componentes e verificação de quais critérios
melhor relacionarem esses custos com os produtos.
Critérios bons numa empresa podem não ser em outras em virtude das
características especiais do próprio processo de produção. É absolutamente
necessário que as pessoas responsáveis pela escolha dos critérios de rateio
conheçam bem o processo produtivo da empresa.
Quando alteramos o critério de rateio adotado, poderemos provocar mudanças no
valor apontado como custo de um produto, sem que de fato nenhuma outra
modificação tenha ocorrido no processo de produção.
Os critérios de rateio adotados devem estar nas notas explicativas e quando
houver mudanças nessescritérios,deveráconstatartambém nas notas explicatilas
com a justificativa da mudança de critério. A mudança de critério é permitida,
porém deve-se manter um padrão para não ferir o princípio contábil da
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Consistência. A Consistência é de extrema importância para avaliação homogênea
dos estoques em períodos subsequentes, de forma a não artificializar resultados.
Seguem alguns exemplos de Bases de Rateio que servem de critérios para
alocação dos Custos Indiretos de Fabricação:Horas Máquina
Horas de fvlão-de-Obra Direta
Área Ocupada
Exemplo: Na composição dos Custos Indiretos de Fabricação, caso as Despesas
com Depreciação de Máquinas, Aluguel e Energia Elétrica, e que o mais importanE
fosse justamente, a utilização das máquinas na produção, poderíamos, portanto,
adotar como critério de rateio o número de Horas fv1áquina. Caso, a maior
incidência nos CIFs fosse com Salários, Encargos e Benefícios da administração
da gerência de produção e que, a função é a de justamente supervisionar os
funcionários da fábrica, poderíamos então utilizar como critério de rateio o número
de Horas de fvlão-de-Obra Direta.
Vejamos agora, um exemplo prático de rateio dos custos indiretos:
A Empresa RPB produz dois tipos de produto, "P:,' e "B", cujo volume de produção e
de vendas e custos Indiretos de Fabricação (C I F) totalizam:
Produto A Produto B
Produção 4.000 1.000
Venda (un.) 4.000 1.000
CIF ($) 2.000
Em determinado período foram registrados os seguintes custos diretos por unidade
(em $/un.):
Produto A Produto B
fvlão-de-obra direta $ 0,75/un. $ 1 ,75/un.
Matéria-prima $0,05/un. $1 ,50/un.
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Com base nos dados anteriores, pede-se calcular o valor dos Custos Indiretos de
Produção (CIF) de cada produto, utilizando:
a) o custo da I\J10D como base de rateio;
b) o custo da matéria-prima como base de rateio.
Resolução:
a) o custo da f\IOD como base de rateio:
Volume de
Produtos MOD Produção MODtotal % CIF
Produto A 0,75 4.000 3.000 63% 1.263
Produto B 1,75 1.000 1.750 37% 737
4.750 100% 2.000
b) o custo da matéria-prima como base de rateio:
Volume de MP
Produtos MP Produção total % CIF
Produto A 0,05 4.000 200 12% 235
Produto B 1,5 1.000 1.500 88% 1.765
1.700 100% 2.000
Percebam que o uso da I\J10D como critério de rateio mostra que o produto "P?.' é o
produto de maior custo; mas quando utilizamos a Matéria-Prima como critério de
rateio, o produto "B" torna-se o produto de maior custo. Estes resultados
evidenciam que o uso subjetivo do critério de rateio pode levar a empresa a gerar
informações diferentes, as quais podem influenciar certas tomadas de decisão.
Aplicação o Custeio por Absorção
Para facilitar a aplicação do custeio por absorção, podemos seguir alguns passos,
conforme sugerido por Martins (2003):
1 ºPasso: separar custos/despesas;
2º Passo: lançar despesas diretamente para o resultado;
3º Passo: separar custos diretos/indiretos;
4º Passo: alocar os custos diretos aos produtos; e
5º Passo: atribuir os custos indiretos aos produtos via rateio.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prop Aline Cristina da Silva
Vamos seguir os passos anteriores e resolver o exercício da Padaria Paladar 2:
A Cia Paladar abriu uma filial no início deste ano, com foco na venda de doce de
abóbora e doce de leite. No final do ano apresentou as seguintes informações:
Gastos do Período
Matéria-prima- ,bçúcar $2.000
Comissão dos
Vendedores $500
Mão-de-obra Direta $600
Energia da Fábrica $80
Honorário da Diretoria $3.000
Manutenção da Fábrica $300
A porcentagem de matéria-prima em ão-de-obra consumida por produto e o preço
de venda de cada lote de doces é:
Doce Doce de
Abóbora Leite
Matéria-Prima 40% 60%
MOD 55% 45%
Preço de Venda $ 1.500 $2.000
Com base nas informações anteriores vamos aplicar o sistema de Custeio por
Absorção, encontrar o Cus todos Produtos Vendidos e montar a Demonstração de
Resultados da Padaria Paladar 2. Para isso, os custos indiretos de fabricação
devem ser rateados aos produtos seguindo a proporção de mão-de-obra
consumida pelos produtos.
1 ºPasso: separar custos/despesas:
Matéria Prima- .Açúcar $2.000
Energia da Fábrica $80
Custos MOD $600
Manutenção da
Fábrica $300
Comissão dos
Despesas Vendedores $500
Honorário da Diretoria $3.000
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29 Passo: lançar despesas diretamente para o resultado:
Doce Resultado
,Abóbora Doce de Leite Total
Receita de Venda
(-) CPV
Custos Diretos
MP
MOD
Custos Indiretos
Energia da Fábrica
Manutenção da Fábrica
Despesas
Vendas -500
Pd m in istrativas -3.000
(=)Resultado -3.500
3º Passo: separar custos diretos/indiretos:
Matéria-prima -
Açúcar $2.000 Custo Direto
Custo~ Mão-de-obra Direta $600
Energia da Fábrica $80 Custo Manutenção da Indireto
Fábrica $300
49 Passo: alocar os custos diretos aos produtos:
Doce Doce de Resultado
Abóbora Leite Total
Receita de Venda
1(-) CPV
Custos Diretos -1.130 -1.470 -2.600
MP -800 -1.200 -2.000
tv'DD -330 -270 -600
Custos Indiretos
Energia da Fábrica
Manutenção da
Fábrica
Despesas
Vendas -500
h::lm i nistrativas -3.000
(=) Resultado -6.100
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59 Passo: atribui r os custos indiretos aos produtos via rateio:
Lembrando que os custos indiretos foram atribuídos aos produtos utilizando a
porcentagem de consumo de mão-de-obra.
Doce Doce de
Abóbora Leite Resultado
Receita de Venda 1.500 2.000 3.500
(-) CPV -1.339 -1.641 -2.980
Custos Diretos -1.130 -1.470 -2.600
-
MP -800 -1.200 2.000
WOD -330 -270 -600
Custos Indiretos -209 -171 -380
Energia da Fábrica -44 -36 -80
Manutenção da
Fábrica -165 -135 -300
Despesas -3.500
Vendas -500
Pdministrativas -3.000
(=) Resultado -2.980
Assim, chegamos à demonstração de resultados da Padaria Paladar com
base no custeio por absorção.
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Exercícios de Rxação VIl
1) INSS- Para apropriar no rateio, entende-se por Mão de obra indireta:
a) que diz respeito ao pessoal que trabalha e atua ligado ao produto que está
sendo fabricado.
b) é o pessoal responsáwl pelas wndas.
c) pessoal relativo à manutenção, prewnção de acidentes e controle da produção.
d) utilizada na administração, na contabilidade geral e apoio à diretoria.
