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O BRASIL NO MUNDO TEMA 5
Brasil é o maior país da América do Sul, e da América Latina, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) e população (com mais de 208 milhões de habitantes IBGE 2018). É o único país na América onde se fala majoritariamente a língua portuguesa e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de vários cantos do mundo.
A sua Constituição atual, formulada em 1988, define o Brasil como um república federativa presidencialista, formada pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e dos 5.570 municípios. O território que atualmente forma o Brasil “foi encontrado” pelos europeus em 1500, durante uma expedição portuguesa liderada por Pedro Alvares Cabral pela região, que até então era habitada por indígenas ameríndios (índios da América) divididos entre milhares de grupos e linguísticos diferentes. Depois da chegada de Cabral em 1500 as terras indígenas tornam-se simples colônia do império Português.
 AS REGIÕES BRASILEIRAS TEMA 6
O território brasileiro está dividido em 26 Estados mais o Distrito Federal (DF), além de estar regionalizado, ou seja, dividido em Regiões. As Regiões do Brasil são as grandes divisões do território do país, observando as características físicas ou naturais, do relevo, do clima, da vegetação, da hidrografia, como também das atividades econômicas. Considerando que o território brasileiro possui dimensões continentais, com 8.514.877km², o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dividiu o país desde 1974 em cinco grandes regiões. Estas são as regiões brasileiras: região norte, região nordeste, região centro-oeste, região sudeste e região sul.
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 Divisão regional do Brasil TEMA 7
Portanto, as cinco regiões brasileiras estão divididas em:
A Região Nordeste ocupa uma área de 1.554.291.607 km² sendo a região brasileira que possui a maior costa litorânea do país. Essa região é formada por 9 estados, a saber: Maranhão (São Luís), Piauí (Teresina), Ceará (Fortaleza), Rio Grande do Norte (Natal), Paraíba (João Pessoa), Pernambuco (Recife), Alagoas (Maceió), Sergipe (Aracaju) e Bahia (Salvador).
A Região Norte ocupa uma área de 3.853.676.948 km² é a maior das regiões brasileiras. Essa região é formada por 7 estados, a saber: Amazonas (Manaus), Pará (Belém), Acre (Rio Branco), Rondônia (Porto Velho), Tocantins (Palmas), Amapá (Macapá) e Roraima (Boa Vista).
A Região Cento Oeste ​ocupa uma área de 1.606.399.509 km², considerada a única região brasileira que não é banhada pelo mar. Essa região é formada por 3 estados, a saber: Mato Grosso (Cuiabá), Goiás (Goiana), Mato Grosso do Sul (Campo Grande) e o Distrito Federal (BRASILIA).
A Região Sudeste ocupa uma área de 924.620.678 km² sendo a segunda menor região brasileira em extensão territorial e a mais desenvolvida economicamente. Além disso, é considerada a mais populosa das regiões abrigando 44% da população brasileira. Essa região é formada por 4 estados, a saber: Minas Gerais (Belo Horizonte), Espírito Santo (Vitória), São Paulo (São Paulo) e Rio de Janeiro (Rio de Janeiro).
A Região Sul ocupa uma área de 576.744.310 km² sendo considerada a menor região brasileira. Formada por 3 estados: Paraná (Curitiba), Santa Catarina (Florianópolis) e Rio Grande do Sul (Porto Alegre), essa região faz fronteira com o Uruguai, Argentina e Paraguai.
A Região Norte é a região que possui a maior área, ou 45,2% do território nacional) e com população de 16,3 milhões de habitantes. É a região com a menor densidade demográfica. A região possui sete estados onde um deles o Pará se destaca por seu tamanho e sua população. 
As Regiões Geoeconômicas do Brasil TEMA 13
1- Amazônia; 2- Centro-Sul; 3- Nordeste. Mapa geoeconômico
A divisão regional oficial do Brasil é aquela estabelecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo composta por cinco complexos regionais: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. No entanto, além dessa regionalização do território nacional, existe outra divisão regional (não oficial), conhecida como regiões geoeconômicas do Brasil: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Os critérios adotados para a delimitação dessas três regiões foram os aspectos naturais e, principalmente, as características socioeconômicas. 
 As regiões geoeconômicas do Brasil não seguem os limites das fronteiras dos estados, visto que seus critérios mais importantes são os aspectos sociais e econômicos, havendo grande dinamismo na delimitação espacial. 
Portanto, alguns estados brasileiros estão inseridos em diferentes 
regiões: a porção norte de Minas Gerais é parte integrante da chamada região Nordeste, e o restante do estado está localizado no complexo regional Centro-Sul; o extremo sul do Tocantins localiza-se na região Centro-Sul, e o restante do seu território faz parte da região da Amazônia; a porção oeste do Maranhão integra a região da Amazônia e a sua porção leste está localizada no complexo regional nordestino; Mato Grosso integra a região Centro-Sul (porção sul), além da região da Amazônia (porção centro-norte)
Região geoeconômica Amazônia: 
 É a maior das três. Tem aproximadamente 5 milhões de km2, extensão que corresponde a quase 60% do território brasileiro. Compreende todos os Estados da região Norte (com exceção do extremo sul de Tocantins). O estado do Maranhão e praticamente todo o Mato Grosso. No que se refere ao clima, esse é quente e bastante chuvoso. E quanto à vegetação, a Floresta Amazônica é a de maior predominância. 
Apesar de sua dimensão, possui o menor número de habitantes do país 7% apenas. Em muitos pontos da região acontecem os chamados "vazios demográficos". A maioria da população está local localizada nas duas principais capitais do complexo, Manaus e Belém. Na economia predominam o extrativismo animal, vegetal e mineral. Destacam-se também o polo petroquímico da Petrobras e a Zona Franca de Manaus, que fabrica a maior parte dos produtos eletrônicos brasileiros e o complexo Albras-alunorte no Pará.
Região geoeconômica Centro-Sul
 Abrange as regiões Sul e Sudeste (exceto o norte de Minas Gerais), Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e o sul de Tocantins. Compreende aproximadamente 2,2 milhões de km2. É a região mais dinâmica do ponto de vista econômico. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são as cidades de maior destaque. O Centro-Sul é o principal destino de migrantes de diversos pontos do país e onde se encontra cerca de 70% de toda a população brasileira. A região Centro-Sul é a mais desenvolvida, economicamente, do Brasil, uma vez que é a principal responsável pelo Produto Interno Bruto (PIB) nacional: cerca de 75% do PIB brasileiro. Sua economia é dinâmica, apresentando um elevado grau de industrialização. As principais atividades econômicas são: agropecuária moderna, variados segmentos industriais dotados de um efetivo aparato tecnológico, bancos, desenvolvimento de pesquisas científicas, serviços diversos, etc. Esse é o complexo regional que concentra a maior parte da renda nacional, além de apresentar os melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. 
Região geoeconômica Nordeste
 Com uma área de aproximadamente 1,5 milhões de quilômetros quadrados, é a segunda do país em população. Inclui todo o Nordeste da divisão oficial (com exceção do oeste do Maranhão) e o norte de Minas Gerais, onde se localiza o Vale do Jequitinhonha. Historicamente, é a mais antiga do Brasil. É também a mais pobre das regiões, com números elevados de mortalidade infantil, analfabetismo, fome e subnutrição. Assim como acontece em grande parte do território brasileiro, a população nordestina é mal distribuída. Cerca de 60% ficaconcentrada na faixa litorânea e nas principais capitais Fortaleza, Salvador e Recife. Já no sertão e no interior, os níveis de densidade populacional são baixos, devido, em grande parte, à seca. Contudo, possui muitas riquezas históricas e culturais, tanto do ponto de vista arquitetônico, como de costumes e tradições.
No geral os antigos analistas econômicos classificam as regiões geoeconômicas na divisão do trabalho nas seguintes funções. A região amazônica produtora e fornecedora de matéria prima: a Nordeste grande produtora de mão de obra barata e desqualificada que são aproveitada e apropriada para desenvolver o Eixo Centro-sul. 
 O ESTADO DO PARÁ EM FOCO TEMA 8
O Estado do Pará é um dos sete Estados da Região Norte e um dos estados da Amazônia brasileira, o Pará está dividido geograficamente em seis mesorregiões, (Grandes Regiões) e 22 microrregiões: as seis mesorregiões paraenses são: (Mesorregião do Baixo Amazonas), (Mesorregião de Marajó), (Mesorregião Metropolitana de Belém), (Mesorregião do Nordeste Paraense), (Mesorregião do Sudeste Paraense) e (Mesorregião do Sudoeste Paraense).
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Em quanto que as 22 microrregiões elaboradas pelo IBGE são: Almeirim, Altamira, Arari, Bragantina, Belém, Cametá, castanhal, Conceição do Araguaia, Furos de Breves, Guamá, Itaituba, marabá, Óbidos, Parauapebas, Paragominas, Portel, Redenção, salgado, Santarém, são Félix do Xingu, Tucuruí e Microrregião de Tomé-açu. No total o Estado do Pará Conta com 144 municípios.
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 OS MUNICÍPIOS DO BRASIL TEMA 9
