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INTOXICAÇÕES POR PSICOFARMACOS 
Classificação 
• Benzodiazepínicos 
• Outros 
Sedativo- hipnóticos 
e Ansiolíticos 
• Barbitúricos 
• Carbamazepina e Fenitoína Anticonvulsivantes 
• Típicos 
• Atípicos Antipsicóticos 
• Cíclicos, 
• Serotoninérgicos e Atípicos Antidepressivos 
• Anfetaminas Estimulantes 
 
 
 BENZODIAZEPINICOS 
BENZODIAZEPINICOS 
 INDICAÇÕES 
 
Ansiolíticos 
 
Amnésia anterógrada 
 
Fobias sociais e desordens do pânico 
 
Hipnótico-Sedativo 
 
Antiepilépticos 
 
Síndrome de abstinência 
 
Stress pós traumático 
 
Síndrome de abstinência do álcool 
 
 
BENZODIAZEPINICOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Meia -vida 
 
ação ultra-curta (<6h): Hipnóticos 
 (Midazolam, Flunitrazepam, Triazolam) 
 
ação curta (6 - 12h): Oxazepam 
 
ação intermediária (12 -24 h): Lorazepam, Alprazolam 
 
ação longa (> 24 h): Ansiolíticos 
 (Diazepam, Clonazepam, Bromazepam) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Intoxicação 
Leve 
Sonolência- torpor 
Hipotonia 
Ataxia 
Disartria 
Confusão mental 
Pupilas normais ou mióticas 
Reflexos normais 
Respiração espontânea, 
frequência/ amplitude normais 
Grave 
Depressão respiratória 
Coma 
Hipotermia 
Hipotensão 
Bradicardia 
Excitação paradoxal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Diagnóstico Diferencial 
 TODAS AS INTOXICAÇÕES QUE DEPRIMEM O SISTEMA 
NERVOSO CENTRAL E SÃO CARACTERIZADAS POR REBAIXAMENTO 
DO SENSÓRIO E SINAIS VITAIS NORMAIS. 
 
• Intoxicações: etanol, barbitúricos, hidrato de cloral, 
monóxido de carbono. 
 
• Condições Clínicas: hipoglicemia, acidente vascular 
encefálico, meningite, encefalite, TCE. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tratamento 
Geral 
• Assistência respiratória 
•Manutenção dos sinais 
vitais 
Descontaminação 
• Doses baixas: 
observação clínica. 
• Doses altas: Carvão 
ativado . 
• LG: não recomendado 
(apenas em casos de 
intoxicação mista). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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FLUMAZENIL: 
- Embora o flumazenil seja um antagonista dos 
benzodiazepinicos, não é recomendado como um teste 
de diagnóstico de rotina em pacientes com um nível 
reduzido de consciência. 
- Pode ser indicado em pacientes intoxicados apenas 
com um benzodiazepínico que desenvolvem reduzida 
ventilação e coma, que exigiria ventilação mecânica. 
- Não é necessário ou adequado em casos de intoxicação 
por benzodiazepínicos para reverter totalmente a 
depressão do SNC; ventilação adequada é seu objetivo. 
- O flumazenil tem uma meia-vida curta (cerca de 1h). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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FLUMAZENIL: 
-O flumazenil é contra-indicada quando os pacientes 
têm medicamentos co-ingeridos que podem causar 
convulsões (ex: benzodiazepina + ADT) 
- Flumazenil também deve ser usado com precaução em 
overdoses mistos, onde as drogas envolvidas não são 
conhecidos e em pacientes com história de convulsões, 
lesão na cabeça, ou o uso de benzodiazepínicos crônica. 
- Outras contra-indicações para o uso de flumazenil 
incluem características sugestivas de uma ingestão de 
antidepressivos tricíclicos (ADT), incluindo um intervalo 
de QRS largo, e pós-parada cardíaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Flumazenil  Antagonista do GABA 
Diagnostico diferencial de coma ** 
Encerramento de anestesia 
Indicado em casos graves, idosos e crianças 
com instabilidade hemodinâmica 
 
 
Inibição competitiva- reverte sedação dos BZD com melhora dos efeitos 
respiratórios. 
NÃO substitui a assistência respiratória. 
 
