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UNIVERSIDADE ANHANGUERA 
RENATO RODRIGUES
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
METROLOGIA E CONTROLE GEOMÉTRICO
 JAÚ - SP
2025
RENATO RODRIGUES 
 JAÚ - SP
2025
RENATO RODRIGUES 
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
METROLOGIA E CONTROLE GEOMÉTRICO
A atividade proposta possui como objetivo, determinar, analisar e realizar a leitura de medidas em diversos instrumentos de medição, bem como calibrar, inspecionar, fazendo o uso de blocos padrão para a aferir mediadas no micrometro, paquímetro e análise do gráfico de Pareto para a gestão de qualidade de processos industriais.
JAÚ 
2025
1 - INTRODUÇÃO
Diante da necessidade de realizar a atividade pratica proposta da disciplina de metrologia e controles geométricos, com o objetivo de determinar as dimensões de objetos com a auxílio de instrumentos de medição como, micrometro e paquímetro, neste ensaio iremos determinar as leituras de componentes através de instrumentos de medição permitindo uma avaliação detalhada dos produtos. Além disso, iremos fazer uso da análise do gráfico de Pareto, onde se torna uma ferramenta eficaz na identificação das principais fontes de não conformidades, possibilitando que equipes priorizem ações corretivas. Ao integrar estas práticas, as indústrias podem otimizar seus processos, reduzir desperdícios e aumentar a satisfação do cliente. Assim, a metrologia torna-se uma aliada na busca pela excelência operacional, contribuindo para a melhoria contínua e a competitividade no mercado.
2 – METROLOGIA DIMENSIONAL MICROMETRO.
FIGURA 1 – Selecionando EPIs necessários para o experimento.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 2 – Armário de ferramentas.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 3 – Caixa de ferramentas.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 4 – Formando combinação.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 5 – Adicionando solvente a flanela.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 6 – Limpando os blocos.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 7 – Encaixando os blocos protetores.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 8 – Posicionando componentes para a medição.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 9 – Abrindo micrometro.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 10 – Executando a medição. 
 Fonte: O autor. 
FIGURA 11 – Movendo o micrometro para a mesa após o uso. 
 Fonte: O autor. 
FIGURA 12 – Desencaixando bloco protetor.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 13 – Trocando a flanela.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 14 – Aplicando óleo a flanela nova.
 Fonte: O autor. 
FIGURA 15 – Limpando os componentes para guardar.
 Fonte: O autor.
 