2) (Exame de Suficiência- 2014/1 ). Uma indústria fabrica dois produtos. Em um
determinado mês, o departamento de produção envia para a contabilidade os
seguintes dados da produção:
stos
Matéria-Prima Consumida R$ 8.000,00 R$ 1 0.000,00 R$ 18.000,00
Mão de Obra Direta Consumida R$ 6.000,00 R$ 6.000,00 R$ 12.000,00
s
ncaçao
Sabendo-se que a indústria distribui seus custos indiretos de fabricação de acordo
com as unidades produzidas, os custos unitários dos produtos X e Z são
respectivamente:
a) R$24,00 e R$42,00;
b) R$20,67 e R$48,67;
c) R$21 ,00 e R$48,00;
d) R$21 ,50 e R$47,00.
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3) Utilizando o Método de Custeio por absorção, calcule o custo de cada um dos
produtos (A, B e C) da empresa SOME SA, conforme as seguintes informações:
a) Os gastos do período foram ($):
Comissão de vendedores ..................................................... 60.000
Salários de fábrica .............................................................. 120.000
Matéria-Prima consumida ................................................... 350.000
Salários da administração .................................................. 1 00.000
Depreciação da fábrica ......................................................... 60.000
Seguros da fábrica ............................................................... 1 O .000
Despesas financeiras ........................................................... 30.000
Honorários da diretoria ......................................................... 70.000
Materiais diversos- fábrica .................................................. 15.000
Energia elétrica- fábrica ...................................................... 85.000
Manutenção- fábrica ...........................................................70.000
Despesa de vendas .............................................................. 30.000
Material de consumo- escritório ............................................ 5.000
b) Apontamentos efetuados no Almoxarifado confirmam que, das requisições,
30% referem-se ao produto A, 30% ao produto B, e 40% ao produto C.
c) Apontamentos, de horas, efetuados de quais funcionários trabalharam em
cada produto, temos, em$:
• Produto A ............................................. 28.000
• Produto B ............................................. 45.000
• Produto C ............................................. 23.000
d) Para a energia elétrica da fábrica, existem medidores em algumas máquinas
podendo atribuir 50.000 aos seguintes produtos:
• Produto A ............................................. 19.000
• Produto B ............................................. 22.000
• Produto C ............................................... 9.000
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e) Para fins de alocação de custos indiretos utilize o percentual de participação
de custos diretos identificáveis a cada um dos produtos.
Solução:
I. Segregar os custos de produção:
Total
11. Apropriação dos custos Diretos
Matéria-orima
• Produto A .............................................. .
• Produto B .............................................. .
• Produto C ............................................. .
• Total ....................................................... .
Mão de obra
• Produto A ............................................. .
• Produto B ............................................. .
• Produto C ............................................. .
• Total Direto .......................................... .
• Indireta ................................................. .
Energia elétrica
• Produto A ............................................. .
• Produto B ............................................. .
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• Produto C ............................................... .
• Total Direto .......................................... .
• Indireta ................................................. .
Quadro resumo
Diretos
Indiretos Total
A B c
Matéria-prima
1 Mao-ae-oora
Energia elétrica
Depreciação
!Seguros
Materiais Diversos
1 Ma.nutençao
1ota1
Porcentagem p/ Rateio
111. Apropriação dos custos indiretos
1 Diretos Indiretos
$ %Rateio $ %Rateio Total
A
B
c
Total
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Método Custeio Variável
Pela própria natureza dos custos fixos (invariabilidade), arbitrariedade em seu
rateio, e por propiciar valores de lucro não muito úteis para fins decisórias, criou-se
um critério alternativo ao Custeio por Absorção. Trata-se do Custeio Variável (ou
Direto), em que só são agregados aos produtos seus custos variáveis,
considerando-se os custos fixos como se fossem despesas operacionais.
Os Custos Fixos, pelo fato de existirem mesmo que não haja produção, não são
considerados como custo de produção e sim como despesas, sendo encerrados
diretamente contra o resultado do período.
O Custo dos Produtos Vendidos e os estoques de produtos acabados e em
processo serão formados apenas pelos Custos Variáveis.
O termo Custos Variáveis designa os custos que, em valor absoluto, são
proporcionais ao volume da produção dentro de certos limites, isto é, oscilam na
razão direta dos aumentos ou reduções das quantidades produzidas.
Os defensores da utilização do custeio variável/direto, como instrumento gerencial,
se valem de três argumentos principais. São eles:
1. Os custos fixos, por sua própria natureza, existem independentemente da
fabricação ou não de determinado produto ou do aumento ou redução da
quantidade produzida. Os custos fixos podem ser encarados como encargos
necessários para que a empresa tenha condições de produzir e não como
encargo de um determinado produto.
2. Por não estarem vinculados a nenhum produto específico ou a uma unidade
de produção, eles sempre são distribuídos aos produtos por meio de
critérios de rateio que contêm, em maior ou menor grau, a arbitrariedade.
3. O valor dos custos fixos a ser distribuído a cada produto depende, além dos
critérios de rateio, do volume de produção. Assim, qualquer decisão em
base de custo deve levar em conta, também, o volume de produção. Pior
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
que isso, o custo de um produto pode variar em função da variação de
quantidade produzida de outro produto.
Abaixo, a forma de apresentação de Resultado pelo método de Custeio Variável:
Demonstração de Resultados
Modelo de Contribuição - (Custeio Variável)
Receita de Vendas
(-)Custos Variáveis
Custos Variáveis de Fabricação
Despesas Variáveis
Margem de Contribuição
(-)Custos Fixos
Custos Fixos de Fabricação
Despesas Fixas
Lucro Operacion ai
$$$.$$$
$$$$$$
$$$.$$$
$$$$$$
Custeio variável X Margem de Contribuição
$$$.$$$
$$$ $$$
$$$.$$$
$$$ $$$
$$$ $$$
O custeio variável utiliza a margem de contribuição para evidenciar resultado, que
demonstra o valor que cada unidade do produto excede a receita e o custo que de
fato provocou.
Entende-se por margem de contribuição a diferença entre o preço de venda e a
soma das despesas e custos variáveis de um produto ou serviço. Ou seja, a
margem de contribuição resulta do seguinte cálculo:
MC=PV- (CV+DV)
Onde:
MC =Margem de Contribuição
PV = Preço de Venda
CV =Custos Variáveis
DV =Despesas Variáveis
Contabilidade de Custos - Elaboração Prop Aline Cristina da Silva
A margem de contribuição (MC) representa a quantia gerada pelas vendas capaz
descobrir os custos fixos e ter como resultado o lucro. Portanto, se:
MC >custos fixos = Lucro
MC <custos fixos = Prejuízo
A em presa só começa a ter lucro quando a margem de contribuição dos produtos
vendidos supera os custos e despesas fixos do exercício.
Os produtos, ao serem fabricados, geram custos variáveis. Depois, ao serem
comercializados, geram certas despesas, também variáveis, como comissões,
fretes, seguros etc. Assim, há custos e despesas que ocorrem em virtude da
produção e da venda: são os custos e as despesas variáveis.
Enquanto no custeio por absorção podemos falar em lucro por produto, ou seja,
da obtenção de lucro após a dedução dos custos de produção do preço de
venda, no custeio variável isso não ocorre. Nele, os produtos geram uma
margem denominada "Margem de Contribuição". (MARTINS, 2003).
A Margem de Contribuição é o montante que resta do preço de venda de um
produto depois da dedução de seus custos e despesas variáveis. Representa
uma parcela excedente dos custos e das despesas geradas pelos produtos.
Receitas de venda
(-)Custos variáveis de produção
(-)Despesas variáveis de venda
= Margem de contribuição
O cálculo da Margem de Contribuição considera Custos e Despesas Variáveis; mas
o conceito de Custo Variável considera, apenas, Custos Variáveis!
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Despesas Rxas e Variáveis
As despesas também podem ser classificadas como despesas fixas e despesas
variáveis, porém são definidas como tal em relação ao 110lume de vendas.
Exemplo: as comissões de vendas são despesas variáveis, pois, seu valor varia
com o 110lume das vendas. Já o aluguel do escritório da administração é uma
despesa fixa porque não depende do 110lume de produção.
