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1- Diferencie instinto e pulsão. R: Pulsão - existe na espécie humana, o seu objeto é variável de pessoa para pessoa, podendo ser interno ou externo, tem registro mental e a fonte sempre é a zona erógena. (Exprime uma ideia de urgência em se descarregar, parecendo específica em termos psicológicos). Componentes: alvo (finalidade, meta, objetivo), objeto, e fonte - origem da fonte sempre é corporal (zona erógena). Instinto – existe na espécie animal também, o seu objeto é fixo, invariável, pois é pré-determinado, não tem registro mental e sua origem é intrassomática (bioquímico). (Padrão de comportamento pré determinado, fixado pela hereditariedade, comum a todos os membros da espécie.) Pulsões são mais maleáveis, podem ser razoavelmente reconhecidas, são mais nítidas, melhor desenhadas que os instintos, mais vivenciadas, podem até ser buriladas. 2- Defina pulsão. R: Pulsão é o processo dinâmico de uma pressão ou força (carga energética) faz tender um organismo para um alvo. A pulsão, tem uma fonte, um estado de tensão interna; tem um alvo, um objetivo, que é acabar com a tensão em sua fonte, e tem um objeto que é aquilo que vai permitir à pulsão atingir seu alvo. Pensemos, para exemplificar, no desejo de ter um filho. Ele pode ser o resultado de diversos outros desejos, que se organizaram nessa vontade resultante. É um desejo complexo, variável de pessoa para pessoa, aparece em momentos diferentes para cada um de nós, às vezes pode nem aparecer dessa forma, pode ser reprimido ou mesmo mudado em seu objeto (ter uma profissão por exemplo, em vez de ter um filho). É portanto, exemplo de uma pulsão, no caso dos seres humanos. 3- Identifique e explique os componentes da pulsão. R: As pulsões possuem quatro elementos: ● Pressão: é uma energia potencial, algo latente à pulsão, que exerce sua força e é de fato, a sua essência. Fator motor, intensidade com que a força atua no indivíduo. Tal energia potencial impulsiona a psique. Esta energia flui constantemente, é um potencial energético sempre presente e insaciável, por não estar a serviço de nenhuma função biológica, como a fome ou a sede. ● Alvo: é sua satisfação completa, a qual segundo Freud jamais será satisfeita. O máximo que o organismo e a psique podem atingir é uma satisfação parcial da pulsão através de sua descarga por objetos. ● Objeto: pode ser qualquer coisa que permita a descarga parcial da mesma, pois o objeto da pulsão depende da fantasia e do desejo do indivíduo, é aquilo junto a que, ou através de que, a pulsão pode atingir seu alvo, é variável, e não está intrinsecamente ligado à pulsão. O objeto está ligado à pulsão em consequência de sua potencialidade para tornar possível a satisfação. Meio pelo qual a pulsão alcança a satisfação, tudo aquilo que serve para satisfazer. ● Fonte: é o interior do corpo. Com efeito, a pulsão está numa posição intermediária entre o corpo e a psique. 4- Explique os elementos da representação da pulsão. ● R: Elemento qualitativo: representante ideativo – lembrança, fantasia, palavra, história imaginária, sempre acompanhado por um afeto, carga emocional. representação inconsciente. ● Elemento quantitativo: (afeto) emoção vaga (sou incapaz de ter uma discriminação de que emoção é essa que estou experienciando, eu não nomeio), ou pode ser uma emoção que qualifico (nomeio), que pode ser prazerosa ou desprazerosa, sempre acompanha o representante ideativo. nunca é inconsciente 5-Explique a primeira teoria pulsional de Freud. R: A primeira teoria das pulsões baseia-se na neurose (de transferência) e na perversão, a psicose não é incluída. Segundo Freud, o conflito psíquico se expressaria através da oposição entre as pulsões do ego (auto conservação) e as pulsões sexuais (libido). O princípio de prazer e desprazer seria a instância reguladora das tensões, cujo objetivo seria a manutenção do menor nível de tensão. Nesta Teoria, a neurose seria o resultado da prevalência das pulsões do ego, enquanto que a perversão, a prevalência das pulsões sexuais. A pulsão sexual (libido/desejo) é responsável pela perpetuação da espécie, não necessita de um objeto externo para ser satisfeito, regida pelo princípio do prazer. Freud vê na pulsão sexual o objeto privilegiado do recalcamento no inconsciente. Para ele, esta pulsão funciona segundo as leis do processo primário (catexia livremente móvel); ela estaria a serviço da conservação da espécie. As pulsões do ego estariam ligadas às necessidades, às funções corporais essenciais à conservação da vida do indivíduo. Estas pulsões estariam associadas ao princípio de realidade, sendo possível o adiamento de sua satisfação (processo secundário), necessita de objetos externos para sua satisfação. Além disso, elas só poderiam satisfazer-se com um objeto real, se opondo às sexuais que poderiam satisfazer-se na fantasia e ambas tem a sua disposição em um mesmo órgão/região. 