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E.E.DÊNIO MOREIRA DE CARVALHO PEÇA TEATRAL: “O Filho Pródigo” Narrador (Josias): Ele prosseguiu; Certo homem tinha dois filhos, o mais novo disse ao pai; Filho-novo (Patrick): Pai, daí me a parte da herança que me cabe. Narrador (Josias): E ele lhe repartiu os bens... Poucos dias depois, o filho mais novo juntou seus pertences e partiu para uma terra longínqua e ali, desperdiçou seus bens, vivendo dissolutamente... Havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades. Então foi e procurou um dos cidadãos daquela terra, ele era criador de porcos; Criador de Porcos (Jackson): Vá para os campos, a fim de cuidar dos porcos. Narrador (Josias): Ele desejava saciar seu estômago com as batatas, que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada, caindo em si ele disse: Filho-novo (Patrick): Quantos empregados de meu pai tem abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Eu me levantarei, irei me oferecer como empregado. Narrador (Josias): E, levantando-se, foi para seu pai, e quando ainda estava longe, seu pai o avistou, encheu-se de compaixão e , correndo, lançou-se ao seu pescoço e o beijou. Filho-novo (Patrick): Pai, pequei contra o céu e perante ti e já não sou digno de ser chamado teu filho. Narrador (Josias); O pai chama seus empregados e diz; Pai (Guilherme): Trazei depressa, a melhor roupa e vesti-o, coloque um anel em seu dedo e sandálias nos pés, trazei também o bezerro cevado e mata-o. Pois hoje comemoraremos alegremente, porque este meu filho estava morto e reviveu, tinha se perdido e foi achado. Narrador (Josias): E começaram a festejar. O filho mais velho estava no campo e quando voltou, aproximando-se de casa, ouvia a música e as danças, chamando um dos servos e perguntou qual o motivo das comemorações; Servo (Thiago): Teu irmão voltou, e teu pai matou o bezerro cevado, pois o recebeu de volta são e salvo. Narrador (Josias): Ele, porém indignou-se não queria entrar, seu pai sabendo do acontecido foi ao seu encontro e insistiu para que festejasse junto, porém ele disse; Filho-Velho (Rafael): Eis que te sirvo há tantos anos, nunca transgredi teu mandamento e nunca me deste um cabrito para alegar-me com meus amigos... Já este teu filho, que desperdiçou teus bens com meretrizes, matastes para ele um bezerro cevado. Pai (Guilherme): Filho, tu sempre estas comigo, e todas as minhas coisas são tuas...Mas era justo festejarmos pois este teu irmão, estava morto e reviveu; tinha se perdido e foi encontrado. E.E.DÊNIO MOREIRA DE CARVALHO PEÇA TEATRAL: “O Bom Samaritano” Narrador: Eis que se levantou certo doutor da lei dizendo; Doutor (Wesley): Mestre, o que farei para herdar a vida eterna? Jesus (Alessandro); O que, esta escrito na lei? Como você a lê? Doutor (Wesley); A mestre ,a nossa lei diz; Amarás ao Senhor teu Deus, de todo seu coração e de toda a sua alma e ao teu próximo como a ti mesmo. Jesus (Alessandro); Faça isso e viverás. Doutor (Wesley); Mestre tenho feito muitas coisas, mas me diga, quem é o meu próximo? Jesus (Alessandro); Vou lhe contar uma história... Ora descia um certo homem de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de salteadores, que o roubaram e o espancaram deixando-o quase morto no chão.(Enquanto isso a cena acontece) E por acaso , descia pelo mesmo caminho um sacerdote, vendo tudo acontecer este passou longe...Eis que passa um levita que também passa longe dele. Mas um samaritano que ai de viagem chegou ao pé dele e se encheu de compaixão, se aproximou e atou-lhe as feridas, aplicando-lhe azeite e vinho, pondo-o sobre o seu cavalo e levando-o para uma hospedaria, onde lá cuidou dele. E como este samaritano partiria no outro dia, deixou dinheiro para o hospedeiro e disse-lhe; Cuida dele, tudo o que ele precisar providencie e quando eu voltar pago seus gastos. Então qual, destes pois te parece o próximo daquele homem? Doutor (Wesley); O que usou de misericórdia com aquele homem! Jesus (Alessandro); Pois faça isso, e viverás. E.E.DÊNIO MOREIRA DE CARVALHO PEÇA TEATRAL: “O Perdão ” Jesus(Talles):Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome , ai estarei no meio deles. Pedro(Josias):Mas Senhor até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu o perdoarei, até sete? Jesus(Talles):Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete. Por isto o reino dos céus pode comparar-se a um rei que quis fazer contas com o seu servos, e começando a fazer contas, veio um do que devia 10 mil talentos. Faça o meliante entrar Rei(Wesley):Vejo que a sua conta já esta em 100 mil talentos, agora pague o que me deves e terás a liberdade. Servo(Alessandro): Mas senhor como pagar , pois estou falido so tenho minha família que passa necessidades. Rei(Wesley): Se não tem como pagar, então vende toda a sua família e terá pago a sua dívida. Servo(Alessandro): Senhor, rei meu , tenha misericórdia de mim, pois minha família é tudo que tenho. Rei(Wesley): Terei misericórdia de ti, perdoando a sua dívida, porem... Jesus(Talles): Saindo pois o servo perdoado encontrou o seu conservo, que disse: Servo(Alessandro): Ei vim cobrar-lhe a dívida , preciso que me pagues. Conservo(Leonardo):Meu amigo, seja generoso comigo, estou sem nada, como lhe pagarei a dívida? Tenha misericórdia! Servo(Alessandro):Não, não, se não podes pagar vou lança-lo na cadeia até que me pagues a dívida. Conservo(Leonardo):Vendo o que o servo mal fez com seu conservo, foram logo comunicar ao rei dizendo ; Majestade viemos aqui lhe informar o acontecido, o servo que o senhor perdoou acaba de encerrar o seu conservo na prisão por causa de dívidas. Rei(Wesley): Guardas! Tragam aqui o servo malvado, não perdoei a dívida que tinha comigo? E porque não perdoou dívida do teu próximo. Pois agora lancem o na prisão e de la não sairá até pagar sua dívida. Jesus(Talles): Assim também vos fara o meu pai celestial, se do coração não perdoa-lhes, cada um a seu próximo, todo as suas ofensas.