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O BRASIL NO MUNDO TEMA 5 Brasil é o maior país da América do Sul, e da América Latina, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) e população (com mais de 208 milhões de habitantes IBGE 2018). É o único país na América onde se fala majoritariamente a língua portuguesa e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de vários cantos do mundo. A sua Constituição atual, formulada em 1988, define o Brasil como um república federativa presidencialista, formada pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e dos 5.570 municípios. O território que atualmente forma o Brasil “foi encontrado” pelos europeus em 1500, durante uma expedição portuguesa liderada por Pedro Alvares Cabral pela região, que até então era habitada por indígenas ameríndios (índios da América) divididos entre milhares de grupos e linguísticos diferentes. Depois da chegada de Cabral em 1500 as terras indígenas tornam-se simples colônia do império Português. AS REGIÕES BRASILEIRAS TEMA 6 O território brasileiro está dividido em 26 Estados mais o Distrito Federal (DF), além de estar regionalizado, ou seja, dividido em Regiões. As Regiões do Brasil são as grandes divisões do território do país, observando as características físicas ou naturais, do relevo, do clima, da vegetação, da hidrografia, como também das atividades econômicas. Considerando que o território brasileiro possui dimensões continentais, com 8.514.877km², o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dividiu o país desde 1974 em cinco grandes regiões. Estas são as regiões brasileiras: região norte, região nordeste, região centro-oeste, região sudeste e região sul. � INCLUDEPICTURE "http://static.todamateria.com.br/upload/52/40/524057d4384e8-regioes-brasileiras.jpg" \* MERGEFORMATINET ��� Divisão regional do Brasil TEMA 7 Portanto, as cinco regiões brasileiras estão divididas em: A Região Nordeste ocupa uma área de 1.554.291.607 km² sendo a região brasileira que possui a maior costa litorânea do país. Essa região é formada por 9 estados, a saber: Maranhão (São Luís), Piauí (Teresina), Ceará (Fortaleza), Rio Grande do Norte (Natal), Paraíba (João Pessoa), Pernambuco (Recife), Alagoas (Maceió), Sergipe (Aracaju) e Bahia (Salvador). A Região Norte ocupa uma área de 3.853.676.948 km² é a maior das regiões brasileiras. Essa região é formada por 7 estados, a saber: Amazonas (Manaus), Pará (Belém), Acre (Rio Branco), Rondônia (Porto Velho), Tocantins (Palmas), Amapá (Macapá) e Roraima (Boa Vista). A Região Cento Oeste ocupa uma área de 1.606.399.509 km², considerada a única região brasileira que não é banhada pelo mar. Essa região é formada por 3 estados, a saber: Mato Grosso (Cuiabá), Goiás (Goiana), Mato Grosso do Sul (Campo Grande) e o Distrito Federal (BRASILIA). A Região Sudeste ocupa uma área de 924.620.678 km² sendo a segunda menor região brasileira em extensão territorial e a mais desenvolvida economicamente. Além disso, é considerada a mais populosa das regiões abrigando 44% da população brasileira. Essa região é formada por 4 estados, a saber: Minas Gerais (Belo Horizonte), Espírito Santo (Vitória), São Paulo (São Paulo) e Rio de Janeiro (Rio de Janeiro). A Região Sul ocupa uma área de 576.744.310 km² sendo considerada a menor região brasileira. Formada por 3 estados: Paraná (Curitiba), Santa Catarina (Florianópolis) e Rio Grande do Sul (Porto Alegre), essa região faz fronteira com o Uruguai, Argentina e Paraguai. A Região Norte é a região que possui a maior área, ou 45,2% do território nacional) e com população de 16,3 milhões de habitantes. É a região com a menor densidade demográfica. A região possui sete estados onde um deles o Pará se destaca por seu tamanho e sua população. As Regiões Geoeconômicas do Brasil TEMA 13 1- Amazônia; 2- Centro-Sul; 3- Nordeste. Mapa geoeconômico A divisão regional oficial do Brasil é aquela estabelecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo composta por cinco complexos regionais: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. No entanto, além dessa regionalização do território nacional, existe outra divisão regional (não oficial), conhecida como regiões geoeconômicas do Brasil: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Os critérios adotados para a delimitação dessas três regiões foram os aspectos naturais e, principalmente, as características socioeconômicas. As regiões geoeconômicas do Brasil não seguem os limites das fronteiras dos estados, visto que seus critérios mais importantes são os aspectos sociais e econômicos, havendo grande dinamismo na delimitação espacial. Portanto, alguns estados brasileiros estão inseridos em diferentes regiões: a porção norte de Minas Gerais é parte integrante da chamada região Nordeste, e o restante do estado está localizado no complexo regional Centro-Sul; o extremo sul do Tocantins localiza-se na região Centro-Sul, e o restante do seu território faz parte da região da Amazônia; a porção oeste do Maranhão integra a região da Amazônia e a sua porção leste está localizada no complexo regional nordestino; Mato Grosso integra a região Centro-Sul (porção sul), além da região da Amazônia (porção centro-norte) Região geoeconômica Amazônia: É a maior das três. Tem aproximadamente 5 milhões de km2, extensão que corresponde a quase 60% do território brasileiro. Compreende todos os Estados da região Norte (com exceção do extremo sul de Tocantins). O estado do Maranhão e praticamente todo o Mato Grosso. No que se refere ao clima, esse é quente e bastante chuvoso. E quanto à vegetação, a Floresta Amazônica é a de maior predominância. Apesar de sua dimensão, possui o menor número de habitantes do país 7% apenas. Em muitos pontos da região acontecem os chamados "vazios demográficos". A maioria da população está local localizada nas duas principais capitais do complexo, Manaus e Belém. Na economia predominam o extrativismo animal, vegetal e mineral. Destacam-se também o polo petroquímico da Petrobras e a Zona Franca de Manaus, que fabrica a maior parte dos produtos eletrônicos brasileiros e o complexo Albras-alunorte no Pará. Região geoeconômica Centro-Sul Abrange as regiões Sul e Sudeste (exceto o norte de Minas Gerais), Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e o sul de Tocantins. Compreende aproximadamente 2,2 milhões de km2. É a região mais dinâmica do ponto de vista econômico. