Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

FACULDADE SEQUENCIAL 
ENFERMAGEM M8 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SWAN-GANZ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO 
MARÇO/2019 
 
SWAN-GANZ 
 
 
 
 
 
 
 
Andréia Farias 
Beatriz Sicília 
Fabiane Souza 
Ivan Martinez 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho solicitado pelo professor 
Marcelo Henrique na disciplina de 
Processo de Enfermagem lll 
Como requisito de nota para o 1º semestre. 
 
 
 
Sumário 
Introdução ................................................................................................................... 4 
1. Conceito .................................................................................................................. 5 
2. Indicações ............................................................................................................... 5 
3. Especificações do cateter........................................................................................ 5 
3.1. Tipos..................................................................................................................... 5 
3.2. Embalagem e armazenamento ............................................................................ 6 
4. Materiais utilizados na introdução do cateter Swan-Ganz ....................................... 6 
4.1. Colocando o introdutor do cateter Swan-Ganz ..................................................... 7 
4.2. Passando cateter de Swan-Ganz ......................................................................... 7 
4.3. Passagem do cateter de Swan-Ganz ................................................................... 7 
4.4. Caminhos percorridos pelo cateter de Swan-Ganz .............................................. 9 
4.5. Introduzindo o cateter e acompanhando pelo monitor ......................................... 9 
5. Medidas de pressão .............................................................................................. 10 
6. Assistência de enfermagem .................................................................................. 11 
7. Considerações finais ............................................................................................. 12 
8. Referências ........................................................................................................... 13 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
Introdução 
O método de Swan-Ganz, para cateterismo cardíaco, nas Unidades de Terapia 
Intensiva é completamente novo, tendo sido iniciado por volta de 1970, na 
Universidade da Califórnia, Los Angeles, com os médicos americanos William Ganz e 
Harold J. C. Swan, que aperfeiçoaram este tipo de cateter. 
Foram feitos estudos comparativos em animais e no homem, utilizando-se o método 
convencional do contraste e a novel. técnica de medida do Débito Cardíaco (D.C.) 
pelo termo diluição, concluindo-se a superioridade deste último, por ser mais simples, 
além de seguro. 
No Brasil, os primeiros estudos com Cateter de Swan-Ganz, foram iniciados em 1971, 
no Instituto "Dante Pazzanese" de Cardiologia, pelo Dr. Leopoldo Soares Piegas, 
chefe do Setor de Terapia Intensiva, trazendo possibilidades de conhecimento de 
certos parâmetros hemodinâmicos valiosos para o diagnóstico, prognóstico e 
tratamento de pacientes acometidos das mais graves entidades clínicas e 
complicações pós-operatória. 
As enfermeiras(os) indicadas para administrar uma Unidade de Terapia Intensiva, 
onde se pratica estas técnicas, devem ser altamente capacitadas e bem treinadas, 
com conhecimento científico mais aprofundado, tornando possível e facilitando a 
aplicação destes procedimentos sem complicações significativas e num intervalo de 
tempo relativamente curto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
1. Conceito 
O cateter de Swan-Ganz, constitui um método rápido para obter informações 
diagnósticas úteis, sem o uso do Raio-X, através da avaliação das pressões nas 
cavidades direitas, tronco e Artéria Pulmonar (A.P.), Capilar Pulmonar (C.P.) e débito 
cardíaco pelo termo diluição. 
2. Indicações 
Tem sido usado no controle da função ventricular esquerda e aplicado na prevenção 
e tratamento da falência cardíaca em pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio 
(I.A.M.), no controle da sobrecarga hídrica imposta pela infusão de líquidos e 
transfusões em pacientes com baixa reserva cardíaca; no controle pós-operatório de 
doentes submetidos à cirurgia cardíaca, na determinação do D.C pela termo diluição; 
na avaliação de efeitos clínicos e hemodinâmicos de drogas vasopressoras como 
nitroprussiato de sódio e dopamina e ainda como item importante, no diagnóstico 
diferencial entre algumas patologias cardíacas. 
3. Especificações do cateter 
São construídos com material flexível (polyvinyl chloride), tendo diâmetro externo de 
1,7 mm (5 F) e 110 cm de comprimento. Possuem uma ou dupla luz e na sua 
extremidade distai, situa-se um balão de látex com capacidade para 1 ml quando 
inflado e um termo receptor (termistor) destinado a captar as diferenças na 
temperatura sanguínea intracardíaca. Tem característica radiopaca e é fornecido 
estéril. 
3.1. Tipos 
Duas vias: o cateter possui um grande lúmen, que termina na ponta do cateter e é 
através dele que os traçados pressóricos de A.P. e C.P. são monitorizados, as 
amostras de sangue venoso misto são colhidas e as soluções infundidas. O outro 
lúmen serve para inflar ou esvaziar o balão. 
Quatro vias: possui um lúmen distai que fica posicionado em A.P., com as finalidades 
citadas anteriormente. Outro, denominado proximal, termina mais ou menos a 30 cm 
da ponta, servindo para motorização da pressão atrial direita e infusão de líquidos 
6 
 