6- Como as pulsões de auto conservação e as pulsões sexuais colaboram e se opõe. R: Segundo Freud, esse dualismo opera desde as origens da sexualidade, pois a pulsão sexual se destaca das funções de auto conservação em que a princípio se apoiava; ele procura explicar o conflito psíquico, pois o ego encontra na pulsão de auto conservação o essencial da energia necessária à defesa contra a sexualidade. A intensidade das pulsões que se originam no corpo e atuam na mente são distinguidos por qualidades diferentes. A pulsão sexual está apoiada a pulsão de auto conservação pois tem a sua disposição em um mesmo órgão/região, no entanto são utilizados de outras formas como por ex: pulsão de auto conservação: a boca serve para matar sede e fome e na pulsão sexual a boca serve para proporcionar prazer através de um beijo, falar, entre outras coisas. A mesma boca que come e bebe a água que garante a sobrevivência biológica do sujeito é a mesma boca que também morde, beija, fala, etc. E a oposição se dá através do conflito, quando existe um conflito entre a auto conservação e a sexualidade, aquele órgão/região que é o lugar das duas funções é também o lugar que vai aparecer o sintoma. 7- Explique o que é narcisismo. R: O narcisismo consiste em desvios extremos da maneira como a pessoa pensa, percebe, sente e se relaciona com os outros. Em outras palavras, trata-se de uma grave perturbação do caráter e das tendências comportamentais do sujeito, afetando todas as áreas da sua personalidade, a maneira como vê o mundo, os outros e a si mesmo, o modo como expressa e gerencia suas emoções e o seu comportamento social. Alguns dos possíveis sintomas são: irritação e nervosismo quando contrariados, senso exagerado de superioridade e importância, crença de ser especial e único, ausência de empatia. O Narcisismo, em psicanálise, representa um modo particular de relação com a sexualidade. É um conceito crucial no seu desenvolvimento teórico. O narcisismo é um protetor do psiquismo e um integrador daimagem corporal, ele investe o corpo e lhe dá dimensões, proporções e a possibilidade de uma identidade, de um Eu. O narcisismo ultrapassa o autoerotismo e fornece a integração de uma figura positiva e diferenciada do outro, é uma etapa intermediária entre o amor de objeto e o autoerotismo (pulsão satisfeitas através do nosso próprio corpo). 8- Explique em que consiste a libido do ego e a libido do objeto. R: Em "sobre o narcisismo", o ego é apontado como um grande reservatório, do qual flui a libido aos objetos e para o qual regressa, vindo dos objetos. A libido objetal era, portanto, inicialmente, libido do ego. Pode-se concluir que a libido objetal (libido investida em objeto) pode deslocar-se em seus investimentos, mudando de objetos e objetivos, não havendo desta forma direcionamento pré-determinado. Quando a libido é investida no ego (nela mesma, amor próprio), diz-se libido do ego ou libido narcísica. Quando é investida nos objetos (em um objeto externo, no outro), diz-se libido do objeto. Para ele, a fase da infância que antecede a formação do ego é caracterizada pela ausência de relações objetais. Nessa fase, entendida como anobjetal, todo o investimento libidinal do bebê é feito no seu próprio corpo, quando satisfaz suas pulsões parciais por meio das zonas erógenas a elas correspondentes. 9- Explique a escolha objetal anaclítica. R: Escolha objetal – como você escolhe amar. Ato de se escolher ou de se eleger uma pessoa como objeto de amor. Coerente com o seu próprio ego (narcísica) e a que seria coerente com quem investiu nesse ego, quem cuidou e deu atenção a ele (anaclítica). Na escolha de objeto anaclítica, a pulsão sexual está apoiada na pulsão de auto conservação. É uma escolha regressiva e complementar – mulher que alimenta e homem que protege. Infantilizante para um, acentua o papel parental do outro. Na escolha anaclítica, o que importa é ser amado. Ama-se segundo o modelo do amor recebido na relação com as figuras parentais, aquela que alimenta, aquele que protege. O amor objetal completo do tipo anaclítico, segundo Freud, é o modo de amar tipicamente masculino (embora afirme que também possa ser encontrado em algumas mulheres). Decorre dele a supervalorização sexual do objeto que nos casos de apaixonamento atinge seu mais alto grau. Nesses casos, em que o sujeito abriu mão do seu próprio narcisismo, ocorreu um empobrecimento da libido dirigida ao ego, em favor do objeto amoroso. 