Aplicação do Custeio Variável com uso da Margem de Contribuição
Para aplicação do custeio variável, assim como do Custeio por Absorção, podemos
estabelecer alguns passos:
1 ºPasso: Separarcustos e despesas
2º Passo: Separar o que são Custos Fixos e o que são Variáveis
3º Passo: Os Custos Variáveis devem ser apropriados diretamente aos produtos
4º Passo:Os Custos Fixos devem ser tratados conforme as Despesas e lançados
diretamente no Resultado do período.
Esquematicamente temos:
CUSTEIO VARIÁVEL
I DE!SI'I!SAS
I FIXOS VARIÁVEIS FIXAS I VARIÁVEIS
l
ESTOQUE
DE
PRODUTOS
l DEMONSTRAÇÃODERESUcTADOS RECEITA LIQUIDA
I VENDA I CVPV I ,_ ll\1
MARGEM OE CONTRIBUIÇÃO
CDF
LUCRO OPERACIONAL f)'
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Exercícios de Rxação VIII
1. Os conceitos de custos para avaliação dos estoques consagram o custeamento
por meio de dois métodos: o custeio por absorção e o custeio variável (também
chamado de custeio direto), que se diferenciam no reconhecimento dos custos
fixos de produção. Em consonância com esse entendimento, é correto afirmar-se
que:
a. custeio por absorção engloba todos os custos variáveis, tratando os custos fixos
como despesas.
b. custeio direto fere os princípios fundamentais de contabilidade, em especial, o
regime de competência.
c. custeio direto não é aceito pelo fisco, por antecipar o reconhecimento de
despesas.
d. custeio por absorção não é aceito pelo fisco, por postergar o reconhecimento de
receitas.
e. custeio por absorção atende aos princípios fundamentais de contabilidade, por
incluirtodos os custos necessários para serem confrontados com a receita, por
ocasião da venda do produto.
2. AFTN -julgue os itens:
a) o método de custeio variável agrega os custos fixos ao custo de produção pelo
emprego de critérios variáveis de rateio.
b) o método de custeio por absorção exige que a avaliação dos estoques seja feita
pelo critério do custo médio ponderado.
c) o método de custeio por absorção leva em conta, na apuração do custo de
produção, todos os custos incorridos no período.
d) para efeito de apuração de resultados industriais é indiferente qual o método de
custeio adotado.
e) a diferença fundamental entre o custeio variável e o por absorção, é que este
admite a avaliação dos estoques por método diferente do custo médio ponderado,
ao contrário do custeio variável.
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3. A Cia. Fabricante S/A produziu 8 mil unidades de seu produto e, no mesmo
período, vendeu 6 mil unidades ao preço unitário de R$ 1 0,00. As outras
informações relativas às operações do período são as seguintes:
-materiais diretos R$ 2,00 por unidade;
-mão-de-obra direta R$1 ,00 por unidade;
-custos indiretos de fabricação R$ 40.000,00 total;
-custos indiretos de fabricação fixos, correspondentes a 60% dos CIFs;
-despesas fixas com vendas e administração R$1 0.000,00;
-a empresa não possuía estoque inicial de produtos;
-tanto a fabricação como a venda estão isentas de tributação.
Com os dados acima alinhados, se a empresa utilizar o Custeio Variável, o
Resultado Líquido apurado no período será:
a) Lucro Líquido de R$ 44.000,00
b) Lucro Líquido de R$ 38.000,00
c) Prejuízo Líquido de R$ 22.000,00
d) Prejuízo Líquido de R$ 4.000,00
e) Não haverá nem lucro nem prejuízo
4. (Exame de Suficiência- 2014). Uma determinada empresa, no mês de agosto
de 201 O, apresentou custos com materiais diretos no valor de R$ 30,00 por
unidade e custos com mão-de-obra direta no valor de R$ 28,00 por unidade. Os
custos fixos totais do período foram de R$ 160.000,00. Sabendo-se que a empresa
produziu no mês 10.000 unidades totalmente acabadas, o custo unitário de
produção pelo Método do Custeio por Absorção e custeio Variável é,
respectivamente:
a) R$ 46,00 e R$ 44,00
b) R$ 58,00 e R$ 46,00
c) R$ 74,00 e R$ 58,00
d) R$ 74,00 e R$ 74,00
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5. EXAME DE SUFICIÊNCIA 2015.02. Uma Indústria apresenta os seguintes
custos de produção referentes ao mês de janeiro de 2015.
Os Custos Fixos do mês totalizaram R$6.500,00. Esses custos fixos são indiretos e
distribuídos entre os produtos na proporção da matéria-prima consumida, nos
casos em que o critério exige alocação de tais custos.
Com base nos dados acima, é CORRETO afirmar que:
a) o custo do produto A, calculado com base no Custeio Variável, é de
R$21.1 00,00.
b) o custo do produto A, calculado com base no Custeio Variável, é de
R$25.650,00.
c) o custo do produto B, calculado com base no Custeio por Absorção, é de
R$5.600,00.
d) o custo do produto C, calculado com base no Custeio por Absorção, é de
R$3.300,00.
6. Um fabricante de máquinas para indústria, iniciou o mês de março sem estoques
de produtos. Durante esse mês iniciou e acabaram 260 unidades. Dos produtos
acabados 30 unidades ficaram estocadas para venda em abril, as outras 230 foram
vendidas em março por R$ 1.000,00.
Os custos de produção e as despesas de vendas do período foram as seguintes:
Matena1s diretos R$ 150,00 por unidades
MOD R$ 180,00 por unidades
Outros custos variáveis R$ 145,00 por unidades
custos fixos R$ 24.700,00
Despesas fixas R$ 8.000,00
Despesas com vendas R$ 25,00 por unidade
Os custos fixos foram distribuídos para os produtos acabados utilizando como
critério de rateio a quantidade produzida.
Pede-se:
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a) Qual o custo dos produtos em estoque utilizando o Custeio Variável e
Custeio por Absorção.
b) Qual o resultado da em presa pelo Custeio variável e pelo Custeio por
Absorção.
7. Analise os dados do quadro, a seguir, e assinale a alternativa que apresenta o
resultado da Margem de Contribuição Unitária (MC).
Preço de venda= R$ 50,00
Soma de custos variáveis= R$ 20,00
Soma de despesas variáveis= R$ 10,00
a) R$ 50,00.
b) R$ 40,00.
c) R$10,00.
d) R$ 20,00.
8. Uma Empresa fabrica os produtos X, Y e Z. Em setembro de 2016 esses
produtos foram fabricados e vendidos com os preços e custos da tabela abaixo:
Produtos Quantidade Preço de venda CUstos
unitário Variáveis unitários
X 1.oooun. H~238,00 H~ 183,00
y 800un. R$404,00 R$367,00
z 1.500un. R$382 00 R$350 00
As despesas variáveis de vendas (comissões) representam 5% do preço. Os
custos e despesas fixos totalizam R$ 55.000.00 no mês.
Calcule a margem de contribuição total e o cálculo do resultado (respectivamente).
a) 79.490,00 e 24.490,00
b) 65.890,00 e 10.890,00
c) 75.890,00 e 20.890,00
d) 24.490,00 e 79.490,00
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9. (Exame de Suficiência 2012/1 ). Uma indústria apresenta aos seus analistas de
custos as seguintes informações do mês de fevereiro de 2012:
Produtos usto vanave Total
• A empresa adota o Custeio por Absorção.
• Os Custos Fixos Totais são de R$ 21.610,00 e foram rateados aos produtos
com base nos custos variáveis totais.
• As despesas variáveis representam 5% do preço de vendas.
• As despesas fixas representam R$ 6.300,00.
A margem de contribuição total dos produtos A, B e C são, respectivamente:
a) R$ 23.320,00; R$ 11.250,00; e R$ 30.940,00.
b) R$ 25.440,00; R$ 16.875,00; e R$ 34.320,00.
c) R$ 25.520,00; R$ 13.000,00; e R$ 34.320,00.
d) R$ 27.840,00; R$ 19.500,00; e R$ 34.320,00.
