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JÚLIO CÉSAR DE BRANCO Desenvolvimento de projetos: Projetos de máquinas Uberlândia 2017 júlio césar de branco Desenvolvimento de projetos: PROJETO DE MÁQUINAs Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade Pitágoras, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Engenharia mecânica. Orientador: Flavia Cristina Sousa Uberlândia 2017 Júlio césar de branco desenvolvimento de projetos: Projeto de máquinas Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade Pitágoras, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Engenharia mecânica. BANCA EXAMINADORA Prof(ª). Titulação Nome do Professor(a) Prof(ª). Titulação Nome do Professor(a) Prof(ª). Titulação Nome do Professor(a) Cidade, dia de mês de ano (Fonte Arial 12) ' A arte de projetar consiste em transformar números, cálculos, formulas e desenhos, em realidade. BRANCO, Júlio César. Desenvolvimento de projetos: Projeto de máquinas. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia mecânica) – Faculdade Pitágoras, Uberlândia, 2017. RESUMO Está comprovado que mesmo a criação de alguns objetos simples que deparamos comumente no nosso dia a dia, como por exemplo, parafuso, prego, porcas sextavadas. Para a fabricação dos mesmos deve ser aplicado certo grau de engenharia aliado ao conhecimento cientifico. Diante disso, antes de iniciar a produção, deve ser levado em consideração o desenvolvimento de um projeto. Seguindo todas as etapas da elaboração de um projeto irá garantir que o produto final ira seguir todos os padrões de normas técnicas especifica para sua produção e comercialização dentro e fora do seu país de origem, e o principal o produto final será produzido livre de eventuais falhas, assim garantindo uma manufatura com um alto grau de qualidade. Palavras-chave: Manufatura; Projeto; Elaboração; Normas; Engenharia. BRANCO, Júlio César. Desenvolvimento de projetos: Projeto de máquinas. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia mecânica) – Faculdade Pitágoras, Uberlândia, 2017. ABSTRACT It’s proven that even the creation of some simple objects that we commonly encounter in our day-to-day, such as screw, nail, hex nuts, must be applied a certain degree of engineering combined with scientific knowledge. Therefore, before starting production, the development of a project must be taken in to account. Following all the steps of the elaboration of a project will guarantee that the final product will follow all the standards of technical norms specific for its production and commercialization inside and outside its origin country, and the main one the final product will be produced free of possible failures, thus guaranteeing a manufacture with a high degree of quality. Key-words: Manufacture; Project; Elaboration; Norms; Engineering. LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Modelo peça sólida 00 Figura 2 – Corte e cotas 00 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AWS American Society for Metals ASTM Sociedade americana de teste e materiais ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBICT Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia NBR Norma Brasileira CAD Computer aided design CAE Computer aided engineering CAM Computer aided manufacturing SUMÁRIO INTRODUÇÃO.................................................................................................10 1. DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS.......................................................12 1.2 Projetos, engenharia auxiliado por computador..........................................14 1.2.1 CAD.........................................................................................................15 1.2.2 CAE.........................................................................................................16 1.2.3 CAM........................................................................................................17 1.3 Coeficiente de segurança...........................................................................17 2. MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES.......................................................19 2.1 Ensaios destrutíveis...................................................................................19 2.2 Tipos de limites nos ensaios.......................................................................21 3. ASPECTOS AMBIENTAIS E SOCIAIS.........................................................22 CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................27 REFERÊNCIAS...............................................................................................30 INTRODUÇÃO Este trabalho tem como objetivo realizar um estudo bibliográfico sobre desenvolvimento de projetos, desenvolveremos uma forma mais abrangente a necessidade da elaboração de um projeto de engenharia, abortando as principais ferramentas que auxiliam o projetista na hora de definir e executar seu projeto. O objetivo especifico desse estudo bibliográfico é demostrar a importância que o desenvolvimento de um projeto tem, seguindo algumas referências