Obs: O uso do flumazenil é contra-indicado em intoxicações por fármacos que 
causam convulsões e arritmias cardíacas (ADT). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Importante... 
•Índice terapêutico elevado 
 
• Óbitos raros: potencializados com álcool, outros 
depressores SNC e presença de comorbidades 
 
•Depressão respiratória EV:Diazepam 
 
•Crianças e idosos mais sensíveis 
 
•Induz tolerância, dependência, 
 síndrome de abstinência 
e excitação paradoxal 
 
Mesmo a ingestão de 2000mg de 
 diazepam (200 comp de 10mg 
leva à intoxicação leve a 
moderada 
ALERTA ! 
=> Devem ser encaminhado para avaliação médica: 
• Todos os pacientes que tomaram overdose, principalmente 
se não são usuários diárias de benzodiazepínicos 
• Todas as crianças e pacientes sintomáticos 
 
=> Podem aguardar em observação em casa: 
• Adultos assintomáticos que tenham ingerido acidentalmente 
menos de uma dose tóxica, ou menos do que a sua dose 
habitual, não precisa ser encaminhada. 
• Todos os pacientes devem ser aconselhados a procurar ajuda 
médica se os sintomas se desenvolvem. 
 
• Nota: os idosos e aqueles com doença hepática grave têm 
risco de toxicidade com doses mais baixas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANTICONVULSIVANTES 
Principais agentes: 
o fenobarbital 
o carbamazepina 
o ácido valpróico 
o fenitoína 
o topiramato 
o benzodiazepínicos 
32 
124 
12 
96 
18 
TOTAL: 282 
NUMERO DE INTOXICAÇÕES POR 
ANTICONVULSIVANTES DE ACORDO COM O 
AGENTE 
 
BARBITURICOS 
 
 Depressores não seletivos do SNC. 
 
 Uso: antiepilépticos e anestésicos gerais. 
 
 Comercializados no Brasil: 
* Fenobarbital 
 Tiopental 
 
Fenobarbital: 
- Meia vida: 80-120h 
- Dose hipnótica: 100-320mg no adulto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Intoxicação – quadro clinico 
- Depressão neurológica: Sedação leve até coma 
- Letargia / Fala arrastada / Ataxia 
- Efeito paradoxal com agitação 
- Depressão respiratória 
- Hipotensão / choque: por vasoplegia e 
depressão miocárdica 
- Arritmia 
- Oligúria e anúria 
- Hipotermia (hipertermia os casos graves) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Intoxicação – quadro clinico 
- Nistagmo 
- Pupilas normais ou mióticas. Perdem a 
reatividade ao estimulo 
- Íleo paralitico 
- Retenção urinária 
- Lesões cutâneas 24 horas após: bolhas 
translucidas e tensas com halo eritematoso. 
 Pode haver flutuação do quadro (coma cíclico) 
 O rebaixamento do nível de consciência é rápido 
 Risco de broncoaspiração deve ser considerado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LIntoxicação 
 Dose tóxica: 5-10x a dose hipnótica (> 10mg|kg) 
 
 Dose letal estimada: 6 – 10g 
 
Se houver ingestão associada com outros depressores do SNC 
 (especialmente o álcool), a dose letal poderá ser menor 
 
