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ESPECIAL
CENTRO
OESTE
As páginas a seguir trazem informações específicas sobre a sua região 
para você fazer as melhores escolhas 
UNIVERSIDADES
CONFIRA O PERFIL DAS 
MAIORES INSTITUIÇÕES 
DOS QUATRO ESTADOS QUE 
COMPÕEM O CENTRO-OESTE
MELHORES 
CURSOS
CONHEÇA ALGUMAS DAS 
GRADUAÇÕES MAIS BEM 
AVALIADAS DA REGIÃO
ESCOLHA 
PROFISSIONAL
UMA LISTA DE INSTITUIÇÕES 
QUE OFERECEM 
ORIENTAÇÃO VOCACIONAL 
MERCADO DE TRABALHO
OS SETORES MAIS 
PROMISSORES E AS 
PROFISSÕES RELACIONADAS 
A ELES
ILUSTRAÇÃO: JULIANO AUGUSTO/45JJ
2 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
MERCADO DE TRABALHO
A TERRA DO 
AGRONEGÓCIO
Motores da economia regional, o campo e as indústrias 
associadas a ele apresentam boas chances de empregabilidade
C om o maior rebanho bovino do país e papel de destaque na produção e na exportação de algodão, cana-de-açúcar, 
feijão, frango, milho e soja, o Centro- 
Oeste continua oferecendo boas opor-
tunidades de trabalho para formados 
em Agronomia, Engenharia Agrícola, 
Medicina Veterinária e Zootecnia. O 
agronegócio, que sempre foi o motor 
da região, é um dos principais respon-
sáveis por esses resultados. Goiás foi o 
estado que mais criou vagas de emprego 
formal entre janeiro e junho de 2015, de 
acordo com o Ministério do Trabalho e 
Emprego. Na quarta posição do ranking 
está o Mato Grosso. 
“A indústria ligada ao agronegócio 
mantém o bom desempenho, com des-
taque para a área de vendas técnicas”, 
diz Dilze Percilio, presidente da dire-
toria executiva da seccional de Goiás 
da Associação Brasileira de Recursos 
Humanos. Fabricação de máquinas e de 
equipamentos agrícolas, produção de 
rações e os segmentos farmacêutico e de 
alimentos também se mantêm estáveis. 
Isso se traduz em vagas para adminis-
tradores, especialistas em Logística e 
Marketing, engenheiros ambientais e 
de produção, economistas, contadores, 
psicólogos e tecnólogos em Gestão de 
Recursos Humanos. 
Uma prova dessa oferta de vagas é 
que a região continua atraindo pro-
fissionais oriundos de todo o país. De 
acordo com o Instituto Brasileiro de 
Geografia e Estatística (IBGE), Goiânia MERCADO AQUECIDO Um dos destaques da economia de Goiás é a produção de medicamentos
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3GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL 
é, juntamente com Brasília, a capital do 
país que mais atrai migrantes.
O setor de Tecnologia da Informação, 
especialmente forte no Distrito Fede-
ral, é outro que continua contratan-
do bacharéis e tecnólogos. Para quem 
acabou de se graduar em Ciência da 
Computação, Engenharia da Compu-
tação, Sistemas de Informação e para 
os tecnólogos na área, como Análise e 
Desenvolvimento de Sistemas, Gestão 
da Tecnologia da Informação, Redes de 
Computadores, Segurança da Informa-
ção e Sistemas para Internet, há vagas.
Agronegócio e indústria
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul já 
são conhecidos como celeiros do Bra-
sil e tradicionalmente empregam, em 
fazendas e cooperativas, engenheiros 
agrônomos e agrícolas, veterinários e 
zootecnistas, além de graduados em 
cursos voltados à gestão de agrone-
gócios. Agora é a vez de as empresas 
familiares de Goiás viverem seu impor-
tante momento de profissionalização. 
Isso tem ampliado o número de vagas e 
incentivado cada vez mais profissionais 
qualificados de outras partes do país a 
se mudarem para o estado. 
Há também oportunidades para 
formados em Comércio Exterior e 
Relações Internacionais, que são re-
quisitados para lidar com questões im-
portantes, como legislação aduaneira. 
Fábricas de equipamentos agrícolas, 
ração, fertilizantes e medicamentos ve-
terinários da região contratam ainda 
bacharéis e tecnólogos das áreas técnicas 
do agronegócio para atuar com vendas.
A indústria de alimentos e bebidas 
local recruta engenheiros e tecnólogos 
em Alimentos e engenheiros químicos 
para atuar especialmente no controle 
de qualidade. Em Aparecida de Goiânia, 
em Goiás, fica a maior planta da Pepsico 
do mundo e, em Goiânia, a JBS Friboi. 
Em Lucas do Rio Verde, no Mato Gros-
so, está a maior unidade da América 
Latina da BRFoods. Em Jataí, em Goiás, 
será instalada nos próximos anos uma 
nova fábrica de refrigerantes e uma pro-
dutora de ovos. As marcas regionais de 
alimentos também encontram espaço, 
especialmente entre as classes B e C.
“O setor farmacêutico é forte em Goi-
ás”, diz Leonardo Massuda, sócio-di-
retor da Asap Recruiters, em Goiás. Há 
vagas para jovens biólogos, biomédicos, 
engenheiros químicos e farmacêuticos. 
O destaque é a cidade de Anápolis, que 
reúne um polo de 39 empresas. Entre 
elas, estão Teuto, Geolab e Neo Química. 
No setor de cosméticos, há fábricas da 
Hypermarcas em Anápolis, Senador 
Canedo e Aparecida de Goiânia.
A cidade de Três Lagoas, no Mato 
Grosso do Sul, tradicional sede da in-
dústria de celulose, deve receber inves-
timentos em cinco projetos industriais, 
o que garante boas perspectivas nas 
áreas de produção de celulose e fabri-
cação de cimento e de latas. Boa notícia 
para engenheiros químicos, químicos e 
tecnólogos em Papel e Celulose e Pro-
cessos Químicos.
Maior produtor nacional de algodão, 
o estado do Mato Grosso anunciou que 
busca investimentos para avançar tam-
bém na indústria têxtil. Atualmente, 
o maior entrave para que esse setor 
deslanche são questões associadas à 
área de logística.
Energia e combustíveis
Um dos braços da indústria de ener-
gia que mais crescem no país atual-
mente é o da bioeletricidade, ou seja, 
a eletricidade gerada pela queima de 
biomassa (resíduos agrícolas, como o 
bagaço de cana, por exemplo). Em 2014, 
ela representou mais de 4% do consumo 
nacional de eletricidade, com picos 
de 7% nos períodos de seca. O Mato 
Grosso do Sul, onde atuam grandes 
grupos, como Cosan e Biosev, é o ter-
ceiro maior gerador do Brasil. Isso abre 
chances para a atuação de engenhei-
ros de energia, engenheiros elétricos 
e tecnólogos em Sistemas Elétricos e 
Energias Renováveis.
No segmento de hidrelétricas, a en-
trada em funcionamento, em 2015, da 
Teles Pires, no Mato Grosso, deve atrair 
RIQUEZA NO CAMPO 
As grandes fazendas 
de Goiás, Mato Grosso 
e Mato Grosso do Sul 
respondem pela maior 
parte da produção 
agrícola do país
A área de Tecnologia 
da Informação é forte 
no Distrito Federal. Em 
Goiás, destaque para a 
indústria de alimentos
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4 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
novos investidores para a região e, por 
consequência, aumentar a oferta de em-
prego. Boas chances, portanto, para en-
genheiros civis, eletricistas, industriais, 
ambientais, de segurança do trabalho 
e de produção, além de pessoal espe-
cializado em Administração, Logística, 
Marketing e Gestão.
No município de Rio Verde, em Goiás, 
está localizada a NexSteppe, startup 
americana especializada no desenvol-
vimento de sementes para a produção 
de biocombustíveis. Recém-inaugurado 
em Rondonópolis, no Mato Grosso, o 
terminal de armazenagem e distribui-
ção de combustíveis da Raízen ( joint 
ventre entre Shell e Cosan) gera em-
pregos especialmente para tecnólogos 
em Biocombustíveis.
Tecnologia da Informação
O Distrito Federal tem o terceiro 
maior mercado de TI do país (estima- 
se que movimente R$ 5 bilhões por 
ano), muito em função da informatiza-
ção de serviços e processos dos órgãos 
públicos. Mais de 600 empresas do 
segmento, incluindo grandes nomes 
como Capgemini, Cisco Systems, IBM, 
Microsoft e Oracle, contam com escri-
tórios na capital. E a cidade continua 
atraindo novos negócios.
No final de 2014, a empresa catarinen-
se Teltec Solutions, voltada a soluções 
de tecnologia, inaugurou uma filial. A 
expectativa é que o Parque Tecnológico 
Cidade Digital amplie ainda mais as 
contratações.“A área mais aquecida 
é a de pesquisa e desenvolvimento de 
novos softwares e produtos”, diz a psi-
cóloga Rita Brum, sócia-diretora da 
Rhaiz RH, em Brasília.
Atualmente, profissionais de Tecno-
logia da Informação qualificados, como 
engenheiros eletrônicos, de telecomu-
nicações e de computação, analistas 
de sistema e tecnólogos em redes de 
computadores, encontram vagas com 
bons salários.
Para esses profissionais, há oportuni-
dades ainda nas empresas e indústrias 
do estado de Goiás. Por ali ganha im-
portância também a área de marketing 
digital, aumentando as chances não só 
para profissionais de tecnologia como 
também para designers gráficos.
Turismo e construção civil
O ecoturismo e atividades como 
trilhas, exploração de cavernas e es-
caladas são o destaque dos estados do 
Centro-Oeste, especialmente Mato 
Grosso, que concentra os biomas Cer-
rado, Pantanal e Amazônia, e Mato 
Grosso do Sul. Para ter uma ideia do 
potencial da região, em 2014, o núme-
ro de turistas estrangeiros que visi-
taram o Mato Grosso do Sul cresceu 
50% em relação ao ano anterior. Isso 
aquece o mercado de trabalho para 
profissionais de Turismo, Hotelaria e 
Gastronomia em agências de viagem, 
bares, restaurantes, hotéis, transporte 
e planejamento.
Em Goiás, o município de Caldas 
Novas é famoso pelas águas termais 
e concentra uma grande quantidade 
de hotéis. Mas o turismo de negócios 
está cada vez mais fortalecido. A inau-
guração do Centro de Convenções de 
Anápolis, o maior do Centro-Oeste, 
promete aumentar o numero de feiras 
e congressos e, consequentemente, o 
fluxo de visitantes. Com isso, deve ser 
aquecida a demanda por administra-
dores, graduados em Marketing e tra-
dutores e intérpretes para garantir a 
infraestrutura dos serviços.
Na área da construção civil, um setor 
ainda com fôlego nos quatro estados 
da região é o da construção de prédios 
e residências de luxo, que atualmente 
concentra as oportunidades para arqui-
tetos, engenheiros civis, eletricistas e 
de segurança no trabalho. box
ECOTURISMO
EM ALTA
A região de Bonito 
(MS) é um importante 
polo de turismo, 
atividade econômica 
com peso na região
O setor de turismo 
está cada vez mais 
fortalecido na região, 
ampliando a procura 
por formados na área
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6 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
MELHORES CURSOS
NO CAMPO E 
NA INDÚSTRIA
Os cursos mais bem avaliados formam profissionais 
para setores importantes da economia regional 
O agronegócio é o carro-chefe da economia do Centro- Oeste. Por isso, não sur-preende que a região se 
destaque pela existência de cursos de 
primeira de Agronomia, Engenharia de 
Alimentos e Zootecnia, especialmente 
em Mato Grosso do Sul e Goiás. Esse 
estado abriga também um dos mais 
tradicionais e conceituados bacharela-
dos em Farmácia do país, que acaba de 
completar 70 anos. E vale, ainda, men-
cionar a graduação em Engenharia de 
Energia, ofertada em Brasília, a primeira 
do gênero na região. Confira a seguir 
os melhores cursos do Centro-Oeste, 
segundo a Avaliação de Cursos Supe-
riores do GUIA DO ESTUDANTE 2015.
AULAS EM CAMPO Estudantes de Agronomia da UnB desenvolvem atividades didáticas na fazenda-escola
AGRONOMIA
UnB
O curso de Agronomia da Univer-
sidade de Brasília (UnB) completa 50 
anos em 2015. A presença estratégica 
da graduação na capital nacional, onde 
importantes decisões relativas ao setor 
agropecuário são tomadas, é, para o co-
ordenador Everaldo Anastacio Pereira, 
um de seus atrativos. “A proximidade 
com órgãos públicos relevantes dos 
setores agrícola e de produção animal 
abre boas oportunidades para nossos 
engenheiros agrônomos, que podem 
atuar como formuladores e executores 
de políticas públicas voltadas a este 
mercado”, diz Pereira.
O curso da UnB também se destaca 
por sua infraestrutura, composta de uma 
fazenda-modelo e uma ampla rede de 
laboratórios (de sementes, adubos, quí-
mica e física do solo e nutrição animal, 
entre outros), onde os alunos podem re-
alizar estudos, atividades práticas e pes-
quisas. O bacharelado também participa 
de um programa de intercâmbio com 
países do Mercosul, que prevê o envio 
de cinco alunos por semestre para uma 
temporada de estudos em universidades 
da Argentina, do Chile, do Uruguai, da 
Bolívia e do Paraguai. 
ENGENHARIA DE ALIMENTOS
UFG
Além de ser o celeiro nacional, o Cen-
tro-Oeste também abriga um importante 
parque industrial alimentício. Não por 
acaso, a Universidade Federal de Goiás 
(UFG) tem um dos melhores cursos de 
Engenharia de Alimentos do país, focado 
na formação de profissionais que aten-
dam a demanda das indústrias da região. 
A graduação é dividida em duas etapas 
(básica e profissionalizante) e dá ênfase 
às disciplinas práticas, que representam 
40% da grade curricular. A maior parte 
dessas atividades é desenvolvida em la-
boratórios, como os de processamentos 
de alimentos, de embalagens e de apro-
veitamento de resíduos e subprodutos.
Os estudantes podem pôr em prática 
o conhecimento aprendido na empresa 
júnior da escola, que presta consultoria 
a pequenos e médios empreendimentos. 
“Nosso objetivo é aproximar os alunos do 
mercado e, ao mesmo tempo, dividir com 
o setor privado os conhecimentos gerados 
na UFG”, explica a coordenadora Adriana 
Régia Cornélio. Atividades de pesquisa 
e extensão são feitas em parceria com 
instituições nacionais e internacionais, 
como a Universidade de Salamanca e o 
Instituto de Agroquimica y Tecnologia 
de Alimentos, ambos na Espanha.
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7GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL 
ENGENHARIA DE ENERGIA
UnB
Único do gênero na região, o curso de 
Engenharia de Energia da Universidade 
de Brasília (UnB) foi criado em 2008 
e é ministrado no campus Gama, que 
concentra graduações da área de tec-
nologia. A forte carga teórica é uma de 
suas marcas. Nem por isso, a prática fica 
de fora, como explica a coordenadora 
Juliana Petrocchi. “Para complementar 
a formação, os estudantes devem fazer 
estágio obrigatório em empresas do 
setor”, diz ela. “Temos também disci-
plinas laboratoriais em que os alunos 
aprendem a fazer de desenhos técnicos 
até simulações de sistemas energéticos 
complexos”, conta. 
As atividades de pesquisa na área de 
energia são realizadas de forma mul-
tidisciplinar, em conjunto com alunos 
dos demais cursos do campus, como 
engenheiros eletrônicos, aeroespaciais 
e de software. O curso tem convênio de 
intercâmbio com universidades france-
sas e conta com uma empresa júnior, 
que presta consultoria energética para 
órgãos públicos da capital federal. 
FARMÁCIA
UFG
As carreiras da área da saúde são es-
senciais em qualquer região do país. 
No Centro-Oeste, o curso de Farmá-
cia da Universidade Federal de Goiás 
(UFG), que completou 70 anos em 2015, 
se destaca dos demais. Desde cedo, os 
estudantes são estimulados a pôr em 
prática nos laboratórios da escola e na 
farmácia universitária os conhecimentos 
aprendidos em sala de aula. Ao longo da 
graduação, para conhecer a profissão de 
perto, eles devem estagiar em unidades 
básicas de saúde, farmácias hospitalares 
e equipes multiprofissionais do Progra-
ma Saúde da Família.
A escola tem convênios com indústrias 
farmacêuticas, de cosméticos e alimen-
tos para o desenvolvimento de pesquisas. 
“A fim de preparar os estudantes para o 
mercado de trabalho, promovemos pa-
lestras de profissionais dessas empresas 
que, geralmente, recebem nossos alunos 
para o estágio de final do curso”, conta 
a coordenadora Telma Alves Garcia.
ZOOTECNIA
UFMS
O Mato Grosso do Sul concentra um 
dos maiores rebanhos bovinos do país, 
o que dá uma dimensão da importância 
do profissional dessa área. Muitos des-
ses especialistas são formadosno curso 
de Zootecnia da Universidade Federal 
de Mato Grosso do Sul (UFMS), um 
dos melhores da modalidade no país. A 
prática dos alunos começa no primeiro 
semestre, quando cursam disciplinas 
que envolvem aulas em laboratório e 
manejo de animais na fazenda-escola. 
Além disso, os estudantes têm a opor-
tunidade de estar em contato com o 
dia a dia da profissão desenvolvendo 
atividades em propriedades rurais e na 
empresa júnior da faculdade, que presta 
consultoria a produtores da região.
Para preparar os formandos para o 
mundo do trabalho, o curso promove 
eventos de recrutamento e feiras de trai-
nee. Neles, empresas do setor indicam 
o perfil ideal do profissional e realizam 
palestras sobre programas de estágio. A 
faculdade também sedia o Encontro sobre 
Zootecnia do Mato Grosso do Sul, onde 
universitários, professores e profissionais 
debatem a realidade do setor.
Outro destaque da graduação são os 
projetos de extensão, como o Viva Ovi-
nocultura Mulher, que oferece cursos de 
capacitação para mulheres que trabalham 
com a criação de ovelhas. “Iniciativas 
como essa contribuem para a geração de 
trabalho e renda em comunidades rurais 
e, ao mesmo tempo, para o incremento 
da produção”, diz a coordenadora Karina 
Márcia Ribeiro de Souza.
UCDB
O curso de Zootecnia da Universida-
de Católica Dom Bosco (UCDB) está 
passando por uma reformulação e irá 
agregar ao curículo temas atuais liga-
dos à carreira. “Um exemplo disso é a 
nova disciplina Conservação de Solo e 
Água, que aborda temas importantes 
num momento em que o mundo todo 
fala em sustentabilidade”, destaca a 
coordenadora Milena Wolff Ferreira. 
A instituição tem laboratórios de nu-
trição animal, de análise de alimentos e 
de solo, de tecnologia de carne e de leite. 
As aulas práticas ocorrem na fazenda- 
escola, que tem criações de peixes, ove-
lhas e gado. Em parceria com a Embrapa 
Gado de Corte, a faculdade faz pesquisa 
e promove cursos para complementar 
a formação dos estudantes. Há ainda 
parcerias com o setor privado para vi-
sitas técnicas a indústrias de laticínios, 
frigoríficos e propriedades de produção 
animal da região. �
MÃO NA MASSA 
No curso de 
Zootecnia da UCDB, 
os alunos têm aulas 
práticas desde cedo
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8 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
UNIVERSIDADES
INOVAÇÃO NA 
SALA DE AULA
As maiores universidades da região investem 
em novas metodologias de ensino a fim de 
capacitar seus alunos para a realidade do trabalho
As principais instituições de Ensino Superior da Região Centro-Oeste adotam meto-dologias inovadoras na sala de 
aula e buscam facilitar a inserção de seus 
alunos no mercado de trabalho. Progra-
mas de extensão e projetos de pesquisa, 
especialmente aqueles voltados às áreas 
de Meio Ambiente e Saúde, reforçam 
a integração com as comunidades nas 
quais estão inseridas. A internacionaliza-
ção, por meio de intercâmbios realizados 
por convênios ou pelo programa Ciência 
sem Fronteiras, do governo federal, é 
cada vez mais incentivada. 
Nesta reportagem, traçamos o perfil 
das oito maiores universidades da região, 
sendo uma pública e uma privada de 
cada estado. O critério usado foi o nú-
mero de alunos na graduação presencial, 
segundo o Censo da Educação Superior 
2013 do Ministério da Educação (MEC). 
Conheça, a seguir, as principais carac-
terísticas de cada uma delas. 
DISTRITO FEDERAL 
UNIVERSIDADE CATÓLICA 
DE BRASÍLIA (UCB)
A fim de estimular práticas inovadoras 
e empreendedoras de seus estudantes, 
a UCB planeja revisar sua estrutura or-
ganizacional em 2016. “Os projetos dos 
cursos serão revitalizados para incorpo-
rar as novas tendências de mercado”, 
diz o pró-reitor acadêmico Daniel Rey 
de Carvalho. Segundo ele, a preparação 
dos estudantes para o mundo do trabalho 
começa cedo na universidade. “Desde o 
início, nossos cursos criam as condições 
para que o jovem desenvolva habilida-
des e competências valorizadas pelo 
mercado, como iniciativa, criatividade, 
determinação e vontade de aprender”, 
conta o pró-reitor.
Práticas inovadoras
Um exemplo desse esforço foi a cria-
ção, em 2014, da Agência de Inovação 
e Empreendedorismo, cujo objetivo é 
fomentar um ambiente de difusão de 
práticas inovadoras e articular parcerias 
com o governo e o setor privado. Outra 
iniciativa nesse sentido é a incubadora 
tecnológica de empresas, cuja missão 
é apoiar o desenvolvimento de micro 
e pequenos negócios.
Internacionalização
Um aspecto valorizado na UCB é a ex-
periência internacional de seus estudan-
tes. Nos últimos cinco anos, 200 alunos 
fizeram parte de seus estudos no exterior 
graças a programas patrocinados pela 
instituição ou a parcerias com o governo 
federal, como o Ciência sem Fronteiras, 
com organismos internacionais, como o 
Universitários Mercosul, e com entidades 
privadas, como o Programa Santander 
Universidades, do Banco Santander.
O vestibular da universidade é semes-
tral. A instituição adota a nota do Enem 
apenas para vagas remanescentes. A 
UCB é credenciada no Fies e no Prouni 
e facilita o ingresso dos candidatos por 
meio da oferta de bolsa.
