Prévia do material em texto
Hormônios Femininos Os hormônios são substâncias produzidas pelo próprio organismo – glândulas endócrinas, neurônios ou órgãos – que atuam dentro das células, permitindo o transporte de informações entre elas ou até mesmo regulando determinadas funções corporais. Sua circulação se dá por meio dos vasos sanguíneos, sendo possível realizar a dosagem dos mais variados hormônios para avaliar prováveis desarranjos no metabolismo. Vários tipos de hormônios são produzidos dentro do nosso sistema e cada um tem sua finalidade, sendo todos de extrema importância para o correto funcionamento do corpo humano. As principais funções dos hormônios são: Funções reguladoras ou homeostáticas = manter a estabilidade funcional dos órgãos; Integração entre os diversos sistemas do organismo; Auxílio nas funções reprodutivas; Crescimento e regeneração celular. Para que essas atividades sejam exercidas com êxito é importante que haja um equilíbrio na produção hormonal. No entanto, o desequilíbrio hormonal – popularmente chamado de distúrbio hormonal – dificilmente é identificado com rapidez pelo ser humano. No caso das mulheres, uma boa maneira de identificar possíveis alterações hormonais é observar a regularidade do ciclo menstrual. Muitas pacientes com distúrbios hormonais acabam apresentando ciclos menstruais irregulares, seja pela amenorréia (ausência da menstruação) ou pelo sangramento uterino irregular (ciclos menstruais mais curtos ou mais espaçados, podendo ter alteração no fluxo menstrual). Caso esses sintomas sejam identificados, é necessário procurar por um ginecologista o quanto antes. Vale lembrar que existem diversos outros sintomas que podem indicar um possível desarranjo hormonal, porém eles são ainda mais difíceis de identificar e acabam passando despercebidos, tais como: Irritabilidade; Ansiedade; Depressão; Dor de cabeça; Dor ou aumento da sensibilidade das mamas; Retenção de líquidos ou inchaço nas pernas; Cansaço; Queda de cabelo; Aumento de pelos corporais. É necessário que a mulher esteja atenta aos sinais que seu corpo emite, pois são eles que indicarão possíveis problemas no organismo. Como é feito o exame hormonal? Para verificar se há algum problema hormonal é necessário que seja feito um exame de sangue ou até mesmo a coleta de saliva, entretanto, esse último método não é muito utilizado no Brasil. O exame hormonal tem a função de identificar os níveis dos hormônios presentes na circulação sanguínea, verificando possíveis alterações em suas dosagens. Cada exame exige um preparo específico e é fundamental obter todas as informações a respeito antes de realizar a coleta. O ideal é questionar sobre o preparo na hora do agendamento do exame. Quais são os principais hormônios femininos? O nosso organismo produz mais de 60 tipos de hormônios, sendo que cada um tem uma função específica de fundamental importância para o corpo humano. No entanto, alguns devem ser destacados pela maior utilização na prática clínica: Testosterona: Apesar de sempre ser relacionada ao sexo masculino, a testosterona é fundamental para a saúde sexual da mulher e também está presente em sua circulação sanguínea. No entanto, a quantidade desse hormônio é menor do que a encontrada no homem. De acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais, 75% das mulheres com disfunção sexual apresentavam níveis baixos de testosterona. Deficiência: diminuição na libido, desejo sexual hipoativo, perda de massa muscular, anemia, distúrbios do sono, fadiga ou aumento da gordura corporal. Excesso: comportamento agressivo, acne, aumento da pilificação, perda de cabelo ou sinais de virilização (hipertrofia de clitóris e alteração na tonalidade da voz). Melatonina: É produzida pela glândula pineal (localizada no cérebro) e está muito correlacionada com a estabilidade do ciclo sono-vigília (regulação do sono), além de uma possível função de recuperação de células neurológicas nos casos de pacientes acometidas pela doença de Alzheimer. É chamada popularmente de “hormônio do sono”. Esse hormônio também está intimamente correlacionado com o adequado funcionamento do ciclo hormonal e da ovulação, sendo que estudos recentes demonstraram a presença de melatoninano fluido folicular ovariano. Deficiência: distúrbio de ovulação, falência ovariana precoce (devido ao aumento de estresse oxidativo das células) e endometriose. Excesso: desenvolvimento de tumores no sistema genital feminino. Progesterona: A