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Conjunto Habitacional Heliópolis
PROJETO ARQUITETÔNICO II
ESTUDO DE CASO
Conjunto Habitacional Heliópolis
EQUIPE
Danielle de Santana Silva - RGM: 1644743-3
Gian Luca Sindici – RGM: 1647885-1
 PROFESSORA
 Rebeca De Mendonça
INTRODUÇÃO
 
O trabalho apresentado a seguir, trata-se de um estudo de caso de um Conjunto Habitacional escolhido pela equipe.
O objetivo principal do trabalho é analisar e citar todos os pontos necessários para a criação de um projeto de interesse social. Durante os estudos, pudemos nos aprofundar mais no problema social que é falta de moradia e de como estes conjuntos foram importantes para abaixar a porcentagem de pessoas que moram nas ruas ou com situação de moradia irregular.
Após várias pesquisas e análises, pudemos ampliar nossos conhecimentos sobre arquitetura e como um projeto de intervenção pode beneficiar um problema social que vem agravado no país há anos.
 
BIOGRAFIA
O escritório de arquitetura responsável pela criação do projeto habitacional se chama Biselli & Katchborian Arquitetos, composto por Mario Biselli e Artur Katchborian, arquitetos e urbanistas. 
O escritório foi fundado em 1987, dois anos após se tornarem arquitetos e urbanistas. O principal objetivo do escritório é projetar compreendendo e respondendo às transformações econômicas e culturais brasileiras. Biselli e Katchborian tem projetado todos os tipos de construções públicas e privadas. Estão em suas listas: residências, edifícios residências, comerciais e de serviço, edificações de interesse social, como escolas, templos religiosos e centros esportivos. Estes projetos foram realizados através de clientes privados ou então de concursos públicos, onde recentemente ganharam premiações significantes. 
Mario Biselli nasceu em São Paulo, no ano de 1961. Formou-se em 1985 pela Universidade Mackenzie. Tornou-se mestre pela mesma instituição em 2000 e recentemente também se formou em seu doutorado. Atualmente Biselli dá aulas na Faculdade Belas Artes e na Universidade Mackenzie. 
Artur Katchborian também nasceu em São Paulo, no ano de 1958. Formou-se junto com Biselli em 1985 e pós graduou-se em Docência no Ensino Superior. Desde a fundação do escritório, Katchborian coordena todas as atividades de gerenciamento técnico e ações administrativas, além das suas participações nos projetos. Atualmente faz parte do corpo docente de graduação no SENAC e pós-graduação da Universidade Mackenzie e SENAC.
OS AUTORES
Fig. 1 – Os Autores. Fonte: http://www.bkweb.com.br/
PRINCIPAIS OBRAS E PREMIAÇÕES
- Prêmio APCA 2010, Melhor Obra construída em São Paulo (CEU Pimentas) - APCA - Associação Paulista dos Críticos de Artes.
- Prêmio Rino Levi. IAB 2010 - Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/SP) - Melhor Obra Construída do Ano (CEU Pimentas).
- Projeto para Terminal 3 Aeroporto Internacional de Guarulhos - SP, 2010.
- La Biennale di Venezia - Mostra Internazionale di Architettura 2010 - arquiteto convidado para o Pavilhão Brasil.
- Primeiro Prêmio no concurso para o Centro Judiciário de Curitiba, PR, 2006.
- Primeiro Prêmio no concurso nacional para o Novo Teatro de Natal, RN, 2005.
- Primeiro Prêmio no concurso nacional para o Novo Terminal de Passageiros do Aeroporto Hercílio Luz em Florianópolis, SC, 2004.
- Primeiro Prêmio no concurso nacional para a nova sede da FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul), 2004.
- Projeto finalista no concurso da UIA para o NJP Museum em Seul-Coréia, 2003.
- Primeiro Prêmio no concurso para Estação Supervia São Cristóvão - RJ, 2000.
- Indicação ao 2º. Prêmio Mies Van der Rohe de Arquitectura Latino americana - 1999.
- São Paulo, Siglo XXI – Universidad de Salamanca , Espanha - fevereiro 2003.
- V Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – 2003.
- “Morar na Metrópole” – Espaço Cultural Citibank / Revista Arquitetura e Construção, Ed. Abril – outubro 2002.
- Bienal 50 Anos: “Rede de Tensão” – outubro 2001.
- Prêmio Anual do Instituto dos Arquitetos do Brasil – 2000 – melhor projeto executado.