FIGURA 16 – Fechando a maleta após o uso.
 Fonte: O autor.
FIGURA 17 – Fechando a maleta após o uso e finalizando as medições. 
 Fonte: O autor.
1.     Faça uma tabela com os valores medidos em cada uma das escalas e análise quais delas têm maior precisão.
Tabela 1 – Análise do micrômetro.
	Micrômetro
	Bloco padrão
	11, 5, 12
	Escala métrica
	21
	Escala centesimal
	0,500
	Escala nônio
	0,095
	Total
	21,595
 Fonte: O autor.
2.     Quais são os principais erros associados à essas medições?
Resposta: Os principais erros associados à essas medições são erros Sistemáticos:
1- Erros instrumentais: ocasionados por má calibração dos instrumentos de medida ou falhas durante o processo de medida.
2- Erros observacionais: ocasionados principalmente quando se utiliza um instrumento de medida do tipo análogo, são também denominados erros de paralaxe.
3- Erros teóricos: causados durante a determinação de uma medida indireta.
4- Erros ambientais: quando ocorrem variações ambientais consideráveis, como por exemplo, um aumento bruto na temperatura afetando o local em que as medidas estão sendo coletadas.
3 – METROLOGIA DIMENSIONAL PAQUÍMETRO.
FIGURA 18 – Selecionando EPIs necessários para o experimento.
 Fonte: O autor.
FIGURA 19 – Selecionando maletas com blocos padrão.
 Fonte: O autor.
FIGURA 20 – Criando combinação do bloco padão.
 Fonte: O autor.
FIGURA 21 – Selecionando bloco padrão 5,0mm.
 Fonte: O autor.
FIGURA 22 – Aplicando solvente.
 Fonte: O autor.
FIGURA 23 – Limpando os componentes.
 Fonte: O autor.
FIGURA 24 – Encaixando bloco protetor.Fonte: O autor.
FIGURA 24 – Medida de 24,54mm ou 0,9659”.
 Fonte: O autor.
FIGURA 25 – Medida de 24,55mm ou 1, 1/128” utilizando o paquímetro 0,05mm 1/28”.
 Fonte: O autor.
FIGURA 25 – Devolvendo os instrumentos à mesa.
 Fonte: O autor.
FIGURA 26 – Desencaixando bloco protetor.
 Fonte: O autor.
FIGURA 27 – Trocando a flanela.
 Fonte: O autor.
FIGURA 28 – Aplicando o óleo.
 Fonte: O autor.
FIGURA 29 – Limpando componentes com óleo.
 Fonte: O autor.
FIGURA 30 – Movendo componentes para a maleta.
 Fonte: O autor.
FIGURA 31 – Fechando as maletas.
 Fonte: O autor.
1. Faça uma tabela com os valores medidos em cada uma das escalas e análise quais delas têm maior precisão.
Tabela – 2.
	PAQUÍMETRO ESCALA METRICO.
	VALORES ENCONTRADOS.
	ESCALAS.
	PRECISÃO.
	24,55mm
	0,05
	Menor
	24,54mm
	0,02
	Maior
 Fonte: O autor.
Tabela – 3.
	PAQUÍMETRO ESCALA POLEGADA.
	VALORES ENCONTRADOS.
	ESCALAS.
	PRECISÃO.
	0,9659”
	0,001”
	Menor
	1, 1/128”
	1/128”
	Maior
 Fonte: O autor.
2. Quais são os principais erros associados à essas medições?
Resposta: Os principais erros associados à essas medições são erros Sistemáticos:
· Erros instrumentais: ocasionados por má calibração dos instrumentos de medida ou falhas durante o processo de medida.
· Erros observacionais: ocasionados principalmente quando se utiliza um instrumento de medida do tipo análogo, são também denominados erros de paralaxe.
· Erros teóricos: causados durante a determinação de uma medida indireta.
· Erros ambientais: quando ocorrem variações ambientais consideráveis, como por exemplo, um aumento bruto na temperatura afetando o local em que as medidas estão sendo coletadas.
3. Em sua experiência, entre as duas escalas métricas e as duas em polegadas, quais delas apresentam maior facilidade de leitura da escala?
Resposta: Apresentam maior facilidade a escala no sistema métrico, e é o mais usado nas indústrias em geral.
4 - PROCESSOS INDUSTRIAIS E GESTÃO DA QUALIDADE: GRÁFICO DE PARETO.
FIGURA 32 – Laboratório para desenvolvimento do gráfico de Pareto.
 Fonte: O autor.
FIGURA 32 – Iniciando o desenvolvimento do gráfico.
 Fonte: O autor.
FIGURA 33 – Organizando a tabela do maior para o menor.
 Fonte: O autor.
FIGURA 34 – Realizando a somatória da quantidade.
 Fonte: O autor.
FIGURA 35 – Cálculo do percentual para cada item. 
 Fonte: O autor.
FIGURA 36 – Realizando o cálculo da somatória do percentual.
 Fonte: O autor.
FIGURA 37 – Realizando a análise do problema a ser atacado. 
 Fonte: O autor.
1. É correto afirmar que o diagrama de Pareto permite a classificação, mas não priorização das oportunidades de melhoria? Justifique.
Resposta: Não, essa afirmação não é correta. O diagrama de Pareto não apenas classifica, mas também prioriza oportunidades de melhoria, pois identifica quais problemas têm maior impacto, permitindo que as equipes foquem nas causas mais significativas, seguindo o princípio de que 80% dos efeitos vêm de 20% das causas.
2. Levando em consideração a regra 80/20, justifique a sua escolha do problema que deve ser atacado primeiro.
Resposta: O problema que deve ser atacado primeiro é item C, pois diante do resultado apresentado no gráfico, é o que tem maior impacto e apresenta maior números de produtos com defeitos nas vendas da empresa.
5 – CONCLUSÃO.
 As aulas práticas de metrologia, que abrange o uso de micrometros e paquímetros, destaca a importância dessas ferramentas na precisão das medições em processos industriais. A prática permitiu que compreendêssemos a aplicabilidade desses dispositivos na verificação de dimensões, garantindo a qualidade dos produtos. Além disso, a análise do gráfico de Pareto revelou a priorização eficaz de problemas, evidenciando quais defeitos impactam mais a produção. Essa abordagem possibilita uma gestão mais eficiente dos processos, focando nas áreas que geram maior desperdício ou falhas. Assim a integração da metrologia com técnicas de análise, como o Pareto, se mostra essencial na busca por melhoria continua e na otimização dos processos industriais, promovendo maior competitividade e qualidade no mercado. As aulas práticas reforçam a importância de medir com precisão e de priorizar ações corretivas de forma estratégica.
 JAÚ - SP
2025
RENATO RODRIGUES 
	
	
	
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