progesterona está envolvida no ciclo menstrual, embriogênese (formação do embrião) e viabilidade da gestação. Entretanto, sua principal função está relacionada com o preparo endometrial (camada interna do útero) para o recebimento do embrião, estimulando também o preparo das mamas para a produção do leite. Deficiência: infertilidade, irregularidade do ciclo menstrual e abortamento de repetição. Excesso: sonolência, acne, humor depressivo, fadiga, dores articulares e alterações intestinais (constipação). Estrogênio: O estrogênio é o principal hormônio feminino e promove o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários da mulher, além de promover o crescimento uterino. Ele age também sobre o crescimento de outras células, aumentando o tamanho de músculos, mamas, glândulas e coxas. Deficiência: osteoporose, suores noturnos, esquecimento, insônia e infertilidade. Excesso: dor de cabeça, maior risco de episódios de trombose, náuseas e vômitos. Cortisol: Esse hormônio é produzido pelas glândulas supra-renais, sendo responsável por diversas funções do corpo, tais como ações anti-inflamatórias (especialmente no combate às alergias e alguns tipos de câncer), metabolismo da glicose e respostas imunes. Deficiência: insônia, fadiga, falta de apetite e ansiedade. Excesso: perda de cabelo, diminuição do tecido muscular, cicatrização lenta e insônia. Reposição Hormonal A partir de determinada idade, tanto a mulher quanto o homem passam a produzir menos hormônios devido a possíveis falências endócrinas parciais ou totais. Um dos sintomas mais conhecidos pelas mulheres é a menopausa (ausência da menstruação por um período superior a 1 ano), entretanto há outros sinais correlacionados com a falta da fabricação dos hormônios, tais como: Perda da modulação corporal–alteração no formato do corpo (principalmente das nádegas e dos seios); Aumento da gordura corpórea – principalmente na cintura abdominal; Desinteresse sexual; Perde de memória; Sintomas depressivos; Distúrbios do sono. Devido a isso, a reposição hormonal é aconselhável, tanto para evitar tais sintomas como para adquirir outros benefícios, tais como a preservação da libido, a prevenção da perda da massa óssea, a redução na incidência de alguns tipos de câncer e de doenças degenerativas. Essa reposição hormonal pode ser feita de diferentes formas, como por exemplo: injeção, pílulas, gel, comprimidos vaginais ou implantes. No entanto, a avaliação sobre uma possível reposição hormonal deve ser feita de forma individualizada, após a análise médica adequada. Nunca inicie nenhum tipo de tratamento de reposição hormonal sem antes passar em avaliação com seu ginecologista. Não é fácil identificar a falta de determinados hormônios em nosso organismo e, por isso, a mulher tem que estar em dia com os exames ginecológicos, bem como aos sinais que o próprio corpo dá quando algo não está funcionando adequadamente. Fique atenta! http://bedmed.com.br/saiba-mais-sobre-os-hormonios-femininos/ HORMÔNIOS FEMININOS Dra. Sheila Sedicias (Ginecologista) Os principais hormônios femininos são: o estrogênio e a progesterona. Eles são fabricados nos ovários, entram em atividade na puberdade e sofrem variações constantes durante o dia a dia da mulher. Alguns fatores que alteram a quantidade de hormônios femininos são: A hora do dia O ciclo menstrual Saúde Menopausa Medicação em uso Estresse Fator emocional Gravidez Funções dos hormônios femininos Os hormônios femininos são responsáveis pelas características físicas damulher: Forma dos quadris Desenvolvimento dos seios Ovulação Alterações de humor Um problema hormonal muito comum entre as mulheres é a TPM, a tensão pré-menstrual, que causa um grande desconforto físico e emocional. É possível controlar esses altos e baixos dos hormônios com uma alimentação equilibrada e saudável, evitando principalmente os alimentos industrializados e praticando atividade física regular. Reposição hormonal feminina Uma das maneiras de diminuir os incômodos causados pela menopausaé através da terapia de reposição hormonal. A terapia de reposição hormonal feminina consiste na toma de hormônios (sintéticos ou naturais) para substituir o estrogênio e a progesterona que os ovários deixam de produzir na menopausa. O tempo de tratamento vai depender do organismo de cada mulher, mas há uma média de 2 anos ininterruptos de reposição para aquelas que desejam combater ossintomas da menopausa, e um período de aproximadamente 5 anos para