10- Explique a escolha objetal narcísica. R: Na escolha objetal narcísica, toma a si mesmo como objeto amoroso, o que se é, o que se foi, o que se gostaria de ser, alguém que um dia foi parte da própria pessoa. Freud escreve que as escolhas objetais narcisistas se manifestam predominantemente nos homossexuais e em alguns tipos de mulheres. O narcisismo de outra pessoa, diz ele, "exerce grande atração sobre aqueles que renunciaram a uma parte do seu próprio narcisismo" (1914/1974, p.106). Desse modo, completa que, como nos homens predominam as escolhas do tipo objetal de ligação, estaria explicado por que certas mulheres narcisistas exercem tanta atração sobre eles. A escolha objetal narcísica é segundo Freud, amar a si mesmo através de semelhante; e todo amor objetal comporta uma parcela de narcisismo. O eu representa um reflexo do objeto. O ideal sexual tem uma relação auxiliar com o ideal de ego. Pode ser empregada para satisfação substituta, onde a satisfação narcisista encontra reais entraves. A pessoa amará segundo o tipo narcisista de escolha objetal. 11- Diferencie narcisismo primário e secundário. R: Narcisismo primário: seria um estado precoce anobjetal em que a criança investiria toda a sua energia psíquica, a libido, em si mesma, não tendo desejo sexual. Em Freud o narcisismo primário designa o primeiro narcisismo que ocorre na criança que toma a si mesma como objeto de amor, antes de escolher objetos exteriores. Este estado corresponderia à crença da criança na onipotência original, assim toda sua energia psíquica seria gasta nela própria (chorar, rir, comer, defecar, etc.). Narcisismo secundário: é uma estrutura permanente do sujeito, ocorrendo na fase adulta. E seria um retorno ao ego da energia psíquica investida nos objetos, ou seja, retirada dos seus investimentos objetais, fazendo-o sentir mais prazer pelo retorno recebido ao invés de sentir desejo sexual pelos objetos. Do ponto de vista tópico, o ideal de ego (personalidade e caráter) representam formações narcísicas que nunca são abandonadas, fazendo incidir os investimentos do ego sobre si mesmo (vaidade, necessidade de reconhecimento, desejo de perfeição e etc.). Os tipos mais comuns de narcisismo secundário que estabelecem as idealizações do ego são: ● Narcisismo do estético, baseado no ego ideal (personalidade), que estabelece a vaidade física como forma de obter reconhecimento e segurança. ● Narcisismo do intelecto, que estabelece a vaidade do relacionamento: ● Prepotência: vaidade do poder. ● Presunção: vaidade do saber. ● Orgulho: vaidade da perfeição. ● Narcisismo espiritual, baseado no ideal de ego (caráter), que estabelece a perfeição divina. ● Narcisismo sexual, que estabelece a homossexualidade, escolhendo, como objeto, ele próprio, o que o leva a buscar alguém do mesmo sexo. 12- O que é compulsão à repetição? R: O termo é usado a comportamentos repetitivos que dão "errado", ou seja, você sabe que aquilo não vai te dar um retorno, mas continua insistindo. Ex. Roer unha. Você sabe que aquilo pode machucar e que pode conter bactérias, mas você persiste naquilo, muita das vezes até como forma de alívio (Ex. Ansiedade). Observando seu neto, Freud demonstrou que a brincadeira de jogar um carretel e em seguida puxá-lo de volta pelo barbante, proferindo as palavras Fort (saiu) e Da (voltou), era uma revivência da experiência desprazerosa de saída e retorno de sua mãe. Podia-se pensar que essa repetição se tratava de tentativas do eu para dominar as experiências desprazerosas e ocupar um lugar ativo em relação a elas, ao invés do originário passivo. Mas a compulsão à repetição é mais fundamental que a procura de um prazer ou da evitação de um desprazer: são experiências claramente desagradáveis que são repetidas, e não parece que nenhuma instância psíquica possa conseguir satisfação em sua repetição. A compulsão à repetição nada mais seria do que uma tentativa, por parte do ego, de obter um domínio destas situações desagradáveis, vinculando a energia. É mediante a repetição que o aparelho psíquico consegue o equilíbrio buscado pelo princípio do prazer. Nesse contexto podemos pensar na compulsão à repetição como um funcionamento que, embora não contradiga o princípio do prazer, parece funcionar na tarefa de dominação dos estímulos de forma independentemente e mais primitiva do que o intuito de obter prazer e evitar o desprazer. 13- Explique a partir de que situações Freudconstatou a existência da compulsão à repetição. R: Em estudos sobre a histeria, Freud menciona o termo ``compulsão a repetição`` no caso Frau M. Von; no livro Fragmentos da análise de um caso de histeria ([1905]1972) a paciente abandona o tratamento num ato de repetição, fato elucidado somente anos depois, nos pós-escritos do caso clínico. Ainda não se tratava da construção de um conceito. A repetição como conceito psicanalítico somente é trabalho por Freud em Recordar, repetir e elaborar ([1914]1969), como retorno do recalque, e em Além do princípio de prazer ([1920]1976) como compulsão. 