bibliográfica a respeito do tema projetos de máquinas, fica bem claro a necessidade da utilização de software voltado para a engenharia, sendo eles os com sistema CAD, CAE, CAM, sua utilização torna o trabalho do projetista menos complicado e mais prático no ponto de vista técnico. Conforme vários autores abordam, todo projeto tem que ser pensado no lado de segurança e confiabilidade dos elementos mecânicos que serão utilizados, naturalmente no passado, as primeiras considerações de projeto eram apenas de caráter funcional e econômico, assim deixando a segurança de lado. Além disso, se a produção de um item não visasse um custo acessível à sociedade contemporânea, representava um desperdício de tempo e esforços. O objetivo de qualquer projeto é atender a algumas das necessidades ou desejos do consumidor. Segundo Budynas (2011, p. 30) “projetar é formular um plano para atender a uma necessidade específica ou resolver um problema”. Projeto é um processo antigo e ainda bastante inovador, porém é altamente repetitivo. O projeto claramente engloba muitas coisas, dentro da engenharia o termo projeto é um dos elementos fundamentais na execução de qualquer trabalho. Segundo Norton (2013, p. 7) projeto de engenharia pode ser definido também como o processo de aplicação das várias técnicas e princípios científicos com o intuito de definir um dispositivo, um método ou um sistema suficientemente pormenorizado para permitir sua realização. Toda máquina a ser projetada deve ser pensada nos materiais que irá compor sua superfície, pois e sabido que cada material tem uma propriedade diferente, por exemplo, uma máquina que irá processar alimentos, deve possuir sua superfície e regiões aonde a contato com os ingredientes orgânicos toda feita de aço inox, seguindo as instruções de algumas normas regulamentadoras. Em geral, todo esse trabalho está embasado em pesquisas bibliográficas de autores. Sendo assim alguns assuntos como projetos auxiliados por computadores, segurança e confiabilidade, características mecânicas dos metais e aspectos ambientais e social que todo projeto deve ter, de forma mais especifica esta pesquisa, irá proporcionar ao leitor uma ideal ampla e bem fundamentada a respeito de desenvolvimento de projetos. Desenvolvimento de projeto O processo de projeto e essencialmente um exercício de aplicação da criatividade. De acordo com Pereira (2010, p. 10) alguns métodos foram criados para auxiliar na organização das várias etapas a serem cumpridas no projeto global.Uma das várias versões de organização de projeto, consiste em dividir o projeto em dez etapas principais. Nas quais são: Identificação da necessidade, pesquisa de suporte, definição de objetivos. Mais detalhadamente as próximas etapas exigem uma concentração maior da equipe junto ao projetista, sendo assim as próximas etapas são definidas como: Método de síntese, processo no qual se busca diferentes alternativas de projetos quanto possíveis, sem levar em consideração valor ou a qualidade final. No método de análise são estudadas as alternativas encontradas na síntese, sendo assim aceitas, rejeitadas ou modificadas. Método de seleção, nessa etapa de projeto a solução mais promissora e empregada! Já dentro do método de projeto detalhada, a melhor solução e utilizada, porém, passando por um sistema rigoroso de análises para não deixar nenhuma ponta solta, todos os fornecedores devem ser identificados e todas as normas de segurança e especificação de fabricação definidas. Após seguir esses métodos de elaboração de projeto, entramos na fase de teste, aonde e feito um protótipo para ver sua funcionalidade e prevenir possíveis falhas. Com todas as etapas concluídas e livres de falhas, o produto final e construído em grandes quantidades e destinado aos seus compradores. Não necessariamente os métodos de projetos devem ser seguidos, isso fica a critério do engenheiro responsável pelo projeto a ser desenvolvido, porém sua utilização ira facilitar muito o trabalho de criar e desenvolver algo, irá poupar tempo, assim evitando possíveis atrasos e algumas “dores de cabeça” que não estavam sendo levada em consideração. As metodologias de projetos estão divididas em 10 etapas nas quais foram descritas acima, elas se forem enumeradas por etapas ficariam da seguinte forma: Identificação da necessidade Pesquisa de suporte Definição dos objetivos Especificações de tarefas Síntese Análise Seleção Projeto detalhado Protótipo (para teste) Produção Na hora de desenvolver os vários croquis, o projetista pode variar quantas vezes forem necessários entre essas etapas, assim ele conseguira estabelecer algumas possíveis melhorias e evitar algumas falhas que ainda foram vistas pela equipe de desenvolvimento junto ao projetista. As considerações técnicas envolvidas no desenvolvimento de projeto são fundamentalmente centradas em torno de duas áreas principais da engenharia, as relações tensão, deformação e resistência dos materiais; e os fenômenos de superfície, ou seja, atrito, desgaste, deterioração ambiental. É de suma importância que ao desenvolver um projeto, o projetista já deve ter em mente