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Órteses tornozelo-pé ÓRTESE E PRÓTESE 2.2. ÓRTESES TORNOZELO-PÉ EM COURO-METAL CARACTERÍSTICAS Aço ou alumínio com acessórios em couro COMPONENTES Peça em aço fixada ao calçado Articulação do tornozelo Hastes verticais Faixa nível da panturrilha com cinta p/ fechamento atualmente sendo substituídos por titânio, fibra de vidro e outros componentes 2.2. OTP EM COURO-METAL VANTAGENS Melhor acomodação para edema ou dermatite não-controlada Como as de plástico permitem abordagem modular de tratamento (múltiplos componentes) Exige uso de calçado adequado e assim permite reembolso seguradora de saúde DESVANTAGENS Tempo p/ calçar Dificuldades para troca Pior aparência Maior gasto de energia MODELOS MAIS ATUAIS DE AFO EM COURO 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.1. ESTRIBOS E GARRA DE ENCAIXE . Estribo ou garra de encaixe: componente distal Estribo Integrais: peça de aço em forma de U Fixada à sola e à alma de aço de um calçado Hastes bilaterais ou uni Articulação mecânica do tornozelo da OTP alinhada com a anatômica 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.1. ESTRIBOS E GARRA DE ENCAIXE Estribo dividido ou móvel Placa de aço com um encaixe transversal e duas hastes verticais, em forma de L, que se fixam no encaixe. Placa fixada à sola e à alma do calçado Vantagem: Pode separa o calçado das porções proximais da órtese Trocar de calçado Desvantagem: Mais pesada, espessa e menos durável que o rígido 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.1. ESTRIBOS E GARRA DE ENCAIXE Garra de encaixe Opção para estribo dividido Tubo de aço colocado no salto do calçado com hastes verticais redondas em forma de L inseridas nas extremidades medial e lateral do tubo. Vantagem: Facilidade calçar e descalçar Custo relativamente mais baixo Desvantagem: Articulação ortótica mais distal em relação a anatômica (permitndo deslize para cima e p/ baixo – irritação da pele) 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.2. ARTICULAÇÕES DO TORNOZELO Permitem movimentação talocrural Metal: mais resistentes para adultos e crianças ativas Fixadas em estribos de metal ou palmilhas plásticas Eixo único controle da FL plantar, DFL ou ambas. Combinadas ao estribo, hastes verticais possibilitam controle médio-lateral e rotacional 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.3. TRAVAS DE TORNOZELO Travas na articulação mecânica para restringir a movimentação predeterminada Tipos Flexão plantar (projeção posterior) Dorsiflexão (projeção anterior) Para ambas direções (projeção anterior e posterior) 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.4. ASSISTÊNCIA AO TORNOZELO Auxiliam a movimentação do tornozelo Indicada para substituir músculos fracos ou paralisados Dispositivo auxilio dorsiflexão: Mola no interior da articulação mecânica Sofre compressão na transferência de carga Recua para assistir DF na retirada da carga Controla FL plantar durante resposta a carga e pré-aceleração Evita arrastar dos artelhos(dedos) na aceleração BiCAAL (trava ajustável de dois canais para tornozelo) 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.5. CONTROLE MÉDIO-LATERAL Par evitar supinação ou pronação excessiva do pé. Tira em forma de “T” para correção do varo ou valgo acrescentada a OTP 2.2. OTP EM COURO-METAL 2.2.6. HASTES VERTICAIS E FAIXAS PARA A PANTURRILHA Hastes metálicas: partem da articulação do tornozelo que se fixam proximalmente a uma faixa metálica ou plástica na altura da panturrilha. Bi ou unilateral Não tocam a pele do paciente 2.3. MATERIAIS COMPOSTOS CARACTERÍSTICAS Materiais combinados: Grafite, plásticos e titânio Combinam as melhores características das de plástico e couro-metal Ex.: Camp ToeOFF Gait Rehabilitation Orthosis VANTAGEM Fina, leve e durável Semelhante a OTP TR flexivível INDICAÇÃO fraqueza de de gastrocnêmios secundária a transtornos musculares (Charcot-Marie-Tooth, síndrome pós-poliomielite e neuropatias periféricas CONTRA-INDICAÇÃO Espasticidade grave Edema grave Diabetes risco ulceração 2.4. OTP PARA DIMINUIÇÃO DE CARGA CARACTERÍSTICAS Cinta para alivio da carga. Seção tibial de copolímero + espuma plástica do joelho até tornozelo Hastes laterais Articulação móvel ou fixa Compressão para alinhamento e controle do edema Fechos de velcro INDICAÇÕES Pós fratura para substituir aparelho gessado AÇÃO BIOMECÂNICA. Batente do tendão patelar (BTP): anteparo, que lembra um encaixe protético transtibial, que oferece apoio à carga sobre o tendão patelar. Hastes medial e lateral transferem carga distalmente. Articulação mecânica com movimentação limitada recebe a carga. IMOBILIZADOR FRATURA DE TÍBIA 2.5. SUPORTE DE TECIDO, COURO, AR E GEL CARACTERÍSTICAS Órtese produzidas para dar estabilidade ao tornozelo e pé De diversos tecido e couro Com bolsas de agua, ar ou gel Podem substituir ataduras adesivas ou elásticas Com cadarço maior adaptabilidade Apoio verticais rígidos aumentam sustentação INDICAÇÕES Imobilização pós fratura Estabilizar articulação instável ou com quadro álgico Reduzir hipertonia Controle edema, dor e inflamação (gel ou gelo resfriado) IMOBILIZADORES BANDAGEM ELÁSTICA AFO COM BOLSA DE GELO 2.6. OTP PARA REDUÇÃO DE CONTRATURA CARACTERÍSTICAS Apresenta mola espiralada, faixa elástica ou uma articulação do tornozelo ajustável. INDICAÇÕES Contratura tendão de Aquiles BIOMECÂNICA Aplica força tênsil à parte posterior da perna. À medida que a contratura cede o rpofissional aumenta tensão sobre tornozelo Deve ser combinada com cinesioterapia 2.7. ORIENTAÇÕES PARA PRESCRIÇÃO Diretrizes biomecânicas para a prescrição das órteses tornozelo-pé: Controle da FL plantar fase aceleração OTP com mola auxilia dorsiflexão (LEP ou mola metálica espiralada) OTP com trava de FL plantar( modelo plástico) OTP-TR OTP com tornozelo articulado e uma trava de FL plantar (modelo couro-metal) 2.7. ORIENTAÇÕES PARA PRESCRIÇÃO Diretrizes biomecânicas para a prescrição das órteses tornozelo-pé: Controle da dorsiflexão fase de apoio OTP-TR OTP com tornozelo articulado e uma trava de dorsiflexão (modelo couro-metal) OTP com trava de dorsiflexão ( modelo plástico) 2.7. ORIENTAÇÕES PARA PRESCRIÇÃO Diretrizes biomecânicas para a prescrição das órteses tornozelo-pé: Controle médio-lateral do pé fases de apoio e aceleração OTP-TR OTP com tornozelo rígido e aba medial (ou lateral) OTP espiral ou semi-espiral Tira para controle de valgo (ou varo) OTP com estribo e haste vertical REFERÊNCIA Livro: ÓRTESES : Abordagem Clínica - Série Physio | Fisioterapia Prática, Autora: Joan E. Edelstein e Jan Bruckner, Editora: Guanabara Koogan/Lab Capítulo 3 - Órteses Tornozelo Pé - pag 46 a 65