aquelas que desejam também diminuir o risco de osteoporose e de doenças cardiovasculares. Hormônios e comportamento da mulher Saber a influência que os hormônios possuem sobre o comportamento da mulher, pode ajudar a compreender melhor as mudanças de humor incontroláveis que acontecem todos os meses. Adrenalina - hormônio que permite ao organismo reagir em casos de urgência. Endorfinas - possuem um efeito analgésico e estimulam o prazer. São produzidas quando se pratica atividade física por exemplo. Estrogênios - determinam o ciclo menstrual, as secreções vaginais e é um dos hormônios que permitem a ovulação da mulher. Progesterona- está envolvida no ciclo menstrual e na atividade do aparelho reprodutor. Melatonina - regula o ritmo do sono. Testosterona - Regula a resposta ao stress ativando a produção da adrenalina. O excesso de testosterona no sangue, pode explicar o excesso de nervosismo , ansiedade e inclusive a taquicardia, por outro lado níveis muito baixos provocam cansaço e desânimo. Os ovários produzem uma quantidade pequena deste hormônio. Oxitocina - Aumenta a sensibilidade do aparelho genital, o desejo, e o nível de prazer nas relações sexuais. Tiroxinas- os hormônios produzidos pela tireóide regulam o metabolismo. O desequilíbrio na produção hormonal desta glândula pode provocar fadiga crônica, depressão, ansiedade e nervosismo. De acordo com os endocrinologistas os hormônios são produzidos ao longo do dia, da fase do mês e da fases da vida de acordo com o ritmo do organismo. O que fazer quando a mulher não fica excitada O transtorno da excitação sexual feminina ocorre quando existe um fracasso na obtenção da excitação sexual, apesar do estímulo adequado, o que pode trazer dor e angústia para o casal. Essa dificuldade da mulher fica excitada e de desejar o contato íntimo pode ser causada por problemas emocionais, dificuldade no relacionamento, a profissão pode gerar stress e desinteresse pelo sexo, além do estado depressivo e também pelo uso de medicamentos, alterações hormonais como deficiência de estrogênio ou menopausa e até mesmo devido a alguma doença como endometriose, infecção na bexiga ou nos órgão genitais. Além disso, a remoção cirúrgica dos ovários podem acarretar este distúrbio, fazendo com que a mulher fique desinteressada pelo sexo. Como identificar Os sinais que podem indicar que a mulher possui o transtorno da excitação sexual devem ser observados pelo casal durante as tentativas de ter um contato íntimo que seja prazeroso. Se apesar de todos os esforços a mulher continuar sem ficar excitada isto pode indicar este transtorno que deve ser investigado pelo ginecologista que deve descobrir a sua causa. Como melhorar a excitação da mulher Apesar de existirem várias formas de fazer com que a mulher fique excitada, se todas as formas a que o casal está habituado não forem suficiente, pode ser preciso recorrer ao uso de medicamentos que melhoram a circulação sanguínea como o Flibanserin. Os alimentos que estimulam a circulação como gengibre, pimenta, ginseng também são ótimos para apimentar a relação. A psicoterapia é especialmente indicada quando a dificuldade de conseguir a excitação está relacionada com problemas no relacionamento ou há histórico de abuso sexual ou parto traumatizante. Os exercícios de Kegel fortalecem os músculos pélvicos também podem ajudar a mulher a sentir mais prazer durante o contato íntimo, devendo fazer parte do tratamento. Veja como praticar estes exercícios aqui. Quando a causa é alguma doença ou infecção, por vezes basta fazer o seu tratamento de forma adequada para que a mulher volte a ficar excitada e desejar o contato íntimo novamente. O uso de lubrificantes íntimos à base de água podem ajudar a manter a região húmida e escorregadia, facilitando a penetração e o prazer e podem ser aplicados antes e durante a relação. A terapia sexual com um terapeuta sexual também é indicada e pode ajudar o casal a descobrir sua própria anatomia e a do parceiro, além das posições que favorecem o contato íntimo prazeroso. Os remédios orais como metiltestosterona e os de aplicação genital como propionato de testosterona podem ser úteis mas só deves ser utilizados sob indicação médica. O remédio tibolona é indicado quando acredita-se que o desintresse sexual é decorrente da menopausa. https://www.tuasaude.com/hormonios-femininos/ Hormônios humanos O que são: Hormônios são substâncias químicas produzidas por glândulas do sistema endócrino ou por