•Nível sérico de fenobarbital  guia aproximado da gravidade 
 - 15 - 40g / mL: nível terapêutico como antiepilético 
 - 60 - 80 g / mL: intoxicação moderada (Tolerantes) ou grave (Não 
Tolerantes) 
 - > 80 g / mL: intoxicação grave inclusive nos tolerantes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
1. Medidas de suporte: 
- Manter uma via aérea desobstruída e garantir a 
ventilação adequada. IOT e VPM em pacientes 
inconscientes. 
- Hidratação venosa para manter um débito urinário 
adequado. 
- Se hipotensão: fluidoterapia adequada com um 
cristalóide. Avaliar Vasopressores e inotrópicos. 
- Se hipotermia: Reaquecer usando métodos 
convencionais. 
- Se bolhas na pele: tratar como queimaduras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
2- Medidas de Descontaminação: 
- Considere o carvão ativado se o paciente chegar dentro de 
1 hora* após a ingestão de uma quantidade tóxica. 
- se houver duvida em relação ao tempo: avaliar risco x 
beneficio 
- Em ingesta maciça (> 6g) pode haver lentificação do 
esvaziamento gastrico formando concreções. 
- Carvão ativado em doses repetidas (até 48 horas) é útil no 
aumento da eliminação de fenobarbital. Considerar em 
pacientes graves (Proteger vias aéreas). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
3- Aumento da excreção: Alcalinização urinária 
- estudos inconclusivos 
- Risco de alcalose, hipernatremia, hipopotassemia. 
- Aumenta a excreção em 5-10x e diminui a meia vida. 
- Quando usar: casos graves com escala de reed 1 ou 2 (reflexos 
profundos presentes e hemodinamica estavel) 
- Objetivo: manter o pH urinário de 7,5-8,0 
- Bicarbonato de sodio: 1meq/kg em 2h. Manutenção 4 meq/kg 
em 24h em IC diluido em SG5% 
- pH urinario a cada 2 horas e gasometria arterial e ions a cada 4-6 
horas. Manter pH arterial entre 7,45 e 7,5. 
- Se hipopotassemia: fazer correção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GRAU I 
• Não responde a estímulos verbais 
• Responde a estímulos dolorosos 
• Reflexos superficiais e profundos 
presentes 
• Respiração adequada (freqüência e 
amplitude) 
• Pressão arterial normal e estável 
 
GRAU II 
• Não responde a estímulos dolorosos 
• Reflexos superficiais diminuídos ou 
ausentes 
• Reflexos profundos presentes 
• Respiração normal ou lenta com 
amplitude normal 
• Pressão arterial normal e estável 
 
 
GRAU III 
• Não responde a estímulos dolorosos 
• Reflexos superficiais e profundos 
ausentes 
• Respiração lenta e amplitude normal 
• Pressão arterial normal ou diminuída, mas 
estável hemodinamicamente 
 
 
 GRAU IV 
• Não responde a estímulos dolorosos 
• Reflexos superficiais e profundos 
ausentes 
• Depressão respiratória - assistência 
ventilatória 
• Instabilidade hemodinâmica 
• Hipotermia 
 
 
ESCALA DE COMA DE REED 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
3- Aumento da excreção: Hemodiálise 
- Eficacia comprovada 
- Quando usar: casos graves com escala de reed 3 ou 4 
(reflexos profundos ausentes ; hemodinamica instavel) 
 nos casos graves solicitar: gasometria arterial, uréia, creatinina, 
eletrólitos, CK, ECG 
 Observe por pelo menos 6 horas após a ingestão. Monitor de 
pulso, pressão arterial, temperatura, freqüência respiratória, 
saturação O2 e avaliar o nível consciente. Acompanhar o ritmo 
cardíaco. 
BZD X BBT 
Barbitúricos - curva dose-resposta linear, progredindo da sedação à depressão respiratória e morte. 
Benzodiazepínicos - não apresentam ação severa no SNC por via oral. Por via IV podem produzir 
anestesia e depressão respiratória 
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Importante... 
 Índice terapêutico estreito 
 
 Grupo de drogas com maior morbimortalidade 
 
 Hipersensibilidade: 1-3% (SSJ, Lyell, DRESS, 
eritema multiforme) 
 
 Reações paradoxais (crianças e idosos) 
 
Induz tolerância - dependência e síndrome de 
abstinência 
 
ALERTA ! 
=> Devem ser encaminhados para avaliação médica: 
• Todas as crianças e pacientes sintomáticos 
• Todos os pacientes que tomaram overdose, mesmo 
assintomáticos 
 
=> Podem aguardar em observação em casa: 
• Adultos que ingeriram acidentalmente menos de uma dose 
tóxica e esta assintomático. 
• Os pacientes devem ser aconselhados a procurar 
assistência médica caso os sintomas se desenvolvem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Carbamazepina 
 USO 
 