que todos os elementos de máquinas que serão utilizados, iram sofrer com problemas reais devido a condições de uso. Há escolha dos elementos mecânicos a ser utilizados devem seguir altos padrões de qualidades, para que além do produto possa atender o cliente com total eficiência, o mesmo possa estar livre de quais quer risco de avaria dentro da sua vida útil. Segundo Norton (2013, p. 55) o projeto final deve possuir algumas das seguintes características, não necessariamente nessa ordem: Funcionalidade Resistência/tensão Distorção/deflexão Desgaste Corrosão Segurança Confiabilidade Atrito Peso Vida útil Ruído Estilo Forma Tamanho Controle Propriedades térmicas Superfície Lubrificação Segundo Budynas (2011, p.34) “algumas dessas características estão diretamente relacionadas com as dimensões, o material, o processamento e a junção dos elementos no sistema”. Entretanto quando maior número de característica que o projeto possuir, mais pesado e mais caro o produto final ira ficar. Suas principais características devem ser escolhidas de acordo com a finalidade especifica do projeto e das normas do país aonde o produto será utilizado. Segundo Collins (2006, p. 11) “normas são documentos consensuais formulados por um esforço cooperativo entre organizações indústrias e outras partes interessadas, que definem a boa pratica em determinado campo”. O objetivo básico do desenvolvimento de uma norma e assegurar a intercambialidade, a compatibilidade e o desempenho aceitável dentro de uma companhia, dentro de uma nação ou entre países em cooperação. PROJETOS, ENGENHARIA AUXILIADO POR COMPUTADOR Com a chegada de diversos recursos tecnológicos computacional, provocou grandes melhorias no que se difere análise, elaboração e desenvolvimento de projetos. De acordo com Norton (2013, p. 13), com o auxílio do computador, alguns problemas já conhecido á séculos, que sua solução demorava meses e possivelmente anos para chegar ao resultado final, ao jogar em determinados softwares destinados para engenharia, sua solução passou a ser entregue em questão de minutos, devido à grande capacidade de processamento de dados lógicos de um CPU. Alguns desses métodos arcaicos de solução ainda são utilizados, pois teoricamente sua compreensão e mais fácil do que um modelo matemático apresentado por um computador, pois o mesmo apenas resolve o problema, ele até mostra as etapas que seguiu para chegar à solução, porém de forma mais lógica! Entretanto a parte de “dessecar” a fórmula fica mais complicada e subjetiva, do que desenvolver manualmente. O uso de software voltado para engenharia não facilita somente na parte lógica de desenvolvimento matemático, ele e de grande valia quando se trata também de modelagem. É muito mais fácil criar e desenvolver um modelo 3D em escala, devido às diversas ferramentas de modelagem que alguns programas possuem, sendo ainda possível criar o modelo em 3D e utilizar sistemas de análises integradas, como por exemplo, ao modelar um sistema de resfriamento, alguns softwares fazem a análise de fluxo, perca de carga, fluxo do fluido, etc. Atualmente os modelos mais utilizados de software para engenharia são os com arquitetura lógica CAD, CAE, CAM. Cada um possui suas aplicabilidades bem diferentes ao do outro, podem até ser parecido no modo de usar! Porém o resultado final de cada projeto terá um aspecto bem mais detalhado ou menos detalhado dependendo do que o projetista quer obter. CAD Projeto auxiliado por computador ou simplesmente CAD (Computer Aided Desing). E uma das principais ferramentas de modelagem em 2D e 3D que um projetista dispõe para seu uso. À medida que o projeto os croquis feitos nos estágios iniciais, são passados de forma mais técnica utilizando CAD. Como foram mencionados antes, devido ao poder de processamento dos computadores, os programas de CAD ao desenhar a peça, ele já calcula instantaneamente diversas propriedades mecânicas. Uma das maiores vantagens do sistema CAD, e a forma rápida na qual conseguimos revisar nosso projeto, e caso necessário algumas alterações, podem ser feitas de maneira rápida e fácil, sem complicar o desenho. Na figura 1 podemos observar uma peça solida feita em CAD. Figura 1- Modelo peça sólida Fonte: Norton (2013, p. 13) Como podemos observar na figura 1 o sistema CAD, nos possibilita uma vista de vários ângulos diferentes, e ainda podemos fazer alguns cortes nas seções da peça e por suas cotas, como podemos ver na figura 2. Figura 2- Corte e cotas Fonte: Norton (2013, p. 14) CAE CAE (Computer Aided Engineering), muitas pessoas confundem CAE com CAD, porém ambos são bem distintos um do outro. O sistema CAE e ideal para analisar o comportamento físico do projeto com ou sem os aspectos da geometria sólida. Alguns programas combinam os aspectos do sistema CAE juntamente com o CAD, assim tornando uma ferramenta mais versátil para o dia a dia do projetista e sua equipe. Com a facilidade que esses sistemas proporcionam aos projetistas, deve se ter em mente, que essas ferramentas são apenas recursos, elas não substituem o cérebro o humano! Sem uma compreensão total dos princípios da engenharia