neurônios especializados. São de extrema importância para o controle do funcionamento do corpo humano. Vários hormônios são produzidos em nosso corpo, sendo que cada um possui um efeito específico. Funções principais - Alguns hormônios atuam como espécie de mensageiro químico, transportando informações entre as células. - Outros agem com função de regular órgãos e regiões do corpo. Principais Hormônios Humanos, glândulas produtoras e ações no organismo: Testosterona: Produzido nos testículos, tem a ação de desenvolver as características sexuais nos homens (maturação de órgãos sexuais e formação da bolsa escrotal). Atuam também na formação de características secundárias masculinas (voz grossa, desenvolvimento de pêlos, barba, músculos, etc.) Estrógeno: Hormônio feminino produzido pelo ovário. Atua no desenvolvimento de características sexuais secundárias nas mulheres. Progesterona: Hormônio feminino produzido pelo corpo lúteo. Responsável pela manutenção das células de revestimento do útero e também pela produção de leite. Hormônio do crescimento (GH): Produzida pela adenoipófise, tem a função de estimular o crescimento do corpo humano. Insulina: Produzido pelo pâncreas, este hormônio atua na redução da glicemia (taxa de glicose no sangue). Ele é o responsável pela absorção da glicose pelas células. Melatonina: Produzido pela glândula pineal, é o responsável pelos ritmos do corpo, regulando, principalmente, o sono. Noradrenalina: Produzido na medula adrenal, atua na estimulação do sistema nervoso simpático. Adrenalina: Produzido na medula adrenal, atua na estimulação do sistema nervoso simpático. Dopamina: Produzida no hipotálamo, esse neurotransmissor atua no sistema nervoso central. É o responsável pelas sensações de motivação e prazer. Serotonina: Neurotransmissor que atua na comunicação entre os neurônios. Age na regulação do apetite, atividade sexual, sono e ritmo circadiano. Você sabia ... - Os animais vertebrados apresentam cerca de 50 hormônios, que são produzidos pelas glândulas do sistema endócrino. - O primeiro cientista a isolar um hormônio foi o bioquímico japonês Jokichi Takamine. O feito ocorreu no ano de 1901, enquanto ele pesquisava cristais de adrenalina. - A palavra hormônio tem origem na língua grega e seu significado é "estimulo ou estimular". http://www.todabiologia.com/anatomia/hormonios.htm Hormônios sexuais femininos: atualização Nas mulheres que se aproximam da menopausa, a falta de conhecimento sobre os hormônios sexuaisfemininos pode dificultar a escolha da terapia de reposição hormonal (TRH). Para ajudar, é possível encontrar a seguir um resumo sobre a importância e o modo de ação desses hormônios. Hormônios são substâncias que carregam mensagens de um órgão para outro órgão ou para outros tecidos do organismo. Os hormônios sexuais atuam para permitir o funcionamento adequado do ciclo reprodutivo. Os principais hormônios sexuais femininos são o estrógeno e a progesterona, produzidos principalmente pelos ovários durante a vida reprodutiva. Além disso, o hormônio folículo-estimulante (FSH, sigla em inglês) é produzido pela hipófise, uma glândula localizada na base do cérebro. Esse hormônio estimula as células da granulosa do folículo ovariano que, por sua vez, produzem estrógeno. Quando os níveis de estrógeno atingem determinados valores, o hipotálamo (localizado no cérebro) inicia a secreção do hormônio luteinizante (LH, sigla em inglês). Quando ocorre o pico de LH, o ovário libera o óvulo. O folículo ovariano se transforma no corpo lúteo, responsável pela produção de progesterona. Os hormônios promovem o desenvolvimento da mucosa uterina, preparando o órgão para uma possível gestação. Quando não ocorre fecundação, a produção hormonal diminui. Quando os níveis de progesterona caem até determinados valores, ocorre a menstrução (descamação da mucosa uterina). Os níveis reduzidos de estrógeno e progesterona são responsáveis pela produção do FSH, reiniciando o ciclo menstrual. Deve-se lembrar mais um fato: com o passar dos anos, a quantidade de óvulos diminui. Por esse motivo, os níveis hormonais começam a variar. É o início da menopausa. O estrógeno (estradiol) é o principal hormônio sexual feminino. Além de participar da ovulação, concepção e gestação, é responsável pela manutenção da integridade óssea e regulação dos níveis de colesterol. Após a menopausa, a produção de estrógeno nos ovários apresenta-se reduzida. Pequenas quantidades desse hormônio continuam