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ATIVIDADE DISCURSIVA DE ISOSTÁTICA 
 
Como engenheiro, você foi solicitado por sua chefia imediata para 
dimensionamento de um pórtico isostático, que servirá de portal para a entrada de 
uma cidade. O pórtico isostático está sujeito a esforços externos ativos de cargas 
concentrada, distribuída e momento puro, como mostra a figura. Além disso, essa 
estrutura está também sujeita a efeitos de forças cortantes e momentos fletores. 
 
 
 
Fonte: Santos, C. (2018) 
 
Construa o diagrama de momento fletor em função das informações 
apresentadas na figura. 
 
 
1. DIAGRAMA DE CORPO LIVRE 
 
 
2. REAÇÕES DE APOIO 
 
2.1. ∑ Fx=0 
Ax – 7 = 0 
Ax = 7 kN 
 
2.2. ∑ MA=0 
10 + 80 . 5 – 7 . 2,5 – Ay . 10 = 0 
10 Ay = 10 + 400 – 17,5 
Ay = 39,25 kN 
 
2.3. ∑ MA=0 
Ay + By – 80 = 0 
By = 80 – Ay 
By = 40,75 kN 
 
 
 Ax 
 
Ay 
 
 
By 
80 kN 
5.00m 
3. PÓRTICO SECIONADO 
 
 
 
4. EQUAÇÕES DE MOMENTO FLETOR 
 
4.1. Pilar 1 
 
4.1.1. SEÇÃO 1 
 
 
 
 
M(x) – 7 . x = 0 
M(x) = 7x Para: 0 < x < 2,5 (m) 
 
M(0) = 0 
M(2,5) = 17,5 kN.m 
 
4.1.2. SEÇÃO 2 
 
 
 
 
 
 7kN 
 
39,25 kN 
 
 
40,75 kN 
Pilar 1 
Viga 1 
Pilar 2 
M(x) 
 
39,25 kN 
 
 7 kN 
 
 x 
M(x) 
 
39,25 kN 
 
 7 kN 
 (x – 2,5) 
 
 x 
7 kN 
SEÇÃO 1 
SEÇÃO 2 
SEÇÃO 3 
SEÇÃO 4 
SEÇÃO 5 
M(x) + 7 ( x – 2,5 ) – 7 . x = 0 
M(x) = 7x – 7x + 17,5 
M(x) = 17,5 kN.m Para: 2,5 < x < 5 (m) 
 
M(2,5) = 17,5 kN.m 
M(5) = 17,5 kN.m 
 
4.2. Viga 1 
 
4.2.1. SEÇÃO 3 
 
 
 
 
 
M(x) = 0 
M(x) = – 4x2 + 39,25x + 17,5 Para 0 < x < 10 (m) 
 
XVértice : ି ௕ଶ௔ = 
ି ଷଽ,ଶହ
ଶ(ିସ)
 = 4,9 
 
M(0) = 17,5 kN.m 
M(4,9) = 10 kN.m 
M(10) = 113,8 kN.m 
 
4.3. Pilar 2 
 
4.3.1. SEÇÃO 4 
 
 
 
M(x) = 0 Para 0 < x < 2 (m) 
 
 
M(x) 
 
17,5 kN.m 
 
 39,25 kN 
 ௫
ଶ
 
 
 x 
8x (kN) 
M(x) 
 
40,75 kN 
4.3.2. SEÇÃO 5 
 
 
 
 
 
- M(x) + 10 = 0 
M(x) = 10 kN.m Para 3 < x < 5 (m) 
 
M(3) = 10 kN.m 
M(5) = 10 kN.m 
 
5. DIAGRAMA DE MOMENTO FLETOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Betim, 22 de maio de 2018 
M(x) 
 
39,25 kN 
 
 
 (x – 2) 
 
 x 
10 kN.m 
ATIVIDADE DISCURSIVA DE GESTÃO DE PROJETOS 
IZABELLA CRISTINA SOUZA DE CARVALHO 
 
Baseado nos conceitos da sustentabilidade, para que o parque ecológico seja 
realmente considerado adequado, tanto na legislação vigente, quanto da própria 
instituição. É preciso seguir uma espécie de “Passo a Passo”. Em que o primeiro 
passo consiste na definição de todos os requisitos que necessitam ser atendidos 
para que seja concretizada tal adequação do parque. 
Em seguida devem-se avaliar os aspectos que já atendem os que precisam 
ser incluídos e os que necessitam modificações. Com tal disposição em mãos a 
tarefa seguinte seria definir o plano de ação acompanhado do cronograma das 
atividades de regularização do projeto. Sendo imprescindível o registro físico desses 
documentos evidenciando tais cumprimentos dos requisitos existentes, para que se 
necessário, sirva de resposta em processos de auditoria interna/externa. 
Seguindo os parâmetros da gestão de riscos, após as definições pertinentes 
ao levantamento, classificação e tratamento dos riscos, é que se defina formas de 
controle periódicos que evidenciem o cumprimento das exigências. Para tal medida, 
a aplicação de uma estratégia seria eficiente na análise dos resultados esperados. 
Na qual seria a simulação das situações críticas expostas e avaliação do poder de 
resposta dos envolvidos. O chamado plano de riscos. 
Para executar um plano de riscos de maneira eficaz, é preciso seguir alguns 
passos. Que são de grande importância para obter o máximo resultado possível. 
Sendo elas: 
 Escolha da metodologia; 
 Dividir funções e responsabilidades; 
 Definir o orçamento; 
 Estipular prazos; 
 Elaborar a classificação de risco; 
 Identificar as probabilidades de impacto e de riscos; 
 Estudar a matriz de probabilidade e de impacto; 
 Revisar as tolerâncias das partes interessadas; 
 Estabelecer formatos de relatórios; 
 Descrever a forma de acompanhamento.

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