Patologia Clínica Prática AV1
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Patologia Clínica Prática AV1


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Patologi a Cl íni ca Práti ca
Confe cção e col oração de e sf re gaços he matológi cos
He matol ogi a > e studo do s angue. Fei to e m tubo co m EDTA poi s causa me no s
al teraçõe s morf ol ógi cos nos gl óbu los , com amostra de sangue total (pl asma e
e le me nto s).
He mograma f az a anali s e de 3 parametros (e ri tróci tos, le ucócitos e tromb oci tos) .
Eri tograma, l eu co grama e pl aque tograma faze ndo a anal is e quanti tativa e qualitativa
( esf re gaço sanguíne o) .
Os feli nos faze m agregação pl aque tári a, então a co l heita demora e o apare lho pode
contar e rrone ame n te .
Erros pré anal íti cos erros ante s do l ab ora ri o (col heita, armaze name nto) . Te m que
ti rar a agul ha para pass ar para o tubo para e vi tar h emólise por compe ti ção de passar
no fino d a agul ha.
Passo a passo e sf re gaço sanguíne o
1 pe gar uma lami na se ca de mi croscopi a, l impa e se m gordu ra
2 pe gar uma lami na e x te nso ra de mi croscop i a se m borda
3 P i ngue u ma gota de sangu e na l amina prove niente do capilar
4 pe gue a e x te nsora, v ol te na gota e num movi me nto rápi do e úni co f aça pe l a s ob a
l ami na
O ide al é se r fei to o esf re gaço sem anti coagu lante po is a cél ul a fica mai s boni ta antes
de colocar no tub o.
É i mportante ter bord a reta e se parada e m supe ri or e i nfe ri or que é i mporante para
vi suali zar le ucóci to s que vão para l ateral no mov imento se parados em me tade para
borda s upe rio r e me tade para inf e ri o r; tem que ter f ranj a de cauda po is o conteúdo
mai s pe sado fi ca n o f inal como he mo parasi tos; Imp ortante te r áre a pré- f ranja para a
he mo scopi a.
A contagem dif e re nci al dos le ucóci tos é fe i to e m movimentação de torre para f acili tar.
Lev ar e m conta a vi scosi d ade do sangue para ter o ângul o ce rto do e sf re gaço .
Mi copl asma em fel in os parasi tan do na me mbrana da he máci a. Quando coloca o A C
pode ti rar o mi copl asma de de ntro da he máti ca, e ntão te corpuscul os de incl usão
i ntraci topl asmáti cos.
O esf re gaço te m q ue se r
f ei to e m até 2 horas,
de poi s f az a agi tação,
f i ca se co, id entifi cação
no mei o do e sf re gaço ou
na p arte fosca d a l ami na,
de poi s cora e obse rva
e m 100x com ól eo de
i me rsão. A i de nti fi cação
é fe i ta a láp is poi s o
sangue se de s pre nde.
Os pri nci pai s corante s são de riv ados de Romano wsky que se ri a azul de metli no que
te m o pH al cal i no e ntão se l i ga a parte s aci das como o núcle o e e osina que tem pH
aci d o q ue se li ga as p arte s al cali nas como grânulos n os e osi fi l os .
O corante rápido tem menos pe ne tração: panóti co para contage m di fe re n ci al de
l eu có ci to co m f ase 1 para fi x ar a base de me tano, 2 ave rme lhado de eosina e 3 roxa de
azul de metileno.
O co ran te mais len to tem ma is penetra ção : M ay Grunwa ld- Giemsa( MGG) : jogu e s obre o
esf regaço, a gua rde 2 minutos , co loqu e um a peq uen a qu antidad e d e água destila da, aguarde
6- 8 min uto s, d epois lave o esfreg o com águ a destila da .
Prática demons trativa de Hemograma Ht e PPT
Eri tograma: parâme tros e e sf re gaço
Os paramentos para se rem avali ados
- Quanti tativo s:
He matócrito ( HT) ou Vol ume Gl obul ar ( V G)
He mogl obi nome tri a (de te rmi nar hemo gl ob i na)
He mati me tri a ( con tage m de he máci as)
- Quali tati vos: feito a parti r do calcul o do qu an ti tati vo
V ol ume corpuscul ar/gl obul ar mé di o (VCM)
Concentração corpus cul ar/gl obul ar mé d i a ( CHCM)
V CM e m v al ores normai s: he mácia normocíti ca em tamanho normal
V CM e m v al ores al tos : hemáci a macrocíti ca e m taman ho grande
V CM e m v al ores baix os: he máci a mi crocíti ca em taman ho pe queno
CHCM e m v alo re s normai s : he máci a n ormocmi ca em quanti dade de 1/3
CHCM e m v alo re s altos: não e xi ste , f als a hi pe rcromi a aconte cend o
he mó li se , li be rando hemogl obi na no
pl asma pode ndo se r p atol ógi co ou n ão.
CHCM e m v alo re s bai xo s: he máci a
hi pocrômi ca em qu anti d ade me nor
HGM não te m apl i cabili d ad e e m
ve te rin ári a que se ri a a he mogl obi na
gl obul ar mé di a.
Poli ci te mi a é o aumen to d o n ume ro d e
he máci as. Anemi a j á é a qu eda do
nume ro del as, é u m si nal cl íni co.
O Ht é expresso em pe rce ntual com uso
de uma tabel a para me di r com o capil ar.
Deve -se pre enche r o capi l ar de sangue
até 2/3 o que v ai l ev ar a 100% de
homogei z ação. Deve-se fl ambar o l ado
contrári o no qual o sangue f oi i n se ri do
com cui dado para não se quei mar e o
provocar a he móli se . Tem que se r fei to
2 capi l ares para e qui li b rar na ce ntrif uga
f i cando fre nte a f ren te e para d e poi s se r
reali zado o PP T caso dê e rrado co m o
pri me i ro capil ar. Le var a ce ntri fuga os
doi s capi l are s para compactação das he máci as de ix ando o l ado ved ado para
f ora. Depoi s da ce ntrif ugação, o capil ar se di vi di do em hemáci as ( Ht/ VG),
cama l e ucoci tári a com l eu có ci tos e pl aque tas e o pl asma n a parte mai s
supe ri o r
com
gl obuli nas
e albumina.
Encai x a o
capi l ar na
régua de
he matócri t