sendo produzidas pelo tecido adiposo. Essa redução nos níveis de estrógeno podem causar osteoporose e doenças cardíacas. A reposição hormonal, portanto, diminui o risco dessas doenças. Além disso, aumenta os níveis de HDL (lipoproteínas de alta densidade, sigla em inglês) - o colesterol "bom" - e diminui os níveis de LDL (lipoproteínas de baixa densidade) - o colesterol "ruim". A progesterona atua conjuntamente com o estrógeno, preparando o organismo feminino para a concepção e a gravidez. Além disso, participa da regulação do ciclo menstrual. Quando a menopausa se aproxima (perimenopausa) e o ciclo se torna irregular, a progesterona desempenha um papel importante. Após a menopausa, o organismo da mulher produz apenas uma pequena fração da quantidade produzida durante a vida reprodutiva. O uso de progestágenos sintéticos (uma forma de progesterona) com estrógeno promove a descamação da mucosa uterina. Nas mulheres que utilizam estrógenos, essa associação diminui o risco do câncer de endométrio. Embora muitos acreditem que o andrógeno seja um hormônio exclusivamente masculino, ele também é produzido pelos ovários, glândulas adrenais e outros tecidos. É um dos responsáveis pelo estirão do crescimento observado na puberdade. Durante a menopausa, a produção de andrógeno pode diminuir pela metade - ou mais em pacientes que retiraram os ovários. Após esse período, a associação de andrógeno à TRH pode melhorar os fogachos em mulheres que permanecem com essa queixa após o tratamento com estrógeno. Conhecer o próprio organismo pode ajudar a mulher a escolher a melhor alternativa de tratamento. Entender os hormônios sexuais é importante, principalmente quando a menopausa se aproxima. http://www.apm.org.br/artigos-conteudo.aspx?id=45 SAIBA QUAIS SÃO OS HORMÔNIOS FEMININOS Melatonina É sabido que a melatonina também influencia no sistema genital e nos receptores do hormônio estrógeno, ajudando a prevenir câncer de mama. Alterações nas taxas desse hormônio, porém, podem levar a distúrbios de ovulação e fertilidade. Seu excesso pode ser sinal de síndrome dos ovários policísticos e tumores no sistema genital feminino, merecendo atenção redobrada. Testosterona Apesar de ser conhecido como “hormônio masculino”, a testosterona é fundamental para a saúde sexual da mulher. Segundo uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 75% das mulheres que apresentavam disfunção sexual tinham níveis de testosterona baixos. No organismo feminino, a testosterona é produzida nas glândulas adrenal e nos ovários. A quantidade, claro, é menor do que nos homens. A produção excessiva do hormônio pode sinalizar tumor nas glândulas adrenal ou distúrbios ovarianos. Com isso, provoca irregularidade menstrual, aumento de pelos, acnes e de massa muscular. Tiroxina 4 A ação da tiroxina 4 é a mesma para homens e mulheres. E, assim como acontece com os marmanjos, a queda nas suas taxas também provoca o aumento da substância prolactina. A diferença é que, nas mulheres, o excesso de prolactina leva a alterações no ciclo menstrual e infertilidade. Ocitocina Além de ser liberado durante as relações sexuais femininas, o hormônio do amor também atua sobre útero e mamas. Ele é responsável pelas contrações da musculatura na hora do parto e auxilia na produção de leite durante a amamentação. Serotonina A serotonina regula o humor das mulheres. Nelas, o neurotransmissor acompanha os níveis de estrógeno. Por exemplo, quando ele cai durante o período pré-menstrual, a serotonina despenca. Esse é um dos motivos da irritabilidade e da compulsão por doces na TPM. E como explicar a maior incidência de depressão nesse público? A resposta pode estar num estudo da Universidade Médica Karolinska (Suécia), que mostrou a atuação diferenciada do hormônio em ambos os sexos. As mulheres têm maior número dos receptores de serotonina mais comuns, porém, têm níveis baixos das proteínas que transportam a substância para as células nervosas. Comum em homens e mulheres Cortisol: Produzido pela glândula adrenal em situações de estresse, o hormônio aumenta a pressão, mobiliza as reservas de glicose (garantindo energia ao corpo), aguça a memória e turbina o sistema imunológico. Nem sempre esse aumento é pontual. Na Síndrome de Cushing, a produção é constante e elevada, provocando aumento do peso e lapsos de memória. Já quando baixo, pode provocar cansaço e depressão. Leptina: Produzido no tecido adiposo (gordura), ele circula pelo corpo até chegar ao