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SISTEMA RESPIRATÓRIO
- Conceito de Sistema Respiratório; Divisão do Sistema Respiratório: porção condutora e porção respiratória; Partes componentes do Sistema Respiratório: nariz externo e interno, seios paranasais, faringe, laringe, traquéia, brônquios, pulmões e pleura.
Conceito
A respiração consiste na absorção, pelo organismo, de oxigênio, e a eliminação do gás carbônico resultante de oxidações celulares. O órgão respiratório por excelência é o pulmão.
Divisão
Didática e funcionalmente, o sistema respiratório pode ser dividido em duas partes, a porção de condução e a porção de respiração. 
À porção condutora, pertencem órgãos tubulares, cuja função é a de levar o ar inspirado até a porção respiratória, representada pelos pulmões, e destes conduzir o ar expirado, eliminando o CO2.Dos pulmões, o ar expirado é conduzido pelos brônquios e pela traqueia, órgãos que funcionam como tubos condutores de ar- aeríferos. Acima destes, situam-se a laringe, a faringe e o nariz, que são condutores aeríferos, sendo que a laringe também é responsável pela fonação; a faringe está relacionada também com o sistema digestório e o nariz tem porções que cumprem função olfatória. Ou seja, a porção condutora é formada pela cavidade nasal, boca, nasofaringe, faringe, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários ou lobares. Brônquios terciários ou segmentares, bronquíolos e bronquíolos terminais, e estas estruturas não somente transportam, mas filtram, umedecem e aquecem o ar inspirado antes de este chegar à porção respiratória dos pulmões.
A porção respiratória, representada pelos pulmões local onde efetivamente ocorrem as trocas gasosas, é constituída somente por estruturas intrapulmonares: bronquíolos respiratórios, ductos alveolares, sacos alveolares e a unidade morfofuncional desse sistema, os alvéolos. 
Nariz externo: o nariz constitui uma passagem para o ar e funciona como uma estrutura condicionadora do ar, que filtra, aquece e umidifica. Recebe as lágrimas, as secreções da mucosa nasal e paranasal e é o órgão periférico do sentido da olfação. É visível no plano mediano da face, como uma pirâmide triangular em que a extremidade superior, correspondendo ao vértice da pirâmide é denominada raiz, e a inferior, a base, na qual encontram-se as narinas separadas por um septo e que comunicam-se com o meio externo com a cavidade nasal. O ponto mais projetado, anteriormente, da base do nariz recebe o nome de ápice, e entre ele e a raiz estende-se o dorso do nariz, cujo perfil é variável. O esqueleto do nariz é osteocartilagíneo, ou seja, além dos ossos nasais e das porções das duas maxilas, fazem parte do esqueleto do nariz cartilagens nasais. As partes ósseas delimitam a abertura piriforme, região da face onde fica a cartilagem que separa as duas metades da cavidade nasal.
Cavidade nasal: A cavidade nasal comunica-se com o meio externo através das narinas, situadas anteriormente, e com a porção nasal da faringe posteriormente, através dos cóanos, aberturas que marcam o limite entre a cavidade nasal e a porção nasal da faringe.
A cavidade nasal é dividida em metades direta e esquerda pelos septos nasal; o termo cavidade nasal pode refere-se tanto a cavidade um todo, quanto a cada uma de suas metades. O septo nasal apresenta-se quase sempre desviados para direita ou para esquerda e grande desvios podem dificultar a respiração, exigindo correção cirúrgica. Está constituído por partes cartilagínea (cartilagem do septo nasal) e óssea (lâmina perpendicular do osso etmoide e o osso vômer). 						
O osso etmoide é difícil de ser isolado do crânio por ter parede muito finas; está abaixo da porção mediana do osso frontal e entre as órbitas; apresenta duas massas laterais constituídas de células-pneumáticas, isto é, espaços delimitados por delgadas trabéculas ósseas, que são denominadas labirintos etmoidais, na sua parte superior, unindo os labirintos, aparece a lâmina cribriforme apresentando numerosas aberturas destinadas à passagem de fibras do nervo olfatório (forames da lâmina cribriforme), a última porção é a lâmina perpendicular que contribui para a formação do septo nasal.	No plano mediano a lâmina cribriformes apresenta uma projeção, a crista etmoidal. Os labirintos etmoidais recebem também o nome de seios etmoidais, um dos seios paranasais. E tem também projeções da face medial de cada labirinto, geralmente duas, como lâminas ósseas recurvadas, que são as conchas nasais superior e média, a concha inferior é um osso separado. Estas conchas projetam-se na cavidade nasal, estão recobertas pela mucosa e delimitam espaço denominados meatos: o meato superior fica entre a concha superior e média, o meato médio, entre a concha média e inferior, o inferior, sob a concha inferior. 	
OBS: Na parede lateral da cavidade nasal encontramos as conchas nasais (cornetos) que são divididas em superior, média e inferior. O esqueleto ósseo do nariz é formado pelo osso frontal, ossos nasais e maxilares. A cavidade nasal contém várias aberturas de drenagem, pelas quais o muco dos seios paranasais é drenado. Os seios paranasais compreendem os seios maxilares, frontal, etmoidal e o esfenoidal.
	
O seios paranasais desembocam neste meatos, e no inferior encontra-se a abertura do ducto lacrimonasal, responsável pela drenagem da secreção lacrimal em direção às cavidades nasais. As conchas nasais existem apara aumentar a superfície mucosa da cavidade nasal, pois é a superfície mucosa que umedece e aquece o ar inspirado, condicionando-o para que seja mais bem aproveitado na hematose que se dá ao nível dos pulmões. A cavidade nasal pode ser dividida em vestíbulo, região respiratória e região olfatória. O vestíbulo segue-se imediatamente às narinas, compreendendo uma pequena dilatação revestida de pele apresentando pelos, denominado vibrissas. Ao vestíbulo seguem-se as regiões respiratórias e olfatória, recobertas por mucosas. A região olfatória, no homem é bem reduzida, restringindo-se à concha superior e ao terço superior do septo nasal. Dessa região partem as fibras nervosas que, em conjunto, constituem o nervo olfatório e que atravessam as aberturas da lâmina cribriforme do osso etmoide. A mucosa da cavidade nasal é extremamente vascularizada, particularmente na porção anterior do septo nasal que, frequentemente, é sede de hemorragias nasais-epistaxe. A vascularização abundante aquece o ar inspirado e tem grande poder de absorção, o que é aproveitado para a administração, por via nasal, de substancias medicamentosas. 
Seios paranasais: alguns ossos do crânio, entre eles o frontal, a maxila, o esfenoide e o etmoide, apresentam cavidades denominadas seios paranasais, separadas por paredes ósseas muito finas. Os seios paranasais são forrados por mucosa contínua com a que atapeta a cavidade nasal. O seio esfenoidal desemboca acima da concha superior; os seios etmoidais, no meato superior e médio; os seios frontal e maxilar comunica-se também com o meato médio. Assim, a cavidade nasal é o centro de um círculo cavitário importante, está superiormente à cavidade bucal, dela separada pelo palato (em parte ósseo, palato duro, e em parte muscular, palato mole) que forma o teto da cavidade bucal; o seio frontal e fossa anterior do crânio são superiores a ela; o seio esfenoidal, posterior; os seios etmoidais e maxilares são laterais à cavidade nasal.