 
(soro gelado). uma 3.ª via do termistor, faz conexão do termo receptor com aparelho 
de D.C. (Débito Cardíaco). A última via é a do balão. 
3.2. Embalagem e armazenamento 
O empacotamento tem por finalidade evitar o esmagamento do cateter. Para maior 
proteção o balão e o tubo estão envolvidos em revestimento plástico. 
A esterilização e a manipulação fora da embalagem, parecem contribuir para o 
esmagamento, por isso recomendasse que o cateter permaneça na embalagem até o 
uso. Devido sua construção especial, não é possível consertá-los. 
O período de armazenamento recomendado é de 1 ano, com data de expiração 
impressa em cada embalagem. A ultrapassagem do tempo previsto pode causar 
deterioração do balão, pois todos produtos de borracha. são influenciados pela 
atmosfera. Armazena-se sob condições que protejam os cateteres de variações 
extremas de temperatura e umidade. numa área de boa ventilação, protegidos da 
água e empilhados de maneira que evite o esmagamento. Deve ser empregada uma 
rotação de estoque, periodicamente. 
4. Materiais utilizados na introdução do cateter Swan-Ganz 
Material de Flebotomia ou Intracath, campos cirúrgicos e campo fenestrado, avental e 
luvas estéreis. 
Gorro, máscaras, óculos de proteção. PVPI tintura, anestésico (lidocaína 2% 
s/vasoconstrictor), seringas descartáveis de 10 e 20 ml, agulhas descartáveis (40x12; 
25x7), fios de algodão, lâmina de bisturi, torneiras de 3 vias. 
Soluções fisiológicas (500 e 250 ml), equipo simples (macrogotas), heparina 
(opcional). 
Bolsa pressurizadora, suporte de soluções e suporte para transdutores. 
Cateter de Swan-Ganz 7F, introdutor do cateter com dilatador venoso 8F, e kit de 
monitorização invasiva. 
Monitor com saídas para ECG e pressões invasivas. 
7 
 