cérebro, onde promove a saciedade. Pessoas obesas precisam produzir uma quantidade maior do hormônio para não ter fome. O efeito sanfona está vinculado a este hormônio. Ao emagrecer, as taxas de leptina caem, enquanto a fome aumenta para estimular o ganho de peso. Grelina : Produzido no estômago durante o jejum, este hormônio desencadeia a sensação de fome. Ele diminui o metabolismo e estimula o estoque de gordura localizada e não nos alimentamos bem. Isso para garantir energia no caso de futuras privações. A grelina influencia a memória, o hormônio do crescimento e o controle das taxas de açúcar do sangue http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/saiba-quais-sao-os-hormonios-femininos/1865/# Por meio do que chama "as sete pausas da vida", cardiologista aponta como lidar com períodos como menopausa e andropausa O organismo fica à espera dos hormônios perdidos no meio do caminho, das vitaminas e nutrientes negligenciados na jornada e ainda necessita daquelas mudanças na alimentação prometidas por tempos, mas esquecidas de serem colocadas em prática. O médico cardiologista Marcos Natividade estudou profundamente o envelhecimento e focou sua pesquisa nas sete pausas que podem ocorrer ao longo da vida, trazendo tristeza, cansaço, insônia, quilos extras e falta de apetite sexual. As pausas são: menopausa (só feminina), andropausa (só masculina), melatopausa, eletropausa, adrenopausa,tireopausa e somatopausa. Em seu livro Saúde, Estética & Prevenção Hoje (Ed. LMP), Natividade explica os fenômenosbioquímicos que explicam estes sete processos. Em entrevista ao iG Saúde, o especialista orienta a melhor forma de identificar precocemente os sinais e amenizar o desconforto imposto ao bem-estar. “O ser humano caminha para ser centenário. Mas ainda precisa descobrir que não envelhece e, então, caem as dosagens de hormônio. O conceito é inverso”, explica ele. “Primeiro os hormônios diminuem e, só por isso, envelhecemos.” Menopausa: “É a interrupção da produção dos hormônios sexuais femininos, o estradiol e a progesterona. Ocorre ao redor dos 50 anos e traz sintomas importantes como ondas de calor e dores”, explica Marcos Natividade. Menopausa: preparo físico e mental ajudam a enfrentar esta fase por vezes difícil na vida da mulher Segundo o especialista, o estresse é o principal vilão da menopausa. Por isso, é importante que a mulher saiba o que lhe faz bem, quais atividades são prazerosas e o que diminui a ansiedade, para que essas ações sejam intensificadas no período da menopausa. Outro pilar é a alimentação, em especial a aveia e a linhaça. Alimentos crus, e peixes de água salgada também fortalecem o organismo e ajudam a diminuir os sintomas desta fase”, resume Natividade. Ter sempre acompanhamento médico também é importante para que o especialista possa direcionar a reposição hormonal, caso necessário. Andropausa: É o interrupção, lenta e gradual, dos hormônios masculinos, especialmente a testosterona”, explica Mário Natividade. “Mas engana-se quem pensa que o primeiro sinal é a impotência ou a diminuição do apetite sexual. Se as mulheres ficam mais tristes com a diminuição do hormônio, os homens ficam rabugentos. E este processo já começa aos 35 anos. Se ele ainda tiver uma barriga mais saliente e estiver com a pressão alta, é quase certo que o corpo já está em andropausa.” Noites de sono tranquilas são fundamentais para a saúde A receita para eles é muito parecida com as orientações para mulheres na menopausa. Driblar o estresse, fazendo coisas que dão prazer e descanso, é a principal estratégia. Alimentação também é protetora, com alimentos crus e castanha do Pará. Melatopausa: É a diminuição da secreção melatonina, responsável pelo bom sono. Pode afetar homens e mulheres, em qualquer idade, mas é mais comum após os 40 anos. “As pessoas esquecem que a qualidade do sono começa em uma boa digestão alimentar. A melatonina é secretada no intestino, então primeiro há uma falha no processo digestivo e depois um impacto na hora de dormir”, explica Marco Natividade. A diminuição da melatonina – a estimativa é que a cada década de vida haja uma diminuição entre 10% e 15% da produção – pode ser amenizada pelo consumo de aminoácidos (peixes, carnes, ovos, soja). Além da sensação de cansaço, outro sintoma desta pausa são os gases, a prisão de ventre e a sensação de estar estufado. Eletropausa: É a diminuição da pregnenolona, hormônio responsável pela memória. “Muitas pessoas estão com a