- Prêmio Anual do Instituto dos Arquitetos do Brasil – 1999 – melhor projeto executado.
- IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – 1999.
- II Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – 1999. 
FICHA TÉCNICA DO PROJETO
- Arquitetos: Biselli Katchborian Arquitetos
- Ano: 2011
- Área construída: 31329 m²
- Tipo de projeto: Habitação de interesse social
- Operação Projetual: Intervenção
- Status: Projeto
- Materialidade: Tijolo e Vidro
- Estrutura: Concreto
- Localização: São Paulo, Brasil
- Implantação no terreno: Isolado
Equipe:
- Autores: Artur Katchborian e Mario Biselli
- Coordenadora: Melina Giannoni de Araujo
- Equipe: Adriana Godoy, André Biselli Sauaia, Cássio Oba Osanai, Guilherme Filocomo, Luiza Monserrat, Marcelo Santos Checchia, Maria Fernanda Vita, Priscila Dianese e Vinicius Figueiredo.
Fig. 2 – Ficha Técnica. Fonte: http://www.archdaily.com.br
- Informação Complementar:
- Construtora: Passarelli
- Estrutura: Steng Engenharia de Projetos
- Instalações: DMA Engenharia
- Geotecnia: GEObrAX
Fig. 3 – Ficha Técnica. Fonte: http://www.archdaily.com.br
PARTIDO ARQUITETÔNICO 
O Conjunto foi desenvolvido para um Programa de Reurbanização de favelas, programa este, desenvolvido pela Prefeitura Municipal de São Paulo. 
O grupo de Arquitetos pensou em uma habitação social em que privilegiasse o espaço público de interesse dos próprios moradores, segundo os próprios arquitetos, esse projeto foi um grande desafio pois eles nunca haviam projetado uma habitação social. “Foi um superdesafio. Nunca projetamos habitação popular, e isso é uma espécie de dívida contraída na faculdade" disse Arthur. 
O projeto desenvolvido com dois tipos de plantas: a primeira planta oferece apartamentos de 2 dormitórios, cozinha, sala de estar e sacada. Enquanto a segunda planta oferece apartamentos desenvolvidos para pessoas especiais, todos os apartamentos localizados no térreo e com acesso direto pela rua.
Fig. 4 – Partido Arquitetonico. Fonte: http://www.archdaily.com.br
O PROJETO
Nesta imagem, mostra-se que o espaço de lazer feito para as famílias da comunidade de Heliópolis foi construído no centro, entre os dois lados. O mais interessante e incomum é que o espaço de lazer esta localizado no hall de entrada do conjunto.
Fig. 5 – O Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
Os arquitetos desenvolveram um Conjunto Habitacional de baixo custo, por isso a obra foi executada através de um sistema que é a alvenaria de blocos de concreto.
Fig. 6 – O projeto. 
Fonte: www.au.pini.com.br
Fig. 7 – O projeto. 
Fonte: www.au.pini.com.br
Na figura 3, podemos visualizar que por todo o conjunto há passarelas e pontes que facilitam a locomoção e interação dos moradores.
Fig. 8 – O Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
Um dado muito interessante que o nosso grupo identificou: espaços no térreo que foram destinados para comercio. Segundo informações retiradas do site da revista AU, os próprios moradores puderam fazer uso deste espaço, tendo em mãos uma permissão de uso. Outro dado importante retirado do site: teria dado prioridade para as famílias que já tenham essa função comercial. 
Fig. 9 – O Projeto. Fonte: www.galeriadaarquitetura.com.br
Outro dado muito curioso e interessante que o grupo achou importante: as janelas são padronizadas, porém cada uma abre para um lado diferente para dar uma sensação de movimento.
PROGRAMA DE NECESSIDADES - APARTAMENTOS 
SOCIAL
INTIMO
SERVIÇO
SALA DE ESTAR
DORMITÓRIO 1
COZINHA
SALA DE JANTAR
DORMITÓRIO 2
AREA DE SERVIÇO
SACADA
BANHEIRO 1
SOCIAL
INTIMO
LAZER
SERVIÇO
PRAÇA
APARTAMENTOS
PLAYGROUND
LOJAS(TERRÉO)
PROGRAMA DE NECESSIDADES – CONJUNTO HABITACIONAL 
Ao todo, o projeto conta com 420 apartamentos, com variação de famílias com cinco a onze componentes, segundo a pesquisa do SAHEB. 
Conta com dois tipos de apartamentos, onde o primeiro oferece dois dormitórios, espaço integradode cozinha, estar e sacada; o segundo tem como visão os portadores de necessidades especiais, com os mesmos cômodos, mas com a diferença de ter acesso direto pela rua.