14- Explique a segunda teoria das pulsões de Freud. R: A segunda teoria está ligada à lógica da constituição do sujeito (fala, falta, castração, ...) e, portanto, ao édipo estrutural. Ela leva em conta a psicose e aponta diretamente para a sublimação (aceitação da falta, prazer não sujeito a conflito). Freud percebe a existência da pulsão de morte a partir de sua experiência clínica, onde se depara com a questão do sadomasoquismo, da compulsão à repetição e da reação terapêutica negativa. Estas experiências mostram a ele que o funcionamento psíquico não é exclusivamente dominado pelo princípio de prazer. Ocorre então, uma profunda modificação em sua teoria das pulsões: passa a entender o indivíduo como marcado pelo conflito entre pulsões de morte e de vida e não mais entre as do ego e as sexuais. Freud afirma que a pulsão de morte estaria no princípio de qualquer pulsão. Ela pode ser entendida como um desejo de recuar a condição desejante. Estas pulsões tendem para a redução completa das tensões (descarga total), reconduzindo o ser vivo ao estado anorgânico (Princípio de Nirvana). A pulsão de morte pode aparecer voltada para o interior sob a forma de autodestruição ou dirigida para o exterior, manifestando-se sob a forma de agressão ou destruição. A pulsão sexual e as de auto conservação são, então, assimiladas às pulsões de vida. Por pulsão de vida, Freud entende uma força que tende à ligação, à constituição e conservação das unidades vitais. A pulsão de vida (Eros) está ligada à aceitação da existência do objeto e está vinculada à sublimação. 15- Explique o que quer dizer Fusão e Desfusão pulsional. R: No artigo O problema econômico do masoquismo; Freud fala na diversidade de expressão da pulsão de morte, onde a destrutividade é uma das expressões que caracteriza o par sadismo-masoquismo. A libido enfrenta a pulsão de morte e desvia grande parte fora através da musculatura, enquanto a outra parte permanece no interior do organismo e, como um resíduo, e é daí que vai se constituir o masoquismo original. A explicação para esse masoquismo original entende-se através dos conceitos de fusão e desfusão da pulsão, onde essas pulsões de vida e de morte podem se misturar em proporções variáveis, neste caso a fusão designaria um grau elevado de mistura entre ambas, enquanto a desfusão indicaria um funcionamento quase que separado das duas espécies de pulsões. Sendo assim, as pulsões de morte pode ser entendida como um retorno a um estado anterior. 16- Explique os seguintes mecanismos de defesa: ● Sublimação: São os mais evoluídos de todos os mecanismos de defesa. Canalizamos os desejos afetivos para outras atividades ou alvos; descarregamos nossa energia acumulada em outras áreas, minorando a tensão e o sofrimento. ● Projeção: Resumidamente, podemos dizer que é o deslocamento de um impulso interno para o exterior, ou do indivíduo para outro. Os conteúdos projetados são sempre desconhecidos da pessoa que projeta, justamente porque tiveram de ser expulsos, para evitar o desprazer de tomar contato com esses conteúdos. Um exemplo é uma mulher que se sente atraída por outra mulher, mas projeta esse sentimento no marido, gerando a desconfiança de que será traída, ou seja, de que a atração é sentida pelo marido. Além desse, outros exemplos de projeção podem estar na causa de preconceitos e violência. ● Formação Reativa: É um mecanismo caracterizado pela aderência a um pensamento contrário àquele que foi, de alguma forma, recalcado. Na formação reativa, o pensamento recalcado se mantém como conteúdo inconsciente. As formações reativas têm a peculiaridade de se tornar uma alteração na estrutura da personalidade, colocando o indivíduo em alerta, como se o perigo estivesse sempre presente e prestes a destruí-lo. Um exemplo, uma pessoa com comportamentos homofóbicos, que na verdade, sente-se atraído por pessoas do mesmo sexo. ● Isolamento: É o mecanismo em que um pensamento ou comportamento é isolado dos demais, de forma que fica desconectado de outros pensamentos. É uma defesa bastante comum em casos de neurose obsessiva. Os exemplos desse mecanismo são diversos, como rituais, fórmulas e outras ideias que buscam a cisão temporal com os demais pensamentos, na tentativa de defesa contra a pulsão de se relacionar com outro. ● Anulação: A pessoa tem uma ação que visa apagar o rastro do impulso ou ação anterior, como num ato mágico. Ex: bater na madeira quando se tem um desejo inaceitável ou faz o sinal da cruz quando tem um pensamento ruim. Tem pessoas que acham que o pedido de desculpa deveria anular imediatamente a ação destrutiva anterior. ● Negação: É a defesa que se baseia em negar a dor, ou outras sensações de desprazer. É considerado um dos mecanismos de defesa menos eficazes. Podemos citar como exemplo o comportamento de crianças de “mentir”, negando ações que realizaram e que geram castigos. ● Conversão: é um mecanismo de defesa pelo qual a ansiedade causada por impulsos e sentimentos reprimidos é “convertida” em uma queixa física, como tosse ou sentimentos