Faringe: é um tubo muscular associado a dois sistemas, o respiratório e o digestório, situando-se posteriormente à cavidade nasal, oral e à laringe. Tem 3 partes: parte nasal, superior que se comunica com a cavidade nasal através das coanas; parte oral, média que se comunica com a cavidade oral por uma abertura chamada istmo da garganta ou das fauces; parte laríngea, inferior, situada posteriormente à laringe e continuada diretamente pelo esôfago. Na parede lateral da parte nasal da faringe apresenta-se o óstio faríngeo da tuba auditiva, abertura em fenda que marca a desembocadura da tuba auditiva na faringe. A tuba auditiva comunica a parte nasal da faringecom a cavidade timpânica do ouvido médio, situada no osso temporal, igualando as pressões do ar externo com o contido na cavidade timpânica. Por outro lado, esta comunicação explica como infecções da faringe podem propagar-se ao ouvido médio. O óstio faríngico da tuba auditiva está limitado, superiormente, por uma elevação em forma de meia lua, denominada toro tubário, produzida pela cartilagem da tuba revestida de mucosa.
Laringe: órgão tubular, situado no plano mediano e anterior do pescoço que, além de via aerífera, é órgão da fonação. Está anteriormente à faringe e é continuada diretamente pela traqueia. Apresenta um esqueleto cartilaginoso, e a maioria das cartilagens é a tireóidea(duas lâminas que se unem em V), a cartilagem cricóidea(tem forma de um anel de sinete, estando inferiormente à cartilagem tireóidea), a cartilagem aritenóidea, uma de cada lado, semelhante à uma pequena pirâmide triangular com ápice superior e cuja base articula-se com a cartilagem cricóidea, a cartilagem epiglótica, mediana, fina e lembra uma folha peciolada, estando posteriormente à raiz da língua e à cartilagem tireóidea. Há uma fenda ântero-posterior que leva a uma invaginacao, que é o ventrículo da laringe, delimitado por duas pregas, uma superior chamada prega vestibular e outra inferior chamada prega vocal. A porção da cavidade da laringe situada acima da prega vestibular é o vestíbulo, que se estende até o orifício de entrada da laringe, o ádito da laringe. A porção entre as pregas vestibulares-de função protetora- e vocal de cada lado é a glote. A situada abaixo das pregas vocais e a cavidade infraglótica que se continua com a cavidade da traqueia. As pregas vocais são constituídas pelo ligamento e pelos músculos vocais, revestidos por mucosa, e o espaço existente entre elas é denominado rima glótica. Para que se produza o som laríngeco, ao nível das pregas vocais, a laringe possui numerosos músculos chamados músculos intrínsecos da laringe (como o músculo vocal por exemplo) que podem aduzir ou abduzir as pregas vocais, tencioná-las ou relaxá-las o que interfere na tonalidade do som produzido.
Traqueia e brônquios: À laringe segue-se a traqueia, estrutura cilindroide constituída por uma série de anéis cartilaginosos incompletos, em forma de C, sobrepostos e ligados entre si pelos ligamentos anulares. A parede posterior, desprovida de cartilagem, constitui a parede membranácea da traqueia, que apresenta a musculatura lisa, o m traqueal. As cartilagens da traqueia (cartilagens traqueias) proporcionam-lhe rigidez suficiente para impedi-la de entrar em colapso e, ao mesmo tempo, unida por tecido elástico, fica assegurada a mobilidade e flexibilidade da estrutura que desloca durante a respiração e com os movimentos da laringe. Embora seja um tubo mediano, a traqueia sofre um ligeiro desvio para a direita próximo à sua extremidade inferior, antes de se dividir dois brônquios principais, direito e esquerdo, que se dirige para os pulmões. Estes apresentam estruturas muito semelhantes à da traqueia e são chamados brônquios de primeira ordem. Cada brônquio principal dá origem aos brônquios lombares ou de segunda ordem, que ventilam os lobos pulmonares. Esses dividem-se em brônquios segmentares ou de terceira ordem, que vão ter os seguimentos broncopulmonares. Os brônquios segmentares sofrem ainda sucessivas divisões antes de terminares nos alvéolos pulmonares. Cada brônquio principal dá origem, assim, no pulmão, a uma série de ramificações conhecidas como árvore brônquica.
Pleura e pulmão: os pulmões, direito e esquerdo, órgãos principais da respiração, que captam oxigênio inalado proveniente do ar atmosférico e desprendem o dióxido de carbono, estão contidos na cavidade torácica. Entre eles há uma região mediana chamada mediastino, ocupada pelo coração, pelos grandes vasos, pelo esôfago, por parte da traqueia e pelos brônquios principais, além de nervos e linfáticos. No mediastino reconhecem-se duas porções, o mediastino superior e o mediastino inferior. O mediastino inferior é dividido em mediastino anterior-na frente do pericárdio, médio-que contém o pericárdio, e posterior-atrás do pericárdio. Cada pulmão é envolto por um saco seroso fechado, a pleura, que tem dois folhetos, a pleura pulmonar que reveste a superfície do pulmão e mantém continuidade com a pleura parietal que recobre a face interna da parede do tórax. Entre as pleuras pulmonar e parietal há um espaço virtual chamado cavidade da pleura contendo uma película de líquido de espessura capilar que permite o deslizamento de um folheto contra o outro nas constantes variações de volume do pulmão que ocorrem nos movimentos respiratórios. Dentro da cavidade pleural a pressão é subatmosférica.				Os pulmões são órgãos de forma cônica que têm um ápice superior, uma base inferior que descansa sobre o diafragma- chamada de face diafragmática, e duas faces (costal- em relação com as costelas, e mediastinal-voltado para mediastino. Os pulmões se subdividem em lobos, 3 para o direito (superior, médio e inferior, separados entre si por fendas profundas, as fissuras obliqua e horizontal) e 2 para o esquerdo (superior e inferior separados pela fissura obliqua). Os lobos pulmonares são divididos em seguimentos broncopulmonares, que são as maiores porções de um lobo, ventiladas por um brônquio específico que se origina de um brônquio lobar. Um mesmo lobo apresenta vários seguimentos broncopulmonares, cada seguimento suprido por um brônquio segmentar específico de terceira ordem, que tem origem em um brônquio lobar de segunda ordem. Os pulmões, na face mediastinal, apresentam uma fenda em forma de raquete, o hilo do pulmão, pelo qual entram e saem brônquios, vasos e nervos pulmonares, constituindo a raiz do pulmão.
-Cavidade Torácica-mecânica respiratória e pulmonar e classificação e adaptação da Frequência Respiratória.
Mecânica Respiratória 
 
 	A frequência respiratória média é de 12 a 14 movimentos respiratórios por minuto e compreende a inspiração, com a entrada do ar e a expiração, a sua saída. O volume médio de ar em cada movimento respiratório gira em torno de 500 ml. 
Durante a inspiração, o ar penetra pelas vias aéreas até chegar aos alvéolos pulmonares, onde em contato com os capilares sangüíneos provenientes da artéria pulmonar, são realizadas as trocas gasosas ou hematose.A penetração do ar nas vias aéreas pode ser feita com pressão positiva através de aparelhos, como durante os atos cirúrgicos. 