por parte do usuário, pouco adianta ter essas ferramentas em mãos. CAM CAM (Computer Aided Manufacturing), diferente do CAD e do CAE, o CAM não e considerado um sistemapróprio para a engenharia, sua utilização está mais voltada na fabricação, fazendo a comunicação do computador com a máquina de manufatura CNC. Seu objetivo principal e criar uma produção mais rápida, e livre de falhas de operação. O CAM possui comunicação direta com os outros dois sistemas, sendo possível produzir uma peça em CAD, analisar suas propriedades em CAE e após está de acordo com o planejado, o projeto e inserido em CAM, para que máquinas CNC possam executar sua fabricação. COEFICIENTE DE SEGURANÇA E CONFIABILIDADE De acordo com Norton (2013, p. 13) “A qualidade de um projeto pode ser medida por meio de vários critérios. É sempre necessário calcular um ou mais coeficiente de segurança para estimar a probabilidade de falhas”. Escolher um coeficiente de segurança e uma tarefa bastante difícil, ele pode ser pensado como uma incerteza do projetista. As mudanças sempre vêm acompanhadas de incertezas, a mudança de um simples elemento pode alterar a variabilidade das cargas aplicadas. Entretendo quando maior for o coeficiente de segurança, mais robusto será o projeto final, Norton (2013, p. 18) aponta que o coeficiente de segurança de um avião comercial e entre 1,2 e 1,5, já uma aeronave militar o coeficiente e menor que 1,1. Devido à questão de quando maior for o coeficiente maior será o peso, por isso os coeficientes para aeronaves são relativamente baixos, entretendo os mesmo estão dispostos de vários dispositivos de segurança, possibilitando o piloto uma “visão” maior sobre tudo que se passa no funcionamento de sua aeronave em pleno voo, já no caso da aeronave militar o peso iria dificultar muito no alto desempenho da aeronave, porem além dos dispositivos de segurança o piloto possui paraquedas, em caso de uma avaria extrema, ele consegue se ejetar com segurança. Pode ser extremamente difícil prever os tipos de carregamentos que o produto irá suportar em serviço. Especialmente se o carregamento estiver no controle do usuário final. Os casos mais comuns em chãos de fabricas e os operadores utilizarem a máquina além da capacidade máxima no qual ela foi projetada, assim ocasionado cargas excessivas em todo o sistema. Cabe ao projetista ter a previsão de que seu produto será utilizado com cargas extremas. Algumas orientações para a devida escolha de um coeficiente de segurança adequado para o projeto de máquinas podem ser definidas com base na resistência do material a ser utilizado, condições ambientas no qual o produto será exposto. O engenheiro projetista deve estar sempre a par das normas segurança de cada país, pois pode variar os índices aceitáveis para cada região. Nos dias atuais, há um número cada vez maior de ações judicias decorrentes de falhas que acabaram afetando o operador, falhas que possivelmente ocasionaram um incidente ou até mesmo um acidente, assim como o coeficiente de segurança a confiabilidade dos elementos deve ser bastante alta, assim evitando quebras que podem ocasionar alguma avaria maior, de forma geral. De acordo com Budynas (2011, p. 44) A confiabilidade “R”, pode ser expressa por um número dentro do intervalo de 0 ≤ R ≤ 1. Uma confiabilidade de R = 0,90 significa que existe uma chance de 90% de chance que a peça ira desempenhar sua função sem falha. No método de confiabilidade de projeto, a tarefa do projetista é fazer uma escolha criteriosa dos materiais, processos e geometria de modo que o mesmo possa atingir uma determinada meta de confiabilidade prevista. Entretendo quando maior for a confiabilidade maior será o preço final do produto, devido a qualidade elevada das peças que foram utilizadas. MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES As propriedades físico-mecânicas de um material qualquer são geralmente determinadas por meio de ensaios destrutivos com amostras sob condições controladas de carregamento. Segundo Norton (2013, p 56) os melhores dados de propriedades do material são obtidos a partir de ensaios destrutivos ou não destrutivos sob carregamentos de serviços reais em protótipos reais de seu projeto. Isso e comum de se fazer somente quando os riscos de segurança e econômicos são bastante alto. Como no caso das montadoras automobilísticas que fabricam algumas unidades de um determinado modelo para ser submetida a alguns testes destrutíveis, como o crash test, entre outros. Na falta de tais teste específicos, o projetista deve adaptar e aplicar dados de propriedades dos materiais publicados de testes padronizados para a situação qual seu produto será submetido. Haverá algumas variações estatística na resistência de qualquer amostra especifica em comparação com as propriedades médias que foram testadas de determinado material. Por esta razão, muitos dos dados de resistências publicados são considerados como valores mínimos que devem ser respeitados. Alguns dados sobre os materiais são extraídos pelos ensaios de tração, ductibilidade e fragilidade, compressão, flexão, torção, resistência a