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são as cidades de maior destaque. O Centro-Sul é o principal destino de migrantes de diversos pontos do país e onde se encontra cerca de 70% de toda a população brasileira. A região Centro-Sul é a mais desenvolvida, economicamente, do Brasil, uma vez que é a principal responsável pelo Produto Interno Bruto (PIB) nacional: cerca de 75% do PIB brasileiro. Sua economia é dinâmica, apresentando um elevado grau de industrialização. As principais atividades econômicas são: agropecuária moderna, variados segmentos industriais dotados de um efetivo aparato tecnológico, bancos, desenvolvimento de pesquisas científicas, serviços diversos, etc. Esse é o complexo regional que concentra a maior parte da renda nacional, além de apresentar os melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Região geoeconômica Nordeste Com uma área de aproximadamente 1,5 milhões de quilômetros quadrados, é a segunda do país em população. Inclui todo o Nordeste da divisão oficial (com exceção do oeste do Maranhão) e o norte de Minas Gerais, onde se localiza o Vale do Jequitinhonha. Historicamente, é a mais antiga do Brasil. É também a mais pobre das regiões, com números elevados de mortalidade infantil, analfabetismo, fome e subnutrição. Assim como acontece em grande parte do território brasileiro, a população nordestina é mal distribuída. Cerca de 60% ficaconcentrada na faixa litorânea e nas principais capitais Fortaleza, Salvador e Recife. Já no sertão e no interior, os níveis de densidade populacional são baixos, devido, em grande parte, à seca. Contudo, possui muitas riquezas históricas e culturais, tanto do ponto de vista arquitetônico, como de costumes e tradições. No geral os antigos analistas econômicos classificam as regiões geoeconômicas na divisão do trabalho nas seguintes funções. A região amazônica produtora e fornecedora de matéria prima: a Nordeste grande produtora de mão de obra barata e desqualificada que são aproveitada e apropriada para desenvolver o Eixo Centro-sul. O ESTADO DO PARÁ EM FOCO TEMA 8 O Estado do Pará é um dos sete Estados da Região Norte e um dos estados da Amazônia brasileira, o Pará está dividido geograficamente em seis mesorregiões, (Grandes Regiões) e 22 microrregiões: as seis mesorregiões paraenses são: (Mesorregião do Baixo Amazonas), (Mesorregião de Marajó), (Mesorregião Metropolitana de Belém), (Mesorregião do Nordeste Paraense), (Mesorregião do Sudeste Paraense) e (Mesorregião do Sudoeste Paraense). �� Em quanto que as 22 microrregiões elaboradas pelo IBGE são: Almeirim, Altamira, Arari, Bragantina, Belém, Cametá, castanhal, Conceição do Araguaia, Furos de Breves, Guamá, Itaituba, marabá, Óbidos, Parauapebas, Paragominas, Portel, Redenção, salgado, Santarém, são Félix do Xingu, Tucuruí e Microrregião de Tomé-açu. No total o Estado do Pará Conta com 144 municípios. �� OS MUNICÍPIOS DO BRASIL TEMA 9 Os municípios do Brasil são uma circunscrição territorial dotada de personalidade jurídica e com certa autonomia administrativa, sendo as menores unidades autônomas da federação. Atualmente existem 5.570 municípios em todo território nacional, alguns com população maior que a de vários Países do mundo (município de São Paulo com cerca de 11 milhões de habitantes), outros com menos de mil habitantes; alguns com área maior do que vários países no mundo (Altamira, no Pará, é quase duas vezes maior que Portugal), outros com menos de 4 Km2. Também pode ser formadas por territórios desconexos, como Sitio d’Abadia e Senador José Porfirio. O estado-membro com menos municípios é Roraima com apenas quinze. Enquanto isso, o estado de Minas Gerais é o que possui a maior quantidade, com 853 municípios. Conceitos de Amazônia Internacional, Amazônia Legal e Região Norte A *Amazônia é uma região na América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical também chamada Floresta Equatorial. Para fins de planejamento e promover o desenvolvimento, a região amazônica é dividida em Amazônia Legal, Amazônia Internacional e ainda Região Norte. Confira abaixo a diferença entre cada uma dessas classificações: A Amazônia Internacional é um termo que se utiliza para fazer referência à região norte da América do Sul, onde está localizada a Floresta Amazônica, que abrange uma área total de 7 milhões de km2. Essa região é também conhecida por Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia ou Floresta Pluvial. A Amazônia Internacional se estende por (engloba) nove países: Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. A maior parte da Amazônia Internacional está localizada em território brasileiro, compreendendo 60% do total, denominada pelo governo brasileiro de Amazônia Legal A floresta tropical da Amazônia é uma das maiores do mundo. Tem clima quente e úmido, com chuvas abundantes. O período chuvoso tem a duração de seis meses. A biodiversidade de fauna e a flora de longe a maior do mundo, contribui de forma significativa para a biodiversidade brasileira e mundial. A região da Amazônia Internacional compreende a maior Bacia Hidrográfica do mundo. Formada pelo rio Amazonas e seus afluentes. “Na Amazônia, em termos de biogeografia temos cerrados, campos, terra firme, alagados, cidades, metrópoles, vilas, pequenas comunidades e nove “idiomas”. Amazônia Legal – Também chamada de Amazônia Brasileira é o nome atribuído pelo governo brasileiro a uma determinada área da Floresta Amazônica, pertencente ao Brasil, e que abrange nove Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão. A área corresponde a aproximadamente 5.217.423 km2, cerca de 61% do território brasileiro. Amazônia Legal - foi instituída pela lei nº 1.806, de 06 de janeiro de 1953, durante o Governo Vargas Com a definição, o governo pretendia levar desenvolvimento à região. Simultaneamente, foi criada uma organização responsável pelas iniciativas de promoção dessa região, atualmente designada Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Os critérios para incorporação à Amazônia Legal são as características naturais, como bacia hidrográfica. Além das questões naturais, sociais e as questões políticas. Lista de municípios da Região Norte do Brasil por população Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Saltar para a navegação�� HYPERLINK "https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_munic%C3%ADpios_da_Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o" \l "p-search" Saltar para a pesquisa Esta é uma lista dos 100 municípios mais populosos da Região Norte do Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 1 de julho de 2018.