memória ruim e não sabem, porque hoje temos muitas formas de armazenar informações, como agendas de celulares, computadores etc”, explica o médico. “Mas um macete para saber se a pessoa está com o cérebro comprometido é a capacidade que ela tem de lembrar seus sonhos. Se raramente ela lembra de ter sonhado já é um indício. Se quando lembra, o sonho está em preto e branco também é sinal de que precisa aumentar a pregnenolona.” Segundo Natividade, a raiz da oferta do hormônio da memória é ômega 3, que pode ser encontrado nos óleos de peixe. “O ômega 6 também é importante, mas para cada mililitro de óleo de girassol, soja trigo consumido, é Adrenopausa: É a sensação de que falta energia no corpo, provocada pela queda dos hormônios cortisol e DHEA. “São dois hormônios produzidos por uma glândula pequena, que fica sobre o rim, como se fosse um chapéu”, explica Marcos Natividade. As situações estressantes são as que mais desequilibram a produção destas duas substâncias e, por isso, podem afetar homens e mulheres em igual proporção e em qualquer fase da vida. Porém, quanto mais tempo sem cuidar do cortisol e da DHEA, mais diversificados ficam os efeitos colaterais. O primeiro sinal é a fadiga constante. Depois aparecem o inchaço e também os quilos extras. “Afeta o organismo inteiro e uma das soluções é aumentar a melatonina (relacionada à melatopausa). Por isso, a solução principal via alimentação é aumentar o consumo de peixes e de aminoácidos em geral." Tireopausa: Queda na produção de hormônios da tireoide. Cuidar deste órgão do corpo evita não apenas a obesidade, mas o ressecamento da pele e dos cabelos, além do aumento do colesterol, três processos muito frequentes no envelhecimento. Fazer exames que medem a dosagem dos hormônios da tireoide, ao menos, uma vez por ano garante uma intervenção precoce. Conheça os exames da tireoide Essa glândula em forma de borboleta controla muitos hormônios no corpo Por meio da alimentação, o que garante o bom funcionamento da tireoide é evitar os jejuns prolongados, diminuir a ingestão de carboidratos e de bebidas alcoólicas, equacionar as dosagens de nutrientes – pesquisa recente mostrou que 90% dos brasileiros consomem quantidades inadequadas de cálcio, sódio, fibras e açúcares – além de investir na soja. Somatopausa: Diminuição do hormônio responsável pelo crescimento. Segundo o médico cardiologista Marcos Natividade ainda há certa polêmica sobre a reposição deste hormônio, já que é natural que ele diminua depois que a pessoa chega à fase adulta. Mas, de acordo com o que escreve em seu livro, a produção influencia no combate a insônia e depressão e diminui a gordura corporal. Como pode acarretar reações adversas graves, é preciso fazer uma investigação minuciosa dos pacientes para avaliar se os benefícios superam os riscos. http://saude.ig.com.br/bemestar/conheca-os-sinais-de-que-o-corpo-esta-precisando-de-hormonios/n1597105678906.html ENTENDA OS HORMÔNIOS FEMININOS Fatores internos e externos podem influenciar o nosso cotidiano. Essas interferências podem ser recebidas de formas diversas e podem provocar mudanças visíveis, mas às vezes inexplicáveis, em nosso dia-a-dia. Entre os fatores internos, os hormônios são fundamentais. Atualmente, conhecemos cada vez mais os problemas que as alterações da tireóide podem provocar em nossos organismos. Mas eu quero abordar outra fonte hormonal: os hormônios sexuais como o estrógeno e a progesterona (essencialmente femininos) e testosterona (masculino). No homem, os hormônios são liberados de forma constante durante o mês e assim ocorre pela sua vida inteira. Exceto em situações de estímulos, onde há uma maior necessidade da ação hormonal, nada, na vida do homem, varia de acordo com hormônios. Não há justificativa hormonal para alterações de humor ou inchaços. E a sua compreensão sobre uma instabilidade emocional, especialmente, mas não só a feminina, é muito reduzida e preconceituosa. Já a mulher, que vive sob o "comando" dos hormônios durante toda sua vida, passa por fases distintas orgânicas e emocionais durante o mês, com características próprias, e visíveis aos olhos do bom observador. Com a mudança de hábitos e rotinas através dos tempos, a mulher, que ficava em casa cuidando do lar e dos filhos agora agregou, entre suas atribuições, uma participação ativa no mercado de trabalho, competitivo, antes apenas masculino. Assim, além do ciclo hormonal interno, que pelas suas próprias características gera alterações