impactos, tenacidade a fratura e efeitos da fluência e temperatura. Esses são os principais ensaios utilizados para que possa escolher o melhor material que atenda a determinadas necessidades que o projetista estipulou. Nesta pesquisa bibliográfica, iremos relatar somente sobre alguns dos ensaios destrutivos mais utilizados, sendo os não destrutíveis de menor importância dentro desse contexto. Mas tenha em mente que ambos ensaios na vida profissional tem uma suma importância. ENSAIOS DESTRUTIVEIS São aqueles que deixam marcas na peça ou no corpo de prova submetido ao ensaio, mesmo que estes não fiquem inutilizados. Os principais ensaios destrutivos de acordo com Souza (1990, p 19) são: Tração Compressão Cisalhamento Dobramento Flexão Torção Dureza 20 Tração se consiste em aplicar uma carga no material até a sua ruptura em um ponto mais crítico. As cargas aplicadas são medidas direto na própria máquina de ensaio. No ensaio de tração, um corpo é por alongado até o momento em que se rompe. Os ensaios de tração nos permitem ter uma visão maior a respeito de como as matérias reagem a esforços axiais, quais os limites de tração que suportam e a partir de qual momento ele chega a se romper. O ensaio de tração e realizado em uma máquina universal, ela tem esse nome pois e capaz de realizar outros ensaios além do de tração. Imagine um corpo preso por suas extremidades, no qual está sendo submetido a uma força. Quando essa força está sendo aplicada na direção do eixo longitudinal, dizemos que se trata de uma força axial. De acordo com Garcia (2013, p 58) ao mesmo tempo a força axial consegue ser perpendicular à seção transversal do corpo. Sempre que a força estiver dirigida para fora de um corpo, trata-se de uma força axial de tração. A aplicação de uma força de tração num corpo preso produz nele uma deformação no seu corpo, isto é, um aumento no seu comprimento com diminuição da área da seção transversal até chegar em um ponto onde ocorrera sua ruptura. Com isso conseguimos montar o gráfico de tenção deformação. Esse gráfico e de suma importância para a escolha correta do material que irá ser utilizado no projeto, nele e possível visualizar diversas informações a respeito de como o material reage a algumas cargas aplicada sobre ele. Ainda dentro do contexto de ensaios destrutíveis, temos o ensaio de compressão, de maneira geral podemos dizer que a compressão é um esforço axial, que tende a fazer um encurtamento no corpo submetido a tal esforço, em palavras mais técnicas o ensaio de compressão o corpo de prova é submetido a uma carga axial para dentro distribuída uniformemente em toda a seção transversal do corpo de prova. Segundo Chaverine (1986, p 238) as relações que valem para a tração valem também para a compressão. Isso significa que um corpo submetido à compressão também sofre uma deformação elástica e, em seguida uma deformação plástica. A critérios matemáticos a lei de Hooke também vale para a fase elástica da deformação, sendo possível encontrar o módulo de elasticidade para diferentes tipos de materiaismetálicos. No caso do Cisalhamento, a força é aplicada no corpo em direção perpendicular ao eixo longitudinal. Essa força cortante, que é aplicada no plano de tensão, provoca o cisalhamento. No ensaio de cisalhamento, normalmente, determina-se a tensão de cisalhamento, ou seja, é o valor da força que provoca a sua ruptura na seção transversal do corpo ensaiado. Esse tipo de ensaio e muito comum quando se trata da escolha do material para a fabricação de vigas. Assim como o ensaio de cisalhamento o de flexão e dobramento e comumente utilizado na construção civil, ambos são bem práticos e possuem os mesmos princípios, a única diferença e que o de flexão a carga aplicada dente a flexionar o corpo e prova e o de dobramento a mesma carga e aplicada, porém, dependendo do material, ele entra no regime plástico muito rápido. Segundo Chaverine (1986, p 158) o ensaio de torção é de execução bem simples, porém para obter as propriedades do material que foi ensaiado e necessário cálculos matemáticos bem complexos. O corpo tem a tendência de girar é como a outra extremidade esta engastada, ele sofrerá uma torção sobre eu próprio eixo. Caso o limite de torção seja ultrapassado, o corpo se romperá. Em ressalva o projetista deve levar em consideração a aplicabilidade do seu produto, para definir o material e os dados gerados pelos ensaios que ele julgar necessário. TIPOS DE LIMITES NOS ENSAIOS Os limites estão presentes dentro do contexto geral de todos os ensaios. Podemos definir limites como os valores máximo de um determinado ponto em um determinado gráfico. Dentro do ensaio de tensão e compressão temos o limite elástico, ou seja, se o ensaio for interrompido antes desse e a força de tração for retirada, o corpo tende a retornar a sua forma original obedecendo a lei de Hooke. A mesma lei só vale até um determinado valor de tensão, denominado limite de proporcionalidade, que é um ponto no qual a deformação deixa de ser proporcional a carga aplicada, na prática podemos considerar que o limite de proporcionalidade e o limite de elasticidade são