10. (Exame de Suficiência 2013/1 ). Uma indústria apresentou R$77.000,00, de
custos fixos totais, e R$176.000,00, de custos variáveis totais, tendo produzido e
comercializado 1.100 unidades.
Considerando que a margem de contribuição unitãria é de R$145,00 e
desconsiderando as despesas, é CORRETO afirmar que:
a) o preço de venda é de R$305,00, pois a margem de contribuição considera
apenas os itens variáveis.
b) o preço de venda é de R$375,00, pois a margem de contribuição é calculada
após considerar todos os itens de custos.
c) se o preço de venda for deR$222,00, a empresa obterá um lucro líquido de
R$167.200,00 no período.
d) se o preço de venda for de R$321 ,00, a empresa obterá um lucro líquido de
R$177.100,00 no período.
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Departamentalizacão
A departamentalização é a divisão da empresa em áreas distintas, de acordo
com as atividades desenvolvidas em cada um a dessas áreas. Dependendo da
nomenclatura utilizada nas empresas, essas áreas poderão ser chamadas de
departamentos, setores, centros, ilhas outras.
Departamento é uma unidade operacional representada por um conjunto de
homens e/ou máquinas de características semelhantes, desenvolvendo
atividades homogêneas dentro da mesma área. Sendo este conceito aplicado a
qualquer espécie de empresa (industrial, comercial, serviços etc).
Para realizar suas tarefas, os departamentos geram gastos que poderão ser
classificados tanto como despesas quanto como custos.
Quando os gastos gerados nos departamentos beneficiam a produção,
conforme já vimos, eles são classificados como custos. Por esse motivo, os
departamentos são também denominados "centros de geração de custos" ou
simplesmente "centros de custos".
Imaginemos um departamento de produção com várias máquinas gerando
gastos diferentes e sendo operadas por profissionais especializados, com
carga horária e salários também diferentes. Imaginemos, ainda, que a empresa
fabrique produtos heterogêneos e que uma parte deles passe por todas as
máquinas desse departamento, outra parte por metade delas e outros
produtos, por uma, duas ou três delas somente. Nesse caso, o departamento
deverá ser subdividido em vários centros de custos, segregando máquinas e
homens conformesuasimportâncias,paraque os CIFs gerados em função de
cada máquina possa ser atribuído somente aos produtos que as utilizaram.
Centro de custos, portanto, é a menor unidade da empresa industrial
considerada para fins de acumulação de custos que, por ser fictícia, não
corresponde a unidade administrativa, embora possa coincidir com ela.
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As empresas industriais são divididas em departamentos de serviços e
departamentos de produção e esses departamentos carregam custos de
produção que devem ser descarregados aos produtos.
Os departamentos de produção são aqueles que, efetivamente, produzem,
atuam sobre os produtos e têm seus custos apropriados diretamente a estes.
Exemplos de departamentos de produção:
a) Corte;
b) Montagem;
c) Acabamento;
d) Pintura.
Os departamentos de serviços não atuam na produção, mas dão suporte aos
departamentos de produção. Seus custos são apropriados aos departamentos
de produção (a quem prestam serviços). Os departamentos
de produção recebem esses custos dos departamentos de serviços, juntam
com os seus próprios custos e, finalmente, transferem aos produtos.
Exemplos de departamentos de serviços:
a) Administração da Fábrica;
b) Manutenção;
c) Almoxarifado;
d) Expedição;
e) Controle de Qualidade.
Alguns custos, embora sejam indiretos em relação aos produtos, são diretos
em relação aos departamentos.
Exemplos:
a) Depreciação das máquinas do departamento.
b) Custo indireto em relação aos vários tipos de produtos fabricados, mas
diretamente atribuível ao departamento que possui as máquinas.
c) Material indireto usado no departamento.
d) Mão-de-obra indireta usada no departamento.
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Diferença entre utilizar e não utilizar a departamentalização
Caso não se opte por departamentalizar verifica-se um grau de distorção nos
números finais. Caso a empresa do exemplo abaixo fixasse seus preços de
venda com base em seus custos de produção, com base na
departamentalização,precisariaaumentaros produtosAe 8, diminuindo os de
C. Sérios problemas poderiam ocorrer em processos de concorrência ou na
competição no mercado com outras empresas pelo inadequado processo de
custeamento.
Exemplo de Departamentalização- (baseado em Martins (2001, p.67-70).
Uma empresa produz três produtos A, 8, C para eles são alocados os
seguintes Custos Diretos.
Os Custos Indiretos são os seguintes:
Depreciação de Equipamentos R$ 200.000
Manutenção ae equ1pamentos H:jj 350 .00U
Energia Elétrica R$ 300.000
Supervisão de Fábrica R$100.000
uutros vustos 1n01retos H :ti ~uu .uuu
Total R$ 1.150.001]
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Devido à preponderância de Custos Indiretos ligados a equipamentos, decide-
se então fazer a distribuição aos diversos produtos com base no tempo de
horas-máquinas que cada um leva para ser feito.
Produto A........................................ 400 horas-máquina- 40%
Produto 8..................... ... ... ...... ... ... .. 200 horas-máquina- 20%
Produto C ......................................... 400 horas-máquina- 40%
Total ........................................... 1.000 horas-máquina- 100%
Custo Indireto médio por hora-máquina = R$1.150.000 I 1.000 hm = R$
1.150/hm.
Custos Indiretos
Total
Estariam por esses valores acima os custos totais de produção dos três
produtos.
Suponhamos, entretanto, que, ao se analisar mais detidamente o processo de
produção, se verifica que, apesar de os totais de horas-máquina consumidos
serem aqueles mesmos, existe uma grande disparidade entre os produtos pelo
seguinte: o produto Agasta um total de 400 hm, mas distribuídas nos setores
de corte, montagem e acabamento, enquanto o produto B só passa pelo corte,
não necessitando nem a montagem nem o acabamento, e o produto C só
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passa por esses dois últimos setores, não precisando passar pelo corte. A
distribuição total é essa:
O gasto com os custos indiretos de produção não é uniforme entre os setores.
ontagem
Depreciação R$ 100.000 R$ 30.000
nutenção 200.000 30.000
R$ 60.000 R$ 40.000
upet"VIsao
Usando uma taxa horãria para cada departamento:
corte Montagem Acabamento Total
Produto A 100 hm x 50 hm x 250 hm x R$ 1.500/hm = R$ 500/hm = R$ 1.375/hm = R$ 518.750
R$150.000 R$ 25.000 R$ 343.750
200nm - -
H :li 1 .500tn m = H :li 300.000
Produto B R$ 300.000
- 250hm 150hm)
Produto C R$ 500/hm = R$ 1.375/hm = R$ 331.250
R$ 125.000 .250
Total R$ 450.000 R$ 150.000 R$ 550.000 R$ 1.150.000
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Valores dos custos indiretos alocados a cada produto com e sem
departamentalização:
CUstos Indiretos
::;em com Diferença Departamentalização Departamentalização
Em R$ Em%
Prod.A R$ 460.00C R$ 518.75C R$58.750 12.8
Proa. ~ H :ti 230 .OOC H :ti 300 .OOC H:ti70.000 30.4
Prod. C R$ 460.00C R$ 331.25C (R$128.750 (28.0)
lOtai H :ti 1 .150 .OOl H :ti 1 .150 .OOt - -
Atentando para a coluna diferença, verificamos o grau de distorção existente
entre as duas formas, e, apesar de quaisquer arbitrariedades ocorridas na
forma de apropriação por hora-máquina, é claro que na alocação com base na
Departamentalização estarão sendo cometidas menos injustiças e diminuídas
as chances de erros maiores.