importantes tanto físicas quanto emocionais, a mulher também está submetida aos fatores estressantes e às bruscas mudanças de seu meio externo (trabalho, trânsito, responsabilidades diferentes, entre outras). O estrogênio, hormônio que domina a primeira metade do ciclo menstrual, costuma determinar uma mulher mais ativa, com humor estável, mais cuidadosa de sua aparência, que gosta do contato interpessoal, extrovertida e mais preocupada com o trabalho do que com a casa. Na segunda metade do ciclo, pelo domínio da progesterona, essa mulher se transforma. Embora seja mais colaboradora e menos competitivano seu trabalho, prefere não se expor, fica mais introspectiva, mais sensível, mais carente de atenção e sua preocupação com o "lar" excede, em muito, sua atenção com o seu emprego. E isso acontece quando o ciclo é normal e não há gravidez. Imaginem se houver algum desequilíbrio nessa rotina hormonal. Aí é que mora o perigo. Você está próximo a uma mulher com quem tudo pode acontecer. E entre todas essas possibilidades, uma das mais temidas é a TPM. Esse é um quadro muito comum (cerca de 30 a 40% das mulheres), que acomete o sexo feminino desde a menarca (primeira menstruação) até o climatério (menopausa), que não mostra alterações laboratoriais ou radiológicas, que não afeta órgãos específicos, mas é conhecida com Síndrome da Tensão Pré-Menstrual. Mas como chegamos a um diagnóstico desses, se não há alterações orgânicas que a demonstrem, se sua causa é desconhecida, com possíveis interferências bioquímicas, hormonais, alimentares, stress, exercícios. Esse diagnóstico não passaria pelo primeiro estágio da assim chamada "Medicina Baseada em Evidências". A TPM é um dos principais exemplos das doenças psicossomáticas, ou seja, uma interação entre os fatores emocionais e clínicos, gerando alteração importante na qualidade de vida. Para "facilitar" foram descritos quatro tipos de TPM, cada uma delas com predomínio de alguns sintomas: Tipo A (ansiedade e suas conseqüências), C (compulsão alimentar, principalmente por doces e chocolate), D (sintomas depressivos, durante os quinze dias antes da menstruação) e H (inchaço e dor nos seios, dores de cabeça, gazes e dores nas pernas). Isso se não considerarmos que, em alguns casos, existe uma mistura de sintomas dos tipos e alguns que não estão descritos, especificamente, em nenhum deles (baixa produtividade, hostilidade, choro fácil, fadiga, ganho de peso, etc.). Entre as várias possibilidades e tentativas, a homeopatia surge como uma ótima escolha. Para a homeopatia, cada ser humano é único. Cada um sente, reage, pensa diferente do outro. Cada um de nós tem um sistema interno que nasce com a gente, que procura, antes de tudo, manter a vida e, sempre que possível, em equilíbrio, funcionando de forma suave e confortável. É uma força interna, poderosa e que nós nem percebemos sua atuação (Força Vital). Quando sofremos alguma "agressão", quer seja por motivos internos ou externos, por bactérias, vírus ou em resposta a alimentos, emoções, hábitos de vida, essa força se desestrutura gerando sintomas. Às vezes, até percebemos que isto está acontecendo e mais tarde voltamos a um estado de saúde. Mas muitas vezes não temos força suficiente para este reequilíbrio se realizar. Aí, além de sentir essas mudanças, elas podem nos dar alguns sinais. Esses são os sintomas, esta é a forma de enxergarmos "aqui fora" o que está acontecendo "lá dentro" da gente, entender o como e o porquê nosso corpo está sofrendo. Um dos grandes núcleos da homeopatia é o tratamento individualizado. Assim como cada mulher pode apresentar a "sua TPM", ela vai requerer, além de uma abordagem geral, o "seu tratamento medicamentoso específico". E acredite: isso é possível e está mais perto do que você possa imaginar, independente da fase do ciclo em que você se encontra. A homeopatia é uma forma de tratamento holístico (que vê o indivíduo como um todo), que não prejudica o doente, que o leva a uma cura suave e duradoura, barata, e que pode ser usada com qualquer outro tipo de medicamento, sendo mais uma forma de ajudar as pessoas a se recuperarem de doenças e a se manterem saudáveis. Atenção O tratamento homeopático não substitui e nem dispensa uma vida saudável, sem vícios, com uma boa alimentação, exercícios físicos, uma mente equilibrada em um corpo sadio, para gerar boa qualidade de vida. http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/4748-entenda-os-hormonios-femininos