Os municípios do Brasil são uma circunscrição territorial dotada de personalidade jurídica e com certa autonomia administrativa, sendo as menores unidades autônomas da federação. 
Atualmente existem 5.570 municípios em todo território nacional, alguns com população maior que a de vários Países do mundo (município de São Paulo com cerca de 11 milhões de habitantes), outros com menos de mil habitantes; alguns com área maior do que vários países no mundo (Altamira, no Pará, é quase duas vezes maior que Portugal), outros com menos de 4 Km2. Também pode ser formadas por territórios desconexos, como Sitio d’Abadia e Senador José Porfirio. O estado-membro com menos municípios é Roraima com apenas quinze. Enquanto isso, o estado de Minas Gerais é o que possui a maior quantidade, com 853 municípios.
Conceitos de Amazônia Internacional, Amazônia Legal e Região Norte
A *Amazônia é uma região na América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical também chamada Floresta Equatorial.
Para fins de planejamento e promover o desenvolvimento, a região amazônica é dividida em Amazônia Legal, Amazônia Internacional e ainda Região Norte. Confira abaixo a diferença entre cada uma dessas classificações:
A Amazônia Internacional é um termo que se utiliza para fazer referência à região norte da América do Sul, onde está localizada a Floresta Amazônica, que abrange uma área total de 7 milhões de km2. Essa região é também conhecida por Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia ou Floresta Pluvial.
A Amazônia Internacional se estende por (engloba) nove países: Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. A maior parte da Amazônia Internacional está localizada em território brasileiro, compreendendo 60% do total, denominada pelo governo brasileiro de Amazônia Legal
A floresta tropical da Amazônia é uma das maiores do mundo. Tem clima quente e úmido, com chuvas abundantes. O período chuvoso tem a duração de seis meses. A biodiversidade de fauna e a flora de longe a maior do mundo, contribui de forma significativa para a biodiversidade brasileira e mundial. A região da Amazônia Internacional compreende a maior Bacia Hidrográfica do mundo. Formada pelo rio Amazonas e seus afluentes. “Na Amazônia, em termos de biogeografia temos cerrados, campos, terra firme, alagados, cidades, metrópoles, vilas, pequenas comunidades e nove “idiomas”.
Amazônia Legal – Também chamada de Amazônia Brasileira é o nome atribuído pelo governo brasileiro a uma determinada área da Floresta Amazônica, pertencente ao Brasil, e que abrange nove Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão. A área corresponde a aproximadamente 5.217.423 km2, cerca de 61% do território brasileiro. 
Amazônia Legal ​​- foi instituída pela lei nº 1.806, de 06 de janeiro de 1953, durante o Governo Vargas Com a definição, o governo pretendia levar desenvolvimento à região. Simultaneamente, foi criada uma organização responsável pelas iniciativas de promoção dessa região, atualmente designada Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Os critérios para incorporação à Amazônia Legal são as características naturais, como bacia hidrográfica. Além das questões naturais, sociais e as questões políticas. 
Lista de municípios da Região Norte do Brasil por população
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação�� HYPERLINK "https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_munic%C3%ADpios_da_Regi%C3%A3o_Norte_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o" \l "p-search" Saltar para a pesquisa
Esta é uma lista dos 100 municípios mais populosos da Região Norte do Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 1 de julho de 2018.[1]
Cidades
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Manaus, capital do Amazonas, é a cidade mais populosa da Região Norte do Brasil e a sétima do país.
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Belém, capital do Pará, é a segunda cidade mais populosa da Região Norte do Brasil e a décima primeira do país.
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Porto Velho, capital de Rondônia, é a quarta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil.
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Macapá, capital do Amapá, é a quinta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil.
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Rio Branco, capital do Acre, é a sexta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil.
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Boa Vista, capital de Roraima, é a sétima cidade mais populosa da Região Norte do Brasil.
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Santarém, é a terceira cidade mais populosa do Pará e a oitava da Região Norte do Brasil.
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Palmas, capital do Tocantins, é a nona cidade mais populosa da Região Norte do Brasil.
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Marabá, é a quarta cidade mais populosa do Pará e a décima mais populosa da Região Norte do Brasil.
	Pos.
	Município
	Estado
	População
	1
	Manaus
	 Amazonas
	2 145 444
	2
	Belém
	�� Pará
	1 485 732
	3
	Ananindeua
	�� Pará
	525 566
	4
	Porto Velho
	 Rondônia
	519.531
	5
	Macapá
	 Amapá
	493 634
	6
	Rio Branco
	 Acre
	401 155
	7
	Boa Vista
	 Roraima
	375 374
	8
	Santarém
	�� Pará
	302 667
	9
	Palmas
	 Tocantins
	291 855
	10
	Marabá
	�� Pará
	275 086
	11
	Parauapebas
	�� Pará
	202 882
	12
	Castanhal
	�� Pará
	198 294
	13
	Araguaína
	 Tocantins
	177 517
	14
	Abaetetuba
	�� Pará
	156 292
	15
	Cametá
	�� Pará
	136 390
	16
	Marituba
	�� Pará
	129 321
	17
	Ji-Paraná
	 Rondônia
	127 907
	18
	Bragança
	�� Pará
	126 436
	19
	São Félix do Xingu
	�� Pará
	124 763
	20
	Barcarena
	�� Pará
	122 294
	21
	Santana
	 Amapá
	119 610
	22
	Altamira
	�� Pará
	113 195
	23
	Parintins
	 Amazonas
	113 168
	24
	Tucuruí
	�� Pará
	112 148
	25
	Paragominas
	�� Pará
	111 764
	26
	Ariquemes
	 Rondônia
	106 168
	27
	Tailândia
	�� Pará
	103 664
	28
	Breves
	�� Pará
	101 891
	29
	Itaituba
	�� Pará
	101 097
	30
	Itacoatiara
	 Amazonas
	99 955
	31
	Vilhena
	 Rondônia
	97 448
	32
	Manacapuru
	 Amazonas
	96 236
	33
	Cruzeiro do Sul
	 Acre
	87 673
	34
	Gurupi
	 Tocantins
	85 737
	35
	Cacoal
	 Rondônia
	84 813
	36
	Coari
	 Amazonas
	84 272
	37
	Redenção
	�� Pará
	83 997
	38
	Moju
	�� Pará
	80 988
	39
	Novo Repartimento
	�� Pará
	74 602
	40
	Oriximiná
	�� Pará
	72 160
	41
	Santana do Araguaia
	�� Pará
	71 187
	42
	Santa Izabel do Pará
	�� Pará
	69 746
	43
	Capanema
	�� Pará
	68 61644
	Breu Branco
	�� Pará
	64 738
	45
	Tabatinga
	 Amazonas
	64 488
	46
	Tomé-Açu
	�� Pará
	62 854
	47
	Maués
	 Amazonas
	62 755
	48
	Ipixuna do Pará
	�� Pará
	62 455
	49
	Igarapé-Miri
	�� Pará
	62 355
	50
	Benevides
	�� Pará
	61 689
	51
	Portel
	�� Pará
	61 126
	52
	Viseu
	�� Pará
	61 049
	53
	Tefé
	 Amazonas
	60 154
	54
	Dom Eliseu
	�� Pará
	58 956
	55
	Jacundá
	�� Pará
	58 457
	56
	São Miguel do Guamá
	�� Pará
	58 328
	57
	Monte Alegre
	�� Pará
	57 900
	58
	Ulianópolis
	�� Pará
	57 632
	59
	Juruti
	�� Pará
	56 908
	60
	Alenquer
	�� Pará
	56 480
	61
	Acará
	�� Pará
	55 513
	62
	Manicoré
	 Amazonas
	54 907
	63
	Rolim de Moura
	 Rondônia
	54 702
	64
	Capitão Poço
	�� Pará
	54 179
	65
	Humaitá
	 Amazonas
	54 001
	66
	Vigia
	�� Pará
	53 191
	67
	Itupiranga
	�� Pará
	53 182
	68
	Porto Nacional
	 Tocantins
	52 700
	69
	Óbidos
	�� Pará
	51 964
	70
	Jaru
	 Rondônia
	51 933
	71
	Rondon do Pará
	�� Pará
	51 903
	72
	Paraíso do Tocantins
	 Tocantins
	50 602
	73
	Rurópolis
	�� Pará
	49 503
	74
	Laranjal do Jari
	 Amapá
	49 446
	75
	Conceição do Araguaia
	�� Pará
	47 734
	76
	Iranduba
	 Amazonas
	47 571
	77
	Pacajá
	�� Pará
	46 986
	78
	Baião
	�� Pará
	46 416
	79
	Guajará-Mirim
	 Rondônia
	45 783
	80
	Uruará
	�� Pará
	45 517
	81
	Augusto Corrêa
	�� Pará
	45 516
	82
	Lábrea
	 Amazonas
	45 245
	83
	Sena Madureira
	 Acre
	45 177
	84
	São Gabriel da Cachoeira
	 Amazonas
	44 816
	85
	Xinguara
	�� Pará
	44 410
	86
	Benjamin Constant
	 Amazonas
	42 020
	87
	Tarauacá
	 Acre
	41 976
	88
	Borba
	 Amazonas
	40 565
	89
	Porto de Moz
	�� Pará
	40 458
	90
	Salinópolis
	�� Pará
	40 424
	91
	Goianésia do Pará
	�� Pará
	39 857
	92
	Muaná
	�� Pará
	39 783
	93
	Curuçá
	�� Pará
	39 540
	94
	Machadinho d'Oeste
	 Rondônia
	39 097
	95
	Tucumã
	�� Pará
	39 059
	96
	Buritis
	 Rondônia
	38 937
	97
	Afuá
	�� Pará
	38 863
	98
	Autazes
	 Amazonas
	38 830
	99
	Igarapé-Açu
	�� Pará
	38 588
	100
	São Paulo de Olivença
	 Amazonas
	38 515
Dos 100 municípios mais populosos da Região Norte do Brasil, 60 deles estão no estado do Pará, que é também o mais populoso. O Amazonas vem em seguida, tendo 17 municípios entre os 100 mais populosos. Rondônia possui 10 municípios entre os mais populosos, seguido do Tocantins, com 5 e Acre e Amapá, com 4 e 3 municípios, respectivamente. Roraima possui 1 único município na lista dos 100 mais populosos de sua região, que é sua própria capital, Boa Vista.
	Posição
	Estado
	Nº de Municípios
	1
	�� Pará
	60
	2
	 Amazonas
	17
	3
	 Rondônia
	10
	4
	 Tocantins
	5
	5
	 Acre
	4
	6
	 Amapá
	3
	7
	 Roraima
	1
Lista de municípios da região Norte do Brasil por IFDM
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Lista dos 100 melhores municipios da região Norte do Brasil, de acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, ano base 2007.
Acima de 0,750
	IFDM dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	IFDM 2007
	
