Psicologia da comunicação 6a10
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Psicologia da comunicação 6a10


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1.
Q uand o oc or re r do comunic ador não co nhece r u m da do cit ado pel o entrevista do , p or exemplo , a melhor opção a faze r
é:
A dmi ti r q ue nã o c onhec e e pe di r i nformaç ões .
A dmi ti r q ue nã o c onhec e , mas afi rmar qu e is so não é pe rt ine nte ao ass un to da en tre vis ta .
Não d emo nstrar se u des c onh ecime nto e a firma r que co nhece .
Desconve rsar e mu da r de as s unto o mais ráp ido poss ível .
P edi r licença e ac ess ar via I nte rnet um s ite de bus c a pa ra le r s obre o te ma .
Gabarit o
Coment .
2.
U ma co mun ic ação fa lha ou dist orc i da, inva riavel me nte , c o nd uz a a nál is es ou
i nte rpre taç ões e quivoc adas ou ten dencios as . É i mpo rt ante fris ar q ue , ao
contr ário do q ue po de pa recer e m uma a val iação ma is super fici al , g ra nde
p ar te d os equívoc os c omu nicac ionais n ão é or igina da p or má- fé ou
p rec o nc eitos , mas sim po r u ma pe rspectiv a pr od uzi da po r uma pe rc epção
t endencia da . C om bas e no ex posto, i denti fi qu e a a firmat iva q ue NÃO s e
a rt icula à inte rpret aç ão que fa zemos da real ida de .
Depe nde ndo d o modo c omo me c o loc o fre nte a uma qu estão , mi nha o bs ervaç ão deste fat o irá re flet i r o ân gu lo
d e me u pos icio na men to.
O modo c o mo compre endo um fato e o c o mu nic o não depe nde do que s ei so bre o fa to e nem da impressão
p ro fer ida po r te rcei ros s obre o mesmo .
Na com un ic ação de um fato , s o frem os i nte rferê ncias dos fato res e modos como ass oc iamos as cois as e ntre si ,
is t o é , do modo como estab elecemos relações de c aus a e e fe ito .
Q uand o atri bu ímos causa e e feito , da mos u m s entido organ izac iona l às ações ou ev entos.
O m odo co mo compreen do um fato de penderá de uma série de aspectos q ue v ão des de os c onceitos que t enho
ac e rca dos ob je tos env olv idos no fato a o c onhecime nto que disponh o pa ra ana li -lo .
3.
A tri bu ir ca usa repres enta dis pos icio na r os ob jetos envolv idos numa re laç ão
e m te rmos de caus a e e fe ito. Q ua ndo at ribuí mos c aus a e e fe ito , damos um
sentido o rga ni zacio nal às ações ou even tos , o que i se trans fo rma r em
noss a p r inc ipal fo rma de or ganização ps ic oló gica . Es te sentido lóg ic o
d ecor ren te d a relação de c ausali da de chama-se de :
DIREÇÃO DA AÇÃO
COO RDENAÇÃO
NE XO CAU SA L
P ROP RIE DA DE DISPO SIC IONA L
P E RCEPTO
Gabarit o
Coment .
4.
Neutra li dade e Ac essibi lidade estão i ntri ns ecamen te relaci onadas . Es ta
relaç ão s e traduz na seguinte s ent ença :
A acess ibil ida de reté m a rel ação ao co ntex to pro fis s ional e a neutra lidade c ria a id entida de nec esr ia ao bo m
fl uxo da comun ic ação.
A acess ibil ida de p ermi te ao comun icador a tin gi r aspectos m ais pess oais de s eu in te rloc u to r e a neutralidade faz
com que li de c om es tes aspec tos de mo do desi nteress ado .
A n eutra lidade re tém a relaç ão ao c onte xto pro fis siona l e a acess ibi li dade c ria a id ent idade necesr ia ao bo m
fl uxo da comun ic ação.
A n eutra lidade ma nté m a relação eni gmá tic a e formal e a acess ibil ida de c ri a a s eduç ão nec essária pa ra q ue o
e nt revist ado dig a t udo o que o com un ic ado r des e ja saber.
A acess ibil ida de m antém a re lação e nig mática e fo rmal e a ne utralida de c ri a a s eduç ão nec essária pa ra que o
e nt revist ado dig a t udo o que o com un ic ado r des e ja saber.
Gabarit o
Coment .
5.
No c ont exto das at ri bu ições pess oais de caus ali dade, da mos o nome de
In tencional idade a o nível e m q ue :
o suje ito te m a i nte nção c onsc iente de prod uzir um dado e fei to e se utili za do conju nt o de s eus a trib utos
d is poníve is para tal .
o suje ito é c onsid era do causa de u m eve nto ao q ual , apesa r de es tar en ga jado , isto é , sem i nte nç ão, pos s uía as
condições necess árias p ara p reve r o e feit o e , p or ta nto , preven i-lo .
o suje ito ne ga s ua partic i paç ão no eve nto .
o suje ito é c onsid era do respons ável por um e fei to q ue , de q ual que r mod o , s eja a el e relac ionado pe lo
o bs erva dor , p or mais hipo tético que is to s e ja .
o su je ito é c onsid era do causa de q ualque r eve nt o prod u zido po r uma ação pes s oal sua , in depe nde nte me nte da
ex is nc ia de i nte nção para o e fe ito .
6.
g ica é u m s istema de ord enaç ão do mundo . A s pes s oas es tabe lecem uma
l ógic a pess oal pa ra ha rmo ni za r s uas vi nc ias , e o modo pe lo q ual faze m
is s o de pende d e s ua capac id ade de d isc erni r de fo rma mais o u menos
complex a as re prese ntações sociais . E nt retanto , mesmo n o ad ul to , é mais
comum e mais c oe ren te a pes s oa gosta r do que respeit a . A es te fe nô meno
-se o no me d e:
p rec o nc eito .
i nt ole rânci a .
homogeneid ade e moc io nal.
i denti dade emociona l .
e mpa tia.
Gabarit o
Coment .
7.
A p arti r dos es t udos da P sicolog ia da C omu nicação , de vemos t er e m ment e a
real necessidade de uma mai or ate nç ão em re laç ão a C onsis tência C og nitiva .
Log o , as s ina le , dentre as a lter nativas a s eguir, aquela qu e de monst ra o se u
signi ficado .
É a dinâmica q ue fa z com que os g estores pos s am me lho r admi nis t ra r s eus con flitos o rganizacionais .
É a combinaç ão entre as ações d os col abo radores face as s uas reais necess ida des den tro das e mp res as.