 
4.1. Colocando o introdutor do cateter Swan-Ganz 
Todo o procedimento para inserção do cateter é realizado através da técnica de 
Seldinger, com uma pequena diferença descrita a seguir. 
Segundo CINTRA, é utilizado a técnica de Seldinger, e as veias de escolha são a 
jugular internae a subclávia. O médico, paramentado, deve verificar a integridade do 
balonete, e quem estiver auxiliando, deve puxar o sistema intra-flow para irrigar todas 
as vias do cateter de Swan-Ganz. 
Primeiramente abre-se apenas o kit com o introdutor, onde será feito a punção para 
sua introdução. Atenção: deixe para abrir o cateter de Swan-ganz e o sistema intra-
flow após terminar todo o processo com o introdutor, para evitar excesso de material 
sobre a mesa. 
No procedimento, é realizado a punção da veia de escolha para introduzir o fio-guia 
metálico flexível. Então é feito um pequeno corte com a lâmina de bisturi para passar 
o dilatador através do fio-guia. Retira-se o dilatador e conecta-se junto o introdutor. 
Agora serão passados ambos (introdutor e dilatador) pelo fio-guia. É retirado então o 
fio-guia e a cânula plástica interna (dilatador) do introdutor e fixado à pele do paciente. 
A passagem do cateter de Swan-Ganz é feita através do introdutor venoso, 
posicionado em veia jugular interna ou subclávia. 
Agora, certifique-se que estejam todas as conexões estejam corretas e que o monitor 
esteja ligado e respondendo à manipulação do cateter junto à mão do médico. Coloca-
se a bainha plástica sanfonada para facilitar o posicionamento sem contaminar o 
cateter caso ele venha se deslocar futuramente. 
4.2. Passando cateter de Swan-Ganz 
Agora é o momento mais importante do procedimento, onde o enfermeiro e o médico 
(intensivistas) devem ter o domínio dos padrões que as curvas apresentam, de acordo 
com o posicionamento do cateter. 
4.3. Passagem do cateter de Swan-Ganz 
Após a fixação do introdutor, parte-se para a introdução do cateter de Swan-ganz. 
8 
 
 
Abra sobre a mesa estéril o cateter de Swan-ganz e o Kit de monitorização (intra-flow). 
Neste momento, o médico lhe dará a parte do kit que contém o intra-flow, a conexão 
para o monitor e a conexão do equipo para a bolsa pressurizadora. 
Coloca-se o equipo que vem com o kit à solução (sol. fisiológica ou com heparina) e 
adapte à bolsa pressurizadora, pendurando tudo a um suporte de soluções. 
No suporte de soluções, coloque o suporte para transdutores, adaptando aos 
transdutores a serem utilizados e identificando suas vias (Pressão Arterial e Pressão 
Venosa). 
Então insufle a bolsa de pressão de 150 a 300 mmHg. Através do sistema de intra-
flow, puxe o sistema para irrigar todo o prolongamento do(s) equipo(s). 
OBS: Dentro do kit de monitorização, estão todos os dispositivos para a irrigação 
contínua sob pressão. Prepara-se a solução a ser utilizada no sistema sob pressão 
(Solução fisiológica com ou sem heparina*). *Este sistema de irrigação, quando sob 
uma pressão de aproximadamente 300 mmHg, envia um fluxo para o cateter de 3 
ml/h. Então, a literatura questiona o uso da heparina nesta solução, que se for usada, 
deve-se utilizar uma concentração de 1 U de heparina para cada 1 ml de solução 
fisiológica. Sempre siga a orientação do protocolo da unidade da instituição. 
Conecte o cabo do kit de monitorização ao cabo de pressão ou ao módulo do monitor. 
Agora, encontre o nível "zero" através da linha axilar média do paciente e nivele a 
torneirinha encontrada no transdutor a este ponto. 
Certifique-se que estejam todas as conexões estejam corretas, e que o monitor esteja 
ligado e respondendo à manipulação do cateter junto à mão do médico. 
Através do intra-flow, puxe para irrigar todas as vias do cateter (podendo estar 
utilizando um kit para cada via, ou apenas um kit, sedo necessário uma torneirinha de 
três via) 
É importante testar o balonete antes de iniciar todo o processo, certificando-se que 
não está com vazamentos ou outros problemas. 
Então inicia-se todo o processo. Coloque-se a bainha ou "camisinha" sobre o cateter 
e então introduza o cateter através do introdutor, observando sempre as curvas 
registradas no monitor. Serão as curvas que indicarão o caminho em que o cateter 
está percorrendo. 
9 
 