	
	1
	Parauapebas
	�� Pará
	0,7825
	
	
	2
	Tupiratins
	 Tocantins
	0,7783
	
	
	3
	Palmas
	 Tocantins
	0,7638
	
	
	4
	Boa Vista
	 Roraima
	0,7591
	
	
	5
	Belém
	�� Pará
	0,7575
	
	
	6
	Palmeirópolis
	 Tocantins
	0,7521
	
	
Acima de 0,700[editar | editar código-fonte]
	IFDM dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	IFDM 2007
	
	
	7
	Manaus
	 Amazonas
	0,7407
	
	
	8
	Barcarena
	�� Pará
	0,7240
	
	
	9
	Vilhena
	 Rondônia
	0,7152
	
	
	10
	Porto Velho
	 Rondônia
	0,7117
	
	
	11
	Araguaína
	 Tocantins
	0,7065
	
	
	12
	Tucuruí
	�� Pará
	0,7010
	
	
Lista de municípios da região Norte do Brasil por IDH
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Esta é uma lista de municípios da Região Norte do Brasil classificados por seu IDH. A Região Norte é a maior das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" e para ajudar a classificar os países como desenvolvidos (desenvolvimento humano muito alto), em desenvolvimento (desenvolvimento humano médio e alto) e subdesenvolvidos (desenvolvimento humano baixo). A estatística é composta a partir de dados de expectativa de vida ao nascer, educação e PIB (PPC) per capita (como um indicador do padrão de vida) recolhidos a nível nacional.
��
Mapa de estados do Brasil segundo o IDH.
	IDH dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	Dados de 2010
	
	
	1
	Palmas
	 Tocantins
	0,788
	
	
	2
	Paraíso do Tocantins
	 Tocantins
	0,764
	
	
	3
	Gurupi
	 Tocantins
	0,759
	
	
	4
	Boa Vista
	 Roraima
	0,752
	
	
	
	Araguaína
	 Tocantins
	0,752
	
	
	6
	Belém
	�� Pará
	0,746
	
	
	7
	Guaraí
	 Tocantins
	0,741
	
	
	8
	Porto Nacional
	 Tocantins
	0,740
	
	
	9
	Manaus
	 Amazonas
	0,737
	
	
	10
	Porto Velho
	 Rondônia
	0,736
	
	
	11
	Macapá
	 Amapá
	0,733
	
	
	12
	Pedro Afonso
	 Tocantins
	0,732
	
	
	13
	Vilhena
	 Rondônia
	0,731
	
	
	14
	Rio Branco
	 Acre
	0,722
	
	
	15
	Cacoal
	 Rondônia
	0,718
	
	
	
	Ananindeua
	�� Pará
	0,718
	
	
	17
	Parauapebas
	�� Pará
	0,715
	
	
	18
	Ji Paraná
	 Rondônia
	0,714
	
	
	19
	Pimenta Bueno
	 Rondônia
	0,710
	
	
	20
	Serra do Navio
	 Amapá
	0,709
	
	
	21
	Alvorada
	 Tocantins
	0,708
	
	
	22
	Ariquemes
	 Rondônia
	0,702
	
	
	23
	Colinas do Tocantins
	 Tocantins
	0,701
	
	
	
	Dianópolis
	 Tocantins
	0,701
	
	
	25
	Rolim de Moura
	 Rondônia
	0,700
	
	
	26
	Novo Alegre
	 Tocantins
	0,699
	
	
	27
	Fátima
	 Tocantins
	0,697
	
	
	
	Combinado
	 Tocantins
	0,697
	
	
	29
	Cerejeiras
	 Rondônia
	0,692
	
	
	
	Santana
	 Amapá
	0,692
	
	
	31
	Santarém
	�� Pará
	0,691
	
	
	32
	Figueirópolis
	 Tocantins
	0,689
	
	
	
	Jaru
	 Rondônia
	0,689
	
	
	34
	Brejinho de Nazaré
	 Tocantins
	0,686
	
	
	35
	Colorado do Oeste
	 Rondônia
	0,685
	
	
	36
	Miracema do Tocantins
	 Tocantins
	0,684
	
	
	