A UCB EM RESUMO 
Fundação: 1974 
Campus: Taguatinga e Brasília 
Cursos de graduação: 38 
Alunos da graduação: 16.818
Professores da graduação: 764 
(46% mestres; 26% doutores) 
FOCO NO MERCADO 
Alunos em sala de 
aula da Universidade 
Católica de Brasília 
(UCB), que vai 
modernizar sua 
estrutura em 2016
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10 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA 
(UNB) 
Inaugurada em 1962, apenas dois anos 
após a fundação de Brasília, a UnB é 
reconhecida pelo ensino de excelência. 
A maioria de seus cursos é avaliada pelo 
Ministério da Educação (MEC) com as 
notas 4 e 5, em uma escala que vai de 1 
a 5. O conceito considera o desempe-
nho dos alunos no Exame Nacional de 
Desempenho dos Estudantes (Enade), 
a titulação dos professores, os recursos 
didático-pedagógicos e a infraestrutura.
Intercâmbio
A universidade incentiva o inter-
câmbio internacional de seus alunos 
e é a instituição de Ensino Superior 
brasileira com o terceiro maior número 
de alunos no Ciência sem Fronteiras. 
No total, 2.676 estudantes da UnB já 
participaram do programa.
Programas de estágio
Para facilitar o ingresso dos estudan-
tes no mercado de trabalho, a UnB tem 
convênios com empresas e órgãos públi-
cos de Brasília para estágio em diversas 
áreas. Já o Centro de Apoio ao Desenvol-
vimento Tecnológico oferece disciplinas 
de empreendedorismo e conta com uma 
incubadora de empresas.
O vestibular ocorre duas vezes por 
ano. No primeiro semestre, metade 
das vagas é distribuída pelo Sisu e o 
restante pelo programa de avaliação 
seriada. Pelo sistema, o aluno faz uma 
prova ao término de cada um dos três 
anos do Ensino Médio e concorre a uma 
vaga com a média das notas obtidas. 
No segundo semestre, o ingresso se 
dá por provas e redação. A partir de 
2016, metade das vagas será destinada 
a estudantes da rede pública.
A UNB EM RESUMO 
Fundação: 1962
Campi: Brasília, Ceilândia, Gama e 
Planaltina 
Cursos de graduação: 101
Alunos da graduação: 29.837
Professores da graduação: 2.234 
(11% mestres; 89% doutores)
GOIÁS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE 
CATÓLICA DE GOIÁS (PUC GOIÁS)
Criada em 1959, a PUC Goiás tem 
dois destaques para 2016. O primeiro 
é o término da implantação de uma 
nova forma de organização acadêmica 
e administrativa, batizada de Escolas, 
que irá estimular a integração entre os 
cursos, favorecendo a interdisciplina-
ridade e a inovação.
Centro de Convenções
A segunda novidade é o início das 
operações do novo Centro de Conven-
ções, com um teatro para 2,6 mil pesso-
as. “Com uma estrutura moderna, ele 
iráviabilizar um intenso calendário de 
eventos científicos, técnicos e culturais”, 
diz o reitor, Wolmir Therezio Amado.
Atividades práticas
A preparação dos alunos para a rea-
lidade do trabalho começa cedo. Des-
de os primeiros anos da graduação, os 
estudantes participam de atividades 
práticas, que simulam situações reais 
de mercado. A universidade aposta em 
parcerias com empresas e agências pú-
blicas para viabilizar estágios. 
No campo da internacionalização, 
a PUC Goiás mantém convênios com 
48 universidades de 16 países. Busca 
também ampliar a cooperação com 
agências de fomento para viabilizar a 
cooperação internacional de professo-
res, pesquisadores e estudantes.
Novos alunos
O processo seletivo é semestral e há 
diferentes sistemas de ingresso: ves-
tibular, nota do Enem (exceto para 
Medicina) e vestibular social. Este úl-
timo é destinado a alunos de escola 
pública e que vivem em condições de 
vulnerabilidade. Uma vez aprovado, o 
estudante recebe bolsa de 50% do valor 
da mensalidade. A instituição participa 
do ProUni e do Fies.
A PUC GOIÁS EM RESUMO 
Fundação: 1959 
Campi: Goiânia (7) 
Cursos de graduação: 43
Alunos da graduação: 25.674
Professores da graduação: 1.673 
(55% mestres; 19% doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DE GOIÁS (UFG)
A UFG passa por um processo de 
expansão, que culminou com a inaugu-
ração, em 2015, de seu sexto campus, em 
Aparecida de Goiânia. A nova unidade 
oferece graduações em Engenharia de 
Produção, Engenharia de Transportes 
e Geologia. Outro campus, em Cidade 
Ocidental, no entorno de Brasília, está 
em processo de implantação.
INTERNACIONALIZAÇÃO 
A Universidade de 
Brasília (UnB) mandou 
cerca de 2,6 mil alunos 
para o exterior por 
meio do programa 
Ciência sem Fronteiras
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12 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
O currículo dos cursos da univerisdade 
contam com várias disciplinas voltadas 
à orientação profissional e ao empreen-
dedorismo. “O estágio curricular faz um 
importante elo entre a universidade e o 
mundo do trabalho”, diz o pró-reitor de 
graduação Luiz Mello de Almeida Neto. A 
universidade mantém acordos de estágio 
com mais de 1,3 mil parceiros e convênios 
de intercâmbio acadêmico com 103 ins-
tituições estrangeiras de ensino. 
Apoio à inovação
A UFG incentiva a inovação por meio 
de projetos como o Escritório de Pro-
priedade Intelectual e Transferência de 
Tecnologias, o Programa de Incubado-
ras de Empresas de Base Tecnológica, o 
Programa de Empresa Júnior, o Parque 
Tecnológico Samambaia e o Centro 
Regional para o Desenvolvimento Tec-
nológico e Inovação.
Novos alunos
O ingresso se dá por meio do Sisu. Em 
2016, metade das vagas será destinada a 
alunos de escola pública. São reservadas 
ainda duas vagas para alunos indígenas 
e quilombolas em cada curso. 
A UFG EM RESUMO 
Fundação: 1960 
Campi: Goiânia (2), Catalão, Goiás, Jataí e 
Aparecida de Goiânia
Cursos de graduação: 142
Alunos da graduação: 22.563
Professores da graduação: 2.380 
(25% mestres; 70% doutores) 
MATO GROSSO
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ 
(UNIC)
Primeira universidade privada do 
estado, a Unic implantou no segundo 
semestre de 2015 um novo modelo aca-
dêmico, que instiga o estudante a buscar 
respostas e soluções para problemas. A 
proposta estimula o raciocínio lógico, a 
criatividade e a reflexão, respeitando a 
individualidade, o trabalho em equipe 
e as relações interpessoais.
Cursos de destaque
A escola tem cursos de referência nas 
áreas de Saúde, como o de Medicina 
Veterinária, de Humanidades, como o de 
Psicologia, e de Ciências Sociais Aplica-
das, como os de Direito e Publicidade e 
Propaganda. Nas engenharias, despon-
tam as graduações em Civil, Elétrica, 
Mecânica, Ambiental e de Produção.
Portal de empregabilidade
Para facilitar o ingresso dos alunos 
no mercado, a Unic participa do Canal 
Conecta, um portal de empregabilidade 
onde empresas anunciam vagas de traba-
lho. A instituição também mantém par-
ceria com Instituto Evaldo Lodi (IEL) 
e com o Centro de Integração Empresa 
Escola (Ciee) a fim de proporcionar es-
tágios a seus estudantes.
O vestibular é semestral. O candidato 
pode usar a nota do Enem, em substi-
tuição ao vestibular. A Unic participa do 
ProUni e do Fies. Oferece ainda possibili-
dade de parcelamento do valor do curso.
A UNIC EM RESUMO
Fundação: 1988
Campi: Cuiabá (3), Primavera do Leste, 
Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra, 
Sorriso e Várzea Grande
Cursos de graduação: 36
Alunos da graduação: cerca de 40.000
Professores da graduação: 800 
(42% entre mestres e doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DE MATO GROSSO (UFMT)
A localização geográfica da UFMT, 
na confluência de três importantes bio-
mas (Amazônia, Cerrado e Pantanal), 
determina uma característica própria 
de seus cursos e núcleos de pesquisa.
A questão ambiental é um dos pontos 
fortes da instituição. Projetos desen-
volvidos nas áreas de Humanas, Social, 
Biológicas, Agrárias e Exatas têm pre-
ocupação com o meio ambiente. Outro 
foco é o estudo de doenças tropicais. 
O desenvolvimento agrícola também 
é uma vocação importante da univer-
sidade. Os cinco campi espalhados 
pelo estado, que é o maior produtor 
de grãos e de gado do país, oferecem 
vários cursos relacionados à área, como 
Agronomia e Zootecnia. 
Novo campus
Novidades para 2016 serão a inaugu-
ração do novo Hospital Universitário, 
em Cuiabá, e a abertura do campus de 
Várzea Grande – o sexto da institui-
ção. Enquanto essa unidade segue em 
construção, os cursos de Engenharia 
de Computação, de Minas, de Química, 
de Transporte e de Controle e Automa-
ção, que serão ministrados no local, já 
iniciaram suas turmas, que funcionam 
provisoriamente em Cuiabá.
A UFMT estimula o intercâmbio de 
estudantes e pesquisadores e possui 
acordos de colaboração com cerca de 
50 instituições dos cinco continentes.
ENSINO DE REFERÊNCIA
Primeira universidade 
privada do Mato Grosso, 
a Unic tem graduações 
conceituadas, como 
as de Medicina, 
Psicologia e Direito
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14 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
O acesso à universidade se dá por 
meio do Sisu, com 50% das vagas re-
servadas a alunos de escola pública. 
O programa de inclusão indígena tem 
processo seletivo específico.
A UFMT EM RESUMO 
Fundação: 1970 
Campi: Barra do Garças, Cuiabá, Pontal do 
Araguaia, Rondonópolis e Sinop
Cursos de graduação: 106
Alunos da graduação: 20.308
Professores da graduação: 1.738 
(31% mestres; 63% doutores)
MATO GROSSO DO SUL
UNIVERSIDADE ANHANGUERA-
UNIDERP
Desde 2014, a Anhanguera-Uniderp 
faz parte do grupo Kroton Educacional, 
uma das maiores organizações de en-
sino do Brasil e do mundo. Entre os 31 
cursos de graduação que a instituição 
oferece, vale destacar o de Arquitetura, 
o primeiro do estado, e o de Medici-
na, considerado um dos melhores do 
país. Para 2016, a universidade pretende 
abrir dois novos bacharelados, em Gas-
tronomia e Fotografia, e um mestrado 
na área de Saúde.
“O curso de Medicina segue tendên-
cias mundiais para o ensino na área de 
Saúde”, diz a reitora Leocádia Aglaé 
Petry Leme. Segundo ela, a graduação 
emprega o método de Aprendizagem 
Baseada em Problemas (PBL), que 
transforma o estudante no centro do 
processo de ensino-aprendizagem e 
forma profissionais mais humanos e 
melhor qualificados.
Iniciação científica
Durante a graduação, os alunos são 
estimulados a participar de projetos 
de iniciação científica e monitorias. A 
área de biodiversidade é um ponto forte. 
Entre os projetos mais relevantes estão 
o trabalho de preservação da arara-azul 
em ninhos naturais e artificiais e o de 
proteção de peixes e rios do Pantanal.Bolsas para o exterior
Na área de intercâmbio, destaque 
para a parceria com o programa Santan-
der Universidades, que distribui bolsas 
de estudo para os alunos estudarem em 
universidades estrangeiras.
A Anhanguera-Uniderp oferece duas 
modalidades de processo seletivo: o 
vestibular principal, com data fixa, e 
o continuado, pelo qual o aluno pode 
agendar o dia das provas. Além disso, o 
candidato pode submeter seu desempe-
nho no Enem para compor a nota final. 
A universidade é credenciada ao Fies 
e ao ProUni.
A UNIDERP EM RESUMO
Fundação: 1974
Campi: Campo Grande (2)
Cursos de graduação: 31
Alunos da graduação: 18.000 
Professores da graduação: 400 
(mais de 40% entre mestres e doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DE MATO GROSSO DO SUL 
Maior universidade do estado, a UFMS 
segue crescendo. Em 2015, o número de 
vagas do curso de Medicina, em Campo 
Grande, passou de 60 para 80, e a reito-
ria prevê para o início de 2016 a entrega 
do prédio do Centro de Capacitação de 
Professores, voltado aos alunos de li-
cenciaturas. Além disso, a instituição, 
que conta com 11 campi, também está 
investindo na expansão de laboratórios 
multiuso, nos centros de Ciências Huma-
nas, Engenharias e Ciências Biológicas.
Estudos do Pantanal
Com 1,2 mil m2 de área construída, a 
Base de Estudos do Pantanal é um dos 
destaques da universidade. Nela, são 
desenvolvidas atividades de extensão 
e pesquisa em Biologia, Ecologia, Me-
teorologia e Saúde. 
Em 2014, a Pantanal Incubadora Mista 
de Empresas, que faz pesquisa, incentiva 
o empreendedorismo e viabiliza opor-
tunidades de emprego para os alunos, 
recebeu recursos do governo estadual 
para prospectar novas empresas e acele-
rar o desenvolvimento das já incubadas. 
Vestibular
O processo seletivo distribui vagas pelo 
Sisu. A UFMS reserva 50% das vagas para 
alunos da rede pública e tem uma licen-
ciatura voltada a professores indígenas do 
Pantanal, com vestibular próprio.
A UFMS EM RESUMO 
Fundação: 1979 
Campi: Aquidauana, Bonito, Campo 
Grande, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, 
Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta 
Porã eTrês Lagoas 
Cursos de graduação: 105
Alunos da graduação: 15.837
Professores da graduação: 1.208 
(37% mestres; 63% doutores)
CAPILARIDADE 
Com 11 campi 
distribuídos pelo 
estado, a UFMS 
desenvolve pesquisas 
relevantes na Base de 
Estudos do Pantanal 
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O
16 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL CENTRO-OESTE
Serviço de Psicologia Aplicada – Unic 
tel. (65) 3363-1278
COMO É: Orientação individual ou para grupos de cinco a dez 
pessoas. São cerca de dez encontros, de 50 minutos cada um. 
As atividades envolvem entrevistas, dinâmicas e palestras no 
Serviço de Psicologia Aplicada ou nas escolas e instituições. 
VALOR: Gratuito.
RONDONÓPOLIS
Orientação Profissional – Unic
tels. (066) 3411-0525/3411-9477
COMO É: O trabalho é feito em grupo de 15 alunos. Em seis 
encontros são realizadas atividades como reflexão sobre 
o processo de escolha, informações sobre as profissões e 
testes psicológicos individuais.
INSCRIÇÕES: Entrar em contato com a escola.
VALOR: Gratuito.
SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS
Serviço de Orientação Profissional da Clínica Escola – FQM 
www.fqm.edu.br; ceap_recepcao@outlook.com;
tel. (65) 3251-3020
COMO É: O programa pode ser desenvolvido individualmente 
ou em grupo. O número de sessões varia conforme a 
necessidade do candidato ou grupo.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Taxa simbólica, não obrigatória, de acordo com a 
disponibilidade financeira do interessado.
MATO GROSSO DO SUL
CAMPO GRANDE
Orientação Profissional da Clínica de Psicologia – 
Universidade Anhanguera Uniderp 
http://ww2.uniderp.br/uniderp/; 
tel. (67) 3348-8258
COMO É: O programa pode ser desenvolvido em até três meses. 
As sessões são em grupo e contam com a aplicação de testes 
e dinâmicas. De acordo com o interesse do grupo, os alunos 
participam de conversas com profissionais e assistem aulas. 
VALOR: Conforme triagem social. O interessado pode obter 
isenção ou pagar de R$ 5 a R$ 20 por sessão.
DOURADOS
Orientação Profissional – Unigran
nucleodepsicologia@unigran.br; tel. (067) 3411-4268
COMO É: São realizados doze encontros em grupo. 
As conversas giram em torno do Ensino Superior, das 
profissões e seu mercado de trabalho. Também são 
realizadas sessões de autoconhecimento. Cada encontro 
dura, em média, 1h30.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo. 
VALOR: Gratuito.
VÁRZEA GRANDE
Serviço Integrado de Psicologia – Orientação Profissional 
– Univag
tel. (65) 3688-6088
COMO É: São realizadas oito sessões que ocorrem em grupo. 
O tempo médio de duração é de uma hora e são 
desenvolvidas atividades de autoconhecimento e 
informações sobre as diversas profissões.
INSCRIÇÕES: No início de cada período letivo
VALOR: R$10.
DISTRITO FEDERAL
BRASÍLIA 
Orientação Profissional – UniCEUB 
www.uniceub.br; cenfor@uniceub.br; 
tel. (61) 39661626 
COMO É: Cinco encontros, com duas horas de duração cada. São 
realizadas entrevistas (individuais ou em grupo) e dinâmicas. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: R$ 20.
Programa de Orientação Profissional (POP) – Iesb 
www.iesb.br; masen@iesb.br; 
tels. (61) 3445-4521/3445-4522
COMO É: Seis sessões em grupo, com workshops, palestras e 
dinâmicas.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
TAGUATINGA
Projeto de Orientação Profissional (POP) – UCB 
www.ucb.br; pop@ucb.br; 
tels. (61) 3356-9057/9013
COMO É: Palestras nas escolas, feiras de profissões e visitas 
ao campus.
INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: Gratuito.
GOIÁS
GOIÂNIA
Centro de Estudos, Pesquisas e Práticas Psicológicas – 
PUC-Goiás
www.pucgoias.edu.br/cepsi; cepsi@pucgoias.edu.br; 
tel. (62) 3946-1198
COMO É: Sessões individuais e em grupo, nas quais são aplicados 
testes psicológicos, realizadas entrevistas e dinâmicas de grupo. 
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo
VALOR: R$ 60. Em alguns casos, pode ser gratuito.
ITUMBIARA
Projeto de Desenvolvimento e Orientação Profissional – 
Ilês/Ulbra Itumbiara 
psicologia.itb@ulbra.br; tel. (64) 3433-6542
COMO É: Encontros semanais em que são realizados testes, 
dinâmicas e pesquisas no campo profissional. Grupos de 
dez pessoas.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
JATAÍ
Serviço de Orientação Profissional para Alunos do Ensino 
Médio – UFG/Campus Jataí 
sopufgcaj@yahoo.com.br; tel. (64) 3636-5504
COMO É: São dez encontros semanais, com duas horas de 
duração, em grupos com no máximo 15 participantes. 
Utilizam-se dinâmicas de grupo, testes, entrevistas e 
técnicas informativas: material didático (guia acadêmico), 
visita à universidade e feira de profissões.
INSCRIÇÕES: No início de cada período letivo.
VALOR: Gratuito.
MATO GROSSO
CUIABÁ
Programa de Orientação Profissional para Escolas Públicas 
– UFMT
maelison@gmail.com; 
tel. (65) 36158492
COMO É: São realizadas sessões em grupo de até dez 
participantes. O programa oferece dez sessões na forma de 
oficinas, com duração média de 1h30 cada, divididas em três 
etapas: autoconhecimento; conhecimento sobre o mundo 
do trabalho e das profissões; cruzamento das informações 
obtidas nas etapas anteriores para facilitação do processo 
de decisão.
INSCRIÇÕES: No início de cada período letivo
VALOR: Gratuito.
ENCONTRE 
SEU RUMO
Não é tarefa fácil decidir, entres tantas opções, qual 
carreira seguir. Por isso, os programas de orientação 
profissional podem ser aliados importantes!
ATENÇÃO
arrow As informações foram apuradas entre julho e agosto 
de 2015 e os valores referem-se ao programa como um 
todo, exceto quando há indicação de que é por sessão. 
arrow Sugestões para inclusão de outros centros de orientação 
podem ser feitas peloe-mail guia.estudante@abril.com.br
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
ILUSTRAÇÃO: JULIANO AUGUSTO/45JJ
ESPECIAL
NORTE E 
NORDESTE
As páginas a seguir trazem informações específicas sobre a sua região 
para você fazer as melhores escolhas 
NOVAS 
INSTITUIÇÕES
AS SEIS MAIS JOVENS 
UNIVERSIDADES QUE 
TÊM COMO MISSÃO 
QUALIFICAR A MÃO DE 
OBRA LOCAL
UNIVERSIDADES
CONFIRA O PERFIL 
DAS MAIORES 
INSTITUIÇÕES 
DO NORTE E DO 
NORDESTE
MELHORES 
CURSOS
CONHEÇA ALGUMAS 
DAS GRADUAÇÕES 
MAIS BEM AVALIADAS 
DA REGIÃO 
ESCOLHA 
PROFISSIONAL
UMA LISTA DE 
INSTITUIÇÕES 
QUE OFERECEM 
ORIENTAÇÃO 
VOCACIONAL 
MERCADO 
DE TRABALHO
OS SETORES MAIS 
PROMISSORES E 
AS PROFISSÕES 
RELACIONADAS 
A ELES
2 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
MERCADO DE TRABALHO
HÁ OPORTUNIDADES
Tecnologia da Informação e certos setores da indústria – como 
farmacêutico e de alimentos – concentram as principais vagas das regiões
N os últimos dez anos, as notícias sobre o Norte e o Nordeste foram muito boas. Os estados das duas regiões viveram seu 
grande boom, com a melhoria na quali-
dade de vida da população, a instalação 
de novas empresas nacionais e interna-
cionais e o fortalecimento do mercado 
de trabalho. O momento atual, porém, 
é de cautela. Assim como acontece no 
resto do país, a economia local sofre, e 
as estatísticas sobre empregos não são 
mais tão animadoras. Mas, se você está 
ingressando agora num curso superior, 
saiba que há boas perspectivas: ainda há 
muito a ser desenvolvido nessas regiões e, 
para isso, serão necessários profissionais 
qualificados de diversas áreas.
“A área de Tecnologia da Informação, 
por exemplo, continua em alta e isso 
não deve mudar tão cedo”, garante Da-
niela Kauffmann, gerente executiva do 
escritório regional da Page Personnel, 
empresa de recrutamento, em Reci-
fe. Os segmentos de desenvolvimento 
e infraestrutura são os que mais têm 
aberto novas vagas.