coincidentes. Terminada a fase elástica, tem se início a fase plástica, ou seja, aonde ocorre a deformação permanente no material, mesmo que as cargas aplicadas sejam retiradas, o material não irá voltar a sua forma original. No início do que se consiste na fase plástica, ocorre um fenômeno chamado de escoamento. O escoamento e caracterizado por uma deformação permanente do material sem que haja um aumento de carga, mas ocorre um aumento da velocidade de deformação. Segundo Chaverine (1986, p 168) durante o escoamento, a carga oscila entre valores muitos próximos uns dos outros. Isso para metais e ligas dúcteis, que apresentam um patamar de escoamento no gráfico. Após o escoamento ocorre o encruamento, que é um certo endurecimento do material quando deformado a frio. O material resiste cada vez mais à tração, exigindo a uma tensão cada vez maior para se deformar. Nessa faze, a tensão recomeça a subir, até atingir um valor máximo num ponto chamado de limite de resistência. Continuando a tração, chega-se à ruptura do material, que ocorre num ponto chamado de limite de ruptura. ASPECTOS AMBIENTAIS E SOCIAIS AO DESENVOLVER UM PROJETO Há uma dependência entre o ser humano e o meio ambiente. De acordo com Dorigo (2009, p 28) na sociedade primitiva, os detritos gerados pela população eram naturalmente reciclados pela natureza. Com a evolução da humanidade em aspecto geral, veio a utilização de materiais sintéticos, é a natureza tornou-se incapaz de compensar e reciclar os detritos que o homem o produziu, dentro de períodos de tempos relativamente aceitáveis e compatíveis para o equilíbrio ambiental. Os ciclos ecológicos sofreram graves consequências e foram então interrompidos, dando início a uma série de danos permanentes a médio e longo prazo. Os principais objetivos do projeto de maquinas, dentro dos aspectos ambientais, pode ser compreendido em duas etapas bem simples. Primeiramente utilizar matérias que possam ser reciclados de maneira econômica e fácil, dentro de períodos de tempo razoáveis, sem proporcionar contaminações excessivas no meio ambiente. Minimizar a taxa de consumo de fontes de energia não renováveis, como o petróleo e gás, tanto no sentido de conservar estas fontes, como para minimizar a poluição atmosférica. Á redução do consumo de recursos ambientais poderá, portanto, realizar-se através de um fluxo mais elevado de informações que, por sua vez, vai permitir a gestão mais eficaz dos fluxos de matéria e energia, e, também, consequentemente, fará reduzir-se a intensidade material dos produtos e dos serviços que responderão à demanda de bem-estar social. Entretanto, a consideração de fatores ambientais é bem mais complexa, em termos de projeto de maquinas, se compara aos fatores de segurança em projeto, por exemplo. Na sociedade industrial, até hoje, estabeleceu-se correlação positiva entre o crescimento econômico e, o aumento quantitativo da produção. Enquanto for assim, não poderá haver uma convergência de fundo entre a racionalidade econômica e a racionalidade ecológica. Pode se afirmar que mesmo quando as motivações econômicas orientaram a inovação em direção à redução dos materiais e das energias empregadas por unidade de produto. Para tornar possível uma redução dos consumos de recursos que não se configure como uma catástrofe econômica, segundo Manzini (2002, p 52) convêm pensar em uma economia em que as empresas não vivam da produção e da venda de produtos, mas dos seus resultados, ou seja uma empresa que fabrica automóveis, deveria ter seu lucro gerado pela mobilidade que seus, veículos proporcionam, não de automóveis. De acordo com Manzini (2002, p. 255) um produtor que ofereça resultado, pode desenvolver suas atividades mesmo reduzindo o consumo de materiais. Entretanto, não só alguns resultados são por sua própria natureza imateriais, mas também, e sobretudo, seu interesse econômico está na redução dos fatores de custo, e entre tais custos incluímos os dos recursos ambientais. Tendo isto em vista, a empresa passa a ter uma economia sustentável, no que acaba ela se tornando uma empresa “verde”, ou seja, que se preocupa com o meio ambiente e segue todas as normas e diretrizes ambientais. Todas as normas da família ISO 14.000, elas visam direcionar padronização para as questões ambientais de qualquer tipo de organização utilizando sistemáticas para implementar, monitorar, avaliar, auditar, certificar e manter um sistema da gestão ambiental. As normas dessa família têm como objetivo, reduzir e eliminar impactos adversos ao meio ambiente. Elas são divididas em dois grupos, o primeiro serve para avaliar organizações e empresas e o outro auxilia na avaliação de produtos. O projetista deve estar bem informado em relação ao segundo grupo dá ISSO 14.000, pois é ela que irá fiscalizar seu produto. As legislações são criadas para determinar e para disciplinar condutas com o objetivo de proteger alguém ou alguma coisa ou ainda, para resguardar os interesses de determinado individuo ou grupo de indivíduos e, conclusivamente, em se tratando de requisitos legais ambientais, estes têm como meta final a proteção e preservação