Anticonvulsivante 
Neuralgia do trigêmio 
Tratamento de mania e agressividade 
 
Toxicidade 
• a ingestão de 20 mg/kg produz efeitos moderados do SNC. 
• A ingestão de 50 mg/kg é potencialmente letal. 
• O uso crônico de carbamazepina induzirá o seu próprio 
metabolismo. 
• meia-vida: 30-40 horas em pacientes virgens de drogas, porem 
mais curtos (10-20 horas) em uso crônico. 
• os níveis sanguíneos de pico podem durar até 96 horas após a 
ingestão de preparações de libertação controlada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Toxicidade 
Leve a moderada: Sonolência, taquicardia sinusal, disartria, ataxia, 
Confusão mental, nistagmo, oftalmoplegia 
 
Grave: mioclonia, crise epiléptica, midríase, pele seca, hipo ou 
hipertensão, hipo ou hiperreflexia, discinesias faciais ou da 
boca, arritmias cardíacas, depressão respiratória e COMA 
DRESS- Síndrome de hipersensibilidade 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
Medidas de suporte: 
1. Manter uma via aérea desobstruída e garantir a 
ventilação adequada. IOT e VPM se inconscientes. 
2. Ressuscitação cardiopulmonar mais prolongada (até 1h) 
3. Se hipotensão: fluidoterapia adequada com um 
cristalóide. Avaliar Vasopressores e inotrópicos. 
4. Monitorar pulso, freqüência respiratória, nível consciente 
e ritmo cardíaco. 
5. Tratar convulsão: BZD => fenobarbital (cuidado com fenitoina) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
Medidas de suporte: 
6. ECG: em pacientes sintomáticos ou naqueles que 
ingeriram preparações de liberação lenta (arritmias 
supraventriculares e prolongamento dos intervalos PR , QT e QRS) 
7. Tratar acidose metabólica: A correção com bicarbonato 
de sodio é particularmente importante se houver 
prolongamento do intervalo QRS. As arritmias são melhor 
tratadas pela correção da hipóxia e acidose. 
8. Alcalinização com bicarbonato de sódio se: 
- duração do QRS > 0,12seg 
- Arritmias 
- hipotensão resistente a reanimação com líquidos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
Medidas de Descontaminação: 
1- Carvão ativado em dose única por via oral para adultos 
assintomáticos e crianças que ingeriram maisdo que 20 
mg/kg e chegaram no prazo de 1 hora. 
- Para as preparações de libertação prolongada pode-se 
administrar carvão mais tarde para reduzir a absorção de 
produtos no intestino. 
 - Em pacientes sintomáticos considerar a administração 
de doses múltiplas de carvão ativado para melhorar a 
eliminação carbamazepina por até 48 horas. 
2- Catartico após 3° dose de carvão ativado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Manejo 
Tempo de Observação: 
1- Pacientes assintomáticos: Observar por 6 horas. 
2- Se ingesta de preparação de libertação lenta ou intoxicação 
mista com agentes cardiotóxicos : observar por 12 horas. 
Importante ... 
Índice terapêutico elevado 
Freqüentemente envolvida em tentativas 
 de suicídio (distribuição ampla e gratuita) 
Raros óbitos, mesmo em doses – 10 a 20g 
 a não ser em associação com álcool ou 
 outros depressores 
Grupo de risco: cardiopata, crianças e idosos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ALERTA ! 
=> Devem ser encaminhados para avaliação médica: 
• Todos os pacientes que tomaram overdose, mesmo assintomáticos 
• Todas as crianças < 6 anos (Excessão: uso terapeutico. Nesse caso, deve 
ser encaminhado se tiver tomado mais que o dobro da dose habitual ou se 
apresentar sintomas). 
• Crianças de 6 anos ou mais e adultos: se ingeriram 20 mg/kg ou 
mais carbamazepina, ou se estão sintomáticos 
 