Em nosso organismo, em situação normal, a entrada do ar submetido à pressão atmosférica é feita através da pressão negativa no interior do tórax, tornando possível a entrada do ar pela diferença de pressões com o meio ambiente. 
Para tornar a pressão negativa no interior do tórax, principalmente na inspiração, a caixa torácica deve ser ampliada em seus três eixos: longitudinal, sagital e transversal, promovendo assim uma pressão aspirativa. 
O aumento do eixo ou diâmetro longitudinal ou súpero-inferior da cavidade torácica é determinado pela contração do músculo diafragma, que devido a posição especial de seu centro tendíneo- lâmina fibrosa formada pelo cruzamento dos tendões medianos dos músculos digástricos periféricos; o centro tendíneo ocupa a porção central do diafragma, abaixa suas cúpulas em direção ao abdome.
É o movimento predominante no sexo masculino (respiração abdominal). 
O aumento do eixo ou diâmetro sagital ou ântero-posterior da cavidade torácica, é determinado pelo movimento das costelas em torno de um eixo transversal, que passa pelo centro das articulações costotransversárias e costovertebrais em ambos os lados, principalmente do segundo ao sexto par de costelas. Em conseqüência deste movimento, ocorre a elevação das extremidades anteriores das costelas que levantam e anteriorizam o esterno, determinando assim, o aumento do diâmetro sagital da cavidade torácica. 
Esse movimento é denominado "braço de bomba", pela semelhança com o movimento das alavancas que puxavam água. É o movimento predominante no sexo feminino(respiração torácica). 
O aumento do eixo ou diâmetro transversal ou látero-lateral da cavidade torácica, é determinado pelo movimento das costelas em torno de um eixo oblíquo, que passa pelo centro das articulações costotransversárias e costovertebrais em ambos os lados, principalmente do sétimo ao décimo par de costelas. Em conseqüência deste movimento, ocorre a elevação dos corpos das costelas, determinando assim, o aumento do diâmetro transversal da cavidade torácica. Esse movimento é denominado "alça de balde", pela semelhança com levantamento da alça de um balde.
As paredes da cavidade torácica dilatadas e o músculo diafragma abaixado, levam consigo a pleura parietal aderida às paredes e ao diafragma; a pleura visceral acompanha a pleura parietal a qual está aderida pela película de líquido pleural (experiência dos vidros planos com água), e como o pulmão está ligado `a pleura visceral, expande-se, tornando negativa a pressão em seu interior, permitindo a entrada do ar. 
 	A expiração poderia até dispensar os músculos expiratórios, uma vez que atingido o ápice da inspiração, o pulmão normalmente tenderia à voltar à sua situação anterior pela sua elasticidade.
-Casos clínicos
Rionorréia: corrimento excessivo de muco nasal.
Astenia: perda ou diminuição da força física.
Rinoscopia: exame das fossas nasais, feito pelas narinas ou pela faringe, com auxílio de um espelho introduzido atrás do véu do palato.
Pólipo: crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (p.ex., nariz, bexiga, reto etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro.
Opaco: que não permite a passagem de luz.
Epistaxe: hemorragia nasal.
Polipectomia: A Polipectomia consta na remoção de pólipos.
Meatotomia média: É uma incisão cirúrgica do meato médio.
Quais os componentes do nariz externo e os limites da cavidade nasal?
	A cavidade nasal está por baixo da pirâmide nasal
	Limites:
	Anterior - são as narinas (formato elíptico ou ovalado, arredondado, verticalizado obliquo e horizontalizado) com as vibrissas
	Posterior- coanas, dois orifícios de comunicação da cavidade nasal com a nasofaringe
	Divisão funcional:
	Olfatória onde existe epitélio olfativo são inervadas pelo nervo olfatório (1° par craniano) por meio da comunicação com a lâmina crivosa do etmoide
*em paciente com rinite alérgica, o olfato é comprometido devido a edemaciação da parte olfatória da cavidade nasal.
Vestibular introito epidérmica com pelos (não nasce pelo de mucosa) e reveste as cartilagens nasais
	Respiratória todo o resto.
Quais estruturas anatômicas encontradas nas paredes nasais laterais? 
	Divisão anatômica:
ASSOALHO: é côncavo com uma canaleta onde se encaixa o septo processo palatino do maxilar ossos palatinos canal incisivo (passagem da artéria incisiva que nutre os dentre anteriores e nervo nasopalatino)
*desvio de septo
TETO: 1 esfenoide 2 etmoide 3 frontal 4 ossos nasais
PAREDE MEDIAL
a) cartilagem septal (formato quadrangular) fundida com as cartilagens laterais do nariz
b) ossos: (1) lâmina crivosa do etmoide (2) vômer (3) processo palatino da maxila (4) osso do septo
*o septo anterior é cartilaginoso e o septo posterior é ósseo
*Cristas ou esporões: durante trauma o septo sai da canaleta (sangra) produzindo um rearranjo fibroso que ao se calcificar torna-se cristas ou esporões ósseos
*recesso nasopalatino
*órgão vomero-nasal de Jacobson: resquício embrionário com células olfativos (alguns indivíduos podem possuir ainda)
PAREDE LATERAL: se evidencia as conchas (prateleiras que saem das paredes laterais) que também são chamadas de cornetos podendo ser inferior, média e inferior (com uma variante suprema)
c) O paciente apresentou um desvio do septo nasal. Quais os componentes dessa estrutura?
d) Explique as vascularizações arteriais, venosa e linfática da cavidade nasal e o plexo de Kiesselback.
	A mucosa da cavidade nasal é extremamente irrigada
	A a. oftálmica dá origem à aa. Etmoidais anteriores e posteriores
	A a. maxilar dá origem à a. esfenopalatina que se anastomosa com a. septal que é ramo da a. facial.
	Anastomose: septal, esfenopalatina e etmoidais
-Qual a zona de maior frequência de epistaxe natural?
Zona de Kisselbach, ponte de união das aa. Septal, esfenopalatina e etmoidais (anteriores e posteriores)
DRENAGEM
Plexo cavernoso submucoso:
V. esfenopalatina, V. facial, V. oftálmica, Vv. Lobo Frontal (lâmina crivosa)
VASOS LINFÁTICOS
Submandibulares (atrás da Laringe)
Retrofaríngeos
Cervicais profundos superiores
e) Explique a inervação da mucosa nasal.
 Nervo Trigêmeo
O nervo trigêmeo é um nervo misto, sendo o componente sensitivo consideravelmente maior. Possui uma raiz sensitiva e uma motora. A raiz sensitiva é formada pelos prolongamentos centrais dos neurônios sensitivos, situados no gânglio trigemial, que se localiza no cavo trigeminal, sobre a parte petrosa do osso temporal.
Os prolongamentos periféricos dos neurônios sensitivos do gânglio trigeminal formam, distalmente ao gânglio, os três ramos do nervo trigêmeo: nervo oftálmico, nervo maxilar e nervo mandibular, responsáveis pela sensibilidade somática geral de grande parte da cabeça, através de fibras que se classificam como aferentes somáticas gerais.
A raiz motora do trigêmeo é constituída de fibras que acompanham o nervo mandibular, distribuindo-se aos músculos mastigatórios. O problema médico mais freqüentemente observado em relação ao trigêmeo é a nevralgia, que se manifesta por crises dolorosas muito intensas no território de um dos ramos do nervo.