de paralisia. Freud observou essa manifestação física de ansiedade em clientes como Dora, que se queixava de tosse, perdendo a voz e com sintomas semelhantes à apendicite. Após investigação, Freud atribuiu sua tosse à fixação durante o estágio oral do desenvolvimento psicossexual e ligou sua apendicite a uma “fantasia de parto”. ● Deslocamento: ocorre quando uma pessoa reprime o carinho, medo ou impulsos que eles sentem em relação a outra pessoa. Aceitando que é irracional ou socialmente inaceitável demonstrar tais sentimentos, a psique impede que sejam convertidos em ações. No entanto, os sentimentos são deslocados para uma pessoa ou animal a quem é aceitável expressar tais sentimentos. Uma pessoa que não gosta de seu professor depois de receber notas baixas pode achar que seria punido se expressasse sua hostilidade em relação a ele. Portanto, eles podem inconscientemente deslocar sua antipatia para seu melhor amigo, o tratando mal sem justificativa. ● Identificação: A fim de pacificar uma pessoa que percebemos ser uma ameaça, podemos imitar aspectos de seu comportamento. Adotando seus maneirismos, repetindo frases ou padrões de linguagem que eles tendem a usar e espelhando seus traços de caráter,uma pessoa pode tentar apaziguar uma pessoa. Esse mecanismo de defesa foi descrito por Anna Freud como identificação com um agressor. Uma pessoa quando é transferida de escolas ou países, iniciando um novo emprego ou entra em um novo círculo social pode adotar as normas sociais ou atitudes de colegas, vizinhos, colegas ou outras pessoas a quem eles buscam aceitação, por exemplo, para evitar serem rejeitados por seus colegas ou novos pares. ● Racionalização: ocorre quando uma pessoa tenta explicar ou criar desculpas para um evento ou ação em termos racionais. Ao fazê-lo, eles são capazes de evitar aceitar a verdadeira causa ou razão resultante da situação atual. Exemplos de racionalização incluem um ladrão que culpava o alto preço dos doces para justificar o roubo de uma barra de chocolate, quando, na verdade, ele simplesmente apreciava o ato de furtar em lojas. Se uma pessoa não passar no exame, ela pode se abster de culpa ao racionalizar que estava ocupada demais para estudar durante o período de revisão. ● Repressão ou Recalque: é talvez o mais significativo dos mecanismos de defesa em que sentimentos e impulsos reprimidos podem levar ao uso de muitos outros mecanismos. De acordo com a teoria psicodinâmica de Sigmund Freud, os desejos impulsivos do id da psique são impedidos por serem preenchidos pelo ego, que observa o Princípio da Realidade – que nossas ações são restringidas pelo nosso ambiente, incluindo a etiqueta social. Além disso, o superego atua como nossa bússola moral, induzindo sentimentos de culpa por ter experimentado os desejos irracionais que o id cria. As tensões inevitavelmente surgem entre o id, o ego e o superego e a culpa induzida por este último pode levar a sentimentos de ansiedade e vergonha. Para viver com tais sentimentos, Freud acreditava que nossas mentes reprimem os pensamentos na origem de nossas ansiedades: em vez de contemplá-los conscientemente, eles são “engarrafados” na mente inconsciente, emergindo em sonhos simbólicos e padrões inexplicáveis de comportamento. Freud e seu colega, Josef Breuer, usaram técnicas como hipnose, regressão e associação livre para encorajar os clientes a recordar e aceitar memórias e impulsos reprimidos. ● Idealização: Envolve a criação de uma impressão ideal de uma pessoa, lugar ou objeto, enfatizando suas qualidades positivas e negligenciando as que são negativas. A idealização ajusta a maneira pela qual percebemos o mundo ao nosso redor e pode nos levar a fazer julgamentos que apoiem nossos conceitos idealizados. As pessoas muitas vezes idealizam suas lembranças de estar de férias ou de lembranças da infância, vendo-as como “tempos mais felizes”, mas não conseguem lembrar-se de argumentos ou tensões durante esses períodos. Nós muitas vezes idealizamos a imagem que temos de pessoas que admiramos – parentes, parceiros ou celebridades, inventando desculpas para seus fracassos e enfatizando suas qualidades mais admiráveis. ● Regressão: ocorre quando uma pessoa reverte para os tipos de comportamento que eles exibiram em uma idade mais precoce. O estresse da vida adulta e a ansiedade associada podem levar a uma pessoa que busca conforto em coisas que associam a momentos mais seguros e felizes. Eles podem regredir comendo refeições que lhes foram dadas quando criança, assistindo a filmes ou desenhos animados antigos, agindo sem pensar nas consequências de suas ações. ● Fixação: Ocorre quando uma pessoa, em seu desenvolvimento, não progride de maneira normal, parando parcialmente em uma fase do desenvolvimento; 17- Revejam as definições de mecanismos de defesa da apostila. OK 18- Revejam o roteiro da prova integrada. 