=> Podem aguardar em observação em casa: 
• Crianças > 6 anos e adultos se ingesta acidental ou menos de 
20mg/kg carbamazepina e estão assintomáticos 
• Os pacientes devem ser aconselhados a procurar assistência médica 
caso os sintomas se desenvolvem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TIOPENTAL 
 
ANTIPSICOTICOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Indicações 
 
- Esquizofrenia e outras Psicoses 
- Transtorno do Humor Bipolar 
- Síndrome de Tourette (tiques, hiperatividade, 
agressividade, palavras obscenas, movimentos 
involuntários) 
- Coréia de Huntington 
- Antiemético 
- Soluço 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Classificação 
Fenotiazinicos 
 
Clorpromazina 
Amplictil® 
 
Levomepromazina 
Neozine® 
 
Tioridazina 
Melleril® 
 
Amissulprida 
Sociam ® 
 
 
 
 
Atípicos 
 
Clozapina 
Leponex® 
 
Olanzapina 
Zyprexa® 
 
Risperidona 
 
Quetiapina 
Seroquel ® 
 
Ziprazidona 
Geodon® 
 
 
Butirofenona 
 
Haloperidol 
Haldol® 
 
 
 
 
Intoxicação 
Dose terapêutica 
Intoxicação leve 
Distonias 
Parkinsonismo 
Acatisia 
Discinesia tardia 
Distonias 
Sedação / miose 
Hipotensão postural 
Taquicardia 
Pele e boca seca 
Retenção urinaria 
Intoxicação grave 
 
 
 
 
Crise convulsiva 
Depressão respiratória 
Coma 
Arritmias cardíacas 
Distermias 
Síndrome neuroléptica maligna 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tratamento 
Geral 
*Suspender medicação 
*Suporte: ECG 
 HV 
*LG até 1h 
*CA (1-3 doses) 
*Diurese / Dialise: 
 NÃO EFETIVO 
Específico 
*Distonia: Biperideno 
 Diazepam 
OBS por 12 h 
*Acatisia: orientação 
Síndrome neuroléptica 
maligna 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANTIDEPRESSIVOS 
PSICOFARMACOS 
Tratamento da depressão 
Profilaxia da enxaqueca 
Coadjuvante no tratamento da dor crônica 
Abstinência à cocaína 
Enurese noturna em crianças 
 
 
 ANTIDEPRESSIVOS TRICICLICOS 
IMIPRAMINA 
AMITRIPTILINA 
NORTIPTILINA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Toxicidade 
- Altamente tóxico por ingestão. 
- 15 mg/kg pode resultar quadros graves 
- A ingestão de 1 ou 2 comprimidos por uma criança 
pequena pode ser suficiente para atingir esta dose. 
- Meia-vida: 9-25 horas (pode ser > em overdose) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Intoxicação 
Síndrome anticolinérgica 
 Excitação / Delírio / Alucinação 
 Midriase 
 Crise convulsiva 
 Hipertermia / Hiperemia 
 
 Cardiotoxicidade 
 Arritmias Cardíacas 
 Hipotensão e possível Acidose 
 Choque cardiogênico, Edema agudo pulmão e Óbito 
 
Coma 
Crise Convulsiva 
Arritmia Cardiaca 
Acidose 
Regra dos 3C e 1A 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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T 
Manejo 
Medidas de suporte: 
1. Manter uma via aérea pervias. VPM se inconscientes. 
2. Ressuscitação cardiopulmonar mais prolongada (até 1h) 
3. Se hipotensão: fluidoterapia adequada com um 
cristalóide. Avaliar Vasopressores e inotrópicos. 
4. Monitorar pulso, FR, nível consciente e ritmo cardíaco. 
5. Tratar convulsão: BZD => fenobarbital (cuidado com fenitoina) 
6. ECG: em pacientes sintomáticos ou naqueles que 
ingeriram preparações de liberação lenta 
• Bicarbonato de sodio : Prolongamento QRS / arritmias ventriculares 
• Sulfato de magnésio: Prolongamento do intervalo QT / taquicardia 
torsade de pointes ventricular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manejo 
Medidas de suporte: 
7. Tratar acidose metabólica: A correção com bicarbonato 
de sodio é particularmente importante se houver 
prolongamento do intervalo QRS. As arritmias são melhor 
tratadas pela correção da hipóxia e acidose. 
8. Alcalinização com bicarbonato de sódio se: 
- duração do QRS > 0,12 seg 
- Arritmias 
- hipotensão resistente a reanimação com líquidos 
9. Se agitação e delirio: benzodiazepinico. Em crianças é 
melhor não medicar (risco de reação paradoxal). 
 