1. Nervo Oftálmico: atravessa a fissura orbital superior (juntamente com o III, IV, VI pares cranianos e a veia oftálmica) e ao chegar à órbita fornece três ramos terminais, que são os nervos nasociliar, frontal e lacrimal.
O nervo oftálmico é responsável pela sensibilidade da cavidade orbital e seu conteúdo, enquanto o nervo óptico é sensorial (visão).
2. Nervo Maxilar: é o segundo ramo do nervo trigêmeo. Ele cruza a fossa pterigopalatina como se fosse um cabo aéreo para introduzir-se na fissura orbital inferior e penetrar na cavidade orbital, momento em que passa a se chamar nervo infra-orbital.
O nervo infra-orbital continua a mesma direção para frente transitando pelo soalho da órbita, passando sucessivamente pelo sulco, canal e forame infra-orbital e através desse último se exterioriza para inervar as partes moles situadas entre a pálpebra inferior (n. palpebral inferior), nariz (n.nasal) e lábio superior (n. labial superior).
O nervo infra-orbital (ramo terminal do nervo maxilar) fornece como ramos colaterais o nervo alveolar superior médio e o nervo alveolar superior anterior, que se dirigem para baixo.
Nas proximidades dos ápices das raízes dos dentes superiores, os três nervos alveolares superiores emitem ramos que se anastomosam abundantemente, para constituírem o plexo dental superior.
3. Nervo Mandibular: é o terceiro ramo do nervo trigêmeo. Ele atravessa o crânio pelo forame oval e logo abaixo deste se ramifica num verdadeiro ramalhete, sendo que os dois ramos principais, são o nervo lingual e alveolar inferior.
O nervo lingual dirige-se para a língua, concedendo sensibilidade geral aos seus dois terços anteriores.
O nervo alveolar inferior penetra no forame da mandíbula e percorre o interior do osso pelo canal da mandíbula até o dente incisivo central.
Aproximadamente na altura do segundo pré-molar, o nervo alveolar inferior emite um ramo colateral, que é o nervo mental (nervo mentoniano), o qual emerge pelo forame de mesmo nome, para fornecer sensibilidade geral às partes moles do mento.
Dentro do canal da mandíbula, o nervo alveolar inferior se ramifica, porém seus ramos se anastomosam desordenadamente para constituir o plexo dental inferior, do qual partem os ramos dentais inferiores que vão aos dentes inferiores.
A parte motora do nervo mandibular inerva os músculos mastigatórios (temporal, masseter e pterigoideo medial e lateral), com nervosque tem o mesmo nome dos músculos.
	NERVO TRIGÊMEO – RAMOS OFTÁLMICO E MAXILAR
	 
	Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
	NERVO TRIGÊMEO – RAMO MANDIBULAR
	 
C3
Adenóide: Revisado em 14 de março de 2018
Adenoide é o nome de dois pequenos conglomerados de tecido linfoide, que se localizam na rinofaringe, região situada atrás das cavidades nasais e acima do palato mole (céu da boca). Adenoide não é o nome de uma doença. Assim como as amídalas (ou tonsilas palatinas), elas são órgãos que fazem parte do sistema imunológico e produzem anticorpos. Conhecidas popularmente como carne esponjosa, constituem um mecanismo de defesa contra a invasão de agentes estranhos ao organismo.
As adenoides, que não são visíveis quando a pessoa abre a boca, aumentam de volume nos primeiros anos de vida, mas começam a regredir por volta dos 6, 7 anos de idade. Como nariz, garganta e ouvido se comunicam internamente, as adenoidites (processo inflamatório) de repetição ou hipertrofia das adenoides (crescimento muito rápido), além de prejudicar a respiração, podem obstruir a abertura da tuba auditiva (ou trompa de Eustáquio), um canal de comunicação entre o nariz e a orelha média, e gerar complicações como otites e perda auditiva.
Em geral, episódios de hipertrofia das adenoides e adenoidites estão associados à infecção das amídalas.
Sinusite: Sinusite é a inflamação da mucosa que reveste os seios da face. É uma doença que ocorre com frequência e pode ser classificada em aguda, quando rapidamente provoca sintomas, ou crônica, quando as crises vão e voltam.
Antipirético: Antipirético ou antitérmico (também pode ser chamado de febrífugo e antifebril) é um medicamento que previne ou reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal.
Quais os limites anatômicos da nasofaringe?
A nasofaringe é a parte mais superior das vias aéreas, situada logo atrás do nariz e acima do palato mole. Seu limite superior é a base do osso esfenoide e do osso occipital, situa-se anteriormente às duas primeiras vértebras cervicais e à frente do clivo.
Nasofaringe: é a parte nasal da faringe, posterior ao nariz e superior ao palato mole.Tem função respiratória. É a extensão posterior das cavidades nasais. O nariz abre-se para a parte nasal da faringe através de dois coános, que são aberturas pares entre a cavidade nasal e a nasofaringe.Seu teto e parede posterior formam uma superfície contínua, situada de modo inferior ao corpo do esfenoide e à parte basilar do occipital.
Superior: osso esfenoide
Inferior: palato mole
Posterior: tonsila faríngea
Lateral: óstio faríngeo da tuba auditiva
A nasofaringe serve de passagem para o ar a partir do nariz à garganta que conduz o ar até a traqueia, brônquios e pulmões.
b) Otite Média: A otite média aguda é uma infecção por bactérias e vírus que provoca inflamação e/ou obstruções. Se não for tratada pode levar à perda total da audição. Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, infecções na garganta ou respiratórias. É um tipo de otite comum em crianças, mas pode acometer pessoas de qualquer idade.
C4
Glândula Tireóide: regulação do metabolismo corporal. Ela libera dois hormônios, o T3 e o T4, a secreção desse dois hormônios é controlada principalmente pelo TSH (hormônio estimulante da tireóide) que é secretado pela hipófise anterior. A tireóide também secreta um hormônio chamado calcitonina, que é muito importante para o metabolismo do cálcio. O TSH e os hormônios tireoidianos fetais são importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso central e do esqueleto ainda no crescimento intra-uterino. A cartilagem cricóide é um anel formado por cartilagem hialina e constitui a parte inferior da laringe, ligando-se à traqueia.
Dispneia: A "falta de ar",ou dispneia, é a sensação de dificuldade para respirar. Geralmente ocorre por causas cardíacas e pulmonares, mas pode ser causada por diversas outras condições.
A falta de ar pode acontecer por vários mecanismos, como por exemplo:
Quando a concentração de oxigênio no ar está baixa, como nas grandes altitudes;
Quando algo obstrui as vias aéreas;
Quando o coração está fraco ou há alguma obstrução ao fluxo sanguíneo e não é possível levar sangue oxigenado para os tecidos;
Quando há algum problema no pulmão que impede a troca dos gases (gás carbônico e oxigênio);
Quando o sangue não consegue transportar oxigênio adequadamente, como nos casos de anemia grave ou hemácias malformadas.
Causas da dispneia: Obstrução das vias aéreas
Asma;
Bronquite e agravamento para bronquite crônica;
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
Fibrose cística;
Enfisema;
Síndrome de Loëffler, causada por algumas verminoses, pela passagem da larva no pulmão, nos brônquios e na laringe);
Câncer de laringe ou faringe 
Obstrução nasal;
Edema da laringe.
