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ANEXOS EMBRIONÁRIOS Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Diretoria de Registro e Controle Acadêmico - DIRCA Campus Universitário-BR 110-KM 46-Costa e Silva - CEP 59633-010 - Mossoró-RN Internet: www.uern.br e-mail: dirca@uern.br CNPJ: 08.258.295/0001-02 DISCENTES: Isadora Karoline; Maria Eduarda; Sílvia Zilmara. Corpo Lúteo Quando não há fecundação o corpo lúteo degenera, cerca de 10 a 12 dias; Posteriormente, é transformado em uma cicatriz branca denominada corpus albicans; Simultaneamente a produção de progesterona diminui e posteriormente ocorre a menstruação; Quando o ovócito é fertilizado, o hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) impede a degeneração do endométrio formando o corpo lúteo gravídico. Fecundação: Penetração da zona pelúcida; Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e espermatozóide; Término da segunda divisão meiótica do ovócito; Formação do pronúcleo masculino; Lise da membrana do pronúcleo. Ocorre agregação de cromossomos, arranjo, e a primeira clivagem do zigoto. Imagens de embriões humanos após fertilização in vitro capturados em microscopia eletrônica de varredura. A.Visualização do estágio de 2 blastômeros. B. Estágio de 3 blastômeros (aumento de 1.300x). C. estagio de 8 blastômeros (aumento de 1.100x). Fonte: Google Imagens. 4 Formação do Blastocisto: A mórula inicia no estágio de 12 a 32 células e termina quando forma o blastocisto; E e F são corte s do blastocisto. A zona pelúcida desapareceu no estágio de blastocisto tardio (5 dias) Segunda Semana do Desenvolvimento: Cavidade amniótica; Amnioblastos se separam do epiblasto, formando o âmnio que envolve a cavidade amniótica. 7 Funções do Âmnio: O âmnio envolve o embrião, formando a cavidade amniótica: Contém na sua cavidade o líquido amniótico responsável: Proteção mecânica contra traumas por choques e movimentos bruscos; Fonte: Google Imagens. Proteção do cordão umbilical; Proteção do bebê contra infecções devido às propriedades antibióticas; Estímulo ao desenvolvimento do sistema digestivo já que o bebê engole o líquido amniótico; Estímulo ao desenvolvimento do sistema respiratório do bebê, pois, estimula o crescimento e a maturação dos pulmões; Manutenção de uma temperatura constante dentro do útero; Mais espaço para que o bebê se movimente e desenvolva os músculos e os ossos. A bolsa amniótica se forma por volta da 2° semana de gestação, contendo pouca quantidade de líquido; Durante os primeiros quatro meses a placenta e as membranas vão produzindo cada vez mais líquido amniótico; A maior parte desse fluido, provém do fluido tecidual materno; O líquido amniótico que é deglutido pelo bebê chega aos intestinos, é absorvido e filtrado pelos rins; 11 No inicio da 11° semana o feto expele urina na cavidade amniótica, rica em sódio e ureia, mudando a composição do liquido; Normalmente o volume de liquido amniótico aumenta lentamente, chegando a cerca de 30 mL com 10 semanas, 350mL com 20 semanas e 700mL com 37 semanas, a partir daí, vai se reduzindo aos poucos; 12 Oligodramnia: O bebê fica mais suscetível a traumas; Em seu desenvolvimento ósseo e muscular prejudicado, nascendo com baixo peso; Prejuízo à maturação dos pulmões pode ser grave e resultar em insuficiência respiratória ao nascimento; Causas: Desidratação, que reduz a quantidade de líquidos em todo o corpo da mulher; Ruptura parcial da bolsa amniótica, com perda de pequenos volumes de líquido amniótico pela vagina; Alterações na placenta que prejudicam a nutrição do bebê e provocam uma redução na produção de urina; Malformações renais que impedem a produção de urina; Síndrome da transfusão feto-fetal no caso de gravidez de gêmeos não-idênticos em que um dos bebês recebe menos sangue do que outro e se desenvolve menos, produzindo menos urina e, consequentemente, menos líquido amniótico; Alguns medicamentos anti-hipertensivos e anti-inflamatórios também diminuem a produção de líquido amniótico. Polidramnia: A parede uterina fica mais distendida, o que estimula o trabalho de parto prematuro; Há uma associação maior também com prolapso do cordão umbilical na hora do parto vaginal, o que faz com que o cordão seja pressionado pela vagina e prejudique a oxigenação do bebê. Causas: Diabetes materno, o que aumenta a produção de urina do bebê; Gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos, etc.), o que implica em uma quantidade maior de líquido amniótico para a proteção dos bebês; Alterações congênitas como fendas palatinas ou malformações no sistema nervoso que atrapalham o funcionamento adequado do corpo do bebê; Amniocentese: É um procedimento invasivo que consiste na coleta de parte do líquido amniótico. É possível já que a bolsa e o líquido amniótico também se formam a partir do