Sequência lógica da contabilidade de custos- departamentalização
a) Classificar os gastos entre custos e despesas.
b) Apropriar os custos diretos aos produtos.
c) Identificar os custos indiretos que podem ser atribuídos diretamente aos
departamentos.
d) Ratear os custos comuns entre todos os departamentos (de produção e
serviços).
e) Distribuir os custos dos departamentos de serviços para departamento
de produção, segundo uma ordem predeterminada, de preferência
primeiro aqueles que rateiam custos a todos os departamentos.
f) Tendo todos os custos dos departamentos de serviçosalocados aos
departamentos de produção, dividi-los entre os produtos, seguindo
algum critério de rateio.
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Exercícios IX
1) Faça a associação correta:
a) Departamentos de serviços
b) Produção
c) Administração
d) Departamentos produtivos
e) Departamento
1. ( ) é uma unidade administrativo-operacional de uma empresa.
2. ( ) conjunto de departamentos com atividades e ações voltadas
exclusivamente para a atividade de transformação de matérias-primas em
produtos acabados.
3. ( ) compostos porhomense máquinas responsáveis pela fabricação dos
produtos.
4. ( ) compostos por homens e máquinas que prestam serviços para os
demais departamentos da empresa.
5. ( ) conjunto de departamentos cujas atividades e ações conduzem a
empresa aos resultados desejados.
2) Na contabilidade de custos, a departamentalização contribui para totalização
dos gastos de produção por unidade fabricada. Utilizando essa estratégia para
estimar o custo de seus estoques, uma indústria:
a) aloca os custos diretos por meio de critérios menos arbitrários;
b) aloca a despesa com pessoal administrativo fazendo um rateio com base
nas horas de trabalho de cada equipe de produção;
c) estima a alocação dos custos indiretos por meio de critérios menos
subjetivos;
d) estima a alocação dos custos diretos com base no consumo de energia
elétrica dos equipamentos utilizados na produção;
e) estima a despesa de vendas por meio de critérios muito arbitrários
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3) (Petrobras-Contador Jr/2011) A Indústria 11!1etalúrgica 11!1etal Azul Ltda. aloca
os custos aos produtos por meio do critério de departamentalização.
Em março de 201 O, a contabilidade de custos da Empresa apresentou o
seguinte quadro de rateio de custos indiretos, em reais, aos departamentos:
A distribuição dos custos indiretos dos departamentos de serviço aos
departamentos de produção foi realizada por meio do seguinte critério:
;
Itens Controle de Transporte Siderurgia Lagem Secagem Total Qualidade
Adm. Geral 7% 13% 40% 20% 20% 100%
:controle de Qualidade - i O% 50% 10% 30% 100%
:Transporte - - 60% 30% 10% 100%
Considerando-se que, no quadro acima, a distribuição dos custos da
Administração Geral para os demais departamentos já foi realizada, e que, no
rateio, deve-se arredondar os valores utilizando-se o critério usual (até 4, para
baixo; igual ou acima de 5, para cima) para evitar centa110s, o total de custos
atribuído ao departamento de secagem no período foi, em reais, de:
a) 69.762,00
b) 70.835,00
c) 79.293,00
d) 81.238,00
e) 112.345,00
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4) (Petrobras-Contador Jr/2011) Na Indústria Aluminovo Ltda., o custo de
depreciação é rateado, em reais, aos departamentos de serviço e de produção
proporcionalmente ao valor das máquinas existentes em cada departamento,
como segue abaixo.
• Departamento de Administração geral 35.600,00
• Departamento de Almoxarifado 56.740,00
• Departamento de Usinagem 138.918,00
• Departamento de montagem 187.350,00
• Departamento de Acabamento 81.392,00
Sabendo-se que os custos de depreciação montam a R$ 42.500,00, o custo de
depreciação rateado ao Departamento de Montagem foi, em reais, de:
a) 11 .808,03
b) 12.918,32
c) 13.427,95
d) 15.924,75
e) 30.260,00
5) Na departamentalização, rateiam-se os custos dos departamentos de
serviços obedecendo a ordem hierárquica entre os departamentos de serviços
e os produtivos; após, rateia-se o custo dos deptos produtivos para os produbs
mediante critério definido pela própria empresa.
( ) Verdadeiro
( ) Falso
6) A margem de erro é bem maio r quando se usa a departamentalização para
atribuir os CIF's aos produtos.
( ) Certo
( ) Errado
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Custeio Baseado em Atividades - ABC
Fundamentalmente, o sistema ABC parte da premissa de que as diversas
atividades desen110lvidas pela empresa geram custos, e que os diversos
produtos utilizam essas atividades.
Pode-se definir atividade como um conjunto de tarefas coordenadas e
combinadas, cujo fim é agregar valor a um objeto mediante a aplicação de
recursos durante a execução de seus processos.
Exemplos de atividades são: a manutenção, a preparação de um pedido, a
estocagem, o recebimento da matéria-prima etc. São as verdadeiras unidades
de interesse do modelo ABC.
Assim, o ABC- ActivityBasedCosting, tem entre outros benefícios, permitir
uma gestão das atividades, tanto em termos de custo como em termos de
desempenho (melhoria contínua).
O Activity Based Costing -ou Sistema ABC- é uma abordagem que analisa o
comportamento dos custos por atividade, estabelecendo relações entre as
atividades e o consumo de recursos, independente de fronteiras
departamentais, permitindo a identificação dos fatores que levam a empresa a
incorrer em custos em seus processos de oferta de produtos e serviços e de
atendimento a mercados e clientes. Possibilita ainda identificar as atividades
mais onerosas em cada processo, facilitando o acompanhamento gerencial e
garantindo a melhor performance dos custos.
O Sistema ABC na verdade funciona como um complemento dos sistemas
atuais, e não um substituto deles. Os demais sistemas continuam a existir
como forma de apuração de custos dos produtos e relatório externos, enquanb
que o ABC serviria para o melhor conhecimento do 'custo indireto' e
determinação da rentabilidade dos produtos e dos clientes. Enfim, teria uma
ampla utilização em relatórios gerenciais.
As etapas de Implantação do Custeio por Atividades são:
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Identificação e descrição das Atividades, bem como de seus respecti110s
centros de custos (onde elas ocorrem);
Identificação das Taxas de Atividade, também conhecidos como
Direcionadores de Custos (métricas que servem para medição e alocação
dos custos da atividade). Ex. Atividade: Atendimento ao Cliente -
>Direcionador: Nº de Chamadas.
Atividade: Distribuição -> Direcionador: Ng de Clientes;
Identificação dos Objetos de Custo;
Identificação e apropriação dos custos (diretos e indiretos) aos objetos de
custo (que podem ser os produtos ou os centros de atividades), através dos
Direcionadores de Custos.
Numa forma mais simplista, para elaboração de um sistemaABC as empresas
geralmente selecionam um conjunto das atividades que possam absorver a
maior parte do trabalho realizado nos centros de custo indireto. Estando cada
atividade associada a um centro de custo, os custos indiretos são apropriados
a esses centros, através da taxa de atividade apurada. A partir daí essas taxas
são então utilizadas para custear os objetos de custo.
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Exercícios X
1. Classifique os elementos abaixo citados em: Departamento; Atividades ou
Direcionadores, relacionando quais atividades pertencem a quais
departamentos e a quais direcionadores.
IJompras 1-'reparar m aqu 1 na montagem
Numero a e receo1mentos ~.;omprar matena1s
tvbntagem Número de fornecedores
Tempo de montagem Número de requisições de saída
Pintura Receber Materiais
Pintar conjuntos Montar conjuntos
tsallcar Matena1s ues en~~t~lver torneceaor
Tempo de preparação de Número de pedidos compra
Ajustar Máquina de Pintura Tempo de pintura
Almoxarifado Tempo Ajustagem
2. Indique se a afirmativa é falsa ou verdadeira:
a) O ABC é um sistema de custeio semelhante ao custo departamental
porque, nos dois casos, a empresa deve ser partilhada em departamentos.
b) As atividades compreendem tarefas realizadas nos departamentos.
c) O custeio por atividades pode ser utilizadonão só para Custos Indiretos,
como também para Custos Diretos e inclusive para despesas.
d) O direcionadorde custos é o elemento causador do custo.
e) Os direcionadores de recursos servem para custear os produtos.
f) Os direcionadores de atividades servem para custear as atividades.