Doenças da pleura e do parênquima pulmonar
Doença vascular pulmonar
Desordens do sistema cardiovascular, etc...
Traqueostomia: traqueostomia é um procedimento cirúrgico que consiste em fazer uma abertura na parede da traqueia, a fim de facilitar a entrada de oxigênio quando o ar está obstruído. Essa abertura é feita por meio de um tubo de metal ou plástico (cânula). O procedimento é indicado em casos onde é necessária a desobstrução das vias respiratórias (como em pacientes com tumor na laringe, após cirurgias extensas na boca e garganta, após muitos dias com um tubo na traqueia na UTI, após traumas na face muito violentos com fraturas múltiplas etc), após parada respiratória ou cardíaca e insuficiência respiratória grave. A traqueostomia pode ser permanente ou temporária, dependendo de cada caso.
Quais são as cartilagens pares da laringe? E as ímpares?
A laringe é um órgão curto que conecta a faringe com a traqueia. Ela se situa na linha mediana do pescoço, diante da quarta, quinta e sexta vértebra cervicais.
A Laringe tem três Funções:
 Atua como passagem para o ar durante a respiração;
 Produz som, ou seja, a voz (por esta razão é chamada de caixa de voz);
 Impede que o alimento e objetos estranhos entrem nas estruturas respiratórias (como a traqueia).
A laringe desempenha função na produção de som, que resulta na fonação. Na sua superfície interna, encontramos uma fenda antero-posterior denominada vestíbulo da laringe, que possui duas pregas: prega vestibular (cordas vocais falsas) e prega vocal (cordas vocais verdadeiras).
A laringe é uma estrutura triangular constituída principalmente de cartilagens, músculos e ligamentos.
A parede da laringe é composta de nove peças de cartilagens. Três são ímpares (Cartilagem Tireóidea, Cricoidea e Epiglótica) e três são pares (Cartilagem Aritenoidea, Cuneiforme e Corniculada).
A Cartilagem Tireóidea consiste de cartilagem hialina e forma a parede anterior e lateral da laringe, é maior nos homens devido à influência dos hormônios durante a fase da puberdade. As margens posteriores das lâminas apresentam prolongamentos em formas de estiletes grossos e curtos, denominados cornos superiores e inferiores.
	LARINGE – VISTA ANTERIOR DAS CARTILAGENS
	 
	Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
A Cartilagem Cricoide localiza-se logo abaixo da cartilagem tireoide e antecede a traqueia.
A Epiglote se fixa no osso hioide e na cartilagem tireoide. A epiglote é uma espécie de “porta” para o pulmão, onde apenas o ar ou substâncias gasosas entram e saem dele. Já substâncias líquidas e sólidas não entram no pulmão, pois a epiglote fecha-se e este dirige-se ao esôfago.
 
	LARINGE – VISTA POSTERIOR DAS CARTILAGENS
	 
	Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
A Cartilagem Aritenoide articula-se com a cartilagem cricoide, estabelecendo uma articulação do tipo diartrose. As cartilagens aritenoides são as mais importantes, porque influenciam as posições e tensões das pregas vocais (cordas vocais verdadeiras).
A CartilagemCorniculada situa-se acima da cartilagem aritenoide.
A Cartilagem Cuneiforme é muito pequena e localiza-se anteriormente à cartilagem corniculada correspondente, ligando cada aritenoide à epiglote.
	CARTILAGENS – CRICOIDE, ARITENOIDE E CORNICULADA
	
Qual a função da epiglote?
A Epiglote se fixa no osso hioide e na cartilagem tireoide. A epiglote é uma espécie de “porta” para o pulmão, onde apenas o ar ou substâncias gasosas entram e saem dele. Já substâncias líquidas e sólidas não entram no pulmão, pois a epiglote fecha-se e este dirige-se ao esôfago. A epiglote é uma fina estrutura cartilaginosa, que fecha a comunicação da laringe com a traqueia durante a deglutição, impedindo que o alimento entre nas vias aéreas.
Quais estruturas da laringe são responsáveis pela produção do som? Explique sua anatomia.
A cartilagem aritnóidea articula-se com a cartilagem cricóide, estabelecendo uma articulação do tipo diartrose que influencia nas cordas vocais verdadeiras.
Na sua superfície interna, encontramos uma fenda anteroposterior denominada vestíbulo da laringe, que possui duas pregas: prega vestibular (cordas vocais falsas) e prega vocal (cordas vocais verdadeiras).
Descreva os músculos extrínsecos e intrínsecos da laringe.
Há dois grupos de músculos da laringe, os extrínsecos e os intrínsecos.
Os extrínsecos ou são levantadores da laringe (m.m. tireo-hióideo, estilo-hióideo, milo-hióideo, digástrico, estilofaríngico e  palatofaríngico) ou são abaixadores da laringe (m.m. omo-hióideo, esterno-hióideo e esternotireóideo).
Dos músculos intrínsecos da laringe três originam-se da cartilagem cricóide:
o m. cricotireóideo de trajeto ascendente e posterior, com suas fibras se inserindo na borda inferior da lâmina da cartilagem tireóide e na borda anterior do corno inferior.
o m. crico-aritenóideo lateral de trajeto posterior, com suas fibras se inserindo no processo muscular da cartilagem aritenóide.
o m. crico-aritenóideo posterior, cujas fibras, com trajeto lateral, se inserem no processo muscular da cartilagem aritenóide.
Dois músculos, intimamente ligados entre si, unem as cartilagens tireóide e aritenóides:
o m. tireo-aritenóideo vai da face lateral da cartilagem aritenóide à face posterior da cartilagem tireóide nas proximidades do plano mediano. Suas fibras são paralelas ao ligamento vocal e estão fixadas à borda lateral deste.
o m. vocal, formado pelas fibras derivadas do m. tireo-aritenóideo que se fixam à borda lateral do ligamento vocal.
Dois músculos unem as cartilagens aritenóides entre si:
o m. aritenóideo transverso que une posteriormente as cartilagens aritenóides.
o m. aritenóideo oblíquo, formado por dois feixes musculares que cruzam posteriormente o aritenóideo transverso e se fixam, por um lado, no processo muscular da cartilagem aritenóide e, por outro, no ápice da cartilagem aritenóide do lado oposto.
 Finalmente, dois músculos unem as cartilagens aritenóides à epiglote (m. ari-epiglótico) e a cartilagem tireóide à epiglote (m. tireo-epiglótico).
Explique as indicações da cricotireoidostomia e da traqueostomia.
Traqueostomia- procedimento cirúrgico que consiste de abertura de um estoma na traquéia comunicando com o meio externo • Traqueotomia- incisão na traquéia • Cricotireoidostomia- procedimento cirúrgico que consiste de abertura de um estoma na membrana cricotireóidea da laringe comunicando com o meio externo • Cricotireotomia- incisão na membrana cricotireóidea.
Indicações da traqueostomia:
a.Obstrução de vias aéreas superiores:
§ Anomalias congênitas;
§ Corpo estranho em VAS;
§ Trauma cervical;
§ Neoplasias;
§ Paralisia bilateral de cordas vocais;
b. Intubação orotraqueal prolongada;
c. Edema devido a queimaduras, infecções ou anafilaxia;
d. Tempo prévio ou complementar a outras cirurgias
bucofaringolaringológicas.
e. Facilitar a aspiração das secreções das vias
respiratórias baixas;
f. Síndrome da apnéia hipopnéia obstrutiva do sono.