[1] Cidades �� Manaus, capital do Amazonas, é a cidade mais populosa da Região Norte do Brasil e a sétima do país. �� Belém, capital do Pará, é a segunda cidade mais populosa da Região Norte do Brasil e a décima primeira do país. �� Porto Velho, capital de Rondônia, é a quarta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. �� Macapá, capital do Amapá, é a quinta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. �� Rio Branco, capital do Acre, é a sexta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. �� Boa Vista, capital de Roraima, é a sétima cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. �� Santarém, é a terceira cidade mais populosa do Pará e a oitava da Região Norte do Brasil. �� Palmas, capital do Tocantins, é a nona cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. �� Marabá, é a quarta cidade mais populosa do Pará e a décima mais populosa da Região Norte do Brasil. Pos. Município Estado População 1 Manaus Amazonas 2 145 444 2 Belém �� Pará 1 485 732 3 Ananindeua �� Pará 525 566 4 Porto Velho Rondônia 519.531 5 Macapá Amapá 493 634 6 Rio Branco Acre 401 155 7 Boa Vista Roraima 375 374 8 Santarém �� Pará 302 667 9 Palmas Tocantins 291 855 10 Marabá �� Pará 275 086 11 Parauapebas �� Pará 202 882 12 Castanhal �� Pará 198 294 13 Araguaína Tocantins 177 517 14 Abaetetuba �� Pará 156 292 15 Cametá �� Pará 136 390 16 Marituba �� Pará 129 321 17 Ji-Paraná Rondônia 127 907 18 Bragança �� Pará 126 436 19 São Félix do Xingu �� Pará 124 763 20 Barcarena �� Pará 122 294 21 Santana Amapá 119 610 22 Altamira �� Pará 113 195 23 Parintins Amazonas 113 168 24 Tucuruí �� Pará 112 148 25 Paragominas �� Pará 111 764 26 Ariquemes Rondônia 106 168 27 Tailândia �� Pará 103 664 28 Breves �� Pará 101 891 29 Itaituba �� Pará 101 097 30 Itacoatiara Amazonas 99 955 31 Vilhena Rondônia 97 448 32 Manacapuru Amazonas 96 236 33 Cruzeiro do Sul Acre 87 673 34 Gurupi Tocantins 85 737 35 Cacoal Rondônia 84 813 36 Coari Amazonas 84 272 37 Redenção �� Pará 83 997 38 Moju �� Pará 80 988 39 Novo Repartimento �� Pará 74 602 40 Oriximiná �� Pará 72 160 41 Santana do Araguaia �� Pará 71 187 42 Santa Izabel do Pará �� Pará 69 746 43 Capanema �� Pará 68 61644 Breu Branco �� Pará 64 738 45 Tabatinga Amazonas 64 488 46 Tomé-Açu �� Pará 62 854 47 Maués Amazonas 62 755 48 Ipixuna do Pará �� Pará 62 455 49 Igarapé-Miri �� Pará 62 355 50 Benevides �� Pará 61 689 51 Portel �� Pará 61 126 52 Viseu �� Pará 61 049 53 Tefé Amazonas 60 154 54 Dom Eliseu �� Pará 58 956 55 Jacundá �� Pará 58 457 56 São Miguel do Guamá �� Pará 58 328 57 Monte Alegre �� Pará 57 900 58 Ulianópolis �� Pará 57 632 59 Juruti �� Pará 56 908 60 Alenquer �� Pará 56 480 61 Acará �� Pará 55 513 62 Manicoré Amazonas 54 907 63 Rolim de Moura Rondônia 54 702 64 Capitão Poço �� Pará 54 179 65 Humaitá Amazonas 54 001 66 Vigia �� Pará 53 191 67 Itupiranga �� Pará 53 182 68 Porto Nacional Tocantins 52 700 69 Óbidos �� Pará 51 964 70 Jaru Rondônia 51 933 71 Rondon do Pará �� Pará 51 903 72 Paraíso do Tocantins Tocantins 50 602 73 Rurópolis �� Pará 49 503 74 Laranjal do Jari Amapá 49 446 75 Conceição do Araguaia �� Pará 47 734 76 Iranduba Amazonas 47 571 77 Pacajá �� Pará 46 986 78 Baião �� Pará 46 416 79 Guajará-Mirim Rondônia 45 783 80 Uruará �� Pará 45 517 81 Augusto Corrêa �� Pará 45 516 82 Lábrea Amazonas 45 245 83 Sena Madureira Acre 45 177 84 São Gabriel da Cachoeira Amazonas 44 816 85 Xinguara �� Pará 44 410 86 Benjamin Constant Amazonas 42 020 87 Tarauacá Acre 41 976 88 Borba Amazonas 40 565 89 Porto de Moz �� Pará 40 458 90 Salinópolis �� Pará 40 424 91 Goianésia do Pará �� Pará 39 857 92 Muaná �� Pará 39 783 93 Curuçá �� Pará 39 540 94 Machadinho d'Oeste Rondônia 39 097 95 Tucumã �� Pará 39 059 96 Buritis Rondônia 38 937 97 Afuá �� Pará 38 863 98 Autazes Amazonas 38 830 99 Igarapé-Açu �� Pará 38 588 100 São Paulo de Olivença Amazonas 38 515 Dos 100 municípios mais populosos da Região Norte do Brasil, 60 deles estão no estado do Pará, que é também o mais populoso. O Amazonas vem em seguida, tendo 17 municípios entre os 100 mais populosos. Rondônia possui 10 municípios entre os mais populosos, seguido do Tocantins, com 5 e Acre e Amapá, com 4 e 3 municípios, respectivamente. Roraima possui 1 único município na lista dos 100 mais populosos de sua região, que é sua própria capital, Boa Vista. Posição Estado Nº de Municípios 1 �� Pará 60 2 Amazonas 17 3 Rondônia 10 4 Tocantins 5 5 Acre 4 6 Amapá 3 7 Roraima 1 Lista de municípios da região Norte do Brasil por IFDM Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Lista dos 100 melhores municipios da região Norte do Brasil, de acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, ano base 2007. Acima de 0,750 IFDM dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado IFDM 2007 1 Parauapebas �� Pará 0,7825 2 Tupiratins Tocantins 0,7783 3 Palmas Tocantins 0,7638 4 Boa Vista Roraima 0,7591 5 Belém �� Pará 0,7575 6 Palmeirópolis Tocantins 0,7521 Acima de 0,700[editar | editar código-fonte] IFDM dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado IFDM 2007 7 Manaus Amazonas 0,7407 8 Barcarena �� Pará 0,7240 9 Vilhena Rondônia 0,7152 10 Porto Velho Rondônia 0,7117 11 Araguaína Tocantins 0,7065 12 Tucuruí �� Pará 0,7010 Lista de municípios da região Norte do Brasil por IDH Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta é uma lista de municípios da Região Norte do Brasil classificados por seu IDH. A Região Norte é a maior das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" e para ajudar a classificar os países como desenvolvidos (desenvolvimento humano muito alto), em desenvolvimento (desenvolvimento humano médio e alto) e subdesenvolvidos (desenvolvimento humano baixo). A estatística é composta a partir de dados de expectativa de vida ao nascer, educação e PIB (PPC) per capita (como um indicador do padrão de vida) recolhidos a nível nacional. �� Mapa de estados do Brasil segundo o IDH. IDH dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado Dados de 2010 1 Palmas Tocantins 0,788 2 Paraíso do Tocantins Tocantins 0,764 3 Gurupi Tocantins 0,759 4 Boa Vista Roraima 0,752 Araguaína Tocantins 0,752 6 Belém �� Pará 0,746 7 Guaraí Tocantins 0,741 8 Porto Nacional Tocantins 0,740 9 Manaus Amazonas 0,737 10 Porto Velho Rondônia 0,736 11 Macapá Amapá 0,733 12 Pedro Afonso Tocantins 0,732 13 Vilhena Rondônia 0,731 14 Rio Branco Acre 0,722 15 Cacoal Rondônia 0,718 Ananindeua �� Pará 0,718 17 Parauapebas �� Pará 0,715 18 Ji Paraná Rondônia 0,714 19 Pimenta Bueno Rondônia 0,710 20 Serra do Navio Amapá 0,709 21 Alvorada Tocantins 0,708 22 Ariquemes Rondônia 0,702 23 Colinas do Tocantins