3. Escolha a alternativa correta:
O sistemaABCfundamenta-se no fato de que:
a) As atividades consomem recursos e os recursos consomem as atividades.
b) Os produtos consomem atividades e os recursos consomem os custos.
c) Os departamentos acumulam somente C I F para os produtos.
d) As atividades consomem recursos e os produtos consomem atividades.
e) n.d.a.
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4. Assinale a sequência correta dos acontecimentos:
a) Os CIFs são acumulados nos departamentos; dos departamentos são
alocados às atividades e das atividades são atribuídos aos produtos.
b) Os CIFs são acumulados nas atividades; das atividades são atribuídos aos
departamentos ou às despesas e finalmente para os produtos.
c) Os CIFs são atribuídos às contas de despesas; depois aos departamentos e
finalmente aos produtos.
d) Os CIFs são inicialmente despesas, depois custos e finalmente atividades.
e) n.d.a.
5. Considere os fatos a seguir:
a) Produção da Companhia
l"'rodutos da G1a l"'reço de l"'roduçao Gustos Uiretos
Verão Venda Mensal Unitários
Bermuda 10,00 12.000 3,00
Camisa 16,00 8.000 4,00
Calça 20,00 6.000 6,00
b) CUstos Indiretos de Fabricação
-Aluguel e Seguro da Fábrica: R$ 50.000,00
- Mão-de-Obra Indireta: R$ 100.000,00
-Material de Consumo: _______ R$ 30.000.00
TOTAL: R$180.000,00
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c) Atividades Desenvolvidas pela Empresa
Atividade lndustrial1
d) Atribuição de CUstos às Atividades:
Critérios:
- Aluguel e Seguro: o direcionador do recurso é a área utilizada pela
atividade, uma vez que o valor do aluguel e do seguro da fábrica depende
da área.
-Mão-de-Obra Indireta: Atribuição direta às atividades, uma vez que cada
uma delas tem funcionários indiretos próprios. Os valores atribuídos pelo
Departamento de Pessoal da empresa foram os seguintes:
• Compras --------------------- R$ 15.000,00
• Atividade Industrial 1 ---- R$ 35.000,00
• Atividade Industrial 2 ---- R$ 40.000,00
• Acabamento---------------- R$ 6.000,00
• Despacho-------------------- R$ 4.000,00
-Material de Consumo: Atribuição direta às atividades através das requisições
de material de cada departamento. Os valores atribuídos pelo almoxarifado
foram:
• Compras--------------------- R$ 3.000,00
• Atividade lndustrial1 ---- R$ 8.000,00
• Atividade lndustrial2 ---- R$ 12.000,00
• Acabamento---------------- R$ 4.000,00
• Despacho-------------------- R$ 3.000,00
e) As áreas ocupadas por cada atividade, em percentual, são
dadas pela seguinte tabela:
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ATIVIDADES PERCENTUAL DA AREA
Compras 20%
Atividade lndustrial1 25%
Atividade lndustrial2 30%
Acabar 15%
Despachar 10%
TOTAL 100%
RESOLUÇÃO:
Quadro referente a atribuição dos Custos Indiretos às Atividades
Aluguel+ Mao-ae-uora Matenal ae
Seguros (%da Indireta Consumo
Atividades área x) (Atribuição (Atribuição TOTAL
Direta) Direta)
c..;ompras
Atividade
Atividade
Aeaoar
Despachar
IUIAL
Atribuicões dos Custos das Atividades aos Produtos
A atribuição dos custos das atividades aos produtos é feita através da
utilização de um direcionador de atividades, que é um indicador de quanto os
produtos consomem de cada atividade. Suporemos a seguinte composição
dos indicadores de atividade:
AIIVICaaes U1rec1onaaor a e t::lermuaa c..;am1sa c.; alça IUIAL
Compras N2 de Pedidos 30% 20% 50% 100%
Atividade Tempo de Produção 5% 50% 45% 100%
AIIVICaae 1 em po a e l"'roaução 25% 35% 40% 100%
Acabamento Tempo de Operação 35% 30% 35% 100%
Despachar Tempo de Operação 40% 30% 30% 100%
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QUADRO RESUMO
Atividades/Produto Bermuda Camisa Calça TOTAL
Compras
AtiVIdade lndustnal 1
Atividade lndustnal 2
Acabamento
Despacho
TOTAL
Bermuda Camisa Calça
Quantidades Produzidas
c.;n- Unitano
Custos Diretos Unitários
Custo Unitário Total
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Custo Padrão
O custo padrão é conceituado como aquele determinado apríorí, ou seja, antes
do início da produção, como sendo o custo normal de um produto. É elaborado
considerando um cenário de bom desempenho operacional, porém levando em
conta eventuais deficiências.
A fixação do padrão deve ser feita pela engenharia da fábrica juntamente com
a contabilidade de custos, devendo ser determinado em quantidades físicas,
seja em horas trabalhadas, seja em energia elétrica e materiais consumidos
etc. Posteriormente,essasquantidades devem ser transformadas em valores
monetários. Exemplos: horas de mão-de-obra e custo por hora, quilogramas de
material e custo por quilograma e assim por diante.
A adoção do padrão não precisa ser geral na empresa, podendo ser feita
apenas em alguns produtos ou áreas da empresa. Também pode ser utilizado
para controlar apenas um tipo específico de custos (material, mão-de-obra,
custos gerais). O custo padrão é uma ferramenta de controle, logo deve ser
utilizado onde houver essa necessidade.
Para concluir sobre a eficiência e a eficácia da produção e o desempenho dos
diversos executivos envolvidos nos processos é necessário à comparação
periódica do custo real dos produtos com o respectivo custo-padrão.
Para que o custo-padrão tenha sua meta alcançada, faz-se necessário
conhecer e analisar as variações entre os valores e as medidas-padrões com o
real, identificar suas origens e motivos, e como consequência adotar as
providências necessárias para eliminar os possíveis desvios e ineficiências.
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As chamadas variações podem ser:
-Variação de preço de materiais;
-Variação de quantidade de materiais;
-Variação da taxa salarial da MOD;
-Variação da eficiência da MOD;
-Variação de volume I eficiência do CIF.
A variação, que é a diferença entre o custo real e o custo-padrão, pode ser
favoráwl ou desfavoráwl. A variação favoráwl ocorre quando o custo real é
menor do que o custo padrão, ou seja, em princípio, a fábrica, os
departamentos e os executivos envolvidos foram mais eficientes do que o
esperado.
A variação desfavoráwl ocorre quando o custo real é maior do que o custo-
padrão, ao contrário da variação favoráwl. Neste caso, houw uma margem de
ineficiência, visto que foram consumidos mais recursos do que o previsto ao
estabelecer os padrões.
Exemplo:
CUsto real CUsto-padrão
Volume de produção 280.000 unidades 300.000 unidades
custo umtãno vana11e1 por unidade
Maténa-pnma :iiJo,oo :iiJo,!:lo
MOD (horas) ?h 6,8h
MOI (taxa) $12,50 $12,00
Custos indiretos variáwis $3,50 $3,50
custo Axo total $420.000 $400.000
Análise das variações:
Custo real Custo-padrão Variação Conclusão
Quantidade (kg)* 4 4,10 0,10 Favoráwl
Custo$ 8,90 9,00 0,10 Favoráwl
1 ota1 em :li Jo,oo Jb,!:IO 1 ,;jO 1-avoraw1
• ' ( ) apurado na fabnca
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Para completar a análise, há necessidade de decompor o total da variação
fal()rável de matéria-prima de $ 1,30 para cada unidade produzida, como
segue.