Na indústria, os setores farmacêutico, 
de alimentos e de cosméticos também 
mantêm o ritmo em alta. E novos po-
los, como o do município de Goiana, 
na região metropolitana de Recife, em 
Pernambuco, ganham importância. 
Há vagas ainda para quem trabalha 
nas áreas relacionadas ao agronegócio, 
turismo, saúde e educação.
NORTE
Atenção, interessados em Engenha-
ria, Medicina Veterinária, Agronegócios 
e Logística: o governo federal continua 
anunciando investimentos em portos, 
em usinas e no agronegócio. E isso sig-
nifica a abertura de postos de trabalho. 
Engenheiros ambientais e outros 
especialistas em meio ambiente e sus-
tentabilidade, como biólogos, ecólogos 
e gestores ambientais, também encon-
tram espaço, já que o tema é um dos 
mais importantes na Região Amazônica. 
Eles são responsáveis por prever e dimi-
nuir o impacto ambiental das atividades 
econômicas. Em Benevides, no Pará, 
RELEVÂNCIA ECONÔMICA Funcionária em ação em fábrica do Polo Petroquímico de Camaçari (BA), que reúne mais de 90 empresas e gera milhares de empregos
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4 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
a Natura investiu no Ecoparque, um 
polo industrial sustentável. Além de 
sua fábrica de sabonetes, há espaço para 
outras empresas que compartilham os 
mesmos conceitos de ecoeficiência para 
a exploração da diversidade da região. 
Em 2015, chegou a fabricante alemã de 
fragrância e aromas Symrise.
No estado do Amazonas, a indústria 
naval é forte, com a presença de estalei-
ros e empresas que fabricam máquinas 
e equipamentos de navegação. Várias 
empresas se instalaram perto de Ma-
naus, como os estaleiros Juruá, Prates 
e Erin, este último em construção em 
Iranduba. Há boas perspectivas, já que 
o governo federal anunciou investi-
mentos no arrendamento de um por-
to no Distrito Industrial de Manaus. 
Com isso, o cenário é favorável para 
engenheiros ambientais, civis, navais, 
eletricistas, eletrônicos e metalúrgicos.
Em Tocantins, o Ecoponto Praia 
Norte deve ser inaugurado em 2016 e 
promete gerar empregos para profis-
sionais das áreas portuária, de logística 
e de transportes. A expectativa é que 
ele atraia também empresas de outros 
setores. Isso significa a abertura de va-
gas para advogados, administradores, 
contadores, economistas e pessoal de 
recursos humanos.
No setor hidrelétrico, está em fase 
de projeto o complexo Bem-Querer 
Paredão, em Roraima. 
Em Rondônia, a indústria vive um 
bom momento, com fábricas de calça-
dos, ração animal, de cimento e frigo-
ríficos. O Distrito Industrial de Porto 
Velho concentra mais de 20 empre-
endimentos e quase 50 encontram-se 
em fase de projeto. No agronegócio, a 
pecuária bovina de corte, a cafeicultura, 
a cultura de grãos (principalmente soja, 
milho e arroz), a pesca e a produção de 
leite são as áreas mais aquecidas. Como 
consequência, aumentam as oportuni-
dades para graduados em Ciências Bio-
lógicas e Biotecnologia, Biotecnologia 
e engenheiros de pesca e aquicultura.
Ainda no agronegócio, a Embrapa 
Amazônia Oriental, sediada em Belém, 
no Pará, contribui na pesquisa e de-
senvolvimento das principais culturas 
do Estado, como mandioca e cítricos. 
Na região sul, têm destaque a pecuária 
bovina e o cultivo de soja e milho. 
O turismo vem crescendo nos últi-
mos anos, mas a região ainda é a últi-
ma opção dos brasileiros, segundo o 
Ministério do Turismo. Há, portanto, 
perspectivas para graduados em Tu-
rismo, Hotelaria, Ecologia e Ciências 
Biológicas. Acre, Amazonas, Tocantins 
e Rondônia contam com polos de ecotu-
rismo em áreas de proteção ambiental. 
NORDESTE
Tecnologia
A região sedia importantes polos tec-
nológicos e de inovação, o que abre opor-
tunidades para quem procura cursos na 
área de TI, como Análise e Desenvolvi-
mento de Sistemas, Ciências e Engenha-
ria da Computação, Gestão da Tecnologia 
da Informação e graduações afins. 
O grande destaque é o Porto Digital 
de Recife, em Pernambuco, que pla-
neja triplicar de tamanho e alcançar 
21 mil empregos até 2022 – hoje são 
7.100. Entre as 250 empresas localizadas 
ali, estão a Contax (telemarketing), a 
Microsoft e a Accenture, que tem um 
programa para gerar mil vagas até a 
metade de 2016. Na capital pernambu-
cana, fica ainda o Centro de Estudos e 
Sistemas Avançados do Recife (Cesar), 
polo de inovação em tecnologia da in-
formação (TI).
Outros estados também investem 
no setor. Em Fortaleza, no Ceará, a 
Fundação Edson Queiroz/Universi-
dade de Fortaleza vai se tornar par-
que tecnológico e passará a abrigar 
empresas da área, que contarão com 
benefícios fiscais. Na Paraíba, no par-
que tecnológico de Campina Grande, 
estão empresas como a Light Infocon. 
Indústria
A indústria nordestina contrata enge-
nheiros (civis, de petróleo, de produção, 
eletricistas, eletrônicos, industriais, me-
cânicos, metalúrgicos, navais, químicos) 
e tecnólogos em Gestão e Logística. Pro-
fissionais de finanças são demandados. 
“Se uma empresa está crescendo, precisa 
do especialista para se organizar; se está 
cortando, ele é necessário para reduzir 
custos”, diz Daniela Kauffmann. Além de 
contadores e economistas, também atuam 
na função administradores e engenheiros 
de produção.
MÃO DE OBRA 
QUALIFICADA
Linha de montagem 
da Philips, no Polo 
Industrial de Manaus, 
importante centro 
gerador de empregos 
na Região Norte
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A indústrial naval é 
forte no Amazonas. 
O estado conta com 
estaleiros e vai receber 
investimentos federais
6 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
A indústria de bens de consumo se 
mantém estável. No Nordeste, estão 
grandes empresas do setor, como Uni-
lever, Procter & Gamble e Johnson & 
Johnson, que acenam com boas possi-
bilidades para engenheirosquímicos, 
químicos e farmacêuticos, além de 
profissionais de áreas administrativas.
Em Pernambuco, o destaque é o polo 
de Goiana. A Fiat Chrysler Automobiles 
acaba de inaugurar a planta da Jeep e um 
parque de fornecedores, que devem gerar 
mais de 50 mil empregos em toda a cadeia 
produtiva. Oportunidade para engenhei-
ros de produção, elétricos e mecânicos, 
além de administradores, contadores, 
economistas e gestores de RH.
Forte no Nordeste, o setor petroquí-
mico atravessa uma fase difícil, mas tem 
novidades. A Basf inaugurou em 2015 
um complexo no Polo Petroquímico de 
Camaçari, na Bahia, que reúne mais de 
90 empresas químicas, petroquímicas, 
automotivas e metalúrgicas. Serão ge-
rados 230 empregos diretos e indiretos. 
Também foi inaugurado ali um depósito 
de contêineres. “Em cerca de três anos, 
a indústria petroquímica deve retornar 
a seu patamar normal”, diz Jucileila 
Evangelista, gerente da Gi Group Brasil, 
especializada em soluções para o desen-
volvimento do mercado de trabalho. 
No Ceará, o porto de Pecém e a Com-
panhia Siderúrgica do Pecém (CSP) são 
grandes empregadores. Em 2015, a CSP 
obteve financiamento para concluir a 
construção da usina em São Gonçalo 
do Amarante (CE). 
Em energia, o Nordeste desponta 
como nova fronteira elétrica, com o 
Rio Grande do Norte em destaque. 
por conta de seus 192 parques eólicos. 
Até 2023, a previsão é que a geração de 
fontes renováveis como eólica e solar 
responda por 60% da matriz da região. 
A instalação de novas usinas demanda 
profissionais de áreas técnicas, como 
engenheiros elétrico e de Energia e 
tecnólogos em Sistemas Elétricos e 
Energias Renováveis.
Agronegócio
Fica no Nordeste a nova fronteira 
agrícola do Brasil e última em expan-
são do mundo, segundo o Ministério 
da Agricultura. A região de Matopiba 
(Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), 
que reúne 337 municípios, engloba os 
biomas Cerrado, Amazônia e Caatinga. 
Por ali, destaque para o cultivo da soja. 
Algodão, milho, feijão, café e agropecu-
ária também têm importância. O uso 
de novas tecnologias é essencial, o que 
demanda profissionais especializados, 
como engenheiros agrícolas e bacharéis 
e tecnólogos em Agronegócios.
O Vale do Rio São Francisco tem o 
maior polo de fruticultura irrigada do 
país, e contrata especialistas de Irriga-
ção e Drenagem. A agropecuária é forte 
em Petrolina (PE). No Rio Grande do 
Norte, a produção de frutas, de leite e 
a piscicultura recebem investimentos 
públicos para tornar o agronegócio mais 
sustentável. Isso aumenta as chances 
de trabalho de especialistas na área.
Turismo
Principal destino do turista brasi-
leiro, o Nordeste trabalha para atrair 
mais visitantes estrangeiros, mantendo 
aquecida a demanda por profissionais 
de Turismo e Hotelaria. O fluxo é maior 
em Aracaju, Fernando de Noronha, For-
taleza, Ilhéus, João Pessoa, Maceió, 
Natal, Porto Seguro, Recife e Salvador.
O turismo de negócios é forte espe-
cialmente na Bahia e em Pernambuco, 
que recebem um grande número de 
congressos e convenções. Isso eleva a 
procura por tradutores e intérpretes.
Saúde
O crescimento econômico dos últimos 
dez anos levou à expansão dos serviços de 
saúde. Recife quer se tornar o primeiro 
polo médico do país – hoje é o segundo 
– e liderar o turismo de saúde. O setor 
detém o segundo maior PIB estadual e 
se destaca nas áreas de traumatologia, 
oncologia e ortopedia. Há demanda por 
médicos, enfermeiros e farmacêuticos, 
além de administradores e tecnólogos 
em Marketing e Gestão Hospitalar. box
CAMPUS PARTY A área de Tecnologia da Informação é uma das que mais crescem no Nordeste. Só o Porto Digital de Recife quer atingir 21 mil empregos em 2022
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A Região Nordeste tem 
ganhado força no setor 
elétrico, o que eleva a 
busca por profissionais 
com formação na área
8 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
MELHORES CURSOS
NO RITMO DO 
DESENVOLVIMENTO
Os melhores cursos 
da região formam 
profissionais para 
atuar na exploração de 
recursos naturais e na 
indústria de tecnologia
NOVO PROJETO Atividade em laboratório do curso de Ciências Biológicas da UFPA. A graduação adotou uma proposta que valoriza a multidisciplinaridade 
A s preocupações com o meio ambiente e os investimentos feitos nos últimos anos para expansão da rede de sanea-
mento básico no Norte e no Nordeste 
elevaram a procura por engenheiros 
ambientais, sanitaristas e florestais, além 
de biólogos. O vasto litoral brasileiro, por 
sua vez, sempre demanda especialistas 
em pesca. Ao mesmo tempo, o cresci-
mento da indústria de tecnologia da in-
formação, notadamente em Pernambu-
co, aqueceu o mercado para engenheiros 
da computação. Em todas essas áreas, as 
regiões oferecem graduações de quali-
dade. Confira a seguir alguns destaques 
da Avaliação de Cursos Superiores do 
GUIA DO ESTUDANTE 2015. 
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
UFPA
O curso de Ciências Biológicas da 
Universidade Federal do Pará (UFPA) 
comemora 45 anos de atividade em 2015. 
Nesse período, consolidou-se como o 
principal da região Norte. A graduação 
tem duração de quatro anos e oferece 
anualmente 35 vagas. Desde 2012, conta 
com uma nova proposta de ensino, que 
valoriza a multidisciplinaridade.
“Um exemplo disso são as aulas de 
Anatomia e Botânica, que antes eram 
ministradas separadamente e passaram 
a ser agrupadas dentro da disciplina 
chamada Homem e Meio Ambiente”, 
diz a coordenadora do curso, Sheila 
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10 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
Pinheiro. “Desta forma, os conteúdos 
das duas matérias são apresentados 
dentro de um contexto mais amplo.”
Outro destaque do curso de Biológi-
cas da UFPA são os convênios firmados 
com órgãos de pesquisa, como a Em-
brapa (Empresa Brasileira de Pesquisa 
Agropecuária), o Museu Emílio Goeldi 
e o Instituto Evandro Chagas, para es-
tágio dos futuros biólogos. Segundo 
Sheila, essa vivência ajuda o graduando 
a definir uma área específica que pre-
tende seguir depois de formado.
As parcerias também engajam a uni-
versidade em projetos de preservação 
da Amazônia. “As particularidades da 
nossa região, rica em biodiversidade 
e, ao mesmo tempo, com muitos pro-
blemas socioambientais, são um fator 
positivo na formação de nossos alunos”, 
diz a coordenadora.
ENGENHARIA AGRÍCOLA
UFCG
Num país com grande vocação para 
o campo, como o Brasil, sempre há ca-
rência de bons profissionais formados 
nas carreiras agrárias. E a Universidade 
Federal de Campina Grande (UFCG), 
na Paraíba, dá sua contribuição com o 
curso de Engenharia Agrícola, um dos 
melhores do país. 
Aberto em 1977, ele é mais antigo do 
que a própria instituição, uma vez que 
sua origem está ligada à Universidade 
Federal da Paraíba (UFPB), da qual a 
UFCG nasceu em 2002. 
O bacharelado tem duração de quatro 
anos, e 50 vagas são abertas semestral-
mente. Um diferencial é a qualificação 
dos docentes. Segundo o coordenador 
Luciano Saboya, todos os professores 
que ministram disciplinas associadas 
diretamente à Engenharia Agrícola são 
doutores. A força da pós-graduação, com 
três linhas de pesquisa (Concentração 
em Irrigação e Drenagem, Processa-
mento e Armazenamento e Construções 
Rurais e Ambientais), é outro atrativo. As 
pesquisas feitas lá acabam repercutindo 
em todo o curso e, muitas vezes, envol-
vem estudantes de graduação.
Os alunos também se beneficiam da 
proximidade da universidade com o se-
tor extrativista e com órgãos de pesquisa 
do setor agrícola, como a Embrapa Al-
godão, localizada em Campina Grande. 
Isso amplia as possibilidades de emprego 
para os graduandos e abre oportunida-
de de envolvimento em pesquisas para 
geração de novas tecnologias. 
ENGENHARIA AMBIENTAL 
E SANITÁRIA
UFALO lixo ainda é um grande problema 
no Brasil, um país onde somente 40% 
dos municípios contam com aterros 
sanitários para deposição de resíduos 
sólidos e quase metade das cidades não 
contam com rede coletora de esgoto. 
A ampliação da oferta do serviço de 
saneamento depende de políticas públi-
cas que priorizem a área de saneamento 
básico, bem como de profissionais ha-
bilitados para atuar no setor.
Um importante núcleo de formação 
desses especialistas é o curso de Enge-
nharia Ambiental e Sanitária da Univer-
sidade Federal de Alagoas (Ufal), que 
formou sua primeira turma em 2011. 
Apesar de tão jovem, a graduação se des-
taca entre as demais da região. Ao todo, 
40 vagas são abertas semestralmente.
Para o coordenador Eduardo Lucena 
Cavalcante de Amorim, um dos motivos 
do sucesso do curso são os programas 
de qualificação de professores e a ado-
ção de novas metodologias de ensino, 
como o Programa de Educação Tutorial 
(TEC), em que um professor-tutor coor-
dena um grupo de alunos para realiza-
ção de projetos de extensão e pesquisa 
dentro e fora do círculo acadêmico.
A pós-graduação está no DNA do cur-
so. Boa parte dos docentes desenvolve 
atividades de pesquisa, o que permite 
aos alunos de graduação colaborar com 
os trabalhos de mestrandos e doutoran-
dos. Essa interlocução também apro-
xima os graduandos de eventos cien-
tíficos e os estimula a publicar artigos 
científicos, enriquecendo a formação.
ENGENHARIA FLORESTAL
UFRA
Uma das medidas mais importantes 
para preservação das matas brasileiras 
é a exploração sustentável dos recursos 
florestais. E isso é ensinado desde cedo 
aos estudantes do curso de Engenharia 
PIONEIRISMO 
Aula laboratorial do 
curso de Engenharia 
Florestal da UFRA, 
uma das primeiras 
graduações do gênero 
abertas no país
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OA titulação dos 
docentes é destaque 
do curso de Engenharia 
Agrícola da Federal 
de Campina Grande
12 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
Florestal da Universidade Federal Rural 
da Amazônia (UFRA), uma das primei-
ras graduações do gênero no Brasil.
Criado em 1972, o curso é uma re-
ferência no país. Com duração de cin-
co anos, ele recebe 90 novos alunos 
por ano. Um de seus pontos fortes é 
o corpo de professores. Cerca de 70% 
deles possuem título de doutor. Além 
disso, os docentes desenvolvem, com 
ajuda dos alunos, estudos e projetos 
de pesquisa junto a empresas e órgãos 
públicos com os quais a universidade 
mantém convênio. 
Desde 2010, a graduação vem colo-
cando em prática um modelo interdisci-
plinar de ensino, no qual algumas aulas 
práticas são ministradas por pelo menos 
dois docentes de matérias diferentes. 
Para o coordenador do curso, Eduardo 
Saraiva da Rocha, a medida faz o aluno 
entender mais facilmente como aplicar 
o que foi aprendido em sala de aula no 
contexto geral da Engenharia Florestal.
ENGENHARIA DE PESCA
UFRPE
Com mais de 7 mil quilômetros de 
costa, sem contar o gigantesco volume de 
água doce formado por rios, lagos e re-
presas, o Brasil tem vocação natural para 
pesca. Por isso, precisa de profissionais 
qualificados que tornem o setor relevan-
te no conjunto da economia nacional.
A Universidade Federal Rural de Per-
nambuco (UFRPE) oferece um ótimo 
curso de Engenharia de Pesca, o pri-
meiro da modalidade no país. Desde 
que foi criado, em 1970, já formou cerca 
de 1.250 profissionais. Bem estruturado, 
ele conta com 24 laboratórios, uma 
estação de aquicultura (fazendas e vi-
veiros para a criação de peixes) e um 
museu. Os alunos também fazem com 
frequência visitas aos estabelecimentos 
pesqueiros da região.
Os candidatos que concorrem a uma 
das 40 vagas abertas por semestre en-
contrarão uma graduação marcada 
pela ligação com o empreendedorismo. 
“Com o objetivo de incentivar o aluno 
a abrir o próprio negócio, inserimos no 
currículo disciplinas como marketing e 
gestão”, diz o coordenador Paulo Gui-
lherme Vasconcelos de Oliveira.
Na área de pesquisa, o destaque é o 
programa de monitoramento de tuba-
rões. Os animais capturados recebem 
um chip e passam a ser controlados via 
satélite – uma forma de acompanhar 
seus hábitos e entender mais sobre o 
animal. O projeto também tem uma 
vertente educacional e busca conscien-
tizar a população para a importância 
dos tubarões para o meio ambiente.
INFRAESTRUTURA 
Os alunos do curso de 
Engenharia de Pesca 
da UFRPE contam com 
24 laboratórios, um 
museu e uma estação 
de aquicultura
ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
UFPE
Recife sedia um dos mais importantes 
centros de tecnologia do país, o Por-
to Digital, que concentra por volta de 
250 empresas. Ele é um dos principais 
destinos dos bacharéis formados no 
curso de Engenharia da Computação 
da Universidade Federal de Pernam-
buco (UFPE).
Algumas companhias, como a Moto-
rola, têm escritórios dentro do próprio 
Centro de Informática da universidade. 
“Isso permite que os estudantes atuem 
desde cedo em projetos de pesquisa e 
desenvolvimento das empresas”, diz o 
coordenador do curso, Odilon Perei-
ra Filho. “Esse contato abre as portas 
do mercado profissional para nossos 
alunos.”
Segundo o docente, a universidade 
colaborou com o boom tecnológico da 
região. E dá como exemplo o Centro de 
Estudos e Sistemas Avançados do Recife 
(Cesar), um núcleo privado de inovação 
criado por ex-alunos da UFPE e voltado 
ao desenvolvimento de produtos, servi-
ços e negócios baseados nas tecnologias 
da informação e comunicação (TICs).
O curso ainda se beneficia da moder-
na infraestrutura do Centro de Infor-
mática da UFPE, considerado referên-
cia na América Latina. Os alunos têm 
à disposição mais de 20 laboratórios 
com mais de 500 computadores, além 
de 2 mil equipamentos pessoais como 
notebooks, smartphones e tablets. box
O curso de Engenharia 
da Computação da 
UFPE forma mão 
de obra para o polo 
tecnológico de Recife 
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14 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
UNIVERSIDADES
GIGANTES 
EDUCACIONAIS
As maiores instituições de Ensino Superior do 
Norte e Nordeste concentram 200 mil estudantes
e são polos de fomento social e econômico
O ferecer ensino de excelência, sem descuidar do estímulo à pesquisa e da promoção de projetos de extensão 
voltados à comunidade é a vocação das 
grandes universidades do Norte e Nor-
deste. A capilaridade dessas gigantes 
educacionais, com campi espalhados 
pelo interior dos estados, as transforma 
em polos de fomento social e econômico.
Nesta reportagem, você vai conhecer o 
perfil das seis maiores universidades do 
Norte e Nordeste, que, juntas, têm 200 
mil alunos. As escolas foram selecionadas 
conforme o número de matrículas na 
graduação presencial, segundo o Censo 
da Educação Superior 2013, do Ministério 
da Educação (MEC), com o limite de uma 
instituição por estado. 
NORDESTE 
Alagoas
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DE ALAGOAS (UFAL)
Com 54 anos de existência, a Ufal 
viveu nos últimos cinco anos um for-
te processo de expansão que levou à 
abertura de vários campi pelo interior 
do estado. Além da sede na capital, Ma-
ceió, a universidade tem unidades em 
Arapiraca, Delmiro Gouveia, Palmeira 
dos Índios, Penedo, Rio Largo, Santana 
do Ipanema e Viçosa.