Tocantins 0,701 Dianópolis Tocantins 0,701 25 Rolim de Moura Rondônia 0,700 26 Novo Alegre Tocantins 0,699 27 Fátima Tocantins 0,697 Combinado Tocantins 0,697 29 Cerejeiras Rondônia 0,692 Santana Amapá 0,692 31 Santarém �� Pará 0,691 32 Figueirópolis Tocantins 0,689 Jaru Rondônia 0,689 34 Brejinho de Nazaré Tocantins 0,686 35 Colorado do Oeste Rondônia 0,685 36 Miracema do Tocantins Tocantins 0,684 Brasilândia do Tocantins Tocantins 0,684 38 Divinópolis do Tocantins Tocantins 0,683 39 Ouro Preto do Oeste Rondônia 0,682 40 Tocantinópolis Tocantins 0,681 41 Arapoema Tocantins 0,680 42 Dueré Tocantins 0,679 43 Aurora do Tocantins Tocantins 0,677 44 Marituba �� Pará 0,676 45 Araguaçu Tocantins 0,675 Lajeado Tocantins 0,675 Oliveira de Fátima Tocantins 0,675 Silvanópolis Tocantins 0,675 49 Peixe Tocantins 0,674 50 Canaã dos Carajás �� Pará 0,673 Novo Progresso �� Pará 0,673 Castanhal �� Pará 0,673 Cristalândia Tocantins 0,673 Natividade Tocantins 0,673 Palmeirópolis Tocantins 0,673 Cidades por Estado Nº de Cidades por Estado Estado Nº de Cidades Tocantins 30 Rondônia 11 �� Pará 8 Amapá 3 Amazonas 1 Acre 1 Roraima 1 Lista de municípios da região Norte do Brasil por PIB per capita Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Lista das 100 cidades da Região Norte do Brasil em ordem decrescente de PIB per capita. Dados de 2009 PIBper capita Acima de 30 mil[editar | editar código-fonte] PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 1 Mateiros Tocantins 51 362,36 2 Parauapebas �� Pará 36 772,35 3 Barcarena �� Pará 35 512,63 4 Fortaleza do Tabocão Tocantins 31 597,58 5 Peixe Tocantins 30 870,07 6 Canaã dos Carajás �� Pará 30 820,86 7 Lagoa da Confusão Tocantins 30 252,26 Acima de 20 mil PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 8 Pimenteiras do Oeste Rondônia 28 557,41 9 São Salvador do Tocantins Tocantins 28 440,98 10 Miracema do Tocantins Tocantins 28 416,60 11 Campos Lindos Tocantins 28 070,09 12 Serra do Navio Amapá 27 572,90 13 Rio Crespo Rondônia 27 342,53 14 Tupirama Tocantins 23 666,14 15 Manaus Amazonas 23 286,06 16 Chupinguaia Rondônia 23 472,48 17 Tucuruí �� Pará 22 602,75 18 Pedro Afonso Tocantins 20 423,89 Acima de 16 mil[editar | editar código-fonte] PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 19 Corumbiara Rondônia 19 918,42 20 Cacaulândia Rondônia 17 874,43 21 Bandeirantes do Tocantins Tocantins 17 631,14 22 Parecis Rondônia 17 432,77 23 Porto Velho Rondônia 17 260,03 24 Vilhena Rondônia 17 000,59 25 Sucupira Tocantins 16 846,02 26 Coari Amazonas 16 470,12 27 Crixás do Tocantins Tocantins 15 796,09 28 Cariri do Tocantins Tocantins 15 760,64 29 Palmas Tocantins 15 713,27 30 Cabixi Rondônia 15 620,43 31 Boa Vista Roraima 15 325,90 32 Pimenta Bueno Rondônia 15 113,93 33 Dueré Tocantins 15 083,23 34 Alvorada Tocantins 15 067,83 35 Marabá �� Pará 15 064,88 Acima de 14 mil[editar | editar código-fonte] PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 36 Presidente Kennedy (Tocantins) Tocantins 14 956,31 37 Castanheiras Rondônia 14 554,90 38 Oriximiná �� Pará 14 519,90 39 Pugmil Tocantins 14 368,53 40 Tupiratins Tocantins 14 352,51 41 Cerejeiras Rondônia 14 314,04 42 Palmeirante Tocantins 13 907,04 43 Rio dos Bois Tocantins 13 890,55 44 Santa Rita do Tocantins Tocantins 13 778,53 45 Talismã Tocantins 13 560,56 46 Aguiarnópolis Tocantins 13 560,13 47 Figueirópolis Tocantins 13 468,57 48 Alto Alegre dos Parecis Rondônia 13 540,61 49 Formoso do Araguaia Tocantins 13 459,32 50 Araguaína Tocantins 13 227,07 51 Candeias do Jamari Rondônia 13 216,57 52 Monte do Carmo Tocantins 13 138,13 53 Bujari Acre 13 099,24 54 Cujubim Rondônia 13 006,74 Acima de 12 mil[editar | editar código-fonte] PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 55 Arraias Tocantins 12 810,25 56 Ferreira Gomes Amapá 12 774,01 57 Pedra Branca do Amapari Amapá 12 769,37 58 Macapá Amapá 12 769,16 59 Guaraí Tocantins 12 711,78 60 Ji-Paraná Rondônia 12 625,77 61 Bom Jesus do Tocantins Tocantins 12 615,83 62 Gurupi Tocantins 12 568,87 63 Alta Floresta d'Oeste Rondônia 12 554,79 64 Rio Branco Acre 12 542,31 65 Vale do Anari Rondônia 12 537,24 66 São Francisco do Guaporé Rondônia 12 406,28 67 Theobroma Rondônia 12 400,60 68 Acrelândia Acre 12 345,40 69 Santa Luzia d'Oeste Rondônia 12 266,58 70 Cantá Roraima 12 233,38 71 São Miguel do Guaporé Rondônia 12 224,42 72 Ariquemes Rondônia 12 169,14 73 Primavera de Rondônia Rondônia 12 098,63 74 Brasilândia do Tocantins Tocantins 12 081,42 75 Jaru Rondônia 12 053,73 76 Guajará-Mirim Rondônia 12 018,52 Acima de 11 mil[editar | editar código-fonte] PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 77 Colorado do Oeste Rondônia 11 905,73 78 Paraíso do Tocantins Tocantins 11 832,33 79 Novo Horizonte do Oeste Rondônia 11 655,10 80 Araguaçu Tocantins 11 591,84 81 Presidente Figueiredo Amazonas 11 589,66 82 Cacoal Rondônia 11 552,42 83 Calçoene Amapá 11 543,30 84 Belém �� Pará 11 496,24 85 Pium Tocantins 11 489,49 86 Monte Negro Rondônia 11 436,05 87 Floresta do Araguaia �� Pará 11 415,03 88 Rodrigues Alves Acre 11 379,61 89 Santana Amapá 11 361,09 90 Nova Olinda Tocantins 11 244,68 91 Plácido de Castro Acre 11 209,79 92 São Felipe d'Oeste Rondônia 11 185,12 93 Dianópolis Tocantins 11 154,19 94 Benevides �� Pará 11 139,93 95 Almeirim �� Pará 11 065,45 96 Ouro Preto do Oeste Rondônia 11 077,85 97 Espigão do Oeste Rondônia 11 063,06 98 Senador Guiomard Acre 11 024,72 Acima de 10 mil[editar | editar código-fonte] PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil Posição Cidade Estado PIB Per capita 99 Oiapoque Amapá 10 995,17 100 Porto Acre Acre 10 920,91 Cidades por Estado Nº de Cidades por Estado Estado Nº de Cidades Tocantins 38 Rondônia 33 �� Pará 10 Amapá 7 Acre 7 Amazonas 3 Roraima 2 Referências[editar | editar código-fonte] Produto Interno Bruto dos Municípios 2005-2009 Pará tem dez municípios entre os mais pobres do País 28 de junho de 2011 3565 Pouco mudou no mapa da pobreza do Pará nos últimos 21 meses. Segundo estudo divulgado nesta segunda-feira, 27, em São Paulo, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a ascensão social e econômica da população do Estado nesse período não foi suficiente para que nenhum município se destacasse no ranking do mercado consumidor do País. Belém continua como a cidade com a maior renda média de toda a população, com apenas R$876,92. Na comparação com todos os municípios brasileiros, é somente a 404ª cidade no rol das ‘mais ricas’. Pelos dados divulgados pela FGV, a quantidade de pessoas dentro das classes A e B, denominados