	Brasilândia do Tocantins
	 Tocantins
	0,684
	
	
	38
	Divinópolis do Tocantins
	 Tocantins
	0,683
	
	
	39
	Ouro Preto do Oeste
	 Rondônia
	0,682
	
	
	40
	Tocantinópolis
	 Tocantins
	0,681
	
	
	41
	Arapoema
	 Tocantins
	0,680
	
	
	42
	Dueré
	 Tocantins
	0,679
	
	
	43
	Aurora do Tocantins
	 Tocantins
	0,677
	
	
	44
	Marituba
	�� Pará
	0,676
	
	
	45
	Araguaçu
	 Tocantins
	0,675
	
	
	
	Lajeado
	 Tocantins
	0,675
	
	
	
	Oliveira de Fátima
	 Tocantins
	0,675
	
	
	
	Silvanópolis
	 Tocantins
	0,675
	
	
	49
	Peixe
	 Tocantins
	0,674
	
	
	50
	Canaã dos Carajás
	�� Pará
	0,673
	
	
	
	Novo Progresso
	�� Pará
	0,673
	
	
	
	Castanhal
	�� Pará
	0,673
	
	
	
	Cristalândia
	 Tocantins
	0,673
	
	
	
	Natividade
	 Tocantins
	0,673
	
	
	
	Palmeirópolis
	 Tocantins
	0,673
	
	
Cidades por Estado
	Nº de Cidades por Estado
	Estado
	Nº de Cidades
	
	
	
	
	 Tocantins
	30
	
	
	
	
	 Rondônia
	11
	
	
	
	
	�� Pará
	8
	
	
	
	
	 Amapá
	3
	
	
	
	
	 Amazonas
	1
	
	
	
	
	 Acre
	1
	
	
	
	
	 Roraima
	1
	
	
	
	
Lista de municípios da região Norte do Brasil por PIB per capita
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Lista das 100 cidades da Região Norte do Brasil em ordem decrescente de PIB per capita. Dados de 2009
PIBper capita
Acima de 30 mil[editar | editar código-fonte]
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	1
	Mateiros
	 Tocantins
	51 362,36
	
	
	2
	Parauapebas
	�� Pará
	36 772,35
	
	
	3
	Barcarena
	�� Pará
	35 512,63
	
	
	4
	Fortaleza do Tabocão
	 Tocantins
	31 597,58
	
	
	5
	Peixe
	 Tocantins
	30 870,07
	
	
	6
	Canaã dos Carajás
	�� Pará
	30 820,86
	
	
	7
	Lagoa da Confusão
	 Tocantins
	30 252,26
	
	
Acima de 20 mil
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	8
	Pimenteiras do Oeste
	 Rondônia
	28 557,41
	
	
	9
	São Salvador do Tocantins
	 Tocantins
	28 440,98
	
	
	10
	Miracema do Tocantins
	 Tocantins
	28 416,60
	
	
	11
	Campos Lindos
	 Tocantins
	28 070,09
	
	
	12
	Serra do Navio
	 Amapá
	27 572,90
	
	
	13
	Rio Crespo
	 Rondônia
	27 342,53
	
	
	14
	Tupirama
	 Tocantins
	23 666,14
	
	
	15
	Manaus
	 Amazonas
	23 286,06
	
	
	16
	Chupinguaia
	 Rondônia
	23 472,48
	
	
	17
	Tucuruí
	�� Pará
	22 602,75
	
	
	18
	Pedro Afonso
	 Tocantins
	20 423,89
	
	
Acima de 16 mil[editar | editar código-fonte]
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	19
	Corumbiara
	 Rondônia
	19 918,42
	
	
	20
	Cacaulândia
	 Rondônia
	17 874,43
	
	
	21
	Bandeirantes do Tocantins
	 Tocantins
	17 631,14
	
	
	22
	Parecis
	 Rondônia
	17 432,77
	
	
	23
	Porto Velho
	 Rondônia
	17 260,03
	
	
	24
	Vilhena
	 Rondônia
	17 000,59
	
	
	25
	Sucupira
	 Tocantins
	16 846,02
	
	
	26
	Coari
	 Amazonas
	16 470,12
	
	
	27
	Crixás do Tocantins
	 Tocantins
	15 796,09
	
	
	28
	Cariri do Tocantins
	 Tocantins
	15 760,64
	
	
	29
	Palmas
	 Tocantins
	15 713,27
	
	
	30
	Cabixi
	 Rondônia
	15 620,43
	
	
	31
	Boa Vista
	 Roraima
	15 325,90
	
	
	32
	Pimenta Bueno
	 Rondônia
	15 113,93
	
	
	33
	Dueré
	 Tocantins
	15 083,23
	
	
	34
	Alvorada
	 Tocantins
	15 067,83
	
	
	35
	Marabá
	�� Pará
	15 064,88
	
	
Acima de 14 mil[editar | editar código-fonte]
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	36
	Presidente Kennedy (Tocantins)
	 Tocantins
	14 956,31
	
	
	37
	Castanheiras
	 Rondônia
	14 554,90
	
	
	38
	Oriximiná
	�� Pará
	14 519,90
	
	
	39
	Pugmil
	 Tocantins
	14 368,53
	
	
	40
	Tupiratins
	 Tocantins
	14 352,51
	
	
	41
	Cerejeiras
	 Rondônia
	14 314,04
	
	
	42
	Palmeirante
	 Tocantins
	13 907,04
	
	
	43
	Rio dos Bois
	 Tocantins
	13 890,55
	
	
	44
	Santa Rita do Tocantins
	 Tocantins
	13 778,53
	
	
	45
	Talismã
	 Tocantins
	13 560,56
	
	
	46
	Aguiarnópolis
	 Tocantins
	13 560,13
	
	
	47
	Figueirópolis
	 Tocantins
	13 468,57
	
	
	48
	Alto Alegre dos Parecis
	 Rondônia
	13 540,61
	
	
	49
	Formoso do Araguaia
	 Tocantins
	13 459,32
	
	
	50
	Araguaína
	 Tocantins
	13 227,07
	
	
	51
	Candeias do Jamari
	 Rondônia
	13 216,57
	
	
	52
	Monte do Carmo
	 Tocantins
	13 138,13
	
	
	53
	Bujari
	 Acre
	13 099,24
	
	
	54
	Cujubim
	 Rondônia
	13 006,74
	
	
Acima de 12 mil[editar | editar código-fonte]
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	55
	Arraias
	 Tocantins
	12 810,25
	
	
	56
	Ferreira Gomes
	 Amapá
	12 774,01
	
	
	57
	Pedra Branca do Amapari
	 Amapá
	12 769,37
	
	
	58
	Macapá
	 Amapá
	12 769,16
	
	
	59
	Guaraí
	 Tocantins
	12 711,78
	
	
	60
	Ji-Paraná
	 Rondônia
	12 625,77
	
	
	61
	Bom Jesus do Tocantins
	 Tocantins
	12 615,83
	
	
	62
	Gurupi
	 Tocantins
	12 568,87
	
	
	63
	Alta Floresta d'Oeste
	 Rondônia
	12 554,79
	
	
	64
	Rio Branco
	 Acre
	12 542,31
	
	
	65
	Vale do Anari
	 Rondônia
	12 537,24
	
	
	66
	São Francisco do Guaporé
	 Rondônia
	12 406,28
	
	
	67
	Theobroma
	 Rondônia
	12 400,60
	
	
	68
	Acrelândia
	 Acre
	12 345,40
	
	
	69
	Santa Luzia d'Oeste
	 Rondônia
	12 266,58
	
	
	70
	Cantá
	 Roraima
	12 233,38
	
	
	71
	São Miguel do Guaporé
	 Rondônia
	12 224,42
	
	
	72
	Ariquemes
	 Rondônia
	12 169,14
	
	
	73
	Primavera de Rondônia
	 Rondônia
	12 098,63
	
	
	74
	Brasilândia do Tocantins
	 Tocantins
	12 081,42
	
	
	75
	Jaru
	 Rondônia
	12 053,73
	
	
	76
	Guajará-Mirim
	 Rondônia
	12 018,52
	
	
Acima de 11 mil[editar | editar código-fonte]
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	77
	Colorado do Oeste
	 Rondônia
	11 905,73
	