 
A 
 
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Manejo 
Medidas de Descontaminação: 
1- Carvão ativado em dose única por via oral para 
adultos assintomáticos e crianças que ingeriram mais do 
que 20 mg/kg e chegaram no prazo de 2 horas*. 
- Em pacientes sintomáticos considerar a 
administração de doses múltiplas de carvão ativado 
para melhorar a eliminação carbamazepina por até 
24 horas. 
2- Catartico após 3° dose de carvão ativado 
 
 
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Manejo 
Tempo de Observação: 
1- Pacientes assintomáticos: Observar por 6 horas. 
2- Se ingesta de preparação de libertação lenta ou intoxicação 
mista com agentes cardiotóxicos : observar por 12 horas. 
 
 
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T 
Tratamento 
Agitação, delírios e 
alucinações: Diazepam 
(evitar neurolepticos) 
Hipertermia: 
medidas físicas 
Convulsões: diazepam 
ou barbitúricos 
Coma: suporte 
Arritmia cardíaca: 
ECG 
Bicarbonato 
/Lidocaina 
Beta-bloqueador (evitar) 
LG até 1 h 
(efeito anticolinergico)CA seriado por até 
24 hs 
 
Hemodiálise ou 
Hemoperfusão 
(NÃO EFETIVA) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Importante... 
 Indice terapêutico baixo 
 
 A intoxicação por antidepressivos tricíclicos é freqüente e 
 potencialmente grave. 
 
 Representa a principal causa de morte por intoxicação 
medicamentosa nos EUA 
 
 No Brasil, situa-se entre os três primeiros grupos de 
 medicamentos relacionados à tentativa de suicídio 
 
A 
 
D 
 
T 
ALERTA ! 
=> Devem ser encaminhados para avaliação médica: 
• Todos os pacientes que tomaram overdose, mesmo assintomáticos 
• Todos os pacientes que tenham excedido a sua dose prescrita de 2 
ou mais agentes cardiotóxicos , independentemente da dose. 
• Todas as crianças que tenham ingerido qualquer quantidade de 
antidepressivos tricíclicos 
• Todos os pacientes sintomáticos. 
 
=> Podem aguardar em observação em casa: 
• Os adultos que ingeriram acidentalmente uma dose não tóxica e 
que estão assintomáticos 
• Os pacientes devem ser aconselhados a procurar assistência médica 
caso os sintomas se desenvolvem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANTIDEPRESSIVOS ISRS 
Tratamento da depressão 
Transtornos do pânico e ansiedade 
Transtorno obsessivo-compulsivo 
 
Fluoxetina (Prozac®): DT > 600 mg e DL > 2 g 
 Paroxetina (Aropax®): DT > 850 mg; sem descrição de óbitos 
 Sertralina (Zoloft®): DT > 1g; casos graves > 2g – sem óbitos 
 Citalopram (Cipramil®): DT e DL não estabelecidas, DL > 2 g (?) 
 Fluvoxamina (Luvox®): DT > 1g; sem descrição de óbitos 
 Venlafaxina (Efexor®): DT > 1 g; sem descrição de óbitos 
 
ANTIDEPRESSIVOS ISRS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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S 
Intoxicação 
Sintomas 
anticolinérgicos: 
 taquicardia, 
hipertensão 
 tremores 
 hipertermia 
 midriase 
 retenção 
urinaria 
 crise 
convulsiva 
 náusea, 
vômitos 
 depressão do 
nível de 
consciência 
 Arritmias cardíacas 
semelhantes ADT 
Síndrome 
serotoninérgica: 
Leve: tremores, 
confusão mental, 
movimentos coreicos, 
midriase 
 