O processo de abertura de novos cam-
pi colaborou com a difusão do ensino 
pelos rincões do estado, facilitando o 
acesso da população à Educação Supe-
rior. Em alguns casos, a medida benefi-
ciou não apenas a população alagoana. 
É o que ocorre no campus Sertão, em 
Delmiro Gouveia. Localizado no oeste 
de Alagoas, ele atende 365 estudantes, 
parte deles dos estados vizinhos de 
Pernambuco, Sergipee Bahia. A uni-
dade oferece bacharelados em Ciências 
Econômicas e Contábeis. 
Pós-graduação
Outro destaque da Ufal são os progra-
mas de pós-graduação. Ao todo, são ofer-
tados 30 mestrados e nove doutorados 
em várias áreas do conhecimento, que 
reúnem mais de 2 mil alunos. O jovem in-
teressado em cursar parte da graduação 
fora do país ainda pode se beneficiar dos 
53 convênios de intercâmbio estudantil 
firmados entre a Ufal e instituições de 
Ensino Superior estrangeiras.
O ingresso na universidade é feito 
pelo Sistema de Seleção Unificada 
(Sisu). A exceção é a graduação em 
Música, que tem prova de habilidades 
específicas. A Ufal adere à política de 
cotas do governo federal.
O BÁSICO DA UFAL
Fundação: 1961
Campi: Maceió, Arapiraca, Delmiro Gouveia, 
Palmeira dos Índios, Penedo, Rio Largo, 
Santana do Ipanema e Viçosa.
Cursos de graduação: 85
Alunos de graduação: 26.000
Professores de graduação: 1.468 
(34% mestres; 58% doutores)
EM EXPANSÃO
O Campus Sertão é uma 
das novas unidades 
da Ufal abertas nos 
últimos anos, para 
difundir o Ensino 
Superior na regiãoDI
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16 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
Bahia
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DA BAHIA (UFBA)
Criada em 1946, a UFBA tem se des-
tacado pelo ensino no campo das Artes. 
São, ao todo, 13 graduações, entre elas 
as de Dança, Canto, Artes Plásticas, 
Música Popular e Artes Cênicas, esta 
última com duas habilitações: direção 
ou interpretação teatral.
Esses cursos são reconhecidos como 
de alto nível, inclusive na pós-gradua-
ção. “Temos orgulho do programa de 
pós-graduação em Artes Cênicas, que é 
considerado referência internacional”, 
destaca o pró-reitor de ensino Penildon 
Silva Filho.
Ensino democrático
A universalização do ensino é outra 
preocupação dos dirigentes da insti-
tuição. Desde 2008, a UFBA vem am-
pliando a oferta de cursos noturnos, 
que hoje já representam 30% do total. 
Segundo Silva, a medida teve impacto 
na redução dos índices de evasão esco-
lar, pois muitos alunos que trabalham 
de dia agora conseguem conciliar o 
estudo no período noturno.
A democratização ganha força com 
a adoção da política de cotas para se-
leção de novos alunos e na concessão 
a estudantes carentes de assistência 
estudantil (transporte, alimentação e 
moradia). Esse programa atinge 5 mil 
alunos da UFBA. 
O processo seletivo é feito pelo Sisu, 
com exceção dos candidatos índios alde-
ados ou de moradores de comunidades 
quilombolas, que concorrem separada-
mente com a nota do Enem. Os cursos de 
Artes exigem prova de habilidades espe-
cíficas. A instituição adota as políticas 
de ação afirmativa do governo federal.
O BÁSICO DA UFBA
Fundação: 1946 
Campi: Salvador (3) e Vitória da Conquista
Cursos de graduação: 104
Alunos da graduação: 39.191 
Professores da graduação: 2.276 
(25% mestres; 69% doutores) 
Pernambuco
UNIVERSIDADE FEDERAL DE 
PERNAMBUCO (UFPE)
Um dado chama atenção na relação 
de cursos da UFPE: das 100 graduações 
ofertadas, 37 são da área de Engenharia. 
Essa concentração, segundo o reitor 
Anísio Brasileiro de Freitas Dourado, 
é reflexo da realidade econômica do 
estado, marcada pela presença de indús-
trias de energia, petroquímica e naval.
Os cursos de Engenharia foram moder-
nizados recentemente. Agora os alunos 
fazem um ano básico e só decidem no 
segundo ano a modalidade que desejam 
seguir (Civil, Elétrica, Petroquímica etc.). 
“Com essa mudança, tornamos a escolha 
da carreira mais assertiva e reduzimos a 
evasão a menos de 10%”, diz Dourado.
Internacionalização
Outra característica da UFPE é a ên-
fase na internacionalização do ensino. 
Nesse campo, um dos destaques é o 
recém-inaugurado Instituto de Estudo 
Sobre a Ásia. Em parceria com universi-
dades do Japão, China, Índia e Paquistão, 
ele promove pesquisas em diferentes 
áreas e promove o intercâmbio de alu-
nos. “Temos planos também de elevar a 
cooperação com instituições da América 
Latina e da África”, conta o reitor.
A seleção de novos alunos é feita ex-
clusivamente pelo Sisu, que leva em con-
ta a nota do Enem. No caso dos cursos 
das áreas de Artes e Engenharias, os can-
didatos fazem provas específicas, numa 
segunda fase. A universidade adere à 
política de ação afirmativa do governo 
federal e concede bonificação de 10% aos 
jovens que cursaram pelo menos o últi-
mo ano do Ensino Fundamental e todo 
o Ensino Médio em escolas do Agreste e 
da Zona da Mata de Pernambuco.
O BÁSICO DA UFPE
Fundação: 1946 
Campi: Recife, Caruaru e Vitória de Santo 
Antão 
Cursos de graduação: 103 
Alunos da graduação: 33.563 
Professores da graduação: 2.265 
(17% mestres; 79% doutores) 
Rio Grande do Norte
UNIVERSIDADE POTIGUAR 
(UNP)
Única universidade paga do estado, a 
UnP vem ampliando a oferta de cursos 
nas áreas de Tecnologia, Engenharia e 
Gestão. Em 2016, eles representarão mais 
da metade das novas graduações. A ten-
dência é que esse número siga crescendo. 
“Assim como todos os países emergen-
tes, o Brasil tem grande necessidade de 
investimentos em infraestrutura. Isso 
eleva a demanda por profissionais des-
sas áreas, como engenheiros”, explica a 
reitora Sâmela Gomes.
A UnP tem dois centros de excelência 
voltados ao mercado. Um deles é o Em-
preende, direcionado ao empreendedo-
rismo. Com orientação dos professores, 
os alunos atendem demandas de empre-
sas da região. Já o e-Labora promove 
pesquisas em indústrias potiguares. 
PARA O MERCADO A UFPE tem foco na formação de engenheiros para atuar nas indústrias do estado
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17GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL 
O vestibular é realizado duas vezes 
por ano e é composto de 50 questões. O 
candidato pode participar do processo 
seletivo no dia definido pela instituição 
ou agendar uma data específica. Outra 
opção (exceto para Medicina) é substi-
tuir a prova pela nota do Enem. A UnP 
está credenciada no ProUni e no Fies.
O BÁSICO DA UNP
Fundação: 1981
Campi: Mossoró e Natal
Cursos de graduação: 67 
Alunos de graduação: 31.343 
Professores de graduação: 1.077 
(39% mestres; 14% doutores)
NORTE
Amazonas
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO AMAZONAS (UFAM)
Um aspecto relevante da Ufam é sua 
capilaridade. Além da sede em Manaus, a 
universidade tem seis campi espalhados 
pelo interior, que desenvolvem projetos e 
oferecem cursos voltados ao atendimento 
das comunidades. Exemplos disso são o 
programa de licenciatura para formação 
de professores indígenas, ofertado em 
aldeias indígenas da região do Alto Rio 
Negro, e o programa Pé de Pincha.
“O público-alvo desse projeto são as 
comunidades ribeirinhas. Seu objetivo é 
formar protetores da natureza que atuem 
na proteção dos quelônios da região”, 
explica a reitora Márcia Perales Silva.
Em crescimento
Em Manaus, encontram-se os cursos 
para formação mais técnica, nas áreas 
de Engenharia, Ciência da Computação 
e Sistemas de Informação. Esses bacha-
réis encontram um bom mercado de 
trabalho no Polo Industrial da capital.
Criada em 1962, a instituição encon-
tra-se em expansão. No total, estão em 
andamento 12 obras principais, entre 
elas a do novo Hospital Universitário 
Getúlio Vargas, em Manaus, e a do Cen-
tro de Pós-Graduação em Saúde, em 
Itacoatiara e Humaitá. Vários campi 
ganharão novas moradias estudantis, 
e a unidade de Coari abrirá em 2016 o 
curso de Medicina.
Quanto ao processo seletivo, metade 
das vagas são preenchidas pelo Sisu. As 
demais são disputadas no vestibular, cha-
mado Processo Seletivo Contínuo (PSC). 
Trata-se de uma avaliação seriada em que 
alunos do Ensino Médio realizam, ao final 
de cada ano, exames compostos de 54 
questões de múltipla escolha e redação. 
A universidade adere aos programas de 
cotas do governo federal.
O BÁSICO DA UFAM
Fundação:1962 
Campi: Manaus, Benjamin Constant, Coari, 
Humaitá, Itacoatiara e Parintins
Cursos de graduação: 96 
Alunos de graduação: 38.957 
Professores de graduação: 1.727
(38% mestres; 34% doutores) 
Pará
UNIVERSIDADE FEDERAL DO 
PARÁ (UFPA)
Com 12 campi distribuídos pelo es-
tado, a UFPA tem uma grade de cursos 
em sintonia com a realidade paraense. 
No campus de Ananindeua, município 
próximo à capital, por exemplo, o forte 
são as graduações na área de Tecno-
logia, como Engenharia de Materiais 
e Tecnologia em Geoprocessamento. 
“Nosso objetivo é formar profissionais 
que atendam à demanda das indústrias 
localizadas na região metropolitana de 
Belém”, diz o reitor Carlos Edilson de 
Almeida Maneschy.
Pesquisa e extensão
A UFPA se destaca pela forte atuação 
nas áreas de pesquisa e extensão. A ins-
tituição promove mais de 200 projetos 
voltados ao atendimento das comuni-
dades do estado, que beneficiam por 
volta de 191 mil pessoas. No campo da 
pesquisa, são mais de 1,3 mil projetos.
“Estamos fazendo investimentos em 
qualidade, não só no ensino, mas tam-
bém na pesquisa e na extensão, para 
incentivar a vinda de estudantes de 
outras regiões do Brasil para nossa uni-
versidade”, afirma Maneschy.
O ingresso na UFPA é feito exclusi-
vamente pelo resultado do Enem, com 
80% das vagas preenchidas conforme 
a nota dos candidatos no exame e as 
20% restantes definidas pelo Sisu. A 
universidade adere às políticas de ação 
afirmativa do governo federal e também 
concede bônus de 10% na nota do Enem 
aos candidatos que tenham cursado o 
Ensino Médio nos estados da Região 
Norte – o aluno deve optar entre as cotas 
ou o bônus. Além disso, garante uma 
vaga por curso a pessoas com deficiência.
O BÁSICO DA UFPA
Fundação: 1957
Campi: Belém, Abaetetuba, Altamira, 
Ananindeua, Bragança, Breves, Cametá, 
Capanema, Castanhal, Marabá, Soure e 
Tucuruí
Cursos de graduação: 158
Alunos de graduação: 41.237 
Professores de graduação: 2.430 
(34% mestres; 56% doutores) 
PRESENÇA Fachada do Centro de Convenções da UFPA, que conta com doze campi no Pará
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18 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
NOVAS INSTITUIÇÕES
SOTAQUE 
REGIONAL
As novas universidades do Norte e do Nordeste 
oferecem graduações focadas nas necessidades 
das localidades onde estão instaladas
N os últimos cinco anos, alguns estados do Norte e Nordeste ganharam novas universida-des públicas, que nasceram 
do desmembramento de instituições já 
existentes. O resultado imediato desse 
processo foi o fortalecimento do ensino 
nos rincões dessas duas regiões.
A maioria das novas escolas tem foco 
no desenvolvimento regional e adota 
uma modalidade de graduação inovado-
ra, o bacharelado interdisciplinar (BI). 
Esses cursos de graduação são divididos 
em ciclos, que permitem uma formação 
mais ampla e maior flexibilidade na or-
ganização das disciplinas. Leia a seguir 
um perfil dessas universidades, situadas 
nos estados da Bahia, do Ceará e do Pará. 
NORDESTE
Bahia
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO SUL DA BAHIA (UFSB)
Criada em 2013, a UFSB, com sede 
em Itabuna e campi nos municípios de 
Teixeira de Freitas e Porto Seguro, é a 
caçula das universidades nordestinas. 
Assim como várias de suas irmãs mais 
velhas, a universidade tem apostado 
nos bacharelados interdisciplinares, 
que são oferecidos em quatro áreas: 
Artes, Saúde, Ciência e Tecnologia e 
Humanidades. No primeiro ciclo, de 
três anos, o estudante faz o curso geral 
dentro de uma das áreas e apenas no 
segundo escolhe a especialização que 
deseja seguir.
Outro destaque da universidade 
são os colégios universitários, polos 
de Ensino Superior a distância onde o 
aluno pode fazer o primeiro ano de sua 
graduação. O objetivo dessas unidades, 
segundo a reitoria, é manter os alunos 
temporariamente em suas cidades de 
origem. Somente a partir do segundo 
ano, eles passam a estudar em um dos 
três campi da instituição.
“Com esse modelo que nós criamos, 
facilitamos o ingresso do jovem no 
Ensino Superior, pois ele não precisa-
rá mudar de cidade para começar os 
estudos”, afirma Naomar de Almeida 
Filho, reitor da UFSB. “Nossa previsão 
é que, até 2020, 36 colégios estejam em 
funcionamento no estado, oferecendo 
9 mil vagas de entrada.”
Foco na sustentabilidade
Todos os cursos da nova universidade 
baiana trabalham desde cedo os concei-
tos de sustentabilidade e transmitem 
noções de empreendedorismo. “Além 
de colocar profissionais preparados no 
mercado de trabalho, queremos formar 
pessoas capazes de pensar e pôr em 
prática soluções inovadoras”, diz.
Ele cita como exemplo os cursos vol-
tados ao agronegócio. “Nossa meta é 
transmitir ao aluno um conhecimento 
técnico-agrário diferenciado, com co-
nhecimentos de gestão. Desta forma, 
nossos formandos estarão habilitados 
para abrir pequenos negócios em sua re-
gião de origem, atuando de modo mais 
eficiente na produção rural”, ressalta o 
reitor da UFSB.
O processo seletivo da universidade 
é feito pela nota do Enem e pelo Sis-
tema de Seleção Unificada (Sisu). A 
universidade adota o sistema de cotas 
do governo federal, destinando 50% 
das vagas para estudantes que fizeram 
o Ensino Médio em escolas públicas.
PERFIL
Fundação: 2013
Campi: Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de 
Freitas
Cursos de graduação: 27 
Alunos de graduação: 785
Professores de graduação: 90 
(3% mestres, 97% doutores)
UNIDADES A Universidade Federal do Sul da Bahia tem campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas
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19GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL 
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO OESTE DA BAHIA (UFOB)
A Ufob começou a funcionar em 
2013, a partir do desmembramento do 
campus de Barreira da Universidade 
Federal da Bahia (UFBA). Desde sua 
fundação, a instituição tem demonstra-
do forte vocação para o trabalho com 
as comunidades carentes do oeste do 
estado, que sofrem com a escassez de 
serviços públicos.
Um exemplo do envolvimento da 
escola com a comunidade é o curso de 
Medicina, o mais concorrido da insti-
tuição, com 187 candidatos por vaga. 
“Desde o primeiro ano, os estudantes de 
Medicina prestam serviços de atenção 
básica à população das localidades mais 
pobres de Barreiras”, conta Iracema 
Santos Veloso, reitora da Ufob.
Campus definitivo
Além da sede em Barreiras, a Ufob 
tem campi em quatro cidades da região. 
Entre as 29 graduações ofertadas, des-
taque para as de Agronomia e Medicina 
Veterinária, ministradas no campus de 
Barra. As Engenharias também são bem 
cotadas. Uma novidade para breve é a 
criação do curso de Direito. “Estamos 
aguardando autorização do MEC para 
a implantação desse curso.” 
A reitoria também trabalha na conso-
lidação da infraestrutura da instituição. 
“Está faltando apenas o acerto de alguns 
detalhes burocráticos para a instalação 
de nosso campus definitivo, já que a 
sede atual é provisória”, afirma Iracema 
Veloso. Quando isso acontecer, a Ufob 
ganhará um núcleo de tecnologia para 
agricultura familiar, que inclui uma 
fazenda e uma incubadora de empresas. 
A Ufob não realiza vestibular pró-
prio, sendo o Sisu, por meio da prova 
do Enem, o único meio de ingresso. A 
universidade adota o sistema de cotas, 
reservando metade das vagas para alu-
nos de escola pública.
PERFIL
Fundação: 2013
Campi: Barreiras (sede), Barra, Bom Jesus 
da Lapa, Luis Eduardo Magalhães e Santa 
Maria da Vitória 
Cursos de graduação: 29
Alunos de graduação: 1.551 
Professores de graduação: 155 
(47% mestres; 53% doutores)
Ceará
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO CARIRI (UFCA)
Criada em 2013 a partir do desmem-
bramento do campus de Juazeiro do 
Norte da Universidade Federal do Ceará 
(UFC), a UFCA ganhou, em pouco mais 
de um ano, quatro campi em municípiosdo sul do Ceará. “O processo de expan-
são deve se estender até 2021. Todas as 
cinco unidades receberão novas salas de 
aula e laboratórios”, diz a pró-reitora de 
graduação Ana Cândida Prado.
A integração com a comunidade é 
um marco da nova universidade. Em 
Barbalha, sede do curso de Medicina, a 
escola tem vários projetos de extensão, 
como a campanha de estímulo ao alei-
tamento materno, o projeto de combate 
à desnutrição infantil e o programa de 
qualidade de vida na terceira idade. 
Quanto ao processo seletivo, a UFCA 
usa as notas do Enem, por meio do Sisu, 
para escolher seus novos alunos. A ins-
tituição adota a política de cotas do go-
verno federal, destinando 50% de suas 
vagas a alunos oriundos da rede pública.
PERFIL
Fundação: 2013 
Campi: Juazeiro do Norte, Barbalha, Crato, 
Brejo Santo e Icó
Cursos de graduação: 14
Alunos de graduação: 2.200
Professores de graduação: 223 
(47% mestres; 37% doutores)
UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO 
INTERNACIONAL DA LUSOFONIA 
AFRO-BRASILEIRA (UNILAB)
A aposta da Unilab, com sede em Re-
denção (CE) e unidades em Acarape 
(CE) e São Francisco do Conde (BA), é 
inusitada: abrir espaço para que jovens 
de países lusófonos dividam espaço com 
alunos brasileiros, criando um ambiente 
para a troca de experiências.
Metade das vagas da instituição desti-
na-se a estudantes de Portugal, Timor- 
Leste, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bis-
sau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. 
“Para fortalecer o intercâmbio, temos 
professores estrangeiros lecionando 
na universidade”, diz a pró-reitora de 
ensino Andrea Gomes Linard.
Segundo ela, a escolha dos cursos já 
ofertados e dos que serão abertos no 
futuro atende às necessidades dos es-
tados onde está presente e ao interesse 
dos países parceiros. O foco tem sido as 
graduações nas áreas de Saúde, Ciências 
Agrárias, Engenharias e Pedagogia. 
O ingresso de brasileiros se dá por meio 
do Sisu. Os estrangeiros são submetidos 
a uma avaliação do histórico escolar do 
Ensino Médio e fazem prova de redação.
PERFIL
Fundação: 2010
Campi: Redenção, Acarape, no Ceará 
e São Francisco do Conde, na Bahia
Cursos de graduação: 10
Alunos de graduação: 2.132
Professores de graduação: 191 
(3% mestres; 97% doutores) 
CAMPUS PROVISÓRIO A Universidade Federal do Oeste da Bahia ainda não tem uma uma sede definitiva
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20 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
NORTE
Pará
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO OESTE DO PARÁ (UFOPA)
Com sede em Santarém, no coração 
da Amazônia, a Ufopa foi criada em 
2009 a partir da reunião de alguns cam-
pi da Universidade Federal do Pará 
(UFPA) e da Universidade Federal Ru-
ral da Amazônia (Ufra). Hoje, ela tem 
nove unidades (três delas localizadas 
em Santarém e as demais em cidades 
da região), que abrigam por volta de 3 
mil alunos. Outros 3,5 mil estudantes 
participam do Programa de Formação 
de Professores da Educação Básica 
(Parfor), promovido pelo governo fe-
deral e que tem a participação da Ufopa.
Estudos da biodiversidade
A instituição oferece 26 graduações 
em várias áreas do conhecimento, sen-
do oito bacharelados interdisciplinares 
(BI), seis licenciaturas e 12 bacharelados 
convencionais. As preocupações com a 
sustentabilidade e a biodiversidade da 
Amazônia permeiam o ensino na Ufopa, 
inclusive na pós-graduação, onde são 
ofertadas as especializações em Agroe-
cologia, Manejo de Florestas Tropicais 
e Sociedade, Meio Ambiente e Desen-
volvimento Sustentável na Amazônia.
A instituição também está envolvida 
com a Torre Alta, uma estrutura de 
325 metros construída no coração da 
Amazônia, destinada a pesquisas cien-
tíficas. Professores e alunos da Ufopa 
vão utilizar esse observatório científico 
para realização de experimentos rela-
cionados à conservação da floresta e ao 
clima do planeta. 
Destaque, ainda, para os projetos 
envolvendo a Estação Experimental 
de Curuá-Una de Prainha, município 
vizinho a Santarém, onde serão feitos 
estudos e experimentos com mais de 
cem espécies vegetais da Floresta Ama-
zônica, e do Parque de Ciência e Tecno-
logia do Tapajós, que abrigará pesquisas 
em tecnologias voltadas à exploração 
de madeira, pesca e agricultura.
Processo seletivo
Para ingressar na universidade, o can-
didato deve fazer as provas do Enem. 
Metade das vagas da Ufopa é reservada 
para alunos da rede pública e há um 
programa de inclusão de indígenas e 
quilombolas, com a reserva de 130 va-
gas. Elas são preenchidas por meio de 
processos seletivos especiais, formados 
por uma prova de leitura e interpreta-
ção de textos e uma entrevista.