	
	78
	Paraíso do Tocantins
	 Tocantins
	11 832,33
	
	
	79
	Novo Horizonte do Oeste
	 Rondônia
	11 655,10
	
	
	80
	Araguaçu
	 Tocantins
	11 591,84
	
	
	81
	Presidente Figueiredo
	 Amazonas
	11 589,66
	
	
	82
	Cacoal
	 Rondônia
	11 552,42
	
	
	83
	Calçoene
	 Amapá
	11 543,30
	
	
	84
	Belém
	�� Pará
	11 496,24
	
	
	85
	Pium
	 Tocantins
	11 489,49
	
	
	86
	Monte Negro
	 Rondônia
	11 436,05
	
	
	87
	Floresta do Araguaia
	�� Pará
	11 415,03
	
	
	88
	Rodrigues Alves
	 Acre
	11 379,61
	
	
	89
	Santana
	 Amapá
	11 361,09
	
	
	90
	Nova Olinda
	 Tocantins
	11 244,68
	
	
	91
	Plácido de Castro
	 Acre
	11 209,79
	
	
	92
	São Felipe d'Oeste
	 Rondônia
	11 185,12
	
	
	93
	Dianópolis
	 Tocantins
	11 154,19
	
	
	94
	Benevides
	�� Pará
	11 139,93
	
	
	95
	Almeirim
	�� Pará
	11 065,45
	
	
	96
	Ouro Preto do Oeste
	 Rondônia
	11 077,85
	
	
	97
	Espigão do Oeste
	 Rondônia
	11 063,06
	
	
	98
	Senador Guiomard
	 Acre
	11 024,72
	
	
Acima de 10 mil[editar | editar código-fonte]
	PIB Per capita dos municípios da Região Norte do Brasil
	Posição
	Cidade
	Estado
	PIB Per capita
	
	
	99
	Oiapoque
	 Amapá
	10 995,17
	
	
	100
	Porto Acre
	 Acre
	10 920,91
	
	
Cidades por Estado
	Nº de Cidades por Estado
	Estado
	Nº de Cidades
	
	
	
	
	 Tocantins
	38
	
	
	
	
	 Rondônia
	33
	
	
	
	
	�� Pará
	10
	
	
	
	
	 Amapá
	7
	
	
	
	
	 Acre
	7
	
	
	
	
	 Amazonas
	3
	
	
	
	
	 Roraima
	2
	
	
	