 Moderada: agitação 
psicomotora, 
diaforese, ataxia, rubor 
 
Grave: delirio, trismo, 
rigidez muscular, 
hipertermia, 
mioclonia, sudorese, 
coma 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tratamento 
Geral 
 
Aspiração, oxigenação 
 
Hipertermia: medidas físicas 
 
 Agitação, Convulsão e rigidez: 
Diazepam 
 
 Especifico 
 
 LG: desnecessária 
 
CA: dose única 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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S 
Concluindo... 
menos efeitos colaterais 
menor efeito nos receptores colinérgicos, 
histaminérgicos e -adrenérgico 
baixa toxicidade aguda - mais seguros em 
Superdosagem (ingestão 30 vezes superior a dose diária 
 produz pouco ou nenhum sintoma) 
 
Vantagens sobre ADT 
 
custo elevado 
naúsea, anorexia e insônia 
 agressividade, violência 
 relatos de aumento da taxa de suicídio 
 
Desvantagens sobre ADT 
 
ALERTA ! 
=> Devem ser encaminhados para avaliação médica: 
• Todos os pacientes que tomaram overdose, mesmo assintomáticos 
• Todos os pacientes que tenham ingerido mais de 1 IRSS 
• Todos os pacientes sintomáticos. 
 
=> Podem aguardar em observação em casa: 
• Crianças ou adultos que ingeriram acidentalmente uma dose não 
tóxica e que estão assintomáticos 
• Os pacientes devem ser aconselhados a procurar assistência médica 
caso os sintomas se desenvolvem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Curso de Atualização em Toxicologia - 2015 
INTOXICAÇÃO 
POR 
PARACETAMOL 
Scheila C. G. Pedrini Rocio 
Outubro|2015 
Introdução 
• Analgésico e antipirético mais utilizado nos EUA 
• Causa mais frequente de intoxicação medicamentosa e 
principal causa de morte por superdosagem de medicamentos 
nos EUA; 
• Principal causa de falência hepática aguda nos EUA 
• Doses terapêuticas repetidas ou doses levemente excessivas 
podem causar hepatotoxicidade em indivíduos suscetíveis, 
como alcoólatras. 
• Apresentação: 
– Isolado: Tylenol ®, Dôrico ®, Tylaflex ® 
– Associação: Tandrilax ®, Tylex ®, Buscopan Plus ® 
 
 
PARACETAMOL 
Farmacologia 
 Absorção: rápida e quase completa pelo TGI 
 
 Pico Plasmático: 1 a 2 horas após ingestão . 
 Sobredosagem: > 4 horas. 
 
 Meia vida: 2 a 4 horas 
 
 Metabolização: hepática 
 
 Excreção: urinária 
PARACETAMOL 
Metabolismo e Efeito Tóxico 
 90% do PARACETAMOL é conjugado a sulfato e glucuronídeo e 
excretado na urina; 
 
 Pequena quantidade é excretada na urina sem sofrer 
metabolização; 
 
 5% é metabolizado via citocromo P450 em NAPQI (N-acetil-p-
benzoquinoneimina), composto hepatotóxico 
 
 NAPQI é rapidamente conjugado ao Glutation hepático, 
formando composto atóxico que é eliminado na urina; 
 
 Quando mais de 70-80% do estoque de glutation está depletado 
o NAPQI começa a lesar os hepatócitos (necrose centrolobular). 
PARACETAMOL 
PARACETAMOL 
Conjugação 
com Sulfato 
Conjugação com 
Ác. Glicurônico 
Bioativação pelo 
Citocromo P450 
NAPQI 
Lesão hepática 
Conjugação 
Glutation 
Excreção 
urinária 
60% 
30% 
5% 
5% 
Composto 
Atóxico 
> 70% do 
estoque de 
Glutation 
esgotado 
Metabolismo: particularidades na criança 
• maior capacidade de conjugação por sulfatação; 
 