como a ‘elite do consumo’, ainda é muito baixo, só 15,3% (9,3% classe A e 6% na classe B). Como comparativo, Niterói (RJ), destacada como a mais endinheirada do País, com renda de R$ 2.064,30 por pessoa, possui cerca de 43% dos habitantes nessas classes, sendo 30,6% na classe A. O levantamento mostra que quase 40% dos belenenses estão fora do mercado consumidor. São 24,8% de representantes estagnados na classe D e 15,1% na classe E. Mas se não aparece entre os municípios com maior capacidade de consumo, em compensação o Estado surge com dez representantes entre os 50 mais pobres do País. Melgaço,por exemplo, é o quarto município do Brasil em número de habitantes na classe E (69,1%). Pelo levantamento, somente 12,4% dos habitantes do município são responsáveis pela movimentação da economia do município. Em seguida aparece Cachoeira do Piriá, 11º no ranking nacional, com quase 65% de habitantes vivendo em situação de miséria, com margem de 12,4% de habitantes em classes superiores a C. ‘Enquanto você ver no sul, no sudeste e até no centro-oeste vários pontos de ascensão das classes de consumo, a fotografia do Norte é bastante desbotada. A grande ascensão social da região parece que ainda está para acontecer. Mas a boa notícia é que tem muita gente na classe D, muita gente que era pobre, passou para a classe D, está estacionada e pronta para ir para a classe C, que indica a base do mercado de consumo’, analisa o economista Marcelo Neri, responsável pelo levantamento. No geral, Maranhão, Pará, Amazonas e Piauí são os Estados que mais aparecem na lista de populações com baixo poder de consumo. Dentre os representantes paraenses, ainda há Bagre, com 13,8% de pessoas nas classes A, B e C; Santa Cruz do Arari (15,1%); Limoeiro do Ajuru (15,9%); Chaves (16,1%); Augusto Corrêa (16,1%); Afuá (16,3%); Viseu (16,9%); e Porto de Moz (17%). Por outro lado, os maiores redutos consumidores do Estado, depois de Belém, são Novo Progresso, com 59,9% da população classificada acima da classe C; Parauapebas, com 58,4%; Ananindeua, com 54,5%; Redenção, com 51,8%; Canaã dos Carajás, 51,3%; Tucumã, com 50,8%; e Rio Maria, com 50,1%. (O Liberal) Os 10 estados mais violentos do Brasil, segundo o Ipea Sete unidades federativas do Norte e Nordeste têm as maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes SÃO PAULO - O Ipea (Instituto de pesquisa econômica aplicada) publicou nesta terça-feira (5) o Atlas da Violência na edição 2018. A publicação compara dados coletados entre 2006 e 2016. O estudo mostra mostra que o país alcançou pela primeira vez a marca de 30,3 homicídios a cada 100 mil habitantes. Este número corresponde a um total de 62.517 homicídios naquele ano, 30 vezes o observado na Europa nos mesmos 12 meses. Apenas entre 2006 e 2016, 553 mil pessoas perderam suas vidas devido à violência intencional no Brasil, relata o Ipea. Entre 1980 e 2016, cerca de 910 mil pessoas foram mortas pelo uso de armas de fogo no país. "Uma verdadeira corrida armamentista que vinha acontecendo desde meados dos anos 1980 só foi interrompida em 2003, com a sanção do Estatuto do Desarmamento. Em 2003, o índice de mortes por armas de fogo era de 71,1%, o mesmo registrado em 2016", escreve o Instituto. Por unidade federativa, o Ipea descobriu que sete UFs do Norte e Nordeste têm as maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes: Sergipe (64,7), Alagoas (54,2), Rio Grande do Norte (53,4), Pará (50,8), Amapá (48,7), Pernambuco (47,3) e Bahia (46,9). Entre os 10 estados onde a violência letal cresceu no período analisado, estão o Rio Grande do Sul e nove pertencentes às regiões Norte e Nordeste. → Quer trabalhar no mercado financeiro e ter uma renda média de R$ 20.000? Você pode Os dez estados mais violentos foram os seguintes: UF Homicídios/ 1000 habitantes em 2016 Sergipe 64,7 Alagoas 54,2 Rio Grande do Norte 53,4 Pará 50,8 Amapá 48,7 Pernambuco 47,3 Bahia 46,9 Acre 44,4 Roraima 39,7 Rondônia 39,3 Tocantins 37,6 Perfil No geral, os homicídios respondem por 56,5% dos óbitos de homens entre 15 a 19 anos no Brasil. Em 2016, 33.590 jovens foram assassinados – aumento de 7,4% em relação a 2015 –, sendo 94,6% do sexo masculino. Ao mesmo tempo, a pesquisa observa um aumento de 6,4% nos assassinatos de mulheres no Brasil nestes 10 anos. A situação é mais grave em Roraima, que apresentou uma taxa de 10 homicídios por 100 mil mulheres. A desigualdade de raça se acentuou durante o período pesquisado. De todas as pessoas assassinadas no Brasil em 2016, 71,5% eram pretas ou pardas. Naquele mesmo ano, a taxa de homicídios de negros foi duas vezes e meia superior à de não negros (40,2 contra 16,0). Contudo, em nove estados as taxas de homicídio de negros decresceram na década de 2006 a 2016, entre eles São Paulo (-47,7%), Rio de Janeiro (-27,7%) e Espírito Santo (-23,8%). Estas são as 50 cidades mais violentas do mundo (e 17 estão no Brasil) Compartilhar O Brasil é o país com o maior número de cidades entre as 50 áreas urbanas mais violentas do mundo, segundo ranking divulgado nesta semana pela organização de sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz, que faz o levantamento anualmente com base em taxas de homicídios por 100 mil habitantes (veja lista completa abaixo). São 17 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes listadas no ranking, que é encabeçado pela mexicana Los Cabos (com 111,33 homicídios por 100 mil habitantes em 2017) e pela capital venezuelana, Caracas (111,19). Natal (RN) aparece em quarto lugar, com 102,56 homicídios por 100 mil habitantes - para se ter uma ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera uma taxa acima de 10 homicídios por 100 mil habitantes como característica de violência epidêmica. Outras cidades brasileiras que aparecem no ranking são Fortaleza (CE), Belém (PA), Vitória da Conquista (BA), Maceió (AL), Aracaju (SE), Feira de Santana (BA), Recife (PE), Salvador (BA), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Macapá (AP), Campos de Goycatazes (RJ), Campina Grande (PB), Teresina (PI) e Vitória (ES). Fortaleza, em especial, é destacada no relatório por sua taxa de homicídios ter subido 85% entre 2016 e 2017 - de 44,98 para 83,48. O crescimento da violência em cidades menores - e, sobretudo, do Norte e Nordeste brasileiros - alarma especialistas há mais de uma década. Como o Brasil não investiga seus homicídios (mais de 90% deles ficam impunes), é difícil identificar com total certeza as relações de causa e consequência no que diz respeito à violência urbana. Mas estudiosos do tema