	
Referências[editar | editar código-fonte]
Produto Interno Bruto dos Municípios 2005-2009
Pará tem dez municípios entre os mais pobres do País
28 de junho de 2011
3565
Pouco mudou no mapa da pobreza do Pará nos últimos 21 meses. Segundo estudo divulgado nesta segunda-feira, 27, em São Paulo, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a ascensão social e econômica da população do Estado nesse período não foi suficiente para que nenhum município se destacasse no ranking do mercado consumidor do País. Belém continua como a cidade com a maior renda média de toda a população, com apenas R$876,92. Na comparação com todos os municípios brasileiros, é somente a 404ª cidade no rol das ‘mais ricas’. Pelos dados divulgados pela FGV, a quantidade de pessoas dentro das classes A e B, denominados como a ‘elite do consumo’, ainda é muito baixo, só 15,3% (9,3% classe A e 6% na classe B). Como comparativo, Niterói (RJ), destacada como a mais endinheirada do País, com renda de R$ 2.064,30 por pessoa, possui cerca de 43% dos habitantes nessas classes, sendo 30,6% na classe A.
O levantamento mostra que quase 40% dos belenenses estão fora do mercado consumidor. São 24,8% de representantes estagnados na classe D e 15,1% na classe E. Mas se não aparece entre os municípios com maior capacidade de consumo, em compensação o Estado surge com dez representantes entre os 50 mais pobres do País. Melgaço,por exemplo, é o quarto município do Brasil em número de habitantes na classe E (69,1%). Pelo levantamento, somente 12,4% dos habitantes do município são responsáveis pela movimentação da economia do município. Em seguida aparece Cachoeira do Piriá, 11º no ranking nacional, com quase 65% de habitantes vivendo em situação de miséria, com margem de 12,4% de habitantes em classes superiores a C. ‘Enquanto você ver no sul, no sudeste e até no centro-oeste vários pontos de ascensão das classes de consumo, a fotografia do Norte é bastante desbotada. A grande ascensão social da região parece que ainda está para acontecer. Mas a boa notícia é que tem muita gente na classe D, muita gente que era pobre, passou para a classe D, está estacionada e pronta para ir para a classe C, que indica a base do mercado de consumo’, analisa o economista Marcelo Neri, responsável pelo levantamento.
No geral, Maranhão, Pará, Amazonas e Piauí são os Estados que mais aparecem na lista de populações com baixo poder de consumo. Dentre os representantes paraenses, ainda há Bagre, com 13,8% de pessoas nas classes A, B e C; Santa Cruz do Arari (15,1%); Limoeiro do Ajuru (15,9%); Chaves (16,1%); Augusto Corrêa (16,1%); Afuá (16,3%); Viseu (16,9%); e Porto de Moz (17%). Por outro lado, os maiores redutos consumidores do Estado, depois de Belém, são Novo Progresso, com 59,9% da população classificada acima da classe C; Parauapebas, com 58,4%; Ananindeua, com 54,5%; Redenção, com 51,8%; Canaã dos Carajás, 51,3%; Tucumã, com 50,8%; e Rio Maria, com 50,1%. (O Liberal)
Os 10 estados mais violentos do Brasil, segundo o Ipea
Sete unidades federativas do Norte e Nordeste têm as maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes
SÃO PAULO - O Ipea (Instituto de pesquisa econômica aplicada) publicou nesta terça-feira (5) o Atlas da Violência na edição 2018. A publicação compara dados coletados entre 2006 e 2016.
O estudo mostra mostra que o país alcançou pela primeira vez a marca de 30,3 homicídios a cada 100 mil habitantes. Este número corresponde a um total de 62.517 homicídios naquele ano, 30 vezes o observado na Europa nos mesmos 12 meses. 
Apenas entre 2006 e 2016, 553 mil pessoas perderam suas vidas devido à violência intencional no Brasil, relata o Ipea. Entre 1980 e 2016, cerca de 910 mil pessoas foram mortas pelo uso de armas de fogo no país. "Uma verdadeira corrida armamentista que vinha acontecendo desde meados dos anos 1980 só foi interrompida em 2003, com a sanção do Estatuto do Desarmamento. Em 2003, o índice de mortes por armas de fogo era de 71,1%, o mesmo registrado em 2016", escreve o Instituto.
Por unidade federativa, o Ipea descobriu que sete UFs do Norte e Nordeste têm as maiores taxas de homicídios por 100 mil habitantes: Sergipe (64,7), Alagoas (54,2), Rio Grande do Norte (53,4), Pará (50,8), Amapá (48,7), Pernambuco (47,3) e Bahia (46,9). Entre os 10 estados onde a violência letal cresceu no período analisado, estão o Rio Grande do Sul e nove pertencentes às regiões Norte e Nordeste.
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Os dez estados mais violentos foram os seguintes: 
	UF
	Homicídios/ 1000 habitantes em 2016
	Sergipe
	64,7
	Alagoas
	54,2
	Rio Grande do Norte
	53,4
	Pará
	50,8
	Amapá
	48,7
	Pernambuco
	47,3
	Bahia
	46,9
	Acre
	44,4
	Roraima
	39,7
	Rondônia
	39,3
	Tocantins
	37,6
Perfil
No geral, os homicídios respondem por 56,5% dos óbitos de homens entre 15 a 19 anos no Brasil. Em 2016, 33.590 jovens foram assassinados – aumento de 7,4% em relação a 2015 –, sendo 94,6% do sexo masculino. Ao mesmo tempo, a pesquisa observa um aumento de 6,4% nos assassinatos de mulheres no Brasil nestes 10 anos. A situação é mais grave em Roraima, que apresentou uma taxa de 10 homicídios por 100 mil mulheres. 
A desigualdade de raça se acentuou durante o período pesquisado. De todas as pessoas assassinadas no Brasil em 2016, 71,5% eram pretas ou pardas. Naquele mesmo ano, a taxa de homicídios de negros foi duas vezes e meia superior à de não negros (40,2 contra 16,0). Contudo, em nove estados as taxas de homicídio de negros decresceram na década de 2006 a 2016, entre eles São Paulo (-47,7%), Rio de Janeiro (-27,7%) e Espírito Santo (-23,8%).
Estas são as 50 cidades mais violentas do mundo (e 17 estão no Brasil) Compartilhar
O Brasil é o país com o maior número de cidades entre as 50 áreas urbanas mais violentas do mundo, segundo ranking divulgado nesta semana pela organização de sociedade civil mexicana Segurança, Justiça e Paz, que faz o levantamento anualmente com base em taxas de homicídios por 100 mil habitantes (veja lista completa abaixo).
São 17 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes listadas no ranking, que é encabeçado pela mexicana Los Cabos (com 111,33 homicídios por 100 mil habitantes em 2017) e pela capital venezuelana, Caracas (111,19).
Natal (RN) aparece em quarto lugar, com 102,56 homicídios por 100 mil habitantes - para se ter uma ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera uma taxa acima de 10 homicídios por 100 mil habitantes como característica de violência epidêmica. 
Outras cidades brasileiras que aparecem no ranking são Fortaleza (CE), Belém (PA), Vitória da Conquista (BA), Maceió (AL), Aracaju (SE), Feira de Santana (BA), Recife (PE), Salvador (BA), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Macapá (AP), Campos de Goycatazes (RJ), Campina Grande (PB), Teresina (PI) e Vitória (ES).
Fortaleza, em especial, é destacada no relatório por sua taxa de homicídios ter subido 85% entre 2016 e 2017 - de 44,98 para 83,48.
O crescimento da violência em cidades menores - e, sobretudo, do Norte e Nordeste brasileiros - alarma especialistas há mais de uma década. Como o Brasil não investiga seus homicídios (mais de 90% deles ficam impunes), é difícil identificar com total certeza as relações de causa e consequência no que diz respeito à violência urbana.
Mas estudiosos do tema apontam fenômenos como guerra de facções criminosas, avanço do tráfico de drogas e crescimento urbano sem a oferta de serviços de segurança eficazes como alguns dos motivos mais prováveis para a explosão da taxa de homicídios em cidades outrora pacatas.
Em grandes capitais, onde pode haver maior número absoluto de homicídios, a taxa é menor, já que resulta do cálculo do total de assassinatos dividido pelo tamanho da população. São Paulo, por exemplo, teve taxa de 8,02 homicídios por 100 mil habitantes em 2017; o Rio, que vive uma crise de segurança pública, viu sua taxa crescer de 29,4 em 2016 para 32 homicídios por 100 mil habitantes no ano passado.
O ranking mostra ainda que a América Latina é o continente com o maior número de cidades violentas do mundo: das 50 listadas no ranking, apenas oito não são latino-americanas.
Doze das cidades estão no México, país que vive anos de enfrentamentos entre cartéis de drogas e forças de segurança.
Los Cabos, uma das cidades mais turísticas do país, entrou pela primeira vez na lista já assumindo o topo do ranking. Segundo o relatório da Segurança, Justiça e Paz, Los Cabos passou de 61 homicídios em 2016 para 365 em 2017. Reportagem de 2017 do jornal The New York Times diz que a cidade virou um "paraíso para turistas e um inferno para moradores", em grande parte por conta de brigas de gangues que disputam entre si o controle de rotas viárias e pontos de venda de drogas.
Acapulco, também no México, aparece em terceiro lugar do ranking por apresentar um cenário semelhante.
Segundo a Segurança, Justiça e Paz, o país não tem "uma ação para a erradicação sistemática das milícias privadas e dos grupos criminosos e permitiu que a impunidade chegasse aos piores níveis já registrados".
Há também cinco cidades venezuelanas com as maiores taxas de homicídio do mundo, no momento em que o país enfrenta uma grave crise política e aguda escassez de alimentos, medicamentos e bens básicos.
A organização mexicana destaca,porém, a dificuldade em obterem-se dados estatísticos oficiais confiáveis na Venezuela: "Quatro milhões de venezuelanos deixaram o país, mais da metade deles nos últimos três anos", diz o relatório. "Como resultado, as estimativas oficiais de população não são reais, nem as taxas de homicídio baseadas nelas - mas sim mais altas."
A surpresa hondurenha
Mas nem tudo são notícias ruins: em muitas violentas cidades centro-americanas, a taxa de homicídios caiu.
O principal destaque nesse ponto é San Pedro Sula, em Honduras, que caiu do terceiro para o 26º posto do ranking entre 2016 e 2017. Os homicídios caíram 54% em apenas um ano.
"Essa mudança extraordinária não ocorreu por acaso, mas sim por resultado de um esforço do governo em erradicar células criminosas, agir contra delitos (...) cometidos pelas gangues e colocar ordem nas prisões", diz o relatório.
Três cidades brasileiras que figuravam no ranking de 2016 deixaram de aparecer em 2017. São elas: Curitiba (PR), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).A Segurança, Justiça e Paz diz que elabora o ranking com "o objetivo político cidadão de chamar atenção à violência nas cidades, sobretudo na América Latina, para que governantes se vejam pressionados a cumprir com seu dever de proteger os governados e garantir seu direito à segurança pública".
A organização usa como critério a taxa de homicídios por 100 mil habitantes oficial em cidades de 300 mil habitantes ou mais, além de fontes jornalísticas e informes de ONGs e organismos internacionais.
São excluídas do levantamento cidades de países em conflito bélico aberto, como Síria, Iraque, Afeganistão e Sudão, sob a justificativa de "a maioria das mortes violentas (nessas cidades) não corresponderia à definição universalmente aceita de homicídio, mas sim mortes provocadas por operações de guerra, segundo a classificação da OMS".
As 50 cidades mais violentas
	
	
	
	
	