PERFIL
Fundação: 2009
Campi: Santarém (3), Itaituba, Oriximiná, 
Óbidos, Monte Alegre, Alenquer e Juruti.
Cursos de graduação: 26
Alunos de graduação: 3.093 
(cursos regulares) e 3.502 (Parfor)
Professores de graduação: 390 
(41,3% mestres; 56,9% doutores) 
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 
(UNIFESSPA)
A Unifesspa foi criada em 2013 a par-
tir do desmembramento do campus de 
Marabá da Universidade Federal do 
Pará (UFPA). A instituição encontra-se 
em pleno processo de ampliação, como 
explica o vice-reitor João Weyl Costa. 
“A sede da universidade, em Marabá, 
está em obras e ganhará em breve seis 
prédios novos, ampliando em dez ve-
zes o seu tamanho atual”, diz ele. Os 
outros quatro campi ficam no interior 
do estado e também estão em via de 
consolidação na infraestrutura e na 
grade de cursos.
Institutos temáticos
Segundo o vice-reitor, cada unidade 
caminha para tornar-se no futuro um 
instituto temático vinculado à econo-
mia da região onde está inserido. Em 
Marabá, por exemplo, a força do setor 
siderúrgico e da área de extrativismo 
mineral impulsionou a criação de sete 
modalidades de Engenharia: Civil, 
Computação, Materiais, Minas, Elé-
trica, Mecânica e Química.
Formação de professores
A Unifesspa recebe apoio do governo 
federal para fortalecer a formação de 
professores em regiões mais afastadas. 
“Integração com o interior é uma vocação 
natural da universidade”, diz Costa. Por 
isso, a instituição dá ênfase à oferta de 
licenciaturas, entre elas a de História, no 
campus de Xinguara, a de Matemática, 
em Santana do Araguaia, e a de Letras, 
em São Félix do Xingu.
O ingresso na instituição se dá por 
meio do Sisu. A Unifesspa adota a po-
lítica de cotas do governo federal e 
realiza um processo seletivo especial 
para indígenas e quilombolas (redação 
e entrevista), que contam, ao lado de 
candidatos com deficiência, com uma 
reserva de duas vagas por curso.
PERFIL
Fundação: 2013
Campi: Marabá, Rondon do Pará, Santana 
do Araguaia, São Félix do Xingu e Xinguara 
Cursos de graduação: 31
Alunos de graduação: 3.750
Professores de graduação: 200 
(40% mestres; 60% doutores)
ÊNFASE NA BIODIVERSIDADE Alunos em biblioteca da Ufopa, que promove pesquisas sobre a Amazônia
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21GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL 
Serviço de Orientação Vocacional – FSBA 
www.faculdadesocial.edu.br; servicopsico@faculdadesocial.
edu.br; tel. (71) 4009-2937
COMO É: Com seis a oito sessões que ocorrem uma vez 
por semana, com a duração de 50 minutos, em grupo ou 
individuais, com dinâmicas e discussões sobre o mercado de 
trabalho, escolhas e autoconhecimento.
INSCRIÇÕES: Todo o período letivo.
VALOR: Conforme condição financeira do orientado.
Serviço de Psicologia – Fac. Ruy Barbosa 
servipsico@frb.br;
tel. (71) 3205-1745
COMO É: A orientação é oferecida em até oito encontros 
semanais, com duração de duas horas cada um, para grupos 
ou individualmente.
INSCRIÇÕES: Confirmar junto ao Serviço de Psicologia.
VALOR: Taxa simbólica a ser definida.
CEARÁ
FORTALEZA
Serviço de Psicologia Aplicada – Fateci
www.fateci.com.br; 
tels. (85) 3533-7050/7031
COMO É: Numa entrevistainicial são definidos o número e a 
modalidade de sessões.
INSCRIÇÕES: De janeiro a dezembro.
VALOR: De acordo com a disponibilidade do interessado.
Serviço de Psicologia Aplicada – Unifor 
www.unifor.br; rc@unifor.br;
tel. (85) 3477-3484
COMO É: Sessões semanais, em grupos de no máximo 25 
pessoas, durante três meses. São realizadas palestras e 
aplicados testes psicológicos.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
Serviços em Psicologia do Núcleo Integrado em Saúde – 
Fanor
www.unifor.br; rc@unifor.br;
tel. (85) 3477-3484
COMO É: Sessões semanais, em grupos de no máximo 25 
pessoas, com duração de três meses. São realizadas palestras e 
aplicados testes psicológicos.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
QUIXADÁ
Serviço de Psicologia Aplicada – FCRS 
spa@fcrs.edu.br;
tel. (88) 3412-6732
COMO É: Sessões semanais, individuais ou em grupo. São 
realizados testes e dinâmicas para encaminhamento 
profissional. 
INSCRIÇÕES: Todo o período letivo.
VALOR: Gratuito.
PARAÍBA
JOÃO PESSOA
Serviço de Orientação Vocacional – Unipê 
www.unipe.br; psicologia@unipe.br;
tels. (83) 2106-9218/9217
COMO É: Dez sessões individuais ou em grupo, com 
entrevistas, dinâmicas e testes psicológicos.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
ALAGOAS
MACEIÓ 
Serviço de Orientação Profissional Cesmac – Centro 
Universitário Cesmac
lapsicesmac@hotmail.com;
tel. (82) 3215-5151 
COMO É: O processo ocorre individualmente em seis 
encontros, onde são realizados testes vocacionais e 
psicológicos. INSCRIÇÕES: Durante os meses de fevereiro a 
maio e de agosto a novembro. 
VALOR: Gratuito.
BAHIA
BARREIRAS
Serviço de Orientação Profissional – Fasb 
Tel. (77) 3613-8845
COMO É: Oito sessões, individuais ou em grupo, com a 
duração de uma hora cada uma.
INSCRIÇÕES: No início de cada semestre.
VALOR: Gratuito.
ITABUNA
Estágio Básico em Avaliação Psicoeducacional – Facsul/Unime 
www.unime.edu.br;
tel. (73) 2102-3080 
COMO É: Sessões em grupo ou individuais, com duração de 
1h30.
INSCRIÇÕES: No início de cada semestre.
VALOR: Gratuito.
LAURO DE FREITAS
SOP – Serviço de Orientação Profissional – Unime
www.unime.edu.br;
tels. (71) 3378-8150/8151/8900
COMO É: São realizadas entrevistas individuais e sessões 
em grupo, com atividades como psicodrama, dinâmicas de 
grupo e testes. 
INSCRIÇÕES: Início de cada semestre letivo.
VALOR: Gratuito para alunos do Ensino Médio.
SALVADOR
Núcleo Interdisciplinar de Saúde e Cidadania – Unime
www.unime.edu.br; niscpsicologia@gmail.com; 
tel. (71) 3616-2003
COMO É: O processo de orientação profissional ocorre de 
oito a 12 encontros, com dinâmicas, entrevistas e testes 
psicológicos. Os atendimentos podem ser feitos em grupo ou 
individualmente.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
Orientação Profissional em Tempo de Incertezas – FTC 
servicopsicologia.ssa@ftc.br;
tel. (71) 3281-8073
COMO É: São, no máximo, 12 sessões em grupo ou individual. 
Os encontros duram em média de uma a duas horas, 
trabalhando diversos aspectos determinantes da escolha 
profissional. 
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
Orientação Profissional para Todos – Unijorge
www.unijorge.edu.br;
tel. (71) 3206-8015
COMO É: O atendimento é feito individualmente ou em grupo, 
e tem duração de oito a 10 sessões. Entre as atividades 
destacam-se dinâmicas de grupo, dramatização, testes 
psicológicos e entrevistas.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano.
VALOR: Gratuito.
ENCONTRE 
SEU RUMO
Não é tarefa fácil decidir, entres tantas opções, qual 
carreira seguir. Por isso, os programas de orientação 
profissional podem ser aliados importantes!
ATENÇÃO
arrow Estão listados apenas os centros que oferecem o serviço 
gratuitamente ou por valor simbólico.
arrow As informações foram apuradas entre julho e agosto 
de 2015. Os valores referem-se ao programa como um 
todo, exceto quando há indicação de que é por sessão.
 
 arrow Sugestões para inclusão de outros centros de orientação 
profissional podem ser feitas através do nosso e-mail: 
guia.estudante@abril.com.br
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
22 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL
ESPECIAL NORTE E NORDESTE
CURSINHOS
Para turbinar sua preparação para os exames, confira uma 
lista de cursos pré-vestibulares populares (gratuitos ou com 
valores acessíveis). A maioria deles é voltada para alunos da 
rede pública de ensino. Eles estão organizados por região, 
estado e ordem alfabética do nome
NORDESTE
ALAGOAS
ARAPIRACA
Pré-Uneal Abrindo Caminhos para a Universidade 
www.uneal.edu.br/programas/pre-uneal; 
tel. (82) 3521-334
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
Além de Arapiraca, o Pré-Uneal está presente em outras 
quatro cidades alagoanas: Palmeira dos Índios, 
Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos 
e União dos Palmares.
MACEIÓ
Conexões de Saberes – Projeto Pré-Vestibular 
Comunitário/Ufal 
www.ufal.edu.br/conexoesdesaberes; 
tels. (82) 3214-1100/1077/1078;
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
MedEnsina 
http://proex.uncisal.edu.br; 
extensaouncisal@yahoo.com.br; 
tel. (82) 3315-6725
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
BAHIA
FEIRA DE SANTANA
Universidade para Todos da UEFS
http://institucional.educacao.ba.gov.br/
universidadeparatodos; 
uptuefs@gmail.com; 
tel. (75) 3161-8253
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
ILHÉUS
Universidade Para Todos – UESC
uesc.com.br; 
proex@uesc.br;
tel (73) 3680-5046 
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
Além de Ilhéus, também está presente em Itapé, Jussari, 
Canavieiras, Una, Buerarema, Coaraci, Itajuipe, Almadina, 
Uruçuca, Barro Preto, Camacã, Pau Brasil, Gandu, Ubaitaba e 
Wenceslau Guimarães.
SALVADOR
Instituto Cultural Beneficente Steve Biko 
www.stevebiko.org.br; 
tel. (71)3241-8708; 
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito ou R$ 60 mensais. A taxa de 
inscrição é R$ 30. 
Pré Enem – UNIFACS
www.unifacs.br; 
npp.letras@unifacs.br 
VALOR DA MENSALIDADE: taxa de inscrição de R$ 10.
Serviço de Psicologia Aplicada – Estácio FaSe
spa.sergipe@estacio.br;
tel. (79) 3221-5351
COMO É: A orientação profissional acontece em oito sessões 
em grupo, com duração de duas horas cada uma.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano. 
VALOR: Gratuito.
NORTE
AMAZONAS
MANAUS
Clínica Escola de Psicologia – Fametro 
www.fametro.edu.br; 
tel. (92) 2101-1048
COMO É: O trabalho é feito em sessões individuais com a 
realiazação de testes. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: R$ 20.
Serviço de Psicologia Aplicada – Ceulm/Ulbra 
www.ulbra.br/manaus; 
spamanaus@ulbra.br; 
coordpsico@ulbra.br; 
tel. (92) 3616-9800
COMO É: Dois encontros, sendo o primeiro em grupo de até 
30 adolescentes e o segundo encontro individual, com a 
duração de uma hora cada. É realizada a aplicação de testes 
vocacionais, dinâmicas e entrevista.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: R$ 160. 
Serviço de Psicologia Aplicada – Uninorte 
novosite.uninorte.com.br; 
tel. (92) 3212-5002
COMO É: Encontros individuais.
INSCRIÇÕES: No início de cada período letivo.
VALOR: Gratuito.
RONDÔNIA 
CACOAL
Serviço de Orientação Profissional – Unesc 
www.unescnet.br; 
tel. (69) 3441-4503, r. 223
COMO É: Três ou quatro sessões individuais, com aplicação 
de testes.
INSCRIÇÕES: Todo o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
PORTO VELHO
Clínica Escola de Psicologia – Iles/Ulbra Porto Velho 
www.ulbra.br/portovelho; psicologiapvh@ulbra.br; 
tel. (69) 3216-7633
COMO É: Oito encontros em grupo, com aplicação de testes 
e dinâmicas. 
INSCRIÇÕES: Início de agosto.
VALOR: Gratuito.
ROLIM DE MOURA
Clínica de Psicologia – Farol 
www.farol.edu.br; 
clinicaescola@farol.edu.br; 
Tel. (69) 3442-8104
COMO É: São realizadas até quatro sessões individuais, 
uma por semana. As atividades podem ser analíticas ou 
comportamentais.INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: R$ 20.
PERNAMBUCO
CARUARU
Núcleo de Apoio ao Estudante – Favip 
www.favip.edu.br; tels. (81) 3727-4721, 3719-2535. 
COMO É: São realizadas sessões individuais. A quantidade 
de encontros e a duração de cada sessão depende 
de cada atendimento. 
INSCRIÇÕES: Todo o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
RECIFE
Centro de Estudos em Psicologia – Esuda 
www.esuda.com.br; cepi@esuda.com.br; 
tel. (81) 3412-4267
COMO É: A orientação se desenvolve em quatro encontros 
individuais em que são realizados entrevistas, testes e 
fornecida orientação sobre as profissões. 
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo. 
VALOR: R$ 25 por sessão.
PIAUÍ
TERESINA
Clínica de Psicologia – Facid 
www.facid.com.br; psicologia@facid.com.br;
tel. (86) 3216-7934
COMO É: Normalmente as sessões são individuais com quatro 
encontros. 
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: R$ 200. 
RIO GRANDE DO NORTE
NATAL
Nato Orienta (Serviço Integrado de Psicologia) – 
Universidade Potiguar
sip@unp.br; equipenato@gmail.com;
tel. (84)3216-8607
COMO É: Seis a oito encontros, em grupo ou individual, com 
duração de duas a três horas cada. Incluem entrevista, avaliação 
psicológica e atividades pedagógicas em grupo.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Pago por sessão (de acordo com a situação 
socioeconômica do candidato).
Refletindo sobre a Escolha da Profissão – Facex
www.facex.com.br; secretarianpi@facex.com.br; 
tel. (84) 3235-1415, ramais 223 e 268
COMO É: O programa pode ter sessões individuais, com dez a 
15 sessões de 50 minutos ou em grupo, com oito a 12 sessões 
com a duração de duas horas cada. Nelas são realizadas 
práticas de autoconhecimento e oferecidas informações 
sobre profissões.
INSCRIÇÕES: No início do semestre letivo (março e abril – 
agosto e setembro).
VALOR: Gratuito.
SERGIPE 
ARACAJU
Clínica de Psicologia – Unit 
www.unit.br; clinicadepsicologia@unit.br;
tels. (79) 3218-2212
COMO É: O programa é individual e se desenvolve em 
cinco encontros. Neles são realizados testes psicológicos, 
discussão sobre a escolha do curso e visitas às faculdades.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
23GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL 
NORTE
AMAPÁ
MACAPÁ
Pré-Vestibular – Unifap
www.unifap.br; 
tel. (96) 3312-1747;
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
AMAZONAS
MANAUS
Superior Pré-Vestibular – Faculdade Salesiana Dom Bosco
superior.prevest@gmail.com 
tel. (92) 2125-4690
VALOR DA MENSALIDADE: R$ 170.
PARÁ
BELÉM
Cursinho Alternativa – UEPA
http://paginas.uepa.br/cursinho/apresentacao.html; 
tel. (91) 4009-9542
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
MARABÁ
Cursinho Popular Emancipa
emancipamaraba.blogspot.com; 
emancipa.maraba@live.com; 
tels. (94) 2101-7134, 98144-3100
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
RORAIMA
BOA VISTA
Pré-Vestibular Solidário – UFRR
www.uffr.br; 
tel. (95) 3621-3118
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
TOCANTINS
ARRAIAS
Padu
www.uft.edu.br/padu; tel. (63) 3653-1531
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
Também presente em Palmas (3232-8036) e em Porto 
Nacional (3363-0500).
FIQUE DE OLHO
OS TIPOS MAIS COMUNS
Os cursos pré-vestibular variam conforme 
a duração do período das aulas. Confira. 
EXTENSIVO – As aulas começam em fevereiro 
ou março e se estendem até o fim do ano.
SEMI-INTENSIVO – Também chamado de se-
miextensivo, tem a duração de um semestre.
INTENSIVÃO OU INTENSIVO – Cursos de dois a 
três meses que fazem uma revisão do con-
teúdo para o vestibular.
PERNAMBUCO
AFOGADOS DE INGAZEIRA
Proifpe: Programa de Acesso, Permanência e Êxito - IFPE 
http://afogados.ifpe.edu.br/; den@afogados.ifpe.edu.br; 
tel. (87) 3211-1207
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
GARANHUNS
Pré-Vestibular Cidadão – Aesga
http://www.aesga.edu.br; 
tel (87) 3761-1596 r.202
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
RECIFE
Grupo de Apoio Preparatório (GAP) – UFPE 
www.cursogap.com.br; tel. (81) 3265-3913; 
VALOR DA MENSALIDADE: R$ 100 e R$ 20 da inscrição (para os 
que estudam ou estudaram em escola pública) ou R$ 150 e 
R$ 20 da inscrição (alunos de escola privada).
Pré-Acadêmico Atitude – UFPE 
http://preacademicoatitude.wordpress.com; 
tels. (81) 9697-9578, 8800-5579
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito. É preciso pagar R$ 15 de 
taxa de inscrição.
Prevupe – UPE
www.upe.br; 
tel. (81) 3033-7386
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito, com taxa de inscrição de 
R$ 30.
Vestibular Cidadão 
tels. (81) 9606-2864
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
PIAUÍ
TERESINA
Pense – UFPI
www.ufpi.br; 
tels. (86) 9958-4524, 9412-0515, 8836-4849
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito. 
A taxa de inscrição custa R$ 10.
PES – Pré-vestibular específico saúde – Uespi
http://uespipes.blogspot.com; 
tels. (86) 3213-7398
VALOR DA MENSALIDADE: R$ 10/15 a matrícula.
RIO GRANDE DO NORTE
NATAL
Cursinho do DCE – UFRN 
www.cursinhododce.com.br; 
tels. (84) 3215-3325 e 9699-4546
VALOR DA MENSALIDADE: cerca de R$ 55.
SERGIPE
ARACAJU
Aulão – Você na Unit
http://al.unit.br/blog/noticias/aulao-unit-2015/; 
extensão@al.unit.br; 
tel. (82) 3311-3131;
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
Pré-Vestibular Social Zeferina – Uneb
http://www.uneb.br/unex/pre-vetibular-social-zeferina; 
tel. (71) 3257-4681
VALOR DA MENSALIDADE: R$ 100. 
Mas há chance de obter uma bolsa de estudos. 
Programa Universidade para Todos – Uneb
http://www.uneb.br/; 
tel. (71) 3371-0107, r. 235
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
CEARÁ
FORTALEZA
Curso Pré-Vestibular XII de Maio – UFC
www.curso12demaio.ufc.br; 
tel. (85) 3082-5202, 8633-7473
VALOR DA MENSALIDADE: Taxa de inscrição de R$70 e 
R$ 30 por mês
Intensivão para o Enem – UFC
tel. (85) 3366-9780.
VALOR DA MENSALIDADE: R$ 79. 
Também é preciso pagar uma taxa de matrícula de R$ 60.
JUAZEIRO DO NORTE
PREVEST ESTÁCIO FMJ
www.estacio.br;patricia.pinheiro@estacio.br; 
tel. (88) 3572 7807
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
MARACANAÚ
6 de Março – UFC
http://projetoseisdemarco.blogspot.com.br; 
tel. (85) 8817-7637
VALOR DA MENSALIDADE: R$ 20. 
A taxa de matrícula custa R$ 10.
SOBRAL
Pré-Vest UVA
www.uvanet.br; 
tels. (88) 3611-6725 e 9961-2824
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito 
PARAÍBA
BANANEIRAS
Pré-Vestibular Solidário– UFPB
www.ufpb.br; tel. (83) 3216-7475;
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
CAMPINA GRANDE
Prevest UEPB
www.uepb.edu.br; tel. (83) 3310-9705, 8886-6588, 3344-5314
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
Pré-Vestibular Solidário UFCG
http://www.ufcg.edu.br/~pvs/portal.htm; 
tel. (83) 3310-1299 
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito.
JOÃO PESSOA
Cursinho Pré-Vestibular – UFPB
www.ufpb.br; 
tel. (83) 3216-7475
VALOR DA MENSALIDADE: Gratuito
ESPECIAL
SUL
As páginas a seguir trazem informações específicas sobre a sua região 
para você fazer as melhores escolhas 
NOVAS 
INSTITUIÇÕES
CONHEÇA AS DUAS 
MAIS JOVENS 
UNIVERSIDADES DO 
PEDAÇO – UFFS E 
UNILA
UNIVERSIDADES
UM PERFIL 
DAS MAIORES 
INSTITUIÇÕES DO 
PARANÁ, DE SANTA 
CATARINA E DO RIO 
GRANDE DO SUL
MELHORES 
CURSOS
CONHEÇA ALGUMAS 
DAS GRADUAÇÕES 
MAIS BEM 
AVALIADAS DA 
REGIÃO 
ESCOLHA 
PROFISSIONAL
UMA LISTA DE 
CENTROS QUE 
OFERECEM 
ORIENTAÇÃO 
VOCACIONAL 
MERCADO 
DE TRABALHO
OS SETORES MAIS 
PROMISSORES E 
AS PROFISSÕES 
RELACIONADAS A 
ELES
ILUSTRAÇÃO: JULIANO AUGUSTO/45JJ
2 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL
ESPECIAL SUL
MERCADO DE TRABALHO
FOCO NA 
TRADIÇÃO
O agronegócio e as indústrias ligadas ao setor, como a de alimentos, 
de fertilizantes e de produtos químicos, oferecem boas oportunidades
N a Região Sul, a força do agronegócio e das indústrias vinculadas a esse segmento garantem boas perspectivas 
de trabalho no Paraná, em Santa Cata-
rina e no Rio Grande do Sul. 
A agropecuáriase volta, cada vez 
mais, à profissionalização. Isso é po-
sitivo porque abre espaço não só para 
graduados em cursos específicos da 
área, como Agronegócios, Agronomia, 
Engenharia Agrícola, Medicina Veteri-
nária e Zootecnia. Especialistas em Co-
mércio Exterior, por exemplo, também 
são essenciais, já que o Brasil exporta 
fortemente esses produtos. 