apontam fenômenos como guerra de facções criminosas, avanço do tráfico de drogas e crescimento urbano sem a oferta de serviços de segurança eficazes como alguns dos motivos mais prováveis para a explosão da taxa de homicídios em cidades outrora pacatas. Em grandes capitais, onde pode haver maior número absoluto de homicídios, a taxa é menor, já que resulta do cálculo do total de assassinatos dividido pelo tamanho da população. São Paulo, por exemplo, teve taxa de 8,02 homicídios por 100 mil habitantes em 2017; o Rio, que vive uma crise de segurança pública, viu sua taxa crescer de 29,4 em 2016 para 32 homicídios por 100 mil habitantes no ano passado. O ranking mostra ainda que a América Latina é o continente com o maior número de cidades violentas do mundo: das 50 listadas no ranking, apenas oito não são latino-americanas. Doze das cidades estão no México, país que vive anos de enfrentamentos entre cartéis de drogas e forças de segurança. Los Cabos, uma das cidades mais turísticas do país, entrou pela primeira vez na lista já assumindo o topo do ranking. Segundo o relatório da Segurança, Justiça e Paz, Los Cabos passou de 61 homicídios em 2016 para 365 em 2017. Reportagem de 2017 do jornal The New York Times diz que a cidade virou um "paraíso para turistas e um inferno para moradores", em grande parte por conta de brigas de gangues que disputam entre si o controle de rotas viárias e pontos de venda de drogas. Acapulco, também no México, aparece em terceiro lugar do ranking por apresentar um cenário semelhante. Segundo a Segurança, Justiça e Paz, o país não tem "uma ação para a erradicação sistemática das milícias privadas e dos grupos criminosos e permitiu que a impunidade chegasse aos piores níveis já registrados". Há também cinco cidades venezuelanas com as maiores taxas de homicídio do mundo, no momento em que o país enfrenta uma grave crise política e aguda escassez de alimentos, medicamentos e bens básicos. A organização mexicana destaca,porém, a dificuldade em obterem-se dados estatísticos oficiais confiáveis na Venezuela: "Quatro milhões de venezuelanos deixaram o país, mais da metade deles nos últimos três anos", diz o relatório. "Como resultado, as estimativas oficiais de população não são reais, nem as taxas de homicídio baseadas nelas - mas sim mais altas." A surpresa hondurenha Mas nem tudo são notícias ruins: em muitas violentas cidades centro-americanas, a taxa de homicídios caiu. O principal destaque nesse ponto é San Pedro Sula, em Honduras, que caiu do terceiro para o 26º posto do ranking entre 2016 e 2017. Os homicídios caíram 54% em apenas um ano. "Essa mudança extraordinária não ocorreu por acaso, mas sim por resultado de um esforço do governo em erradicar células criminosas, agir contra delitos (...) cometidos pelas gangues e colocar ordem nas prisões", diz o relatório. Três cidades brasileiras que figuravam no ranking de 2016 deixaram de aparecer em 2017. São elas: Curitiba (PR), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).A Segurança, Justiça e Paz diz que elabora o ranking com "o objetivo político cidadão de chamar atenção à violência nas cidades, sobretudo na América Latina, para que governantes se vejam pressionados a cumprir com seu dever de proteger os governados e garantir seu direito à segurança pública". A organização usa como critério a taxa de homicídios por 100 mil habitantes oficial em cidades de 300 mil habitantes ou mais, além de fontes jornalísticas e informes de ONGs e organismos internacionais. São excluídas do levantamento cidades de países em conflito bélico aberto, como Síria, Iraque, Afeganistão e Sudão, sob a justificativa de "a maioria das mortes violentas (nessas cidades) não corresponderia à definição universalmente aceita de homicídio, mas sim mortes provocadas por operações de guerra, segundo a classificação da OMS". As 50 cidades mais violentas Posição Cidade País Homicídios Habitantes Taxa (por cada 100 mil habitantes) 1 Los Cabos México 365 328.245 111,33 2 Caracas Venezuela 3.387 3.046.104 111,19 3 Acapulco México 910 853.646 106,63 4 Natal Brasil 1.378 1.343.573 102,56 5 Tijuana México 1.897 1.882.492 100,77 6 La Paz México 259 305.455 84,79 7 Fortaleza Brasil 3.270 3.917.279 83,48 8 Victoria México 301 361.078 83,32 9 Guayana Venezuela 728 906.879 80,28 10 Belém Brasil 1.743 2.441.761 71,38 11 Vitória da Conquista Brasil 245 348.718 70,26 12 Culiacán México 671 957.613 70,10 13 St. Louis Estados Unidos 205 311.404 65,83 14 Maceió Brasil 658 1.029 63,94 15 Cape Town África do Sul 2.493 4.004.793 62,25 16 Kingston Jamaica 705 1.180.771 59,71 17 San Salvador El Salvador 1.057 1.789.588 59,06 18 Aracaju Brasil 560 951.073 58,88 19 Feira de Santana Brasil 369 627.477 58,81 20 Juárez México 814 1.448.859 56,16 21 Baltimore Estados Unidos 341 614.664 55,48 22 Recife Brasil 2.180 3.965.699 54,96 23 Maturín Venezuela 327 600.722 54,43 24 Guatemala Guatemala 1.705 3.187.293 53,49 25 Salvador Brasil 2.071 4.015.205 51,58 26 San Pedro de Sula Honduras 392 765.864 51,18 27 Valencia Venezuela 784 1.576.071 49,74 28 Cali Colômbia 1.261 2.542.876 49,59 29 Chihuahua México 460 929.884 49,48 30 João Pessoa Brasil 554 1.126.613 49,17 31 Obregón México 166 339.000 48,96 32 San Juan Porto Rico 169 347.052 48,70 33 Barquisimeto Venezuela 644 1.335.348 48,23 34 Manaus Brasil 1.024 2.130.264 48,07 35 Distrito Central Honduras 588 1.224.897 48 36 Tepic México 237 503.330 47,09 37 Palmira Colômbia 144 308.669 46,65 38 Reynosa México 294 701.525 41,95 39 Porto Alegre Brasil 1.748 4.268083 40,96 40 Macapá Brasil 191 474.706 40,24 41 Nova Orleans Estados Unidos 157 391.495 40,10 42 Detroit Estados Unidos 267 672.795 36,69 43 Mazatlán México 192 488.281 39,32 44 Durban África do Sul 1.396 3.661.911 38,12 45 Campos de Goytacazes Brasil 184 490.288 37,53 46 Nelson Mandela Bay África do Sul 474 1.263.051 37,53 47 Campina Grande Brasil 153 410.332 37,29 48 Teresina Brasil 315 850.198 37,05 49 Vitória Brasil 707 1.960.213 36,07 50 Cúcuta Colômbia 290 833.743 34,78 Conheça as 23 cidades mais Violentas do estado do Pará A percepção da população é de que a violência só cresce mais a cada dia no Pará. Uma pesquisa do Mapa da Violência 2015 divulgada nos últimos dias, no entanto, veio mostrar que a situação é bem mais preocupante: entre 250 cidades consideradas as mais violentas do país, 23 são paraenses. Isto mesmo, quase 10% dos municípios mais violentos do país são de nosso estado. Dos mais de 5,5 mil municípios brasileiros, a cidade de Simões Filho, na Bahia, é a que lidera o ranking de mais