Indicação da cricotireotomia:
§ Via aérea difícil
"Situação clínica na qual um
anestesiologista convencionalmente
treinado, vivencia dificuldades na
ventilação com máscara facial da via aérea
superior, dificuldade na intubação traqueal
ou ambos"
§ TCE
§ Trauma maxilo-facial
§ Politrauma
§ Obstrução respiratória por corpo
estranho, angioedema e outros.
Explique a inervação da laringe.
Antes de abordarmos a inervação da laringe, é importante recordar que o nervo
vago desce pelo pescoço na bainha carotídea, enviando dois ramos: o nervo laríngeo
superior e nervo laríngeo inferior (ou recorrente). Ambos os ramos contém fibras nervosas
motoras e sensitivas para a laringe.
Com relação à inervação motora, toda a musculatura intrínseca da laringe (com
exceção do músculo cricotireóideo) é inervada pelo nervo laríngeo recorrente, que penetra
na laringe no nível da cartilagem cricóide, entre as fibras do músculo cricofaríngeo e
esôfago.
O nervo laríngeo recorrente tem anatomia diversa em relação ao lado esquerdo e
direito. O direito origina-se no nervo vago, contorna a artéria subclávia, dirige-se
paralelamente à cúpula pleural e curva-se superiormente para retornar ao pescoço e atingir
a laringe. O esquerdo, após originar-se no vago, contorna o arco aórtico e se dirige
superiormente em direção ao pescoço, até atingir a laringe. O conhecimento desta
distribuição é essencial em cirurgia, e no diagnóstico diferencial das paralisias laríngeas.
Todos os músculos da laringe são inervados pelo nervo vago ipsilateral, exceto o
músculo interaritenoideo, que recebe inervação bilateral.
O nervo laríngeo superior, após originar-se no nervo vago, divide-se nos ramos
interno e externo. O ramo externo é motor, e inerva o músculo cricotireóideo.
Com relação à inervação sensitiva, o ramo interno do laríngeo superior é
responsável pelas falsas cordas vocais e seio piriforme, enquanto a mucosa das cordas
vocais verdadeiras e subglote são inervadas pelo nervo laríngeo recorrente.
C5
Ectoscopia: Exame físico geral do paciente.
Hipertimpanismo: Timpanismo é a existência de som timpânico, esp. no abdome, causado por gases. A percussão do tórax pode revelar macicez identificando presença de sangue – hemotórax, ou, hipertimpanismo identificando presença de ar – pneumotórax ou timpanismo revelando normalidade.
Hemitórax : uma das metades do tórax.
Murmúrio vesicular: representa o movimento do ar nos bronquíolos e alvéolos. São ouvidos em todos os campos pulmonares e são sons suaves e graves na inspiração longa e na expiração curta.
Sibilos difusos: chiados difusos.
Broncoscopia: exame óptico dos brônquios por meio de broncoscópio.
Como é chamado o ponto de divisão da traqueia? Defina Carina traqueal.
A parte inferior da junção dos brônquios principais é ocupada por uma saliência antero-posterior que recebe o nome de carina da traqueia, e serve para acentuar a separação dos 2 brônquios.
 Explique as vascularizações arterial, venosa e linfática da traqueia e dos brônquios, assim com as respectivas inervações:
ARTÉRIAS DA TRAQUEIA
Artéria tire ria tireóidea inferior idea inferior
(principalmente) (principalmente)
 Artéria tire ria tireóidea
superior (ramos) superior (ramos)
 Artérias bronquiais rias bronquiais
(ramos) (ramos)
 Artéria tor ria torácica interna cica interna
(algumas vezes) (algumas vezes)
VEIAS DA TRAQUEIA
 Veias sat Veias satélites das art lites das artérias para as veias tire rias para as veias tireóideas
inferiores, inferiores, esofâgicas esofâgicas, mediastinais e , mediastinais e ázigos.
DRENAGEM LINFÁTICA DA TRAQUEIA
 Uma densa rede de vasos linf Uma densa rede de vasos linfáticos existe na parede da traqu ticos existe na parede da traquéia; sua parte ia; sua parte
cervical drena para os linfonodos pr cervical drena para os linfonodos pré-traqueais e paratraqueais, ou traqueais e paratraqueais, ou
diretamente para os cervicais profundos inferiores. Linfonodos diretamente paraos cervicais profundos inferiores. Linfonodos
traqueobrônquicos.
INERVAÇÃO DA TRAQUEIA
 A inerva A inervação faz-se por meio do n. lar se por meio do n. laríngeo recorrente do n. vago, ngeo recorrente do n. vago,
ramos do plexo pulmonar e simp ramos do plexo pulmonar e simpático (gânglio cervical inferior e tico (gânglio cervical inferior e
I gânglio tor I gânglio torácico)
INERVAÇÃO DOS BRONQUIOS
 É semelhante semelhante à da traqu da traquéia, e alcan ia, e alcança os brônquios atrav a os brônquios através dos plexos s dos plexos
cardíaco e pulmonar. aco e pulmonar.
 São relativamente indolores, embora a estimula São relativamente indolores, embora a estimulação se sua mucosa provoque ão se sua mucosa provoque
tosse.
VEIAS DOS BRÔNQUIOS
 Veias bronquiais Veias bronquiais
Direita Direita  veia ázigos
Esquerda Esquerda  veia hemi veia hemiázigo acess zigo acessória
DRENAGEM LINFÁTICA DOS BRÔNQUIOS
 Linfonodos broncopulmonares Linfonodos broncopulmonares
 Linfonodos traqueobrônquicos Linfonodos traqueobrônquicos.
C6
Hemoptóico: s.m. Aquele que, por meio da tosse, expele sangue dos pulmões.
A síndrome consumptiva, também conhecida como síndrome de Wating ou síndrome do definhamento, é definida como a perda involuntária de peso, superior a 10% do peso basal. Caracteriza-se pela atrofia muscular e redução da massa magra corporal.
VASCULARIZACAO DO PULMÃO E PLEURA
As artérias pulmonares direita e esquerda originam-se do tronco pulmonar no nível do ângulo
do esterno e conduzem sangue pouco oxigenado aos pulmões para oxigenação. Cada artéria
pulmonar torna-se parte da raiz do pulmão correspondente e divide-se em artérias lobares
secundárias. As artérias lobares superiores direita e esquerda, que irrigam os lobos superiores,
surgem primeiro, antes da entrada no hilo. Entretanto no pulmão, a artéria desce
posterolateralmente ao brônquio principal, como a artéria lobar inferior do pulmão esquerdo
e como uma artéria intermediária que se divide em artérias lobares média e inferior do
pulmão direito. As artérias lobares dividem-se em artérias segmentares terciárias. As artérias e
os brônquios formam pares nos pulmões, com ramificações simultâneas e trajetos parelelos.