1. Os sonhos infantis consistem na realização de desejos que não foram satisfeitos na véspera dos sonhos. 2. O conteúdo manifesto dos sonhos de adultos é o substituto disfarçado dos conteúdos inconscientes. 3. Os sonhos de adultos são desprovidos de censura, por essa razão, costumam ser lógicos e coerentes. FALSO, pois, os sonhos de adultos têm censura sim. 4. Os sonhos de adultos se formam quando um desejo reprimido se liga a um acontecimento ocorrido na véspera do sonho (resto diurno). 5. Ao estudar os sonhos de crianças a partir de 1 ano e meio de idade, Freud constatou que estes sonhos não são estranhos, confusos e incompreensíveis, diferentemente dos sonhos de adultos que via de regra tem um conteúdo ininteligível. 6. Os sonhos são realizações disfarçadas de desejos reprimidos. 7. Os sonhos são alucinações resultantes de descargas oriundas do lobo frontal do cérebro. Contém três processos importantes: o conteúdo latente, conteúdo manifesto e o conteúdo ilusório. FALSO: apenas o conteúdo latente e manifesto são processos reais, o conteúdo ilusório não existe. 8. Nos sonhos o simbolismo constitui a representação indireta e figurada de conteúdos inconscientes, como podem ser encontrados nos mitos, nos contos de fadas, na arte. 9. Nos sonhos a condensação possibilita a representação do todo pela parte. 10. O deslocamento é um mecanismo da elaboração onírica que substitui uma ideia inconsciente de grande peso emocional por outra ideia consciente de menor peso emocional. Exemplo: sonhar que mata o leão (menor peso) no lugar de matar o pai (grande peso), ou seja, o desejo inconsciente de matar o pai levou a esse sonho. 11. Segundo Freud, os sonhos têm as seguintes funções: guardião do sono e satisfação alucinatória de desejos reprimidos. 12. Os sonhos infantis são simples, não enigmáticos pois não existe a censura, logo a criança sonha com os desejos não satisfeitos na véspera do sonho. 13. A elaboração onírica é o processo que transforma os pensamentos manifestos do sonho em pensamentos latentes, mediante o deslocamento, condensação, simbolismo. FALSO: transforma os pensamentos latentes em pensamentos manifestos. 14. As experiências de sugestão hipnótica realizadas por Bernheim demonstraram que as recordações do paciente não se perdem, sendo possível despertar suas lembranças em estado normal. 15. O recurso técnico empregado por Freud após o abandono da hipnose foi a sugestão, pressionando a testa de suas pacientes para força-las a trazerem as lembranças dos acontecimentos esquecidos. 16. Ao utilizar a sugestão com suas pacientes, Freud descobriu o mecanismo da resistência que se opõe ao acesso do paciente ao inconsciente seja por meio das palavras, ações, julgamentos críticos. 17. Após abandonar a hipnose pela impossibilidade de hipnotizar todas as suas pacientes, Freud se apoiou na experiência da sugestão hipnótica realizada por Bernheim, permitindo que Freud pudesse desvincular o método catártico da hipnose. 18. O sintoma é a expressão simbólica de um conflito psíquico entre o desejo e a defesa e representa uma formação de compromisso ou formação substitutiva pois representa o retorno disfarçado do desejo reprimido/recalcado. 19. Conversão histérica é o mecanismo que transpõe para um plano corporal o conflito entre o desejo e a defesa,produzindo o aparecimento de sintomas de natureza física. 20. Freud quando estudou o caso clínico de uma paciente (Elizabeth) que sofria de dores nas pernas e apresentava dificuldades para caminhar, com o diagnóstico de histeria, pode-se dizer que essas dificuldades da paciente se tratavam de uma conversão, enquanto um sintoma. 21. Na primeira conferência apresentada por Freud nos EUA ele afirmou que “onde há um sintoma encontra-se também uma amnésia, uma lacuna, e o preenchimento dessa lacuna implica a eliminação das condições que geram o sintoma”. Essa afirmação refere-se à Psicose. FALSO. 22. Freud ao apresentar sua primeira conferência nos EUA argumentou que o médico diante das lesões cerebrais orgânicas muitas vezes não sabe o que fazer, mas diante de determinados fenômenos onde não existe comprometimento orgânico, embora aparente ser uma doença grave, o médico se sente um verdadeiro leigo. Freud está se referindo aos casos de histeria que pode simular todo um conjunto de graves perturbações. 23. Os pesquisadores Jean Martin Charcot e Pierre Janet acreditavam que a histeria era proveniente de uma degeneração do sistema nervoso. 24. Para Freud a histeria seria proveniente de um conflito entre o desejo e a defesa que se dá no interior do psiquismo. 25. O método catártico foi empregado por Breuer no tratamento de Anna O. durante os anos de 1880 e 1882. Esta paciente apresentou uma série de sintomas como: hidrofobia, perturbações visuais, alterações dos globos oculares, alucinações com cobras, serpentes e caveiras, impossibilidade de falar a língua materna, paralisia – VERDADEIRO ATÉ AQUI - degeneração, arteriosclerose, perturbações gastrointestinais, apoplexia nervosa – FALSO. 