violenta do país. Entre 2010 e 2012, o município somou 126 mortes por armas de fogo para cada 100 mil habitantes. Logo atrás vem Ananindeua, com cerca de 104 mortes. A capital Belém (148º) também está na lista, à frente de cidades como as vizinhas Manaus-AM (151º) e São Luís-MA (165º). Veja a lista das cidades paraenses no ranking da violência: 2º Ananindeua 42º Novo Progresso 56º Tailândia PA 66º Castanhal 73º Rondon do Pará 95º Tucumã 109º Redenção 118º São Domingos do Araguaia 126 Pacajá 135 Goianésia do Pará 138º Ourilândia do Norte 148º Belém 152º Parauapebas 156º Altamira 196º Paragominas 215º Tucuruí 216º Jacundá 230º Moju 246º Igarapé-Miri PA 247º Tomé-Açu 249º Canaã dos Carajás (DOL, com informações do portal Exame) A maior floresta tropical e maior reservatório de água doce do mundo, a Amazônia é hoje uma das Grandes Regiões Naturais do planeta, tendo boa parte de sua vegetação preservada, além de uma vasta diversidade de fauna e flora. Com baixa densidade demográfica, a região é um importante laboratório natural para pesquisas, além de atrair diversas atividades extrativistas. A Amazônia é o maior bioma brasileiro em extensão, o que corresponde, segundo o IBGE, a uma ocupação de 49% (4.196.943 km2) da área total do país. Para se ter uma ideia do que isso quer dizer, essa área se equivale, aproximadamente, a 16 vezes o tamanho do estado de São Paulo. Sua abrangência territorial reúne a totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima e ainda parte de Rondônia, Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. Os estudos mostram[6] que a região Amazônica é detentora de grandes estoques de ferro, manganês, alumínio, cobre, zinco, níquel, cromo, titânio, fosfato, ouro, prata, platina, paládio, ródio, estanho, tungstênio, nióbio, tântalo, zircônio, terras-raras, urânio e diamante.2 de jul de 2017 Para entender a importância dos recursos naturais no mundo globalizado. A ordem econômica e política internacional foram alteradas a partir do paradigma da globalização. A globalização promoveu a integração das economias e alterou a geografia do comércio internacional, forçando as corporações a buscar novos mercados e redistribuir os investimentos internacionais. Os governos, por sua vez, foram obrigados a definir novas políticas nacionais e novas formas de relacionamento internacional para enfrentar a forte competição, no mercado internacional, por matérias-primas estratégicas (o Fundo da Amazônia, por exemplo, é parte de uma estratégia do Brasil). O aumento na competição internacional gerou uma significativa pressão por novas fontes de matérias-primas, como petróleo, gás, minerais e, especialmente, porfontes alternativas de suprimento de água. Neste contexto, os países ricos em recursos naturais se confrontam com uma nova ordem internacional, intensiva no uso de matérias-primas estratégicas, que passa a determinar a regionalização geopolítica dos padrões de exploração e comercialização internacional. O Brasil, em razão da região Amazônica, detentora do maior estoque de recursos estratégicos – água, minerais e biodiversidade – do planeta, passou a ser o centro das atenções internacionais.[3] A Amazônia e o mundo. A Amazônia atraiu a atenção do mundo pela biodiversidade e pelo estoque de recursos estratégicos necessários para a geração das inovações tecnológicas. A riqueza da Amazônia é motivo de orgulho e, também, de preocupação nacional, pois, pela importância e pela exuberância, chama atenção do mundo quanto ao uso sustentável de seus recursos. Para Bertha K.Becker[4], o bioma da Amazônia foi mercantilizado pela nova dinâmica do comércio internacional, constituindo o que se denomina de “mercantilismo do capital natural” ou mercantilização da natureza. A autora explica que nos últimos anos, novas tendências se delineiam no sentido de viabilizar a realização do capital natural através de um processo crescente de mercantilização da natureza. Alguns de seus elementos estão em vias de serem transformados em mercadorias fictícias e objeto de mercados reais, afetando intensamente a Amazônia. A mudança de paradigma em relação à Amazônia, seja pelas nações, seja pelo comercio internacional, decorre de fatores que se relacionam com a necessidade de garantir disponibilidade de recursos naturais estratégicos para a manutenção do padrão de desenvolvimento e crescimento econômico do mundo. Assim, cabe ao Brasil, por sua soberania, garantir a governança sustentavel da Amazônia, afastando a sua mercatilização é o uso deletério de seus recursos naturais. A governança da região da Amazônia pressupõe a criação de políticas ambientais que observem os recursos naturais estratégicos presentes na Amazônia a partir da legislação nacional e dos acordos e convenções internacionais, com destaque para: Biodiversidade. A Convenção de Diversidade Biológica – CDB, organizada na Conferência Rio-92, é específica quando dispõe sobre a forma de acesso a Recursos Genéticos. Pela CDB, as nações reconhecem a soberania dos Estados sobre seus recursos naturais e, também, a autoridade para determinar e autorizar o acesso aos recursos genéticos pertencentes aos governos nacionais, segundo a legislação nacional. Entretanto, para Nelson de Figueiredo[5], o Brasil não possui uma política nacional clara sobre a proteção para a biodiversidade da Amazônia. Segundo o pesquisador, os estudos indicam um problema ambiental, pois, o Brasil mostra-se incapaz de formular uma política pública de controle o manejo da biodiversidade, seja por falta de recursos financeiros, seja por falta de pessoal técnico e científico qualificado. Recursos Minerais. A Amazônia, além de ser detentora de uma grande biodiversidade em seu subsolo, detém importantes estoques de recursos minerais. Os estudos mostram[6] que a região Amazônica é detentora de grandes estoques de ferro, manganês, alumínio, cobre, zinco, níquel, cromo, titânio, fosfato, ouro, prata, platina, paládio, ródio, estanho, tungstênio, nióbio, tântalo, zircônio, terras-raras, urânio e diamante. A riqueza mineral da Amazônia, atrelada a falta de políticas públicas brasileiras e latino americanas, impõs à região uma dinâmica de ocupação exógena, focada em interesses desenvolvimentistas e mercadológicos, sem respeito ao equilíbrio ecológico. Recursos hídricos. A escassez de água, no Brasil e no Mundo, é o tema mais discutido nos últimos anos, tendo sido objeto do Fórum Mundial da Água, realizado pela ONU em Daegu, Coréia do Sul (2015) e, programada para acontecer no Brasil em 2018. Atualmente, há uma preocupação com