zigoto, contendo o mesmo material genético. Amniocentese: É um exame invasivo retira uma amostra do líquido amniótico e é examinada em laboratório Indicada para avaliação de síndromes cromossômicas. Exame diagnóstico, não é de rotina, pois traz riscos ao bebê. Só pode ser feito após indicação de problemas como alterações em exames feitos no inicio da gravidez; Normalmente feita a partir das 15 semanas de gravidez. O que o exame detecta: O exame é capaz de identificar, entre outros: Problemas cromossômicos como a síndrome de Down e a trissomia do cromossomo 18; Defeitos congênitos no tubo neural como espinha bífida e anencefalia (que também são detectáveis mais tarde pelo ultrassom); Doenças hereditárias que afetam o sangue, como a anemia falciforme, a talassemia e a hemofilia. Doenças como a fibrose cística. Riscos: Cerca de uma em cada 100 mulheres que se submetem ao exame perdem o bebê; Em casos bem mais raros (um em cada mil), o procedimento pode causar uma infecção grave; Saco vitelino ou vesícula umbilical: Função principal: armazenar substâncias nutritivas (vitelo) No início da embriogênese o saco vitelino é encarregado pela produção das hemácias; Nos mamíferos é pouco desenvolvido e atrofiado, já em peixes, répteis e aves é bem desenvolvido Transferência de nutrientes para o embrião durante a 2° e 3° semanas, quando a circulação uteroplacentária está sendo estabelecida; Formação do sangue ocorre no mesoderma extra-embrionario que cobre o saco vitelino no inicio da 3° semana, e continua até a atividade hematopoética se iniciar no fígado, durante a 6° semana; Saco vitelino ou vesícula umbilical: Durante a 4° semana o endoderma do saco vitelino é incorporado pelo embrião, formando o intestino primitivo, ao epitélio da traqueias, dos brônquios, pulmões e trato digestivo; Células germinativas primordiais aparecem no revestimento do endodérmico na parede do saco vitelino, e posteriormente migram para as glândulas sexuais em desenvolvimento. Pedículo de conexão: Formação - Derivado do mesoderma extra-embrionário - Formação do cordão umbilical Cordão Umbilical - Possui duas artérias e uma veia. Vasos sanguíneos do cordão umbilical - Alongamento do pedículo de conexão Dobramento do cordão umbilical CURIOSIDADES: Cordões muito longos ou muito curtos são anormais LONGOS: prolapso e enrolar : hipóxia CURTOS: separação da placenta durante o parto CÓRION: Formação - Sinciotrofoblasto e citotrofoblasto - Mesoderma somático extra-embrionário Revestimento e proteção Vilosidades coriônicas - Primarias Projeções celulares que crescem para dentro do sinciciotrofoblasto. As vilosidades coriônicas primárias ao adquirirem eixo central de mesênquima [...] - Secundarias - Terciárias CÓRION Corion Liso - Revestimento Corion Viloso - Componente da parte fetal da placenta. Fixação Nutrição Secreção Alantóide Não é funcional em embriões humanos; Da 3 a 5 semana ocorreformação de sangue na parede do alantóide; No feto a porção intra- embrionária vai do umbigo á bexiga; Com o crescimento da bexiga o alantoide involui, formando o úraco; Depois do nascimento o úraco transforma-se em um cordão fibroso- ligamento umbilical mediano. Placenta Durante a 2° a 3° semana DESENVOLVIMENTO DAS VILOSIDADES CORIÔNICAS Fim da segunda semana – começam a se ramificar Inicio da terceira semana – recobrem toda a superfície No decorrer da terceira semana – vasos sanguíneos se tornam visíveis nas vilosidades. Final da 3° semana O sangue do embrião começa a fluir lentamente pelos capilares coriônicos = TROCA MATERNO-FETAL. ESTRUTURA -Decídua basal– forma o componente materno da placenta; -Decídua capsular-recobre o concepto; -Decídua parietal- toda a parte restante. Uma porção fetal- originária do saco coriônico; Uma porção materna- derivada do endometrio. FUNÇÓES : Metabolismo placentário- sintetiza moléculas (energia e nutrientes) Secreção endócrina- hormônios proteicos e esteroides; Sistema de transporte ; - Nutrientes e O2 : do sangue materno para o fetal; - Excretas e CO2 : do sangue fetal para o materno. MEMBRANA PLACENTÁRIA Até cerca de 20 semanas essa membrana é formada por sinciciotrofoblasto, citrotofoblasto, tecidos conjuntivo das vilosidades e endotélio de capilares fetais; Dita como uma barreira protetora. Final da 4° semana A rede vascular já está completa se estabelece na placenta; Formação de uma capa de citotrofoblasto que envolverá todo o saco coriônico; Vilosidades –tronco ou de ancoragem se prendem no endométrio através da capa citotrofoblasta; Vilosidades ramificadas ou terminais crescem ao lado das vilosidades-tronco; Formação de uma rede venosa arteriocapilar. Referências: MOORE, K. Embriologia Básica. 7ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. Amniocentese: http://brasil.babycenter.com/a1500585/amniocentese Acesso em 16 de Março de 2017.