26. Dentre as características do inconsciente postuladas por Freud pode-se afirmar a ausência de contradição, atemporalidade, a-espacialidade, processo primário. 27. O pré-consciente é constituído por conteúdos hereditários: herança pessoal, herança filogenética e os desejos recalcados na infância. FALSO: esses conteúdos pertencem ao INCONSCIENTE. 28. A consciência é um atributo excepcional da mente pois ela é basicamente perceptiva e não tem a função de memória. 29. Os recursos técnicos do método psicanalítico utilizados por Freud para exploração do inconsciente foram: associação livre, interpretação dos sonhos e análise dos lapsos. 30. A análise dos lapsos permite a investigação do inconsciente. 31. A interpretação dos sonhos é a estrada real para o inconsciente. Ela fornece o caminho mais sólido e mais seguro para se conhecer o inconsciente. 32. Os chistes são formas de expressão que nos permite expressar por meios indiretos, como piadas, ironias, trocadilhos e brincadeiras, conteúdos de natureza sexual hostil. 33. A associação livre é o recurso que possibilita ao paciente expressar livremente e espontaneamente tudo que lhe venha a mente, sem seleção e sem crítica. 34. Segundo Freud, os atos falhos são fenômenos do cotidiano tais como: trocas na escrita e na fala, atos estabanados, etc. Esses fenômenos são casuais e fortuitos, ocorrem por falta de atenção e portanto, não tem relação com a hipótese do determinismo (nada ocorre por acaso). FALSO: não são casuais e nem ocorrem por falta de atenção. 35. Os atos falhos exprimem intenções que devem ficar ocultas da consciência. 36. Os atos falhos realizam disfarçadamente os desejos reprimidos. 37. A análise dos atos falhos permite descobrir a parte oculta da mente. 38. Os atos falhos são as piadas, ironias, brincadeiras (formação substitutiva) que realizam disfarçadamente o desejo reprimido. FALSO: essa é a descrição dos chistes. 39. Os chistes consistem nas falhas que todos nós cometemos ao longo da vida, tais como: trocas de palavras, atos estabanados, tropeções, esbarrões, demonstrando a parte oculta da mente. FALSO: essa é a descrição dos atos falhos. 40. A hipótese do determinismo afirma que na nossa mente nada ocorre por acaso. Desta forma, pode-se dizer que a consciência encobre processos mentais desconhecidos. 41. Os chistes são uma forma de expressão de conteúdos inconscientes, assim como os sonhos e os atos falhos. 42. Por meio de uma piada podemos expressar indiretamente o que não pode se tornar consciente por outros meios. 43. O chiste funciona como uma alusão que permite expressar conteúdos de natureza sexual e hostil por meio de uma brincadeira. 44. O método catártico é um procedimento no qual o paciente pode recordar e reconstituir os acontecimentos do passado, investidos de uma carga emocional, possibilitando que tenham uma exteriorização afetiva, levando-os a limpeza da mente. 45. O julgamento de condenação é uma das saídas apresentadas por Freud para os desejos reprimidos que são libertados por meio do tratamento psicanalítico, substituindo o recalque que é inconsciente por um controle consciente do desejo. 46. A sublimação canaliza os impulsos sexuais infantis para alvos socialmente elevados, com finalidades artísticas, culturais, científicas, filantrópicas proporcionando um benefício para a coletividade. 47. O caso Anna O. possibilitou a descoberta por Breuer, da existência de dois estados mentais distintos: estado mental normal e estado mental consciente. FALSO. 48. Uma contribuição do médico francês Jean Martin Charcot foi demonstrar que a histeria não é uma doença tipicamente feminina como se acreditava desde os tempos de Hipócrates. 49. A psicanálise tem suas origens no método catártico, empregado pela primeira vez por Joseph Breuer no tratamento da histeria, no caso Anna O., durante os anos 1880 e 1882. 50. Segundo Freud, o humor é uma saída para emoções reprimidas. As piadas, principalmente as tendenciosas, serviriam como uma forma de liberar determinados pensamentos inibidos. 51. Ao usar a sugestão em suas pacientes para força-las a trazerem as lembranças dos acontecimentos esquecidos, Freud descobriu a resistência que as impedia de se lembrar de tais acontecimentos. 52. Segundo Freud, a resistência é uma força que atuou no passado expulsando da consciência os acontecimentos patogênicos e no presente se manifesta como recalque/repressão. FALSO: a resistência nos mostra o recalque. 53. Ao afirmar que os histéricos sofrem de reminiscências (sintoma), Freud alega que os sintomas histéricos são símbolos mnêmicos de experiências emocionais traumáticas que mantém o indivíduo alienado do seu presente, aprisionado nas experiências esquecidas do passado. 