Duas veias pulmonares de cada lado, uma veia pulmonar superior e uma veia pulmonar
inferior, conduzem sangue rico em oxigênio dos lobos correspondentes de cada pulmão para o
átrio esquerdo do coração. A veia do lobo médio é uma tributária da veia pulmonar direita
superior. As artérias bronquiais levam sangue para a nutrição das estruturas que formam a raiz dos
pulmões, os tecidos de sustentação dos pulmões e a pleura visceral. As duas artérias
bronquiais esquerdas geralmente originam-se diretamente da parte torácica da aorta. A
artéria bronqual direita, única, pode originar-se diretamente da aorta.
Os ramos mais distais das artérias bronquiais anastomosam-se com ramos das artérias
pulmonares nas paredes dos bronquíolos e na pleura visceral. A pleura parietal é irrigada por
artérias que suprem a parede torácica.
As veias bronquiais drenam apenas parte do sangue levado aos pulmões pelas artérias
bronquiais, principalmente o sangue distribuído para a parte mais proximal das raízes dos
pulmões ou para a região próxima. O restante do sangue é drenado pelas veias pulmonares,
especificamente aquele que retorna da pleura visceral, das regiões mais periféricas do pulmão
e dos componentes distais da raiz do pulmão. A veia bronquial direita drena para a veia ázigo,
e a veia bronqual esquerda drena para a veia hemiázigo acessória ou a veia intercostal
superior esquerda. As veias bronquiais também recebem sangue das veias esofágicas.
Os plexos linfáticos pulmonares comunicam-se livremente. O plexo linfático superficial situa-se
profundamente à pleura visceral e drena o parênquima pulmonar e a pleura visceral. Os vasos
linfáticos desse plexo superficial drenam para os linfonodos broncropulmonares no hilo dos
pulmões.
O plexo linfático profundo está localizado na submucosa dos brônquios e no tecido conjuntivo
peribrônquico. Sua principal função é a drenagem das estruturas que formam a raiz do
pulmão. Os vasos linfáticos desse plexo profundo drenam inicialmente para os linfonodos
pulmonares intrínsecos, localizados ao longo dos brônquios lobares. Os vasos linfáticos que
saem desses linfonodos continuam a seguir os brônquios e os vasos pulmonares até o hilo do
pulmão, onde também drenam para os linfonodos broncopulmonares. A partir daí, a linfa dos
plexos linfáticos superficial e profundo drena para os linfonodos traqueobronquiais superiores
e inferiores, superiores e inferiores a bifurcação da traquéia e brônquios principais,
respectivamente.
A linfa dos linfonodos tranqueobronquiais segue para os troncos linfáticos broncomediastinais
direito e esquerdo. Esses troncos geralmente terminam de cada lado nos ângulos venosos,
entretanto, o tronco broncomediastinal direito pode primeiro unir-se a outros troncos
linfáticos, convergindo para formar o ducto linfático direito curto. O tronco broncomediastinal
esquerdo pode terminar no ducto torácico.
VASOS SANGUÍNEOS DOS PULMÕES
A circulação sanguínea do pulmão compreende vasos nutridores (sistêmicos) e vasos
funcionais (vasos pulmonares).
A circulação funcional está representada pelas artérias e veias pulmonares. As artérias
pulmonares são do tipo elástico, de paredes delgadas porque nelas é baixa a pressão
sanguínea. Essas artérias trazem sangue venoso para ser oxigenado nos alvéolos pulmonares.
Dentro do pulmão, as artérias pulmonares se ramificam, acompanhando a árvore brônquica.
Na altura dos ductos alveolares os ramos arteriais originam a rede capilar dos septos
interalveolares. Essa rede capilar entra em intimo contato com o epitélio alveolar.
Da rede capilar originam-se vênulas que correm isoladamente pelo parênquima pulmonar,
afastadas dos ductos condutores de ar, e penetram nos septos interlobulares. Após saírem dos
lóbulos, as veias contendo sangue oxigenado (arterial) acompanham a árvore brônquica,
dirigindo-se para o hilo.
Os vasos nutridores compreendem as artérias e as veias brônquicas, que levam sangue com
nutrientes e oxigênio para todo o parênquima pulmonar. Os ramos da artéria brônquica
acompanham a arvore brônquica até os bronquíolos respiratórios, onde se anastomosam com
pequenos ramos da artéria pulmonar.
VASOS LINFÁTICOS DOS PULMÕES
Distribuem-se acompanhando os brônquios e os vasos pulmonares; são encontrados também
nos septos interlobulares, dirigindo-se todos eles para os linfonodos da região do hilo. Essa
rede linfática é chamada de rede profunda, para ser distinguida da rede superficial, que
compreende os linfáticos presentes na pleura visceral. Os vasos linfáticos da rede superficial
ou acompanham a pleura em toda a sua extensão, ou podem penetrar no parênquima
pulmonar através dos septos interlobulares, dirigindo-se também para os linfonodos do hilo
pulmonar.
Nas porções terminais da árvore brônquica e nos alvéolos, não existem vasos linfáticos.
\uf0fc Relações anatômicas dos pulmões:
- coração;
- grandes vasos;
- face medial: nervo, brônquio;
- timo;
- traqueia;
- diafragma;
- clavícula.
\u277 Nervos dos Pulmões e das Pleuras
Os nervos dos pulmões e da pleura visceral são derivados dos plexos pulmonares anteriores e
(principalmente) posteriores as raízes dos pulmões. Essas redes de nervos contem fibras
aferentes parassimpáticas, simpáticas e viscerais.
As fibras parassimpáticas conduzidas até o plexo pulmonar são fibras pré-ganglionares do
nervo vago (NCX). Elas fazem sinapse com as células ganglionares parassimpáticas nos plexos
pulmonares e ao longo dos ramos da árvore bronquial. As fibras parassimpáticas são motoras
para o músculo liso da arvore bronquial (broncocosntritoras), inibidoras paraos vasos
pulmonares (vasodilatadoras) e secretoras para as glândulas da arvore bronquial
(secretomotoras).
As fibras simpáticas dos plexos pulmonares são fibras pós-ganglionares. Seus corpos celulares
estão situados nos gânglios simpáticos paravertebrais dos troncos simpáticos. As fibras são
inibitórias para os músculos brônquico (broncodilatadoras), motoras para os vasos pulmonares
(vasoconstritoras) e inibitórias paras as glândulas alveolares da árvore bronquial \u2013 células
epiteliais secretoras tipo II dos alvéolos.
As fibras aferentes viscerais dos plexos pulmonares são reflexas (conduzem sensações
subconscientes associadas aos reflexos que controlam a função) ou nociceptivas (conduzem
impulsos álgicos gerados em resposta a estímulos dolorosos ou prejudiciais, como irritantes
químicos, isquemia ou estiramento excessivo). Fibras aferentes viscerais reflexas com corpos
celulares nos gânglios sensitivos do nervo vago (NCX) acompanham as fibras parassimpáticas,
conduzindo em direção central.
C7
Pneumotorax: presença de ar na pleura.
Caixa Torácica: A caixa torácica (ou gradil costal) é o complexo formado pela junção das costelas, osso esterno e cartilagens costais e é um dos elementos do esqueleto axial juntamente com o crânio e a coluna vertebral. A caixa torácica fica fixada na coluna vertebral pelas 12 vértebras torácicas, o que dá muita estabilidade para esse segmento da coluna vertebral. As principais funções da caixa torácica são a proteção de órgãos vitais localizados no tórax (como pulmões e coração) e de órgãoes localizados na região superior do abdômen (como fígado, rins, pâncreas, estômago e baço), assim como permite a expansão dos pulmões durante a respiração.