	
	Posição
	Cidade
	País
	Homicídios
	Habitantes
	Taxa (por cada 100 mil habitantes)
	1
	Los Cabos
	México
	365
	328.245
	111,33
	2
	Caracas
	Venezuela
	3.387
	3.046.104
	111,19
	3
	Acapulco
	México
	910
	853.646
	106,63
	4
	Natal
	Brasil
	1.378
	1.343.573
	102,56
	5
	Tijuana
	México
	1.897
	1.882.492
	100,77
	6
	La Paz
	México
	259
	305.455
	84,79
	7
	Fortaleza
	Brasil
	3.270
	3.917.279
	83,48
	8
	Victoria
	México
	301
	361.078
	83,32
	9
	Guayana
	Venezuela
	728
	906.879
	80,28
	10
	Belém
	Brasil
	1.743
	2.441.761
	71,38
	11
	Vitória da Conquista
	Brasil
	245
	348.718
	70,26
	12
	Culiacán
	México
	671
	957.613
	70,10
	13
	St. Louis
	Estados Unidos
	205
	311.404
	65,83
	14
	Maceió
	Brasil
	658
	1.029
	63,94
	15
	Cape Town
	África do Sul
	2.493
	4.004.793
	62,25
	16
	Kingston
	Jamaica
	705
	1.180.771
	59,71
	17
	San Salvador
	El Salvador
	1.057
	1.789.588
	59,06
	18
	Aracaju
	Brasil
	560
	951.073
	58,88
	19
	Feira de Santana
	Brasil
	369
	627.477
	58,81
	20
	Juárez
	México
	814
	1.448.859
	56,16
	21
	Baltimore
	Estados Unidos
	341
	614.664
	55,48
	22
	Recife
	Brasil
	2.180
	3.965.699
	54,96
	23
	Maturín
	Venezuela
	327
	600.722
	54,43
	24
	Guatemala
	Guatemala
	1.705
	3.187.293
	53,49
	25
	Salvador
	Brasil
	2.071
	4.015.205
	51,58
	26
	San Pedro de Sula
	Honduras
	392
	765.864
	51,18
	27
	Valencia
	Venezuela
	784
	1.576.071
	49,74
	28
	Cali
	Colômbia
	1.261
	2.542.876
	49,59
	29
	Chihuahua
	México
	460
	929.884
	49,48
	30
	João Pessoa
	Brasil
	554
	1.126.613
	49,17
	31
	Obregón
	México
	166
	339.000
	48,96
	32
	San Juan
	Porto Rico
	169
	347.052
	48,70
	33
	Barquisimeto
	Venezuela
	644
	1.335.348
	48,23
	34
	Manaus
	Brasil
	1.024
	2.130.264
	48,07
	35
	Distrito Central
	Honduras
	588
	1.224.897
	48
	36
	Tepic
	México
	237
	503.330
	47,09
	37
	Palmira
	Colômbia
	144
	308.669
	46,65
	38
	Reynosa
	México
	294
	701.525
	41,95
	39
	Porto Alegre
	Brasil
	1.748
	4.268083
	40,96
	40
	Macapá
	Brasil
	191
	474.706
	40,24
	41
	Nova Orleans
	Estados Unidos
	157
	391.495
	40,10
	42
	Detroit
	Estados Unidos
	267
	672.795
	36,69
	43
	Mazatlán
	México
	192
	488.281
	39,32
	44
	Durban
	África do Sul
	1.396
	3.661.911
	38,12
	45
	Campos de Goytacazes
	Brasil
	184
	490.288
	37,53
	46
	Nelson Mandela Bay
	África do Sul
	474
	1.263.051
	37,53
	47
	Campina Grande
	Brasil
	153
	410.332
	37,29
	48
	Teresina
	Brasil
	315
	850.198
	37,05
	49
	Vitória
	Brasil
	707
	1.960.213
	36,07
	50
	Cúcuta
	Colômbia
	290
	833.743
	34,78
Conheça as 23 cidades mais Violentas do estado do Pará
A percepção da população é de que a violência só cresce mais a cada dia no Pará. Uma pesquisa do Mapa da Violência 2015 divulgada nos últimos dias, no entanto, veio mostrar que a situação é bem mais preocupante: entre 250 cidades consideradas as mais violentas do país, 23 são paraenses. Isto mesmo, quase 10% dos municípios mais violentos do país são de nosso estado.
Dos mais de 5,5 mil municípios brasileiros, a cidade de Simões Filho, na Bahia, é a que lidera o ranking de mais violenta do país. Entre 2010 e 2012, o município somou 126 mortes por armas de fogo para cada 100 mil habitantes. Logo atrás vem Ananindeua, com cerca de 104 mortes.
A capital Belém (148º) também está na lista, à frente de cidades como as vizinhas Manaus-AM (151º) e São Luís-MA (165º).
Veja a lista das cidades paraenses no ranking da violência:
2º Ananindeua
42º Novo Progresso
56º Tailândia PA
66º Castanhal
73º Rondon do Pará
95º Tucumã
109º Redenção
118º São Domingos do Araguaia
126 Pacajá
135 Goianésia do Pará
138º Ourilândia do Norte
148º Belém
152º Parauapebas
156º Altamira
196º Paragominas
215º Tucuruí
216º Jacundá
230º Moju
246º Igarapé-Miri PA
247º Tomé-Açu
249º Canaã dos Carajás
(DOL, com informações do portal Exame)
A maior floresta tropical e maior reservatório de água doce do mundo, a Amazônia é hoje uma das Grandes Regiões Naturais do planeta, tendo boa parte de sua vegetação preservada, além de uma vasta diversidade de fauna e flora. Com baixa densidade demográfica, a região é um importante laboratório natural para pesquisas, além de atrair diversas atividades extrativistas.
A Amazônia é o maior bioma brasileiro em extensão, o que corresponde, segundo o IBGE, a uma ocupação de 49% (4.196.943 km2) da área total do país. Para se ter uma ideia do que isso quer dizer, essa área se equivale, aproximadamente, a 16 vezes o tamanho do estado de São Paulo. Sua abrangência territorial reúne a totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima e ainda parte de Rondônia, Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.
Os estudos mostram[6] que a região Amazônica é detentora de grandes estoques de ferro, manganês, alumínio, cobre, zinco, níquel, cromo, titânio, fosfato, ouro, prata, platina, paládio, ródio, estanho, tungstênio, nióbio, tântalo, zircônio, terras-raras, urânio e diamante.2 de jul de 2017
Para entender a importância dos recursos naturais no mundo globalizado. 
A ordem econômica e política internacional foram alteradas a partir do paradigma da globalização. A globalização promoveu a integração das economias e alterou a geografia do comércio internacional, forçando as corporações a buscar novos mercados e redistribuir os investimentos internacionais. Os governos, por sua vez, foram obrigados a definir novas políticas nacionais e novas formas de relacionamento internacional para enfrentar a forte competição, no mercado internacional, por matérias-primas estratégicas (o Fundo da Amazônia, por exemplo, é parte de uma estratégia do Brasil). O aumento na competição internacional gerou uma significativa pressão por novas fontes de matérias-primas, como petróleo, gás, minerais e, especialmente, porfontes alternativas de suprimento de água. Neste contexto, os países ricos em recursos naturais se confrontam com uma nova ordem internacional, intensiva no uso de matérias-primas estratégicas, que passa a determinar a regionalização geopolítica dos padrões de exploração e comercialização internacional. O Brasil, em razão da região Amazônica, detentora do maior estoque de recursos estratégicos – água, minerais e biodiversidade – do planeta, passou a ser o centro das atenções internacionais.[3]
A Amazônia e o mundo. 
A Amazônia atraiu a atenção do mundo pela biodiversidade e pelo estoque de recursos estratégicos necessários para a geração das inovações tecnológicas. A riqueza da Amazônia é motivo de orgulho e, também, de preocupação nacional, pois, pela importância e pela exuberância, chama atenção do mundo quanto ao uso sustentável de seus recursos.
Para Bertha K.Becker[4], o bioma da Amazônia foi mercantilizado pela nova dinâmica do comércio internacional, constituindo o que se denomina de “mercantilismo do capital natural” ou mercantilização da natureza. A autora explica que nos últimos anos, novas tendências se delineiam no sentido de viabilizar a realização do capital natural através de um processo crescente de mercantilização da natureza. Alguns de seus elementos estão em vias de serem transformados em mercadorias fictícias e objeto de mercados reais, afetando intensamente a Amazônia.
A mudança de paradigma em relação à Amazônia, seja pelas nações, seja pelo comercio internacional, decorre de fatores que se relacionam com a necessidade de garantir disponibilidade de recursos naturais estratégicos para a manutenção do padrão de desenvolvimento e crescimento econômico do mundo. Assim, cabe ao Brasil, por sua soberania, garantir a governança sustentavel da Amazônia, afastando a sua mercatilização é o uso deletério de seus recursos naturais.
A governança da região da Amazônia pressupõe a criação de políticas ambientais que observem os recursos naturais estratégicos presentes na Amazônia a partir da legislação nacional e dos acordos e convenções internacionais, com destaque para:
Biodiversidade.
A Convenção de Diversidade Biológica – CDB, organizada na Conferência Rio-92, é específica quando dispõe sobre a forma de acesso a Recursos Genéticos. Pela CDB, as nações reconhecem a soberania dos Estados sobre seus recursos naturais e, também, a autoridade para determinar e autorizar o acesso aos recursos genéticos pertencentes aos governos nacionais, segundo a legislação nacional.
Entretanto, para Nelson de Figueiredo[5], o Brasil não possui uma política nacional clara sobre a proteção para a biodiversidade da Amazônia. Segundo o pesquisador, os estudos indicam um problema ambiental, pois, o Brasil mostra-se incapaz de formular uma política pública de controle o manejo da biodiversidade, seja por falta de recursos financeiros, seja por falta de pessoal técnico e científico qualificado.
Recursos Minerais.
A Amazônia, além de ser detentora de uma grande biodiversidade em seu subsolo, detém importantes estoques de recursos minerais.  Os estudos mostram[6] que a região Amazônica é detentora de grandes estoques de ferro, manganês, alumínio, cobre, zinco, níquel, cromo, titânio, fosfato, ouro, prata, platina, paládio, ródio, estanho, tungstênio, nióbio, tântalo, zircônio, terras-raras, urânio e diamante.
A riqueza mineral da Amazônia, atrelada a falta de políticas públicas brasileiras e latino americanas, impõs à região uma dinâmica de ocupação exógena, focada em interesses desenvolvimentistas e mercadológicos, sem respeito ao equilíbrio ecológico.
Recursos hídricos.
A escassez de água, no Brasil e no Mundo, é o tema mais discutido nos últimos anos, tendo sido objeto do Fórum Mundial da Água, realizado pela ONU em Daegu, Coréia do Sul (2015) e, programada para acontecer no Brasil em 2018. Atualmente, há uma preocupação com a disponibilidade e o acesso à água como condição para a sobrevivência do planeta e especialmente da humanidade.
A preocupação decorre, dentre inúmeros motivos, pelo problema da distribuição da água nos diferentes continentes do planeta. A escassez de água é um processo gradativo que se intensifica pelo desperdício, pelo mau uso e pelos problemas ambientais que impactam o meio ambiente natural de forma que, aos poucos, os continentes vão sofrendo perdas de disponibilidade e, também, pressão pelo consumo de água per capita.
Diante de um quadro de possíveis conflitos internacionais por causa da escassez de água em determinadas regiões do mundo, a Bacia Hidrográfica da Amazônia encontra-se na contramão, apresentando elevado potencial hídrico e valor estratégico, econômico e social. O complexo da Amazônia, por sua vez, é importante, ainda, para as aguas subterrãneas, cujo equilibrio ambiental é responsável por alimentar o aquífero Alter do Chão, reconhecido como o maior do mundo.
Proeminência seja feita quanto à manutenção do aquífero Alter do Chão na Amazônia. A sustentabilidade perpassa pela conservação da floresta, pois, boa parte do abastecimento origina-se da abundante e generosa quantidade de chuvas existentes na região, o que ajuda a explicar o grande volume de água mesmo em uma área menor que a do Aquífero Guarani. Essa elevada pluviosidade é gerada pela umidade intensa produzida pela própria Floresta Amazônica, que, por sua vez, utiliza-se dos recursos hídricos para a realização da evapotranspiração, com o bombeamento da água dos solos para a atmosfera, o que se relaciona também com os Rios Voadores.[7]
Os ruralistas e a pressão sobre a Amazônia.
O desmatamento do bioma da Amazônia possui forte participação do fator real de poder atrelado à bancada ruralista no congresso nacional.  No Brasil, a pressão da bancada ruralista acabou por promover alterações perigosas para o meio ambiente no ordenamento jurídico, a começar pelas novas regras do  código florestal. Além disso, com o surgimento de novas potências econômicas como a China, cuja economia é voltada para o mercado internacional, houve o aumento pela demanda de recursos naturais e de alimentos, pressionando a floresta Amazônica com a finalidade de garantir mais espaço para a cultura da soja e da criação de gado.
A encruzilhada do Brasil em relação à Amazônia.
Considerando a abundância de recursos naturais existentes na região da Amazonia, é necessário que o governo do Brasil estabeleça uma estratégia que perpasse a afirmação da soberania sobre o território da Amazônia; a adoção de medidas estruturais para criação do sentimento nacional de pertencimento da Amazônia; a implementação de políticas públicas dirigidas à preservação e conservação ambiental e a promoção do desenvolvimento sustentável.
O governo brasileiro, quanto à região da Amazônia, encontra-se diante de uma encruzilhada, pois, ao mesmo tempo em que possui recursos naturais com capacidade de potencializar a atividade econômica; sabe que as nações do mundo querem a preservação e a conservação do bioma, considerando-o como espaço vital do século XXI.
A Amazõnia é um centro de mobilização e de estratégias internacionais que pode atentar, inclusive, contra a sobrenania nacional, considerando a necessidade que algumas nações possuem de assumir o controle das reservas de recursos estratégicos, como é o caso recorrente das reservas de petróleo.
Por tal motivo, cabe ao governo brasileiro formular políticas públicas sustentáveis dirigidas ao fortalecimento e a integração regional da Amazônia como forma de confrontar os constantes discursos internacionais dirigidos para definir uma dinâmica geopolítica sobre a maior fronteira de capital natural do planeta, garantindo aos brasileiros a soberania quanto ao uso dos recursos naturais do bioma.
Conheça abaixo as 10 maiores hidrelétricas do mundo em ordem decrescente:
6º Grand Coulee – Estados Unidos (6.494MW) ...
5º Tucuruí I e II – Brasil (8.370 MW). ...
4º Guri – Venezuela (10.200 MW). ...
3º Belo Monte – Brasil (11.233MW) ...
2º Usina de Itaipu – Brasil (14.000MW)....
1º Usina de Três Gargantas – China (18.200).
Celpa (PA) cobra a energia elétrica mais cara do Brasil
Publicado em seg, 13/08/2018 - 12:32
A Agência de Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) autorizou as Centrais Elétricas do Pará (CELPA) a aumentar a conta de energia elétrica dos paraenses em 11,75%. Com o novo aumento, a CELPA passou a ser a concessionária que cobra a energia mais cara do Brasil: R$ 0,671 o Kwh.
Esse valor não inclui os tributos e outros elementos que compõem a conta de energia elétrica, como o ICMS e taxa de iluminação pública. No estado do Pará, o ICMS corresponde a 25% da conta de energia elétrica, no entanto, esse recurso ainda vai para os cofres do governo do estado e das prefeituras, já o aumento da CELPA vai para os bolsos dos acionistas da empresa Equatorial.
A CELPA atende cerca de 2,6 milhões de unidades consumidoras dos 144 municípios paraenses. A empresa Equatorial possui 96% do controle da CELPA e lucrou no 1º trimestre de 2018 com a venda de energia aos paraenses cerca de R$1,2 bilhões.
 