54. Pierre Janet, discípulo de Charcot, afirmou que a divisão da mente dos pacientes histéricos era decorrente de uma alteração degenerativa do sistema nervoso que se manifesta por uma fraqueza congênita, impedindo a síntese psíquica. 55. O teste de associação de palavras foi empregado pela escola de Zurique (Jung) para investigar a existência de complexos, demonstrando dessa forma que as associações não surgem ao acaso. 19- Revejam os exercícios sobre mecanismos de defesa. a. Paula é uma garota de 17 anos que após presenciar uma cena brutal no supermercado onde um bandidodeu um tiro no caixa ficou completamente assustada e inexplicavelmente incapaz de emitir qualquer tipo de som. CONVERSÃO. b. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter ficado enfurecida com o seu professor por ter tirado uma nota baixa na prova sonhou que chutava uma bola. DESLOCAMENTO. c. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter ficado enfurecida com o seu professor por ter tirado uma nota baixa na prova foi correndo se refugiar nos braços do seu namorado, soluçando e chorando. REGRESSÃO. d. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter ficado enfurecida com o seu professor por ter tirado uma nota baixa na prova responsabilizou seu namorado dizendo que não pode estudar pois teve que ficar com ele. PROJEÇÃO. e. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter ficado enfurecida com o seu professor por ter tirado uma nota baixa na prova, inexplicavelmente começou a manifestar uma preocupação exagerada pelo mesmo, temendo que algo de ruim aconteça a ele. FORMAÇÃO REATIVA. f. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter ficado enfurecida com o seu professor por ter tirado uma nota baixa na prova, inexplicavelmente começou a manifestar a necessidade rezar pelo bem-estar de seu professor. ANULAÇÃO. g. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter ficado enfurecida com o seu professor por ter tirado uma nota baixa na prova, inexplicavelmente passou a apresentar uma perturbação da audição e da fala. CONVERSÃO. h. Francine é uma jovem de 23 anos, displicente, costuma faltar nas aulas, não costuma fazer os exercícios propostos. Após por ter tirado uma nota baixa na prova disse que o professor havia se enganado na correção da prova pois ela é uma ótima aluna. NEGAÇÃO. i. Francine é uma jovem de 23 anos, estudiosa, assídua frequentadora das aulas. Após por ter sido injustamente chamada de displicente pelo professor e de ter tirado uma nota baixa na prova, inexplicavelmente passou a agir de forma indiferente como se nada tivesse acontecido. NEGAÇÃO. j. Francine é uma jovem de 23 anos que após perder sua mãe que era uma escritora de romances policiais, resolveu fazer o curso de letras numa conceituada faculdade de São Paulo, tornando-se tradutora de obras literárias e roteirista de filmes policiais. IDENTIFICAÇÃO. k. Francine é uma jovem de 23 anos, estudiosa, assídua frequentadora das aulas. Diz que não perde aula de forma nenhuma, pois acha as aulas de informática espetaculares já que, na sua opinião, seu professor é o melhor do país. IDEALIZAÇÃO. l. Francine é uma jovem de 23 anos, formada em nutrição. Disse que desde que se conhece por gente passou por muitas dificuldades econômicas, pois seus pais eram muito pobres, sentia vontade e também muita raiva por não poder comer determinados alimentos. Após sua formação decidiu trabalhar como voluntária, duas vezes por semana, na preparação de alimentos para crianças carentes. SUBLIMAÇÃO. m. Francine é uma jovem de 23 anos que após ter tirado uma nota baixa na prova disse que não teve tempo de estudar para a mesma. RACIONALIZAÇÃO. n. Alice é uma universitária, estudante de comércio exterior foi vítima de uma grande violência da infância ao presenciar o assassinato de seus pais quando tinha quatro anos de idade, o entanto é incapaz de se lembrar do ocorrido. RECALQUE/REPRESSÃO. o. Guida é uma mulher de 37 anos, casada. Durante 8 anos fez vários tratamentos para engravidar, mas nunca conseguiu realizar seu desejo de ser mãe. Entretanto, há dois anos graças a uma técnica revolucionária, conseguiu realizar seu intento. Porém, em função de problemas congênitos perdeu seu bebê logo após o nascimento. A partir daí, com a ajuda do marido abriu uma creche, dedicando-se a cuidar de crianças abandonadas. SUBLIMAÇÃO. p. Julio é um jovem de 23 anos, solteiro, baixo, tímido, gordinho e pouco popular entre as garotas, mas vive afirmando que está muito cansado pela quantidade de convites que tem recebido para trabalhar como stripper num clube de mulheres. NEGAÇÃO. q. Pedro é um rapaz de 22 anos, estudante do curso de psicologia, está apaixonado por uma colega de sua sala de aula. Porém, disse que inexplicavelmente passou a se preocupar excessivamente com ela após ter descoberto que ela estava namorando outro rapaz. FORMAÇÃO REATIVA.