As indústrias relacionadas ao setor, 
como a alimentícia, de fertilizantes e 
de produtos químicos, também conti-
nuam contratando. Têm destaque en-
genheiros de produção, especialistas em 
logística, administradores e graduados 
em Tecnologia da Informação (TI). São 
procurados ainda formados em cursos 
tecnológicos, especialmente em Siste-
mas Elétricos, Eletrotécnica Industrial 
e Automação Industrial. Esses profissio-
nais atuam em áreas operacionais, como 
compras, cadeia de suprimentos e TI.
Se você pensa em cursar uma gra-
duação relacionada à tecnologia ou à 
infraestrutura, como Engenharia, saiba 
que elas têm as melhores perspectivas 
de emprego no futuro próximo. “Essas 
áreas foram pouco valorizadas nos úl-
timos anos e, para dar suporte ao cres-
cimento da região, serão necessários 
profissionais muito bem qualificados”, INOVAÇÃO Pesquisadores fazem experiência em laboratório do parque tecnológico gaúcho TecnoPUC
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3GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL 
afirma Bernt Entschev, da consultoria 
em recursos humanos De Bernt Ents-
chev, em Curitiba (PR), com unidades 
em outros quatro estados brasileiros. 
E, durante a faculdade, fique atento 
às chances de se inserir no mercado. 
Na Região Sul, busca-se cada vez mais 
jovens profissionais bem preparados. 
“Quem faz bons estágios tem maior 
chance de se posicionar no mercado”, 
garante Mônica Nogueira, especialista 
em recursos humanos da Ideal Soluções 
Organizacionais, em Porto Alegre (RS).
RIO GRANDE DO SUL
Agronegócio e indústria são o foco 
do estado. No caso do primeiro, têm 
destaque a pecuária e o cultivo de soja, 
milho, arroz, feijão e trigo. Por causa da 
necessidade cada vez maior de profis-
sionalização e de uso da tecnologia, há 
vagas para quem é graduado em bacha-
relados diretamente ligados ao setor. Só 
os negócios do Rio Grande do Sul com 
a China, especialmente relacionados 
a carne bovina e soja, vêm crescendo 
mais de 25% ao ano na última década.
No munícipio de Não-Me-Toque, forte 
em agricultura de precisão, tecnólogos em 
Agroindústria e engenheiros agrônomos 
têm vagas para trabalhar na colheita e 
no controle de qualidade nas culturas 
de grãos. Com o desenvolvimento local, 
novos hotéis se instalaram por ali, como 
o Ibis, contratando também graduados 
em Hotelaria e Turismo.
Na indústria, são requisitados enge-
nheiros de produção, administradores 
e tecnólogos em Logística. Outra área 
em alta é a de tributos, gerando opor-
tunidades para graduados em Ciências 
Contábeis e em Gestão Financeira.
Ficam no Rio Grande do Sul impor-
tantes representantes da indústria do 
agronegócio, como a fabricante de tra-
tores e colheitadeiras ACGO, em Santa 
Rosa, e a Kepler Weber, de armazena-
gem, em Panambi.
Mesmo com a queda na venda de au-
tomóveis no país, a cadeia automotiva 
oferece oportunidades em Porto Alegre. 
De olho nos próximos anos, a Nexteer 
Automotive, por exemplo, anunciou alto 
investimento na produção de colunas de 
direção elétrica. Isso se reflete em chance 
de emprego para engenheiros eletricistas, 
industriais, mecânicos, mecatrônicos e 
de produção. Em São Lepoldo, a Stihl, 
fabricante de ferramentas motorizadas, 
está ampliando sua fábrica.
No setor energético, o estado conta 
com mais de vinte parques eólicos em 
operação, em municípios como Xangri- 
lá e Osório, o que representa chances 
de emprego para engenheiros, espe-
cialmente da área de energia. 
Tecnologia
Ficam na região metropolitana de 
Porto Alegre importantes empresas da 
área, que está em alta. HP, Dell, SAP e 
HCL são alguns exemplos. Isso faci-
lita o ingresso no mercado de traba-
lho de graduados nas Engenharias da 
Computação, Eletrônica e de Softwa-
re, em Ciência da Computação e em 
Sistemas de Informação. Há procura 
também por tecnólogos em Análise e 
Desenvolvimento de Sistemas, Gestão 
da Tecnologia da Informação e Redes 
de Computadores. Outro profissional 
requisitado pelas indústrias são os que 
se dedicam a desenvolver projetos em 
segurança da informação.
Ampliam o mercado três importantes 
parques tecnológicos: o Tecnosinos 
(Parque Tecnológico São Leopoldo), 
formado por empresas das áreas de 
Tecnologia da Informação, Automação 
e Engenharias, entre outros setores; o 
Valetec (Parque Tecnológico do Vale 
dos Sinos), com empresas e instituições 
de ciência e tecnologia; e o TecnoPUC 
(Parque Científico e Tecnológico da 
Pontifícia Universidade Católica do Rio 
Grande do Sul), que conta com startups 
e centros de pesquisa e desenvolvimen-
to de multinacionais de TI, energia 
e meio ambiente, indústria criativa e 
ciências da vida.
O Parque Científico e Tecnológico 
da UFRGS ainda não foi inaugurado 
oficialmente, mas já tem a Rede de In-
cubadoras Tecnológicas, formada por 
cinco incubadoras, em funcionamento.
MOVIMENTO EM ALTA
O porto de Itajaí, o 
segundo do país em 
movimentação de 
contêineres, precisa 
de engenheiros navais 
e de tecnólogos em 
Gestão Portuária
Graduações relativas 
à tecnologia ou à 
infraestrutura também 
encontram um mercado 
aquecido na região
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4 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL
ESPECIAL SUL
SANTA CATARINA
A agroindústria é a grande aposta atual 
da economia catarinense, com destaque 
para avicultura e suinocultura. Junto 
com o Rio Grande do Sul, o estado rece-
beu este ano o certificado de zona livre 
de peste suína clássica da Organização 
Mundial de Saúde Animal. A certificação 
fortalece a cultura local, que já detém 
27% do mercado nacional e 35% das 
exportações, e abre as portas para novos 
negócios, aquecendo o mercado.
Agrônomos, engenheiros agrícolas e 
bacharéis e tecnológicos em Agronegó-
cios e áreas afins são contratados ainda 
para trabalhar nas indústrias ligadas a 
culturas de soja, milho, feijão e mandio-
ca. Outra produção que cresce é a do 
leite – o estado deve passar do quinto 
ao quarto lugar nacional em 2015.
O agronegócio não é o único ramo in-
dustrial com potencial – têm destaque no 
estado a aquicultura e a pesca. A produção 
de moluscos (mexilhões, ostras e vieiras) 
é a maior do país e continua crescendo. 
Outro setor que oferece oportunidades 
interessantes é o de infraestrutura portu-
ária. Vale lembrar que o segundo maior 
porto do país em movimento de contêine-
res fica em Itajaí. Bom para engenheiros 
navais e tecnólogos em Construção Naval 
e Transporte (Gestão Portuária). 
A indústria têxtil tem projeção nacio-
nal. Ficam no estado a camisaria Dudalina 
e a malharia Hering, em Blumenau, e 
a Malwee e a Marisol, em Jaraguá do 
Sul. Empresas menores, como a Korova, 
crescem com a ajuda do comércio online.
No fim de 2014, a fabricante de au-
tomóveis BMW inaugurou uma nova 
fábrica na cidade de Araquari, próxima 
a Joinville, e demanda profissionais 
formados em Engenharia e Gestão da 
Produção Industrial. Vagas também 
para os graduados em Administração, 
Direito, Economia, Logística e Tecno-
logia da Informação.
O turismo é outra área promissora. 
O estado é um dos mais visitados por 
brasileiros, e sua capital, Florianópolis, 
está entre as dez cidades nacionais mais 
procuradas por estrangeiros. Com isso, 
a busca por graduados em Turismo e 
Hotelaria é constante. 
Polo de inovação
Segundo a Endeavor Brasil, institui-
ção que fomenta o empreendedorismo, 
Florianópolis é a cidade brasileira com 
ambiente mais favorável para empreen-
dedores,e isso se reflete na área de tecno-
logia. O polo catarinense de tecnologia e 
inovação tem 600 empresas, que faturam 
1 bilhão de reais ao ano, e dois parques 
tecnológicos (Alfa e Sapiens Parque).
No estado, mais de 20 mil pessoas são 
empregadas por quase 2 mil empresas 
de tecnologia, como a Softplan, desen-
volvedora de softwares para serviços 
públicos, a Nexxera, de tecnologia para 
o setor bancário, e a Senior Sistemas, 
de soluções em gestão empresarial. A 
maioria das vagas é para engenheiros 
eletrônicos e eletricistas, analistas de 
sistemas, administradores, contadores, 
advogados e profissionais de marketing.
PARANÁ
O agronegócio paranaense recebeu, em 
2015, R$ 852 milhões em investimentos 
do Banco Regional de Desenvolvimento 
do Extremo Sul. A notícia é relevante, 
pois o setor agropecuário é um dos mais 
importantes do estado. Destaque para a 
produção de hortaliças, cana-de-açúcar, 
mandioca, café, milho, soja e trigo. 
Cooperativas como a Coamo Agroin-
dustrial e a Copacol estiveram entre as 
empresas mais rentáveis em 2014, o que 
indica oportunidades para profissionais 
do agronegócio e tecnólogos em Gestão 
de Cooperativas. 
Na área de Tecnologia da Informação, 
tem destaque a Atos, empresa francesa 
de serviços de tecnologia, que costuma 
abrir vagas para profissionais de TI para 
atuar em áreas como suporte, aten-
dimento bilíngue e desenvolvimento.
Novas perspectivas
A instalação de novas plantas indus-
triais no estado sinaliza para a contrata-
ção de profissionais de diversas áreas – 
técnicas e administrativas. Iniciou-se, em 
2015, a construção de uma nova fábrica de 
rações da multinacional Mars, em Ponta 
Grossa, o que significa boas chances para 
administradores, engenheiros de produ-
ção, zootecnistas e médicos veterinários.
Para 2016, a Klabin prevê a abertura da 
planta do Projeto Puma, em Ortigueira, a 
nova unidade de celulose da empresa, que 
beneficiará também químicos, engenhei-
ros químicos e tecnólogos em Processos 
Químicos e em Papel e Celulose. box
FOME DE EMPREGO
Fábricas de alimentos, 
pertencentes à cadeia 
do agronegócio, 
movimentam a 
economia dos estados 
do Sul, gerando 
postos de trabalho 
Em Santa Catarina, o 
setor de tecnologia tem 
quase 2 mil companhias 
que empregam mais de 
20 mil profissionais GERM
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6 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL
ESPECIAL SUL
MELHORES CURSOS
FORMAÇÃO 
DE PRIMEIRA
As instituições que oferecem os melhores cursos 
nas áreas mais promissoras da região
MÃO NA MASSA Alunos do curso de Aquicultura da UFSC em atividade prática na universidade
A Região Sul tem uma econo-mia diversificada. O turismo é forte nos três estados, espe-cialmente em Santa Catarina, 
que também sobressai pela criação de 
peixes e outros animais aquáticos em 
cativeiro. Paraná e Rio Grande do Sul 
têm tradição no campo, enquanto a in-
dústria da tecnologia da informação 
ganha espaço em Porto Alegre. Com 
isso, o mercado de trabalho apresenta 
boas perspectivas para quem se forma 
em Aquicultura, Engenharia Agrícola, 
Sistemas de Informação e Turismo. Co-
nheça, a seguir, as instituições que ofere-
cem alguns dos melhores cursos nessas 
áreas, segundo a Avaliação de Cursos 
Superiores do Guia do Estudante 2015. 
ENGENHARIA DE AQUICULTURA
UFSC
O curso de Engenharia de Aquicultura 
da Universidade Federal de Santa Catari-
na (UFSC) nasceu em 1999, no campus de 
Florianópolis, com o objetivo de formar 
profissionais especializados em produ-
ções de espécies aquáticas, como peixes, 
crustáceos, moluscos e plantas. Hoje, vai 
muito além disso. “Estamos formando 
engenheiros com perfil empreendedor. 
O estudante aprende também a planejar, 
dirigir e projetar uma empresa. Ele pode 
abrir seu próprio negócio”, afirma a co-
ordenadora Anita Rademaker Valença.
A graduação recebe 40 novos alunos 
por semestre e tem duração mínima de 
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cinco anos. Atualmente, há 281 estu-
dantes matriculados. 
Ao entrar no curso, o estudante tem 
disciplinas que vão desde os tópicos mais 
teóricos – como fundamentos em solos, 
matemática e ecologia de sistemas ma-
rinhos – até aulas práticas sobre cultivo 
de camarões, por exemplo. No total, há 
sete laboratórios: piscicultura marinha, 
piscicultura de água doce, carcinicul-
tura, cultivo de moluscos, algocultura, 
patologia e nutrição. A universidade tem 
também duas fazendas experimentais 
para o cultivo de organismos aquáticos.
Em relação à empregabilidade, segun-
do estudos realizados na UFSC, entre 
2003 e 2013, 43% dos egressos estão atu-
ando na área aquícola e 57%, em outras 
áreas similares. “A maioria está no estado 
de Santa Catarina, maior produtor de 
moluscos do Brasil, mas há também ex- 
alunos trabalhando no Distrito Federal, 
no Rio de Janeiro e em São Paulo. Tem 
até profissionais na Costa Rica e na In-
glaterra”, conta a professora.
ENGENHARIA AGRÍCOLA
UFPEL
Outro curso que está em alta no Sul é 
o de Engenharia Agrícola. O da Univer-
sidade Federal de Pelotas (UFPel) foi 
o primeiro no Brasil, criado em 1972. 
Hoje, a instituição gaúcha oferta 44 
vagas anuais. A graduação tem duração 
média de cinco anos, em turno integral, 
e conta com 144 alunos. 
O currículo é focado nas seguintes 
áreas: mecanização agrícola, constru-
ções rurais, engenharia de água e solos, 
energização rural e processamento de 
produtos agrícolas. O objetivo é preparar 
profissionais com capacidade de interagir 
em diversos campos. “Ao fazer um projeto 
de uma máquina agrícola, por exemplo, 
o engenheiro deve ter conhecimentos de 
mecânica e também sobre o produto que 
será utilizado nela, ou seja, conhecimen-
tos agronômicos”, explica o coordenador 
do curso, Marivan da Silva Pinho.
Durante a formação, os alunos têm à 
disposição 19 laboratórios, entre eles os 
de automação industrial, bioenergias, 
7GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL 
engenharia de pós-colheita e topografia 
e pavimentações. “Ao longo do curso, 
os estudantes desenvolvem estudos 
de casos de projetos agroindustriais 
focados em processamento de produtos 
agrícolas”, afirma o professor. 
Quando recebe o diploma, o bacharel já 
encontra um mercado de trabalho local 
promissor. “A região de Pelotas possui 
as maiores unidades de beneficiamento 
de arroz da América Latina e é também 
a maior produtora de pêssego para as 
agroindústrias nacionais”, diz Pinho. Se-
gundo ele, são dois setores que costumam 
contratar muitos engenheiros agrícolas. 
E, além das áreas tradicionais, também 
podem atuar no setor agropecuário, em 
órgãos governamentais, prefeituras, em-
presas privadas e públicas.
UNIOESTE
Outro curso destacado de Engenharia 
Agrícola é o da Universidade Estadual 
do Oeste do Paraná (Unioeste), que 
funciona no campus de Cascavel (PR). 
Criada em 1979, a graduação tem 40 
vagas anuais, dura cinco anos e conta 
com 163 alunos matriculados “Todos os 
professores efetivos são doutores com 
elevada produtividade científica”, afir-
ma o coordenador Alfredo Petrauski. 
O currículo do curso tem forte em-
basamento em matemática e física. 
Também aborda disciplinas específi-
cas da profissão, como tecnologia de 
pós-colheita, mecanização e máquinas 
agrícolas, recursos hídricos e sanea-
mento ambiental.
As aulas práticas são realizadas no 
Núcleo Experimental de Engenharia 
Agrícola-NEEA. “Funciona como uma 
proposta de pequena fazenda-escola, 
com cerca de 20 hectares, onde os es-
tudantes aprofundam conhecimentos 
sobre mecanização agrícola e conser-
vação dos solos”, explica o professor. 
Os estudantes entram em contato 
com o mercado de trabalho por meio 
de estágios feitos em empresas e coope-
rativas conveniadas com a universida-
de, que são muitas em umaregião com 
forte vocação para produção agrícola e 
agroindustrial. “As áreas em que se tem 
mais contratações são armazenamento e 
pré-processamento de grãos e mecaniza-
ção agrícola”, afirma o coordenador. “As 
empresas costumam vir ao nosso campus 
para entrevistar candidatos”, conta ele.
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
PUCRS
Não é só na área rural que estão os 
destaques acadêmicos do Sul. Um curso 
de grande relevância regional é o de Sis-
temas de Informação da Pontifícia Uni-
versidade Católica do Rio Grande do Sul 
(PUCRS). O profissional formado nessa 
área trabalha diretamente com internet 
e com programação de computadores – 
duas áreas em expansão em todo o país. 
O curso, criado em 1998, funciona no 
campus de Porto Alegre e oferece 60 
vagas semestrais. Tem duração média 
de quatro anos. “Além das aulas teó-
ricas, usamos em sala de aula estudos 
de casos, jogos e recursos audiovisu-
ais, bem como trabalhos em grupo, de 
forma presencial ou virtual”, explica a 
coordenadora Ana Paula Terra Bacelo. 
Os 490 alunos matriculados também 
têm aulas práticas em laboratórios te-
máticos, entre eles os de redes de com-
putadores, realidade virtual, engenharia 
de software e programação paralela. Há 
ainda um centro de pesquisa em par-
ceria com as empresas Dell e HP, onde 
os alunos têm a oportunidade de esta-
giar. “Vale destacar ainda os estágios no 
Tecnopuc, um parque tecnológico que 
estimula a pesquisa e a inovação apro-
ximando a academia, instituições pri-
vadas e o governo. Há 124 organizações 
envolvidas”, complementa a professora. 
Ao concluir o curso, segundo Ana Paula, 
a maioria dos egressos já consegue uma 
boa colocação no mercado de trabalho.
TURISTAS, BEM-VINDOS Estudantes da Univali recepcionam visitantes na Ilha de Porto Belo (SC)
TURISMO E HOTELARIA
UNIVALI
Nessa área, que é destaque na Região 
Sul, a Universidade do Vale do Itajaí 
(Univali), em Balneário Camboriú (SC), 
oferece um dos melhores cursos do país. 
O bacharelado fundado em 1990 foi o 
primeiro do Brasil a oferecer duas habi-
litações em uma graduação – Turismo e 
Hotelaria. Hoje, oferece 50 vagas por ano 
e conta com 120 alunos matriculados. “ É 
a única universidade a manter um pro-
grama de ensino completo – graduação, 
mestrado e doutorado – nessas áreas”, 
ressalta a coordenadora Silvia Regina 
Cabral. Ela destaca a formação do corpo 
docente. Cerca de 94% dos professores 
têm título de mestre ou doutor. 
A aproximação com o dia a dia da pro-
fissão é proporcionada pelos trabalhos 
que os estudantes desenvolvem na Agên-
cia Acadêmica de Turismo (Acatur), 
que presta serviços à comunidade. Os 
futuros bacharéis também dispõem de 
laboratórios, como o de hospedagem e o 
de alimentos e bebidas. “Tem destaque 
também o Laboratório de Campos Ex-
perimental de Ecoturismo e Turismo de 
Aventura, onde se desenvolvem técnicas 
de sustentabilidade”, diz a professora.
Entre os projetos de extensão de 
maior expressão está o Gentis Orien-
tadores – GO’S. É um programa educa-
cional de estágio, que ocorre durante o 
verão, em que os alunos prestam aten-
dimento aos turistas na Ilha de Porto 
Belo, em Santa Catarina. box
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8 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL
ESPECIAL SUL
UNIVERSIDADES
DE OLHO NA 
REALIDADE
As maiores universidades do Sul investem na área 
social e têm como foco formar profissionais para 
atender as demandas do mercado de trabalho
C ontribuir para o desenvolvi-mento regional é uma vocação das grandes universidades do Sul. No Paraná, por exemplo, 
essa preocupação aparece na Agência 
de Ciência, Tecnologia e Inovação, da 
Pontifícia Universidade Católica do Pa-
raná (PUCPR), que faz a ponte entre a 
academia e o mercado, transferindo o 
conhecimento gerado em seus labora-
tórios para o setor produtivo.
Veja a seguir um perfil das duas maiores 
universidades – uma pública e uma priva-
da – de cada estado do Sul. Para a escolha 
das instituições, considerou-se o número 
de matrículas na graduação presencial, 
conforme o Censo da Educação Superior 
2013 do Ministério da Educação (MEC).
PARANÁ
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE 
CATÓLICA DO PARANÁ (PUCPR)
Uma característica da PUCPR é o com-
promisso com a área social. Além da carga 
horária de cada curso, os 25 mil alunos 
matriculados em suas 60 graduações pre-
cisam cumprir, no mínimo, 36 horas de 
trabalho voluntário. Há parcerias com 160 
instituições. “Os alunos prestam serviços 
em comunidades, fazendo atividades 
que não precisam estar ligadas a seus 
cursos. Um estudante de Engenharia, por 
exemplo, pode ajudar a pintar as paredes 
de uma escola da periferia. O objetivo é 
estimular o engajamento social”, diz o 
vice-reitor Paulo Otávio Mussi Augusto.
Empreendedorismo
Inaugurada em 1959, a instituição está 
focada em formar empreendedores. Em 
2008, criou a Agência PUC de Ciência, 
Tecnologia e Inovação. A ideia é que os 
alunos se envolvam desde a geração de 
conhecimento até sua transferência 
para o setor produtivo. “Um exemplo 
é o acordo feito com a Nokia, em que 
estudantes e professores estão envol-
vidos no desenvolvimento de tecno-
logia”, conta o vice-reitor. Na agência 
há também a incubadora e aceleradora 
de negócios, com cerca de 50 startups.
Tecnologias agropecuárias
Outro destaque é o investimento da 
universidade em ensino e pesquisa so-
bre novas tecnologias agropecuárias. 
