PIM V SISTEMA DE FORMATAÇÃO DE ARTIGOS ACADÊMICOS NOTA 9
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PIM V SISTEMA DE FORMATAÇÃO DE ARTIGOS ACADÊMICOS NOTA 9


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UNIP INTERATIVA
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR V
CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA
SISTEMA DE FORMATAÇÃO DE ARTIGOS ACADÊMICOS
	
Unip Interativa \u2013 Polo Paulista
2019
UNIP INTERATIVA
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR V
CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA
SISTEMA DE FORMATAÇÃO DE ARTIGOS ACADÊMICOS
Curso: Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Semestre: Terceiro
Unip Interativa \u2013 Polo Paulista
2019
Resumo
O presente trabalho visa elaborar um sistema capaz de formatar artigos acadêmicos de autores para apresentar em diversas ocasiões. Para isso, foi necessário o desenvolvimento de uma empresa para prestar este serviço. Desta forma, o trabalho também irá apresentar as matérias realizadas no bimestre, Engenharia de Software II e Projeto de Interface com o Usuário, e a importância delas no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Além disso, o trabalho seria a junção de conhecimento adquirido no bimestre com aplicação num estudo de caso, seguindo roteiro de testes (teste da caixa-preta), com o intuito de verificar a usabilidade do sistema e apontar possíveis erros. Diante disso, conseguimos medir nosso aprendizado de maneira prática, por meio da implementação e verificação do sistema, e teórica, tornando-nos aptos para o mercado de trabalho.
 
Palavras-chave: Testes, Caixa-Preta, Programação
Abstract
The present work aims to elaborate a system capable of formatting academic articles of authors to present in several occasions. For this, it was necessary to develop a company to provide this service. In this way, the work will also present the materials carried out in the bimester, Software Engineering II and User Interface Design, and their importance in the course of Systems Analysis and Development. In addition, the work would be the joining of knowledge acquired in the bimester with application in a case study, following a test script (black-box test), with the purpose of verifying the usability of the system and pointing out possible errors. Given this, we were able to measure our learning in a practical way, through the implementation and verification of the system, and theoretical, making us fit for the job market.
 
Keywords: Testing, Black Box, Programming 
Sumário
1	Introdução	5
2	Engenharia de Software II	5
3	Projeto de Interface com o Usuário	8
4	Testes	12
5	Conclusão	28
Referências bibliográficas preliminares	29
Introdução
Neste projeto iremos aprofundar o que foi abordado nas matérias desse bimestre: Engenharia de Software II e Projeto de Interface com o Usuário. O trabalho terá tanto a parte teórica, com conhecimento aprofundado das matérias, quanto a programação na prática, com a realização de testes de caixa-preta.
Dessa forma, ao utilizar a engenharia de software e a projeto de interface com o usuário para melhorar um sistema de formatação de artigos acadêmicos, com a intenção de melhorar a usabilidade e verificar sua correção em relação às falhas e erros encontrados no sistema.
Além disso, para aprofundar o conhecimento dessas matérias, foi realizado testes de caixa-preta.
 Engenharia de Software II
A Engenharia de Software II tem como objetivo garantir que as características exigidas pelo usuário tenham a qualidade necessária para que o processo ocorra de acordo com o combinado do início ao fim do processo.
A qualidade de software é definida como um conjunto de características que devem ser alcançadas em um determinado grau para que o produto atenda às necessidades de seus usuários. A totalidade de características de uma entidade que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas (NBR ISO, 2000a).
De acordo com Crosby (1990) temos cinco princípios considerados básicos da qualidade, que, se seguirmos, teremos melhores resultados. São eles:
- Fazer certo desde o início economiza tempo e dinheiro: ao se preocupar desde o início com a qualidade do produto, garantiremos menos erros durante o processo e consequentemente haverá a diminuição do custo e cumprimento de prazos.
- Qualidade é um processo preventivo: a qualidade deve ser objeto de foco desde o início do projeto e não apenas após o produto estar pronto.
- Qualidade é o resultado do empenho às necessidades do usuário: desde o início do processo é necessário verificar as necessidades do cliente para definir as qualidades alinhadas às expectativas do cliente.
- Qualidade é responsabilidade de todos: é necessário que todos da equipe estejam alinhados e conscientes da entrega da qualidade no projeto.
- Qualidade é um processo de melhoria contínua: há sempre necessidade de aperfeiçoar e adquirir aprendizado com nossos erros.
Um software de alta qualidade pode trazer diversos benefícios à empresa como aumento de produtividade, diminuição de defeitos no produto entregue, aumento da confiabilidade do produto entregue, diminuição do retrabalho, diminuição de horas extras dos integrantes do projeto e garantir a maior satisfação dos clientes.
Porém, há alguns fatores que são empecilhos na garantia da qualidade, como a cultura organizacional, custos e prazos mal definidos e alguns envolvidos não identificados no processo.
Durante os processos também há o controle da qualidade pelos gestores. Este controle visa avalias se as ações de qualidade que foram planejadas estão sendo executadas. Seria a auditoria da qualidade dos projetos. Estas auditorias podem gerar ações para correção destes problemas e podem ser classificadas como:
- Auditorias de produto;
- Auditorias de processo;
- Auditorias de sistemas de qualidade;
Existe o SGQ que é o Sistema de Gestão da Qualidade e tem como objetivo padronizar todos os processos das empresas para a criação de seu produto final, garantindo a satisfação de seus clientes e melhoria contínua dos processos.
O SGQ mais conhecido é a NBR ISSO 9000 (Normas de Gestão de Qualidade e Garantia da Qualidade), lançada no final da década de 1980.
Os modelos de qualidade que são voltados para a avaliação de processos de desenvolvimento ajudam as empresas a construírem uma estrutura adequada para a produção de softwares.
Para avaliação de uma empresa existem níveis de maturidade que tem um conjunto de atributos específicos com o intuito de permitir a medida da evolução da capacidade de cada item para determinar as condições mínimas do nível desejado.
O nível zero é o incompleto, onde não gerou os resultados esperados. O nível 1 é o executado, onde o projeto consegue alcançar pelo menos alguns de seus objetivos. O nível 2 é o gerenciado, que além de executado é realizado o gerenciamento, planejamento e controle das condições estabelecidas. O nível 3 é o estabelecido, que além de executado e gerenciado, também tem âmbito organizacional. O nível 4 é o previsível, onde também passa a ser medido de maneira quantitativa em relação aos resultados. O nível 5 é o otimizado, então além de tudo, ele pode ser mudado e evoluído de maneira controlada e dinâmica.
A pontuação dos atributos do sistema pode ser N (não atendido), P (parcialmente atendido), L (largamente atendido) e F (totalmente atendido). Essa pontuação permite a classificação do grau de maturidade em que a empresa se encontra.
Após isso é necessário a verificação e validação dos softwares. Essas técnicas são essenciais para a obtenção de qualidade no desenvolvimento de software, conhecidas como V&V. 
Essas técnicas, V&V, abrangem os seguintes cenários:
- aplicação de algumas ferramentas que possam automatizar a revisão dos produtos;
- utilização de revisão por partes;
- adoção de normas de e padrões;
- controle sistemático e formal das mudanças de requisitos;
- manutenção de registros das alterações dos artefatos;
- medição da qualidade;
Uma das principais qualidades dessa técnica é garantir que o produto feito seja construído corretamente de acordo com as necessidades dos clientes, atuando de forma preventiva para que haja menos problemas