SETORIZAÇÃO - APARTAMENTOS
Setorização – Unidade Tipo A
Setorização – Unidade Tipo B
O ESTUDO DO PROJETO
 PLANTAS ARQUITETÔNICAS
Fig. 10 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
Planta: Acesso conjunto A
Fig.11 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.vitruvius.com.br
Planta: Acesso Conjunto B
 Plantas: Implantação/ Terreno
 Fig.12 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
 
 Plantas: Cobertura
 Fig.13 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
 
Fig.14 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
Fig.15 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
Planta: Unidade Tipo A
Planta: Unidade Tipo A - Adaptada
Planta: Unidade Tipo B
Fig.16 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
CROQUÍS
Croquis das Unidades: Tipo 1 e 2 
Fig.17 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
Croqui: Conjunto Habitacional Heliópolis 
Fig.18 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
 Croqui: Estudos de Formas e Permeabilidade
 Fig.19 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
 
CORTES
Corte Transversal
Fig.20 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
Corte Longitudinal 
Fig.21 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
ELEVAÇÕES
Elevações
Fig.22, 23, 24 e 25 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
FACHADAS
Hall de entrada principal do Conjunto
Fig.26 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
 Fig.27 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.au.pini.com.br
Fachada Hall de Entrada Principal/ Lateral
PERSPECTIVAS
Perspectiva Frontal
Perspectiva Interna
Fig.28 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
Fig.29 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
MATERIAIS E ACABAMENTOS
Por ser um projeto que necessitava de recursos econômicos, o material escolhido para a estrutura foi o bloco de concreto, onde não só o material, mas também a mão de obra é fácil e barata.
Ainda na estrutura, os pórticos são os únicos com material diferente, com mix de materiais. Eles foram confeccionados em concreto armado. 
Outro ponto a ser destacado na obra, são as cores. Os blocos estão em cores neutras e as cores laranja, azul e amarelo são os destaques do conjunto.
O arquiteto Mario diz que as cores, que ficam no inicio de cada conjunto, também auxiliam os moradores a identificar o bloco ao qual pertencem. 
Materiais 
Fig.30 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
ENTORNO
 Planta Situação
 Visão Aérea
Fig.32 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.google.com.br/Maps
Fig.31 – O Estudo do Projeto. Fonte: www.archdaily.com.br
A construção foi executada em um local de constante passagem de carros, por conta de seu acesso principal ser uma avenida. A rua Maciel Parente possui uma grande concentração de carros estacionados, enquanto a Rua Comandante Taylor possui uma grande circulação de pessoas e carros.
O terreno esta situado em uma região de classe média baixa, o que ajudou na criação do projeto e seu partido arquitetônico.
ÁREA EXTERNA
Os arquitetos fizeram com que a parte térrea do projeto, não fosse descartada. Para isso, foram pensadas opções, como bancos e também um pequeno playground, para que o uso do espaço fosse frequente e utilizado para maior convivência e interação dos moradores. 
Foto Externa
Fig.33 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.au.pini.com.br
Foto Externa
Fig.34 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.au.pini.com.br
Os espaços cobertos dos pórticos viraram pátios, com equipamentos de ginástica e espaços recreativos com iluminação especial.
Os arquitetos não esqueceram do paisagismo. Este que valoriza a obra e dá espaço para diversas floras. 
Frente da Obra
Fig.35 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.vitruvius.com.br
Visão Interna
Fig.36 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.vitruvius.com.br
FLUXOS
Acesso aos conjuntos 
Fig.37 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.archdaily.com.br
Conexões dos blocos
Fig.38 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.archdaily.com.br
Acessos dos Comércios 
Fig.39 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.archdaily.com.br
ESPAÇOS 
Espaços Públicos
Fig.41 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.archdaily.com.br
Espaços Livres 
Fig.40 – O Estudo do Projeto. Fonte: http://www.archdaily.com.br
INSOLAÇÃO 
LESTE
NASCER DO SOL
OESTE
POR DO SOL
CRITICA PESSOAL 
O grupo se identificou muito com o conjunto estudado. Os principais marcos no projeto foram os apartamentos bem organizados e também com uma opção para portador de deficiência física; paisagismo usado de forma consciente e transformando locais que poderiam ficar sem uso; arquitetura da construção e as cores usadas. 