 
4.4. Caminhos percorridos pelo cateter de Swan-Ganz 
Relembrando os caminhos que existem para chegar até a artéria pulmonar e seus 
ramos direito e esquerdo, o cateter de Swan-ganz poderá entrar pelas veias cava 
inferior ou superior (a mais utilizada devido a facilidade da punção das veias jugular 
ou subclávia), percorrerá até o Átrio Direito, em seguida entra no Ventrículo Direito e 
finalmente alcançando a artéria pulmonar. 
4.5. Introduzindo o cateter e acompanhando pelo monitor 
Introduza o cateter pelo introdutor. ele percorrerá seu caminho até encontrar a 
primeira câmara cardíaca, ou seja, o Átrio Direito (AD). Neste momento, haverá o 
registro no monitor de uma curva de PVC, com 3 ondas, a onda a, c e v e seus 
colapsos x e y. Então pode-se insuflar o balonete com ar (1,5 ml), permitindo que o 
fluxo sanguíneo dirija a ponta do cateter para o Ventrículo Direito. Os valores médios 
oscilam entre 3-5 mmH. 
Agora, através da ajuda do fluxo sanguíneo, dirija o cateter até a próxima câmara 
cardíaca, ou seja, o Ventrículo Direito (VD). Sabe-se que o cateter se encontra em VD 
devido a uma alteração na curva, apresentando esta uma oscilação ampla, com 
valores de 20-25 mmHg (sistólica) e 0-2 mmHg (diastólica). 
Também podem surgir algumas extra-sístoles durante a passagem do cateter pelo 
VD, principalmente pelo estímulo causado pela ponta do cateter sobre a parede do 
ventrículo. 
Quando é atingido a Artéria Pulmonar (AP), a curva se altera, surgindo uma pressão 
sistólica de 20-25 mmHG e diastólica de 8-12 mmHg. 
Como o balonete está insuflado, ao progredir com o cateter pela artéria pulmonar, o 
mesmo irá ocluir um dos ramos da artéria pulmonar, fazendo que apareça uma curva 
semelhante à da PVC, só que com valores médios um pouco maior, 8-12 mmHg. 
Também é semelhante ao valor da pressão diastólica da artéria pulmonar. 
Um dos testes existentes para uma maior certeza de que o cateter se encontra 
"capilarizado", ou seja, ocluindo a artéria pulmonar, a curva deve se alterar 
10 
 
 
imediatamente após a desinsuflação do balonete, entornando a curva da pressão da 
AP. 
Ao término de todo o processo, onde o cateter está posicionado corretamente na 
artéria pulmonar, e a curva de capilarizarão ou artéria pulmonar ocluída aparecem 
com facilidade durante o enchimento do balonete, o médico estende a bainha ou 
"camisinha" sobre o cateter (colocada antes de introduzir o cateter no paciente) para 
facilitar futuras manipulações sem contaminar o cateter caso o mesmo venha a se 
deslocar da artéria pulmonar. 
OBS: é importante não dar ponto nem amarrar o cateter ao introdutor, pois é muito 
frequente ter que manipular o cateter para melhor posicionamento. 
5. Medidas de pressão 
Anteriormente ao desenvolvimento do cateter de fluxo dirigido com balão, do tipo 
Swan-Ganz, a única forma de se obter pressões do coração esquerdo era colocando 
um cateter diretamente no V.E. Atualmente a artéria pulmonar pode ser cateterizada 
rápida e seguramente em U.T.I., sem o auxílio de fluoro cópia. 
Através do cateter de Swan-Ganz mede-se as pressões sistólica, média e diastólica 
de A.P.; a média capilar, que reflete a pressão diastólica final de V.E., e a pressão de 
A.D. 
Em pacientes em que a pressão diastólica (P.D.) de A.D. e A.P. estão aumentadas, 
indicam Insuficiência cardíaca e quando estão decrescidas; hipovolemia (perda de 
líquidos). No choque cardiogênico as pressões de A.P. e C.P. estão elevadas. 
São considerados valores normais para: 
AD = 4 a 6 mmHg 
VD = 25 a 30/4 mmHg. 
AD = 25 a 30/12 
CP = 12 mmHg 
VE = 120/12 até 4 mmHg. 
11 
 
