retração linear   abril 2002
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retração linear abril 2002

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 ICS 91.100.10
abril 2002
 Projeto

Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação da variação dimensional (retração linear)

Origem:

ABNT/CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados

CE-18:406.03 – Comissão de Estudo de Métodos de Ensaios para Argamassas para Assentamento e Revestimento

Projeto 18:406.03-XXX – Determination of dimensional changes (shrinkage)

Descriptors: Mortar, shrinkage

Palavra(s)-chave:
Argamassa. Revestimento de parede. Revestimento de teto
XXXXX páginas

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Sumário

Prefácio

Objetivo

Referências normativas

Definições

Condições ambientais do laboratório

Aparelhagem

Execução do ensaio

Resultados

Prefácio
A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.

Objetivo
Esta Norma prescreve o método para determinar a variação dimensional (retração e expansão) das argamassas na fase de endurecimento e secagem, curados em condições padronizadas.

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Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 13276:1995 – Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos – Determinação do teor de água para a obtenção do índice de consistência
Condições ambientais do laboratório

Sala de moldagem

O laboratório deve apresentar temperatura do ar de (23 ± 2) ºC e umidade relativa do ar de (60 ± 5)%.

 Câmara de secagem

Deve apresentar temperatura de (23 ± 2) ºC e umidade relativa do ar de (50 ± 5)%. A câmara deve ser ventilada ou provida de dispositivos que evitem evaporações diferenciais entre os corpos de prova prejudicando a avaliação dos resultados.

A câmara deve também ser provida de dispositivos de armazenagem e apoio que deixem os corpos de prova livres, em todas as faces, de pelo menos 20 mm. Os suportes devem ser horizontais e de material não absorvente, com superfície de contato não superior a 10 mm de largura, colocados no sentido transversal ao eixo do corpo de prova, constituindo apenas dois apoios.

Para controle efetivo das condições termo-higrométricas da câmara, a temperatura e umidade relativa devem ser tomadas no mínimo duas vezes por jornada de trabalho.

Aparelhagem

4.1 Moldes
4.1.1 Os moldes devem ser feitos de aço ou outro material duro não atacável pela argamassa e devem ser construídos de acordo com a Figura 1, de modo a possibilitar a moldagem de corpos-de-prova prismáticos de (25 x 25 x 285) mm com comprimento efetivo de 250 mm. O comprimento efetivo deve ser considerado como o comprimento entre as extremidades internas dos pinos de medida.

4.1.2 As partes dos moldes devem ficar firmemente presas quando montadas, e suas superfícies devem estar limpas de todo e qualquer ponto de corrosão. Os lados dos moldes devem ser suficientemente rígidos para prevenir desbeiçamento ou entortamento.

4.1.3 As extremidades de cada molde devem ser equipadas com dispositivos que fixem no local, durante a pega, os pinos de medida mostrados na Figura 1. Os pinos devem ser de aço inoxidável tipo 316 AISI ou equivalente. Deve ser garantido o deslocamento livre dos pinos nas extremidades dos moldes, por ocasião da retração inicial da argamassa. Isto pode ser conseguido, por exemplo, retirando-se as fixações dos pinos, após a compactação da argamassa, assim que isso for possível. Esses pinos devem estar simetricamente colocados, coincidentes com o eixo do corpo de prova. A distância interna livre, entre pinos deve ser de (250,0 ( 2,5) mm, sendo que cada pino deve penetrar no corpo de prova (17,5 ( 0,5) mm.

4.1.4 As juntas exteriores entre as partes do molde devem ser seladas para evitar a perda de água da argamassa.

4.2 Aparelho comparador para medida da variação de comprimento dos corpos de prova conforme modelo mostrado na Foto 1 ou figura 2 com as características indicadas a seguir. ,

4.3 Micrômetro graduado com resolução de 0,001 mm. Os terminais devem ter a supefície interna arredondada e polida para adaptar-se perfeitamente à forma dos pinos de medida dos corpos-de-prova. Deve possuir espaço suficiente para que os corpos de prova sejam girados lentamente a fim de precisar a leitura. Os corpos de prova devem ser colocados sempre na mesma posição, com um dos lados para cima e após girados deve-se ler o valor mais baixo apresentado.

4.4 O aparelho deve ser verificado sempre antes de cada série de leituras, com auxílio de barra padrão devidamente aferida ( material certificado de referência). A barra de referência que é utilizada como padrão para fixação da escada deve ter comprimento total de (300 ( 1,5) mm. Deve ser de liga de aço tendo um coeficiente de dilatação térmica não maior que (2 x 10-6)º C-1A parte central, cerca de 100mm deve ser coberta por um tubo de borracha com espessura de pelo menos 3 mm para diminuir o efeito de mudança de temperatura durante o manuseio. Deve ser provida de uma marca que permita colocá-la sempre na mesma posição cada vez que o comprimento é tomado.

4.5 Soquete de material não absorvente nas dimensões aproximadas de 150 mm de comprimento e face de compactação plana nas dimensões aproximadas de 13 mm x 25 mm, perfeitamente paralelepipédico.

4.6 Espátula metálica com lâmina de aproximadamente 25 mm de largura e 200 mm de comprimento.

5. Execução do ensaio

5.1 Corpos-de-prova

Devem ser moldados no mínimo 3 corpos-de-prova para representar cada condição.

5.1.1 Preparação dos moldes

Aplicar uma fina camada de óleo mineral nas faces internas dos moldes. Se necessário passar um pano limpo para remover eventual escorrimento ou excesso de lubrificante. Depois dessa operação, os pinos de medida devem ser colocados tomando-se cuidado para mantê-los limpos e livres de óleo, a fim de garantir sua aderência à argamassa.

NOTA: para facilitar a desmoldagem pode-se recobrir o fundo do molde com filme de PVC.

5.1.2 Mistura

5.1.2.1 Preparar a argamassa conforme a NBR 13276.

5.1.3 Moldagem dos corpos-de-prova

5.1.3.1 Os moldes devem ser colocados sobre uma base nivelada, livre de choques e vibrações.

A moldagem será efetuada em duas camadas, aplicando-se o soquete descrito em 4.3, 25 golpes em cada camada. Deve-se tomar cuidado principalmente nos ângulos ao longo das superfícies e arestas dos moldes e em torno dos pinos de medida, para obter um corpo de prova homogêneo.

5.1.3.3. Após a compactação da segunda camada, deve-se retirar o excesso de argamassa e alisar a superfície com uma régua.

5.1.3.4 Após a moldagem remover os parafusos segurando a extremidade dos blocos permitindo, desta maneira, livre movimentação dos mesmos.

5.1.3.4. Os corpos de prova devem permanecer nos moldes durante as primeiras (24± 2) horas, contadas a partir do início da mistura, em ambiente de laboratório conforme item 3.1, devidamente protegidos contra a perda de umidade.

5.2 Procedimento

5.2.1 Logo após a desforma identificar os corpos de prova, assinalando inclusive uma referência que permita colocá-los sempre na mesma posição