a disponibilidade e o acesso à água como condição para a sobrevivência do planeta e especialmente da humanidade. A preocupação decorre, dentre inúmeros motivos, pelo problema da distribuição da água nos diferentes continentes do planeta. A escassez de água é um processo gradativo que se intensifica pelo desperdício, pelo mau uso e pelos problemas ambientais que impactam o meio ambiente natural de forma que, aos poucos, os continentes vão sofrendo perdas de disponibilidade e, também, pressão pelo consumo de água per capita. Diante de um quadro de possíveis conflitos internacionais por causa da escassez de água em determinadas regiões do mundo, a Bacia Hidrográfica da Amazônia encontra-se na contramão, apresentando elevado potencial hídrico e valor estratégico, econômico e social. O complexo da Amazônia, por sua vez, é importante, ainda, para as aguas subterrãneas, cujo equilibrio ambiental é responsável por alimentar o aquífero Alter do Chão, reconhecido como o maior do mundo. Proeminência seja feita quanto à manutenção do aquífero Alter do Chão na Amazônia. A sustentabilidade perpassa pela conservação da floresta, pois, boa parte do abastecimento origina-se da abundante e generosa quantidade de chuvas existentes na região, o que ajuda a explicar o grande volume de água mesmo em uma área menor que a do Aquífero Guarani. Essa elevada pluviosidade é gerada pela umidade intensa produzida pela própria Floresta Amazônica, que, por sua vez, utiliza-se dos recursos hídricos para a realização da evapotranspiração, com o bombeamento da água dos solos para a atmosfera, o que se relaciona também com os Rios Voadores.[7] Os ruralistas e a pressão sobre a Amazônia. O desmatamento do bioma da Amazônia possui forte participação do fator real de poder atrelado à bancada ruralista no congresso nacional. No Brasil, a pressão da bancada ruralista acabou por promover alterações perigosas para o meio ambiente no ordenamento jurídico, a começar pelas novas regras do código florestal. Além disso, com o surgimento de novas potências econômicas como a China, cuja economia é voltada para o mercado internacional, houve o aumento pela demanda de recursos naturais e de alimentos, pressionando a floresta Amazônica com a finalidade de garantir mais espaço para a cultura da soja e da criação de gado. A encruzilhada do Brasil em relação à Amazônia. Considerando a abundância de recursos naturais existentes na região da Amazonia, é necessário que o governo do Brasil estabeleça uma estratégia que perpasse a afirmação da soberania sobre o território da Amazônia; a adoção de medidas estruturais para criação do sentimento nacional de pertencimento da Amazônia; a implementação de políticas públicas dirigidas à preservação e conservação ambiental e a promoção do desenvolvimento sustentável. O governo brasileiro, quanto à região da Amazônia, encontra-se diante de uma encruzilhada, pois, ao mesmo tempo em que possui recursos naturais com capacidade de potencializar a atividade econômica; sabe que as nações do mundo querem a preservação e a conservação do bioma, considerando-o como espaço vital do século XXI. A Amazõnia é um centro de mobilização e de estratégias internacionais que pode atentar, inclusive, contra a sobrenania nacional, considerando a necessidade que algumas nações possuem de assumir o controle das reservas de recursos estratégicos, como é o caso recorrente das reservas de petróleo. Por tal motivo, cabe ao governo brasileiro formular políticas públicas sustentáveis dirigidas ao fortalecimento e a integração regional da Amazônia como forma de confrontar os constantes discursos internacionais dirigidos para definir uma dinâmica geopolítica sobre a maior fronteira de capital natural do planeta, garantindo aos brasileiros a soberania quanto ao uso dos recursos naturais do bioma. Conheça abaixo as 10 maiores hidrelétricas do mundo em ordem decrescente: 6º Grand Coulee – Estados Unidos (6.494MW) ... 5º Tucuruí I e II – Brasil (8.370 MW). ... 4º Guri – Venezuela (10.200 MW). ... 3º Belo Monte – Brasil (11.233MW) ... 2º Usina de Itaipu – Brasil (14.000MW).... 1º Usina de Três Gargantas – China (18.200). Celpa (PA) cobra a energia elétrica mais cara do Brasil Publicado em seg, 13/08/2018 - 12:32 A Agência de Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) autorizou as Centrais Elétricas do Pará (CELPA) a aumentar a conta de energia elétrica dos paraenses em 11,75%. Com o novo aumento, a CELPA passou a ser a concessionária que cobra a energia mais cara do Brasil: R$ 0,671 o Kwh. Esse valor não inclui os tributos e outros elementos que compõem a conta de energia elétrica, como o ICMS e taxa de iluminação pública. No estado do Pará, o ICMS corresponde a 25% da conta de energia elétrica, no entanto, esse recurso ainda vai para os cofres do governo do estado e das prefeituras, já o aumento da CELPA vai para os bolsos dos acionistas da empresa Equatorial. A CELPA atende cerca de 2,6 milhões de unidades consumidoras dos 144 municípios paraenses. A empresa Equatorial possui 96% do controle da CELPA e lucrou no 1º trimestre de 2018 com a venda de energia aos paraenses cerca de R$1,2 bilhões. Uma grande contradição Em 2017 as hidrelétricas de Belo Monte, Tucuruí e Curuá Una, as três que alagam áreas totalmente pertencentes ao estado do Pará, somaram uma geração de 40,37 mil GWh. Em 2017 as hidrelétricas de Santo Antônio do Jari (divisa com o Amapá) e Teles Pires (divisa com o Mato Grosso) somaram uma geração de 8,9 mil GWh, assim, o estado do Pará foi o terceiro no Brasil que mais gerou energia de fonte hídrica. Em 2018, até o mês de julho, o Pará já superou o estado de São Paulo e atualmente só perde para o estado do Paraná na geração de energia hidrelétrica. A tendência é o Pará se tornar o primeiro estado em produção de energia hidrelétrica no país porque até junho de 2020 ainda haverá instalação de turbinas na hidrelétrica de Belo Monte. Para gerar essa quantidade de energia, foram causados uma série de danos ambientais e socioeconômicos. Em nossa conta, cerca de 100 mil pessoas foram deslocadas compulsoriamente no estado do Pará de suas terras e casas para dar lugar ao lagos das barragens. “É uma grande contradição o Pará pagar a energia mais cara do Brasil. Entendemos que o Estado e as empresas do setor elétrico tem uma dívida com os atingidos, por isso defendemos que os atingidos por barragens no Pará e no Brasil (mais de 1 milhão de atingidos) deveriam ser isentos de pagar a tarifa de energia elétrica”, afirma Jackson Dias, da coordenação do MAB no Pará