As variações de matérias-primas podem ser classificadas em três tipos:
• a variação na quantidade consumida por unidade fabricada;
• variação no custo de aquisição de cada unidade de matéria-prima; e
• variação mista, que é o resíduo das duas variações anteriores.Para calcular as variações podem-se utilizar as seguintes fórmulas:
Variação da quantidade = (quantidade real- quantidade padrão) x custo-
padrão
Variação de custo= (custo real- custo padrão) x quantidade padrão.
Variação mista= (quantidade real-quantidade padrão) x (custo real- custo
padrão)
Desta formao resumo das variações de matéria-prima seria:
Tipo de vanaçao $ conclusa o
Variação de quantidade 0,90 Fawrável
Variação de custo 0,41 Fawrável
Vanaçao m1sta (0,01) Desfal()ravel
vanaçao total por uniaaae taoncaaa 1,30 t-awravel
A principal finalidade do custo-padrão é proporcionar um instrumento de
controle aos gestores da organização. Uma vez implantado, possibilita aos
gestores ter uma base de comparação entre o que ocorreu e o que deveria ter
ocorrido em termos de Custo Real. Desta forma, torna-se imprescindível a
necessidade da empresa possuir uma boa apuração do real.
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Exercícios de Rxação XI
1. Uma indústria estabeleceu os seguintes padrões de consumo de matéria-
prima para cada unidade de produto fabricado:
Tipo de Matéria-Prima Quantidade Preço
A 2 kg R$1 ,50 por kg
8 3m2 R$4,00 por m2
No mês de janeiro de 2014, foram produzidas 2.000 unidades de cada
produto, e ocorreu o seguinte consumo de matéria-prima:
Tipo de Matéria-prima Quantidade tota l Custo da matéria-prima
consumida consumida
A 4 .000 kg R$6.800,00
B 6.500 m2 R$26.000,00
Com base nos dados fornecidos e em relação ao custo com matéria-prima:
a) o custo padrão superou o custo real em R$2.800,00, em decorrência de
uma variação de preço desfavorável na matéria-prima A, e uma variação de
quantidade desfavorável na matéria-prima B.
b) o custo padrão superou o custo real em R$2.800,00, em decorrência de uma
variação de quantidade desfavorável na matéria-prima A, e uma variação de
preço desfavorável na matéria-prima B.
c) o custo real superou o custo padrão em R$2.800,00, em decorrência de uma
variação de preço desfavorável na matéria-prima A, e uma variação de
quantidade desfavorável na matéria-prima B.
d) o custo real superou o custo padrão em R$2.800,00, em decorrência de uma
variação de quantidade desfavorável na matéria-prima A, e uma variação de
preço desfavorável na matéria-prima B.
Contabilidade de Custos - Elaboração Pro/ª Aline Cristina da Silva
2. Assinale a alternativa correta:
a) O custo-padrão é mais eficaz em ambientes em que não exista custo-real.
b) Custo-padrão é o custo estabelecido pelas empresas como meta para seus
produtos.
c) O uso do custo-padrão é característico de processos de gestão focados
apenas em custos.
d) A implantação do custo-padrão não deve envolver pessoas de outras áreas
além da controladoria.
e) A implantação do custo-padrão só pode ser bem-sucedida onde não haja
utilização de métodos de custeio (variável ou absorção).
3. Por Custo-padrão entende-se:
a) Todos os gastos aplicados na obtenção de produtos para serem
comercializados e/ou consumidos na produção;
b) Todos os gastos que uma empresa aplicou na obtenção de um padrão na
contabilidade de custos;
c) Os custos totais de fabricação incorridos em um determinado mês;
d) Os custos determinados previamente, baseados em cálculos analíticos
sobre os processos produtivos, incluindo os estudos do tempo e dos
movimentos relativos a cada operação;
e) Os custos calculados e contabilizados de acordo com o critério de custeio
por absorção.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
4. Uma empresa que trabalha com custos-padrão previu que gastaria 5kg de
matéria-prima, a um custo de R$15.000/kg., para produzir uma unidade de
determinado produto. l>iJ final do período, constatou que, embora tivesse
economizado 20% no preço do material, havia gasto 20% a mais de material
que o previsto. A variação entre o custo real e o custo-padrão foi:
a) Nula;
b) Favorável em R$ 3.000,00;
c) Favorável em R$ 15.000,00;
d) Desfavorável em R$ 3.000,00;
e) Desfavorável em R$ 15.000,00.
5. Uma empresa previu que gastaria 15 quilos de matéria-prima, a um custo de
R$ 45.000,00 o quilo, para produzir uma unidade de determinado produto.I>IJ
final do período, constatou que, embora tivesse economizado 20% no preço do
material, havia um gasto de 20% a mais de material que o previsto. A variação
do custo padrão da empresa é:
a) Desfavorável em R$ 45.000,00.
b) Desfavorável em R$ 27.000,00.
c) Favorável em R$ 27.000,00.
d) Favorável em R$ 45.000,00.
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Análise do Custo Volume Lucro
A análise de custo, volume e lucro é empregada na gestão de custos fixos,
custos variáveis, alterações no volume físico de venda, alterações de preços de
venda e alteração da distribuição relativa de produtos vendidos.
O controlador (administrador financeiro) deve saber qual o volume mínimo de
produção e vendas em que a organização deve operar para não incidir em
prejuízo.
Para análise de custos, volume e lucro, é necessário passar pelas seguintes
etapas:
a) Levantamento e cálculo dos custos fixos;
b) Cálculo da mão-de-obra direta e do material usado na produção;
c) Cálculo da quantidade vendida e da receita obtida no ponto de
equilíbrio
Ponto de Equilíbrio
Para Martins (2003), o Ponto de Equilíbrio indica a capacidade mínima que a
empresa deve operar para não ter prejuízo. É, portanto, a relação entre o
volume de vendas e a lucratividade, determinando o nível de vendas
necessário para cobrir os custos operacionais. É em suma, o ponto em que a
empresas e equilibra, servindo para mostrara magnitude dos lucros ou perdas
da empresa se as vendas ultrapassarem ou caírem para um nível abaixo desse
ponto.
Um exemplo de gráfico de Ponto de Equilíbrio pode ser visualizado abaixo:
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Ponto de Equilíbrio Vendas
Custos totais} Fixos +
Variáveis
Vendas
800.000
700.000
600.000
500.000
400.000
300.000
200.000
100.000
o
Custos Fixos
Volume de produção
É assim que o Ponto de Equilíbrio é dado pela igualdade entre as vendas da
empresa e a somados custos totais com as despesas totais.
Entre os conceitos fundamentais para a determinação do Ponto de Equilíbrio
estão os custos fixos e variáveis.
Outro conceito essencial para esse fim é o da chamada margem de
contribuição que é a diferença entre a receita e o custo variável de cada
produto, ou seja, o valor que cada unidade vendida traz à empresa de sobra
entre a receita e o que de fato o custo pro110cou.
O Ponto de Equilíbrio é dado pelas seguintes expressões:
a) Ponto de Equilíbrio em quantidade:
PE = CF+ DF
MCU
b) Ponto de Equilíbrio em faturamento($):
PE= PEX PV
Onde:
PE = Ponto de Equilíbrio
CF= Custos Fixos
DF= Despesas Fixas
MCU = Margem de Contribuição
Unitária
PV = Preço de Venda
Contabilidade de Custos · Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Ponto de EQuilíbrio Contábil CPECl: É o ponto em que o lucro da empresa é
zero, ou seja, é o ponto no qual a receita total é igual aos custos e despesas
totais. Também chamado de Break-ewn Pointou Ponto de Ruptura ou Ponto
Crítico.