Tórax instável:O tórax instável, também chamado tórax flácido, é resultante de fraturas costais, levando à interrupção das conexões ósseas da região afetada com o restante da caixa torácica, e prejudicando a movimentação da parede torácica. Assim, esta parede deixa de proporcionar um apoio ósseo rígido, necessário para manter a expansibilidade torácica suficiente para uma função ventilatória normal.
Os pulmões encontram-se revestidos por uma membrana serosa delicada, a pleura, que está disposta na forma de um saco fechado, invaginado. Um folheto desta membrana serosa recobre a superfície pulmonar e mergulha nas fissuras entre os lobos pulmonares, esse folheto é conhecido como pleura pulmonar ou visceral. O restante desta membrana reveste a superfície interna da parede torácica, recobre o diafragma, e está refletida sobre as estruturas mediastinais, esta porção é chamada de pleura parietal. As duas camadas são contínuas umas a outra e abaixo no hilo pulmonar. Quando saudáveis elas estão em íntimo contato, mas podem criar uma cavidade durante um processo patológico, esse espaço em potencial é denominado cavidade pleural. A pleura direita e esquerda são separadas uma da outra e só se tocam na porção anterior do tórax, posteriormente ao esterno. Entre os dois sacos pleurais localiza-se o mediastino.
Diferentes partes da pleura parietal receberam nomes especiais que indicam sua posição, logo a porção que reveste a superfície interna das costelas é a pleural costal; a porção que recobre o diafragma é a pleura diafragmática; aquela que se insinua pelo pescoço, acima do ápice pulmonar é a cúpula pleural ou pleura cervical; e a que tocas as estruturas do mediastino é a pleura mediastinal.
Espaço Pleural
As reflexões pleurais são dobras ou recessos formados quando a pleura se reflete sobre as estruturas vizinhas formando fundos de saco. Começando pelo esterno, a pleura passa em sentido lateral pelas superfícies internas das cartilagens costais, costelas, espaços intercostais e no porção posterior do tórax passa pelo tronco simpático e seus ramos, está refletida sobre os corpos vertebrais e está separada da pleura contralateral pelo mediastino posterior. Da coluna vertebral a pleura passa ao lado do pericárdio, o qual ela recobre por uma extensão considerável, ela então corre e recobre o hilo e pedículo pulmonar e pela borda inferior e posterior um folheto triangular desce verticalmente até o diafragma. Este folheto é a camada posterior do ligamento pulmonar ou ligamento triangular. Nesta parte ela se une ao diafragma e o recobre em sua superfície superior.
Durante a inspiração normal a margem inferior do pulmão não se estende até a reflexão pleural, isto permite que a pleura costal e a pleura diafragmática se toquem. Este espaço onde elas se tocam chama-se recesso costofrênico. Condição similar ocorre entre o esterno e as cartilagens costais, onde a borda inferior do pulmão cai sobre essa reflexão pleural e essa pequena cavidade é chamada de recesso constomediastinal.
O ligamento pulmonar nada mais é do que um dobramento mesentérico da pleura que se estende entre as porções inferiores da superfície mediastinal do pulmão e o pericárdio. Logo acima do diafragma o ligamento termina em uma lâmina falciforme livre. Sua função é manter a parte inferior do pulmão posicionada.
Como todas as outras serosas do corpo, a pleura é recoberta por epitélio simples pavimentoso de células nucleadas. Essas células são corpúsculos modificados de tecido conjuntivo, e repousam sobre uma membrana basal. Abaixo da membrana basal existem fibras elásticas formando uma rede embebida por matriz colágena. Os vasos, nervos e linfáticos estão distribuídos nesta substância. A vascularização arterial da pleura se origina das artérias intercostais, mamaria interna, vasos pericárdicos e vasos brônquicos. As veias são correspondentes das artérias. A inervação tem origem do nervo frênico e simpáticos.
ROTEIRO PARA ESTUDO PRÁTICO
REGIÃO DA CABEÇA:
SEIOS PARANASAIS: Frontal e esfenoidal.
CAVIDADE NASAL: Narinas, septo do nariz, conchas nasais superior, média e inferior; meato superior, médio e inferior do nariz.
FARINGE: Partes nasal, oral, laríngea; óstio faríngeo da tuba auditiva.
REGIÃO DO PESCOÇO:
LARINGE: Cartilagem tireóidea, cartilagem epiglote, proeminência laríngea, prega vocal.
TRAQUÉIA: Anéis traqueais e músculo traqueal.
REGIÃO DO TÓRAX:
OSSOS: Vértebras torácicas; costelas; esterno, abertura torácica superior
ARTICULAÇÕES: Costovertebrais; costoesternal; intercostais; intercondrais; costoclavicular; movimentos da caixa torácica na respiração.
MÚSCULOS: Peitorais maiores (menor); serrátil anterior; trapézio; latíssimo do dorso; diafragma: parte lombar, parte costal; parte esternal, fáscia diafragmática, centro tendíneo, hiato aórtico, esofágico, forame da veia cava inferior; intercostais externos (interno); transverso do tórax.
 
VASOS: Artérias: Aorta: parte descendente e torácica; intercostal posterior; pericárdicofrênica; torácica interna; intercostal suprema; Veias: cava superior; braquioencefálica; intercostais; ázigos; hemiázigos; hemiázigo acessória; Ducto torácico.
NERVOS: Frênico; vago; laríngeo recorrente; intercostais; gânglios do tronco simpáticos; torácico maior (menor).
TRAQUÉIA: Anéis traqueais; ligamentos anulares; músculo traqueal; bifurcação da traquéia; carina da traquéia.
ÁRVORE BRONQUIAL:
BRÔNQUIO PRINCIPAL DIREITO 
 BRÔNQUIOS LOBAR SUPERIOR DIREITO:
 Brônquios segmentares: apical – B I; posterior – B II; anterior – B III 
 BRÔNQUIOS LOBAR MÉDIO:
 Brônquios segmentares: lateral – B IV; medial – B V.
 BRÔNQUIOS LOBAR INFERIOR DIREITO:
 Brônquios segmentares: superior - B VI; basilar medial – B VII; basilar anterior – B VIII;
 Basilar lateral – B IX; basilar posterior – B X
BRÔNQUIO PRINCIPAL ESQUERDO
 BRÔNQUIOS LOBAR SUPERIOR ESQUERDO:
 Brônquios segmentares: apicoposterior – B I + II; anterior – B III;lingular superior – B IV;
 Lingular inferior – B V.
 BRÔNQUIOS LOBAR INFERIOR ESQUERDO:
 Brônquios segmentares: superior - B VI; basilar medial – B VII; basilar anterior – B VIII;
 Basilar lateral – B IX; basilar posterior- B X
PULMÕES:
FORMA: Base pulmonar; ápice; faces: costal, mediastínica e diafragmática, hilo, pulmonar:
PULMÃO DIREITO: Fissura oblíqua e horizontal; lobo superior, médio e inferior.
PULMÃO ESQUERDO: Fissuras oblíquas l; lobo superior (língula pulmonar) e inferior. Impressão cardíaca
PLEURAS: 
VISCERAL: Túnica serosa; 
PARIETAL: Cúpula da pleura; parte costal; parte diafragmática; parte mediastinal.

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