Mesmo com o grande desafio de desenvolver pela primeira vez um conjunto de interesse social, os arquitetos tiraram de letra. Criaram um projeto muito econômico, de baixo custo, que atendesse as expectativas e as famílias, além de ser agradável aos olhos. 
BIBLIOGRAFIA 
VICTORIANO, Gabrielle. Habitação Humanizada. Disponível em: <http://www.galeriadaarquitetura.com.br/projeto/biselli-e-katchborian-arquitetos-associados_/conjunto-habitacional-heliopolis-gleba-g/1842>. Acesso em 16 de agosto de 2017.
Vitruvius. Conjunto Heliópolis Gleba G. Disponível em: <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/15.172/5511>. Acesso em 16 de agosto de 2017.
HELM, Joanna. HIS - Conjunto Heliópolis Gleba G. Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/01-16929/his-conjunto-heliopolis-gleba-g-biselli-mais-katchborian-arquitetos>. Acesso em 16 de agosto de 2017.
BK Arquitetos. Conjunto Habitacional Heliópolis. Disponível em: <http://www.bkweb.com.br/projects/institutional/conjunto-habitacional-heliopolis/>. Acesso em 18 de agosto de 2017.
SIQUEIRA, Mariana. Biselli Katchborian projeta conjunto habitacional em Heliópolis, zona Sul de São Paulo. Disponível em: <http://www.au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/244/biselli-katchborian-projeta-conjunto-habitacional-em-heliopolis-zona-sul-de-318103-1.aspx>. Acesso em 16 de agosto de 2017.
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 
AREA DE INTERVENÇÃO
A Habitação de interesse social será construída no bairro de Itaquera, próximo á Arena Corinthians. 
O terreno fica de frente á Favela da Paz e terá como objetivo habitar famílias que vivem em sistema de moradia precário e fora das normas. 
Área de Intervenção
Fig.43 – Desenvolvimento do Projeto. Fonte: www.google.com/maps
HISTÓRICO 
O bairro de Itaquera, veio do nome Tupi que quer dizer “Pedra Dura”. A data de sua fundação é um grande mistério, mas noticias dizem que em 1820 apareceram as primeiras povoações em Itaquera.
O desenvolvimento do bairro se expandiu após a inauguração da estação de trem.
Seu distrito foi desenvolvido de uma forma clássica: por loteamentos e vilas.
História de Itaquera
Fig.44 – Desenvolvimento do Projeto. Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/sergiobuarquedeholanda/index.php?p=5657
TERRENO 
O terreno tem aproximadamente 3.021 m² e deverá ser dividido em blocos de moradias, área de convivência, paisagismo e todas as outras necessidades de um condomínio. 
Área de Intervenção
Fig.45 – Desenvolvimento do Projeto. Fonte: www.google.com/maps
LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO 
O terreno é praticamente amplo e nivelado, tendo somente uma pequena diferença de nível, quase nula. 
RELATÓRIO
Na visita ao terreno em Itaquera, podemos observar ao seu redor as ruas bastante movimentadas, com um bom fluxo de carros. Este grande fluxo de pessoas, deve-se ao fato do terreno estar perto de uma estação de trem, melhor dizendo, o terreno esta de cara com a linha de trem.O terreno fica localizado na Av. Doutor Luiz Aires, uma avenida com bom movimento, uma avenida de mão dupla e com boa sinalização semafórica. Já na Avenida Miguel Ignácio Curi é caracterizada por uma via larga, também de mão dupla e com um bom número de carros, observamos que esta avenida também é bem sinalizada com semáforos. 
Ambas as Avenidas do entorno também são bem sinalizadas com placas de localização e aviso aos pedestres que por ali passam. 
O fato do terreno ser localizado bem abaixo da linha de trem/metrô Corinthians – Itaquera, nos fez observar que o barulho do trem incomoda um pouco.
Na foto também podemos ver a UPA que fica localizada no terreno encostado ao que iremos fazer a intervenção. 
CROQUI DO CONJUNTO
CROQUIS APARTAMENTOS 
PARTIDO ARQUITETÔNICO
O grupo realizará uma intervenção e criará um conjunto habitacional para atender e dar uma melhoria de vida através da moradia para as pessoas que residem na favela da Paz. 
O grupo desenvolveu um estudo do terreno e dos moradores da comunidade e buscará o total atendimento para comportar o maior número de famílias no espaço determinado. Após a realização do estudo, a equipe desenvolveu um projeto preliminar com 2 plantas de apartamentos, ambas com 50m² cada e buscando um conforto máximo para as famílias que ali residirem.

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