Uma grande contradição
Em 2017 as hidrelétricas de Belo Monte, Tucuruí e Curuá Una, as três que alagam áreas totalmente pertencentes ao estado do Pará, somaram uma geração de 40,37 mil GWh. Em 2017 as hidrelétricas de Santo Antônio do Jari (divisa com o Amapá) e Teles Pires (divisa com o Mato Grosso) somaram uma geração de 8,9 mil GWh, assim, o estado do Pará foi o terceiro no Brasil que mais gerou energia de fonte hídrica.
Em 2018, até o mês de julho, o Pará já superou o estado de São Paulo e atualmente só perde para o estado do Paraná na geração de energia hidrelétrica. A tendência é o Pará se tornar o primeiro estado em produção de energia hidrelétrica no país porque até junho de 2020 ainda haverá instalação de turbinas na hidrelétrica de Belo Monte.
Para gerar essa quantidade de energia, foram causados uma série de danos ambientais e socioeconômicos. Em nossa conta, cerca de 100 mil pessoas foram deslocadas compulsoriamente no estado do Pará de suas terras e casas para dar lugar ao lagos das barragens.
“É uma grande contradição o Pará pagar a energia mais cara do Brasil. Entendemos que o Estado e as empresas do setor elétrico tem uma dívida com os atingidos, por isso defendemos que os atingidos por barragens no Pará e no Brasil (mais de 1 milhão de atingidos) deveriam ser isentos de pagar a tarifa de energia elétrica”, afirma Jackson Dias, da coordenação do MAB no Pará

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