• oferta e regeneração maior de glutation; 
 
• menor atividade do complexo citocromo P450. 
PARACETAMOL 
Menor produção do metabólito tóxico. 
Dose terapêutica 
• Adultos : Dose máxima diária: 4 g/dia 
• Crianças: Dose máxima diária: 80 mg/kg/dia 
– 10-15 mg/kg/dose de 4/4 a 6/6 horas 
PARACETAMOL 
Dose tóxica 
• Adultos : > 7,5g  12 g 
• Crianças: > 140 mg/kg  >200mg/kg 
 Ingesta de doses terapêuticas durante vários dias  
alteração de TGO. 
 
 Assintomático ou sintomas gastrintestinais 
 Praticamente não são detectadas alterações 
laboratoriais. 
 
 Dor em hipocôndrio direito 
 Alteração de enzimas hepáticas, Bbs, TAP 
 Início do comprometimento renal 
 
 Necrose hepática (necrose centro-lobular) 
 Icterícia, distúrbio da coagulação, encefalopatia 
hepática, insuf. renal anúrica 
 Falência de múltiplos órgãos (ÓBITO) 
 
 Recuperação completa, se houver hepatócitos 
íntegros. Regeneração hepática em 3 a 6 meses 
 
Fase I 
(2h-24h) 
Fase IV 
(4d -2 sem) 
Fase II 
(24h-72h) 
Fase III 
(72h-96h) 
Manifestações Clínicas 
Diagnóstico e Exames Laboratoriais 
 TGO, TGP, UR e CR na admissão 
 Repetir TGO e TGP diariamente por 3 dias. 
 Se TGO e TGP alterados => solicitar TAP, bilirrubinas, glicemia, 
creatinina, uréia, eletrólitos 
 Dosagem sérica do PC (nomograma de Rumack-Matthew) – coletar 
4-20 horas após a ingesta. Usado para estimar o risco de toxicidade 
hepática. 
 
 
PARACETAMOL 
Tratamento 
 Descontaminação: Carvão ativado (1 dose na 1° hora) 
 Antídoto: N-ACETILCISTEÍNA (NAC) 
 Liga-se diretamente com o metabólito tóxico (substitui o 
Glutation) e aumenta a síntese do Glutation hepático; 
 Diminui entre 21% e 28 % mortalidade em caso de insuficiência 
hepática; 
Melhor resposta: até 8 horas após a ingesta; 
 Efeitos adversos: náusea e vômito (VO) e reação alérgica(EV) 
 intervalo de 1 a 2 horas entre o CA e NAC 
 
 
 
 
PARACETAMOL 
 Deve-se repetir a dose de NAC se ocorrer 
vômito na 1° hora após a administração. 
Tratamento 
 Protocolo NAC 
 
Ataque: 140mg/kg 
Manutenção : 70 mg/kg de 4/4h (17 doses) 
Via Oral (total: 72 horas) 
Ataque: 150mg/kg em 15 min 
BIC: 50 mg/kg em 4 horas + 100 mg/kg em 16 horas 
Via Endovenosa (total: 20 horas) 
PARACETAMOL 
ATENÇÃO ! 
• Pacientes grávidas: a dose tóxica deve ser calculada utilizando 
peso pré-gravidez da paciente e a dose antídoto deve ser 
calculada utilizando o peso grávida real do paciente . 
• Adultos obesos (peso > 110 kg): a dose tóxica e a dose do 
antidoto deve ser calculada usando um máximo de 110 kg. 
• Crianças obesas: a dose tóxica e a dose do antidoto deve ser 
calculada com o peso real da criança, até um máximo de 110 kg. 
 
 
 
PARACETAMOL 
Conclusão 
 Exposição ao Paracetamol é freqüente; 
 
 A Intoxicação é potencialmente grave (hepatite 
fulminante); 
 
 Introdução precoce do antídoto (NAC) é 
fundamental; 
 
 Se o paciente sobrevive, ocorre recuperação 
completa do quadro sem fibrose residual; 
 
 
PARACETAMOL 
 OBRIGADO! 
0800 283 9904

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