Exemplo:
• A em presa Mus iCars wnde aparelhos dês som para carros. No mês de
janeiro ela apresentou a seguinte situação:
Preço de Venda: R$ 50,00 unidade
Custos+ Despesas variáwis: R$ 35,00/unidade
Custos+ Despesas Fixas: R$ 6.000,00/Mês
Cálculo do PEC:
PEC= Custos+ Despesas Fixos
Margem de Contribuição unitária
PEC= 6.000.00 = 400 unidades
15
1) Qual o volume que esta empresadew produzire wnder para não ter
prejuízo?
R: 400 un X R$ 50,00 = R$ 20.000,00
2) Qual a soma de Custos e Despesas Fixos?
R: 400 um X R$ 35,00 = R$14.000,00Comprovando:
Receita de Venda
(-)Custos/Despesas Variáwis
(=) Margem de Contribuiçao
(-)Custos/Despesas Fixos
(=)Resultado
R$ 20.000,00
(R$14.000,00)
R$6.000,00
(R$ 6000,00)
o
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Ponto de EQuilíbrio Econômico CPEE>: Ponto que, a em presa é capaz de
cobrir seus custos e despesas e ainda gerar resultado mínimo desejado.
Considera o Custo de Oportunidade no cálculo do ponto de equilíbrio.
Exemplo:
• O proprietário da MusicCars não está satisfeito em ter resultado zero.
Ele quer obter um lucro de R$1.500, portanto nos oferece esta nova
informação:
Preço de Venda: R$ 50,00 unidade
Custos+ Despesas variáveis: R$ 35,00/unidade
Custos+ Despesas Fixas: R$ 6.000,00/Mês
Resultado esperado: R$ 1.500,00/mês
3) Para obteres te lucro, quanto deve vender?
500 X 50= R$ 25.000,00
Cálculo do PEE:
PEC= Custos+ Despesas Fixos+ Resultado Esperado
Margem de Contribuição unitária
PEC= 6.000,00+ 1.500-500 unidades
15
Comprovando:
Receita de Venda
(-) Custos/Despesas Variáveis
(=) Margem de Contribuição
(-)Custos/Despesas Fixos
(=)Resultado
R$ 25.000,00
(R$17.500,00)
R$7.500,00
(R$ 6.000,00)
R$1.500,00
Contabilidade de Custos · Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Ponto de Equilíbrio Rnanceiro CPEA: Ponto em que itens que não
apresentam desembolso de caixa, são desconsiderados. Não leva em conta a
Depreciação, Amortização e Exaustão (que diminuem o lucro, mas não
representam saída de caixa).
Exemplo:
• Considerando apenas os valores que representam saída de caixa,
quantas unidades devem ser vendidas para a em presa não ter
problemas em caixa?
Preço de Venda: R$ 50,00 unidade
Custos+ Despesas variáveis: R$ 35,00/unidade
Custos+ Despesas Fixas: R$ 6.000,00/Mês
Resultado esperado: R$ 1.500,00/mês
Depreciação R$ 1.200,00/mês
Ou seja, do R$ 6.000,00 de Custos e Despesas Fixas, R$ 4.800 referem-se a
Depreciação.
Cálculo do PEF:
PEC= Custos+ Despesas Fixos-Depreciação
Margem de Contribuição unitária
PEC= 6.000.00-1.200 = 320 unidades
15
Comparativo:
• PEC x PEE x PEF
PEC PEE
Receita de Venda 20.000 25.000
(-)Custos/ Despesas
-14.000 -17.500 Variáveis
I(=) Margem de Contribuição 6.000 7.500
lf-) Custos/ Despesas Fixos -6 .000 -6.000
I(=) Resultado - 1.500
Unidades vendidas 400 500
-
PEF
16.000
-11 .200
4.800
-6 .000
-1.200
320
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Exercícios de Rxação XII
1. EXAME DE SUFICIÊNCIA (2012/1) Umasociedadeempresáriaproduzum
produto com preço de venda de R$1 0,00 por unidade. Os custos variáveis são
R$8,00 por unidade e os custos fixos totalizam R$18.000,00 por ano, dos quais
R$4.000,00 são relativos à depreciação. O Patrimônio Líquido da empresa é de
R$50.000,00 e a sua taxa mínimadeatratividadeé de 10% ao ano.
O ponto de equilíbrio contábil, econômico e financeiro são, respectivamente:
a) 9.000 unidades por ano, 11.500 unidades por ano e 7.000 unidades por ano.
b) 9.000 unidades por ano, 11.500 unidades por ano e 9.500 unidades por ano.
c) 9.000 unidades por ano, 7.000 unidades por ano e 9.500 unidades por ano.
d) 9.000 unidades por ano, 9.500 unidades por ano e 7.000 unidades por ano.
2. EXAME DE SUFICIÊNCIA (2014/2) Uma Sociedade Empresária apresentou
as seguintes projeções de custos para o ano de 2014:
• Preço de venda: R$40,00 por unidade
• Custos variáveis: R$ 32,00 por unidade
• Custos fixos totais: R$ 80.000,00 por ano
• Depreciação: R$ 6.400,00 por ano, já incluída nos Custos Fixos Totais
Em 31.12.2013,o Patrimônio Líquido da empresa era de R$160.000,00, e a
administração da empresa determinou que o lucro do ano de 2014 deverá ser o
equivalente a 7% do Patrimônio Líquido de 2013.
Com base nos dados acima, assinale a opção CORRETA:
a) O Ponto de Equilíbrio Contábil da empresa, em 2014, é de 10.800 unidades,
e o Ponto de Equilíbrio Econômico, em 2014,éde 10.000 unidades.
b) O Ponto de Equilíbrio Contábil da empresa, em 2014, é de 9.200 unidades, e
o Ponto de Equilíbrio Econômico, em 2014, é de 10.800 unidades.
c) O Ponto de Equilíbrio Econômico da empresa, em 2014,éde 11.400
unidades, e o Ponto de Equilíbrio Financeiro, em 2014, é de 9.200 unidades.
d) O Ponto de Equilíbrio Financeiro da empresa, em 2014, é de 10.000
unidades, e o Ponto de Equilíbrio Contábil,em 2014, é de 11.400 unidades.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
3. EXAME DE SUFICIÊNCIA (2015/1) Uma indústria apresentou os seguintes
dados de produção em determinado período:
Gastos fixos do período R$ 1.800.000,00
Depreciação Gá inclusa gastos fixos) R$ 585.000,00
Gastos variáveis totais no período R$ 27.000.000,00
Produção acabada e vendida no período 36.000 unidades
Considerando que o preço de venda unitário é de R$ 1.200,00 é CORRETO
afirmarque:
a) O ponto de equilíbrio financeiro é de 36.000 unidades;
b) A margem de segurança no período é de R$ 16.200,000,00;
c) A margem de contribuição unitária é de R$ 450,00;
d) O ponto de equilíbrio contábil é de 22.500 unidades;
e) NDA
4. (FGV/Auditor Fiscai/ICMS RJ/2011) Considere os dados a seguir:
-Gasto Fixo Total: R$1.000
-Custo Variável Unitário: R$ 5
-Preço de Venda Unitário: R$ 1 O
-Gasto com Depreciação:
-Custo de Oportunidade:
R$200
R$200
Os pontos de Equilíbrio Contábil, Financeiro e Econômico, serão
respectivamente:
a) 160, 240 e 200 unidades.
b) 240, 200 e 160 unidades.
c) 200, 160 e 240 unidades.
d) R$ 200, R$ 160 e R$ 240.
e) R$240,R$200e R$160.
Contabilidade de Custos - Elaboração Prof" Aline Cristina da Silva
Bibliografia Básica
- Contabilidade de Custos- MARTINS, Eliseu.
- Curso Básico de Contabilidade de Custos: CREPALDI, Silvio Aparecido.
- Curso de Contabilidade de Custos: LEONE, George.
- ContabilidadedeCustos-MAlZ, A; CURRY, O.J.; FRANK, G.W.
- Contabilidade de Custos Fácil: RIBEIRO, Osni Moura.
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