 
A pressão diastólica de V.E. reflete a de C.P. 
Estando o cateter posicionado, sua via distai é lavada com solução heparinizada e 
conectada a um transdutor de pressão (Strain-Gauge). A cúpula sensitiva transforma 
a pressão do vaso num sinal elétrico que pode ser visualizadono osciloscópio de um 
monitor. Após as medidas de pressões de A.P.; o balão é inflado vagarosamente, 
nunca com volume superior a 0,8 ml, quando progredirá até 1 capilar distal, 
preenchendo a luz do vaso e concluindo o fluxo sanguíneo que vem do V.D., ficando 
o lúmen distai em contato com a pressão adiante do cateter que é igual a de V.E. 
Adaptando-se a via proximal do Cateter de Swan-Ganz ao transdutor, obtém-se a 
pressão de A.D. 
6. Assistência de enfermagem 
Quanto ao paciente: 
a assistência psicológica: orientação quanto à natureza do exame, duração, métodos 
e objetivos. 
tricotomia local. 
região mediana dos MMSS (Membros Superiores) (Veia anticubital). 
região inguinal direita e esquerda (veia femoral 
região infra clavicular (jugular e subclávia). 
monitorização do paciente para controle eletrocardiográfico, posicionando os 
eletrodos de modo não atingir a área de inserção do cateter (subclávia) e deixando 
campo livre para possível cardioversão. 
colocação do paciente em decúbito dorsal, sem travesseiro, cama na posição 
horizontal e membros imobilizados para facilitar a passagem do cateter e medidas de 
pressões. 
12 
 
 
7. Considerações finais 
O uso de cateteres Swan-Ganz em cirurgia cardíaca permanece justificado, pois a 
taxa de complicações sérias é extremamente baixa. O benefício do monitoramento do 
cateter de Swan-Ganz em pacientes cardíacos selecionados pesa os riscos. Para 
manter essa taxa de complicações muito baixa e evitar armadilhas no gerenciamento 
do cateter de Swan-Ganz, são necessárias experiência e treinamento. Apesar do fato 
de que complicações sérias induzidas pelo cateter de Swan-Ganz parecem 
inevitáveis, seu uso em pacientes cardiovasculares selecionados para monitorização 
hemodinâmica é justificado. 
Concluímos, que o Cateter de Swan-Ganz veio nos fornecer dados mais rapidamente, 
sobre a situação real dos pacientes graves, antecipando a terapêutica indicada e 
consequentemente as possibilidades de recuperação do doente com a enfermagem 
participando ativa e diretamente, demonstrando habilidade, capacidade de 
discernimento, conhecimento científico e técnico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
 
 
8. Referências 
 
 SLUNG, Hilton B.; SCHER, Kenneth S. Complications of the Swan-Ganz 
catheter. World journal of surgery, v. 8, n. 1, p. 76-80, 1984. 
 LÓPEZ, A. Carrillo; SALA, M. Fiol; SALGADO, A. Rodríguez. El papel del 
catéter de Swan-Ganz en la actualidad. Medicina intensiva, v. 34, n. 3, p. 203-
214, 2010. 
 MCNABB, T. G.; GREEN, L. H.; PARKER, F. L. A potentially serious 
complication with Swan-Ganz catheter placement by the percutaneous internal 
jugular route. British journal of anaesthesia, v. 47, n. 8, p. 895-897, 1975. 
 LAUGA, Aina; PERRONE, Sergio V. Monitoreo de las presiones de la arteria 
pulmonar. Catéter de Swan-Ganz Parte III. Insuficiencia cardíaca, v. 2, n. 3, 
2007. 
 DE SOUZA RAMOS, Carla Cristina et al. Monitorização hemodinâmica invasiva 
a beira do leito: avaliação e protocolo de cuidados de enfermagem. Revista da 
Escola de Enfermagem da USP, v. 42, n. 3, p. 512-518, 2008.

Mais conteúdos dessa disciplina