As atividades acontecem na Fazenda 
Experimental Gralha Azul, no muni-
cípio de Fazenda Rio Grande. Os alu-
nos aprendem sobre cultivo de frutas e 
grãos e sobre avicultura, bovinocultura 
de leite, ovinocultura e suinocultura.
Credenciada no Fies e no ProUni, a 
PUCPR seleciona seus alunos por meio 
de dois vestibulares por ano. Oferece 
ainda o Fundo Solidário, pelo qual alunos 
de baixa renda são financiados pela uni-
versidade. Não adota o sistema de cotas.
A PUCPR EM RESUMO
Fundação: 1959
Campi: Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo
Cursos de graduação: 60 
Alunos de graduação: 25.235
Professores de graduação: 1.652 
(44,8% mestres; 36,5% doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DO PARANÁ (UFPR)
Criada em 1912, a UFPR é uma das mais 
antigas instituições de Ensino Superior 
do país. Hoje tem cerca de 25 mil alunos 
cursando 130 graduações em campi nas 
cidades de Curitiba (sede), Palotina, Ma-
tinhos, Pontal do Paraná e Jandaia do Sul. 
Uma novidade foi a abertura, recen-
temente, de quatro cursos no Centro de 
Estudos do Mar, em Pontal do Paraná: 
Engenharia Civil, Engenharia Ambiental 
e Sanitária, Engenharia da Aquicultura e 
Licenciatura em Ciências Exatas. “Esse 
campus só tinha o curso de Oceanogra-
fia. Precisávamos expandir, já que é um 
polo onde estão importantes portos”, 
explica o reitor Zaki Akel Sobrinho.
SENSIBILIDADE SOCIAL Na PUCPR, os alunos cumprem, no mínimo, 36 horas de trabalho voluntário
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ESPECIAL SUL
Para 2016, está prevista a abertura do 
curso de Medicina, em Toledo. “Estamos 
construindo um hospital regional, com 
88 leitos, que dará suporte ao curso”, 
afirma Sobrinho. A universidade já in-
veste na área da saúde. Seu maior progra-
ma de extensão é o atendimento feito por 
estudantes, professores e profissionais 
no Hospital de Clínicas do Paraná e na 
Maternidade Victor Ferreira do Amaral, 
ambos em Curitiba. “São cerca de 1 mi-
lhão de atendimentos nos ambulatórios 
por ano”, contabiliza o reitor.
Processo seletivo 
Na seleção de novos alunos, 70% das 
vagas são preenchidas por meio do vesti-
bular (anual e em duas fases) e as outras 
30%, via Sistema de Seleção Unificada 
(Sisu). Realiza também processo de se-
leção estendido (PSE) - em queo aluno 
cursa algumas disciplinas na universida-
de durante um semestre - para Estatística, 
Matemática e Matemática Industrial. O 
Enem conta como 10% do total da nota 
obtida na segunda fase do vestibular. A 
instituição adota sistema de cotas e reser-
va 50% das vagas para alunos oriundos 
de escola pública.
A UFPR EM RESUMO
Fundação: 1912
Campi: Curitiba, Palotina, Matinhos, Pontal 
do Paraná e Jandaia do Sul 
Cursos de graduação: 130
Alunos de graduação: 25.014 
Professores de graduação: 2.246 
(16,24% mestres; 81,15% doutores)
SANTA CATARINA
UNIVERSIDADE DO VALE DO 
ITAJAÍ (UNIVALI)
A Univali nasceu com o nome de So-
ciedade Itajaiense de Ensino Superior, 
em 1964. Tinha duas faculdades, com 
cursos na área de Humanas. Adquiriu 
seu nome atual em 1989, e hoje conta 
com sete campi, 70 cursos de graduação 
e mais de 26 mil alunos matriculados.
Os cursos da instituição estão voltados 
para o mercado de trabalho da microrre-
gião de Itajaí, onde se encontra o segundo 
maior porto do país. “Oferecemos cursos 
que dão suporte para as atividades por-
tuárias, como Comércio Exterior, Gestão 
Portuária, Administração, Tecnologia em 
Construção Naval, Oceanografia e as En-
genharias”, diz o reitor Mário Cesar dos 
Santos. “Também estamos investindo em 
pesquisas sobre pesca artesanal.”
Turismo, intercâmbio e ingresso
As atividades turísticas – em alta em 
Florianópolis, Camboriú e Piçarras – 
fazem parte do currículo de diversas 
graduações, como Turismo e Hotelaria, 
Gastronomia, Cosmetologia e Estética. 
“Esse assunto é tão importante que até 
criamos, recentemente, o doutorado em 
Turismo”, ressalta Santos.
A Univali mantém 32 convênios de 
intercâmbio internacional com ins-
tituições de 17 países. “Em 2015, 112 
alunos participaram de programas de 
mobilidade. E recebemos 63 estudantes 
estrangeiros”, diz o reitor. 
Há três formas de ingressar na Univali: 
vestibular semestral, seletivo especial 
(em que o candidato concorre a uma vaga 
somando pontos do histórico escolar, 
certificados de cursos e experiência pro-
fissional) e nota do Enem. A universidade 
é credenciada no Fies e no ProUni e tem 
um programa próprio de bolsas de estudo. 
Não adota sistema de cotas.
A UNIVALI EM RESUMO
Fundação: 1964
Campi: Itajaí, Balneário Camboriú, Tijucas, 
Biguaçu, São José, Florianópolis e Balneário 
Piçarras
Cursos de graduação: 70 
Alunos de graduação: 20.953 
Professores de graduação: 1.094 
(54,7% mestres; 22,1% doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DE SANTA CATARINA (UFSC)
A UFSC foi inaugurada em 1960 e 
cresceu muito nos últimos anos. Em 
2009, ganhou três campi nas cidades 
de Araranguá, Curitibanos e Joinville, e, 
em 2013, em Blumenau. Hoje, tem cerca 
de 30 mil alunos em 117 graduações.
Vocação dos campi
Cada campus tem sua vocação, asso-
ciada à economia local. Em Curitibanos, 
foram criados cursos na área agrícola, 
como Agronomia, Ciências Rurais, Enge-
nharia Florestal e Medicina Veterinária. 
A ideia é gerar conhecimento para apoiar 
os pequenos produtores. Em Araranguá, 
o destaque fica para as Engenharias, 
especialmente a de Energia. O muni-
cípio fica perto de Criciúma, polo de 
extração de carvão. “O objetivo é estudar 
a geração de energia sustentável”, diz a 
reitora Roselane Neckel. A área da saúde 
também deve crescer no campus, que já 
oferece o curso de Fisioterapia. Em 2017, 
ganhará o de Medicina. 
Engenharias e vestibular
Os outros dois novos campi estão vol-
tados para as Engenharias. Em Joinville, 
a escola mantém cursos nas áreas de 
metais, mecânica, naval e ferroviário. 
O campus de Blumenau oferece Enge-
nharia Têxtil. “Os formados poderão 
levar as novas tecnologias às indústrias 
locais”, conta Roselane.
O vestibular anual é realizado em 
uma fase. A partir de 2016, a instituição 
SINTONIA COM O MERCADO Os cursos da Univali (SC) têm como foco os setores turístico e portuário
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irá aderir ao Sisu, reservando 30% de 
suas vagas para o ingresso por meio 
dessa modalidade. Também ampliará o 
sistema de cotas: 50% das vagas serão 
destinadas aos alunos de instituições 
públicas, sendo 32% delas para can-
didatos negros, pardos ou indígenas.
A UFSC EM RESUMO
Fundação: 1960
Campi: Florianópolis, Araranguá, 
Blumenau, Curitibanos e Joinville
Cursos de graduação: 117
Alunos de graduação: 30.105
Professores de graduação: 2.170 
(9% mestres; 89,4 % doutores)
RIO GRANDE DO SUL
UNIVERSIDADE DE CAXIAS 
DO SUL (UCS)
A UCS tem forte presença na região 
nordeste do estado. A escola, criada 
em 1967, tem sede em Caxias do Sul 
e mais quatro campi em Bento Gon-
çalves, Vacaria, São Sebastião do Caí 
e Canela. Conta também com quatro 
núcleos universitários em Farroupilha, 
Guaporé, Nova Prata e Veranópolis. São 
quase 30 mil alunos matriculados em 
84 cursos de graduação.
Foco no mercado
A instituição está atenta ao mercado 
de trabalho. Há vários projetos junto a 
empresas, fábricas e órgãos públicos, 
que envolvem alunos e professores de 
diversos cursos, especialmente da área 
de Exatas. Um exemplo é o Instituto de 
Materiais Cerâmicos da UCS, vinculado 
aos cursos de Engenharia, que desenvolve 
novas tecnologias para a indústria da 
cerâmica do Vale do Caí, importante polo 
ceramista da região Sul. Outro projeto é 
o de produção de biometano para a co-
geração de energia elétrica, em parceria 
com a Companhia Estadual de Geração e 
Transmissão de Energia Elétrica (CEEE). 
Sustentabilidade
A universidade também está foca-
da em projetos de sustentabilidade. O 
reitor Evaldo Antonio Kuiava destaca 
o programa Lagoas Costeiras, em sua 
terceira edição. “Seu objetivo é criar co-
nhecimentos para a gestão sustentável 
dos recursos hídricos do município de 
Osório, litoral norte do estado”, afirma 
o reitor. Segundo ele, esse é um dos 
maiores projetos de estudos de lagoas 
no Brasil e, também, virou referência 
em educação ambiental. Conta com a 
parceria da Petrobras.
Formas de ingresso
A instituição tem três processos seleti-
vos. O primeiro é o vestibular semestral. 
A segunda opção é o vestibular com-
plementar para vagas remanescentes. 
A prova é apenas de redação, que pode 
ser substituída pela nota de redação do 
Enem. Há, ainda, uma seleção especial 
para estrangeiros. A UCS está cadastrada 
no ProUni e no Fies. Oferece bolsas de 
estudo, mas não tem sistema de cotas. 
A UCS EM RESUMO
Fundação: 1967
Campi: Caxias do Sul, Bento Gonçalves, 
Canela, Farroupilha, Guaporé, Nova Prata, 
São Sebastião do Caí, Vacaria e Veranópolis. 
Cursos de graduação: 84 
Alunos de graduação: 29.637
Professores de graduação: 1.035 
(54% mestres; 33,3% doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO 
RIO GRANDE DO SUL (UFRGS)
A UFRGS comemorou oito décadas 
em 2014, mas alguns de seus cursos 
já têm mais de 100 anos, como os de 
Direito, Agronomia, Engenharia Civil, 
Farmácia, Medicina e Odontologia. A 
instituição é a maior da Região Sul. Tem 
mais de 32 mil alunos em 95 cursos de 
graduação em cinco campi, quatro deles 
em Porto Alegre e um no litoral.
Campus na Serra Gaúcha
A universidade continua em expan-
são. “Estamos com uma proposta de um 
novo campus na Serra Gaúcha. A ideia 
é oferecer cursos voltados à potenciali-
dade da região”, afirma o reitor Carlos 
Alexandre Netto. Outra novidade é a 
construção do hospital odontológico 
na capital, que já tem uma clínica do 
gênero. A oferta de serviços deve passar 
de 400 para 700 atendimentos por dia.
Pesquisa e extensão
A instituição tem 794 grupos de pesqui-
sa e cerca de 5.500 projetos, com ênfase 
nas áreas de Saúde, Biológicas, Engenha-
rias, Agrárias e Sociais. Nos programas 
de extensão, são realizadas anualmenteem torno de mil atividades em diversas 
áreas do conhecimento, com destaque 
para educação do campo e formação de 
professores para a rede pública.
A UFRGS oferece 30% de suas va-
gas por meio do Sisu e as restantes via 
vestibular, com a possibilidade de usar 
o Enem como parte da nota. Quarenta 
por cento das vagas são destinadas a 
alunos de escolas públicas.
A UFRGS EM RESUMO
Fundação: 1934
Campi: Porto Alegre (4) e Tramandaí
Cursos de graduação: 95 
Alunos de graduação: 32.200
Professores de graduação: 2.749 
(7,7% mestres; 86,8% doutores)
TRADIÇÃO Maior universidade da Região Sul, a UFRGS tem cursos com mais de 100 anos de atividade
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NOVAS INSTITUIÇÕES
NA ONDA DA 
INTEGRAÇÃO
Com fortes laços com as comunidades locais, as 
duas universidades mais jovens da Região Sul 
também atendem alunos de países vizinhos
A s mais novas instituições da Região Sul são a Universi-dade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), 
no Paraná, e a Universidade Federal 
da Fronteira Sul (UFFS), com campi 
espalhados pelos três estados da região. 
Ambas foram criadas com o objetivo 
de levar conhecimento e desenvolvi-
mento às localidades onde estão inseri-
das. Como consequência, ao longo dos 
últimos cinco anos, formaram fortes 
ligações com as comunidades locais.
A UFFS, por exemplo, inclui seus 
alunos de Agronomia em projetos que 
atendem pequenas propriedades ru-
rais, beneficiando pecuaristas e agri-
cultores. Além disso, está planejando 
criar um campus só para indígenas. Já 
a Unila, localizada na tríplice fronteira 
(Brasil, Argentina e Paraguai), recebe 
muitos estudantes de países vizinhos, 
principalmente do Mercosul. Confira a 
seguir um perfil das duas instituições. 
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DA FRONTEIRA SUL (UFFS)
A UFFS foi criada em 2009 com a 
proposta de descentralização. Seu ob-
jetivo era levar o Ensino Superior a 
localidades que não tinham ainda uni-
versidades públicas. Chapecó, em Santa 
Catarina, foi escolhida para receber a 
sede da universidade, que tem outros 
cinco campi espalhados pelos demais 
estados da Região Sul. No Rio Grande 
do Sul, as unidades ficam em Erechim, 
Passo Fundo e Cerro Largo. No Paraná, 
estão localizadas em Realeza e Laran-
jeiras do Sul. 
O estabelecimento cresceu rapida-
mente e já tem mais de 8,3 mil alunos 
matriculados em 45 cursos de graduação. 
Sua expansão continua em curso, e estão 
previstos mais dois novos campi para 
breve. Um deles será em Concórdia, no 
meio-oeste catarinense, e oferecerá três 
cursos na área de Engenharia: Elétrica, 
Mecânica e de Controle e Automação. 
“Essas graduações foram definidas com 
a finalidade de atender a demanda in-
dustrial da região”, afirma o vice-reitor 
Antônio Inácio Andrioli.
O outro será um campus indígena, 
que deverá ser construído em uma das 
sete comunidades existentes na área de 
abrangência da UFFS. “Temos cotas, 
mas não estão sendo suficientes. E hoje 
há dificuldade de os indígenas se des-
locarem até nossos campi”, justifica o 
vice-reitor. Os cursos já foram definidos: 
Administração, Agronomia, Ciências 
Biológicas, Enfermagem, Pedagogia e 
Licenciatura Indígena. Os dois campi 
ainda não têm data para inauguração.
Ênfase no campo
Outro destaque da universidade é 
sua plena integração com os pequenos 
produtores rurais da Região Sul. A insti-
tuição oferece cursos de Agronomia em 
quase todas as suas unidades. “A ideia 
é que os alunos tenham experiências 
diretamente com os agricultores. O foco 
é o desenvolvimento rural sustentável 
integrado às características da região”, 
explica Andrioli.
Ele ainda destaca a oferta de três cur-
sos de Educação no Campo. “É uma 
experiência inovadora, a primeira no 
Brasil. Em Laranjeira do Sul, o curso é 
dado em um assentamento de reforma 
agrária”, conta o vice-reitor. Além das 
graduações, a UFFS também mantém 
diversos projetos de pesquisa e exten-
são na área agrícola.
Além de promover programas de 
extensão para as comunidades locais, 
a instituição também as integra nas 
decisões institucionais da universi-
dade. Como isso acontece? Além do 
conselho universitário, cada campus 
tem um conselho comunitário. Na 
escolha para reitor, por exemplo, um 
AMPLA PRESENÇA Prédio do campus de Chapecó da UFFS, que tem unidades nos três estados do Sul
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quarto dos votos é de representantes 
da comunidade externa. E a gestão 
de cada campus é feita de forma des-
centralizada. A direção das unidades 
tem autonomia para gerir seu cotidia-
no, com a participação da sociedade. 
Como ingressar
A seleção anual é feita pelo Sistema 
de Seleção Unificada (Sisu), que usa 
as notas do Enem. Só há processo se-
letivo especial no caso do Programa de 
Acesso e Permanência dos Povos Indí-
genas (PIN) e do Programa de Acesso 
à Educação Superior da UFFS para 
Estudantes Haitianos (Prohaiti). 
Cerca de 90% das vagas são destina-
das a alunos de escolas públicas. Caso 
a política de cotas tenha contemplado 
apenas pardos e houver negros e indí-
genas interessados nos cursos, podem 
ser criadas até duas vagas suplemen-
tares. Além disso, duas vagas em cada 
curso é destinada a indígenas e com 
processo seletivo específico. E os estu-
dantes em situação de vulnerabilidade 
socioeconômica têm direito a auxílio- 
moradia, transporte e alimentação. 
A UFFS EM RESUMO
Fundação: 2009
Campus: Chapecó (SC), Erechim (RS), Passo 
Fundo (RS), Cerro Largo (RS), Realeza (PR) e 
Laranjeiras do Sul (PR)
Cursos de graduação: 45
Alunos de graduação: 8.326
Professores de graduação: 611 
(46% mestres; 52,4% doutores)
UNIVERSIDADE FEDERAL 
DA INTEGRAÇÃO LATINO-
AMERICANA (UNILA)
Uma das mais novas instituições de 
Ensino Superior do país, a Unila inau-
gurou sua primeira turma em 2010, em 
um campus provisório no Parque Tec-
nológico Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR). 
Eram apenas 200 alunos matriculados 
em seis cursos de graduação. Cinco anos 
depois, a universidade oferece 29 cursos 
e conta com cerca de 2,7 mil alunos. 
A instituição continua crescendo. Em 
2016, ganhará mais nove cursos de ba-
charelado (Arqueologia, Artes Cênicas, 
Artes Visuais, Ciência da Computação, 
Design, Farmácia, Jornalismo, Educa-
ção do Campo, Educação Intercultural 
Indígena) e três de licenciaturas (Peda-
gogia, Música e Ciências Biológicas).
Essas novas graduações, no entanto, 
irão funcionar no campus provisório, 
já que o definitivo está em construção. 
Segundo a reitoria, não há prazo para 
a conclusão das obras.
Vocação bilíngue
A Unila está situada em uma área 
estratégica: na tríplice fronteira entre 
Brasil, Paraguai e Argentina. Ela rece-
be estudantes estrangeiros vindos de 
países vizinhos (Argentina, Paraguai, 
Uruguai e Bolívia). “Reservamos me-
tade das nossas vagas para alunos do 
exterior. A ideia é que haja uma forte 
integração latino-americana dentro da 
universidade”, afirma o reitor Josué 
Modesto dos Passos Subrinho.
A instituição tem caráter multicultural 
e bilíngue, oferecendo curso de Espa-
nhol para brasileiros e de Português para 
estrangeiros. As provas e os trabalhos 
também podem ser feitos em um dos dois 
idiomas. “Além disso, os estudantes de 
todos os cursos, independentemente da 
área, fazem um ciclo comum, com aulas 
sobre história, geografia, cultura e eco-
nomia da América Latina”, diz Subrinho.
Noventa profissionais já foram forma-
dos pela universidade, que oferece gra-
duações em Arquitetura, Biotecnologia, 
Cinema, Engenharia Civil, Medicina e 
Relações Internacionais, entre outras. 
“Sabemos, informalmente,que parte dos 
nossos alunos ingressou em programas 
de pós-graduação no Brasil. Outros fo-
ram absorvidos pelo mecado de trabalho 
e há ainda aqueles que voltaram para 
seus países de origem”, conta o reitor. 
De acordo com ele, o principal desafio 
é o reconhecimento dos diplomas dos 
estrangeiros no Brasil e dos brasileiros 
no exterior. “A validação não é automá-
tica. Os procedimentos são demorados e 
burocráticos”, lamenta Subrinho.
Processo seletivo
Metade das vagas de graduação é 
destinada a brasileiros. A seleção é feita 
com base nas notas do Enem, via Sisu. 
Nos casos dos cursos de Arquitetura e 
Música, há uma segunda fase de exa-
mes específicos, elaborados pela Unila. 
A instituição adota cotas: 52% dessas 
vagas são reservadas para estudantes 
da rede pública de ensino. 
A outra metade das vagas está previs-
ta para alunos estrangeiros, mas podem 
ser remanejadas, caso não sejam total-
mente ocupadas. No primeiro semestre 
de 2015, por exemplo, 65% dos alunos 
eram brasileiros e 35%, estrangeiros. A 
seleção de estrangeiros é feita confor-
me critérios próprios da Unila, como 
avaliação de currículo ou desempenho 
obtido pelo candidato no Ensino Médio, 
dependendo do curso escolhido.
A UNILA EM RESUMO
Fundação: 2008 (primeira turma iniciada 
em 2010)
Campus: Foz do Iguaçu
Cursos de graduação: 30
Alunos de graduação: 2.681
Professores de graduação: 300 
(29,3% mestres; 70,7% doutores)
MULTICULTURAL Aula do curso de Medicina da Unila, instituição que recebe jovens de países vizinhos
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ESPECIAL SUL
Orientação Profissional – Faculdade Ingá
Tel. (44) 3033-5009
COMO É: São realizadas cerca de dez sessões individuais, com 
a duração de 50 minutos cada, onde são feitas entrevistas e 
aplicados testes. 
INSCRIÇÕES: Durante o ano todo
VALOR: Gratuito.
Orientação Profissional em Clínica do Trabalho – UEM 
Tel. (44) 3011-9070
COMO É: São cerca de 15 sessões. As individuais duram 
cinquenta minutos e as de grupo uma hora e meia. 
INSCRIÇÕES: Fevereiro e março, julho e agosto.
VALOR: Gratuito.
PATO BRANCO 
Serviço de Psicologia – Fadep 
servpsico@fadep.br; www.fadep.br; tel. (46) 3220-3053 
COMO É: Dez sessões individuais ou sete sessões em grupo 
(para escolas), uma vez por semana.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: R$ 7 por sessão.