do meio ambiente como um todo ou em partes individuais. A implementação de um sistema de gestão ambiental resulta na melhoria da performance ambiental de qualquer organização. Com a implementação de um sistema conforme os elementos da norma ABNT NBR ISSO 14.001/2004 ocorre uma sistematização de tal forma que os aspectos ambientais são identificados e melhor controlados. Isso conduz para que os riscos potenciais dos impactos adversos ao meio ambiente se tornem conhecidos e controlado com o objetivo que os mesmos sejam eliminados ou neutralizados. Notadamente as empresas que estejam com um sistema de gestão ambiental certificado possuem seus aspectos ambientais identificados, monitorados e otimizados e os respectivos requisitos legais e outros se encontram disponíveis e constantemente atualizados,para amenizar ainda mais os impactos que ela causa ao meio ambiente. É de extrema importância destacar que a otimização ambiental da vida envolve não somente a dimensão física do produto, mas também, o componente de serviço que e oferecido ao usuário. Assim, em muitos casos, a temática da duração dos produtos também diz respeito à existência e à criação de serviços para a sai manutenção, reparação e requalificação. O projetista deve ter em mente, que além das características físicas do material que irá ser utilizado no processo de fabricação do seu produto, ele deve levar em consideração o tipo de impacto que determinado material ira causar na natureza. De acordo com Manzini (2002 p 187) para alguns produtos duráveis, a oferta do serviço, em vez da oferta do produto, pode ser uma forma de comercialização mais eco eficiente em termos de extensão e intensificação. Projetar componentes que duram mais do que a vida útil do próprio produto de que fazem parte muitas vezes implica em puro e simples desperdício. Em outras palavras, uma vez estabelecida a vida útil do produto, ela deveria ser igual a as das suas partes. Desta maneira, a qualidade dos materiais e dos processos de fabricação dos vários componentes não seria superior à necessária. Além disso, alguns materiais que melhoram as características de resistência dos produtos podem provocar problemas em sua fase de desmontagem e principalmente na eliminação. É importante projetar produtos que sejam facilmente reciclados, mas isso deve ser feito após uma análise do ciclo de vida completo do produto proposto, não se deve esquecer de considerar, portanto, o impacto ambiental proveniente do processo de reciclagem e, também, questionar se o produto realmente será reciclado após o fim da sua vida útil, ou no caso de produtos de consumo comum, após o seu uso. Durante o desenvolvimento de um projeto que contemple o baixo impacto ambiental e que considere o fim de vida dos materiais contidos nos produtos, a reciclagem se apresenta com uma importância muito relevante. Segundo Manzini (2002, p 187) para a elaboração do planejamento do sistema de gestão da qualidade deve-se relacionar todas as tarefas a serem executadas e organizá-las cronologicamente em uma tabela. Para bons resultados sejam atingidos, se deve considerar todos os recursos existentes na empresa e os necessários para o sistema de gestão ambiental. Além disto, se deve tomar o devido cuidado com o planejamento relativo a custos e a prazos. Esses dois itens, quando inconsistentemente organizados podem comprometer a imagem do sistema de gestão ambiental para a alta administração. Um bom conselho é que a elaboração desse planejamento seja realizado de forma compartilhada com as peças-chaves da organização e após obter o comprometimento da alta administração. De forma semelhante a que se verifica em outros países, grande parte da contaminação ambiental brasileira se origina nas atividades industriais. Dentro de um caráter preventivo, o controle na fonte implica na colocação de filtros em seus efluentes, evitando-se a contaminação da atmosfera, ou de um curso d’agua, o que tornaria muito mais complexa sua correção. Essa conduta, embora correta, não é completa, pois parte do princípio de que a atividade industrial é necessariamente poluidora e o controle deve ser focalizado em seu efluente. Contudo, a fonte não é a chaminé ou o efluente liquido ou seus resíduos sólidos, necessita-se verificar na indústria a real fonte de liberação dos agentes. De acordo com Hughes (1996 p 238), ao estudar uma determinada atividade industrial, verifica-se que ela possui sistemas que joga o poluente para fora. Com isso a indústria está apenas transferindo de local o agente poluidor, o que dificulta bastante as coisas, pois ao invés de conter e tratar o que está apenas naquele local, o agente poluidor se espalha para o meio ambiente é com isso contaminando grandes áreas. As políticas baseadas em backcasting são, assim, atividades projetuais ou de desenvolvimento de projeto, pois comportam uma subjetividade que se daria a partir dos objetivos e que se esforçaria para alcança-los. Em outras palavras, o caráter projetual da transição para a sustentabilidade não deve ser visto como a atualização do delírio de potência projetual que, caracterizou, no passado, muitas culturas ocidentais. Ao contrário, é visto como um conjunto de contributos parciais a um grande, complexo e, provavelmente, contraditório fenômeno de inovação social. Dentro do aspecto social, o essencial de qualquer projeto em engenharia e conceber máquinas ou dispositivos que possam beneficiar a sociedade, ou talvez, aumentar a qualidade de vida dentro de nosso dia a dia. A maior parte do pessoal envolvido com produtos de engenharia, desenvolve uma ou mais das seguintes funções: pesquisa, projeto, desenvolvimento, manufatura e produção, vendas e prestação de serviços, associados a estes produtos. O esforço conjunto deste grupo de pessoas, associado aos recursos naturais apropriados, conduzem a sistemas de produção que enfatizam produtos utilizáveis, materiais descartáveis e experiência. Segundo Pereira (2010, p 20) esta última pode ser adquirida de duas maneiras, basicamente, que são elas, experiencia direta de trabalho e conhecimento empírico. A experiencia direta de trabalho, construtiva e satisfatória, de alguns indivíduos, geram bastante conhecimentos através da pratica rotineira da atividade que o mesmo exerce, assim adquirindo conhecimento empírico obtido através da eficiência de todo sistema, com as devidas implicações em seu furo melhoramento. O que move a sociedade humana é a mudança. O engenheiro tem que entender, não somente as necessidades atuais da sociedade, mas também o sentido e a rapidez com que as mudanças sociais estão acontecendo. Para um engenheiro de projeto, o objetivo mais importante seja, talvez o de acrescentar a tecnologia, de forma que está possa promover e agregar mudanças no sentido de acrescentar algo a qualidade de vida da nossa sociedade atual. O difícil trabalho do engenheiro talvez será o de satisfazer, dentro de algumas tolerâncias básicas, todas as categorias de considerações, que muitas vezes são incompatíveis entre si. CONSIDERAÇÕES FINAIS É de suma importância que o engenheiro recém-formado tenha em mente a importância que o desenvolvido te projeto possui, de certa forma, projetar não é uma tarefa fácil, é algo trabalhoso que irá consumir muitas horas na frente de um computador e debatendo ideias com sua equipe . Mesmo o ato de projetar sendo uma tarefa árdua o engenheiro dispõe de diversas ferramentas que irá lhe ajudar no seu dia a dia profissional, tais como os Softwares com base em CAD, CAE, CAM. Entretanto suas obrigações como projetista, não se findam apenas em elaborar um croqui ou um modelo final em 3D. É necessário que o engenheiro, não se limite apenas nisso, ele deve ter noções de propriedades físicos mecânicas dos materiais, com isso será mais fácil saber qual o material com a melhor relação custo benefício que irá ser utilizado em seu projeto final. Dentro desse conceito, ele deve saber também, que dependendo do material que for utilizado, deverá aplicar um coeficiente de segurança menor ou maior, variando de acordo com a resistência do seu material. Erroneamente, muitos recém-formados, tem a visão de que o engenheiro não tem nenhuma responsabilidade ambiental e social, como foi apresentado nessa pesquisa bibliográfica, o engenheiro, tem como obrigação estar ciente das normas ambientais, assim ele terá em mente que ao projetar algo, seu produto deverá ter a menor chance possível de causar alguma degradação ao meio ambiente. Já dentro do aspecto social, seu produto deverá ser projetado para se adequar a quem for utilizado, não o contrário. Existem mundialmente diversas normas regulamentadores, que visam essa questão de adequação para o usuário. No aspecto geral, essa pesquisa bibliográfica, traz os principais conceitos para o desenvolvimento corretode qualquer projeto e suas devidas responsabilidades. Deixando bem claro, que o engenheiro não trabalha somente com números, mas assim como os médicos, ele trabalha com vidas, entretanto suas responsabilidades não ficam apenas nisso, além de ser responsável pela vida de quem for utilizar o seu produto final, ele e responsável por qualquer dano ao meio ambiente que seu produto possa causar. De ante do que foi exposto na pesquisa bibliográfica, o engenheiro que for seguir carreira na área de projeto deve estar bem ciente que não e uma tarefa fácil, mas bastante gratificante em saber que seu produto final está satisfazendo alguma necessidade, seja ela de uma indústria ou da sociedade de forma geral. REFERÊNCIAS BUDYNAS, Richard G. Elementos de máquinas de Shigley. 8°. Ed. Porto alegre: Bookman. COLLINS, Jack A. Projeto mecânico de elementos de máquinas. 1°. Ed. São Paulo: Grupo editorial nacional. CHEVERINE, V. Tecnologia mecânica. 2°. Ed. São Paulo: McGraw Hill. DORIGO, Gianpaolo. História. 3°. Ed. São Paulo: Scipione. HUGHES, W.W. Essential of environmental toxicology. 1°. Ed. Washington: Taylor & Francis. MANZINI, Ezio. O desenvolvimento de produtos sustentáveis. 1°. Ed. São Paulo: Edusp. NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. 4°. Ed. Porto Alegre: Bookman. PEREIRA, Warley Augusto. Apostilado projeto de máquinas. Rio Verde: FESURV. SOUZA, S. A. Ensaios mecânicos de materiais metálicos. 5°. Ed. São Paulo: IPT.