TOLEDO 
Grupo de Orientação Profissional e Vocacional – PUCPR 
www.pucpr.br/extensao; tels. (45) 3277-8632/8690 
COMO É: São oito sessões de duas horas de duração cada 
para grupos de alunos do Ensino Médio. São desenvolvidas 
atividades como entrevistas e testes psicológicos.
INSCRIÇÕES: No início do segundo semestre.
VALOR: R$ 185.
UMUARAMA
Projeto de Orientação Profissional – Unipar
pessini@unipar.br; tel. (44) 3621-2828, ramal 1234 
COMO É: O atendimento é feito em duas modalidades: em 
grupo, de até 14 participantes (alunos do Ensino Médio e 
pré-vestibulandos), ou em sessões individuais (normalmente 
constituídos de adultos que já ingressaram no Ensino 
Superior ou não).
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
RIO GRANDE DO SUL
BAGÉ
Programa de Desenvolvimento e Gestão de Carreira – 
Urcamp
prodes@urcamp.edu.br; tel. (53) 3242 82 44 - r. 204 
COMO É: Oito sessões em grupo com 1h30 de duração, 
onde são realizadas dinâmicas de grupo e testagem. 
INSCRIÇÕES: No início do semestre letivo. 
VALOR: Gratuito.
CACHOEIRA DO SUL
Laboratório de Avaliação e Intervenção Psicológica (Laip) 
– Ulbra
laipcds@yahoo.com.br; tel. (51) 3723-8185
COMO É: Atendimento individual ou em grupo. Nas sessões são 
aplicados testes e realizadas dinâmicas. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: R$ 15 por sessão.
PARANÁ
CASCAVEL 
Programa de Orientação Profissional – FAG 
www.fag.edu.br; tel. (45) 3321-3900 
COMO É: São cerca de oito sessões em grupo de, no máximo, 
15 participantes. Trabalha-se o autoconhecimento associado 
a discussões sobre diversas profissões.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
Projeto de Orientação Profissional – Unipar 
www.unipar.br; psicologia-cas@unipar.br; tel. (45) 3321-1300
COMO É: Em oito sessões em grupo, são feitas atividades de 
autoconhecimento e dadas informações sobre profissões.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano.
VALOR: R$ 20 e para grupos de escola é gratuito.
CURITIBA 
Serviço de Orientação Vocacional e Profissional do Núcleo 
de Prática em Psicologia – PUCPR 
www.pucpr.br; psiclinpsiclin@pucpr.br; tels. (41) 3271-1591/1663
COMO É: Programa individual ou em grupo, com 12 sessões 
semanais. Inclui dinâmicas, testes e visitas aos cursos da PUCPR.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: R$ 100,00.
FOZ DO IGUAÇU 
Orientação Vocacional – UDC Anglo-Americano 
Cepa.sa.ssi@hotmail.com; tel. (45) 3028-3232, ramal 384
COMO É: Primeiro ocorrem encontros individuais e depois em 
grupo, com testes psicológicos e entrevistas. 
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: R$ 35.
Serviço de Orientação Vocacional e Profissional – 
Uniamérica 
www.uniamerica.br; osicologia@uniamerica.br; 
tel. (45) 2105-9000
COMO É: Curso individual e em grupo com dois meses de 
duração. É feita avaliação psicológica, entrevistas e debates 
sobre temas profissionais.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: R$ 15.
LONDRINA 
Orientação Vocacional na Comunidade – UEL 
www.uel.br; rosemarielizabeth@uel.br; 
tel. (43) 3371-4397 
COMO É: O programa atende estudantes da rede pública. As 
sessões são semanais individuais ou em grupos de cinco a 
dez pessoas. O trabalho baseia-se em atendimento clínico, 
com testes psicológicos.
INSCRIÇÕES: De acordo com a demanda.
VALOR: R$ 2 por sessão.
Serviço de Orientação Profissional – Faculdade Pitágoras 
clinica.psicologia@pitagoras.com.br; 
giulianap@pitagoras.com.br; tel. (43) 3373-7335
COMO É: Dez sessões, individuais ou em grupo. São realizadas 
discussões sobre as profissões e dinâmicas visando o 
autoconhecimento.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: De R$ 5 a R$ 20.
MARINGÁ 
Clínica de Psicologia – Cesumar 
rosemary.menegatii@cesumar.br; tel. (44) 3027-6360
COMO É: Para alunos da rede pública do 2º ano e do 3º ano 
são ministradas palestras sobre a escolha da profissão, 
visitas de orientação e jogos e palestras.
INSCRIÇÕES: De acordo com a disponibilidade.
VALOR: Gratuito.
ENCONTRE 
SEU RUMO
Não é tarefa fácil decidir, entres tantas opções, qual 
carreira seguir. Por isso, os programas de orientação 
profissional podem ser aliados importantes!
ESCOLHA PROFISSIONAL
ATENÇÃO
arrow Estão listados apenas os centros ligados a Instituições de 
Ensino Superior que oferecem o serviço gratuitamente 
ou por valor simbólico.
arrow As informações foram apuradas entre julho e agosto 
de 2015. Os valores referem-se ao programa como um 
todo, exceto quando há indicação de que é por sessão.
 
 arrow Sugestões para inclusão de outros centros de orientação 
profissional podem ser feitas através do nosso e-mail: 
guia.estudante@abril.com.br
21GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL 
Serviço de Orientação Profissional – UFRGS 
sop@ufrgs.br; tel. (51) 3308-5453
COMO É: Há três modalidades: sessões individuais, em 
grupo ou o programa chamado de “maratona da escolha 
profissional”, no qual o trabalho acontece em um sábado e 
dura seis horas, com grupos de até 15 jovens.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: O participante paga, no máximo, R$ 60.
Serviço de Orientação Profissional – UniRitter 
www.ulbra.br/santamaria; clinica.sma@ulbra.br; 
tel. (55) 3214-2333, ramal 312
COMO É: De cinco a oito encontros, com duração de três 
horas, em grupos de até dez pessoas, selecionadas em uma 
entrevista. As técnicas deorientação incluem oficinas, 
informações sobre as profissões e a avaliação da escolha.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
SANTA MARIA
Clínica Escola de Psicologia – Ulbra 
www.ulbra.br/santamaria; clinica.sma@ulbra.br; 
tel. (55) 3214-2333, ramal 312
COMO É: De seis a oito encontros individuais, em média, uma 
vez por semana, com aplicação de testes.
INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: R$ 2 por sessão. 
Núcleo de Orientação e Desenvolvimento de Carreira 
(NODeC) – Fisma 
www.fisma.com.br; tel. (55) 3025-9725; 3026-9612
COMO É: Sessões semanais de 50 minutos, individuais ou em 
grupos de até 12 participantes, com dois meses de duração. 
INSCRIÇÕES: Início do semestre letivo, conforme o calendário 
acadêmico da instituição.
VALOR: A negociar.
SÃO LEOPOLDO
Programa de Gestão de Carreiras – Unisinos 
www.unisinos.br/carreiraspgcarreira@unisinos.br 
tel. (51) 3590-8226
COMO É: O interessado deve agendar uma entrevista para 
avaliar se fará o processo em grupo ou individual. São de três 
a cinco encontros, nos quais é feito um inventário tipológico 
de interesses profissionais, entrevistas, dinâmicas em grupo.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano.
VALOR: R$ 55 para alunos da Unisinos e R$ 110 para a 
comunidade. 
TAQUARA 
Centro de Serviços em Psicologia (Cesep) – Faccat-RS 
psicologia@faccat.br; cesep@faccat.br; tel. (51) 3542-1443
COMO É: Atendimento individual ou em grupo de, 
no máximo, dez participantes. São cerca de oito encontros, 
uma vez por semana, e entrevista devolutiva individual, 
incluindo visita ao campus para conhecer os cursos. 
INSCRIÇÕES: Conforme a demanda/aberta todo o ano.
VALOR: A negociar.
TORRES
Cinema, Papo e Profissão – Ulbra
www.facebook.com/psiulbratorres; 
psicologiatorres@ulbra.br; tel. (51) 3626-2000, ramal 166 
COMO É: As sessões são individuais ou em grupo. 
São cerca de seis encontros. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: R$ 60.
processo dura de seis a oito encontros, em pequenos grupos 
ou individualmente. Trabalha-se com autoconhecimento e 
informações profissionais.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: R$ 35 por sessão (estuda-se isenção do pagamento).
Serviço de Orientação Profissional – IENH
http://www.ienh.com.br/pop/; pop@ienh.com.br; 
tel. (51) 3594-3022
COMO É: Quatro a seis encontros, com 1h30 de duração em 
pequenos grupos, ou individualmente com quarenta minutos 
de duração. São abordados assuntos como mundo do trabalho, 
aptidões e autoconhecimento e também trabalha-se com 
atividades de autoconhecimento e informações profissionais, 
por meio de pesquisas e visitas orientadas aos cursos de 
interesse. 
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: R$ 50 por participante.
PASSO FUNDO 
Serviço de Orientação Profissional – SINAPSI – Imed
www.imed.edu.br; sinapsi@imed.edu.br; 
tel. (54) 3045-9070
COMO É: Individual ou para grupos com até dez participantes. 
O processo é desenvolvido em seis encontros de uma hora 
para sessão individual, e de duas horas na sessão em grupo. 
INSCRIÇÕES: De acordo com a demanda.
VALOR: R$ 90 por pessoa.
Serviço de Orientação Profissional – UPF 
www.upf.br ; embranco@upf.br; tel. (54) 3316-8232
COMO É: A orientação é individual (cinco a sete encontros) ou 
em grupo de, no máximo, 12 pessoas (sete a nove encontros). 
A primeira e a última sessões são individuais. Trabalha-se o 
autoconhecimento e discutem-se detalhes das profissões.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
PELOTAS
Orientação para Habilidades Profissionais – UCPel
Tel. (53) 2128-8401
COMO É: Programa realizado individualmente, com oito a 
doze encontros, uma vez por semana, de 1h30 cada um. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
PORTO ALEGRE 
Projeto Formação de Identidade – IPA 
escola.psicologia@metodistadosul.edu.br; tel. (51) 3316-1277
COMO É: Tem como objetivo estabelecer projetos profissionais 
com base no autoconhecimento e na informação profissional. 
Só individual, com oito a doze sessões.
INSCRIÇÕES: Todo o período letivo.
VALOR: Gratuito. 
Serviço de Atendimento e Pesquisa em Psicologia – PUCRS 
www.pucrs.br/psico; psicologia@pucrs.br; 
tel. (51) 3320-3561
COMO É: Na modalidade individual são de três a quatro 
sessões, dependendo do caso, realizadas uma vez por 
semana, com duração aproximada de uma hora. São 
realizadas entrevistas, aplicação de testes e atividades 
a serem realizadas pelo orientando entre uma sessão e 
outra. Na modalidade grupal são seis sessões de 1h30 com 
atividades coletivas e individuais, discussão em grupo, 
aplicação de testes e atividades a serem realizadas pelo 
orientando entre uma sessão e outra. Ao final do processo o 
orientando recebe uma síntese individual de sua orientação.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: R$ 100 (individual) e R$ 50 (em grupo).
CANOAS
Centro Integrado de Apoio e Desenvolvimento Educacional 
(Ciade) – Ulbra 
Tel. (51) 3462-9594; 3723 8185
COMO É: Quatro encontros semanais de orientação em grupo, 
com duração de uma hora cada, e com até 15 participantes. 
São realizados testes vocacionais.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: R$ 15 por sessão.
CAXIAS DO SUL 
Programa de Orientação e Reorientação Vocacional do 
Serviço de Psicologia Aplicada – UCS 
www.ucs.br; smpoloni@ucs.br; tel. (54) 3218-2187 
COMO É: Para grupos de até 12 pessoas. São realizadas dez 
sessões semanais, com duração de 1h30 cada, podendo 
ser prorrogadas de acordo com a necessidade do grupo. 
Desenvolvem-se atividades coletivas, como dinâmicas e 
outras atividades específicas de orientação vocacional.
INSCRIÇÕES: No início de cada semestre.
VALOR: R$ 45 por todo o processo.
Serviço de Orientação Vocacional da Clínica Escola – FSG 
Tels. (54) 3022-8400/8401
COMO É: Os encontros acontecem em oito a dez sessões, 
em grupo ou individual, com duração de uma hora cada. 
Trabalha-se com entrevistas e testes psicológicos.
INSCRIÇÕES: Todo o ano letivo.
VALOR: R$ 16 por atendimento.
ERECHIM
Centro de Psicologia Aplicada – URI 
psicologia@uri.com.br; tel. (54) 3520-9000 - R. 9130
COMO É: O número de sessões varia conforme a necessidade 
do aluno
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo 
VALOR: Gratuito.
FREDERICO WESTPHALEN 
Centro de Orientação Profissional em 
Psicologia (Copsi) – URI 
http://copsiuri.wordpress.com; 
tatielesignori@yahoo.com.br; 
tel. (55) 3744-9279
COMO É: Para grupos de escolas são realizados quatro 
encontros com duas horas cada, ou sessões individuais com 
oito encontros (ou conforme a necessidade de cada caso).
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano.
VALOR: Gratuito.
IJUÍ
Psicologia Fala à Comunidade Escolar – Unijuí 
psicologianaescola@unijui.edu.br; psicologia@unijui.edu.br, 
tel. (55) 3332-0429
COMO É: O programa é desenvolvido por meio de palestras 
e oficinas em grupo com até dez participantes. De seis a 
oito sessões, com discussões sobre a escolha profissional, 
entrevistas individuais, palestras, oficinas de sensibilização 
e aplicação de teste psicológico (opcional).
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
NOVO HAMBURGO 
Projeto de Orientação Profissional e Desenvolvimento de 
Carreira (POP) – Feevale 
www.feevale.br/fale-com-a-feevale/nucleo-de-relacionamento; 
pop@feevale.br, tel. (51) 3586-8800, ramal 8620
COMO É: Inicialmente é feita uma entrevista de triagem. O 
22 GE PROFISSÕES 2016 ESPECIAL SUL
ESPECIAL SUL
LAGES
SEAPSI – Facvest 
www.facvest.net; gustavovolaco@hotmail.com; 
tel. (49) 3289-4000; (49) 3225 4114
COMO É: A quantidade de sessões é variável. O processo 
ocorre individualmente e dura 50 minutos. Entre as 
atividades desenvolvidas estão entrevistas e aplicação de 
bateria de testes. 
INSCRIÇÕES: De fevereiro a novembro.
VALOR: Gratuito.
MAFRA
Clínica de Psicologia – UnC 
nucleopsicologia.mfa@unc.br;tel. (47) 3641-5519
COMO É: Encontros individuais ou em grupo de até dez 
pessoas, que ocorrem uma vez por semana, por cerca de três 
meses. Nesses encontros é trabalhado o autoconhecimento, 
o conhecimento aprofundado das profissões de interesse e é 
feito um auxílio ao processo de decisão.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
PALHOÇA 
Programa de Orientação de Carreira (POC) – Unisul 
poc.gf@unisul.br vanderlei.brasil@unisul.br; 
tel. (48) 3279-1083
COMO É: O programa atende alunos da universidade, alunos 
de Ensino Médio da região e comunidade externa, em 
sessões individuais semanais no Serviço de Psicologia da 
Unisul, ou em grupo, nas escolas ou com outros grupos 
parceiros do POC. São realizados entre sete e dez encontros. 
A duração do atendimento individual é definido no início 
do processo. 
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
PINHALZINHO
Orientação Profissional – Unoesc
http://www.unoesc.edu.br/cursos/graduacao/psicologia/
pinhalzinho; psicologia.pzo@unoesc.edu.br; 
tel. (49) 3366-3388
COMO É: Trabalhos em grupo, de três a oito encontros com 
atividades e testes de orientação profissional. 
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
SÃO MIGUEL DO OESTE
Serviço de Atendimento Psicológico SAP – Unoesc 
www.unoesc.edu.br; alvaro.mahl@unoesc.edu.br; psicologia.
smo@unoesc.edu.br; 
tel. (49) 3631-1067; 3631-1000
COMO É: O programa é realizado individualmente ou 
em grupo. São entre duas e seis sessões, nas quais são 
promovidas atividades de autoconhecimento, troca de 
informações sobre as profissões, discussões e dinâmicas.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
TUBARÃO
Programa de Orientação de Carreira – Unisul 
poc.sul@unisul.br; tel. (48) 3621-3292/33071
COMO É: Oito encontros, individuais ou em grupo, realizados 
uma vez por semana ou de acordo com a necessidade do 
aluno. São feitos testes vocacionais e discussões sobre o 
mercado de trabalho, entrevistas, entre outras atividades.
INSCRIÇÕES: Todo o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
Programa de Orientação de Carreira (POC) – Unisul
poc.gf@unisul.br; poc.sul@unisul.br; tels. (48) 3279-1083 
(Florianópolis e Palhoça) e (48) 3621-3071 (Tubarão)
COMO É: Uma triagem, feita por meio de entrevista individual, 
indicará se o atendimento será personalizado ou em grupo. 
A duração das sessões individuais varia de um a três meses, 
conforme o caso em atendimento. O atendimento em grupo 
é realizado em dez encontros, sendo o primeiro e o último 
individual. São desenvolvidas atividades relativas à orientação 
profissional, ao planejamento de carreira e à inserção no 
mercado de trabalho. Além dos atendimentos individuais, 
os trabalhos incluem oficinas, palestras e cursos ofertados 
para todos os acadêmicos da universidade sobre as temáticas 
envolvidas pelo Programa. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o semestre letivo da universidade.
VALOR: Gratuito.
GUARAMIRIM
Programa de Orientação Profissional – Fameg 
atendimento.psicologia@fameg.edu.br; 
tel. (47) 3373-9894
COMO É: São seis sessões individuais com duração de 50 minutos 
cada uma. O processo de orientação inclui entrevista, aplicação 
de testes e atividades práticas.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.
ITAJAÍ
Grupo de Orientação Profissional – Avantis
www.avantis.edu.br; psicologia@avantis.edu.br; 
tel. (47) 33630631
COMO É: As sessões podem ser em grupo ou individual, de 
acordo com a demanda. São realizadas atividades com testes 
psicológicos e dinâmicas. 
INSCRIÇÕES: No início de cada semestre.
VALOR: Gratuito.
JOAÇABA
Laboratório de Avaliação Psicológica – Unoesc 
psicologia.jba@unoesc.edu.br; tel. (49) 3551-2054
COMO É: São realizadas duas sessões, de duas horas de 
duração, em grupos de até 25 alunos, com palestras, 
questionário pessoal e teste psicológico. 
INSCRIÇÕES: De abril a agosto.
VALOR: Em grupos de no mínimo 25 pessoas, valor individual 
R$ 15.
JOINVILLE
Processo de Orientação Profissional – ACE/FGG
psicologia@aceadm.com.br; 
tel. (47) 3026-4000
COMO É: O programa é desenvolvido individualmente ou em 
grupos de, no mínimo, 4 pessoas. São cerca de oito encontros 
semanais de 1h30 cada um. A ideia é construir com o 
participante o seu projeto de vida, tomando como referência 
o seu contexto social. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o período letivo.
VALOR: Gratuito.
Projeto Escolha – Univille
www.univille.edu.br; escolha@univille.br; 
tels. (47) 3461-9185/9003
COMO É: São seis sessões em grupo, com duração de 1h30 
cada uma. São fornecidas informações sobre o mercado de 
trabalho e realizadas atividades para o autoconhecimento, 
como tarefas individuais de pesquisa, técnicas de grupo, 
testes psicológicos e entrevistas devolutivas individuais.
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
TRÊS DE MAIO
Serviço de Orientação Profissional – Setrem
http://graduacao.setrem.com.br/217/servico-escola-de-
psicologia-da-setrem-serceps; serceps@setrem.com.br; 
tel. (55)3535-4615/4664
COMO É: São realizados de sete a dez encontros, individuais 
ou coletivos, com duração de até duas horas. São abordados 
temas como influência da mídia na escolha da profissão, 
influência da família, autoconhecimento, etc. 
INSCRIÇÕES: Durante o ano letivo.
VALOR: Valor simbólico a combinar.
SANTA CATARINA
CAÇADOR
Núcleo de Psicologia – Uniarp 
www.uniarp.edu.br; nucleopsi@uniarp.edu.br; 
tel. (49) 3321-8350
COMO É: Oito encontros individuais e semanais de 50 minutos, 
com aplicação de testes, informações sobre o mercado de 
trabalho e profissões.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito (voltado para pessoas com renda familiar de 
até 2 salários mínimos).
CHAPECÓ
Programa de Orientação Profissional (POP) – Unochapecó 
www.unochapeco.edu.br/pop; pop@unochapeco.edu.br, 
tel. (49) 3321-8245
COMO É: As atividades são realizadas nas escolas, em grupo, 
em quatro encontros onde são discutidos planos de carreira 
e oferecidas informações sobre as profissões, dinâmicas em 
grupo e informações sobre o mercado de trabalho. 
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano letivo.
VALOR: Gratuito.
CONCÓRDIA
Serviço de Informação e Orientação Profissional IOP – UnC 
jamille.carvalho@kroton.com.br; tels. (49) 3411-0525/3411-9477
COMO É: O trabalho é feito em grupo de 15 alunos. Em seis 
encontros são realizadas atividades como reflexão sobre 
o processo de escolha, informações sobre as profissões e 
testes psicológicos individuais.
INSCRIÇÕES: Entrar em contato com a escola.
VALOR: Gratuito.
CRICIÚMA
Programa de Orientação Profissional (POP) – Unesc 
www.unesc.net ; pop@unesc.net; tel. (48) 3431-2752
COMO É: Até dez encontros semanais, de 1h30, em grupo, 
com atividades de autoconhecimento, sobre a escolha 
da profissão e palestras diversas, em três etapas: 
autoconhecimento, conhecimento das profissões e processo 
decisório e projeção para o futuro.
INSCRIÇÕES: Durante todo o ano.
VALOR: Gratuito.
FLORIANÓPOLIS
Laboratório de Informação e Orientação Profissional do 
Departamento de Psicologia (LIOP) – UFSC 
www.liop.ufsc.br; contatoliop@gmail.com, 
tels. (48) 3721-9283
COMO É: Entrevista individual seguida de dez sessões em grupo, 
com oito a dez encontros semanais. O programa é focado no 
autoconhecimento e em informações sobre o mercado.
INSCRIÇÕES: Durante o período letivo.
VALOR: Gratuito.

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